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Prezado(a) professor(a),

Neste material, você encontrará o livro do


volume que será trabalhado (da disciplina
e série que leciona), o guia do professor
contendo sugestões de abordagem e
prioridades para cada módulo, entre
outras informações relevantes, e o gabarito
comentado dos exercícios.
9o Ano EF
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Guia do professor

9o Ano
Química
Volume

Módulo 1 4. Sugestões de abordagem


• Definir matéria, corpo e objeto;
1. Assunto • apresentar os conceitos fundamentais da matéria, como
massa, volume e temperatura;
Estados de agregação da matéria.
• evidenciar algumas propriedades gerais da matéria;
• explicar como a matéria pode se apresentar nos três principais
2. Objetivo estados físicos;
Neste módulo, o aluno vai aprender a que se dedica o estudo da • relacionar a temperatura de ebulição com a variação da
Química, como ele é realizado, os conceitos básicos de matéria, pressão atmosférica;
as mudanças de estado físico e os fenômenos químicos. • citar os demais estados físicos da matéria;
• explicar como são construídos os gráficos de mudança de
estado físico;
3. Conteúdo • identificar cada trecho dos gráficos, caracterizando-os quanto
• Do que são feitas todas as coisas? ao estado físico presente, à organização e à cinética de suas
– Matéria; partículas;
– entendendo conceitos; • explicar, em termos de energia fornecida, por que há trechos
– corpo e objeto. de temperatura constante (patamares) nos gráficos de
substâncias puras;
• Conceitos fundamentais • explicar como podemos diferenciar substâncias puras de
– Massa; misturas por meio dos gráficos de mudança de estado físico;
– volume; • apresentar os casos especiais de misturas: eutética e
– temperatura. azeotrópica;
• Propriedades gerais da matéria • discutir a respeito das propriedades químicas da matéria.
– Impenetrabilidade;
– divisibilidade; 5. Prioridades
– compressibilidade; • Mostrar ao aluno que o estudo da Química pode ser realizado
– elasticidade; por qualquer pessoa que se dedique a ele, que, como qualquer
– inércia. outra ciência, não é fruto de genialidade;
• definir que tudo é formado por matéria e que suas carac-
• Propriedades físicas da matéria terísticas serão abordadas ao longo do curso;
– Os estados de agregação da matéria; • mostrar que a matéria pode se apresentar em diferentes
– mudanças de estado físico; estados físicos e que as mudanças podem ser feitas alterando
– gráficos de mudança de estado físico; a temperatura e/ou a pressão;
– substâncias puras; • mostrar que podemos diferenciar uma mistura de uma
– misturas. substância pura por meio da análise dos gráficos de mudança
• Propriedades químicas da matéria de estado físico.
– Combustão;
– oxidação.

3
LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

Módulo 2 Módulo 3
1. Assunto 1. Assunto
Estrutura atômica: conceitos e modelos atômicos. Estrutura atômica: partículas fundamentais do átomo.
9o Ano

2. Objetivo 2. Objetivo
Neste módulo, o aluno deverá entender a importância da propo- No estudo deste módulo, o aluno conhecerá um pouco sobre a
sição de modelos no estudo da constituição da matéria. Deverão natureza radioativa da matéria e a proposição do modelo atômi-
ser apresentados os modelos de Dalton e J. J. Thomson. co de Rutherford, a partir do qual definimos as partículas funda-
mentais do átomo.

3. Conteúdo 3. Conteúdo
• Caminhando pela história; • Os raios X;
• o modelo atômico de Dalton; • a descoberta de novos materiais radioativos;
• a natureza elétrica da matéria; • Rutherford e uma nova proposta para a estrutura do átomo.
• o modelo atômico de J. J. Thomson.
4. Sugestões de abordagem
4. Sugestões de abordagem • Manter uma linha cronológica para o desenvolvimento
• Manter uma linha cronológica para o desenvolvimento dos dos modelos atômicos, entendendo que os cientistas se
modelos atômicos; comunicam, se conhecem e, por vezes, trabalham em
• explicar como, por meio das indagações iniciais de Dalton, conjunto;
ele elaborou os postulados que levaram a um modelo para • explicar a importância da descoberta dos raios X para iniciar
o átomo; a descoberta da radioatividade;
• apresentar os postulados de Dalton e sua proposta para a • explicar como as pesquisas sobre a partícula alfa influenciaram
constituição da matéria, ou seja, o modelo atômico de Dalton; na proposição de um novo modelo atômico;
• apresentar os primeiros conceitos da natureza elétrica da • explicar o experimento de Marsden, seus resultados e suas
matéria, segundo os filósofos gregos; observações;
• explicar a necessidade da proposição de um novo modelo • explicar como Ernest Rutherford, analisando os resultados
atômico pelo cientista J. J. Thomson. do experimento de Marsden, propôs um novo modelo, com
base nos resultados obtidos;
5. Prioridades • elucidar as dimensões e representações para o átomo nos
materiais didáticos.
• Mostrar ao aluno que há uma linha cronológica no desen-
volvimento da ciências e que, às vezes, o que aparece numa
sequência quase imediata nos livros didáticos transcorre em 5. Prioridades
um período histórico maior; • Mostrar ao aluno que há uma linha cronológica no
• mostrar que os trabalhos de vários cientistas são utilizados desenvolvimento das ciências e que, às vezes, o que aparece
como base para outros, pois ninguém trabalha sozinho com em uma sequência quase imediata nos livros didáticos tem
ideias que surgem aleatoriamente; um período histórico maior;
• mostrar que uma proposição de modelo atômico não invalida • mostrar que os trabalhos de vários cientistas são utilizados
a anterior e muito menos busca complementá-la. A proposição como base para outros; ninguém trabalha sozinho com ideias
de modelos atômicos está historicamente relacionada com a que surgem aleatoriamente;
explicação de resultados de experimentos, e não apenas com • instigar o aluno a conhecer mais sobre a radioatividade e a
a busca pela elucidação da estrutura da matéria. história recente da Química e da Física;
• mostrar que o intercâmbio de informações entre pesquisadores
6. Sugestões adicionais e o trabalho conjunto entre universidades proporciona o
desenvolvimento das ciências;
Video • reforçar que a proposição de modelos atômicos segue à
Para o professor: “Hipótese Atômica – Introdução Vídeos medida que vamos obtendo maior conhecimento sobre o
Física Moderna UFF”. comportamento da matéria.
Disponível em: <www.youtube.com/
watch?v=e8Yqh2XASmc>. Acesso em: 15 dez. 2014.

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LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

6. Sugestões adicionais 3. Conteúdo


Videos Semelhanças atômicas: isotopia e isobaria.
• Para o professor: “Hipótese Atômica – Introdução Vídeos.
Física Moderna UFF”. Disponível em: <www.youtube.com/ 4. Sugestões de abordagem

9o Ano
watch?v=e8Yqh2XASmc>. Acesso em: 15 dez. 2014.
• Apresentar o conceito de semelhança atômica e sua utilização;
• explicar o que é isotopia;
Módulo 4 • explicar o que é isobaria;
• realizar cálculos para determinar o número de partículas
1. Assunto no átomo.

Estrutura atômica: espécies carregadas.


5. Prioridades
2. Objetivo • Explicar o que são isótopos, entendendo que eles pertencem
ao mesmo elemento químico;
Neste módulo, o aluno aprenderá a identificar cada elemento por • abordar o que são isóbaros, percebendo que eles apresentam
meio do seu número atômico e entender o conceito do número o mesmo número de massa.
de massa. Além disso, deverá compreender as diferenças entre
ânions e cátions e determinar o número de prótons, nêutrons e
elétrons tanto de um átomo neutro quanto de um íon. 6. Sugestão adicional
Vídeo
3. Conteúdo “Método de datação por carbono-14”. Disponível em: <www.
• Número atômico (Z); youtube.com/watch?v=UEAVXW-ZH-M>. Acesso em: 20 de de-
• número de massa (A); zembro de 2014.
• conceito de elemento químico;
• átomos neutros e íons; Módulo 6
• íons positivos ou cátions;
• íons negativos ou ânions. 1. Assunto
Estrutura atômica: isótonos e isoeletrônicos.
4. Sugestões de abordagem
• Diferenciar átomos neutros de íons; 2. Objetivo
• nomear os íons positivos e os negativos. No estudo deste módulo, o aluno deverá identificar átomos que
apresentam a semelhança atômica chamada isotonia e aprender
5. Prioridades o conceito de espécies isoeletrônicas.
• Definir um átomo neutro;
• identificar diferentes íons. 3. Conteúdo
• Isotonia;
Módulo 5 • espécies isoeletrônicas.

1. Assunto 4. Sugestões de abordagem


Estrutura atômica: isótopos e isóbaros. • Explicar a isotonia;
• explicar o que são átomos isoeletrônicos;
• realizar cálculos para determinar o número de partículas
2. Objetivo no átomo.
No estudo deste módulo, o aluno deverá entender as seguintes
semelhanças atômicas: isotopia e isobaria. 5. Prioridade
Realizar cálculos que permitam classificar os átomos quanto às
semelhanças atômicas.

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LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

Módulo 7 2. Objetivo
No estudo deste módulo, o aluno deverá tomar conhecimento
1. Assunto da estrutura de níveis e subníveis da eletrosfera, sem que seja
apresentado formalmente o modelo de Bohr. Para que esse mo-
Exercícios e projetos.
9o Ano

delo seja totalmente entendido, é necessária a compreensão da


radiação eletromagnética e a formação de espectros contínuos e
2. Projeto descontínuos, que serão tratados no Ensino Médio.
Pegada hídrica: consumo consciente.
3. Conteúdo
Desenvolvimento:
• Bohr se reúne com Rutherford;
• Organizar a turma em grupos de 4 a 5 integrantes;
• o modelo atômico de Bohr.
• a partir dos conhecimentos adquiridos nos módulos
anteriores, discutir sobre o ciclo hidrológico da água ou ciclo
da água, enfatizando as mudanças de estado físico desta; 4. Sugestões de abordagem
• apresentar o conceito de pegada hídrica, relacionando-a à • Explicar que o desenvolvimento da ciência depende da
questão da disponibilidade de água doce e própria para o parceria entre os pesquisadores;
consumo; • explicar a estrutura básica do modelo de Bohr;
• pedir aos grupos exemplos de itens que são utilizados com • explicar a existência de níveis e subníveis de energia.
frequência por eles;
• cada grupo pode realizar uma apresentação da frequência dos
produtos mais consumidos; 5. Prioridades
• pedir que os alunos avaliem a necessidade de se comprar um • Explicar a organização da eletrosfera proposta por Bohr;
produto novo; • explicar a existência de níveis e subníveis.
• perguntar sobre as alternativas para diminuir o consumo.
6. Sugestão adicional
Módulo 8 Vídeo
Física Moderna UFF. Disponível em: <www.youtube.com/wat-
1. Assunto ch?v=e8Yqh2XASmc>.

Estrutura atômica: níveis e subníveis de energia (I).

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Gabarito comentado

9o Ano
Química
Volume

Módulo 1 ■■
02 (CEFET-MG – adaptada) O termo “sublimática” refere-se à

■■
sublimação, que é a mudança do estado sólido para o gasoso.
Exercícios conceituais
01 Matéria é determinada por tudo aquilo que tem massa e
ocupa lugar no espaço. O corpo, por sua vez, é uma porção
limitada da matéria, por exemplo, um pedaço de madeira ou
chapa de ferro. Já o objeto é determinado por todo corpo que

■■
possui utilidade, como mesa, cadeira etc.
02 Em um dia frio, a temperatura está mais baixa do que a
temperatura ambiente. Assim, o óleo de coco está abaixo de

■■ ■■
seu ponto de fusão e, por isso, está sólido.
03 03 (CEFET-MG – adaptada) Letra B.
a. Mistura, pois há água e sais dissolvidos. Tendo a chama do fogão uma temperatura média de
b. Substância pura, pois há só oxigênio. 800°C, ela não alcança as temperaturas de fusão do ouro
c. Mistura, pois a água da torneira nunca é totalmente pura. Há (1.064,4°C), da prata (961,9°C) e do cobre (1.083,5°C).
sais e outras substâncias dissolvidas. O alumínio é o único metal que passa do estado sólido
d. Mistura, pois, apesar de haver uma alta concentração de para o líquido, pois o seu ponto de fusão (660°C) é menor

■■ ■■
octano, há também água. do que a temperatura média da chama do fogão.
04 04 (CEFET-MG – adaptada) Letra A.
(I) A fervura da água é um processo físico já que a água não se Como o termômetro é introduzido nos sistemas após ini-
transforma em outra substância. ciar a ebulição, e sendo o sistema A uma substância pura e
(II) A digestão de alimentos é um fenômeno químico uma vez o sistema B uma mistura, teremos, para o sistema A, uma
que eles são degradados em outras substâncias pela ação temperatura constante (há patamar) e, para o sistema B,

■■
enzimática. uma elevação da temperatura (não há patamar).
(II) A ferrugem é a oxidação do ferro, portanto ela é considerada 05 (UFMG) Letra A.
um fenômeno químico.
Como se trata de uma amostra de água pura, deve haver

■■
(II) O azedamento é um fenômeno químico, pois nesse processo
dois patamares: um a 0°C e outro a 100°C.
há uma série de reações químicas que são realizadas pelos
organismos decompositores. 06 (UNIÁS-MG) Letra B.
(I) O congelamento é um fenômeno físico uma vez que não há Analisando os fenômenos:
mudança da composição da matéria. I. Uma pedra de naftalina deixada no armário: sólido para
(II) A fotossíntese é um fenômeno químico em que há produção gasoso – sublimação.

■■
de energia pelos vegetais. II. Uma vasilha com água deixada no freezer: líquido para
05 Nos dois casos, o cobre continua no estado sólido, pois está sólido – solidificação.
abaixo de seu ponto de fusão. III. Uma vasilha com água deixada ao sol: líquido para vapor –
evaporação.

■■
Exercícios contextualizados IV. O derretimento de um pedaço de chumbo quando aquecido:
sólido para líquido – fusão.
01 (CEFET-MG – adaptada) Letra D.
Ao fazer a leitura do gráfico, vemos que, com o decorrer do
tempo, a temperatura está diminuindo e que há um patamar,
indicando uma mudança de estado físico. Sendo a amostra de
água pura e o patamar a 0°C, a mudança será a solidificação.

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LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

■■ 07 (UESC) Letra A.
Analisando as afirmativas:
(A) Correta, pois o gráfico não apresenta dois patamares que
■■
03 Para Thomson, o átomo seria uma grande esfera maciça
carregada positivamente, com partículas de cargas negativas,
os elétrons, aderidos a sua superfície, fazendo com que o

■■
seriam característicos de substâncias puras. átomo fosse eletricamente neutro.
(B) Incorreta, pois no patamar coexistem dois estados físicos. 04 O modelo atômico de Thomson buscava explicar a existência
9o Ano

(C) Incorreta, pois o gráfico representa apenas mudanças de de raios catódicos (feixes de luz com carga negativa existentes
estado físico, e não um processo de separação de misturas. mesmo na quase ausência de átomos) e a atração entre dois

■■
(D) Incorreta, pois a curva representa o comportamento de uma materiais após serem atritados entre si.
mistura eutética sólida durante o aquecimento.
(E) Incorreta, pois a ebulição ocorre a partir do ponto A até o 05 Porque, segundo Dalton, o átomo deveria ser indivisível; logo,

■■
próximo ponto. não poderia ser composto por cargas positivas e negativas,
o que faz com que esse modelo seja incapaz de explicar
08 (UNESP – adaptada) Letra A.
fenômenos como a corrente elétrica.
As misturas eutéticas se caracterizam por possuírem um

■■ ■■
patamar na fusão.
Exercícios contextualizados
09 Letra B.
01 (PUC-Minas – adaptada) Letra D.
A temperatura de 5°C está abaixo da temperatura de fusão,

■■
Um dos postulados de Dalton prevê que todos os átomos de

■■
o que caracteriza a solidificação.
um mesmo elemento químico são idênticos entre si.
10 Letra D.
02 Letra C.
Quanto maior a temperatura, maior será a cinética.
O modelo atômico de Thomson trouxe a ideia da existência
Logo, sólido < líquido < gasoso.
de partículas negativas aderidas à superfície de uma grande

■■ ■■
esfera positiva.
Exercícios de aprofundamento
03 (UFG) Letra C.
01 (CEFET-MG) Letra D.
De acordo com este esquema, os raios catódicos (carga ne-
Analisando as temperaturas de fusão e ebulição e os estados
gativa) se aproximam de A quando essa placa for positiva e
físicos em cada situação, temos:
de B quando for negativa.
No freezer (–12°C) – sólido: cicloexano ou ácido lático. fonte
No ambiente (25°C) – líquido: todas as substâncias. de alta
Na estufa (90°C) – líquido: ácido lático. voltagem
A substância é o ácido lático, pois se apresenta nos estados

■■
descritos na tabela: sólido, líquido e líquido. +
02 (UFMG) Letra A. A
Pelo nível do mercúrio no tubo, vemos que haverá maior
– +
número de partículas de A do que de B, pois foi capaz de
deslocar mais a coluna, ou seja, ocupou mais espaço.
ânodo

■■
cátodo
B
Gabarito box experimentando – feixe de
01 Na primeira situação, o papel permaneceu seco, pois o ar é partículas
matéria e, portanto, ocupa lugar no espaço. Dessa forma, o ar ar
impediu que a água entrasse no copo. Na segunda situação, (gases)
como o copo foi inserido inclinadamente, o ar conseguiu sair
Observe que, na figura, o feixe de partículas que sai do polo
do copo (isso pode ser verificado com a produção de bolhas
negativo (cátodo) sofre um desvio acentuado em direção à

■■
no recipiente), e a água adentrou o tal recipiente, molhando,
placa positiva.
consequentemente, o papel.
04 (CEFET-MG) Letra C.
Thomson verificou que os raios catódicos podem ser des-

■■
Módulo 2

■■
viados na presença de um campo elétrico.
Exercícios conceituais
05 (CEFET-MG) Letra D.
01 Porque, segundo Dalton, o átomo deveria ser uma porção

■■
Thomson acrescentou um par de placas metálicas ao tubo
esférica, maciça e indivisível da matéria. e constatou que os raios catódicos podem ser desviados na

■■
02 A observação da existência de raios catódicos mostrou que o presença de um campo elétrico.
átomo não era indivisível, o que levou Thomson a propor um 06 Letra A.
novo modelo, com a presença de elétrons. Um dos motivos que levou à obsolescência do modelo atô-
mico de Dalton foi não prever a natureza elétrica da maté-
ria. Em outras palavras, Dalton não mencionou a existência
de cargas nos átomos.

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LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

■■
07 (UNESP) Letra B.
Em 1904, como continuidade de seus estudos sobre eletrici-
dade, Thomson propôs um novo modelo para o átomo, que
III. Falso. É um modelo que apresenta duas regiões: o núcleo, região
central, que contém praticamente toda a massa do átomo; e a
eletrosfera, contendo os elétrons, envolvendo o núcleo.

■■
seria uma esfera positiva com elétrons incrustados, (“pudim IV. Verdadeiro.

■■
de passas”). 05 Pesquisadores da época diziam que não era possível ter

9o Ano
08 Letra C. cargas positivas tão próximas, já que deveriam se repelir,
Thomson, diferentemente de Dalton, considerou a existên- e questionavam sobre o motivo de os elétrons não serem
cia de partículas menores, carregadas negativamente, que se atraídos pelo núcleo a ponto de colidirem com ele.

■■
localizariam incrustadas na superfície de uma grande esfera

■■
positiva e maciça. Exercícios contextualizados

09 (PUC-MG – adaptada) Letra B. 01 (IFCE) Letra E.


Thomson foi o primeiro cientista a propor a existência de O átomo é formado por duas regiões diferentes: o núcleo,
no qual estão localizados os prótons e os nêutrons, e a ele-

■■
partículas subatômicas de carga negativa, que se localiza-

■■
riam incrustadas na superfície de uma esfera maciça. trosfera, na qual estão situados os elétrons.

10 (UFU) Letra C. 02 (IFSC) Letra A.


Dalton previa, em seu modelo, que átomos de diferentes ele- Ernest Rutherford, Hans Geiger e Ernest Marsden realiza-
mentos podiam se combinar de maneira a formar novas subs- ram, no próprio laboratório do professor Ernest Ruther-
tâncias, e essa ideia é amplamente aceita até os dias de hoje. ford, uma série de experiências que envolveram a interação
de partículas alfa com diversos materiais, como papel, mica

■■
Exercícios de aprofundamento e ouro. Eles perceberam que algumas partículas sofriam di-
versos tipos de desvio em suas trajetórias quando atravessa-

■■
01 A maquete de uma casa ou prédio representa em menor escala vam as amostras, ou seja, as partículas se espalhavam.
a realidade. Carrinhos de brinquedo representam em menor

■■
escala um carro. Manequins representam pessoas. 03 (IME) Letra D.
Em 1897, Joseph John Thomson, que recebeu o Prêmio
02 (UERJ – adaptada) Nobel em 1906 pelos seus trabalhos sobre o estudo dos elé-

■■
A experiência com os raios catódicos possibilitou não ape- trons, fez experimentos utilizando o tubo de descargas.
nas conhecer um pouco mais sobre a constituição da maté-
04 (UEMG) Letra B.
ria, como também permitir sua utilização na construção de
tubos de televisões e monitores de computador. Rutherford, analisando os resultados do experimento de
Marsden, conseguiu provar que a matéria é formada pelo
núcleo, no qual se localizam as partículas positivas, e a ele-

■■
Módulo 3 trosfera, na qual se localizam os elétrons.

■■
Exercícios conceituais 05 (CEFET-MG) Letra A.
01 Thomson propunha que o átomo consistia em uma esfera Rutherford sugeriu que o átomo pareceria com o nosso Sis-
densa carregada positivamente com partículas carregadas tema Solar, no qual o Sol seria o núcleo e os planetas seriam
negativamente incrustadas em sua superfície. Já Rutherford os elétrons. Assim, o átomo seria composto por um núcleo
propunha a existência de um núcleo pequeno rodeado positivo e muito pequeno, e os elétrons, girando ao seu redor,

■■
por uma região maior e periférica – a eletrosfera – na qual neutralizariam a sua carga positiva.
estavam localizados os elétrons, que orbitavam ao redor do

■■
06 (UFPB) Letra C.
núcleo.
Acredita-se que o átomo seja composto por duas regiões:
02 Os modelos de Rutherford e Thomson eram semelhantes, pois um pequeno núcleo no qual se concentra toda a carga po-
os dois previam a existência de cargas positivas e negativas sitiva e praticamente toda a massa do átomo; e uma região

■■
que compunham o átomo. extranuclear (todo o resto), conhecida como eletrosfera, na

■■
qual se situam os elétrons.
03 Rutherford chegou à conclusão de que o núcleo não era
grande, mas uma pequena parte do átomo todo. Com isso, 07 (MACKENZIE) Letra E.
os elétrons não estariam na superfície do núcleo, mas sim Rutherford propôs que o átomo seria composto por um nú-

■■
orbitando-o em uma região chamada eletrosfera. cleo positivo e muito pequeno. Hoje se sabe que o tamanho do
átomo varia de 10.000 a 100.000 vezes maior que o tamanho
04
do seu núcleo. Ele também acreditava que os elétrons giravam

■■
I. Falso. O modelo atômico de Rutherford teve base em expe-
ao redor do núcleo e neutralizavam a carga positiva deste.
rimentos em que uma folha de ouro foi bombardeada com
partículas alfa, emitidas por uma fonte contendo chumbo. 08 (UFG) Letra A.
II. Verdadeiro. A composição metafórica presente nesse poema remete aos
modelos atômicos propostos por Thomson (átomo divisível),
Dalton (esfera indivisível) e Rutherford (átomo nucleado).

9
LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

■■ 09 (UDESC – adaptada) Letra A.


Dalton considerava o átomo uma esfera maciça, enquanto
seu sucessor, Thomson, previa que o átomo seria composto
A=p+n
56 = 26 + n
n = 56 – 26
por uma esfera maciça e positiva, com elétrons, partícu- n = 30.
las de carga negativa, incrustados em sua superfície. Até a Na espécie neutra, o número de prótons (p) é igual ao nú-
9o Ano

descoberta da radioatividade, que permitiu que Rutherford mero de elétrons (e–). Assim, o seu número de elétrons era
realizasse seu experimento com as partículas alfa, o modelo de 26. Como essa é uma espécie carregada positivamente

■■
de Thomson era o vigente. (cátion), ela perdeu três elétrons, ficando com uma carga de

■■
+3. Assim: e– = 26 – 3 = 23.
10 (UEFS – adaptada) Letra C.
A experiência de Rutherford com as partículas alfa permiti- 05 aX2–
ram que ele concluísse a existência de um núcleo pequeno e A espécie é um ânion bivalente, isto é, o átomo recebeu
positivo. Pôde-se chegar a essa conclusão porque, ao bom- 2 elétrons. Se a espécie recebeu 2 elétrons e ficou com
bear uma lâmina de ouro com partículas alfa, uma pequena 18 elétrons, isso indica que ela apresentava, quando neutra,
parte delas se chocava com a lâmina e era refletida. 16 elétrons. Logo, seu número atômico, representado por a,
é igual a 16.

■■ ■■
Exercícios de aprofundamento
Exercícios contextualizados
01 Desenhos similares a estes:
01 (UFSM) Letra E.
As espécies neutras apresentam número de prótons igual ao

■■
+
de elétrons. Assim, somente as espécies X e W são neutras.
– –
02 (FATEC) Letra E.
– + As duas espécies carregadas perderam dois elétrons (cátions
– +

bivalentes), logo apresentam a mesma diferença entre o nú-
– + mero de prótons e número de elétrons.
Ca2+ → p = 20 ; e = 18 → p – e = 2.

■■
20
Modelo atômico Modelo atômico Pb2+→ p = 82 ; e = 80 → p – e = 2.
Modelo atômico de Dalton. de Rutherford. 82
de Thomson.
03 (UNESP) Letra A.
39
Dalton acreditava que o átomo era composto de uma esfe- 19
K1+ apresenta:
ra maciça e indivisível. Essa ideia se modificou a partir do A = 39;
modelo proposto por Thomson, que considerava a existên- p = 19;
cia de partículas de carga negativa, os elétrons, e, posterior- n = 39 – 19 = 20;

■■
mente, a partir do modelo de Rutherford, que considerava a e– = 19 – 1 = 18.

■■
existência de um núcleo. 04 (CEFET-MG – adaptada) Letra A.
02 Marie Curie e seu marido, Pierre Curie, foram os pioneiros no A partir dos íons citados, é possível determinar o número
estudo da radioatividade e isolaram dois elementos químicos, de elétrons de cada um deles.
sendo os responsáveis por sua descoberta: o polônio e o rádio. 20
Ca2+ → e = 20 – 2 = 18
Além disso, foram autores dos termos “radioativo” e “radioati- 12
Mg2+ → e = 12 – 2 = 10
vidade”. Marie estudou o mineral pechblenda, que emitia uma 19
K1+ → e = 19 – 1 = 18
quantidade de radiação superior, inclusive, à do urânio. 11
Na+ → e = 11 – 1 = 10

20 Ca
+2
= 18 e −
Módulo 4

■■
12 Mg
+2
= 10 e −
Exercícios conceituais
19 K
+
= 18 e −
01 Átomos neutros apresentam número de prótons igual ao
+
número de elétrons, enquanto espécies carregadas apre- 11 Na = 10 e-

■■ ■■
sentam número de prótons diferente do número de elétrons.
total = 56 e − .
02 Espécie carregada positivamente devido à perda de elétron

■■
05 (FATEC) Letra E.
(nesse caso, o número de prótons é maior que o de elétrons).
Para descobrimos o número de nêutrons:
03 Espécie carregada negativamente devido ao ganho de elétrons n=A–Z

■■
(nesse caso, o número de prótons é menor que o de elétrons). 56
26
Fe: A = 56; Z =26. Então, n = 56 – 26 = 30.
16
O: A = 16; Z = 8. Então, n = 16 – 8 = 8.
04 Se o número atômico (Z) é igual a 26, então o número de 8
40
Ca: A = 40; Z = 20. Então, n = 40 – 20 = 20.
prótons (p) é igual a 26. Se o número de massa A é igual a 20
7
Li: A = 7; Z = 3. Então, n = 7 – 3 = 4
56, então o número de nêutrons é igual a: 3
35
17
Cl: A = 35; Z= 17. Então, n = 35 – 17 = 18.
Dessa maneira, Fernanda foi a vencedora, uma vez que o ferro é
o que apresenta maior número de nêutrons.

10
LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

■■
06 (CEFET-MG) Letra A.
A=p+n
54 = p + 30
■■
02 (CEFET-RJ) O elemento A apresenta:
A = 56
Z = 26
56
p = 24 Então, temos 26A.
Na espécie neutra, o átomo X tem 24 elétrons. Como esse Se A = Z + n,

9o Ano
átomo perdeu três elétrons, ele originou um cátion trivalen- 56 = 26 + n

■■
te X3+. O íon X3+ tem, então, 21 elétrons. nA = 30.
07 (EsPCEx) Letra E. Se o elemento A possui o mesmo número de nêutrons do
elemento B, temos:
Cátion bivalente → espécie que perdeu 2 elétrons → A2+.
nB = 30.
A espécie neutra A perdeu 2 elétrons. Como a espécie A2+
Como o elemento B apresenta número de massa igual a 58,
tem 36 elétrons, a espécie neutra tinha 38 elétrons. Como
o seu número de atômico será de:
o número de elétrons e de prótons no átomo neutro (nesse

■■
58 = nB + ZB
caso, a espécie A) é igual, o número atômico (Z) é igual a 38.
ZB = 58 – 30 = 28.
08 (PUC-Camp – adaptada) Letra B. B apresenta 28 prótons e 28 elétrons.
I. Falsa. 12Mg2+ e 10Ne apresentam o mesmo número de elétrons Se o elemento B apresenta o mesmo número de elétrons do
(10 elétrons). íon C2+, este apresenta 28 elétrons.
II. Verdadeira. Pode-se concluir que C apresenta 30 prótons e o seu núme-
17 40
III. Falsa. 37C e 20Ca apresentam o mesmo número de nêutrons ro atômico (Z) é igual a 30.

■■
(20 nêutrons).
09 (IFSul) Letra A. Módulo 5

■■
Quando o átomo ganha 1 elétron, se transforma em um Exercícios conceituais
ânion com carga –1. Se o ânion com carga –1 apresenta
01 A partícula é o nêutron, pois o isótopo deutério apresenta

■■
18 elétrons, então o átomo neutro apresenta 17 elétrons.
um nêutron, enquanto o prótio não apresenta nenhum.
Para o átomo neutro, o número de prótons é igual ao núme-
ro de elétrons. Logo: 02 Se A e B são isóbaros, eles apresentam o mesmo número de
O átomo neutro apresenta 17 prótons. Como o número atô- massa (A). Dessa maneira, 5x = 4x + 8. Resolvendo a equação,
mico (Z) é igual ao número de prótons, Z = 17. E a massa: temos:
A=Z+n

■■
5x = 4x + 8
A= 17 + 20 = 37 5x – 4x = 8
10 (CN) Letra A. x = 8.
27 Como, no elemento A, o número de massa (A) é igual a 5x,
13Al3+
Z = 13 → p = 13 substituindo o valor de x por 8, temos que 5 (8) = 40. Então,
A = 27 o número de massa (A) é igual a 40.
A=p+n No elemento A, o número atômico (Z) é representado por
27 = 13 + n 10 + x. Logo, 10 + 8 = 18.
n = 27 – 13 Como, no elemento B, o número de massa (A) é igual a
n = 14 4x + 8, substituindo o valor de x por 8 na equação, temos 4
e– = 13 – 3 = 10. (8) + 8 = 32 + 8 = 40.

■■
No elemento B, o número atômico (Z) é igual a 11 + x. Logo,

■■
Exercícios de aprofundamento
11 + 8 = 19.
01 (PUC- Minas) Letra A.
03 Isotopia é a semelhança atômica em que os átomos possuem

■■
A espécie Y-3 apresenta o número de elétrons igual a 38.
o mesmo número atômico (Z).
Como ela é um ânion trivalente, isto é, ganhou três elé-
trons, a espécie neutra Y que a originou tinha, inicialmente, 04 Isobaria é a semelhança em que os átomos possuem o mesmo

■■
35 elétrons. Como no átomo neutro o número de prótons é número de massa (A).
igual ao número de elétrons, podemos dizer que o número
05 Massa de X:
de prótons é igual a 35. Como o número de prótons repre-
senta o número atômico (Z), Z = 35. O número de massa Como X e Y são isótopos, ou seja, ambos possuem o mesmo
(A) é igual ao número de prótons (p) mais o número de número de prótons, pode-se afirmar que o número de prótons
nêutrons (n), então A = 35 + 45 = 80. de X também é igual a 10. Sabendo que o número de massa é
igual à soma do número de prótons com o número de nêutrons
e que o número de nêutrons de X é igual a 12, teremos que:
A = p + n = 10 + 12 = 22.

11
LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

Massa de Y:
Como Y é isóbaro de Z, ou seja, ambos apresentam o mes- ■■
07 (CN) Letra B.
Z (número atômico; número de prótons) = 38.

■■
mo número de massa, pode-se afirmar que, como o número A (número de massa) = prótons + nêutrons = 38 + 50 = 88.
de massa de Z é igual a 110, o número de massa de Y tam-
08 (UTFPR – adaptada) Letra B.
bém será igual a 110.
9o Ano

Isóbaros são elementos químicos distintos que apresentam

■■
Exercícios contextualizados mesmo número de massa. Os elementos tenessine e oganes-
son apresentam o mesmo número de massa e são elementos

■■
01 (UTFPR) Letra B. distintos, sendo, assim, são chamados de isóbaros.
(A) Incorreta. n = A – Z.
09 (CEFET-MG – adaptada) Letra E.
Iodo: 137 – 53 = 84.
Césio: 137 – 55 = 82. O número atômico do ouro é 79, e o da prata, 47. A diferen-

■■
(B) Correta. Apresentam o mesmo número de massa: 137. ça entre eles é de 79 – 47 = 32.
(C) Incorreta. O iodo possui número atômico Z = 53; portanto, 10 (UTFPR) Letra D.
menor que o césio, em que Z = 55. Trata-se do mesmo elemento, pois possuem o mesmo nú-
(D) Incorreta. Possuem números de prótons diferentes.

■■
mero de prótons no núcleo, sendo, por isso, chamados de
(E) Ambos possuem o mesmo número de massa: 137. isótopos.
02 (IFSUL) Letra B.
204 206 207 208
O número de nêutrons de cada isótopo é calculado a partir 82 Pb 82 Pb 82 Pb 82 Pb
  
da fórmula: n = A – Z. mesmo número de prótons
10
B: A = 10; Z = 5; n = 10 – 5 = 5.

■■
5
60
27
Co: A = 60; Z = 27; n = 60 – 27 = 33. Exercícios de aprofundamento
137
Cs: A = 137; Z = 55; n = 137 – 55 = 82.

■■
55
01 Deutério: utilizado em processos de fusão nuclear e em
192
Ir: A = 192; Z = 77; n = 192 – 77 = 115.
77
conjunto com raios laser de alta potência.
03 (UTFPR) Letra E. Trítio: utilizado em processos de fusão nuclear e em siste-

■■
O praseodímio-141 apresenta 59 prótons e 82 nêutrons em mas de armas de fogo.
seu núcleo:
02 O isótopo iodo-131 é utilizado na medicina para verificar
a atividade da glândula tireoide; o isótopo P-32 é utilizado
Represen- Número Número de
Átomo na identificação de tumores malignos; isótopos radioativos
tação de prótons nêutrons
tais como o Co-60 e o Cs-137 são utilizados em diversos
tratamentos médicos, como na diminuição de prejuízos
141
praseodímio-141 Pr 59 141 – 59 = 82 causados a células vizinhas em decorrência da presença de
59
tumores.
142
neodímio-142 Nd 60 142 – 60 = 82
60
Módulo 6

■■
isótopos

neodímio-144
144
Nd 60 144 – 60 = 84 Exercícios conceituais
60
01 Semelhança atômica na qual os átomos apresentam o mesmo

■■
146
número de nêutrons.

■■
neodímio-146 60
Nd 60 146 – 60 = 86
02 Porque, quando um átomo está neutro, as quantidades de
04 (IFCE) Letra E. cargas positivas e negativas são iguais, logo, tem-se a mesma

■■
Elemento químico é o conjunto de átomos com o mesmo quantidade de prótons e elétrons.

■■
número de prótons.
03 Para determinar a quantidade de elétrons que uma espécie
05 (IFSP) Letra B. tem, basta fazer:
Teremos: e = Z – (carga), em que e = número de elétrons da espécie,
1
1
H ⇒ 1 – 1 = 0 nêutron. Z = número atômico da espécie.
a. Não são isoeletrônicos, pois:
2
H ⇒ 2 – 1 = 1 nêutron. S2− = 16 – (−2) = 18 elétrons; Cℓ = 17 – (0) = 17 elétrons.
1
b. São isoeletrônicos, pois:
3 K+ = 19 – (1) = 18 elétrons; Ar = 18 – (0) = 18 elétrons.

■■
H ⇒ 3 – 1 = 2 nêutrons.
   1
c. São isoeletrônicos, pois:
06 (IFSP) Letra A. K+ = 19 – (1) = 18 elétrons; S2− = 16 – (−2) = 18 elétrons.
1 2 3 d. São isoeletrônicos, pois:
Os átomos de hidrogênio 1H, 1H e 1H são isótopos, pois
Cℓ− = 17 – (−1) = 18 elétrons; K+ = 19 – (1) = 18 elétrons.
apresentam a mesma quantidade de prótons.

12
LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

■■
04 Para conferir o número de nêutrons, basta fazer A – Z = n,
em que A é a massa atômica, Z é o número atômico e n é o
número de nêutrons.
A=Z+n
56 = 26 + n
56 – 26 = n
40
20
Ca → n = 40 – 20 = 20 nêutrons; n = 30.
12
C → n = 12 – 6 = 6 nêutrons; IV. 26
57
Fe2+ possui A = 57 e Z = 26 → p = 26. Como essa espécie

9o Ano
6
14
6
C → n = 14 – 6 = 8 nêutrons; é um cátion bivalente, ele apresenta dois prótons a mais do
16
8
O → n = 16 – 8 = 8 nêutrons; que elétrons. Portanto, o seu número de elétrons é 24.
40
Ar → n = 40 – 18 = 22 nêutrons. Se A = 57 e Z = 26, teremos:

■■
18
Logo, só 146C e 168O são isótonos entre si. A=Z+n
57 = 26 + n
05 X tem 19 – (−1) = 20 elétrons, assim como Y2+.
57 – 26 = n
Logo, para Y, pode-se fazer: n = 31.
20 = Z – (2) → Z = 22 prótons. V. 2657
Fe3+ possui A = 57 e Z = 26 → p = 26. Como essa espécie

■■
é um cátion trivalente, ele apresenta três prótons a mais do
Exercícios contextualizados que elétrons. Portanto, o seu número de elétrons é 23.
01 (UFRRJ) Letra A. Se A = 57 e Z = 26, teremos:
O íon Fe+2 possui 24 elétrons, ou seja, o elemento Fe perdeu A=Z+n
dois elétrons. Se ele perdeu dois elétrons, significa que o Fe, 57 = 26 + n
inicialmente, tinha 26 elétrons e 26 prótons. Então, seu nú- 57 – 26 = n
mero atômico é 26. n = 31.
O número de nêutrons é igual à diferença entre o número VI. 56 Fe tem A = 56 e Z = 26 → p = 26. Como essa espécie é

■■
26
de massa e o de prótons, sendo igual a 30. neutra, o número de prótons é igual ao número de elétrons,
isto é, 26.
02 (UFRGS) Letra B.
Se A = 56 e Z = 26, teremos:
O fleróvio (F) apresenta número atômico 114 e número de A=Z+n
massa 289, e o livermório (Lv) apresenta número atômico 56 = 26 + n
116 e número de massa 292, então: 56 – 26 = n
289
114Fl ⇒ nêutrons = 289 – 114 = 175; n = 30.

■■
292
116
Fl ⇒ nêutrons = 292 – 116 = 176. Analisando as afirmativas, temos:
(01) Verdadeiro
03 (UNEMAT) Letra C.
(02) Falso. I apresenta o mesmo número de prótons e de elétrons,
Teremos: isto é, 26. E o II apresenta 26 prótons e 24 elétrons.
131
53
I ⇒ Z = 53 (53 prótons e (53 e– + 1 e–) 54 elétrons); (04) Verdadeiro
A = 131 (131 – 53 = 78 nêutrons). (08) Verdadeiro

■■
Então, 53 prótons, 78 nêutrons e 54 elétrons. (16) Verdadeiro.

■■
Somatório das afirmativas verdadeiras = 01 + 04 + 08 + 16 = 29.
04 (UEPG-PR)
I. 54 Fe apresenta Z = 26 → p = 26. Como é uma espécie neutra, 05 (UFRRJ) Letra A.
26
o número de prótons é igual ao número elétrons, ou seja, e = 26. Consultando a tabela, observa-se que o número atômico do
Se A = 54 e A = Z + n, temos: chumbo é 82 e seu número de massa, 207. Dessa forma, o
54 = 26 + n número de nêutrons é 207 – 82 = 125. Como é um cátion

■■
54 – 26 = n bivalente, o número de elétrons é 82 – 2 = 80.
n = 28. 06 (UNESP – adaptada) Letra C.
II. 56 Fe2+ apresenta A = 56 e Z = 26 → p = 26. Como essa espécie
26 Os átomos de Si possuem 14 prótons, e os átomos “mágicos”
é um cátion com carga +2, ele apresenta dois prótons a mais
de silício possuem duas vezes mais neutrons do que prótons,

■■
do que elétrons. Sendo assim, seu número de elétrons é igual
sendo assim, 28 nêutrons.
a 24.
Se A = 56 e Z = 26, encontraremos o seguinte número de 07 (UFC-CE) Letra C.
nêutrons: Elementos que possuem o mesmo número atômico, ou seja,

■■
A=Z+n o mesmo número de prótons, são os isótopos.
56 = 26 + n 08 (ETES) Letra A.
56 – 26 = n
O número atômico do Ne é 10, então seu número de pró-
n = 30.
tons é igual a 10. Por ser um elemento neutro, seu número
III. 56 Fe3+ tem A = 56 e Z = 26 → p = 26. Como essa espécie é
26 de elétrons também é igual a 10. O número de nêutrons vai
um cátion trivalente, ele apresenta três prótons a mais do que
ser igual à diferença entre o número de massa e o número
elétrons. Portanto, o seu número de elétrons é 23.
de prótons (20 – 10 = 10).
Se A = 56 e Z = 26, teremos:

13
LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

■■ 09 (UFPB) Letra B.
(A) Falso. O número de massa do Tc é 99.
(B) Verdadeiro. O número atômico do Fe é 26.
II. Thomson, cuja proposta dizia que o átomo seria um fluido
positivo, com cargas negativas incrustadas, no modelo do
“pudim de passas”.
(C) Falso. O número de prótons do I é 53. III. Rutherford, baseado no experimento em que bombardeou
(D) Falso. O número de elétrons do Na é 11. com partículas alfa uma fina lâmina de ouro, constatando

■■
9o Ano

(E) Falso. O número de nêutrons do P é 17 (32 – 15 = 17). que o átomo era composto por duas regiões: imensos espaços
vazios, onde os elétrons orbitam (eletrosfera), e um núcleo
10 (USCS) Letra B.
pequeno, denso e positivo.
23
Na possui 11 elétrons, assim, Na+ possui 10 elétrons e 12

■■
11
nêutrons. Exercícios contextualizados
24
12
Mg possui 12 elétrons, assim, Mg+2 possui 10 elétrons e
12 nêutrons. 01 Letra A.
Portanto, Na+ e Mg+2 são isoeletrônicos e isótonos. W+3 e– = 16
Essa espécie é um cátion trivalente, portanto ele apresenta

■■
Exercícios de aprofundamento três prótons a mais do que elétrons. Dessa forma, ele apre-
senta 19 prótons.
01 A estabilidade de um átomo é determinada a partir da relação
Como o número de nêutrons é igual ao número de prótons,
entre o seu número de prótons e o número de nêutrons. Essa
podemos dizer que n = 19.
relação permite a confecção de um gráfico denominado
A=Z+n

■■
diagrama de estabilidade. Assim, se um átomo apresenta a
A = 19 + 19 = 38
interseção do número de prótons e de nêutrons presentes na

■■
zona de estabilidade, esse átomo é considerado estável. 02 Letra C.
O número de prótons Z caracteriza o elemento químico,
02 Íons monovalentes presentes na água do mar: C–, Na+ e K+.
logo, como se trata do mesmo elemento químico, o oxigênio,
estes possuem o mesmo número atômico: Z = 8. Como se
Módulo 7 tratam de átomos neutros, ou seja, não perdem, nem ganham

■■
elétrons, sua quantidade de elétrons é igual à de prótons.

■■
Exercícios conceituais
Z = e = 8.
01 (UNICAMP) De acordo com os valores fornecidos:
clorofórmio – líquido; 03 (IFCE) Letra A.
éter etílico – gasoso; Teremos:
etanol – líquido; I. X é isóbaro de Y, ou seja, os dois apresentam o mesmo número
fenol – líquido; de massa.

■■
pentano – gasoso. II. Y tem número atômico (número de prótons) 56, número
de massa (prótons + nêutrons) 137 e é isótopo (apresenta o
02 (IFCE – adaptada) Número atômico = número de prótons = 18 mesmo número de prótons) de Z.
(Z = p). III. O número de massa (prótons + nêutrons) de Z é 138.
A=p+n

■■
Então, as representações serão:
A = 18 + 22 = 40. 137
X  137 Y  138 Z
Z 56 56
03 (CEFET-MG) IV. Z apresenta 82 (138 – 56) nêutrons. Como X é isótono de Z,
(F) O sulfeto, ânion bivalente, apresenta 18 elétrons (16e– + 2e– = ele apresenta 82 nêutrons. Então:
18e–). A=Z+n
(V) A = Z + N
137 = Z + 82
N = 32 – 16 = 16
Z = 137 – 82

■■
(F) O sulfeto, ânion bivalente, apresenta número de massa igual
a 32. Z = 55.
(F) O sulfeto apresenta número atômico Z = 16. 04 (CEFET-MG) Letra C.

■■ 04
a = 19 – 9 = 10
b = 24 – 12 = 12
1. A espécie apresenta 7e e 7p, portanto sua representação final
será X.
2. A espécie apresenta 6p e 7e, , isto é, recebeu 1 elétron, portanto
sua representação final será: Y–.
No átomo de ferro, o número de prótons é igual ao número 3. A espécie apresenta 7p e 6e, isto é, perdeu 1 elétron, portanto

■■
de elétrons, que, neste caso, é 26. Portanto, c = 26. sua representação final será: X+.
4. A espécie apresenta 6p e 6e, isto é, é neutra, portanto sua
05 Letra D. representação final será: Y.
I. Dalton, que propôs uma ideia de átomo maciço, indivisível 5. A espécie apresenta 7p e 8e, isto é, recebeu 1 elétron, portanto
e indestrutível. sua representação final será: X–.

14
LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

■■
05 (ITA) Letra E.
Análise das alternativas:
Número de nêutrons = Número de massa – Número de pró-
■■
10 (UFSM) Letra D.
I. Verdadeira. O átomo de estrôncio (Sr) apresenta número
atômico 38. Portanto, o átomo de estrôncio possui 38 prótons
tons. e 38 elétrons.
(A) Incorreta. 199 F tem 10 nêutrons (19 – 9 = 10). Seu cátion bivalente apresenta 38 – 2 = 36 elétrons.

9o Ano
(B) Incorreta. 24 Mg tem 12 nêutrons (24 – 12 = 12). II. Verdadeira. O átomo de bário apresenta número atômico
12
(C) Incorreta. 197 Au tem 118 nêutrons (197 – 79 = 118). 56. Seu cátion bivalente apresenta 56 – 2 = 54 elétrons. Já o
79
elemento xenônio possui número atômico 54 e, portanto,
(D) Incorreta. 75 As tem 42 nêutrons (75 – 33 = 42).

■■
33 apresenta 54 prótons e 54 elétrons. Assim, conclui-se que o
(E) Correta.238
92
U tem 146 nêutrons (238 – 92 = 146). íon Ba2+ e o elemento Xe são isoeletrônicos.
06 (UNESP) Letra D. III. Falsa. Quando um átomo perde um elétron, ele se transforma
Espécie carregada → Cátion bivalente: 38
90
Sr+2. em um cátion.

■■
Logo:
Número atômico (Z) = 38 → p = 38 Exercícios de aprofundamento
Número de nêutrons: 01 (UFSM-RS) Letra B.
n=A–Z I. Falso. Como eles são isótopos, apresentam o mesmo número
n = 90 – 38 = 52. de prótons.
Número de elétrons = 38 – 2 (pois o estrôncio perdeu 2e-)

■■
II. Verdadeiro.
= 36. III. Falso. O número de nêutrons de cada oxigênio é 8, 9 e 10,

■■
07 (UEA) Letra A. respectivamente.
Postulado de Bohr: Quando um elétron absorve certa quan- 02 Letra B.
tidade de energia, salta para uma órbita mais energética, Iniciando pelo elemento B, este apresenta o número de
mais externa. Quando ele retorna à sua órbita original (mais massa igual a 2x + 2, já que é isóbaro de C, e número de
interna), libera a mesma quantidade de energia que havia

■■
nêutrons igual a 20. Como ele é isótopo de A, que apresenta
absorvido, na forma de onda eletromagnética (luz). número atômico x, o átomo B também apresenta x como
08 (UEA) Letra D. número atômico. Como A = Z + n, temos:
Teremos: 2x + 2 = x + 20.
137
Ba x = 18.
56
n = 137 – 56 = 81 Para encontrarmos o valor da massa atômica (A), temos

■■
81 nêutrons. que 2(18) + 2 é igual a 38. E o seu número atômico (Z) é
igual a 18.
09 (FGV) Letra C.
Como A é isótopo de B, o seu número atômico (Z) também
Análise das afirmações: é igual a 18. E o seu número de nêutrons é igual a 16, uma
I. Correta. K+ e Ca2+são isótonos (possuem o mesmo número vez que ele é isótono de C. Como o número de massa (A) é
de nêutrons): igual ao número de nêutrons (n) mais o número de prótons
Espécie Z Nêutrons (p), temos:
K +
19 20 A = 16 + 18
A = 34.
Ca 2+
20 20 Portanto, A apresenta 34 como número de massa.
II. Incorreta. K e Ca2+ são isótonos, e não isóbaros. O elemento C é isóbaro de B, isto é, eles têm o mesmo nú-
mero de massa. Assim, o número de massa de C também é
Espécie Z Nêutrons 38. Ele apresenta número de nêutrons igual a 16. Substituin-
K 19 20 do os valores na equação, temos:
Ca 2+
20 20 A=Z+n
38 = Z + 16
III. Incorreta. K+ tem o mesmo número de prótons que K: 38 – 16 = Z
Espécie Z Nêutrons 22 = Z.
Somando os valores:
K 19 20 a. das massas atômicas dos átomos A, B e C, respectivamente,
K+ 19 20 temos: 34 + 38 + 38 = 110.
b. dos números atômicos dos átomos A, B e C, respectivamente,
IV. Correta. K+ e S2– têm o mesmo número de elétrons (isoele- temos: 18 + 18 + 22 = 58.
trônicos): c. dos nêutrons dos átomos A, B e C, respectivamente, temos:
Espécie Z Elétrons 16 + 20 + 16 = 52.
K +
19 18
S 2–
16 18

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LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

Módulo 8 ■■
02 (PUC-Minas) Letra A.

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Exercícios conceituais Segundo o modelo atômico de Bohr, os elétrons orbitam o
núcleo do átomo descrevendo circunferências, cada uma
01 O modelo atômico de Bohr previu a existência de níveis e abrigando um elétron com determinada energia. Para tran-
subníveis de energia, propondo que a energia do elétron é sitar entre as órbitas, o elétron deve absorver ou liberar

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9o Ano

quantizada, explicando o porquê de não haver uma suposta energia (que pode ser na forma de luz).
colisão com o núcleo, já que, ao orbitar ao seu redor, o elétron
perderia energia. Bohr também propôs que os elétrons seriam 03 (UEA) Letra D.

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capazes de mudar de subnível energético. Teremos:
137
56
Ba
02 É um fenômeno que ocorre quando o elétron recebe energia,

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n = 137 – 56 = 81

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saltando para um nível mais energético. 81 nêutrons.
03 Ao receber certa quantidade de energia, o elétron mais 04 (IFSUL) Letra D.
externo sai de sua camada fazendo um salto quântico para Segundo o modelo proposto pelo cientista Niels Bohr, o
uma camada mais externa, e, consequentemente, mais elétron, ao ganhar energia, salta para um nível energético
energética. Sendo assim, ele fica excitado, e, ao voltar para maior que o anterior e, ao perder a energia que ganhou,
sua camada de origem, libera energia na forma de luz (fóton). retorna ao estado fundamental, emitindo essa energia em
Essa luz possui uma cor, que depende de cada elemento

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forma de fóton, com comprimento de onda específico de

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químico. cada elemento.
04 Os níveis de energia são regiões energéticas em que está dividida 05 (UNESP) Letra C.
a eletrosfera, então podemos dizer que os níveis são as camadas Para Bohr, cada linha do espectro do hidrogênio correspon-
da eletrosfera. Esses níveis de energia podem ser divididos de a uma transição específica “descendente”, ou seja, do es-
em subníveis, que são subcamadas nos quais se distribuem os tado “excitado” para um estado de energia mais baixo.
elétrons em ordem crescente de energia. Esses subníveis são
representados pelas letras “s”, “p”, “d” e “f ”, respectivamente.
tela
Cada um dos subníveis de energia possui também um número

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limitado de elétrons.
05 São divisões dos subníveis e a região em que é mais provável
de se encontrar elétrons.

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Exercícios contextualizados tubo de placas com prisma
descarga fendas
01 (UNESP) Letra C. com gás
hidrogênio
Niels Bohr propôs cinco postulados:
azul vermelho
1o) Um átomo é formado por um núcleo e por elétrons extranu-
cleares, cujas interações elétricas seguem a lei de Coulomb.
2o) Os elétrons se movem ao redor do núcleo em órbitas circu- violeta verde
lares.
3o) Quando um elétron está em uma órbita, não ganha e nem Considerando o modelo de Bohr, criado a partir do hidro-
perde energia, dizemos que ele está em uma órbita discreta gênio, os diferentes espectros atômicos podem ser expli-
ou estacionária ou em um estado estacionário. cados em função das diferentes transições eletrônicas, que

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4o) Os elétrons só podem apresentar variações de energia quando variam de elemento para elemento.
saltam de uma órbita para outra. 06 (UERN) Letra B.
5o) Um átomo só pode ganhar ou perder energia em quantidades
A partir da informação do texto, pode-se concluir que o mo-
equivalentes a um múltiplo inteiro (quanta).
delo atômico de Bohr melhor representa o processo descrito.
O modelo de Bohr serviu de base sólida para o desenvol-
Observação teórica:
vimento dos modelos e conceitos atuais sobre a estrutura
Niels Bohr propôs cinco postulados. O modelo de Bohr ser-
do átomo.
viu de base sólida para o desenvolvimento dos modelos e

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conceitos atuais sobre a estrutura do átomo.
Pelos postulados, podemos concluir que, pelo modelo de
Bohr, os elétrons se movem com velocidade constante em 07 (UFG) Letra A.
sua órbita circular. (A) Correta. Segundo Bohr, os elétrons ocupam níveis de energia
e possuem determinada quantidade de energia, ou seja, a
energia é quantizada.
(B) Incorreta. A indivisibilidade do átomo é a primeira teoria a
surgir, até o modelo de Rutherford.

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LIVRO DO PROFESSOR
Volume 1

(C) Incorreta. Trata-se do modelo de Dalton, esfera maciça,


indestrutível e indivisível.
(D) Incorreta. Modelo de Rutherford, no qual os elétrons giravam
■■ 10 (UFRGS) Letra E.
Em um de seus postulados, Bohr afirmou que os elétrons só
podem variar de energia quando saltam de uma órbita para
ao redor do núcleo em órbitas circulares. outra. Quando o elétron absorve energia, ele passa para ou-
(E) Incorreta. Átomo de Thomson, no qual os elétrons estariam tro nível de energia e, ao retornar, libera energia, que pode

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9o Ano
distribuídos uniformemente na superfície do átomo. ser observada no fato de a figurinha brilhar.

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08 (UFRGS) Letra A.
De acordo com o modelo atômico de Bohr, ao saltar de uma Exercícios de aprofundamento
órbita mais externa para uma órbita mais interna, os elé- 01 (UFG) O modelo atômico apresentado é o modelo Bohr
trons liberam energia, que pode ser na forma de luz. Como (ou Rutherford-Bohr). Nesse modelo, os elétrons giram em
cada elemento possui uma quantidade diferente de órbitas, torno do núcleo, em níveis específicos de energia, chamados
a energia liberada também varia, o que pode resultar em luz de camada. No caso do modelo atômico de hidrôgenio

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de diferentes cores. apresentado, pode-se observar que a órbita não é elíptica, e
o elétron gira em torno do núcleo, em uma região própria,

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09 (PUC-Minas) Letra B.
ou em uma camada chamada K.
Em um de seus postulados, Bohr afirmou que os elétrons
só podem variar de energia quando saltam de uma órbita 02 Sais de cobre produzem a coloração azul; sais de bário
para outra. Quando o elétron absorve partículas luminosas, produzem a coloração verde; sais de estrôncio e lítio
ele é estimulado a sair para longe do núcleo, passando para produzem a coloração vermelha.
outro nível de energia. Quando o interruptor é desligado,
os elétrons voltam e liberam energia na forma de fótons,
gerando a luminescência.

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