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REsUmoS

SArAivA JUr

ENTENDA O CÓDIGO
PROCESSUAL CIVIL

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REsUmoS ENTENDA O CÓDIGO PROCESSUAL CIVIL
SArAivA JUr

ENTENDA O CÓDIGO PROCESSUAL CIVIL


AnotAÇõES:
Antes de definir o que é o Direito Processual Civil, é importante entender, brevemente, a
natureza do direito processual:
Trata-se de um direito público e autônomo. É público porque envolve o Estado e deriva do
direito constitucional. É autônomo porque independe da existência do direito material e
subjetivo, eis que se trata de direito que regula o exercício de pretensão em juízo. É também
norma cogente, visto que será aplicada independentemente da vontade dos interessados.
Neste sentido, o Direito Processual Civil é o ramo do direito que abarca normas e princípios
jurídicos referentes às regras que devem ser aplicadas nos procedimentos judiciais e extraju-
diciais para solucionar conflitos de natureza civil.
Essas regras conduzem a lide, que representa o direito material (ou substancial) pleiteado por
uma parte (autor) em face de outra (réu). Devido a sua extrema importância e abrangência, o
Direito Processual Civil também se aplica, subsidiariamente, em procedimentos de outras
naturezas para suprir eventuais ausências de normas regulamentadoras. Algumas regras
do processo civil estão presentes em áreas como direito administrativo, tributário ou penal.
O Código de Processo Civil é o documento em que tudo isso está disposto. Ele foi aprovado
em março de 2015 e está em vigor no país desde 18 de março de 2016, sucedendo o Código
anterior, de 1973.
Ele é dividido em duas partes: Parte Geral, com 6 livros, e Parte Especial, com 4 livros. Aqui,
vamos explicar do que se trata cada livro e qual a importância da lei para o trâmite processual.
*Quando for citado algum artigo, será sempre do Código Processual Civil (CPC).
Se for comentada outra lei, o código que a compõe estará expresso no texto.

Esperamos que goste!

PARTE GERAL
Livro I - Das normas processuais civis

Título único - das normas fundamentais e da aplicação das normas processuais


Este título inaugura o sistema normativo do Código de Processo Civil (CPC), que tem início
com o seguinte artigo:
Art. 1o O processo civil será ordenado, disciplinado e interpretado conforme os valores e
as normas fundamentais estabelecidos na Constituição da República Federativa do Brasil,
observando-se as disposições deste Código.
Todos os artigos do livro I são frutos dos princípios fundamentais do processo civil, que são
também aplicáveis às normas constitucionais. São eles:
• Devido Processo Legal: É o princípio que assegura a todos o direito a um
processo com todas as etapas previstas em lei e todas as garantias constitucio-
nais. Se, no processo, não forem observadas as regras básicas, ele se tornará
nulo. É considerado o mais importante de todos os princípios constitucionais,
pois dele derivam todos os demais. Ele reflete uma dupla proteção ao sujeito,

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nos âmbitos material e formal, de forma que o indivíduo receba instrumentos

AnotAÇõES:
para atuar com paridade de condições com o Estado percutor.
• Razoável Duração do Processo: é o princípio fundamental que tem como obje-
tivo garantir a razoável duração do processo, bem como os meios que garantam
a celeridade de sua tramitação, visando à efetividade da prestação jurisdicional.
• Ampla defesa: Esse princípio assegura que a parte recorra da melhor maneira
que lhe prouver, seja com prova ou recurso, para se defender das imputações
que lhe foram atribuídas.
• Contraditório: não se proferirá decisão contra uma das partes sem que ela seja
previamente ouvida.
• Proibição da prova ilícita: proíbe, expressamente, as provas obtidas por
meios ilícitos.
• Juiz Natural: esse princípio estabelece que o juiz deve ser imparcial à causa. Isto
é, a determinação do juízo competente para a causa deve ser feita com base em
critérios impessoais, objetivos e pré-estabelecidos.
• Publicidade: determina que os atos devem ser divulgados para o conhecimento
do público e produção de efeitos jurídicos.
• Inafastabilidade do controle jurisdicional: a lei não excluirá da apreciação do
Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito, garantindo o livre acesso ao Judiciá-
rio, tendo a parte direito a ver apreciadas pelo juízo competente as suas razões
e a ver fundamentadas as decisões que lhes negam conhecimento.
• Duplo grau de jurisdição: indica a possibilidade de revisão, por via de recurso,
das causas já julgadas pelo juiz de primeiro grau (ou primeira instância)

Livro II - Da Função Jurisdicional

Título I - Da jurisdição e da ação


A jurisdição está inerte e precisa ser provocada. O poder-dever de prestar essa tutela jurisdicio-
nal é do Estado, que o faz por meio do judiciário.
Todos têm o direito de agir quando injustiçados e isso se inicia com a petição inicial, formulada
pela parte autora, que busca tutela jurisdicional para ter garantidos seus direitos.
Este livro engloba as especificações da jurisdição, que representa uma função do Estado. Isto
é, a função jurisdicional fica a cargo do Poder Judiciário. Este deve promover a pacificação do
conflito entre as partes, mediante o processo e a aplicação da lei a cada caso concreto.

Título II – Dos limites da jurisdição nacional e da cooperação internacional


Como especificado no art. 16 do CPC, a jurisdição civil é exercida pelos juízes e tribunais
em todo o território nacional. Isto significa que o juiz brasileiro, representante do Estado,
não tem jurisdição em outros territórios. Dessa forma, uma sentença estrangeira é ineficaz
no território brasileiro (com exceção somente se homologada perante o Superior Tribunal
de Justiça, art. 105, I, CF).
Quanto à cooperação internacional, o art. 26 delimita que a cooperação jurídica internacional
será regida por tratado que o Brasil faz parte e, na falta dele, a cooperação pode ser feita
com base na reciprocidade, manifestada por via diplomática.

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Título III – Da competência interna


Segundo o art. 42, “as causas cíveis serão processadas e decididas pelo juiz nos limites de AnotAÇõES:
sua competência, ressalvado às partes o direito de instituir juízo arbitral, na forma da lei.”
A competência interna serve, basicamente, para fazer uma divisão da função de cada órgão
dentro do Poder Judiciário. É definida mediante limites interno e externo da jurisdição.
O Brasil tem competência concorrente com outros países nos casos estabelecidos nos
arts. 21 e 22 do CPC.

Livro III - Dos sujeitos do processo


O Livro III do Código Processual Civil é voltado para as normas reguladoras sobre os sujeitos
do processo, que, como o próprio nome diz, são aqueles que participam do processo.

Título I – das partes e dos procuradores


O art. 70 determina que “toda pessoa que se encontre no exercício de seus direitos tem
capacidade para estar em juízo.” Com isso, é importante lembrar que todas as pessoas –
podem ser físicas, jurídicas e até despersonalizadas – têm capacidade de ser parte, mas nem
todas têm capacidade processual. Desta, fazem parte os maiores e capazes. O título estabe-
lece as condições normativas para a representação tanto dos incapazes quanto dos órgãos
previstos nos incisos do art. 75 (União, Município, Distrito Federal etc.).

Título II – do litisconsórcio
As peças judiciais não são litigadas por uma só pessoa. Duas ou mais pessoas podem figurar-se
como autoras ou rés no processo. Esse fenômeno é denominado de litisconsórcio, que pode
ser passivo (quando há dois ou mais réus) e/ou ativo (quando há dois ou mais autores), tendo as
partes os mesmos direitos. O título II especifica as regras em que essa situação pode acontecer.

Título III – da intervenção de terceiros


Além da participação dos litisconsortes, há outra possibilidade de acontecer intervenção de
terceiros. Isto acontece quando, de alguma forma, a esfera jurídica de uma terceira pessoa
possa, de alguma maneira, ser atingida pela decisão judicial. O título contém as regras refe-
rentes a cada categoria de intervenção de terceiros, que pode ser voluntária (assistência e
recurso de terceiro prejudicado) ou provocada (denunciação da lide, chamamento ao proces-
so e incidente de desconsideração da personalidade).

Título IV – do juiz e dos auxiliares da justiça


A jurisdição é exercida por meio do processo, do qual o juiz é diretor, junto aos auxilia-
res. Estes colaboram com a função judiciária, dando apoio complementar ao juiz em suas
atividades. Entretanto, nem sempre o juiz vai poder julgar o litígio. O título IV contém: a) as
normas que determinam quando o juiz terá que se afastar do processo e; b) os poderes e
obrigações dos auxiliares de justiça.

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Livro IV - Dos atos processuais


Ato processual é toda conduta dos sujeitos do processo que tenha por efeito a criação, modi- AnotAÇõES:
ficações ou extinção de situações jurídicas processuais. Ato processual classifica-se, portanto,
como a manifestação de vontade de um dos sujeitos do processo, dentro de uma das catego-
rias previstas pela lei processual, que tem por fim influir diretamente na relação processual

Título I – da forma, do tempo, do lugar e dos atos processuais


O primeiro título regula a forma, o tempo e o lugar dos atos processuais, dos artigos 118 ao 235.
Resumidamente, os atos processuais só dependem de forma determinada quando a lei exigir
expressamente. O tempo dos atos processuais, de acordo com o art. 212, será realizado em
dias úteis, das 6 às 20 horas. E, normalmente, o lugar para a prática dos atos processuais é a
sede do juízo (no qual o juiz cumpre o expediente)

Título II – da comunicação dos atos processuais


Dentro dos atos processuais encontra-se a comunicação entre o juízo e as partes, tratada
neste título.
São formas de comunicação processual:
a) citação: art. 238. Citação é o ato pelo qual são convocados o réu, o executado ou
o interessado para integrar a relação processual;
b) cartas: art. 260. São requisitos das cartas de ordem, precatória e rogatória: I - a
indicação dos juízes de origem e de cumprimento do ato; II - o inteiro teor da peti-
ção, do despacho judicial e do instrumento do mandato conferido ao advogado; III
- a menção do ato processual que lhe constitui o objeto; IV - o encerramento com a
assinatura do juiz;
c) intimações: art. 269. Intimação é o ato pelo qual se dá ciência a alguém dos atos
e dos termos do processo.

Título III – das nulidades


Os artigos 276 a 283 do livro IV são dedicados às nulidades, que são os atos praticados
sem observância da forma importa pela lei, podendo tornar o ato processual ineficaz.

Título IV – da distribuição e do registro


O título estabelece as exigências para a distribuição e o registro. A lei determina que todos os
processos estão sujeitos a registro, devendo ser distribuídos onde houver mais de um juiz.
Art. 285. A distribuição, que poderá ser eletrônica, será alternada e aleatória, obedecendo-se
rigorosa igualdade.

Título V – do valor da causa


O valor da causa é uma exigência ou requisito para a propositura de qualquer ação. De
acordo com o art. 291, à toda causa será atribuído valor certo, ainda que não tenha conteúdo
econômico imediatamente aferível. Além deste, os dois artigos subsequentes referem-se a
outras especificações do valor da causa.

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Livro V - Da tutela provisória


AnotAÇõES:
Título I – disposições gerais
O livro V do CPC é dedicado à tutela provisória que, segundo o artigo 294, pode ser de
urgência ou de evidência. Elas podem ser concedidas nos processos de conhecimento ou de
execução. Importante lembrar que as tutelas provisórias apresentam um juízo de probabilida-
de e, por isso, pode ser substituída por outra tutela, isto é, pode ser modificada ou revogada
a qualquer tempo.

Título II – da tutela de urgência (exige periculum in mora)


Art. 300. A tutela de urgência será concedida quando houver elementos que evidenciem
a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo.

Título III – da tutela de evidência (não exige periculum in mora)


Art. 311. A tutela da evidência será concedida, independentemente da demonstração
de perigo de dano ou de risco ao resultado útil do processo, quando:
I – ficar caracterizado o abuso do direito de defesa ou o manifesto propósito protela-
tório da parte;
II – as alegações de fato puderem ser comprovadas apenas documentalmente e
houver tese firmada em julgamento de casos repetitivos ou em súmula vinculante;
III – se tratar de pedido reipersecutório fundado em prova documental adequada do
contrato de depósito, caso em que será decretada a ordem de entrega do objeto
custodiado, sob cominação de multa;
IV – a petição inicial for instruída com prova documental suficiente dos fatos constituti-
vos do direito do autor, a que o réu não oponha prova capaz de gerar dúvida razoável.
Parágrafo único. Nas hipóteses dos incisos II e III, o juiz poderá decidir liminarmente.

Livro VI - Da formação, da suspensão e da extinção do processo

Título I – da formação do processo


O título I, apesar de fazer parte do art. 312 do CPC, não deixa de ter observância no princípio
da inércia da jurisdição. Retomando este princípio, a jurisdição é inerte e o CPC prevê que o
processo começa por iniciativa da parte e se desenvolve por impulso do juiz, ou seja, a parte
deverá provocar o judiciário para que se dê início ao processo. A petição inicial surge como
instrumento dessa demanda:
Art. 312. Considera-se proposta a ação quando a petição inicial for protocolada, todavia,
a propositura da ação só produz quanto ao réu os efeitos mencionados no art. 240 depois
que for validamente citado.

Título II – da suspensão do processo


São diversos os motivos para a suspensão do processo e, normalmente, não são praticados
atos processuais no momento da suspensão, exceto se forem atos urgentes.

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Art. 313. Suspende-se o processo:


I – pela morte ou pela perda da capacidade processual de qualquer das partes, AnotAÇõES:
de seu representante legal ou de seu procurador;
II – pela convenção das partes;
III – pela arguição de impedimento ou de suspeição;
IV – pela admissão de incidente de resolução de demandas repetitivas;

Título III – da extinção do processo


A extinção do processo tem seus requisitos no artigo 316 do CPC:
Art. 316. A extinção do processo dar-se-á por sentença.
Art. 317. Antes de proferir decisão sem resolução de mérito, o juiz deverá conceder à parte
oportunidade para, se possível, corrigir o vício.

PARTE ESPECIAL
Livro I - Do processo de conhecimento e do cumprimento de sentença

Ttítulo I – do procedimento comum


O procedimento comum é regulado pelo CPC a partir do art. 318. O primeiro ato é a petição
inicial (art. 319 CPC), que desencadeia os demais atos do procedimento. Este título contém
todas as normas que devem ser aplicadas e seguidas em cada fase: petição inicial, contesta-
ção (resposta do réu), produção de provas, sentença e coisa julgada.
Doutrinariamente, o procedimento comum é dividido em quatro fases:
a) fase postulatória: é a fase em que as partes apresentam demandas ao poder judi-
ciário, por meio dos seguintes documentos, respectivamente: petição inicial, audiên-
cia de conciliação e mediação, contestação e réplica.
b) fase saneadora: momento do despacho saneador, isto é, o juiz organiza o proces-
so (verificar irregularidades e se o processo já está maduro para julgamento).
c) fase instrutória: dedicada à produção de provas, audiência de instrução e julgamento.
d) fase decisória: juiz profere a sentença (art. 366, CPC).
A partir do art. 513, são estabelecidas normas para o cumprimento de sentença.

Título II – do cumprimento da sentença


A partir do art. 513, são estabelecidas normas para o cumprimento de sentença. É a continu-
ação da relação jurídica processual iniciada na fase de conhecimento e reconhece a exigibili-
dade da obrigação de pagar quantia. Assim, o título II desse livro contém as normas para que
se concretize o que foi determinado na sentença. Se a parte contrária não cumprir voluntaria-
mente o que foi determinado na sentença pelo juiz, este será comunicado pelo advogado da
parte autora, para que as providencias sejam devidamente tomadas.

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Livro II - Do processo de execução


AnotAÇõES:
Título I – da execução em geral
Segundo o art. 771, “este Livro regula o procedimento da execução fundada em título extraju-
dicial, e suas disposições aplicam-se, também, no que couber, aos procedimentos especiais
de execução, aos atos executivos realizados no procedimento de cumprimento de sentença,
bem como aos efeitos de atos ou fatos processuais a que a lei atribuir força executiva.”
Ou seja, no processo de execução, estão inseridas as normas que determinam os atos ne-
cessários para a satisfação do direito do credor e que, neste sentido, compelem o devedor a
adimplir a obrigação.

Quer saber mais sobre o direito das obrigações? Clique aqui para conferir um
Resumo do Código Civil e encontrar tudo o que você precisa!

Título II – das diversas espécies de execução


A execução é dividida em 5 espécies, normatizadas no segundo título do livro II:
a) da execução para a entrega de coisa (arts. 806 a 813)
b) da execução das obrigações de fazer ou não fazer (arts. 214 a 823)
c) da execução por quantia certa (arts. 824 a 909)
d) da execução contra a fazenda pública (art. 910)
e) da execução de alimentos (arts. 911 a 913)

Título III – dos embargos à execução


Art. 914. O executado, independentemente de penhora, depósito ou caução, poderá se opor
à execução por meio de embargos.
O devedor pode ajuizar uma ação, denominada de embargos à execução para discutir a execu-
ção do credor. Nos embargos, são discutidas questões referentes ao pagamento que o credor
deve receber e, assim, o devedor manifesta que discordância a respeito do valor cobrado. O
título III contém todas as especificadas para que seja feito de maneira célere e eficaz.

Título IV – da suspensão e da extinção do processo de execução


Por fim, o título IV do segundo livro determina as hipóteses para suspensão e extinção do
processo de execução. São eles:

Suspensão:
Art. 921. Suspende-se a execução:
I – nas hipóteses dos arts. 313 e 315, no que couber;
II – no todo ou em parte, quando recebidos com efeito suspensivo os embargos
à execução;
III – quando o executado não possuir bens penhoráveis;

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IV – se a alienação dos bens penhorados não se realizar por falta de licitantes e

AnotAÇõES:
o exequente, em 15 (quinze) dias, não requerer a adjudicação nem indicar outros
bens penhoráveis;
V – quando concedido o parcelamento de que trata o art. 916.

Extinção:
Art. 924. Extingue-se a execução quando:
I – a petição inicial for indeferida;
II – a obrigação for satisfeita;
III – o executado obtiver, por qualquer outro meio, a extinção total da dívida;
IV – o exequente renunciar ao crédito;
V – ocorrer a prescrição intercorrente.

Livro III - Dos processos nos tribunais e dos meios de impugnação das deci-
sões judiciais

Título I – da ordem dos processos e dos processos de competência originária dos tribunais
Já ao final do Código de Processo Civil, a lei trata sobre a ordem dos processos e a compe-
tência originária. Para facilitar o entendimento, o processo é protocolado no Tribunal no dia
da entrada. Neste momento, registram-se o ano, o mês, o dia e a hora, como o marco autênti-
co para a contagem de prazos e garantia de publicidade. Assim, a competência originária faz
o primeiro exame da causa.

Título II – dos recursos


O penúltimo título do CPC contém as normas referentes aos recursos, mecanismos processu-
ais que têm como função corrigir um desvio jurídico. Recursos, dessa forma, são meios de im-
pugnação voluntários, promovidos pela parte, que promove o reexame das decisões judiciais,
com o objetivo de reformar, invalidar, esclarecer ou integrar uma decisão judicial pelo próprio
juiz ou órgão superior que a pronunciou

Livro complementar - Disposições finais e transitórias


As disposições finais e transitórias referem-se às especificações sobre o próprio código,
contendo normas referentes sobre o que acontece a partir da data que o documento
entrou em vigor.

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