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Desejaria um dia contemplar o infinito

e de lá urrar em todas as direções

e assim descobrir que nem eu nem ele

nada representamos um para o outro

Somos profundo infinito

Desiderium de nós mesmos.

O amor existe

É puro integro verdadeiro e fiel

Pude senti-lo um dia

em meio a anelos ardentes

Apareceu apenas neste dia

e não me lembro de ter vivido este dia.

A eternidade da alma

a complacência do amor

a semente que germina e não nasce

Tudo isso representa um estupor na alma humana

capaz de verter o homem no próprio homem.

O que é a vida humana?

Uma fagulha de eternidade

dançando no infinito lúgubre

de nossa mente.

OBS.: tô te mandando essa encrenca poética que costumava escrever na minha adolescência.
São monoestrofes sem título. Faz o que você quiser com elas, depois não esquece de jogar
fora.