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ATIVIDADES UNIDADE I

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

PRIMEIRA TENTATIVA (NOTA 10/10)

(BRUNA) PERGUNTA 1 - Vygotsky (2001) e Luria (2001) afirmam que: (NOTA 10/10)

- nenhuma criança aprende sozinha;

- o pensamento está distante da leitura e da escrita.

- escrita e a leitura auxiliam o desenvolvimento do pensamento;


- a escrita está desvinculada da leitura;

- a leitura não se relaciona com a escrita;

RESPOSTA: Segundo Vygotsky (2001) e Luria (2001), a escrita e a leitura auxiliam o desenvolvimento do
pensamento, pois, ao escrever, a situação é diferente da linguagem verbal. Nesse momento, não há o auxílio
do contexto da comunicação oral, com a relação imediata, em que os sujeitos estão presentes e também não
há a entonação do diálogo. Então, o ato de escrever é mais complexo e desenvolve o pensamento. (PÁGINA
22 APOSTILA)

(BRUNA) PERGUNTA 2 - Segundo Soares, 2003, p.90, “eventos de letramento são conceituados por
situações em que a língua escrita é parte integrante da natureza da interação entre os participantes e de seus
processos de interpretação”. Leia as afirmativas abaixo e destaque aquela que não corresponde a esta
citação.

Eventos e práticas dentro da escola chamamos de letramento escolar.

Eventos e práticas fora da escola denominamos de letramento social.

Nas situações de letramento social, as pessoas realizam as interações de maneira espontânea.

As práticas de letramento são designadas tanto pelo comportamento dos participantes quanto pelas
concepções sociais e culturais que o configuram.

A escola não conduz adequadamente o processo de letramento.

RESPOSTA: Soares (2003) compara o letramento desenvolvido dentro e fora da escola por meio de eventos
e práticas. Os eventos de letramento são conceituados por “situações em que a língua escrita é parte
integrante da natureza da interação entre os participantes e de seus processos de interpretação” (SOARES,
2003, p. 90). As práticas de letramento são designadas tanto pelo comportamento dos participantes
quanto pelas concepções sociais e culturais que o configuram.

Essas diferenciações entre eventos e práticas servem para efeito de estudo e análise das situações de
letramento dentro e fora da escola. Os eventos e práticas de fora da escola, Soares (2003) denomina de
letramento social e os da escola, denomina de letramento escolar.
Nas situações de letramento social, as pessoas realizam interações de maneira espontânea e na escola é
realizada uma “pedagogização” do letramento. Vejamos um exemplo dado por Soares (2003, p. 91): (TEXTO
UNIDADE 1: CONCEITO E HISTÓRIA DO LETRAMENTO NO BRASIL).
SEGUNDA TENTATIVA (NOTA 10/10)
(BRUNA) PERGUNTA 1 - A partir das duas concepções de Kleiman (2003) sobre letramento, podemos
afirmar que.

No modelo autônomo de letramento a escola assume papel fundamental.


Existem três modelos básicos de letramento sob responsabilidade da escola.

As crianças devem ser antes letradas para depois serem alfabetizadas.

Alfabetização não possui relação com letramento.

Todo letramento acontece fora do ambiente escolar.

(BRUNA) PERGUNTA 2 - Marque a alternativa que corresponde ao letramento:

letramento não possui relação com alfabetização;

no modelo autônomo de letramento a escola assume papel fundamental.


as crianças devem ser antes letradas para depois serem alfabetizadas;

todo letramento acontece fora do ambiente escolar.

RESPOSTAS DAS PERGUNTAS 1 e 2: Comparando, então, os dois conceitos aqui apresentados, de letrar e
de alfabetizar, podemos dizer que alfabetizar é o processo de ensinar as técnicas para ler e escrever,
enquanto letrar é ensinar o uso dessas técnicas em contextos sociais

Vale ressaltar aqui que o professor das séries iniciais do Ensino Fundamental deve alfabetizar e letrar.
No entanto, muitas vezes, não consegue nem ensinar toda tecnologia da escrita – alfabetização, como propôs
Soares no texto anterior. Muitas vezes, ensina somente o uso do caderno, lápis e borracha, ensina letras,
sílabas, palavras e, somente ao fim do primeiro, alguns textos. Acredita que primeiramente a criança
precisa ser alfabetizada e depois deve ser letrada.

Especificamente sobre o letramento, Kleiman (2003) apresenta dois tipos de concepção de letramento:
modelo autônomo de letramento e modelo ideológico de letramento.

No modelo autônomo de letramento, a escrita é vista como um produto completo em si, por isso autônomo.
Não dependeria do contexto de sua publicação.

Os princípios que a escrita segue são diferentes da oralidade. Na escrita, é preciso uma lógica, racionalidade
e consciência interna inerente a ela. Quando falamos, por exemplo, o que havia planejado para falar,
acabamos mudando em função daquilo que outra pessoa fala, mas quando escrevemos, dizemos a ideia sem
a interferência imediata de quem lê (KLEIMAN, 2003)

Para realização do modelo autônomo de letramento, a escola cumpre papel fundamental. É ela, por
excelência, que tem o papel de ensinar e desenvolver habilidades cognitivas para que o aluno consiga
escrever bons textos.
Sempre afirmamos que é a escola a responsável por alfabetizar. Relacionamos diretamente escolarização
com alfabetização, muito mais comumente do que letramento com escolarização. No entanto, os dois
processos de alfabetização e de letramento devem estar no cotidiano da escolarização.

Voltando aos modelos de letramento discutidos por Kleiman (2003), o segundo modelo é o ideológico de
letramento. Para esse modelo, “[...] todas as práticas de letramento são aspectos não apenas de cultura, mas
também das estruturas de poder numa sociedade” (KLEIMAN, 2003, p. 38).
Assim, as práticas de letramento variam de acordo com o contexto social, econômico, cultural, político e
educacional. Em grupos socioeconômicos distintos, há práticas de letramento de maneiras diferenciadas.
Uma prática de letramento exemplificada por Kleiman (2003) é o momento que alguém conta estória para a
criança antes de ela dormir.

No grupo de baixa escolarização, as crianças também têm um ambiente colorido e ilustrado com contos de
ninar. Há três estágios distintos que foram detectados por uma pesquisadora citada por Kleiman (2003):
1. O adulto reconta as estórias de maneira simplificada e introduz informações discretas sobre a escrita, como
nome das letras. Mas não há outro tipo de análise ou comparação do que está sendo lido com a realidade.
2. Quando a criança quer falar durante o momento da estorinha, ela não é encorajada a participar desse
momento. Ela só deve observar.
3. A criança conhece livros de exercícios sobre formas, cores e seu relacionamento com o livro é
supervisionado pelo adulto, que ensina o uso correto das letras consideradas importantes para o sucesso
escolar. (TEXTO UNIDADE 1: LETRAMENTO E SUAS POSSIBILIDADES EDUCACIONAIS).

DIDÁTICA B

PRIMEIRA TENTATIVA (NOTA 05/10)


(BRUNA) PERGUNTA 1- Análises, reflexões e debates sobre a questão da competência do professor são
inúmeros no meio acadêmico e todos apontam para a necessidade de se formar um profissional competente
e compromissado com a educação. Questiona-se atualmente como se processa no professor o conhecimento
sobre o ensino e para o ensino. O professor nessas discussões deveria:

I – ter consciência, ter uma visão crítica sobre si mesmo;

II – saber ser sujeito do processo de conhecimento a ser construído em sala de aula;

III – precisa aprender o significado da situação didática e como ocorrem as relações pedagógicas, somente
assim relacionará teoria e prática;

IV – ser detentor de um saber específico que estruturará e organizará o trabalho docente.

Estão corretas:

ll, lll e lV.

l, ll e lll. (acredito que seja a correta)


l, ll e lV.

l, lll e lV.

l, ll, lll e lV. (marquei esta e está errada)

RESPOSTA: Para ser um ator crítico deve desenvolver a competência da compreensão e a capacidade de
utilizar as várias linguagens, inclusive a da informática.

Acreditamos que uma das competências mais importantes do professor é ser um investigador, um
pesquisador e estar em constante formação. É preciso buscar o novo, mas só romperemos paradigmas se
conseguirmos construir novos conhecimentos. (PAGINAS DA APOSTILA)

(BRUNA) PERGUNTA 2 - Coloque Verdadeiro (V) ou Falso (F), nas frases descritas abaixo:

( ) Ao provocar reflexões sobre o processo ensino aprendizagem, a Didática aponta os métodos de ensino
( ) O processo educativo, onde quer que se dê, é sempre contextualizado social e politicamente

( ) o professor reflexivo precisa ter a capacidade de utilizar o pensamento como atribuidor de sentido e para
isso faz da sua prática um campo de reflexão teórica, estruturadora da ação.

( ) O sinal mais indicativo da responsabilidade profissional do professor é seu permanente empenho na


instrução e educação dos seus alunos, dirigindo o ensino e as atividades de estudo de modo que estes
dominem os conhecimentos básicos e as habilidades.

Assinale a opção correta:

V, F, F, F.

F, V, F, V.

F, F, F, F.

V, V, V, V.
V, V, V, F.

RESPOSTA: O processo educativo, onde quer que se dê, é sempre contextualizado social e politicamente,
pois há uma subordinação à sociedade, que lhe faz exigências, determina objetivos e lhe proporciona
condições e meios de ação. (PAGINA 12 DA APOSTILA)

SEGUNDA TENTATIVA (NOTA 10/10)


(BRUNA) PERGUNTA 1 - PERGUNTA 1

Como vimos, a Didática está embasada em fundamentos teóricos que sustentam a prática pedagógica do
educador. Seus estudos passeiam por diversas áreas do conhecimento e buscam explicar o desenvolvimento
dos seres humanos: Psicologia, Filosofia, Antropologia, entre outras.

Analise as assertivas abaixo:

I. A Didática faz parte da vida, permeia nosso dia a dia e é importante para o saber fazer docente.

II. A didática auxilia o professor a provocar algumas reflexões, uma vez que ele precisa conhecer as
diferentes Ciências que auxiliam sua prática em sala de aula.

III. Todo posicionamento teórico construído pelo professor irá direcionar o processo de aprendizagem
proposto por ele.

IV. Se um professor descreve muito bem seus objetivos ele não precisará ter claro qual teoria sua prática
está atrelada. (ERRADA)

Estão corretas as afirmativas:

I,II e III
III e IV

I e II

I e IV

Apenas a afirmativa IV
RESPOSTA: A Didática faz parte da vida, permeia nosso dia a dia e é importante para o saber fazer
docente, pois ajuda a provocar algumas reflexões, a analisar os métodos de ensino, os papéis no
processo educativo etc. Mais tarde, todo esse posicionamento teórico irá direcionar todo o processo de
aprendizagem.
Todo professor precisa ter claro qual teoria sua prática está atrelada:
Precisamos ter conhecimento a respeito de como o sujeito se desenvolve e o que os estudos nesta área vêm
apontando sobre como ele aprende.
Percebeu como a Didática, todo o nosso caminhar enquanto estudante modifica e modificará nossas vidas? E
como a Didática está intimamente relacionada às outras ciências. (APOSTILA PÁGINA 14 e 15)

(BRUNA) PERGUNTA 2 - A motivação é um aspecto fundamental nos processos educativos, que devem ser
observadas em diversas dimensões como forma de favorecer a aprendizagem, sendo importantes os
seguintes aspectos:

O ambiente, as forças internas do indivíduo e o objeto que atrai o indivíduo


como fonte de satisfação.
O ambiente, os desejos dos professores, os objetivos de ensino e a relação da família com a escola.

A capacidade da criança em obedecer, as forças internas do indivíduo e a austeridade do espaço escolar

A austeridade do ambiente escolar, o objeto que atrai o indivíduo como fonte de satisfação e a relação da
criança com a família.

A relação da criança com o saber, os aspectos psicológicos da criança e a austeridade do ambiente escolar.

RESPOSTA: TEXTO UNIDADE 1: MOTIVAÇÃO E A EDUCAÇÃO


GESTÃO E COORD. DO TRAB. NÃO PEDAGOGICO NA EB

PRIMEIRA TENTATIVA (NOTA 10/10)


(BRUNA) PERGUNTA 1 - O coordenador pedagógico democrático, como liderança instituída e legitimada
pelos seus pares, é o responsável pela articulação do grupo e cuidar para que as ações e propostas tenham
um encaminhamento sólido, o que necessita de algumas atitudes básicas, que são:

Acompanhar/punir; Acolher/ cuidar do outro e dialogar e saber ouvir

Confiar/ amparar; saber mandar e impor respeito e acolher/cuidar do outro

Acolher/ cuidar do outro; dialogar e saber ouvir e saber mandar e impor respeito

Acompanhar/exigir; acolher/cuidar do outro e confiar/amparar


Confiar/amparar; acolher/ cuidar do outro e punir as ações de conflito

RESPOSTA: Acolher/cuidar do outro – consiste em apoiar, estimular, cuidar para que as pessoas se sintam
bem e confiantes para poder se manifestar de forma plena, sem medo de se expor. O acolhimento aproxima
as pessoas que sentem pertencendo a um grupo em que todos têm o mesmo valor e colaboram cada um com
os seus potenciais e conhecimentos individuais, para o fortalecimento da equipe. Uma coordenação que
prime em acolher os docentes e que favoreça que o mesmo ocorra entre eles, estará proporcionando um
ambiente propício para a partilha, para o sucesso.
Dialogar e saber ouvir – a abertura para o diálogo é, antes de tudo, valorizar os saberes, sentimentos,
emoções, ansiedades etc., dos outros. É a atitude de abertura para que o outro se posicione e explane o que
o incomoda, o que o faz feliz, seus sucessos, erros ou fracassos. Ter abertura para o diálogo e aprender a
ouvir plenamente o outro são posturas que auxiliam o entendimento de como as pessoas se sentem e se
posicionam frente sua tarefa educativa, como também se aproximar das representações e da cultura que
orienta o grupo em seu trabalho educativo.
Quando o coordenador pedagógico, em suas ações e proposituras, valoriza o diálogo e ouve com respeito e
atenção as pessoas, sua percepção da realidade se apura, o que facilita o planejamento e o desenvolvimento
de ações e de projetos.

Confiar/amparar – a confiança é a crença no potencial do outro, que saberes pessoais e profissionais


desenvolvidos em sua trajetória, que merecem respeito e reconhecimento. A falta de confiança de um
coordenador pedagógico com sua equipe, ou com algum membro do coletivo, inibe a ousadia e a capacidade
de mudança nos encaminhamentos didático-pedagógicos. Por outro lado, mesmo existindo alguma
inadequação na postura e/ou na prática educativa, quando o coordenador ampara o professor e confia na sua
capacidade de alterar a situação, com certeza haverá o encorajamento do docente para reverter o quadro.

Acompanhar/exigir – não podemos confundir a postura democrática da ação coordenadora com a falta de
acompanhamento dos processos formativos dos educandos e a displicência de algum profissional como a
responsabilidade que lhe cabe no desenvolvimento dos educandos. Vale lembrar que, para que avancemos
na qualidade da educação que desenvolvemos com nossos alunos, o coordenador tem que Unidade I
Gestão e Coordenação do Trabalho Pedagógico na Educação Básica ser firme, exigente e rigoroso, as
posturas inadequadas que comprometem o sucesso da ação educativa. Porém, este acompanhamento deve
ser conduzido de forma ética e com respeito. (TEXTO UNIDADE I)

(BRUNA) PERGUNTA 2
PERGUNTA 2

Monica Thurler, pesquisadora e autora de diversos livros sobre organização e gestão escolar, defende que as
mudanças nos sistemas educativos não conseguem ser efetivadas sem uma liderança, e considera que
algumas fontes principais de uma liderança em uma instituição de ensino. Destaque abaixo o item que não
corresponde às fontes que a autora destaca:
O sentido da organização

O status do cargo
O carisma pessoal

A habilidade profissional

O estatuto da autoridade

O fortalecimento do grupo e das pessoas como sujeitos de sua ação é que propiciam atitudes e movimentos
de cooperação e de respeito às individualidades, o que, segundo Thurler (2001), leva os professores e
coordenadores a reconhecer suas sensibilidades e vulnerabilidades, as maneiras como percebem e
organizam a evolução de suas competências pessoais/profissionais, entre outros aspectos, processo em
que:

Instauram-se, assim, equilíbrios sutis que permitem a ajuda e o apoio mútuos, sem invadir, por isso, a esfera
privada. Em lugar de ser percebida como deficiência, a diversidade dos percursos dos atores [...] é
administrada e explorada como recurso essencial que lhes permite aprender uns com os outros, juntar suas
competências e habilidades para resolver problemas e fazer o sistema evoluir (THURLER, 2001, p.79).

Thurler (2001) postula que as mudanças nos contextos educativos não conseguem ser feitas sem uma
liderança, e destaca cinco fontes principais de uma liderança em uma instituição de ensino:
• O estatuto da autoridade. A liderança é, nesse caso, [...] um de seus colaboradores. Eles são designados
pelo poder organizador. [...] Cabe a eles o direito e a responsabilidade de definir as prioridades, transmitir a
informação e as diretivas emitidas pelo poder organizador e assegurar que todos “caminhem na mesma
direção”.
• A habilidade profissional. A liderança funciona com base no reconhecimento das competências
desenvolvidas neste ou naquele terreno profissional [...].
• O carisma pessoal. Essa liderança está ligada à capacidade que certas pessoas têm de mobilizar as
outras, de levá-las a pretender um objetivo, dar sentido a um projeto e a um comportamento coletivo, insuflar
esperança, confiança, fé e entusiasmo. [...]
• O sentido da organização. A liderança é, aqui, uma forma de habilidade, mas está voltada, antes de tudo,
para a própria dinâmica da mudança, para o desenvolvimento organizacional mais do que para seu conteúdo.
Um líder assim é um recurso insubstituível quando se trata de criar sinergias, organizar e compartilhar o
trabalho, colocar o projeto por escrito, negociar passagens difíceis, funcionar como mediador, ativar redes.
• A posição no sistema social. Nesse caso, o líder obtém influência de sua inserção em redes que
ultrapassam o estabelecimento escolar, graças às quais ele garante a ligação com outras instituições ou
pessoas-recursos. (THURLER, 2001, p. 153). (TEXTO UNIDADE I: CARACTERÍSTICAS DE LIDERANÇA
EM TRÊS PERSPECTIVAS)

SEGUNDA TENTATIVA (NOTA 10/10)


(BRUNA) PERGUNTA 1 - O coordenador pedagógico democrático, como liderança instituída e legitimada
pelos seus pares, é o responsável pela articulação do grupo e cuidar para que as ações e propostas tenham
um encaminhamento sólido, o que necessita de algumas atitudes básicas, que são:

Acolher/ cuidar do outro; dialogar e saber ouvir e saber mandar e impor respeito

Confiar/ amparar; saber mandar e impor respeito e acolher/cuidar do outro

Acompanhar/exigir; acolher/cuidar do outro e confiar/amparar


Confiar/amparar; acolher/ cuidar do outro e punir as ações de conflito

Acompanhar/punir; Acolher/ cuidar do outro e dialogar e saber ouvir

(BRUNA) PERGUNTA 2
PERGUNTA 2

Para Franco (2010), vários fatores contribuem para que as reuniões pedagógicas não sejam realizadas a
contento, entre os quais destaca: I. A falta de preparo e da clareza do coordenador pedagógico de seu papel
como mediador na formação em serviço dos professores. II. A utilização do espaço das reuniões para
transmitir recados, comunicados, corrigir provas, etc.. III. O descaso de algumas secretarias de educação na
formação continuada do coordenador pedagógico e da explicitação de seu papel na organização do trabalho
pedagógico da escola. IV. A instabilidade do corpo docente, visto que em muitas unidades escolares há a
troca de boa parte do corpo docente de um ano para o outro, o que compromete o trabalho e o
desenvolvimento do projeto político-pedagógico da escola. Analisando as afirmações acima, podemos dizer
que:

Todas as alternativas estão corretas


As alternativas I, II e IV estão corretas

As alternativas II, III e IV estão corretas

As alternativas I, III e IV estão corretas

As alternativas I, II e III estão corretas


ATIVIDADES UNIDADE II
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

PRIMEIRA TENTATIVA (NOTA 10/10)


(BRUNA) PERGUNTA 1 - Método analítico ou global caracteriza-se pelo processo de análise, partindo do
todo para as partes menores e pode também ser denominado de natural ou ideovisual. Sobre esse método é
correto afirmar:

Que nesse método observa-se a fragmentação da leitura e da escrita. (ASSOCIACAO DA LEITURA A


ESCRITA)

Investe na repetição e na memorização de sons ou nome das letras, mesmo que sem sentido. (SINTÉTICO)

É aquele que se inicia da parte para o todo, podendo ser a parte: a palavra, a frase ou o texto. (DO TODO
PARA AS PARTES)

Que investe no processo fônico, silábico e na soletração. (SINTÉTICO)

Que surgiu com a finalidade de partir de um contexto e de algo mais próximo da


realidade da criança.

RESPOSTA: Por método analítico podemos conceituar aquele que se inicia do todo para as partes. “Os
métodos analíticos ou globais diferem-se dos sintéticos pelo processo de análise, partindo do todo para as
partes menores, recebendo o nome também de natural e ideo-visual” (MONTEIRO, 2010, p. 61).

O método global surgiu com a finalidade de partir de um contexto e de algo mais próximo da realidade
da criança. Sabe-se que a letra ou a sílaba, isoladas de um contexto, dificultam a percepção, pois são
elementos abstratos para a criança (MENDONÇA, 2003, p. 36)

Em 1655 - Algumas iniciativas foram de Comenius, que lançou o método iconográfico, o qual associava a
imagem a uma palavra geradora e assim a criança estabelecia uma relação entre a grafia e a representação
icônica (MENDONÇA, 2003).

Em 1787 - Nicolas Adams propunha que o processo de alfabetização partisse da realidade da criança, pois tal
processo deixaria de ser tão complexo e abstrato na medida em que tivesse significado para a criança
(MENDONÇA, 2003). (APOSTILA:PAGINAS 31,32)

(BRUNA) PERGUNTA 2 - Quais as características dos métodos da soletração, fônico e silábico:

são métodos mistos;

são considerados analíticos;

são considerados sintéticos;


são retirados de cartilhas.

são complexos e difíceis;

RESPOSTA: Alguns exemplos de processos de ensino, baseados no método sintético, segundo Cesca
(2012), são:
O processo alfabético ou ABC de Dionísio Halicarnasso (século XV) consistia nos seguintes passos:
memorização dos nomes das letras do alfabeto, junção das letras para formar sílabas e junção das sílabas
para formar palavras.

O processo de Johnn Amós Comenius (1657), denominado iconográfico, consistia na proposta de um


alfabeto vivo, cujos elementos correspondessem de maneira onomatopaica. Exemplo: O som da letra M seria
representado tendo ao lado a figura de um boi mugindo (MUUU!).

Outro processo inventado foi o de letras móveis de João Bernard Basedow (1774). O estudioso inventou um
jogo de letras móveis com substâncias comestíveis. As crianças aprendiam as letras, formavam sílabas e
palavras e, depois, como recompensa, elas poderiam comê-las.

Outro método criado foi o método silábico, bastante conhecido até os dias atuais, que visava juntar a
consoante com a vogal, formando a sílaba. A diferença do método fônico é que no silábico o foco recai sobre
a sílaba e não sobre o som isolado.

Os métodos da soletração, fônico e silábico, apesar de um ser contraposto ao outro, são sintéticos, porque
partem de unidades menores da língua: a letra, o som da letra ou a sílaba.

No Brasil, as ideias para alfabetizar vieram de Portugal, primeiro com os jesuítas e, depois, com a Reforma
Pombalina, iniciaram-se algumas movimentações estatais, como foi apresentado na unidade anterior.

Na tentativa de superar a fragmentação da leitura e da escrita nesses três métodos, houve movimentação
refutando-os, da qual nasceram os métodos denominados analíticos ou globais. (TEXTO UNIDADE II:
MÉTODO SINTÉTICO - HISTÓRICO)

SEGUNDA TENTATIVA (NOTA 10/10)


(BRUNA) PERGUNTA 1 - PERGUNTA 1 - Smolka (2003) considera a alfabetização como um processo
discursivo. Afirma que o ensino mostra o lugar ocupado por cada envolvido na ação educativa e revela as
considerações do professor sobre a leitura e a escrita. Segundo essa autora, a ação educativa pode se
basear em um esquema de questionamentos a serem respondidos:

quem será o alfabetizador.

onde moram as crianças.

quanto tempo pode demorar para se alfabetizar.

quem ensina – o que – para quem – onde.


quais são as características das crianças.

RESPOSTA: Smolka (2003) considera a alfabetização um processo discursivo. Afirma que o ensino mostra o
lugar ocupado por cada envolvido na ação educativa e revela as considerações do professor sobre a leitura e
a escrita. Segundo essa autora, a ação educativa pode se basear em um esquema de questionamentos a
serem respondidos: Quem ensina? – O quê? – Para quem? – Onde?
Nestes questionamentos estão implícitas respostas: Quem aprende - O que - Para que – Como - Onde.
Outras questões ainda devem ser feitas tanto ao professor quanto para o aluno: Por quê? - Para quê? –
Como?
Ao responder essas questões, desvelamos as situações cotidianas, as relações na sala de aula, os
conteúdos, de que forma são apresentados, que concepções de educação, de aprendizagem, de leitura, de
escrita e de criança os professores apresentam. ( TEXTO UNIDADE II: A TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL)

(BRUNA) PERGUNTA 2 - Método analítico ou global caracteriza-se pelo processo de análise, partindo do
todo para as partes menores e pode também ser denominado de natural ou ideovisual. Sobre esse método é
correto afirmar:
Investe na repetição e na memorização de sons ou nome das letras, mesmo que sem sentido.

Que nesse método observa-se a fragmentação da leitura e da escrita.

Que surgiu com a finalidade de partir de um contexto e de algo mais próximo da


realidade da criança.
É aquele que se inicia da parte para o todo, podendo ser a parte: a palavra, a frase ou o texto.

Que investe no processo fônico, silábico e na soletração.

RESPOSTA: IDEM PERGUNTA 1 DA PRIMEIRA TENTATIVA.

DIDÁTICA B

PRIMEIRA TENTATIVA (NOTA 05/10)


(BRUNA) PERGUNTA 1- Planejamento educacional é, antes de tudo, aplicar à própria educação aquilo que
os verdadeiros educadores se esforçam por inculcar a seus alunos: uma abordagem racional e científica dos
problemas. Tal abordagem supõe:

I. A determinação dos objetivos e dos recursos disponíveis

II. A análise das consequências que advirão das diversas atuações possíveis, a escolha entre essas
possibilidades, a determinação de metas específicas a atingir em prazos bem definidos.

III. Ter clareza do desenvolvimento dos meios mais eficazes para implantar a metodologia escolhida.

IV. O planejamento educacional significa bem mais que a elaboração de um projeto: é um processo contínuo
que engloba uma série de operações interdependentes

Estão corretas as afirmativas:

As afirmativas I, II, III e IV. (EU ACHO QUE ESSA É A CERTA)

Apenas a afirmativa II.

I, II e IV.

Apenas a afirmativa I.

I e II.

RESPOSTA: Planejamento educacional é, antes de tudo, aplicar à própria educação aquilo que os
verdadeiros educadores se esforçam por inculcar a seus alunos: uma abordagem racional e científica dos
problemas. Tal abordagem supõe a determinação dos objetivos e dos recursos disponíveis, a análise
das consequências que advirão das diversas atuações possíveis, a escolha entre essas
possibilidades, a determinação de metas específicas a atingir em prazos bem definidos e, finalmente, o
desenvolvimento dos meios mais eficazes para implantar a política escolhida. Assim concebido, o
planejamento educacional significa bem mais que a elaboração de um projeto: é um processo
contínuo que engloba uma série de operações interdependentes.
Assim, planejamento é o processo de análise crítica que o educador faz de suas ações e intenções buscando
ampliar sua consciência em relação: (PÁGINAS 33 e 34)

(BRUNA) PERGUNTA 2 - Existe uma estreita relação entre os resultados obtidos pelos alunos na
aprendizagem e a forma de planejar do professor. Assim poderíamos afirmar que,

I. O aproveitamento do aluno reflete a atuação do professor que, automaticamente reflete o seu planejar.

II. Não compete ao professor, convergir todas as atividades para os objetivos visados, fazendo com que todo
o trabalho obedeça a uma diretriz geral e única.

Ill. Não existe relação entre uma sequência natural, lógica e coerente dos conteúdos com a avaliação

lV. É preciso elaborar um reajustamento resultante das mudanças que ocorrem na aprendizagem dos
alunos, levando-os a superar as dificuldades.

Estão corretas as afirmativas:

I, II,III e IV.

II, III e IV.

I e IV.

II e III.

I, II, e IV.

RESPOSTAS: Resumo: características e vantagens do planejamento

Unidade:
1 - Desenvolvimento do plano de ensino em torno de uma ideia fundamental e unificadora. Consiste em fazer
convergir todas as atividades para os objetivos visados, fazendo com que todo o trabalho obedeça a uma
diretriz geral e única.

2 – Continuidade: Consiste na sequência natural, lógica e coerente do planejamento, devendo prever a


continuidade do desenvolvimento do aluno, a continuidade de uma série para a outra. Essa característica se
reveste da maior importância, pois, ao observá-la, o professor está garantindo a formação de pré-requisitos
no desenvolvimento do aluno. Não observar rigorosamente a continuidade do plano significa promover hiatos
na formação do aluno, que muitas vezes ocasionam danos irreversíveis.

3 – Flexibilidade:
Nenhum planejamento em educação deve ser rígido, pois são destinados às pessoas que não apresentam
rigidez de comportamentos. Por outro lado, essa característica adquire uma dimensão social na medida em
que permite reajustamento resultante das mudanças que ocorrem aceleradamente à nossa volta. Um
planejamento que goza dessa característica permite o replanejamento, caso o professor constate que a
clientela escolar não reage bem às atividades propostas.

4 – Objetividade:
Consiste em basear-se em condições reais e imediatas de tempo, lugar e recursos. Muitos planejamentos
permanecem arquivados na gaveta do professor, porque ao serem elaborados prevê-se material não
disponível e inacessível à realidade concreta; se o professor dispuser apenas de um quadro de giz e algumas
gravuras, é com isso que deve contar se não puder providenciar algo melhor, pois PLANEJAR é, antes de
mais nada, a organização de um trabalho para uma realidade concreta e não para cumprir formalidades.

5 – Precisão e Clareza:
Conter indicações exatas, sugestões concretas e simplicidade, pois um trabalho que somente o planejador
leia e interprete não tem condições de ser contínuo. Quanto mais reduzida for a faixa de imprecisão, tanto
mais seguro e eficaz o plano de ensino. Para ser claro, o plano não deve ser uma obra de erudição, mas
conter somente as palavras necessárias para exprimir as ideias e os fatos mais importantes.

1 – Unidade:
Ideia fundamental e unificadora;
Convergir todas as atividades para os objetivos visados, fazendo com que todo o trabalho obedeça a
uma diretriz geral e única.

2 – Continuidade:
Sequência natural, lógica e coerente do planejamento;
Continuidade do desenvolvimento do aluno;
Continuidade de uma série para outra;
Formação de pré-requisitos;
“Hiato” na formação do aluno (danos irreversíveis).

3 – Flexibilidade:
Não há rigidez no planejamento;
Reajustamento resultante das mudanças que ocorrem aceleradamente à nossa volta;
Permite o replanejamento.

4 – Objetividade:
Condições reais e imediatas de tempo, lugar e recursos;
Realidade concreta e não cumprir formalidades.

5 – Precisão e Clareza:
Conter indicações exatas;
Sugestões concretas;
Simplicidade;
Limita interpretações que podem levar a erros.(APOSTILA PAGINAS 32 e 33).

SEGUNDA TENTATIVA (NOTA 10/10)


(BRUNA) PERGUNTA 1

(BRUNA) PERGUNTA 2 - Planejamento educacional é, antes de tudo, aplicar à própria educação aquilo que
os verdadeiros educadores se esforçam por inculcar a seus alunos: uma abordagem racional e científica dos
problemas. Tal abordagem supõe:

I. A determinação dos objetivos e dos recursos disponíveis

II. A análise das consequências que advirão das diversas atuações possíveis, a escolha entre essas
possibilidades, a determinação de metas específicas a atingir em prazos bem definidos.

III. Ter clareza do desenvolvimento dos meios mais eficazes para implantar a metodologia escolhida.
(PRECISÃO E CLAREZA).

IV. O planejamento educacional significa bem mais que a elaboração de um projeto: é um processo contínuo
que engloba uma série de operações interdependentes

Estão corretas as afirmativas:

I e II.

As afirmativas I, II, III e IV.

Apenas a afirmativa I.
I, II e IV.

Apenas a afirmativa II.

RESPOSTA: Planejamento educacional é, antes de tudo, aplicar à própria educação aquilo que os
verdadeiros educadores se esforçam por inculcar a seus alunos: uma abordagem racional e científica dos
problemas. Tal abordagem supõe a (I) determinação dos objetivos e dos recursos disponíveis, (II) a análise
das consequências que advirão das diversas atuações possíveis, a escolha entre essas possibilidades, a
determinação de metas específicas a atingir em prazos bem definidos e, finalmente, o desenvolvimento dos
meios mais eficazes para implantar a política escolhida. Assim concebido, (IV) o planejamento educacional
significa bem mais que a elaboração de um projeto: é um processo contínuo que engloba uma série de
operações interdependentes.

GESTÃO E COORD. DO TRAB. NÃO PEDAGOGICO NA EB

PRIMEIRA TENTATIVA (NOTA 10/10)


(BRUNA) PERGUNTA 1 - Para que o coordenador pedagógico consiga desencadear um processo
significativo na formação dos professores e na organização do trabalho pedagógico é necessário que
organize sua ação, o que pode se viabilizar por intermédio de um projeto de trabalho, pois projetar as ações e
encaminhamentos que pretende desencadear facilita a sua implantação, seu desenvolvimento e a avaliação
do impacto das ações e dos resultados alcançados. Nesse sentido, é preciso que o coordenador pedagógico,
ao construir seu projeto de trabalho deva:

Entender que um bom projeto de trabalho da coordenação pedagógica da escola propicia a produção de
sentido ao coordenador e à sua equipe, visto que, como uma construção coletiva e amparada na realidade da
unidade escolar, não é uma proposta imposta, elaborada por pessoas alheias à realidade e à especificidade
da escola.

Verdadeiro
Falso

Temos muitos espaços destinados ao planejamento e construção de projetos para intervir na realidade e
aprimorá-la, com vistas a desencadear um processo significativo nas ações educativas junto aos educandos.
PAG 28 APOSTILA

Um bom projeto de trabalho da coordenação do pedagógico da escola propicia a produção de sentido ao


coordenador e à sua equipe, visto que, como uma construção coletiva e amparada na realidade da unidade
escolar, não é uma proposta imposta, elaborada por pessoas alheias à realidade e à especificidade da
escola. PAG 30 APOSTILA

Elaborado segundo esses preceitos, o projeto se aproxima das inquietações, contradições e demandas
sentidas e vivenciadas pelo coordenador, pelos professores e outros segmentos que estão ligados direta, ou
indiretamente, com os processos de ensino-aprendizagem. PAG 30 APOSTILA.

(BRUNA) PERGUNTA 2 - Diagnóstico da realidade do trabalho educativo desenvolvido na escola é


fundamental para que o coordenador pedagógico possa ter elementos para analisar as situações e propor
alternativas para melhorar e aprimorar os processos de ensino-aprendizagem. Segundo Celso Vasconcellos,
educador e pesquisador, existem alguns entraves que dificultam a elaboração de um bom diagnóstico, entre
os quais destaca:
A falta de clareza de critérios para analisar os dados e a consciência dos problemas que afligem a escola. (O
AUTOR NÃO SE REFERE A CONSCIENCIA)

A falta de clareza de critérios para analisar os dados e a humildade em assumir as críticas. (NÃO É
HUMILDADE E SIM MEDO DE CRÍTICAS).

A falta de tempo para reflexão e o medo de trazer à tona certas práticas da escola e
ficar marcado pelos colegas.
A insegurança de dizer e verdade e a clareza das dificuldades que os professores encontram para
desenvolver o seu trabalho.(O AUTOR NÃO SE REFERE A CLAREZA DAS DIFICULDADES)

O medo de trazer à tona certas práticas da escola e ficar marcado pelos colegas e a clareza das dificuldades
dos professores na mediação da violência e da indisciplina. (NÃO HÁ REFERENCIA DIRETA DO AUTOR
A MEDIAÇÃO DA VIOLENCIA E INDISCIPLINA).

RESPOSTA: Vasconcellos (2006), alerta que a compreensão da realidade não é uma tarefa fácil, pois exige
uma postura que transcenda a percepção imediata, uma mera opinião ou descrição de alguma dimensão da
dinâmica cotidiana da escola. Assim, a coordenação pedagógica e sua equipe devem procurar apreender as
contradições, as limitações, o movimento interno da realidade por meio da reflexão e da problematização das
práticas educativas e as questões teóricas para amparar e qualificar o debate.

O autor destaca que esta atitude requer uma autocrítica apurada das pessoas perante suas práticas, o que
exige humildade e coragem para revisitar suas concepções, suas crenças, valores etc., sendo comuns vários
fatores que dificultam esse processo avaliativo e a elaboração de um bom diagnóstico, sendo:

• Falta de clareza de critérios para analisar os dados;


• Insegurança em dizer a verdade; medo de revelar ou trazer à tona certas práticas da escola (ex.:
“adiantar aula” quando outro professor falta) e ficar marcado por colegas;
• Assustar-se com as críticas que surgirão. Tomá-las como pessoais;
• Alienação/ ideologia (não conseguir ver os problemas);
• Falta de tempo para reflexão (VASCONCELLOS, 200, p.194).

A coordenação pedagógica precisa estar atenta para questões dessa natureza, uma vez que o bom
diagnóstico é que vai delimitar e possibilitar as questões urgentes e as demandas da escola que merecem ser
observadas e superadas.

SEGUNDA TENTATIVA (NOTA 10/10)


(BRUNA) PERGUNTA 1 - Para elaborar seu projeto de trabalho, o coordenador pedagógico deve considerar
alguns aspectos da realidade, entre os quais destacamos:

I. A coordenação deve conhecer as formas de organização da escola, seus tempos e espaços e sua
articulação com os processos educativos.

II. É fundamental que o coordenador tenha em mãos os dados de evasão, de transferências, de distorções
idade/série e da repetência dos alunos, para que possa planejar ações para superar tais dilemas.

III. O coordenador deve conhecer a estrutura e o desenvolvimento do currículo da escola, as metas de


aprendizagem por série ou ciclo, o desenvolvimento dos projetos didáticos etc.

De acordo com os itens acima, podemos dizer que:

As alternativas II e III estão corretas

As alternativas I e II estão corretas

Todas as alternativas estão incorretas

As alternativas I e III estão corretas


Todas as alternativas estão corretas
RESPOSTA: Villela e Guimarães (1998) defendem que o diagnóstico é imprescindível na organização
de um projeto e para a tomada de decisões mais consciente e consequente,
e alguns pontos devem ser observados e servir de objeto de reflexão por parte do coordenador pedagógico.
Nesse momento alguns dados da realidade escolar são importantes para desvelar aspectos da realidade da
escola, entre os quais destacamos:
• As formas de organização da escola, seus tempos e espaços e sua articulação com os processos
educativos;
• O trabalho educativo dos professores, sua formação, suas necessidades etc.;
• A evasão, as transferências, a distorção idade/série e a repetência dos alunos;
• A estrutura e o desenvolvimento do currículo da escola, as metas de aprendizagem por série ou
ciclo, o desenvolvimento dos projetos didáticos etc.;
• O baixo rendimento dos alunos e as estratégias de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem por
série ou ciclo e por disciplina; as avaliações externas, quando estas ocorrerem; as avaliações dos alunos;
• A relação entre professor e aluno, aluno e aluno, aluno e equipe diretiva etc.;
• As metodologias de ensino e os materiais didáticos e os recursos audiovisuais disponíveis para este fim;
• Faltas excessivas dos professores;
• A violência, a indisciplina, a pouca participação dos educandos e o desinteresse pelo processo de ensino-
aprendizagem;
• A articulação da escola com os pais/responsáveis e sua participação nos processos formativos das crianças
e jovens;
• Resistências de professores a mudanças na cultura da escola que vise o desenvolvimento de uma gestão
democrática participativa;
• Pouco envolvimento da comunidade local com as atividades da escola;
• Os diversos tipos de modalidades de reuniões: pedagógicas, de conselho de classe, série ou ciclo, de
conselho de escola etc. (TEXTO UNIDADE 2: ESTRUTURAÇÃO DE PROJETOS)

(BRUNA) PERGUNTA 2 - Para que o coordenador pedagógico consiga desencadear um processo


significativo na formação dos professores e na organização do trabalho pedagógico é necessário que
organize sua ação, o que pode se viabilizar por intermédio de um projeto de trabalho, pois projetar as ações e
encaminhamentos que pretende desencadear facilita a sua implantação, seu desenvolvimento e a avaliação
do impacto das ações e dos resultados alcançados. Nesse sentido, é preciso que o coordenador pedagógico,
ao construir seu projeto de trabalho deva:

Entender que um bom projeto de trabalho da coordenação pedagógica da escola propicia a produção de
sentido ao coordenador e à sua equipe, visto que, como uma construção coletiva e amparada na realidade da
unidade escolar, não é uma proposta imposta, elaborada por pessoas alheias à realidade e à especificidade
da escola.

Verdadeiro
Falso

RESPOSTA: IDEM PERGUNTA 1 DA PRIMEIRA TENTATIVA


ATIVIDADES DE VERIFICAÇÃO
ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

QUESTÕES OBJETIVAS (NOTA 10/10)

(BRUNA) PERGUNTA 1 –
(BRUNA) PERGUNTA 2

QUESTÃO DISSERTATIVA (NOTA ___/4)

DIDÁTICA B

QUESTÕES OBJETIVAS (NOTA 10/10)

(BRUNA) PERGUNTA 1 –
(BRUNA) PERGUNTA 2

QUESTÃO DISSERTATIVA (NOTA ___/4)


GESTÃO E COORD. DO TRAB. NÃO PEDAGOGICO NA EB

QUESTÕES OBJETIVAS (NOTA 10/10)

(BRUNA) PERGUNTA 1 –
(BRUNA) PERGUNTA 2

QUESTÃO DISSERTATIVA (NOTA ___/4)