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GRUPO: Gustavo Neves, Silvio Henrique, Rafael Côrtes e Vinicius Dutra.

- 2º MIN A
ECONOMIA: INFLAÇÃO E JUROS/BALANÇA COMERCIAL

● INFLAÇÃO E JUROS:
A inflação é um fenômeno permanente na economia, e está ligado ao aumento geral nos
preços de mercadoria e serviços, o que interfere no valor de compra do dinheiro, ou de determinada
moeda. A inflação pode apresentar valores pequenos, grandes e mesmo, negativos, situação em que
ela passa a se chamar deflação.
Essa questão econômica também está intimamente conectada à imprensa, que atualiza ao
seu público, os consumidores, o valor da inflação mensalmente. No Brasil, isso se deve devido à
estagnação econômica durante as décadas de 1970 e 1980, quando registrava-se hiperinflação, de
2000 % ao ano. Com o Plano Real no governo de Itamar Franco, essa realidade mudou, devido à
mudança para uma moeda, o Real, com um poder econômico maior no mercado.
É fácil de entender a inflação em uma maneira mais cotidiana. Por exemplo, uma inflação
de 6 % ao ano indica que um produto que valia R$10,00 passou a custar R$10,60. Com uma
inflação de 2000 %, um produto que custava 10 cruzeiros novos(moeda em 1993), passava a custar
aproximadamente, 200 cruzeiros novos.
● CAUSAS:
Uma das causas da inflação é a dinamização da economia, quando cresce a renda da
população ou os investimentos do governo e das empresas. O governo tem o poder de imprimir
dinheiro, aumento a quantidade de moeda em circulação, embora, no Brasil, a emissão de papel-
moeda esteja sob controle. Outra causa é a suboferta, ou seja, quando a oferta é menor do que a
procura, o que ocorre com os legumes e frutas na chamada entressafra.
● SITUAÇÃO BRASILEIRA ATUAL:
A inflação em 2013 ficou dentro do limite, ou seja, do teto da meta, de 6,5% ao ano,
embora tenha ficado acima da meta central para o ano, que viria a ser de 4,5%. A estratégia do
governo para controle da inflação consta da utilização do Banco Central, com a chamada taxa Selic,
através da qual essa instituição aumenta a taxa de juros básica até chegar a 11% ao ano, em
determinado período.

●BALANÇA COMERCIAL:
A balança comercial representa o resultado das exportações subtraídas das importações em
um ano, o que pode gerar um resultado positivo, um superavit, ou um resultado negativo, um
deficit. O Brasil tem mantido um superavit desde 2001, com crescimento também no número de
exportações e importações, no entanto, o superavit vem diminuindo devido à mudança no perfil das
exportações que visam as commodities, ou produtos básicos, que tem pouco valor agregado se
comparados aos produtos industrializados.
A fragilidade da balança comercial brasileira deve-se ao enfraquecimento da indústria
nacional, principalmente da indústria manufatureira, cuja principal importadora é a Argentina, país
que vive momento de crise e instabilidade econômica.
Desde 2009 o principal parceiro comercial do Brasil deixou de ser os Estados Unidos e
passou a ser a China, que intensificou sua atividade comercial não só no Brasil, mas no comércio
internacional como um todo.
● INFLUÊNCIA DO DÓLAR NA BALANÇA COMERCIAL
Se o real está desvalorizado em relação ao dólar, os produtos brasileiros ficam mais
baratos, o que os torna competitivos para o mercado. Se o real se valoriza, as exportações são
dificultadas, no entanto as importações são facilitadas, o que também pressiona a redução da
inflação, pois os produtos ofertados ficam mais baratos, embora haja redução no saldo da balança
comercial.