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ssional n.

, vem, perante Vossa Excelência, com todo o

acatamento e respeito, com fundamento nos arts. 318 e seguintes

do Código de Processo Civil, propor a presente

Ação de Indenização

Diante de Pedro de Tal, estado civil, profissão, portador do RG n.

e do CPF n., endereço eletrônico, com domicílio e residência na

Rua n., Cidade, Estado, pelos motivos de fato e de direito a seguir

deduzidos.

Fatos

No dia __/__/__, o Autor estacionou seu veículo, marca __,

placas __, em local permitido, próximo à esquina, em frente ao

número tal da Rua Tal, tudo conforme documentação anexa e

descrição no Termo Circunstanciado da Polícia Militar.

Aproximadamente às __ horas, o Autor foi avisado em sua

residência de que o Réu, dirigindo outro veículo, havia colidido com

o seu. Chegando ao local, acionou a Polícia Militar, que constatou,

por meio de oitiva das testemunhas presentes (arroladas no Termo

Circunstanciado), que o Réu, em alta velocidade, não conseguiu

fazer a conversão para a esquerda e veio a colidir seu veículo com

o do Autor.

Segundo o relato das testemunhas, o Réu fazia a conversão para

a esquerda, mas, por ter avançado o sinal vermelho em alta

velocidade e por ter cruzado com outro veículo, que seguia

prudentemente (cujos dados são ignorados), desviou a direção

abruptamente e colidiu a dianteira esquerda de seu veículo com

toda a lateral direita do veículo do Autor (fotos anexas).

O Autor acionou um serviço de guincho, que rebocou seu veículo

até uma oficina especializada, ao custo de R$ 200,00 (duzentos

reais). Obteve três orçamentos diferentes, todos anexados, sendo

certo que o de menor valor indicou, entre serviços e peças

necessários, o custo de R$ 18.000,00 (dezoito mil reais), sendo


executado conforme a Nota Fiscal anexa.

Assim, os danos materiais emergentes evidenciados no acidente

e causados exclusivamente pela conduta culposa do Réu totalizam

R$ 18.200,00 (dezoito mil e duzentos reais).

Fundamento Jurídico

Diante dos fatos narrados, verifica-se que os prejuízos

suportados pelo patrimônio do Autor foram causados diretamente

pela atitude culposa do Réu, que, neste caso, constitui ilícito civil.

Sendo assim, como ninguém está autorizado a lesar o patrimônio

de outrem, é justo e necessário que o Réu seja compelido a

indenizar os valores dos danos materiais emergentes do Autor,

reparando os prejuízos e permitindo que a situação patrimonial

deste retorne ao status quo ante.

Considerando que o Réu, instado a cumprir com seu dever de

reparar os danos causados, permaneceu inerte, não há outra

maneira de o Autor ser ressarcido senão por meio da tutela

jurisdicional, com a total procedência da present