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Seja PMP®:

Gabaritando o exame!
Compilado por nossos especialistas, este e-book gratuito contém as principais fórmulas e conceitos para
auxiliá-lo em seu caminho na obtenção da credencial PMP®. Compartilhe com seus amigos e colegas.
Sumário
Fórmulas............................................................................................................................................................................................................................................... 3
Integração ........................................................................................................................................................................................................................................ 3
Fórmulas............................................................................................................................................................................................................................................... 4
Cronograma ...................................................................................................................................................................................................................................... 4
Fórmulas............................................................................................................................................................................................................................................... 5
Custo ................................................................................................................................................................................................................................................ 5
Fórmulas............................................................................................................................................................................................................................................... 6
Custo ................................................................................................................................................................................................................................................ 6
Fórmulas............................................................................................................................................................................................................................................... 7
Comunicações .................................................................................................................................................................................................................................. 7
Riscos................................................................................................................................................................................................................................................ 7
Conceitos importantes* ....................................................................................................................................................................................................................... 8
Estrutura do gerenciamento de projetos ........................................................................................................................................................................................... 10
Grupos de processos .......................................................................................................................................................................................................................... 12
Integração .......................................................................................................................................................................................................................................... 14
Escopo ................................................................................................................................................................................................................................................ 17
Cronograma ........................................................................................................................................................................................................................................ 18
Qualidade ........................................................................................................................................................................................................................................... 20
Recursos ............................................................................................................................................................................................................................................. 22
Riscos.................................................................................................................................................................................................................................................. 24
Aquisições .......................................................................................................................................................................................................................................... 26
Partes interessadas ............................................................................................................................................................................................................................ 29

2
Fórmulas
Integração
Fórmula Legenda Observações
CB = Custo-benefício Se ACB > 0 aceitar o projeto.
CB = B – C B = Benefícios Se RCB > 1 aceitar o projeto.
B C = Custos
RCB = RCB = Relação custo-benefício
C
VP = Valor presente
VF VF = Valor futuro
VP =
(1 + i )n i = Taxa de juros (anual)
n = Quantidade de períodos (anos)

VPL = Valor presente líquido Se VPL > 0, aceite o projeto.


n
VP = Valor presente Se VPL < 0, recuse.
VPL = ∑ VP − Ii Ii = Investimento inicial
i=1 i = Taxa de juros (anual)
n = Quantidade de períodos (anos)
ROI = Retorno sobre investimento Na comparação entre dois ou mais projetos, deve ser
R−I R = Retorno escolhido o que tiver o maior ROI.
ROI = ∗ 100
I I = Investimento
TIR = Taxa interna de retorno VPL = 0
TIR Quanto maior melhor.

Período de retorno Quanto menor melhor.

3
Fórmulas
Cronograma
Fórmula Legenda Observações
µ = Tempo médio (PERT)
(O + 4MP + P) O = Otimista
μ= P = Pessimista
6
MP = Mais provável
σ = Desvio padrão (sigma)
P−O
σ= P = Pessimista
6 O = Otimista
Var = Variância
Var = σ2
σ = Desvio padrão (sigma)
FT = Folga total
FT = LS – ES LS = Late start LS = Início mais tarde
ou ES = Early start ES = Início mais cedo
FT = LF – EF LF = Late finish LF = Fim mais tarde
EF = Early finish EF = Fim mais cedo

4
Fórmulas
Custo
Fórmula Legenda Observações
VPR = Variação de prazos VPR < 0 => Projeto atrasado
VPR = VA – VP VA = Valor agregado VPR > 0 => Projeto adiantado
VP = Valor planejado VPR = 0 => Projeto dentro do planejado
VC = Variação de custos VC < 0 => Orçamento “estourado”
VC = VA – CR VA = Valor agregado VC > 0 => Gastando menos que o previsto
CR = Custo real VC = 0 => Custos dentro do previsto
IDP = Índice de desempenho de prazos IDP < 1 => Projeto atrasado
VA VA = Valor agregado IDP > 1 => Projeto adiantado
IDP =
VP VP = Valor planejado IDP = 1 => Projeto dentro do cronograma previsto
IDC = Índice de desempenho de custos IDC < 1 => Orçamento “estourado”
VA VA = Valor agregado IDC > 1 => G astando menos que o previsto
IDC = CR = Custo real IDC = 1 => Custos dentro do previsto
CR
ENT = Estimativa no término Usar quando um desvio ocorrido não representar uma
CR = Custo real tendência de degeneração do andamento do projeto.
ENT = CR + ONT - VA ONT = orçamento no término Estimativa otimista
VA = valor agregado
ENT = Estimativa no término Usar quando o trabalho restante a ser executado pelo
CR = Custo real projeto seguir tanto a projeção financeira determinada
ONT − VA ONT = Orçamento no término pelo índice de desempenho de custos (IDC) quanto a
ENT = CR + ( )
IDC ∗ IDP VA = Valor agregado projeção de prazos determinada pelo índice de
IDC = Índice de desempenho de custos desempenho de prazos (IDP).
IDP = Índice de desempenho de prazos Estimativa pessimista
ENT = Estimativa no término Usar quando o trabalho restante a ser executado pelo
ONT CR = Custo real projeto seguirá o mesmo desempenho obtido até o
ENT =
IDC ONT = Orçamento no término momento. Estimativa realista.

5
Fórmulas
Custo
Fórmula Legenda Observações
VNT = Variação no término
VNT = ONT - ENT ONT = Orçamento no término
ENT = Estimativa no término
EPT = Estimativa para terminar
EPT = ENT – CR ENT = Estimativa no término
CR = Custo real
IDPT = Índice de desempenho para término Deve-se ter em conta que muitas vezes o ONT não
(ONT − VA) ONT = Orçamento no término representa mais a verdade, pois o projeto pode ter
IDPT =
(ONT − CR) VA = Valor agregado acumulado vários desvios de custos.
CR = Custo real
IDPT = Índice de desempenho para término Considera os desvios acumulados até o momento.
(ENT − VA) ENT = Estimativa no término
IDPT =
(ENT − CR) VA = Valor agregado
CR = Custo real

6
Fórmulas
Comunicações
Fórmula Legenda Observações
(N2 − N) N = número de integrantes da equipe
Canais =
2

Riscos
Fórmula Legenda Observações
VME = valor monetário esperado
VME = P * I P = probabilidade
I = impacto

7
Conceitos importantes*
Projeto Um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único.
Programa Um grupo de projetos, subprogramas e atividades do programa relacionados e que são gerenciados de modo
coordenado para a obtenção de benefícios e controle que não estariam disponíveis se eles fossem gerenciados
individualmente.
Portfólio Projetos, programas, subprojetos e operações gerenciados em grupo, para alcançar objetivos estratégicos.
PMO Uma estrutura organizacional que padroniza os processos de governança relacionados com o projeto, e facilita o
compartilhamento de recursos, metodologias, ferramentas, e técnicas. Também conhecido como Escritório de Projetos
(EP).
Premissas Um fator do processo de planejamento considerado verdadeiro, real ou certo, sem a necessidade de prova.
Restrições Restrições de conteúdo, prazo, audiência, ou do indivíduo que irá fazer uma comunicação, geralmente resultantes de
legislações e regulamentos específicos, tecnologia, ou de políticas organizacionais.
Ciclo de vida do projeto A série de fases pelas quais um projeto passa, do início ao término.
Ciclo de vida do produto A série de fases que representam a evolução de um produto, da sua concepção à entrega, crescimento, maturidade, e
retirada.
Partes interessadas Um indivíduo, grupo ou organização que possa afetar, ser afetado, ou sentir-se afetado por uma decisão, atividade, ou
resultado de um projeto.
Escopo do produto As características e funções que descrevem um produto, serviço ou resultado.
Escopo do projeto O trabalho que deve ser realizado para entregar um produto, serviço ou resultado com as características e funções
especificadas.
Conta de controle Ponto de controle gerencial onde o escopo, o orçamento, o custo real e o cronograma são integrados e comparados
com o valor agregado visando a medição do desempenho.
Pacote de trabalho O trabalho definido ao nível mais baixo da estrutura analítica do projeto para o qual o custo e a duração podem ser
estimados e gerenciados.
Entregas (deliverables) Entregas de projeto concluídas que foram verificadas e confirmadas quanto à sua precisão pelo processo Realizar o
Controle da Qualidade.
Planejamento em ondas Uma técnica de planejamento repetitivo em que o trabalho a ser executado a curto prazo é planejado em detalhe, ao
sucessivas passo que o trabalho no futuro é planejado a um nível mais alto.
Antecipações e esperas Técnica usada durante a execução do projeto para encontrar maneiras de alinhar as atividades do projeto que estão
atrasadas com o plano.
8
Caminho crítico A sequência de atividades que representa o caminho mais longo de um projeto, que determina a menor duração
possível.
Corrente crítica Um método de cronograma que permite que a equipe do projeto crie pulmões (reservas) ao longo de qualquer caminho
do cronograma para levar em consideração eventuais recursos limitados e incertezas do projeto.
Folga livre O tempo permitido para atraso de uma atividade do cronograma sem atrasar a data de início mais cedo de qualquer
uma das atividades do cronograma imediatamente subsequentes.
Folga total O atraso total permitido para a data de início mais cedo de uma atividade do cronograma sem atrasar a data de término
do projeto ou violar uma restrição do cronograma.
Compressão Uma técnica usada para reduzir a duração do cronograma do projeto usando o menor custo incremental através da
adição de recursos.
Paralelismo Uma técnica de compressão de cronograma em que as atividades ou fases normalmente executadas sequencialmente
são executadas paralelamente durante, pelo menos, uma parte da sua duração.
Otimização de recursos Uma técnica usada para ajustar as datas de início e término das atividades que ajusta o uso planejado dos recursos
para ser igual a, ou inferior à disponibilidade de recursos.
Qualidade O grau com que um conjunto de características inerentes atende aos requisitos.
Grau Categoria ou classificação utilizada para diferenciar itens que possuem a mesma utilidade funcional (por exemplo,
“martelo”), mas que não têm os mesmos requisitos de qualidade (por exemplo, podem ser necessários tipos diferentes
de martelos para resistir a diferentes graus de força).
Custo da qualidade Um método de determinação dos custos incorridos para garantir a qualidade. Os custos de prevenção e de avaliação
(custo de conformidade) incluem custos de planejamento da qualidade, controle da qualidade (CQ) e garantia da
qualidade para assegurar a conformidade com os requisitos (ou seja, treinamento, sistemas de CQ, etc.). Os custos de
falhas (custo de não conformidade) incluem custos para refazer produtos, componentes ou processos que não estão
em conformidade, custos de trabalho referentes à garantia, de desperdício e de perda de reputação.
RACI Um tipo comum de matriz de alocação de responsabilidades que indica os papéis Responsável pela execução,
responsável pela Aprovação, deve ser consultado e deve ser informado para definir o tipo de envolvimento das partes
interessadas nas atividades do projeto.
Risco Um evento ou condição incerta que, se ocorrer, provocará um efeito positivo ou negativo em um ou mais objetivos do
projeto.
Lições aprendidas O conhecimento adquirido durante um projeto que mostra como os eventos do projeto foram abordados ou devem
ser abordados no futuro, com o objetivo de melhorar o desempenho futuro.

*Fonte: Um Guia do conhecimento em gerenciamento de projetos (Guia PMBOK®) 6ª edição.


9
Estrutura do gerenciamento de projetos
Influência organizacional
Estrutura Designação Autoridade Disponibilidade dos Controle de Gerente Equipe de Organização de
gerente projeto recursos custos projeto gerenciamento pessoas em torno
do projeto de

Orgânica Coordenador ou Baixa ou Quase Dono da Parcial Nenhum Pessoas trabalhando


facilitador nenhuma nenhuma empresa juntas
Funcional Coordenador ou Baixa ou Quase Gerente Parcial Parcial Departamentos
facilitador nenhuma nenhuma funcional (engenharia, produção)
Multidivisional Coordenador ou Baixa ou Quase nenhuma Gerente Parcial Parcial Tipo de produto; região
facilitador nenhuma funcional etc
Matricial Fraca Coordenador ou Limitada Limitada Gerente Parcial Parcial Departamentos
facilitador funcional
Matricial Gerente Baixa/Média Baixa/Média Misto Total Total Departamentos
balanceada projeto (engenharia, produção)
Matricial forte Gerente Média/alta Média/Alta Gerente Total Total Departamentos
projeto projeto (engenharia, produção)
Projetizada Gerente Alta/total Alta/total Gerente Total Total Projetos
projeto projeto
Virtual Gerente Baixa/Média Baixa/Média Misto Parcial Parcial Redes com pontos de
projeto contato entre
integrantes
Híbrido Mix de Mix de outros Mix de outros tipos Mix de outros Mix de Mix de outros Mix de outros tipos
outros tipos tipos tipos outros tipos tipos

10
11
Grupos de processos

Iniciação Planejamento

Monitoramento
Execução
e controle

Encerramento

• Grupo de processos de iniciação. Define e autoriza o projeto ou uma fase do projeto.


• Grupo de processos de planejamento. Define e refina os objetivos e planeja a ação necessária para alcançar os objetivos e o escopo
para os quais o projeto foi realizado.
• Grupo de processos de execução. Integra pessoas e outros recursos para realizar o plano de gerenciamento do projeto para o projeto.
• Grupo de processos de monitoramento e controle. Mede e monitora regularmente o progresso para identificar variações em relação
ao plano de gerenciamento do projeto, de forma que possam ser tomadas ações corretivas quando necessário para atender aos
objetivos do projeto.
• Grupo de processos de encerramento. Formaliza a aceitação do produto, serviço ou resultado e conduz o projeto ou uma fase do
projeto a um final ordenado.

12
Áreas de conhecimento

As áreas de conhecimento Escopo, Cronograma, Custo e Qualidade são as principais determinantes para o objetivo de um projeto:
entregar um resultado de acordo com o escopo, com o prazo, com o custo e com a qualidade adequada. Estas áreas de conhecimento
respondem às questões: O QUE, QUANDO, QUANTO e COMO.
As áreas de conhecimento Recursos e Aquisições são os insumos para produzir o trabalho do projeto. As áreas de conhecimento
Comunicações, Riscos e Partes Interessadas devem ser continuamente abordadas para manter as expectativas e as incertezas sob controle, assim
como o projeto no rumo certo. A área de conhecimento Integração abrange a orquestração de todos esses aspectos.

13
Integração
Plano de gerenciamento do projeto
Planos auxiliares Descrição Área de
Conhecimento
Plano de Descreve como o escopo do projeto será definido, desenvolvido, verificado e como a 5 - escopo
gerenciamento do estrutura analítica do projeto será criada e definida. Fornece ainda orientação sobre como
escopo o escopo do projeto será gerenciado e controlado pela equipe de gerenciamento de
projetos.
Plano de Tem como objetivo documentar como os requisitos serão analisados, documentados e 5 - escopo
gerenciamento dos gerenciados do início ao fim do projeto.
requisitos
Plano de Descreve como o cronograma do projeto será desenvolvido, gerenciado e controlado pela 6 - cronograma
gerenciamento do equipe de gerenciamento de projetos.
cronograma
Plano de Descreve como os custos do projeto serão estimados, gerenciados e controlados pela 7 - custo
gerenciamento dos equipe de gerenciamento de projetos.
custos
Plano de Descreve como as políticas de qualidade da organização serão implementadas. Ele 8 - qualidade
gerenciamento da também descreve como a equipe de gerenciamento do projeto planeja cumprir os
qualidade requisitos de qualidade estabelecidos para o projeto.
Plano de Este plano fornece orientação sobre como os recursos do projeto devem ser definidos, 9 - recursos
gerenciamento dos mobilizados, gerenciados, controlados e, por fim, liberados.
recursos
Plano de Descreve como as comunicações serão realizadas durante o projeto, bem como define as 10 - comunicações
gerenciamento das necessidades de comunicação das partes interessadas.
comunicações

14
Plano de Este plano tem como objetivo aumentar a probabilidade e o impacto dos eventos positivos, 11 – riscos
gerenciamento dos reduzir a probabilidade e o impacto dos eventos negativos no projeto e orientar a equipe
riscos do projeto sobre como os processos de riscos serão executados.
Plano de Descreve como os processos de aquisição serão gerenciados desde o desenvolvimento dos 12 - aquisições
gerenciamento das documentos de aquisições até o fechamento do contrato.
aquisições
Plano de gerenciamento Identifica as estratégias de gerenciamento necessárias para o engajamento das partes 13 - partes interessadas
das partes interessadas interessadas de maneira eficaz.
Plano de gerenciamento É o documento que fornece orientação para o gerenciamento do processo de controle de 4 – integração
das mudanças mudanças e documenta como funcionará o comitê de controle de mudanças (CCM).
Plano de gerenciamento É o documento que define os itens que podem sofrer alterações e os que requerem 4 - integração
da configuração controle formal de mudança.
Linhas de base A linha de base é uma “fotografia congelada” do projeto em determinado instante. Ou 5 – escopo
seja, quando uma linha de base é criada, o progresso do projeto naquele momento fica 6 – cronograma
guardado para comparações futuras. 7 – custo

Linha de base da Esta linha de base é usada como comparação para as demais. Somente a partir de 5 – escopo
medição do Podem ser: escopo,
comparações cronograma
é que podemos e custo.
saber se o desempenho está dentro do esperado. 6 – cronograma
desempenho 7 – custo

Descritivo do ciclo de É um documento que indica as fases pelas quais o projeto deve passar. 4 – integração
vida do projeto
Abordagem de É um documento que indica qual será o modelo de desenvolvimento a ser adotado: 4 – integração
desenvolvimento preditivo, iterativo, ágil ou híbrido.

15
Controle integrado de mudanças

• Ação corretiva: Corrige desempenho do projeto.


Solicitar mudança
Problema de desempenho já aconteceu.
• Ação preventiva: Previne problemas de desempenho
a partir da redução de riscos.
• Reparo de defeito: Corrige problemas no Executar mudança Avaliar impacto no
produto/serviço. A entrega não está funcionando ou solicitada projeto
está fora da especificação.

Informar partes
Aprovar / Rejeitar
interessadas

16
Escopo
Linha de base do escopo
• Especificação do escopo do projeto: apresenta a descrição do escopo
do produto, as entregas do projeto e critérios de aceitação do
usuário em relação ao produto;

• EAP: define cada entrega e a decomposição das entregas em pacotes de


trabalho;

• Dicionário da EAP: apresenta uma descrição detalhada do trabalho


e documentação técnica para cada elemento da EAP.

Técnicas de criatividade em grupo Técnicas de tomada de decisão em grupo


• Brainstorming • Unanimidade
• Técnica do grupo nominal • Maioria
• Técnica Delphi • Pluralidade
• Técnica do mapa mental • Ditadura
• Diagrama de afinidade
• Análise de decisão envolvendo múltiplos critérios

17
Cronograma
Relacionamentos
Término para início Término para término
S T Q Q S S T Q Q S

Predecessora Predecessora
(A) (A)

Sucessora Sucessora
(B) (B)

Início para início Início para término


S T Q Q S S T Q Q S

Predecessora Predecessora
(A) (A)

Sucessora Sucessora
(B) (B)

18
Tipos de dependências Tipos de estimativas
• Arbitrada • Análoga (Top-down)
• Obrigatória • Paramétrica
• Externa • Única
• Interna • Três pontos (PERT e triangular)
• Bottom-up

Método do caminho crítico Método da corrente crítica


O caminho crítico é a sequência de atividades de um diagrama de A corrente crítica (critical chain) é uma técnica de análise de rede do
rede que não permite atrasos. Não leva em conta limitações de cronograma que modifica o cronograma do projeto para que se leve em conta
recursos. a limitação de recursos.
• Folga livre: informa quanto tempo uma atividade pode atrasar • Buffer de projeto: incluído no final da corrente crítica para proteger a data
sem que haja impacto no início da atividade sucessora; alvo de término contra o seu desvio ao longo da corrente crítica;
• Folga total: informa quanto tempo uma atividade pode atrasar • Buffer adicional ou de alimentação: é inserido em um ponto de uma
sem que haja impacto no término do projeto; sequência de tarefas dependentes fora da corrente crítica para protegê-la
• Folga total do projeto: é a soma de todas as folgas livres. contra o seu desvio ao longo das cadeias de alimentação;
• Buffer de recursos: inserido antes de uma atividade da corrente crítica,
onde é exigido um recurso crítico.

19
Qualidade
Filosofias do gerenciamento da qualidade
Guru Definição de Qualidade
Ishikawa “Qualidade é desenvolver, projetar, produzir e comercializar um produto de qualidade que é mais econômico, mais
útil e sempre satisfatório para o consumidor.”
Juran “Qualidade é ausência de deficiências”, ou seja, quanto menos defeitos, melhor a qualidade.
“Qualidade é adequação ao uso”.

Feigenbaum “Qualidade é a correção dos problemas e de suas causas ao longo de toda a série de fatores relacionados com marketing,
projetos, engenharia, produção e manutenção, que exercem influência sobre a satisfação do usuário”.
Crosby “Qualidade é a conformidade do produto às suas especificações.” As necessidades devem ser especificadas, e a qualidade é
possível quando essas especificações
são obedecidas sem ocorrência de defeito.
Deming “Qualidade é tudo aquilo que melhora o produto do ponto de vista do cliente”. Deming associa qualidade à impressão do
cliente, portanto não é estática.

• Garantia da qualidade é a verificação de que as políticas, os • Custo da qualidade = Custo da conformidade + custo da não
processos e os procedimentos definidos para o projeto estão conformidade
sendo devidamente utilizados. Preocupa-se também com a • Custo da conformidade = custo de prevenção (treinamentos,
melhoria contínua desses itens. documentos) + custos de avaliação (testes).
• Controle da qualidade é a verificação de produtos gerados • Custo da não-conformidade = custo interno de falhas (retrabalhos) +
pelo projeto, a fim de checar se estão em conformidade com custo externo de falhas (garantia, recall).
os padrões de qualidade definidos.

20
Sete ferramentas básicas da qualidade Nível Six Sigma x Defeitos
• Folha ou lista de verificação Sigma Taxa de Taxa de Defeitos por milhão
• Diagrama de Pareto acerto erro (aproximadamente)
• Fluxograma 1 30,9% 69,1% 690.00
• Diagrama de causa e efeito 2 62,9% 30,9% 308.00
• Histograma
3 93,3% 6,7% 66.800
• Diagrama de dispersão
• Carta de Controle 4 99,4% 0,62% 6.210
5 99,98% 0,023% 230
6 99,9997% 0,00034% 3,4

21
Recursos
Teorias motivacionais
Teoria da hierarquia de Maslow Fisiológica, segurança, social, estima, autorrealização
Teoria de Herzberg Fatores higiênicos, motivacionais
Teoria de Mcgregor Teoria X (pessoas evitam o trabalho), teoria Y (pessoas se auto-motivam)
Teoria de Ouchi Teoria Z (gestores tem que dar o exemplo)
Teoria McClelland Necessidades: realização, poder, afiliação
Teoria de Vroom Motivação = valência x expectativa

Grupos e equipes Formação de equipes

Forming

Adjourning Storming

Performing Norming

22
Estilos de liderança Formas de lidar com o conflito
• Liderança autocrática: o líder determina e fixa as ações sem
qualquer tipo de participação do grupo.
• Liderança liberal (laissez-faire): mínima participação do líder.
• Liderança democrática: líder que procura debater as diretrizes
juntamente com o grupo.

Fontes de conflito
• Calendários / Cronogramas
• Prioridades do projeto
• Recursos
• Opiniões técnicas
• Procedimentos administrativos
• Custos
• Personalidades

23
Riscos
Espectro do gerenciamento de riscos

Sem informação Informação parcial Informação


(Unkowns unkowns) (Knows unkowns) completa (Knowns)

Total Incerteza Incerteza Total


Incerteza Geral Específica Certeza

Espectro do gerenciamento de riscos do projeto

Níveis de tolerância a riscos

24
Classificações de riscos Definições importantes
• Risco de negócio: risco de fazer negócios que podem acarretar ganho • Riscos residuais: são os riscos que permanecem após o planejamento
ou perda. das respostas aos riscos. Os riscos residuais devem possuir planos de
• Risco puro: risco que apresenta apenas chance de perda. Também contingência e planos alternativos, e devem ser registrados e
chamado de “insurable risk” (risco “segurável”). revisados ao longo do projeto a fim de avaliar se a sua classificação
mudou.
• Known-unknowns (riscos conhecidos): riscos que podem ser
• Riscos secundários: A resposta a um risco pode gerar outros riscos
identificados e analisados. Coisas que você sabe que não sabe. São
(riscos secundários). Cabe a equipe do projeto ficar atenta a esses
percebidos a partir de experiências anteriores ou pela análise do
tipos de riscos, registrando-os e monitorando-os
ambiente onde o projeto ocorre.
• Planos de contingência: Os planos de contingência descrevem as
• Unknown-unknowns (riscos desconhecidos): riscos impossíveis de ser ações que deverão ser tomadas se ocorrer uma oportunidade ou
identificados. Coisas que você não sabe que não sabe. Nem a ameaça.
experiência anterior nem o ambiente onde o projeto ocorre indicam • Gatilhos de riscos: São os eventos que disparam a resposta de
que eles possam ocorrer. contingência.

Diferença entre análise qualitativa e quantitativa dos riscos


Análise qualitativa de riscos Análise quantitativa de riscos
Endereça riscos individuais Faz previsões dos resultados do projeto baseadas nos efeitos
combinados dos riscos
Avalia probabilidades discretas de ocorrência e impacto nos objetivos Usa distribuição de probabilidades para caracterizar probabilidade e
caso ocorram impacto
Normalmente usa opinião de especialistas Usa métodos quantitativos que requerem ferramentas especializadas
Prioriza riscos individuais para posterior tratamento Utiliza os riscos priorizados em cálculos mais específicos

Estratégias para riscos negativos Estratégias para riscos positivos


• Eliminar • Explorar (o oposto de eliminar)
• Mitigar • Melhorar (o oposto de mitigar)
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25
Aquisições
Contratos de preço fixo
Vantagens para o comprador Não exige esforço de controle dos custos reais do fornecedor. Apresenta um risco de custo mais baixo
que as demais alternativas. O planejamento financeiro é facilitado, pois o preço é conhecido.
Pode ter incentivos.
Desvantagens para o comprador Há um elevado esforço para definir o escopo antes do contrato. O preço pode ser mais alto por
incorporar o custo do risco.
É um contrato pouco flexível.
Sem uma clara definição do escopo, existem riscos elevados de solicitações de mudança que podem
aumentar o valor final a ser pago.
Aplicação Existe um entendimento claro sobre o que precisa ser feito.
Não existem recursos suficientes para controlar os custos reais do fornecedor.

Contratos de custos reembolsáveis


Vantagens para o comprador Pode começar rapidamente, pois o esforço de definição do escopo é limitado.
O preço pode ser mais baixo por não incorporar o custo do risco. Pode incorporar incentivos.
O contrato é mais flexível.
Desvantagens para o comprador Exige um esforço significativo de administração, pois terá que garantir que o fornecedor utilize apenas os
recursos absolutamente necessários e que fature os recursos utilizados.
O risco de custo é mais alto que as demais alternativas.
O planejamento financeiro é dificultado, pois o preço não é conhecido.
Aplicação Existe indefinição no escopo do projeto.

26
Contratos por tempo e materiais
Vantagens para o comprador O trabalho pode começar imediatamente, pois não é necessário compreender o escopo.
O contrato pode ter um limite de tempo e custo.
Desvantagens para o comprador A margem do fornecedor aumenta linearmente com o custo do projeto.
Não existe um compromisso do fornecedor com o sucesso do projeto. O comprador deve gerenciar os
recursos do fornecedor.

Aplicação Há urgência em começar.


É necessário um contrato por um período curto de tempo.
O comprador pretende manter o controle absoluto sobre o trabalho. O trabalho tem um baixo valor
monetário.
São necessários recursos e não escopo.

Risco comprador x Risco fornecedor

27
Nome do documento Sigla Uso
Solicitação de Informação / SDI Coletar informações do fornecedor (pré-qualificação).
Request for Information RFI Pode ser usado para determinar quais produtos estão no mercado para atender uma necessidade da
empresa.
Solicitação de Cotação / SDC Buscar cotação da aquisição.
Request for Quotation RFQ Discussões entre os concorrentes não são necessárias. Preço é o fator principal na negociação.

Solicitação de Proposta / SDP Escopo deve estar claro, bem definido e mensurável. Solicitação de proposta técnica/comercial.
Request for Proposal RFP Exige proposta mais elaborada e critérios mais complexos.

Convite para licitação CONV Comprador especifica detalhadamente o produto e a solução.


Fornecedor responde com uma licitação que especifica o preço.

28
Partes interessadas
Níveis de engajamento Alto

• Desinformado
• Resistente Manter satisfeito Gerenciar de perto
• Neutro

Poder
• Dá apoio

Monitorar Manter informado

Baixo
Baixo Interesse Alto

Alto Alto

Manter satisfeito Gerenciar de perto Manter satisfeito Gerenciar de perto

Influência
Poder

Monitorar Manter informado Monitorar Manter informado

Baixo Baixo
Baixo Influência Alto Baixo Impacto Alto

29
Sobre a ExpertPM
Quem somos
Fundada em 2010 por empreendedores com ampla experiência em gerenciamento de projetos tanto no Brasil quanto no exterior, a ExpertPM é uma
empresa dedicada ao ensino das melhores práticas em gestão e projetos, oferecendo cursos à distância pela internet a preços acessíveis.

Nossa missão
Oferecer, de maneira crescente e sustentável, educação nas melhores práticas em gestão e projetos, comprometida com a formação de profissionais
éticos, socialmente responsáveis e qualificados para o exercício da cidadania e que contribuam para melhoria da qualidade de vida através dos
conhecimentos adquiridos.

Nosso direcionador
Juntos construindo um novo futuro.

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