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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA

SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DE TECNOLOGIA


DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS

JOÃO PEDRO CORRÊA GIROTO

FERRAMENTAS DE CORTE

PONTA GROSSA
2018
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DE TECNOLOGIA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS

JOÃO PEDRO CORRÊA GIROTO

FERRAMENTAS DE CORTE
Trabalho apresentado para avaliação
na disciplina de Tecnologia Mecânica,
do curso de Engenharia de Materiais,
Turma B, da Universidade Estadual
de Ponta Grossa, ministrada pelo
professor André Luís Moreira de
Carvalho.

PONTA GROSSA
2018
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 4
2. PROCESSOS MECÂNICOS DE USINAGEM ............................................................... 5
2.1 TORNEAMENTO ........................................................................................................ 5
2.2 APLAINAMENTO........................................................................................................ 6
2.3 FRESAMENTO ........................................................................................................... 8
2.4 FURAÇÃO ................................................................................................................... 9
2.5 ALARGAMENTO ...................................................................................................... 11
2.6 BROCHAMENTO ..................................................................................................... 11
2.7 MANDRILAMENTO .................................................................................................. 12
3. RETIFICAÇÃO.................................................................................................................. 13
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................................... 14
REFERÊNCIAS ........................................................................................................................ 15
LISTA DE FIGURAS

Figura 1 – Torno mecânico ....................................................................................................... 6


Figura 2 – Plaina limadora ........................................................................................................ 7
Figura 3 – Plaina de mesa ........................................................................................................ 7
Figura 4 – (a) fresado usual e (b) fresado paralelo ............................................................... 9
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1. INTRODUÇÃO
De acordo com a norma 8580 (DIN, 2003), entende-se por usinagem o
conjunto de operações de um processo de fabricação mecânica que confere à
peça forma, dimensões e/ou acabamento através da remoção de material sob a
forma de cavaco, sendo esse a porção de material da peça retirada pela
ferramenta de corte. Assim, a propriedade de um material de se deixar ser
trabalhado com ferramentas de corte denomina-se usinabilidade.
É possível dividir os processos de usinagem através das ferramentas
pelos quais as peças são usinadas, sendo elas as ferramentas com geometria
de corte definida e com geometria de corte indefinida. As ferramentas com
geometria de corte definida são adequadas para elevadas taxas de remoção de
material onde é possível medir a geometria do corte, ao passo que as
ferramentas de corte com geometria indefinida não permitem medir a geometria
do corte, utilizadas normalmente para a retificação da peça.
A usinagem pode ser feito através trabalhos manuais ou por meio de
trabalhos mecânicos, que utilizam ferramentas apropriadas para a execução de
cada etapa do processo de fabricação de uma peça.
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2. PROCESSOS MECÂNICOS DE USINAGEM


2.1 TORNEAMENTO
O torneamento é o processo de usinagem pelo qual um sólido de formato
cilíndrico executa o movimento de corte rotativo ao redor do eixo da máquina
operatriz enquanto essa executa o torno através de movimentos translativos de
avanço.
A peça a ser usinada é acoplada na placa de torno da máquina operatriz
e, em seguida, é executado o movimento de rotação da mesma, desenvolvendo
o movimento de corte. A ferramenta de corte se desloca então no sentido do
movimento de avanço, podendo esse ser em sentido longitudinal ou transversal
à peça. Através desses dois movimentos combinados da peça e da ferramenta
de corte, é possível obter superfícies planas, cilíndricas e cônicas com diâmetros
sucessivamente menores.
O tipo mais usual de ferramenta de corte em tornos é o ‘bit’ geralmente
fabricado em aço temperado e passível de possuir vários formatos e tipos de
gumes de acordo com a aplicação desejada. O aço utilizado para sua fabricação
deve ser duro o bastante para poder desbastar a maioria das ligas metálicas
usuais. O bit deve ser acoplado a um cabo de ferramenta para depois ser preso
no carro do torno, e sempre deve estar bem apoiado e ajustado à devida altura,
além de amolado e afiado.
Para cada trabalho, há um bit específico. As ferramentas para
torneamento possuem a ponta triangular à direita ou à esquerda, ou
arredondada, dependendo da direção de trabalho. São usadas principalmente
para acabamentos e trabalham paralelamente à peça. As ferramentas de facear
possuem ponta geralmente triangular bem afilada para tornar plano o extremo
ou topo da peça, trabalham perpendicularmente à mesma. O bit para abrir rosca
possui ponta com o formato do filete desejado e trabalha paralelamente à peça
com movimento especial do fuso para rosqueamento. Para sangrar, cortar ou
produzir rebaixos é utilizada uma ferramenta chamada bedâme, que possui
ponta retangular com cantos vivos e fiados.
Além dos bits, podem-se acoplar aos tornos ferramentas para furar
(brocas), alargar (brochadeiras), polir (lixas e esmeril), recartilhar, entre outras;
estas podem ser colocadas no carro porta ferramenta ou no cabeçote móvel do
torno.
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Na Figura 1 está representado um torno mecânico, indicando suas partes


principais.
Figura 1 – Torno mecânico

O torno pode ser usado para fabricar eixos, polias, pinos, roscas internas
e externas, entre outros; pode também facear, abrir rasgos, entalhes, superfícies
cônicas e esféricas, furar, alargar, recartilhar e até mesmo polir. Para cada uma
destas operações existem ferramentas de corte específicas e com
características próprias

2.2 APLAINAMENTO
O aplainamento consiste no processo mecânico de usinagem através da
qual é possível obter peças planas, paralelas, perpendiculares e inclinadas por
meio de um movimento retilíneo alternado da peça ou da ferramenta.
Nas operações de aplainamento, o corte é unidirecional e em um único
sentido. A máquina operatriz que executa o aplainamento é denominada de
plaina, e essa pode executar um movimento de corte, enquanto que a peça
executa um movimento de avanço na plaina, ou vice-versa.
Conforme o movimento principal da operação de usinagem, seja da peça
ou da ferramenta, as máquinas correspondentes são distinguidas em dois tipos
principais: plainas limadoras e plainas de mesa.
Compõe-se essencialmente de uma base, uma coluna, um êmbolo
horizontal, que é dotado de movimento vaivém e cuja velocidade pode ser
variada, um cabeçote que pode ser ajustado mediante movimento vertical, ao
qual se fixa o porta-ferramenta e a mesa, onde a peça sob usinagem é fixada,
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com movimentos de avanço e ajuste. Mediante o movimento alternativo de


vaivém da ferramenta sobre a superfície plana da peça sob usinagem, procede-
se à retirada de material pela formação de cavaco. A Figura 2 demonstra uma
plaina limadora.
Figura 2 – Plaina limadora

As operações usuais realizadas pelas limadoras são: faceamento de topo,


faceamento lateral, abertura de ranhuras, abertura de degraus, abertura de
encaixes reentrantes ou sobressalentes, dentre outras.
Embora executem os mesmos serviços que as plainas limadoras, nas
plainas de mesa, contudo, a peça possui movimento principal, alternativo de ida
e volta. A ferramenta é dotada apenas do movimento de avanço. São de
dimensões muito maiores que as plainas limadoras, permitindo a usinagem por
aplainamento de peças de grandes dimensões. Uma plaina de mesa está
representada na Figura 3.
Figura 3 – Plaina de mesa
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As plainas de mesa podem usinar qualquer superfície plana ou angular,


incluindo ranhuras, de peças tais como colunas e bases de máquinas, blocos de
motores diesel marítimos, de grandes dimensões, pesando desde poucas
centenas de quilos até diversas toneladas

2.3 FRESAMENTO
O fresamento pode ser definido como o corte de materiais com uma
ferramenta rotativa de múltiplas arestas. É uma das técnicas de usinagem mais
versáteis devido a possibilidade de execução de movimentos predefinidos sobre
uma peça em sentidos de direção diversos. É usado para obter superfícies com
formatos planos e paralelos ao eixo de rotação da ferramenta, planos e
perpendiculares ao eixo de rotação da ferramenta ou ainda uma combinação dos
dois tipos.
A máquina operatriz empregada para a realização da fresagem é
denominada de fresa, onde essa realiza o movimento de corte, e o movimento
de avanço pode ser realizado tanto pela peça quando pela ferramenta.
Basicamente, há três tipos de fresadoras: fresadoras horizontais, fresadoras
verticais e fresadoras universais.
As fresadoras horizontais constam de uma base, que suporta os outros
componentes: a coluna, que contém a árvore e seu mecanismo motor e o eixo
porta-ferramenta, o suporte, que se move verticalmente, o carro fixado no
suporte, que se move horizontalmente, a 90º em relação ao movimento do carro.
Tem-se assim a possibilidade de dotar a peça sob usinagem de três movimentos:
movimento vertical, devido ao suporte, e dois movimentos horizontais,
perpendiculares entre si, devidos ao carro e à mesa.
A fresadoras verticais são empregadas quando se torna necessário, em
certos tipos de serviço, girar a fresa segundo um eixo vertical. Compreendem
uma base, na qual está ligado o suporte que se movimenta verticalmente; sobre
o suporte situa-se o carro, dotado de movimento horizontal e sobre o carro a
mesa, sobre a qual as peças sob usinagem ficam fixadas. Fazendo parte
integrante da base, situa-se um montante, na parte superior do qual está
localizado o cabeçote, que contém os órgãos de transmissão que acionam o
porta-ferramenta, segundo um eixo vertical.
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As fresadoras universais são máquinas que permitem indistintamente a


disposição da ferramenta segundo um dos dois eixos, horizontal e vertical, ou
segundo um eixo inclinado ou oblíquo qualquer. Essa fresadora satisfaz,
portanto, a todas as condições de fresamento, podendo executar formas e perfis
variados. Contudo, não são máquinas para produção em série. Um dos
característicos importantes dessas fresadoras consiste na possibilidade de
aplicar-se sobre a mesa um dispositivo chamado divisor universal, que permite
realizar um determinado número de operações de fresamento equiangulares ao
redor de uma circunferência, e executar ranhuras helicoidais ao longo de uma
superfície cilíndrica.
Através do corte, as fresas podem ser classificadas como fresado usual,
que faz o corte para fora ou para cima, com o movimento de avanço contra o
corte da fresa, e é caracterizada por ser adaptável para qualquer tipo de máquina
fresadora. Há ainda o fresado paralelo, com o corte para dentro ou para baixo
da peça, o movimento de avanço se dá na direção com o corte da fresa, porém
essa forma é possível apenas em máquinas especialmente desenhadas ou
extremamente potentes. A Figura 4 representa um fresado usual e um fresado
paralelo.

Figura 4 – (a) fresado usual e (b) fresado paralelo

2.4 FURAÇÃO
É o processo de usinagem destinado a obtenção de peças com furos.
Diferentes máquinas operatrizes são utilizadas para o processo, utilizando do
auxílio da broca, que é uma ferramenta multicortante.
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A obtenção de furos é feita a partir de movimentos rotativos desenvolvidos


ou pela peça ou pela ferramenta, e o movimento de avanço é executado
paralelamente ao eixo da broca.
Algumas classificações de tipos de brocas mais comuns são:
 Brocas chatas: Estas brocas têm dois gumes principais, formando
geralmente um ângulo de ponta de 120º, e apresentam uma ponta de
centrar colocada entre duas superfícies cortantes. Permitem a execução
de furos em viés de grande calibre (até 35 mm) em materiais frágeis, como
ferro fundido, bronze e latão, transversalmente ou no sentido do fio. Este
tipo de operação efetua-se a velocidade elevada, entre 1500 e 3000 RPM.
 Brocas helicoidais – é o tipo de broca mais utilizado na execução de furos.
Os conceitos básicos e a nomenclatura das diversas partes das brocas
helicoidais são definidos pela norma ABNT-TB-111 (DIN-412). Possuem
canais helicoidais usados para a remoção dos cavacos. Esse tipo de
broca é utilizado para furar madeira, concreto e metais. A variável da
broca para cada tipo de material são os gumes encontrados na ponta de
cada broca, e podem receber um reforço na ponta de metal duro, para
que a perfuração não desgaste tanto a broca. Brocas helicoidais tendem
a ter vários inconvenientes, como por exemplo a carga na ponta produz
furos desviados, brocas helicoidais compridas tendem a se desenrolar
sob ação de torques elevados, e se o diâmetro for pequeno, dificilmente
o fluido de corte chega até os gumes da broca. Por estes motivos, nesses
furos profundos utilizam-se as brocas canhão.
 Brocas-canhão: utilizadas em furos profundos, a principal característica
dessa broca é que a furação sempre ocorre com a peça a ser furada
girando e a broca parada. Podem ser reforçadas com pastilhas de metais
duros para que ocorra a diminuição de desgaste no ato do furo.
 Brocas ocas para trepanação: são utilizadas a partir de diâmetros de
60mm, possuem um espaço vazio no núcleo da broca, fazendo com que
a energia necessária para que ocorra o furo diminua, por isso são
utilizadas em furos de grande diâmetro. Nestas brocas reduz-se o
trabalho de produção de cavacos, além disso, o núcleo formado pode ser
reaproveitado. As brocas serra-copo se enquadram nesse tipo de brocas.
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2.5 ALARGAMENTO
A fim de se obter furos com maiores diâmetros, o processo de
alargamento é utilizado. Esse processo mecânico consiste na retirada de 10%
até 20% de seu diâmetro original, e utiliza brocas denominadas alargadores que,
diferente do processo de furação, que se obtém furos com qualidade H12 com
base na norma NBR 6158, os furos realizados por alargadores consistem em
furos com qualidade H17.
A maior qualidade dos furos se deve ao tipo de broca utilizada. Enquanto
a furação utiliza de brocas normais, no alargamento são utilizadas brocas que
contém mais de seis facas. A ferramenta ou a peça cujo diâmetro do furo deverá
ser aumentado, desenvolve o movimento de corte em sentido rotativo e realiza
o movimento de avanço em sentido paralelo ao eixo de rotação.
Os alargadores podem ser classificados como:
 Alargadores Helicoidais de Desbaste: são usados para aumentar o
diâmetro de furos em bruto, como os obtidos por fundição ou forjamento.
Os alargadores de desbaste helicoidais possuem três ou mais canais,
com os respectivos gumes e guias. Distinguem-se das brocas helicoidais
pelo fato de não terem gume transversal.
 Alargadores de acabamento: são ferramentas destinadas ao acabamento
de furos com grande precisão de medidas e acabamento superficial
 Escariadores: são usados para remover rebarbas e produzir um pequeno
chanfro nas entradas e saídas de furos.
 Alargadores ajustáveis: são constituídos de laminas de aço rápido
montadas em ranhuras de profundidade variável, permitindo variar o
diâmetro a ser alargado dentro de uma faixa de valores.
 Alargadores cônicos: são usados para tornar cônicos furos para pinos ou
cones Morse. Os tipos de desbaste têm rasgos para quebra-cavaco.

2.6 BROCHAMENTO
Remover material da superfície de uma peça, de forma progressiva, pela
ação ordenada dos fios de corte, dispostos em série, de ferramentas
multicortantes é processo mecânico de usinagem denominado brochamento ou
brochagem.
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Nesta operação, a ferramenta multicortante executa movimento de


translação, enquanto que a peça permanece estática. A superfície usinada
resultante em geral é curva. O grau de acabamento do brochamento é superior,
sendo um processo caro devido ao custo da ferramenta. O brochamento pode
ser interno ou externo.

2.7 MANDRILAMENTO
Processo mecânico de usinagem com o objetivo de obter superfícies de
revolução com o auxílio de uma ou várias ferramentas de barra. O termo
mandrilamento vem de mandril, que é o dispositivo que suporta a ferramenta.
Para a execução desse processo de usinagem, a ferramenta de corte é
fixada à barra de mandrilar, gira e a peça ou a ferramenta se deslocam
simultaneamente segundo uma trajetória determinada, executando o movimento
de corte.
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3. RETIFICAÇÃO
A retificação é um processo de usinagem, em geral, de acabamento, e
muito usada na indústria metal mecânica, utilizando de ferramentas de corte com
geometria indefinida.
O processo de retificação é executado por ferramentas chamadas de
esmeratrizes, que são pedras fabricadas com materiais abrasivos cujos formatos
podem ser cilíndricos, ovalizados, esféricos, dentre outros. Em geral, as pedras
são presas a eixos e giram em altíssima rotação. Desta forma, o componente a
ser retificado é montado num suporte, numa mesa coordenada ou num eixo, e
recebe o atrito da esmeratriz, que vai retirando o material em quantidades muito
pequenas, até chegar ao ponto ou dimensão determinada pelo projeto.
Os virabrequins de motor a explosão, por exemplo, depois de
confeccionados, têm suas medidas de acabamento terminadas numa
retificadora. Outro exemplo seriam os corpos como barramentos e prismas de
precisão das próprias máquinas operatrizes que são acabados em suas medidas
finais por retíficas planas e cilíndricas.
Muitas das peças usinadas têm a retificação como a última operação de
uma ou várias de suas superfícies. Por isso, o processo de retificação requer
bastante atenção, pois se a peça for danificada nessa operação, todo o custo
acumulado nas operações anteriores não poderá ser recuperado.
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4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A usinagem surgiu com a necessidade de produzir peças com
conformações distintas e específicas e atualmente há uma infinidade de
processos, variando dos mais simples aos mais complexos, utilizando as mais
diversas ferramentas.
A necessidade de conhecer e entender os processos de usinagem é de
extrema importância, uma vez que a maior parte de todos os produtos
industrializados em alguma de suas etapas de produção sofre algum processo
de usinagem.
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REFERÊNCIAS

FREIRE, José de Mendonça. TECNOLOGIA MECÂNICA – Volume 1


(Instrumento de Trabalho na Bancada); Livros Técnicos e Científicos Editora
S.A.; Rio de Janeiro – RJ – 1976;
FREIRE, José de Mendonça. TECNOLOGIA MECÂNICA – Volume 2 (Máquinas
de Serrar e Furar); Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.; Rio de Janeiro –
RJ – 1976;
CASILLAS, A. L. Ferramentas de corte. 3. ed. São Paulo: Editora Mestre Jou,
1973.
STEMMER, Caspar Erich. Ferramentas de corte I. 3. ed. Florianópolis: Editora
da UFSC, 1993.
FERRARESI, Dino – Fundamentos da Usinagem dos Metais. Editora Edgard
Blücher Ltda.

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