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Concurso: GESTOR –SE RACIOCÍNIO LÓGICO e ESTATÍSTICA

Prof. PAULO ROBERTO


I – ESTRUTURAS LÓGICAS Uma conjunção é verdadeira somente quando as duas
proposições que a compõem forem verdadeiras. Se pelo
1. PROPOSIÇÃO menos uma das proposições forem falsas, a conjunção é falsa.
Denomina-se proposição a toda sentença, expressa em Tabela – verdade
palavras ou símbolos, que exprima um juízo ao qual se possa A B AB
atribuir, dentro de certo contexto, somente um de dois valores V V V
possíveis: verdadeiro (V) ou falso (F). São exemplos de V F F
proposições as seguintes sentenças declarativas: F V F
• Júpiter é o maior planeta do sistema solar.
F F F
2. VALOR LÓGICO DE UMA PROPOSIÇÃO
OBS.: Número de linhas da tabela verdade: 2n, onde n é o
Denomina-se valor lógico de uma proposição verdade, se
número de letras proposicionais (ou variáveis proposicionais).
a proposição for verdadeira, e falsidade se a proposição é
Exemplos: para n = 1  21 = 2 linhas.
falsa. Os valores lógicos verdade e falsidade de uma proposição
Para n = 2  22 = 4 linhas.
são designados pelas letras V e F, respectivamente.
Para n = 3  23 = 8 linhas.
Não são proposições:
6.2. Disjunção: A ou B.
➢ Sentenças exclamativas: “Caramba!” ; “Que carro veloz!”.
Quando duas proposições estão ligadas pelo conectivo “ou”. A
➢ Sentenças interrogativas: “Qual é o seu nome?”
disjunção A e B pode ser representada como: AB
➢ Sentenças imperativas: “Preste atenção ao sinal” ;
➢ Sentenças abertas: x + 2 = 5. Exemplo: Dadas as proposições simples:
➢ Sentenças contraditórias: “Esta frase é uma mentira”. A: Aldo é alagoano.
B: Beto é baiano.
3. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA LÓGICA
1º) Princípio da Identidade: Uma proposição verdadeira é ver- A disjunção A ou B pode ser escrita como:
dadeira; uma proposição falsa é falsa. A  B : Aldo é alagoano ou Beto é baiano.

2º) Não contradição: Uma proposição não pode ser verdadeira Se as proposições A e B forem representadas como conjuntos
e falsa ao mesmo tempo. através de um diagrama, a disjunção “A  B” corresponderá à
3º) Terceiro Excluído: Toda proposição ou é verdadeira ou falsa, União do conjunto A com o conjunto B, A U B .
isto é, verifica-se sempre um desses casos e nunca um ter-
ceiro valor lógico.

4. PROPOSIÇÃO SIMPLES E COMPOSTAS


Uma proposição é dita simples quando não contém
Uma disjunção é falsa somente quando as duas proposições
qualquer outra proposição como sua componente.
que a compõem forem falsas. Se pelo menos uma das
Uma proposição que contenha qualquer outra como sua
proposições forem verdadeiras, a conjunção é verdadeira.
parte componente é dita proposição composta.
Exemplos: João é médico e Pedro é dentista. Tabela – verdade:
Ana vai ao cinema ou Bete vai ao teatro.
A B AB
5. CONECTIVOS LÓGICOS V V V
São termos e expressões que estão freqüentemente V F V
presentes nas proposições compostas, tais como: “não”, “e”, F V V
“ou”, “se.. então” e “se e somente se” aos quais F F F
denominamos conectivos lógicos. Os conectivos lógicos agem
sobre as proposições a que estão ligados de modo a criar novas 6.3. Condicional: Se A então B.
proposições. A condicional “Se A então B” pode ser representada como:
O valor lógico de um proposição (verdadeiro ou falso) fica AB
completamente determinado pelo valor lógico de cada A proposição A é denominada condição ou antecedente e a
proposição componente e pela forma como estas estão ligadas. proposição B a conclusão ou conseqüente.
Exemplo 1: Dadas as proposições simples:
6. DIAGRAMAS LÓGICOS A: Tiago é advogado.
6.1. Conjunção: A e B. B: Tiago é bacharel em direito.
Quando duas proposições estão ligadas pelo conectivo “e”. A
A condicional “Se A então B” pode ser escrita como:
conjunção A e B pode ser representada como:
A  B : Se Tiago é advogado, então ele é bacharel em direito.
AB
Exemplo: Dadas as proposições simples: São expressões equivalentes:
A: Ana é advogada. Se A, B. B, Se A. Todo A é B. B, pois A.
B: Bete é baiana. Se as proposições A e B forem representadas como conjuntos
através de um diagrama, a condicional “Se A então B”
A conjunção A e B pode ser escrita como: corresponderá à inclusão do conjunto A no conjunto B, A  B.
A  B : Ana é advogada e Bete é baiana.

Se as proposições A e B forem representadas como conjuntos


através de um diagrama, a conjunção “A  B” corresponderá à
interseção do conjunto A com o conjunto B, A  B .

Exemplo 2: “Se chove, então faz frio” também pode ser:


• Se Chove, faz frio. Faz frio, caso chova.
• Toda vez que chove, faz frio. Faz frio, pois choveu.

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Uma condicional “Se A então B” é falsa somente quando a a) Falso e Verdadeiro.
condição A é verdadeira e a conclusão B é falsa, sendo b) Verdadeiro.
verdadeira quando A é Falsa ou B é Verdadeira. c) Falso.
d) Inconclusivo.
Tabela – verdade:
A B AB 02) Sejam as afirmações:
I – Se o valor lógico de uma proposição p é falso e o valor lógi-
V V V
co de uma proposição q é verdadeiro, então o valor lógico
V F F
da conjunção entre p e q é verdadeiro.
F V V
II – Se todo X é Y, então todo Y é X.
F F V III – Se uma proposição p implica numa proposição q, então a
proposição q implica na proposição p.
Exemplo 3: “Se prometo, então cumpro”. Caso a anteceden-
te “Prometo” seja Falsa, a proposição condicional é Verdadeira, Pode-se afirmar que são verdadeiras:
independentemente do valor lógico da conclusão “cumpro”. a) Todas.
OBS.: Se Todo A é B, não significa necessariamente que b) Somente duas delas.
“Todo B é A”, pois é possível existir um B que não seja A. c) Somente uma delas.
d) Nenhuma.
Ou seja, partindo do suposto que “Se A, então B” seja
verdadeira, a recíproca (“Se B, então A”) pode ser Verdadeira 03) Se o valor lógico de uma proposição p é verdadeiro e o
ou Falsa. valor lógico de uma proposição q é falso, podemos afirmar que:
a) A conjunção entre as duas é verdadeira.
7.4) Bicondicional: A se e somente se B. b) p condicional q é verdadeira.
A bicondicional pode ser representada: AB c) p bicondicional q é falsa.
Exemplo 1: Dadas as proposições simples: d) A disjunção entre as duas é falsa.
A: Eu sou filho de Raimundo. e) ~p  ~q é verdadeira.
B: Raimundo é meu pai
A bicondicional “A se e somente se B” pode ser escrita : 04) Sejam as proposições P: “10% de 40% é o mesmo que
A  B : Eu sou filho de Raimundo, se e somente se Raimundo é 1
4%” e Q: “A metade de um terço de x é menor que de x.
meu pai. 7
Pode-se afirmar que
Representação através de um diagrama: a) A conjunção entre as duas é verdadeira.
b) P condicional Q é falso.
c) P bicondicional Q é verdadeiro.
d) A disjunção entre as duas é falsa.
e) A negação de Q é falsa.

05) Se p e q são duas proposições e seus valores lógicos, são


Tabela – verdade: respectivamente, V (verdadeiro) e F (falso), pode-se afirmar
que:
A B AB
a) A conjunção entre p e q é verdadeira.
V V V b) A disjunção entre p e q é falsa.
V F F c) O bicondicional entre p e q é falso.
F V F d) O condicional entre p e q, nesta ordem, é verdadeiro.
F F V e) O condicional entre ~q  ~p é verdadeiro.

Uma bicondicional é verdadeira somente quando A e B 06) Se a conjunção entre uma proposição a e uma proposição
tiverem o mesmo valor lógico (ambas verdadeiras ou ambas
b é verdadeira, então é correto afirmar que:
falsas), sendo falsa quando tiverem valores lógicos
a) Ambas proposições são falsas.
contrários.
b) Somente a proposição a é falsa.
c) Somente a proposição b é falsa.
7. VALOR LÓGICO DAS PROPOSIÇÕES
d) A negação da proposição a é verdadeira.
e) Ambas proposições são verdadeiras.
Proposição É verdadeira quando É falsa quando
AeB Ambas são verdadeiras Pelo menos uma é Gabarito
falsa 01 – C 02 – D 03 – C 04 – B 05 – C 06 – E
A ou B Pelo menos uma é Ambas são falsas
verdadeira 4. NEGAÇÃO DE PROPOSIÇÕES COMPOSTAS
Se A, então B A é Falsa ou B é A é Verdadeira e B é A negação de uma proposição deve ter sempre valor lógico
Verdadeira Falsa oposto ao da proposição dada. Sempre que uma proposição A
A, se e so- A e B têm valores A e B têm valores for verdadeira, a sua negação não A deve ser falsa e sempre
mente se B lógicos iguais lógicos contrários que A for falsa, não A deve ser verdadeira.
Ou A, ou B A e B têm valores A e B têm valores Negação
Proposição
lógicos contrários lógicos iguais
AeB Não A ou não B
Não A A é Falsa A é verdadeira A ou B Não A e não B
Se A então B A e não B
EXERCÍCIOS DE SALA A se e somente se B (A e Não B) ou (B e não A)
Todo A é B Algum A não é B
01) Se o valor lógico de uma proposição p é verdadeiro e o Nenhum A é B Algum A é B
valor lógico de uma proposição q é falso, então o valor lógico Algum A é B Nenhum A é B
da proposição [(pq)  ~p]  ~q é: Algum A não é B Todo A é B

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5. Outras negações d) Existe ao menos uma mulher nessa sala.
Proposição Negação e) Existe ao menos um homem nessa sala.
Maior que (>) Menor ou igual que (≤)
Menor que (<) Maior ou igual que (≥) 14) A negação da proposição “Nenhuma cerveja não é amarga”
Igual (=) Diferente (≠) a) Todas as cervejas não são amargas.
Exemplos: b) Existem cervejas que não são amargas.
1) A negação de “Pedro ganha mais de R$ 5 mil” é “Pedro ga- c) Nenhuma cerveja é amarga.
nha R$ 5 mil ou menos”. d) Todas as cervejas são amargas.
2) A negação de “Aldo é mais novo que Beto” é “Aldo é da e) Existem cervejas que são amargas.
mesma idade ou mais velho que Beto”.
Gabarito
EXERCÍCIOS DE SALA 07 – D 08 – E 09 – A 10 – D 11 – A
12 – C 13 – E 14 – B
07) Seja a proposição p: “Maria é estagiária” e a proposição
q: “Marcos é estudante”. A negação da frase “Maria é estagiá-
ria ou Marcos é estudante” é equivalente a: EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES
a) Maria não é estagiária ou Marcos não é estudante. 01) Considere as proposições a seguir:
b) Se Maria não é estagiária, então Marcos não é estudante. p: “Gosto de praticar esportes.”
c) Maria não é estagiária, se e somente se, Marcos não é estu- q: “Não gosto de ficar em casa.”
dante. A sentença “Não gosto de praticar esportes e gosto de
d) Maria não é estagiária e Marcos não é estudante. ficar em casa” é verdadeira quando
a) ~p é falsa e ~q é verdadeira.
08) Do ponto de vista da lógica matemática, a negação da b) p é falsa e ~q é falsa.
frase: “Marcos foi ao cinema e Maria foi fazer compras” é c) p é verdadeira e q é falsa.
a frase: d) ~p é verdadeira e q é verdadeira.
a) Marcos não foi ao cinema e Maria não foi fazer compras. e) ~p é verdadeira e q é falsa.
b) Marcos foi ao cinema e Maria foi fazer compras.
c) Marcos não foi ao cinema, então Maria não foi fazer compras. 02) A negação de “Se f é um função par e g é uma função
d) Marcos não foi ao cinema e Maria foi fazer compras. ímpar, então f+g é uma função impar” é:
e) Marcos não foi ao cinema ou Maria não foi fazer compras. a) f é uma função ímpar e g é uma função par e f + g é uma
função par.
09) De acordo com o raciocínio lógico matemático, pode-se b) f é uma função par e g é uma função ímpar e f + g é uma
afirmar que a negação da disjunção entre duas proposições função par.
compostas (p  q) é equivalente a c) se f é uma função ímpar e g é uma função par, então f + g é
a) ~p  ~q uma função par.
b) ~p  ~q d) se f é uma função par e g é uma função ímpar, então f + g é
c) ~p  q uma função par.
d) p  ~q e) f é uma função par, g é uma função ímpar e f+g não é uma
e) ~p  ~q função ímpar.

10) Sabendo que a implicação “Se a canoa não virar, eu 03) Sabe-se que P e Q são proposições, qual opção abaixo
chego lá” é falsa, então, não se pode afirmar sobre a função valoração (v)? (Conside-
a) “A canoa vira”. rar V = Verdadeiro e F = Falso).
b) “Eu chego, independente da canoa”. a) v(P  Q) = V se, e somente se, v(P) = v(Q) = V.
c) “A canoa vira e eu chego”. b) v(~P) = V se, e somente se, v(P) = F.
d) “A canoa não virou e eu não cheguei”. c) v(P  Q) = V se, e somente se, v(P) = v(Q) = V.
e) “Se não virar a canoa, eu não chego”. d) v(P  Q) = V se, e somente se, v(P) = F ou v(Q) = V.
e) v(P  Q) = V se, e somente se, v(P) = V ou v(Q) = V.
11) A negação de “Todos os candidatos vão passar no
concurso” é 04) (IBFC – 2016) A conjunção entre duas proposições com-
a) “Existe candidato que não passará no concurso”. postas é verdadeira se:
b) “Existe apenas um candidato que vai passar no concurso”. a) os valores lógicos de ambas as proposições forem falsos.
c) “Existe apenas um candidato que não vai passar no concur- b) se o valor lógico de somente uma das proposições for verda-
so”. de.
d) “Nenhum candidato vai passar no concurso”. c) se ambas as proposições tiverem valores lógicos verdadeiros
e) “Todos os candidatos não vão passar no concurso”. d) se o valor lógico de somente uma das proposições for falso
e) se o valor lógico da primeira proposição for verdade e o valor
12) A negação da proposição “Ana gosta do campo e Márcia lógico da segunda proposição for falso.
gosta do litoral” é
a) Ana não gosta do campo e Márcia não gosta do litoral. 05) Sabendo que as proposições p, q e r têm valores lógicos,
b) Se Ana não gosta do campo, então Márcia não gosta do lito- respectivamente, V, V e F, assinale a proposição composta a
ral. seguir que tenha F como valor lógico.
c) Ana não gosta do campo ou Márcia não gosta do litoral. a) (~p  q)  ~r
d) Se Márcia não gosta do litoral, então Ana não gosta do cam- b) (p  r)  ~r
po. c) (p  r)  q
e) Ana não gosta do campo se, e somente se, Márcia não gosta d) r  p  r
do litoral. e) p  q  r

13) A negação da sentença “Todas as pessoas que estão 06) Considerando a proposição composta (p  r) , é correto
nessa sala são mulheres” é afirmar que
a) Nenhuma pessoa que está nessa sala é mulher. a) a proposição composta é falsa apenas se p for falsa.
b) Todas as pessoas que estão nessa sala são homens. b) a proposição composta é falsa apenas se r for falsa.
c) Nenhuma pessoa que está nessa sala é homem.

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c) para que a proposição composta seja verdadeira é necessário 13) Sendo p a proposição “Juliana gosta de Matemática” e q a
que p e r tenham valores lógicos iguais. proposição “Nayara gosta de Física”, assinale a alternativa que
d) para que a proposição composta seja verdadeira é necessário corresponde à seguinte proposição em linguagem simbólica:
que p e r tenham valores lógicos diferentes. “Se Nayara gosta de Física, então Juliana gosta de Matemática”
e) para que a proposição composta seja falsa é necessário que a) p  q
ambas, p e r sejam falsas. b) (~p)  q
c) q  p
07) Considerando a proposição composta (p  q) , é correto d) (~p)  (~q)
afirmar que e) q  q
a) a proposição composta é falsa se apenas p for falsa.
b) a proposição composta é falsa se apenas q for falsa. 14) Sejam p: “A folha é verde” e q: “O rio é de água doce”,
c) para que a proposição composta seja verdadeira é necessário então a proposição p  q corresponde à proposição
que ambas, p e q sejam verdadeiras. a) A folha é verde e o rio é de água doce.
d) para que a proposição composta seja verdadeira é necessário b) A folha é verde ou o rio é de água doce.
que ambas, p e q sejam falsas. c) A folha é verde, portanto o rio é de água doce.
e) para que a proposição composta seja falsa é necessário que d) A folha é verde e o rio não é de água doce.
e) A folha não é verde e o rio é de água doce.
ambas, p e q sejam falsas.
15) A negação da frase “O ônibus atrasou e as pessoas
08) Com relação aos conectivos lógicos é correto afirmar que:
foram de trem” é:
a) O condicional entre duas proposições cujos valores lógicos
a) O ônibus atrasou ou as pessoas foram de trem.
são falsos tem o valor lógico verdadeiro. b) O ônibus não atrasou e as pessoas não foram de trem.
a) A conjunção entre duas proposições cujos valores lógicos são c) O ônibus não atrasou ou as pessoas foram de trem.
falsos tem o valor lógico verdadeiro. d) O ônibus atrasou ou as pessoas não foram de trem.
c) A disjunção entre duas proposições cujos valores lógicos são e) O ônibus não atrasou ou as pessoas não foram de trem.
falsos tem o valor lógico verdadeiro.
d) O bicondicional entre duas proposições cujos valores lógicos 16) Dizer que não é verdade a seguinte sentença “João é mo-
são falsos tem o valor lógico falso. reno e Juca é rico” é equivalente a dizer que
e) A conjunção entre duas proposições cujos valores lógicos são a) João não é moreno e Juca não é rico.
verdadeiros tem o valor lógico falso. b) João não é moreno ou Juca não é rico.
c) João é moreno ou Juca não é rico.
09) Se o valor lógico de uma proposição p é verdade e o valor d) Se João não é moreno, então Juca é rico.
lógico de uma proposição q é falso, então é correto afirmar que e) Se João não é moreno, então Juca não é rico.
o valor lógico de
a) p conjunção q é verdade. 17) A negação da frase “João não foi ao médico e Eduarda
b) p disjunção q é falso. é psicóloga”, de acordo com a lógica proposicional, é:
c) p condicional q é falso. a) João foi ao médico ou Eduarda não é psicóloga.
d) p bicondicional q é verdade. b) João foi ao médico ou Eduarda é psicóloga.
e) q condicional p é falso. c) João foi ao médico e Eduarda não é psicóloga.
d) João não foi ao médico ou Eduarda é psicóloga.
10) Considere as seguintes proposições:
p: O restaurante está fechado. 18) Qual das seguintes proposições é equivalente à negação da
q: O computador está ligado. proposição “Todas as pessoas têm emprego”?
a) Todas as pessoas não têm emprego.
A sentença “O restaurante não está fechado e o computa- b) Algumas pessoas têm emprego.
dor não está ligado” assume valor lógico verdadeiro quando c) Ninguém tem emprego.
a) p é verdadeira e q é verdadeira. d) Algumas pessoas não têm emprego.
b) p é falsa e ~q é falsa. e) Todas as pessoas são desempregadas.
c) p é verdadeira e ~p é verdadeira.
d) p é falsa e q é falsa. 19) A negação de sentença “Gosto de calculadoras e não
e) ~p é falsa e ~q é falsa. gosto de matemática” é dada por
a) não gosto de calculadoras e gosto de matemática.
11) Se uma proposição p for falsa e uma proposição q for ver- b) se gosto de calculadoras, então não gosto de matemática.
dade, então a única alternativa incorreta é: c) não gosto de calculadoras ou gosto de matemática.
a) p ou q é verdade. d) se não gosto de calculadoras, então gosto de matemática.
b) p e q é verdade. e) não gosto de calculadoras e não gosto de matemática.
c) p se e somente se q é falso.
d) se p então q é verdade. 20) Considerando como falsa a proposição: “Se Almir é pro-
e) não p e não q é falso. fessor, então Bruno é diretor”, assinale a proposição que é
necessariamente verdadeira:
12) Sejam as seguintes proposições: a) Almir é professor e Bruno é diretor.
p: Raciocínio lógico é importante. b) Bruno não é diretor e Almir não é professor.
q: Rafael é fazendeiro. c) Se Almir não é professor, então Bruno não é diretor.
d) Almir não é professor ou Bruno é diretor.
A sentença “Raciocínio lógico é importante ou Rafael não é e) Almir é professor e Bruno não é diretor.
fazendeiro” é falsa quando
a) p é falsa e q é falsa. 21) Assinale a sentença que nega a proposição: “Alguns ma-
b) ~p é falsa e q é falsa. rinheiros estão no navio”.
c) p é falsa e q é verdadeira. a) Todos os marinheiros estão no navio.
d) p é falsa e ~q é verdadeira. b) Nenhum marinheiro está no navio.
e) p é verdadeira e ~q é falsa. c) Alguns marinheiros não estão no navio.
d) Existe um marinheiro que está no navio.
e) Nenhum marinheiro não está no navio.

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c) “nenhum homem é fraco”.
22) Considere as seguintes proposições: d) “algum homem não é forte”.
p: A criança está doente. e) “todo homem é fraco”.
q: O cachorro foi abandonado.
(Saiba que ~ x é definido como a negação da sentença x ) 30) Sabendo que a proposição “Pedro gosta ou Pedro some”
é falsa, então
A sentença “O cachorro foi abandonado e a criança não a) “Pedro gosta e Pedro some”.
está doente” assume valor lógico verdadeiro quando b) “Pedro gosta e Pedro não some”.
a) ~ p é verdadeira e q é falsa. c) “Pedro não gosta e Pedro some”.
b) p é falsa e q é falsa. d) “Pedro não gosta e Pedro não some”.
c) ~ p é falsa e q é verdadeira. e) “Pedro some e Pedro gosta”.
d) p é verdadeira e ~ q é falsa.
e) ~ p é verdadeira e ~ q é falsa 31) A negação da proposição “Todo rato raspa o rabo” é
a) “nenhum rato raspa o rabo”.
23) Sejam as proposições: b) “se tem rabo raspado, então é rato”.
p: A janela não quebrou. c) “algum rato não raspa o rabo”.
q: As crianças estão brincando na rua. d) “se não raspa o rabo, então não é rato”.
e) “todo rato tem rabo”.
A sentença “As crianças não estão brincando na rua e a
janela não quebrou” é verdadeira quando 32) A negação de “Todas as tortas são doces” é
a) p é verdadeira e q é verdadeira. a) “Nenhuma torta é doce”.
b) p é falsa e q é verdadeira. b) “Existe torta que não é doce”.
c) p é verdadeira e q é falsa. c) “Existe apenas uma torta doce”.
d) p é falsa e q é falsa. d) “Existe apenas uma torta que não é doce”.
e) a negação de p é verdadeira e q é falsa. e) “Todas as tortas são salgadas

24) A negação da afirmação: “Estou com saúde e sou feliz” é 33) Assinale a alternativa que apresenta a negação da proposi-
a) Não estou com saúde ou sou feliz. ção: “Mauro gosta de rock ou João gosta de samba”.
b) Não estou com saúde ou não sou feliz. a) Mauro gosta de rock ou João não gosta de rock.
c) Não estou feliz e estou com saúde.
d) Não estou com saúde e estou feliz. b) Mauro gosta de rock se João não gosta de samba.
e) Estou com saúde ou não sou feliz c) Mauro não gosta de rock ou João não gosta de samba.
d) Mauro não gosta de rock se, e somente se João não gosta de
25) A negação lógica da proposição: “Pedro é o mais velho samba.
da classe ou Jorge é o mais novo da classe” é e) Mauro não gosta de rock e João não gosta de samba
a) Pedro não é o mais novo da classe ou Jorge não é o mais
velho da classe. 34) Assinale a alternativa que apresenta a negação da proposi-
b) Pedro é o mais velho da classe e Jorge não é o mais novo da ção: “Júlia gosta de gatos ou Júnior gosta de cachorros”.
classe. a) Júlia não gosta de gatos ou Júnior gosta de cachorros.
c) Pedro não é o mais velho da classe e Jorge não é o mais b) Júlia gosta de gatos ou Júnior não gosta de cachorros.
novo da classe. c) Júlia não gosta de gatos se, e somente se Júnior não gostar
d) Pedro não é o mais novo da classe e Jorge não é o mais de cachorros.
velho da classe. d) Júlia não gosta de gatos ou Júnior não gosta de cachorros.
e) Pedro é o mais novo da classe ou Jorge é o mais novo da e) Júlia não gosta de gatos e Júnior não gosta de cachorros.
classe.
35) Do ponto de vista lógico, dizer que a afirmação “todos os
26) Sabendo que a proposição “João está feliz e João pas- lutadores são bravos” é falsa, equivale a dizer que a seguinte
sou no concurso” é falsa, é correto afirmar que afirmação é verdadeira.
a) “João não está feliz ou João não passou no concurso”. a) Todos os não bravos são não lutadores.
b) “João está feliz”. b) Pelo menos um lutador não é bravo.
c) “João passou no concurso”. c) Nenhum lutador é bravo.
d) “Se João está feliz, então João passa”. d) Nenhuma pessoa brava é lutador.
e) “Se João passa, então João está feliz”. e) Pelo menos uma pessoa brava não é lutador.

27) Negar logicamente a proposição “Todo homem é rico” é 36) Se o valor lógico de uma proposição p é verdade e o valor
dizer que lógico de uma proposição q é falsa, então é correto afirmar que
a) “todo homem é pobre”. a) a negação da proposição composta (p  q) é falsa.
b) “algum homem não é rico”. b) a proposição composta (p então q) é verdade.
c) “quem é homem é rico”. c) a negação da proposição composta (p  q) é falsa.
d) “não existe homem rico”. d) a negação da proposição composta (p  q) é falsa.
e) “não existe homem pobre”. e) a negação da proposição composta (~p  q) é falsa.

28) Assinale a alternativa que representa a negação da propo- Gabarito


sição “ Todo homem joga futebol”. 01 – E 02 – E 03 – C 04 – C 05 – E 06 – C
a) “Toda mulher joga futebol”. 07 – E 08 – A 09 – C 10 – D 11 – D 12 – C
13 – C 14 – A 15 – E 16 – B 17 – A 18 – D
b) “Nenhum homem joga futebol”.
19 – C 20 – E 21 – B 22 – E 23 – C 24 – B
c) “Algum homem não joga futebol”.
25 – C 26 – A 27 – A 28 – C 29 – D 30 – D
d) “Todo homem joga vôlei”.
31 – C 32 – B 33 – E 34 – E 35 – B 36 – C
e) “Nem toda mulher joga futebol”.

29) A negação da proposição “Todo homem é forte” é


a) “nenhum homem é forte”.
b) “algum homem é forte”.

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II – TAUTOLOGIAS E EQUIVALÊNCIAS 5) (A  B)  (~B  ~A)
6) (A  B)  (~A  B)
1. Tautologias 7) (A  B)  ~(A  ~ B)
Uma proposição composta formada pelas proposições A,
III - Equivalências da disjunção A  B
B, C, ... é uma tautologia se ela for sempre verdadeira,
8) (A  B)  (~A  B)
independentemente dos valores lógicos das proposições A, B, C,
9) (A  B)  (~B  A)
que a compõem.
Exemplo 1.: A~A IV – Leis Comutativas
A ~A A~A 10) (P  Q)  ( Q  P)
V F V 11) (P  Q)  ( Q  P)
F V V
V – Leis Distributivas
Exemplo 2: (A  B)  (A  B) 12) P  (Q  R)  (P  Q)  (P  R)
13) P  (Q  R)  (P  Q)  (P  R)
A B AB AB (A  B)  (A  B)
V V EXERCÍCIOS DE SALA
V F
F V 01) A frase “A vítima fez boletim de ocorrência ou o aci-
F F dente foi grave” é logicamente equivalente a:
a) A vítima não fez boletim de ocorrência ou o acidente não foi
2. Proposições que não podem assumir valor lógico (V) grave.
Uma proposição é uma contradição se ela for sempre b) A vítima não fez boletim de ocorrência e o acidente não foi
falsa, independentemente dos valores lógicos das proposições grave.
A, B,... que a compõem. c) A vítima fez boletim de ocorrência, se e somente se, o aci-
dente foi grave.
Exemplo 3.: A~A d) Se a vítima não fez boletim de ocorrência, então o acidente
A ~A A~A foi grave.
V F F
F V F 02) A frase “A Lua é um satélite ou Saturno não é o mai-
or planeta” é equivalente à frase:
3. Proposições Logicamente Equivalentes a) A Lua é um satélite e Saturno não é o maior planeta.
Dizemos que duas proposições são logicamente b) A Lua não é um satélite e Saturno é o maior planeta.
equivalentes quando suas tabelas-verdade são idênticas. c) Se a Lua não é um satélite, então Saturno não é o maior
Podemos afirmar que as proposições têm valorações iguais. planeta.
A equivalência lógica entre duas proposições P e Q, pode d) A Lua é um satélite se, e somente se, Saturno não é o maior
ser representada simbolicamente como: planeta.
e) Se a Lua é um satélite, então Saturno não é o maior planeta.
P  Q
03) A frase “Se a terra é um planeta, então não emite luz”
Exemplo 4: (A B)  (~B ~A) (Lei da contraposição)
é equivalente à frase:
A B A  B ~B ~A ~B~A (A B)( ~B ~A) a) A terra é um planeta e não emite luz.
V V b) A terra não é um planeta ou não emite luz.
V F c) A terra é um planeta ou não emite luz.
F V d) A terra não é um planeta e não emite luz.
F F e) A terra é um planeta ou emite luz.
Aplicação:
1) A proposição “Se Lúcia é pintora, então ela é feliz” é 04) De acordo com a equivalência lógica, a negação da frase
equivalente a “Se Lúcia não é feliz, então ela não é pintora” “O trem atrasou e as pessoas foram de ônibus” é :
a) O trem não atrasou e as pessoas não foram de ônibus.
Exemplo 5: (A B)  (~A  B) b) O trem não atrasou ou as pessoas foram de ônibus.
A B A  B ~A ~A  B (A B)  (~A  B) c) Se o trem atrasou, então as pessoas não foram de ônibus.
V V d) O trem atrasou ou as pessoas não foram de ônibus.
V F e) Se o trem não atrasou, então as pessoas foram de ônibus.
F V
05) (IBFC – 2017) Se p: “o laudo foi elaborado” e q: “o pare-
F F
cer jurídico foi concluído”, são duas proposições lógicas simples,
Aplicações:
então a proposição lógica: “Se o parecer jurídico não foi
2) “Se Aldo é Alto, então Bete é Baixa” é equivalente a “Aldo
concluído, então o laudo foi elaborado” é falsa se, e somen-
não é alto, ou Bete é baixa”.
te se, a proposição:
3) “Se Marta não é cliente, então aguarda na recepção” é
a) p  q for verdade
equivalente a “Marta é cliente ou aguarda na recepção”.
b) ~q for verdade
c) p  q for falsa
TAUTOLOGIAS
d) p  q for falsa
I - Leis da negação
e) p for falsa
1) ~(P  Q)  (~P  ~Q )
2) ~(P  Q)  (P  ~Q )
3) ~ (P  Q)  (~P  ~Q ) 06) (IBFC – 2017) As expressões E1: (p  r)  (~p  r) e E2 :
4) ~(P  Q)  (P  ~Q) (q  s)  (~q  s) são compostas pelas quatro proposições
Aplicação: lógicas p, q, r e s. Os valores lógicos assumidos pela expressão
4) A negação de “Carlos é médico e Ana é enfermeira” é equi- E1  E2 são os mesmos valores lógicos da expressão:
valente a “Se Carlos é médico, então Ana não é enfermeira”. a) r  s
b) ~r  ~s
II - Equivalências da Condicional A  B c) ~r  s

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d) r  ~s 09) De acordo com o raciocínio lógico-matemático, a frase: “Se
e) r  s Carlos trabalha, então ganha dinheiro” equivale a:
a) Carlos trabalha e ganha dinheiro.
Gabarito dos Exercícios de Sala b) Carlos trabalha ou ganha dinheiro.
01 – D 02 – C 03 – B 04 – C 05 – D 06 – E c) Carlos trabalha ou não ganha dinheiro.
d) Carlos não trabalha ou ganha dinheiro.
EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES
10) A frase “Osvaldo anda de bicicleta ou Ana não com-
01) De acordo com a lógica proposicional, a frase que é equiva-
prou uma TV” equivale logicamente a:
lente a: “Se Marcos estudou, então foi aprovado” é:
a) Se Ana comprou uma TV, então Osvaldo não anda de bicicle-
a) Marcos não estudou e foi aprovado.
ta.
b) Marcos não estudou e não foi aprovado.
b) Se Osvaldo não anda de bicicleta, então Ana comprou uma
c) Marcos estudou ou não foi aprovado.
TV.
d) Marcos estudou se, e somente se, foi aprovado
c) Ana comprou uma TV e Osvaldo não anda de bicicleta.
e) Marcos não estudou ou foi aprovado.
d) Se Ana comprou uma TV, então Osvaldo anda de bicicleta.
02) (IBFC – 2016) A frase “Se a ave voa, então o sapo pula” 11) Dizer que “Joaquim é músico ou Sheila é médica” é
é equivalente à frase: logicamente equivalente a dizer que:
a) A ave não voa ou o sapo pula. a) Se Joaquim é musico, então Sheila é médica.
b) O sapo não pula ou a ave voa. b) Se Sheila não é médica, então Joaquim é músico.
c) Se o sapo pula, então a ave não voa. c) Joaquim é músico se e somente se Sheila é médica.
d) O sapo pula, se e somente se, a ave voa. d) Sheila não é médica e Joaquim não é músico.
e) A ave não voa e o sapo não pula.
12) “Se Pedro vai ao shopping, então usa ônibus” equivale
03) De acordo com a equivalência lógica, a negação da frase logicamente a dizer que:
“O mato é verde e o céu é azul” é a frase: a) Pedro vai ao shopping e usa ônibus.
a) O mato não é verde e o céu não é azul. b) Pedro não vai ao shopping ou usa ônibus.
b) Se o mato é verde, então o céu não é azul. c) Pedro vai ao shopping ou usa ônibus.
c) O mato não é verde e o céu é azul. d) Pedro não vai ao shopping e usa ônibus.
d) Se o mato não é verde, então o céu não é azul.
e) O mato não é verde ou o céu é azul. 13) A frase “Carlos não está doente ou Mara é inteligente”
equivale logicamente à frase:
04) Afirmar que não é verdade que João é Rico e que Paulo a) Carlos está doente ou Mara não é inteligente.
é baixo é logicamente equivalente a dizer que é verdade que: b) Se Carlos está doente, então Mara é inteligente.
a) João não é pobre ou Paulo não é alto c) Se Carlos está doente, então Mara não é inteligente.
b) João é rico ou Paulo é baixo d) Carlos não está doente e Mara não é inteligente.
c) João não é rico e Paulo não é baixo
d) Se João não é rico, então Paulo é baixo 14) “Se Celso vai ao médico, então é medicado” tem o
e) Se João é rico, então Paulo não é baixo. mesmo sentido da frase:
a) Celso vai ao médico e é medicado.
05) Dizer que não é verdade que “Lúcia é magra e Lucas b) Celso vai ao médico ou é medicado.
gosta de chocolate” é logicamente equivalente a dizer que é c) Celso não vai ao médico ou é medicado.
verdade que: d) Celso vai ao médico ou então não é medicado.
a) Se Lúcia não é magra, então Lucas não gosta de chocolate.
b) Se Lúcia não é magra, então Lucas gosta de chocolate. 15) A frase “Carlos não passou no vestibular, então vai
c) Lúcia é magra ou Lucas não gosta de chocolate. estudar numa faculdade particular” equivale logicamente à
d) Lúcia não é magra e Lucas não gosta de chocolate. frase:
e) Lúcia não é magra ou Lucas não gosta de chocolate. a) Carlos não passou no vestibular e vai estudar numa faculda-
de particular.
06) Dizer que não é verdade que “Joana gosta de filmes e b) Carlos passou no vestibular ou vai estudar numa faculdade
Jair gosta de pipoca doce” é logicamente equivalente a dizer particular.
que é verdade que c) Se Carlos passou no vestibular, então não vai estudar numa
a) Joana não gosta de filmes se Jair gostar de pipoca doce. faculdade particular.
b) Joana gosta de filmes e Jair não gosta de pipoca doce. d) Carlos passou no vestibular e não vai estudar numa faculda-
c) Joana não gosta de filmes e Jair gosta de pipoca doce. de particular.
d) Joana não gosta de filmes e Jair não gosta de pipoca doce. e) Carlos não passou no vestibular ou vai estudar numa facul-
e) Joana não gosta de filmes ou Jair não gosta de pipoca doce. dade particular.

07) x e y são proposições e ~x e ~y suas respectivas nega- 16) A frase “Se João Passou no vestibular, então ganhou
ções, então podemos dizer que (~x  y)  ~y é uma: um carro” é equivalente a
a) Tautologia a) João passou no vestibular ou ganhou um carro.
b) Contingência b) João não passou no vestibular ou ganhou um carro.
c) Equivalência c) João passou no vestibular e ganhou um carro.
d) Contradição d) João não passou no vestibular e ganhou um carro.

08) A frase “O candidato foi aprovado ou escolheu o curso 17) A afirmação: “João não chegou ou Maria está atrasa-
errado” equivale logicamente a: da” equivale logicamente a:
a) O candidato não foi aprovado ou não escolheu o curso errado a) Se João não chegou, Maria está atrasada.
b) Se o candidato foi aprovado então escolheu o curso errado b) João chegou e Maria não está atrasada.
c) Se o candidato não foi aprovado, então escolheu o curso c) Se João chegou, Maria não está atrasada.
errado. d) Se João chegou, Maria está atrasada.
d) O candidato não foi aprovado e escolheu o curso errado e) João chegou ou Maria não está atrasada.

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18) Se Marcos levanta cedo, então Júlia não perde a ho- 25) Considere a proposição composta “Se o mês tem 31 dias,
ra. É possível sempre garantir que então não é setembro”. A proposição composta equivalente é
a) se Marcos não levanta cedo, então Júlia perde a hora. a) “O mês tem 31 dias e não é setembro”.
b) se Marcos não levanta cedo, então Júlia não perde a hora. b) “O mês tem 30 dias e é setembro”.
c) se Júlia perde a hora, então Marcos levantou cedo. c) “Se é setembro, então o mês não tem 31 dias”.
d) se Júlia perde a hora, então Marcos não levantou cedo. d) “Se o mês não tem 31 dias, então é setembro”.
e) se Júlia não perde a hora, então Marcos levantou cedo. e) “Se o mês não tem 31 dias, então não é setembro”.

19) Seja a sentença “Se atirei o pau no gato, então o gato 26) Uma sentença logicamente equivalente a “Se Ana é bela,
morreu.” Assinale a afirmativa que traz a sentença equivalente então Carina é feia” é:
à sentença inicial. a) Se Ana não é bela, então Carina não é feia.
a) Se o gato morreu, então atirei o pau no gato. b) Ana não é bela ou Carina não é feia.
b) Se o gato não morreu, então não atirei o pau no gato. c) Se Carina é feia, Ana é bela.
d) Se não atirei o pau no gato, então o gato não morreu. d) Ana é bela ou Carina é feia.
e) Se não atirei o pau no gato, então o gato está vivo. e) Ana não é bela ou Carina é feia.
e) Se o gato não está vivo, então atirei o pau no gato.
27) Assinale a alternativa que é equivalente à sentença: “Se
20) Suponha que a seguinte afirmação é verdadeira: faz calor, então chove.”
“Se não vou viajar nas férias, então vivo menos.” a) Se chove, então faz calor.
Uma sentença que equivale logicamente à afirmação dada é b) Se não chove, então não faz calor.
a) Se vou viajar nas férias, então vivo mais. c) Se não faz calor, então não chove.
b) Se vivo menos então não vou viajar nas férias. d) Faz calor se, e somente se, chove.
c) Não é verdade que, se vou viajar nas férias então vivo mais. e) Não faz calor se, e somente se, não chove.
d) Vou viajar nas férias e vivo mais.
e) Vou viajar nas férias ou vivo menos. 28) Considere a sentença: “Se Ana é professora, então Ca-
mila é médica.” A proposição equivalente a esta sentença é
21) Seja a sentença “Se Gabriel estuda Matemática, então a) Ana não é professora ou Camila é médica.
Carlos estuda Ciências.” Assinale a afirmativa que traz a b) Se Ana é médica, então Camila é professora.
sentença equivalente à sentença inicial. c) Se Camila é médica, então Ana é professora.
a) Se Carlos estuda Ciências, então Gabriel estuda Matemática. d) Se Ana é professora, então Camila não é médica.
b) Se Gabriel estuda Ciências, então Carlos estuda Matemática. e) Se Ana não é professora, então Camila não é médica.
c) Se Carlos não estuda Ciências, então Gabriel não estuda
Matemática. 29) Admita verdadeira a declaração: “se gato é felino, então
d) Se Gabriel não estuda Matemática, então Carlos não estuda cachorro não é felino”. Nestas condições, concluímos corre-
ciências. tamente que,
e) Se Gabriel não estuda Ciências, então Carlos estuda Matemá- a) se cachorro é felino, então gato não é felino.
tica b) se cachorro não é felino, então gato não é Felino.
c) se cachorro não é felino, então gato é felino.
22) Considere a sentença “Se João é vendedor de roupas, d) se gato não é felino, então cachorro é felino.
então Maurício é vendedor de joias.” e) se cachorro é felino, então gato é felino.
Considere também, as informações a seguir:
I. Se Maurício não é vendedor de joias, então João não é ven- 30) Considere as assertivas a seguir, sendo p e q proposições,
dedor de roupas. e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
II. João não é vendedor de roupas ou Maurício é vendedor de I. p  ~p assume o valor lógico verdadeiro, quaisquer que
joias. sejam os valores lógicos das variáveis sentenciais.
III. Se Maurício é vendedor de joias, então João é vendedor de II. q  ~q assume o valor lógico falso, quaisquer que sejam os
roupas. valores lógicos das variáveis sentenciais.
III. p  (p  q) tem sempre valor lógico V, quaisquer que
A(s) afirmação (ões) equivalente(s) à sentença inicial é(são): sejam os valores lógicos das variáveis sentenciais.
a) Apenas I. IV. (p  q)  q é uma tautologia.
b) Apenas II.
c) Apenas I e II. a) Apenas I e II.
d) Apenas I e III. b) Apenas II e III.
e) Apenas II e III. c) Apenas I, III e IV.
d) Apenas I, II e III.
23) De acordo com o raciocínio lógico-matemático, a negação e) I, II, III e IV.
da frase “O juiz negou a sentença e o réu entrou com re-
curso” é equivalente à frase: 31) A frase “Se Carlos não foi ao cinema, então foi traba-
a) O juiz negou a sentença ou o réu entrou com recurso. lhar” é equivalente a:
b) O juiz não negou a sentença ou o réu não entrou com recur- a) Carlos foi ao cinema ou não foi trabalhar.
so. b) Carlos não foi ao cinema e foi trabalhar.
c) O juiz não negou a sentença e o réu não entrou com recurso. c) Carlos foi ao cinema e foi trabalhar.
d) O juiz não negou a sentença ou o réu entrou com recurso. d) Carlos foi ao cinema ou foi trabalhar.
e) Carlos foi ao cinema e não foi trabalhar.
24) Do ponto de vista lógico, se for verdadeira a proposição
condicional “se eu ganhar na loteria, então comprarei uma Gabarito
casa”, necessariamente será verdadeira a proposição: 01 – E 02 – A 03 – B 04 – E 05 – E 06 – E
a) se eu não ganhar na loteria, então não comprarei uma casa; 07 – B 08 – C 09 – D 10 – D 10 – B 12 – B
b) se eu não comprar uma casa, então não ganhei na loteria; 13 – B 14 – C 15 – B 16 – B 17 – D 18 – D
c) se eu comprar um casa, então terei ganho na loteria; 19 – B 20 – E 21 – C 22 – C 23 – B 24 – B
d) só comprarei uma casa se ganhar na loteria; 25 – C 26 – B 27 – B 28 – A 29 – A 30 – E
e) só ganharei na loteria quando decidir comprar uma casa. 31 – D

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III - LÓGICA DE ARGUMENTAÇÃO passou: Maria pode ter passado, mesmo sem ser aluna do cur-
so; a primeira premissa não afirmou que somente os alunos
. Definição de Argumento do curso haviam passado.
Denomina-se argumento a relação que associa um conjunto
de proposições P1, P2, ..., Pn chamadas premissas do EXERCÍCIOS DE SALA
argumento, a uma proposição C a qual chamamos de
conclusão do argumento. 01) O argumento válido “Se Paulo é motorista então traba-
Os argumentos que têm somente duas premissas são lha muito, mas Paulo não trabalha muito” implica em:
chamados silogismos. a) Paulo não é motorista.
Exemplo: b) Paulo é motorista.
P1: Todo os Homens são mortais. c) Paulo pode ser ou não motorista.
P2: Sócrates é um Homem. d) não é verdade que Paulo não é motorista.
C: Portanto, Sócrates é mortal.
02) Analisando as afirmações abaixo, a alternativa correta é:
2. Argumento Válido I. Todo aluno desta escola é inteligente. Marcos é um aluno
Dizemos que um argumento é válido ou ainda que ele é desta escola. Logo, Marcos é inteligente.
legítimo ou bem construído quando a sua conclusão é uma II. Todo x é y. Logo, todo y é x.
conseqüência obrigatória do seu conjunto de premissas.
É importante observar que ao discutir a validade de um a) I e II são argumentos válidos.
argumento é irrelevante o valor de verdade de cada uma de b) Apenas II é um argumento válido.
suas premissas. Em lógica, o estudo dos argumentos não leva c) Apenas I é um argumento válido.
em conta a verdade ou a falsidade das proposições que d) Nenhum dos dois argumentos é válido.
compõem os argumentos, mas tão-somente a validade destes.
03)Um argumento válido para: “Se João estudou, então
Exemplo 1: Paulo foi aprovado no concurso. Se Paulo foi aprovado no
O silogismo: “Todo atleta é bondoso. concurso, então Ana não é dentista”, é:
Nenhum bondoso é careca. a) Se João estudou, então Ana é dentista.
Portanto, Nenhum atleta é careca.” b) Se João não estudou, então Ana é dentista.
Está perfeitamente construído, sendo um argumento válido. c) Se João não estudou, então Ana é dentista.
d) Se João estudou, então Ana não é dentista.
Exemplo 2: Se ele me ama, então ele casa comigo. e) Se João não estudou, então Paulo não foi aprovado no con-
Ele não casa comigo. curso.
Logo, ele não me ama.
Isto é: 04) Se João é taxista, então comprou um carro adequado. João
não comprou um carro adequado. Então:
(A  C)  (~C  ~A) a) João pode ser taxista.
b) Não é necessário um carro adequado para João ser taxista.
c) João não é taxista.
Exemplo 3: Uma tautologia é o Silogismo hipotético: d) João é taxista.
(A  B)  (B C)  ( A  C)
05) Para que o argumento: “Se Carlos é dentista, então Maria é
advogada. Se Maria é advogada, então Mauro é professor. Mau-
P1: Se Aldo é alto, então Beto é Baixo.
ro não é professor.” Seja válido, a conclusão deve ser:
P2: Se Beto é baixo, então Carlos é cantor.
a) Carlos Não é dentista.
C: Se Aldo é alto, então Carlos é cantor.
b) Maria não é advogada.
c) Carlos é dentista.
Exemplo 4: Todo A é B..
d) Maria é advogada.
Algum A é C.
Logo, algum C é B.
06) Sabendo que todo A é B, todo C é B e que nenhum C é A,
segue necessariamente que:
4. Argumento inválido
a) Algum A é C.
Dizemos que um argumento é inválido, também
b) Nenhum B é A.
denominado ilegítimo, mal construído ou falacioso, quando a
c) Algum B não é C.
verdade das premissas não é suficiente para garantir a verdade
d) Algum C não é B.
da conclusão. A conclusão pode ser Verdadeira ou Falsa.
07) Sabe-se que: Caio é Curitibano; Todo Curitibano é Parana-
Exemplo 1: “Todo advogado é bacharel.
ense. Portanto:
Carlos é bacharel.
a) Há Curitibano que não é Paranaense.
Portanto, Carlos é advogado.”
b) Caio é Paranaense.
é um argumento inválido, falacioso, mal construído, pois as c) Caio pode não ser Paranaense.
premissas não garantem a verdade da conclusão. É possível d) Todo Paranaense é Curitibano.
que Carlos seja bacharel e não seja advogado.
08) Todo mafagáfo é um gilherdo e todo guilherdo é um ros-
Exemplo 2: “Se ele ama, então ele casa comigo. medo. Desse modo, é correto afirmar que:
Ele não me ama. a) Há mafagáfo que não é rosmedo.
Portanto, ele não casa comigo. b) Todo guilherdo é mafagáfo.
c) Nenhum rosmedo é mafagáfo.
A dedução é inválida, pois é possível que ele não ame e case. d) Alguns guilherdos podem ser mafagáfos.

Exemplo 3: “Todos os alunos do curso passaram. Gabarito do Exercício de Sala


Maria não é aluna do curso. 01 – A 02 – C 03 – B 04 – C
Portanto, Maria não passou. 05 – A 06 – C 07 – B 08 – D
é um argumento inválido. Não se pode concluir que Maria não

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Concurso: GESTOR –SE RACIOCÍNIO LÓGICO e ESTATÍSTICA
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EXERCÍCIOS COMP LEMENTARES Janaina lava a louça. Dessa maneira, se Janaina cozinhou, po-
de-se afirmar que
01) Para que o argumento: Se a lei foi decretada, então houve a) Jonas lavou a louça.
quórum no Congresso. Não Houve quórum no Congresso”, seja b) o pai cozinhou.
válido, a conclusão deve ser: c) a mãe não cozinhou e o pai cozinhou.
a) A lei foi decretada. d) a mãe não cozinhou e Jonas não lavou a louça.
b) A lei foi decretada ou houve quórum no Congresso. e) a mãe e o pai cozinharam juntos.
c) A lei não foi decretada.
d) A lei não foi decretada se, e somente se, não houve quórum 09) Considere que as seguintes afirmações são verdadeiras:
no Congresso. “Alguma mulher é vaidosa”.
“Toda mulher é inteligente”.
02) Se todo elemento de A é de B, todo elemento de B é de C, Assim sendo, qual das afirmações seguintes é certamente ver-
há elementos de B que não são de A e há elementos de C que dadeira?
não são de B, não é correto afirmar que: a) Alguma mulher inteligente é vaidosa.
a) Há elementos de A que não são de C. b) Alguma mulher vaidosa não é inteligente.
b) Todo elemento de A é de C. c) Alguma mulher não vaidosa não é inteligente.
c) Há elementos de A que não são de C. d) Toda mulher inteligente é vaidosa.
d) Existe elemento de B que é de A. e) Toda mulher vaidosa não é inteligente.
03) Dados os argumentos: 10) Sejam as afirmações:
I – Sejam a, b,c números naturais, onde a = b; b =c, logo a = c – “Todo policial é forte. ”
II – Num escritório, 5/6 dos funcionários têm nível superior; – “Existem policiais altos.”
José é funcionário do escritório, logo José tem nível superi-
or. Considerando que as duas afirmações são verdadeiras, então,
Assinale a alternativa correta: com certeza, é correto afirmar que:
a) ambos são argumentos dedutivos. a) Todo policial alto não é forte.
b) O argumento I é um exemplo canônico de um argumento b) Todo policial forte é alto.
indutivo e o argumento II é um típico argumento dedutivo. c) Existem policiais baixos e fracos.
c) O argumento II apenas estaria correto se fosse: “No escritó- d) Algum policial alto não é forte.
rio, 5/6 dos funcionários têm nível superior; José é funcioná- e) Algum policial forte é alto.
rio do escritório, logo José não tem nível superior”.
d) O a O argumento I é um exemplo canônico de um argumento 11) Considere as proposições: Se o clima está seco, não chove.
classificado como válido pela lógica dedutiva. O argumento II Se não chove, as plantas ficam amareladas. É fato que as plan-
que não é classificado como válido pela lógica dedutiva, de- tas não estão amareladas. Logo, é correto
nominado intuitivo. a) o clima não está seco.
b) as plantas estão verdes.
04) Em um grupo de amigos existe a seguinte ordem: c) não está chovendo.
Se João vai ao teatro, Manuela vai ao cinema. d) o clima está úmido.
Se Manuela vai ao cinema, Ana vai ao teatro. e) o clima está seco.
Se Ana vai ao teatro, José vai ao cinema.
12) Entre os membros de uma família existe o seguinte arran-
Dessa maneira, se José foi ao teatro, pode-se afirmar que jo: Se Márcio vai ao shopping, Marta fica em casa. Se Marta
a) Manuela foi ao cinema. fica em casa, Martinho vai ao shopping. Se Martinho vai ao
b) Ana foi ao teatro. shopping, Mário fica em casa. Dessa maneira, se Mário foi ao
c) João e Ana foram ao teatro. shopping, pode-se afirmar que:
d) João não foi ao teatro e Manuela não foi ao cinema. a) Marta ficou em casa.
e) João não foi ao teatro e Ana foi ao teatro. b) Martinho foi ao shopping.
c) Márcio não foi ao shopping e Marta não ficou em casa.
05) João é A. Se todo A é B e todo B é C, então d) Márcio e Martinho foram ao shopping.
a) nenhum A é C. e) Márcio não foi ao shopping e Martinho foi ao shopping.
b) algum C é A.
c) nenhum C é A. 13) Se é verdade que “Alguns A são R” e que “Nenhum G é
d) todo B é A. R”, então é necessariamente verdadeiro que
e) todo C é B. a) algum A não é G
b) algum A é G
06) (IBFC) Sabendo que Todo A é B e Nenhum C é A, segue c) nenhum A é G
necessariamente que d) algum G é A
a) Todo B é A. e) nenhum G é A
b) Nenhum C é B.
c) Algum C não é B. 14) Dadas as premissas: Alguns A são B, e todo B é C. Alguns
d) Algum B não é C. B são Y, e nenhum Y é A. Assinale a alternativa cuja afirmação
pode ser validamente concluída a partir dessas premissas.
07) Considere as proposições: “Tudo que tem asa voa”; “Todo a) Alguns A são Y.
bule tem asa”. Então, uma conclusão logicamente válida a partir b) Todo A é C.
das proposições citadas é c) Todo Y é A.
a) todo bule voa. d) Alguns C são Y.
b) nenhum bule voa. e) Todo B é Y.
c) todo avião é bule.
d) bule não voa. Gabarito dos Exercícios Complementares
e) nenhum avião voa. 01 – C 02 – A 03 – D 04 – D 05 – B 06 –D
07 – A 08 – D 09 – A 10 – E 11 – A 12 – C
08) Um casal tem dois filhos, Jonas e Janaina, e entre essa 13 – A 14 – D
família existe o seguinte arranjo: Se a mãe cozinha, Jonas lava
a louça. Se Jonas lava a louça, o pai cozinha. Se o pai cozinha,

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ESTATÍSTICA DESCRITIVA 3.1. Principais tipos de gráfico – Variáveis qualitativas e
quantitativas discretas.
I – INTRODUÇÃO. CONCEITOS BÁSICOS. a) Gráfico em Linha ou Curva:
1. População: Este tipo de gráfico utiliza o sistema de coordenadas cartesi-
População é o conjunto de todos os elementos que possu- anas ortogonais. Normalmente é utilizado nas séries cronoló-
em determinada característica. O processo estatístico em que gicas, onde a variável tempo é representada no eixo horizontal
se analisa todos os elementos de uma determinada população é e as quantidades respectivas, no eixo vertical.
chamado de censo.
Exemplo: Produção de veículos autopropulsão - Brasil - 84-89.
2. Amostra: Anos Quantidades (x 1000)
Parte não nula da população, mas menor do que esta última. 1984 865
1985 967
3. Variável: 1986 1056
É toda realização de uma característica que pode assumir di- 1987 920
ferentes valores a cada experimento. As variáveis podem ser 1988 1069
quantitativas ou qualitativas. 1989 513

3.1. Variáveis qualitativas


Não possuem valores quantitativos, são definidas por várias
categorias, ou seja, representam uma classificação dos indiví-
duos. Podem ser nominais ou ordinais.

a) Variáveis nominais: não há ordenação dentre as categori-


as. Exemplos: sexo, religião, raça, cor dos olhos, fumante/não
fumante, doente/saudável, Naturalidade.

b) Variáveis ordinais: existe uma ordenação entre as catego-


rias. Exemplos: Grau de escolaridade (1º, 2º, 3º graus), estágio
da doença (inicial, intermediário, terminal), mês de observação
(janeiro, fevereiro,..., dezembro).

3.2. Variáveis quantitativas


A variáveis são quantitativas quando podemos atribuir um
valor numérico. As variáveis quantitativas podem ser contínuas b) Gráficos em Colunas ou Barras:
ou discretas. É a representação de uma série estatística por meio de re-
a) Contínua: é aquela que pode assumir infinitos valores, tângulos, dispostos verticalmente (em colunas) ou horizontal-
dentro de um determinado intervalo. As variáveis contínuas mente (em barras). Todos os retângulos devem apresentar a
derivam de uma mensuração (medição). Exemplos: Estatura mesma largura, ficando os seus comprimentos proporcionais
(régua), peso (balança), tempo (relógio). aos respectivos dados. Normalmente esses gráficos são mais
b) Discreta: empregados nas séries qualitativas ou cronológicas.
As variáveis quantitativas discretas derivam de uma conta- A distância entre duas colunas deverá ser constante, maior
gem. Exemplos: idade (em anos), número de filhos, número que a metade e menor que 2/3 da largura dos retângulos.
de livros lidos, número de bactérias por litro de leite. Exemplo: Continuando com o exemplo 1:

2. TABELAS DE FREQUÊNCIA A) Gráfico em colunas


Frequência é o número de vezes em que uma variável assume
determinado valor.

Exemplo 1: Uma pesquisa hipotética sobre ensino em um bair-


ro da cidade de Maceió:
Ensino Quantidade de pessoas
Ensino Fundamental 400
Ensino médio 300
Ensino Superior 300
Total 1000

A Frequência absoluta indica quantas vezes a variável


qualitativa "ensino” assume determinados valores, isso é, quan-
tas pessoas têm ensino fundamental, médio e superior.
B) Gráfico em barras
A Frequência relativa leva em conta o quanto cada valor
assumido pelas variáveis representa do total. Continuando com
o exemplo anterior:
Ensino Frequência Frequência
absoluta relativa (%)
Ensino Fundamental 400 40
Ensino médio 300 30
Ensino Superior 300 30
Total 1000 100

3. GRÁFICOS ESTATÍSTICOS
Gráficos são representações visuais dos dados estatísticos.

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c) Gráficos de Setores: São representados por meio de seto- a) - HISTOGRAMAS:
res de um círculo (Pizza), e têm a mesma finalidade que os de Um histograma é a representação gráfica através de retân-
colunas compostas, ou seja, representar um fato e todas as gulos adjacentes ou justapostos, onde cada base, colocada no
partes em que o mesmo se subdivide. Cabe ressaltar que o eixo das abscissas corresponde a um dos intervalos de classe. A
todo corresponderá sempre a 360 graus. altura de cada retângulo é dada pela frequência (simples ou
acumulada) de cada classe.
Exemplo: Alunos do Grupo Escolar "K", 2014 Todo histograma é um gráfico de colunas, mas nem todo
Ensino Frequência absoluta (Fi) gráfico de colunas é um histograma.
Ensino Fundamental 400
Ensino médio 300 Exemplo: Construir o histograma associado aos dados abaixo,
Ensino Superior 300 que representam as alturas (em cm) dos alunos da turma X, do
Total 1000 Colégio Y, em 2009.
Dados não agrupados: 150, 151, 152, 152, 155, 155, 156, 156,
Ensino – Gráfico de setores (em pizza) 156, 157, 157, 158, 160, 160, 160, 161, 161, 162, 162, 162,
163, 163, 163, 163, 164, 164, 164, 165, 165, 165, 167, 167,
167, 167, 168, 168, 169, 170, 170, 171, 172, 172, 173, 173,
174, 174.

Amplitude total (H) = 174 – 150.


h = 24/5 = 4,8  h = 5

Tabela de distribuição de dados em intervalos de classe


Estaturas (cm) Alunos (Fi)
150 155 4
155 160 8
160 165 15
165 170 10
O total é representado pelo círculo, que fica dividido em tan-
tos setores quantas são as partes. Os setores são tais que suas 170 175 8
áreas são respectivamente proporcionais aos dados da série. Total 45
Cada setor é calculado através de uma regra de três. Cálculo do
ângulo do setor correspondente ao ensino fundamental. Histograma das freqüências simples (representação gráfica
de uma distribuição de freqüências).
Quantidade ------- ângulo
1000 ----------- 360º
400----------- x
x = 360º . 400/1000 = 144º

Normalmente, esses setores são construídos do maior para


o menor, no sentido horário. O gráfico em setores só deve ser
empregado quando há, no máximo, sete dados.

d) Gráficos Pictóricos ou Pictogramas:


São gráficos através de figuras que simbolizam fatos esta-
tísticos, ao mesmo tempo que indicam proporcionalidades. São
largamente usados em publicidade.

e) Cartogramas:
O cartograma, que é análogo ao pictograma, é uma repre-
sentação sobre cartas geográficas, sendo que pontos ou legen- b) POLÍGONO DE FREQÜÊNCIAS
das representam as quantidades. O polígono de freqüências é um gráfico em linha, sendo que
as frequências absolutas são marcadas sobre perpendiculares
3.2. Gráficos em Distribuições Contínuas ao eixo horizontal, levantadas a partir do ponto médio de cada
São gráficos exclusivos das distribuições contínuas de fre- classe, no caso de freqüências simples.
qüências: Histogramas, Polígonos de Freqüência e Curva de
Freqüência, que podem estar associados a freqüências simples Exemplo: Se considerarmos o histograma anterior, teremos o
ou acumuladas. seguinte polígono de freqüência:
Para uma distribuição contínua (que pode assumir infinitos Polígono de frequência simples
valores num determinado intervalo) não seria possível fazer
uma tabela por valores, pois haveria a necessidade de infinitas
linhas. Assim, uma possibilidade é de agrupamento em inter-
valos. Cada um destes intervalos é chamado de classe.

Tipos de intervalo de classe


Representa-
Intervalo ção formal
Fechado à esquerda e à direita
Aberto à esquerda e fechado à direita
Aberto à direita e fechado à esquerda
Aberto à esquerda e à direita
c) CURVA DE FREQÜÊNCIA - CURVA POLIDA

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Como, em geral, os dados coletados pertencem a uma 2 Como a realização de um censo tipicamente é muito onerosa
amostra extraída de uma população, podemos imaginar as e(ou) demorada, muitas vezes é conveniente estudar um
amostras tornando-se cada vez mais amplas e a amplitude das subconjunto próprio da população, denominado amostra.
classes ficando cada vez menores, o que nos permite concluir
que a linha poligonal tende a transformar-se numa curva - a 02) (SEF-MG) Com base no diagrama de ramos e folhas abaixo,
curva de freqüência, mostrando, de modo mais evidente, a encontre a observações que divide a série de dados em duas
verdadeira natureza da distribuição da população. partes iguais:
9 1 1
PRINCIPAIS FORMAS DAS CURVAS DE FREQÜÊNCIA: 9 9
A) Curvas em forma de Sino: 10 0 0 2 2 3 4
Tais curvas caracterizam-se pelo fato de apresentarem um 10 5 7 7 7 8
valor máximo na região central e podem ser simétricas ou 11 0 1 3
assimétricas. 11 6 6
São muitos os fenômenos que apresentam distribuições em 12 0 0 0 1 2
forma de sino: as estaturas de adultos, o peso de adultos, os 12 5 5 8
QIs medidos em testes de inteligência, os preços relativos, etc. 13 0 0 4
13 5 5 5
14 0
14 5

a) 110
b) 120
c) 116
Curva em sino simétrica d) 113
e) 111
B) Curvas em forma de Jota:
03) Das alternativas abaixo, qual a forma gráfica mais adequa-
As curvas em forma de da para representar uma variável qualitativa:
Jota são relativas a distri- a) Histograma
buições extremamente as- b) Gráfico em setores
simétricas, caracterizadas c) Gráfico de dispersão
por apresentarem o ponto d) Diagrama de ramos e folhas
máximo em uma das extre-
midades.São curvas comuns 04) Histograma e Polígono de frequência são:
a fenômenos econômicos e a) a mesma representação gráfica (idênticas) de uma distribui-
financeiros: distribuição de ção de frequência.
vencimentos ou rendas b) um texto descritivo e uma representação gráfica de uma
pessoais. distribuição de frequência.
c) um texto descritivo e uma função gráfica de uma distribuição
C) Curvas em forma de "U": de frequência.
d) duas representações gráficas de uma distribuição de fre-
As curvas em forma de U quência.
são caracterizadas por apre- e) duas representações gráficas de uma distribuição de fre-
sentarem ordenadas máxi- quência, porém com sentidos opostos.
mas em ambas as extremi-
dades. 05) Qual das alternativas abaixo não se refere a uma forma de
Como exemplo de fenô- apresentação de dados estatísticos:
meno cuja distribuição teria a) Rol
esse formato, podemos citar b) Agrupamento em classes
a mortalidade por idade. c) Agrupamento simples
d) Diagrama de Ramos e Folhas
e) Censo

06) Observe a tabela a seguir com as frequências e percentuais


4. DIAGRAMA DE RAMOS E FOLHAS
do tipo de empresa atuante em um município:
Este diagrama é uma forma alternativa de resumir um con-
junto de valores e explicita os valores dos dados. O lado com as
Tipo de empresa Frequências Percentuais
dezenas é chamado de ramo, no qual estão dependuradas as
unidades (folhas). Indústria 200 10%
Exemplo: Comércio 1200 60%
1 0 Serviços 600 30%
2 3356 Total 2000 100%
3 17
4 1 2 Se houvesse interesse em representar a tabela acima de uma
5 0555 forma gráfica, qual seria o gráfico mais apropriado?
a) Histograma.
Este diagrama está informando a seguinte série de dados: b) Gráfico em setores.
{ 10, 23, 23, 25, 26, 31, 37, 41, 42, 50, 55, 55, 55 } c) Diagrama em caixas.
d) Diagrama de pontos.
EXERCÍCIOS DE SALA e) Diagrama de dispersão.

01) Julgue os seguintes itens. Gabarito dos Exercícios de Sala


1 Um censo consiste no estudo de todos os indivíduos da popu- 01 – CC 02 – C 03 – A 04 – D 05 – E 06 – B
lação considerada.

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2 - DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA CLASSE Fi xi Fri Fri(%) Fac Frac


É um tipo de tabela que condensa uma coleção de dados 50 54 4 52 0,100 10,0 4 0,100
conforme as frequências (repetições de seus valores). 54 58 9 56 0,225 22,5 13 0,325
58 62 11 60 0,275 27,5 24 0,600
1. TABELA PRIMITIVA OU DADOS BRUTOS: É uma tabela 62 66 8 64 0,200 20,0 32 0,800
ou relação de elementos que não foram organizados. 66 70 5 68 0,125 12,5 37 0,925
Exemplo : 45, 41, 42, 41, 42 43, 44, 41 ,50, 46, 50, 46, 60, 70 74 3 72 0,075 7,5 40 1,000
54, 52, 58, 57, 58, 60, 51 Total 40 1,000

2. ROL: É a tabela obtida após a ordenação dos dados (cres- EXERCÍCIOS DE SALA
cente ou decrescente).
Exemplo : 41, 41, 41, 42, 42 43, 44, 45 ,46, 46, 50, 50, 51, 07) Com base na tabela de frequências abaixo, julgue as afir-
52, 54, 57, 58, 58, 60, 60 mativas e depois assinale a correta.
Salários Número de funcionários
3. DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA COM INTERVALOS DE 3000 a 3999 12
CLASSE: 4000 a 4999 10
Quando o tamanho da amostra é elevado é mais racional efetu- 5000 a 5999 20
ar o agrupamento dos valores em vários intervalos de classe. 6000 a 6999 18
Classes Frequências 7000 a 7999 15
41 45 7 8000 a 8999 10
45 49 3 9000 a 9999 6
49 53 4 10000 a 10999 4
53 57 1
57 61 5 I - A porcentagem de funcionários que ganha menos do que
Total 20 R$ 7000,00 é superior a 63%.
II – A variável da tabela de freqüências da variável acima se
3.1. ELEMENTOS DE UMA DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA refere a uma variável qualitativa.
(com intervalos de classe): III - A variável da tabela de freqüências da variável acima se
a) CLASSE: são os intervalos de variação da variável e é sim- refere a uma variável quantitativa contínua.
bolizada por i e o número total de classes simbolizada por k. Na IV – Uma forma de apresentar graficamente esta tabela seria
tabela anterior k=5 e 49 53 é a 3ª classe, onde i=3. por meio de um histograma.
V – 15% dos funcionários desta empresa ganham menos de R$
b) LIMITES DE CLASSE: são os extremos de cada classe. O 4.000.
menor número é o limite inferior de classe (Li) e o maior núme-
ro, limite superior de classe (Ls). a) Somente IV e V estão corretas.
Exemplo: No 3º intervalo, Li= 49 e Ls= 53. O dado 53 do ROL a) Somente I, III e V estão corretas.
não pertence a classe 3 e sim a classe 4. a) Somente III, IV e V estão corretas.
a) Todas estão corretas.
c) AMPLITUDE DO INTERVALO DE CLASSE: é obtida através a) Nenhuma está correta.
da diferença entre o limite superior e inferior da classe e é sim-
bolizada por hi = Ls - Li. 08) A tabela abaixo apresenta a distribuição de freqüências das
Exemplo: na tabela anterior, hi= 53 – 49 = 4. Na distribuição notas obtidas num teste de matemática realizado por 50 estu-
de frequência c/ classe o hi será igual em todas as classes. dantes.

d) AMPLITUDE TOTAL DA DISTRIBUIÇÃO: é a diferença Notas Frequências absolutas


entre o limite superior da última classe e o limite inferior da 0 2 4
primeira classe. 2 4 12
AT = L(max) - L(min).
4 6 15
Exemplo: na tabela anterior AT = 61 – 41= 20.
6 8 13
8 10 6
e) AMPLITUDE TOTAL DA AMOSTRA (ROL): é a diferença
entre o valor máximo e o valor mínimo da amostra (ROL). Onde
Se a nota mínima para aprovação no teste é 5,8, a porcenta-
AA = Xmax - Xmin.
gem de aprovação é de
a) 51%
Exemplo: Em nosso exemplo AA = 60 - 41 = 19.
b) 48%
Obs: AT sempre será maior que AA.
c) 45%
d) 41%
f) PONTO MÉDIO DE CLASSE: é o ponto que divide o interva-
e) 38%
lo de classe em duas partes iguais.
Li  Ls Gabarito do Exercício de Sala
PM  Xi 
2 07 – C 08 – D
Exemplo: em 49 53 o ponto médio x3=(49+53)/2 = 51.
3 - MEDIDAS DE POSIÇÃO
3.2. FREQUÊNCIA ACUMULADA DE UMA CLASSE 3.1. Introdução
Frequência simples acumulada de uma classe (Fac):é São as estatísticas que representam uma série de dados ori-
o total das frequências de todos os valores inferiores ao limite entando-nos quanto à posição da distribuição em relação ao
superior do intervalo de uma determinada classe. eixo horizontal do gráfico da curva de frequência.
Frequência relativa acumulada de um classe (Frac):é a As medidas de posições mais importantes são as medidas
frequência acumulada da classe, dividida pela frequência total de tendência central ou promédias (verifica-se uma tendên-
da distribuição. cia dos dados se agruparem em torno dos valores centrais).
As medidas de tendência central mais utilizadas são: média
Exemplo: aritmética, moda e mediana.

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. Exemplo 1: Num concurso, um aluno fez 13 pontos em Portu-
3.2. MÉDIA ARITMÉTICA guês e 2 em Matemática. Se os pesos de Português e Matemáti-
3.2.1. Média Aritmética Simples: Quando desejamos conhe- ca eram 4 e 7, qual foi sua média?
cer a média dos dados não-agrupados em tabelas de frequên- 13x4  2 x7 66
cias, determinamos a média aritmética simples. X   X =6
x  x 2  ...  x n 47 11
X 1
n Dados agrupados - Sem intervalo de classe
Como as frequências são números indicadores da intensida-
Exemplo: Sabendo-se que a venda diária de arroz tipo A, du- de de cada valor da variável, elas funcionam como fatores de
rante uma semana, foi de 10, 14, 13, 15, 16, 18 e 12 quilos, ponderação, o que nos leva a calcular a média aritmética
temos, para a venda média diária da semana: ponderada, dada pela fórmula:

X
10  14  13  15  16  18  12 98
7

7
 14
X 
x f i i

Ou seja, a venda média semanal do arroz tipo A é 14 quilos. f i

Desvio em relação à média: é a diferença entre cada ele-


Consideremos a distribuição relativa a 34 famílias de 4 fi-
mento de um conjunto de valores e a média aritmética, ou
lhos, tomando para variável o número de filhos do sexo mascu-
seja:.. di = Xi- X. lino. Calcularemos a quantidade média de meninos por família:

No exemplo anterior temos sete desvios: Nº de meninos (Xi) frequência = fi Xi.fi


d1 = 10 – 14 = –4 d4 = 15 – 14= 1 0 2
d2 = 14 – 14 = 0 d5 = 16 – 14= 2 1 6
d3 = 13 – 14= –1 d6 = 18 – 14= 4 2 10
d7 = 12 – 14= –2. 3 12
4 4
Propriedades da média Total 34
1ª) A soma algébrica dos desvios tomados em relação à média
é nula. Logo X = 78 / 34 = 2,3 (média de meninos por família).
No exemplo anterior: d1+d2+d3+d4+d5+d6+d7 = 0
Dados agrupados - Com intervalos de classe
2ª) Somando-se (ou subtraindo-se) uma constante (C) a (de) Neste caso, convencionamos que todos os valores incluídos
todos os valores de uma variável, a média do conjunto fica em um determinado intervalo de classe coincidem com o seu
aumentada (ou diminuída) dessa constante. ponto médio, e determinamos a média aritmética ponderada
Se no exemplo original somarmos a constante 2 a cada um por meio da fórmula:
dos valores da variável temos:  xi f i
12  16  15  17  18  20  14 X
Y  16 quilos  fi
7
Onde Xi é o ponto médio da classe (PM).
De outro modo, usando a propriedade acima:
Y = X + 2 = 14 +2 = 16 quilos Exemplo: Calcular a estatura média de bebês conforme a tabela
abaixo.
3ª) Multiplicando-se (ou dividindo-se) todos os valores de uma Estaturas (cm) frequência= fi ponto médio= xi xi.fi
variável por uma constante (c), a média do conjunto fica multi- 50 54 4 52 208
plicada (ou dividida) por essa constante. 54 58 9 56 504
Se no exemplo original multiplicarmos a constante 3 a cada 58 62 11 60 660
um dos valores da variável temos: 62 66 8 64 512
Y = (30+42+39+45+48+54+36) / 7 = 42 quilos ou 66 70 5 68 340
Y= x x 3 = 14 x 3 = 42 quilos 70 74 3 72 216
Total 40 2440
EXERCÍCIO DE SALA Aplicando a fórmula acima temos:
2440
01)A média aritmética das 25 notas de uma prova de matemá-
X =61. Logo a estatura média dos bebês é 61 cm.
40
tica foi igual a 6,0. Se o professor aumentar 0,5 em cada uma
dessas 25 notas, e, em seguida, calcular a média de todas elas,
EXERCÍCIO DE SALA
o valor encontrado por ele será de:
a) 5,5
02) Suponha que certa Agência do Banco do Brasil tenha 25
b) 6,0
funcionários, cujas idades, em anos, são as seguintes:
c) 6,5
24 – 24 – 24 – 25 – 25 – 30 – 32 – 32 – 32
d) 7,0
35 – 36 – 36 – 40 – 40 – 40 – 40 – 46 – 48
e) 7,5
48 – 50 – 54 – 54 – 60 – 60 – 65.
3.2.2. Média aritmética ponderada
A média das idades dos funcionários dessa agência, em anos, é

MP 
P1  a1  P2  a2  ...  Pn  an
X 
 x i Pi igual a
a) 36.
P1  P2  ...  Pn n b) 38.
c) 40.
em que P1, P2, ... , Pn são os respectivos pesos dos valores a1, d) 42.
a2, ... , an. Os pesos Pi são as freqüências absolutas. e) 44.

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03) O histograma de frequências absolutas abaixo demonstra o
comportamento dos valores arrecadados de um determinado
tributo, no ano de 2014, em uma região a ser analisada:

A média dos alunos dessa turma foi:


a) 6,5;
b) 6,7;
Observação: Considere que todos os intervalos de classe do
c) 6,9;
histograma são fechados à esquerda e abertos à direita.
d) 7,0;
e) 7,3.
Utilizando as informações contidas nesse histograma, calculou-
se a média aritmética destes valores arrecadados, considerando
08)No Tribunal de Justiça de certo estado (fictício), as quanti-
que todos os valores incluídos num certo intervalo de classe são
dades de processos virtuais analisados no último ano estão no
coincidentes com o ponto médio deste intervalo. Então, a média
quadro a seguir:
aritmética é igual a:
a) R$ 3.200,00 Processos Quantidades
b) R$ 3.400,00 Habeas corpus 108
c) R$ 3.500,00 Agravos de instrumento 20
d) R$ 3.700,00 Mandados de segurança 15
e) R$ 3.800,00 Cautelares 7

EXERCÍCIO DE SALA Considerando apenas esses processos, os de Habeas corpus


correspondem a uma porcentagem de:
04) Uma prova foi aplicada em uma turma de 20 alunos. A nota a) 66%;
mais alta foi 9,3 e a nota mais baixa, 4,7. A média aritmética b) 68%;
das 20 notas é 7,0. Retirando-se a nota mais alta e a nota mais c) 70%;
baixa, a média aritmética das 18 notas restantes: d) 72%;
a) diminui menos do que 1 ponto. e) 74%.
b) diminui mais do que 1 ponto.
c) aumenta menos do que 1 ponto. 09) A média do número de páginas de cinco processos que
d) aumenta mais do que 1 ponto. estão sobre a mesa de Tânia é 90. Um desses processos, com
e) permanece inalterada. 130 páginas, foi analisado e retirado da mesa de Tânia. A média
do número de páginas dos quatro processos que restaram é:
05) Os 12 funcionários de uma repartição da prefeitura foram a) 70;
submetidos a um teste de avaliação de conhecimentos de com- b) 75;
putação e a pontuação deles, em uma escala de 0 a 100, está c) 80;
no quadro abaixo. d) 85;
50 55 55 55 55 60 e) 90.
62 63 65 90 90 100
Gabarito dos Exercícios de Sala
O número de funcionários com pontuação acima da média é: 01 – C 02 – C 03 – B 04 – E 05 – A 06 - D
a) 3; 07 – C 08 – D 09 – C
b) 4;
c) 5; 3.3. MODA
d) 6; É o valor que ocorre com maior frequência em uma série de
e) 7. valores. Mo é o símbolo da moda.
Desse modo, o salário modal dos empregados de uma fábri-
06)A média das idades dos cinco jogadores mais velhos de um ca é o salário mais comum, isto é, o salário recebido pelo maior
time de futebol é 34 anos. A média das idades dos seis jogado- número de empregados dessa fábrica.
res mais velhos desse mesmo time é 33 anos. A idade, em
anos, do sexto jogador mais velho desse time é: 3.3.1. Moda quando os dados não estão agrupados
a) 33; A moda é facilmente reconhecida: basta, de acordo com defini-
b) 32; ção, procurar o valor que mais se repete.
c) 30;
d) 28; Exemplo: Na série { 7 , 8 , 9 , 10 , 10 , 10 , 11 , 12 } a moda é
e) 26. igual a 10.
Há séries nas quais não exista valor modal, isto é, nas quais
07) Em um curso de treinamento dos funcionários de uma nenhum valor apareça mais vezes que outros.
empresa, as notas dos alunos de uma turma na prova final
estão no gráfico a seguir: Exemplo: { 3 , 5 , 8 , 10 , 12 } não apresenta moda. A série é
amodal.

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Em outros casos, pode haver dois ou mais valores de concen- Se n é ímpar, a mediana será o elemento central de or-
tração. Dizemos, então, que a série tem dois ou mais valores n1
modais. dem . Caso n seja par, a mediana será a média entre os
2
Exemplo: { 2 , 3 , 4 , 4 , 4 , 5 , 6 , 7 , 7 , 7 , 8 , 9 } apresenta n n
elementos de ordem e + 1.
duas modas: 4 e 7. A série é bimodal. 2 2
Exemplo: Dada a série de valores {5, 2, 6, 13, 9, 15, 10 }
3.3.2. Moda quando os dados estão agrupados De acordo com a definição de mediana, o primeiro passo a
a) Sem intervalos de classe (agrupados por valor) ser dado é o da ordenação (crescente ou decrescente) dos
Uma vez agrupados os dados, é possível determinar imedia- valores: { 2, 5, 6, 9, 10, 13, 15 }
tamente a moda: basta fixar o valor da variável de maior fre- O valor que divide a série acima em duas partes iguais (po-
quência. sição central) é igual a 9, logo a Md = 9.

Exemplo: Qual moda (temperatura mais comum) medida no Método prático para o cálculo da Mediana
mês abaixo: a) Se a série dada tiver número ímpar de termos:
Temperaturas frequência O valor mediano será o termo de ordem dado pela fórmu-
0º C 3 n1
1º C 9 la: .
2
2º C 12
Exemplo: Calcule a mediana da série 1, 3, 0, 0, 2, 4, 1, 2, 5
3º C 6
• Ordenar a série { 0, 0, 1, 1, 2, 2, 3, 4, 5 }
Resposta: 2º C é a temperatura modal, pois é a de maior fre- n1 9 1
• n = 9; logo é dado por = 5, ou seja, o 5º elemen-
quência. 2 2
to da série ordenada será a mediana.
b) Com intervalos de classe • A mediana será o 5º elemento = 2
A classe que apresenta a maior frequência é denominada
classe modal. O método mais simples para o cálculo da moda b) Se a série dada tiver número par de termos:
consiste em tomar o ponto médio da classe modal. Damos a O valor da mediana será dado pela média aritmética dos
esse valor a denominação de moda bruta.
n n 
Mo = ( Li* + Ls* ) / 2 X    X   1
2 2 
ondeLi* = limite inferior da classe modal e Ls*= limite superior termos centrais (medianos). Md = .
da classe modal. 2

Exemplo: Calcule a estatura modal conforme a tabela abaixo. Exemplo: A mediana da série { 1, 3, 0, 0, 2, 4, 1, 3, 5, 6 }
Classes (em cm) frequência 1º) ordenar a série { 0, 0, 1, 1, 2, 3, 3, 4, 5, 6 }
54 58 9 10
58 62 11 2º) n = 10  = 5 (termos medianos: 5º e 6º)
2
62 66 8
66 70 5 5º Termo  6º Termo
A mediana será
Resposta: a classe modal é 58 62, pois é a de maior fre- 2
quência (Fi = 11). Li* =58 e Ls*=62 5º termo = 2 e 6º termo = 3
23
Mo = (58+62) / 2 = 60 cm ( este valor é estimado, pois não A mediana será = ou seja, Md = 2,5 (A mediana será
2
conhecemos o valor real da moda).
a média aritmética do 5º e 6º termos).
Método mais elaborado pela fórmula de CZUBER:
Notas:
Mo = Li* +
d 1 .h * 1) Quando o número de elementos da série estatística for ím-
par, haverá coincidência da mediana com um dos elementos
d1  d 2 da série.
Li*= limite inferior da classe modal.....e..... 2) Quando o número de elementos da série estatística for par,
Ls*= limite superior da classe modal nunca haverá coincidência da mediana com um dos elementos
d1= frequência da classe modal - frequência da classe anterior da série. A mediana será sempre a média aritmética dos dois
à da classe modal elementos centrais da série.
d2= frequência da classe modal - frequência da classe posterior 3) Em um série a mediana, a média e a moda não têm, ne-
à da classe modal cessariamente, o mesmo valor.
h*= amplitude da classe modal 4) A mediana, depende da posição e não dos valores dos ele-
mentos na série ordenada. Essa é uma da diferenças marcan-
3.4. MEDIANA tes entre mediana e média ( que se deixa influenciar, e
A mediana de um conjunto de valores, dispostos segundo muito, pelos valores extremos).
uma ordem ( crescente ou decrescente), é o valor situado de tal
forma no conjunto que o separa em dois subconjuntos de mes- Vejamos:
mo número de elementos. Em { 5, 7, 10, 13, 15 } a média = 10 e a mediana = 10
Símbolo da mediana: Md Em { 5, 7, 10, 13, 65 } a média = 20 e a mediana = 10

3.4.1. A mediana em dados não-agrupados Isto é, a média do segundo conjunto de valores é maior do
a mediana é o valor que ocupa a posição central de um que a do primeiro, por influência dos valores extremos, ao pas-
rol, quando este apresenta um número ímpar de valores. Quan- so que a mediana permanece a mesma.
do a quantidade de valores de um rol é par, a mediana é a
média aritmética dos dois valores centrais. EXERCÍCIO DE SALA
10) Determine a mediana das seguintes observações:

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17, 12, 9, 23, 14, 6, 3, 18, 42, 25, 18, 12, 34, 5, 17, 20, 7, 8, 3º) Marcamos a classe correspondente à frequência acumulada
21, 13, 31, 24, 9. N
a) 13,5 imediatamente superior à . Tal classe será a classe me-
b) 17 2
c) 14,5 diana.
d) 15,5 4º) Calculamos a Mediana pela seguinte fórmula (interpolação
e) 14 linear):
N 
11) O conjunto de notas dos alunos de uma determinada prova   FAA. • h *
é: {10, 5, 3, 4, 5, 10, 3, 8, 9, 3}. Assim, podemos dizer que a 2 
Md = Li* +
moda, média e mediana deste conjunto são, respectivamente: fi *
a) 3, 6 e 5.
b) 3, 4 e 5.
c) 10, 6 e 5. Li* = é o limite inferior da classe mediana.
d) 5, 4 e 3. FAA = é a frequência acumulada da classe anterior à classe
e) 3, 6 e 10. mediana.
f* = é a frequência simples da classe mediana.
3.4.2. A mediana em dados agrupados h* = é a amplitude do intervalo da classe mediana.
a) Sem intervalos de classe (agrupados por valor)
Neste caso, é o bastante identificar a frequência acumulada Exemplo:
imediatamente superior à metade da soma das frequências. A classes frequência= fi frequência acumulada
mediana será aquele valor da variável que corresponde a tal 50 54 4 4
frequência acumulada. 54 58 9 13
Exemplo conforme tabela abaixo: 58 62 11 24
62 66 8 32
Variável xi Freqüência (fi) frequência acumulada 66 70 5 37
0 2 2 70 74 3 40
1 6 8 Total 40
2 9 17 N 40
3 13 30 = = 20
4 5 35 2 2
Total 35 Logo.a classe mediana será 58 62
Li* = 58
Quando o somatório das frequências for ímpar o valor me- FAA = 13
diano será o termo de ordem dado pela fórmula:. f* = 11
h* = 4
f i 1

N 1 Substituindo na fórmula (interpolação linear), obtemos:
2 2 (20  13) x4 28
Md = 58 + = 58 + =
Como o somatório das frequências = 35 a fórmula ficará: 11 11
35  1 Md = 58 + 2,54  Md =60,54
= 18. Md = 18º termo: X18 = 3. OBS.: Esta mediana é estimada, pois não temos os 40 valores
2 da distribuição.
Quando o somatório das frequências for par o valor media- EXERCÍCIO DE SALA
no será o termo de ordem dado pela fórmula:
12) Considere a amostra de uma variável aleatória, cujos valo-
N N  res estão todos expressos em uma mesma unidade.
X    X   1
 
2  2  Amostra : 36 38 26 40 40 28 46 40 38 28
2 Sobre essa amostra, tem-se que
Exemplo - Calcule Mediana da tabela abaixo: a) a média é igual à mediana.
b) a média é maior que a moda.
Variável xi Freqüência (fi) Fac c) se retirarmos um dos valores da amostra, a média, necessa-
12 3 3 riamente, será alterada.
14 9 12 d) a mediana é maior que a moda.
15 8 20 e) a mediana é maior que a média.
16 6 26
17 10 36 13) Uma loja de conveniência localizada em um posto de com-
20 4 40 bustível realizou um levantamento sobre o valor das compras
total 40 realizadas pelos seus clientes. Para tal tomou uma amostra
aleatória de 21 compras, que apresentou, em reais, o seguinte
N 40
Teremos: =  20 resultado:
2 2 Índice Valor Índice Valor Índice Valor
(20º termo + 21º termo) X 20  X 21 15  16 1 19,40 8 22,00 15 18,00
= = = 15,5. 2 14,00 9 34,00 16 29,00
2 2 2 3 18,30 10 15,50 17 34,00
4 27,20 11 28,50 18 15,50
b) Com intervalos de classe
5 8,70 12 34,00 19 13,40
Devemos seguir os seguintes passos:
6 10,30 13 10,80 20 17,00
1º) Determinamos as frequências acumuladas;
7 7,20 14 15,50 21 19,00
 fi N
2º) Calculamos  .
A mediana dessa serie de observações é
2 2
a) 15,50

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b) 18,00 1 6 7 7 8 8 9 9 9
c) 18,30 2 0 0 1 1 2 3 3 444899
d) 28,50 3 0 1 2 2 2 1 7 88
e) 34,00 4 2 3 6 6 6 6 8 9
5 2 3 3 4 4 8
14) Os salários dos funcionários de uma empresa são dados na 6 0 2 5 6
tabela abaixo: 7 1 4
Salários R$ 1.000,00 1.500,00 2.000,00 2.500,00 3.000,00
Quantidade de O valor do módulo da diferença entre a mediana e a moda des-
funcionários 5 10 15 8 2 tas idades observadas é
a) 0
A média, a mediana e a moda desses salários são dadas em b) 3
reais, respectivamente, por c) 10
a) 2.250,00; 2.250,00 e 2.500,00. d) 14
b) 2.250,00; 2.000,00 e 2.500,00. e) 16
c) 2.000,00; 2.000,00 e 2.000,00.
d) 1.900,00; 2.000,00 e 2.000,00. Gabarito
e) 1.900,00; 1.750,00 e 2.000,00. 10 – D 11 – A 12 – E 13 – B 14 – D 15– C
16 – B 17 – E 18 – D
Considere as informações da tabela abaixo, que mostra a distri-
buição de freqüências dos salários mensais dos 50 empregados 4. MEDIDAS DE DISPERSÃO
da Companhia Rancharia. As medidas de tendência central não são as únicas medidas
Salários (R$) Nº de empregados necessárias para caracterizar uma amostra (ou população).
1.000 2.000 10 Precisamos também saber o quanto as observações na amostra
2.000 3.000 20 estão "espalhadas".
3.000 4.000 15 Dispersão é o mesmo que afastamento. Assim, ao estudar-
4.000 5.000 5 mos a dispersão de um conjunto de dados, estaremos investi-
gando se os seus elementos estão afastados ou próximos de um
15) A média aritmética dessa distribuição, considerando os referencial. Na maioria das vezes, este referencial é a média
valores incluídos num determinado intervalo de classe como aritmética.
coincidentes com o ponto médio deste intervalo, é Em outras palavras, as medidas de dispersão irão dizer o
a) R$ 2.000,00 quão próximos, ou quão distantes estão os elementos do con-
b) R$ 2.500,00 junto em relação à média.
c) R$ 2.800,00
d) R$ 3.000,00 5.1. Desvio em relação à média (desvio absoluto)
e) R$ 3.200,00 Denominamos desvio em relação à média a diferença entre
cada elemento de um conjunto de valores e a média aritmética.
16)Utilizando o método da interpolação linear, a mediana dos
salários dos empregados da companhia corresponde a d i = Xi – X
a) R$ 2.800,00
b) R$ 2.750,00 Exemplo 1: Sabendo-se que a venda diária de arroz tipo A,
c) R$ 2.600,00 durante uma semana, foi de 10, 14, 13, 15, 16, 18 e 12 quilos,
d) R$ 2.550,00 temos, para a venda média diária da semana do arroz tipo A é
e) R$ 2.500,00 de 14 quilos.

17) (Sefaz-RJ-2014) O Departamento de Pessoal de certo ór- Temos os seguintes desvios:


gão público fez um levantamento dos salários, em número de d1 = x1 – MA= 10 – 14 = -4 d5 = x5 – MA = 16 – 14 = 2
salários mínimos (SM), dos seus 400 funcionários, obtendo os d2 = x2 – MA = 14 – 14 = 0 d6 = x6 – MA = 18 – 14 = 4
seguintes resultados: d3 = x3 – MA = 13 – 14 = -1 d7 = x7 – MA = 12 – 14 = -2
d4 = x4 – MA = 15 – 14 = 1
Salários (em nº de SM) Frequência absoluta
4 6 48 5.2. Desvio absoluto médio (DAM).
6 8 100 É a média aritmética dos valores absolutos dos desvios to-
8 10 x mados em relação à média.
10 12 y
 di  Xi X
12 16 40 DAM = DAM =
Total 400 N N
Sabe-se que a mediana dos salários desses funcionários calcu- Exemplo 2: Calcular o desvio médio do conjunto de números
lada por meio dessa tabela pelo método da interpolação linear é {10, 14, 13, 15, 16, 18 e 12}
igual a 8,8 SM. Nessas condições, o salário médio desses 400
funcionários, em número de salários mínimos, considerando que 4  0  1  1  2  4  2 14
DAM = = =2
todos os valores incluídos em um intervalo de classe são coinci- 7 7
dentes com o ponto médio do intervalo, é igual a
a) 8,72 5.3. Variância - ( 2)
b) 8,54 É a média dos desvios quadráticos (desvios absolutos eleva-
c) 8,83 dos ao quadrado).
d) 8,62 a) Para dados não agrupados de uma população:
e) 8,93 n
 ( xi  X )
2
18) O diagrama de ramos e folhas abaixo corresponde às ob- i 1
servações das idades de 50 eleitores escolhidos aleatoriamente
VAR   2 
N
em uma determinada zona eleitoral:

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Onde Xi é o valor de cada variável e é a média aritmética da PMi fi Xi.fi


X X Xi– X (Xi– X )2 fi. (Xi– X )2
população. 1,5 10 2,8 1,69
2,5 20 2,8 0,09
Exemplo 3: Calcular a variância para o seguinte conjunto de 3,5 15 2,8 0,49
números: {1, 2, 3, 4, 5} 4,5 5 2,8 2,89
Variável Xi X Xi – X (Xi – X )2 Soma 50 40,5
1 3 –2 4 2
2 3 –1 1  Xi  X fi 40,5
3 3 0 0
Variância = 2 =   0,81
N 50
4 3 1 1
5 3 2 4 d) Para dados não agrupados de uma AMOSTRA:
Total 0 10 Quando nosso interesse parte da amostra, visamos tirar in-
2 ferências válidas para a respectiva população, convém usar o
2  Xi  X
 = 
10
2
divisor N–1 em lugar de N. A fórmula ficará:
n
N 5  ( xi  X )
2
i 1
Fórmula alternativa para a Variância Populacional S2 
N 1
2
   Xi 
2 =
X i2
   Onde Xi é o valor de cada variável e X é a média aritméti-
ca da população. Então para obter a Variância Amostral, multi-
N  N 
Ou Seja, a variância populacional é igual à MÉDIA DOS plicamos a Variância Populacional pelo Fator de Correção N/N-1.
QUADRADOS menos O QUADRADO DA MÉDIA. N
Para o conjunto de números: {1, 2, 3, 4, 5}: S 2   2.
2
N 1
12  2 2  3 2  4 2  5 2  15  55
2=     3 2  11  9 Para o conjunto de números: {1, 2, 3, 4, 5}:
5  5 5
N 5
2= 2. S 2   2.  2 x = 2 x 1,25 = 2,5.
N 1 4
b) Para dados agrupados por valor (população):
n Desenvolvendo, a Variância Amostral fica:
 ( xi  X ) . f i
2
2
n n 
VAR    2 i 1 N . X i 2    X i 
N i 1  i 1 
S2 
Onde Xi é o valor de cada variável e X é a média aritmética da
N .( N  1)
população.
5.3.1. Propriedades da Variância
Exemplo 4: Considere uma população composta por 30 indiví- 1ª) Somando-se (ou subtraindo-se) uma constante C a todos
duos, cujos dados estão tabulados abaixo: os valores de uma distribuição, a variância não se altera.
Xi fi Xi.fi Var (X) = Var(X + C)
X Xi– X (Xi– X )2 fi. (Xi– X )2
1 8 8 3 –2 4 32 2ª) Multiplicando-se (ou dividindo-se) todos os valores de uma
2 6 12 3 –1 1 6 distribuição por uma constante k (diferente de zero), a vari-
3 2 6 3 0 0 0 ância fica multiplicada ( ou dividida) pelo quadrado dessa
4 6 24 3 1 1 6 constante k.
5 8 40 3 2 4 32 Var (k.X) = k2. Var(X)
Soma 30 90 0 10 76
2 Exemplo 6: Somando-se 10 unidades a todos os valores do
 Xi  X fi 76 conjunto de dados do Ex.3: {11, 12, 13, 14, 15}, a nova média
 2
=   2,5
N 30 será X = 3 + 10 = 13, e a Variância não se altera.
Xi 11 12 13 14 15
c) Para uma distribuição de frequência (população) : di –1 –2 0 1 2
n 4  1  0  1  4 10
 ( PMi  X ) . f i 2= = 2
2
i 1 5 5
VAR   2

N
Onde PMi é o ponto médio de cada intervalo de classe e Exemplo 7: Multiplicando por 2 todos os valores do conjunto de
dados do Exemplo 6: {22, 24, 26, 28, 30}, a nova média será
X = Média aritmética da população.
X = 2 x 13 = 26, e a Variância fica multiplicada por 4.
Exemplo 5: Considere a distribuição de frequência de uma po- Xi 22 24 26 28 30
pulação composta por 50 indivíduos: di –4 –2 0 2 4
Salários (R$ 1.000) Nº de empregados 16  4  0  4  16 40
1,0 2,0 10 2= =  8.
5 5
2,0 3,0 20
3,0 4,0 15
4,0 5,0 5 5.4. Desvio Padrão Populacional -( )
Total 50 É a medida de dispersão mais utilizada, e definida como a
raiz quadrada da variância.

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A) Para dados não agrupados (amostra):
a) Para dados não agrupados de uma população: n 2
 (X i  X )
2 n n 
n
 X i2   Xi 
2
ou
N . X i 2    X i 
 (X i  X )
2
i 1  i 1 
    S S
i 1
.
  2
 i 1 N  N  N 1 N .( N  1)
N
B) Para dados agrupados por valor (amostra) :
Onde Xi é o valor de cada variável e X é a média aritmética da
n
população.
 ( X i  X ) fi
2
i 1
b) Para dados agrupados por valor (população) : S
N 1
n
 ( X i  X ) . fi
2
i 1 C) Para uma distribuição de frequência (amostra) :
DP =  2 ou 
N n
 ( PM i  X ) fi
2
i 1
S
Onde Xi é o valor de cada variável e X é a média aritmética da N 1
população. Onde PMi é o ponto médio de cada intervalo de classe.
c) Para uma distribuição de frequência (população) : X = Média aritmética da amostra.
n
5.5.1. Propriedades do Desvio-Padrão (DP)
 ( PM i  X ) fi
2
i 1 1ª)Somando-se (ou subtraindo-se) uma constante a todos os
 valores de uma variável, o desvio padrão não se altera.
N DP (X) = DP (X + C)

Onde PMi é o ponto médio de cada intervalo de classe e 2ª)Multiplicando-se (ou dividindo-se) todos os valores de uma
X = Média aritmética da população. variável por uma constante (diferente de zero), o desvio pa-
drão fica multiplicado ( ou dividido) por essa constante.
Exemplo 8: Calcular o Desvio padrão da série numérica do DP (k.X) = k. DP (X)

exemplo 1: {10, 14, 13, 15, 16, 18, 12} com X = 14. Exemplo 10: Encontrar o desvio da padrão populacional da
Xi d i = Xi – X (Xi – X )2 distribuição {10, 20, 30, 60, 80}, dado 6,8 = 2,61.
10 -4 16
14 0 0
Exemplo 11: Encontrar o desvio da padrão populacional da
13 -1 1
15 1 1 distribuição {17, 27, 37, 67, 87}, dado 6,8 = 2,61.
16 2 4
18 4 16
12 -2 4 5.6.Coeficiente de Variação -(CV)
 0 42 É uma medida de dispersão relativa, definida como sendo a
42 42 razão entre o desvio padrão populacional () e a média ( X ).
2 = = 6 DP = =  6  2,45 quilos.
7 7  S
CV  ou para uma amostra: CV  x100%
Exemplo 9: Considere a distribuição de frequência abaixo:
X X
Xi 10 15 16 20
Frequências 2 4 5 1 Ele mostra a extensão da variabilidade em torno da média.
O CV é uma medida adimensional, ou seja, não depende da
Encontre a média aritmética ( X ) e o desvio padrão () unidade de variável trabalhada.
No exemplo 8 anterior:  = 2,45 kg e X = 14 kg. Logo:
Xi fi Xi.fi
X Xi– X (Xi– X )2 fi. (Xi– X )2 2,45
10 2 15 CV  =0,175, ou seja, coeficiente de variação 17,5%.
14
15 4 15
16 5 15 EXERCÍCIOS DE SALA
20 1 15
Soma 80 01) A tabela abaixo apresenta as freqüências acumuladas das
180 idades de 20 jovens entre 14 e 20 anos.
X = = 15
Idades (anos) Freqüência acumulada
12
14 2
80 20 20 15 4
2 = =  DP =  =  6,67  2,6
12 3 3 16 9
17 12
5.5. Desvio Padrão Amostral (DP ou S) 18 15
Quando nosso interesse parte da amostra, visamos tirar in- 19 18
ferências válidas para a respectiva população, convém efetuar 20 20
uma modificação, que consiste em usar o divisor N–1 em
lugar de N. A fórmula ficará então:

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Uma das medidas de dispersão é a variância populacional, que b) as duas asserções são verdadeiras e a segunda não é uma
n justificativa correta da primeira.
 (xi  m)
2
c) a primeira asserção é uma proposição verdadeira e a segun-
é calculada por 1 . Sabendo-se que m é a média arit- da, uma proposição falsa.
n d) a primeira asserção é uma proposição falsa e a segunda,
mética dessas idades, qual a variância das idades na população uma proposição verdadeira.
formada pelos 20 jovens? e) tanto a primeira como a segunda são proposições falsas.
a) 0,15
b) 0,20 Gabarito
c) 1,78 01 – D 02 – A 03 – E 04 – C 05 – C C E 06 – B
d) 3,20
e) 3,35 EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES

02) A média dos salários dos funcionários em uma repartição 01) (IBFC) A tabela indica o total de irmãos de cada cliente de
pública é igual a R$ 1.800,00, com um coeficiente de variação um advogado.
igual a 10%. Um reajuste de 20% em todos os salários implica Total de irmãos frequência
que, após o reajuste, o valor 0 11
a) da nova variância fica igual a 46.656 (R$)2. 1 6
b) do novo desvio padrão fica igual a R$ 324,00. 2 2
c) da nova variância fica igual a 32.400 (R$)2. 4 14
d) da nova variância fica igual a 39.204 (R$)2. n 7
e) do novo desvio padrão fica igual a R$ 198,00.
Se a média aritmética do número de irmãos de cada cliente é
03) A média da distribuição dos salários da Cia. Monte Branco igual a 2,7, então a terça parte do total de irmãos n da tabela é
corresponde a R$ 3.000,00, com desvio padrão igual a R$ igual a:
30,00. Se, por hipótese, os salários de todos os funcionários a) 3
forem multiplicados por 1,2, comparando-se a nova distribuição b) 2
com a antiga, é correto afirmar que c) 6
a) a média aumentou para R$ 3.800,00. d) 4
b) A variância fica inalterada, continuando a ser 900 (R$)2. e) 18
c) A mediana fica multiplicada por 1,44.
d) A soma algébrica dos desvios em relação à nova média au- 02) Palmira faz parte de um grupo de 10 funcionários do Banco
menta de valor. do Brasil cuja média das idades é 30 anos. Se Palmira for exclu-
e) o desvio padrão passou a ser R$ 36,00. ída do grupo, a média das idades dos funcionários restantes
passa a ser 27 anos. Assim sendo, a idade de Palmira, em anos,
04) A tabela mostra a distribuição de frequências relativas é
populacionais (f’) de uma variável X: a) 60
X f’ b) 57
–2 6a c) 54
1 a d) 52
2 3a e) 48

Sabendo que “a” é um número real, então a média e a variância 03) Em uma unidade educacional, o consumo médio mensal de
de X são, respectivamente: fraldas descartáveis de setembro de um ano a maio do ano
a) Média = –0,5 e variância = 3,45 seguinte é de 240 unidades. Com a chegada do inverno, nos
b) Média = 0,5 e variância = –3,45 meses de junho, julho e agosto, esse consumo mensal aumenta
c) Média = 0 e variância = 1 15%. O consumo médio anual de fraldas descartáveis nessa
d) Média = –0,5 e variância = –3,7 unidade educacional é de
e) Média = 0,5 e variância = 3,7 a) 2880.
b) 2900.
05) c) 2928.
d) 2968.
Amostra 1 2 3 4 5
e) 2988
X 100 120 90 100 110
Utilize as informações da tabela abaixo para responder
A tabela acima apresenta os resultados de um estudo estatístico
às questões de nºs 04 e 05.
realizado para avaliar o teor de óxidos de ferro (X, em g/kg) no
O gráfico abaixo apresenta os percentuais de acerto dos candi-
solo de determinada região. As amostras foram coletadas nos
datos do concurso Z ao responderem às 5 questões de uma
pontos de cruzamento de uma malha georreferenciada. Com
prova, todas de múltipla escolha.
base nessas informações, julgue os itens a seguir.
1 A variância amostral de X é inferior ou igual a 130 g2/kg2.
2 A moda da distribuição das amostras é igual a 100 g/kg.
3 A mediana amostral de X é igual a 90 g/kg.

06) Analise as afirmações a seguir.


O desvio padrão é sempre expresso nas mesmas unidades
que os dados originais.
PORQUE
O desvio padrão é uma medida de dispersão dos dados.

Quanto às afirmações acima, pode-se concluir que


a) as duas asserções são verdadeiras e a segunda é uma justifi-
cativa correta da primeira. 04) A moda dessa distribuição é

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a) 1 d) 31,25 %
b) 2 e) 32,00 %
c) 3
d) 4 09) Suponha que, certo mês, a média aritmética da quantidade
e) 5 de gasolina usada para abastecer um conjunto de80 automóveis
que prestam serviço à Assembleia foi de 90 litros. Considerando
05)Sabendo-se que 24.000 candidatos acertaram mais da me- que cinco desses automóveis foram abastecidos com 69, 77,
tade das questões, mas não gabaritaram a prova, quantos 72, 76 e 81 litros de gasolina, então, se eles fossem excluídos
candidatos há no concurso Z? do conjunto, a média aritmética da quantidade de gasolina, em
a) 32.000 litros, usada pelos demais automóveis passaria a ser
b) 40.000 a) 89
c) 48.000 b) 90
d) 64.000 c) 91
e) 72.000 d) 92
e) 93
Utilize as informações da tabela abaixo para responder
às questões de nº 06 e 07 10)Suponha que para um certo tipo de cliente a tarifa de venda
O rendimento, em óleo, de algumas espécies de oleaginosas do gás canalizado seja feita em cascata, ou seja, o consumo
com potencial para a produção de biodiesel, é apresentado na
dos primeiros 5 m3 (de 0 a 5) corresponde à primeira faixa, os
tabela abaixo.
seguintes 5 m3 (de 6 a 10) correspondem à segunda faixa, os
Espécie Rendimento em óleo (t/ha)
Soja 0,60 seguintes 60 m3 (de 11 a 70) correspondem à terceira faixa, os
Babaçu 0,80 seguintes 80 m3 (de 71 a 150) correspondem à quarta fai-
Amendoim 0,80 xa,como mostra a tabela abaixo.
Colza 0,90
Mamona 1,00 Consumo, em m3 Tarifa por m3, em reais
Girassol 1,50 0 5 1,54
6 10 1,32
06) A moda e a mediana do conjunto de dados dessa tabela 11 70 1,13
são, respectivamente, 71 150 1,10
a) 0,80 e 0,85
b) 0,80 e 0,90 Pelo consumo de 75 m3, esse cliente deve pagar a quantia de
c) 0,80 e 0,93 a) R$ 80,15.
d) 0,85 e 0,90 b) R$ 81,30.
e) 0,85 e 0,93 c) R$ 82,50.
d) R$ 85,80.
07)Em uma fazenda, a plantação de oleaginosas ocupa uma e) R$ 87,60.
área de 20 ha. Em 5 ha, há soja plantada, em 9 ha, há babaçu
e na área restante, girassol. Considerando-se os dados da tabe- 11) Considere as informações da tabela abaixo, que mostra a
la, qual é, em toneladas por hectare, o rendimento médio, em distribuição de freqüências dos salários mensais dos 50 empre-
óleo, da plantação de oleaginosas dessa fazenda? gados da Companhia Rancharia.
a) 0,90 Salários (R$) Número de
b) 0,92 empregados
c) 0,94 1.000 2.000 10
d) 0,96 2.000 3.000 20
e) 0,98 3.000 4.000 15
4.000 5.000 5
08) O histograma de freqüências absolutas abaixo demonstra o
comportamento dos salários dos 160 empregados de uma em- A média aritmética e o desvio padrão dessa distribuição, consi-
presa em dezembro de 2005: derando os valores incluídos num determinado intervalo de
classe como coincidentes com o ponto médio deste intervalo,
são
a) R$ 2.500,00 e 1.200
b) R$ 2.500,00 e 900
c) R$ 2.800,00 e 900
d) R$ 3.200,00 e 1.200
e) R$ 3.200,00 e 1.200

12) Em um escritório com um total de 30 empregados, sabe-se


que o salário médio dos homens é igual a R$ 2.000,00 e o das
mulheres igual a R$ 1.500,00. O salário médio de todos os
empregados é igual a R$ 1.800,00. Então, o número de
homens, neste escritório, é igual a
Utilizando as informações nele contidas, calculou-se a média a) 10
aritmética dos valores dos salários destes empregados, conside- b) 12
rando-se que todos os valores incluídos num certo intervalo de c) 15
classe são coincidentes com o ponto médio deste intervalo. d) 16
Escolhendo aleatoriamente um empregado da empresa, a pro- e) 18
babilidade dele pertencer ao mesmo intervalo de classe do
histograma ao qual pertence a média aritmética calculada é: 13) Em uma empresa, a quantidade de empregados do sexo
a) 6,25 % masculino supera em 100 a quantidade de empregados do sexo
b) 12,50 % feminino. A média dos salários dos homens é igual a R$
c) 18,75 % 2.000,00 e a das mulheres R$ 1.800,00. Se a média dos salá-

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rios de todos os empregados é igual a R$ 1.920,00, então a
quantidade de empregados do sexo masculino é igual a
a) 200.
b) 300.
c) 400.
d) 500.
e) 600.

14) Considere o histograma abaixo que apresente a distribuição


dos salários dos empregados em uma empresa no mês de
dezembro de 2007:

Com relação a este levantamento, a média aritmética (número


de processos por dia), a mediana e a moda são iguais, respecti-
vamente, a
a) 4,00; 4,00 e 4,00.
O valor da mediana dos salários dos empregados, considerando b) 4,35; 3,50 e 4,00.
os intervalor de classe do histograma abertos à esquerda e c) 4,35; 3,50 e 3,50.
fechados à direita e utilizando o método da interpolação linear, d) 3,48; 4,00 e 4,00.
é igual a e) 3,48; 3,50 e 4,00.
a) R$ 5.125,00
b) R$ 4.125,00 17) Uma pesquisa realizada no mercado forneceu o histograma
c) R$ 5.075,00 de frequências absolutas abaixo, representando a distribuição
d) R$ 4.750,00 dos preços unitários de venda de determinada peça.
e) R$ 3.750,00

15) Considere as informações da tabela abaixo, que mostra a


distribuição de freqüência dos salários mensais dos 200 empre-
gados da Companhia XYZ.

Salários (R$) Candidato Alfa


300 500 30
500 700 40
700 900 50
900 1.100 40
1.100 1.300 40

Com relação a essa distribuição, é correto afirmar que


a) a média aritmética dos salários é inferior a R$ 700,00. Considerando os intervalos de classe fechados à esquerda e
b) 10% dos empregados ganham acima de R$ 1.100,00. abertos à direita, é correto afirmar que
c) mais de 50% dos empregados ganham acima de R$ 900,00. a) 20% dos preços da peça são superiores a R$ 5,00.
d) 20% dos empregados ganham abaixo de R$ 500,00. b) 50% dos preços da peça são maiores ou iguais a R$ 2,00 e
e) 35% dos empregados ganham menos de R$ 700,00. inferiores a R$ 4,00.
c) 90% dos preços da peça são superiores a R$ 2,00.
16) Um levantamento realizado em um setor de um órgão d) 35% dos preços da peça são maiores ou iguais a R$ 1,00 e
público, durante 250 dias úteis, forneceu a distribuição dos inferiores a R$ 3,00.
números de processos analisados apresentada no gráfico abai- e) 80% dos preços da peça são maiores ou iguais a R$ 2,00 e
xo. No eixo horizontal constam as quantidades detectadas de inferiores a R$ 5,00.
processos e as colunas representam as respectivas quantidades
de dias. 18) Em uma empresa com 320 funcionários, 37,5% deles
(Grupo A) possuem somente o ensino fundamental e12,5%
(Grupo C) possuem o ensino superior. O restante (Grupo B)
possui o ensino médio completo e não o ensino superior. A
média aritmética dos salários de todos os funcionários da em-
presa é igual a R$ 1.800,00, do Grupo A igual a R$ 800,00 e do
Grupo C igual a R$ 4.000,00. Então, a média aritmética dos
salários do Grupo B é igual a
a) R$ 2.000,00.
b) R$ 2.100,00.
c) R$ 2.200,00.
d) R$ 2.400,00.
e) R$ 2.800,00.

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19) Em um setor de um órgão público é realizado um levanta-
mento com relação aos salários de seus funcionários adminis- 23)Humberto é digitador e trabalha todos os dias no fim do
trativos. O resultado pode ser visualizado na tabela abaixo. expediente de um cartório o tempo necessário para realizar a
digitação dos trabalhos do dia. Durante uma semana, ele ano-
Salários (R$) Quantidade de funcionários tou quanto tempo trabalhou em cada dia no serviço de digitação
1.000,00 5 e o resultado está no quadro abaixo:
1.500,00 10 Dias Tempo de trabalho
2.000,00 10 (horas: minutos)
2.500,00 12 segunda-feira 2:20
3.000,00 8 terça-feira 3:00
3.500,00 3 quarta-feira 5:30
4.000,00 2 quinta-feira 6:10
sexta-feira 5:40
Com relação a este levantamento e às medidas de posição,
Nessa semana, o tempo médio de trabalho por dia de Humberto
tem-se que
foi de:
a) a média aritmética, a mediana e a moda possuem o mesmo
a) 4:32;
valor.
b) 4:36;
b) o valor da média aritmética e o valor da mediana superam,
c) 4:42;
cada um, o valor da moda em R$ 250,00.
d) 4:48;
c) o valor da moda é superior ao valor da média aritmética e
e) 4:54.
também ao valor da mediana.
d) o valor da moda é igual ao valor da mediana, porém supera
Utilize as informações abaixo para responder às questões
o valor da média aritmética.
de nºs24 e 25.
e) a soma dos valores da média aritmética, da mediana e da
moda é igual a R$ 7.250,00.
A tabela abaixo apresenta a magnitude de alguns terremotos
registrados no mundo, no século XXI.
20) Determinada carreira profissional, em um órgão público,
apresenta 5 níveis de salários com uma distribuição demonstra-
Ano Local Magnitude
da no quadro abaixo.
2008 Brasil 5,2
Salários(R$) 1.500 2.000 2.500 3.000 3.500 2009 Costa Rica 6,1
Quantidade de 2010 Haiti 7,2
Funcionários 10 15 25 20 5 2005 Paquistão 7,6
2008 China 7,9
Se, com relação aos salários desta carreira profissional, Me é a 2007 Peru 8,0
média aritmética, Md a mediana e Mo a moda correspondentes, 2001 Peru 8,4
tem-se que: 2010 Chile 8,8
a) Me = Mo= Md 2004 Oceano Índico 8,9
b) Me >Md e Mo>Md
c) Me >Mo e Mo= Md 24)A mediana dessa distribuição é
d) Me <Md e Mo>Md a) 7,2
e) Me <Mo e Md= Mo b) 7,6
c) 7,9
21)No ano de 2007, uma Unidade do Ministério Público recebeu d) 8,0
mensalmente apenas um lote de certo tipo de suprimento. Rela- e) 8,4
tivamente às quantidades de suprimentos desse lote, sabe-se
que: 25) A magnitude média dos terremotos ocorridos após 2006 foi
– A média aritmética das quantidades recebidas nos doze meses a) 7,2
era igual a 61; b) 7,3
– Excluído o lote de dezembro, a média aritmética das quanti- c) 7,4
dades recebidas nos meses restantes passou a ser 60. d) 7,5
e) 7,6
Nessas condições, quantas unidades de suprimento havia no
lote de dezembro? 26) Em uma unidade educacional, o consumo médio mensal de
a) 48 fraldas descartáveis de setembro de um ano a maio do ano
b) 54 seguinte é de 240 unidades. Com a chegada do inverno, nos
c) 60 meses de junho, julho e agosto, esse consumo mensal aumenta
d) 72 15%. O consumo médio anual de fraldas descartáveis nessa
e) 78 unidade educacional é de
a) 2880.
22)(SEFAZ-MA-2016) Os registros da temperatura máxima b) 2900.
diária dos primeiros 6 dias de uma semana foram: 25°C; 26°C, c) 2928.
28,5°C; 26,8°C; 25°C;25,6°C. Incluindo também o registro da d) 2968.
temperatura máxima diária do 7º dia dessa semana, o conjunto e) 2988
dos sete dados numéricos será unimodal com moda igual a 25
°C, e terá mediana igual a 26 °C. De acordo com os dados, é 27)Os pesos de cada um dos cinco operários que trabalham
correto afirmar que, necessariamente, a temperatura máxima juntos em um grupo são: 82kg, 76kg, 94kg, 70kg e 78kg. Se
diária do 7º dia foi um deles sair do grupo, o maior valor que poderá ter a média
a) inferior a 25 °C. dos pesos dos trabalhadores restantes é:
b) superior a 26,8 °C. a) 66,0kg;
c) igual a 26 °C. b) 72,5kg;
d) inferior a 25,6 °C. c) 76,5kg;
e) superior a 26 °C. d) 82,5kg;

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e) 84,0kg. d) 5;
e) 6.
28)Caetano sai de casa todo dia à mesma hora e vai de bicicle-
ta até a escola. Quando vai a uma velocidade média de 12 34) A sequência a seguir mostra o número de gols marcados
km/h, chega cinco minutos atrasado. Quando vai a uma veloci- pelo funcionário Ronaldão nos nove últimos jogos disputados
dade média de 18 km/h, chega cinco minutos adiantado. A pelo time da empresa onde trabalha: 2, 3, 1, 3, 0, 2, 0, 3, 1.
distância da casa de Caetano até a escola, em km, é de Sobre a média, a mediana e a moda desses valores é verdade
a) 4. que:
b) 6. a) média < mediana < moda;
c) 8. b) média < moda < mediana;
d) 9. c) moda < média < mediana;
e) 12. d) mediana < moda < média;
e) mediana < média < moda.
29)A média de cinco números de uma lista é 19. A média dos
dois primeiros números da lista é 16. A média dos outros três 35)Em um encontro de artistas, o cadastro dos participantes
números da lista é: mostrou a distribuição das pessoas de acordo com sua área de
a) 13; atuação. Essa distribuição pode ser vista na tabela a seguir:
b) 15;
c) 17; Música (M) 25%
d) 19; Literatura (L) 15%
e) 21. Cinema (C) 22%
Teatro (T) 18%
30)Marcos anotou o número de correspondências eletrônicas Artes plásticas (A) 12%
que ele recebeu diariamente, durante 13 dias. A tabela a seguir Outras (O) 8%
mostra os números anotados por ele:
Estes dados podem ser represen-
3 4 18 16 15 16 22 5 2 20 16 15 17 tados em um gráfico de setores
como ao lado.
A diferença entre a mediana e a média dos números anotados O ângulo central do setor que
por Marcos é: representa os artistas de Teatro
a) 5; mede, aproximadamente:
b) 4; a) 62º;
c) 3; b) 65º;
d) 2; c) 68º;
e) 1. d) 72º;
e) 75º.
31)Uma tabela com 7 linhas e 13 colunas contém 91 números
inteiros positivos. Marcelo somou os números de cada uma das 36) Observe a evolução da safra de café em algumas unidades
7 linhas e depois calculou a média das 7 somas, obtendo como da federação nos meses de Maio e Junho, mostrada no gráfico
resultado o número A. Solange somou os números de cada uma abaixo.
das 13 colunas e depois calculou a média das 13 somas, obten-
do como resultado o número B. É verdade que:
a) 7A = 13B;
b) 7B = 13A;
c) A = B;
d) 7A = 91B;
e) 13B = 91A.

32) Uma pesquisa coletou o preço de determinada mercadoria


em 10 estabelecimentos e verificou que:
– a média dos quatro maiores preços era R$ 36,40;
– a média dos outros seis preços era R$ 34,60.

A média dos 10 preços coletados nessa pesquisa foi:


a) R$ 35,64;
b) R$ 35,50;
c) R$ 35,46;
d) R$ 35,32;
e) R$ 35,28.

33)A tabela a seguir mostra, em ordem crescente, os números


de processos pendentes de julgamento, em 30 de setembro de
2014, nas oito Câmaras Criminais do Estado do Rio de Janeiro
(não identificadas na tabela). Fonte: http://www.revistacafeicultura.com.br/
366 421 569 1030 1088 1139 1640 1853
Considere as seguintes afirmativas sobre esse gráfico:
Seja M a média do número de processos pendentes de julga- I. No estado de Minas Gerais (MG) a produção em junho foi
mento em 30 de setembro de 2014. O número de Câmeras menor que a do mês anterior.
Criminais com número de processos pendentes de julgamento II. A produção da Bahia (BA) foi superior a 200.000 t em Maio.
maiores do que M é: III. A produção de Minas Gerais (MG) foi superior à soma dos
a) 2; outros cinco estados nos dois meses.
b) 3;
c) 4; Sobre essas afirmativas, é correto concluir que:

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a) nenhuma está correta;
b) somente I e II estão corretas;
c) somente I e III estão corretas;
d) somente II e III estão corretas;
e) todas estão corretas.

37)O pai de Pedro, preocupado com o tempo que o filho passa


diariamente conectado à internet registrou, durante quatro dias,
os tempos em que o filho ficou conectado. Os tempos estão na
tabela a seguir
1º dia 1h 10 min
2º dia 3h 20 min
3º dia 1h 50 min
4º dia 2h 40 min
A razão entre o número de atendimentos nos cinco dias úteis da
O temo médio que Pedro ficou conectado à internet nesses semana e o número de atendimentos no final de semana é
quatro dias foi de a) 5/4
a) 2h 05 min. b) 5/3
b) 2h 15 min. c) 4/3
c) 2h 20 min. d) 3/2
d) 2h 30 min. e) 2/1
e) 2h 35 min.
41) Em um percurso de 300 quilômetros, um veículo consumiu
38)Uma pessoa anotou quantas horas ela dedica às atividades 11 litros de combustível nos primeiros 100 quilômetros, 15
da rotina diária: litros de combustível nos 100 quilômetros seguintes e 16 litros
nos 100 quilômetros finais. Em média, o consumo desse veículo
Trabalho 8 horas foi:
Descanso 7 horas a) 15 litros para cada 100 km;
Alimentação, higiene, lazer 4 horas b) 14,5 litros para cada 100 km;
Transporte 3 horas c) 14 litros para cada 100 km;
Estado, Leitura 2 horas d) 13,5 litros para cada 100 km;
d) 13 litros para cada 100 km.
Esses dados podem ser visualizados
no gráfico de setores ao lado: 42)O gráfico abaixo mostra o número de pacientes atendidos
O tempo gasto em “Transporte” é em uma clínica médica nos cinco dias de certa semana. Esses
representado pelo setor: números são todos múltiplos de 10.
a) 1;
b) 2;
c) 3;
d) 4;
e) 5.

39)Uma prova de Matemática de múltipla escolha com 10 ques-


tões foi realizada em certa turma. Os números de acertos varia-
ram de4 a 9, e a quantidade de alunos com cada quantidade de
acertos está na tabela a seguir.

Número de acertos Quantidade de alunos


4 1 Nessa semana, o número médio de pacientes atendidos por dia
5 5 foi de:
6 7 a) 58
7 7 b) 62
8 6 c) 64
9 4 d) 6
e) 68
Se cada acerto vale 1 ponto, a pontuação média dos alunos
dessa turma foi 43)Ao percorrer um determinado trajeto, um caminhão andou
a) 6,5. 20% do tempo total a uma velocidade média de 80 km/h e
b) 6,6. os80% de tempo restante a uma velocidade média de 20 km/h.
c) 6,7. A velocidade média do caminhão no trajeto todo foi de:
d) 6,8 a) 60 km/h;
e) 6,9. b) 50 km/h;
c) 44 km/h;
40)Certo hospital atende emergências e, em certa semana, os d) 32 km/h;
números de atendimentos diários estão no gráfico abaixo. e) 28 km/h.

44) Um automóvel novo possui cinco pneus exatamente iguais:


os quatro pneus de uso e mais o pneu reserva (estepe).O dono
de um automóvel fez um rodízio com os cinco pneus de modo
que, nos primeiros 40.000 km rodados pelo automóvel, cada
pneu rodou exatamente a mesma distância. A distância, em
quilômetros, rodada por cada um dos cinco pneus foi:
a) 8.000;

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b) 10.000; d) 48.
c) 16.000; e) 52
d) 32.000;
e) 40.000. 50)A média aritmética de cinco inteiros consecutivos é M.A
média aritmética de cinco inteiros consecutivos, em ordem
45)De acordo com dados divulgados no site da Companhia de crescente, começando em M é
Processamento de Dados do Município de Porto Alegre (Procem- a) M – 1.
pa), “o último trimestre de 2013 registrou 157,2 milhões de b) M.
visitas a sites através do Procempa Livre, serviço de conexão c) M + 1.
gratuita à Internet via tecnologia wi-fi, oferecido à população da d) M + 2.
Capital”. O número médio de visitas por dia, no último trimestre e) M + 3.
de 2013, foi
a) menor do que 1.500.000. 51) Ângela andou 20 minutos de bicicleta a uma velocidade
b) entre 1.500.000 e 1.600.000. constante de 15 km/h e, a seguir, andou a pé durante 40 minu-
c) entre 1.600.000 e 1.700.000. tos a uma velocidade constante de 6 km/h. A velocidade média
d) entre 1.700.000 e 1.800.000. de Ângela em seu percurso total foi de
e) maior do que 1.800.000. a) 10,5 km/h.
b)9 km/h.
46)Sobre cinco números reais n, o, p, q, r sabe‐se que: c) 8 km/h
●n≤o≤p≤q≤r d) 7,5 km/h.
● p = 15 e) 7 km/h.
●a média aritmética deles é igual a 13.
52) Uma repartição pública registra diariamente a quantidade
O menor valor possível da diferença r – n é: de determinado tipo de ocorrência em uma região. A tabela
a) 5. abaixo fornece em um período de observação de 40 dias o
b) 6. resultado apresentado.
c) 7.
d) 8. Quantidade de ocorrências 0 1 2 3 4 TOTAL
e) 9 Número de dias 2 12 13 8 5 40

47)No setor A de uma empresa foi feita uma auditoria para Com relação a esta tabela, foram calculados os valores da mé-
descobrir quantas vezes cada pessoa fazia ligações pessoais do dia aritmética (quantidade de ocorrências por dia), da moda e
seu celular no período de trabalho de 14 às 17 horas de um da mediana. É correto afirmar que
único dia. O resultado está no gráfico a seguir. a) a soma da média aritmética e da mediana é igual a 5,00.
b) o resultado da divisão da média aritmética pela soma da
moda e a mediana é igual a 0,5125.
c) o resultado da divisão da mediana pela moda é superior a
1,25.
d) a moda é inferior à mediana e a mediana é inferior à média
aritmética.
e) a moda é inferior à média aritmética e a média aritmética é
inferior à mediana.

(SEFAZ-MA – 2016)
Atenção: Para responder às questões de números 53 e 54,
considere as informações abaixo.
Número de ligações
O número de pessoas que trabalham no setor A dessa empresa Três funcionários do Serviço de Atendimento ao Cliente de uma
é loja foram avaliados pelos clientes que atribuíram uma nota(1;
a) 15. 2; 3; 4; 5) para o atendimento recebido. A tabela mostra as
b) 22. notas recebidas por esses funcionários em um determinado dia.
c) 27.
d) 29. Número de Cada Nota Total de
e) 42. Funci- Recebida pelos Funcio- Atendimentos
onário nários no Dia
48)No ano de 2013 uma empresa exportadora de grãos, expor- 1 2 3 4 5
tou em cada um dos três primeiros meses do ano, 21.000 tone- A 2 7 2 9 10 30
ladas de soja. Em cada um dos sete meses seguintes exportou B 6 6 9 14 5 40
27.000toneladas de soja e, em cada um dos dois últimos meses C 0 5 10 6 4 25
do ano exportou 15.000 toneladas de soja. Em 2013 essa em-
presa exportou por mês, em média, a quantidade de 53) Considerando a avaliação média individual de cada funcio-
a) 5.250 toneladas. nário nesse dia, a diferença entre as médias mais próximas é
b) 15.750 toneladas. igual a
c) 21.000 toneladas. a) 0,32.
d) 23.500 toneladas. b) 0,21.
e) 25.250 toneladas. c) 0,35.
d) 0,18.
49)Márcia corrige, em média, 3 redações a cada 15 minutos e e) 0,24.
Marcelo corrige, em média, 5 redações a cada meia hora. Em
média, o número de redações que Márcia e Marcelo corrigem 54) Considerando a totalidade das 95 avaliações desse dia, é
juntos em duas horas, é correto afirmar que a média das notas dista da moda dessas
a) 29. mesmas notas um valor absoluto, aproximadamente, igual a
b) 32. a) 0,33.
c) 44.

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b) 0,83. 58) O setor de limpeza de um município conta com
c) 0,65. 500funcionários. O gráfico abaixo indica o total de funcionários
d) 0,16. que se ausentaram do trabalho nos oito primeiros dias de um
e) 0,21. mês de 30 dias.
Total de Faltas
55)Uma nova UPA (Unidade de Pronto Atendimento) foi inaugu-
rada. Na primeira semana, de segunda a sexta, o número de
atendimentos em cada dia pode ser visto no gráfico a seguir.

Em média, o número de
atendimentos nesta
semana foi de
a) 244.
b) 248.
c) 252.
d) 258.
e) 266.
Se a meta do setor é a de não ultrapassar 1,2% de faltas por
dia, a porcentagem do total de dias do mês em questão que
56)O gráfico a seguir mostra o desempenho de uma turma em
NÃO será cumprida é de, no ...... , ...... %.As lacunas da frase
uma prova de 15 questões. Foram considerados aprovados os
acima podem ser, correta e respectivamente, preenchidas com:
alunos que obtiveram mais do que 9 acertos.
a) máximo ; 10
b) máximo ; 13
Assinale a opção
c) máximo ; 80
que indica a quan-
d) mínimo ; 10
tidade de alunos
e) mínimo ; 13
reprovados.
59) Um levantamento realizado em 10 bancos de uma cidade,
a) 1
com relação às taxas líquidas anuais de remuneração oferecidas
b) 2
aos seus clientes, forneceu os seguintes valores das taxas colo-
c) 3
cadas em ordem crescente: 8,4%; 8,4%; 9,6%; 9,6%; 9,6%;
d) 4
10,2%;10,8%; 10,8%; 11,4%; 12,0%. O valor da soma da
e) 5
moda e da mediana deste levantamento é igual ao valor da
soma da média aritmética e
a) 9,12%.
b) 9,50%.
c) 9,00%.
d) 9,72%.
e) 9,42%.

60)Em uma empresa, foi feita uma pesquisa entre os funcioná-


rios, para saber por qual time de futebol eles torcem. A quanti-
dade de torcedores de cada time está representada no gráfico
57) Considere a tabela abaixo.
de setores abaixo que destaca os quatro times que mais apare-
Aquisição alimentar domiciliar per capita anual, por áreas
ceram: Mixto(M), Luverdense (L), Cuiabá (C) e Vila Aurora (V).
urbanas (2008-2009)
O setor assinalado com L tem
Aquisição alimentar domiciliar per capita anual, por áreas
ângulo central de 54º. Isto
urbanas dos Municípios das Capitais (Kg)
significa que a porcentagem
Produtos Arroz Feijão dos funcionários dessa em-
Porto Velho 35 9 presa que torcem para o
Rio Branco 24 7 Luverdense é de
Manaus 20 10 a) 10%.
Boa Vist a 32 7 b) 15%.
Belém 18 10 c) 20%.
Macapá 14 7 d) 25%.
Palmas 28 6 e) 30%.
São Luís 40 6
Teresina 42 9 Gabarito dos Exercícios complementares
(Adaptado de: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimen- 01 – C 02 – C 03 – E 04– D 05– B 06 – A
to, Pesquisa de Orçamentos Familiares. 2008-2009) 07 – D 08 – B 09 – C 10 – E 11 – C 12– E
13 – B 14 – B 15 – E 16 – D 17 – B 18 – A
A partir dos dados da tabela, é possível concluir que, nas áreas 19– C 20 – E 21 – D 22 – E 23 – A 24 – C
urbanas consideradas, a média da aquisição per capita anual de 25 – E 26 – E 27 – D 28 – B 29 – E 30 – C
arroz supera a da aquisição per capita de feijão em, aproxima- 31 – A 32 – D 33 – D 34 – A 35 – B 36 – C
damente, 37 – B 38 – B 39 – D 40 – A 41 – C 17 – A
a) 10 kg. 43 – D 44 – D 45 – D 46 – A 47 – D 48 – D
b) 20 kg. 49 – C 50 – D 51 – B 52 – B 53 – B 54 – C
c) 15 kg. 55 – C 56 – E 57 – B 58 – D 59 – E 60 – B
d) 5 kg.
e) 25 kg.

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PROBABILIDADES 01) O quadro a seguir mostra a distribuição das idades dos
funcionários de certa repartição pública:
1. Definições Faixa de idade (anos) Número de funcionários
1.1. Espaço amostral 20 ou menos 2
Dado um experimento aleatório, isto é, sujeito às leis do De 21 a 30 8
acaso, chamamos de espaço amostral ao conjunto formado por De 31 a 40 12
todos os resultados possíveis de ocorrer desse experimento. De 41 a 50 14
Exemplos: Mais de 50 4
• Experimento 1: Lançar uma moeda equilibrada e observar a
face de cima. S1 = {c, k}. Escolhendo ao acaso um desses funcionários, a probabilidade de
• Experimento 2: Lançamento de um dados, observando-se a que ele tenha mais de 40 anos é:
face superior. S2={1, 2, 3, 4, 5, 6}. a) 30%;
b) 35%;
1.2. Evento c) 40%;
Evento é qualquer subconjunto do espaço amostral S. d) 45%;
e) 55%.
Exemplo: no experimento 2, alguns dos eventos são:
A = observa-se um número ímpar.  A = {1, 3, 5} 02) Um tabuleiro de damas tem 32 quadradinhos pretos e 32
B = um número menor que 3.  B = { 1, 2} quadradinhos brancos.

Observações:
1) Sendo A = S, A é um evento certo.
2) Se A = Ǿ, então A é um vento impossível.
Exemplos: no lançamento de um dado comum:
1) obter resultado menor ou igual a 6;
2) no lançamento de dois dados, obter na soma das faces um Um desses 64 quadradinhos é sorteado ao acaso. A probabili-
número maior que 12. dade de que o quadradinho sorteado seja um quadradinho preto
da borda do tabuleiro é:
1.3. Eventos Complementares a) 1/2;
Dois eventos são complementares quando cada um é for- b) 1/4;
mado por todos os resultados que não são do outro. Represen- c) 1/8;
tamos o complementar de um evento A por A ou por AC . d) 9/16;
e) 7/32.

03) (IBFC) Numa caixa vazia foram colocadas bolas idênticas,


A A = com exceção da cor, sendo 7 bolas amarelas, numeradas de 3 a
A A =S 9, e 9 bolas brancas numeradas de 4 a 12. Se retiramos uma
bola dessa urna, ao acaso, a probabilidade de essa bola ter um
número ímpar ou menor que 5 é:
a) 1/2
b) 3/4
c) 7/8
2. Probabilidade d) 5/8

04) (IBFC) Numa urna vazia foram colocadas 16 bolas verme-


lhas numeradas de 1 a 16 e foram colocadas 20 bola azuis
numeradas de 1 a 20. A probabilidade de sortearmos uma bola
dessa urna e nela constar um número maior que 11, sabendo
que ela é vermelha, é igual a:
a) 5/32
b) 14/32
c) 6/16
Em um experimento aleatório, cujo espaço amostral é equi- d) 5/16
provável, a probabilidade de um evento ocorrer é dada pelo
quociente entre o número de casos favoráveis e o número de 3. Eventos Mutuamente Exclusivos
casos possíveis. Dois eventos são mutuamente exclusivos quando não pos-
Sendo n(A) o número de elementos de um evento A e n(S) o suem elemento comum. Assim, por exemplo, no lançamento de
número de elementos do espaço amostral E, (E   e A  um dado, o evento A ocorrência de número maior que 5 e o
S), a probabilidade do evento A, P(A), é o número: evento B ocorrência de número ímpar são exclusivos, pois
A = {6} e B = {1, 3, 5}.
n( A)
P( A)  A e B são exclusivos: A  B = . Nessa hipótese:
n( S )
P(A  B) = P(A) + P(B)

Em que n(A) é o número de casos favoráveis ao evento 4. Teorema da multiplicação


A e n(S) o número de casos possíveis, desde que sejam igual- P(A e B) = P(A). P(B│A)
mente prováveis (equiprováveis). Para eventos independentes: P(A e B) = P(A). P(B)

EXERCÍCIOS DE SALA 5. Teorema da soma (para eventos mutuamente exclusivos)


P(A ou B) = P(A) + P(B)

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 IMPORTANTE: * Conectivo OU  SOMA
* Conectivo E  MULTIPLICAÇÃO 09) No departamento de contabilidade de certa empresa traba-
lham 1 homem e 4 mulheres. O diretor do departamento pre-
EXERCÍCIOS DE SALA tende escolher por sorteio duas dessas pessoas para trabalhar
com um novo cliente. A probabilidade de que as duas pessoas
05) Cada uma das 13 letras do nome “SANTA CATARINA” é sorteadas sejam mulheres é de:
escrita em um cartão e todos os cartões são colocados em uma a) 50%;
urna. Aleatoriamente, são então retirados, sucessivamente e b) 60%;
sem reposição, dois cartões. A probabilidade de um dos cartões c) 70%;
retirados conter a letra S e o outro cartão retirado conter a letra d) 75%;
C é de: e) 80%.
2
a)
13 10) Em uma turma de vinte alunos, há dois com necessidades
3 educativas especiais. Para a realização de um determinado
b) trabalho em grupo, o professor irá sortear, em sequência, dois
39 alunos aleatoriamente. A probabilidade de que os dois alunos
1 sorteados sejam exatamente os dois alunos com necessidades
c) educativas especiais é de
78
29
1 a)
d) 190
156
1
25 b)
e) 190
156
1
c)
06) Uma urna contém apenas bolas brancas e bolas pretas. São 20
vinte bolas ao todo e a probabilidade de uma bola retirada alea- 1
toriamente da urna ser branca é 1/5. Duas bolas são retiradas d)
da urna sucessivamente e sem reposição. A probabilidade de as 19
duas bolas retiradas serem pretas é: 1
e)
a) 16/25 10
b) 16/19
c) 12/19 11) Pedro e Carla estão jogando o seguinte jogo: uma moeda é
d) 4/5 lançada três vezes consecutivas. Em cada lançamento, a proba-
e) 3/5 bilidade de sair cara é igual à probabilidade de sair coroa. Se
saírem pelo menos duas caras consecutivas, Pedro é o vence-
5. Propriedades das probabilidades dor. Se saírem pelo menos duas coroas consecutivas, Carla é a
1) A probabilidade do Evento certo é 100%: P(S) = 1 = 100%. vencedora. Em qualquer outra hipótese, o jogo é considerado
2) A probabilidade do evento impossível é 0: P() = 0 empate. A probabilidade de o jogo terminar empatado é:
1
3) A probabilidade de qualquer evento A é um número no inter- a)
valo de 0 a 1: 0  P(A)  1, qualquer que seja A. 2
4) A probabilidade de um Evento A somada com probabilidade 1
b)
do evento complementar correspondente é igual a 1 (100%). 3
P(A) + P( A ) = 1 1
c)
5) Probabilidade do Evento A  B: 4
P(A  B) = P(A) + P(B) – P(A  B) d)
1
8
EXERCÍCIOS DE SALA 3
e)
07) Em uma cidade do “velho-oeste” americano, do total de 8
pessoas que iam a julgamento, 90% eram condenadas e 10%
eram absolvidas. Das pessoas condenadas, 80% eram realmen- Gabarito dos Exercícios de Sala
te culpadas e 20% eram inocentes. Das pessoas absolvidas, 01 – D 02 – E 03 – D 04 – D 05 – C 06 – C
90% eram realmente inocentes e 10% eram culpadas. Sortean- 07 – E 08 – C 09 – B 10 – A 11 – C
do ao acaso uma das pessoas que foi a julgamento nessa cida-
de, a probabilidade de que ela fosse inocente é: EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES
a) 18%;
b) 20%; 01) As idades das pessoas que trabalham em certa empresa
c) 24%; estão distribuídas em faixas como mostra a tabela a seguir:
d) 25%;
e) 27%. Faixa de idade (anos) Número de pessoa
De 20 até 29 anos 12
08) Uma pesquisa mostra que 80% da população votante de De 30 até 39 anos 20
uma determinada cidade aprova a atuação do prefeito. Em duas De 40 até 49 anos 34
ocasiões diferentes, sorteia-se aleatoriamente uma pessoa vo- Com 50 anos ou mais 14
tante da referida cidade. A probabilidade de que exatamente
um dos sorteados aprove a atuação do prefeito é Se uma dessas pessoas for escolhida ao acaso, a probabilidade
a) 80%. de que tenha menos de 40 anos é:
b) 64%. a) 25%;
c) 32%. b) 30%;
d) 16%. c) 35%;
e) 8%.

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d) 40%;
e) 45%.

02) Um banco solicita a seus clientes uma senha adicional for-


mada por três letras, não necessariamente distintas, entre as
dez primeiras letras do alfabeto. Para digitar a senha em um
caixa eletrônico, aparecem cinco teclas cada uma correspon-
dendo a duas letras:
Teclas Letras O número de maneiras diferentes pelas quais essa bandeira
1 A B pode ser pintada é:
2 C D a) 120;
b) 240;
3 E F
c) 480;
4 G H
d) 720;
5 I J
e) 900.
João percebeu que a pessoa ao lado apertou em sequência as 07) Sete bolas brancas e sete bolas pretas foram distribuídas
teclas 2, 2, 4. A probabilidade de que João adivinhe a senha em quatro caixas, e a figura abaixo mostra quantas bolas cada
dessa pessoa em uma única tentativa é: caixa contém.
1
a)
2
1 2 bolas 3 bolas 4 bolas 5 bolas
b)
3
Sabe-se que:
1
c) ● cada caixa contém, pelo menos uma bola branca;
4 ● a terceira caixa contém quantidades iguais de bolas brancas e
1 pretas;
d) ● a quarta caixa possui mais bolas brancas do que pretas.
6
1 Retirando ao acaso uma bola de cada caixa, a probabilidade de
e)
8 que todas sejam brancas é:
a) 2,5%;
03) Uma urna A contém cinco bolas numeradas com os núme- b) 5%;
ros 1, 3, 5, 7 e 9. Uma urna B também contém cinco bolas, mas c) 7,5%;
numeradas com os números 0, 2, 4, 6 e 8. Retira-se, aleatori- d) 10%;
amente, uma bola de cada urna e somam-se os números das e) 12,5%.
duas bolas. O número de valores diferentes possíveis para essa
soma é: 08) Pedro pergunta a Paulo se ele pode trocar uma nota de R$
a 25; 100,00 por duas notas de R$ 50,00. Paulo responde que tem
b) 21; exatamente R$ 200,00 na carteira em notas de R$ 50,00, R$
c) 17; 20,00 e R$ 10,00, mas não sabe quantas notas tem de cada
d) 13; valor. Sabe apenas que tem pelo menos uma de cada valor.
e) 9. Considere que todas as distribuições possíveis de notas de
R$50,00, R$20,00 e R$10,00 que podem ocorrer na carteira de
04) Considere os conjuntos A = {0, 1, 2, 3, 4} e B = {5, 6, 7, Paulo sejam igualmente prováveis. A probabilidade de que Paulo
8, 9}. São escolhidos ao acaso um número do conjunto A e um possa fazer a troca pedida por Pedro é de:
número do conjunto B e o produto desses números é calculado. 2
A probabilidade de que esse produto seja um número par é: a)
13
a) 60%;
b) 64%; 4
b)
c) 67%; 13
d) 72%; 5
e) 76%. c)
13
05) O número de maneiras distintas de se dispor em fila as d)
6
letras da palavra DETRAN, de modo que a fila comece e termine 13
por vogais é 7
a) 6. e)
b) 12. 13
c) 24.
d) 36. 09) Em uma urna há quinze bolas iguais numeradas de 1 a 15.
e) 48. Retiram-se aleatoriamente, em sequência e sem reposição,
duas bolas da urna. A probabilidade de que o número da se-
06) Gabriel deve pintar a bandeira abaixo de forma que cada gunda bola retirada da urna seja par é:
região tenha uma única cor. Regiões vizinhas não podem ter a 1
mesma cor, mas regiões não vizinhas podem. Ele tem 5 cores a)
2
disponíveis.
3
b)
7
4
c)
7

Página 32
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7 14) A sigla de Assembleia Legislativa do Estado da Bahia é
d) “ALBA”. Embaralhando as letras de ALBA, o número de sequên-
15
cias diferentes que podem ser formadas com essas mesmas 4
8 letras é
e)
15 a) 4.
b) 6.
10) Uma caixa contém 20 bolas, sendo 10% delas azuis e as c) 8.
demais, verdes. Sônia retira uma bola da caixa e constata que d) 10.
ela é azul. Em seguida, Júlia retira outra bola dentre as que e) 12.
restaram na caixa. A probabilidade de a bola retirada por Júlia
ser também azul é: 15) Em votações abertas na Assembleia Legislativa, os deputa-
1 dos X, Y e Z votam em sequência. Sabe‐se que os deputados Y
a) e Z, na hora de votar, têm 60% de probabilidade de acompa-
20 nhar o voto do deputado que votou imediatamente antes de
1 cada um deles. Em uma determinada votação aberta, o deputa-
b)
19 do X votou a favor da proposta em votação. A probabilidade do
deputado Z também votar a favor da proposta em votação é
2
c) a) 30%.
19 b) 36%.
2 c) 40%.
d) d) 52%.
20
e) 60%.
1
e)
2 16) Certa época, o DENATRAN enviou para o emplacamento de
automóveis no Maranhão todas as combinações alfanuméricas
11) O coordenador da escola pediu ao inspetor Alberto que de NMP até NNI seguindo a ordem alfabética, e cada uma delas
arrumasse, no pátio da escola, os alunos de certa turma em podendo receber números de 0001 a 9999. O número máximo
forma de retângulo, formando 5 filas de 8 alunos cada uma. de automóveis que podem ser emplacados com essas placas é:
Nessa arrumação, um aluno é chamado de “central” se ele pos- a) 149985.
sui algum aluno à frente, atrás, à direita e à esquerda dele. O b) 159984.
coordenador sorteou, ao acaso, um aluno dessa turma. A pro- c) 179982.
babilidade de que ele seja um aluno central é de d) 199980.
a) 45%. e) 219978.
b) 48%
c) 50%. 17) Uma empresa possui um estacionamento com 24 vagas
d) 55%. para os funcionários mais graduados. As vagas ficam uma ao
e) 60%. lado da outra e são numeradas, consecutivamente, de 1 a 24.
Os diretores ocuparam as vagas cujos números são múltiplos de
12) A tabela a seguir mostra o número de funcionários de uma 5 e as demais serão sorteadas entre os gerentes. Em uma urna
empresa, por idade e por grau de escolaridade. há fichas com os números das vagas restantes (ainda vazias) e
o gerente João, o mais antigo na empresa, será o primeiro a
Fundamental Médio Superior retirar uma delas. A probabilidade que a vaga de João não seja
Até 40 anos 10 20 30 vizinha a nenhuma vaga dos diretores é de
Mais de 40 anos 5 15 20 a) 12%.
b) 30%.
Um funcionário foi sorteado ao acaso e verificou-se que ele tem c) 40%.
grau de escolaridade Médio. A probabilidade de esse funcionário d) 50%.
sorteado ter mais de 40 anos é de e) 60%.
1
a) 18) Em uma determinada cidade, sabe‐se que quando chove
4 em um dia, a probabilidade de chover no dia seguinte é de
2 60%. Nessa mesma cidade, quando chove em um dia, a proba-
b) bilidade de o trânsito engarrafar é de 70% e, quando não chove
5
a probabilidade de o trânsito engarrafar é de 40%. Hoje choveu
3 nessa cidade. A probabilidade de o trânsito não engarrafar
c)
4 amanhã nessa cidade é de
3 a) 30%.
d) b) 42%.
7 c) 45%.
3 d) 60%.
e)
8 e) 70%.

13) Paulo e mais 9 amigos trabalham em uma empresa de 19) Cinco agentes penitenciários estão sentados em cinco ca-
informática. Para fazer a manutenção dos equipamentos, 3 deiras numeradas de 1 a 5 como no desenho abaixo.
pessoas desse grupo serão sorteadas para trabalhar no próximo
sábado. A probabilidade de que Paulo trabalhe nesse sábado é
de
a) 20%.
b) 30%. Dois deles serão sorteados para gozar a folga da Semana San-
c) 40%. ta. Para realizar o sorteio, o comandante escreveu os números
d) 50%. de 1 a 5 em cinco fichas iguais, colocou‐as em uma caixa e
e) 60%. retirou duas delas ao acaso. A probabilidade de que os agentes
sorteados estejam sentados lado a lado é de

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Concurso: GESTOR –SE RACIOCÍNIO LÓGICO e ESTATÍSTICA
Prof. PAULO ROBERTO
a) 20%. Luís retirou duas canetas da gaveta. A probabilidade de que
b) 24%. Luís tenha retirado duas canetas da mesma cor é de
c) 30%. a) 30%.
d) 40%. b) 40%.
e) 50%. c) 50%.
d) 60%.
20) Em um colégio, cinco alunos da turma A e três alunos da e) 70%.
turma B tiveram comportamento exemplar nos últimos dois
meses e o diretor do colégio resolveu fazer um sorteio entre 25) A tabela a seguir mostra os números de processos novos
eles de três entradas iguais para uma peça teatral em cartaz na de duas câmaras criminais hipotéticas A e B, nas duas primeiras
cidade. O diretor irá sortear dois dos cinco alunos da turma A e semanas de um determinado mês.
um dos três alunos da turma B. Assinale a alternativa que indica
o número de resultados diferentes que esse sorteio pode apre- Câmara A Câmara B
sentar. Semana 1 160 40
a) 13 Semana 2 360 72
b) 15
c) 30 Sorteado um desses processos ao acaso, verificou-se que ele é
d) 45 um processo da Semana 2. A probabilidade de o processo
e) 60 sorteado ser da Câmara B é:
9
21) Arlindo, Breno e Cirilo estão jogando um determinado jogo a) ;
tal que, a cada rodada, há sempre um único vencedor. Além 14
1 5
disso, a cada rodada, a probabilidade de Arlindo ganhar é e b) ;
2 9
1 1
a probabilidade de Breno ganhar é . As rodadas são indepen- c) ;
3 4
dentes umas das outras. Eles jogam quatro rodadas consecuti- 1
d) ;
vas. A probabilidade de Arlindo ganhar duas das quatro rodadas 5
e Breno e Cirilo ganharem uma rodada cada um, é de
1
1 e) .
a) 6
6
1 26) Duas urnas contêm cinco bolas cada uma. Uma delas con-
b)
9 tém duas bolas brancas e três pretas e a outra contém três
1 bolas brancas e duas pretas. Retiram‐se, aleatoriamente, uma
c) bola de cada urna. A probabilidade de uma das duas bolas reti-
18 radas ser branca e a outra ser preta é de
1 1
d) a)
36 2
1 1
e) b)
72 5
6
22) Dois números inteiros diferentes são escolhidos aleatoria- c)
mente entre os inteiros de 1 a 13. A probabilidade de que o 25
produto desses dois números seja ímpar é 12
d)
1 25
a)
2 13
e)
6 25
b)
13
7 27) Em uma festa há somente mulheres solteiras e homens
c) casados, acompanhados de suas respectivas esposas. A proba-
13 bilidade de que uma mulher sorteada ao acaso nessa festa seja
7 2
d) solteira é . A probabilidade de que uma pessoa sorteada ao
26 7
19 acaso nessa festa seja homem é:
e)
26 5
a)
7
23) Uma moeda “viciada” é tal que, em um lançamento aleató- 2
rio, a probabilidade de sair “cara” é de 20%. Se essa moeda for b)
lançada duas vezes seguidas, a probabilidade de sair “coroa” 9
nos dois lançamentos é: 7
c)
a) 16% 9
b) 36%
c) 50%
5
d)
d) 64% 12
e) 22% 7
e)
12
24) Em uma gaveta há cinco canetas esferográficas, iguais na
forma, porém duas são vermelhas e três são azuis. No escuro,

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28) Dois dados são jogados. A probabilidade de que o produto
dos dois números sorteados seja maior do que 12 é
13
a)
36
5
b)
12
2
c)
3
1
d)
3
1
e)
2

Gabarito dos Exercícios Complementares


01 – D 02 – E 03 – E 04 – E 05 – E 06 – D
07 – B 08 – D 09 – D 10 – B 11 – A 12 – D
13 – B 14 – E 15 – D 16 – D 17 – E 18 – B
19 – D 20 – C 21 – A 22 – D 23 – D 24 – B
25 – E 26 – E 27 – D 28 – A

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