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Capítulo 3

Material para uso exclusivo de aluno matriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o compartilhamento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo.

Demanda agregada

A macroeconomia compreende o comportamento de variáveis eco-


nômicas (agregados) para todo o sistema econômico. As análises são
feitas em nível global (considerando, por exemplo, a produção de todas
as empresas em conjunto, bem como a soma do consumo de todas
as pessoas). Dessa forma, o objetivo da macroeconomia é determinar
fatores relacionados ao nível da renda e do produto do sistema econô-
mico, a fim de entender o nível de crescimento da produção da econo-
mia ao longo do tempo, além do comportamento do nível de emprego
e a tendência de evolução do nível geral de preços, entre outros. Nesse
sentido, os principais agregados macroeconômicos são: o produto e a
renda nacional, consumo, investimentos e exportações. Assim, são uti-
lizados na definição dos agregados (SANTOS, 2017):

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•• transações com bens e serviços finais;

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•• bens produzidos no ano corrente – produção corrente;

•• variáveis fluxo, cujos valores são gerados ao longo do ano corren-


te, ou seja, têm uma dimensão temporal. Por exemplo: produto
nacional, consumo total e investimento total em um ano qualquer.

Portanto, o conhecimento macroeconômico é fundamental para


o entendimento sobre o crescimento sustentável do país e, em conse-
quência, definir uma estratégia de negócio a partir dos acontecimentos
e tendências macroeconômicas.

1 Identidade macroeconômica básica


A soma da renda obtida pelas famílias de uma sociedade em deter-
minado período resulta na renda nacional (RN). “As firmas, utilizando os
fatores de produção disponíveis, produzirão bens e serviços que serão
oferecidos às famílias” (NOGAMI, 2012, p. 34-35). Nesse sentido, o pro-
duto nacional (PN) representa a produção das firmas. Assim, se toda a
renda das famílias fosse para o consumo, ele retrataria o total de despe-
sas dos indivíduos para adquirir todos os bens e serviços gerados pelas
firmas. A soma dos pagamentos de uma economia, em um período de
tempo, é denominada despesa nacional (DN). E o valor do produto na-
cional é o mesmo da despesa nacional, que é igual à renda nacional: PN
= DN = RN. Isso representa o equilíbrio do modelo econômico simplifica-
do (identidade básica). Nesse sistema, os indivíduos são responsáveis
pelo fornecimento de fatores de produção às empresas, e pelo consu-
mo dos bens e serviços produzidos por elas. Enquanto “as empresas
são responsáveis pela geração e pagamento de renda aos indivíduos, e
pela produção de bens e serviços que serão consumidos por eles”.

Nesse contexto, o cálculo do PIB (Produto Interno Bruto) demons-


tra o crescimento da economia, a identidade macroeconômica. Para
quantificar o PIB, pode-se considerar as despesas feitas pelos agentes

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econômicos. Essas despesas podem ocorrer de diversas formas, in-
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cluindo compras de supermercado até a construção de uma fábrica ou


movimento do comércio externo, por exemplo. Esse conhecimento é
fundamental para o entendimento sobre o uso dos recursos escassos
da economia e dos diversos setores relacionados ao produto. Para o
cálculo, o PIB é dividido em quatro componentes:

1. consumo (C);

2. investimento (I);

3. gastos do governo (G);

4. exportações líquidas (EL).

A fórmula é (a equação é uma identidade) a seguinte:

PIB = C + I + G + EL

2 Fluxo circular e igualdade entre produto,


renda e despesa
Segundo Nogami (2012, p. 27-33) “o fluxo circular da atividade eco-
nômica mostra de forma simplificada a maneira pela qual, indivíduos
e empresas, [sic] interagem na economia, cada qual buscando atingir
diferentes objetivos”. Ou seja, “as firmas procurando maximizar seus
lucros e os indivíduos procurando maximizar a satisfação de seus de-
sejos e necessidades”.

Para ilustrar esse conceito, “consideraremos uma sociedade bem


simples, na qual existam apenas dois setores: indivíduos ou famílias e
empresas”. Assim, “os indivíduos oferecem mão de obra para as empre-
sas, que a utilizam para a produção de bens e serviços, remunerando-os
sob a forma de salários”. E, com os salários, “adquirem bens e serviços
produzidos pelas empresas” (NOGAMI, 2012, p. 27-33).

Demanda agregada 37
Figura 1 – Fluxo circular simplificado

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Ofertam mão de obra

Pagam renda
Salários, juros e lucros

Consumidores Produtores

Pagam pela aquisição de


produtos e serviços

Fluxo do produto
ou serviços
Ofertam produtos e serviços
Fluxo de renda

Fonte: adaptado de Senac (2013).

De acordo com a figura, verificamos a relação estabelecida entre in-


divíduos e empresas; os indivíduos oferecem às empresas os fatores
de produção, tais como: capital, mão de obra e terra. Em contrapartida,
as empresas oferecem o pagamento de renda, tais como: juros, salá-
rios, aluguéis e lucro. As empresas oferecem aos indivíduos os bens e
serviços. Em contrapartida, os indivíduos oferecem o pagamento pelo
consumo desses bens e serviços. Segundo Nogami (2012), os fatores
de produção podem ser classificados em:

•• Terra ou recursos naturais: recursos naturais existentes, tais como


florestas, recursos minerais, recursos hídricos, etc. Compreende
não só o solo utilizado para fins agrícolas, mas também o solo
utilizado na construção de imóveis, estradas, etc.

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•• Trabalho: todo esforço humano, físico ou mental, despendido na
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produção de bens e serviços.

•• Capital ou bens de capital: conjunto de bens fabricados que não


se destinam à satisfação das necessidades por meio do consu-
mo, os quais são utilizados no processo de produção de outros
bens.

•• Capacidade empresarial: o empresário exerce funções funda-


mentais para o processo produtivo.

•• Geração de renda: qualquer que seja a empresa, agrícola, industrial


ou de serviços, ela necessita, para operar, de recursos produtivos.

•• Consumo: demanda total de bens e serviços dos indivíduos em


uma economia e que depende da renda disponível desses indiví-
duos. As despesas para consumo realizadas pelas famílias são o
maior componente da demanda agregada do país.

•• Produto: as empresas, ao utilizarem os fatores de produção dis-


poníveis, produzem bens e serviços oferecidos aos indivíduos.

A seguir, apresentamos um fluxo mais detalhado com a mensura-


ção dos principais agregados econômicos, como eles são produzidos e
distribuídos. Assim, a partir do modelo simplificado, temos as variáveis
do setor externo e do governo sem formação de capital (poupança e
investimentos de qualquer natureza), que apresentam o funcionamento
de um sistema econômico, combinando recursos produtivos dos indi-
víduos (proprietários dos fatores de produção) para as empresas (gera-
dores de produção) e resultando em bens e serviços finais. Os bens in-
termediários (matérias-primas ou insumos do processo de produção de
outros bens são modificações para se transformarem em bens finais)
não estão no desenho do fluxo, eles constam apenas nas transações
mais relevantes:

Demanda agregada 39
Figura 2 – Fluxo circular da renda e a quantificação dos agregados

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Gasto ($) (=PIB) Receitas ($) (=PIB)

Mercado de produtos

Bens de Bens de
serviços serviços
comprados vendidos

Fluxo de bens e serviços


Família Empresas
Fluxo de dinheiro

Ofertam mão de obra


Terra, capital, trabalho Insumos para
e empreendedorismo a produção

Mercado de fatores de produção

Renda ($) (=PIB) Salários, aluguéis, juros e lucros ($) (=PIB)

Fonte: Santos (2017, p.1).

A figura apresenta, portanto, a relação de indivíduos (famílias) com


empresas. Esses indivíduos consomem bens e serviços no mercado
de produtos (gastos com produtos), os quais são fornecidos pelas em-
presas (que obtêm renda com a venda). Os indivíduos oferecem para as
empresas fatores de produção (fluxo de serviços) e são remunerados
com salários (renda; fluxo de dinheiro). Salários, renda, gastos e receitas
fazem parte do PIB. Pela interação entre empresas e famílias, pode-se
quantificar o produto (SANTOS, 2017):

•• ótica da produção: o produto nacional (PN), que é a soma dos valo-


res dos bens e serviços finais, compreende bens de consumo e bens
de capital produzidos por uma economia durante certo período;

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•• ótica da renda: a renda nacional (RN) é a soma das remunerações
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pagas (salários, juros, aluguéis e lucro) aos proprietários dos fato-


res de produção durante certo tempo (ano). É a renda das pessoas
a ser utilizada em consumo, poupança, etc.;

•• ótica da despesa: a despesa nacional (DN) é a soma dos gastos


finais (em bens de consumo e bens de capital) dos agentes econô-
micos para aquisição do produto nacional durante certo período.

Nesse contexto, para gerar um produto, é necessário o pagamento


de remunerações aos proprietários dos fatores (ou insumos) utilizados
na produção. As famílias, de posse de sua renda, gastam sua renda
comprando o produto. Com isso, tem-se a identidade macroeconômica
básica, que representa a igualdade entre os valores gerados sob cada
ótica (Produto = Renda = Despesa), já que o produto mensura os dois
conceitos ao mesmo tempo, da renda total gerada e da despesa total
com bens e serviços.

3 Renda em equilíbrio
Considerando que a demanda sofre influência direta do nível de ren-
da, de modo que se os indivíduos não tiverem dinheiro para o consumo,
não irão consumir, temos:

Figura 3 – Renda em equilíbrio

Pagam renda Y=$ 1.000


Salários, juros e lucros

Consumidores Produtores

Pagam pela aquisição de


produtos e serviços C=$ 1.000

Fonte: adaptado de Senac (2013).

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A figura apresenta, de modo simplificado, o conceito de renda em

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equilíbrio, cujo valor de fluxo (no caso do exemplo, $ 1.000) entre consu-
midores (demanda) e produtores (que pagam a renda) é igual.

De forma mais detalhada, temos:

Figura 4 – Fluxo de renda

Governo

Consumidores Produtores
Mercado financeiro

Setor externo

Fonte: adaptado de Senac, 2013.

A figura anterior representa um fluxo mais detalhado, ou seja, com mais


agentes. Podemos perceber que, nesse sistema, há uma interrelação entre
os agentes. Para que haja equilíbrio nessa situação, temos, como exemplo:

Figura 5 – Exemplo de equilíbrio

Yd= $850 Y= $1.000 Oferta agregada


T= $150 = 1.000

Governo
G= $150

Consumidores Produtores
Mercado financeiro
S= $200 I= $200
Demanda
C= $650 agregada
Equilíbrio: Y=C+G+I =650+150+200
1.000=650+150+200

Fonte: Senac, 2013.

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A figura apresenta uma situação de equilíbrio entre os agentes: go-
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verno, produtores, mercado financeiro e consumidores. Nesse exemplo,


os produtores pagam o valor de $ 1.000 (Y) como remuneração aos
indivíduos. Desse valor, $ 150 vai para o governo (como impostos – T) e
o restante fica para o consumidor (Yd). Desse restante (850), os consu-
midores decidem investir $ 200 no mercado financeiro (S) e o restante
eles consomem produtos (C = $ 650). O governo e o mercado financeiro
investem os valores que possuem nos produtores (respectivamente: G
= $ 150 e I = $ 200). Desse modo, os totais da demanda ($ 1.000 = 650
+ 150 + 200) e da oferta (renda = $ 1000) são os mesmos, resultando,
portanto, em uma situação de equilíbrio.

Dessa forma, a atividade econômica global pode ser definida por va-
riáveis que mensuram o nível de preços, de produção e de emprego.
Essas variáveis podem ser agrupadas em as que afetam a demanda
agregada e as que incidem sobre a oferta agregada. Nesse sentido, as
variáveis sobre a demanda agregada podem incidir (MORCILLO, 2007):

•• diretamente: variáveis não financeiras, tais como consumo, inves-


timento, gasto público e exportações líquidas;

•• indiretamente: variáveis financeiras, tais como a moeda e ou-


tros ativos financeiros (por exemplo, alterações no montante de
moeda afetarão a taxa de juros e, consequentemente, a propen-
são dos indivíduos para gastar).

A demanda agregada engloba bens de consumo (que os consumido-


res adquirem, como alimentos, vestuário, automóveis), bens de capital
(que as empresas compram de fábricas, como equipamento e maquina-
ria), bens (que o Estado compra, como trens, computadores e móveis)
e exportações líquidas (as exportações menos as importações). O total
de compras depende do preço dos bens e de fatores exógenos (como
guerras, clima, fenômenos naturais e das políticas macroeconômicas
do governo). Assim, a demanda agregada representa a quantia que há a
disposição para se gastar em um período de tempo.

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A demanda agregada também está relacionada com a oferta agre-

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gada. A seguir, há um esquema que mostra a composição da demanda
e da oferta agregada:

Figura 6 – Demanda e oferta agregada

Consumo

Investimento
Variáveis não
Gasto do público financeiras
e impostos

Exportações líquidas
Demanda
agregada

Moeda
Variáveis
financeiras
Ativos financeiros
Produção
Nível de preços
Emprego
Margem de
Custos de produção lucros e
custos de
Utilização da capacidade produção
produtiva Oferta
agregada
Capital, trabalho
Variáveis
financeiras
Produtividade

Tecnologia

Fonte: Morcillo (2007, p. 165).

De acordo com a figura, a oferta agregada se relaciona com fatores


como margens de lucro e os custos de produção, utilizando a capacida-
de produtiva, além da quantidade e qualidade dos fatores produtivos em-
pregados, produtividade e tecnologia. “A quantidade de bens e serviços

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oferecidos ou produzidos pelas empresas estará sempre estreitamente
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relacionada aos preços” (MORCILLO, 2007, p. 165 e 167). “A oferta agre-


gada analisa as variações da produção que afetam o nível de preços”.
Assim, a análise da relação entre o nível geral de preços e os custos é
importante. Nesse sentido, “quando os custos unitários da economia
aumentam de maneira generalizada, o nível geral de preços aumen-
ta no curto prazo”. Portanto, um aumento na produção real tem como
consequência um aumento dos custos unitários e do nível geral de preços.

Considerações finais
Neste capítulo, apresentamos os conceitos de fluxo circular e renda
em equilíbrio pela demanda e oferta agregada.

Podemos perceber que todos os agentes econômicos estão inter-


-relacionados, ou seja, é necessário que haja um fluxo regular entre
consumidores, produtores, além de outros agentes, como governo e
mercado financeiro). A macroeconomia analisa essas relações, e é
importante que todos tenham atenção nesses comportamentos e flu-
xos, pois isso afeta diretamente a vida de todos. Por exemplo, se os
consumidores recebem um valor de venda, mas não consomem nem
investem esse valor. Nesse caso, o valor não volta (no fluxo) para os
produtores, o que provoca um desequilíbrio na economia, pois os pro-
dutores não teriam mais dinheiro para produzir e, então, dispensariam
a força produtiva (indivíduos/funcionários) e esta não teria, portanto,
mais renda. Ou, em outro exemplo, se os produtores recebem inves-
timentos e valores de vendas de seus produtos e não pagam a renda
(salários) devida aos indivíduos detentores dos fatores de produção,
esses indivíduos não teriam renda para consumir, provocando um de-
sequilíbrio e, enfim, os produtores não teriam quem consumir seus
produtos e fechariam as portas.

Portanto, o equilíbrio é importante na economia, pois, caso haja de-


sequilíbrio de uma parte, esta será afetada no longo prazo.

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Referências

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MORCILLO, Francisco Mochón. Princípios de economia. São Paulo: Pearson, 2007.

NOGAMI, Otto. Economia. Curitiba: IESDE Brasil, 2012.

SANTOS, Raul. Macroeconomia. Universidade Federal do Ceará – Instituto UFC


Virtual. Disponível em: <http://www.vdl.ufc.br/solar/aula_link/bagp/I_a_P/ma-
croeconomia/aula_01/02.html>. Acesso em: 10 mar. 2017.

SENAC. Economia e ambiente econômico – material complementar: renda em


equilíbrio. São Paulo: Senac São Paulo, 2013.

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