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Estrutura dos Ácidos Nucleicos

Disciplina: Genética e Embriologia


Profa Mayara Stefany da S. Mariano
mssmfeitosa@gmail.com
PLANEJAMENTO

➢25/02: Bases citológicas da herança e alterações


cromossômicas em larga escala
➢26/02: Padrões de herança: Mendelismo e Pós Mendelismo

➢27/02: Herança ligada ao sexo, Efeito materno e herança


extra-cromossômica
➢28/02: Entrega da Verificação da Aprendizagem 1 e
realização da Verificação da Aprendizagem 2
➢01/03: Base molecular da herança, Fechamento da
disciplina: revisão dos conteúdos trabalhados e entrega de
atividades
Estrutura do DNA
1962
Prêmio Nobel
de Medicina

 Composição do DNA
Timina = Adenina
Citosina = Guanina

 Molécula com forma


helicoidal

 1953 - Watson e Crick com o


modelo de dupla hélice do DNA
Estrutura do ácido nucleico

 Ácido nucleico é um
polímero;

 Qual é a diferença no
que diz respeito à pentose
entre um DNA e um RNA?
Estrutura do ácido
nucleico

 Bases Púricas;

 Bases Pirimídicas;

 Qual a diferença entre


DNA e RNA no que diz
respeito às bases
nitrogenadas?
Ligações químicas
na cadeia de DNA
 O DNA tem carga?
Modelo de dupla
hélice
Estrutura do DNA Dupla hélice
e
Complementaridade
Antiparalelismo ↑↓

Dupla hélice
Complementaridade dos
pares de bases que ligam
uma hélice à outra, no
interior da molécula
 Orientações das hélices nucleotídeo
em direções opostas
(antiparalelismo) em torno
do mesmo eixo
Ligações entre as
fitas de DNA
Tipos de DNA
 Interferência na interação do
DNA com as proteínas;
 O que os diferencia é a
espessura, o número de pares
de base por volta da hélice e a
exposição das bases
nitrogenadas ao meio externo;
 O tipo B é o mais comum
nas células.
 O tipo A é produzido em
baixa umidade.
Estrutura de Genes e Genomas
Eucarióticos
Estrutura básica de um gene
terminador

 Gene: segmento de promotor


DNA que inclui todas as
sequências nucleotídicas
necessárias e suficientes
para a síntese de pelo
menos um produto
correspondente, que
pode ser um mRNA ou
outros tipos de RNAs.
Estrutura de um gene eucariótico

 Regiões reguladoras mais


complexas;
 Presença de sequências
intervenientes;
 Genes maiores do que o de
procariotos;
Homologia entre genes
 Em genomas eucarióticos, ao longo da
evolução, foram constituídas algumas
famílias multigênicas através de
duplicação;

 Proteínas similares quanto a estrutura e função, mas


com certo grau de especialização funcional;
 Diversificação dos padrões de expressão espaciais e/ou
temporais;
 Agrupamento em uma mesma região cromossômica.
Tamanho
do genoma
 Paradoxo do valor C:
falta de correlação entre a
complexidade biológica dos
organismos e os tamanhos
dos respectivos genomas
Estrutura do genoma
 Cromossomo linear;
 Maioria dos organismos diplóide;
 Número de cromossomos: 1 – 630;
 Tamanho do cromossomo: 0,2 – 245 Mb;
 Em certos eucariotos, ocorrem plasmídeos nucleares:
circulares, replicação autônoma, cópias múltiplas;
 Cada cromossomo eucariótico está organizado em
múltiplos replicons em tandem
Replicação do DNA
Estrutura do DNA

 Bases nitrogenadas

Nucleotídeo

Pontes de
hidrogênio
Duplicação ou Replicação do DNA
1959
 1958 - Kornberg isola a DNA Prêmio Nobel
de Medicina
polimerase, enzima responsável pela
duplicação do DNA de Escherichia coli
 1959 – Kornberg junto com Ochoa
descreveram o processo bioquímico de
síntese do DNA
Arthur Kornberg
(1918 – 2007)

Severo Ochoa
(1905 – 1993)
Hipóteses sobre a Replicação do DNA
Duplicação ou Replicação do DNA

Cultivo em meio
15NH
4Cl

 1953 – Watson e
Crick propuseram que a
duplicação do DNA Cultivo em meio
deveria ser 14NH
4Cl

semiconservativa
 1958 - Matthew
Meselson e Franklin
Stahl demonstram que
a duplicação do DNA é
semiconservativa
Duplicação ou Replicação do DNA
A DNA polimerase apóia-se no segmento de DNA pareado à
fita molde e, adicionando nucleotídeos na direção 5’-3’,
estende a nova fita.
Duplicação ou Replicação do DNA

As diferentes DNA polimerases de procariotos

 DNA polimerase I – retira os primers da fita molde e


polimeriza o local onde estavam os primers com
nucleotídeos de DNA
• Participa também do processo de reparo do DNA
 DNA polimerase II – a sua função ainda não é muito
bem definida, porém consegue copiar fita molde de DNA
quando é requisitada.
 DNA polimerase III – age nas forquilhas de duplicação
polimerizando de 5’ para 3 ’ e revisão da duplicação de
3’ para 5’.
Duplicação ou Replicação do DNA

 Proteínas envolvidas na replicação do DNA

DnaB (helicase) Desenrola o DNA


Primase (DnaG) Sintetiza os primers de RNA
DNA Polimerase III Sintese da fita nova
DNA Polimerase I Retira os primers e preenche as lacunas
DNA Ligase Liga os fragmentos
DNA topoisomerase Reduz o superenrolamento do DNA
(girase)
Duplicação ou Replicação do DNA
RNA polimerase
especializada em
sintetizar um filamento
curto de RNA (iniciador
ou primer)
Duplicação ou Replicação do DNA
Replicação eucariotos x procariotos

Origem da Replicação

Procariotos Eucariotos
Transcrição do RNA
O fluxo da informação genética
 Como as células decodificam e usam a informação
contida em seus genomas?
Transcrição
 Processo molecular que converte a informação
genética de um segmento de DNA (gene) em uma fita
de RNA;
Transcrição x Replicação
1. Precursores são trifosfatos
de ribonucleosídeo;

2. A base nitrogenada uracila é


usada como precursora;
3. Apenas um filamento de DNA é
usado como molde;
4. Não há necessidade de um
iniciador;
5. Processos catalisados por
enzimas diferentes;
6. A fita de RNA não permanece ligada ao DNA molde  a
síntese de moléculas de RNA adicionais pode ser iniciada
antes que a primeira fita de RNA tenha sido finalizada;
Transcrição x Replicação
 Replicação: o cromossomo inteiro é copiado (fitas
idênticas às originais);

 Transcrição: apenas segmentos selecionados de uma


das fitas do DNA são utilizados como molde;

Resultando na transcrição apenas dos genes


necessários em um determinado momento celular:
economia de tempo e energia;

Para a síntese de uma proteína com ~300aa:


1.350 moléculas de ATP
1.650 átomos de C
540 átomos de N

Ou seja, o processo de transcrição deve ser regulado!


Transcrição
 Elementos necessários para síntese do RNA:

Molde de DNA;

Enzima RNA polimerase (RNA pol);

Cofator Mg⁺²;

Trifosfatos de nucleosídeo (ATP, CTP, UTP e GTP).


Etapas da transcrição

 Reconhecimento;

 Iniciação;

 Alongamento;

 Terminação.
Transcrição
 RNA pol: catalisa a formação de ligações fosfodiéster
que conectam os nucleotídeos entre si, formando uma
cadeia linear;
Transcrição
 Pelo processo de transcrição são sintetizados todos os
RNAs da célula:

RNA mensageiro (mRNA): único RNA capaz de ser


convertido em proteína durante a tradução;
RNA ribossomal (rRNA): catalisa a formação das ligações
peptídicas;
RNA transportador (tRNA): transporta os aminoácidos
livres do citosol para o ribossomo;
Pequeno RNA nuclear (snRNA): direciona o splicing;
microRNA (miRNA) e pequeno RNA de interferência
(siRNA): reguladores-chave na expressão de genes
eucarióticos;
Transcrição em eucariotos
 Apesar de semelhante, a transcrição em eucariotos é
bem mais complexa do que em procariotos:
1. Três classes de RNA pol nucleares sintetizam classes
diferentes de RNA;
2. Muitos mRNAs têm vida longa;
3. Tanto a extremidade 5’ quanto a 3’ do mRNA são
modificadas;
4. O mRNA maduro é 1/10 do tamanho do transcrito
primário  os íntrons são removidos e os éxons são
unidos;
5. Todos mRNAs de eucarioto são monocistrônicos;
6. A regulação é mais complexa com elementos
encontrados em vários locais no DNA;
Transcrição em eucariotos
Transcrição em eucariotos
 Os eucariotos possuem RNA pol diferentes:

RNA pol I: catalisa a síntese de todos rRNAs, exceto o 5S;

RNA pol II: catalisa a síntese de mRNAs e snRNAs;

RNA pol III: catalisa a síntese dos tRNAs, do rRNA 5S e de


snRNAs;

RNA pol mitocondrial: catalisa a síntese dos RNAs


mitocondriais;

RNA pol cloroplástica: catalisa a síntese do RNAs do


cloroplasto;
Transcrição em eucariotos
 As RNA pol de eucariotos diferem da de procariotos
por:
Precisarem lidar com o DNA empacotado em
nucleossomos;
Requererem diversas proteínas adicionais,
conhecidas com fatores gerais da transcrição.
Transcrição em eucariotos
 Fatores de transcrição para a RNA pol II: ajudam a
posicionar a RNA pol II corretamente sobre o
promotor, auxiliam na separação das duas fitas de
DNA e liberam a RNA pol do promotor no início do
alongamento;
 Um promotor eucariótico característico possui 2 ou 3
dos elementos:
-120 -100 -80 -30 +1 DNA

GC GC CAAT Box TATA Box


Início da transcrição

TATA: posicionamento da enzima para o início da transcrição;


CAAT: regula o nível de transcrito;
GC: auxilia a RNA pol II a se ligar perto do ponto de início da transcrição.
Transcrição em eucariotos
Transcrição em eucariotos

 Ativadores transcricionais: ligam-se a sequências específicas do


DNA e ajudam a atrair a RNA pol II para o ponto de início da
transcrição;

 Mediador: permite a comunicação entre as proteínas ativadoras e


a RNA pol II;

 Enzimas modificadoras da cromatina: possibilita maior acesso ao


DNA;
Processamento do mRNA

 Modificação da
extremidades 5´: uma
estrutura chamada quepe
é adicionada;

 Splicing: processo em que


os íntrons são removidos e
os éxons são unidos;

 Clivagem da extremidades
3´e adição de 80 a 250
resíduos de adenilato.
Capeamento do mRNA

 Ajuda a célula distinguir


os mRNAs;

 Promove a ligação do
mRNA ao ribossomo;

 Protege o mRNA de
nucleases.
Splicing do RNA
 Remoção dos íntrons do RNA recém-sintetizado;
Splicing do RNA
Vantagens do splicing do RNA

 Facilita a recombinação genética  combinação de éxons de


diferentes genes  facilita a evolução de genes para novas
proteínas;

 Flexibilidade no processo de splicing do RNA  um mesmo gene


produza um grupo de diferentes proteínas  incremento do
genoma eucariótico;

 Os padrões de splicing são regulados pela célula de tal forma que


diferentes proteínas são produzidas em diferentes momentos e em
diferentes tecidos;
Splicing alternativo do RNA
Processamento da extremidade 3’ do
mRNA

 1º) O RNA é clivado;

 2º) Adição de aproximadamente 200


nucleotídeos A à extemidade 3’ do
mRNA;

 Ajuda a direcionar a síntese de uma


proteína no ribossomo;

 Protege o mRNA de nucleases;


mRNAs eucarióticos maduros

 Aquisição dos complexos de ligação ao quepe, dos complexos de


junção do éxon e das proteínas de ligação a poli-A marca a
finalização respectiva do capeamento, do splicing e da adição da
poli-A;

 Os mRNAs adequadamente processados são guiados através dos


canais aquosos dos complexos do poro nuclear da membrana
nuclear.
mRNAs eucarióticos maduros

Polipeptídeo
Síntese de Proteínas
O fluxo da informação genética
 Como as células decodificam e usam a informação
contida em seus genomas?
Tradução
Conversão da
informação contida
no RNA mensageiro
em aminoácidos que
são unidos para
formação das
proteínas
Tipos de RNAs
 Com o término da TRANSCRIÇÃO, temos a formação de
alguns tipos de RNA

RNA mensageiro
RNA
transportador

RNA ribossômico
RNA mensageiro
 RNA mensageiro (mRNA) – contém a mensagem do
gene e é traduzido no citoplasma de forma linear
RNA ribossomal (rRNA)
é onde se liga o tRNA que
está ligado à cadeia
polipeptídica (peptidil-tRNA)

Sítio de entrada
dos aminoacil-
tRNA
RNA transportador (tRNA)
 RNA transportador (tRNA) – é um conector entre a linguagem
do DNA e a linguagem da proteína
 Existe pelo menos um para cada aminoácido
Código Genético
 1964 - M. Nirenberg, R. Holley e G. Khorana - três
bases constituem um códon, que corresponde a um
aminoácido da proteína
Código Genético
Os nucleotídeos seriam as letras do código genético, formando
palavras sempre com 3 letras;
 Cada palavra colocará em ordem um aminoácido e vários
aminoácidos formando uma proteína ou um polipeptídeo
Propriedades do código genético
 A unidade do código
genético é
constituída de três
letras
Tem ponto inicial
Não é superposto
Não tem vírgulas
É redundante
É universal
Tem ponto final
Reconhecimento dos códons
Mecanismos da síntese protéica
1. O mRNA É TRADUZIDO NO SENTIDO 5’ 3’;

2. A SÍNTESE DA CADEIA POLIPEPTÍDICA É NO SENTIDO


AMINO (NH3+) CARBOXI (COO-);

3. EXISTEM 3 PASSOS NO “CICLO RIBOSSÔMICO”:


a) Iniciação: LIGAÇÃO DO AUG INICIADOR DO tRNA;
b) Alongamento: LIGAÇÃO DOS aa E FORMAÇÃO DE
CADEIA PEPTÍDICA;
c) Terminação
Etapas da síntese de proteínas
Etapas da síntese
de proteínas
Iniciação da síntese de proteína
em bactérias
Etapas da síntese de proteínas

códon P A
Etapas da síntese de proteínas

códons
Transcrição de um segmento
de DNA de E. coli gerando
moléculas de mRNA que são
imediatamente traduzido pelos
múltiplos ribossomos.
Síntese e processamento de proteínas

Transcrição
Processamento
Transcrito pós-traducional
primário
Processamento
pós-transcricional

mRNA maduro
Modificações
covalentes nos
Tradução Dobramento aminoácidos

Proteína
(inativa)
Proteína ativa
1

Visão geral dos 3 processos básicos da genética molecular em


uma célula eucariótica: (1) Replicação, (2) Transcrição, (3)
Tradução do mRNA.
Mutações Gênicas
Mutação gênica
 É definida como qualquer alteração permanente do DNA.
 Mutações podem ser: espontâneas (sem causa conhecida)
ou induzidas (exposição a agentes);
 As mutações induzidas ocorrem por ação de: substâncias
químicas, radiações ionizantes, luz ultravioleta e elementos
genéticos de transposição (transposons);
 Fatores importantes para a compreensão das mutações
espontâneas: (1) precisão na replicação do DNA, (2)
mecanismos de reparo do DNA danificado e (3) grau de
exposição a agentes mutagênicos no ambiente.
 Mutações podem ser somáticas ou germinativas;
Tipos de mutação gênica
1. Substituição de nucleotídeos: A substituição de um único
nucleotídeo numa sequência de DNA pode alterar o código
de uma trinca de bases e levar à substituição de uma
trinca de bases por outra. Podem ser de dois tipos:

- Transição: Mutação causada pela


substituição de uma purina por outra
purina ou uma pirimidina por outra
pirimidina;
- Transversão: Mutação causada pela
substituição de uma purina por outra
pirimidina ou uma pirimidina por
outra purina;
Substituição
Tipos de mutação gênica
2. Deleções: Causadas pela
deleção de um ou mais
pares de bases.
Tipos de mutação gênica

3. Inserções: Causadas
pela inserção de um
ou mais pares de
bases:
Tipos de mutação gênica

4. Duplicação:
Introdução de
cópia (s) extra (s)
de um ou mais
nucleotídeos
Tipos de mutação gênica

5. Inversão: Inversão
de um conjunto de
nucleotídeos
Consequências das mutações
nucleotídicas
 Mutação silenciosa (substituições sinônimas): possível
devido ao código genético ser redundante;
 A substituição NÃO resulta em mudança do aminoácido:
Consequências das mutações
nucleotídicas
 Mutação não sinônima de sentido trocado (missense): a
substituição resulta em mudança do aminoácido.
Consequências das mutações
nucleotídicas
 Mutação não sinônima neutra: a substituição resulta em
mudança de aminoácido por outro de propriedades
similares (função protéica não alterada).
Consequências das mutações
nucleotídicas
 Mutação sem sentido (nonsense): a substituição resulta em
criação de um códon de parada (proteína menor).
Consequências das mutações
nucleotídicas

 Mudança de quadro de
leitura (frameshift):
deleções, inserções ou
duplicações (não
divisíveis por 3) levam
à tradução do
aminoácido incorreto,
criação ou perda de
códon de parada
(proteínas maiores ou
menores):
Mutações induzidas por radiações
 Parte do espectro eletromagnético com comprimentos de
onda mais curtos e com maior energia que a luz visível:
subdividida em radiação não ionizante (UV) e radiação
ionizante (raios X, gama, cósmicos).
Mutações induzidas por radiações
Mutações induzidas por radiações
 Radiação não-ionizante:
pouca energia e
penetração superficial
em tecidos. Entretanto
é prontamente
absorvida por muitas
moléculas orgânicas.
Dois produtos principais
de absorção de UV
pelas pirimidinas são os
hidratos e os dímeros.
Mutações induzidas por radiações
 Radiação ionizante: alta energia e grande penetração em
tecidos. Ao colidirem com átomos liberam elétrons, deixando
radicais livres ou íons positivamente carregados.
Mecanismos de reparo do DNA

 O DNA é a única macromolécula biológica que é reparada.


Todas as outras são substituídas.
 Mais de 100 genes estão envolvidos em mecanismos de
reparo, mesmo em organismos com pequenos genomas.
 Principal função: manter as mutações, tanto somáticas
quanto germinativas, em um nível tolerável.
 Três tipos básicos de mecanismos de reparo: (1) reversão do
dano, (2) remoção do dano, (3) tolerância ao dano.
 Mecanismos de reparo inadequados podem levar ao câncer e
ao envelhecimento precoce.
Técnicas de Análises de Ácidos
Nucleicos
Hibridização de DNA (ou RNA) detecta se a solução contem
seqüências complementares as fitas imobilizadas no filtro
Southern blotting.
Southern Blot: DNA x DNA

Hibridização da
membrana com
sonda radioativa

Eletroforese do
DNA em gel de
agarose

Exposição a
filme de
Raios-X

Transferência para
membrana
Transferência de ácidos nucléicos do gel para membrana
de náilon (Blot)

Peso de 0,3-0,5 Kg

Membrana Papel toalha

Gel Papel Filtro

Ponte de papel

Reservatório com tampão de transferência


Southern blotting/
Northern blotting.