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III SEMINÁRIO HOSPITAIS SAUDÁVEIS

SHS 2010

HOSPITAIS SAUDÁVEIS
UMA NOVA ABORDAGEM AO PROJETO DO EDIFÍCIO DE SAÚDE

ARQ. AUGUSTO GUELLI


São Paulo 2010
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
aguelli@bross.com.br
INTRODUÇÃO

HOSPITAIS SAUDÁVEIS:

SUSTENTABILIDADE
AMBIENTAL, SOCIAL E ECONÔMICO

HOSPITAIS DOENÇA X SAÚDE


MELHORAR A SAÚDE E PREVENIR DOENÇAS
NÃO SÓ PROVER TRATAMENTO PARA QUEM ESTÁ DOENTE

ATENÇÃO À SAÚDE CENTRADA NO PACIENTE


INTRODUÇÃO DO HOMEM NO CENTRO DO CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE

QUALIDADE DO AMBIENTE INTERNO


O AMBIENTE ONDE AS PESSOAS VIVEM OU TRABALHAM IMPACTAM NA SUA SAÚDE

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INTRODUÇÃO

O SISTEMA DE ATENÇÃO MÉDICO-HOSPITALAR BRASILEIRO TEM EXIGIDO UM


GRANDE ESFORÇO DAS INSTITUIÇÕES PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE, NO SENTIDO DE:

APRIMORAR O ATENDIMENTO DOS SEUS USUÁRIOS OFERECENDO MAIOR


QUANTIDADE E MELHORANDO A QUALIDADE.

ESTA EXIGÊNCIA NUM AMBIENTE DE FORTE PRESSÃO LEVA AO CONTÍNUO


APERFEIÇOAMENTO DO PROCESSO DE ATENÇÃO DE FORMA A RESPONDER
COM A MÁXIMA EFICIÊNCIA E PRODUTIVIDADE MAXIMIZANDO O USO DO
RECURSO FÍSICOS, GARANTINDO RESULTADOS ECONÔMICO-FINANCEIROS E
A PRÓPRIA SOBREVIVÊNCIA DO SISTEMA.

(FERRAZ, 2008)

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INTRODUÇÃO

UM EDIFÍCIO DE SAÚDE, PARA RESPONDER A ESTE CONTEXTO DE QUALIDADE


E EFICIÊNCIA, DEVE SATISFAZER AS NECESSIDADES TÉCNICAS E FUNCIONAIS
ENVOLVIDAS NO CUIDADO DE SAÚDE INTEGRAL:
• CONSIDERANDO AS RELAÇÕES ENTRE ATENÇÃO E OS ESPAÇOS FÍSICOS;
• SISTEMATIZANDO E DANDO FLUIDEZ À PRODUÇÃO DOS SERVIÇOS;
• CORRELACIONANDO AS ATIVIDADES E PROCEDIMENTOS DE ATENÇÃO COM
OS SERVIÇOS DE APOIO QUE SUPORTAM ESTA OPERAÇÃO, TAIS COMO
LOGÍSTICA DE SUPRIMENTOS, FACILIDADES DE PESSOAL E ADMINISTRAÇÃO.

(BROSS, 1989 e 2010)

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INTRODUÇÃO

ALÉM DAS NECESSIDADES TÉCNICAS E FUNCIONAIS, UMA OUTRA


NECESSIDADE TEM ASSUMIDO GRANDE IMPORTÂNCIA:

O VALOR DA PERCEPÇÃO E A INFLUÊNCIA QUE O ESPAÇO TEM SOBRE OS


DIFERENTES ATORES, TAIS COMO O PACIENTE, O CORPO TÉCNICO E OS
ACOMPANHANTES.

(WESSELS, 2004)

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INTRODUÇÃO

A ARQUITETURA FOCADA NO PACIENTE DEVE ESTAR ADEQUADA


TÉCNICA E FUNCIONALMENTE À REALIZAÇÃO DA ATENÇÃO À SAÚDE
E PROPORCIONAR:

• CUIDADO À SAÚDE
• ERGONOMIA
• PRIVACIDADE
• SUPORTE SOCIAL
• CONFORTO
• OPÇÕES E CONTROLE
• ACESSO AO AMBIENTE EXTERNO
• VARIEDADE DE EXPERIÊNCIAS
• ACESSIBILIDADE E SINALIZAÇÃO
• COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO

(SCHER,1996 )

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EXCELÊNCIA

FUNCIONALIDADE IMPACTO
•USOS •CARÁTER DE INOVAÇÃO
•ACESSOS •SATISFAÇÃO DO
VALOR CIDADÃO
ADICIONADO
•ESPAÇOS •INTERIOR DO AMBIENTE
•INTEGRAÇÃO URBANA
E SOCIAL
EXCELÊNCIA
VALOR VALOR
ADICIONADO ADICIONADO

PADRÃO DE
CONSTRUÇÃO
•DESEMPENHO
•ENGENHARIA
•CONSTRUÇÃO

(AEDET, 2002)
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INFLUÊNCIA DO ESPAÇO
INFLUÊNCIA DO ESPAÇO
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INFLUÊNCIA DO ESPAÇO

CUIDADO MÉDICO: ASPECTOS ERGONÔMICOS

NÍVEL DE SAÚDE: FORTALECE OU ENFRAQUECE

CAUSA DE DOENÇA: PROTEGE OU EXPÕE À INFECÇÃO

(RUBIN, 1998)

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INFLUÊNCIA DO ESPAÇO

“HEALING ENVIRONMENT” É UMA FORMA DE CUIDADO À


SAÚDE QUE ENVOLVE A INFLUÊNCIA DO ESPAÇO FÍSICO
NA RECUPERAÇÃO DO PACIENTE.”

(VARNI, 2001)

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INFLUÊNCIA DO ESPAÇO

O HEALING ENVIRONMENT EXPLORA CINCO CONCEITOS:

1- SUPORTE PSICOLÓGICO:
CRIANDO CONDIÇÕES PARA ATENUAR OS EFEITOS DA DOR, INCERTEZA,
PERDA DE CONTROLE, MEDO DA INCAPACIDADE E MORTE.

2- SENSO DE CONTROLE:
LUZ, SOM, TEMPERATURA, COMUNICAÇÃO.

3- SUPORTE SOCIAL:
ESPAÇO E ESTRUTURA COM INTERAÇÃO SOCIAL.

4- DISTRAÇÃO POSITIVA:
ESTIMULANDO POSITIVAMENTE O PACIENTE ATRAVÉS DO
AMBIENTE - CORES, OBJETOS.

5- DISTRAÇÃO NEGATIVA:
EVITANDO RUÍDO, AGLOMERAÇÃO, MOBILIÁRIO
DESCONFORTÁVEL E INFORMAÇÕES INDESEJÁVEIS.

(RUSS COILE´S HEALTH TRENDS, 2001)

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INFLUÊNCIA DO ESPAÇO

RESULTADOS:

MELHORA A RECUPERAÇÃO DO PACIENTE E REDUZ O CUSTO

• DIMINUI O TEMPO DE PERMANÊNCIA

• REDUZ O USO DE MEDICAMENTOS COMPENSATÓRIOS

• REDUZ A QUANTIDADE DE HORAS DE ENFERMAGEM DO PACIENTE

• ELEVA O MORAL DO “STAFF”


• REDUZ O “TURN OVER” DO PESSOAL

(RUSS COILE´S HEALTH TRENDS, 2001)

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PROJETO BASEADO EM EVIDÊNCIAS
PROJETO BASEADO EM EVIDÊNCIAS
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PROJETO BASEADO
EM EVIDÊNCIAS

O “CENTER FOR HEALTH DESIGN” DEFINE “EVIDENCE-


BASED DESIGN” COMO O PROCESSO DE DECISÃO SOBRE O
AMBIENTE CONSTRUÍDO BASEADO EM PESQUISAS
CIENTÍFICAS PARA OBTER O MELHOR RESULTADO POSSÍVEL
NA RECUPERAÇÃO DOS PACIENTES

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PROJETO BASEADO
EM EVIDÊNCIAS

EFICÁCIA
RESULTADO OBTIDOS EM
CONDIÇÕES IDEAIS
(TEÓRICO/ LABORATÓRIO)

NEM SEMPRE
SEMPRE

EFETIVIDADE
RESULTADOS OBTIDO EM
CONDIÇÕES PRÁTICAS
(MUNDO REAL)

EFICIÊNCIA
RESULTADO OBTIDO COM
VIABILIDADE ECONÔMICA
(CUSTO/ BENEFICIO OU CUSTO/ UTILITY)

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PROJETO BASEADO
EM EVIDÊNCIAS

Adapted by EDAC – The Center for Health Design, 2008 (Malone, Mann-Dooks, & Strauss, 2007)

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PROJETO BASEADO
EM EVIDÊNCIAS

A REVIEW OF THE RESEARCH LITERATURE ON EVIDENCE-


BASED HEALTHCARE DESIGN

• ULRICH ET AL – 2008
• GEORGIA INSTITUTE OF TECHNOLOGY AND THE CENTER FOR
HEALTHCARE DESIGN

ESTE ESTUDO ATUALIZA E EXPANDE A VERSÃO DE 2004, “THE ROLE OF


THE PHYSICAL ENVIRONMENT IN THE HOSPITAL OF THE 21 ST
CENTURY” – ULRICH ET AL - 389 ESTUDOS

RESULTADOS:
SEGURANÇA DO PACIENTE RECUPERAÇÃO DO PACIENTE
DESEMPENHO DO “STAFF”

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PROJETO BASEADO
EM EVIDÊNCIAS
RELAÇÃO ENTRE ELEMENTOS DE DESIGN E O EFEITO NOS CUIDADOS COM A SAÚDE

QUARTO DO PACIENTE
ACESSO A LUZ DO DIA

REDUÇÃO DE RUÍDOS

DESCENTRALIZAÇÃO

QUARTO UNIVERSAL
QUARTOS SINGLES

DOS SUPLIMENTOS
TRANFERÊNCIA
FAMILIARES NO
APROPRIADA

INTERNAÇÃO
ÁREAS PARA
ILUMINAÇÃO

TRILHOS P/
NATUREZA
VISTAS DA

CARPETE

LAYOUT
REDUZ INFECÇÕES HOSPITALARES
REDUZ ERROS MÉDICOS
REDUZ QUEDA DOS PACIENTES
REDUZ SENSAÇÕES DESAGRADÁVEIS
MELHORA NO SONO DOS PACIENTES
REDUZ STRESS DOS PACIENTES
REDUZ DEPRESSÃO
REDUZ TEMPO DE ESTADIA
MELHORA A PRIVACIDADE E CONFIABILIDADE DO PACIENTE
MELHORA A COMUNICAÇÃO ENTRE OS PACIENTES E
MEMBROS DA FAMILIA
MELHORA NO APOIO SOCIAL
AUMENTO DA SATISFAÇÃO DO PACIENTE
DIMINUIÇÃO DE ACIDENTES DO STAFF
DIMINUIÇÃO DO STRESS DO STAFF
AUMENTO DA EFICIÊNCIA DO STAFF
AUMENTO DA SATISFAÇÃO DO STAFF

INDICA QUE A RELAÇÃO ENTRE ESPECIFICOS ELEMENTOS DE DESIGN E O EFEITO NOS CUIDADOS COM O PACIENTE SÃO INDICADOS, DIRETA OU
INDIRETAMENTE, POR ESTUDOS EMPIRICOS VISTOS NESTE RELATÓRIO.

INDICA A EXISTÊNCIA DE EVIDÊNCIAS REALMENTE FORTES INDICANDO QUE INTERVENÇÕES DE DESIGN MELHORAM OS RESULTADOS NA SAÚDE.

(ULRICH ET AL, 2008) aguelli@bross.com.br


PROJETO BASEADO
EM EVIDÊNCIAS

SEGURANÇA DO PACIENTE:
• INFECÇÃO HOSPITALAR
CONTROLE DO AR
ÁLCOOL GEL
REVESTIMENTOS
SISTEMA DE ÁGUA
QUARTOS PRIVATIVOS

• ERROS MÉDICOS
ACÚSTICA
QUALIDADE DA LUZ
TRANSFERÊNCIA DOS PACIENTES

• QUEDAS
CONFIGURAÇÃO DA UNIDADE DE INTERNAÇÃO
(POSTOS DESCENTRALIZADOS - FAMILIARES)
“BEDRAILS”

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PROJETO BASEADO
EM EVIDÊNCIAS

RECUPERAÇÃO DO PACIENTE:
• DOR • DESORIENTAÇÃO ESPACIAL
VISTA PARA A NATUREZA LEGIBILIDADE ESPACIAL
LUZ NATURAL COMUNICAÇÃO VISUAL

• SONO • PRIVACIDADE
BARULHO APARTAMENTOS
LUZ DIVISÓRIAS
INTERAÇÃO COM OUTROS PACIENTES
• COMUNICAÇÃO
• STRESS SUPORTE SOCIAL (PACIENTES, FAMILIARES,
CONTROLE DO RUÍDO (EQUIPAMENTOS, PESSOAL)
ALARMES, VOZES, REVERBERAÇÃO) ANSIEDADE (PARTICIPAÇÃO NO CUIDADO)
NATUREZA REAL OU SIMULADA (ÁGUA,
VEGETAÇÃO, ETC ) • SATISFAÇÃO
QUALIDADE DO ESPAÇO
• DEPRESSÃO
LUZ NATURAL
SOL

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PROJETO BASEADO
EM EVIDÊNCIAS

DESEMPENHO DO “STAFF”:
• FERIMENTOS
TÉCNICAS DE TRANSFERÊNCIA DE PACIENTE
“BEDRAILS”, “LIFTS”

• STRESS
CONFIGURAÇÃO DA UNIDADE DE INTERNAÇÃO
BARULHO
LUZ NATURAL

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“PODE UM EDIFÍCIO QUE É MELHOR PARA OS PACIENTES E SEUS
CUIDADORES PROVER GANHOS FINANCEIROS, MESMO SENDO MAIS
CARO? COM A LIDERANÇA DO HOSPITAL FOCADA EM VALOR,
SUSTENTADA PELO CONSELHO DO HOSPITAL, APOIADA EM
“DESIGNERS” TALENTOSOS, E COM DISPOSIÇÃO PARA ABRAÇAR AS
LIÇÕES DO “EVIDENCE-BASED DESIGN”, A RESPOSTA É “SIM”.

(LEONARD L. BERRY ET AL, 2004)

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“A LIÇÃO CHAVE É QUE O PROJETO DO EDIFÍCIO E DO MODELO DE
ATENÇÃO DEVEM ANDAR DE “MÃOS DADAS” PARA NÓS REALMENTE
OBTERMOS TODO O POTENCIAL DE BENEFÍCIOS DA MASSA DE
EVIDÊNCIAS, DE FORMA EFETIVA, EFICIENTE E NUM AMBIENTE DE
SAÚDE MAIS AGRADÁVEL.”

(LAWSON B. , 2005)

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APLICAÇÃO DAS EVIDÊNCIAS
APLICAÇÃO DAS EVIDÊNCIAS
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APLICAÇÃO DAS
EVIDÊNCIAS

1 PROJETAR ESPAÇOS QUE PROPORCIONEM PRIVACIDADE, DIGNIDADE E


COMPANHIA.
2 POSSIBILITAR VISÃO PARA O EXTERIOR DO EDIFÍCIO AOS PACIENTES.
3 POSSIBILITAR AOS PACIENTES, PRESTADORES E VISITANTES O CONTATO
COM A NATUREZA.
4 PROPORCIONAR CONFORTO E CONTROLE AOS OCUPANTES.
5 CRIAR ESPAÇOS QUE TENHAM LEGIBILIDADE ESPACIAL.
6 UTILIZAR ARTE PARA DISTRAÇÃO.
7 OFERECER ESPAÇO ADEQUADO PARA OS FAMILIARES E AMIGOS PARA
PROMOVER A INTERAÇÃO COM O PACIENTE E A PARTICIPAÇÃO NA SUA
RECUPERAÇÃO.
8 PREVER ÁREA PARA O BEM ESTAR DOS PRESTADORES ONDE POSSAM
DESCANSAR E RELAXAR.

(LAWSON B. , 2005 E ASPECT, , 2008)


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BENEFICÊNCIA PORTUGUESA - SP
BLOCO VI

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APLICAÇÃO DAS
EVIDÊNCIAS
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PERMITINDO QUE OS
PACIENTES SOZINHOS
OU ACOMPANHADOS
TENHAM CONTROLE,
CONFORME SEU
DESEJO, SOBRE O
NÍVEL DE PRIVACIDADE
- SEJA AO REDOR DA
CAMA OU NAS ÁREAS
DE ESPERA.

PROJETAR ESPAÇOS QUE PROPORCIONEM


PRIVACIDADE, DIGNIDADE E COMPANHIA
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APLICAÇÃO DAS
EVIDÊNCIAS
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NÃO SÓ PELO BOM SENSO NA
PRÁTICA DA ARQUITETURA, MAS
PELAS EVIDÊNCIAS DE QUE ESTE
ATRIBUTO CONTRIBUI PARA
RECUPERAÇÃO MAIS RÁPIDA DO
PACIENTE.
HÁ UM SENSO COMUM QUE UM
PACIENTE SE MANTEM MAIS
TRANQUILO QUANDO PODE
CONTEMPLAR A VISTA DO EXTERIOR,
PRINCIPAMENTE ENQUANTO ESTE
ESPERA RESULTADOS DE EXAMES DE
DIAGNÓSTICO.
NO CASO DE UM CUIDADO
PROLONGADO, ONDE É EXIGINDO UMA
MAIOR PERMANÊNCIA, ESPERA- SE
AINDA QUE O PACIENTE POSSA SER
ESTIMULADO POR ESTA VISÃO.

POSSIBILITAR VISÃO PARA O EXTERIOR


DO EDIFÍCIO AOS PACIENTES.
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APLICAÇÃO DAS
EVIDÊNCIAS
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IDEALMENTE, SE O CLIMA
PERMITIR, ESTE CONTATO
DEVE SER FÍSICO ALÉM DE
VISUAL PELO SEU EFETIVO
RESULTADO TERAPÊUTICO.
PLANTAS, IMAGENS
FOTOGRÁFICAS OU
PICTÓRICAS PODEM
AJUDAR
SIGNIFICATIVAMENTE
QUANDO O ACESSO AO
EXTERIOR NÃO É POSSÍVEL.

POSSIBILITAR AOS PACIENTES, PRESTADORES E


VISITANTES O CONTATO COM A NATUREZA
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APLICAÇÃO DAS
EVIDÊNCIAS
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OFERECER AO PACIENTE
CONTROLE DA LUZ,
CORTINAS, PORTAS E
OUTROS.
OFERECER ESTE CONTROLE
NA CABECEIRA DA CAMA É
UM RECURSO MUITO
BARATO.

PROPORCIONAR CONFORTO E
CONTROLE AOS OCUPANTES.
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APLICAÇÃO DAS
EVIDÊNCIAS
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AS PESSOAS PODEM
COMPREENDER O ESPAÇO E,
POR EXEMPLO, ENCONTRAR O
SEU CAMINHO E LOCOMOVER-
SE UTILIZANDO QUASE QUE
SOMENTE SEU “MAPA MENTAL”.
O PROJETO DEVE POSSUIR UMA
HIERARQUIA DE ESPAÇOS ONDE
AS ÁREAS PÚBLICAS E
PRIVADAS ESTEJAM
CLARAMENTE DEFINIDAS PARA
QUE AS ENTRADAS E SAÍDAS
SEJAM ÓBVIAS, E PARA QUE OS
DIFERENTES ESPAÇOS DO
EDIFÍCIO TENHAM DIFERENTES
IDENTIDADES VISUAIS.

CRIAR ESPAÇOS QUE TENHAM


LEGIBILIDADE ESPACIAL
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APLICAÇÃO DAS
EVIDÊNCIAS
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ATRAVÉS DE UMA
PINTURA OU GRAVURA,
UMA ESCULTURA OU
ELEMENTOS NATURAIS.

UTILIZAR ARTE PARA DISTRAÇÃO

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APLICAÇÃO DAS
EVIDÊNCIAS
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NO CASO DE INTERNAÇÃO,
O ACOMPANHANTE
NECESSITA DE ÁREAS DE
DESCANSO E DISTRAÇÃO
COMO PRAÇAS OU
JARDINS.
DEVE SER OFERECIDO
TAMBÉM INSTALAÇÕES
ADEQUADAS COMO
BANHEIROS EXCLUSIVOS
COM A POSSIBILIDADE DE
USO DE CHUVEIROS.

OFERECENDO ESPAÇO ADEQUADO PARA OS FAMILIARES


E AMIGOS PARA PROMOVER A INTERAÇÃO COM O
PACIENTE E A PARTICIPAÇÃO NA SUA RECUPERAÇÃO
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APLICAÇÃO DAS
EVIDÊNCIAS
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OS LOCAIS DEVEM ESTAR


ISOLADOS DOS PACIENTES E
DAS ÁREAS DE VISITANTES.
OS ARRANJOS DO ESPAÇO
DEVEM MINIMIZAR O
PERCURSO DOS
PRESTADORES, ATENUANDO
A FADIGA QUE INDUZ A
ERROS, POR EXEMPLO: O
POSICIONAMENTO DOS
POSTOS DE ENFERMAGEM É
ESTRATÉGICO PARA
FACILITAR O ACESSO AOS
PACIENTES

PREVENDO ÁREA PARA O BEM ESTAR DOS


PRESTADORES POSSAM DESCANSAR E RELAXAR
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“UM BOM PROJETO, BASEADO EM EVIDÊNCIAS, NÃO CUSTA
MUITO E MOSTRA UMA ECONOMIA SIGNIFICATIVA AMPLIANDO O
CICLO DE VIDA DO EDIFÍCIO E A PRÓPRIA QUALIDADE DE VIDA
DOS USUÁRIOS”.

(LAWSON B. , 2005)

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“O SISTEMA DE SAÚDE PODE, E VAI, MUDAR EM GRANDE PARTE
DE DENTRO PARA FORA. CADA PARTICIPANTE NO SISTEMA PODE
DAR PASSOS VOLUNTÁRIOS, HOJE, PARA ENTREGAR MAIS
VALOR. AS ORGANIZAÇÕES QUE O FIZEREM SE BENEFICIARÃO,
MESMO QUE OUTRAS RESISTAM À REVOLUÇÃO“.

(PORTER E TEISBERG, 2007)

aguelli@bross.com.br
ARQ. AUGUSTO GUELLI

OBRIGADO!!
OBRIGADO!!
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BIBLIOGRAFIA

• AEDET (Achieving Excellence Design Evaluation Toolkit), • Rubin HR, Owens AJ e Golden G (1998) An Investigation to
Inglaterra, 2002. Disponível em Determine Whether the Built Environment Affects Patient’s
URL:http://www.chad.nhsestates.gov.uk – acessado em junho Medical Outcomes Center of Health Design, Martinez,
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Sadler BL (2004) The Business Case for Better Buildings, Progress Toward Evidence-Based, USA.
Frontiers of Services and Management, USA. • Scher P (1996) Patient-Focused Architecture for Health
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Guia de Economia e Gestão em Saúde, Barueri, Manole. • The Center for Health and Design (on line). Apresenta esta
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• Lawson B. (2005) Evidence-based Design for Healthcare,
Business Briefing: Hospital Engineering & Facilities Children’s Convalescent Hospital, San Diego, USA.
Management, USA. • Wessels L (2004) The New Dutch Integral Evaluation System
• Porter, ME. e Teisberg EO (2007) Repensando a Saúde –
Called “Qind”- Head Building Department - Netherlands Board
Estratégias para melhorar a qualidade e reduzir custos, Porto for Hospital Facilities, The Netherlands [Apresentado no 24th
Alegre, Bookman. Seminar UIA - International Union of Architets in Public Health
Work Programe, São Paulo in Brazil, 2004].

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