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Escrito por Ed Stevens Editado pelo Dr. James Trimm Tradução de Sha'ul Bentsion Adaptação de Eliseu Mariotti

1 - O Enigma da Babilônia

Conforme descrito em Gn. 3:15, Deus anunciou a Adão e Eva no jardim do Éden a "semente".

da mulher, o Salvador da humanidade que apareceria, e que destruiria "a Serpente". Depois do. Dilúvio, quando a raça humana estava centralizada na planície de Bavel Babel/Babilônia), Satanás lutou para desviar os homens do plano de redenção de Deus ao produzir um falso Messias. Ele encontrou uma ferramenta mais do que pronta para isto, uma mulher ambiciosa, Chamada Semíramis, a viúva de Nimrod, "o poderoso caçador perante ADONAI" (Gen. 10:9), o Qual havia morrido de forma violenta. Nimrod havia sido endeusado como o libertador da Ameaça das feras. Sua esposa, procurando perpetuar a adoração a ele, e Também procurando controlar os homens, iludiu o povo com a crença de que ela havia,

através

De uma concepção milagrosa, dado a luz a um filho, a quem ela chamou de Tammuz, o qual

ela

Alegava ser a reencarnação de Nimrod. Aqui estava então a falsificação de Satã para a "Semente" da mulher. Esta mulher com seu filho ilegítimo foi daí em diante adorada como Sendo "a mãe de (um) deus", a Madonna, isto é, a "rainha do céu". Começou aí a antiqüíssima

Religião do "enigma da Babilônia", a fonte de toda a idolatria que se alastrou pelo mundo. Todo Ídolo mencionado na Bíblia, e também na mitologia, tendo tido variações de nomes em Diferentes partes do mundo podem ter sua origem traçada até esta fonte.

2 – O Natal e a Adoração Pagã

Alexander Hislop, em seu trabalho monumental, AS DUAS BABILÔNIAS, mostrou claramente

Que a adoração papal nada mais é do que a adoração de Nimrod e de sua esposa,

mascaradas

Com uma roupagem de Cristianismo. A respeito da festa de Natal, Hislop escreve: "O Natal era

Originalmente uma festa pagã sem sombra de dúvida. A época do ano, as cerimônias com as

quais ele é celebrado, provam sua origem. No Egito, o filho de Isis (Isis é o título egípcio para a "(rainha do céu”) nasceu nesta exata época, por volta do chamado "solstício de inverno". O Próprio nome pelo qual o Natal é popularmente conhecido entre nós - Yule Day [Nota do Tradutor: este nome se refere à cultura inglesa] - prova sua origem outrora pagã e babilônica. "Yule" é o nome caldeu para "criança"; e como o dia 25 de Dezembro era chamado pelos

nossos

Ancestrais anglo-saxônicos de "Yule Day" ou "dia da criança", e a noite após esta era chamada De "Noite-mãe", muito antes do nosso contato com o Cristianismo, isto é prova suficiente da

sua

Natureza verdadeira. Este "aniversário" era comemorado nas entranhas das dimensões do Paganismo. Estas são ordenações deixadas pelos filhos da serpente. (AS DUAS BABILÔNIAS, Alexander Hislop; p. 93)

3 – Incorporando Costumes Pagãos

É facilmente demonstrado que o Senhor Jesus não no dia 25 de dezembro. E uma vez que

Jesus

Cristo, em sua Palavra, não autorizou a celebração do Natal, então o mesmo foi introduzido por Homens. Desde cedo no primeiro século, Paulo já condenava aqueles que estavam tentando Incorporar seus "dias, e meses e estações do ano" pagãos em sua nova fé (Gal. 4:8-11). Por Volta do ano 230, o "pai da igreja" cristã, Tertuliano, escreveu:

Por nós cristãos, a Saturnália, as festas de Janeiro, a Brumália, e a Matronália estão sendo Freqüentados, com presentes sendo dados e recebidos.

4 – A Origem do Termo ‘ Natal’

Uma vez que Tammuz era adorado como um deus-encarnado, isto também significava que ele era a escarnação do "senhor dos céus", o sol, e uma vez que o sol começava a ficar

notoriamente

Mais forte por volta do dia 25 de Dezembro, esta data começou a ser reconhecida não só como

o

Renascimento de Nimrod mas também do próprio sol. Na Roma antiga, este dia era conhecido

Como "Natalis Invicti Solis" - o Dia do Sol Invicto. Luzes eram acesas para brilhar até o dia 6 de Janeiro (Epifania). A festa da Saturnália, que durava cerca de uma semana, era realizada

durante

a

época do solstício de inverno, acompanhada de muita alegria, festanças e brincadeiras.

5

– O Papa e o Sincretismo Religioso

Para obter mais adeptos ao Catolicismo Romano, era a política do papa misturar os festivais

Pagãos com coisas da Cristandade. O papa Gregório escreveu o seguinte a Agostinho, o Primeiro missionário às Ilhas Britânicas (597 DC):

Não destrua os templos dos deuses ingleses; mude-os para igrejas cristãs. Não proíba

costumes

"inofensivos" que têm sido associados a outras religiões; consagre-os ao uso cristão. Assim Roma manteve uma forma pagã para o Natal, mas não conseguiu restringir seu espírito Pagão – que existe até os dias de hoje. Sir James Fraser, em "O Ramo Dourado", escreve:

Portanto parece que a Igreja Cristã escolheu celebrar o aniversário do seu fundador no dia 25

de

Dezembro para transferir a devoção dos pagãos do sol para aquele que era chamado de Sol

da

Justiça.

O festival da morte e ressurreição de um outro deus asiático, que caia na mesma estação. Já

Vimos a origem do nome Natal (de "Natalis Invicti Solis"). A origem do nome "Christmas", no Inglês apareceu cerca de 450 DC quando o papa Julius decretou que todos os católicos Deveriam celebrar o aniversário de cristo no mesmo dia em que os pagãos celebravam a

Saturnália. Foi designado como "Christe-masse", ou a "missa de Cristo".

6 – A Origem da Árvore de Natal

Poucos sabem que a chamada "árvore de Natal" tem suas origens na religião do "enigma da “Babilônia”, onde era usada para representar Tammuz (cujo nome quer dizer "broto"). É Ustamente a falsificação da Serpente para "O Ramo" (Hebraico: NETSER; ramo; ou broto) -- o Messias, que era profeticamente chamado de "A raiz saída do solo seco" (Is. 11:1; 53:2; Jer. 23:5; Zc 6:12 -- "Eis o homem cujo nome é O Ramo"). Moedas antigas já foram encontradas Mostrando um toco de árvore (representando a morte de Nimrod) e uma pequena árvore

Crescendo próxima (Tammuz). Os Egípcios usavam uma palmeira; os Romanos um pinheiro.

A "árvore de Natal" de israelitas idólatras é descrita em Jer. 10:1-4, onde a árvore moderna é

Representada vividamente. O visco e o azevinho eram proeminentes na adoração à árvore da

Cultura druida anglo-saxônica.

7 – O que um verdadeiro cristão deve fazer?

Um crente de coração sincero não pode contribuir para a perpetuação do Natal observando-o

de

Qualquer forma, mas deve se abster horrorizado de celebrações nascidas do paganismo e Reverenciadas por um mundo que recebeu o Messias sob a espada de Herodes, cheirando a Sangue dos bebês de Belém, e que por fim o crucificou em ódio mortal. A profecia de Apocalipse já é cumprida, quando as duas testemunha de Deus serão mortas, e então "os que

Habitam sobre a terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão; e mandarão presentes uns aos “Outros.”

"e não vos associeis às obras infrutíferas das trevas, ao invés disto, condenai-as;"

(Efésios 5:11)

O nascimento de Jesus, o Cristo é lembrado a cada ano. As Escrituras nos lembra: "Não

seguirás Uma multidão para fazeres o mal;" Êxodo 23:2

E o próprio Jesus disse:

"porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação" (Lucas 16:15) Lembremo-nos das palavras de Paulo, de que não devemos misturar o que é do mundo pagão

às

Coisas de Deus:

"Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a Justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há Entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o Templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus

Disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu Povo. (2 Coríntios 6:14-16)

E ainda da recomendação dele: " E não sede conformados com este mundo, mas sede

Transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja

a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2)