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CONSIDERAÇÕES GERAIS

É sabido que os veículos equipados com Sistemas de Injeção


Eletrônica, são passíveis de defeitos que muitas vezes tornam-se
crônicos, e de difícil reparo pôr parte do profissional da área de
reparação automotiva, mas segue aqui algumas dicas antes mesmo
que você busque pôr algum macete nas informações que estão a
seguir.

Não tome o defeito apresentado no veículos, como se fosse


algo ligado a Sensor ou Atuador, simplesmente proceda os passos de
trabalho que deveremos efetuar em uma revisão do Sistema de
Injeção Eletrônica, ou seja; * é necessário desmontar os
componentes diretamente ou indiretamente ligados ao sistema
de injeção eletrônica *.

1
DICAS PARA REVISÃO DO SISTEMA
DE INJEÇÃO ELETRÔNICA
Se nos colocarmos a busca da falha apresentada, poderemos
encontra-la, é certo, mas é sabido que muitas vezes ao utilizarmos
os equipamentos para Rastear o Sistema de Injeção Eletrônica,
temos desagradáveis surpresas, ou não encontramos nada de errado
ou o que nos foi acusado, não é a solução para o problema que o
veículo apresenta. O código de falha ou a peça que foi informada
que esta falhando não é diretamente a causadora do problema. Ai
inicia os problemas, busca-se estabilizar o conjunto propulsor
mecânico, apertando um parafuso aqui soltando outro ali, invertendo
algo aqui ou ali, substituindo peças do sistema pôr de outro sistema,
até que o motor supostamente se estabiliza, ou se a solução não foi
encontrada, parte-se para soluções simplesmente alucinadas. Vários
veículos estão circulando nas vias brasileiras, com a lâmpada espia
do painel que está ligada ao sistema de Injeção Eletrônica,
diretamente ligada a linha do Alternador do veículo. Simples , pois
no momento em que colocarmos a chave na ignição e ligar sem dar
partida, lá estará a luz espia ligada (alguns veículos não possuem
lâmpada espia – VW e FORD, no momento da partida a luz apaga.
Pronto todos os problemas resolvidos, a luz da Injeção não acende,
então o veículo não tem problema, mas o motor pula tanto dentro do
cofre do motor, que parece querer saltar para a liberdade, o veículo
passa a gastar, mas é comum, isto é normal. Até lembra um
funcionário de uma revenda autorizada famosa entre nós, que em
brincadeiras nós falamos que atrapalha o trânsito, acho que é algo
assim. Bem a situação é que o funcionário procurado pôr um cliente
com problema de ruído no veículo, disse ao cliente que é normal tal
ruídos no veículo, e para que ele não escute estes ruídos o veículo é
dotado de um excelente sistema de som, que alto não deixa você
escutar tal ruídos.

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VAMOS RELEMBRAR ALGUNS
PROCEDIMENTOS QUE NÃO
DEVEMOS ESQUECER

 Verificar sempre a Idoneidade do Combustível que está sendo


utilizado no veículo.
O combustível adulterado irá provocar uma péssima queima, o
que com certeza irá enganar alguns sensores: principalmente a
Sonda Lâmbda.

 Velas de Ignição e Especificação das Velas


O desgaste dos eletrodos podem indicar uma mistura rica e a
UCE condenar a Sonda Lâmbda. A aplicação de velas que não as
Resistivas, irá interferir no funcionamento da UCE, com
formação de campo eletro magnético tão forte que o motor poderá
simplesmente morrer em marcha lenta, isto se aplica ao sistema
G7 em alguns veículos, em outros sistemas teremos diferentes
comportamentos.

 Cabos de vela
Quanto a resistência (condutibilidade elétrica), aplicação, buracos
ou furos, as partes metálicas deverão estar isentas de oxidação ou
umidade.

 Tampa de distribuidor – quando houver


Tudo o que nós analisamos em tampas de veículos carburados,
trincas, oxidação, umidade, resistência etc.

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 Ar falso

Uma entrada de ar falso pode empobrecer a mistura caso a


estratégia de definição do tempo de injeção seja do tipo ângulo de
borboleta x rotação, pôr medição volumétrica ou pôr medição
mássica. Mas pode manter o motor acelerado se a estratégia for
do tipo densidade x rotação. CUIDADO, MUITO CUIDADO.

 Filtro de ar

É importante lembrar que um filtro de ar pode enganar todo o


sistema de injeção eletrônica. E não irá existir código de falhas,
mas o motor estará em péssimo estado de funcionamento.

 Filtro de combustível

É de suma importância verificar o filtro de combustível, pois se o


mesmo estiver colocado invertido no sentido de fluxo, teremos
um sistema de injeção completamente fora de seu padrão de
trabalho.

 Sistema de arrefecimento

Quanto a presença de ar falso, voltagem (eletrólito) da água de


arrefecimento. Uma pequena bolha de vapor poderá colocar o
sensor de temperatura a indicar uma informação indevida ao
sistema de gerenciamento do motor, então teremos um
descompasso total.

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 Bateria
Quanto a tensão, baixa tensão # sistema alterado #

 Alternador
Quanto a carga, ou mesmo quanto a condutibilidade elétrica do
cabo do alternador à bateria. Se houver alteração com resistência
elevada, a energia não fluirá através do cabo em sentido a bateria,
o acumulador não será carregado, o alternador está produzindo
carga, mas o cabo está simplesmente sendo a barreira entre
alternador e bateria.

 Motor de arranque
Muitas vezes o arranque é um vilão, e grande vilão. Devido a
queda de energia no momento da partida ser muito grande, poderá
comprometer todo o sistema. Revise o motor de arranque, se a
queda for maior que 1,5 Volts.

 Sincronismo mecânico
A árvore do comando de válvulas, árvore auxiliar, e a roda
dentada do sensor de rotação – PMS devem estar em sincronismo
com a árvore de comando de válvulas.

 Sensor de rotação e roda fônica


A distância do sensor em relação a roda fônica deve ser entre
( 0,4 a 1,0 mm). E a roda fônica deverá estar em perfeito estado,
empenada, amassada ou mesmo desalinhada axialmente com o
sensor de rotação pode fazer com que o sensor perca a contagem
dos dentes. Isso acarretará possíveis cortes de alimentação e
ignição quando se tenta elevar a rotação do motor, ou nem mesmo
irá pegar.

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 Conector da central

Limpeza é um ponto primordial no sistema. Limpar o conector da


central é fundamental. Muitos defeitos são extintos só na limpeza.

 Conector dos Sensores e Atuadores

Da mesma forma que o conector da central, deverão ser limpos.

 Válvula termostática

Poderá estar apresentando defeito, ou mesmo poderá não haver


válvula termostática no local de aplicação, devido a uma
quantidade de profissionais da área automotiva, acharem que sem
ela o motor não esquenta, deste modo não superaquece. A válvula
termostática é de suma importância para o sistema de Injeção
Eletrônica.

 Tampa do vaso de expansão

Na realidade não é uma simples tampa, mas sim uma válvula


também, e que deve estar em sua perfeita condição de trabalho,
pois a mesma também poderá estar interferindo no sistema de
Injeção Eletrônica.

 Fluxo de gases no escape

Uma obstrução no escapamento vai diminuir o rendimento do


motor e dependendo das condições, pode provocar um refluxo
dos gases de admissão.

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 Compressão do motor

Baixa compressão em um cilindro, pode ser indicativo de que o


cilindro possa estar ovalado, pouca folga entre came e tuchos de
válvulas, etc., para medir a compressão desligue a UCE ou o relê
de alimentação da UCE ou mesmo o sensor de rotação.

 Vazamento de cilindros

O vazamento de cilindro pode identificar um problema com


assentamento de válvulas de admissão e descarga ou alinhamento
de anéis e outras causas mais.

 Lubrificação do motor

Pressão de lubrificação e consumo, nível e estado do óleo. Se o


motor estiver consumindo óleo, com certeza irá sujar a câmara de
combustão e a Sonda Lâmbda, estando o sistema de lubrificação
fora de suas especificações, poderá com certeza comprometer o
motor. E em alguns casos pode ser a causa do não acionamento
do Interruptor de Pressão do óleo, que encontramos em alguns
veículos, como é o caso dos veículos dotados do sistema de
Injeção Eletrônica Multec 700. O relê da bomba de combustível
poderá ser desligado pôr problemas no sistema de lubrificação
destes veículos como o sistema Multec 700.

 Mangueiras em geral

Mangueiras de combustível, Sensor de pressão, Regulador de


pressão, Corretor de marcha lenta, e outros.

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 Pressão do sistema de alimentação

Durante todo o tempo de trabalho no veículo, caso exista a


possibilidade é interessante deixar o manômetro instalado, e
aparelho para vazão também.

 Central de injeção

Verificar quanto ao fato de estar com água no seu interior.

 Limpeza do sistema

É super importante que seja efetuada limpeza no sistema como


um todo. Nos veículos que possuem coletor de admissão
fabricados em poliamida e fibra de vidro, são os coletores
desenhados para efetuar os efeito recalque, nestes é de suma
importância que seja feita uma rigorosa limpeza.

 Chicote elétrico do veículo

Verificar se os chicotes, se encontram em bom estado de


conservação.

 Caixa de fusíveis

É importante que não exista nenhum tipo de danos a mesma, ou


seja; fios puxados para ligações diversas comprometendo a
integridade do sistema.

 Gases de escape

Se possível faça uma análise da situação dos gases de escape.

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ESTRATÉGIA DE DEFINIÇÃO DO TEMPO
BÁSICO DE INJEÇÃO

MAPEAMENTO DO ANGULO X ROTAÇÃO

SISTEMA MONOMOTRONIC M.1.2.3 E MA1.7

O parafuso de regulagem da rotação é substituído pôr um


Atuador (corretor de marcha lenta), que age diretamente sobre a
borboleta aceleradora, abrindo-a ou permitindo um fechamento
maior da mesma.
A modificação da posição da borboleta é sentida pôr um sensor
específico (sensor de posição de borboleta), indicando para a
UCE a necessidade de se buscar no mapa um outro tempo básico
de injeção. A UCE, compara o valor de rotação enviado pelo
sensor com o que deveria ser a rotação nominal do motor,
identificando a necessidade de agir novamente no corretor de
marcha lenta para permitir uma maior abertura ou um maior
fechamento da borboleta aceleradora. Voltando ao passo inicial.
A vantagem é que a rotação de marcha lenta principal, existe a
todo instante devido a esta estratégia de trabalhar com o controle
da marcha lenta em malha fechada.

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DENSIDADE X ROTAÇÃO

BOSCH

MOTRONIC M.1.5.4 E ME 7.3H4

FIC

EEC-IV C.F.I / C.F.I. com EDIS / E.F.I.

M. MARELLI

G7/11 / G7.10 ou G7.65 / G7.13 / G7.14 / G7.25 /


G7.30 / G7.33 / G7.34 / V.G.7.2
IAW-P8 / IAW-1AB / IAW-1AVB / IAW-1ABW /
IAW-1AVI / IAW-1AVP / IAW-1AVS

ROCHESTER

MULTEC 700 / MULTEC M / MULTEC SEM EFI


MULTEC SEM MPFI / MULTEC F / MULTEC H

VW/BOSCH/HELIA

DIGIFANT 1.74 / DIGIFANT 1.82

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Paralela à passagem de ar pela borboleta principal, existe uma
outra que é comandada pela UCE, através do corretor de marcha
lenta. Um sensor de pressão está medindo a pressão absoluta no
coletor de admissão, após a borboleta aceleradora.

A situação da borboleta fechada é sentida pelo sensor de


posição de borboleta, e a UCE comanda o corretor de marcha
lenta no sentido de permitir uma maior ou menor admissão de ar
pela passagem adicional.

O sensor de pressão sente, através de uma variação no coletor


de admissão, informando a UCE. Quanto maior for a pressão,
maior a densidade, maior a massa, maior o fluxo de massa, maior
deverá ser o tempo de injeção, assim se a UCE pretende aumentar
a rotação, aumenta a passagem de ar através do corretor de
marcha lenta, e se pretende ao contrário, diminuir a rotação, deve
diminuir a passagem de ar pelo corretor.

O sensor de rotação informa o valor de rotação do motor, a


UCE compara com o valor nominal memorizado e atua, em
malha fechada, novamente no corretor da marcha lenta.

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FLUXO DE AR
BOSCH

LE-JETRONIC / L3.1JETRONIC
MOTRONIC M1.5.1 / MOTRONIC M1.5.2 (FIAT E GM
ÁLCOOL)

Do mesmo modo que o sistema de Densidade x Rotação, a


UCE controla uma passagem adicional de ar, paralela à borboleta
de aceleração com um auxílio de um corretor de marcha lenta.
Todo o ar que passa pela borboleta aceleradora ou pôr esta
passagem de ar é medida pôr um sensor (Medidor de fluxo de ar #
VAZÃO #). Assim, quando a UCE, comanda o corretor para que
ele aumente a passagem de ar, o medidor de fluxo de ar, indicará
a UCE que a vazão de ar aumentou e que pôr isso mesmo, deve-
se aumentar o tempo em que o injetor de combustível ficará
aberto (tempo de injeção).
Logicamente que neste caso a rotação aumentará.
Na necessidade de diminuir a rotação, a UCE, atua no sentido
de restringir a passagem de ar pelo corretor de marcha lenta. O
sensor de rotação informa o valor de rotação do motor, a UCE
compara com o valor nominal memorizado e atua em malha
fechada, novamente no corretor de marcha lenta.

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MASSA DE AR
BOSCH
MOTRONIC M.1.5.1 (GM GASOLINA) / M2.8 /
M2.8.1 / M2.9 / M2.7 / M2.10.4 / M3.8.2 / M3.8.3
M5.9.2

FIC
EEC-IV-S.F. / EEC-V-S.F.I.

HITACHI
M159

SIEMENS
SIMOS 2.1 / SIMOS 4S

O controle é muito semelhante ao fluxo de ar, a única diferença


está em como é medida a quantidade de ar admitido, que no caso
é um sensor medidor de fluxo de massa de ar. Admitindo mais ar
através do corretor de marcha lenta, o medidor de massa de ar
informa a UCE deste aumento, que compensa a mistura com um
aumento da quantidade de combustível, permitindo que o
eletroinjetor fique mais tempo aberto. Consequentemente a
rotação aumenta, o que é sentido pôr um sensor específico. Se o
valor de rotação estiver acima do valor nominal a ser imposto,
então a UCE procede de forma inversa, restringindo a passagem
de ar adicional.

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GOL 1.0 MI 8V MP-9.0 – VEÍCULO
APRESENTA MARCHA LENTA
OSCILANDO E MORRENDO NAS
DESACELERAÇÕES
- Verificar sensor de pressão no coletor, se não existe contaminação
com óleo, limpar com estopa, não utilizar ar para evitar ao
máximo o rompimento da membrana.
- Verificar em baixo do coletor de admissão, o tampão que contem
um anel o´ring, caso esteja cortado, teremos entrada de ar falso
- Sangria do sistema de arrefecimento
- Sensor de temperatura

GOL 1.0 MI 8 V – AJUSTE BÁSICO


O ajuste básico deve ser feito com o cabo do acelerador
totalmente solto para manter a folga de reconhecimento de borboleta
totalmente fechada. Na regulagem do cabo, deixar a folga existente
no corpo de borboleta.
Sempre que houver acesso ao corpo de borboleta, e o MCA
“módulo de controle de ar”, for desligado pôr mais de 2 minutos, se
faz necessário o ajuste básico.
Após instalar novamente todas as peças no sistema e religar é
necessário desligar pôr mais de 2 minutos a bateria.
Sempre desligar a bateria iniciando-se pelo cabo negativo, e
para religar iniciar pelo cabo positivo.

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Religar a bateria após 2 minutos, ligar a chave sem dar
partida, você ouvirá que o corpo de borboleta estará fazendo certos
ruídos, ao terminar os ruídos, sem retornar a chave, de partida e
deixe o motor em marcha lenta até a Segunda ligada do
Eletroventilador. Regulagem básica efetuada.
OBS.: caso não seja efetuada a regulagem básica corre-se o risco
do veículo ficar oscilando a marcha lenta.

SANTANA / VERSAILLES EEC-IV


FALHA COM QUEIMA DO FUSÍVEL DA
BOMBA DE COMBUSTÍVEL
Verificar quanto ao chicote da sonda lambda, se o mesmo está
encostando e fazendo curto a massa em algum ponto. É muito
comum efetuar curto com o escape.

GOL 1.8 CFI EEC-IV – VEÍCULO


ACELERADO EM MARCHA LENTA
Na maioria das vezes o defeito se apresenta após a montagem
fora dos padrões da correia dentada.
- verificar a correia dentada.

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VEÍCULOS LE-JETRONIC MODELOS
1,2,3,4,5 E 6
Conjunto propulsor mecânico deixa de funcionar subitamente, em
qualquer regime de carga

- Central de injeção com defeito

Modelos 5 e 6 – o veículo não apresenta marcha lenta regular e


corta em vários regimes de acelerações

Verificar o relê de partida a quente, cuja função é informar a EZK


e a UCE sobre os valores de trabalho, nunca podendo esquecer que o
sensor de temperatura é de duplo termissor, e para medi-lo é
necessário que uma ponta de prova esteja aterrada a sua carcaça e a
outra no pino a ser medido.

TODOS OS MODELOS DE LE-JETRONIC

Veículo não acelera, não aceita regulagem e ao desligar o


conector do medidor de fluxo de ar, pega mas não mantém marcha
lenta. Ao testar o medidor do fluxo de ar nos pinos 5 e 8 ligados, o
veículo pega mantém lenta mas não acelera, com os pinos 9 e 7
ligados o veículo só pega com intervenção no eixo acelerador da
borboleta, ao pegar acelera perfeitamente, limpa e morre em
seguida.
- verificar o chicote do medidor de fluxo de ar, com certeza você
terra um curto circuito entre os fios, bem próximo ao ponto mais
quente do coletor de admissão.

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LE JETRONIC – APÓS LIGAR
ELETROVENTILADOR MOTOR É
QUADRADO
Veículo acelera, mantém lenta estável em fase fria, mas com
regime de controle de mistura alterado, podendo sentir forte odor de
queima, ao ligar o Eletroventilador pela segunda vez, o veículo
começa a balançar o motor, não aceitando regulagem para marcha
lenta, as velas de ignição demonstram mistura fora.

- substituir EZK, o sensor barométrico sofreu danos.

LE JETRONIC – SOLDAS NO
INTERIOR DA UCE
É muito comum os veículos LE-JETRONIC, começarem a
morrem em qualquer condição de trabalho, ou mesmo não pegar
com facilidade, ou seja, vários defeitos crônicos vão se apresentando
ao veículo.
O melhor procedimento é refazer pôr completo todos os pontos
de solda da UCE, para isto tome muito cuidado quanto as soldas nos
integrados, uma vez aquecidos eles queimam e se perde pôr
completo a UCE.
Principalmente o híbrido que existe em seu interior, queima
com grande facilidade.

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GOLF 1.8 MOTRONIC MPI – PERDA
DE POTÊNCIA EM REGIMES ALTOS
Falta ar (o volume que esta sendo admitido é insuficiente).
Verificou-se em todos os veículos que a mangueira de entrada de ar
se fechava com o funcionamento do motor, devido ao filtro de ar
estar obstruído.

PASSAT 1.8 95 – PARTIDA A FRIO


DIFÍCIL / LENTA INSTÁVEL
- Sensor de temperatura do sistema de arrefecimento fora de faixa.

Após solucionar o problema de injeção deste veículo, em todos os


casos é necessário efetuar regulam básica como segue:
 motor ligado a temperatura ideal de trabalho
 acelerar o motor a 2.500 Rpm pôr 15 segundos
 solte o acelerador e deixe o motor funcionar em lenta pôr 1
minuto
 repita o procedimento pôr 10 vezes, sem desligar a ignição.
 Após efetuado o processo, deixar o motor funcionando pôr 30
minutos

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SUPER IMPORTANTE
Verificar sempre nestes veículos o Relê de potência, com
possível isolamento de trabalho, o relê está localizado embaixo do
porta luvas.
Verificar os pinos banhados a ouro do imobilizador, se não
estão apresentando nenhum tipo de isolamento, ou mal contato.

GOL I 96/97 – ROTAÇÃO DA MARCHA


LENTA FORA DO ESPECIFICADO
Verificar se houve uma troca de correia dentada, e se o
sincronismo do distribuidor está em perfeitas condições de trabalho.

GOL MI 8V / 16 V – MARCHA LENTA


INSTÁVEL
O sensor de temperatura da água que equipa estes veículos,
fornece informação para a UCE e painel, e facilmente eles dão
problema. Mas a limpeza no corpo de borboleta é fundamental.
Também o sistema de respiro é importantíssimo.

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PASSAT 95/96 – SIMOS / GOLF 95/96
LENTA INSTÁVEL / FALTA DE
POTÊNCIA
A marcha lenta não estabiliza ao ser dada a partida, dando uma
nítida impressão de imobilizador com defeito.
Todo o defeito está no relê de potência, pôr abertura das soldas.
Criou-se bolsas de ar, o mesmo que acontece com o relê do sistema
EEC-IV o relê verde, lembra.
Cuidado não troque desnecessariamente o sensor de rotação,
pois se você for verificar seu padrão de trabalho, vai encontrar um
padrão completamente fora da faixa de operação.

PASSAT 95/96 – FALHA AO ACELERAR


É muito fácil no Passat haver problema com o chicote do
sensor de rotação, pois ele esta em uma zona de calor intenso. Os
dois pontos que mais se deterioram são: na saída do sensor, e a
aproximadamente 35 cm da saída. É importante que em qualquer
revisão que se faça no Passat, verifique o Sensor de rotação, caso
encontre alguma rachadura ou dano, substitua o sensor.

PASSAT 1.8 95/96 – OSCILANDO LENTA

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Provavelmente você poderá estar diante de uma mola que
perdeu pressão, e o contato com o potenciômetro da válvula
borboleta esta ocasionando curto circuito. Alivie a pressão de mola
manualmente, instalando novamente o conjunto.
Faça o Reset do veículo e o ajuste básico.

NOTA.: o conjunto de borboleta é bastante reforçado, portanto


antes de substituir, faça uma inspeção minuciosa do mesmo.

PASSAT / AUDI VR6 – ACIONAMENTO


DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO
DO MOTOR
O acionamento se faz pôr um sensor localizado próximo a bobina
de ignição, sobre o sensor esta o interruptor, cuja função é a
seguinte:
 Interruptor 1 cor marrom: tem a função de desligar o climatizador
e ligar a terceira velocidade do Eletroventilador, que é acionado
acima de 112ºC e desliga abaixo de 108ºC.
 Interruptor 2 cor amarelo: tem a função de indicar a temperatura
para o painel. Controla a primeira velocidade do Eletroventilador
que liga próximo a 105ºC e desliga aproximadamente a 95ºC.
 Interruptor 3 de cor azul: tem a função de indicar a temperatura
para a central de injeção.

GOLF GTI 96/97 – GRILANDO OU


DETONAÇÃO

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Com certeza o ponto de ignição esta adiantado demais. Proceda
da seguinte maneira:
 Posicione o distribuidor corretamente
 Marque no volante do motor a posição entre 28 a 30º.
 Feita a marcação, use a pistola de ponto.
 Eleve o motor a 2.000RPM.
 Nesta rotação a marca 0º grau na carcaça deve coincidir com a
marca feita no volante.

GOLF 2.0 – COLOCAÇÃO DO CABO


DE EMBREAGEM
 Mantenha o pedal da embreagem pressionado até o fim do curso.
 Com o dispositivo que se encontra no cabo, leve-o até os dois
orifícios encontrados na capa, conectando os ressaltos e gire-os
travando o cabo
 Solte o pedal da embreagem e retire o cabo velho
 Faça a colocação do cabo novo e pressione o pedal até o final do
curso, soltando a trava.
 OBS.: o cabo novo já vem travado.

IMPORTANTE.: sem este procedimento ocorre o risco de danificar


o cabo novo, pois as esferas internas do cabo se soltam.

TABELA DE REGULAGEM DE PONTO


DE IGNIÇÃO LINHA “VW”
 Gol motor AT 1.0 8V/ 16V – 6º APMS
 Família de motores AP 1.6/1.8/2.0 – 9º APMS

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 Kombi 1.6 MI – 7,5º APMS
 Logus / Pointer EEC/IV – 6º APMS

PROBLEMAS COM IMOBILIZADOR


COMO DETECTAR FÁCILMENTE
Principais evidencias do defeito do imobilizador
 motor não pega ou pega mas morre em seguida
 led do sistema imobilizador acesso continuamente ou piscando
rapidamente
 nos veículos importados não há LED.

DETALHE: a UCE desativa os sistemas de ignição e injeção


aproximadamente 2 segundos após ter sido ligada a ignição.

VALORES DE RESISTÊNCIA

# ANTENA – 6 A 8 Ohms para veículos importados


# ANTENA – 25 a 35 Ohms para veículos nacionais

Caso você esteja com problemas de desmagnetização, deixe a


ignição ligada pôr cerca de 1 hora, para que a antena proceda a
leitura e reconhecimento.

KOMBI MP 9.0 – LENTA INSTÁVEL E


OSCILANDO

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Verificar se não está invertido o conector do corretor da
marcha lenta com a eletro válvula de purga do Cânister.

GOL 1.0 16V MI / PARATI 1.0 16V MI


CONSUMO ALTO
É muito comum na troca da correia dentada, alguns
profissionais não utilizarem a ferramenta específica para o
travamento do sistema de sincronismo, com isto a correia dentada
fica fora. É necessário no momento do tensionamento da correia
dentada que não se perca o sincronismo.
Quando isto acontece, devido à diminuição da depressão no
coletor de admissão, verifica-se que a tensão enviada pelo MAP, se
eleva. Ocasionando então, um aumento excessivo no consumo de
combustível, embora o desempenho do motor esteja aparentemente
normal.
Pôr isto, após uma troca de correia, efetue dois giro completo
do sistema, para conferir o correto sincronismo e tensionamento.

VECTRA B 8V – LENTA IRREGULAR E


NÃO APRESENTA CÓDIGO DE FALHA

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Verificar o sensor de pressão do coletor, o mesmo estará
impregnado de óleo em seu orifício de captação de depressão.
Limpar todo o sistema retirando o coletor para uma perfeita
manutenção.

Verificar quanto ao uso de óleo lubrificante e viscosidade.

VECTRA A 8V – LENTA INSTÁVEL EM


RETOMADAS FALHA

O sensor MAF está posicionado de tal forma na entrada de ar


que o capo do motor atrita com o chicote interrompendo a fiação.
Inverter o sensor de posição.

BLAZER / S10 4.3 V6 – FALHA NO


MOTOR

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Pôr ser um seis cilindros, o comportamento do motor é
razoavelmente aceitável pôr alguns técnicos que pouco trabalham
com motores de 6 cilindros.
Cuidado pois o simples uso de produtos para descarbonização
pode facilmente travar as esferas da ponta dos injetores.
O conjunto do corpo dosificador utilizado nos motores Vortec
devem ser limpos com produto adequado, se houver o travamento da
esfera poderá haver consequentemente um calço hidráulico no motor
pôr excesso de combustível.

COMO DESTRAVAR O INJETOR

 Remover a cobertura do coletor de admissão


 Remova o conjunto do corpo dosificador
 Remova o bico injetor
 Aplicar spray anti ferrugem na esfera
 Aplicar ar com baixa pressão na esfera e verifique se a mesma
esta livre
 O uso de bomba de vácuo é muito importante para diagnosticar
problemas nestas válvulas injetoras.
 Aplique depressão a todas as válvulas e verifique a queda de
vácuo. Só haverá queda de vácuo caso a esfera se abra.

BLAZER / S 10 4.3 V6 – DIFICULDADE


DE PARTIDA COM O MOTOR QUENTE

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Cuidado com a aplicação de bomba de combustível, pois a
bomba BOSCH só é aplicada em veículos produzidos a partir de
MARÇO DE 1.999, os modelos fabricados anteriormente a esta data
deverão utilizar a bomba de combustível original comprada em uma
concessionária da marca.

Verifique a abertura das velas de ignição


 Velas Champion = 1,5mm
 Velas Bosch = 1,1mm

OMEGA E SUPREMA 4.1 95/96


TEMPERATURA ALTA
Cuidado quanto a aplicação do sensor de temperatura do sistema
de arrefecimento do motor

 Omega e Suprema 95 4.1 = Sensor cor AZUL n.º 90.410.792


 Omega e Suprema 96 4.1 = Sensor cor PRETO n.º 90.183.892

Os sensores são parecidos, mas possuem diferença na resistência,


consequentemente, informação de voltagem diferente.

VECTRA B 98 8V – MORRE
SUBTAMENTE / MORRE NA SAÍDA
Verificar o fusível da bomba de combustível. Se danificado?

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Vá até a bomba de combustível e verifique o fio de
alimentação que entra em contato com a flange do tanque e causa
um curto circuito

CORSA 1.6 – FALHA E NÃO POSSUI


CÓDIGO DE FALHAS
Cuidado, mas muito cuidado mesmo, pois as válvulas injetoras do
corsa 1.6, são idênticas ao Corsa 1.0. a única diferença esta na
quantidade de furos.
 válvulas 1.6 com 05 furos
 válvulas 1.0 com 03 furos

OMEGA 2.2 GASOLINA – FALHA AO


ACELERAR
Verifique se as válvulas injetoras utilizadas são do veículo a
gasolina;

 válvulas injetoras para veículo a álcool n.º 93208797


 válvulas injetoras para veículo a gasolina n.º 93208787

MONZA EFI ÁLCOOL – FALHA / NÃO


TEM POTÊNCIA

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Devido ao aditivo utilizado no álcool, o mesmo se deposita no
coletor de admissão, fazendo com que o álcool não chegue em sua
totalidade à câmara de explosão, o veículo trabalha com falta de
combustível.
Retirar o coletor de admissão e providenciar sua total limpeza.
Verificar quanto ao aquecimento do coletor de admissão, que devera
estar funcionando perfeitamente. Verifique também a válvula
termostática, é comum elas darem adeus com poucas horas de uso.

KADETT – ESTAMPIDO FORTE NO


ESCAPAMENTO

Cuidado com a válvula do servo freio. Se ela estiver


danificada, ou sua vedação for insuficiente, ao pisar no pedal do
freio o estampido será ainda maior, e a marcha lenta ficara irregular.

OMEGA 3.0 – NÃO DESENVOLVE COM


EXPLOSÃO NO COLETOR COMO
MISTURA POBRE
Verificar se houve pane do sensor de posição de borboleta,
pois o mesmo esta ligado em série com o Medidor de Fluxo de Ar,
em seguida verifique quanto a oxidação no medidor de fluxo de ar. É

29
um fato real ao acelerar o veículo e notar que possui falta de
combustível, se houver um problema qualquer no sistema de
aferição do fluxo de ar a mistura trabalhara pobre, como se faltasse
combustível.

VECTRA B 2.2 – DIFICULDADE EM


PEGAR COM O MOTOR QUENTE
ALTO ÍNDICE DE FUMAÇA PRETA NO
ESCAPE
Verifique primeiro que todos os veículos equipados com
sistema de Cânister, poderão sofrer a qualquer momento a falha
acima apresentada, pôr simples ruptura da membrana da válvula de
purga do Cânister. Que pôr sua vez é uma solenóide, a resistência
elétrica estará perfeita, mas a parte mecânica não.
Com a elevada temperatura no interior do tanque de
combustível, os gases que se formam, são expelidos através do
Cânister, uma vez que estes gases encontrem a parte mecânica da
válvula aberta sem o comando da UCE, eles irão se instalar no
coletor de admissão, que devido ao seu resfriamento, fará com que
os gases retornem ao estado líquido, e no momento da partida, a
mistura ficará excessivamente rica, afogando o motor e conseqüente
dificuldade para pegar na fase quente. Se isto acontecer para a fase
fria do motor, o veículo também afogara.

VECTRA 16V – BATIDA DE VÁLVULA


Cuidado nem sempre o que parece é, neste veículo existe uma
luva de ventilação no cabeçote (Um parafuso com furo passante), se
os tuchos estiverem descarregando limpe a luva de ventilação, com
certeza estará obstruída.

30
OMEGA 2.2 – MOTOR
EMBARALHANDO / FALHANDO
Cuidado, se este veículo foi lavado, não perca muito tempo, vá
direto na central de injeção, e efetue uma limpeza no conector e seus
terminais. Com certeza a umidade estará presente.
Observe que as vezes é provável entrar água para o interior da
UCE.

CORSA – MULTEC M
Veículo em marcha lenta falha como se fosse problema de
ignição, muitas vezes poderá ser corrigida, colocando-se um calço
de borracha para isolar a bobina DIS, e a carcaça do cabeçote.

CORSA – CÓDIGO DE FALHA DE


MOTOR DE PASSO.

31
O código de falha a todo instante é motor de passo, e pode
trocar vários e nada, o sinal do motor de passo existe, o veículo não
desenvolve.
Verifique as válvulas de admissão no cabeçote, com certeza um
retentor está com problema, anulando uma vela. É uma falha
mecânica que irá interferir diretamente no sistema de injeção, pois a
bobina é um módulo inteligente, e a única forma de informar que um
cilindro esta inoperante, é através da UCE, que tentando corrigir o
ar a sonda não reconhece a mistura perfeita , então a UCE procede o
sinal através do painel.

BLAZER / S10 4.3 V6 – CÓDIGO DE


MAP
É possível surgir o código de MAP, ao subir ou descer ladeiras
íngremes, pois o sistema irá analisar a informação recebida do
sensor, se o mesmo já estiver contaminado com um pouco de óleo, o
sistema estará entendendo que o sensor esta deteriorado. Limpeza do
sensor MAP e Reset da UCE.

OMEGA 2.0 / 2.2 – FALHA EM ALGUNS


REGIMES DE TRABALHO

32
Nos dias mais úmidos ou chuvosos, onde usamos o
climatizador, a UCE poderá facilmente umedecer, pôr estar
posicionada próxima demais do sistema de trabalho do climatizador,
a limpeza dos contatos solucionará com certeza tais problemas.

KADETT 2.0 GASOLINA – CONSUMO


ELEVADO / APRESENTA O CÓDIGO 34
(PRESSÃO BAIXA DO COLETOR)

Cuidado, mas muito cuidado, não substitua o sensor MAP, sem


antes testá-lo e muito, pois com certeza, você estará com defeito
somente na válvula EGR, a membrana deverá estar furada, e haverá
uma significativa alteração na depressão do coletor, em
conseqüência altera o tempo de injeção, os graus de avanço da
ignição, enfim muda todo o comportamento do veículo.

SILVERADO 4.1 – CÓDIGO 39


(MISTURA AR COMBUSTÍVEL
INCORRETO)

33
Verifique quanto a trabalhos efetuado pelo proprietário ou
outro profissional com pouca experiência no sistema de exaustão de
gases do veículo, é muito provável que ao vedar o sistema de escape
com produtos adesivos a base de silicone a Sonda sofra
contaminação e venha a perder sua função. Substituição da Sonda.

OMEGA / SUPREMA 3.0 – GRILANDO

Verificar primeiro o funcionamento da Sonda, tudo perfeito,


um pouco lenta mas funcionando. Só esta faltando massa para o
perfeito funcionamento da Sonda. Providencie um massa entre o
escapamento e o chassis do veículo, usando para isto uma malha de
aterramento.
Não deixe de verificar o padrão do combustível utilizado no
veículo.
O veículo acima descrito não possui sensor de detonação,
portanto uma boa parte do trabalho da ignição é feito pelo trabalho
da Sonda, com a falta de massa o motor grila.

S10 / BLAZER MULTEC EMS – LENTA


IRREGULAR
O sistema MULTEC EMS é um sistema digital de injeção, a após
seu reparo é necessário reprogramar o Atuador de marcha lenta, que
fique bem claro que após desligar a bateria pôr qualquer motivo, da
mesma forma é necessário reprogramar o Atuador de marcha lenta.

34
 ligue o motor
 deixe chegar a temperatura ideal de trabalho
 eleve a rotação do motor a 3.500 RPM
 segure nesta rotação pôr 15 segundos e sem tirar o pé do
acelerador, desligue a chave.
 Somente após o motor parar pôr completo, retirar o pé do
acelerador.
 Desta maneira a motor de passo estará calibrado para a próxima
partida e não mais ira oscilar a marcha lenta.

SILVERADO AMERICANA – ABS


INOPERANTE / TRANSMISSÃO
AUTOMÁTICA PASSA PARA MANUAL
SEM COMANDO / LUZ DE CHECK
ACESSA
Verifique a central de injeção eletrônica, ao remover o chicote
e segui-lo não mais que uns 20 centímetros, você encontrará uma
ruptura na capa do chicote, devido a uma ponta de parafuso do
painel que roça o chicote a cada torção da cabine e provoca curto
circuito com os fios. Se o curto se fizer presente na fiação do sensor
de velocidade, todos os sintomas acima se apresentam.

VECTRA 2.0 95> ABS NÃO FUNCIONA


E PEDAL VAI ATÉ FINAL DO CURSO
COM POUCO FREIO

35
Se todo o sistema referente a pastilhas, discos, óleo de freio,
servo freio, cilindro mestre, sensores de velocidade das rodas,
central de ABS enfim o sistema está perfeito, com certeza o único
problema está sendo a sangria do sistema.
 devido a existência de um pistão flutuante, existe um
procedimento especial de sangria de freio
 deve-se conectar um tubo plástico transparente ao parafuso de
sangria com a ponta deste tubo mergulhada no fluído de freio de
um recipiente auxiliar; (uma garrafa plástica de 600ml é perfeita).
A sangria deve ser mantida impreterivelmente na seguinte ordem
 Dianteira Esquerda DE
 Dianteira Direita DD
 Traseira Esquerda TE
 Traseira Direita TD
E obedecer o seguinte procedimento:
 Afrouxe o parafuso de sangria no cilindro de freio da roda
dianteira esquerda
 Calque várias vezes no pedal até que, na saída do tubo
introduzido no recipiente não apareçam bolhas de ar e mantenha o
pedal acionado.
 Aperte o parafuso de sangria
 Retire o pé do pedal
 Repita os procedimentos acima para todas as demais rodas
seguindo a seqüência acima apresentada
 Durante este procedimento. Verifique sempre o nível do fluído de
freio

36
OMEGA CD / GLS 4.1 – PEDAL DA
EMBREAGEM TRAVA E EMBREAGEM
DURA

É provável que as gaxetas do Atuador hidráulico da


Embreagem tenham inchado, pôr uso inadequado de fluído fora do
especificado. É necessário efetuar limpeza completa do sistema e
utilizar o fluído recomendado pela montadora (DOT4).

VECTRA B – ALARME NÃO ACIONA


 Instalação de rádio não original no veículo, o rádio está usando a
linha W da ignição
 Interruptor da luz de cortesia da porta do motorista está travado
(prendendo)
 Substitua o interruptor, reinstale o rádio de forma correta

37
VECTRA B – SINCRONISMO DO
SISTEMA DE ALARME E
TRAVAMENTO DAS PORTAS
Efetue a sincronização da seguinte maneira:
 Ligue a ignição. O módulo de controle comuta para o módulo de
sincronismo. O alcance é reduzido entre 1 a 2 metros.
 Dentro de 30 segundos deve-se acionar a tecla de travamento do
controle remoto (bem próximo à chave de ignição)
 Após este procedimento, os motores das portas (travamento
central) serão energizados duas vezes seguidas, indicando que
houve sincronização

As causas que podem acarretar a perda de sincronização


 Controle remoto pôr mais de 3 minutos sem bateria
 Acionamento freqüente fora do alcance do controle remoto

ASTRA 99> DIREÇÃO PESADA


A tecnologia é algo fascinante, devido ao sistema de direção
hidráulica do Astra ser eletrohidráulica, a tensão da bateria é
simplesmente fundamental para que o conjunto funcione
perfeitamente, pois o sistema de direção consome 35Amp. Com o
uso desta tecnologia o motor ganha potência e diminui o consumo.
Verificar a bateria.

38
VECTRA –LUZ ESPIA DA INJEÇÃO
ACESA / VEÍCULO NÃO PEGA
Caso apresente códigos de falhas relativos ao imobilizador,
creio que teremos um problema no transponder da chave. É muito
comum em uma queda o transponder soltar do seu lugar. Uma queda
é fatal. Verificar a chave, pedir ao cliente a chave reserva.
Providenciar nova chave caso seja necessário, não deixe o veículo
somente com 1 chave.

OMEGA 95>97 3.0 / 4.1 – CALIBRAÇÃO


DO PAINEL DIGITAL
 Coloque um resistor de 140 Ohms no lugar do medidor de
combustível e ligue a ignição, observando o painel.
 Deve surgir o n.º 12 no lugar do KM, e após aparecer este número
aperte a tecla “T” no lado esquerdo do painel, a tecla “O” no lado
direito ao mesmo tempo até que o n.º 12 do mostrador de Km no
painel passe para o indicador de combustível.
 Assim que houver a mudança, solte as teclas e em seguida aperte
as duas teclas ao mesmo tempo novamente até que o n.º 12 volte
para o Km.
 O painel estará calibrado.
 Boa sorte, não parece mais é muito fácil

39
D-20 / SILVERADO – PROBLEMA NO
SISTEMA ELETRÔNICO DA DIREÇÃO
HIDRÁULICA
O diâmetro dos pneus e o raio do aro devem ser conforme o
padrão estabelecido pelo fabricante, devido a utilização do sinal do
sensor de velocidade para o controle da direção. Portanto problemas,
verifique primeiro se os pneus e rodas são os indicados.

CORSA 97/98 16V – MOTOR NÃO


FUNCIONA
Verificar se há sinal do imobilizador, para isto verifique o fio
na posição 7 do conector do módulo do imobilizador.
Com o módulo imobilizador conectado, remova o conector do
módulo de injeção, com a chave ligada verifique a tensão gerada do
terminal D10 em relação a massa e anote o valor.
 valor abaixo de 0,3 Volts – fio de sinal interrompido ou em curto
 valor acima de 0,3 Volts – defeito provável em uma das centrais

S10 / BLAZER 96/97 – LIMPADOR DE


PÁRA-BRISA PARA DE FUNCIONAR
40
É comum a S10 e Blazer apresentar o defeito acima, e logo que
você desligue o veículo, e volte a ligar novamente o limpador
recomeça a funcionar.
É simples retire o motor do limpador e reforce todas as soldas.
Na hora da montagem, observe a pressão das molas dos contatos do
motor.

OMEGA CD 99> - IMOBILIZADOR


DANIFICADO
É fácil funcionar o novo Omega CD, mesmo com o imobilizador
danificado, siga os passos a seguir:

 Ligue a ignição sem dar partida


 Desligar todos os acessórios para preservar a bateria, mantendo a
chave de ignição ligada
 A lâmpada de alerta do sistema de alarme (localizada no
interruptor do computador de bordo, do lado direito do painel de
instrumentos), ficará piscando. Manter a chave de ignição ligada
pôr duas horas (até que a lâmpada pare de piscar).
 Quando a lâmpada deixar de piscar a partida pode ser efetuada e o
veículo entrará em funcionamento (caso não haja problema em
outro sistema)
 Este procedimento não soluciona o problema, nem mesmo a
causa. Para isso deve ser efetuada uma revisão no sistema
imobilizador.

UNO 1.5 MPI 95 – ESQUENTA E


MORRE
41
Verifique o fio positivo (+) de alimentação da bomba de
combustível, pois possui um JUMPER após o relê. Ao remover a
caixa de fusível é possível verificar o JUMPER. Com o passar do
tempo de uso do veículo, este JUMPER começa a oxidar, cria
resistência elétrica, impedindo a passagem de energia após chegar a
uma determinada temperatura de trabalho. Para sanar este problema,
retire o JUMPER e substitua pôr um de mesmo valor.

PÁLIO COM CENTRAL 464


Verifique se a UCE utilizada no veículo, começa com a
numeração 464, e mesmo após limpeza completa do sistema e
substituição de componentes a marcha lenta permanece instável, não
perca mais tempo, substitua a UCE, pois a mesma possui um
integrado que provavelmente já esta se despedindo de suas funções

PÁLIO 1.0/1.5 – LENTA INSTÁVEL


Vários defeitos podem resultar em marcha lenta instável, mas a
tensão de bateria é fundamental para estes veículos, que suportam no

42
mínimo 8 volts para que o trabalho seja efetuado pela UCE
corretamente. Uma tensão menor que 8 volts, faz com que a UCE
entre em RECOVERY (Emergência).
Não deixe de verificar quanto ao sistema de arrefecimento no
tocante a AR no sistema, se houver ar no sistema provavelmente
poderemos ter uma marcha lenta irregular.
Mas vejamos, se for necessário substituir a bateria, ou mesmo
desligar a bateria, é necessário readaptar o sistema. Para habilitar a
UCE é necessário dar 5 partidas consecutivas sem funcionar o
motor, e outra com a partida do motor deixando ele funcionar pôr
no mínimo 20 minutos.

UNO MPI 1.6- 95 VEÍCULO FALHA EM


CURVAS OU RETOMADAS
Verificar a falta de aterramento entre o chassi e o motor.
Partindo desde o negativo da bateria e todos os pontos de
aterramento, limpando-os se necessário substituindo terminais, bem
como os cabos que se apresentam em estado avançado de
deterioração.

43
PÁLIO 1.0/1.5 MPI – QUEIMA DE
ATUADORES

Os Atuadores em geral podem vir a queimar pôr causa de


queda de tensão da Bateria, o motor de passo e a bobina são os que
mais sofrem. Pode ocorrer também o aparecimento de códigos de
falhas de sensores, mesmo os sensores estando em perfeito estado de
trabalho.

Pois bem: NÃO SUBSTITUA SENSORES DESTE


VEÍCULO, SEM ANTES VERIFICAR PROFUNDAMENTE O
ESTADO DO ALTERNADOR, BATERIA E CABO DE
ALIMENTAÇÃO POSITIVA DO ALTERNADOR PARA A
BATERIA, QUANTO A RESISTÊNCIA.

Após solucionado o problema referente a carga de bateria é


necessário efetuar a adaptação da UCE, ver “PÁLIO LENTA
INSTÁVEL”.
Persistindo códigos de falhas e a marcha lenta irregular, iniciar
novamente a auto adaptação da UCE, até ser corrigido tal problema.
Ou então verificar qual Sensor ou Atuador que está comprometendo
o sistema, verificar o chicote antes de substituir qualquer Sensor ou
Atuador .

44
TIPO 1.6 IE – MARCHA LENTA
OSCILANDO

É muito comum entre a família Tipo 1.6 Ie, a ruptura do fio


massa no coletor de admissão. Isto deixa de aterrar várias funções da
UCE, consequentemente a perda da função mais comum é a marcha
lenta.
Mas se a variação for notada no Atuador de marcha lenta,
quanto a sua falta de operação, provavelmente os contatos internos
do eixo oscilante estão tortos, pôr qualquer causa que tenha forçado
o sensor a trabalhar de forma indevida.
Para corrigir este problema, siga os seguintes passos:
 Providencie a abertura do Atuador, sem comprometer suas travas.
 Você identificará com facilidade uma rosca sem fim e um motor
blindado, ligado através de uma engrenagem ao obturador.
 Dentro deste obturador estão os contatos metálicos tortos.
 Solte 03 (três) travas sobre o corpo superior do obturador e force
para baixo até se desprender do corpo superior, você vera agora 2
peças metálicas de contato, desentorte-as e recoloque-as
novamente seguindo a mesma lógica de contato que havia antes
da remoção.
 Feche a peça e recoloque no corpo de borboleta. Se a regulagem
foi precisa com certeza o veículo voltará a apresentar Marcha
Lenta.

TIPO 1.6 IE – SENSOR DE POSIÇÃO DE

45
BORBOLETA – DUPLO
POTÊNCIOMETRO
Com o passar do tempo é muito comum, haver danos junto ao
sensor de posição de borboleta, muitas vezes os danos são
diretamente nas pistas de contato do sensor, alterando pôr completo
a informação de resistência x voltagem que será fornecida pelo
sensor.
Mas outras vezes, podemos verificar que somente as pontas de
contatos é que sofreram um tipo de deslocamento. As lâminas
simplesmente se entortam umas sobre as outras, perdendo o contato
com o sensor, obviamente a UCE ficará sem as informações, que
para este veículo é fundamental.
 Com muito cuidado e usando ferramental específico para
trabalhar com as lâminas do corpo de borboleta, proceda o
seguinte:
 Coloque o corpo de borboleta sobre uma base firme, de maneira
que não se mova, e junto ao eixo da borboleta, com o auxílio de
uma lupa com uma determinada potência que favoreça um campo
visual excelente, inicie o trabalho sobre as lâminas, retornando-as
ao seu estado original de trabalho.
 Para ter certeza que o trabalho ficou perfeito, use uma pasta
branca, pode ser (Creme Nívea). Passe creme na pista do sensor,
recoloque o sensor no seu habitáculo, e aperte os parafusos.
Movimente o eixo acelerador, para que as palhetas façam seu
trabalho sobre a trilha de contato.
 Solte o sensor e verifique se sobre a pista de contato, as palhetas
estão com pressão perfeita ou mesmo se estão tocando com
precisão a superfície.
 OBS.: Caso exista qualquer ranhura na pista do sensor
(Obstrução de Resistência), substitua-o. O sensor é vendido
separadamente.

46
PÁLIO – ESTAMPIDO NO
HABITÁCULO DO
FILTRO DE AR

Podemos ter algumas situações distintas.

 Sensor Hall, com problema ou distância entre ferros fora do


especificado. Distância 0,5 a 1,1 mm.
 Bobinas de ignição com falta de aterramento. Retirar as bobinas
e limpar os parafusos de fixação, bem como a bobina.
 No caso do Pálio 8 Válvulas verificar o terra sobre a tampa de
válvulas.
 Combustível quanto a qualidade e pressão/vazão.
 Ou mesmo assentamento de válvulas.

OBS.: NÃO ADIANTA QUERER ALTERAR A POSIÇÃO DO


SENSOR DE BORBOLETA DO PÁLIO 16 VÁLVULAS. POIS O
MESMO É MONORAMPA E A UCE IDENTIFICA SÓMENTE
SE O SENSOR ESTÁ OU NÃO EM SEU LUGAR (LIGADO AO
CHICOTE E SEU TRABALHO).

47
PÁLIO 1.6 RELÊ DA BOMBA DE
COMBUSTÍVEL FICA OSCILANDO E A
BOMBA NÃO FUNCIONA

Ao ligar a chave de contato, percebe-se que o relê dispara e o


veículo fica inoperante. Caso você retire o conector da bomba de
combustível e o relê imediatamente para de trabalhar, com certeza
teremos um problema de aterramento. O massa no cabeçote
provavelmente esta com problema, solto ou até mesmo interrompido
em alguma extensão do chicote.

48
CONSIDERAÇÕES GERAIS PARA
TODOS OS
VEÍCULOS DOTADOS COM SENSOR
DE ROTAÇÃO

O veículo não pega, ao colocar equipamentos específicos para


verificar o centelhamento, encontramos baixa centelha de cor
alaranjada e tamanho pequeno, pode haver um problema de bobina,
mas é muito comum o veículo estar com o sistema de combustível
funcionando o eletro injetor pulsando e possuir centelha e o veículo
não funcionar.
Sucede que a baixa resistência do sensor de rotação, fará gerar
um pulso (AC) com distorções de informações que ao serem
revertidas para (DC) pela UCE, perdem o valor de referência básica
de trabalho para que a central de injeção eletrônica possa determinar
a razão do sistema de ignição de forma perfeita. Poderemos então
estar com um veículo que irá despejar combustível na câmara de
compressão sem um centelhamento perfeito para explosão.

49
MAREA – RESET NA UNIDADE DE
COMANDO
SEM EQUIPAMENTO ESPECÍFICO
Após alguns procedimentos de trabalho no veículo MAREA é
necessário efetuar um Reset em sua UCE, para tal proceda da
seguinte maneira.
 É necessário funcionar o veículo 05 vezes, sendo que deverá à
cada vez que colocar o motor em funcionamento e desligar a
chave, somente ligar novamente o motor após um intervalo de 03
minutos a contar do momento em que desligou o motor.
 Após efetuado este procedimento pôr cinco vezes, na 6ª vez deixe
o veículo funcionar em marcha lenta pôr 30 minutos.

UNO MILLE EX SPI – ELEVADO


CONSUMO
DE COMBUSTÍVEL

Como neste veículo o sensor de posição de borboleta informa à


central de injeção eletrônica, se a borboleta aceleradora está aberta
em mínima ou em máxima (WOT), uma disfunção em suas
informações fará com que a central de injeção sem a informação
correta, inicie um cálculo de situação diferenciada e despeje
combustível para alimentação do motor, com o intuito do veículo
continuar funcionando.

50
UNO MILLE SX 97 AO DESACELERAR
O VEÍCULO MORRE

O veículo ao entrar em processo de desaceleração corta e


morre, pois devido a problema na Sonda Lâmbda, no momento da
desaceleração a sonda corta a informação, a central perde o
parâmetro e desabilita o sistema.

PÁLIO 1.0 E 1.5 – IAW-1G7 POTÊNCIA


COMPROMETIDA E INSTABILIDADE

Devido a um erro na confecção do chicote de alguns destes


veículos, o sensor de detonação vem instalado com seus pinos
invertidos. Para correção use o multímetro e medindo continuidade
verifique se os pinos estão ligados aos seus respectivos bornes da
central, sempre se utilizando de um mapa elétrico do veículo. A
inversão esta nos pinos 33 e 16 da central de injeção. O pino 33 da
central esta diretamente ligado ao pino 1 do sensor e o pino 16 da
central está ligado diretamente ao pino 2 do sensor, caso encontre
uma ligação diferente desta, solte os pinos da central e faça a
correção.

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MILLE TODOS – PERDA DE
POTÊNCIA
Verificar quanto ao relê principal do sistema que deve ser
substituído a cada 50.000 mil Km. Nunca esqueça que relês também
podem ser um grande vilão no sistema de injeção, pois ele alimenta
a central de injeção, e alimentação oscilante poderá comprometer
todo o sistema de forma que muitos Sensores e Atuadores serão
substituídos e o problema não será sanado. Para ter certeza de que o
relê esta fazendo seu papel perfeitamente, com o auxílio do mapa
elétrico identifique em que pino da UCE o relê esta diretamente
ligado, e com o multímetro na escala Volts, sendo a ponta de prova
vermelha ligada ao borne de alimentação do relê na central e a ponta
de prova preta a um ponto massa do veículo, verifique se a tensão
não esta flutuante, ou fora dos padrões de trabalho.

TIPO 1.6 IE – VEÍCULO FALHA EM


RETOMADAS E ACELERAÇÃO
NORMAL
Verifique quanto ao chicote do sensor de rotação, se não está
danificado em algum ponto, pois se o chicote do sensor apresentar
algum corte em sua malha protetora, pelo campo eletro magnético
produzido durante o funcionamento do motor, o sensor sofrera uma
séria agressão de trabalho, sendo o sinal gerado completamente
distorcido do sinal original fornecido para a central de injeção
eletrônica. O melhor passo é substituir o sensor e não tentar
consertar seu cabo.

52
UNO / MILLE G7 TODOS – VEÍCULO
EM MARCHA LENTA MORRE

É de grande importância, ao aplicar as velas de ignição nos


veículos Uno e Mille, que seja observado exatamente a vela a ser
aplicada conforme determinação do fabricante ou mesmo das tabelas
de reposição.

Caso seja aplicado uma vela que não seja resistiva, será criado
um campo eletromagnético de tal tamanho que a Central de Injeção,
que esta colocada na chapa corta fogo, ou seja bem perto das velas,
sofra todos os tipos de interferência devido a dissipação do campo
eletromagnético. O veículo em marcha lenta com certeza irá morrer.

Cuidado, ao aplicar velas de ignição consulte as tabelas de


aplicação pôr fabricante e certifique-se que só será colocado no
motor velas devidamente calibradas conforme especificações
técnicas.

53
TEMPRA 8 VÁLVULAS SISTEMA G7
VEÍCULO EFETUA CORTE DE
INJEÇÃO AO ACELERAR

Veículo ao ser rasteado, apresenta a luz de injeção acessa, os


parâmetros dos Sensores e Atuadores estão conforme tabela,
somente o parâmetro do sensor de posição de borboleta apresentado
com valores entre: (63 a 68 graus) em marcha lenta, e em
aceleração (128 a 132 graus), não existe uma oscilação crescente do
valor de angulação do sensor, mas a informação do equipamento
rasteador registra: “ sem falhas no sistema”, mas a luz de injeção
continua acessa.

Verificar junto ao mapa elétrico, que grande parte dos sensores


estão interligados entre si com massa direto da central, a inibição
esta partindo diretamente do sensor de posição de borboleta.
Substitua o sensor e tudo retornará ao normal. Uma falha no Sensor
de Posição de Borboleta, fará com que a central entre em Recovery,
e determine angulações pré determinadas do Sensor de posição de
borboleta.

54
UNO MILLE SX – LENTA INSTÁVEL E
EM DESACELERAÇÕES O MOTOR
APAGA

Verificar a quilometragem do veículo, caso seja muito elevado


(60 mil acima) verificar o trabalho da Sonda Lâmbda, se esta
oscilando conforme os padrões estabelecidos de operação.

Nunca descarte a probabilidade do veículo possuir pouca


quilometragem e haver usado um combustível de péssima qualidade,
com certeza a Sonda Lâmbda estará danificada, e causas diversas
como velas mal aplicadas danificara a Sonda, queima de óleo pelo
conjunto propulsor mecânico danificara a Sonda, entre outras.
“Substituir a Sonda Lâmbda”.

Veja bem, caso a Sonda esteja travando em algumas situações


de trabalho, não teremos acesso a códigos de falhas emitidos pela
central de injeção.

55
TIPO 1.6 IE – VEÍCULO NÃO PEGA
APÓS 30 MINUTOS

Após 30 minutos em que o veículo é desligado, ao retornar


para funcionar o motor, o mesmo não funciona, e ao colocar um
pouco de combustível na TBI o motor pega e não morre, continua
funcionando. Não é um caso de válvula de purga de Cânister.
Lembre-se que a válvula do Cânister afogara o veículo e o mesmo
irá demorar para pegar mas pegará, sem a necessidade de
combustível.

No caso acima, o problema esta diretamente ligado a Válvula


Injetora. A válvula esta travando, e devido a aspiração do motor no
momento em que é colocado o combustível, o motor pega
ocasionando uma revolução no coletor e sugando a agulha da
válvula injetora, a válvula retorna ao seu funcionamento. Não perca
tempo substitua a válvula injetora pôr outra, mas preste atenção *
Válvula Injetora NOVA *.

56
TIPO 1.6 IE – VEÍCULO NÃO
FUNCIONA

O pré-resistor, que se encontra junto a chapa corta fogo, esta


danificado, substituir o mesmo, caso você não tenha pulso na
válvula injetora. Mas é simples descobrir o que esta acontecendo.

Pegue o sensor de rotação, retirando de seu pedestal junto a


roda fônica, e com a chave de ignição ligada, encoste o sensor no
bloco do motor, deve-se obter três fenômenos, a bomba de
combustível irá funcionar, as velas terão centelha, e a válvula
injetora irá pulsar, com estes três fatos acontecendo, este veículo terá
que pegar, (caso a válvula injetora pulse mas trave aberta, pôr estar
com defeito, o veículo não irá pegar, mas sim ocasionar um calço
hidráulico).

Veja bem se um dos três fenômenos não acontecer, é


exatamente onde você esta tendo problema.

57
TEMPRA TURBO – O MOTOR PARA
SUBTAMENTE

Devido a alta temperatura em que o veículo Tempra funciona,


temperatura que está condizente com o trabalho do motor, devido a
liga do material ser própria para a temperatura (115ºC), temperatura
ideal.

Em vários veículos foi constatado que o fio de sinal do sensor


de rotação de uma forma qualquer talvez pela caloria a que esta
exposto entrou em curto com a malha que reveste o fio, ocasionando
bloqueio do sinal do sensor no momento da partida e no momento
em que funcionava até sua parada súbita.

Poderemos medir o sensor e ter o valor de resistência perfeito


conforme determina a tabela de dados técnicos, mas no momento em
que o motor é acionado a corrente alternada produzida pelo sensor
ficará bloqueada pelo curto ocorrido com a massa, na realidade a
malha que reveste o sensor é um filtro (Espúrios), que tem a função
de filtrar o trabalho de alternador e velas, para que a central de
injeção não interprete como rotação.

58
PÁLIO 1.0 / 1.5 / 1.6 – IAW 1G7
MARCHA LENTA OSCILANDO APÓS
REPARO
É muito provável que logo após uma reparação efetuada no
sistema de injeção eletrônica, tenhamos uma oscilação na marcha
lenta, principalmente se o veículo já estava apresentando defeito no
sistema do Sensor de temperatura da água ou Sensor de posição de
borboleta. Simplesmente desligue a bateria pôr alguns segundos, e
unifique os cabos positivo e negativo, isto fará uma dissipação de
energia acumulada.
Efetue uma auto adaptação do sistema como vimos
anteriormente.

PÁLIO 1.0 / 1.5 / 1.6 – IAW 1G7


VEÍCULO NÃO PEGA / PERDA SINAL
DO PAINEL
A bateria é ponto de suma importância para o sistema de
injeção eletrônica, seja no Pálio ou em qualquer outro veículo. Caso
ocorra algum dano a carga da bateria, simplesmente poderemos ter
um relê principal disparando ou batendo no momento da partida, e o
conjunto propulsor mecânico não pega, as luzes do painel diminuem
de intensidade, em alguns casos se apagam pôr completo. “Substituir
bateria”.
Cuidado é muito comum confundir a queda de energia da
bateria, com outras causas. Efetue testes específicos para determinar
o problema na bateria.

59
PÁLIO – SISTEMA VÊNICE – BOSCH
M 7.3 H4 VEÍCULO NÃO ACELERA E
LUZ DA INJEÇÃO ACESSA

Com certeza foi desligado o cabo da bateria (positivo ou


negativo), com a chave de ignição na posição MAR, ou foi retirado
o relê n.º 9 (cor vermelha), localizado na caixa de fusíveis no cofre
do motor, com a chave de ignição na posição MAR. Em resumo: A
borboleta motorizada está sem regulagem.
É necessário efetuar a auto adaptação da borboleta.
Procedimento:
 Desligue a chave de ignição (posição STOP).
 Remova os cabos da Bateria, iniciando pelo pólo Negativo.
 Aguarde entre 1 a 2 minutos, e recoloque os cabos iniciando pelo
Positivo.
 Coloque a chave de ignição na posição MAR. E aguarde em torno
de 45 segundos.
 Em seguida de partida no motor.
 Após alguns segundos a luz espia da injeção se apagará.

60
ESCORT ZETEC 1.8 – DESLIGANDO O
CORRETOR DE MARCHA LENTA O
MOTOR NÃO MORRE, E O VEÍCULO
FICA ACELERADO
No coletor de admissão, próximo ao segundo cilindro existe
um tampão, provavelmente esteja soldo ocasionando entrada de ar
falso. Acertar o tampão e verificar todas as mangueiras do veículo
pôr onde houver passagem de ar.

EXPLORER / RANGER 6 CILINDROS –


COM DETONAÇÃO
Caso esteja aplicado neste veículo, velas de ignição que não
sejam as indicadas pelo fabricante, com certeza o motor estará
detonando pôr baixa qualidade da centelha produzida.
As velas a ser utilizada são de Platina, qualquer outro tipo de
vela ocasionara inclusive alto consumo de combustível.
Velas originais do 1° banco de cilindros 1-2-3
AWSF-42PG
Velas originais do 2° banco de cilindros 4-5-6
AWSF-42P
PARA REPOSIÇÃO
USAR NOS DOIS BANCOS DE CILINDROS AS
VELAS “AWSF42PP” – AS VELAS DEVERÃO SER
TROCADAS A CADA 45.000 Km.

61
FIESTA / KA 97 MOTOR ENDURA
MARCHA LENTA INSTÁVEL E SEM
RETOMADA

É muito comum o sistema de respiro “Blow-by”, dos motores


Endura ficarem completamente entupido.

O óleo transforma-se em pasta, e devido ao entupimento o


sensor “MAF” ficará completamente contaminado, desta forma
impedido de efetuar seu trabalho de forma perfeita, e as informações
sobre variação de ar serão distorcidos para a UCE.

Outro que sofre é o Atuador de marcha lenta, que devido ao


contágio pelo óleo, chega a ter seu eixo travando e efetuando uma
marcha lenta irregular.

Após efetuar a limpeza do Sensor “MAF” faça a medição que


deverá obedecer o seguinte parâmetro:

Em marcha lenta a leitura no fio de sinal é de 30 Hz, passando


à 150 Hz no momento da aceleração.

62
RANGER 4.0 – MOTOR MORRE EM
MARCHA LENTA, EM ACELERAÇÃO
NOTA-SE CORTE ELÉTRICO.

É muito comum o sistema OBD nos enganar com informações


do tipo dedo duro, onde um gerência a função do outro, no caso
citado o veículo Ranger estará com a pressão de combustível em seu
parâmetro normal de trabalho em marcha lenta (2,1 a 2,5 Bar), no
acelerar a pressão sobe até próximo a 3 Bar.
No regime da marcha lenta a pressão começa a diminuir e
imediatamente retoma seu valor. Se houver a retirada do relê de
acionamento da Bomba de Combustível, você perceberá que bem
devagar a pressão estará caindo até que o motor venha a morrer, se
em instantes antes do motor morrer, o relê da bomba for posicionado
em seu alojamento o motor tomará novamente seu padrão de
trabalho.
Todas as medições de Voltagem de alimentação da central em
todos os pinos, não vão indicar em momento algum queda de tensão,
ou até mesmo corte de energia, mas o motor morre. Bem retire a
caçamba e providencie a troca da bomba de combustível, ela estará
fazendo todo o quilombo no sistema, devido a baixa vazão de
combustível, a UCE trabalha até um limite o tempo de injeção, não
conseguindo manter mais o motor, a UCE corta pôr si mesma o
sistema de ignição.

63
KA / FIESTA / ESCORT – TODA LINHA
COM COLETOR EM POLIAMIDA E
FIBRA DE VIDRO

Os veículos são desenvolvidos, na finalidade de economizar


combustível e com o uso da tecnologia favorecer que o desempenho
do motor seja suave, com maior potência. E emissão de poluentes
próximo a zero.
Nos veículos acima descrito, a limpeza do coletor de admissão
é ponto fundamental no sistema de injeção eletrônica, pois foram
desenvolvidos com a finalidade de efetuar um trabalho chamado de
efeito “Recalque”. Caso o interior do coletor de admissão esteja
tomado pôr goma ou até mesmo pôr borra proveniente do sistema de
respiro do motor, teremos uma significativa diminuição de potência
do motor.
O efeito Recalque é o responsável pela maior entrada de ar nos
cilindro. “Sem ar suficiente, mistura pobre”

ESCORT ZETEC 1.8 16V – MARCHA


LENTA ALTA

Fora o Atuador de marcha lenta e entrada de ar falso, o sistema


possui a direção hidráulica, e uma falha ou curto no sistema de
fiação do sensor da direção hidráulica, acarretará a elevação da
marcha lenta. Verifique o chicote do sensor que está localizado no
painel corta fogo.

64
SISTEMA EEC-IV EFI – GRILAR EM
PLENA CARGA

A primeira vista poderemos pensar em ponto de ignição, pois o


sistema de ignição é dinâmico (Distribuidor), caso ao verificar o
ponto e o mesmo estiver correto, e sensor de detonação também,
verifique então as Válvulas Injetoras, quanto a vazão. Pois baixa
vazão de válvula injetora ocasionará mistura pobre em plena carga, e
o motor irá GRILAR.

RANGER – COM MARCHA LENTA


INSTÁVEL

Verifique, se o Sensor TPS, que está sendo aplicado é o


original do veículo, compare a numeração, é fácil confundir com o
Sensor do Mondeo e efetuar a aplicação.
No caso teremos ausência de sinal do sensor.

65
CAIXA DE FUSÍVEIS

É muito comum a caixa de fusíveis da linha FORD, apresentar


problema com os pontos de solda, principalmente no relê da bomba
de combustível e no relê de potência. Ou substitui-se a caixa de
fusíveis, ou com muito cuidado refaça todas as soldas da caixa de
fusíveis. Para assegurar um perfeito funcionamento, independente de
onde esta a falha. É mais fácil refazer todo o conjunto do que parte
dele e ficar na dúvida.

ESCORT E MONDEO / CONSUMO


ELEVADO DE COMBUSTÍVEL

É provável que nos veículos provenientes da Argentina


(ESCORT), você verifique a falta do Conector de Octanas no seu
soquete, pois a qualidade do combustível daquele país é diferente do
nosso.
Na linha Mondeo o Conector está na caixa de fusíveis, já no
Escort está enrolado no chicote que passa em frente a bateria.
Através do conector de octanas a UCE mede a queda de tensão,
usando esta informação para o trabalho no sistema de ignição
(Avanço).

66
RANGER – 95/97 MARCHA LENTA
INSTÁVEL / AO DESACELERAR
FALHA

A probabilidade de estar com o sistema EGR carbonizado é


grande, então proceda uma limpeza completa no sistema. O sistema
é composto da Válvula EGR, da Válvula EVR (válvula reguladora
de vácuo) e da DPFE (Sensor transdutor de pressão do fluxo da
EGR).

ESCORT – NÃO ACEITA


ACELERAÇÃO

É mais que comum, o MAF (Sensor que mede o AR) estar


com problema, o problema também é que o sensor do Escort vem
com o duto metálico onde está instalado, ou seja peça completa, e
seu valor é elevado. A solução é colocar o MAF do Fiesta no lugar,
substituindo somente o sensor, mantendo a base metálica, para isto é
também necessário providenciar o conector do Sensor que é de
forma ovalada, e o que você encontra no Escort é de forma
retangular.
Quanto a fiação, até na coloração dos fios são iguais, ou seja o
chicote do Escort e o chicote do Fiesta são idênticos no relativo aos
fios. Em poder do conector do Fiesta, corte os fios do chicote do
Escort e seguindo a mesma coloração de fios providencie a
substituição. A ligação dos pinos do sensor em relação a UCE é a
mesma para o Escort e Fiesta.

67
MONDEO 94/95 AUTOMÁTICO
“FALHA E TRANCO EM VELOCIDADE
ENTRE 80 A 100 Km/h”
Se ao trafegar com o veículo a velocidade entre 80 / 100 Km/h,
com o motor entre 1.980 a 2.030 Rpm e o veículo começar a
tranquear e a rotação se elevar para próximo de 4.000 Rpm e você
sentir um buraco na aceleração, a probabilidade de estar com
problema no Conjunto Interruptor da Alavanca de Câmbio é enorme.
Ao dirigir o veículo nota-se que existe uma redução de marcha em
momento inadequado.
O Mondeo pode ser equipado com o sistema de Controle de
Tração “TCS”, sendo ativado quando uma roda patinar com
velocidade abaixo de 50 Km/h. esse sistema é conjugado com o
sistema ABS e UCE de injeção eletrônica.

MONDEO – LUZ DO AIR BAG


PISCANDO
Pressione a buzina, caso não funcione, e a buzina esteja ligada
corretamente, e não queimou, então é nítido sinal que o disco com
mola espiral montada no cubo do volante para ligação eletrônica
entre buzina, Air Bag e CD Player tenha se rompido, e o sinal de
ligação do sistema esta apresentando defeito. Em caso de colisão o
Air Bag não funcionará.
Desmonte todo o conjunto, tomando cuidado de não danificá-
lo, e substitua o disco com mola espiral ou verifique se existe a
possibilidade de refazer as soldas de contato. Mas cuidado, existem
números específicos de voltas para a mola espiral.

68
RANGER 97/98 – CTM (MÓDULO
TEMPORIZADOR CENTRAL)

Componentes gerenciados: Limpador e lavador de pára-brisa,


controle de 1ª e 2ª velocidade e temporizador, aviso através de sinal
sonoro de advertência de: cinto de segurança, porta aberta e chave
de ignição no contato, porta aberta e farol acesso, indicador de
consumo de bateria e lâmpada de cortesia.
EXEMPLO: O CTM liga a lâmpada de aviso de ausência de
cinto de segurança, quando a chave de ignição estiver ligada durante
os primeiros 60 segundos. Quatro avisos sonoros, os sinais sonoros
são gerados pôr prioridade.

INSPEÇÃO DE DIAGNÓSTICO DO CTM

Localize um conector de um fio abaixo do painel de


instrumentos bem próximo ao pedal do acelerador e faça
aterramento para iniciar o diagnóstico. Para sair da condição de
diagnóstico basta desaterrar o fio.
O teste é efetuado da seguinte maneira:
 Teste de som e lâmpada de porta aberta é iniciado ao aterrar o fio
 Para verificar os códigos coloque a chave na ignição.
 Acione a ignição na posição ligada ou acessórios, neste momento
o CTM acenderá a lâmpada de porta aberta pôr 3 segundos, então
verifique:

- A lâmpada de porta aberta esta acessa? Existe sinal sonoro? Em


caso afirmativo a lâmpada esta OK e o sinal sonoro OK.
- A lâmpada de porta aberta não acende? Caso negativo a lâmpada
da porta pode estar queimada ou provável mau contato ou CTM

69
com problema. Caso a lâmpada acenda e o sinal sonoro não exista, o
sistema elétrico do sinal sonoro está com problema.
- A lâmpada da porta aberta não acende. Ausência de som.
Verifique o fio de diagnóstico, pode estar danificado.

Tabela de código de falhas

11 Ausência de falhas – sistema OK


12 Limpador – interruptor defeituoso / lavador do pára-brisa
aberto pôr 30 segundos
13 Temporizador do limpador – interruptor aberto pôr mais de 30
segundos
14 CTM com falha interna verificar
15 CTM com falha interna verificar
21 Limpador do pára-brisa com CC ou bobina do relê de alta
22 Limpador do pára-brisa com CC, parado ou bobina do relê de
início
23 Bateria – bobina do relê economizador em curto
24 Lâmpada de cortesia – bobina do relê em curto
31 Lavador do pára-brisa – bobina do relê do motor em curto
32 Cinto de segurança – bobina do relê da lâmpada em curto
33 Lâmpada de porta aberta – bobina do relê em curto

70
FIESTA – ÓLEO DE TRANSMISSÃO

O Fiesta está equipado com o sistema de transmissão IB5 que


utiliza óleo sintético. Em nenhuma hipótese colocar óleo comum ou
misturar óleo.

71
IMPORTADOS

BMW
COLOCAÇÃO DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO EM MOTOR V6
2.000
Nos veículos que utilizam válvula termostática de dois estágios,
seguir alguns padrões, tais como:
1 Remover a mangueira de entrada da válvula termostática que se
liga ao radiador
2 Colocar a mangueira acima do nível da válvula termostática e
colocar o líquido de arrefecimento.

Este procedimento fará com que o líquido de arrefecimento se


posicione no bloco do motor em volta das camisas, a falta deste
procedimento fará com que a válvula termostática que está
bloqueando a passagem de água não abra em seu devido tempo, com
isto criara calor excessivo na câmara de combustão, prejudicando o
motor.
Com a falta deste procedimento, é muito provável que o técnico
reparador substitua a válvula termostática sem necessidade.

72
BMW 325I ANO 95 – ALGUNS DADOS
TÉCNICOS

Bobinas valor de resistência 0,4 a 0,8 Ohms a 20ºC.

Utiliza sistema estático de ignição com 1 bobina para cada


cilindro, sendo que cada bobina gera 32 Kv podendo variar o ângulo
de 10º a 59º Graus. As velas são do tipo eletrodo a massa tripolar.

Em caso de reparo no cabeçote, siga a tabela:

- Altura nominal 140 mm

- Altura mínima após retifica 139,55mm

- Para verificar a fase do VANUS, coloque o 1º cilindro em PMS


no ciclo de compressão e uma régua nos “quadrados” dos
comandos na parte traseira que devem estar devidamente
alinhados.

73
BMW 325I ANO 95
AUTODIAGNÓSTICO DO
SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA.

Como fazer para diferenciar a BMW americana da BMW


alemã? Simples. A americana trás o marcador de velocidade no
painel em milhas, já a alemã em quilometragem.
As duas versões são dotadas do sistema de injeção Motronic M
3.1.
Mas as duas centrais não são intercambiáveis.
Os códigos de falhas poderão ser retirados de forma rápida e
precisa, basta seguir os passos:
 Ligue a chave de ignição, sem dar partida
 Acione o pedal do acelerador pôr 5 vezes consecutivas.
 Faça a leitura dos códigos de falhas de 04 dígitos

1211 UCE com provável defeito


1212/1221 Sonda Lâmbda do banco 1
1213/1222 Sonda Lâmbda do banco 2
1215/2215 Medidor de massa de ar
1216 Sensor de posição de borboleta
1218/1219 Controle de estágio de saída 1 e 2
1223 Sensor de temperatura do motor
1224 Sensor de temperatura do ar
1225/1226/1227/1228 Sensor de detonação 1-2-3-4
1231/2231 Bateria com provável defeito

74
1232/2232 Interruptor de mínima
1233/2233 Interruptor de máxima
1234 Sensor de velocidade
1237 Circuito do ar condicionado
1242 Compressor do ar condicionado
1243 Sensor de rotação do motor
1244 Sensor de fase
1245 AEGS
1251 Provável defeito em injetor do banco 1
1252 Provável defeito em injetor do banco 2
1253/1254/1255/1256/1257/1258
Injetor 3-4-5-6-7-8
1262/2261 Ativação do Relê da bomba de
combustível
1262 Atuador de marcha lenta
1263/2263 Válvula de purga do Cânister
1264/2264 Circuito de aquecimento da Sonda
Lâmbda
1265 Luz espia
1266 Vânus – Comando variador de fase
1267 Controle da bomba de ar artificial
1271 Ignição estática banco 1
1272 Ignição estática banco 2
1273/1274/1275/1276/1277/1278
Bobina 3-4-5-6-7-8
1281/1282/2211 Unidade DME com provável defeito
1283 Controle do banco 1 e 2 dos injetores
1286 KS controle de sinal
1444/2444 Sistema de injeção normal

75
BMW 325I - RÊLES LOCALIZAÇÃO
Próximo a chapa corta fogo, do lado esquerdo do veículo junto
a caixa de fusíveis. O relê marrom é da bomba de combustível, o
relê azul é do aquecimento da Sonda Lâmbda e o relê branco de
Partida e Ignição.
Sendo que algumas BMW são dotadas de Válvula de corte
inercial da bomba de combustível que está localizada sob o pára-
lama dianteiro esquerdo.

SUZUKI VITARA TODOS – LUZ


CHECK ENGINE ACESSA E SISTEMA
EM PERFEITO ESTADO
A UCE, trabalha com memorização de Km rodado, e ao
ultrapassar os 50 mil Km, a luz de injeção se acende com a
finalidade de alertar o usuário da necessidade de dirigir-se a um
centro automotivo e providenciar uma revisão do sistema de injeção
eletrônica em seu veículo.
Para RESET da lâmpada, remova o botão de posicionamento
dos retrovisores, irá avistar ao fundo uma chave tipo deslizante
on/off, é só movimentá-la ligando e desligando com a chave de
ignição ligada que a UCE estará limpa.

76
DODGE DAKOTA – PROCEDIMENTO
PARA CÓDIGO DE FALHAS
Com a chave na ignição dar três toques rápidos e no quarto
toque pare e aguarde as piscadas

CÓDIGO BUSCA DE REFERÊNCIA


11 SENSOR DE ROTAÇÃO
12 TENSÃO DE BATERIA
13 SENSOR DE PRESSÃO – MAP
14 SENSOR DE PRESSÃO – MAP
15 SENSOR DE VELOCIDADE – VSS
16 SENSOR DE DETONAÇÃO – KS
17 SENSOR DE ºC DA ÁGUA – ECT
21 SONDA LÂMBDA
22 SENSOR DE ºC DA ÁGUA – ECT
23 SENSOR DE ºC DO AR – ACT
24 SENSOR DE POSIÇÃO DE BORBOLETA TPS
25 ATUADOR DE MARCHA LENTA
27 CIRCUITO DE CONTROLE DOS INJETORES
32 VÁLVULA EGR
35 VELOCIDADE VENTILADOR RADIADOR
42 RELÊ INJEÇÃO/BOMBA COMBUSTÍVEL
51 RELACIONADO A MISTURA POBRE
52 RELACIONADO A MISTURA RICA
72 CATALISADOR INEFICIENTE

Para o Reset da UCE, desligue o (-) da bateria ou o fusível de


alimentação da UCE pelo menos pôr 20 segundos.

77
TECNOLOGIA DO ABS – ALGUNS
CASOS

Nunca deixe de inspecionar a tampa do reservatório de fluído


de freio, pois uma modificação de resistência, conforme o sistema de
ABS, poderá simplesmente deixar o sistema de ABS inoperante,
verifique sempre o mapa elétrico do sistema que equipa o veículo.
Sempre que um veículo da linha GM apresentar a luz de ABS
acesa, verifique o relê do ABS, retire-o de seu alojamento e
recoloque-o, é provável que o sistema retorne a operar se não houver
problemas relacionados a sensores ou mesmo central.
Muitas vezes ao desligar a bateria, grava-se um código de falha
em ABS, ou até mesmo em Air Bag, Reset a UCE com equipamento
específico para o veículo.
Em veículos dotados de sistema de Air Bag, que o sensor de
disparo esteja sob o banco dianteiro, em uma possível remoção do
banco ao desligar o conector do sensor de disparo do Air Bag,
poderemos gravar código de falha no sistema, Reset somente com
aparelho específico.
A sangria de alguns sistemas de ABS são essenciais para o
perfeito funcionamento do sistema, verifique o sistema utilizado no
veículo.
Muitas vezes o sistema de ABS não estará operando, pois o
proprietário do veículo modificou pneus e rodas do veículo,
alterando suas características técnicas, isto irá influir e muito no
funcionamento do sistema.
Trepidação no freio, é sinal de sistema operante, saiba detectar
uma trepidação original do sistema ABS, com a trepidação
ocasionada pôr defeitos apresentados pôr disco de freios e outros
fatores.

78
BMW – AIR BAG
Cuidado em desligar a bateria de um BMW para reparo na
coluna de direção, pois ao recolocar a bateria em funcionamento,
jamais a chave de ignição poderá estar no contato evitando assim um
possível disparo do sistema de Air Bag. Nunca retire o cabo positivo
(+) antes do negativo (-), e jamais conecte o cabo (-) antes do cabo
positivo.

79