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1° Seminário de Fiscalização CREA-PE

GEORREFERENCIAMENTO

Palestrantes: Manoel Vieira de França


Fernando José de Lima Botelho
APRESENTAÇÃO
O georreferenciamento

Sistemas de referência e coordenadas na geodésia

Sistema de coordenadas UTM

Geodésia por satélite

Classificação usual dos receptores GPS

Programas de processamento e ajustamento GPS

Experiência prática de utilização do receptor GPS

Manoel Vieira de França


Fernando José de Lima Botelho
Parte 1
Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
MATERIALIZAÇÃO

...Coordenadas Geodésicas

Parte 1
Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
Urbano:

Parte 1
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Fernando José de Lima Botelho
Rural:

Parte 1
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Fernando José de Lima Botelho
SISTEMAS DE COORDENADAS NA GEODÉSIA

SISTEMAS DE COORDENADAS PLANAS UTM GEODÉSIA

Parte 2
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Fernando José de Lima Botelho
Sistemas de referência:

Na superfície da Terra
Usados para SISTEMAS DE
REFERÊNCIAS :
posições de objetos TERRESTRES OU
GEODÉSICOS

Parte 2
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Fernando José de Lima Botelho
Sistemas de referência clássicos:
DGH=DATUM GEODÉSICO HORIZONTAL

ASPECTOS DEFINIDORES
A REALIZAÇÃO OU MATERIALIZAÇÃO
1.ELIPSÓIDE (ESCOLHA)
2. DEFINIÇÃO DO
Aspecto Prático (Redes geodésicas)
POSICIONAMENTO
Ex: SAD69
E ORIENTAÇÃO
Córrego Alegre
DO REFERENCIAL

Parte 2
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Fernando José de Lima Botelho
Sistema de referência

Parte 2
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Fernando José de Lima Botelho
Sistemas de referência Modernos(Geocêntrico)

Concebidos na ERA ESPACIAL DEFINIDORES

Características diferentes dos DGH(anterior) 1.ELIPSÓIDE GLOBAL


2. MATERIALIZAÇÃO:
A “ essência “ é a mesma
• Redes geodésicas
• por metódos de GNSS

Parte 2
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Sistemas de referência Modernos

Sistema de Referência
SIRGAS Geocêntrico para as Américas

http://www.ibge.gov.br
Parte 2
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GEOCENTRICO

Parte 2
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SISTEMAS DE COORDENADAS E SUPERFÍCIE GEODÉSICOS

• Sistema Cartesiano GEODÉSICO (CG)

• Sistema de Coordenadas Geodésicas

• Sistema de Coordenadas planas UTM

Parte 2
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Fernando José de Lima Botelho
Sistema de Coordenadas

Cartesiano Geodésico CG( Geocêntrico)


Parte 2
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Fernando José de Lima Botelho
Geográficas(ESFERA) Geodésicas (ELIPSÓIDE)
Parte 2
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Fernando José de Lima Botelho
Sistema de Coordenadas Planas
 Projeção UTM
 Deformação de escala
 Transformações de coordenadas UTM-Geodésicas

Parte 2
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Fernando José de Lima Botelho
PROJEÇÃO UTM

Parte 2
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Fernando José de Lima Botelho
SISTEMAS DE COORDENADAS PLANAS
Projeção UTM

 Projeção UTM
Universal Transverse Mercator

• Adotada no Brasil desde 1955 para


pequenas e médias escalas, 1:25000
a 1:100.000
• Principal característica:
conformidade (que mantém a forma
da figura e os ângulos).
comprimentos e áreas

Parte 2
Manoel Vieira de França
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SISTEMAS DE COORDENADAS PLANAS
Projeção UTM

Características

• Secante ao elipsóide

• Fator de escala 0.9996, encolhe no centro e


aumenta nos bordos
• Meridianos padrões espaçados de 6°
• Coordenada X no meridiano central é
500.000m
• No hemisfério sul coordenada Y no
equador é 10.000.000m

Parte 2
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Fernando José de Lima Botelho
ZONAS UTM - MUNDO

Parte 2
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Fernando José de Lima Botelho
ZONAS UTM- BRASIL
< zonas

< meridiano central


Parte 2
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Fernando José de Lima Botelho
GEODÉSIA POR SATÉLITE ARTIFICIAIS

• GNSS

Parte 3
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Fernando José de Lima Botelho
GNSS
GPS GLONASS GALILEU
28 satélites sendo 4 sobressalentes 24 satélites em 3 planos O sistema completo incluirá 30
em 6 planos orbitais orbitais – 8 satélites por satélites, dos quais 3 ficarão
em reserva
plano

Dividido em três partes: espacial, de Índice maior de falhas do que Maior segurança (possibilidade de
controle e utilizador o GPS transmitir e confirmar pedidos
de ajuda em caso emergência)

Completam uma em volta da Terra Completam uma em volta da Menos sujeito a problemas (o
em 11horas e 58minutos Terra em 11horas e sistema tem a capacidade de
testar a sua integridade
15minutos automaticamente)
Controlado pelo Departamento de Controlado pela federação É um sistema de posicionamento
Defesa dos Estados Unidos da Russa global por satélite europeu
América, DoD

Orbitam à uma altitude de 20,200km Orbitam à uma altitude de Maior precisão (ainda a ser
19,100km confirmado em testes reais)

Determina com grande será inter-operável com os outros


Pode ser utilizado por qualquer exatidão as coordenadas dois sistemas já existentes
pessoa, gratuitamente, de objetos móveis que
necessitando apenas de um
receptor que capte o sinal estão no ar, na terra ou
emitido pelos satélites no mar
• CLASSIFICAÇÃO
USUAL DOS
RECEPTORES GPS:
NAVEGAÇÃO
GEODÉSICOS

Parte 4
Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
TIPOS DE GPS COM DUAS
FREQUÊNCIAS

Parte 5
Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
SPECTRA PRECISION – EPOCH 25 RTK

EPOCH 25 RTK
Parte 6
Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
SOKKIA – GSR2700 ISX

GSR2700 ISX Parte 6


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Fernando José de Lima Botelho
NOVATEL – DL-V3

DL-V3
Parte 6
Manoel Vieira de França
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NOVATEL – DL-V3

DL-V3 é um receptor de alto desempenho desenvolvido para


aplicações de base e móvel, com uma conectividade flexível
podendo ser Serial, USB, Ethernet e Bluetooth. Este poderoso
receptor GPS de 72 canais está preparado para receber GLONASS,
L2C e L5, bastando apenas uma atualização de Firmware e Galileo
através de upgrade, tudo em resistente estojo de alumínio
totalmente à prova de água (IPX7) e com memória de 64 MB
removível (tipo CF) expansível até 4GB.

Parte 6
Manoel Vieira de França
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NOVATEL – DL-V3
Tempo para Primeira Fixação (L1,L2) Características adicionais:
Frio4 60s
Quente5 35s Modelos múltiplos de software, incluindo
L1 e L1/L2 GPS ou GPS mais GLONASS e
Reaquisição do sinal
posicionamento pela fase portadora com
L1 0.5s (típico)
RT-20 ou opções de RT-2
L2 1.0s (típico)
Precisão de tempo6 20ns RMS
Precisão de velocidade 0,03 m/s RMS Uma saída configurável de PPS e duas
entradas de eventos
Dinâmica
Velocidade7 515m/s Suporte RTCM SC-104 versão 3.0,
Altitude 18,288m CMR versão 3.0, CMR +, NMEA 0183
Portas de comunicação versão 3.01, e tipos de mensagem RTCA DO-217
3 portas RS-232 serial ou 2 RS-422 mais Firmware atualizável em campo
1 porta RS-232 serial
1 módulo Bluetooth Vibração (operação)
1 porta Ethernet8
1 porta USB 1.1 Randômico MIL-STD-810F
Sinoidal IEC 68-2-6
Choque IEC 68-2-27
TOPCON – TOPCON RTK GR3 L1 L2

TOPCON RTK GR3 L1 L2 Parte 6


Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
SOUTH – SOUTH GPS S-86-S

SOUTH GPS S-86-S Parte 6


Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
LEICA WILD – GPS 900 CS L1 L2

GPS 900 CS L1 L2 Parte 6


Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
MAGELLAN ASTECH – PROMARK 500

PROMARK 500 Parte 6


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Fernando José de Lima Botelho
TIPOS DE POSICIONAMENTO

• POSICIONAMENTO ABSOLUTO
• POSICIONAMENTO RELATIVO
BASE = estacionado
MÓVEL= movimento

Parte 4
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POSICIONAMENTO ABSOLUTO

Manoel Vieira de França


Fernando José de Lima Botelho
POSICIONAMENTO RELATIVO

Parte 4
Manoel Vieira de França
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POSICIONAMENTO RELATIVO

Parte 4
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METÓDOS DE LEVANTAMENTO

• Modo ESTÁTICO ou Estático rápido


• Modo Cinemático
• Modo Stop and Go

Parte 4
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TRANSPORTE DE COORDENADAS GPS

Parte 4
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Ponto inicial – Inicio dos Trabalhos
Parte 4
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Montagem acima do Marco
(M1) e instalação do Tripé.

Parte 4
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Centragem da Base para inciar
montagem do GPS.
Níveis distintos em cada apoio.

Parte 4
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Instalação da Antena na base
Parte 4
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Montagem e Instalação do
cabo a bateria.
Parte 4
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Ligação do Cabo de Energia (bateria) ao GPS. Parte 4
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Ligação do cabo de antena ao GPS.
Parte 4
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Ligação do cabo de antena , interligado ao
Gps, na própria antena. Parte 4
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Fernando José de Lima Botelho
Ligação do GPS e observar inicio
do rastreio.

Parte 4
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Fernando José de Lima Botelho
Rastreamento do GPS e
conclusão dos trabalhos.

Parte 4
Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
PROGRAMAS DE PROCESSAMENTO E
AJUSTAMENTO GPS

Parte 5
Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
Parte 5
Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
RBMC
INTRODUÇÃO AO GPS

LEICA (REDE MANFRA DE ESTAÇÕES DE MONITORAMENTO CONTÍNUO DE GPS)

Parte 5
Manoel Vieira de França
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Estações de referências da rede
contínua particular da
SANTIAGO&CITRA

Parte 5
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USO

Parte 5
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GEORREFERENCIAMENTO NO
CNIR (INCRA) SIGNIFICADO ?

(NO SISTEMA GEODÉSICO


BRASILEIRO - SGB)

“IDENTIFICAR INEQUIVOCAMENTE O IMÓVEL


DESCREVENDO-O ATRAVÉS DE
COORDENADAS...”

Parte 6
Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
E para o INCRA...

Parte 6
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Fernando José de Lima Botelho
O CADASTRO RURAL NO BRASIL
NOVOS TEMPOS...

Parte 6
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Fernando José de Lima Botelho
O CADASTRO NO BRASIL?
ANTES E DEPOIS DA LEI 10267 :2001

Parte 6
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O QUE SIGNIFICA? MÓDULO FISCAL

Parte 6
Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
O DECRETO nº 4449 30/10/2002

LEI 10.267/2001
Art. 9o - A identificação do imóvel rural, na forma do § 3o
do art. 176 e do § 3o do art. 225 da Lei no 6.015, de 1973, será
obtida atualmente “a partir de memorial descritivo elaborado,
executado e assinado por profissional habilitado e com a
devida Anotação de Responsabilidade Técnica - ART,
contendo as coordenadas dos vértices definidores dos limites
dos imóveis rurais, georreferenciadas ao Sistema Geodésico
Brasileiro, e com precisão posicional a ser estabelecida
em ato normativo, inclusive em manual técnico, expedido
pelo INCRA”.

Parte 6
Manoel Vieira de França
Fernando José de Lima Botelho
O ADIAMENTO DO ART 10º
DECRETO 5570:

PRAZO NOVO

O DECRETO ADIA
QUALQUER
SITUAÇÃO < 500 ha

ADIADO POR OITO ANOS (2011)

Parte 6
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A PORTARIA nº 954 INCRA

PRECISÃO POSICIONAL?

Parte 6
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Fernando José de Lima Botelho
HOMOLOGAÇÃO DA NORMA TÉCNICA

Parte 6
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Fernando José de Lima Botelho
A NORMA TÉCNICA versão Novembro 2003

Parte 6
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Parte 6
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