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Física 1.

a série do Ensino Médio

AULA 1 Nas situações I e V o elevador está em repou-


so, de acordo com o princípio da inércia a
→ → → → →
PROBLEMAS DE ELEVADOR – MÁQUINA DE ATWOOD FN F R = 0 → |P| = |FN|
Exercícios propostos
Enunciado para os exercícios propostos de 1 a 4: ↑ De acordo com o princípio da ação-reação a

tem a mesma intensidade que a:



força lida pela balança, peso aparente (P ap),
Após uma aula de Dinâmica, Nina e Gabriel resolvem tes-
tar as informações recebidas. Para tanto, pegam uma ba-
lança de piso e, no elevador do prédio, Nina sobe na
balança e Gabriel anota em uma tabela as medidas nas
situações seguintes:
↓ →
P

FN ∴ P = 520 N → m . g = 520 →
m . 10,0 = 520 → m = 52,0 kg

Leitura da
Estado cinemático do elevador
balança (N)
I. Repouso 520
II. Início da subida 533
III. Do 1.o até o 10.o andar 520 2 Analise a tabela que se segue, onde os estudantes re-
presentaram a velocidade vetorial e a aceleração vetorial
Do 11.o andar até a parada no do elevador nas situações de I a VIII.
IV. 507
12.o
Estado cinemático do Direção e Direção e
V. Repouso 520 → →
elevador sentido de v sentido de a
VI. Início da descida 507 → →
I. Repouso v = 0 ↓
VII. Do 11.o até o 1.o andar 520
II. Início da subida ↑ ↑
VIII. Do 1.o até a parada no térreo 533
Do 1.o até o 10.o ↑
→ →
III. a = 0
andar
Considere que no local a
aceleração da gravidade Do 11.o andar até a ↑ ↓
IV.
é constante, de módulo parada no 12.o
igual a 10 m/s2. → → → →
V. Repouso v = 0 a = 0
Analisando os dados da
tabela, responda aos VI. Início da descida ↓ ↓
→ exercícios de 1 a 4.
↓ g
VII.
Do 11.o até o 1.o ↓ ↑
andar
Do 1.o até a parada ↓ ↑
VIII.
no térreo

Assinale a alternativa em que todas as representações


1 A massa de Nina em quilogramas é igual a: dos estados cinemáticos de I a VIII estão corretas:
a) 50,7 b) 52,0 c) 53,3 d) 507 e) 520 a) I, II, III, IV e VII
b) I, IV, VII, e VIII
c) I e VIII
d) I, III, IV, VI e VIII
e) II, III, IV, V, VI e VIII

–1
Na figura, representamos as forças que agem 4 Os módulos da aceleração resultante e da aceleração

FN na Nina. da gravidade aparente no interior do elevador na situação
IV, em m/s2, são respectivamente iguais a:

↑ o


a
1. ) De acordo com a 3. lei de Newton , a lei-
tura da balança é | Pap | = | F N | .

a)1,5 e 10,25
d) 0,25 e 9,5
b) 1,5 e 10,25
e) 0,25 e 9,25
c) 0,25 e 9,75

↓ →
P
2.o)

Da

1.a

F R = 0 → a = 0 , se o elevador
lei

está em repouso ou em movimento retilíneo


de Newton:

FN tem sentido para baixo FR = P – Pap →
→ m . a = mg – Pap → 52 a = 520 –507 →

P Nina = 520 N > Pap = FN = 507 N, logo a F R

3. )
o

FR =
→ →
e uniforme.
→ →
P + F N ≠ 0 → F R = m . a , tendo a aceleração
→ ↑ ↓

FR
→ a = 0,25 m/s

gap = 9,75 m/s2


2

Pap = m . gap → 507 = 52 gap →



vetorial a mesma direção e sentido da força resultante. P
o →
4. ) v : velocidade vetorial: direção tangente à trajetória e indica o sentido
do movimento.
→ → → →
I. F N = Pap = P : repouso : v = 0 e a = 0
→ → → →
II. Sobe: ↑ v P > FN Movimento acelerado: ↑ a
→ → → →

III. Sobe: ↑ v P = FN Movimento uniforme: a = 0
→ → → →
IV. Sobe: ↑ v P < FN Movimento retardado: ↓ a 5 Na figura temos uma polia e um fio ideais e dois blocos
→ → → →
A e B, de massas, respectivamente, iguais a 4,0 kg e 1,0 kg,
V. F N = Pap = P : repouso : v = 0 e a = 0 presos nas extremidades do fio. Adote g=10,0 m/s2 e des-
→ →
preze o efeito do ar.
→ →
VI. Desce: ↓ v P < FN Movimento acelerado: ↓ a
→ → → →

VII. Desce: ↓ v P < FN Movimento uniforme: a = 0
→ → → →
VIII. Desce: ↓ v P < FN Movimento retardado: ↑a

3 Ao iniciar a subida (situação II), as intensidades do A B



peso aparente de Nina, (Pap) em newtons, e da acelera-
→ A intensidade da força de tração no fio, em newtons, é
ção resultante (a), em m/s2, no elevador são respectiva- igual a:
mente iguais a:
a)
a) 533; 1,5 b) 533; 0,25 c) 520; 1,5 10,0 b)12,0 c)14,0 d)16,0 e)18,0
d) 507; 1,5 e) 507; 0,25

PA – PB = (ma + mB) . a

→ P Nina = 520 N < Pap = FN = 533 N, logo a F R 40,0 – 10,0 = 5,0 . a
FN 2
tem sentido para cima: a = 6,0 m/s

↑ FR = Pap – P → m . a = Pap – mg →
52a = 533 – 520 →
a = 0,25 m/s2
T – PB = mB . a → T – 10,0 = 1,0 . 6,0 → T = 16,0 N

↓ →
P
Pap = 533 N (leitura da balança)

2–
Exercícios-Tarefa 3 Analisando o estado cinemático do elevador na situa-
ção VI, é correto afirmar que a aceleração da gravidade
Considere o enunciado dos exercícios propostos de 1 a 4 aparente no interior do elevador tem módulo igual a:
para responder aos exercícios-tarefa 1, 2 e 3. a) 0,25 m/s2 e sentido para cima.
1 Das alternativas que se seguem a que pode represen- b) 0,25 m/s2 e sentido para baixo.
tar corretamente o módulo, a direção e o sentido da acele- c) 10,25 m/s2 e sentido para baixo.
ração da gravidade aparente no interior do elevador na d) 10,25 m/s2 e sentido para cima.
situação II é: e) 9,75 m/s2 e sentido para baixo.

a) ↑ | g ap| = 0,25 m/s2 Resolução:

b) ↓ | g ap| = 0,25 m/s2
PNina = 520 N > Pap = FN = 507 N,

c) ↓ | g ap| = 10,25 m/s2 → logo Pap = m . gap → 507 = 52 . gap →
FN



d) ↑ | g ap| = 10,25 m/s2 gap = 9,75 m/s2

e) ↑ | g ap| = 9,75 m/s2 →

↓F

R
Resolução:
Pap = m . gap → gap = 10,25 m/s2
No interior do elevador, a gap = ( g + a ), vertical para bai- →
xo, uma vez que a aceleração resultante no elevador é P

para cima e menor que g.
Resposta: E
Resposta: C

4 (FUVEST – 2010) – Um avião, com velocidade cons-


2 Assinale a alternativa que completa corretamente as tante e horizontal, voando em meio a uma tempestade,
lacunas no texto que se segue: repentinamente perde altitude, sendo tragado para baixo
Ao iniciar a descida (situação VI), a sensação de peso em e permanecendo com aceleração constante vertical de
Nina ________ e a aceleração resultante no elevador têm módulo a > g (módulo da aceleração da gravidade), em
sentido para ________ e módulo igual a________ m/s2. relação ao solo, durante um intervalo de tempo ∆t.
a) não se altera, cima, 10,25. Pode-se afirmar que, durante esse intervalo de tempo,
b) aumenta, cima, 0,25. uma bola de futebol que se encontrava solta sobre uma
c) aumenta, baixo, 10,25. poltrona desocupada:
d) diminui, cima, 0,25. a) permanecerá sobre a poltrona, sem alteração de sua
e) diminui, baixo, 0,25. posição inicial.
b) flutuará no espaço interior do avião, sem aceleração
Resolução: em relação a ele, durante o intervalo de tempo ∆t.
P Nina = 520 N > Pap = FN = 507 N, c) será acelerada para cima, em relação ao avião, sem
→ logo a sensação de peso é menor e poder se chocar com o teto, independentemente do inter-

FN

↑ ↓F

a FR tem sentido para baixo:
FR = P – Pap →
→ m . a = mg – Pap →
52 a = 520 – 507 →
valo de tempo ∆t.
d) será acelerada para cima, em relação ao avião, poden-
do se chocar com o teto, dependendo do intervalo de tem-
po ∆t.


R
→ a = 0,25 m/s 2, sentido para e) será pressionada contra a poltrona durante o intervalo
→ baixo, de acor do com a 2. a lei de de tempo ∆t.
P
Newton.
Resolução:
Quando o avião acelera para baixo com aceleração de
Resposta: E módulo maior que g, a bola se desprende do assento e vai
colidir com o teto do avião, ficando, então, pressionada
contra ele. Isto ocorre desde que o tempo necessário
para a bola chegar ao teto do avião seja menor que o in-
tervalo de tempo em que o avião acelerou para baixo com
aceleração de módulo maior que g.
Resposta: D

–3
5 (UERN – 2010) – Considere dois blocos A e B de mas- 1 Se a intensidade da força é igual a 2,0 N, a força de
sas, respectivamente, iguais a 2,0 kg e 3,0 kg, amarrados atrito tem intensidade igual a:
nas extremidades de um fio que passa por uma polia que a) 0,0 N b) 2,0 N c) 2,5 N
está suspensa por um dinamômetro preso em um suporte d) 3,0 N e) 10,0 N
fixo, no teto.
Sabendo-se que o módulo da aceleração da gravidade Fat = µE FN = µE P = 0,30 . 10,0 N = 3,0 N
destaque
local é igual a 10,0 m/s2, considerando-se o fio e a polia
ideais e desprezando-se as forças dissipativas, pode-se
Fatdin = µD FN = µD P = 0,25 . 10,0 N = 2,5 N
afirmar que o valor indicado pelo dinamômetro é igual, Como a força motriz (2,0 N) é menor que a força de atrito de destaque (3,0 N),
em N, a:
o cubo ficará em repouso e Fat = F = 2,0 N.
a) 50,0 b) 48,0 c) 36,0 d) 30,0 e) 20,0
Resolução:

PFD (A): T – PA = mA a (1) 2 Se a intensidade da força F é igual a 6,0 N, o cubo so-
PFD (B): PB – T = mB a (2) fre uma aceleração cujo módulo é igual a:
PFD (A + B): PB – PA = (mA + mB) a a) 0,0 m/s2 b) 2,5 m/s2 c) 3,5 m/s2
30,0 – 20,0 = 5,0 a
d) 6,0 m/s2 e) 10,0 m/s2
Em (1): T – 20,0 = 2,0 . 2,0 = 24,0 N

Como a força motriz (6,0 N) é maior que a força de atrito de destaque (3,0 N)
o bloco será acelerado e a força de atrito será dinâmica: Fat = 2,5 N.

T T PFD: F – Fat = m . a
2
a 6,0 – 2,5 = 1,0 a → a = 3,5 m/s
A B 3,0 kg
2,0 kg a
PA PB
3 (UFPA – 2010) – Em vista das experiências, sabemos
Fdin = 2 T = 48,0 N que o coeficiente de atrito estático é maior que o coeficiente
de atrito dinâmico entre duas superfícies em contato, e, por-
2T tanto, a frenagem de um veículo é mais eficiente quando
suas rodas continuam girando durante o ato, ou seja, se as
rodas não forem travadas; daí a vantagem do chamado freio
ABS, item ainda opcional na maioria dos veículos.
T T Um carro trafegava em linha reta com velocidade escalar
de 20 m/s numa pista retilínea e horizontal quando o con-
dutor, percebendo o fechamento do sinal, pisou forte o
Resposta: B
freio, travando completamente as rodas até a parada do
veículo. Admitindo-se iguais a 0,9 e 0,8, respectivamente,
os coeficientes de atrito estático e dinâmico entre os pneus
e a pista, pode-se concluir que, desde o início da freada até
parar, o carro deslocou-se, em metros:
AULA 2
a) 18 b) 22 c) 25
ATRITO I d) 29 e) 36
Use se necessário: módulo da aceleração da gravidade =
Exercícios propostos
10 m/s2
Enunciado para os exercícios 1 e 2:

(UFRS – 2010) – Um cubo de massa 1,0 kg, maciço e ho- 1) Se as rodas travaram o atrito será dinâmico: µD = 0,8
mogêneo, está em repouso sobre uma superfície plana ho- 2) PFD: Fat = ma µD mg = ma
rizontal. Os coeficientes de atrito estático e cinético entre o 2
cubo e a superfície valem, respectivamente, 0,30 e 0,25. a = µD g = 8,0m/s

Uma força F horizontal é então aplicada sobre o centro de 2 2
3) v = v0 + 2 γ ∆s → 0 = 400 + 2 (– 8,0) D
massa do cubo.
Considere o módulo da aceleração da gravidade igual a
D=25m
10,0 m/s2.

4–
4 (PUC– PR) – De acordo com pesquisas, cerca de A velocidade final atingida pelo carro, após os 10,0 s, terá
quatro milhões de pequenas propriedades rurais empre- módulo igual a:
gam 80% da mão de obra do campo e produzem 60% dos a) 80 km/h b) 100 km/h c) 120 km/h
alimentos consumidos pela população brasileira. Pardal e d) 144 km/h e) 180 km/h
Pintassilgo acabaram de colher uma caixa de maçãs e
pretendem transportar essa caixa do pomar até a sede da Resolução:
propriedade. Para isso, vão utilizar uma caminhonete 1) De acordo com o texto:
com uma carroceria plana e horizontal. Inicialmente, a ca-
minhonete está em repouso numa estrada também plana Fat = µE FN = µE . 2 mg
3
e horizontal. PFD: F = ma
Sabendo-se que o coeficiente de atrito estático entre a
caixa e a carroceria é de 0,40, a aceleração com que a µE 2 mg = ma → a = 2 µE g = 2 . 0,60 . 10,0 (m/s2)
3 3 3
caminhonete pode entrar em movimento, sem que a cai-
xa escorregue, tem módulo a tal que: a = 4,0 m/s2
a) a ≤ 2,0 m/s2 b) a ≥ 4,0 m/s2 c) a ≥ 2,0 m/s2
∆v v – 0
d) a = 10 m/s 2 e) a ≤ 4,0 m/s 2 2) a = → 4,0 =
∆t 10,0
Nota: Considere g = 10 m/s2 e despreze o efeito do ar.
v = 40,0 m/s = 40,0 . 3,6 km/h → v = 144 km/h
Resposta: D
FN

Fat

P (UFJF–MG – 2010 / Modificado) – Enunciado para os tes-


tes 2 e 3:
Considere um carro movendo-se com uma velocidade
1) FN = P = mg constante de módulo 180 km/h, em uma estrada reta e ho-
2) PFD (caixa): Fat = ma rizontal onde os coeficientes de atrito estático e cinético
entre os pneus e o asfalto são µE = 0,80 e µC= 0,25 res-
3) Atrito estático: Fat = µ FN → ma = µ m g → pectivamente. Em um determinado instante de tempo, o
2
→ a = µ g → a = 0,40 . 10 m/s → a = 4,0 m/s
2 motorista aciona os freios, que permanecem acionados
até o carro parar. Considere g = 10 m/s2.
2 Qual a distância percorrida, se o carro for equipado
com freios comuns e as rodas ficarem travadas do início
ao final do processo de frenagem?
Exercícios-Tarefa a)1,0.102 m b) 2,0.102 m c) 3,0.102 m
2
d) 4,0.10 m 2
e) 5,0.10 m
1 Quando um carro se movimenta em um plano horizon-
tal, desprezando-se a resistência do ar, a força resultante
Resolução:
que acelera o carro é a força total de atrito que o solo aplica
1) PFD: Fat = ma
aos pneus dele.
µc mg = ma
Se o carro não derrapar, este atrito será estático e a força
a = µc g = 2,5 m/s2
de atrito em cada pneu terá intensidade máxima F dada 2
por: F = µE FN (µE = coeficiente de atrito estático entre os 2) v2 = v0 + 2γ ∆s
pneus e o chão; FN = intensidade da força normal trocada 0 = 2500 + 2 (-2,5) D
entre o pneu e o chão).
Considere um carro com tração dianteira e admita que, em 2500
D= (m) → D = 5,0 . 102 m
2 5,0
movimento, ficam concentrados nas rodas dianteiras do
3
peso total do carro com o seu conteúdo. Resposta: E
Considere µE = 0,60 e a aceleração da gravidade com
módulo g = 10,0 m/s2.
Considere o carro partindo do repouso e acelerando du-
rante 10,0s com sua aceleração máxima e despreze, nes-
te intervalo de tempo, a resistência do ar.
A força de atrito nas rodas não motrizes é desprezível.
–5
3 O freio ABS (que em inglês significa Anti-lock Braking FatB = 0,60 . 3,0 . 10,0 = 18,0 N
System ou em português Sistema Antiblocante) foi criado
pela empresa alemã Bosch, tornando-se disponível para 2.o) O módulo da aceleração do sistema:
uso em 1978, com o nome Antiblockiersystem. Qual a dis-
F – (FatA – FatB) = (mA + mB) . a →
tância percorrida, se o carro for equipado com freios ABS,
2
cuja característica é não deixar que as rodas travem do 50,0 – (12,0 + 18,0) = 5,0 . a → a = 4,0 m/s
início ao final da frenagem? Admita que a aceleração de o
freada tenha módulo máximo possível. 3. ) FAB – FatB = mB . a → FAB – 18,0 = 3,0 . 4,0 →
a) 156,25 m b) 125,00 m c)120,25 m → FAB = 30,0 N
d) 116,25 m e) 110,00 m

Resolução:
1) PFD: Fat = ma
µE mg = ma
a = µE g = 8,0 m/s2
2
2) v2 = v0 + 2γ ∆s
2 Sobre o plano horizontal da figura apoiam-se os blo-
0 = 2500 + 2 (– 8,0) D
cos A e B, interligados por fio inextensível e de massa
2500 desprezível. O coeficiente de atrito cinético é 0,50. Ado-
D= = 156,25
16 ta-se g=10,0 m/s2 e desconsidera-se o efeito do ar.

Resposta: A 3,0 kg 2,0 kg

B A F

AULA 3

ATRITO 2 A força F aplicada em A tem intensidade constante e igual
a 50,0 N. A intensidade da força de tração no fio que liga
Exercícios propostos
os blocos A e B, em newtons, vale:
1 Os blocos A e B da figura seguinte têm massas res- a) 10,0 b) 20,0 c) 30,0
pectivamente iguais a 2,0 kg e 3,0 kg e estão sendo acele-
→ d) 40,0 e) 50,0
rados sob ação de uma força F constante e de intensidade
50,0 N, paralela ao plano horizontal. o
1. ) As intensidades das forças de atrito que agem em cada um dos blocos:
a FAdest = µD . NA = 0,50 . 2,0 . 10 = 10,0 N

F FBdest = µD . NB = 0,50 . 3,0 . 10 = 15,0 N


A B o
2. ) O módulo da aceleração do sistema:
F – (Fatdin A + Fat din B) = (mA + mB) . a
O coeficiente de atrito de escorregamento entre os blocos 50 – (0,50 . 2,0 . 10 + 0,50 . 3,0 . 10) = 5,0 . a
e o plano de apoio vale 0,60. No local a aceleração da gra-
2
vidade é constante e de módulo g = 10,0 m/s2 e o efeito do a = 5,0 m/s
ar é desprezível. A força de contato entre os blocos A e B, o
tem intensidade, em newtons, igual a:
3. ) A intensidade da força de tração no fio que liga os blocos A e B:
a) 4,0 b) 12,0 c) 18,0 T – Fat din B = mB . a → T – 15 = 3,0 . 5,0 →
d) 26,0 e) 30,0
T = 30 N

1.o) As intensidades das forças de atrito que atuam nos blocos A e B são
dadas por:
Fat = µ . FN = µ . m . g
FatA = 0,60 . 2,0 . 10,0 = 12,0 N
6–
3 Um bloco A, de massa 5,0 kg, é arrastado horizontal- entre os pneus e o asfalto da rodovia é µ = 0,60, pode-se
mente sobre uma superfície plana com aceleração cons- concluir que a velocidade escalar inicial do último carro,
tante de intensidade 2,0 m/s2, através do dispositivo medida em km/h, era aproximadamente:
mostrado na figura que se segue. A aceleração da gravi- a) 60 b) 84 c) 108
dade no local tem intensidade 10,0 m/s2 e o bloco B tem d) 120 e) 144
massa 4,0 kg.
Nota: admita que o carro tenha freio nas quatro rodas e
despreze o efeito do ar. Adote g = 10 m/s2 e admita, ainda,
que as rodas travaram.
A
1) Cálculo do módulo da aceleração do carro durante a freada:
B PFD:
g
Fat = ma . µmg = ma.a = µg = 0,60 . 10 (m/s2) → a=6,0m/s2
2) Cálculo da velocidade escalar inicial:
2 2
v2 = v 0 + 2 γ ∆s (MUV) → 0 = v 0 + 2 (–6,0) 75
O coeficiente de atrito µ entre A e a superfície plana é:
a) 0,11 b) 0,22 c) 0,33 2
d) 0,44 e) 0,55
v0 = 900 → v0 = 30 m/s → v0 = 30 . 3,6 = 108 km/h

o
1. ) Peso de B:
a) PB = mB . g = 4,0 . 10,0 = 40,0 kg
o
2. ) A intensidade da força de tração no fio.
PFD (B): PB – T = mB . a → 40,0 – T= 4,0 . 2,0 → T = 32,0 N
o
3. ) A intensidade da força de reação normal do apoio em A:
NA = PA = mA . g = 50,0 N
4.o) A intensidade da força de atrito em A
Exercícios-Tarefa
PFD (A): T - FAT = mA . a → 32,0 – FAT = 5,0 . 2,0 → FAT = 22,0 N
5º) O coeficiente de atrito entre A e o plano de apoio: 1 (Unifesp) – A figura representa um bloco B de massa
mB apoiado sobre um plano horizontal e um bloco A de
Fat = µ NA → 22,0 = µ 50,0 → µ = 0,44 massa mA a ele pendurado. O conjunto não se movi-
menta por causa do atrito entre o bloco B e o plano, cujo
coeficiente de atrito estático é µB.

Não leve em conta a massa do fio, considerado inextensí-


vel, nem o atrito no eixo da roldana. Sendo g o módulo da
aceleração da gravidade local, pode-se afirmar que o mó-
dulo da força de atrito estático entre o bloco B e o plano:
4 (Fuvest – transferência) – Um policial rodoviário, ao a) é igual ao módulo do peso do bloco A.
examinar uma cena de engavetamento em um trecho reti- b) não tem relação alguma com o módulo do peso do
líneo e horizontal de uma rodovia, verifica que o último bloco A.
carro envolvido deixou marca de pneus, resultante da c) é igual ao produto µB mB g, mesmo que esse valor seja
freada de 75 m de ex tensão. O motorista desse carro maior que o módulo do peso de A.
afirmou que, ao colidir, teria velocidade praticamente d) é igual ao produto µB mB g, desde que esse valor seja
nula. Com base na medida feita pelo policial, na afirma- menor que o módulo do peso de A.
ção do motorista e sabendo-se que o coeficiente de atrito
e) é igual ao módulo do peso do bloco B.
–7
Resolução: Resolução:
T
B FN

FatB
FatAB B
T

A PB
PA
1) FN = PB = mB g
2) PFD (B) = Fat = mB a
AB
1) Para o equilíbrio do bloco A, temos:
3) Fat ≤ µE FN
T = PA (1) AB
mB a ≤ µE mB g
2) Para o equilíbrio do bloco B, temos:
T = Fat (2) a ≤ µE g
B
Comparando-se (1) e (2), vem: A maior aceleração que o bloco B pode ter é µE g.
Fat = PA Quando a aceleração de A tiver módulo maior que µE g, o
B
bloco B vai escorregar em relação ao bloco A.
Nota: A força de atrito em B somente teria intensidade
µB mB g se o bloco B estivesse em repouso, porém na Resposta: E
iminência de escorregar.
Resposta: A

2 (Fuvest – transferência) – Os blocos A e B, de massas


mA e mB, respectivamente, estão inicialmente em repouso.
O bloco A está apoiado sobre uma superfície horizontal
sem atrito e o bloco B está apoiado sobre a superfície hori-
zontal superior do bloco A, conforme indicado na figura a
3 (Cefet – RJ) – Um engradado de refrigerantes (massa
abaixo.
total: 30,0 kg) apoia-se sobre a carroceria horizontal de
uma caminhonete. Se o coeficiente de atrito estático entre
o engradado e a carroceria é 0,30, a maior aceleração es-
B
calar que a caminhonete pode adquirir numa pista hori-
zontal, sem que o engradado se mova em relação a ela, é:
F A (Adote g = 10,0 m/s2 e não considere o efeito do ar.)
a) 2,0m/s2 b) 2,5m/s2 c) 3,0m/s2
d) 4,0m/s 2 e) 5,0m/s 2

Resolução:
O coeficiente de atrito estático entre as superfícies dos
Quando o veículo acelera o engradado tende a escorregar
dois blocos é µe . O bloco A é empurrado com uma força
para trás e recebe do apoio uma força de atrito dirigida para
de magnitude crescente. Sendo g o módulo da acelera- frente (sentido oposto à tendência de escorregamento).
ção da gravidade local, o bloco B começa a se mover em
relação ao bloco A quando o módulo de sua aceleração
for maior que: a
FN
a) (mA/ mB). µe g Fat
b) (mB/ mA) .µe g P
c) mA/(mA + mB) .µe. g
d) g
e) µe g

8–
1) FN = P = mg O coeficiente de atrito entre o bloco A e a superfície hori-
2) PFD (engradado): Fat = ma zontal vale: (despreze a resistência do ar)
3) Atrito estático: a) zero b) 0,050 c) 0,10
d) 0,20 e) 0,50
Fat = µE FN
Resolução:
ma = µE mg PB = Fat → 4,0 . 10 = µA . 8,0 . 10,0 →
A
a = µE g
→ µA = 0,5
amáx = µE g = 0,30 . 10,0 (m/s2) => 3,0 m/s2
Resposta: E
Resposta: C
4 Dois blocos A e B de massas 3,0 kg e 2,0 kg, respecti-
vamente, estão ligados por um fio ideal sobre uma mesa 6 Dois blocos A e B, apoiados sobre uma superfície hori-
horizontal. Uma força horizontal constante de intensidade zontal, estão inicialmente em repouso, e possuem massas
F = 5,0 N é aplicada no bloco A como mostra a figura. →
iguais a 10 kg. Uma força F de intensidade constante e igual
a 60 N é aplicada no bloco A, conforme figura a seguir.
F
B A
a

F
Não existe atrito entre A e o plano. A B
O coeficiente de atrito entre o bloco B e o plano vale 0,10.
Assumindo g=10 m/s2 e não considerando a resistência do
ar, a intensidade da força de tração no fio, em newtons, é de:
a) 1,6 b) 2,0 c) 3,2 O coeficiente de atrito entre os blocos e a superfície vale
d) 5,4 e) 6,0 0,20. Adotando g = 10 m/s2, a intensidade da força troca-
da entre os blocos, em newtons, é de:
Resolução: a) 30,0 b) 32,0 c) 34,0
1.o) A intensidade da força de atrito entre o bloco B e o plano d) 40,0 e) 42,0
de apoio:
Fat . B = µB . mB . g = 0,10 . 2,0 . 10 = 2,0 N Resolução:
1.o) As intensidades das forças de atrito que atuam nos
2.o) PFD (A+B):
F – Fat = (mA+ mB) . a → 5,0 – 2,0 = 5,0 . a → blocos A e B são dadas por:
B
→ a = 0,60 m/s2 Fat = µ . FN = µ . m . g = 0,20 . 10,0 . 10,0 = 20,0 N
3.o) PFD (B) Fat = Fat = 20,0 N
A B
T – Fat = mB . a → T – 2,0 = 2,0 . 0,6 → T = 3,2 N 2.o) O módulo da aceleração do sistema:
B
F – (Fat + Fat ) = (mA+mB) . a → 60,0 – (40) = 20,0 . a →
Resposta: C A B
a = 1,0 m/s2

5 Um bloco A, de massa 8,0 kg é arrastado horizontal- 3.o) FAB – Fat = mB . a → FAB – 20,0 = 10,0 . 1,0 →
B
mente sobre uma superfície plana com velocidade cons- → FAB = 30,0 N
tante de intensidade 3,0 m/s, através do dispositivo
mostrado na figura que se segue. A aceleração da gravi- Resposta: A
dade no local tem intensidade 10 m/s2 e o bloco B tem
massa 4,0 kg.

B
g

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