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GRADUAÇÃO: 10º GUB FAIXA BRANCA

A – INTRODUÇÃO – COMANDOS BÁSICOS


B – TCHUN TCHUM (MOA E NARANI) TCHIRIGUI
C – KIBON DON DJAK – TÉCNICA DE MÃO
D – BAL KI SUL – TÉCNICA DE PÉ
E – SADJU TCHIRIGI
F – SADJU AP TCHAGI
G – CONHECIMENTOS GERAIS

A – INTRODUÇÃO – COMANDOS BÁSICOS:

1. TCHARIOT
Levar as mãos lateralmente fechadas ao encontro das coxas e simultaneamente, com a perna
direita fixa e movimentando a esquerda, unir os calcanhares deixando os dedos dos pés
naturalmente afastados. Contudo, o ideal é que os pés fiquem juntos (posição de sentido).

2. TCHUMBI
Na posição de sentido (thariot), abrir a perna esquerda em uma abertura natural de quadril e
simultaneamente sem elevação dos calcanhares, elevar as mãos abertas até a altura do
plexo, e, depois descê-las gradativamente fechando-as, finalizando esse movimento
preparatório com os braços semiflexionados em arco, com as mãos voltadas uma frente à
outra a um punho de distância, e, mantendo a distância de um punho do corpo, concluindo o
movimento com firmeza natural abaixo do nó da faixa.

3. TIRO-TORA
Meia volta, girar o pé da frente e abrir a perna de trás, em largura e comprimento natural
conforme a base exige, finalizando com a execução do último movimento e a manifestação
do Kirab (grito forte).

4. KUMAN (PARAR, CESSAR)


Voltar para a posição inicial de Tchumbi.

5. IUL TCHUM CHÔ


Descansar com as mãos para traz: a mão esquerda segura o punho direito.

6. KIUN NHE
Cumprimentar: fazer flexão do quadril em 30º e o pescoço em 15º.

7. RETIOT (RETCHÔ)
Liberado: cumprimenta e sai.
BASES: SOGUI (POSIÇÕES BÁSICAS FUNDAMENTAIS)
9. TCHUN-TCHUM-SOGUI

Afastamento lateral dos pés, em duas larguras naturais de quadril, com as mãos fechadas
acima da linha da cintura e da faixa, joelhos semiflexionados (120° ≈ 130° graus), tronco
ereto e pés paralelos.

11. MOA-SOGI
Pés paralelos e juntos com as mãos fechadas acima da cintura.

12. AP-SOGI
Base em posição de andar natural e normalmente, um passo.

13. AP TCHU TCHUM SOGI


Base de luta tradicional – uma passada de normal com os dois pés esguiados de 30º
diagonais em relação ao movimento.

14. AP-KUBI
Base longa com flexão do joelho da perna da frente (110° ≈ 120° graus), com extensão
natural do joelho da perna de trás, tendo esta base como largura o afastamento lateral de um
pé, tendo de dois a três pés de comprimento com o pé de trás esguiado de 15°a 30° graus, o
joelho em relação ao pé da frente na posição do tronco centralizado, deve-se enxergar
apenas a ponta do dedão do pé da frente.

15. TIT KUBI


Base média com flexão dos joelhos, ficando o joelho da frente flexionado no ângulo de:
120° ≈ 130° graus; e o joelho de trás em: 110° ≈ 120° graus), ficando os pés
perpendiculares (em 90° graus, calcanhar/calcanhar) em abertura natural de dois pés de
comprimento (ex: se o pé tem 20 cm a distância será de 40 cm), com a rotação natural do
quadril, com o tronco perpendicular aos dois joelhos.

16. POOM SOGI


Base curta (tamanho de um passo), ficando as duas pernas semiflexionadas, estando o pé da
frente na direção frontal com o calcanhar parcialmente elevado com apoio na ponta da sola,
ficando o pé de trás e o quadril dispostos em 30° em relação ao pé da frente, estando o
corpo com 70% do peso sobre a perna de trás, esta base é conhecida comunmente como
base do tigre.
B – TCHUNTCHUM, NARANI E MOA (TCHIRIGI)
1. TCHU TCHUM SOGI JUMOK MONTON TCHIRIGI
A partir do tchumbi, apontar o braço direito (cotovelo estendido) e abrir a perna esquerda
para cair na posição de dois pés de largura, os joelhos ficam semiflexionados, concluindo-se
o movimento aplicando-se com a mão esquerda um soco na altura do plexo, executa-se os
cinco movimentos de forma sequencial, ou seja: apontar o braço direito, abrir a perna
esquerda, socar com o mão esquerda, recolher a mão direita à cintura e gritar.

2. NARANI SOGI DJUMOK MONTON TCHIRIGI


Em largura natural de quadril, pernas paralelas e joelhos estendidos, deve-se movimentar
somente a perna esquerda para se chegar a essa base, sendo o soco desferido ao plexo de
forma sequencial ao trocar de base.

3. MOA SOGI DJUMOK MONTON TCHIRIGUI.


Com as pernas e pés juntos e joelhos estendidos, deve-se unir a perna esquerda à direita e
socar ao plexo, sequencialmente ao grupamento das pernas.
OBS.:
• O número de socos máximos a serem cobrados nas avaliações fica limitado a 3 (três),
usando-se a pronuncia da palavra TAE-KWON-DO (Pronúncia TÊ-QUAN-DÔ) ou seu
fracionamento.
• Aproximação natural dos calcanhares, movimentando a perna esquerda. Quando juntos,
simultaneamente executa-se o soco;
• Nas trocas de base e de tipo de técnica haverá grito e quando for pedido pelo examinador.

C – TÉCNICA DE MÃO – KIBON DON DJAK – FAIXA BRANCA

1. AP KUBI DJUMOK ARE TCHIRIGUI


Com a mão fechada socar com os côndilos dos dedos indicador e médio na altura da bexiga
(no centro e abaixo do umbigo), sendo a saída desta mão fechada acima da faixa,
especificamente junto à crista ilíaca. De forma sincronizada um braço retorna acima da
faixa (cotovelada) e o outro ataca a frente.

2. AP KUBI DJUMOK MONTON TCHIRIGUI


Com a mão fechada socar ao plexo com os côndilos dos dedos indicador e médio,
especificamente no estômago (no centro e acima do umbigo).

3. AP KUBI DJUMOK OLGUL TCHIRIGUI


Com a mão fechada socar ao rosto com os côndilos dos dedos indicador e médio,
especificamente entre o lábio superior e o nariz.
4. AP KUBI PALMOK RETCHIO ARE MAKI.
Cruzar livremente os antebraços na altura do tórax com os punhos voltados para o peito,
sendo o braço da frente no cruzamento o mesmo da perna de trás, a defesa e feita
lateralmente com os dois antebraços de forma simultânea ao lado da coxa e com a batida do
pé a frente, concluindo o movimento a mais ou menos 30cm de distância do quadril, com os
cotovelos semiestendidos, com o osso rádio braquial voltado á frente.

5. AP KUBI PALMOK ARE MAKI


Defender com o antebraço abaixo da faixa, no cruzamento deve-se levar à parte interna da
mão fechada, aquela que ira defender no ombro (deltóide), unindo-se a costa deste
antebraço com braço e antebraço oposto, (sobreposição os mesmos), concluindo-se a defesa
com a parte interna da mão fechada acima e na altura mediana da coxa, estando o cotovelo
estendido.

6. AP KUBI PALMOK OLGUL MAKI


Defender acima da cabeça, cruzando naturalmente o antebraço que defende por baixo,
punhos frente a frente, no sentido horizontal e na altura do tórax ou do plexo, finalizando
esta defesa com o cotovelo em um ângulo de 130°, a frente da testa e acima da cabeça, com
o bíceps na altura do ouvido.

7. AP KUBI PALMOK MONTON MAKI


Defesa com o antebraço em semicírculo de fora para dentro ao tronco, inicia-se o
movimento de preparação abrindo-se o braço e antebraço do lado do quadril, em 90° graus,
com o punho estando fechado e voltado para fora na altura do ombro, finalizando-se o
movimento de rotação com a parte interna do antebraço voltada para o tronco, com a mão
paralela à altura do ombro e com o cotovelo na frente do estômago.

8. AP KUBI AN PALMOK MONTON MAKI


Defesa com o antebraço de dentro para fora ao tronco, com o cruzamento natural do
antebraço que defenderá por baixo na altura do quadril, costa com frente do outro membro
sem necessariamente se encontrarem, finalizando-se o movimento de rotação do quadril
lançando-se a parte externa do antebraço na altura do tórax a frente do ombro e com trajeto
de varredura passando à frente do estômago.

9. AP KUBI HANSONNAL PAKAT OLGUL MAKI


Similar à defesa anterior (an palmok monton maki), contudo, irá ser executado o
movimento preparatório com a mão aberta que defenderá abaixo do outro antebraço, com a
palma desta mão voltada naturalmente para o tronco, que sairá da linha da cintura com os
antebraços frente a frente, sem que necessariamente se encontrarem ou se toquem,
finalizando-se o movimento de rotação do quadril lançando-se a parte interna do antebraço
e da mão aberta na altura do ombro e com trajeto de varredura passando à frente da face.
10. QUEROGUI JAIU (JAZE) AP TCHUN TCHUM SAGUI PAKAT PALMOK
KODRO MONTON MAKI
Na base de luta executar defesa com os antebraços, em postura de preparação para luta
(posição de guarda), estando o braço com o cotovelo de trás semiflexionado, com a mão
fechada abaixo do nível do queixo e o outro antebraço ficando também com o cotovelo
semiflexionado à frente do corpo, com a mão fechada na altura do ombro e com o punho
voltado para frente. Inicia-se o movimento com a semiextensão dos cotovelos para trás na
altura mediana do troco, do lado proporcional à movimentação do braço que ficará à frente,
concluindo-se com o lançamento com força dos antebraços e com os cotovelos
semiflexionados à frente com o corpo/tronco lateral e pés dispostos diagonalmente.

REGRAS BÁSICAS PARA O FEITIO DAS TÉCNICAS DE MÃO:


A partir do Tchumbi, inicia-se a técnica de mão sempre recuando a perna direita
defendendo are bande maki. Uma das mãos executará o movimento solicitado e a outra
normalmente irá naturalmente para a linha da cintura, quando for o caso, executando
movimento com força, velocidade e controle de respiração, usando-se sempre a alavanca
contraria com o torque proporcional dos membros.
A altura de finalização do movimento obedece ao padrão técnico anteriormente explicado
e cada técnica (movimento de braço - antebraço) termina conjuntamente com a finalização
da base.
O mesmo se deve observar quando do movimento de meia volta (tiro tora), repetindo
apenas o movimento de Ap Kubi Palmok Até Bande Maki.
O princípio básico dos movimentos é a rotação, seja de ataque ou de defesa, do braço
e/ou mão.
A cada técnica, início ou mudança, deve-se executar o Ki-Rab (gritar), inclusive no
movimento de meia volta (tiro tora).

• Altura do punho; • Ângulo do braço; • Preparação.

Detalhes da técnica: • No final do movimento observar se o punho e o pulso estão no


centro do corpo; • O braço dobra entre 90º e 120º; • O punho do braço que bloqueia deve
estar alinhado com o ombro; • Não dobrar o pulso do punho que bloqueia; • O punho do
braço que bloqueia não deve ultrapassar a linha do ombro na preparação da aplicação da
técnica.
DEFINIÇÕES SOBRE ALTURA: Olgul, Monton e Aré.
Devido a modalidade de disputa KEROGI ser a mais promovida, até então sem novidades,
há uma confusão na hora da aplicação e execução das técnicas de POOMSAE. Vejamos: •
No Kyorugi, momtong é a área entre o acrômio (ponta da escápula) e a crista ilíaca (linha
superior da bacia), e orgur é toda região acima do colar cervical, ou seja, a base do pescoço
incluindo a garganta, aré é a região abaixo da crista ilíaca. • No Poomsae temos a diferença,
enquanto nas regras do Kyorugi as regiões compreendem partes do corpo entre um ponto ao
outro, no Poomsae o que chamamos de olgul, momtong e aré possuem pontos exatos,
pontos estes fundamentais para a exatidão e precisão no momento da aplicação da técnica.
O ponto olgul é o ponto que fica no lábio superior e chamamos de YN JUN, momtong é o
ponto que fica no plexus solar e chamamos de MIONCHI, aré fica entre o umbigo e a
região genital, chamamos DANJON.

D – TÉCNICA DE PÉ – BALL KI SUL – FAIXA BRANCA

Todas as técnicas serão executadas na base de Tchuntchum Sogi e de luta (KERUGI


JAZÉ) a partir desta graduação, deverá se recuar a perna esquerda fazendo a guarda,
posição de luta. Após a conclusão do chute, deve-se finalizar o movimento com o
lançamento da guarda à frente, conjuntamente com o feitio da base.

Os chutes podem ser cobrados (com ou sem os pequenos saltos usados tradicionalmente
na luta), em movimento à frente, no mesmo lugar, coletivamente ou individualmente, a
critério do examinador a partir desta graduação.

1.TIT BALL BANDALL TCHAGI

Chutar diagonalmente com o peito (dorso) do pé de trás ao plexo, havendo a semiflexão do


tronco e a rotação do quadril, acompanhando o movimento natural da perna.

2. TIT BALL AP TCHAGI

Chute frontal com a perna de trás batendo com a ponta da sola do pé na altura do plexo ou
rosto, nesta técnica tem que haver inicialmente a elevação frontal da cocha (flexionada entre
45º a 90º) apontando-se o joelho na altura do rosto ou plexo, ou seja, na altura da execução
do chute, o qual é concluído com a extensão do joelho (“perna estendida”). O pé deverá
estar estendido e os dedos flexionados (posição dorso flexão dos dedos - Balbadak). A
mesma trajetória do movimento de ataque deverá ser a mesma de retorno à base
(movimento contrário de extensão e de flexão).

3. TIT BALL NERYO OLIGI

Levantar a perna de trás estendida frontalmente (oligi = elevação frontal) entre a guarda à
maior altura possível, e descendo-a estendida. Observação: o pé deverá estar naturalmente
estendido alinhado com a perna e o tronco deverá estar ereto.

4. TIT BALL PAKAT TCHAGI

Elevar frontalmente a perna de trás estendida em semicírculo com rotação de dentro para
fora, aduzindo esta perna e cocha em 30º, caindo em seguida no centro, demonstrando-se a
flexibilidade frontal, equilíbrio, adução, abdução natural e coordenação motora. A posição
do pé de trás no ato da execução da técnica deverá ser em inversão (Balnal).
5. TIT BALL AN TCHAGI

Elevar frontalmente a perna de trás estendida em semicírculo de fora para dentro, abduzindo
esta perna e cocha em 30º à 40º, caindo em seguida no centro, demonstrando-se a
flexibilidade frontal, equilíbrio, abdução, adução natural e coordenação motora. A posição
do pé de trás no ato da execução da técnica deverá ser em inversão (Balnaldeung).

6. TIMIO AP BALL AP TCHAGI

Chute com projeção (impulsão e certa expulsão), batendo com a ponta da sola do pé da
perna da frente na altura do rosto, inicia-se a execução da técnica transpondo-se
dinamicamente a perna e joelho de trás com o lançamento desta para cima e para frente, em
seguida a perna da frente estará com o joelho flexionado, com a extensão e a flexão dos
dedos do pé desta perna, conclui-se o movimento no ar, com a extensão completa do joelho
da perna da frente, batendo-se com a ponta da sola do pé.

NA BASE TCHUNTCHUM SOGI


7 – TCHUNTCHUM SOGI TIT BALL TOLHO TCHAGI

Em base lateral com os joelhos semiflexionados, efetuar chute em semicírculo na altura do


rosto com a perna de trás.

8 – TCHUNTCHUM SOGI TIT BALL YOP TCHAGI

Em base lateral com os joelhos semiflexionados, efetuar chute com a faca do pé na altura do
rosto com a perna de trás.

9 – TCHUNTCHUM SOGI TIT BALL TIT TCHAGI

Em base lateral com os joelhos semiflexionados, efetuar giro costal e em seguida efetuar
chute com o calcanhar na altura do tronco com a perna de trás.

E – SADJU TCHIRIGI – FAIXA BRANCA


SADJU TCHIRIGUI: Sequência de movimentos coordenados de defesa e ataque em 4
direções, com 18 (dezoito) movimentos no total, sendo iniciada no sentido anti-horário;
PRIMEIRA FASE (sentido anti-horário – lado esquerdo): inicia-se a sequencia
recuando a perna direita na base AP KUBI, combinado com uma defesa abaixo da faixa
(PALMOK ARE MAKI), após eleva-se o braço esquerdo/cotovelo estendido, apontando-se
naturalmente a mão esquerda com o avanço sequencial da perna direita a frente, e,
simultaneamente ao contato do pé direito ao solo, soca-se com a mão direita ao plexo (AP
KUBI JUMOK MONTON TCHIRIGUI), em seguida, deve-se girar naturalmente em 90º
(aperna direita deverá executar tal trajetória angular – em L -, ou seja, deverá passar
paralelamente a outra perna, devendo os joelhos estarem semiflexionados, e depois mover-
se para trás em linha reta) no sentido anti-horário defendendo com o antebraço esquerdo
abaixo da faixa (AP KUBI PALMOK ARE MAKI), dando prosseguimento desta mesma forma,
girando no sentido anti-horário de 90 em 90° graus, mais três vezes em três direções,
terminando esta primeira fase no 10° movimento (AP KUBI JUMOK MONTOM TCHIRIGI)
com a mão direita, em seguida avança-se com a perna esquerda atacando com um soco ao plexo
com a mão direita e se expressando verbalmente por meio de um grito forte (11° movimento),
devendo em seguida a partir do último movimento realizado iniciar-se a SEGUNDA FASE:
(lado direito – sentido horário). Sequência coordenada de 8 (oito) movimentos, obedecendo os
mesmos critérios proporcionais da primeira fase, devendo-se atentar para que a movimentação
deva ser iniciada recuando-se a perna esquerda defendendo-se com o ante braço direito, no
sentido horário, avançando-se e socando com a mão esquerda, para em seguida girar de 90 em
90° graus no mesmo sentido horário, para a partir daí recua-se e avançar-se em três direções,
executando-se exatamente toda a movimentação de ataque e defesa. Finalizando com a perna
esquerda atrás, defendendo com o antebraço direito e atacando socando parado ao plexo com
mão esquerda (PALMOK ARE MAKO, JUMOK BARO MONTOM TCHIRIGI), e, grito
forte, concluindo-se com a sequência com o recuo da perna direita em TCHUMBI, ao comando
de KUMAN.

F – SADJU AP TCHAGI
SADJU AP TCHAGI: Sequência de movimentos coordenados de ataque com o chute AP
TCHAGUI em 4 direções, sendo 10 (dez) movimentos no total, inicia-se chutando com a perna
esquerda e depois com a direita.
PRIMEIRA FASE(sentido horário – lado direito): inicia-se a técnica na base NARANI
SOGI, combinando esta com os braços, na posição relaxada (COM OS PUNHOS
NATURALMENTE FECHADOS), em sequência chuta-se (AP TCHAGUI ) com a ponta do
pé esquerdo, estando o troco ereto, e chutar com o pé direito, após gira-se naturalmente na
pontas dos pés(direita volver), para o lado direito (sentido horário) – a partir deste momento a
base dos chutes é AP SAGUI –,dando prosseguimento desta mesma forma, girando no sentido
horário de 90 em 90° graus, mais três vezes em três direções, terminando a sequência com salto
(passa a perna esquerda e chuta com a direita) executa-se o chute pulando TIMIO AP BALL AP
TCHAGI com grito, em seguida inicia-se o movimento anti-horário. Finalizando na base Narani
sogi.
SEGUNDA FASE (sentido anti-horário – lado esquerdo): inicia-se a técnica na base
NARANI SAGUI, combinando esta com os braços com os punhos fechados naturalmente
relaxados, em sequência chuta-se (AP TCHAGI ) chutar com a ponta da sola do pé direito e do
pé esquerdo, após gira-se naturalmente na ponta dos pés(esquerda volver), para o lado esquerdo
(sentido anti-horário) – a partir deste momento a base dos chutes é AP SAGUI, dando
prosseguimento desta mesma forma, girando no sentido anti-horário de 90 em 90° graus, mais
três vezes em três direções, terminando a sequência com salto (passa a perna direita e chuta-se
com a esquerda) executa-se o chute pulando TIMIO AP BALL AP TCHAGI com grito
(KIHAB). Concluindo-se automaticamente em NARANI TCHUMBI SOGI.
G – CONHECIMENTOS GERAIS

01 - O que é o TAEKWONDO?
R: Milenar arte marcial coreana, de defesa pessoal, sendo, ao mesmo tempo, filosofia e um
movimento ativo da educação física, que foi rapidamente difundida em todo mundo se
transformando atualmente no mais novo esporte olímpico de contato.

02 - O que significa a palavra TAEKWONDO?


R: TAE (pé), KWON (mão), DO (caminho espiritual) - caminho dos pés e das mãos.

03 - Quais foram os nomes primitivos do TKD e suas modificações?


R: Inicialmente era chamado SOO BAK, e posteriormente passou a ser chamado de “TAE
KYON”, finalmente TAEKWONDO oficialmente registrado em 1955.

04 - Onde nasceu o TKD?


R: Na Coréia.

05 - Quando originou-se o TAEKWONDO?


R: O TKD, possui tempo de origem indefinido, mas há fortes evidências de que originou-se a
partir do momento em que nasceram os coreanos pré-históricos, há mais de 2.000 a.C.

06 - Quem foi o fundador do TKD?


Não existe uma pessoa definida como fundador, sabe-se apenas que ele foi originado com a
necessidade dos coreanos Pré-históricos em sobreviverem dos perigos dos animais selvagens, e
das guerras entre as aldeias.

08 - Quem mais pesquisou e desenvolveu, como também oficializou o antigo TKD?


R: Foi o General “Kim You Shin”no ano 600 d.C.

09 - Em que local da Coréia nasceu o TKD?


R: Não podemos citar especificamente o local, mas diz-se que o TKD, nasceu e espalhou-se por
toda a Coréia. Nos reinos de (SILLA, KOGORYO E BAEK JE).

10 - Qual é o objetivo do TKD?


R: Controle de peso, desenvolvimento físico e mental de uma maneira geral para o bom senso e
humanista entre os praticantes.

11 - O que proporciona o TKD, a seus praticantes?


R: Rapidez, flexibilidade, perseverança, autocontrole, domínio mental, formação moral,
intelectual e sensorial.

12 - O que foi HWA RANG DO?


R: Foi um grupo de jovens guerreiros de elite, treinados em artes marciais e filosofias profundas
com o objetivo de defender e unificar seu país no ano 576 d. C., na Coréia em Sorabol do Silla.

13 - Quantas técnicas tem o TKD e em quantas partes se divide?


R: Mais de 3.000 técnicas de defesas e ataque com os pés e mão, sendo dividido em três partes:
forma, luta e quebramento.
14 - Quais foram as meditações ou lema de HWA RANG DO?
A) Obediência a seu rei.
B) Respeito aos pais.
C) Lealdade para com os amigos.
D) Nunca recuar ante o inimigo.
E) Só matar quando não houver outra alternativa.

15 - Qual é o objetivo básico do TKD?


R: Melhoramento da saúde, formação moral e inteligência e mediador da paz no mundo inteiro.
taekwondo, expedi e outorga as graduações de faixas pretas e dans, e é o nome do estilo que
praticamos.

16 - Quando foi fundada e o que é KUK KI WON?


R: No dia 30 de novembro de 1972, em Seoul Coréia do Sul, entidade internacional que
pesquisa o

17 - O que significa THE WORD TAEKWONDO FEDERATION?


R: Federação Mundial de TKD, órgão controlador do esporte no mundo inteiro.

18 – Qual é o nome e a graduação do seu professor/mestre?

19 - O que é KUK KI WON?


R: É o quartel general do taekwondo. A sede está localizada em Seoul Coréia do Sul.

20 - Quais são as tarefas da KUK KI WON, e seu presidente?


R: Outorga do grau de faixa preta internacional, Formação de mestres internacionais,
Administrar reuniões e seminários técnicos de TKD, Desenvolvimento e pesquisa para
melhoramentos técnicos e Controle sobre assuntos de TKD.

21 - Quais são os pensamentos fundamentais do TKD?


R: Cortesia, Modéstia, Perseverança, Controle de si e Espírito Indomável.

22 - Quando o Comitê Olímpico Internacional (COI) oficializou o TKD como esporte


internacional?
R: Em junho de 1977.

23 - Quando o TKD entrou definitivamente nas Olimpíadas?


R: Em 1996, Atlanta - U.S.A., sede dos jogos olímpicos consagrando o TAEKWONDO como
esporte olímpico definitivamente e valendo medalha em Sidney - Austrália no ano 2.000.

24 - Quais são os países que o TKD está sendo divulgado?


R: Em todos os países livres e alguns comunistas. Num total de 192 países.

25 - Qual o local que foi realizado o 1º Campeonato Mundial de TAEKWONDO?


R: Coréia do Sul KUK KI WON (W.T.F.) em 1973.
26 - Onde foi realizado o 2º Campeonato de TKD e os demais?
R: O 2º campeonato foi realizado em dois locais: Eliminatórios no KUK KI WON e a final no
ginásio JANG CHUNG em SEOUL CORÉIA em 1975. O 3º campeonato mundial de TKD, foi
realizado em 15 de setembro de 1977 CHICAGO U.S.A., com a participação do atleta Paulo
Roberto do Brasil, da cidade do Rio de Janeiro, 1ª a participar oficialmente representando nosso
país. O 4º campeonato mundial de TKD, foi realizado na Alemanha Ocidental em outubro de
1979. O 5º campeonato mundial de TKD, foi realizado na cidade de GUAYA QUIL
EQUADOR de 24 a27 de fevereiro de 1982 com a participação de uma equipe de TKD, de
atletas brasileiros. Nas olimpíadas de 1996, 2.000, 2004 e em 2008.

27 - Qual a razão da mudança considerável das técnicas e os nomes das mesmas no TKD?
R: Porque o TKD, está sempre em desenvolvimento e pesquisa para o melhoramento de suas
técnicas, adaptando-as ao corpo humano.

28 - Se um jovem de 08 à 15 anos, receber Dan grau de Faixa Preta em TKD, como


chamaremos esses Faixas Pretas infantis?
R: Chamamos de IL-PHUM (IL - quer dizer primeiro, I - que dizer segundo, SAN - quer dizer,
terceiro) e no TKD, tem três PHUNS. Esses jovens tem a metade da Faixa (no sentido
longitudinal) na cor preta e a outra metade na cor vermelha, da mesma forma a gola do seu
DOBOK.

29 - Quais os nomes que se dá a auxiliar de professor, professor, mestre e grão mestre na


nomenclatura coreana para efeito de tratamento e chamamento no taekwondo?
R: DJiokonim – auxilar, não faixa preta; Kiosanim- professor/instrutor do 1º ao 3º Dan;
Sabonim- mestre do 4º ao 6º Dan; Quajanim – grão mestre do 7º ao 9º Dan.

30. O significa Gub e Dan dentro das graduações do taekwondo?


R: Gub são os 10 graus/graduações coloridas que vão da faixa branca 10º gub até a faixa
vermelha ponteira preta 1º Gub, que seguem a ordem decrescente, já Dan significa os graus das
faixas pretas, que vai na ordem crescente do 1º dan ao 9º dan, devendo ser definido com uma
sinalização/ponteira amarela no sentido transversal na própria faixa preta.

31 - Quem trouxe e para aonde o TKD no Brasil e o estilo Kuk ki Won?


R: Grão Mestre SAN MIN CHO - 7º DAN a época – instalando a 1º academia oficial em São
Paulo, Academia Liberdade, em julho de 1970. O estilo Ku kiwon chegou no Brasil e em
Brasília em 1978 com tri-campeão mundial, Grão Mestre Jae Kyu Chung, atualmente 9º
Dan.

32 - Quando foi realizado o 1º Campeonato de TKD no Brasil?


R: No dia 19 de janeiro de 1973 - no CIB - Rio de Janeiro.

33 - Quando o TKD foi registrado oficialmente na então Confederação Brasileira de


Pugilismo (CBP) entidade que controlou até 1987 as lutas amadoras no Brasil? R: Em
1º de março de 1974.

34 - O que significa a sigla LNT?


R: Liga Nacional de Taekwondo, com sede em São Paulo. Entidade de Administração
Nacional e controladora da Modalidade no Brasil, filiada ao KUKKIWON.
35 - O que significa a sigla FEBRAT?
R: Federação Brasiliense de Taekwondo, entidade legalmente constituída e de
Administração Estadual e controladora da modalidade no Distrito Federal e entorno,
afiliada à LNT/Liga Nacional de Taekwondo.

GRADUAÇÃO: 8º e 7º GUB - FAIXA AMARELA e PONTEIRA VERDE


A – TÉCNICA DE PÉ – BALL KI SUL
B -- KIBON DON DJAK – TÉCNICA DE MÃO
C – LUTA COMBINADA – SEBAN QUEROGUI
D – LUTA – QUEROGUI
E – PUNSÊ (POOMSAE)
F – CONTROLE TÉCNICO (TÉCNICAS LIVRES 30 SEGUNDOS)

A – TÉCNICA DE PÉ – BALL KI SUL – FAIXA AMARELA E PONTEIRA


VERDE

1. TIT BALL MIRO TCHAGI


Elevar a cocha da perna de trás em direção do tórax, com a flexão do joelho em 90 graus,
levantando a perna e a coxa diagonalmente em 15 graus, com a sola do pé voltada para frente e
chutar em expulsão batendo com a sola do pé na altura do tronco.

2. TIT BALL NERYO TCHAGI


Chutar elevando a perna de trás frontalmente entre a guarda, com recuo natural do
tronco/semiflexão, e, em seguida semiflexionar, dinamicamente o joelho batendo com a sola do
pé e calcanhar de cima para baixo e no centro na altura do rosto, invertendo o uso do quadril à
frente, caindo com a mesma perna à frente e no meio.

3. TIT BALL TOLHO TCHAGI


Chute em semicírculo de fora para dentro, com o dorso do pé (peito do pé) ao rosto, nesta técnica
tem que haver inicialmente a abdução natural da cocha com a flexão proporcional do joelho e
com a extensão do pé, sendo que o joelho e a cocha devem ser diagonalmente levantados
considerando a direção frontal.

4. TIT BALL YOP TCHAGUI


Chute de dentro para fora com a borda lateral externa do pé de trás (faca de pé - banall) ao tronco
ou ao rosto em sentido de expulsão, nesta técnica tem que haver inicialmente a abdução da cocha
com a flexão do joelho, havendo neste momento a rotação inversa do pé.

5. TIT BALL TORA TIT TCHAGI


Girar pela costa, batendo-se com o calcanhar ao plexo, no momento da execução e da finalização
desta técnica a patela (joelho) ficará voltada para baixo, ficando o calcanhar do pé que chuta
voltado para cima, com a ponta do pé para baixo, estando a costa e o pé de base dispostos para a
mesma direção do chute em sentido oposto, e sem olhar para a trajetória de execução da perna de
ataque.
6. TIMIO AP BALL AP TCHAGI
Chute com projeção (bastante impulsão e expulsão), batendo com a ponta da sola do pé da perna
da frente na altura acima do rosto do executante, inicia-se a execução da técnica transpondo-se
dinamicamente a perna de trás com o lançamento desta para cima e para frente, em seguida a
perna da frente estará com a cocha e o joelho flexionados, com a extensão do pé e a flexão dos
dedos do pé desta perna, conclui-se o movimento no ar, com a extensão completa da perna da
frente.

BASE TCHUNTCHUM SOGI

7- TCHUNTCHUM SOGI AP BALL TOLHO TCHAGI


Em base lateral com os joelhos semiflexionados, avançar a perna de trás pela frente fazendo o
cruzamento e em seguida efetuar chute em semicírculo na altura do rosto com a perna da frente.

8 – TCHUNTCHUM SOGI AP BALL YOP TCHAGI


Em base lateral com os joelhos semiflexionados, avançar a perna de trás por trás fazendo o
cruzamento e em seguida efetuar chute lateral com a faca do pé na altura do rosto com a perna da
frente.

9 – TCHUNTCHUM SOGI AP BALL FURYO TCHAGI


Em base lateral com os joelhos semiflexionados, avançar a perna de trás pela frente fazendo o
cruzamento e em seguida efetuar chute em semicírculo de dentro para fora com o calcanhar na
altura do rosto com a perna da frente.

B - KIBON DON DJAK – TÉCNICA DE MÃO

1 – AP KUBI PALMOK ARE MAKO, DJUMOK BARO MONTON TCHIRIGI


Em base frontal, defender com antebraço abaixo da faixa e em seguida, socar em base
contrária no plexo.

2 – AP KUBI HANSONNAL OGUL MAKI


Em base frontal, defender com a faca da mão espalmada na altura do rosto.

3 – AP SOGI PALMOK ARE MAKI


Em base natural de andar, defender com antebraço abaixo da faixa.

4 – AP SOGI DJUMOK BANDE MOTON TCHIRIGI


Em base natural de andar, socar ao plexo paralelo a perna da frente.

5 – AP SOGI PALMOK BARO MONTON MAKI


Em base natural de andar, defender com antebraço de fora para dentro no meio do corpo.

6 – AP SOGI PALMOK OGUL MAKI


Em base natural de andar, defender com antebraço acima da cabeça.
7 – TIT BAL AP TCHAGO AP SOGI DJUMOK BANDE MONTON TCHIRIGI
Em base natural de andar, executar chute frontal com flexão e extensão do joelho e em
seguida socar ao plexo paralelo a perna da frente.

C– LUTA COMBINADA (SEBON KEROGI)

A luta combinada será composta de técnicas padronizadas e sequenciais pré - estabelecidas pelo
próprio professor/mestre do aluno, técnicas estas que devem ser eficientes e subdivididas por
graduação e por grau de dificuldade, a serem demonstradas e avaliadas no exame de faixa dos
dois lados (esquerda e direita). Até que a definição destas técnicas sejam elaboradas em padrão
pela diretória técnica e introduzidas no currículo oficial de matérias da FEBRAT/DF, seu feitio
fica de livre escolha pelos alunos, sob orientação de seu professor, tendo as seguintes regras
básicas:
SEBON KEROGI (OLGUL): 3(três) ataques para o 8° e 7°gubs, com a demonstração de 4
técnicas de contra ataque de tipos distintos, com defesa de dois ou três socos frontais, como
segue:

Procedimentos: 1º. Se posicionar defronte ao parceiro na distância de um braço estendido (50


à 60 cm); 2. Em posição de sentido (Tchariot) cumprimentar o companheiro girando-se o quadril
para o lado direito; 3. Se preparar em (Tchumbi) e se adequar de frente ao parceiro; 4. Quem irá
atacar deverá recuar uma das pernas e defender com a técnica (Ap Kubi Palmok are maki) e
finaliza este inicio com um grito forte (kirab); 5. Quem será atacado deverá responder ao grito de
pedido de autorização de ataque, com outro grito de aceitação do ataque, daí se recua
sequencialmente e simultaneamente na técnica (Ap Kubi Han Sonnal Pakat monton maki)
usando a mesma perna recuada pelo aluno atacante e usando a mão oposta; 6. A defesa é feita
com a borda lateral da mão (altura do rosto) aberta direcionada junto a articulação rádio carpo; 7.
O ataque com soco (Ap Kubi Jumok olgul Tchirigui, ym djun), deverá ser finalizado na altura do
rosto; 8. Quando do termino do último movimento de contra ataque o aluno deverá se manifestar
com grito forte; 9. Quando da finalização da demonstração da técnica os dois alunos
devemretornar em (Tchumbi), sendo que quem estava avançando/atacando deverá recuar e quem
estava recuando/defendendo avançar, para, a partir daí, se dar dinamicamente procedimento às
demonstrações.

A defesa do soco por quem estará sendo atacado deverá ser feita com a mão proporcional ao
ataque, ou seja, por exemplo (faca da mão esquerda defendendo o ataque feito com a mão
direita), sendo que o recuo na base AP KUBI poderá ser em duas ou de três vezes, sendo duas
vezes poderá haver no terceiro movimento o deslocamento lateral ou recuo em outra base,
inclusive por meio de esquiva (step) e ainda com qualquer das mãos ou antebraços. O contra
ataque poderá ser simultâneo a última defesa ou não.

D – LUTA – KEROGI

A luta sempre será técnica, em que o aluno/candidato demonstre o controle sobre os golpes
desferidos e recebidos, a noção exata de distância para atacar e se defender, saiba contra atacar e
se defender, tenha controle emocional, exiba tática de luta, steps e boa movimentação, via de
regras todas as lutas serão sem o uso de protetores.
A duração média de cada luta será de 1(um) minuto, tendo que ser respeitando por todos os
participantes do exame, o biótipo, idade, gênero, peso e graduação de cada candidato, no geral as
lutas de exames de faixas devem ser de contato leve (sombra) e com uso obrigatório opcional
dos protetores de cabeça, antebraço, perna e tronco, ficando os demais a critério do examinando.
O candidato que lesionar intencionalmente (maliciosamente) outro candidato estará reprovado no
item luta, bem como o cumprimento das regras de competição de competição da WTF, serão
exigidas na íntegra, bem como as lutas podem ser coordenadas por um árbitro escolhido a
critério da banca examinadora.

E – PUNSÊ (POOMSAE) 8º GUB – FAIXA AMARELA

TAEGEUK IL DJAN 1° Poomsae - 16 Movimentos (FAIXA AMARELA)

D – PUNSÊ (POOMSAE) 7º GUB – PONTEIRA VERDE

TAEGEUK I DJAN 2° Poomsae - 18 Movimentos

A – TÉCNICA DE PÉ – BAL KI SUL – FAIXA AMARELA E PONTEIRA VERDE

1. TIT BALL MIRO TCHAGI


Elevar a cocha da perna de trás em direção do tórax, com a flexão do joelho em 90 graus,
levantando a perna e a coxa diagonalmente em 15 graus, com a sola do pé voltada para
frente e chutar em expulsão batendo com a sola do pé na altura do tronco.

2. TIT BALL NERYO TCHAGI


Chutar elevando a perna de trás frontalmente entre a guarda, com recuo natural do
tronco/semiflexão, e, em seguida semiflexionar, dinamicamente o joelho batendo com a
sola do pé e calcanhar de cima para baixo e no centro na altura do rosto, invertendo o uso
do quadril à frente, caindo com a mesma perna à frente e no meio.

3. TIT BALL TOLHO TCHAGI


Chute em semicírculo de fora para dentro, com o dorso do pé (peito do pé) ao rosto, nesta
técnica tem que haver inicialmente a abdução natural da cocha com a flexão proporcional
do joelho e com a extensão do pé, sendo que o joelho e a cocha devem ser diagonalmente
levantados considerando a direção frontal.

4. TIT BALL YOP TCHAGI


Chute de dentro para fora com a borda lateral externa do pé de trás (faca de pé - banall) ao
tronco ou ao rosto em sentido de expulsão, nesta técnica tem que haver inicialmente a
abdução da cocha com a flexão do joelho, havendo neste momento a rotação inversa do pé.

5. TIT BALL TORA TIT TCHAGI


Girar pela costa, batendo-se com o calcanhar ao plexo, no momento da execução e da
finalização desta técnica a patela (joelho) ficará voltada para baixo, ficando o calcanhar do
pé que chuta voltado para cima, com a ponta do pé para baixo, estando a costa e o pé de
base dispostos para a mesma direção do chute em sentido oposto, e sem olhar para a
trajetória de execução da perna de ataque.

6. TIMIO AP BALL AP TCHAGI


Chute com projeção (bastante impulsão e expulsão), batendo com a ponta da sola do pé da
perna da frente na altura acima do rosto do executante, inicia-se a execução da técnica
transpondo-se dinamicamente a perna de trás com o lançamento desta para cima e para
frente, em seguida a perna da frente estará com a cocha e o joelho flexionados, com a
extensão do pé e a flexão dos dedos do pé desta perna, conclui-se o movimento no ar, com a
extensão completa da perna da frente.

BASE TCHUNTCHUM SOGI

7- TCHUNTCHUM SOGI AP BALL TOLHO TCHAGI


Em base lateral com os joelhos semiflexionados, avançar a perna de trás pela frente fazendo
o cruzamento e em seguida efetuar chute em semicírculo na altura do rosto com a perna da
frente.

8 – TCHUNTCHUM SOGI AP BALL YOP TCHAGI


Em base lateral com os joelhos semiflexionados, avançar a perna de trás por trás fazendo o
cruzamento e em seguida efetuar chute lateral com a faca do pé na altura do rosto com a
perna da frente.

9 – TCHUNTCHUM SOGI AP BALL FURYO TCHAGI


Em base lateral com os joelhos semiflexionados, avançar a perna de trás pela frente fazendo
o cruzamento e em seguida efetuar chute em semicírculo de dentro para fora com o
calcanhar na altura do rosto com a perna da frente.

B - KIBON DON DJAK – TÉCNICA DE MÃO

1 – AP KUBI DJUMOK BANDE MONTON TCHIRIGI


Em base frontal, socar ao plexo paralelo a perna da frente.

2 – AP KUBI TIT BALL AP TCHAGO DJUMOK BANDE OGUL TCHIRIGI


Em base frontal, chutar com flexão e extensão do joelho da perna de trás e em seguida
socar a altura do rosto paralelo a perna da frente.

3 – AP SOGI PALMOK ARE MAKI


Em base natural de andar, defender com antebraço abaixo da faixa.

4 – AP SOGI PALMOK BARO MONTON MAKI


Em base natural de andar, defender com antebraço de fora para dentro no meio do
corpo.
5 – AP SOGI PALMOK OGUL MAKI
Em base natural de andar, defender com antebraço acima da cabeça.

6 – TIT BAL AP TCHAGO AP SOGI DJUMOK BANDE MONTON TCHIRIGI


Em base natural de andar, executar chute frontal com flexão e extensão do joelho e em
seguida socar ao plexo paralelo a perna da frente.

GRADUAÇÃO: 6º e 5º GUB FAIXA VERDE e PONTEIRA AZUL

A – TÉCNICA DE PÉ – BALL KI SUL


B - KIBON DON DJAK – TÉCNICA DE MÃO
C – LUTA COMBINADA – SEBON KEROGI
D – LUTA – KEROGI
E – PUNSÊ (POOMSAE)
F – CONTROLE TÉCNICO ( 60 SEGUNDOS DE TÉCNICAS LIVRES )

A – TÉCNICA DE PÉ – BAL KI SUL – FAIXA VERDE E PONTEIRA AZUL

1. TIT BALL NARE TCHAGI


Duplo chute no ar batendo-se com o dorso do pé ao plexo, inicia-se o movimento com a
perna de trás, para em seguida de forma dinâmica e sequencial com uso do quadril executar
o outro chute com a perna da frente, diagonalmente, este chute deverá ser aplicado com
certa impulsão e expulsão, devendo esta última perna cair à frente, sem a troca automática
de base.

2. TIT BALL BANDALL TCHAGO, TIT BALL TORA TIT TCHAGI


Chutar diagonalmente para dentro com o dorso do pé (peito do pé) da perna de trás ao
plexo, havendo a semi flexão e rotação do quadril, caindo esta perna a frente, para em
seguida girar pela costa batendo com o calcanhar da outra perna ao tronco, terminando o
movimento caindo com essa perna a frente em base de luta.

3. TIMIO AP BALL BANDALL TCHAGI


Encostar ou passar a perna de trás pela da frente, fintando com pouca impulsão e expulsão,
batendo diagonalmente com o dorso (peito do pé) da perna da frente ao plexo.

4. TIMIO AP BALL TOLHO TCHAGI


Chutar diagonalmente no ar e de forma dinâmica, tipo encostar (quase toca uma perna na
outra – fintando) ou passar a perna de trás pela da frente, fintando com muita impulsão e
expulsão, batendo diagonalmente com o dorso (peito do pé) da perna da frente ao rosto.
5. TIT BALL FURYO TCHAGI
Inicia-se a técnica passando-se dinamicamente a perna de trás pela frente, com giro do
quadril a frente em 200º, chutando-se com a sola do pé desta perna ao rosto, batendo-se
especificamente em semicírculo de dentro para fora e no sentido horizontal, tendo a flexão
do tronco.

6. AP BALL FURYO TCHAGI


Em cruzamento de pernas, passar a perna de trás por trás, elevando em seguida o joelho da
perna da frente semi flexionado a altura do quadril e dinamicamente bater no sentido
horizontal em chicote com a sola do pé ao rosto, tendo a flexão do tronco.

7. TIT BALL TORA FURYO TCHAGI


Girar pela costa batendo com a sola do pé diagonalmente de baixo para cima ou na
horizontal, com a sola do pé de trás em chicote ao rosto. Haverá nesta técnica a inclinação
do tronco em direção à perna de apoio, ficando o corpo abaixado no exato momento da
execução e conclusão do chute, caindo à perna que chutou à frente, em um giro total de
200°.

B - KIBON DON DJAK – TÉCNICA DE MÃO

1 – AP KUBI TIT BALL AP TCHAGO DUBAN DJUMOK MONTON TCHIRIGI


Em base frontal, chute frontal com a perna de trás com flexão e extensão do joelho
simultaneamente executar soco duplo ao plexo terminando em base contrária.

2 – TIT KUBI HANSONNAL MONTON MAKO TCHEDJARI AP KUBI DJUMOK


BARO MONTON TCHIRIGI
Em base média em L, defender com a faca da mão espalmada no meio do corpo em seguida
no mesmo lugar, transformar para base frontal e socar ao plexo em base contrária.

3 –AP SOGI SONNAL BARO MOK TCHIGI


Em base natural de andar, atacar com a faca da mão espalmada em semicírculo de fora para
dentro na altura do pescoço em base contrária.

4 – AP SOGI PALMOK ARE MAKI


Em base natural de andar, defender com antebraço abaixo da faixa paralelo a perna da
frente.

5 – AP SOGI PALMOK ARE MAKO DJUMOK BARO MONTON TCHIRIGI


Em base natural de andar, defender com antebraço abaixo da faixa paralelo a perna da
frente e socar ao plexo em base contrária.
6 – AP SOGI TIT BALL AP TCHAGO PALMOK ARE MAKO DJUMOK BARO
MONTON TCHIRIGI

Em base natural de andar, chutar frontalmente com flexão e extensão de joelho defender
com antebraço abaixo da faixa paralelo a perna da frente e socar ao plexo em base contrária.

C – LUTA COMBINADA – SEBON KEROGI

A luta combinada será composta de técnicas padronizadas e sequenciais pré - estabelecidas


pelo próprio professor/mestre do aluno, técnicas estas que devem ser eficientes e
subdivididas por graduação e por grau de dificuldade, a serem demonstradas e avaliadas no
exame de faixa dos dois lados (esquerda e direita). Até que a definição destas técnicas
sejam elaboradas em padrão pela diretória técnica e introduzidas no currículo oficial de
matérias da FEBRAT/DF, seu feitio fica de livre escolha pelos alunos, sob orientação de
seu professor, tendo as seguintes regras básicas:
SEBAN KEROGI (OLGUL): 3(três) ataques para o 6° e 5°gubs, com a demonstração
de 4 técnicas de contra ataque de tipos distintos, com defesa de dois ou três socos frontais,
como segue:

Procedimentos: 1º. Se posicionar defronte ao parceiro na distância de um braço


estendido (50 à 60 cm); 2. Em posição de sentido (Tchariot) cumprimentar o companheiro
girando-se o quadril para o lado direito; 3. Se preparar em (Tchumbi) e se adequar de frente
ao parceiro; 4. Quem irá atacar deverá recuar uma das pernas e defender com a técnica (Ap
Kubi Palmok are maki) e finaliza este inicio com um grito forte (kirab); 5. Quem será
atacado deverá responder ao grito de pedido de autorização de ataque, com outro grito de
aceitação do ataque, daí se recua sequencialmente e simultaneamente na técnica (Ap Kubi
Han Sonnal Pakat monton maki) usando a mesma perna recuada pelo aluno atacante e
usando a mão oposta; 6. A defesa é feita com a borda lateral da mão (altura do rosto) aberta
direcionada junto a articulação rádio carpo; 7. O ataque com soco (Ap Kubi Jumok olgul
Tchirigui, yn djun), deverá ser finalizado na altura do rosto; 8. Quando do termino do
último movimento de contra ataque o aluno deverá se manifestar com grito forte; 9. Quando
da finalização da demonstração da técnica os dois alunos devem retornar em
(Tchumbi),sendo que, quem estava avançando/atacando deverá recuar e quem estava
recuando/defendendo avançar, para, a partir daí, se dar dinamicamente procedimento às
demonstrações.

A defesa do soco por quem estará sendo atacado deverá ser feita com a mão
proporcional ao ataque, ou seja, por exemplo (faca da mão esquerda defendendo o ataque
feito com a mão direita), sendo que o recuo na base AP KUBI poderá ser em duas ou de três
vezes, sendo duas vezes poderá haver no terceiro movimento o deslocamento lateral ou
recuo em outra base, inclusive por meio de esquiva (step) e ainda com qualquer das mãos
ou antebraços. O contra ataque poderá ser simultâneo a última defesa ou não.
D – LUTA – KEROGI

A luta sempre será técnica, em que o aluno/candidato demonstre o controle sobre os golpes
desferidos e recebidos, a noção exata de distância para atacar e se defender, saiba contra
atacar e se defender, tenha controle emocional, exiba tática de luta, steps e boa
movimentação, via de regras todas as lutas serão sem o uso de protetores.

A duração média de cada luta será de 1(um) minuto, tendo que ser respeitando por todos os
participantes do exame, o biótipo, idade, gênero, peso e graduação de cada candidato, no
geral as lutas de exames de faixas devem ser de contato leve (sombra) e com uso
obrigatório opcional dos protetores de cabeça, antebraço, perna e tronco, ficando os demais
a critério do examinando.
O candidato que lesionar intencionalmente (maliciosamente) outro candidato, estará
reprovado no item luta, bem como o cumprimento das regras de competição de
competição da WTF, serão exigidas na íntegra, bem como as lutas podem ser coordenadas
por um árbitro escolhido a critério da banca examinadora.

E – PUNSÊ (POOMSAE) 6º GUB – FAIXA VERDE

TEGUK SAN DJAN 3° Punsê - 20 movimentos.

D – PUNSÊ (POOMSAE) 5º GUB – PONTEIRA AZUL

TEGUK SÁ DJAN 4° Punsê-18 Movimentos.

A – TÉCNICA DE PÉ – BALL KI SUL – FAIXA VERDE E PONTEIRA AZUL

1. TIT BALL NARE TCHAGI


Duplo chute no ar batendo-se com o dorso do pé ao plexo, inicia-se o movimento com a
perna de trás, para em seguida de forma dinâmica e sequencial com uso do quadril executar
o outro chute com a perna da frente, diagonalmente, este chute deverá ser aplicado com
certa impulsão e expulsão, devendo esta última perna cair à frente, sem a troca automática
de base.

2. TIT BALL BANDALL TCHAGO, TIT BALL TORA TIT TCHAGI


Chutar diagonalmente para dentro com o dorso do pé (peito do pé) da perna de trás ao
plexo, havendo a semi flexão e rotação do quadril, caindo esta perna a frente, para em
seguida girar pela costa batendo com o calcanhar da outra perna ao tronco, terminando o
movimento caindo com essa perna a frente em base de luta.

3. TIMIO AP BALL BANDALL TCHAGI


Encostar ou passar a perna de trás pela da frente, fintando com pouca impulsão e expulsão,
batendo diagonalmente com o dorso (peito do pé) da perna da frente ao plexo.
4. TIMIO AP BALL TOLHO TCHAGI
Chutar diagonalmente no ar e de forma dinâmica, tipo encostar (quase toca uma perna na
outra – fintando) ou passar a perna de trás pela da frente, fintando com muita impulsão e
expulsão, batendo diagonalmente com o dorso (peito do pé) da perna da frente ao rosto.

5. TIT BALL FURYO TCHAGI


Inicia-se a técnica passando-se dinamicamente a perna de trás pela frente, com giro do
quadril a frente em 200º, chutando-se com a sola do pé desta perna ao rosto, batendo-se
especificamente em semicírculo de dentro para fora e no sentido horizontal, tendo a flexão
do tronco.

6. AP BALL FURYO TCHAGI


Em cruzamento de pernas, passar a perna de trás por trás, elevando em seguida o joelho da
perna da frente semiflexionado a altura do quadril e dinamicamente bater no sentido
horizontal em chicote com a sola do pé ao rosto, tendo a flexão do tronco.

7. TIT BALL TORA FURYO TCHAGI


Girar pela costa batendo com a sola do pé diagonalmente de baixo para cima ou na
horizontal, com a sola do pé de trás em chicote ao rosto. Haverá nesta técnica a inclinação
do tronco em direção à perna de apoio, ficando o corpo abaixado no exato momento da
execução e conclusão do chute, caindo à perna que chutou à frente, em um giro total de
200°.

B - KIBON DON DJAK – TÉCNICA DE MÃO

1 – TIT KUBI DU SONNAL KODRO MONTON MAKI

Em base média em L, defender com a faca da mão espalmada no meio do corpo


acompanhada com outra mão espalmada a altura do plexo, movimentar as duas mãos ao
mesmo tempo sendo que, a mão que acompanha a mão que defende, deverá estar paralela
ao cotovelo do braço da frente.

2 – AP KUBI PIONSONKUT KODRO MONTON TCHIRIGI

Em base frontal, executar simultaneamente uma defesa com a mão espalmada e uma
perfuração com as pontas dos dedos dispostos lateralmente no plexo.

3 – AP KUBI DJEBIPON MOC TCHIGI

Em base frontal, executar simultaneamente defesa com a faca da mão espalmada acima da
cabeça paralelo a perna da frente e ataque em semicírculo no pescoço com a faca da mão
espalmada em base contrária.
4 – AP KUBI TIT BALL AP TCHAGO DJUMOK BARO MONTON TCHIRIGI

Em base frontal, chutar frontalmente com flexão e extensão do joelho, socar ao plexo em
base contrária.

5 – TIT KUBI TIT BALL YOP TCHAGO YOP TCHAGI DU SONNAL KODRO
MONTON MAKI

Em base média em L, executar dois chutes laterais com a faca do pé avançando e em


seguida defender com a faca da mão espalmada no meio do corpo, amparada com outra mão
espalmada ao plexo.

6 – TIT KUBI PAKAT PALMOK MONTON MAKI

Em base média em L, defender com a parte externa do antebraço no meio do corpo de


dentro para fora.

7 – TIT KUBI TIT BAL AP TCHAGO PALMOK BARO MONTON MAKI

Em base média em L, chutar frontalmente com flexão e extensão do joelho, defender com o
antebraço de fora para dentro em base contrária.

8 – AP KUBI TIT BALL AP TCHAGO DUNG DJUMOK OGUL AP TCHIGI

Em base frontal, chutar frontalmente com flexão e extensão do joelho, atacar com a costa do
punho fechado a altura entre o lábio superior e o nariz (yn jun) paralelo a perna da frente.

9 – AP SOGI PALMOK MONTON MAKO DJUMOK BARO MONTON TCHIRIGI

Em base natural de andar, defender com antebraço de fora para dentro no meio do corpo,
socar simultaneamente ao plexo em base contrária.

10 – AP KUBI PALMOK MONTON MAKO DUBAN DJUMOK MONTON


TCHIRIGI

Em base frontal, defender com antebraço de fora para dentro no meio do corpo paralelo a
perna da frente, socar simultaneamente duas vezes ao plexo.

GRADUAÇÃO: 4º e 3º GUB FAIXA AZUL e PONTEIRA


VERMELHA

A – TÉCNICA DE PÉ – BALL KI SUL


B – TÉCNICA DE MÃO – KIBON DON DJAK – 4º E 3º GUB
C – LUTA COMBINADA – SEBAN QUEROGI
D – LUTA – QUEROGI
E – PUNSÊ (POOMSAE)
F – CONTROLE TÉCNICO ( 60 SEGUNDOS DE TÉCNICAS LIVRES )

A – TÉCNICA DE PÉ – BALL KI SUL – FAIXA AZUL E PONTEIRA


VERMELHA

1. TIMIO TORA REDION BANDALL TCHAGI


Girar com salto pela costa e sequencialmente pela frente em 360° e aplicar o chute
diagonalmente com o dorso do pé da perna da frente ao plexo, neste chute deverá haver
certa impulsão e expulsão.

2. TIMIO TORA REDION TOLHO TCHAGI


Girar com salto pela costa e sequencialmente pela frente em 360° e aplicar o chute
diagonalmente com o dorso do pé da perna da frente na altura do rosto, esse chute deverá
haver bastante impulsão e expulsão.

3. TIMIO APBAL YOP TCHAGI


Tomar impulsão e expulsão, lançando-se a sola do pé da perna de trás de encontro
lateralmente ao joelho da perna da frente e simultaneamente sair do solo projetando o corpo
à frente com a semiflexão do joelho, batendo com a borda lateral externa (faca do pé) deste
pé ao tronco.

4. TIMIO TORA REDION BANDALL TCHAGO, TIT BALL TORA FURYO


TCHAGI
Girar com salto pela costa e sequencialmente pela frente em 360° e aplicar o chute
diagonalmente com o dorso do pé da perna da frente ao plexo, esse chute deverá haver
impulsão e expulsão, em seguida girar pela costa batendo com a sola do pé diagonalmente
de baixo para cima ou na horizontal, com a sola do pé de trás em chicote ao rosto. Haverá
nesta técnica a inclinação do tronco em direção à perna de apoio, ficando o corpo abaixado
no exato momento da conclusão do chute, caindo à perna que chutou à frente, em giro de
180°.

5. TIT BALL BANDALL TCHAGO, APBAL BANDALL TCHAGO, TORA REDION


BANDALL TCHAGI
Chutar três vezes com a mesma perna, iniciando-se o primeiro chute com a perna de trás,
batendo-se diagonalmente com o dorso do pé ao plexo, após deve-se avançar com a perna
de atrás em cruzamento lateral (koa sogi), em sequência deve-se repetir este mesmo chute
com esta mesma perna (chute diagonalmente com o dorso do pé ao plexo), para então
concluir-se avançando com o giro pela costa e pela frente em (360º) e executar o mesmo
chute do início do movimento (chutar avançando diagonalmente com o dorso do pé ao
plexo) Obs.: o último chute não tem salto.
6. TIT BALL BANDALL TCHAGO, JUMOK BARO MONTON TCHIRIGUI
Chutar diagonalmente com o dorso do pé ao plexo, em seguida socar com a mão contrária a
este pé, na altura do plexo, sendo que o termino do soco e ao mesmo tempo do contato do
pé com o solo.

7. TIT BAL NARE TCHAGO, TIT BALL TORA TIT TCHAGI


Duplo chute no ar batendo-se com o dorso do pé ao plexo, inicia-se o movimento com a
perna de trás, para em seguida de forma dinâmica e sequencial com uso do quadril executar
o outro chute com a perna da frente, diagonalmente, este chute deverá ser aplicado com
certa impulsão e expulsão, devendo esta última perna cair à frente, sem a troca automática
de base, em seguida com perna de trás (na mesma base), girar pela costa e bater com o
calcanhar do pé da perna de trás ao plexo, caindo esta à frente.

8. TIT BALL MIRO TCHAGO, TIT BALL NERYO TCHAGO, TIT BALL TORA
FURYO TCHAGI

Elevar a cocha da perna de trás em direção do tórax, com a flexão do joelho em 90 graus,
levantando a perna e a coxa diagonalmente em 15 graus e chutar em expulsão batendo com
a sola do pé na altura do tronco, em seguida levantar estendida à perna de trás (outra perna)
frontalmente semiflexionada batendo com a sola do pé de cima para baixo centralizado e na
direção do rosto (com o uso do quadril à frente), por último finalizar chutando com giro
pela costa batendo com a sola do pé diagonalmente de baixo para cima ou na horizontal,
com a sola do pé de trás em chicote ao rosto. Haverá nesta técnica a inclinação do tronco
em direção à perna de apoio, ficando o corpo abaixado no exato momento da execução e
conclusão do chute, caindo à perna que chutou à frente, em um giro total de 180°.

1 – AP KUBI PALMOK ARE MAKO UEN (ORUN) SOGI MEDJUMOK NERIO


TCHIGI

Em base frontal, defender com antebraço abaixo da faixa paralelo a perna da frente,
recolher a perna da frente em um passo em base L (em pé) desferir golpe com o punho
fechado com flexão e extensão do cotovelo de cima para baixo na altura da clavícula.

2 – AP KUBI PALMOK MONTON MAKO PALMOK BARO MONTON MAKI

Em base frontal, defender em semicírculo com antebraço de fora para dentro no meio do
corpo paralelo a perna da frente e em seguida com o outro antebraço, defender no meio do
corpo em base contrária.
3 – AP KUBI TIT BALL AP TCHAGO DUNGDJUMOK OGUL AP TCHIGO
PALMOK BARO MONTON MAKI

Em base frontal, chutar frontalmente com flexão e extensão do joelho, bater costa do punho
fechado frontalmente à altura do rosto (yn jun) e em seguida defender com o antebraço em
semicírculo de fora para dentro no meio do corpo em base contrária.

4 – TIT KUBI HANSONNAL MONTON MAKI

Em base média em L, defender com a faca da mão espalmada no meio do corpo paralelo a
perna da frente.

5 – AP KUBI PALKUB TOLHO KODRO TOK TCHIGI

Em base frontal, atacar com o cotovelo na altura do queixo amparado com a outra mão
aberta apoiando o punho cerrado, cotovelo em semicírculo de fora para dentro.

6 – AP KUBI PALMOK ARE MAKO PALMOK BARO MONTON MAKI

Em base frontal, defender com antebraço abaixo da faixa paralelo a perna da frente e em
seguida defender com antebraço em semicírculo de fora para dentro no meio do corpo em
base contrária.

7 – AP KUBI PALMOK OGUL MAKO TIT BALL YOP TCHAGO PALKUB


PIODJOK TCHIGI

Em base frontal, defender com antebraço acima da cabeça, executar chute lateral com a faca
do pé, com o braço estendido, acompanhar o chute , em seguida executar ataque com
cotovelo no meio do corpo amparado pela outra mão espalmada com rotação do quadril.

8 – TIT BAL AP TCHAGO TIT KOA SOGI DUNGDJUMOK AP OGUL TCHIGI

Em base de cruzamento de pernas e joelhos semiflexionados, chutar frontalmente com


flexão e extensão de joelho, executar uma pisada simultânea com uma passada por trás da
perna de apoio e ataque com a costa do punho fechado frontalmente a altura do rosto.

B – TÉCNICA DE MÃO –KIBON DON DJAK – F. AZUL PONTEIRA


VERMELHA
1-AP KUBI HANSONAL BARO PITRO MAKI

Defesa com a borda lateral interna da mão contrária ao tronco, com a preparação do
movimento com a palma da mão voltada para o corpo de dentro para fora ao tronco, com o
cruzamento natural do antebraço que defenderá por baixo, costa com frente sem
necessariamente se encontrarem e na altura do quadril, finalizando a defesa com a mão
aberta na altura do ombro, sem a elevação parcial do calcanhar da perna de trás do solo e
sem alterar a largura da base.

2. TIT BAL TOLHO TCHAGÔ (APCHUK), AP KUBI PAKAT PALMOK OLGUL


MAKÔ, JUMOK BARÔ MONTON TCHIRIGUI.

Chute marcial abduzindo a cocha, atacando-se com a perna de trás em semicírculo de fora
para dentro com a ponta da sola do pé ao tronco (especificamente na altura do osso externo)
ou ainda na altura ao rosto, em seguida deve-se cruzar os antebraços com os punhos frente a
frente, no sentido horizontal e na altura do tórax ou do plexo, estando o braço que vai
defender por fora e por baixo, em seguida cair sequencialmente na base longa defendendo
com a parte lateral interna do antebraço de dentro para fora na altura do rosto, terminando
este movimento de defesa junto com o contato do pé no solo, concluindo-se o movimento
socando com a mão contrária ao plexo.

3. TIT BAL TOLHO TCHAGÔ (APCHUK), AP KUBI PALMOK ARE MAKI.

Chute marcial abduzindo a cocha, atacando-se com a perna de trás em semicírculo de fora
para dentro com a ponta da sola do pé ao tronco (especificamente na altura do osso externo)
ou ainda na altura ao rosto, em seguida deve-se cair na base longa e defender com o
antebraço abaixo da faixa, no cruzamento deve-se levar à parte interna da mão fechada,
aquela que ira defender no ombro (deltóide), unindo-se a costa deste antebraço com braço e
antebraço oposto, fazendo-se uma certa pressão (sobreposição os mesmos), concluindo-se a
defesa com a parte interna da mão fechada acima e na altura mediana da coxa, estando o
cotovelo estendido.

4. AP KUBI PATANSAN MONTON MAKÔ, JUMOK BARÔ MONTON


TCHIRIGUI.

Com a palma da mão proporcional à perna da frente defender de forma pendular na altura
do plexo e em seguida desferir um soco frontal e contrário ao tronco. A defesa é executada
iniciando-se com a abertura do braço lateralmente com a palma da mão voltada para baixo
com o cotovelo flexionado em 90° graus na altura do tronco e em seguida com rotação deste
antebraço e mão no sentido horizontal conclui-se o movimento à frente na altura do
estômago, com o cotovelo flexionado em 90º, ficando os dedos da mão voltados para cima
em 45°. Esta técnica poderá ser feita avançando ou recuando.
5. TIT BAL AP TCHAGÔ, TIT KUBI PAKAT PALMOK MONTON MAKI

Chute frontal batendo com a ponta da sola do pé ao plexo ou ao rosto, em seguida defender
com borda lateral interna do antebraço na altura do ombro de dentro para fora, preparando
os antebraços com os punhos frente a frente, no sentido horizontal e na altura lateral do
tórax/plexo, com as duas mãos fechadas, estando a mão que defende por fora/baixo,
terminando o movimento de defesa junto com o contato do pé no solo.

6.TIT BAL AP TCHAGÔ, AP KUBI TUN JUMOK OLGUL TERIGÔ, PALMOK


TOLHO BARÔ MONTON MAKI.

Chutar ao plexo, em seguida cair na base longa atacando com a costa da mão fechada
frontalmente na altura do rosto. Cruzando-se o antebraço que atacará por baixo da axila,
costa deste com a frente de braço de cima, fazendo-se o uso do quadril no ato do
cruzamento, executando este movimento de ataque ao rosto com o lançamento à frente e por
dentro do antebraço e da costa da mão de forma pendular, concluindo-se esse movimento
com a flexão do cotovelo em 90°, finalizando-se com a defesa com o antebraço contrario de
fora para dentro ao tronco.

7. AP KUBI PALKUB TOLHO KODRO TOC TCHIGUI.

Fazer uma busca com a mão contrária aberta e sequencialmente atacar com o cotovelo
diagonalmente ao rosto/queixo, fazendo o encontro diagonalmente da mão aberta com o
punho cerrado (em formato de cunha).

8. TIT BAL YOP TCHAGÔ, AP KUBI PALKUB PIOJOK TCHIGUI

Chute com a borda lateral do pé de trás e sequencialmente de forma natural deve-se


estender o cotovelo proporcional à perna que chutou, e, em seguida cair na base longa e
simular estar puxando o adversário e ao mesmo tempo atacar o tronco com uma cotovelada
contrária às costelas, neste movimento haverá a rotação do quadril sem alteração da base ou
do tronco ereto. A posição do braço do cotovelo que ataca é com o punho apontado para
baixo.

C – LUTA COMBINADA – SEBAN QUEROGUI – 4º E 3º GUB

A luta combinada será composta de técnicas padronizadas e sequenciais pré - estabelecidas


pelo próprio professor/mestre do aluno, técnicas estas que devem ser eficientes e
subdivididas por graduação e por grau de dificuldade, a serem demonstradas e avaliadas no
exame de faixa dos dois lados (esquerda e direita). Até que a definição destas técnicas
sejam elaboradas em padrão pela diretória técnica e introduzidas no currículo oficial de
matérias da FTO/DF, seu feitio fica de livre escolha pelos alunos, sob orientação de seu
professor, tendo as seguintes regras básicas:
SEBAN QUEROQUI (OLGUL): 3(três) ataques para o 4° e 3°gubs, com a
demonstração de 4 técnicas de contra ataque de tipos distintos, com defesa de dois ou três
socos frontais, como segue:

Procedimentos: 1º. Se posicionar defronte ao parceiro na distância de um braço


estendido (50 à 60 cm); 2. Em posição de sentido (Tchariot) cumprimentar o companheiro
girando-se o quadril para o lado direito; 3. Se preparar em (Tchumbi) e se adequar de frente
ao parceiro; 4. Quem irá atacar deverá recuar uma das pernas e defender com a técnica (Ap
Kubi Palmok are maki) e finaliza este inicio com um grito forte (kirab); 5. Quem será
atacado deverá responder ao grito de pedido de autorização de ataque, com outro grito de
aceitação do ataque, daí se recua sequencialmente e simultaneamente na técnica (Ap Kubi
Han Sonnal Pakat monton maki) usando a mesma perna recuada pelo aluno atacante e
usando a mão oposta; 6. A defesa é feita com a borda lateral da mão (altura do rosto) aberta
direcionada junto a articulação rádio carpo; 7. O ataque com soco (Ap Kubi Jumok olgul
Tchirigui, yn djun), deverá ser finalizado na altura do rosto; 8. Quando do termino do
último movimento de contra ataque o aluno deverá se manifestar com grito forte; 9. Quando
da finalização da demonstração da técnica os dois alunos devem retornar em (Tchumbi),
sendo que quem estava avançando/atacando deverá recuar e quem estava
recuando/defendendo avançar, para, a partir daí, se dar dinamicamente procedimento às
demonstrações.

A defesa do soco por quem estará sendo atacado deverá ser feita com a mão
proporcional ao ataque, ou seja, por exemplo (faca da mão esquerda defendendo o ataque
feito com a mão direita), sendo que o recuo na base AP KUBI poderá ser em duas ou de três
vezes, sendo duas vezes poderá haver no terceiro movimento o deslocamento lateral ou
recuo em outra base, inclusive por meio de esquiva (step) e ainda com qualquer das mãos
ou antebraços. O contra ataque poderá ser simultâneo a última defesa ou não.

D – LUTA – QUEROGUI

A luta sempre será técnica, em que o aluno/candidato demonstre o controle sobre os golpes
desferidos e recebidos, a noção exata de distância para atacar e se defender, saiba contra
atacar e se defender, tenha controle emocional, exiba tática de luta, steps e boa
movimentação, via de regras todas as lutas serão sem o uso de protetores.
A duração média de cada luta será de 1(um) minuto, tendo que ser respeitando por todos os
participantes do exame, o biótipo, idade, gênero, peso e graduação de cada candidato, no
geral as lutas de exames de faixas devem ser de contato leve (sombra) e com uso
obrigatório opcional dos protetores de cabeça, antebraço, perna e tronco, ficando os demais
a critério do examinando.
O candidato que lesionar intencionalmente (maliciosamente) outro candidato, estará
reprovado no item luta, bem como o cumprimento das regras de competição de competição
da WTF, serão exigidas na íntegra, bem como as lutas podem ser coordenadas por um
árbitro escolhido a critério da banca examinadora.
E – PUNSÊ (POOMSAE) 4º GUB – FAIXA AZUL

TEGUK O DJAN 5° Poomsae - 20 Movimentos


E – PUNSÊ (POOMSAE) 3º GUB – FAIXA PONTEIRA VERMELHA

TEGUK IUK DJANG 6° Poomsae - 21 Movimentos


GRADUAÇÃO: 2º GUB – FAIXA VERMELHA

A – TÉCNICA DE MÃO – KIBON DON DJAK


B – TÉCNICA DE PÉ – BALL KI SUL
C – LUTA COMBINADA – DUBON KEROGI
D – LUTA COMBINADA AJOELHADO - MURUB KEROGI
E – LUTA – KEROGI
F – PUNSÊ (POOMSAE)
G – CONTROLE TÉCNICO ( 60 SEGUNDOS DE TÉCNICAS LIVRES)
H – QUEBRAMENTO – KIOKPÁ

A – TÉCNICA DE MÃO – KIBON DON DJAK – FAIXA VERMELHA

1. POOM SAGUI PATAN SAN BARÔ MONTON MAKI


Defender na altura do estômago, com a palma da mão contrária a base do lado para dentro
com semi rotação desta mão, finalizando o movimento dos dedos voltados para cima em
45º.

2. TIT BAL AP TCHAGO, POOM SOGI PALMOK TOLHO MONTON MAKI


Chute frontal, caindo na base e defendendo com o antebraço de fora para dentro ao tronco.

3. TIT KUBI DU SONAL KODRO ARE MAKI


Aplicar uma dupla defesa abaixo da faixa e a plexo com a borda lateral interna das mãos
acima da coxa e a frente do plexo. As mãos saem abertas no movimento preparatório sendo
que, a mão espalmada que irá defender abaixo da faixa deverá partir do deltoide de cima
para baixo.

4. POOM SAGUI PATAN SAN KODRO BARO MONTON MAKO, DUNGJUMOK


OLGUL AP TCHIGI
Defender com a palma da mão do lado para dentro com o auxílio do outro braço, em
seguida com a costa desta mesma mão, atacar ao rosto em rotação de baixo para frente
usando-se o ombro e rotação do quadril, conclui-se o movimento com o apoio do cotovelo
na costa da outra mão fechada. Essa técnica só tem contraria a base.
5. AP KUBI PALMOK KAUI MAKO, KAUI MAKI

Dupla defesa à frente do tronco e abaixo da faixa, cruzando-se os antebraços costa com
costa, ficando o braço da defesa ao tronco por fora (an palmok monton) e o outro antebraço
conclui ao lado oposto e acima do joelho (palmok are barô), havendo a movimentação
oposta e pendular dos antebraços ao descruzar. Estes movimentos duplos se repetirão
sequencialmente, sendo que ao avançar para o próximo movimento a primeira defesa ao
tronco será feita com o mesmo braço que finalizou a anterior.

6. AP KUBI PAKAT PALMOK RETCHIO MONTON MAKÔ, TÂNGUIO MURUP


TCHAGÔ, KOA SAGUI DU JUMOK SEOR TCHIRIGÔ, TIROKÁ AP KUBI DU
PALMOK OKURÔ ARE MAKI.

Este item é constituído de quatro movimentos, seguindo a tradução na ordem escrita, a


seguir:
a) - Cruzar os braços à frente do tronco, com os punhos voltados para dentro/tronco, então
deve-se realizar o movimento de rotação e giro para fora com os mesmos, defendendo na
altura dos ombros com a parte lateral interna dos antebraços, ficando os cotovelos abertos e
em paralelo a largura de ombro;
b) - Com as mãos abertas, enfatizar estar segurando e abaixando o tronco do adversário, em
seguida abaixar à frente as mãos fechadas até estender os cotovelos e simultaneamente
atacar frontalmente enfatizando o lançamento das mãos abertas para baixo e joelhada com a
perna de trás ao tronco;
c) - Executar um sobrepasso e cair frontalmente na base com as pernas cruzadas, atacando
com dois socos simultâneos à base das costelas flutuantes, ficando os cotovelos abertos em
15% e os punhos ao final voltados para cima e para dentro, saindo as mãos que irão atacar
acima da faixa com os punhos para baixo;
d) - Finalizando, recuando-se a perna de trás na base longa defendendo com os dois
antebraços cruzados abaixo da faixa e ao lado do joelho, no movimento preparatório do
cruzamento as duas mãos saem acima da faixa do lado oposto à perna da frente, estando os
dois punhos sobrepostos e voltados para o tronco, sendo a mão contrária por cima e a outra
abaixo.

7. AP SAGUI TUN JUMOK PAKAT TCHIGÔ, TIT BAL PIOJOK AN TCHAGÔ,


TCHU TCHUM PALKUB PIOJOK TCHIGUI.

Na base pequena, atacar o rosto com a costa da mão fechada cruzando-se o antebraço que
atacará costa com a frente do outro braço, saindo o antebraço que irá atacar por baixo da
axila, em seguida chutar de fora para dentro com a sola do pé de trás batendo-se na palma
da mão, que estará na altura do rosto, caindo na base de duas larguras de ombro e
sequencialmente atacar com o cotovelo do braço da frente à base da costela flutuante, com
rotação parcial do quadril, ao mesmo tempo com a outra mão aberta esperando o encaixe
(em cunha) deste antebraço/cotovelo. Para se fazer o movimento subsequente deve-se
avançar a perna de trás.
8. TCHU TCHUM SAGUI HANSONNAL MONTON PAKAT YOP MAKÔ,
APROKÁ TCHU TCHUM JUMOK MONTON YOP TCHIRIGUI.

Defender na base de duas larguras de ombro com a borda lateral da mão aberta ao tronco,
em seguida avançar e atacar com um soco lateral as costelas, sendo que o próximo
movimento de defesa será feito parado e o ataque em movimento à frente.

B – TÉCNICA DE PÉ – BAL KI SUL – FAIXA VERMELHA

1. TIT BALL TIMIO TORA REDION AN TCHAGI

Girar pela costa e pela frente em 360º, tomando-se impulsão e certa expulsão, aplicando o
chute em semicírculo de fora para dentro, batendo-se com a sola do pé na altura do rosto.

2. TIT BALL YOP TCHAGO, FURYO TCHAGI

Com a perna de trás executar o chute lateral batendo-se com a borda lateral do pé (faca do
pé) ao tronco ou ao rosto, e, sem tocar esta perna no solo, flexionar o joelho e depois
estendendo este e executando o chute com a sola do pé em chicote na altura do rosto.

3. TIMIO MIRO AP TCHAGI

Tomando-se impulsão e certa expulsão flexionando e elevando-se inicialmente o joelho da


perna da frente, e, simultaneamente aplicar o chute a frente com a ponta da sola do pé de
trás na altura do rosto.

4. TIMIO AP BALL FURYO TCHAGI

Elevar o joelho da perna da frente semiflexionado a altura do quadril e bater em chicote


com a sola do pé na altura do rosto. Haverá nesta técnica certa impulsão do corpo, com
semiflexão da perna de apoio e do tronco, simultaneamente e coordenadamente ao
deslocamento para a execução do chute.

5. TIT BALL AP TCHAGO, TOLHO TCHAGO, YOP TCHAGI

Executar três técnicas consecutivas, em movimentos progressivos e sequenciais e sem tocar


o pé no solo. O primeiro, realiza-se chutando em sentido frontal com a ponta da sola do pé
na altura do tronco, o segundo, aplica-se o chute em semicírculo de fora para dentro com o
dorso do pé na altura do rosto e o terceiro e último, aplica-se o chute com a borda lateral do
pé na altura do tronco.
6. TCHE DJARE TORA FURYO TCHAGO, APROKA TOLHO TCHAGI

Executar o chute girando pela costa batendo em chicote com a sola do pé ao rosto, voltando
esta mesma perna atrás e encostando no solo em giro de (360º), de forma bem rápida, com a
mesma perna executar avançando pela frente o chute em semi - círculo com o dorso do pé
na altura do rosto, finalizando e caindo com esta perna à frente.

7. TIMIO AP BALL NERYO TCHAGI

Tomar impulsão, aplicando o chute com a perna da frente com o joelho semiflexionado,
batendo com a sola do pé e/ou calcanhar, descendo esta perna no centro, de cima para baixo
na altura do rosto, consequentemente fazendo uso do quadril e da semiflexão do tronco para
um maior impacto.

C – LUTA COMBINADA – SEBON E DUBON QUEROGI – FAIXA


VERMELHA

A luta combinada será composta de técnicas padronizadas e sequenciais pré - estabelecidas


pelo próprio professor/mestre do aluno, técnicas estas que devem ser eficientes e
subdivididas por graduação e por grau de dificuldade, a serem demonstradas e avaliadas no
exame de faixa dos dois lados (esquerda e direita). Até que a definição destas técnicas
sejam elaboradas em padrão pela diretória técnica e introduzidas no currículo oficial de
matérias da FEBRAT/DF, seu feitio fica de livre escolha pelos alunos, seguindo orientação
de seu professor, tendo as seguintes regras básicas:

DUBON KEROKI (OLGUL): 2(dois) ataques para o 4° e 3°gubs, com a


demonstração de 4 técnicas de contra ataque de tipos distintos, com defesa de um ou dois
socos frontais, como segue:

Procedimentos: 1º. Se posicionar defronte ao parceiro na distancia de um braço


estendido (50 à 60 cm); 2. Em posição de sentido (Tchariot) cumprimentar o companheiro
girando-se o quadril para o lado direito; 3. Se preparar em (Tchumbi) e se adequar de frente
ao parceiro; 4. Quem irá atacar deverá recuar uma das pernas e defender com a técnica (Ap
Kubi Palmok are maki) e finaliza este inicio com um grito forte (kirab); 5. Quem será
atacado deverá responder ao grito de pedido de autorização de ataque, com outro grito de
aceitação do ataque, daí se recua sequencialmente e simultaneamente na técnica (Tit Kubi
Han Sonnal Pakat ou Han sonnal tolho olgul maki), podendo ser usada qualquer uma das
pernas para recuar; 6. A defesa é feita com a borda lateral da mão aberta de dentro para fora
ou de fora para dentro, direcionada junto a articulação rádio carpo;7. O ataque com soco
(Ap Kubi Jumok olgul Tchirigui), deverá ser finalizado na altura do rosto (yn djun); 8.
Quando do termino do último movimento de contra ataque o aluno deverá se manifestar
com grito forte; 9. Quando da finalização da demonstração da técnica os dois alunos devem
retornar em (Tchumbi), sendo que quem estava avançando/atacando deverá recuar e quem
estava recuando/defendendo avançar, para a partir daí se dar dinamicamente procedimento
às demonstrações.
A defesa do soco por quem estará sendo atacado deverá ser feita com qualquer uma das
mãos, sendo que o recuo na base TIT KUBI poderá ser em uma ou duas vezes, sendo uma
vez poderá haver no segundo movimento o deslocamento lateral ou o recuo em outra base,
inclusive por meio de esquiva (step) e ainda com qualquer das mãos ou antebraços. O
contra ataque poderá ser simultâneo a última defesa ou não.

D – LUTA – KEROGI

A luta sempre será técnica, em que o aluno/candidato demonstre o controle sobre os golpes
desferidos e recebidos, a noção exata de distância para atacar e se defender, saiba contra
atacar e se defender, tenha controle emocional, exiba tática de luta, steps e boa
movimentação, via de regras todas as lutas serão sem o uso de protetores.
A duração média de cada luta será de 1(um) minuto, tendo que ser respeitando por todos os
participantes do exame, o biótipo, idade, gênero, peso e graduação de cada candidato, no
geral as lutas de exames de faixas devem ser de contato leve (sombra) e com uso opcional
dos protetores de cabeça, antebraço, perna e tronco, ficando os demais a critério do
examinando.
O candidato que lesionar intencionalmente (maliciosamente) outro candidato, estará
reprovado no item luta, bem como o cumprimento das regras de competição de competição
da WTF, serão exigidas na íntegra, bem como as lutas podem ser coordenadas por um
árbitro escolhido a critério da banca examinadora.

E – QUEBRAMENTOS - KIOPA
os quebramentos a serem demonstrados com técnica de mão e de pé de forma parada
poderão ser feitos com qualquer técnica da arte marcial e constante do currículo da
FEBRAT/DF, desde que ainda sejam executadas com segurança, controle, objetividade e
comprovada sua eficácia;
os quebramentos com chute e salto, poderão ser feitos pela demonstração de dois tipos
específicos de chutes: (TÍMIO MIRO YOP TCHAGI E TIMIO AP BAL AP TCHAGI).
técnicas estas avaliados destacadamente.
Sendo o primeiro executado com corrida horizontal para adquirir impulsão e expulsão,
objetivando a transposição de obstáculos no sentido horizontal, previamente definido por
graduação pela banca examinadora está altura e o seu cumprimento;
O TIMIO AP TCHAGI será executado com corrida horizontal para a impulsão objetivando
atingir alvo localizado na vertical na altura aferida mínima da estatura do examinando com
a mão aberta e braço estendido verticalmente embaixo do alvo.
Embora a FTO/DF incentive tais demonstrações o candidato é livre para escolher como irá
demonstrar a técnica de Kyokpá
F – PUNSÊ (POOMSAE) 2º GUB – FAIXA VERMELHA

TEGUK TCHILL DJAN - 7° Punsê - 20 Movimentos

GRADUAÇÃO: 1º GUB – FAIXA VERMELHA PONTEIRA PRETA

A – TÉCNICA DE MÃO – KIBON DON DJAK


B – TÉCNICA DE PÉ – BALL KI SUL
C – PUNSÊ (POOMSAE) DA FAIXA – TAEGEUK PAL DJANG
D – PUNSÊ (POOMSAE) ANTERIORES – A PARTIR DA FAIXA AZUL – O DJANG
E – LUTA COMBINADA – SEBON, DUBON E RABON KEROGI
F – LUTA COMBINADA AJOELHADO – MURUB KEROGI
G – LUTA – KEROGI
H – QUEBRAMENTOS – KIOKPÁ
I – CONTROLE DE TÉCNICO – 60 SEGUNDOS DE TÉCNICAS LIVRES
J – REDAÇÃO – IRON

A – TÉCNICA DE MÃO – KIBON DON DJAK – FAIXA VERMELHA


PONTEIRA PRETA

1. TIT KUBI DU PAKAT PALMOK KODRO MONTON MAKO, TCHE DJARI AP


KUBI JUMOK BARO MONTON TCHIRIGUI.
Defender com os dois antebraços ao tronco (posição de luta), em seguida voltar a mão que
socará para a cintura, em seguida deve-se abrir a perna da frente (base longa), socando ao
plexo com o mão contrário a perna da frente.

2. DUBAL DAN-SON (TIMIO) AP TCHAGO, AP KUBI PALMOK MONTON


MAKO, DUBAN JUMOK MONTON TCHIRIGUI.
Iniciar o movimento de finta com lançamento da perna de trás e com o joelho
semiflexionando, lançando o joelho desta perna para frente e para cima frontalmente na
direção do rosto do adversário, daí executa-se no ar e de forma simultânea com a ponta da
sola do pé da perna da frente o chute frontal em altura acima do rosto, avançando em
seguida defender em semicírculo de fora para dentro no meio do corpo com o antebraço
proporcional a perna da frente e finaliza-se com dois socos direcionados ao estômago.
3. AP KUBI UE SANTULL MAKI
Defender com as mãos fechadas, cruzando-se na altura do peitoral/tronco costa com costa,
ficando o braço que defenderá (an palmok) por fora e simultaneamente a outra mão
defenderá finalizando com o antebraço ao lado do joelho (palmok are). A defesa de cima
ficará com o cotovelo flexionado em 90º e na altura do ouvido, a movimentação e com giro
pela frente, lançando-se a perna de trás à frente em giro de 140º a 150º.

4. AP KUBI TANGUIO JUMOK TOC TCHIRIGI


Segurar o colarinho (gola) com a mão proporcional à perna da frente e ir recolhendo esta
gradativamente e simultaneamente a mão de forma lenta enfatizando uma pegada na gola,
ao mesmo tempo com a outra mão deve-se atacar socando de baixo para cima ao queijo,
neste movimento a mão que ataca sairá fechada com o punho voltado para baixo, na linha
do peitoral na base das costelas.

5. TIT KUBI DU SONNALL KODRO MONTON MAKO, (TCHE-DJARE) AP KUBI


JUMOK BARO MONTON TCHIRIGI
Na base média, executar uma defesa dupla com as bordas laterais das mãos ao tronco,
saindo os braços no movimento preparatório de trás, estando os cotovelos flexionados na
altura do tronco, para em seguida, no mesmo lugar, corrigir a perna da frente na base longa,
abrindo em um pé da perna que está a frente, e ao mesmo tempo ir socando na altura do
plexo com a mão contrária.

6. TIT BALL AP TCHAGO, POOM SOGI PATANSAN MONTON MAKI


Chutar com a ponta da sola do pé da perna de trás na altura do tronco ou rosto, em seguida
avançar na base do tigre, defendendo com a mão aberta do lado para dentro na altura do
plexo.

7. POOM SOGI DU SONAL KODRÔ MONTON MAKO, TCHE-DJARE, AP BALL


AP TCHAGO AP KUBI JUMOK BARO MONTON TCHIRIGO, POOM SOGI
PATANSAN MONTON MAKI
Na base curta (tamanho de um passo), nomeada base do tigre, executar uma defesa dupla
com as bordas laterais das mãos abertas ao tronco, em seguida chutar com a ponta da sola
do pé da perna da frente ao tronco, simultaneamente abrir a mesma perna na base longa,
socando ao plexo com a mão contrária a perna, finaliza retornando na base inicial,
defendendo com a mão aberta do lado para dentro na altura do estômago com a mão
proporcional à perna.

8. TIT KUBI DU PALMOK KODRO ARE MAKI


Na base média, executar uma dupla defesa com as duas mãos fechadas, sendo que a mão da
frente ficará com o punho voltado para baixo e ao lado do joelho e a outra mão finalizará
com o punho para cima, após o plexo. A preparação se dá na altura mediana do corpo com
os dois cotovelos semiflexionados atrás.

9. TIT BALL AP TCHAGO, TIMIO AP TCHAGO, AP KUBI PALMOK MONTON


MAKO, DUBAN JUMOK MONTON TCHIRIGI.
Chutar na altura do rosto com a ponta da sola do pé da perna de trás na altura do rosto, com
esta perna ainda no ar, tomar impulsão e expulsão com a outra perna, a partir do apoio e
semiflexão da perna de base, chutar frontalmente com a ponta da sola do pé e avançando na
altura acima do rosto, em seguida defender com antebraço em semicírculo de fora para
dentro no meio do corpo e finaliza com dois socos ao plexo.

10. TIT KUBI HANSONAL MONTON MAKO, APROKÁ AP KUBI PALKUB


TOLHO BARÔ TOC TCHIGÔ, TUN JUMOK BARÔ AP TCHIGO, JUMOK
MONTON TCHIRIGI
Defesa com a mão aberta na base média, em seguida sequencialmente, corrigir a perna da
frente na base longa e atacar com uma cotovelada diagonal na altura do queixo, em
sequência ataca-se com a costa desta mesma mão fechada frontalmente ao rosto
(abduzindo-se o antebraço pendularmente), concluindo este ataque com o cotovelo
flexionado em 100°, finalizando com um soco na altura do plexo na mesma base.

B – TÉCNICA DE PÉ – BALL KI SUL – FAIXA PONTEIRA PRETA

1. TIMIO TORA TIT TCHAGI


Tomar impulsão no mesmo lugar semiflexionando os dois joelhos e ao mesmo tempo gira-
se pela costa em 180º a frente e bate-se com o calcanhar do pé da perna de trás ao tronco,
caindo com essa perna na finalização à frente, estando os braços juntos ao corpo e o tronco
inclinação em cima da perna de trás, no momento da execução desta técnica a rotula
(joelho) da perna que chuta ficara voltado para baixo, sendo que na finalização com a
extensão do joelho, o calcanhar ficará voltado para cima, com a ponta do pé para baixo,
ficando a costa disposta para a mesma direção do chute e sentido oposto, de costa e sem
olhar para a direção do chute.

2. TIMIO MIRO AP TCHAGI


Tomar impulsão no mesmo lugar semiflexionando os dois joelhos e ao mesmo tempo chutar
frontalmente com a perna de trás caindo com essa perna na finalização à frente.

3. TIT BALL DUBAN AP TCHAGI


Com a ponta da sola do pé de trás, aplicar um chute duplo frontal consecutivo, progressivo
e sequencial, sendo 1° na altura do joelho e o 2° direcionado na altura do plexo ou ainda na
altura do plexo e do rosto.

4. TIT BALL BANDAL TCHAGO, APBALL TOLHO TCHAGI


Duplo chute consecutivo, progressivo e sequencial em semicírculo de fora para dentro com
o peito do pé (dorso) na altura do plexo, após a perna tocar ao solo chutar com a mesma em
semicírculo ao rosto.
5. TIT BALL DUBAN YOP TCHCAGUI
Dois chutes com a mesma perna sem tocar ao solo batendo-se com a faca de pé (borda
lateral externa do pé), sendo o primeiro na altura média do tronco (monton) o segundo na
altura do rosto (olgul), ou ainda nas alturas do joelho e tronco. O corpo deverá estar
perpendicular à perna de base.

6. TIT BALL DUBAN TOLHO TCHAGUI


Dois chutes com a mesma perna sem tocar ao solo, batendo-se em semicírculo com o peito
do pé(dorso), sendo o primeiro na altura media do tronco (monton), e o segundo na altura
do rosto (olgul). O corpo deverá estar perpendicular á perna de base.

7. TIT BALL APTCHUK TOLHO TCHAGUI


Chute com o ponta da sola do pé na altura do rosto (ou monton) em semicírculo (marcial).

8. TIT BALL YOP TCHAGUI


Chute com a borda lateral externa do pé na altura do rosto (ou tronco).

9. TIT BALL AP TCHAGUI


Chute frontal batendo com a ponta da sola do pé na altura do rosto (ou tronco), sem o uso
do quadril ou mesmo a flexão do tronco.

10. TIT BALL TORA TIT TCHAGUI


Girar pela costa em 180º, batendo-se com o calcanhar na altura do plexo e sem olhar.

11. TIT BAL AP TCHAGO, TIMIO AP TCHAGUI


Chutar frontalmente na altura do tronco (ou rosto) com a ponta da sola do pé da perna de
trás e em seguida saltar impulsionando com a perna de apoio (a outra perna) e chutar ao
rosto com esta mesma perna, frontalmente, na altura do rosto.

C – PUNSÊ (POOMSAE) 1º GUB – FAIXA VERMELHA PONTEIRA PRETA

TAEGEUK PALL JAN - 8° Poomsae - 20 Movimentos

D – PUNSÊ (POOMSAE) ANTERIORES – A PARTIR DA FAIXA AZUL

1 – TAEGEUK O DJANG – 4º GUB – FAIXA AZUL


2 – TAEGEUK IUK DJANG – 3º GUB – FAIXA PONTEIRA VERMELHA
3 – TAEGEUK TILL DJANG – 2º GUB – FAIXA VERMELHA
E – LUTA COMBINADA – SEBON, DUBON E RABON KEROGI

A luta combinada será composta de técnicas padronizadas e sequenciais pré - estabelecidas


pelo próprio professor/mestre do aluno, técnicas estas que devem ser eficientes e
subdivididas por graduação e por grau de dificuldade, a serem demonstradas e avaliadas no
exame de faixa dos dois lados (esquerda e direita). Até que a definição destas técnicas
sejam elaboradas em padrão pela diretória técnica e introduzidas no currículo oficial de
matérias da FEBRAT/DF, seu feitio fica de livre escolha pelos alunos, orientados pelo seu
professor, tendo as seguintes regras básicas:
SEBON KEROGI: serão demonstradas até quatro tipos de técnicas distintas de ataques
com defesa de dois socos frontais na base ap kubi, iniciando com recuo em palmok are:
DUBON KEROGI: serão demonstradas até quatro tipos de técnicas distintas de ataques
com defesa de dois socos frontais na base ap kubi, iniciando com recuo em palmok are:
RABON KEROGI: serão demonstrados até seis tipos de técnicas distintas de ataques
com defesa de um soco frontal, os ataques deverão ser iniciados, avançando com um soco
frontal direto na altura da face e logo em seguida o aluno que iniciou o ataque deverá
aplicar um segundo ataque com chute, podendo ser um tipo de cada vez, tipo: ap tchaqi,
vop tchaqi, bandal tchaqi, tolho tchagi. tit tchaqi/tora vop tchaqi, e o tora furyo tchaqi.

F – LUTA COMBINADA AJOELHADO – MURUB KEROGI

Joa Keroqi ou Murub Keroqi: serão demonstradas e avaliadas até 6(seis) técnicas diferentes
de contra ataques independentes ou não de mãos e pés, iniciando-se o ataque com um soco
frontal ao rosto.

G – LUTA – KEROGI

1) - a luta sempre será técnica, em que o aluno/candidato demonstre o controle sobre os


golpes desferidos e recebidos, a noção exata de distância para atacar e se defender, saiba
contra atacar e se defender, tenha controle emocional, exiba tática de luta, steps e boa
movimentação, via de regras todas as lutas serão com o uso de protetores. ,
1.1) a segunda luta é opcional e sua realização fica a critério da banca examinadora, o 1°
gub e o faixa preta poderão fazer uma das lutas contra dois adversários ou em dupla,
também a critério da banca examinadora;
1.2) a duração média de cada luta será de 1(um minuto), tendo que ser respeitando por todos
o biótipo, idade, sexo, peso e graduação de cada candidato, no geral as lutas de exames de
faixas devem ser de contato leve (sombra) e com uso obrigatório dos protetores de cabeça,
antebraço, perna e tronco, ficando os demais a critério do examinando.
A luta contra dois adversários visa avaliar a potencialidade defensiva e a capacidade de
percepção para contra-atacar e principalmente o controle emocional.
O candidato que lesionar intencionalmente (maliciosamente) outro candidato, estará
reprovado no item luta, bem como o cumprimento das regras de competição de competição
da WTF, serão exigidas na íntegra, bem como as lutas podem ser coordenadas por uma
árbitro escolhido a critério da banca examinadora.
4 Lutas contra adversários(1x1, 1x2, 2x2 e 2x4).
A luta contra dois, três ou quatro adversários visa avaliar principalmente a potencialidade
defensiva e a capacidade de percepção para contra-atacar e principalmente o controle
emocional.
A luta sempre será técnica, em que o aluno/candidato demonstre o controle sobre os golpes
desferidos e recebidos, a noção exata de distância para atacar e se defender, saiba contra
atacar e se defender, tenha controle emocional, exiba tática de luta, steps e boa
movimentação, via de regras todas as lutas serão sem o uso de protetores.
A duração média de cada luta será de 1(um) minuto, tendo que ser respeitando por todos os
participantes do exame, o biótipo, idade, gênero, peso e graduação de cada candidato, no
geral as lutas de exames de faixas devem ser de contato leve (sombra) e com uso
obrigatório opcional dos protetores de cabeça, antebraço, perna e tronco, ficando os demais
a critério do examinando.
O candidato que lesionar intencionalmente (maliciosamente) outro candidato, estará
reprovado no item luta, bem como o cumprimento das regras de competição de competição
da WTF, serão exigidas na íntegra, bem como as lutas podem ser coordenadas por um
árbitro escolhido a critério da banca examinadora.

H – QUEBRAMENTOS KIOPÁ

os quebramentos a serem demonstrados com técnica de mão e de pé de forma parada


poderão ser feitos com qualquer técnica da arte marcial e constante do currículo da
FEBRAT/DF, desde que ainda sejam executadas com segurança, controle, objetividade e
comprovada sua eficácia;
os quebramentos com chute e salto, poderão ser feitos pela demonstração de dois tipos
específicos de chutes: (TÍMIO MIRO YOP TCHAGI E TIMIO AP BALL AP TCHAGI).
técnicas estas avaliados destacadamente.
Sendo o primeiro executado com corrida horizontal para adquirir impulsão e expulsão,
objetivando a transposição de obstáculos no sentido horizontal, previamente definido por
graduação pela banca examinadora está altura e o seu cumprimento;
O TIMIO AP TCHAGI será executado com corrida horizontal para a impulsão objetivando
atingir alvo localizado na vertical na altura aferida mínima da estatura do examinando com
a mão aberta e braço estendido verticalmente embaixo do alvo.
Embora a FEBRAT/DF incentive tais demonstrações o candidato é livre para escolher como
irá demonstrar a técnica de Kyokpá.

I – CONTROLE TÉCNICO – 60 SEGUNDOS


Consiste na execução de várias técnicas de ataques com membros inferiores e superiores contra
alvo fixo sem o contato, demonstrando controle técnico, físico e emocional durante um minuto.
J – REDAÇÃO – IRON
A prova teórica e o tema do trabalho e/ou da redação, será apresentada com antecedência
aos candidatos pela presidência da banca examinadora, com todas as orientações a serem
publicadas no próprio oficio do evento.

UEN – Lado esquerdo

ORUN – Lado direito

BANDE – Lado paralelo à perna da frente

BARO - Lado contrário à perna da frente

Considerações Finais:

Essa apostila foi elaborada levando em consideração algumas técnicas do antigo currículo
utilizado no Distrito Federal até o ano de 2015 o qual, os Grãos Mestres Wilson Batista de
Carvalho 8º Dan e Antonio Jusseri Bezerra Batista 7º Dan fizeram parte da elaboração do
mesmo.

Alguns termos técnicos de descrição foram elaborados por um Grão mestre colaborador e
com formação em Educação Física, tornando em alguns trechos, uma leitura com citações
acadêmicas.

Nossos agradecimentos aos Grãos Mestres, Mestres e Professores da FEBRAT que


contribuíram tecnicamente para formação desse currículo.

Brasília DF, 24 de janeiro de 2016.

Grão Mestre Wilson Batista de Carvalho 8º Dan – Presidente da Febrat

Grão Mestre Antonio Jusseri Bezerra Batista 7º Dan – Diretor Técnico da Febrat