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O Reform Act de 1832 estabeleceu dfinitivamnetea supremacia da classe media.

Nas eleições
que se seguiram, os whigs obtiveram maioria na Cmara dos Comuns. Os tories também
começaram a cortejar a classe capitalista; resultando numa onda de aots parlamentares
favoráveis aos interesses burgueses. Um caso que ilustra bem esse momento foi a revogação
da Lei dos Cereais em 1846: lei que proibia a importação de grãos par a ainglaterra e,quando
permitido, sofria pesada taxação de tarifas. Os capitalistas industriais reclamavam dessa lei
visto que os obrigavam a pagar salários mais altos e limitivam a venda de produtos
manufaturados eingleses no exterior. A revogação da lei dos cererias encaminhou a Inglaterra
para uma politica de livre cambio que coitnuou em vigor ate depois da primeira guerra
mundial.

Nenhuma dessas conquistas beneficou o proletariado. As consequências trágicas da revolução


industrial no âmbito trabalhista fizeram muitos trabalhadores urbanos alistarem-se ao
movimento cartista, organizado em 1838 e comandado por Feargus O’Connor e William
Lovett.

O cartismo erivava seu nome da celebre Carta do Povo, um programa de 6 pontos: 1- sufrágio
universal masculino; 2 – igualdade de direitos eleitorais; 3 – o voto secreto; 4 – legislaturas
anuais;5 – abolicao do censo eleitoral (requisitos de propriedade) para os membros da Camara
dos Comuns; 6- remuneração ads funções parlamentares.

Alguns cartistas preconizavam o uso da violência, porém a maioria limitou as suas atividades a
demonstrações em massa e ao encaminhamento de petições ao parlamento. Apesar de seu
fracasso, o esperito cartista ainda vivia no âmbito das reformas politicas.

Em 1866 o movimento democrático ganhara tal impulso que os lideres de ambos os partidos
insistiam em solicitar o seu apoio. Resultou dai o Reform Act de 1867, que conferia o direito
ao voto a todos os homens moradores da cidade que tivessem residência prorpia e também a
todos que pagasse mum aluguel não inferior a dez libras anuais. pela primeira vez, emancipou
parte da classe trabalhadora urbana masculina para se capaz de votar.

Em 1884, o direito do voto foi ampliado ainda mais com um novo reform act. Seu principal
dispositivo consistia em estender ao campo o direito do voto.

OBS: SUFRAGIO ÁS TRES CLASSES PRINCIPAIS

Lei de 1832 – à classe média

Lei de 1867 – aos trabalhadores industriais

Lei de 1884 – ais trabalhadores rurais

Somente em 1918 ocorre a democratização do sistema eleitorial britânico; pela lei chamada de
“repersentacao popular” , aonde todos os cidadaoes britânicos estavam capacitados para
votar, sem pre requisitos de prorpeidades, apenas como cidadãos.

O segundo fator da evolução da democracia na gra Bretanha foi o desenvolvimento do sistema


de governo degabinete. O gabinete e o orga osoberano do governo, que exerce a suprema
autoridade legislativa e executiva em nome do rei e submete-se a unicamente a vontade do
povo e dos eus repersenteantes na câmara dos comuns.

A evolução da democracia poltiica na gra Bretanha também se deu pela trnasofrmacao da


camra dos comuns. Após a rejeição da Câmara dos Lordes ao " Orçamento do Povo " de 1909 ,
a Câmara dos Comuns tentou estabelecer seu domínio formal sobre a Câmara dos Lordes, que
havia quebrado as convenções ao se opor ao projeto de lei. Com o parliament act de 1911, a
Câmara dos Lordes foi privada de seu poder absoluto de veto à legislação

EMOCRACIA E NACIONALISMO NA FRANÇA

É certo que o reinado de luis filipe, inaugurdado após a ervolucao de julho de 1830, foi mais
liberal que o de seu predecessor, carlos X, mas ainda estava longe de representar o governo
das massas. Luis filipe guiava se pela burguesia e ignorava o proletariado.

A revoluca ofrancesa de 1848 e conhecida como revoluca ode fevereiro. Suas causas iam
desde a exigência de um governo mais democrático, passando eplo revolta causada pela
corrução de luis filipe e o descontentamento dos católicos com atitudes anticlericalis, até a
disseminação do socialismo no seio do proletariado industrial. Mas a revolução de fevereiro
também foi fruto do nacionalismo, faotr que suplantou todos os demais.

Or volta de 1847, o governo de luis filpe havia perdido a simpatia de quas etotalidae de seus
súditos, salvo uma minoria de ricos. A oposição mais decidade vinha dos socialsitas e
nacionalistas. Esses grupos organizaram manifestações destinada a incumbir a necessidade de
reforma no ambiente politio. Após a proibição de uma demonsracao programada para
fevereir ode 1848, levantaram se barricadas na ruas e dois dias depois luis filipe era obrigado a
abdicar.

Um governo provisório, composto de republicanos e socialistas, assumiu o controle do estado


e realizaram eleições para uma assembleia constotuinte. A coligação do partido da burguesia
para proteger os interesses privados fez-se insurgiu uma revolta por parte dos socialistas. Após
esmagamento desse insurreição, os burgueses puderam redigir um projeto de ocnsituica oapra
a segunda republic, aonde adotva o sufrágio nivrsal masculino , asseparacao de poderes,
eleição para presidente, assim como para assembleia legislativa.

A eleição para presidente deu como vencedor Luis napoleão Bonaparte, sobriando de
napoleão, apoiado tnato porconservadores, quanto proletários, e nacionalistas.

Luis napoleão anão se contentou por muito tempo em simples presidente da frança. Em 1851,
dissolveu a assembleia , proclamou se ditador e instarou um plebsicito para a formulação de
uma noa constituição. Após autorizado pelo plebiscito, a nova constiuicao vocnveteu o
presidente em um ditador, com seu mandato prlolongado para 10 anos, e poder exclusivo para
propor leis, declarar a guerra e firmara apz.

Em um ano, luis bonatpore convocou um novo plesbicito e com aprovação, assimiu o titulo de
napoleão III, iperador dos frnaceses.

O segundo império frnaces durou de deszembro de 1852 a setembro de 1870.Seu politica


interna espelhou -se no império anterior, além de uma politica externa agressiva. Anexou a
argelia e estabeleceu um protetorado sobre a indochina. Em 1854, lnacou a guerra a crimeia
contra a russia.

MICROECONOMIA
Maximização de lucros por empresas competitivas: Como a curva de demanda com a qual uma
empresa competitiva se defronta vem a ser

horizontal, de tal modo que RMg = P, a regra geral para maximização de lucros pode ser

simplificada. Uma empresa perfeitamente competitiva deve escolher seu nível de produção

de tal forma que seu custo marginal seja igual ao preço:

CMg(q) = RMg = P

Observe que, dado que as empresas competitivas consideram o preço como fixo, essa é

uma regra para definir o nível de produção, não o preço.

Escolha do nível de produção no curto prazo: Quanto uma empresa deve produzir no curto
prazo quando um de seus insumos (capital) permanece fixo? No curto prazo, uma empresa
opera com uma quantidade fixa de capital e deve escolher

os níveis de seus insumos variáveis (trabalho e matéria-prima) para poder maximizar seus

lucros.

O lucro é maximizado no ponto A, correspondendo ao nível de produção q* = 8 e preço

de US$ 40, pois a receita marginal é igual ao custo marginal nesse ponto. À quantidade q1, a

receita marginal RMg, supera o custo n-larginal CMg i, de modo que o aumento da producd- o
aumenta o lucro. À quantidade q2, 0 custo marginal CMg2 estO acima da receita marginal
RMg2, de modo que a redu0o da produc&) aumento o lucro.. Quando a produção é q* = 8, o
lucro é
representado pela área do retângulo ABCD.

As curvas RMg e CMg cruzam-se nos níveis de produção q0 e q*. Entretanto, no

ponto q0, o lucro claramente não é maximizado. Um aumento na produção além de q0

resulta em um aumento no lucro, pois o custo marginal está muito abaixo da receita

marginal. Podemos estabelecer a condição de maximização de lucro da seguinte forma:

a receita marginal deve ser igual ao custo marginal em um ponto no qual a curva de

custo marginal esteja em ascensão. Essa conclusão é muito importante porque se aplica

às decisões de produção das empresas em mercados perfeitamente competitivos ou não.

Podemos reescrevê-la da seguinte forma:

Regra da produção: se uma empresa está produzindo, ela deve fazê-lo em um nível

em que a receita marginal seja igual ao custo marginal.

Figura 8.3 também apresenta o lucro de uma empresa competitiva no curto prazo. A

distância AB é a diferença entre preço e custo médio no nível de produção q*, que é o lucro

médio por unidade de produto. O segmento BC mede o número total de unidades produzidas.

Por conseguinte, o retângulo ABCD representa o lucro total da empresa.


Uma empresa nem sempre necessita obter lucros no curto prazo, como mostra a

Figura 8.4. A principal diferença entre essa ilustração e a Figura 8.3 é o custo fixo mais

elevado da produção. Isso ocasiona uma elevação no custo total médio, porém não modifica

as curvas de custo variável médio e de custo marginal. No nível de produção q*, que

maximiza lucros, o preço, P, é inferior ao custo médio, de tal forma que o segmento AB

mede o prejuízo médio associado a esse nível de produção. Da mesma forma, o retângulo

ABCD agora mede o prejuízo total da empresa.

Quando se deve encerrar uma empresa? Observe que a firma está perdendo dinheiro quando
seu preço é menor que o custo total

médio no nível de produção que maximiza os lucros, q*. Nesse caso, se houver poucas

chances de melhora das condições, ela deverá encerrar as atividades e sair do setor. Essa

decisão é apropriada mesmo que o preço seja maior que o custo variável médio, como mostra

a Figura 8.4. Se a empresa continua a produzir, ela minimiza suas perdas na produção

q*, mas ainda terá perdas em vez de lucros, pois o preço é menor que o custo total médio.

Observe também que na Figura 8.4, em face da presença de custos fixos, o custo total médio

é superior ao custo variável médio e, assim, a empresa está de fato perdendo dinheiro.
Lembre-se de que os custos fixos não mudam com o nível da produção, mas podem ser
eliminados

se a empresa sair do negócio. (Alguns exemplos de custos fixos são os salários dos

administradores e do pessoal de segurança, além dos custos de eletricidade para manter as

luzes acesas e o ar-condicionado funcionando.)

Fechar as portas sempre será a melhor estratégia? Não necessariamente. A empresa

poderia operar com perdas no curto prazo porque espera tornar-se lucrativa de novo no

futuro, quando o preço de seu produto aumentar ou o custo de produção cair. A operação

com perdas pode ser dolorosa, mas manterá abertas as portas para tempos melhores no

futuro. Além disso, caso se mantenha ativa no longo prazo, a empresa terá a flexibilidade

de modificar o montante de capital utilizado e, assim, reduzir seu custo total médio. Essa

alternativa parece ser particularmente atraente se o preço do produto for maior que o custo

variável médio da produção, pois a operação em q* permitirá que a empresa cubra uma

parte dos seus custos fixos.

POLITICA INTERNACIONAL