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Diagnósticos e Estratégias para

Recuperação de Sistemas Elétricos


Ementa da Disciplina
Diagnóstico de Sistemas Elétricos. Avaliação e construção de estratégias para recuperação
de instalações elétricas prediais. Métodos de Recuperação de Sistemas
Elétricos.

UNIDADE I Estudo de Elementos de Instalações MT e BT(sexta-feira – noturno)


1. O Sistema Elétrico de Potência SEP;
2. Subestações de Energia Elétrica, Equipamentos e Arranjos;
3. Sistema Elétrico de BT,Quadros, Painéis, Cabeamento e Sistemas de Distribuição;
4. Normas aplicáveis aos elementos elétricos;
5. Avaliação 1

UNIDADE II Ferramentas para Diagnósticos (sábado –matutino)


1.Manutenção e comissionamento de instalações – testes elétricos com foco no diagnóstico
2.Normas para auxílio ao diagnóstico (NBR 5410, NBR5419 e NBR14039)
3.Diagnósticos através de medições, termografia, análise de energia, análise de óleo
isolante
4.Parâmetros de avaliação.
5.Avaliação 2
Ementa da Disciplina
Diagnóstico de Sistemas Elétricos. Avaliação e construção de estratégias para recuperação
de instalações elétricas prediais. Métodos de Recuperação de Sistemas
Elétricos.

UNIDADE III Recuperação de Sistemas Elétricos (sábado –vespertino)


1. Adequações de instalações às normas;
2. Certificação de instalações (Portaria 305 – Inmetro);
3. Laudo de instalações;
4. Avaliação 3.

UNIDADE IV Recuperação de Sistemas Elétricos (domingo - matutino)


1. Estudos de caso;
2. Apresentação de laudos e relatórios de diagnósticos,
3. Avaliação 4
Bibliografia
Energia Elétrica – Qualidade e Eficiência para Aplicações Industriais – Alexandre Capelli;
Instalações Elétricas – Helio Creder;
Instalações Elétricas Industriais – João Mamede Filho
Portaria 305 Requisitos de Avaliação da Conformidade para Instalações Elétricas de Baixa Tensão- Inmetro
Manual de Equipamentos Elétricos – João Mamede Filho
Manual de Termografia – Fluke;
Aterramento Elétrico – Silvério Visacro Filho
NR-10 (Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade) – MTE;
NBR5410 – Instalações Elétricas de BaixaTensão;
NBR14039 - Instalações Elétricas de Alta Tensão (de 1kV a 36,2kV);
NBR5419 – Proteção de Estruturas Contra DescargasAtmosféricas;
IEEEStd 1159 – 1995 – IEEERecommended Practice for Monitoring Electric Power Quality;
EN50160 – Voltage Characteristics in Public DistributionSystems.
Resolução ANEELPRODISTMódulo 8 – Qualidade de Energia, de 01 de janeiro de2015.
DIAS, Guilherme A. D. – “Harmônicas em Sistemas Industrias”, Porto Alegre/RS, EDIPUCRS,1998.
Introdução
 Segundo estatísticas do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, a segunda maior causa de
incêndios no Estado de SP são as instalações elétricas inadequadas. Este dado pode ser comprovado
mediante pesquisas e avaliações reais detalhada se que demonstram que a maioria dessas
construções não cumpre os requisitos mínimos de segurança. Uma situação preocupante e de
importante cunho social, pois expõe a população ao risco de morte.

CAUSASGERADORAS DEPROBLEMAS

 Projeto inexistente ou inadequado, realizado por pessoa que desconhece os


critérios normativos;
 Utilização de materiais e produtos inadequados ou não conformes com
requisitos técnicos;
 Uso de mão de obra desqualificada para as atividades;
 Ausência de utilização de procedimentos definidos para a realização dos serviços
de instalação;
 Falta de documentação da instalação, principalmente quanto às condições reais
(as built);
 Não atendimento à normalização técnica e especificações de instalações.
Introdução
 Em grande parte dos países desenvolvidos existem requisitos legais aplicáveis às
instalações, além das normas técnicas de domínio público antes de sua entrega e aplicados
também periodicamente, de modo a garantir a contínua adequação às cargas instaladas e
aos critérios de segurança.

 No Brasil, a situação é diferente, uma vez que o poder do Estado não tem atuado para o
estabelecimento do regulamento técnico. As instalações elétricas mais antigas, sobretudo
aquelas projetadas e construídas há mais de 20 anos, apresentam uma tendência natural
de inadequação ao uso, considerando:

 Conflito entre valores da carga atual e da capacidade projetada da instalação;


 Evolução dos critérios técnicos adotados nas diferentes épocas de projeto;
 Condições de segurança aplicáveis aos usuários e equipamentos;
 Eficiência no uso da energia elétrica nas instalações.
Introdução
Introdução
EFEITOS

 Comprometimento da qualidade e da segurança das instalações;


 Riscos legais para construtoras e empresas de distribuição, no caso de sinistros;
 Perda de materiais e tempo de execução, gerando aumento de custos dos
processos de instalação.

DESCONEXÃO

ENTRENORMAS TÉCNICAS x REGULAMENTAÇÃO EFISCALIZAÇÃO


Introdução
 NR10
Introdução
Éimportante lembrar que a partir do Código de Defesa do Consumidor (Lei
8078, de 11.09.1990, Regulamentada pelo Decreto 861, de 09.07.1993), na
Seção IV, que trata das Práticas Abusivas, e seu Artigo 39, que no inciso VIII
estabelece:

“É vedado ao fornecedor de produtos e serviços colocar, no mercado de


consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas
expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não
existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, ou outra
Entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização
e Qualidade Industrial – CONMETRO.”
Introdução
 O grau de segurança e de confiabilidade das instalações elétricas
depende do uso adequado de dispositivos de proteção e da
realização do projeto e instalação de acordo com as normas técnicas
vigentes. No caso das instalações de baixa tensão, a principal norma
brasileira é aABNTNBR5410. Na média tensão é a NBR14039.

 Qualquer instalação elétrica deve ser reavaliada periodicamente. Por


isso os proprietários e usuários das edificações devem estar
conscientes do grave risco que correm ao não manterem de maneira
adequada o nível de segurança de seus edifícios, podendo ter como
consequências danos pessoais e materiais significativos.

 Para a realização de um diagnóstico da situação encontrada, devem-


se determinar ascausasmais prováveis, podendo ser:

 Causas humanas:
 Desconhecimento sobre a existência dos riscos;
 Falta de capacitação técnica na realização dos trabalhos;
 Comportamento inadequado no uso das instalações e na
instalação.
Introdução
 Causas materiais:
 Instalações inadequadas ou defeituosas por seu projeto;
 Instalações inadequadas ou defeituosas por sua execução (montagens e materiais
inadequados);
 Instalações defeituosas devido à manutenção inadequada ou insuficiente.

 Causas fortuitas:
 Não previstas em normas e regulamentos;
 Imprevisíveis.
Conhecendo a Instalação. O que diagnosticar?
O sistemaelétrico:
Conhecendo a Instalação. O que diagnosticar?
Subestações / Entrada deEnergia

 Cabos de média tensão;


 Infra-estrutura;
 Para-raios;
 Isoladores, suportes e barramentos,
 Sistema de proteção e serviços auxilia res:
 TCs;
 TPs;
 Relé de proteção;
 Chaves secionadoras;
 Disjuntores de MT;
 Transformadores;
 Cabos de BT;
 PGBTs
Conhecendo a Instalação. O que diagnosticar?
Instalações de BaixaTensão

 Cabos de BT;
 Infra-estruturas;
 Painéis e Quadros Elétricos;
 Esquemas de proteção e aterramento;
 Medição;
 Tomadas;
 Iluminação;
 Sistemas de energia ininiterruptas: Gerador, Nobreak;
Conhecendo a Instalação. O que diagnosticar?
SDPAe Aterramento

 Elementos de Captação (Terminais Aéreos, Pára-Raio Franklin, Mastro, Poste Telescópicos e


Base);
 Elementos de condução (cabo de cobre nú, barra de alumínio);
 Elementos de suporte e fixação (Suporte-Guia, Grampos);
 Elementos de conexão e fixação (Conectores de medição e Emenda, conectores Cabo-Haste);
 Caixa de inspeção de Aterramento;
 Condutor aterramento nu;
 LEPou TAP(Ligação Equipotencial – Barra condutora onde se interligam ao Aterramento as
instalações metálicas as massas e os sistemas elétricos de potência e de sinal);
 BEP(Barramento de equipotencialização principal;
 DPS(Dispositivos de Proteção de Surtos que é destinado a limitar sobretensões transitórias);
 Haste Cobreada para Aterramento;
 Solda Exortérmica e Conexões;
NormasAplicáveis
Normas Regulamentadoras:

 As normas regulamentadoras do ministério do trabalho e emprego estão apresentando as


condições mínimas para os trabalhadores agirem no trabalho em segurança. Longe de querer
legislar tecnicamente ou estabelecer padrões de características técnicas, as normas
regulamentadoras desse ministério têm o objetivo de determinar os pontos críticos e
fundamentais a serem seguidos pelos envolvidos no processo de trabalho.

 NR10, em seu texto, no item 10.1.2:


 Esta NR se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as
etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas
e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades, observando-se as normas
técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão
destas, asnormas internacionais cabíveis.

Destaque da NR10 com relação a inspeção e diagnósticos:

 Prontuário Elétrico
 Condições das Instalações
 Condições do Ambiente de Trabalho
NormasAplicáveis
Portaria 51 do Inmetro

Deve ser dado destaque aqui para a portaria 51 do Inmetro, publicada em 28 de janeiro de 2014, que,
para a implementação do Programa de Avaliação da Conformidade para instalações elétricas de baixa
tensão, pela sua importância de terem definidos os seus requisitos mínimos de segurança, definiu com
muita propriedade os “Requisitos de Avaliação da Conformidade para Instalações Elétricas de Baixa
Tensão”.

É ainda uma certificação voluntária que deverá ser realizada por um Organismo de Certificação de
produto (OCP). Essa certificação se aplica a instalações elétricas de edificações novas e a reformas em
edificações existentes (residencial, comercial, público, industrial, de serviços, agropecuário,
hortigranjeiro, etc.).
NormasAplicáveis
NBRs- ABNT

NBR5410: Instalações Elétricas de


Baixa Tensão;
NBR14039: Instalações Elétricas de Alta
Tensão (de 1kV a 36,2kV);
NBR5419 – Proteção de Estruturas
contra Descargas Atmosféricas;
NBRIEC60079 – Instalação em
Atmosferas Explosivas;
NBR13534 – Instalações Elétricas em
Locais com Afluência de público;
NBR13570 – Instalações Elétricas em
Postos de Serviços;
NBR/IEC 60439 – Conjuntos de Manobras e Controle em Baixa Tensão;
NBR6979 – Conjunto de Manobra e Controle em Média Tensão.
NormasAplicáveis
NBR5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão

Objetivo:

 Estabelecer as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim
de garantir a segurança de pessoas e animais, o funcionamento adequado da instalação e a
conservação dos bens.

Aplicação:

 Instalações elétricas de edificações, qualquer que seja seu uso (residencial, comercial, público,
industrial, de serviços, agropecuário, hortigranjeiro, etc.), incluindo aspré-fabricadas.
 Faixa de tensão nominal <=1.000 V ca, com frequências inferiores a 400 Hz ou 1.500 Vcc em
circuitos elétricos que não estejam internos aosequipamentos.
 Instalações novas e também a reformas em instalações existentes.
 No caso da aplicação da inspeção da NR 10, podemos dizer que se caracterizaria muitas vezes
como uma reforma geral da instalação.
NormasAplicáveis
NBR5419 – Proteção de Estruturas contra DescargasAtmosféricas
Objetivo:

 O objetivo desta norma fixa as condições exigíveis ao projeto, instalação e


manutenção de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) de
estruturas, bem como de pessoas e instalações no seu aspecto físico dentro do
volume protegido.

Aplicação:

 Aplica-se às estruturas comuns, utilizadas para fins comerciais, industriais, agrícolas,


administrativos ou residenciais, e outras previstas na norma.
NormasAplicáveis
NBR5419 – Proteção de Estruturas contra DescargasAtmosféricas
REVISÃO2015 – JÁEMVIGOR!!!

A nova norma será praticamente uma tradução da IEC 62305 (Lightning Protection), porém com algumas
alterações, principalmente na parte 3 e na substituição de alguns mapas isoceráunicos presentes na IEC
por mapas brasileiros.

Essa revisão AUMENTAa norma das atuais 42 páginas para aproximadamente 300, deixando a norma mais
complexa, porém, muito mais abrangente e organizada. A IEC 62305 foi publicada em 2006, estando
atualmente na edição 2.0 de 2010. Esta é a versão que está sendo traduzida e adaptada para ser a nova
NBR5419, mantendo inclusive a sua divisão em 4 partes.

Essas4 partes são:

Princípios Gerais
Gerenciamento de Risco
Danos Físicos às Estruturas e Perigo à Vida
Sistemas Elétricos e Eletrônicos Internos na Estrutura.

Estas4 partes serão divididas em 31 capítulos, contendo 21 anexos.


NormasAplicáveis
NBR14039 – Instalações Elétricas de Média Tensão

Objetivo:

 Sistema para projeto e execução de instalações elétricas de média tensão, com tensão nominal
de 1,0 kV a 36,2 kV, na frequência industrial, de modo a garantir segurança e continuidade de
serviço. Seu nome no futuro pode até mudar para instalações elétricas de alta tensão de 1,0 kV
a 36,2 kV por conta de uma compatibilização com a NR 10.

Aplicação:

 Instalações alimentadas pelo concessionário de energia, o que corresponde ao ponto de


entrega definido por meio da legislação vigente pelos órgãos regulamentadores, sendo aplicada
também a instalações alimentadas por fonte própria de energia em média tensão, abrangendo
as instalações de geração, distribuição e utilização de energia elétrica, sem prejuízo das
disposições particulares relativas aos locais e condições especiais de utilização constantes nas
respectivas normas.
Ferramentas para Diagnóstico
Comissionamento

Conjunto de inspeções e ensaios a serem realizados antes da energização de um


sistema, com objetivo de verificar se a instalação atende aos requisitos de projeto e
se todos os elementos estão dentro das especificações técnicas, estando aptos à
energização.
Ferramentas para Diagnóstico
Manutenção Preventiva / Detectiva

Manutenção antes da falha para se detectar possível problemas em equipamentos. Éuma


ótima oportunidade para se testar comandos, intertravamentos, procedimentos,
documentação técnica, etc.

Ensaios elétricos em:


Cabos, Disjuntores,
TCs,TPs,
Relés de Proteção,
Secionadoras,
Transformadores, Paineis de
BT,etc

Ensaios:
Isolamento, Resistência
ôhmica,
Relação de transformação,
Testes de proteção com injeção de corrente; Etc
Ferramentas para Diagnóstico
Manutenção Preditiva
Manutenção executada com o equipamento rodando, semdesligamento.

Análise de Qualidade de Energia


Monitoramento das parâmetros elétricos;
Tensão, corrente, potência, FP,harmonicos, flicker, etc

Análise de Vibração
Aplicável a motores afim de se verificar possíveis problemas mecânicos antes da falha.

Termografia
Análise termográfica dos elementos elétricos buscando detectar pontos de
aquecimento.

Ultrassom
Análise para se verificar presença de descargas parciais e possíveis falhas de
isolamento.

Análise de Óleo Isolante


Detectar falhas incipientes nos transformadores e verificar a qualidade do óleo isolante.
Ferramentas para Diagnóstico
Laudos eInspeções

Laudo das Instalações abran gendo:

NBR 5410 – Instalações de BT


NBR 5419 – SPDAeAterramento
NBR14039 – Inst alações MT
Ferramentas para Diagnóstico (NBR 5410 BT)
Inspeção Visual e Documentação

As instalações elétricas de baixa tensão, de qual- quer tipo, sejam elas novas ou reformas em
instalações existentes (entendidas como alterações ou extensões), devem ser submetidas a
uma “verificação final” antes de entregues ao uso. É o que exige a NBR 5410, que também
prescreve as“manutenções periódicas” nessas instalações ao longo de sua vida útil.
Ferramentas para Diagnóstico (NBR 5410 BT)
Ferramentas para Diagnóstico (NBR 5410 BT)
A inspeção visual tem por objetivo confirmar se os componentes elétricos ligados
permanentemente à instalação estão:
 em conformidade com as respectivas normas;
 dimensionados e instalados de acordo com a NBR5410; e
 sem danos visíveis, capazes de comprometer seu funcionamento
Esse trabalho deve preceder os ensaios, iniciando-se com uma análise da
documentação as built da instalação. Devem ser verificados, no mínimo, os seguintes
pontos:
 medidas de proteção contra choques elétricos;
 medidas de proteção contra efeitos térmicos;
 seleção dos condutores quanto à sua capacidade de condução e queda de
tensão;
 escolha, ajuste e localização dos dispositivos de proteção;
 escolha e localização dos dispositivos de seccionamento e comando;
 escolha dos componentes e das medidas de proteção à luz das influências
externas pertinentes;
 identificação dos componentes;
 execução das conexões; e
 acessibilidade.
Ferramentas para Diagnóstico (NBR 5410 BT)
Ensaios de Campo

De acordo com a sequência preferencial apresentada pela norma, são eles:

a)continuidade dos condutores de proteção e das ligações equipotenciais existentes na


instalação ;
b) resistência de isolamento da instalação ;
c)verificação das medidas de proteção contra contatos indiretos por seccionamento
automático da alimentação;
d)ensaio de tensão aplicada, para componentes construídos ou montados no local da
instalação;
e)ensaios de funcionamento, para montagens como quadros, acionamentos, controles,
intertravamentos, comandos, etc.;
f)verificação da separação elétrica dos circuitos, para os casos de SELV,PELVe proteção
por separação elétrica; e
g) resistência elétrica de pisos e paredes, aplicável a locais não-condutivos.
Ferramentas
para Diagnóstico
(NBR 5410 BT)
Continuidade dos condutores de proteção
Ferramentas para Diagnóstico (NBR 5410 BT)
Ensaios de Isolamento
Ferramentas para Diagnóstico (NBR 5410 BT)
Ensaios de Isolamento
Ferramentas para Diagnóstico (NBR 14039 MT)
Inspeção Visual e Documentação

Para a NBR14039 valem as mesmas prescrições da NBR5410 com relação a inspeção visual e
documentação, abrangendo ainda:

 Medidas de proteção contra choques elétricos, incluindo medição de distâncias relativas à proteção
por barreiras ou invólucros, por obstáculos ou pela colocação fora dealcance.
 Presença de barreiras contra fogo e outras precauções contra propagação de incêndio e proteção
contra efeitos térmicos.
 Seleção de condutores, de acordo com sua capacidade de condução de corrente e queda de tensão.
 Escolha e ajuste dos dispositivos de proteção e monitoração.
 Presença de dispositivos de seccionamento e comandos, corretamente localizados e conveniente
acessibilidade para operação e manutenção.
 Seleção dos componentes e das medidas de proteção de acordo com as influências externas.
 Presença de esquemas, avisos e outras informações similares.
 Identificação dos circuitos, dispositivos fusíveis, disjuntores, seccionadoras, terminais,
transformadores.
 etc
Ferramentas para Diagnóstico (NBR 14039 MT)
Ensaios

A norma ABNT NBR14039 prevê que devam existir em registro no mínimo os seguintes
ensaios:

 Continuidade elétrica dos condutores de proteção e das ligações equipotenciais


principais e suplementares
 Resistência de isolamento da instalação elétrica
 Ensaio de tensão aplicada
 Ensaio para determinação da resistência de aterramento
 Ensaios recomendados pelos fabricantes dos equipamentos
 Ensaios de funcionamento
Ferramentas para Diagnóstico
(NBR 5419 – 2015 – SPDA e Aterramento)

Manutenção, inspeção e documentação do SPDA

O objetivo das inspeções é assegurarque:

• o SPDAesta de acordo com projeto baseado nestaNorma;


• todos os componentes do SPDAestão em boas condições e são capazes de
cumprir suas funções; que não apresentem corrosão, e atendam às suas
respectivas Normas;
• qualquer nova construção ou reforma que altere as condições iniciais previstas
em projeto além de novas tubulações metálicas, linhas de energia e sinal que
adentrem a estrutura estão incorporadas ao SPDAexterno einterno.
Ferramentas para Diagnóstico
(NBR 5419 – 2015 – SPDA e Aterramento)
Manutenção, inspeção e documentação do SPDA

Inspeções devem ser feitas de acordo com 7.2, como a seguir:

a)durante a construção da estrutura;


b) após a instalação do SPDA,no momento da emissão do documento “asbuilt”;
c)após alterações ou reparos, ou quando houver suspeita de que a estrutura foi atingida por
uma descargaatmosférica;
d) inspeção visual semestral apontando eventuais pontos deteriorados no sistema;
e)periodicamente, realizada por profissional habilitado e capacitado a exercer esta atividade,
com emissão de documentação pertinente, em intervalos determinados, assim relacionados:
• um ano, para estruturas contendo munição ou explosivos, ou em locais expostos à corrosão
atmosférica severa (regiões litorâneas, ambientes industriais com atmosfera agressiva etc.), ou
ainda estruturas pertencentes a fornecedores de serviços considerados essenciais (energia, água,
telecomunicações etc.);
• três anos, para as demais estruturas.
Ferramentas para Diagnóstico
(NBR 5419 – 2015 – SPDA e Aterramento)

Manutenção, inspeção e documentação do SPDA

Durante as inspeções periódicas, é particularmente importante checar os seguintes itens:

a)deterioração e corrosão dos captores, condutores de descida e conexões;


b) condição das equipotencializações;
c) corrosão dos eletrodos de aterramento;
d)verificação da integridade física dos condutores do eletrodo de aterramento para
os subsistemas de aterramento não naturais.
Ferramentas para Diagnóstico
(NBR 5419 – 2015 – SPDA e Aterramento)
Manutenção, inspeção e documentação do SPDA
Ferramentas para Diagnóstico
(NBR 5419 – 2015 – SPDA e Aterramento)
Manutenção, inspeção e documentação do SPDA
Ferramentas para Diagnóstico
(NBR 5419 – 2015 – SPDA e Aterramento)
Manutenção, inspeção e documentação do SPDA
Ferramentas para Diagnóstico
(NBR 5419 – 2015 – SPDA e Aterramento)
Ensaios
Ferramentas para Diagnóstico
(NBR 5419 – 2015 – SPDA e Aterramento)
Ensaios

Os ensaios necessários para diagnosticar uma instalação de SPDAe Aterramento são:

- Continuidade / Equipotencialização dos sistemas deaterramento


- Resistência de Aterramento
Ferramentas para Diagnóstico
(NBR 5419 – 2015 – SPDA e Aterramento)
Ensaios
Ferramentas para Diagnóstico
(NBR 5419 – 2015 – SPDA e Aterramento)
Ensaios
Ferramentas para Diagnóstico
(NBR 5419 – 2015 – SPDA e Aterramento)
Ensaios
Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Isolamento Elétrico (Megger e Hipot)

Hipot é o nome diminutivo para Teste de Elevado Potencial (alta tensão) e também
é conhecido como teste de resistência dielétrica. Um teste de Hipot serve para
checar uma "Boa Isolação".

O teste Hipot visa garantir que nenhuma corrente irá fluir de um ponto a outro
ponto do isolamento. O teste de Hipot teste é o oposto de um teste de
continuidade. Teste de continuidade verifica se a corrente flui facilmente de um
ponto a outro ponto, enquanto o Hipot verifica se a corrente não fluirá de um
ponto a outro ponto (aumentando a tensão a um valor muito alto apenas para ter
certeza de nenhuma corrente irá fluir).

A maioria das normas de segurança permitem o uso de CA (Corrente Alternada


50/60Hz) ou tensão CC(Corrente Contínua) para um testeHi-Pot.
Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção
Preventiva)

Ensaios de Isolamento Elétrico (Megger e Hipot)

Ao utilizar tensão de teste CA, o isolamento em questão está


sendo estressado mais quando a tensão está em seu pico, ou
seja, tanto no pico positivo ou negativo da ondasenoidal.

Portanto, se usarmos tensão de teste CC, podemos garantir que


a tensão de teste CCestá sob raiz 2 (ou 1,414) vezes a tensão de
teste CA, portanto, o valor da tensão CC é igual aos picos de
tensão CA.

Por exemplo, para uma tensão de 1500 Vca, a tensão CC


equivalente para produzir a mesma quantidade de stress sobre o
isolamento seria 1.500 x 1.414 ou 2.121 Vcc.
Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Isolamento Elétrico (Megger e Hipot)

Vídeo Megger
Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Isolamento Elétrico (Megger e Hipot)


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Isolamento Elétrico (Megger e Hipot)

Ic (capacitiva)

Ia (absorção/pol)

IL(fuga)
Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Isolamento Elétrico (Megger e Hipot)


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Isolamento Elétrico (Megger e Hipot)


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Isolamento Elétrico (Megger e Hipot)

No ensaio aplica-se gradualmente a tensão. Ao monitorizar o fluxo de corrente com o


aumento da tensão, um operador pode detectar uma potencial quebra de isolamento antes
que ela ocorra. Uma desvantagem do equipamento hipot CC é que as tensões de ensaio CC
são mais difíceis de gerar, e o custo de um aparelho de teste CCpode ser ligeiramente maior
do que o de um dispositivo de teste de corrente alternada.

A principal vantagem do teste de tensão CC é que a tensão CC não produz descarga tão
perigosa como pode ocorrer em CA. O teste pode ser aplicado em níveis de tensão mais
elevados, sem risco de danificar um bom isolamento.

Uma grande desvantagem do Hipot CA é o risco que alta tensão CA gera. Uma descarga de
alta tensão CAé potencialmente mortal.
Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Isolamento Elétrico (VLF)


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Isolamento Elétrico (VLF)


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Isolamento Elétrico (VLF)


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Fator de Potência do Isolamento


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Fator de Potência do Isolamento


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Fator de Potência do Isolamento

Vídeo Omicron
Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Fator de Potência do Isolamento


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Fator de Potência do Isolamento


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Fator de Potência do Isolamento


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Fator de Potência do Isolamento


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Fator de Potência do Isolamento


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Fator de Potência do Isolamento


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Ensaios de Resistência Ôhmica

Os ensaios de resistência ôhmica realizados com Microohmimetro tem várias finalidades e


dependem da variável que se quer medir.

Este ensaio pode ser aplicado nos equipamentos e é usado para diagnosticar:
Equipamento Medida Diagnóstico

Disjuntor/Chave Sec. Resistência de contato Envelhecimento dos contatos,


aquecimentos
TCseTPs Resistência de enrolamento Integridade dos enrolamentos

Transformadores Resistência de enrolamento Integridade dos enrolamentos

Malha de Resistência ôhmica Interligação/Equipotencialização


Aterrament
o
Painéis Resistência ôhmica Resistência ôhmica
do circuito principal
Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

TTR – Transformer Turns Ratio (Relação deTransformação)

O teste da razão de espiras é um ensaio de baixa tensão AC, que determina a razão de enrolamento de
alta tensão para todos os outros enrolamentos sem carga.

O objetivo do ensaio é verificar também a


integridade dos enrolamentos. O teste é capaz
de identificar espiras em curto ou um circuito
aberto.

Deve tentar sempre comparar os valores


encontrados com os ensaios de fábrica. Caso
contrário estipula-se um erro máximo de 0,5%
em relação à nominal.

Pode ser aplicado a transformadores, TCse TPs.


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

TTR – Transformer Turns Ratio (Relação deTransformação)


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

TTR – Transformer Turns Ratio (Relação deTransformação)


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

TTR – Transformer Turns Ratio (Relação deTransformação)


Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)

Relés de Proteção – Injeção de Corrente e Tensão

Para diagnóstico de sistema de proteção é necessário verificar a operação dos relés de


proteção e de todo seu comando.

Testes de proteção incluem:

 Injeção de corrente e tensão no relé e medição dos tempos de operação;


 Energização do sistema de comando;
 Operação do disjuntor;
 Verificação dos intertravamentos elétricos;
 Loop test – injeção de corrente no primário dos TCscom abertura do disjuntor.

Junto a estes testes podem ser feito também as medições de tempo de abertura,
fechamento e sincronismo dos contatos do disjuntor. Pode ser feito também um ensaio de
oscilografia de abertura.
Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)
01 - Entrada - Fase - Ref. Voltage Base Project 138000

CURRENTIN AMPERES

100
100

10
1 10

K
K

K
1
Relés de Proteção – Injeção de Corrente e Tensão
1000 1000

100 100

RL01.1 - R-PPC-L1
#SEL 751-A
RL02.1 - R-PR.TR-1 TC 400 / 5 A
#SEL - 787
TC 150 / 5 A Settings 50/51
51P1P 3I> 2.75 (220A)
Settings
Settings 50/51
50/51 C2=IEC Very Inv. 0.27
10 51P1P 3I> 3.67 (110.1A) 50P1P 3I>>> 11.8 (944A)10
C2=IEC Very Inv. 0.27 50P1D 0.25
51P2P
51P2P 3I>>
3I>> 9.5
9.5 (285A)
(285A)
15=IEC
15=IEC Def.
Def. Time
Time 1
1

TIMEIN SECONDS
50P1P
50P1P 3I>>>
3I>>> 28.63 (858.9A)
28.63 (858.9A)

RL02.3 - PPCTR1 -UPBT


#SEL 751-A
1500//55AA
TC 1500
1 1
Settings 50/51
Settings 50/51
51P1P
51P1P 3I>
3I> 3.67
3.67 (1101A)
(1101A)
C2=IEC
C2=IEC Very
Very Inv.
Inv. 0.24
0.24
50P1P
50P1P 3I>>>
3I>>> 8.71
8.71 (2613A)
(2613A)
50P1D
50P1D 0.75
0.75

0. 10 0. 10

3361 A 936508A
Icc 3F Sim. (13.8 kV)

Icc 3F Sim. (138 kV)


0. 01 0. 01
0. 5 1 10

100

K
1

10

100
K

K
Diagnóstico de Equipamentos
(Comissionamento e Manutenção Preventiva)
Quadros e Painéis

Os quadros e painéis representam aprox. 70 a 80% dos componentes de uma instalação


elétrica.

Para um diagnóstico de um quadro/painel devemos lançar mão de alguns ensaios, como de


resistência de isolamento e também de conexão ao sistema de aterramento.

Uma inspeção visual criteriosa baseada nas normas nos dá um bom diagnóstico dos
equipamentos.

Para os itens referentes a Quadros/Painéis podemos buscar informações nas:

NR10
NBR5410
NBR14039
NBRIEC60439 – Conjuntos de manobra em BT
NBRIEC6979 – Conjunto de manobraMT
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)

• Análise de Energia

• A análise de energia é uma


ferramenta poderosa para
diagnósticos de instalações.

• O termo qualidade da energia elétrica refere-se a uma ampla variedade de fenômenos


eletromagnéticos conduzidos que caracterizam a tensão e a corrente em um dado
tempo e local do sistema elétrico.

• A qualidade da energia em uma determinada barra do sistema elétrico é


adversamente afetada por uma ampla variedade de distúrbios:
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)

Análise de Energia
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)

Análise de Energia - Distúrbios

1. Transitórios
Os transitórios são fenômenos eletromagnéticos oriundos de alterações súbitas nas condições
operacionais de um sistema de energia elétrica. Geralmente, a duração de um transitório é muito
pequena, mas de grande importância, uma vez que submetem equipamentos a grandes solicitações de
tensão e/ ou corrente. Existem dois tipos de transitórios: os impulsivos, causados por descargas
atmosféricas, e os oscilatórios, causados por chaveamentos.

2. Variações de tensão de curta duração


As variações de tensão de curta duração podem ser caracterizadas por alterações instantâneas,
momentâneas ou temporárias. Tais variações de tensão são, geralmente, causadas pela energização de
grandes cargas que requerem altas correntes de partida, ou por intermitentes falhas nas conexões dos
cabos de sistema. Dependendo do local da falha e das condições do sistema, o resultado pode ser um
afundamento momentâneo de tensão (“sag”), uma elevação momentânea de tensão (“swell”), ou
mesmo uma interrupção completa do sistema elétrico.
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)

Análise de Energia - Distúrbios

3. Variações de tensão de longa duração


As variações de tensão de longa duração são fenômenos semelhantes aos fenômenos de curta
duração, porém, com a característica de se manterem no sistema elétrico por tempos superiores a
três minutos. Sãocausadas por saídas de grandes blocos de carga, perdas de fase, dentre outras.

4. Desequilíbrios
Os desequilíbrios podem ser definidos como o desvio máximo da média das correntes ou tensões
trifásicas, divididos pela média das correntes ou tensões trifásicas, expressados em percentual. As
origens destes desequilíbrios estão geralmente nos sistemas de distribuição, os quais possuem
cargas monofásicas distribuídas inadequadamente, fazendo surgir no circuito tensões de
sequência negativa. Este problema se agrava quando consumidores alimentados de forma
trifásica possuem uma má distribuição de carga em seus circuitos internos, impondo correntes
desequilibradas no circuito da concessionária.
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Energia - Distúrbios

5. Distorções da forma de onda: harmônicos, cortes de tensão, ruídos, etc.


A distorção da forma de onda é definida como um desvio, em regime permanente, da forma de onda
puramente senoidal, na frequência fundamental, e é caracterizada principalmente pelo seu conteúdo
espectral. Existem cinco tipos principais de distorções da forma deonda:

Harmônicos: tensões ou correntes senoidais de frequências múltiplas inteiras da frequência fundamental


(50 Hz ou 60 Hz) na qual opera o sistema de energiaelétrica.

Inter-harmônicos: componentes de frequência, em tensão ou corrente, que não são múltiplos inteiros da
frequência fundamental do sistema supridor (50 Hz ou 60 Hz).

Nível CC:a presença de tensão ou corrente CCem um sistema elétrico CAé denominado "DCoffset".

"Notching": distúrbio de tensão causado pela operação normal de equipamentos de eletrônica de


potência quando a corrente é comutada de uma fase para outra. Este fenômeno pode ser detectado pelo
conteúdo harmônico da tensão afetada.

Ruído: definido como um sinal elétrico indesejado, contendo uma larga faixa espectral com frequências
menores que 200 KHz
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Energia - Distúrbios

6. Flutuações detensão
As flutuações de tensão correspondem a variações sistemáticas dos valores eficazes da tensão de
suprimento dentro da faixa compreendida entre 0,95 pu e 1,05 pu.

7. Variações de frequência
Variações na frequência de um sistema elétrico são definidas como sendo desvios no valor da frequência
fundamental deste sistema (50 Hz ou 60Hz).
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Energia - Distúrbios
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Energia - Distúrbios
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Energia - Distúrbios
Diagnóstico de
Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Energia - FP
Diagnóstico de
Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Energia - FP
Diagnóstico de
Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Energia - FP
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Energia - FP
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Energia - FP
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Energia - FP
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
A termografia é uma técnica que permite mapear uma região com a utilização de um aparelho específico,
conhecido como termógrafo, para distinguir diferentes temperaturas por meio da radiação infravermelha
naturalmente emitida pelos corpos, de modo que depois de feita a coleta de informação possa
desenvolver uma análise técnica das imagens obtidas pelo aparelho.
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia

Anomalias mais comuns nas instalações elétricas


Existem diversas anomalias encontradas no sistema elétrico. As causas que podem originar os
sobreaquecimentos mais usualmente detectados nas inspeções termográficas para os determinados
equipamentos são:
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Equipamento Temperatura Típica de Operação
Transformadores a Seco(Bobinas) Conforme Classe de Temperatura Geralmente classe
F: 155°C.
Transformadores a Óleo (Tanque) Temperatura topo do tanque 70°C.
Cabos de Baixa Tensão Com carregamento nominal

Cobertura PVC: 70°C.


Cabos de Média Tensão Com carregamento nominal

Cobertura XLPE:90°C.
Isoladores de Média Tensão Temperatura ambiente
Barramentos - conexõesbarra/barra Até 100°C.
Disjuntores – conexões disjuntor/cabo Até 70°C.

Disjuntores – conexões Até 100°C.


disjuntor/barramento
Cabos de Baixa Tensão - conexões Até 70°C.
cabo/barra
Fusíveis - fusível/barramento Até 100°C.
Fusíveis - fusível/cabo Até 70°C.
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia

Ver Exemplo de Relatório e Termogramas


Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Técnicas deAnálise

 Gradiente Térmico
 Sintonia Térmica
 Paletas
 Reflexão
 Análise Qualitativa
 Análise Quantitativa
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Técnicas deAnálise
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Técnicas deAnálise
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Técnicas deAnálise
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Técnicas deAnálise
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Técnicas deAnálise
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Técnicas deAnálise
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Técnicas deAnálise
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Técnicas deAnálise
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Técnicas deAnálise
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Técnicas deAnálise
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Termografia
Técnicas deAnálise
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica

Uma Análise Cromatográfica dos gases determina a concentração dos gases dissolvidos no óleo mineral
isolante. A sua formação no interior dos equipamentos pode ser causa de algum tipo de problema, como
mau contato entre componentes internos, fugas de energia entre espiras, esforço à altas correntes de
curto circuito e tempo de trabalho prolongado com cargaselevadas.

O levantamento e diagnósticos destes gases, a partir de uma amostra de óleo, podem determinar causas
e medidas a serem adotadas e com isto remediar possíveis transtornos de paradas indesejáveis do
equipamento, diminuição de custos de manutenção ou então perda deprodução.

Gases Chaves:
 Acetileno (C2H2): Arco;
 Etileno (C2H4): Óleo Superaquecido;
 Hidrogênio (H2): Eletrolise;
 Monóxido de Carbono (CO): Celulose super Aquecida;
 Dióxido de Carbono (CO2): Celulose superaquecida;
 Hidrogênio (H2): Descargas Corona no óleo;
 Metano (C2H6): Descargas Corona no óleo;
 Hidrogênio (H2): Descargas Corona no papel;
 Dióxido de Carbono (CO2): Descargas Corona no papel.
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica

Uma descarga de corona é


uma descarga elétrica
produzida pela ionização de
um fluido nas redondezas
de um condutor, a qual
ocorre quando o gradiente
elétrico excede um certo
valor, mas as condições são
insuficientes para causar
um arco elétrico.

Vídeo PD
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica
Diagnóstico de
Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise
Cromatográfica

Ver Exemplo de Relatório de Óleo


Diagnóstico de
Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise
Cromatográfica
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica
MÉTODO DO GÁSCHAVE
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica
MÉTODO DEROGERS
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica
MÉTODO DEROGERS
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica
MÉTODO DEROGERS
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica
Exemplo

ANÁLISE GÁS-CROMATOGRÁFICA Rogers


GASES VALORENCONTRADO(ppm)
PERCENTUAISDOSGASES
COMBUSTÍVEIS
CH4/H2 = 2 -> 1
Hidrogênio - H2 100 ppm 8% C2H6/CH4= 0,055 -> 0
Oxigênio - O2 10895 ppm - C2H4/C2H6= 6,7 (R5) -> 2
Nitrogênio - N2 62879 ppm -
C2H2/C2H4=0,016 -> 0
Metano - CH4 200 ppm 17%
Monóxido de Carbono - CO 100 ppm 8%
Dióxido de Carbono - CO2 650 ppm - Falha térmica 300ºC a 700ºC –
Etileno - C2H4 670 ppm 57% maus contatos
Etano - C2H6 100 ppm 8%
Acetileno - C2H2 11 ppm 1%

TOTAL DEGASESCOMBUSTÍVEIS 1181 ppm 100%

TOTAL DEGASES 75605 ppm - Gás Chave – C2H4


Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante – Análise Cromatográfica
Exemplo

Rogers
GASES VALORENCONTRADO(ppm)
PERCENTUAISDOSGASES
COMBUSTÍVEIS
CH4/H2 = 0,075 -> 5
Hidrogênio - H2 1330 ppm 72% C2H6/CH4= 0,055 -> 1
Oxigênio - O2 9654 ppm - C2H4/C2H6= 6,7 (R5) -> 2
Nitrogênio - N2 56874 ppm -
C2H2/C2H4=0,016 -> 1
Metano - CH4 10 ppm 1%
Monóxido de Carbono - CO 231 ppm 13%
Dióxido de Carbono - CO2 1820 ppm Descarga de Alta Energia
Etileno - C2H4 66 ppm 4%
Etano - C2H6 20 ppm 1%
Acetileno - C2H2 182 ppm 10%

TOTAL DEGASESCOMBUSTÍVEIS 1839 ppm 100%

TOTAL DEGASES 70187 ppm - Gás Chave – H2 e C2H2


Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Análise de Óleo Isolante
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Ultrassom
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Ultrassom
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Ultrassom
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Ultrassom
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
Ultrassom
Diagnóstico de Equipamentos
(Manutenções Preditivas)
ltrassom

Ultrasom
Vídeo Ultrassom

Vídeo Ultrassom
Recuperação de Sistema Elétricos
Para a recuperação de uma instalação elétrica podemos lançar mão de algumas
estratégias:

Elaboração de Laudo Técnico baseado nas normas:


NR10
NBR5410
NBR14039
NBR5419

Elaboração do Prontuário Elétrico das Instalações conforme NR10

Certificação das Instalações (Inmetro)

A partir destes documentos, podemos traçar um plano de ação, baseado nas criticidades
de cada item, de modo que busquemos a adequação da instalação às normas.
Recuperação de Sistema Elétricos
Elaboração de Laudo Técnico

Exemplo de Escopo:

Laudo Técnico de NR10


Laudo das instalações elétricas de média tensão (NBR 14039);
Laudo das instalações elétricas de baixa tensão (NBR 5410);
Sistema de SPDAe Aterramento (NBR5419);
Sistema de equipotencialização de potencial e proteção de surto via DPS;
Procedimentos técnicos de operação / instruçõestécnicas;
EPIs eEPCs:
Dimensionamento;
Treinamentos;
Documentação;
Testes dielétricos.
Procedimentos de emergência;
Profissionais:
Qualificação;
Habilitação;
Capacitação.
Recuperação de Sistema Elétricos
Elaboração de Laudo Técnico

Exemplo de Escopo:

Incidentes e acidentes;
CIPA;
Sistemas de Análise de Risco;
Contratação de Terceiros;
Saúde e Medicina do Trabalho;
Projetos atualizados;
Estudos Elétricos;
Análise da malha SPDAe do ultimo laudo;
Análise de iluminamento nas áreas de trabalho avaliadas (subestações, quadros BT,
etc);
Análise do diagrama unifilar atual;
Inspeção em todos os quadros .

Exemplos de Laudos
Recuperação de Sistema Elétricos
(Portaria 51 Inmetro)
OBJETIVO
Estabelecer os critérios para o Programa de Avaliação da Conformidade para Instalações Elétricas de
Baixa Tensão, com foco na segurança, através do mecanismo de certificação, visando à prevenção de
acidentes decorrentes da construção e manutenção de instalações elétricas inadequadas nas
edificações.
Recuperação de Sistema Elétricos
(Portaria 51 Inmetro)
ETAPASDAAVALIAÇÃO DACONFORMIDADE

Avaliação Inicial:
1. Análise Documental: consiste na verificação da adequação do projeto aos requisitos da
Norma ABNT NBR 5410 e, no que couber, com aos requisitos previstos pelas referências
citadas no item 3 “Documentos Complementares”;
2. Inspeção visual e realização dos ensaios, previstos no Anexo A e C, quando couber, deste
RAC.

Análise Documental
O solicitante deve encaminhar uma solicitação formal ao Organismo de Avaliação da Conformidade,
anexando a documentação técnica da instalação, que compreende:
a)plantas de distribuição de circuitos de força, controle, automação, iluminação, tomadas,
aterramento e SPDA;
b) diagrama unifilar e outros, quandoaplicáveis;
c)detalhes de montagem elétrica de força, controle, automação, iluminação, tomadas, aterramento
e SPDA,quandonecessários;
d) memorial descritivo de projeto e montagem das instalações elétricas;
e)especificação técnica dos sistemas, equipamentos e componentes elétricos, incluindo descrição,
características nominais e normas que atendem;
Recuperação de Sistema Elétricos
(Portaria 51 Inmetro)
Análise Documental
f)parâmetros de projeto, incluindo correntes de curto-circuito, tensão nominal, corrente
nominal, queda de tensão considerada, fatores de demanda considerados, temperatura
ambiente e classe de tensão de isolamento;
g)estudos e desenhos de classificação de áreas, para os ambientes sujeitos à formação
de atmosferas explosivas por gases, vapores inflamáveis, poeiras ou fibras combustíveis
em mistura com o ar, quando aplicável;
h) manual do usuário, quando aplicável;
i) relatório de inspeção e ensaios, inclusive SPDA,quandohouver.
Recuperação de Sistema Elétricos
(Portaria 51 Inmetro)
Inspeção Visual e Ensaios – Baixa Tensão
Recuperação de Sistema Elétricos
(Portaria 51 Inmetro)
Inspeção Visual e Ensaios – Baixa Tensão

Estes dispositivos de teste foram concebidos para


medir e testar o seguinte:

•Tensão e frequência
•Resistência do isolamento (EN61557-2)
•Continuidade (EN61557-4)
•Resistência de circuito/linha (EN61557-3)
•Tempo de disparo dos disjuntores de corrente
diferencial (RCD, EN61557-6)
•Corrente de disparo de RCD(EN61557-6)
•Resistência de terra (EN61557-5)
•Sequência de fase (EN61557-7)
Recuperação de Sistema Elétricos
(Portaria 51 Inmetro)
Inspeção Visual - Média Tensão
Recuperação de Sistema Elétricos
(Plano de AçãoCorretiva)

Após a avaliação das instalações, ensaios, inspeções e diagnósticos, é necessário


elaborar um plano de ação baseado em criticidades.

Os critérios e montagem do plano de ação corretiva das inspeções foram


estabelecidos dentro dos seguintes princípios:

 Utilização de um aplicativo informatizado, ou ferramenta, para incluir e


cadastrar todos os e equipamentos e instalações listados e contidos nos
relatórios de inspeção, e no plano de inspeção;
 Inclusão de todas as ações corretivas necessárias por equipamento à sua
adequação à NR 10, NBR5410, 14039 e 5419, eliminando aquelas que não
foram possíveis de se estimar;
 Realizar a estimativa dos prazos para a realização das atividades de correção;
 Classificar as prioridades para permitir o agendamento das datas de início e
término;
 Emitir cronograma de trabalho para apresentação aos envolvido no processo;
 A priorização das ações corretivas dentro dos critérios estabelecidos de
geografia, operação, disponibilidade ou outros de consenso entre aspartes.
Recuperação de Sistema Elétricos
(Plano de AçãoCorretiva)

Como complemento ao plano podemos incluir ainda:

 Atribuição de recursos humanos e materiais sempre que possível para apoio às


estimativas das ações corretivas como se cada ação fosse feita individualmente;
 Estimativa de custo básico de cada insumo de produção ou de produção de uma das
atividades corretivas/preventivas;
 Atribuição de valores estimados de mercado para pagamento desses recursos
atribuídos;
 Criação de uma força tarefa (equipe de trabalho) composta por equipes (por
exemplo, quatro ajudantes e/ou quatro eletricistas) por unidade ouprédio;
 Nivelamento e distribuição automática e otimizada desses recursos (equipe) em
trabalho, dando prioridade àquelas que forem urgentes, seguidos de essenciais
melhorias;
 Definição de um plano de trabalho no tempo (cronograma) e de desembolso
financeiro (orçamento) para cada unidade ou prédio.
Recuperação de Sistema Elétricos
(Plano de AçãoCorretiva)

Classificação de criticidade:

EMERGÊNCIA: Sério risco às pessoas ou instalações ou à operação do sistema

Ex.: Indícios de fuga de corrente em subestação


Ex.: Termografia indicando elevada temperatura no PGBT

URGENTE: Risco operacional com probabilidade de acidentes ou indisponibilidade do


sistema

Ex.: Falta de intertravamentos mecânicos


Ex.: Análise de óleo indicando falha incipiente no transformador
Ex.: Termografia indicando ponto quente em conexão de transformador

PROGRAMADA: Sem risco eminente à instalação ou pessoas

Ex.: Falta de DPSem quadros


Ex.: Falta de sinalização em painéis
Ex.: Falta documentação técnica.
Recuperação de Sistema Elétricos
(PDCA)
Recuperação de Sistema Elétricos
(PDCA)
Recuperação de Sistema Elétricos
(Exemplos de Inspeção Visual)

O tem que de errado nas fotos?


Recuperação de Sistema Elétricos
(Exemplos de Inspeção Visual)

O tem que de errado nas fotos?


Recuperação de Sistema Elétricos
(Exemplos de Inspeção Visual)

O tem que de errado nas fotos?


Recuperação de Sistema Elétricos
(Exemplos de Inspeção Visual)

O tem que de errado nas fotos?


Recuperação de Sistema Elétricos
(Exemplos de Inspeção Visual)

O tem que de errado nas fotos?