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26/10/2010

Medidas de Controle do Risco


Elétrico
Seccionamento Barreiras e Isolamento das Separação
Desenergização automático da
alimentação invólucros partes vivas elétrica

Dispositivos a Bloqueios e Isolação dupla


Aterramento corrente de
fuga impedimentos ou reforçada

MEDIDAS DE CONTROLE DE
RISCOS
Equipotencialização Extra baixa tensão Obstáculos e Colocação fora de
anteparos alcance

Desenergização
 A desenergização é um conjunto de ações
DESENERGIZAÇÃO coordenadas, sequenciadas e controladas.

Seccionamento
 Ato de promover a descontinuidade elétrica total,
obtida mediante o acionamento de dispositivo
apropriado.

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Para que haja corrente elétrica Introduzimos um interruptor

Gerador Carga
Gerador para abrir e Carga
é necessário
fechar o circuito

que o circuito esteja fechado.

Gerador Carga
Gerador Carga
ABERTO
FECHADO

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Conceito
 Estabelecimento de condições que impedem a
reenergização do circuito ou equipamento
desenergizado, assegurando ao trabalhador o
controle do seccionamento.

Tipos de Bloqueio

Definição
 É a verificação da efetiva ausência de tensão nos
condutores do circuito elétrico.

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Proteção dos elementos energizados existentes


na zona controlada
 Zona controlada é a área em torno da parte
condutora energizada, segregada, acessível, de
dimensões estabelecidas de acordo com nível de
tensão, cuja aproximação só é permitida a
profissionais autorizados;
 Podendo ser feito com anteparos, dupla isolação
invólucros, etc.

Bloqueio/Lacre e Etiqueta
Bloqueio ou Lacre – Objetivo evitar Etiqueta - Objetivo uma advertência
uma descarga elétrica. de forma clara

Lock-out e Tag-out

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Bloqueio ou Lacre e Etiqueta Preparativos para desligar

Par perfeito para segurança

Desligar o equipamento (painel) Bloquear (lacrar) e Etiquetar

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Controlar a Energia Armazenada

Bloqueio Múltiplo

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Travamento Simultâneo em Grupo Bloqueio de Disjuntor Monofásico

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Bloqueio de Disjuntor Trifásico

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Bloqueio de Plugs Industriais

Video AT
 CSST
 01.5 - bloqueio1.avi Aterramento
 01.5 - bloqueio2.avi

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Aterramento Neutro x Terra


 Ligação intencional à terra através da qual  O neutro é um “condutor” fornecido pela
correntes elétricas podem fluir. concessionária de energia elétrica, pelo qual há o
 Questionamentos..... “retorno” da corrente elétrica.
 Mas o que é o “terra”?
 O terra é um condutor construído através de uma
 Qual a diferença entre terra e neutro?
haste metálica e que, em situações normais, não
deve possuir corrente elétrica circulante.

Aterramento
 O aterramento pode ser:
 Funcional
 Proteção
 Temporário

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Equipotencialização

 É o procedimento que consiste na interligação de


Equipotencialização elementos especificados, visando obter a
equipotencialidade necessária para os fins
desejados.

 EQUI = igual

Equipotencialização Barramento de Equipotencialização Principal

 RESUMINDO:
 Deixar tudo no mesmo potencial.
 NA PRÁTICA:
 Minimizar a diferença de potencial para reduzir
acidentes

Seccionamento automático da
alimentação
 Possui um dispositivo de proteção que deverá
Seccionamento automático da alimentação seccionar automaticamente a alimentação do
circuito ou equipamento por ele protegido sempre
que uma falta der origem a uma corrente superior ao
valor determinado e ajustado.

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Dispositivos a corrente de fuga

Dispositivos a corrente de fuga


 Os dispositivos à corrente diferencial-residual (DR)
constituem-se no meio mais eficaz de proteção das
pessoas e animais contra choques elétricos.
 Finalidade: desligar a rede de fornecimento de
energia elétrica, o equipamento ou instalação que
ele protege, na ocorrência de uma corrente de fuga
que exceda determinado valor, sua atuação deve ser
rápida, menor do que 0,2 segundos.

Funcionamento
 Os dispositivos DR podem ser divididos em três
partes:
 transformadortoroidal;
 disparadorpara conversão de uma grandeza elétrica
em uma ação mecânica;
 mecanismo móvel com os elementos de contato.

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Barreiras e invólucros

Barreiras e invólucros
 Dispositivos que impedem qualquer contato com
partes energizadas das instalações elétricas.
 Componentes que possam impedir que pessoas ou
animais toquem acidentalmente as partes
energizadas, garantindo assim que as pessoas sejam
advertidas de que as partes acessíveis através das
aberturas estão energizadas e não devem ser
tocadas.

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Bloqueios e impedimentos

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Obstáculos e anteparos
 Os obstáculos são destinados a impedir o contato
Obstáculos e anteparos involuntário com partes vivas, mas não o contato que pode
resultar de uma ação deliberada e voluntária de ignorar ou
contornar o obstáculo.

 Os obstáculos devem impedir:


 Uma aproximação física não intencional das partes
energizadas;
 Contatos não intencionais com partes energizadas durante
atuações sobre o equipamento, estando o equipamento em
serviço normal.

Isolamento das partes vivas

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Isolamento das partes vivas


 São elementos construídos com materiais dielétricos
(não condutores de eletricidade) que têm por
objetivo isolar condutores ou outras partes da
estrutura que estão energizadas, para que os
serviços possam ser executados com efetivo
controle dos riscos pelo trabalhador.

Isolação dupla ou reforçada

Isolação dupla ou reforçada


 Este tipo de proteção é normalmente aplicado a
equipamentos portáteis, tais como furadeiras
elétricas manuais, os quais por serem empregados
nos mais variados locais e condições de trabalho.

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Colocação fora de alcance


 São as distâncias mínimas a serem obedecidas nas
Colocação fora de alcance passagens destinadas a operação e/ou manutenção,
quando for assegurada a proteção parcial por meio
de obstáculos.

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Separação elétrica
 Uma das medidas de proteção contra choques
Separação elétrica elétricos previstas na NBR 5410/2004, é a chamada
"separação elétrica."
 Não se presta a uso generalizado.
 É uma medida de aplicação mais pontual.

FIM!

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