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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande PRODUÇÃO CONJUNTA E CUSTOS CONJUNTOS

Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande

PRODUÇÃO CONJUNTA E CUSTOS CONJUNTOS

A Produção Conjunta ocorre quando diversos produtos resultam da mesma matéria prima.

A produção conjunta é mais comum no caso da Produção Contínua, mas também pode ocorrer na

Produção por Ordem. Quando a partir de determinada matéria-prima são produzidos mais de um produto, os custos incidentes nas fases de produção em que ainda não existe uma separação dos produtos derivados são chamados custos conjuntos. Tais custos serão apropriados aos produtos derivados utilizando-se

determinado critério de rateio.

A partir de determinado momento, denominado Ponto de Cisão, os produtos derivados das mesmas

Matérias Primas são individualizados.

Tais produtos derivados são denominados co-produtos ou produtos principais aqueles produzidos simultaneamente como resultado da mesma Matéria-Prima e do mesmo processo, ocupando cada um deles posição relevante no mercado, do ponto de vista da empresa. Como exemplo, podemos citar a carne e o couro, co-produtos derivados do gado.

Subprodutos Os subprodutos tem como característica básica o valor de vendas e condições de comercialização normais, relativamente tão assegurados quanto os produtos principais, surgem em decorrência normal do processo produtivo, só que possuem pouca relevância dentro do faturamento global da empresa. Têm um tratamento diferenciado dentro da Contabilidade de Custos, à medida que são produzidos, têm seu valor líquido de realização considerado como redução do custo de elaboração dos produtos principais, mediante débito aos Estoque de Subprodutos e o crédito aos Custo de Produção. Considera-se como valor Líquido de Realização, o valor da venda menos as despesas de vendas, os custos eventualmente necessários ao término e preparação para a venda e, eventualmente,

uma margem de lucro. Esse procedimento, facilita que se obtenha relativamente rápido a estimativa de um valor para o estoque, considerando o custo dos subprodutos como recuperação departe do custo

de produção, fazendo com que a atenção da empresa esteja voltada para os itens de produção que são

relevantes.

propriamente

sucatas (resíduos ou sobras) – As sucatas podem ou não ser decorrentes do processo produtivo e não têm valor de venda e condições de negociação boa. Para a Contabilidade de Custos, as sucatas não recebem nenhuma atribuição de custo, mesmo que elas sejam inerentes ao processo produtivo e surjam como itens normais em uma produção contínua, principalmente, pela problemas relativos a

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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande obtenção da receita. Quando são

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obtenção da receita. Quando são vendidas, têm suas receitas registradas como Receitas Eventuais

dentro da rubrica de Outras Receitas Operacionais. Até que sejam comercializadas, permanecem fora

da

Contabilidade.

Uma das características dos subprodutos que os diferencia das sucatas é que aqueles têm condições

de comercialização normais, isto é, as vendas são praticamente certas, no entanto, seu faturamento é

irrelevante quando comparado ao dos produtos principais (co-produtos).

01. (FCC/SEFAZ/SP/2013) Considere as seguintes assertivas:

I - Itens gerados de forma normal durante o processo de produc ̧a ̃o possuem mercado de venda

relativamente esta ́vel e representam porc ̧a ̃o i ́nfima do faturamento da empresa. II - Itens cuja venda e ́ realizada esporadicamente por valor na ̃o previsi ́vel no momento em que surgem na produc ̧a ̃o.

III - Itens consumidos de forma anormal e involunta ́ria durante o processo de produc ̧a ̃o.

Com base nas terminologias de custos, as assertivas I, II e III referem-se, respectivamente, a

(A)

sucatas, subprodutos e custos.

(B)

subprodutos, sucatas e perdas.

(C)

subprodutos, perdas e gastos.

(D)

sucatas, coprodutos e perdas.

(E)

sucatas, perdas e subprodutos.

02. (FCC/SEFAZ/2009) No processo produtivo, as perdas normais e as sucatas devem receber o tratamento contábil expresso em:

a) Perdas Normais - Seu custo deve ser lançado como despesas do mês. // Sucatas - Devem ser

lançadas como redução dos custos do mês.

b) Perdas Normais - Seu custo deve ser agregado ao produto de sua origem. // Sucatas - Não recebem

custos. c) Perdas Normais - Devem ser lançadas como outras despesas não-operacionais. // Sucatas - Devem receber custos.

d) Perdas Normais - Devem ser custeadas separadamente. // Sucatas - Devem receber custos da

mesma forma que um produto normal da empresa.

e) Perdas Normais - Devem ser lançadas como despesas não-operacionais. //Sucatas - Devem ser

lançadas como redução de custos do mês.

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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande 03. (CESGRANRIO/LIQUIG’AS/2014) Nas

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03. (CESGRANRIO/LIQUIG’AS/2014) Nas indústrias, em geral, é até bastante comum o surgimento de sucatas no processo produtivo, ou fora dele, e de subprodutos, sendo que os últimos surgem somente no processo produtivo. A maior ocorrência dessas duas situações, notadamente a segunda, é nas indústrias com produção conjunta.

Nesse contexto, quando as indústrias negociam essas sucatas e esses subprodutos, a condição de comercialização é

a) anormal para os dois, com os subprodutos tendo melhor preço de venda.

b) anormal para os dois, mas com as sucatas tendo melhor mercado comprador.

c) normal, tanto para as sucatas quanto para os subprodutos.

d) normal, mas somente para as sucatas.

e) normal, mas somente para os subprodutos.

04. (FCC/SEFAZ/PI/2015) Os coprodutos

(A)

não são objetos de custeio pelas empresas.

(B)

possuem pouquíssima relevância dentro do faturamento global da empresa.

(C)

não têm valor de venda ou condições de negociabilidade boas.

(D)

são assim chamados por serem oriundos de duas matérias primas similares.

(E)

têm os custos apurados com o uso de critérios de apropriação de custos conjuntos.

05. (FCC/SEFAZ/SP/2009) No processo produtivo, as perdas normais e as sucatas devem receber o tratamento contábil expresso em:

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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande 06. Analise as afirmações abaixo

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de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande 06. Analise as afirmações abaixo quanto a

06. Analise as afirmações abaixo quanto a sua veracidade.

1 Sucatas são itens cuja venda é esporádica e realizada por valor não previsível na data em que

surgem na fabricação. Por isso, não só não recebem custos, como também não têm sua eventual receita considerada como diminuição dos custos de produção. Mesmo que existam em quantidades razoáveis na empresa, não aparecem como estoque na contabilidade. Quando ocorre sua venda, têm sua receita considerada como Outras Receitas Operacionais.

2 Subprodutos são itens cuja venda é esporádica e realizada por valor não previsível na data em que surgem na fabricação. Por isso, não só não recebem custos, como também têm sua receita considerada como diminuição dos custos de produção. Mesmo que existam em quantidades razoáveis na empresa, não aparecem como estoque na contabilidade. Quando ocorre sua venda, têm sua receita considerada como Outras Receitas Operacionais.

3 Sucatas são itens cuja venda é realizada por valor não previsível na data em que surgem na

fabricação. Por isso, não só não recebem custos, como também têm sua eventual receita considerada

como diminuição dos custos de produção. Mesmo que existam em quantidades razoáveis na empresa, não aparecem como estoque na contabilidade. Quando ocorre sua venda, têm sua receita considerada como Outras Receitas Operacionais.

4 Subprodutos e Sucatas são itens cuja venda é esporádica e realizada por valor não previsível na data

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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande em que surgem na fabricação.

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em que surgem na fabricação. Por isso, não só não recebem custos, como também têm sua eventual receita considerada como aumento dos custos de produção. Mesmo que existam em quantidades razoáveis na empresa, não aparecem como estoque na contabilidade. Quando ocorre sua venda, têm sua receita considerada como Outras Receitas Operacionais.

5 Sucatas são itens cuja venda é realizada por valor previsível na data em que surgem na fabricação. Por isso, não só não recebem custos, como também não têm sua eventual receita não considerada como diminuição dos custos de produção. Mesmo que não existam em quantidades razoáveis na empresa, não aparecem como estoque na contabilidade. Quando ocorre sua venda, têm sua receita considerada como Outras Receitas Não-Operacionais.

É verdadeira a afirmação:

A) I.

B) II.

C) III.

D) IV.

E) V.

Apropriação dos custos conjuntos aos co-produtos

1)Método do Valor de Mercado:

Total dos custos conjuntos: $ 45.000

do Valor de Mercado: Total dos custos conjuntos: $ 45.000 Distribuição dos $45.000 de Custos Conjuntos

Distribuição dos $45.000 de Custos Conjuntos feita proporcionalmente à participação do Coproduto na receita:

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Esse resultado daria os seguintes custos por quilo: Apropriação dos custos conjuntos aos co-produtos 1)Método

Esse resultado daria os seguintes custos por quilo:

Apropriação dos custos conjuntos aos co-produtos

1)Método Iguadade do Lucro Bruto:

Total dos custos conjuntos: $ 45.000

do Lucro Bruto: Total dos custos conjuntos: $ 45.000 Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015

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Distribuição dos $45.000 de Custos Conjuntos feita proporcionalmente à participação do Coproduto na receita:

Esse resultado daria os seguintes custos por quilo:

Distribuição dos $45.000 de Custos Conjuntos feita proporcionalmente à participação do Coproduto na receita:

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Esse resultado daria os seguintes custos por quilo: Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015

Esse resultado daria os seguintes custos por quilo:

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07. (CESGRANRIO/LIQUIGAS/2013) Uma indústria que trabalha de forma contínua e produz os coprodutos, X; Y; Z; e W apresentou as seguintes informações relativas exclusivamente a tais coprodutos, anotadas num determinado período produtivo.

coprodutos, anotadas num determinado período produtivo. Apropriação dos custos do período aos coprodutos: método

Apropriação dos custos do período aos coprodutos: método do valor de mercado. Considerando exclusivamente as informações recebidas e a boa técnica da apropriação dos custos conjuntos aos coprodutos, o custo alocado ao coproduto Z, em reais, é

(A)

160.000,00

(B)

225.000,00

(C)

250.000,00

(D)

270.000,00

(E)

300.000,00

08. (CESPE/SEFAZ/ES/2012) Suponha que uma indústria produza três produtos — calças, camisas e camisetas — e que apresente custos totais conjuntos de R$ 80.000,00. Suponha, ainda, que os custos conjuntos sejam distribuídos aos produtos, tendo-se como base de rateio o volume de vendas no mercado conforme a tabela a seguir.

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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande De acordo com a situação

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de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande De acordo com a situação hipotética e

De acordo com a situação hipotética e a tabela apresentadas, assinale a opção em que são indicados, respectivamente, os custos conjuntos unitários dos três produtos.

A R$ 68,57; R$ 45,71 e R$ 22,86

B R$ 45,32; R$ 32,75 e R$ 32,80

C R$ 52,47; R$ 32,75 e R$ 22,86

D R$ 68,57; R$ 45,71 e R$ 32,80

E R$ 52,47, R$ 45,71 e R$ 22,86

09. (ICMS SP – VUNESP – 1997) A empresa Pastor Rodrigues Comércio de Carnes Ltda. Adquiriu em um determinado mês, 10 (dez) bois vivos, ao preço de R$ 340,00 cada, com ICMS incluso de 18%. Durante o processo de abate de todos os animais, a empresa incorreu nos seguintes custos operacionais:

Mão-de-obra direta R$ 503,00 Custos indiretos R$ 1.045,00

O produto acabado é vendido no mercado pelos seguintes preços de venda:

Filé mignon R$ 10,00/kg Picanha R$ 11,00/kg Alcatra R$ 6,00/kg Demais carnes (preço médio) R$ 5,00/kg Miúdos R$ 2,00/kg

Ossos e couros R$ 1,00/kg

A produção total foi de:

Filé mignon 30kg Picanha 40/kg

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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande Alcatra 45/kg Demais carnes (preço

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Alcatra 45/kg

Demais carnes (preço médio) 800/kg Miúdos 120/kg Ossos e couros 50/kg

A empresa atribui custos aos diferentes produtos com base no valor de venda dos mesmos.

Considerando os dados acima, pode-se afirmar que os custos de produção da picanha e da alcatra foram, respectivamente,

A) R$ 821,00 e R$ 612,00.

B) R$ 715,00 e R$ 158,00.

C) R$ 612,00 e R$ 821,00.

D) R$ 365,00 e R$ 226,00.

E) R$ 360,00 e R$ 221,00.

10.(CESGRANRIO) A Cia. Ômicron utiliza o método do valor de mercado para apropriação dos custos conjuntos aos três co-produtos A, B e C, produzidos da mesma matériaprima.

São os seguintes os custos de produção:

- Matéria-prima: R$ 10.000.000;

- Mão-de-obra e encargos: R$ 6.000.000;

- Outros custos industriais: R$ 2.000.000.

São os seguintes os valores de venda, por quilograma, e as quantidades produzidas:

Co-produtos

Valor

de venda por kg Quantidade produzida .Valor total de

venda R$

A

R$

480

10.000

kg

4.800.000

B

R$

160

60.000

kg

9.600.000

C

R$

240

40.000

kg

9.600.000

Total -

24.000.000

Considerados os dados fornecidos, pode-se afirmar que os custos conjuntos, por quilo, a serem apropriados aos co-produtos A, B e C são, respectivamente, de

A) R$ 163,64; R$ 163,64; R$ 163,64.

B) R$ 218,18; R$ 218,18; R$ 218,18.

C) R$ 360,00; R$ 120,00; R$ 180,00.

D) R$ 480,00; R$ 160,00; R$ 240,00.

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E) R$ 981,90; R$ 54,57; R$ 122,74. Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor:

E) R$ 981,90; R$ 54,57; R$ 122,74.

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11.(CESGRANRIO/TRANSPETRO/2011) A indústria ZE que utiliza a mesma matéria-prima na sua linha de produtos, ao final de um período produtivo, apresentou o seguinte quadro de dados:

Linha de Produtos Preço de Venda por kg Produção em Kg ZA 62,50 20.000 ZB 39,00 50.000 ZC 60,00 30.000 Custos conjuntos da produção 2.800.000,00

Considerando-se exclusivamente os dados informados, a boa técnica da contabilidade de custos e sabendo que a indústria ZE aloca os custos conjuntos aos produtos pelo método da igualdade do lucro bruto, o custo alocado ao produto ZB, em reais, é de

(A)

550.000,00

(B)

850.000,00

(C)

1.092.000,00

(D)

1.100.000,00

(E)

1.400.000,00

12) (Petrobrás 2006 – Contador Jr. Cesgranrio) A Indústria de Alimentos Alterosa S/A produz queijo e manteiga no mesmo processo produtivo, a respeito do qual apresentou as informações a seguir.

Em

março

de

2005,

consumiu

4.000.000

litros

de

leite

na

produção

dos

co-produtos.

No

processo

produtivo,

normalmente,

uma

perda

de

25%

do

total

do

leite.

O

preço

pago

aos

produtores

foi,

em

média,

R$

2,00

por

litro.

O

total da

produção

do

mês

foi

de

2.000.000 kg de queijo e 1.000.000 kg de manteiga.

• Além da matéria-prima, os demais custos conjuntos do período foram de R$ 4.000.000,00.

R$

kg,respectivamente.

Os

dois

produtos

são

vendidos

por

12,00

e

R$

8,00

/

Com base nos dados acima, o valor do custo conjunto atribuído ao queijo, pelo método de apropriação do valor de mercado, em reais, é:

(A)

4.000.000,00

(B)

6.666.666,00

(C)

8.000.000,00

(D)

8.333.333,00

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(E) 9.000.000,00 Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS

(E) 9.000.000,00

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COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

Objetivo

O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer o tratamento contábil para os estoques.

A questão fundamental na contabilização dos estoques é quanto ao valor do custo a ser reconhecido

como ativo e mantido nos registros até que as respectivas receitas sejam reconhecidas. Este Pronunciamento proporciona orientação sobre a determinação do valor de custo dos estoques e sobre

o seu subsequente reconhecimento como despesa em resultado, incluindo qualquer redução ao valor

realizável líquido. Também proporciona orientação sobre o método e os critérios usados para atribuir custos aos estoques.

Definições Estoques são ativos:

(a)

mantidos para venda no curso normal dos negócios;

(b)

em processo de produção para venda; ou

(c)

na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos ou transformados no processo de

produção ou na prestação de serviços.

Valor realizável líquido é o preço de venda estimado no curso normal dos negócios deduzido dos custos estimados para sua conclusão e dos gastos estimados necessários para se concretizar a venda.

Valor justo é aquele pelo qual um ativo pode ser trocado ou um passivo liquidado entre partes interessadas, conhecedoras do negócio e independentes entre si, com ausência de fatores que pressionem para a liquidação da transação ou que caracterizem uma transação compulsória.

O valor realizável líquido refere-se à quantia líquida que a entidade espera realizar com a venda do

estoque no curso normal dos negócios. O valor justo reflete a quantia pela qual o mesmo estoque pode

ser trocado entre compradores e vendedores conhecedores e dispostos a isso. O primeiro é um valor

específico para a entidade, ao passo que o segundo já não é. Por isso, o valor realizável líquido dos

estoques pode não ser equivalente ao valor justo deduzido dos gastos necessários para a respectiva

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venda. Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande Mensuração de estoque Os

venda.

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Mensuração de estoque Os estoques objeto deste Pronunciamento devem ser mensurados pelo valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor.

Custos do estoque

O valor de custo do estoque deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, bem como

outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais.

Custos de aquisição

O custo de aquisição dos estoques compreende o preço de compra, os impostos de importação e

outros tributos (exceto os recuperáveis junto ao fisco), bem como os custos de transporte, seguro, manuseio e outros diretamente atribuíveis à aquisição de produtos acabados, materiais e serviços. Descontos comerciais, abatimentos e outros itens semelhantes devem ser deduzidos na determinação do custo de aquisição.

Os custos de transformação de estoques incluem os custos diretamente relacionados com as unidades produzidas ou com as linhas de produção, como pode ser o caso da mão-de-obra direta. Também incluem a alocação sistemática de custos indiretos de produção, fixos e variáveis, que sejam incorridos para transformar os materiais em produtos acabados. Os custos indiretos de produção fixos são aqueles que permanecem relativamente constantes independentemente do volume de produção, tais como a depreciação e a manutenção de edifícios e instalações fabris, máquinas e equipamentos e os custos de administração da fábrica. Os custos indiretos de produção variáveis são aqueles que variam diretamente, ou quase diretamente, com o volume de produção, tais como materiais indiretos e certos tipos de mão-de-obra indireta.

Capacidade normal de produção

A capacidade normal é a produção média que se espera atingir ao longo de vários períodos em

circunstâncias normais; com isso, leva-se em consideração, para a determinação dessa capacidade normal, a parcela da capacidade total não-utilizada por causa de manutenção preventiva, de férias coletivas e de outros eventos semelhantes considerados normais para a entidade.

Um processo de produção pode resultar em mais de um produto fabricado simultaneamente. Este é, por exemplo, o caso quando se fabricam produtos em conjunto ou quando há um produto principal e um ou mais subprodutos. Quando os custos de transformação de cada produto não são

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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande separadamente identificáveis, eles devem ser

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separadamente identificáveis, eles devem ser atribuídos aos produtos em base racional e consistente. Essa alocação pode ser baseada, por exemplo, no valor relativo da receita de venda de cada produto, seja na fase do processo de produção em que os produtos se tornam separadamente identificáveis, seja no final da produção, conforme o caso.

Exemplos de itens não-incluídos no custo dos estoques e reconhecidos como despesa do período em que são incorridos:

(a) valor anormal de desperdício de materiais, mão-de-obra ou outros insumos de produção;

(b) gastos com armazenamento, a menos que sejam necessários ao processo produtivo entre uma e

outra fase de produção;

(c)

despesas administrativas que não contribuem para trazer o estoque ao seu local e condição atuais;

e

(d)

despesas de comercialização, incluindo a venda e a entrega dos bens e serviços aos clientes.

Outras formas para mensuração do custo de estoque, tais como o custo-padrão ou o método de varejo, podem ser usadas por conveniência se os resultados se aproximarem do custo. O custo-padrão leva em consideração os níveis normais de utilização dos materiais e bens de consumo, da mão-de- obra e da eficiência na utilização da capacidade produtiva. Ele deve ser regularmente revisto à luz das condições correntes. As variações relevantes do custo-padrão em relação ao custo devem ser alocadas nas contas e nos períodos adequados de forma a se ter os estoques de volta a seu custo.

Critérios de valoração de estoque

O custo dos estoques de itens que não são normalmente intercambiáveis e de bens ou serviços

produzidos e segregados para projetos específicos deve ser atribuído pelo uso da identificação específica dos seus custos individuais.

O custo dos estoques, que não seja o tratado acima, deve ser atribuído pelo uso do critério Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair (PEPS) ou pelo critério do custo médio ponderado. A entidade deve usar o mesmo critério de custeio para todos os estoques que tenham natureza e uso semelhantes para a entidade. Para os estoques que tenham outra natureza ou uso, podem justificar-se diferentes critérios

de valoração.

Valor realizável líquido

O custo dos estoques pode não ser recuperável se esses estoques estiverem danificados, se se

tornarem total ou parcialmente obsoletos ou se os seus preços de venda tiverem diminuído. O custo

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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande dos estoques pode também não

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dos estoques pode também não ser recuperável se os custos estimados de acabamento ou os custos estimados a serem incorridos para realizar a venda tiverem aumentado. A prática de reduzir o valor de custo dos estoques (write down) para o valor realizável líquido é consistente com o ponto de vista de que os ativos não devem ser escriturados por quantias superiores àquelas que se espera que sejam realizadas com a sua venda ou uso.

Reconhecimento como despesa no resultado

Quando os estoques são vendidos, o custo escriturado desses itens deve ser reconhecido como despesa do período em que a respectiva receita é reconhecida. A quantia de qualquer redução dos estoques para o valor realizável líquido e todas as perdas de estoques devem ser reconhecidas como despesa do período em que a redução ou a perda ocorrerem. A quantia de toda reversão de redução de estoques, proveniente de aumento no valor realizável líquido, deve ser registrada como redução do item em que for reconhecida a despesa ou a perda, no período em que a reversão ocorrer.

13. (FCC/2010) De acordo com a Resolução CFC no 1.170/09, que aprovou a NBC T 19.20 – Estoques, os estoques devem ser mensurados pelo:

a. ( ) valor de custo ou valor de mercado, dos dois o menor.

b. ( ) valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor.

c. ( ) valor de custo ou valor de mercado, dos dois o maior.

d. ( ) valor de custo ou valor justo, dos dois o menor.

e. ( ) valor de custo ou valor realizável líquido, dos dois o maior.

14. Todos os gastos a seguir compõem os custos de produção e devem compor os estoques de produtos acabados, exceto:

a) aluguel da fábrica;

b) ajuste dos estoques ao valor realizável líquido;

c) frete sobre compra de matéria - prima;

d) custos fixos alocados com base na capacidade normal;

e) salários do pessoal da administração.

15. Os custos de estoques não incluem:

a) juros de financiamento de compras a prazo de estoques;

b) preço de compra;

c) impostos e taxas de importação;

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d) perdas normais de materiais; e) gastos de fabricação fixos e variáveis. Contabilidade de Custos

d) perdas normais de materiais;

e) gastos de fabricação fixos e variáveis.

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16.(ESAF/CVM/2010) Assinale a opção que não corresponde à verdade.

O Conselho Federal de Contabilidade - CFC aprovou a Resolução NBC T 19.20, relativa a Estoques, para entrar em vigor a partir de 1º de janeiro de 2010. Referida resolução leciona que:

a) o valor de custo do estoque deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, bem

como outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais.

b) os estoques, objeto desta Norma, devem ser mensurados pelo valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor.

c) o custo de aquisição dos estoques compreende o preço de compra, os impostos de importação e

outros tributos, os custos de transporte, seguro, manuseio e outros, deduzido de descontos comerciais,

abatimentos e outros itens semelhantes.

d) o custo dos estoques que não possa ser avaliado pelo valor específico, deve ser atribuído pelo uso

do critério primeiro a entrar, primeiro a sair (PEPS), último a entrar, primeiro a sair (UEPS) ou pelo

critério do custo médio ponderado. e) Os custos de transformação de estoques incluem os custos diretamente relacionados com as unidades produzidas e a alocação sistemática de custos indiretos de produção, que sejam incorridos para transformar os materiais em produtos acabados.

17. (FCC/TCE/AP/2012)

(A) valor de perdas de materiais decorrentes de desajuste de máquinas por faltas de peças de

manutenção.

(B) gastos de armazenagem de produtos acabados, em decorrência de parada de exportações por

greve nos portos.

Compõe o custo dos estoques:

(C)

gastos com hospedagem de desenvolvedor de fornecedor e controlador de qualidade.

(D)

valor das amostras para avaliação entregues pelos vendedores para os clientes.

(E) gastos com seguros das matérias-primas do fornecedor até a fábrica.

18. (FCC/TRF1ª/2011)

(A) todos os tipos de estoques, independentemente da forma ou uso, quando evidenciados no balanço,

devem estar mensurados pelo valor realizável líquido.

Em relação ao tratamento dos estoques, é correto afirmar que

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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande (B) aos custos dos estoques

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(B) aos custos dos estoques de itens que não são normalmente intercambiáveis e de bens ou serviços,

produzidos e segregados para projetos específicos, devem ser atribuídos valores pelo método Primeiro

a Entrar, Primeiro a Sair (PEPS).

(C) a prática de reduzir o valor de custo dos estoques (write down) para o valor realizável líquido é

consistente com o ponto de vista de que os ativos não devem ser escriturados por quantias superiores

àquelas que se espera que sejam realizadas com a sua venda ou uso.

(D) o custo dos estoques de prestador de serviços deve incluir as margens de lucro e os gastos gerais

não atribuíveis que são frequentemente incluídos nos preços cobrados pelos prestadores de serviços.

(E) o custo de aquisição dos estoques, em conformidade com o estabelecido nas normas contábeis

atuais, compreende o preço de compra, os impostos de importação, os tributos, recuperáveis ou não, demais gastos atribuíveis à aquisição de produtos acabados, os materiais e serviços, os descontos comerciais, os abatimentos e outros itens semelhantes inerentes ao processo de realização.

19. (FCC/TCE/AP/2012) Considera-se capacidade normal de produção a

(A) capacidade total instalada da entidade para produzir, sem considerar as necessidades de

manutenção preventiva e de férias coletivas que podem ser aplicadas ou não.

(B) média que se espera atingir ao longo de vários períodos em condições normais, considerando as

necessidades de manutenção preventiva, de férias coletivas e de outros eventos semelhantes

considerados normais para a entidade.

(C) menor produção obtida no último ano de produção, estabelecendo-se assim um padrão de

referência para a entidade.

(D) maior produção obtida nos últimos doze meses desconsiderando, caso haja, os meses que a

entidade atinja a capacidade instalada total, considerando as necessidades de manutenção preventiva,

de férias coletivas e de outros eventos semelhantes.

(E) capacidade total instalada da entidade para produzir considerando as necessidades de manutenção

preventiva, de férias coletivas e de outros eventos semelhantes considerados normais para a entidade.

ENCOMENDAS DE LONGO PRAZO DE EXECUÇÃO

A regra geral é a de acumulação dos custos para sua transferência ao resultado apenas por ocasião da entrega, quando há o reconhecimento também da receita. E esse deve ser o procedimento, sempre

que

possível.

Se, entretanto, uma empresa trabalha pouquíssimas ordens ou encomendas por vez ou mesmo apenas

uma, e elas são de longa duração (mais de um ano), pode ser necessária uma alteração.

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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande Critério da Proporcionalidade do Custo

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Critério da Proporcionalidade do Custo Total: A empresa verifica quanto foi incorrido em cada período como parte do custo total previsto para o contrato, apropriando também a mesma porcentagem da receita total. Exemplo: a empresa tem uma estimativa de custo total de $10.000.000 para uma encomenda, e a contrata por $15.000.000; no primeiro ano, incorre num custo total de $4.000.000, o que a faz apropriar $6.000.000 de receita. Se tiver recebido mais do que os $6.000.000 de seu cliente, terá o excedente contabilizado como Passivo Circulante (Adiantamentos, Serviços a Executar); se tiver recebido menos, a diferença aparecerá no Ativo Circulante (na forma de Contas a Receber, Serviços Executados a Faturar etc

20(CESGRANRIO/PETROBRAS/2015) Uma indústria fechou uma encomenda de longo prazo de execução, com a produção por ordem, firmando a estimativa de preço de R$ 2.800.000,00 com uma estimativa de custos de R$ 1.820.000,00.

No primeiro ano, os custos da produção, anotados na ordem, alcançaram R$ 455.000,00, e a empresa recebeu do contratante o valor de R$ 750.000,00. Considerando somente as informações recebidas e adotando o método da proporcionalidade do custo, a receita dessa ordem contabilizada pela empresa, em reais, é

(A)

50.000,00

(B)

455.000,00

(C)

487.500,00

(D)

700.000,00

(E)

750.000,00

21. (FGV 2008) Um estaleiro assina um contrato de longo prazo para a construção de um navio. O preço total é $ 520.000 e o custo estimado da obra é de $ 380.000. No primeiro ano, o estaleiro incorre em custos de $ 90.000 diretamente vinculados à produção do navio. O valor do lucro bruto a ser apresentado pelo estaleiro no primeiro ano, considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, é de:

a) $ 430.000.

b) $ 140.000.

c) zero.

d) $ 283.800.

e) $ 33.158.

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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande Tratamento do custo de empréstimos

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Tratamento do custo de empréstimos destinados a financiar estoque na produção por ordem.

Trata-se de uma alteração na contabilidade que afeta Custos. Este assunto é tratado no Pronunciamento CPC 20 – Custo de Empréstimos:

Custos de empréstimos são juros e outros custos em que a entidade incorre em conexão com o empréstimo de recursos.

Ativo qualificável é um ativo que, necessariamente, demanda um período de tempo substancial para ficar pronto para seu uso ou venda pretendidos.

Dependendo das circunstâncias, um ou mais dos seguintes ativos podem ser considerados ativos qualificáveis:

(a) estoque;

(b)

planta para manufatura;

(c)

usina de geração de energia;

(d)

ativo intangível; e

(e)

propriedade para investimento

A entidade deve capitalizar os custos de empréstimo que são diretamente atribuíveis à aquisição,

à construção ou à produção de ativo qualificável como parte do custo do ativo. A entidade deve

reconhecer os outros custos de empréstimos como despesa no período em que são incorridos.

22.

672, de

empréstimos, um ativo qualificável é aquele que

aprovado pela Deliberação CVM

(CESGRANRIO/BNDES/2013)

no

De

acordo

20

com

de

o

Pronunciamento

Técnico

CPC

20(R1),

custos de

outubro de 2011, que trata de

a) é utilizado de imediato, mas somente como ativo de renda.

b) é financiado integralmente por capitais de terceiros de longo prazo.

c) demora um período substancial para ficar pronto para uso ou venda.

d) fica pronto em curto prazo, sendo financiado por capital de terceiros de longo prazo.

e) tem prazo curto para ficar pronto, desde que financiado a curto prazo.

TRATAMENTO FISCAL DA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES

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Contabilidade de Custos Curso para FISCAL 2015 Professor: Silvio Sande A Secretaria da Receita Federal

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A Secretaria da Receita Federal estabeleceu critérios para a avaliação de estoques, estabelecendo o

conceito de Sistema de Custos Integrado e Coordenado com o restante da escrituração contábil como aquele que:

I – Seja apoiado em valores originados da escrituração contábil (MP, MOD e CIF);

II – permita a determinação contábil, ao fim de cada mês, do valor dos Estoques de Matérias-Primas e

outros materiais, Produtos em Elaboração e Produtos Acabados;

III – seja apoiado em livros auxiliares, ou fichas, ou formulários contínuos, ou mapas e apropriação ou

rateio, tidos em boa guarda e de registros coincidentes com aqueles constantes da escrituração

principal;

IV

– permita avaliar os Estoques existentes na data de encerramento do período-base de apropriação

de

resultados segundo os custos efetivamente incorridos.

Caso a sociedade não possua o sistema de custos integrado e coordenado com o restante da

escrituração, o Regulamento do Imposto de Renda estabelece os seguintes critérios para avaliação dos estoques para produtos em elaboração e acabados.

I- para os materiais em processamento (produtos em elaboração), uma vez e meia o maior custo das

Matérias-Primas adquiridas no período-base ou 80% do valor dos Produtos Acabados, determinado de acordo com o item seguinte;

II – para os Produtos Acabados, 70% do maior preço de venda no período-base. Cabe observar que o

Custo da Matéria-Prima deve ser considerado excluindo-se a parcela do ICMS e o preço de venda do Produto Acabado deve ser considerado incluindo-se o valor do ICMS.

23. (AFTE/RS/2014) Uma empresa deverá avaliar seus estoques de mercadoria de revenda ao custo das últimas entradas quando n ão mantém um sistema de custos integrados. Para o caso de estoques

vinculados à sua própria fabricação, a indústria deverá avaliar os estoques de produtos em processo

por:

A) 80% do valor dos produtos acabado.

B) 70% do custo do produto acabado.

C)60% do menor preço de venda.

D) 60% do maior preço de venda.

E) 50% do maior preço de venda.

GABARITO

Dez/Und

0 1

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