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Seminário Mensal

Fiscal

Apresentação: Fernanda Silva


Fábio Lopes

21/09/2016
FERNANDA SILVA - das 8h30 às 10h15

- Instrução Normativa SEF/DFT nº 03/2016 - Regulamentação do Cadastro de


Empresas não Estabelecidas na cidade de Sorocaba (CENE)
- Instruções Normativas SEF/DFT nºs 05 e 06/2016 - Regras para o
cancelamento de documentos fiscais e também para o uso de “tomador não
identificado” em notas fiscais de serviço eletrônicas.

(Intervalo das 10h15 às 10h30)

FABIO LOPES - das 10h30 às 12h

- CEST – prorrogação da obrigatoriedade da informação no documento fiscal;


- Alteração do Convênio ICMS nº 92/2015 – Inclusão e exclusão de produtos;
- Diferimento x Suspensão – Regras gerais.

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CADASTRO DE EMPRESAS NÃO ESTABELECIDAS NO MUNICÍPIO
DE SOROCABA (CENE)

Lei n° 11.230/2015 artigo 1º ao 4º :

Art. 2º As pessoas jurídicas e os empresários individuais, prestadores de serviços


estabelecidos ou domiciliados em outro Município ou no Distrito Federal, que emitirem
nota fiscal de serviço ou outro documento fiscal equivalente para tomador de serviços
do Município de Sorocaba, são obrigados a efetuarem inscrição no Cadastro de
Empresas não Estabelecidas no Município (CENE).

§ 1º As pessoas previstas no caput deste artigo também são obrigadas:


I - a comunicar qualquer alteração em seus dados cadastrais ocorrida após a realização
da inscrição;
II - a comunicar o encerramento de suas atividades;
III - a atender à convocação para recadastramento ou prestar informações cadastrais
complementares.

§ 2º No interesse da Administração Tributária, ato do Secretário da Fazenda poderá


excluir do procedimento de que trata o caput deste artigo determinados grupos ou
categorias de prestadores de serviços, conforme a sua atividade.
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CADASTRO DE EMPRESAS NÃO ESTABELECIDAS NO MUNICÍPIO
DE SOROCABA (CENE)

Lei n° 11.230/2015 artigo 2º ao 4º :

Art. 3º As pessoas que não atenderem ao disposto no art. 2º desta Lei sofrerão
retenção do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) na fonte pelo
tomador do serviço estabelecido neste Município.

Parágrafo único. A obrigação prevista no caput deste artigo não se aplica quando o
prestador de serviço emitir nota fiscal de serviço ou documento equivalente por meio de
sistema eletrônico disponibilizado por este Município.

Art. 4º O Regulamento estabelecerá os dados que devem constar no Cadastro de


Empresas não Estabelecidas no Município (CENE), os prazos e as formas de
cadastramento, atualização, suspensão e baixa cadastral.

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Instrução Normativa SEF/DFT nº 03/2016 – DOM Sorocaba
de 19.08.2016

DISCIPLINA os procedimentos de inscrição no cadastro de empresas não


estabelecidas (CENE) no município de Sorocaba, conforme capítulo i da lei
11.230 de 04 de dezembro de 2015

DISPÕE sobre a obrigatoriedade de abertura de inscrição no cadastro


municipal de receitas mobiliárias para o prestador de serviços pessoa
jurídica não estabelecido no município de Sorocaba que prestar serviços a
tomadores estabelecidos neste município e sobre a responsabilidade do
tomador de serviços pelo pagamento do ISSQN quando o referido prestador
de serviços não possuir situação cadastral ativa

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Instrução Normativa SEF/DFT nº 03/2016 – DOM Sorocaba
de 19.08.2016
INSTRUI:

Art. 1º - As pessoas jurídicas e os empresários individuais, prestadores de


serviços estabelecidos ou domiciliados em outro Município ou no Distrito
Federal, que emitirem nota fiscal de serviço ou outro documento fiscal
equivalente para tomador de serviços do Município de Sorocaba, são obrigados
a efetuarem inscrição no Cadastro de Empresas não Estabelecidas no
Município (CENE). Conforme procedimentos constantes no Anexo I desta
Instrução Normativa

§ 1º As pessoas previstas no caput deste artigo também são obrigadas:

I - a comunicar qualquer alteração em seus dados cadastrais ocorrida após a


realização da inscrição;
II - a comunicar o encerramento de suas atividades;
III - a atender à convocação para recadastramento ou prestar informações
cadastrais complementares.

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Instrução Normativa SEF/DFT nº 03/2016 – DOM Sorocaba
de 19.08.2016

§ 2º No interesse da Administração Tributária, ato do Secretário da Fazenda poderá


excluir do procedimento de que trata o caput deste artigo determinados grupos ou
categorias de prestadores de serviços, conforme a sua atividade.

§ 3º Referente aos serviços previstos na Tabela I do Anexo II integrante desta


Instrução Normativa, todos constantes da lista de serviços anexa a Lei 4.994 de
Novembro de 1995.

Art. 2º - As pessoas que não atenderem ao disposto no art. 1º desta Instrução


Normativa, exceto o Microempreendedor Individual (MEI) de que trata a Lei
Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, e alterações introduzidas pela
Lei Complementar nº 128, de 19 de dezembro de 2008 sofrerão retenção do
Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) na fonte pelo tomador do
serviço estabelecido neste Município.

§ 1º A obrigação prevista no caput deste artigo não se aplica quando o prestador de


serviço emitir nota fiscal de serviço ou documento equivalente por meio de sistema
eletrônico disponibilizado por este Município.

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Instrução Normativa SEF/DFT nº 03/2016 – DOM Sorocaba
de 19.08.2016

§ 2º Excetuam se do disposto no caput deste artigo os serviços provenientes do


exterior do País ou cuja prestação tenha se iniciado no exterior do País;

§ 3º A solicitação de inscrição será efetuada exclusivamente pela página da


Prefeitura Municipal de Sorocaba na internet, no endereço eletrônico
http://www.sorocaba.sp.gov.br/cene/.

§ 4º A solicitação de inscrição será enquadrada em uma das seguintes situações


cadastrais:

I - Deferimento Provisório, com a recepção de todos os arquivos exigidos, sujeito a


posterior homologação;
II - Deferida, se acolhida a solicitação após a análise dos documentos apresentados;
III - Indeferida, se não acolhida a solicitação após a análise dos documentos
apresentados.

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Instrução Normativa SEF/DFT nº 03/2016 – DOM Sorocaba
de 19.08.2016

§ 5º O indeferimento da solicitação de inscrição retroagirá à data do deferimento


provisório, ficando o prestador de serviços pessoa jurídica obrigado ao
pagamento do imposto devido a este Município, com os acréscimos legais
desde a data de seu vencimento, relativo ao período em que esteve enquadrado
na situação cadastral "Deferimento Provisório".

§ 6º As situações cadastrais previstas nos incisos I e II do § 4º deste artigo


correspondem à situação cadastral ativa.

§ 7º Os efeitos do cadastramento só serão válidos para as notas fiscais de


serviços emitidas em data igual ou posterior ao seu deferimento provisório.

§ 8º O não atendimento do previsto no caput implica a responsabilidade do


tomador dos serviços pelo pagamento do ISSQN.

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Instrução Normativa SEF/DFT nº 03/2016 – DOM Sorocaba
de 19.08.2016
Art. 3º - O indeferimento do pedido de inscrição poderá ser objeto de pedido de
reconsideração, à autoridade titular da unidade administrativa responsável pelo
Cadastro Mobiliário de Sorocaba, no prazo máximo de 30 (trinta) dias, contados
da data da notificação do interessado.

§ 1º O pedido de reconsideração de que trata o caput deste artigo poderá ser


interposto uma única vez, cabendo recurso contra seu indeferimento.

§ 2º O pedido de reconsideração deverá ser subscrito pelo representante legal


da pessoa jurídica ou por seu procurador e protocolizado no Protocolo Geral da
Prefeitura Municipal de Sorocaba.

§ 3º Ao pedido de reconsideração deverá ser juntado original ou cópia autêntica


dos documentos relacionados no item 3 do Anexo I desta Instrução Normativa.

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Instrução Normativa SEF/DFT nº 03/2016 – DOM Sorocaba
de 19.08.2016

Art. 4º - O Cadastro Mobiliário de Sorocaba poderá, a qualquer tempo, proceder


de ofício à atualização dos dados cadastrais, bem como promover a abertura,
alteração ou cancelamento da inscrição do prestador de serviços de que trata o
caput do art. 1º.

Parágrafo único. A abertura, a alteração e o cancelamento previstos no caput


deste artigo retroagirão à data da constatação dos fatos que os fundamentam.

Art. 5º - O Cadastro Mobiliário de Sorocaba fará publicar, no Diário Oficial do


Município, a relação das solicitações de inscrição deferidas, indeferidas e das
inscrições abertas, alteradas e canceladas de ofício.

Art. 6º - A comunicação dos atos ao prestador de serviços de que trata o art. 1º


poderá ser efetuada por meio eletrônico, aos endereços cadastrados.

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Instrução Normativa SEF/DFT nº 03/2016 – DOM Sorocaba
de 19.08.2016

Art. 7º - Fica o prestador de serviços pessoa jurídica de que trata o caput do art.
1º obrigado a franquear a vistoria do estabelecimento cadastrado, apresentar
documentos e atender outras exigências da Administração Tributária que forem
necessárias a comprovar a veracidade das informações prestadas, sob pena de
indeferimento da solicitação de inscrição ou cancelamento da inscrição.

Art. 8º - As pessoas jurídicas estabelecidas no Município de Sorocaba, ainda


que imunes ou isentas, são responsáveis pelo pagamento integral e atualizado
do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISSQN e demais acréscimos
legais, quando tomarem ou intermediarem os serviços a que se refere o caput
do art. 2º, observada a exceção do § 1º e 2º do art. 2º, executados por
prestadores de serviços pessoa jurídica não inscritos na situação cadastral ativa
no CENE Sorocaba e que emitirem nota fiscal de serviços ou qualquer outro
documento que acoberte a prestação do serviço por outro Município ou pelo
Distrito Federal.

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Instrução Normativa SEF/DFT nº 03/2016 – DOM Sorocaba
de 19.08.2016

§ 1º O disposto no caput não se aplica ao Microempreendedor Individual (MEI) de


que trata a Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, e alterações
introduzidas pela Lei Complementar nº 128, de 19 de dezembro de 2008.

§ 2º Os tomadores de serviços deverão verificar a situação cadastral da inscrição do


prestador de serviços, no Cadastro Mobiliário de Sorocaba, na página da Prefeitura
Municipal de Sorocabana internet, no endereço eletrônico
http://www.sorocaba.sp.gov.br/cene/, por meio do número da inscrição do prestador
de serviços no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica CNPJ da Receita Federal do
Brasil RFB constante da nota fiscal de serviços por ele emitida, que apresentará
uma das seguintes mensagens:

I - "Pessoa Jurídica regularmente INSCRITA no Cadastro de Empresas não


Estabelecidas no Município (CENE) a partir de dd/mm/aaaa. Para as notas fiscais de
serviços emitidas a partir dessa data, o tomador de serviços não é responsável pelo
pagamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISSQN, nos termos da
legislação tributária municipal vigente no Município de Sorocaba”.

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Instrução Normativa SEF/DFT nº 03/2016 – DOM Sorocaba
de 19.08.2016

II - "Pessoa Jurídica NÃO INSCRITA no Cadastro de Empresas não


Estabelecidas no Município (CENE). O tomador de serviços é responsável pelo
pagamento integral e atualizado do Imposto Sobre Serviços de Qualquer
Natureza ISSQN e demais acréscimos legais no Município de Sorocaba,
conforme previsto na legislação tributária municipal vigente em Sorocaba.
Informe esta situação ao Prestador de Serviços para que ele regularize sua
situação."

§ 3º A regularidade ou não da inscrição dos prestadores de serviços pode sofrer


alteração, motivo pelo qual os tomadores de serviços devem consulta-la sempre
que necessário.

Art. 9º - Serão passíveis de submissão ao Ministério Público as declarações


falsas, com indícios de violação à ordem tributária, eventualmente fornecidas
por prestadores de serviços no atendimento às disposições contidas nesta
Instrução Normativa.

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Instrução Normativa SEF/DFT nº 03/2016 – DOM Sorocaba
de 19.08.2016

Art. 10 - A solicitação da inscrição no Cadastro de Empresas não Estabelecidas


no Município (CENE) prevista no caput do art. 1º deverá ser feita a partir de 19
de Agosto de 2016.

Art. 11 - O disposto no caput do art. 8º produzirá efeitos para as notas fiscais


emitidas a partir de 01 de Outubro de 2016.

Art. 12 - Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

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ANEXO I

DA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03 DE 11 DE AGOSTO DE 2016


DISCIPLINA OS PROCEDIMENTOS DE INSCRIÇÃO NO Cadastro de Empresas não Estabelecidas no
Município (CENE)

1. As informações necessárias para inscrição no Cadastro de Empresas não Estabelecidas no Município


(CENE) deverão ser fornecidas pelo prestador de serviços, por meio da internet, no endereço
http://www.sorocaba.sp.gov.br/, mediante o preenchimento do "Requerimento de Inscrição no
Cadastro de Empresas não Estabelecidas no Município (CENE)".

2. O "Requerimento de Inscrição no Cadastro de Empresas não Estabelecidas no Município (CENE)" após a


transmissão por meio da Internet receberá um número de "Protocolo de Inscrição Mobiliária Cadastro de
Empresas não Estabelecidas no Município (CENE)", que servirá como validação da operação de
preenchimento e transmissão do requerimento.

3. O "Requerimento de Inscrição no Cadastro de Empresas não Estabelecidas no Município (CENE)",


constante do Anexo III desta Instrução Normativa deverá ser impresso e assinado pelo representante legal
ou procurador, com firma reconhecida, e transmitido juntamente com os seguintes documentos digitalizados:

a) cópia do instrumento de constituição da pessoa jurídica (Contrato Social, Estatuto, Ata, Declaração de
Empresário Firma Individual ou outro documento) e, se for o caso, suas alterações posteriores,
regularmente registrados no órgão competente;
b) cópia do comprovante de inscrição da empresa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica CNPJ da
Receita Federal do Brasil RFB;
c) cópia do Documento de Identidade do sócio da empresa com representatividade para fazer a solicitação
de inscrição;
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ANEXO I

d) cópia do Cadastro de Pessoas Físicas CPF do sócio da empresa com representatividade para fazer a
solicitação de inscrição;

e) procuração com firma reconhecida, acompanhada de cópia do RG e do CPF do mandante e do


mandatário da procuração;

f) cópia do lançamento do Imposto Predial e Territorial Urbano IPTU do imóvel onde a empresa está
estabelecida, referente ao exercício corrente ou anterior;

g) cópia do recibo de entrega da Relação Anual de Informações Sociais RAIS, relativa ao estabelecimento,
dos 2 (dois) exercícios anteriores ao da solicitação da inscrição;

h) cópia do contrato de locação do imóvel, onde a empresa está estabelecida, se for o caso, com firma
reconhecida dos signatários;

i) cópia das faturas dos últimos 6 (seis) meses de pelo menos 1 (um) número de telefone em que conste
o endereço da empresa;

j) cópia das faturas dos últimos 6 (meses) da conta de energia elétrica em que conste o endereço da
empresa;

k) cópia das faturas dos últimos 6 (meses) da conta de água e esgoto em que conste o endereço da
empresa, somente quando a fatura for individualizada;
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ANEXO I

l) fotografias do estabelecimento, com o registro das seguintes imagens: das instalações internas, da
fachada frontal onde apareça o número do imóvel, detalhe do número do imóvel. Em caso de condomínio,
da fachada da unidade onde o estabelecimento está funcionando.

3.1. Os documentos previstos no item 3 deverão ser digitalizados e transmitidos por meio da internet como
parte integrante do "Requerimento de Inscrição no Cadastro de Empresas não Estabelecidas no Município
(CENE)", devendo estar no formato PDF ou JPEG, com tamanho máximo de 5MB cada.

4. A solicitação de inscrição no Cadastro de Empresas não Estabelecidas no Município (CENE) ser


verificada por meio da internet, no endereço eletrônico http://www.sorocaba.sp.gov.br/, do número do
"Protocolo de Inscrição no Cadastro de Empresas não Estabelecidas no Município (CENE)".

4.1 A solicitação de inscrição apresentará uma das seguintes situações cadastrais:

a) Cadastro de Empresas não Estabelecidas no Município (CENE) Deferimento Provisório - Documentos em


Análise;
b) Cadastro de Empresas não Estabelecidas no Município (CENE) Deferida;
c) Cadastro de Empresas não Estabelecidas no Município (CENE) Indeferida;
d) Cadastro de Empresas não Estabelecidas no Município (CENE) Cancelada de Ofício.

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ANEXO III

REQUERIMENTO DE INSCRIÇÃO NO CENE-SOROCABA


Prestador de serviços:______________________________________________________
CNPJ nº_________________________________________________________________
Endereço:________________________________________________________________
CEP:_____________ Cidade:________________________________ UF:_____________
Requer sua inscrição no Cadastro Municipal de Empresas não Estabelecidas no Município de Sorocaba -
CENE-Sorocaba.
Declaro, sob as penas da lei, que a pessoa jurídica supracitada possui estabelecimento localizado no
Município de ________________________, Rua _______________________
________________________________________CEP: __________________ no Estado de ___________,
local onde desenvolve a atividade de prestação de serviços de modo permanente ou temporário e mantém
sua unidade econômica.
Declaro, ainda, serem fidedignas as informações deste requerimento e do protocolo de inscrição.
Nestes termos
Pede deferimento
___________________________________
Local Data
________________________________________________________________
Nome e assinatura com firma reconhecida do representante legal ou procurador
CPF nº_____________________________

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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1. O que é o CENE?

O CENE (Cadastro de Empresas Não Estabelecidas) é uma solução web que


objetiva o efetivo cadastro e aprovação de empresas que são prestadoras de
serviços no município, porém possuem inscrição municipal em outro município,
ou seja, o prestador de serviços que emitir nota fiscal autorizada por outro
município, para tomador estabelecido em Sorocaba-SP, fica obrigado a
proceder à sua inscrição no CENE.

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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2. Quem é obrigado a se cadastrar?

Todo prestador de serviços que emitir Nota Fiscal de Serviço autorizada por
outro município, para tomador estabelecido no Município de Sorocaba, referente
aos serviços previstos na tabela I do Anexo II da Instrução Normativa 03/2016,
fica obrigado a proceder à sua inscrição no CENE, na forma e demais
condições estabelecidas pela Divisão de Fiscalização Tributária

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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3. Quem não está obrigado a efetuar cadastro no CENE Sorocaba?

Não estão obrigados a efetuar cadastro no CENE Sorocaba:

- o Microempreendedor Individual (MEI) de que trata a Lei Complementar nº


123/2003 (artigo 2º, §1º, I da IN 03/2016);

- os prestadores de serviços estrangeiros, cujos serviços prestados são


provenientes do exterior do país ou cuja prestação tenha se iniciado no exterior
do país (artigo 2º da IN 03/2016).

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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4. A partir de que data devo efetuar o cadastro?

Os prestadores de serviços que emitirem nota fiscal autorizada por outro


município para tomadores estabelecidos no Município de Sorocaba deverão
efetuar a inscrição no cadastro de que trata o artigo 2º da Instrução Normativa
03/2016 a partir de 01 de agosto de 2016.

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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5. O que ocorre caso o prestador de serviço obrigado, não efetuar o


cadastro no CENE?

Todo serviço tomado por empresa estabelecida em Sorocaba de um prestador


de fora do município que não possuir seu cadastro devidamente regularizado no
CENE o imposto será retido na fonte automaticamente, ficando o tomador a
cargo do recolhimento do imposto nas condições do município de Sorocaba.

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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6. As pessoas jurídicas estabelecidas no Município de Sorocaba, ainda


que imunes ou isentas, são responsáveis pelo pagamento do Imposto
Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN, devendo reter na fonte o
seu valor, quando tomarem ou intermediarem os serviços de prestadores
de estabelecidos fora do Município e que não possuem cadastro no
CENE?

Sim. Mesmo que os tomadores de serviços de Sorocaba sejam isentos ou


imunes deverão reter na fonte caso o prestador do serviço não tenha cadastro
no CENE.

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7. Como o prestador de serviço estabelecido fora do município de


Sorocaba deve emitir Nota após efetuar o cadastro?

O prestador de serviços, estabelecido fora do Município de Sorocaba, que


efetuar sua inscrição no cadastro CENE, continuará a emitir as notas fiscais
autorizadas pelo Município onde estiver estabelecido.

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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8. Quem é obrigado a consultar se o prestador está ou não cadastrado no


CENE?

Todo prestador / tomador de serviço estabelecido em Sorocaba deve consultar a


base de dados do CENE para se certificar de que está tomando serviço de um
prestador que possui cadastro no município.

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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9. Qual o significado de Inscrição Mobiliária no Município de Origem e o


Número da Inscrição Imobiliária Principal do Estabelecimento?

A inscrição mobiliária é o número de registro da empresa no município, ou seja,


é um número que indica que a empresa está inscrita no município. A inscrição
Imobiliária Principal é o número da inscrição do Imóvel (IPTU), a qual deve
conter o endereço onde a empresa está estabelecida.

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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10. Como devo proceder com os documentos após efetuar o cadastro no


CENE?

As informações necessárias para inscrição no CENE - Sorocaba deverão ser


fornecidas pelo prestador de serviços, por meio da internet, no endereço
http://issdigital.sorocaba.sp.gov.br/cene/, mediante o preenchimento do
"Requerimento de Inscrição no CENE Sorocaba".
O "Requerimento de Inscrição no CENE Sorocaba" após a transmissão por
meio da Internet receberá um número de "Protocolo de Inscrição Mobiliária -
CENE Sorocaba", que servirá como validação da operação de preenchimento
e transmissão do requerimento.

O "Requerimento de Inscrição no CENE Sorocaba", constante do Anexo III da


Instrução Normativa 03/2016, deverá ser impresso e assinado pelo
representante legal ou procurador, com firma reconhecida, e transmitido
juntamente com os seguintes documentos digitalizados:

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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a) cópia do instrumento de constituição da pessoa jurídica (Contrato Social, Estatuto, Ata,


Declaração de Empresário - Firma Individual ou outro documento) e, se for o caso, suas
alterações posteriores, regularmente registrados no órgão competente;

b) cópia do comprovante de inscrição da empresa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica -


CNPJ da Receita Federal do Brasil - RFB;

c) cópia do Documento de Identidade do sócio da empresa com representatividade para


fazer a solicitação de inscrição;

d) cópia do Cadastro de Pessoas Físicas - CPF do sócio da empresa com representatividade


para fazer a solicitação de inscrição;

e) procuração com firma reconhecida, acompanhada de cópia do RG e do CPF do mandante e


do mandatário da procuração;

f) cópia do lançamento do Imposto Predial e Territorial Urbano / IPTU do imóvel onde a


empresa está estabelecida, referente ao exercício corrente ou anterior;

g) cópia do recibo de entrega da Relação Anual de Informações Sociais - RAIS, relativa ao


estabelecimento, dos 2 (dois) exercícios anteriores ao da solicitação da inscrição;

h) cópia do contrato de locação do imóvel, onde a empresa está estabelecida, se for o caso,
com firma reconhecida dos signatários;

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i) cópia das faturas dos últimos 6 (seis) meses de pelo menos 1 (um) número de telefone em que
conste o endereço da empresa;

j)cópia das faturas dos últimos 6 (meses) da conta de energia elétrica em que conste o endereço da
empresa;

k)cópia das faturas dos últimos 6 (meses) da conta de água e esgoto em que conste o endereço da
empresa, somente quando a fatura for individualizada;

l) fotografias do estabelecimento, com o registro das seguintes imagens:

- das instalações internas;


- da fachada frontal onde apareça o número do imóvel;
- de detalhe do número do imóvel;
- em caso de condomínio, da fachada da unidade onde o estabelecimento está funcionando.
- Os documentos deverão ser digitalizados e transmitidos por meio da internet como parte integrante
do "Requerimento de Inscrição no CENE Sorocaba", devendo estar no formato PDF, JPEG, .ZIP ou
.RAR, com tamanho máximo de 5MB cada.

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11. Qual o prazo para efetivação do cadastro?

A solicitação de inscrição será enquadrada em uma das seguintes situações


cadastrais:

I - Deferimento Provisório: com a recepção de todos os arquivos exigidos,


sujeito a posterior homologação;

II - Deferida: se acolhida a solicitação após a análise dos documentos


apresentados;

III- Indeferida: se não acolhida a solicitação após a análise dos documentos


apresentados.

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12. Onde consigo consultar o andamento do protocolo de cadastro?

Acesse o menu Consulta Andamento de Requerimento de Inscrição, informe


protocolo e CNPJ. Para maiores informações consulte o manual do sistema.

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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13. Todas as pessoas jurídicas prestadoras de serviços estabelecidas fora


do Município de Sorocaba têm de se cadastrar no CENE-Sorocaba?

Não, somente aquelas que forem prestar no Município de Sorocaba os serviços


discriminados na Tabela I da Instrução Normativa 03/2016.

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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14. Determinada "condição especial" da empresa prestadora de serviços


em seu município de origem a desobriga de se cadastrar no CENE-
Sorocaba?

Não, exceto a condição de Microempreendedor Individual - MEI. Todas as


demais pessoas jurídicas prestadora de serviços, sejam elas isentas, imunes,
incentivadas, sociedades uniprofissionais, etc., devem fazer o cadastro no
CENE-Sorocaba caso venham a prestar no Município de Sorocaba qualquer um
dos serviços constantes da Tabela I da Instrução Normativa 03/2016.

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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15. O local onde o serviço for prestado é relevante e desobriga a pessoa


jurídica prestadora de serviços estabelecida fora do Município de
Sorocaba a fazer o cadastro no CENE-Sorocaba?

Não, a localidade onde o serviço é prestado não desobriga a pessoa jurídica


prestadora de serviços estabelecida fora do Município de Sorocaba a fazer o
cadastro no CENE-Sorocaba, ou seja, o serviço pode ser prestado em qualquer
município que a obrigação tributária acessória de ter cadastro no CENE-
Sorocaba permanece inalterada.

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PERGUNTAS E RESPOSTAS
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16. Qual a consequência para o prestador de serviços estabelecido em


outro município que é obrigado a efetuar cadastro no CENE-Sorocaba e
não o faz?

Pelo descumprimento da obrigação tributária acessória de ter cadastro no


CENE-Sorocaba previamente à execução do serviço, o Imposto Sobre Serviços
de Qualquer Natureza - ISSQN relativo ao serviço prestado por ele será retido
pelo tomador do serviço a favor do Município de Sorocaba.

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Cancelamento NFS-e

Decreto 18.720/10

Art. 15. A NFS-e poderá ser cancelada por meio do sistema emitente, antes do pagamento do
imposto correspondente.

Parágrafo único. Após o pagamento do imposto, a NFS-e somente poderá ser cancelada por
autorização da Administração Tributária, a ser concedida em processo administrativo, por
solicitação do contribuinte.

Antes da IN 5/16
46
Cancelamento NFS-e

3.08. Pode-se cancelar uma NFS-e emitida? Em quais situações?

A NFS-e poderá ser cancelada pelo emitente, por meio do sistema, nas seguintes situações:

1. Cancelamento da NFS-e com ISS ainda não pago:


1.1. Cancelamento de NFS-e por não ter sido prestado o serviço
Lembramos que o fato gerador do ISS é a prestação do serviço. Dessa forma, não havendo
prestação de serviço, não há ISS a recolher e a NFS-e pode ser cancelada. Entretanto, caso
tenha havido prestação de serviço, o ISS correspondente deve ser recolhido independentemente
de ter ou não sido efetuado o pagamento pelo serviço prestado. Nesse caso a NFS-e não poderá
ser cancelada.
1.2. Cancelamento de NFS-e emitida com dados incorretos
Dados incorretos do tomador dos serviços pessoa jurídica estabelecida no Município de Sorocaba
não podem ser retificados pelo prestador dos serviços. O tomador de serviços deverá atualizar
seus dados cadastrais no sistema ISS Digital.
2. Cancelamento de NFS-e com ISS já pago: Após o recolhimento do imposto, a NFS-e somente
poderá ser cancelada mediante processo administrativo a ser protocolado na Prefeitura de
Sorocaba.

Antes da IN 5/16
47
Cancelamento NFS-e

Instrução Normativa SEF/DFT nº 05/2016 – DOM Sorocaba de 19.08.2016

DISCIPLINA OS PROCEDIMENTOS PARA CANCELAMENTO DA NFS-E SOROCABA E DÁ OUTRAS


PROVIDÊNCIAS.

CONSIDERANDO os termos do artigo 15, do Decreto 18.720, de 25 de novembro de 2010;


INSTRUI:

Art. 1º - A NFS-e Sorocaba poderá ser cancelada por meio do Sistema NFS-e Sorocaba, até o 10º (décimo) dia
do mês subsequente ao da sua emissão.

$1º O cancelamento da NFS-e Sorocaba somente será admitido para tomadores do serviço identificados por CPF
ou por CNPJ e desde que:

I – no prazo previsto no caput deste artigo;

II – antes do pagamento do ISSQN correspondente ao da NFS-e Sorocaba a ser cancelada; e

III – com a anuência eletrônica do tomador dos serviços.

Art.2º - O disposto no inciso III do $1º do art. 1º não se aplica quando o valor da NFS-e Sorocaba a ser cancelada
for inferior ou igual a R$1.000,00.

Art.3º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.


48
Cancelamento NFS-e

Instrução Normativa SEF/DFT nº 06/2016 – DOM Sorocaba de 19.08.2016

DISCIPLINA OS PROCEDIMENTOS PARA UTILIZAÇÃO DE TOMADOR NÃO IDENTIFICADO NA EMISSÃO


DA NFS-E SOROCABA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O SECRETÁRIO DA FAZENDA, usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei, especialmente as do
artigo 64 da Lei nº 4.994, de 13 de novembro de 1995, e

CONSIDERANDO a continuidade dos procedimentos do poder público municipal tendentes à modernização da


Administração Tributária, por meio da simplificação e segurança dos processos integrantes do sistema fisco-
contribuinte;

CONSIDERANDO os termos do artigo 5º, inciso V, do Decreto 18.720, de 25 de novembro de 2010;

INSTRUI:

Art. 1º - A NFS-e Sorocaba não permitirá a utilização de tomador não identificado na NFS-e Sorocaba com valor
superior a R$1000,00.

Art. 2º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.


49
Cancelamento NFS-e

http://www.issdigitalsod.com.br/nfse/

Manual de consulta e cancelamento de notas


Apresenta informações sobre o processo de cancelamento de notas
fiscais, pagas e abertas, com e sem aceite do tomador de serviços.

50
Manual de consulta e cancelamento
de notas

Cancelamento de NFS-e

O cancelamento de uma NFS-e emitida se dará de duas formas de acordo com a


indicação de pagamento. Para NFS-e emitida com ISS ainda não recolhido o
cancelamento será realizado pelo próprio contribuinte, devendo passar pelo aceite
de cancelamento do tomador do serviço quando a nota fiscal tiver valor superior a
R$1 mil. Notas com valores inferiores serão canceladas no momento da solicitação.

2.1 Cancelamento de NFS-e emitida com ISS NÃO recolhido

Para realizar o cancelamento de uma nota NFS-e selecione a opção Consultar Nota
Fiscal. Realize a busca da nota que deseja cancelar.
Selecione a opção Cancelar referente a nota desejada. Informe o Motivo do
Cancelamento e clique em para confirmar a opção.

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Manual de consulta e cancelamento
de notas

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Manual de consulta e cancelamento
de notas

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Manual de consulta e cancelamento
de notas

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Manual de consulta e cancelamento
de notas

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Manual de consulta e cancelamento
de notas

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Cancelamento NFS-e

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Manual de consulta e cancelamento
de notas

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Cancelamento NFS-e

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Manual de consulta e cancelamento
de notas

Notas:
Notas cujo o tomador do serviço é não identificado, não passam pelo aceite de
cancelamento.
O Tomado do serviço sendo Pessoa Física ou Pessoa Jurídica não estabelecido
deverá realizar o cadastro de tomador na NFS- e para realizar o aceite de
cancelamento das Notas Fiscais.
O cancelamento de nota é individual e caso esta nota esteja vinculada a guia de ISS
já emitida será necessário o estorno desta guia para depois realizar o cancelamento
da NFS-e.
O prazo para o cancelamento não é alterado.
Conforme Legislação que regulamenta o Cancelamento, o valor na Nota Fiscal
interfere se ela passará ou não pelo Aceite de Cancelamento.

60
Manual de consulta e cancelamento
de notas

2.2 Cancelamento de NFS-e emitida com ISS RECOLHIDO

Para realizar o cancelamento de uma NFS-e com o ISS já RECOLHIDO será


ne-cessário entrar em contato com a Prefeitura Municipal de Sorocaba no setor
de atendimento ao Contribuinte e solicitar o cancelamento do documento digital.
Serão solicitadas algumas informações e processado o cancelamento. O ISS já
recolhido será disponibilizado ao contribuinte como valor para compensação em
pagamentos posteriores.
Nota: A NFS-e cancelada poderá ser consultada pelo contribuinte através da
tela de Consulta de Nota Fiscal.

61
CEST
ICMS - Código Especificador da Substituição
Tributária – CEST – Prorrogação da obrigatoriedade

O Convênio ICMS nº 90/2016, publicado no DOU de


13.09.2016, prorroga para 1º de julho de 2017 a
obrigatoriedade de informação, no documento fiscal, do
Código Especificador da Substituição Tributária –
CEST.

62
CEST
Convênio ICMS nº 90/2016 - DOU de 13.09.2016

Altera o Convênio ICMS 92/2015, que estabelece a sistemática de


uniformização e identificação das mercadorias e bens passíveis de
sujeição aos regimes de substituição tributária e de antecipação de
recolhimento do ICMS com o encerramento de tributação, relativos às
operações subsequentes.

CONVÊNIO
1 - Cláusula primeira. O inciso I da cláusula sexta do Convênio ICMS
92/2015, de 20 de agosto de 2015, passa a vigorar com a seguinte
redação:
"I - ao § 1º da cláusula terceira, a partir de 1º de julho de 2017;".

2 - Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data de sua


publicação no Diário Oficial da União.” 63
CONVÊNIO ICMS 53, DE 8 DE JULHO DE 2016

Altera o Convênio ICMS 92/15, que estabelece a


sistemática de uniformização e identificação das
mercadorias e bens passíveis de sujeição aos
regimes de substituição tributária e de antecipação
de recolhimento do ICMS com o encerramento de
tributação, relativos às operações subsequentes.

Alteração do Convênio ICMS nº 92/2015

64
Inclusão de produtos no Convênio ICMS nº 92/2015

Para os produtos incluídos no


Convênio, os Estados e o Distrito
Federal podem ou não incluir o
produto no regime da substituição
tributária, a partir de 1º.10.2016.

Portanto, não há obrigação da UF


atribuir o regime da ST para o
produto. 65
Exclusão de produtos no Convênio ICMS nº 92/2015

Para os produtos excluídos do


Convênios os Estados e o Distrito
Federal não podem manter ou incluir o
produto no regime da substituição
tributária, a partir de 1º.10.2016.

Portanto, a UF deve retirar o produto


do regime da ST, se estiver.
66
ICMS/SP - Diferimento

67
Diferimento
Substituição tributária das operações antecedentes

• Denominada também de substituição tributária “para trás”, é


a modalidade em que a lei transfere a responsabilidade do
recolhimento do ICMS para determinado contribuinte
paulista que participe de uma das subsequentes etapas da
circulação da mercadoria.

• Nesta hipótese há a alteração do contribuinte responsável


pelo recolhimento do imposto, e a postergação do momento
do recolhimento. Nessa espécie, encontra-se o diferimento.

68
Diferimento - Regras Gerais

Artigo 427 - A sujeição passiva por substituição com responsabilidade pelo imposto
relativo a operações anteriores se efetiva nas seguintes hipóteses, devendo o
lançamento ser efetuado pelo estabelecimento em que ocorrer :

I - a saída de mercadoria com destino a consumidor ou usuário final ou, ainda, a


pessoa de direito público ou privado não-contribuinte;

II - a saída de mercadoria ou prestação de serviço, amparada por não-incidência ou


isenção;

III - a saída ou qualquer evento que impossibilitar a ocorrência das operações ou das
prestações indicadas neste Livro

69
Diferimento - Regras Gerais

Artigo 428 - A suspensão e o diferimento de que trata este Livro ficam interrompidos,
devendo o lançamento do imposto ser efetuado pelo estabelecimento em que
ocorrer:

I - a saída da mercadoria com destino a consumidor ou usuário final, inclusive


pessoa de direito público ou privado não-contribuinte, ressalvada a hipótese prevista
no artigo 319;

II - saída de mercadoria ou prestação de serviço amparadas por não-incidência ou


isenção;

III - qualquer outra saída ou evento que impossibilitar o lançamento do imposto no


momento expressamente indicado.

70
Diferimento - Regras Gerais

Artigo 429 - Sendo isenta ou não tributada a saída de mercadoria ou a prestação de


serviço subsequente promovida pelo estabelecimento destinatário, caberá a este
efetuar o pagamento do imposto diferido ou suspenso, sem direito a crédito.

Parágrafo único - Esse pagamento fica dispensado quando se tratar de:

1 - remessa de mercadoria ou prestação de serviço não tributada ou isenta, quando a


legislação admitir a manutenção integral do crédito;

2 - saída para outro Estado de energia elétrica ou petróleo, incluídos os lubrificantes


ou combustíveis líquidos ou gasosos dele derivados, destinados a comercialização ou
industrialização.

71
Diferimento - Regras Gerais
Artigo 430 - A pessoa em cujo estabelecimento se realizar qualquer
operação, prestação ou evento, previsto neste Livro como momento do
lançamento do imposto diferido ou suspenso, efetuará, na qualidade de
responsável, o pagamento correspondente às saídas ou prestações
anteriores:

I - de uma só vez, englobadamente com o imposto devido pela operação ou


prestação tributada que realizar, em função da qual, na qualidade de
contribuinte, for devedor por responsabilidade original, sem direito a crédito;

II - nas demais hipóteses, observado o disposto no artigo anterior, no


período em que ocorrer a operação, a prestação ou o evento, mediante
lançamento no livro Registro de Apuração do ICMS, no quadro "Débito do
Imposto - Outros Débitos", com a expressão "Diferimento - Vide
Observações", ou na guia de recolhimentos especiais, se for o caso, sem
direito a crédito.
72
Diferimento - Regras Gerais
Artigo 430 ...

III - tratando-se de contribuinte sujeito às normas do Regime Especial


Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas
Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - "Simples Nacional", de uma
só vez, mediante guia de recolhimento especial, até o último dia do segundo
mês subsequente ao das operações.

Parágrafo único - No caso do inciso II, no campo "Observações", o


contribuinte identificará, com os dados mínimos necessários, a operação, a
prestação ou o evento e demonstrará a apuração do imposto.

73
Diferimento - Regras Gerais

Artigo 431 - Salvo disposição em contrário, caracterizar-se-á


como momento de pagamento do imposto diferido ou suspenso,
nos termos deste Livro, a entrega simbólica a destinatário de
outro Estado de mercadoria depositada em armazém geral
localizado neste Estado.

74
Diferimento

Aplicação por conta da


mercadoria

75
Diferimento
Exemplo de aplicação:

Artigo 392 - O lançamento do imposto incidente nas sucessivas saídas de papel


usado ou apara de papel, sucata de metal, caco de vidro, retalho, fragmento ou
resíduo de plástico, de borracha ou de tecido fica diferido para o momento em que
ocorrer :

I - sua saída para outro Estado;

II - sua saída para o exterior;

III - sua entrada em estabelecimento industrial.

§ 1º - Na hipótese do inciso III, deverá o estabelecimento industrial:

1 - emitir Nota Fiscal, relativamente a cada entrada ou a cada aquisição de


mercadoria;

76
Diferimento
2 - escriturar a operação no livro Registro de Entradas, utilizando as colunas sob os títulos
"ICMS - Valores Fiscais - Operações ou Prestações com Crédito do Imposto", quando o crédito
for admitido;

3 - escriturar o valor do imposto a pagar no livro Registro de Apuração do ICMS, no quadro


"Débito do Imposto - Outros Débitos", com a expressão "Entradas de Resíduos de Materiais".

4 - tratando-se de contribuinte sujeito às normas do Regime Especial Unificado de Arrecadação


de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte -
“Simples Nacional”, proceder conforme os itens 1 e 2 e efetuar o recolhimento do ICMS devido,
mediante guia de recolhimento especial, até o último dia útil da primeira quinzena do mês
subsequente ao da operação. (Item acrescentado pelo Decreto 52.104, de 29-08-2007; DOE 30-
08-2007)

§ 2º - Na entrada de mercadoria de peso inferior a 200 Kg (duzentos quilogramas), adquirida de


particulares, inclusive catadores, fica dispensada a emissão da Nota Fiscal referida no item 1 do
parágrafo anterior para cada operação; deverá o contribuinte, ao fim do dia, emitir uma única
Nota Fiscal pelo total das operações, para escrituração no livro Registro de Entradas.

77
Diferimento

Aplicação por conta da


pessoa do remetente

78
Exemplo de aplicação:

Artigo 260 - Salvo disposição em contrário, na saída


promovida por produtor situado em território paulista com
destino a comerciante, industrial, cooperativa ou qualquer
outro contribuinte, exceto produtor, o imposto será
arrecadado e pago pelo destinatário deste Estado, quando
devidamente indicado na documentação correspondente,
no período em que a mercadoria entrar no
estabelecimento, observado o disposto no artigo 116.

79
Diferimento

Aplicação por conta da


operação

80
Portaria CAT-22, de 8-3-2007

Concede regime especial à remessa de mercadoria para industrialização, em relação


ao imposto incidente sobre a parcela correspondente aos serviços prestados

Artigo 1º - Na saída de mercadoria com destino a outro estabelecimento ou a


trabalhador autônomo ou avulso que prestar serviço pessoal, num e noutro caso,
para industrialização, conforme previsto no artigo 402 do Regulamento do Imposto
sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de
Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, aprovado
pelo Decreto n° 45.490, de 30 de novembro de 2000, quando o estabelecimento
autor da encomenda e o industrializador se localizarem neste Estado, o lançamento
do ICMS incidente sobre a parcela relativa aos serviços prestados fica diferido para o
momento em que, após o retorno dos produtos industrializados ao estabelecimento
de origem, por este for promovida sua subsequente saída.

2 - industrialização de sucata de metais.


81
Parágrafo único - O disposto neste artigo não se aplica às hipóteses a seguir
indicadas, caso em que o estabelecimento que tiver procedido à industrialização
deverá calcular e recolher o imposto sobre o valor acrescido:

1 - encomenda feita por não-contribuinte do imposto, por estabelecimento rural de


produtor e por estabelecimento enquadrado como beneficiário do regime
simplificado atribuído à microempresa ou empresa de pequeno porte;

Artigo 2° - Constitui condição do diferimento previsto nesta portaria o retorno dos


produtos industrializados ao estabelecimento de origem, dentro do prazo de 180
(cento e oitenta) dias contados da data da saída da mercadoria do estabelecimento
autor da encomenda, prorrogável, a critério do fisco, por igual período, e admitida,
ainda, excepcionalmente, uma segunda prorrogação, por mais 180 (cento e oitenta)
dias.

Parágrafo único - Salvo prorrogação autorizada pelo fisco, decorrido o prazo de


que trata este artigo sem que ocorra o retorno da mercadoria ou dos produtos
industrializados, será exigido o imposto devido por ocasião da saída, sujeitando-se
o recolhimento espontâneo à atualização monetária e aos acréscimos legais.
82
Decisão Normativa CAT - 13, de 24-8-2009 - (DOE 25-08-2009)

ICMS - Empresa optante pelo Simples Nacional industrializa mercadorias sob encomenda de
contribuinte paulista - Aplicabilidade da suspensão prevista no artigo 402 do RICMS/2000 e do
diferimento previsto na Portaria CAT-22/2007.

1. Contribuinte do ICMS, optante pelo Simples Nacional, que efetua industrialização mediante
encomenda, recebendo todos os insumos do encomendante e não acrescentando nenhum outro
material no processo industrial, questiona como deve ser a tributação das operações relacionadas à
industrialização para terceiros.

2. Acerca da industrialização por conta de terceiro:

a) o “caput” do artigo 402 do Regulamento do ICMS (RICMS/2000) prevê que o lançamento do


imposto incidente na saída de mercadoria com destino a outro estabelecimento ou a trabalhador
autônomo ou avulso que prestar serviço pessoal, para industrialização, fica suspenso até o momento
em que, após o retorno dos produtos industrializados ao estabelecimento de origem, o autor da
encomenda promover a subseqüente saída desses mesmos produtos;

b) a Portaria CAT-22/2007, de 8 de março de 2007, a qual concede regime especial à remessa de


mercadoria para industrialização, em relação ao imposto incidente sobre a parcela correspondente aos
serviços prestados, prevê, em seu artigo 1º, que:
83
“Art. 1º - na saída de mercadoria com destino a outro estabelecimento ou a trabalhador autônomo ou avulso
que prestar serviço pessoal, num e noutro caso, para industrialização, conforme previsto no artigo 402 do
Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de
Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, aprovado pelo Decreto n° 45.490,
de 30 de novembro de 2000, quando o estabelecimento autor da encomenda e o industrializador se
localizarem neste Estado, o lançamento do ICMS incidente sobre a parcela relativa aos serviços prestados
fica diferido para o momento em que, após o retorno dos produtos industrializados ao estabelecimento de
origem, por este for promovida sua subsequente saída.”

3. Isso posto, cabe esclarecer que o presente entendimento pressupõe que o estabelecimento encomendante
da industrialização está enquadrado no Regime Periódico de Apuração - RPA e que estão sendo cumpridas
todas as condições exigidas para aplicação do disposto no artigo 402 do Regulamento do ICMS
(RICMS/2000) e na Portaria CAT-22/2007.

4. Dessa forma, considerando que não há vedação expressa na Lei Complementar nº 123/2006, que instituiu
o Simples Nacional, e nos demais atos que disciplinam esse regime tributário, entende-se que, na hipótese do
contribuinte referido no item 1, seria aplicável:

a) a suspensão do lançamento do imposto, prevista no artigo 402 do RICMS/2000, na remessa de


mercadorias para industrialização, bem como ao retorno dos produtos industrializados ao autor da
encomenda;

b) o diferimento do lançamento do imposto incidente sobre a parcela relativa aos serviços prestados pelo
industrializador quando do retorno ao encomendante da mercadoria industrializada, previsto no artigo 1º da
Portaria CAT-22/2007.
84
5. Cabe salientar que o referido diferimento é aplicável apenas aos serviços realizados pelo
industrializador, cabendo o recolhimento normal do imposto sobre as mercadorias empregadas
no processo de industrialização (por exemplo, energia elétrica ou qualquer outro insumo
utilizado, não fornecido pelo encomendante), com a aplicação da sistemática estabelecida pelo
Simples Nacional.

6. Ressalta-se, ainda, que, conforme previsto no parágrafo único do artigo 1º da Portaria CAT-
22/2007, as encomendas feitas por não-contribuinte do imposto, por estabelecimento rural de
produtor e por estabelecimento sujeito às normas do Simples Nacional, bem como a
industrialização de sucata de metais, não estão albergados pelo diferimento do imposto referido
na alínea “b” do item 4 desta resposta. Nessas hipóteses, o industrializador optante pelo Simples
Nacional deverá recolher o ICMS sobre todo o valor acrescido (material aplicado e mão-de-obra)
pela sistemática do Simples Nacional.

7. Por fim, eventuais dúvidas a respeito do recolhimento do imposto no âmbito do Simples


Nacional devem ser dirigidas à Secretaria da Receita Federal do Brasil, órgão competente para
dirimi-las, conforme Resolução CGSN nº 13/2007.

85
Diferimento – Simples Nacional

Art. 13. O Simples Nacional implica o recolhimento mensal, mediante


documento único de arrecadação, dos seguintes impostos e contribuições:
§ 1o ...
XIII – ICMS devido:
a) nas operações sujeitas ao regime de substituição tributária, tributação
concentrada em uma única etapa (monofásica) e sujeitas ao regime de
antecipação do recolhimento do imposto com encerramento de tributação,
envolvendo ...; venda de mercadorias pelo sistema porta a porta; nas
operações sujeitas ao regime de substituição tributária pelas operações
anteriores; e nas prestações de serviços sujeitas aos regimes de
substituição tributária e de antecipação de recolhimento do imposto com
encerramento de tributação;

RC 428/2011 – Aplica o diferimento do art. 392 RICMS/SP (sucata);

RC 80/2011 – Aplica o diferimento da Portaria CAT nº 13/2007 (palete).


86
Suspensão do ICMS

87
Suspensão do ICMS
• A suspensão é o instituto pelo qual a legislação permite que o contribuinte efetue o
pagamento do imposto devido em determinada operação, em momento posterior àquele
em que seria devido.

• O diferimento consiste no adiamento, na postergação, no deslocamento temporal do


momento de lançamento do crédito tributário. Esse adiamento provoca o deslocamento
da responsabilidade tributária, de contribuinte paulista para um sujeito passivo, também
paulista, indicado na legislação como responsável, em etapa posterior de circulação.

• Como se pode notar, todas as operações amparadas pelo diferimento envolvem


remetentes e destinatários paulistas. Isso significa que o diferimento ocorre sempre em
operações internas.

• Quanto à suspensão, conforme foi visto anteriormente, é o instituto pelo qual a legislação
permite que o contribuinte efetue o pagamento do imposto devido em determinada
operação, em momento posterior àquele em que seria devido, entretanto sem
deslocamento da responsabilidade tributária. Dessa forma, o mesmo contribuinte que
realizou a saída com suspensão irá recolher o imposto, em momento futuro.

88
Suspensão do ICMS
• imposto incidente no desembaraço aduaneiro de bens destinados à integração no
Ativo Imobilizado, sem similar produzidos no País, importados do exterior por
estabelecimento industrial paulista, fica suspenso para o momento em que ocorrer a
sua entrada no estabelecimento do importador.

• O estabelecimento industrial que os adquirir diretamente de seu fabricante


localizado neste Estado poderá apropriar-se, integralmente e de uma só vez, do
montante correspondente ao crédito do imposto relativo a essa aquisição.

• Ressalta-se que a referida suspensão restringe-se às operações que tenham como


destinatário o estabelecimento industrial dos setores a seguir relacionados, e desde
que observadas as condições estabelecidas no § 1º do art. 29 das Disposições
Transitórias (DDTT) do RICMS-SP/2000

89
Escrituração fiscal
A escrituração da operação suspensa será efetuada, conforme o caso, nos livros
Registro de Entradas e Registro de Saídas, na coluna "Outras", sob os títulos "ICMS -
Valores fiscais" e "Operações sem Débito (ou Crédito) do Imposto".
• (RICMS-SP/2000 , art. 214 , § 3º, item 7, "b", e art. 215 , § 3º, item 7, "b")

Penalidades
A legislação atribui ao contribuinte ou responsável penalidades por infrações
cometidas que vão do descumprimento da obrigação principal até as obrigações
acessórias. Essas informações constam nos arts. 527 a 530 do Regulamento do
ICMS.
• (RICMS-SP/2000 , arts. 527 a 530)

Artigo 186 - É vedado o destaque do valor do imposto quando a operação ou


prestação forem beneficiadas por isenção, não-incidência, suspensão, diferimento
ou, ainda, quando estiver atribuída a outra pessoa a responsabilidade pelo
pagamento do imposto, devendo essa circunstância ser mencionada no documento
fiscal, com indicação do dispositivo pertinente da legislação, ainda que por meio de
código cuja decodificação conste no próprio documento fiscal. 90