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CÂMPUS FORMOSA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GEOGRAFIA

Formosa – GO
2015
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

REITOR
Haroldo Reimer

VICE-REITORA
Valcemia Gonçalves de Sousa Novaes

PRÓ-REITORA DE GRADUAÇÃO
Maria Olinda Barreto

PRÓ-REITOR DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO


Ivano Alessandro Devilla

PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS


Marcos Antônio Cunha Torres

PRÓ-REITOR DE PLANEJAMENTO, GESTÃO E FINANÇAS


José Antônio Moiana

DIRETORA DO NÚCLEO DE SELEÇÃO


Eliana Machado Pereira Nogueira

CHEFE DE GABINETE DA REITORIA


Juliana Oliveira Almada

DIRETOR DO CÂMPUS
Fábio Santiago Santa Cruz

COORDENADOR DE CURSO
Rodrigo Botelho Salomão
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SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO ....................................................................................................... 4
2. CONCEPÇÃO DO CURSO ........................................................................................ 6
3. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ............................................................................... 11
4. HISTÓRICO DA UEG............................................................................................... 12
5. HISTÓRICO DO CÂMPUS ...................................................................................... 15
6. JUSTIFICATIVA DO CURSO ................................................................................. 16
7. OBJETIVOS DO CURSO ......................................................................................... 17
7.1 – Objetivos Gerais .......................................................................................................... 18
7.2 – Objetivos Específicos .................................................................................................. 18
8. PERFIL DO EGRESSO............................................................................................. 18
8.1. Habilidades e Competências ........................................................................................ 19
9. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO - PEDAGÓGICA ................................................... 20
9.1- Administração Acadêmica ............................................................................................ 21
9.2. - Metodologia de Ensino ............................................................................................... 25
10. ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ............. 30
11. ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................................ 42
12. ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO OU NÃO OBRIGATÓRIO .. 43
13. ATIVIDADE PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR ..... 58
14. TRABALHO DE CURSO ...................................................................................... 59
15. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO/ APRENDIZAGEM ...... 60
16. ESTRUTURA CURRICULAR ............................................................................. 61
17. RECURSOS HUMANOS ....................................................................................... 96
17.1 - Corpo Docente/Nominata (antigas e novas) e professores substitutos ...................... 96
17.2 - Corpo Discente – Número de alunos do Curso .......................................................... 98
7.3 Relação candidato/vaga .................................................................................................. 99
17.4 Evasão – Repetência – Transferência Interna e Externa ............................................ 100
17.5 - Corpo Técnico- Administrativo ............................................................................... 101
18. INSTALAÇÕES .................................................................................................... 103
18.1- Instalações físicas gerais ........................................................................................... 103
19. SISTEMA DE AVALIAÇÃO CONTINUA DO CURSO ................................. 123
20. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................ 123
21. ANEXOS ................................................................................................................ 126
21.1 Cópia do decreto/ Resolução que autorizou o curso .................................................. 126
21.2 Cópia da Ata do Colegiado que aprovou o PPC ........................................................ 128
21.3 Cópia da Ata do CaC – Aprovação do PPC ............................................................... 129
21.4 Demonstração de Regularidade Fiscal e Para Fiscal da UEG .................................... 132
21.5 Cópia do Regimento Interno do Câmpus ................................................................... 136
21.6 Regulamento para o trabalho de conclusão de curso de graduação em Geografia. ... 195
21.7 Regulamento para o Estágio do curso de Licenciatura em Geogafia ......................... 206
21.8. Listagem dos livros de formação Geral e específicos ............................................... 233
21.9 Currículo Lattes do Coordenador ............................................................................... 305
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1. APRESENTAÇÃO

O presente projeto tem como finalidade apresentar uma nova proposta de ação
pedagógica para o curso de Geografia pautada na visão associativa do ensino, pesquisa e
extensão como princípio norteador da prática educativa universitária.
O Projeto Pedagógico do Curso de Geografia foi elaborado devido ao processo de
Reformulação da Matriz Curricular de Geografia do Câmpus Formosa. Trata-se de um
documento constituído pelos princípios, objetivos e concepções curriculares e
organizacionais que norteiam as atividades do curso de licenciatura a partir de discussões do
corpo docente e a representação dos estudantes do curso.
A concretização do presente projeto e sua dinamização é fruto do compromisso
coletivo com a proposta de mudança das discussões, de modo que o curso possa desempenhar
seu papel educativo frente às transformações da sociedade e às demandas da nossa
Universidade.
O engajamento e a mobilização de todos os docentes dos cursos de Geografia nos
debates, na análise e na elaboração deste projeto, foram de fundamental importância. Este
documento resulta numa diretriz norteadora efetiva da política de formação de professores de
Geografia no curso e reflete o esforço dos próprios docentes organizados no que compõem o
Núcleo Docente Estruturante (NDE) e da Pró-Reitoria de Graduação, que há muito, vem
caminhando nesta direção.
Assim, o Projeto Pedagógico do Curso surgiu da necessidade de propor e discutir as
políticas educacionais no que se refiram à Licenciatura em Geografia da UEG, frente às
transformações e demandas da sociedade nas quais o Câmpus está inserido.
O atual Projeto Pedagógico da Licenciatura em Geografia procura se aproximar das
sugestões apresentadas no Parecer CESNº 3/2013, Processo
Nº200900020006909/18.05.2010, conforme o Ato de Reconhecimento do Curso, de
acordocom a Portaria Nº 698/DOE de 26.03.2013 apresentados anexos.
Por ocasião da elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento Institucional -
PDI (2010 a 2019)1, a missão da UEG é:

1Disponível em:
http://www.cdn.ueg.br/arquivos/legislacao/conteudo_compartilhado/944/Res_CsU_2010_009.pdf
5

Produzir e socializar o conhecimento científico e o saber, desenvolver


a cultura e a formação integral de profissionais e indivíduos capazes
de inserirem-se criticamente na sociedade e promoverem a
transformação da realidade sócioeconômica do Estado de Goiás e do
Brasil. (GOIÁS, 2010, p. 19).

De acordo com esse documento, a UEG,espera formar profissionais de qualidade e


produzir, transmitir e disseminar conhecimentos científicos, tecnológicos, artísticos e
culturais, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, com base nos princípios éticos e
humanistas, de modo a estimular a justiça social e o pleno exercício da cidadania,
comprometidos com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária (GOIÁS, 2010).
Pesquisar, desenvolver, organizar, divulgar e partilhar conhecimentos, ciências e
percepções, ampliando o saber e a formação do ser humano para a atuação sócio-profissional
solidária e coerente com as necessidades e a cultura regionais, com o objetivo de que homens
e mulheres conquistem sua cidadania, num projeto de sociedade equilibrada, nos parâmetros
da equidade também são características almejadas por esta IES.

A Universidade é orientada pelos princípios de excelência acadêmica


e compromisso social, fundamentada na sua identidade de
universidade pública estatal. Ela tem como prerrogativa máxima fazer
cumprir sua missão. A UEG está em movimento de ser e de
acontecer. Sua história está se fazendo e todos nela inseridos
(docentes, estudantes, dirigentes, técnicos administrativos e
comunidade em geral) constituem forças vivas e atualizadoras dessa
história (GOIÁS, 2010, p. 16).

A UEG tem sede na cidade de Anápolis e campo de atuação no Estado de Goiás.


Mantém diferentes Câmpus fora da sede distribuídos em diversos municípios. As finalidades
da UEG constam do Art. 5º do Estatuto da Universidade Estadual de Goiás, inicialmente
homologado pelo Decreto nº 5.1302, de 03/11/1999 e aprovação renovada pelo Decreto Nº.
7.441, de 8 de setembro de 20113.

2Disponível em: http://www.gabinetecivil.goias.gov.br/decretos/numerados/1999/decreto_5112.htm


3Disponível em: http://www.gabinetecivil.go.gov.br/pagina_decretos.php?id=9091;
http://www.legislacao.ueg.br/conteudo/81
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2. CONCEPÇÃO DO CURSO

O curso está inserido na grande área de formação Ciências Humanas, na sub-área


Geografia, especificamente – Licenciatura em Geografia. Abrangendo a Educação Básica.
Ciência Geográfica, Epistemologia e Ensino de Geografia: uma proposta curricular
para o direcionamento do Curso de Geografia da UEG
Questões acerca da epistemologia, do rompimento paradigmático na ciência
geográfica, bem como, seus reflexos no ensino, são apontadas como proposta para o novo
currículo do Curso, pautado nos novos rumos da formação de professores proposto pelo
Fórum de Licenciaturas desta Universidade.
Epistemologia e Paradigmas Científicos: mudanças e permanências na ciência
geográfica
É preciso um paradigma de complexidade, que, ao mesmo tempo, separe e associe,
que conceba os níveis de emergência da realidade sem os reduzir às unidades elementares e
às leis gerais.
Edgar Morin

Para iniciarmos a discussão faz-se necessário apontar nossa compreensão acerca de


dois níveis de pensamento: a epistemologia e o paradigma científico. O primeiro, a
epistemologia, se refere sobre a visão que o ser humano lança para o mundo e para ele
mesmo, que por sua vez é histórica e socialmente construída. Para o entendimento do
segundo, o paradigma científico, partiremos da concepção de Khun (1996, p. 13) que o
considera como sendo: as realizações científicas universalmente reconhecidas que, durante
algum tempo, fornecem problemas e soluções modelares para uma comunidade de praticantes
de uma ciência.
Lembremos que os níveis de pensamento citados acima são interligados, já que a
concepção da ciência para ser construída parte da visão de mundo para a elaboração de
teorias que permitem a leitura e compreensão do mesmo. Sendo assim, são elementos que
não podem ser discutidos separadamente quando nos referimos a qualquer ciência, posto que
o estabelecimento do pensamento científico possui como pano de fundo, um momento
histórico e um espaço socialmente construído que determinam a visão de mundo expressa na
ciência.
Isto posto, partiremos para discutir, a primeiro momento, paradigmas científicos que
marcam o percurso da Geografia ao longo dos últimos cinqüenta anos: o positivismo, o
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marxismo e a fenomenologia (sendo esta última estendida como método não tão divulgado
como os demais citados anteriormente). Vários são os geógrafos preocupados em discutir a
epistemologia e os paradigmas que envolvem a ciência geográfica, seja na forma em que ela
se modelou ou que se modela atualmente. Vale citar entre outros autores CARLOS (1999),
CASTRO (1997), CLAVAL (1999), COSTA & MORAES (1987), ESCOLAR (1996),
GOMES (1997, 2000), MORAES (1985), MACHADO (1995), SANTOS (1978), SOJA
(1993), SPOSITO (2001).
O conhecimento científico baseado no paradigma positivista possui como
características principais: o empirismo, que é tido como a força que os sentidos percebem e
ajustam-se à realidade; a objetividade, que exige o respeito integral do objeto do qual trata o
estudo, cada um deve reconhecê-lo tal como é, o sujeito conhecedor não deve influenciar esse
objeto de modo algum; a experimentação, na qual somente o teste dos fatos pode demonstra
sua precisão; a validade, na qual a experimentação é rigorosamente controlada para afastar os
elementos que poderiam perturbá-la, e seus resultados, nesse caso a quantificação, utilizada
pela ciência positiva, permite chegar às mesmas medidas reproduzindo-se a experiência nas
mesmas condições, concluir a validade dos resultados e generalizá-lo; e a lei e previsão, no
qual utilizam-se as mesmas leis usadas nas ciências naturais para ciências humanas e os
fenômenos aparecem como sujeitos a leis invariáveis.
Segundo Spósito (2001, p. 102) o conceito de causa é o eixo da explicação científica
por que a relação causal se explicita no experimento, na sistematização e no controle dos
dados através das análises estatísticas posteriores, cuja validade da prova científica é
fundamentada nos testes dos instrumentos das variáveis e na definição operacional dos
termos.
As características acima apontadas foram utilizadas como método pela ciência
geográfica e sua utilização deu-se por meio de uma linguagem Geográfica, um discurso de
neutralidade científica e as temáticas espaciais voltavam-se para atender as características da
produção do conhecimento positivista, como exemplo podemos citar as escolas geográficas
(quantitativa, pragmática), que mantinham linhas de pesquisa com esse cunho metodológico.
Para essa visão de mundo a realidade é vista de forma empobrecedora, reduzindo as
observações e meras descrições, enumerações e classificações dos fatos referentes ao espaço
no momento de sua apreensão. Essa visão de ciência proporcionou (ou proporciona) um
ensino decorativo do espaço geográfico.
Quem da nossa geração nunca teve que decorar nomes dos rios, estados e capitais
entre outros para realizar uma “boa prova” no final de cada bimestre letivo? E daí? Será que
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aprendemos a localizar o rio Paranapanema ou os afluentes da margem direita ou esquerda do


rio Amazonas? Aqui cabe recorremos ao filósofo e educador Rubem Alves (2000) quando
ressalta que o ensino do espaço geográfico deve se pautar no espaço não simbólico, mas sim
no espaço real, ou seja, como ele se apresenta.
Essa visão positivista do ensino de ver os fenômenos geográficos sem vínculo com o
todo, particularizado e desconexado com os processos sociais no qual estão inseridos
apresentando uma abordagem estática e a-histórica do processo de ocupação dos espaços e da
apropriação dos recursos naturais colaborou para uma estagnação na concepção da ciência
geográfica.
O rompimento paradigmático com o modelo positivista de compreensão da ciência
geográfica dar-se á com a introdução das análises marxista e fenomenológica que, por sua
vez, configuram-se como novas visões de mundo, novos olhares que são lançados pelo e para
o ser humano e para o mundo.
Primeiramente a visão marxista impõe-se como construção de um modelo explicativo
da história, da sociedade e da natureza, tendo como base metodológica e princípios
epistemológicos o materialismo histórico e o materialismo dialético.
A concepção materialista aponta que o conhecimento é determinado pela matéria,
pelo mundo que existe independentemente do homem. O homem é compreendido como ser
que opera sobre o mundo, buscando transformação de si mesmo e da natureza e é capaz de
fazê-lo porque reconhece o outro nesse processo, ele é visto como um elemento social. A
epistemologia, nesse caso, parte da concepção da inter-relação entre os fenômenos; a
validade científica dar-se-á pela lógica do movimento espiral e da transformação da matéria
e, evidentemente, no método que explicita a dinâmica das contradições internas dos
fenômenos. A ciência é visualizada enquanto uma categoria histórica e como mediação entre
homem/natureza.
Vale aqui apontarmos Pádua (1996) quando afirma que para Marx toda ciência seria
supérflua se a aparência, a forma das coisas, fosse totalmente idêntica a sua natureza; no
entanto, a busca e explicações verdadeiras para o que ocorre no real não vai se dar através do
estabelecimento de relações de analogia, mas sim no desvelamento do “real aparente” para se
chegar ao “real concreto” – a ciência é ao mesmo tempo a revelação do mundo e a revelação
do homem como ser social, levando em conta o papel da cultura e do trabalho que, em cada
momento histórico, apresentam a possibilidade de expansão e aquisição de conhecimentos,
pretendendo ultrapassar o nível da “descrição” dos fenômenos isolados, para chegar a
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sínteses explicativas; estas sínteses, por sua vez, sugerem novas relações, novas buscas,
novas sínteses, que realimentam o processo do conhecimento.
Assim, essa visão de mundo influencia os geógrafos a estabelecerem novas
perspectivas. Aqui apontaremos novamente Sposito (2001, p. 102) quando afirma que:

Essa tendência caracteriza-se pela tentativa de desvendar conflitos de


interesses, pela fundamentação teórica por meio da eleição das
categorias de análise e na sua articulação com a realidade estudada,
pelo questionamento da visão estática da realidade, por se utilizar
apontamento para o caráter transformador dos fenômenos,
relacionado à preocupação com a transformação da realidade
estudada e da proposta teórica procurando sempre o resgate da
dimensão histórica dessa realidade, propondo-se as possibilidades de
mudanças com base em uma postura marcadamente crítica.

Essa tendência ao ser adotada na ciência geográfica brasileira proporciona um


movimento de renovação crítica da Geografia que, segundo Moraes (1985 p. 76):

Tem por fundamento novas opções quanto ao método de


interpretação do real, rompendo com o império quase monolítico do
positivismo até então dominante. Isso coloca a necessidade de se
buscar outros encaminhamentos metodológicos, estudando
experiências teóricas em relação à quais a geografia erigiu um
esterilizante cordão sanitário.

A presente dessa nova visão de ciência não significa que não se pratique até esse momento o
ensino de geografia pelo viés positivista, mas que os caminhos da ciência e do ensino de
geografia se alteram com o passar do tempo e novos paradigmas vão surgindo e de alguma
forma absorvendo os demais.
Isto posto, comungamos com Castrogiovanni (1999) que pauta o ensino de geografia calcado
no marxismo como uma busca da compreensão do espaço produzido pela sociedade, suas
desigualdades e contradições, as relações de produção que nele se desenvolve bem coma a
apropriação que a sociedade faz da natureza.
Nesse sentido, o ensino de Geografia busca refletir, compreender, explicar como é produzido
o espaço pela sociedade, não esquecendo de apontar o momento histórico demonstrando que
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esse processo é continuamente transformado. Essa linha exige do professor um pensamento


dialético
Concomitante ao período que no Brasil se vivenciou a grande fase voltada para a
vertente crítica, vimos outras abordagens introduzidas como aquelas voltadas para as análises
humanistas que estavam assentadas na subjetividade, na intuição, nos sentimentos, na
experiência, no simbolismo e na contingência, privilegiando o singular e não o particular ou
o universal (Cf. GOMES, 2000, p. 30). Essa abordagem calcada nas filosofias do significado,
especialmente a fenomenologia e o existencialismo, juntamente com a abordagem do
materialismo histórico e dialético vieram em contraposição àquela primeira voltada para as
abordagens teórico-quantitativas (idem ibidem).
Para um entendimento ainda referindo-se aos estudos fenomenológicos Relph (apud
GOMES, 2000, p. 326) contribui ao afirmar que a fenomenologia é fundamentalmente um
método (...) revela-se frutífero para o projeto humanista que revaloriza aspectos esquecidos
na geografia tradicional. Algumas características dos estudos que baseavam-se/baseiam-se
nesse método são vistas pelo caráter de utilidade de todo fato cultural ser sempre inscrito
dentro de uma perspectiva prática e a cientificidade é definida com base na medida das
compreensões, das intenções e das atitudes humanas.
Os paradigmas acima apontados hoje são alvos de intensas indagações, já que se
compreende que não há uma só resposta aos questionamentos levantados pelas mudanças de
mundo, obviamente alterações nos métodos de análises. O período designado pós-moderno
nos remete a pensar qual seria hoje o paradigma para responder as grandes transformações
impostas pelo modo de produção capitalista.
Segundo Hissa (2002, p. 105) a atualidade é fortemente influenciada pelo capitalismo
que, ao expandir suas fronteiras amplia os espaços de interseção entre as sensibilidades.
Reforçadas pela ciência, especialmente pela ciência metamorfoseada em técnica, a
modernidade ampliou as fronteiras do mundo. Mas paradoxalmente o mundo inventado pela
modernidade não ultrapassa as fronteiras da humanidade: o mundo da humanidade não cabe
naquele projetado e executado pela modernidade seletiva. O que se costuma chamar de
progresso constitui ambiente mais restrito do que o dos próprios homens. O espírito moderno
esgotou-se, mas não a modernidade. E é das fronteiras desse esgotamento que escapam
sensibilidades pós-modernistas, ainda assim, em um contexto próprio da modernidade.
Dessa forma compreendemos que as fronteiras entre o momento moderno e o pós-
moderno fica demarcado pelos recortes científicos dados a interpretação dessas sensibilidades
que se inserem cotidianamente, no plano individual e/ou coletivo.
11

Essa sensibilidade nos aproxima das micronarrativas em que as discussões se


remetem ao campo da transdisciplinaridade e interdisciplinaridade a exemplo, da abordagem
do cotidiano como mediação entre o local e o global (ver Santos, Lefebvre, Heller entre
outros autores, que apesar de concepções de forma diversificadas a categoria do cotidiano nos
permite inserir nossa interpretação nessa mediação)
Para melhor compreender nossa afirmação acima vale citar Cavalcanti (2000, p.30)
quando afirma que: há, hoje, uma vivência cotidiana de espaço como simultaneidade e de
tempo como universalidade.
O ensino de geografia é visualizado nessa concepção levando em consideração o
cotidiano escolar, as relações de transdisciplinaridade e a interdisciplinaridade de áreas de
conhecimento.

3. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

Nome: Geografia
Modalidade: Licenciatura
Regime: Semestral
Período de Funcionamento: Noturno
Tempo de Integralização: Mínimo - 04 anos
Máximo - 06 anos

Temporalidade: Anual
Vagas: 40
Início de vigência da Matriz Curricular: 2015/1
Forma de ingresso: Processo seletivo (vestibular), Sistema de Avaliação Seriada (SAS),
Reingresso, Transferência entre Câmpus da UEG, Transferência de outras instituições de
Ensino Superior, Portador de diploma de Graduação, Programa de estudante-Convênio de
Graduação (PEC-G).
“E outras advindas de políticas públicas que sejam adotadas pela Universidade”.
12

4. HISTÓRICO DA UEG

A Universidade Estadual de Goiás - UEG é uma das mais novas instituições públicas
de ensino superior no Brasil. Pelos registros históricos que a constitui, a UEG nasceu
estrategicamente beneficiando grande parte dos municípios goianos e seu crescimento tem
proporcionado tanto a expansão quanto a interiorização do ensino superior no Estado de
Goiás.
A criação da UEG foi um sonho antigo. Historicamente, a proposta para a criação de
uma instituição de ensino superior pública, gratuita e de qualidade no Estado de Goiás teve
suas primeiras manifestações na década de 1950, quando houve intensos embates entre os
defensores do ensino público e do ensino privado. Como resultado desse processo, foi criada
a Universidade Católica de Goiás (UCG), em 1959, e a Universidade Federal de Goiás
(UFG), em 1960.
A Reforma Universitária, estabelecida por força da Lei n. 5.540, de 28 de novembro
de 1968 (que fixa normas de organização e funcionamento do ensino superior e sua
articulação com a escola média, e dá outras providências) facilitou a disseminação do ensino
superior privado no Brasil e, consequentemente, em Goiás.
Na contramão da lógica expansionista verificada no país na década de 1960, Goiás
registrou pequeno avanço, restrito à criação de duas faculdades em Anápolis (uma particular,
a Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, e uma pública, a FACEA) e outras duas
instituições públicas (em Goiânia, a ESEFEGO, e na cidade de Goiás, a Faculdade de
Filosofia da Cidade de Goiás).
A criação da Faculdade de Ciências Econômicas de Anápolis (FACEA), em 1961, foi
o primeiro registro histórico da UEG. A partir dela surgiu a Universidade Estadual de
Anápolis (UNIANA), posteriormente transformada em UEG. Na mesma década ocorreu a
criação, em 1962, da Escola Superior de Educação Física do Estado de Goiás – ESEFEGO
(que passou a ser ESEFFEGO em 1994, com a criação do Curso de Bacharelado em
Fisioterapia) e, em 1968 foi criada a Faculdade de Filosofia da Cidade de Goiás. No ano de
1999, a então ESEFFEGO passou a integrar a Universidade Estadual de Goiás como Unidade
Universitária de Goiânia – ESEFFEGO e a Faculdade de Filosofia da Cidade de Goiás como
Unidade Universitária de Goiás.
Entre 1986 e 1987, foram organizados, pela Delegacia Regional do Ministério da
Educação e Cultura em Goiás (DEMEC), os I e II Seminários sobre a Expansão do Ensino de
13

3º Grau. Durante esses eventos, os movimentos sociais, tanto de professores quanto de


estudantes, demonstraram o desejo de interiorização do ensino superior.
Na década de 1980, acontece outro evento importante para a história da UEG, a
promulgação da Lei Estadual n. 10.018, de 22 de maio de 1986, que autorizou a criação da
Universidade Estadual de Anápolis. Mais tarde, em 1990, essa lei foi regulamentada pelo
Decreto Estadual n. 3.355, de 9 de fevereiro de 1990, que instituiu a Fundação Universidade
Estadual de Anápolis, tendo por objetivos a instalação e a manutenção da instituição, que se
criava integrando a FACEA à sua estrutura.
Em 1990, a FACEA é então transformada em Universidade Estadual de Anápolis
(UNIANA) através do Decreto lei de nº. 3.549 passando a contar com 11 (onze) cursos,
sendo que destes 7 (sete) eram, de formação de profissionais para atuarem na Educação
Básica. A UNIANA era constituída de três centros: Ciências Exatas e Tecnológicas, o Centro
de Ciências Humanas e Letras e o Centro de Ciências Sócio-Econômicas.
A Lei Estadual n. 11.655, de 26 de dezembro de 1991, que dispôs sobre a estrutura
organizacional básica do Poder Executivo, autorizou a criação da UEG, com sede em
Anápolis, à qual se integrariam, como unidades, com sua estrutura, pessoal e patrimônio, a
FACEA, a ESEFEGO e estas outras entidades de ensino superior: a Faculdade de Filosofia
Cora Coralina; a Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Pires do Rio (chamada depois
de Faculdade Celso Inocêncio de Oliveira); a Faculdade de Educação, Ciências e Letras de
Porangatu; a Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Itapuranga; a Faculdade de
Educação, Ciências e Letras de Santa Helena de Goiás; a Faculdade de Educação, Ciências e
Letras de São Luís de Montes Belos; a Faculdade de Educação, Ciências e Letras de
Goianésia; a Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Quirinópolis; a Faculdade de
Educação, Ciências e Letras de Iporá; a Faculdade de Educação, Ciências e Letras llmosa
Saad Fayad, de Formosa; a Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Morrinhos; a
Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Jussara. Entretanto, essa determinação legal não
foi levada a efeito.
A educação superior em Goiás entrou em sintonia com as políticas educacionais do
país, com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996,
passando por transformações significativas e por uma ampla expansão.
O Governo do Estado adotou então uma política de criação de faculdades, por meio
do regime jurídico autárquico. Decretos, portarias e resoluções da Secretaria de Ensino
Superior do MEC (SESu) e do Conselho Nacional de Educação (CNE), e legislações
14

específicas, como a Lei Complementar n. 26, de 28 de dezembro de 1998, estabeleceu as


Diretrizes e Bases do Sistema Educativo do Estado de Goiás, fundamentais para que o
movimento em prol da universidade pública em Goiás se expandisse.
No final dessa década, por força da Lei n. 13.456, de 16 de abril de 1999, a UNIANA
foi transformada em Universidade Estadual de Goiás - UEG. Essa lei previu ainda a
incorporação das autarquias estaduais de ensino superior à estrutura da instituição então
criada. Entre essas autarquias, estavam as treze mencionadas na Lei Estadual n.11.655/1991,
que tinham efetivo funcionamento, e outras cuja implantação não foi cumprida de fato,
apesar de ser prevista em lei.
Organizada como uma Universidade multicampi, sua sede central se encontra em
Anápolis e é resultado do processo de transformação da antiga Universidade Estadual de
Anápolis (UNIANA) e da incorporação de outras 13 Instituições de Ensino Superior isoladas,
mantidas pelo poder público. Em Anápolis, a UEG abriga três unidades universitárias, a
Unidade Universitária de Ciência Exatas e Tecnológica (UnUCET), a Unidade Universitária
de Ciências Sócio Econômicas e Humanas (UnUCSEH) e a Unidade Universitária de
Educação a Distância (UnUEAD).
No início, a Universidade foi vinculada organicamente à Secretaria Estadual de
Educação. Logo após, por força do Decreto Estadual n. 5.158, de 29 de dezembro de 1999,
ficou jurisdicionada à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia de Goiás.
Embora seja uma instituição nova, a UEG busca manter a identidade que deu origem à
sua história. Sua proposta de democratizar o conhecimento tem se concretizado tanto pela
expansão quanto pela interiorização do ensino superior no Estado de Goiás. Hoje a UEG se
faz presente em 38 municípios com 41Câmpus Universitários.
Assim, a UEG vai tomando forma com a missão de “produzir e socializar o
conhecimento científico e o saber, desenvolver a cultura e a formação integral de
profissionais e indivíduos capazes de se inserirem criticamente na sociedade e promoverem a
transformação da realidade socioeconômica do estado de Goiás e do Brasil”, na condição de
instituição multicampi, comprometida com os Câmpus Universitários instalados em 17
microrregiões do Estado de Goiás, das 18 existentes segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística. (IBGE4)

4
O IBGE, por meio de Resolução Federal n. 11, de 5 de Junho de 1990, divide o Estado de Goiás em 18
Microrregiões Geográficas e as define “ como um conjunto de minicípios, contíguos e contidos na mesma
Unidade da Federação, definidos com base em características do quadro natural, da organização da produção
e de sua integração”.
15

5. HISTÓRICO DO CÂMPUS

A faculdade de Educação, Ciências e Letras Ilmosa Saad Fayad, foi criada pelo
Decreto nº 2519, de 30 de outubro de 1985, conforme autorização legislativa através da Lei
nº 9777, de 10 de Setembro de 1985. Em 16 de Abril de 1999 foi criada pela Lei nº 13456,
publicada no DOE em 20 de Abril de 1999, a Universidade Estadual de Goiás – UEG,
vinculada à secretaria de Ciências e Tecnologia do estado, onde as faculdades isoladas foram
incorporadas, passando então a Unidades universitárias.
A FECLISF, hoje UEG, teve em 1985 a Prof. Dra. Ivone Saad como primeira
Diretora, idealizadora da Faculdade. Hoje temos a UEG – Câmpus de Formosa, com sede e
foro na cidade de Formosa-GO, campus que conta com 06 cursos regulares de graduação,
sendo: Geografia, História, Letras, matemática, Pedagogia e Química.
O Câmpus de Formosa tem mantido firme o seu propósito em servir a comunidade
formosense e região do entorno, atendendo atualmente alunos provenientes não só de
Formosa-GO, mas também de cidades vizinhas do Distrito Federal, como Planaltina-DF e
Sobradinho-DF, o que mostra a grande importância deste campus para a região.
O Curso de Geografia foi criado juntamente com a Faculdade de Educação, Ciências e
Letras Ilmosa Saad Fayad (FECLISF) em 30 de outubro de 1985, pelo Decreto Estadual n.
2.519.O Decretopara Funcionamento n. 94.381 é de 28/05/ 1987 e foi publicado no D.O.U.
em 28/05/1987; O início de funcionamento deu-se em 01/06/1986.
O curso foi Reconhecido pelo MEC Através da Portaria 1.823 de 27/12/1994 DOU
28/12/1994. Teve prorrogação do reconhecimento através da Portaria Nº 1.756 de 08/ 07/03 –
DOU de 09/07/03 – Prorrogado Portaria Nº2.413 de 08/11/04 – DOU de 09/11/04. Nova
prorrogação – Portaria Nº 3.631 de 07/07/05 – DOU de 08/07/05. Renovação de
reconhecimento Portaria Nº 1449 de 14/10/05- DOU 18/10/05. Prorrogação de
reconhecimento – Portaria Nº 976 de 09/07/2008 publicada no DOE de 14/07/2008.
Reconhecimento: Parecer CEE/CLN Nº 1710 de 18/08/2011 e Resolução CEE/CES Nº 01 de
26/02/2010. Reconhecimento: Parecer CEE/ CES Nº 17 de 16/04/2010 e Res. Nº 01 de
26/02/2010 – Alterada pela Resolução do CEE/CES Nº 02 de 16/04/2010. Renovação da
Portaria Nº 698 de 21/03/2013, publicadano DOE de 26/03/2013 até 31/12/2015. Desde sua
implantação o curso de Geografia vem buscando aprimorar-se. Essa busca pela qualidade,
vem desde aspectos pedagógicos até administrativos, que ao longo desses anos, vem sendo
feita por intermédio de discussões em grupo, através dos colegiados, primando pelo espírito
democrático, que em todos esses anos só contribuiu para o contínuo desenvolvimento do
16

curso e das pessoas envolvidas. Hoje, o curso conta com 2 laboratórios: Cartografia e
Geociência, com recursos de multimídia e equipamentos como computadores, data-shows,
GPS, mapas, minerais e rochas e um acervo de livros didáticos que servem de apoio para os
acadêmicos terem suporte para suas aulas de estágio. Dentro das disciplinas ministradas são
realizados alguns trabalhos de campo, sempre com a preocupação de preparar melhor o
acadêmico. Todos os anos são realizados Semanas do Curso com palestras que procuram
aprimorar mais o conhecimento dos alunos.
O curso possui hoje 06 professores efetivos muito bem qualificados e com
08professores de contrato temporário, que possuem excelente qualificação, sendo que, para
contratação, passam por Processo Seletivo. Todos muito comprometidos com o curso.

6. JUSTIFICATIVA DOCURSO

Como o objetivo principal é formar professores de Geografia para atender à demanda


da escola básica, esperamos que os futuros professores de Geografia formados pela UEG
Formosa possam atuar de forma significativa no debate ambiental que perpassa todas as
disciplinas. Os alunos formados pelo curso de Geografia da UEG Formosa deverão estar
aptos a disseminar e fortalecer, na escola básica, os princípios que sustentam a idéia do meio
ambiente como um tema transversal, como preconizam os PCNs do Ensino Fundamental,
p.193-194:

Trabalhar de forma transversal significa buscar a transformação dos


conceitos, a explicitação de valores e a inclusão de procedimentos,
sempre vinculados à realidade cotidiana da sociedade, de modo que
obtenha cidadãos mais participantes. Cada professor, dentro da
especificidade de sua área, deve adequar o tratamento dos conteúdos
para contemplar o Tema Meio Ambiente, assim como os demais
Temas Transversais. Essa adequação pressupõe um compromisso
com as relações interpessoais no âmbito da escola, para haver
explicitação dos valores que se quer transmitir e coerência entre estes
e os experimentados na vivência escolar, buscando desenvolver a
capacidade de todos para intervir na realidade e transformá-la, tendo
essa capacidade relação direta com o acesso ao conhecimento
acumulado pela humanidade. (...) Nesse sentido, o ensino deve ser
organizado de forma a proporcionar oportunidades para que os alunos
possam utilizar o conhecimento sobre Meio Ambiente para
compreender a sua realidade e atuar nela, por meio do exercício da
participação em diferentes instâncias: nas atividades dentro da própria
17

escola e nos movimentos da comunidade. É essencial resgatar os


vínculos individuais e coletivos com o espaço em que os alunos
vivem para que se construam essas iniciativas, essa mobilização e
envolvimento para solucionar problemas.

O envolvimento da escola básica — como uma instituição dentro de um Estado


democrático — com o debate sobre a gestão dos recursos naturais é fundamental para que
ocorra a mediação entre os interesses dos diferentes segmentos da sociedade, pois, é essa
mediação que: “define e redefine, continuamente, o modo como os diferentes atores sociais,
através de suas práticas, alteram a qualidade do meio ambiente e, também, como se
distribuem na sociedade os custos e os benefícios decorrentes da ação destes agentes”.
O entendimento de que são as práticas sociais que determinam os problemas
ambientais é fundamental para que, na gestão dos recursos naturais, prevaleça os interesses
da coletividade e a harmonia entre os elementos da natureza.
O curso de Geografia e seus egressos poderão contribuir para a compreensão espaço
como resultado da interpenetração do conhecimento acumulado pelas diferentes unidades
curriculares que compõem o currículo da escola básica e que, em conjunto com as
experiências desenvolvidas no interior das comunidades, seja possível entender o espaço
geográfico em sua totalidade ampliando, assim, sua cidadania.
Portanto, além de preparar os futuros professores de Geografia, o curso desempenha
papel importante no processo de planejamento e produção do espaço em nossa região. Para o
Geógrafo Yves Lacoste, “Saber o pensar o espaço é saber político”.

7. OBJETIVOS DO CURSO

O curso de Licenciatura Plena em Geografia da Universidade Estadual de Goiás –


Câmpus Formosa é um curso presencial voltado para a formação de profissionais destinados
a atuarem junto aos sistemas de ensino, escolas e outros campos onde se faz necessária a
presença do docente, nesse caso, docentes de ensino fundamental (6º ao 9º anos) e Ensino
Médio. O curso procura dotar o acadêmico de um amplo domínio dos conteúdos das áreas
específica e pedagógica dos saberes pedagógicos, assim o preparando para o desafio maior,
que é a docência.
18

7.1 – Objetivos Gerais

Formar profissionais aptos para exercer as atividades docentes em Geografia no


Ensino Fundamental e Médio capazes de articular seus saberes pedagógicos e disciplinares e
avançarem no campo do conhecimento com atividades voltadas para pesquisa em Educação
Geográfica.

7.2 – Objetivos Específicos

O curso propõe:
 Formar profissionais com visão abrangente do papel do educador
comprometido com os valores de uma sociedade democrática;
 Formar profissionais conscientes do papel social da escola, para promover
prática educativa que leve em conta características dos alunos, o seu meio social e as
necessidades do mundo contemporâneo;
 Garantir domínio do conhecimento específico, pedagógico e metodológico
para realizar a prática docente integrada ao pensamento e ao mundo moderno;
 Estimular o aluno no desenvolvimento de projetos de pesquisa e atividades
científicas para construir e compartilhar o conhecimento;
 Capacitar o discente, para a análise crítica de materiais didáticos e de sua
prática docente e elaborar propostas alternativas;
 Formar profissionais capazes de trabalhar de forma integrada com os
professores de sua área e de outras áreas no sentido de conseguir contribuir
efetivamente com a proposta pedagógica da Escola e favorecer uma aprendizagem
multidisciplinar e significativa;
 Formar profissionais engajados num processo de contínuo aprimoramento
profissional, procurando sempre atualizar seus conhecimentos com abertura para
novas metodologias e para adaptar às novas demandas sócio-culturais dos seus
alunos.

8. PERFIL DO EGRESSO

Formação de licenciados em Geografia capazes de cumprir papel social relevante na


sociedade em que estão inseridos. Visa, também, a formar e capacitar profissionais atentos às
19

problemáticas das realidades nacional e mundial. Além disso, propõe-se a preparar


profissionais que possam compreender, dominar e aplicar as novas tecnologia a partir de
sólida formação teórico-metodológica.
O licenciado egresso do curso de Licenciatura em Geografia do Câmpus de Formosa
– UEG - deverá ter capacidade para desenvolver a docência em Geografia, transpondo a
educação básica à base real do ensino de geografia, articulando os conceitos geográficos com
a abordagem pedagógica atual, reconhecendo que o processo de ensino-aprendizagem como
elemento que necessita ser reelaborado continuamente. O Licenciado em Geografia deve
apresentar uma leitura crítica dos problemas educacionais brasileiros e do papel do educador
na construção de uma sociedade cidadã. Também deverá conhecer as características dos
ambientes escolares, suas dimensões político-pedagógicas, assim como a produção e o
desenvolvimento de propostas e projetos para o ensino fundamental e médio e, ainda, deverá
apresentar competências e habilidades que permitam exercer a docência a partir de um
pensamento crítico capaz de formar humanos para o exercício da cidadania.
O perfil do egresso educador de Geografia deverá primar pela dedicação
preferencialmente pela formação e disseminação do saber cientifico em diferentes instâncias
sociais, seja na atuação na educação formal, seja em novas formas de educação científica, ou
outros meios de comunicação,principalmente no foco principal, que é o pleno exercício do
magistério na educação básica, sendo capaz de estabelecer relações efetivas entre a realidade
histórica e as realidades sociocultural e econômica, inseridas em um contexto local, regional
e global.

8.1. Habilidades e Competências

Os cursos de Graduação em Geografia devem proporcionar o desenvolvimento das


seguintes habilidades, no sentido deidentificar e explicar a dimensão geográfica presente nas
diversas manifestações do conhecimentos, articular elementos empíricos e conceituais,
concernentes ao conhecimento científico dos processos espaciais também deve reconhecer as
diferentes escalas de ocorrência e manifestação dos fatos, fenômenos e eventos geográficos,
planejar e realizar atividades de campo referentes à investigação geográfica, no que tange às
técnicas laboratoriais a graduação em Geografia deve oferecer a produção e aplicação do
conhecimento geográfico.
20

É papel fundamental do curso de Geografia propor e elaborar projetos de pesquisa e


executivos no âmbito de área de atuação da Geografia.
O graduando em Geografia deve identificar, descrever, compreender, analisar e
representar os sistemas naturais, além de identificar, descrever, analisar, compreender e
explicar as diferentes práticas e concepções concernentes ao processo de produção do espaço,
selecionar a linguagem científica mais adequada para tratar a informação geográfica,
considerando suas características e o problema proposto, também, elaborar mapas temáticos e
outras representações gráficas e organizar o conhecimento espacial adequando-o ao processo
de ensino-aprendizagem em geografia nos diferentes níveis de ensino.

9. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO - PEDAGÓGICA

Segundo os alisados por Castells (2000) apontam sobre a mobilidade da força de


trabalho em que o mercado só se globaliza para um grupo da população, altamente
qualificado. Pensando nessa qualificação exigida, a Universidade não pode deixar de
considerar como princípio a relação da formação educacional com o trabalho que vai ser
desenvolvido pelos discentes e o que eles irão encontrar durante e/ou após a formação, bem
como poderão atuar socialmente nesta relação de trabalho.
Atuar socialmente quer dizer realizar intervenção social, no sentido de fazer escolhas,
como diz Freire (1996). Decorre daí, o princípio de fortalecimento dos aspectos técnicos e
humanísticos nos cursos de graduação, tornando indispensável a reflexão sobre os
fundamentos que devem reger o papel do homem na sociedade globalizada.
O desafio é educar os jovens e os adultos, propiciando-lhes um desenvolvimento
humano, cultural, científico e tecnológico, de modo que adquiram condições para enfrentar as
exigências do mundo contemporâneo.
A contextualização deve ser entendida na Universidade de forma associada à
interdisciplinaridade para que a produção do conhecimento seja desenvolvida de forma
significativa, pois é um ato racional e metódico do pesquisador.
Formar indivíduos que se realizem como pessoas, cidadãos e profissionais exige da
escola muito mais do que a simples transmissão e acúmulo de informações.
Exige experiências concretas e diversificadas, transpostas da vida cotidiana para as
situações de aprendizagem. Educar para a vida requer a incorporação de vivências e a
incorporação do aprendido em novas vivências (PEREIRA, 2000).
21

Para Alarcão (2001), ser reflexivo depende do desejo, vontade de mudar e inovar. É a
busca da identidade perdida, dos valores da coexistência, das finalidades da educação,
metodologias de formação, reaprender a pensar, reconquistar a liberdade e a emancipação
demonstrando a necessidade de se aproveitar esse tempo de ser reflexivo.
Considerando a relação reflexão-autonomia, quanto maior for a capacidade de
reflexão, maior será a capacidade de autonomia. O professor reflexivo utiliza a sua prática
como reflexão, com bases teóricas e, assim, a reflexão estrutura a ação.
Segundo Freire (1996), o professor considera a conscientização a base de uma atitude
de questionamento que leva à prática e aos princípios que subsidiam a reconstrução e o
desenvolvimento do pensamento reflexivo. O discente reflexivo, por sua vez, reflete sobre o
que faz como aprendente. O conjunto de conhecimentos é o mesmo, mas a operacionalização
pedagógica do processo de aprender de cada estudante é diferente. Os professores são adultos
e em princípio autônomos; os discentes estão em processo e precisam ser ajudados pelos
professores.
Política de Ensino de Graduação e sua Articulação com a Pesquisa e a Extensão
A articulação do ensino com as iniciativas de pesquisa e de extensão considerará a
formação técnica, cultural e humanística e sua aproximação com o mundo do trabalho, não
como definidor de suas políticas internas, mas como elemento importante para dupla
conscientização, da seguinte forma:
A. A do pesquisador e do extensionista, ao aceitarem também como desafio
acadêmico a busca de soluções para problemas práticos, éticos e sociais com
a possibilidade de interferir, indiretamente, nas formas de gestão e nas
relações de trabalho;
B. A do mundo do trabalho, que poderá ser beneficiado com os conhecimentos
disponibilizados por essas iniciativas, mas precisará submeter-se às exigências decorrentes do
rigor acadêmico/boa formação que, necessariamente, revestem tais atividades.
Tal orientação possibilita, ainda, a contínua atualização científica e tecnológica, pela
articulação entre os Campi da UEG, e também com instituições congêneres.

9.1- Administração Acadêmica

As deliberações e tomadas de decisões do Curso de Licenciatura Plena em Geografia


são democráticas, os professores e acadêmicos têm a oportunidade de discutir os problemas
22

do curso, podendo propor assim juntos as soluções, a figura do coordenador assegura o bom
andamento do curso e serve de intermediário entre direção, professores e acadêmicos. O
órgão interno responsável diretamente pela administração da vida acadêmica de nossos
alunos é a secretaria, que dispõe dos registros dos alunos, naturalmente quando necessário o
professor tem total e irrestrito acesso ao dossiê dos acadêmicos. O sistema de registro dos
professores acontece por meio dos diários de classe, onde eles têm o controle das atividades
(frequência, nota, etc.) desenvolvidas pelos acadêmicos. E estes acessam o sistema com suas
respectivas senhas e acompanham seu desenvolvimento pedagógico e controlam suas faltas
em cada disciplina.

9.1.1. Coordenação do Curso

Considerando o Regimento Geral da UEG, RESOLUÇÃO CsU 75/2014, o


coordenador de curso é o gestor e executor responsável pelas atividades inerentes à
coordenação do curso. A coordenação do curso é exercida por um coordenador eleito pelos
docentes e discentes do curso, em consonância com o estabelecido no regimento interno da
Unidade Universitária, e nomeado pelo Reitor para um mandato de dois anos. O coordenador
tem a incumbência de propor e articular o planejamento pedagógico curricular, a execução, o
acompanhamento e a avaliação das atividades do curso. Cabe ao coordenador atribuições não
somente ao âmbito acadêmico, mas também administrativo e institucional, bem como, zelar
pelo bom funcionamento do mesmo, juntamente com o Colegiado do Curso e o Núcleo
Docente Estruturante – NDE.

9.1.2 Colegiado do Curso

O espírito democrático deve nortear todas as ações colegiadas dentro de qualquer


instituição, sobretudo nas de ensino superior.
O Colegiado do Curso de Geografia, é o único órgão deliberativo do curso e que tem
por finalidade acompanhar a implementação do projeto pedagógico, propor alterações dos
currículos plenos, discutir temas ligados ao curso, planejar e avaliar as atividades acadêmicas
do curso, sendo composto:
A. Pelo coordenador do curso
B. Pelo corpo docente do curso
C. Por 2 (dois) representantes discentes eleitos por seus pares.
23

No caso de vacância de algum dos cargos do Colegiado do Curso, este será


preenchido nos termos do Regimento Interno da Unidade.
A presidência do Colegiado do Curso de Geografia é exercida pelo coordenador do
curso, sendo que na sua ausência ou impedimento a presidência das reuniões é exercida pelo
docente mais antigo do curso.
O Colegiado do Curso funciona em sessão plenária, com a maioria absoluta de seus
membros, reunindo-se ordinariamente 4 (quatro) vezes por ano, sendo uma reunião em cada
bimestre e, extraordinariamente, a qualquer tempo, quando convocado pelo seu presidente,
por sua própria iniciativa ou a requerimento de, no mínimo 1/3 (um terço) de seus membros.

9.1.3. Núcleo Docente Estruturante

A RESOLUÇÃO CsA Nº 11, de 19 de MARÇO de 2014, cria o Núcleo Docente


Estruturante (NDE) no âmbito dos cursos de graduação da Universidade Estadual de Goiás
(UEG) e aprova o seu Regulamento. O NDE constitui-se em um grupo de docentes que
atuam no acompanhamento de um curso de graduação, com vistas à sua qualidade e
consolidação. Tem função consultiva, propositiva, avaliativa e de assessoramento ao
Colegiado de Curso de natureza pedagógica e acadêmica, sendo corresponsável pela
elaboração, implementação, atualização e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso
(PPC), tendo as seguintes atribuições:
Colaborar na construção ou reestruturação e atualização do PPC;
 Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades
constantes no currículo, bem como estreitar o diálogo entre as dimensões próprias ao ensino,
pesquisa e extensão;
 Orientar o Colegiado de Curso quanto ao cumprimento das Diretrizes Curriculares
Nacionais;
 Formular estratégias que estimulem debates entre os cursos oferecidos em cada
Câmpus Universitário da UEG, subsidiando ações institucionais pelo fortalecimento da
graduação neste campus.
O NDE poderá propor a constituição de grupos de trabalho, assumindo suas respectivas
coordenações, com vistas a desempenhar as atribuições de maneira objetiva, eficaz e efetiva.
O NDE do Curso funciona em sessão plenária, com a maioria absoluta de seus membros,
reunindo-se ordinariamente 4 (quatro) vezes por ano, sendo uma reunião em cada bimestre e,
24

extraordinariamente, a qualquer tempo, quando convocado pelo seu presidente, por sua
própria iniciativa ou a requerimento de, no mínimo 1/3 (um terço) de seus membros.

9.1.4. Registro Acadêmico

Sistema de Gestão Acadêmica - FÊNIX

Com o objetivo de facilitar o trabalho realizado pelas secretarias acadêmicas das


Unidades Universitárias da Universidade Estadual de Goiás e tendo em vista a necessidade
de promover uma maior integração e compartilhamento dos dados dos alunos e professores
com outros sistemas, de maneira rápida e confiável, propiciando o controle e gerenciamento
da vida acadêmica dos discentes e considerando os avanços tecnológicos disponíveis foi
criado o Sistema de Gestão Acadêmica, denominado FÊNIX.
O nome FENIX surgiu da necessidade de reconstruir o Sistema de Gestão Acadêmica
da Universidade e começou a ser construído em março/2009, sendo liberado para as UnUs de
maneira gradativa a partir de junho do mesmo ano, estando hoje com sua implantação
concluída, podendo ser acessado pelos usuários de qualquer computador com acesso à
internet.
O sistema FENIX destina-se ao registro da vida acadêmica do discente,ingresso,
percurso, desempenho e resultados obtidos e é uma importante ferramenta de controle, gestão
e catalogação de dados, fundamental para instrumentalizar a Universidade com dados que
subsidiam a tomada de decisões e novas iniciativas na busca permanente por um ensino de
qualidade.

Sistema Veritas

Veritas vem do latim, significa verdade, "a exatidão entre o relato e o ocorrido".
O Sistema possibilita o cadastro e a visualização de informações acadêmicas, de
forma clara e precisa, visando assim, uma maior interação entre o docente e o discente da
UEG.
O Sistema é de uso exclusivo dos docentes e discentes da instituição, e é uma
ferramenta usada com o objetivo de auxiliar as Secretarias Acadêmicas dos Câmpus da UEG.
Para os professores, a ferramenta ajuda no cadastro de notas, frequências e conteúdos
programáticos, impressão dos dados cadastrados e visualização de dados pessoais, matrizes
curriculares e multas na biblioteca. Para os alunos é disponibilizada a consulta dos dados
25

pessoais, matrizes curriculares, das notas, frequências, horários das aulas e multas na
biblioteca. O Veritas busca as informações no Sistema de Gestão Acadêmica – Fenix que é
alimentado pelas Secretarias Acadêmica das Unidades Universitárias.
O Sistema Veritas é bloqueado para cadastro das frequências e conteúdos
programáticos a partir do dia 10 do mês seguinte. Caso haja necessidade de alteração dessa
data, por motivo de atraso no cadastro realizado pelos professores, esta será feita através do
Sistema de Gestão Acadêmica – Fenix, no link Veritas5, pela Secretária Acadêmica ou pelo
Diretor (a) da Unidade Universitária.
Veritas: Sistema que possibilita a visualização de informações acadêmicas, de forma
clara e precisa em tempo real, visando assim, uma maior interação entre o docente e o
discente da UEG.

9.2. - Metodologia de Ensino

Os conteúdos serão ministrados nas disciplinas, partindo sempre de uma postura


questionadora desenvolvida entre alunos e professores sobre os assuntos a serem estudados,
de modo a fornecer ao professor uma constante atualização do perfil do aluno, dos diferentes
níveis de ganhos, bem como o grau de dificuldade identificado durante o processo ensino-
aprendizagem. Esse procedimento possibilitará ao professor a implementação de ações que se
fizerem necessárias à minimização das dificuldades constatadas.
Os professores privilegiarão metodologias que permitam a aceleração do processo
ensino-aprendizagem, contando com o apoio em tecnologia educacional, sem desprezar
exposições de conteúdo, sempre que necessário.
As atividades práticas, em consonância com o referencial teórico, serão desenvolvidas
ao longo de todo o curso. Serão utilizados estudos de casos, seminários, simulações, painéis,
simpósios, trabalhos de/em grupo e pesquisas de campo em instituições de ensino, além da
metodologia adotada para o estágio supervisionado.
As metodologias adotadas devem contribuir, significativamente, para a identificação e
o desenvolvimento das potencialidades do educando, com vistas a sua formação integral.
Considerando as especificidades dos objetivos educacionais envolvidos no
desenvolvimento do novo perfil do educador matemático, os pressupostos da ação
pedagógica a ser exercida devem pautar-se pelas seguintes diretrizes:

5https://www.adms.ueg.br/auth/usuario/login/
26

- As ações de ensino e aprendizagem devem ser planejadas com base no levantamento


das reais necessidades educativas e continuamente reestruturadas em seus conteúdos;
- O uso de linguagem adequada à compreensão do aluno sem cair em exageros
acadêmicos;
- A garantia de que a estrutura e o desenvolvimento do curso estejam colaborando
para a formação do educando com vistas ao perfil definido neste projeto pedagógico;
- O fomento da aprendizagem por meio da ação e da interação com outras pessoas do
mesmo nível de escolaridade, reconhecendo que os alunos podem aprender, também, uns
com os outros;
- A aplicação de um sistema educativo que privilegie a participação no lugar da
passividade;
- O foco das atividades com os alunos partindo de um esquema geral e, ao mesmo
tempo, específico, para a avaliação dos resultados da ação pedagógica;
- O processo de ensino deve ser tão importante quanto ao conteúdo, sendo necessário
dirigir o processo com a devida sensibilidade, de forma que este dê lugar à aprendizagem e,
portanto, conduza à mudança de comportamento.

9.2.1. Interdisciplinaridade

O curso precisa se estruturar de forma a possibilitar a formação abrangente e


interdisciplinar requerida pelo educador/cidadão. Para tanto, o licenciando deverá ter a
oportunidade, durante sua estada na Universidade, de vivenciar experiências de ensino-
aprendizagem, através do contato com docentes, palestrantes e diversificadas fontes
bibliográficas. Deverá, igualmente, participar de atividades de planejamento e ensino, com
formulação de problemas e busca de soluções, avaliando situações de ensino/aprendizagem.
O trabalho interdisciplinar remete a uma metodologia, que favorece a comunicação
entre os elementos do grupo em torno de objetivos comuns; cada um se sente sujeito do
processo de ensino e aprendizagem, e a responsabilidade pela aprendizagem é co-dividida
por todos.
A interdisciplinaridade pode auxiliar na dissociação do conhecimento produzido e
orientar a produção de uma nova ordem de conhecimento, sendo condição necessária para
melhoria da qualidade do Ensino Superior. Exercer a interdisciplinaridade na universidade
requer profundas mudanças na vida acadêmica, abrindo espaços efetivos para a prática da
iniciação científica, da pesquisa e da extensão.
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Neste aspecto a interdisciplinaridade ocorre mediante o trabalho docente e discente,


na construção dos saberes, no conhecimento teórico e prático ao longo do conteúdo, entre as
diversas disciplinas que se completam e diante do trabalho dos professores. A prática
curricular distribuída nos quatro anos do curso é grande responsável por esta
interdisciplinaridade, uma vez que é o elo entre a teoria e a prática e principalmente faz a
articulação da prática profissional com os conhecimentos teóricos das disciplinas
pedagógicas e específicas, integrando os conteúdos das disciplinas em situações práticas.

9.2.2.Transversalidade

Temas transversais, de acordo com Rafael Yus (1998 p. 17) apud Marcos Clair Bovo,
é um conjunto de conteúdos educativos e eixos condutores da atividade escolar que, não
estando ligados a nenhuma matéria particular, pode se considerar que são comuns a todas, de
forma que, mais do que criar novas disciplinas, seu tratamento seja transversal num currículo
global da escola. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) denominaram de “Temas
Transversais” os processos que estão sendo intensamente vividos pela sociedade, pelas
comunidades, pelas famílias, pelos alunos e professores em seu cotidiano. Esses temas
definidos são: Ética, Saúde, Meio Ambiente, Orientação Sexual, Trabalho e Consumo e
Pluralidade Cultural.O ensino de temas transversais é de fundamental importância para a
formação do acadêmico como cidadão ativo em uma sociedade cada vez mais exigente e
“democrática”, na qual se deve estimular uma consciência crítica e perspicaz no ensino
superior
O Curso de Geografia do Câmpus de Formosa pretende trabalhar essa temática
apoiando-se primeiramente na Lei nº 9.795(de 27/04/1999) no Cap.I o Artigo onde diz que :
Entende-se por educação Ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a
coletividade constroem valores sociais,atitudes e competências voltadas para conservação e
sustentabilidade do meio ambiente.” . Direitos Humanos - conforme a Resolução nº01 do
CNE de 30 de maio de 2012 e Parecer CNE-CP nº8 de 2012. Lei 11.645, Parecer CNE-CP 03
de 2004 eResolução CNE-CP 01 de 2004 – Diretrizes Curriculares para a educação das
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino da História e Cultura Afro Brasileira e Educação
Brasileira.
Assim, os valores sociais, as atitudes e competências dos educandos precisam ser
orientadas com base na Educação Ambiental para que futuramente conservem o seu próprio
ambiente.
28

Esses temas serão constantemente trabalhados no curso de Geografia, com a


participação docente e discente cada vez mais eficaz, procurando sempre o melhor para a
comunidade acadêmica.

9.2.3. Semipresencialidade

De acordo com a PORTARIA Nº 4.059, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 (DOU de


13/12/2004, Seção 1, p. 34) considerando o disposto no art. 81 da Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, e no a Decreto no 2.494, de 10 de fevereiro de 1998, resolve: Art. 1º. As
instituições de ensino superior poderão introduzir, na organização pedagógica e curricular de
seus cursos superiores reconhecidos, a oferta de disciplinas integrantes do currículo que
utilizem modalidade semipresencial, com base no art. 81 da Lei n. 9.394, de 1.996, e no
disposto nesta Portaria.

§ 1º. Para fins desta Portaria, caracteriza-se a modalidade semipresencial como quaisquer
atividades didáticas, módulos ou unidades de ensino-aprendizagem centrados na auto-
aprendizagem e com a mediação de recursos didáticos organizados em diferentes suportes de
informação que utilizem tecnologias de comunicação remota. § 2º . Poderão ser ofertadas as
disciplinas referidas no caput, integral ou parcialmente, desde que esta oferta não ultrapasse
20 % (vinte por cento) da carga horária total do curso. § 3º . As avaliações das disciplinas
ofertadas na modalidade referida no caput serão presenciais. § 4º . A introdução opcional de
disciplinas previstas no caput não desobriga a instituição de ensino superior do cumprimento
do disposto no art. 47 da Lei no 9.394, de 1996, em cada curso superior reconhecido. Art. 2º.
A oferta das disciplinas previstas no artigo anterior deverá incluir métodos e práticas de
ensino-aprendizagem que incorporem o uso integrado de tecnologias de informação e
comunicação para a realização dos objetivos pedagógicos, bem como prever encontros
presenciais e atividades de tutoria. Parágrafo único. Para os fins desta Portaria, entende-se
que a tutoria das disciplinas ofertadas na modalidade semipresencial implica na existência de
docentes qualificados em nível compatível ao previsto no projeto pedagógico do curso, com
carga horária específica para os momentos presenciais e os momentos a distância. De acordo
com a Resolução CsA 053/2014 da Universidade Estadual de Goiás permite que, até 20% da
carga horária do curso, pode ser ministrada de forma semipresencial, sendo de
responsabilidade do Coordenador do Curso que deve apresentar para o Colegiado do Curso.
29

O Curso de Geografia do Câmpus de Formosa irá utilizar 210 horas para esta
modalidade de ensino, oferecendo as seguintes disciplinas: Geografia e Educação do
Campo, no 7º período, com carga horária de 60 horas;Trabalho de Curso III, no 8º
período com carga horária de 60 horas, Geopilítica, no 8º período, com carga horária de
60 horas e Geografia Cultural, no 8º Período, com carga horária de 30 horas.

9.2.4. ENADE

De acordo com a Portaria Normativa nº 40 de 12 de dezembro de 2007, Art. 33-D, o


Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que integra o Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior (Sinaes), tem como objetivo aferir o desempenho dos
estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do
respectivo curso de graduação, e as habilidades e competências em sua formação.. O exame é
obrigatório para os alunos selecionados e condição indispensável para a emissão do histórico
escolar. A primeira aplicação ocorreu em 2004 e a periodicidade máxima da avaliação é
trienal para cada área do conhecimento
No ano de 2005 o Curso obteve o conceito 4 (quatro) e o que mais se destacou entre
as potencialidades foi o domínio de conteúdo dos professores apesar de não haver
equipamentos, materiais e espaços pedagógicos adequados e nem professores
comdisponibilidade para orientações extraclasse.
Em 2008 o conceito continuou 4 (quatro) sendo que, a maior potencialidade do curso,
continua sendo os professores, mesmo que o vínculo empregatício seja frágil, falta
concursos, possuem bom domínio de conteúdo e os laboratórios e materiais estão mais
adequados, mas enfrenta dificuldades quanto ao acervo bibliográfico.
Em 2011, aumentaram as potencialidades do curso com um currículo bem mais
integrado e professores com bom domínio de conteúdo para o exercício profissional, além do
reconhecimento das melhorias na estrutura físicae do acesso à internet o conceito foi 4
(quatro).

9.2.5 . Estratégia de FlexibilizaçãoCurricular

O currículo de Geografia visa superar a concepção disciplinar, que mantém uma


estrutura curricular rígida e fechada, em um grande número de disciplinas isoladas e
justapostas. Esta concepção mais flexível significa uma nova organização, que possibilita aos
30

alunos a construção de caminhos particulares e, ao mesmo tempo, o aprofundamento e a


ampliação de conhecimentos sobre diferentes temas educacionais. Esta flexibilização também
se relaciona com o eixo de formação de “estudos independentes” que é estabelecida pelas
Atividades Complementares, Seminários, palestras e outras atividades de integração
envolvendo outras IES. Ainda, dar possibilidade do acadêmico cursar disciplinas optativas
em outros cursos do Câmpus, em outros Câmpus ou ainda em qualquer outra instituição de
ensino superior.

9.2.6. Mobilidade docente/discente

O Programa de Mobilidade Nacional e Internacional (PMNI), em vigor desde 10 de


dezembro de 2013, surgiu diante do crescente processo de Internacionalização da UEG, em
vista da demanda de alunos participando de bolsas para intercâmbio, além do interesse da
universidade em participar dos programas de mobilidade entre instituições de ensino superior
estaduais e municipais, e também da disposição em promover o intercâmbio. De acordo com
a resolução CsU nº 62/2013 o PMNI visa dar suporte e coordenar o intercâmbio de discentes
da UEG, tanto da graduação quanto da pós-graduação, para outras Instituições de Ensino
Superior (IES), nacionais ou estrangeiras, assim como receber discentes de outras IES.
Considerando as ações de mobilidade nacional e internacional, o PMNI também tem como
objetivo promover a capacitação discente em programas de mobilidade, possibilitar a
cooperação da UEG com outras IES, oferecer à comunidade acadêmica intercâmbio cultural
por meio da globalização do ensino, pesquisa e extensão, além de convênios e parceiras
realizadas pela Universidade.
Quanto a mobilidade do docente, é permitido seu afastamento para participar de eventos, de
acordo com o “ Art. 175. O afastamento do servidor docente de suas atividades, para
participação em congresso, conferência, seminário, reunião, bancas, missão científica ou
evento similar em território nacional”, bem como são permitidos afastamentos para
qualificação em cursos de pós-graduação.

10.ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO


31

Considerando que, entre as funções básicas da Universidade esta a formação e o


conhecimento, a pesquisa, a extensão e o ensino são elementos intrínsecos da Universidade
numa perspectiva dialógica e interligada e, acima de tudo, interdependentes.
Nessa perspectiva também está o curso de Geografia da UEG Câmpus Formosa que
compreende a importância de:

Tornar a pesquisa como componente essencial da/na formação


universitária e considerar a prática social concreta como objeto de
reflexão/formação ao longo do processo formativo do discente,
prevista nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação;
Acompanhamento sistemático das práticas acadêmicas para que estas
favoreçam a interdisciplinaridade e a indissociabilidade entre ensino,
pesquisa e extensão;  Interação com as linhas de pesquisa,
programas de pós-graduação e projetos de extensão. (PPI-UEG, 2011,
p. 41)

Nesse processo, concordamos com Favero (2004) que destaca a pesquisa com papel
preponderante na formação de professores e que, a ausência da pesquisa nos cursos de
Licenciatura torna o ensino estéril, absoleto e livresco pois, o que permanecerá será a
repetição monótona daquilo que outros produziram.
Podemos acrescentar ainda que a [...] busca ampliar a participação de docentes e
discentes em suas ações e estreitar inter-relações com o ensino e a extensão, permitindo uma
aplicação efetiva dos processos e/ou produtos desenvolvidos, almejando o bem estar da
sociedade em geral. (PPI- UEG, 2011, p 45).
Tamanha importância tem a extensão universitária visto que, a Universidade tem a
função de socializar o saber que produz e acima de tudo tem papel fundante na integração
social dos sujeito, Essa perspectiva vai de encontro com os objetivos sociais, políticos e
culturais da Universidade que pontuam:

10.1. Pesquisa

O acelerado crescimento do conhecimento nos últimos anos tornou impraticável o


ensino tradicional baseado exclusivamente na transmissão oral de informação. Em muitos
componentes pedagógicos já não é possível, dentro das cargas horárias, transmitir todo o
conteúdo relevante. Mais importante ainda, o conhecimento não é acabado, e muito do que o
32

estudante precisará saber em sua vida profissional ainda está por ser descoberto e nesse
processo esta o papel da pesquisa.
O desafio do curso de Geografia UEG Campus Formosa hoje é formar indivíduos
capazes de buscar conhecimentos e de saber utilizá-los numa perspectiva de mudança a partir
de visão critica da realidade que estão inseridos. Nesse contexto, atualmente o importante é
"dominar o desconhecimento", ou seja, estando diante de um problema para o qual ele não
tem a resposta pronta, o estudante deve saber buscar o conhecimento pertinente e, quando
não disponível, saber encontrar, ele próprio, as respostas por meio da pesquisa.
Nesse diapasão os alunos não podem ser meros depositários de informações. É
necessário formar os cidadãos e profissionais de que a sociedade necessita para a superação
dos problemas sociais. Para isto, as atividades, curriculares ou não, voltadas para a solução de
problemas e para o conhecimento da nossa realidade, tornam-se importantes instrumentos
para a formação dos nossos estudantes.
É dentro desta perspectiva que a inserção precoce do aluno de graduação em projetos
de pesquisa, por conseguinte, na iniciação científica se torna um instrumento valioso para
aprimorar qualidades desejadas em um profissional de nível superior, bem como para
estimular e iniciar a formação daqueles mais vocacionados para a pesquisa, numa
perspectiva critica e reflexiva.
Para desenvolver um projeto de pesquisa é necessário buscar o conhecimento
existente na área, formular o problema e o modo de enfrentá-lo, coletar e analisar dados, e
tirar conclusões. Assim, Aprende-se a lidar com o desconhecido e a encontrar novos
conhecimentos.

10.1.1. Políticas de Incentivo à investigação científica

De acordo com O PPI da Universidade Estadual de Goiás a Iniciação Científica é um


instrumento de formação de recursos humanos, que permite colocar o estudante de graduação
em contato direto com as atividades de pesquisa e o pensar científico, despertar a vocação
científica e incentivar novos talentos potenciais entre estudantes de graduação. (PPI-UEG,
2011, p. 47)
Assim, as atividades de iniciação a pesquisa são coordenadas pelo corpo docente em
conformidade com as linhas de pesquisas do curso. Estas atendem, as diretrizes gerais
traçadas pelo colegiado do curso no que tange a formação crítica e reflexiva . Essas ações se
dão ainda, em contato com a Coordenação de Pesquisa e Pós–graduação do Câmpus de
33

Formosa, que promove a articulação entre o Câmpus e a Pró-reitoria de Pesquisa e Pós


Graduação da Universidade Estadual de Goiás.
Logo, dentre as políticas de incentivo a iniciação científica da UEG podemos destaca
os programas:

 PIBIC - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica,


quota institucional do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico (CNPq);
 PIBIC-AF - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica –
Ações Afirmativas, quota institucional do Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);
 PIBITI - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em
Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, quota institucional do Conselho
Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);
 BIC - Bolsas de Iniciação Científica, quota institucional da
Universidade Estadual de Goiás (UEG);
 BIT - Bolsas de Iniciação Tecnológica, quota institucional da
Universidade Estadual de Goiás (UEG);
 VIC - Voluntário de Iniciação Científica, não remunerado (UEG).

Assim, a UEG ofereceu 322 bolsas de iniciação à pesquisa entre 2012 e 2013. No ano
de 2014 esse número subiu para 786 auxílios, oferecidos pelo edital que contempla os anos
de 2013 a 2018. Apesar dos números ainda serem insuficientes, visto que a UEG possui
quase 20 mil alunos matriculados no ano de 2015, esse percentual demonstra o interesse da
Universidade em consolidar uma política de iniciação científica. Nesse processo o curso de
Geografia vem pleiteando e, sendo contemplado com bolsas de iniciação científica, sendo
que, no ano de 2015 foram três bolsas de iniciação científica conquistadas pelo curso.
Nesse contexto, ressaltamos quão importante são esses programas que permitem aos
discentes experimentar/executar, sob a orientação dos docentes (coordenadores dos projetos
de pesquisa), métodos e técnicas de pesquisa que lhe permitirão ampliar reflexões ligadas a
sociedade/natureza. Assim, esses docentes - futuros professores - podem desenvolver
competências e habilidades tão necessárias ao ensino-aprendizagem de Geografia, torando-se
professores pesquisadores.
34

Por outro lado existe também outros mecanismos institucionais que contribuem para
a inserção dos discentes na pesquisa que se dá por meio dos estágios obrigatórios
curriculares visto que no curso de Geografia o estágio se faz por meio de pesquisa-ação.
Também a “Semana pedagógica” e a “Semana de Geografia” também fazem parte do
esforço de valorização da pesquisa, oportunizando aos alunos expor os resultados de suas
pesquisas aos demais membros da comunidade universitária. Ainda, esses espaço,
constantemente se consubstanciam através de momentos e que, o objeto de reflexão central é
a pesquisa como perspectiva para uma formação critica e reflexiva. Nesse processo,
destacamos a participação de todos, consolidando um trabalho dialógico representando uma
grande contribuição à formação dos acadêmicos.
Buscando a articulação entre ensino, pesquisa, e extensão numa perspectiva crítica e
reflexiva o curso de Geografia vem primando o desenvolvimento de habilidades e
competências junto aos discentes do curso tendo como alicerce a investigação científica
contribuindo assim, para a sustentabilidade ambiental, a inclusão social, e os
questionamentos intelectuais próprios de uma Universidade.

10.1.2 Projetos de Pesquisa

No curso de Geografia do Câmpus de Formosa, a pesquisa vem se consolidando, a


partir de projetos de pesquisas vinculados a UEG e a Parcerias com outras agências de
fomento à pesquisa do Governo Federal como, o IPEA-Instituto de Pesquisa Econômica e
Aplicada. Essas iniciam a partir de 2008 e ampliam-se em 2012. (QUADRO 1)

QUADRO 1: RELAÇÃO DOS PROJETOS DE PESQUISA DESENVOLVIDOS NO


CURSO DE GEOGRAFIA DA UEG CÂMPUS FORMOSA

Titulo do projeto Nome do coordenador Ano de vigência


Desenvolvimento Humano, Meio Antônio Sergio da Silva Janeiro de 2008 a
Ambiente e Qualidade de Vida janeiro de 2009
Desenvolvimento, Meio Ambiente Antônio Sergio da Silva Janeiro de 2009 a
e Qualidade de Vida: aspectos de Janeiro de 2012
dimensionamento da equidade da
população em acesso espacial e
35

acesso social

Estágio de Licenciatura em Francilane Eulália de Julho de 2012 a


Geografia na Universidade Souza julho de 2013.
Estadual de Goiás: um componente
curricular instigando a reflexão-
ação-reflexão?
II PNERA – Goiás- Pesquisa Francilane Eulália de Agosto de 2012 a
Nacional em Educação em Áreas Souza agosto de 2013.
de Reforma
Dicotomias e território em disputa Francilane Eulália de julho de 2014 a 07
no fechamento de escolas no Souza de julho de 2016.
campo do Estado de Goiás
Análise Geoambiental como Thiara Messias de Julho de 2015 a
subsídio ao planejamento e Almeida Julho de 2017
ordenamento territorial do
município de formosa – GO

Área de Preservação Permanente Patrick Thomaz de Aquino Juho de 2015 a


em cidades: qual a situação das Martins julho de 2017
faixas marginais dos cursos d água
no estado de Goiás?

Fonte: Pesquisa direta com os coordenadores dos projetos de pesquisa do Curso de Geografia
da UEG Câmpus Formosa.
Dentre os projetos já consolidados e, em desenvolvimento (QUADRO 1), podemos
destacar que os mesmos contemplam tanto a Geografia Física, quanto a Geografia Humana
com temáticas voltadas, dentre outras, para formação de professores, educação do campo, e
Geoambiente. Outra ação que vem sendo desenvolvida no curso de Geografia é a extensão
que será apresentada na seção a seguir.

10.2 – Extensão
36

A Pró-Reitoria de Extensão da UEG vem, nesses oito anos de existência da


instituição, estabelecendo parâmetros para estruturar os trabalhos, de forma a ter todas
diretrizes institucionais que norteiem o trabalho de cada campus, pólo ou unidade.
Assim sendo, todo projeto pedagógico do curso de Geografia desenvolvido na UEG -
Câmpus de Formosa segue as diretrizes traçadas pela referida Pró-reitoria, fato que não
impede que diretrizes específicas da realidade do entorno sejam contempladas nas ações da
extensão.
Assim, o que vem sendo realizado, são ações extensionistas a respeito dos mais
variados temas dentro de um campo de conhecimento ligado as especificidades do curso de
Geografia da UEG Câmpus Formosa possibilitado o desenvolvimento do saber junto a
comunidade Formosense e entorno.
Nesse contexto, no curso de Geografia, quando um projeto é elaborado procura-se
qualificar acadêmicos, com ações que não são contempladas na matriz curricular do curso de
Geografia, desta forma, o ensino estará sempre vinculado à pesquisa e extensão. Assim,
consolida-se no curso um ambiente , que preparam os acadêmicos para ampliar seu papel
profissional junto a comunidade da qual eles fazem parte, conscientes da indissociabilidade
entre ensino pesquisa e extensão.
Dentre as particularidades dos projetos ressaltamos que não é incomum que dentro de
um projeto surja outro, com oficinas que possibilitam ao acadêmico participante a utilização
de recursos e conhecimentos para o desenvolvimento de uma prática educativa inovadora,
porque a intenção da extensão é também atuar na preparação do futuro professor. Outra
perspectiva é a monitoria na extensão. Assim, trabalhando nos projetos como monitores, o
acadêmico promove reflexões sobre o papel do professor no processo ensino-aprendizagem,
compreendendo o porquê da necessidade do conhecimento global que fundamenta a prática
pedagógica.
Por fim, um dos principais objetivos que vem sendo observado na execução das
ações extensionistas é a valorização da pluralidade cultural, utilizando o pensamento lógico
para questionar a realidade, além de estimular meios para resolver os problemas existentes na
sociedade.
Nesse processo, apresentaremos na seção a seguir breves considerações sobre os
projetos de extensão.

10.2.1 - Projetos de Extensão


37

As ações extensionistas desencadeadas no curso de geografia prima pela participação


dos acadêmicos , dos egressos e da comunidade a que se destina cada tema proposto. A
aplicabilidade da extensão torna-se um processo de inserção do acadêmico no campo
científico, aliando a pesquisa , extensão e ensino, além, da possibilidade de ter acesso as
Bolsas de Ações Extensionistas (Edital 006/2015/CCB ) que auxiliam na sua permanência e
mobilidade no campo a ser pesquisado. Ampliando sua formação e facilitando sua interação
social.

QUADRO 2: RELAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO


DESENVOLVIDOS NO CURSO DE GEOGRAFIA DA UEG CÂMPUS FORMOSA

Titulo do projeto Nome do coordenador Ano de vigência

Projeto Luzes - 4ª edição Suspenso desde agosto/2015 Fev/ 2010


por motivo da saída da a
professora da instituição. Dez/2015

Patrícia Monteiro Silva


“ GAIA”- Grupo de Aprendizagem Gomes Fev/2013
Inclusiva . 3ª edição a
Dez/2015

Ivani Marisa Cayser


Pedalando com Segurança - 2ª Mar/2014
edição a
Dez/2015

Formosa em Tela: do Arraial dos Alcineia de Souza Silva Ago/2015


Couros à verticalização do espaço a
urbano. Dez/2015

A importância do Turismo em Ago/2015


Formosa Goiás a partir da a
38

Geofotografia. Elton Souza Oliveira Dez/2015

Cleuton Almeida da Costa Jun/2015


Água no século XXI : enfrentando a
a escassez Dez/2015

PROJETO PROEXT 2013 - Francilane Eulalia de Souza


REFLEXÃO-AÇÃO-REFLEXÃO 01/05/2013
DOCENTE NO RESGATE E
à
VALORIZAÇÃO DA
IDENTIDADE CAMPONESA; 31/12/2014

qualificação de docentes que


trabalham nas escolas localizadas
no meio rural do municipio de
formosa

SUBPROJETO PROEXT 2011/ Patrícia Monteiro Silva 01/05/2013


ÁREA: GEOGRAFIA - Gomes à
REFLEXãO-AçãO-REFLEXãO
31/12/2014
DOCENTE NO RESGATE E
VALORIZAçãO DA
IDENTIDADE CAMPONESA:
qualificação de docentes que
trabalham nas escolas localizadas
no meio rural do município de
formosa

Fonte: www.adms.ueg.br/entensao

LISTA DOS CURSOS E PROJETOS DE EXTENSÃO CÂMPUS DE FORMOSA -


GO
39

CURSOS E PROJETOS

1 - CURSOS: Cursos Vinculados ao Centro de Idiomas (CI)

I – Libras em Foco: 10/02/2014 à 26/11/2014


Coordenação: Profª Andréa Fabiana do Nascimento (andreafabianafsa@hotmail.com)

II – Espanhol: 06/06/2014 à 30/11/2014


Coordenação: Profª Andréa Fabiana do Nascimento (andreafabianafsa@hotmail.com)

III – Inglês: 06/06/2014 à 30/11/2014


Coordenação: Profª Andréa Fabiana do Nascimento (andreafabianafsa@hotmail.com)

2 - CURSOS: (na área de Matemática)


Coordenação: Prof Glauber Cristo Carvalho (glaubercristo@bol.com.br)
1 - A MATEMáTICA NA OBEMEP: 01/05/2014 à 30/08/2014 (Concluído);
2 - APRENDENDO COM O GEOGEBRA: 01/09/2014 à 15/12/2014 (Em andamento);
3 - MáXIMA E MAPLE BáSICO: 01/09/2014 à 15/12/2014 (Em andamento);
4 - TóPICOS EM CáLCULO INTEGRAL E DIFERENCIAL: 15/02/2014 à 10/05/2014
(Concluído);
5 - TóPICOS EM CáLCULO NUMéRICO: 01/08/2014 à 30/12/2014 (Em andamento);
6 - TóPICOS EM LATEX: 10/02/2014 à 10/05/2014 (Concluído)

PROJETOS:

1 - GAIA - 01/08/2014 à 31/12/2014 (Em andamento)


Coordenação: Profª . Patrícia Monteiro Silva Gomes (patriciamonteiro069@gmail.com)

2 – PEDALANDO COM SEGURANÇA - 01/03/2014 à 28/02/2015 (Em andamento)


Coordenação: Profª . Ivani Marisa Cayser (marisacayser@hotmail.com)

3 – INFORMAÇÃO - 01/03/2014 à 28/02/2015 (Em andamento)


Coordenação: Prof Cássio José Bentti (cassiobenetti@gmail.com)
40

4 – A IMPORTÂNCIA DO JOGO DE XADREZ NO DESENVOLVIMENTO DO


RACIOCÍNIO LÓGICO - 01/08/2014 à 31/12/2014 (Iniciando)
Coordenação: Profª Marcia R. Leal (marcialeal@ueg.br/ rodrigues.leal@hotmail.com)

5 – LUZES - 01/03/2014 à 28/02/2015 (Em andamento)


Coordenação: Profª Luciana Pott Prediger (luliprediger@yahoo.com.br)
6 – FORMARCE-FORMAR CIDADANIA E EDUCAÇÃOO - 01/04/2013 à 30/07/2014
Coordenação: Profª Sheila Gomes da Silva Barros (ssbarros06@gmail.com)

7 – Projeto proext 2013 - Reflexão-ação-reflexão docente no resgate e valorização da


identidade camponesa: qualificação de docentes que trabalham nas escolas localizadas no
meio rural do município de Formosa – 01/05/2013 à 31/12/2014

Coordenação: Profª Francilane Eulalia de Souza (francilanee@hotamil.com)

7.1 - Subprojeto proext 2011/ área: Geografia - reflexão-ação-reflexão docente no resgate e


valorização da identidade camponesa: qualificação de docentes que trabalham nas escolas
localizadas no meio rural do município de Formosa - 01/02/2014 à 31/12/2014.
Coordenação: Profª Patrícia Monteiro Silva Gomes (patriciamonteiro069@gmail.com)

7.2 - Subprojeto proext 2011/área: História – reflexão-ação-reflexão docente no resgate e


valorização da identidade camponesa: qualificação de docentes que trabalham nas escolas
localizadas no meio rural do município de formosa - 01/02/2014 à 31/12/2014.
Coordenação: Profª Michelle dos Santos

7.3 - Subprojeto proext 2011/ área: Letras - reflexão-ação-reflexão docente no resgate e


valorização da identidade camponesa: qualificação de docentes que trabalham nas escolas
localizadas no meio rural do município de Formosa - 01/02/2014 à 31/12/2014.
coordenação: profª Larissa Silva Nascimento

10.3 - Projetos e Programas Especiais de Ensino


41

A Universidade Estadual de Goiás, entre suas ações, procura se integrar aos


programas disponibilizados para a educação superior, nos seus diversos níveis. Assim, em
2010 se cadastrou junto ao Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação
Superior para participar do Programa de Educação Tutorial (PET), numa forma de apoiar as
atividades de ensino, pesquisa e extensão, tendo a sua coordenação sob a responsabilidade da
Pró-Reitoria de Graduação.
O Programa de Educação Tutorial foi criado para apoiar atividades acadêmicas que integram
ensino, pesquisa e extensão. Ele foi oficialmente instituído pela Lei nº 11.180, de 23 de
setembro de 2005 e regulamentado pelas Portarias nº 3.385, de 29 de setembro de 2005, nº
1.632, de 25 de setembro de 2006, nº 1.046/2007 e, nº 975 e nº 976, de 27 de julho de 2010.
O Programa de Educação Tutorial tem como objetivos desenvolver atividades acadêmicas em
padrões de qualidade de excelência, mediante grupos de aprendizagem tutorial de natureza
coletiva e interdisciplinar; contribuir para elevação da qualidade da formação acadêmica dos
discentes de graduação; estimular a formação de profissionais docentes de elevada
qualificação técnica, científica, tecnológica e acadêmica; formular novas estratégias de
desenvolvimento e modernização do ensino superior no País; estimular o espírito crítico, bem
como a atuação profissional pautada pela cidadania e pela função social da Educação
Superior.

O curso de Geografia do campus Formosa ainda participa do O Pibid, que é uma


iniciativa para o aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores para a educação
básica.O programa concede bolsas a alunos de licenciatura participantes de projetos de
iniciação à docência desenvolvidos por Instituições de Educação Superior (IES) em parceria
com escolas de educação básica da rede pública de ensino.

Como se trata de um programa fomentado com recursos financeiros pelo Ministério


da Educação (MEC), a UEG deve, por intermédio das Pró-Reitorias, incentivar e orientar
propostas de novos projetos. Por outro lado, deve haver empenho do corpo docente em
identificar demandas específicas e submetê-las a novas propostas.
REFERÊNCIAS
FAVERO, M. L. A. Universidade e estágio curricular: subsídios para discussão. In: ALVES,
N. Formação de professores pensar e fazer. São Paulo: Ed Cortez. 2004, p. 553-72.

PPI -UEG.2011 ( não coloquei a referência porque certametnte já tem no PPC)


42

11.ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Além da carga horária em disciplinas obrigatória e opcional, o discente deverá


cumprir no mínimo 220 horas em Atividades Complementares de natureza acadêmico-
científico-culturais. Nesse sentido as Atividades Complementares podem incluir monitorias,
cursos de extensão, palestras, simpósios, mini-cursos, participação em eventos
científicos/culturais, apresentação de trabalhos em eventos, trabalhos de campo vinculado a
eventos científicos e/ou culturais. As horas exigidas nos documentos de certificação serão no
mínimo duas e máximo quarenta por comprovante, preferencialmente, as emitidas por IES
credenciados pelo MEC ou órgãos públicos e/ou privados que realizarem eventos
acadêmicos/culturais em áreas afins da ciência geográfica.
Entendem-se aqui por Atividades Acadêmicas Complementares as atividades que os
graduandos participam fora da carga horária das disciplinas, do estágio supervisionado e da
monografia, que são previstos no Projeto Pedagógico dos cursos. Essas atividades, mais do
que uma exigência formal estabelecida nas Diretrizes Nacionais para Formação de
Professores da Educação Básica, representam a ampliação do espaço formativo dos futuros
profissionais em Geografia, pois possibilitam o contato dos graduandos com uma gama maior
de conhecimentos e práticas de pesquisa, pedagógicas e culturais, assim como a vivência de
experiências profissionais no campo da pesquisa, do ensino, da extensão e da gestão.
Até o final do curso os graduandos deverão cumprir 220 h/a de participação em
Atividades Complementares, sendo esta uma condição para a integralização do currículo. A
comprovação de participação será feita, conforme o tipo de atividade, mediante relatório
elaborado pelo próprio graduando associado a um parecer ou declaração do orientador ou
coordenador da atividade ou documentos de certificação emitidos pela organização do
evento, contendo a descrição e a carga horária da atividade. Os documentos comprobatórios
devem ser apresentados ao/à coordenador/a do curso que fará um relatório constando o
cumprimento da carga horária a ser entregue à Secretaria Acadêmica da Unidade no final de
cada ano letivo. São consideradas Atividades Acadêmicas Complementares:
 Atividades de iniciação científica sob orientação de professores do
curso;
 Atividades extracurriculares de estágio em pesquisa e/ou ensino
realizadas pelos graduandos em instituições reconhecidas e aprovadas pelo
coletivo do curso;
43

 Atividades de monitoria exercidas na UEG;


 Seminários, congressos ou simpósios, discussões temáticas e outros
eventos acadêmicos e culturais realizados ao longo do curso, tanto
internamente quanto em outras instituições.

12.ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO OU NÃO


OBRIGATÓRIO

Considerações a cerca do conceito e evolução do estágio no Brasil

Entre 1970 e 1990 as relações entre universidade e escolas campo de estágio de


Prática de Ensino modificaram-se bastante. Tais modificações dizem respeito basicamente à
concepção de prática de ensino, ao local onde se realiza o estágio e à forma como esse
estágio é conduzido.
A prática de ensino passa de uma concepção cuja finalidade é a observação de
“modelos” e a “aplicação de teorias” ensinadas na universidade para uma concepção de
prática voltada para a “observação, análise e reflexão” sobre situações de ensino no sentido
de compreender a educação como prática contextualizada. Ou seja, de uma prática voltada
para a “aplicação de teorias” passou-se para uma prática voltada para a “investigação”.
Quanto ao local onde se realiza o estágio, houve uma grande modificação. Se até a
década de 1970 os estágios supervisionados se realizavam prioritariamente em colégios de
aplicação ligados às universidades, nas décadas posteriores eles passaram a ser realizados
também em escolas da rede pública estadual e municipal de ensino. Por outro lado, os
próprios colégios de aplicação modificaram-se, tornando seu acesso mais democrático e
incorporando em suas salas de aula alunos dos diferentes segmentos sociais. Essa ampliação
dos locais de estágio trouxe outros desafios; entre eles o enfrentamento de questões de cunho
pedagógico e político e a necessidade de buscar alternativas conjuntas (universidade e
escolas) para melhor equacionamento desses problemas. Nesse contexto, o saber acumulado
pela pesquisa universitária juntou-se ao saber da experiência dos professores.
Em relação à forma pela qual o estágio é conduzido houve a seguinte mudança:
enquanto na década de 1970, a ênfase era colocada apenas em uma reflexão de caráter mais
técnico (seleção de conteúdo, planejamento de atividades, manutenção da disciplina), hoje,
44

além da dimensão técnica, exige-se uma reflexão em nível emancipatório, mais centrada nos
aspectos éticos e políticos.
Essas mudanças na concepção, no local de realização e na forma de condução do
estágio fornecem ao professor instrumentos de pesquisa e de interrogação do real. Neste
contexto surgem as propostas de formar o professor pesquisador. Embora haja diferentes
enfoques, essas proposições têm raízes comuns: a valorização da articulação entre teoria e
prática na formação docente, o reconhecimento da importância dos saberes da experiência, da
reflexão crítica na melhoria da prática e do papel ativo do professor no próprio
desenvolvimento profissional, além de defender a criação de espaços coletivos na escola para
o desenvolvimento de comunidades reflexivas. Os defensores da idéia de formar o professor
pesquisador acreditam que esse profissional, enquanto investigador de sua própria prática,
poderá ampliar a capacidade de diagnóstico e de intervenção fundamentada nos problemas
colocados pela prática do dia-a-dia.
No Brasil, nos últimos anos, as relações entre pesquisa e ensino têm sido discutidas
com freqüência por causa do desenvolvimento da pesquisa em educação nas universidades,
especialmente nos programas de pós-graduação. Todavia, a idéia de formar o professor
pesquisador não é recente. Segundo Ludke (2001), ela surgiu em 1975 com a obra de
Stenhouse sobre o desenvolvimento do currículo. Em 1983 ela recebeu impulso no trabalho
de Schön com a idéia do professor reflexivo e cresceu substancialmente na década de 90,
acompanhando os avanços da pesquisa etnográfica e da investigação-ação ocorridos no
mesmo período.
A literatura específica e até a legislação relativa à formação de professores (Parecer
CNE/CP 009/2001 aprovado em 8/5/2001) admitem a importância da pesquisa na preparação
e no trabalho do professor. Nas Diretrizes Curriculares Nacionais, a serem implementadas a
partir de 2003, promovem alterações na estrutura dos cursos superiores, entre as alterações
está necessidade de formar professores pesquisadores
Marco Legal sobre o estágio supervisionado no Brasil
O estágio curricular supervisionado é um componente obrigatório da organização
curricular das licenciaturas, sendo uma atividade intrinsecamente articulada com a prática e
com as atividades de trabalho acadêmico. É um momento de formação profissional do
formando seja pelo exercício direto in loco, seja pela presença participativa em ambientes
próprios de atividades de sua área profissional, sob a responsabilidade de um profissional já
habilitado
45

Ainda segundo legislação sobre o estágio esse componente é ato educativo escolar
supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho
produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em instituições de
educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos
anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e
adultos (l 11.788/2008)
Segundo o artigo 1º da Lei nº 6.494, de 07 de dezembro de 1977 “as pessoas
Jurídicas de Direito Privado, os Órgãos de Administração Pública e as Instituições de Ensino
podem aceitar, como estagiários, alunos regularmente matriculados e que venham
freqüentando, efetivamente, cursos vinculados à estrutura do ensino público e particular, nos
níveis superiores, profissionalizantes de 2º Grau e Supletivo”.

De acordo com o Artigo 2º do Decreto 8.7497/82, que regulamenta a Lei N.º 6.494, de
07 de dezembro de 1977 (que dispõe sobre o estágio de estudantes de estabelecimentos de
ensino superior e de 2º grau regular e supletivo), “considera-se estágio curricular, para os
efeitos deste Decreto, as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural,
proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais de vida e trabalho de seu
meio, sendo realizada na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público
ou privado, sob responsabilidade e coordenação da instituição de ensino”. Ainda segundo a
referida legislação, (Art. 4º) a carga horária, a duração e jornada de estágio curricular não
poderão ser inferior a um semestre letivo. Também de acordo com Artigo 5º do Decreto
8.7497/82, “para caracterização e definição do estágio curricular é necessária, entre a
instituição de ensino e pessoas jurídicas de direito público e privado, a existência de
instrumento jurídico, periodicamente reexaminado, onde estarão acordadas todas as
condições de realização daquele estágio, inclusive transferência de recursos à instituição de
ensino quando for o caso”.
Considerado o regime de colaboração prescrito no Art. 211 da Constituição Federal, a
realização de estágios curriculares pode se dar por meio de um acordo entre a instituição
formadora, o órgão executivo do sistema e a unidade escolar acolhedora da presença de
estagiários. Em contrapartida, os docentes em atuação nesta escola poderão receber alguma
modalidade de formação continuada a partir da instituição formadora. Desse modo, no seu
projeto pedagógico, em elaboração ou em revisão, a própria unidade escolar pode combinar
com uma instituição formadora uma participação de caráter recíproco no campo do estágio
curricular supervisionado.
46

Entre outros objetivos, o estágio curricular supervisionado deverá oferecer ao futuro


licenciado um conhecimento do real em situação de trabalho, isto é diretamente em unidades
escolares dos sistemas de ensino. É também um momento para se verificar e provar a
realização das competências exigidas na prática profissional e exigíveis dos formandos,
especialmente quanto à regência. É também um momento para se acompanhar alguns
aspectos da vida escolar que não acontecem de forma igualmente distribuída pelo semestre,
concentrando-se mais em alguns aspectos que importa vivenciar. É o caso, por exemplo, da
elaboração do projeto pedagógico, da matrícula, da organização das turmas e do tempo e
espaço escolares (Parecer CNE/CP 28/2001).
Ainda segundo o referido parecer, o estágio curricular supervisionado é um modo
especial de atividade de capacitação em serviço e que só pode ocorrer em unidades escolares
onde o estagiário assuma efetivamente o papel de professor, de outras exigências do projeto
pedagógico e das necessidades próprias do ambiente institucional escolar testando suas
competências por um determinado período. Por outro lado, a preservação da integridade do
projeto pedagógico da unidade escolar que recepciona o estagiário exige que este tempo
supervisionado não seja prolongado, mas seja denso e contínuo, mas não necessariamente em
dias subseqüentes. Esta integridade permite uma adequação às peculiaridades das diferentes
instituições escolares do Ensino Básico em termos de tamanho, localização, turno e clientela.
Neste sentido, o estágio curricular supervisionado da licenciatura, tal como definido na Lei
6.494/77 e suas medidas regulamentadoras posteriores (Decreto 8.797/1982, Lei 9394/96,
Parecer CNE/CP 9/2001, Parecer CNE/CP 27/2001, Parecer CNE/CP 28/2001, Resolução
CNE 02/02), deverá se consolidar em escolas de educação básica a partir do início da
segunda metade do curso, como coroamento formativo da relação teoria-prática e sob a forma
de dedicação concentrada não podendo, todavia, ter uma duração inferior a um semestre, 400
horas e 100 dias letivos. O parecer CNE/CP 27/2001 dá a seguinte redação à temática:

(...). O estágio obrigatório definido por lei deve ser vivenciado


durante o curso de formação e com tempo suficiente para abordar as
diferentes dimensões da atuação profissional. Deve, de acordo com o
projeto pedagógico próprio, se desenvolver a partir do início da
segunda metade do curso, reservando-se um período final para a
docência compartilhada, sob a supervisão da escola de formação,
preferencialmente na condição de assistente de professores
experientes. Para tanto, é preciso que exista um projeto de estágio
planejado e avaliado conjuntamente pela escola de formação inicial e
as escolas campos de estágio, com objetivos e tarefas claras e que as
47

duas instituições assumam responsabilidades e se auxiliem


mutuamente, o que pressupõe relações formais entre instituições de
ensino e unidades dos sistemas de ensino. Esses “tempos na escola”
devem ser diferentes segundo os objetivos de cada momento da
formação. Sendo assim, o estágio não pode ficar sob a
responsabilidade de um único professor da escola de formação, mas
envolve necessariamente uma atuação coletiva dos formadores.

O Art. 82. da LDB (Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996) estabelece que os sistemas
de ensino elaborarão as normas para realização dos estágios dos alunos regularmente
matriculados no ensino médio ou superior em sua jurisdição e que o estágio realizado nas
condições deste artigo não estabelecem vínculo empregatício, podendo o estagiário receber
bolsa de estágio, estar segurado contra acidentes e ter a cobertura previdenciária prevista na
legislação específica (Lei 9.394/96, Art. 82, Parágrafo único).
Também há que se considerar a Resolução CNE/CP 1/99 nos seus § 2º e 5º do Art. 6º ,
o §2º do Art. 7º e o § 2º do Art. 9º que propiciam formas de aproveitamento e de práticas.
Essa resolução estabelece que no caso de alunos dos cursos de formação docente para
atuação na educação básica, em efetivo exercício regular da atividade docente na educação
básica, o estágio curricular supervisionado poderá ser reduzido, no máximo, em até 200
horas.
Considerando esses aspectos legais e as orientações das resoluções ligada ao Estágio
Supervisionado na UEG, assim como as reflexões compartilhadas pelo Grupo de Trabalho do
Estagio da UEG o Projeto Pedagógico do Curso de Geografia da Universidade Estadual de
Goiás, o Estágio Curricular deverá ser realizado priorizando a formação critica-reflexiva.
Nesse contexto abaixo apresentamos considerações gerais sobre a organização desse
componente.

Sobre o Estágio Curricular obrigatório e não obrigatório

Nesse projeto, conforme orientação da Pró reitoria de Graduação da UEG, apontamos


abaixo diretrizes que contemplam o Estágio supervisionado em Geografia, quais sejam:
a) Na elaboração desse Projeto Pedagógico de Curso procura-se inserir a concepção
crítica, reflexiva e investigativa tomando-se como base o referencial teórico apresentado na
concepção de estágio;
48

b) Na matriz curricular está contemplado o(s) componente(s) curricular(es) do Estágio


Curricular Supervisionado, com carga horária semanal e no turno de funcionamento das aulas
das disciplinas curriculares, de forma que seja integralizado no decorrer do curso, de acordo
com as suas especificidades e tomando-se como referência a Diretriz Curricular do curso;
c) o estágio possui plano de ensino, com ementa, bibliografia básica e forma de
integralização do programa de ensino (presencial e/ou semipresencial), que contemplem
discussões presenciais e coletivas, realizadas no horário de aula, como as demais disciplinas;
d) Existe a conexão da proposta de estágio com o Regulamento de Estágio da UEG; a
celebração de termo de compromisso entre o Câmpus da UEG e o campo de estágio, o
estagiário e a instituição campo de estágio; os produtos finais do estágio a serem elaborados
(relatórios, portfólios, relatos de experiência, artigos etc.) e os cronogramas de atividades.

Sobre o perfil e as atribuições do professor (a) orientador (a)

a) O professor orientador deve ter disponibilidade de tempo e formação que o


qualifique para tal exercício. Como parâmetros sugere-se que este preferencialmente: i)
pertença ao quadro efetivo da instituição; ii) possua formação e/ou experiência na área de
orientação; e iii) realize estudos, pesquisas e/ou publicações contemplando a área de
formação profissional. Na impossibilidade do atendimento do último item, o professor que
assumir a orientação de estágio deverá se comprometer a aprofundar seus estudos na área
específica do estágio curricular que irá orientar e desenvolver pesquisas na mesma;
b) os cursos da UEG deverão priorizar a formação de grupos ou núcleos de estudos e
pesquisas em estágio com vistas a organizar o trabalho pedagógico do estágio de forma
coletiva;
c) o coordenador adjunto de estágio deverá ser professor com formação e/ou
experiência na área de atuação, da cadeira do Estágio Curricular Supervisionado e/ou áreas
afins, pertencente ao grupo ou núcleo de estudos e pesquisa em estágio, quando este existir, e
na inexistência desse grupo ou núcleo a forma de ingresso na função obedecerá às decisões
do colegiado do curso;
d) constituir uma prática pedagógica que possibilite implementar uma
concepção/proposta de estágio que dialoga com a perspectiva reflexiva e investigativa,
privilegiando o diagnóstico e as produções acadêmicas ancoradas na pesquisa e com clareza
no que tange uma perspectiva teórico-metodológica coerente com a produção do
conhecimento científico;
49

e) dentre as atribuições do professor orientador, institucionalizadas pelas instâncias


deliberativas da UEG e pelo grupo ou núcleo de ensino e pesquisa em estágio, destacam-se
aquelas pertinentes à formalização de um plano de ensino que especifique, além dos
objetivos, conteúdos, metodologia e avaliação, as ações e cronograma a serem realizadas
tanto na IES quanto no campo de estágio; f) registrar todas as atividades de orientação na
plataforma Veritas, contemplando os dois espaços de formação, campo de estágio e IES,
como forma de especificar a maneira como a carga horária semanal é integralizada.

Sobre a sistematização das ações dos estagiários

Esse Projeto Pedagógico prevê mecanismos acadêmicos que garanta a


institucionalização das ações voltadas para a qualificação da formação profissional dos
estagiários, no que concerne: i) a concessão de bolsas; ii) a garantia do acompanhamento
presencial e semipresencial do professor orientador, tanto no estágio obrigatório como no
nãoobrigatório; iii) formalização dos termos de compromisso e convênios para a realização
do estágio pela coordenação adjunta de estágio; iv) cumprimento dos direitos e deveres do
estagiário previstos na legislação vigente; e v) garantia da participação democrática na
(re)construção da política de estágio do curso.
Nesse diapasão, apresentamos a seguir elementos que orientam a realização do
Estágio obrigatório do curso de licenciatura em Geografia.

A realização de estágio do Curso de Geografia

O estágio em Geografia possui carga horária de 400 horas e iniciará a partir da


segunda metade do curso. Esse componente será executado tendo por base a perspectiva
critica-reflexiva, logo, a pesquisa no estágio será, dentre outros, o método adotado para a
efetivação do mesmo. É relevante também destacar que a disciplina de Prática Docente em
Geografia I e II estará vinculada ao Estágio, caracterizada como o momento de reflexão e
orientação coletiva numa perspectiva de pensar o estágio como teórico-prático. Assim, nessa
disciplina a avaliação dará em concomitância com o estágio, dessa forma a aprovação do
aluno estagiário estará condicionada a estes dois componentes, ou seja, o aluno que reprovar
no Estágio também reprovará na disciplina de Pratica Docente visto que o Estágio é teórico-
prático e não teoria ou prática.
50

O câmpus de realização do estágio será prioritariamente no município de Formosa


em conformidade com a regulamentação de estágio do curso de Geografia. A realização do
estágio no município será fundamental para garantir a efetiva realização do estágio
priorizando o aprofundamento da integração entre a escola campo e a Universidade, vale
destacar ainda que isso colabora para o acompanhamento qualitativo do estágio pelo
professor supervisor, visto que a concentração do estágio em apenas um município permite
maior dedicação a esse momento.
O quantitativo de alunos será em conformidade com a Resolução que estabelece a
garça horária do professor orientador, desde que seja assegurando um quantitativo que
permita o amplo acompanhamento do estágio em todas as fases de forma quaqitatitva, tanto a
orientação dos alunos na forma coletiva e/ou individualizada. Nesse contexto, também vale
ressaltar que os momentos de reflexão, assim como os de debate ligado a esses componentes,
serão mais produtivos.
Quanto à avaliação do aluno-estagiário, esta deverá levar em consideração as
especificidades das atividades realizadas em sala de aula (na universidade) e na escola campo
de estágio, uma vez que o estágio curricular deverá ser realizado em estreita correlação com a
disciplina Prática Docente em Geografia. No primeiro caso os itens considerados são:
freqüência, pontualidade, participação, realização e entrega das atividades propostas na data
estabelecida,, entre outras atividades. Quanto às atividades realizadas na escola campo de
estágio, o aluno deverá ser avaliado considerando o projeto de ação e proposição docente, o
artigo final que, nessa fase também deverá vir acompanhados de documentos
comprobatórios de frequência, obrigatoriamente carimbados e assinados pelo professor da
escola Nessa fase, será imprescindível considerar a formação de competências e habilidades
de professor pesquisador numa perspectiva critica e reflexiva.

O estágio no Curso de Geografia: a pesquisa no Estágio supervisionado

O que significa formar o professor pesquisador? Para alguns significa levar o futuro
docente a realizar um trabalho prático ou uma atividade de estágio, que envolve tarefas de
coleta e de análise dos dados. Para outros, significa levar os futuros professores a desenvolver
e implementar projetos ou ações nas escolas.
Na opinião de André (2001), os cursos de formação têm o importante papel de
desenvolver, com os professores, essa atitude vigilante e indagativa, que os leve a tomar
decisões sobre o que fazer e como fazer nas suas situações de ensino, marcadas pela urgência
51

e pela incerteza. Ainda segundo a autora há várias formas de se fazer isto: uma delas é que a
pesquisa se torne um eixo ou um núcleo do curso, traduzido, por exemplo, numa organização
curricular, em que as disciplinas e atividades sejam planejadas coletivamente, com o objetivo
de desenvolver habilidades e atitudes de investigação nos futuros professores. A outra forma
de utilizar a pesquisa na formação do professor traduz-se no uso da pesquisa como mediação,
ou seja, caracteriza-se pelo fato de as disciplinas e atividades do curso incluírem a análise de
pesquisas que retratem o cotidiano escolar, visando aproximar os futuros docentes da
realidade das escolas, levando-os a refazer o processo de pesquisa e a discutir sua
metodologia e seus resultados.
Segundo os autores que defendem a pesquisa como elemento essencial no trabalho
docente e, evidentemente, nos currículos dos cursos destinados à preparação dos professores,
o trabalho de um profissional reflexivo elimina a distância entre a pesquisa e a atividade
profissional. Ele deverá trabalhar como um pesquisador identificando os problemas de
ensino, construindo propostas de solução com base na literatura e em sua experiência,
colocando em ação as alternativas planejadas, observando e analisando os resultados obtidos,
corrigindo percursos que se mostram pouco satisfatórios.
Essa idéia é defendida como forma de desenvolvimento profissional dos docentes e também
como estratégia para a melhoria do ensino. Por outro lado, essa proposta coloca os
professores como produtores do conhecimento, em vez de vê-los como consumidores,
transmissores e implementadores do conhecimento produzido em outras instâncias. Ou seja,
essa posição desafia a hegemonia e a exclusividade da universidade como produtora de
conhecimento sobre o ensino.
Num segundo grupo estão aqueles que consideram que a pesquisa pode ter um papel
relevante na formação de docentes, mas não se constitui no elemento central desse processo.
Sua importância dependerá do conteúdo investigado e da forma de participação dos alunos-
mestres no desenvolvimento da investigação.
Independentemente da importância dada à pesquisa na formação do professor é
necessário que se garanta um mínimo de qualidade em sua execução. Segundo Beillerot,
citado por Ludke (2001) é possível definir um conjunto de critérios que possam balizar, de
maneira ampla e flexível, as várias modalidades de pesquisa em educação, dentro de limites
mínimos de rigor metodológico. O primeiro nível, de condições mínimas implicaria a
produção de conhecimentos novos, dentro de um procedimento rigoroso de pesquisa e
supondo a comunicação de resultados. O segundo nível introduz três características a mais: a
52

dimensão crítica ou reflexiva, a sistematização do processo de coleta de dados e o


aprofundamento do quadro teórico de problematização e interpretação desses dados.
Miranda (2001) argumenta que há três pontos fecundos na idéia de a formação do
professor pesquisador centrar-se na prática: 1) a perspectiva que se abre para o
reconhecimento do trabalho do professor e para sua autonomia, para sua emancipação. 2) o
grande empenho de alguns autores em transformar a educação, dando vez e voz àqueles que
efetivamente consolidam o difícil cotidiano das escolas públicas. 3) a crítica que os
defensores da “pesquisa-ação” fazem às universidades e às suas relações com os “professores
práticos”.
Em síntese, podemos dizer que a questão da relação entre ensino e pesquisa, embora
controversa, apresenta novas perspectivas no campo da formação docente, ou na
compreensão de que o trabalho docente exige questionamentos constantes e a busca de
soluções criativas para os problemas levantados, procurando na literatura educacional, na
troca de experiência com os colegas e na utilização de diferentes recursos, soluções para
encontrar formas de responder aos desafios da prática, independentemente de se atribuir ou o
não o rótulo de pesquisa a esse tipo de atividade.

Metodologia e técnicas para a pesquisa na Formação de Professores

Dentre as várias metodologias utilizadas para a realização de projetos de investigação


na escola, a pesquisa-ação é uma das mais sugeridas. Sua utilização, segundo vários
pesquisadores, ajuda a refletir sobre a prática pedagógica, sobre os condicionantes globais do
trabalho escolar e permite que o aluno-professor adquira condições para uma atuação docente
eficaz em sala de aula.

Segundo Thiollent, a pesquisa-ação é:

um tipo de pesquisa social com base empírica que é concebida e


realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de
um problema coletivo e no qual os pesquisadores e os participantes
representativos da situação ou do problema estão envolvidos de modo
cooperativo ou participativo (1998:14).
53

Para Domingo (1994), a pesquisa-ação, também chamada investigação em ação (I-A),


põe em questão a idéia bastante arraigada de que a forma racional de proceder na prática é
aplicando o conhecimento disponível. Domingo entende que a autêntica investigação é
aquela que converte a prática em objeto de investigação, de maneira que conhecer e atuar faz
parte de um mesmo processo exploratório. E mais, a integração que pretende a pesquisa-ação,
entre conhecer e atuar significa, entre outras coisas, que são os próprios envolvidos na prática
que conduzem necessariamente a investigação. Isto porque não existe maneira de entender o
conhecer e o atuar como parte de um mesmo processo, se continuar existindo a separação
entre quem investiga e quem atua. Somente com essa integração a pesquisa-ação poderá
alcançar seu objetivo maior que é transformar ou melhorar a prática. Desse modo, segundo o
autor, é a pretensão de contribuir para melhorar a prática que justifica a I-A, é o que a
diferencia em relação à investigação convencional, mais preocupada com o acúmulo de
conhecimento.
Tendo por base a investigação-ação o futuro professor deverá observar os alunos, o
professor e o rendimento escolar. O trabalho de observação-ação deverá entender a rede de
interações que ocorre nos fatos e fenômenos vividos no cotidiano das salas de aula
procurando neles interferir. Seu objetivo é produzir conhecimento, isto é, entender a quais
elementos os problemas se relacionam, de forma a poder intervir neles e na rede de interações
que os compõe.
O método da investigação é a aspiral auto-reflexiva formada por ciclos sucessivos de
ação, observação, análise e reflexão e nova ação, os quais se desenvolvem em um processo
contínuo sem fim. As fases da I-A são: 1) definição de um problema prático; 2) coleta de
dados; 3) análise dos dados e reflexão e 4) proposta de ação e execução da mesma.

1) Ação:começamos sempre a partir de um fato da própria prática. Determinamos


um problema prático que estamos vivendo, isto é, determinado a partir das
incoerências entre o que pretendemos e o que ocorre.

2) Observação:por que o fato escolhido na nossa prática é um problema? Quais


são suas características? Há fatos que, mesmo não sendo problemáticos, têm a ver
com o problema que desejamos investigar? É preciso obter dados que nos ajudem a
analisar o problema, suas questões chaves. É preciso buscar evidências variadas que
nos ajudem a estudar o assunto e meditar sobre ele com mais dados, mesmo que
inicialmente discordemos deles. Os procedimentos para recolher informações podem
54

ser os mais variados possíveis. São procedimentos fundamentais: a entrevista, análise


de documentos, a observação, a reflexão introspectiva, conversa com os colegas. Para
entender o problema é importante que observemos não apenas suas relações com as
pessoas, como também as relações acadêmicas, os aspectos organizativo-
institucionais e sociais do problema.

3) Análise e reflexão:após a obtenção dos dados variados e suficientes,


analisaremos esses dados e os interpretamos à luz de nossas pretensões educativas, de
modo que seja possível vislumbrar o sentido da melhora desejada.
As formas de análise incluem as contradições, os dilemas, as dificuldades.
Contradições entre o que pretendemos e como atuamos. Os dilemas são um tipo
especial de contradição, expressam duas ordens incompatíveis de atuação, porém, ao
mesmo tempo, irrenunciáveis. As dificuldades se referemàs limitações (institucionais,
legislativas etc) e requer estratégia de atuação a longo prazo.

4) Nova ação:decide o curso alternativo da ação que pretendemos levar a cabo. A


partir daqui se iniciaria um novo ciclo, no qual se recopilariam novas evidências da
prática. É uma reflexão que nos sugerirá idéias alternativas. A reflexão permite-nos
analisar e criticar as formas da situação estudada e os pressupostos que a sustentaram.
Isso significa que a nova ação é o início de um novo ciclo a partir do qual
constataremos se as nossas ações tiveram o alcance desejado e se melhoraram as
práticas.
As etapas da pesquisa-ação, segundo Domingo (1994), podem ser
representadas como na figura abaixo:
55

Novo problema e
redefinição do
anterior
A

Problema
prático

Proposta de ação Análise do


problema e B Nova coleta
D e realização da
coleta de dados de dados
mesma

Análise
de dados
e reflexão
C

Ainda segundo Domingo (1994), ao analisar a prática e sua melhoria em um meio


social, é evidente que a I-A está propondo, de um modo ou de outro, um meio de mudar as
práticas sociais. Que tipo de mudança? Como deve ser gestada? Até onde deve conduzir?
Quem são seus protagonistas? São todas essas perguntas que, de uma forma ou de outra, a I-
A deve responder. A I-A supõe em si mesma uma perspectiva relativa à mudança social,
sendo, nesse caso, os próprios implicados e responsáveis pela prática que assumem o
protagonismo de sua própria transformação.
Após essa etapa de pesquisa restará a comunicação dos resultados obtidos. Escrever
sobre o que realizamos é um processo de aprendizagem porque possibilita que exploremos e
clarifiquemos nossas idéias e interpretações, conferindo sentido à nossa experiência,
difundindo e socializando com os colegas nossas descobertas. No entanto, é preciso cuidar da
forma como apresentamos esta análise, pois ela envolve pessoas, contextos e circunstâncias e
seu uso inadequado pode ser lesivo a elas. Ser ético é fundamental. Eis os princípios éticos
propostos pela I-A:
a) todas as pessoas e instâncias envolvidas no caso devem ser consultadas e
consentir em serem pesquisadas;
b) deve-se obter permissão para realizar observação ou examinar documentos que
não sejam públicos ou elaborados com objetivos que não são os da pesquisa;
c) quem não deseja participar da pesquisa deve ser respeitado e os que participam
devem ter a oportunidade de influir no desenvolvimento da pesquisa;
d) o trabalho deve permanecer visível e aberto às sugestões de outras pessoas;
56

e) qualquer descrição do trabalho ou do ponto de vista de outros deve ser


negociado com eles antes de se tornar público;
f) deve-se negociar com os alunos (as) a interpretação dos dados obtidos deles e
obter dos mesmos autorização para tornar públicos esses dados;
g) no relatório da pesquisa deve-se manter o anonimato das pessoas que
participam dela, assim como das investigações, a não ser que haja desejo contrário
dos interessados e autorização para isso;
h) todos os princípios éticos devem ser conhecidos previamente por todos

Nesse contexto o estágio será realizado tendo como prioridade o projeto de ação e
proposição docente (anexo 1). A implementação deste projeto de estágio no Curso de
Licenciatura em Geografia da Universidade Estadual de Goiás - UEG, objetiva acompanhar
as mudanças ocorridas na estrutura de formação de professores. Assim, esse projeto de
estágio/pesquisa tem como meta a realização dos seguintes objetivo:
 Desenvolver habilidades e atitudes de investigação nos futuros professores;
 Orientar a vivência da prática pedagógica de forma a garantir uma experiência
efetiva em escolas de ensino básico, identificando aspectos relevantes na realização
do ensino de Geografia;
 Possibilitar a formulação consciente de uma proposta de ensino de Geografia
embasada nas concepções formadas anteriormente e na vivência em escolas de ensino
básico;
Nesse contexto, esse projeto será realizado a partir de fases distintas e interconectadas
sendo elas:

1) Conhecer o cotidiano da escola e da comunidade escolar


Nessa fase o aluno irá conhecer a estrutura da unidade escolar e acompanhar as
diversas atividades realizadas na escola, assim, nessa fase podemos, entre outras, destacar:
 Caracterização das escolas no município;
 Diagnóstico da estrutura e funcionamento da escola campo:
 Leitura e análise do Projeto Político Pedagógico e/ou do Programa de
Desenvolvimento Escolar;

2) Observação do cotidiano da sala de aula e levantamento da problemática da pesquisa.


57

Essa fase consiste em o aluno-estagiário observar o cotidiano das aulas de Geografia


na escola campo de estágio e, também levantar a problemárica da pesquisa,. As atividades a
serem desenvolvidas pelo aluno-estagiário nessa fase, entre outras, são:
 Leitura do plano de curso da disciplina de Geografia;
 Participação em reuniões, organizadas pela escola, com os pais de alunos;
 Observar aulas de Geografia;
 Levantar a problemática da pesquisa de ação e proposição docente.

3) Fase de semi-rência ou planejamento das ações da pesquisa de ação e proposição


docente
Essa fase é caracteriza pelo planejamento da pesquisa. Nela o aluno-estagiário
deverá, elaborar seu projeto de ação e proposição docente onde deverá estar previsto dentre
outras ações:
 a problemática da pesquisa;
 os objetivos a serem traçados;
 referencial teórico, como base para a execução da ação docente;
 o caminho da pesquisa (metodologia) que contemple o método de ensino; as
atividades, trabalhos e avaliações a serem realizadas, seleção e preparação de material
didático compatível com os objetivos do projeto;
 cronograma contendo as ações docentes e as datas das mesmas.

3) Fase de regência
Essa fase consiste na aplicação do projeto de pesquisa que culminará no efetivo
exercício da atividade docente do aluno estagiário, sob a observação do professor regente e a
supervisão do professor de Estágio/Prática Docente. As atividades a serem desenvolvidas
pelos alunos serão a aplicação de todas as ações propostas no projeto de ação e proposição
docente, além da realização de artigo previsto no anexo 1 contendo o resultado da aplicação
do projeto.

REFERÊNCIAS

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Campinas,SP: Papirus, 2001. (Série Prática Pedagógica).
58

CAVALCANTI, Lana de S. Geografia, escola e construção de conhecimentos. Campinas, SP


: Papirus, 1998.
DELORS, Jacques et al.Educação:um tesouro a descobrir. 4 ed. Lisboa, Portugal :
UNESCO; edições ASA, 1998.
DOMINGO, José C. Cómo se hace? Investigación en la acción. Cuadernos de Pedagogia.
Barcelona, n. 224, abr., 1994. (CD-ROM).
LÜDKE, Menga (Coord). O professor e a pesquisa.Campinas, SP: Papirus: 2001. (Série
Prática Pedagógica).
______. A complexa relação entre o professor e a pesquisa. IN: Opapel da pesquisa na
formação e na prática dos professores. Campinas,SP: Papirus, 2001. p. 27-54. (Série Prática
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NETO, Alexandre S.; MACIEL, Lizete S. B. Reflexões sobre a formação de professores.
Campinas,SP: Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).
THIOLLENT, Michel J. M. Metodologia da pesquisa-ação. 8 ed. São Paulo:Cortez, 1998.

13.ATIVIDADE PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR

Conforme definida no Parecer nº CNE/CP 21/2001, de 6 de agosto de 2001, “A


prática não é uma cópia da teoria e nem esta é um reflexo daquela. A prática é o próprio
modo como as coisas vão sendo feitas cujo conteúdo é atravessado por uma teoria. Assim a
realidade é um movimento constituído pela prática e pela teoria como momentos de um devir
mais amplo, consistindo a prática no momento pelo qual se busca fazer algo, produzir alguma
coisa e que a teoria procura conceituar, significar e com isto administrar o campo e o sentido
desta atuação”. A divisão das disciplinas em Teoria e Atividade Prática como Componente
Curricular, neste Projeto, foi a forma que encontramos de atender à exigência das Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores de Educação Básica.
Aqui, a Atividade Prática como Componente Curricular constitui o momento de
planejamento, execução e apresentação dos resultados de projetos que envolvem a pesquisa e
o ensino ou transposição didática ou outras formas de difusão do conhecimento histórico,
realizados de forma interdisciplinar pelos graduandos, orientados e avaliados pelos
respectivos professores. A produção de material didático empregado no ensino de Geografia
são alvos privilegiados dos projetos de prática curricular.
No Projeto Pedagógico do curso de Geografia da UEG, Campus Formosa, a carga
horária destinada às Atividades Práticas como Componente Curricularé de 400 horas. Esse
59

tempo é composto por parte variável da carga horária das disciplinas dos núcleos específico e
de modalidade, aplicada de modo a enfatizar o ensino e pesquisa de cada disciplina. Nesse
total não está incluído o percentual das disciplinas de Núcleo Livre, visto que os graduandos
podem cursá-las em outros cursos. A realização dessas atividades de prática curricular será
comprovada mediante registro das mesmas pelo professor em espaço específico do diário de
classe. A forma de organização e operacionalização da PCC no currículo do curso segue as
orientações das DNCs e está pautado na Resolução CsA/UEG 3/2015.

14.TRABALHO DE CURSO

Segundo a NBR-14724 (2005), o Trabalho Acadêmico ou trabalhos similares, como


Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, Trabalho de Graduação Interdisciplinar - TGI,
Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização e/ou Aperfeiçoamento e outros, são
documentos que representam o resultado de estudo, devendo expressar conhecimento do
assunto escolhido.
Assim, a premissa central do TC no curso de Geografia é cultivar o vínculo da
pesquisa à prática discente. A intenção está em formar um professor-pesquisador, capaz tanto
de ministrar aulas com os conteúdos curriculares dos livros didáticos, bem como, de construir
os seus conteúdos específicos. A finalidade vislumbra que a experiência com a pesquisa
amplia e fortalece a construção de um pensamento geográfico escolar e os sentidos concretos
da existência da educação geográfica no processo formal de ensino-aprendizagem.
O TC é uma oportunidade de reflexão que permite, aos discentes em formação,
construir na práxis da investigação e nos primeiros contatos com a escola - a partir,
principalmente da Prática como Componente Curricular e dos Estágios Supervisionados – e
com a realidade sensível da Região, da cidade e/ou campo e, dos bairros e/ou comunidades
onde vivem os estudantes. As exigências para a elaboração da pesquisa são, de alguma
maneira, uma necessidade histórica da graduação em licenciatura e por conseguinte dos
futuro professor-educador vinculado ao ensino de geografia.
Nesse contexto, o Trabalho de Curso (TC), que no curso de Geografia da UEG
Câmpus Formosas e constitui numa monografia, é obrigatório para a integralização do curso,
logo, para a obtenção do título de Licenciado em Geografia. Na matriz curricular o TC está
amparado por três disciplinas específicas, denominadas de Trabalho de Curso I (TC-I),
Trabalho de Curso II (TC-II) e, Trabalho de Curso III (TC-III) constituindo um total de 120
60

horas. Assim, a execução dessas disciplinas é pré-requisito para a concretização do TC.


Ressalta-se ainda que o mesmo será realizado individualmente pelos discentes sob a
orientação de um professor do corpo docente com qualificação específica para tal fim. A
temática da pesquisa poderá envolver temas diversos da Ciência Geográfica, no entanto
ressalta-seque as monografias serão orientadas por meio de linhas de pesquisas pré-
estabelecidas no curso.
O Trabalho de Curso guarda a peculiaridade de ocorrer para além da sala de aula, uma
vez que, envolve o estabelecimento de relação entre o aluno e o orientador, através de
contatos periódicos, ao longo do semestre letivo correspondente, obedecendo ao calendário
da UEG.
A organização do TC será gerida a partir de uma coordenação adjunta do TC –
prevista em resolução própria que, dentre outros objetivos, garantirá o desenvolvimento do
TC de forma a atingir os objetivos do curso e o perfil de profissionais apontados no PPC.
Assim,o TC constitui-se em atividade curricular em consonância com os princípios e as
diretrizes do Projeto Pedagógico do curso de Geografia e tem como fins:
a) a pesquisa investigativa;
b) a experiência criativa;
c) a produção escrita original de trabalhos acadêmicos e científicos;
d) a unidade entre teoria e prática.
Na consolidação do TC será necessária a elaboração de projeto de pesquisa conforme
Resolução de TC própria do curso de Geografia. Ressalta-se ainda, que haverá momentos
para a apresentação tanto do projeto de pesquisa, quanto da monografia, com o intuito, no
primeiro, orientar o desenvolvimento da pesquisa numa perspectiva dialética e reflexiva e, no
segundo para consolidar e aprimorar a formação do profissional crítico e reflexivo.
Por fim, ressalta-se que desde o objetivo, à finalidade do TC do curso de Geografia,
assim como outros elementos que regulam a organização e desenvolvimento desse
componente curricular, está previsto na regulamentação própria do curso constante em anexo.

15.AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO/ APRENDIZAGEM

O processo de avaliação no curso visa o êxito do acadêmico nos estudos, é contínuo e


se da em função dos conhecimentos obtidos em atividades específicas.
61

A avaliação da aprendizagem deve contribuir para o desenvolvimento das


capacidades dos acadêmicos, convertendo-se em uma ferramenta pedagógica, ou seja, em um
elemento que melhora a aprendizagem e a qualidade do ensino no curso.
A avaliação deve levar em conta, em cada disciplina:
- a assimilação progressiva e cumulativa de conhecimentos;
- o domínio dos conteúdos abordados, as habilidades adquiridas e o desenvolvimento
de competências, no campo da disciplina como um todo;
- a capacidade de aplicação dos conhecimentos teóricos e práticos.
O sistema avaliativo das disciplinas consta nos seus respectivos planos de curso e
segue os regulamentos conforme o Regimento Geral da UEG Resolução CsU 75/2014.

16.ESTRUTURA CURRICULAR

A estrutura do Curso de Licenciatura em Geografia contempla as exigências do perfil


proposto bem como a legislação atual para formação de professores.
Um ponto central da estrutura curricular do curso de Geografia é a articulação que se
objetiva entre os conteúdos e a prática, tendo em vista que abordar de forma associada, os
conteúdos e as respectivas metodologias é condição essencial para a formação docente. As
disciplinas de caráter geral, as pedagógicas e a prática fazem parte integrante do curso, sendo
distribuídas convenientemente durante toda sua duração.
Superando a fragmentação do currículo, a estrutura curricular propõe a formação de
um profissional intelectual fundamentada na concepção crítico- reflexiva proporcionando o
desenvolvimento de competências na produção do conhecimento que levem o professor a
estabelecer relações efetivas entre conhecimento, realidade e formas de intervenção.
Assim, o currículo do curso de Licenciatura em Geografia está proposto de maneira a
desenvolver nos futuros professores da área do ensino de Geografia uma visão abrangente do
papel social da escola e do educador; a capacidade de expressar-se, escrita e oralmente, com
clareza e precisão; a capacidade de aprendizagem continuada, sendo sua prática também
fonte de produção e conhecimento; a capacidade de compreender, criticar e utilizar novas
idéias e tecnologias; a capacidade de analisar e selecionar material didático e elaborar
propostas alternativas; capacidade de planejamento de cursos com criação e adaptação de
métodos pedagógicos; a capacidade de relacionar vários campos da Geografia para elaborar
modelos, resolver problemas e interpretar dados; a capacidade de trabalhar com conceitos
62

abstratos na resolução de problemas; a capacidade de interpretação e representação gráfica e


visão histórica e crítica da Geografia tanto no estado atual como nas várias fases de sua
evolução.
Os núcleos de Modalidade, Comum, Livre e específico, estão presentes na estrutura
curricular conforme orientação das Resoluções CsU 50/2014 e 52/2014 e das Resoluções
CsA nº 02 e 03/2014 e 50/2014.

16.1 - Matrizes Curriculares – antiga (s) e atual


(se houver) - com justificativa das alterações
- MATRIZ CURRICULAR APROVADA DO CURSO

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GEOGRAFIA


Período Disciplina Teor. Prát CHS CHT
.
Educação e Sociedade 064 00 02 064
1º Psicologia da Educação 128 00 04 128
A Cartografia Sistemática 096 32 04 128
N Geologia Geral 096 32 04 128
O Teoria do Conhecimento e Geografia 128 00 04 128
Orientação de Estudos em Nível Superior 064 00 02 064
Disciplina Optativa 104 24 04 128
Atividades Complementares I xxx xx Xx 050
CARGA HORÁRIA TOTAL 680 88 24 818
Políticas Públicas em Educação 128 00 04 128
Cartografia Temática 096 32 04 128
Geomorfologia 096 32 04 128
2º Geografia do Brasil 096 32 04 128
A Didática Geral 128 00 04 128
N Teoria da Região e Regionalização 096 32 04 128
O Atividades Complementares II xxx xx Xx 050
CARGA HORÁRIA TOTAL 640 128 24 818
Climatologia 096 32 04 128
Biogeografia 052 12 02 064
63

3º Geografia Agrária 096 32 04 128


A Geografia e Produção do Espaço Econômico 096 32 04 128
N Prática Ensino I 064 00 02 064
O Seminário de Pesquisa I 064 00 02 064
Atividades Complementares III xxx xx Xx 050
Estágio Supervisionado I xxx xx 02 200
CARGA HORÁRIA TOTAL 468 108 20 826
Geografia Política e Espaço Mundial 096 32 04 128
Geografia Cultural e Movimentos Sociais 064 00 02 064
4º Geografia de Goiás 052 12 02 064
A Geografia Urbana 096 32 04 128
N Prática de Ensino II 064 00 02 064
O Seminário de Pesquisa II 064 00 02 064
Libras 064 00 02 066
Estágio Supervisionado II xxx xx 02 200
CARGA HORÁRIA TOTAL I 436 76 18 762
CARGA HORÁRIA TOTAL II 2224 400 86
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 3224

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM GEOGRAFIA

Câmpus: Formosa

Curso: Geografia

Modalidade: Licenciatura

Integralização do Mínimo: 4 anos


Curso: Máximo: 6 anos
Carga Horária Total
3170
do Curso:
Turno: Noturno

Temporalidade: Anual

Regime Acadêmico: Semestral

Início de Vigência: 2015/1

Conteúdo de Componentes Pré- AS/50


CH – Semestral
Período Requisito min
CHT CR
Formação Curriculares Teórica Prática
64

Núcleo Diversidade, Cidadania e



Comum Direitos 4 - - 60 4
Núcleo Linguagem, Tecnologias

Comum e Produção Textual 4 - - 60 4
Núcleo
1º Metodologia Científica
Modalidade 4 - - 60 4
Núcleo História do Pensamento
1º 60 -
Específico Geográfico I 4 60 4
Núcleo
1º Cartografia Sistemática 60 -
Específico 4 60 4
Carga Horária Total do Período 20 120 0 300 -
História do
Núcleo História do Pensamento Pensamento

Específico Geográfico II Geográfico I 4 60 - 60 4
Núcleo Cartografia

Específico Cartografia Temática Sistemática 4 30 30 60 4
Núcleo

Modalidade História da Educação 4 - - 60 4
Núcleo

Específico Geologia Geral 4 45 15 60 4
Núcleo

Específico Geografia da População 4 60 - 60 4
Carga Horária Total do Período 20 195 45 300 -
Núcleo Formação do espaço

Específico brasileiro 4 60 - 60 4
Cartografia
Núcleo Sistemática
3º Geoprocessamento e /Cartografia
Específico
Geotecnologias Temática 4 30 30 60 4
Núcleo

Modalidade Políticas Educacionais 4 - - 60 4
Núcleo

Específico Climatologia 4 45 15 60 4
Núcleo

Modalidade Psicologia da Educação 4 - - 60 4
Carga Horária Total do Período 20 135 45 300 -
Núcleo

Específico Recursos Hídricos 4 45 15 60 4
Núcleo Teoria da Região e

Específico Regionalização 4 60 - 60 4
Núcleo

Modalidade Sociologia da Educação 4 - - 60 4
Núcleo

Modalidade Didática 4 - - 60 4
Núcleo Geologia/Cli

Específico Geomorfologia matologia 4 45 15 60 4
Carga Horária Total do Período 20 150 30 300 -
Núcleo

Específico Pedologia Geologia 4 45 15 60 4
Núcleo Projeto de Pesquisa em

Específico Geografia I 2 30 - 30 2
Núcleo

Específico Geografia Agrária I 4 60 - 60 4
Núcleo Prática Docente em

Específico Geografia I 4 60 - 60 4
Núcleo Estatística Aplicada a

Específico Geografia 2 30 - 30 2
65

5º Núcleo Livre Opcional I 4 - - 60 4


Carga Horária Total do Período 20 225 15 300 -
Núcleo Biogeografia e Meio

Específico Ambiente 4 45 15 60 4
Núcleo

Específico Trabalho de Curso I - - - 30 -
Núcleo

Específico Geografia Urbana I 4 60 - 60 4
Núcleo

Específico Geografia Econômica 2 30 - 30 2
Prática
Núcleo Prática Docente em
6º Docente em
Específico Geografia II Geografia I 4 60 - 60 4
Núcleo Geografia

Específico Geografia Agrária II Agrária I 4 60 - 60 4
Carga Horária Total do Período 18 255 15 300 -
Núcleo Dinâmica da natureza do

Específico Brasil 4 60 - 60 4
Núcleo Geografia

Específico Geografia Urbana II Urbana I 4 60 - 60 4
7º Núcleo Livre Opcional II 4 - - 60 4
Núcleo

Específico Trabalho de Curso II - - - 30 -
Núcleo Geografia escolar e

Específico diversidade 2 30 - 30 2
Núcleo Geografia e Educação do

Específico Campo 4 60 - 60 4
Núcleo Prática Docente em
7º Prática Docente
Específico Geografia III em Geografia II 4 60 - 60 4
Carga Horária Total do Período 22 270 0 360 22
Núcleo Geografia do Espaço

Específico Mundial 4 60 - 60 4
8º Núcleo Livre Opcional III 4 - - 60 4
Núcleo LIBRAS – Lingua

Modalidade Brasileira de Sinais 4 - - 60 4
Núcleo

Específico Trabalho de Curso III - - - 60 -
Núcleo

Específico Geografia Cultural 4 60 - 60 2
Núcleo

Específico Geopolítica 4 60 - 60 4
Prática
Núcleo Prática Docente em
8º Docente em
Específico Geografia IV Geografia III 4 60 - 60 4
Carga Horária Total do Período 24 240 0 420 -

Carga Horária Total dos Períodos 164 1590 150 2580 -


66

CH – Total CHT
Conteúdo de Formação
Teórica Prática

Núcleo Comum - - 120

Núcleo Específico 1300 150 1420


Prática como componente Curricular
320 - 320
(Núcleo Especifico)
Núcleo de Modalidade - - 340
Prática como componente Curricular
- - 80
(Núcleo de Modalidade)
Núcleo Livre - - 180

Trabalho de Curso – TC - - 120

Atividades Complementares - - 220

Estágio Supervisionado - - 400

Carga Horária Total do Curso 3200

OPCIONAIS

Conteúdo de Componentes AS/50


CH – Semestral
Pré-
Nº Requisito min
CHT CR
Formação Curriculares Teórica Prática

1 Núcleo Livre Geografia de Goiás 4 - - 60 4


Teoria e Método da
2 Núcleo Livre
Geografia 4 - - 60 4
3 Núcleo Livre Geografia do Turismo 4 - - 60 4
Antropologia Social e
4 Núcleo Livre
Cultural 4 - - 60 4
5 Núcleo Livre Geografia Ambiental 4 - - 60 4
Gestão dos Recursos
7 Núcleo Livre
Naturais 4 - - 60 4
Geografia dos Movimentos
8 Núcleo Livre
Sociais 4 - - 60 4

16.2 - Dimensionamento da Carga Horária


A carga horária do Curso é integralizada utilizando o crédito como instrumento
principal. Considerando as exigências estabelecidas pela LDB, o ano letivo deverá conter
no mínimo 200 dias. O Curso deverá ter duração de 4,0 anos (quatro anos ) em 8 (oito)
semestres de integralização curricular, obtendo-se ao final desse, 3.200 horas, como prevê
a Resolução CNE/CP n°2 , de 18 de fevereiro de 2002, e a fim de garantir tais condições, a
Universidade Estadual de Goiás alterou e unificou o valor dos créditos, de modo que 01
crédito, seja teórico, prático ou de laboratório corresponde a 15h.
67

No que tange a contabilização da hora aula à ResoluçãoCsU N. 75, de 9 de dezembro de


2014, estabece que seja computada 50 minutos a cada aula ministrada. A parir desse
pressuposto as disciplinas com 2 (dois) créditos correspondem a 1:40 minutos e, de
4(quatro) créditos possui duração de 3 (três) horas e 20 (vinte) minutos. Segue abaixo a
distribuição da carga horária estabelecida da nova matriz curricular do curso de Geografia:

Distribuição das Cargas Horárias da Matriz Curricular 2015

DISCIPLINAS ESPECÍFICAS DO CURSO: 1420 h/aulas


DISCIPLINAS NÚCLEO COMUM: 120 h/aulas
PRÁTICA DO COMPONENTE CURRICULAR – PCC: 400 h/aulas
ESTÁGIO SUPERVISIONADO: 400 h/aulas
DISCIPLINAS TÉCNICO-CIENTÍFICAS: TABALHO DE CURSO: 120 h/aulas
DISCIPLINA (S) OPCIONAL (IS) PARA O CAMPUS: 180 h/aulas
ATIVIDADES COMPLEMENTARES: 220 horas
CARGA HORÁRIA TOTAL : 3.200 h/aulas

Atividades Complementares

Participação em eventos científicos e culturais


Monitoria
Cursos
Trabalhos de Campo, outros.

16.3 - Ementas e Bibliografias


NOVA MATRIZ

1º PERÍODO

DISCIPLINA: DIVERSIDADE, CIDADANIA E DIREITOS


CRÉDITOS: 4 (quatro) – 60 h/a
EMENTA:
68

Diversidade: cultura, gênero, etnia, raça e desigualdades sociais. Noções sobre formação da
cultura brasileira. Relações étnico-raciais. Respeito e valorização das diferenças culturais,
sociais e individuais. Cidadania: concepções, garantias e práticas. Estado Democrático de
Direito, democracia, movimentos sociais e cidadania. Constitucionalismo e Direitos:
concepções, violações, promoção, defesa e garantias. Evolução do conceito: dos direitos de
liberdade ao direito planetário e à sustentabilidade socioambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MANTOAN, M. T. E. Inclusão escolar: o que é? Por que? Corno fazer? São Paulo: Surnrnus,
2015.
SILVA, T. T. Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes,
2000.
TONET, I. Educação, cidadania e emancipação humana. Ljuí: UNIJUI, 2005.1

DISCIPLINA: LINGUAGEM, TECNOLOGIAS E PRODUÇÃO TEXTUAL


CRÉDITOS: 4 (quatro) – 60 h/a

EMENTA:
Linguagem, processos comunicativos, formas e tecnologias. Práticas de leitura e
interpretação de textos. Tipos e gêneros textuais. Produção de textos: planejamento, estrutura
(rnicroestrutura - coesão e macroestrutura - coerência) e construção (clareza, concisão,
progressão). Aspectos gramaticais da produção de textos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PLATÃO, F.; FIORlN, J. L. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 2008.
MARCUSHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo:
Parábola,2008.
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar.
26. ed. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2006.

DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA


CRÉDITOS: 4 (quatro) – 60 h/a

EMENTA:
Formas de conhecimento: filosófico, científico, popular, mitológico. Epistemologia da
Ciência. Métodos e tipos de pesquisa. Produção e normatização de trabalhos acadêmicos.
69

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MORAIS, Itelvides José. As várias faces da ciência: sobre o sujeito, linguagem, e a teoria
como pontos de encontro dos diferentes ramos das ciências. Anápolis: Universidade Estadual
de Goiás, 2010.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. 23. ed. São Paulo:
Cortez, 2007.

HISTÓRIA DO PENSAMENTO GEOGRÁFICO I


CRÉDITOS: 4 - CARGA HORÁRIA: 60 h/a

EMENTA:
Pressupostos da Geografia na Antiguidade e Idade Média. A Ciência e a Geografia. As
correntes do conhecimento e seu significado epistemológico nas diferentes abordagens da
ciência geográfica; Principais representantes do pensamento geográfico e suas concepções; A
Geografia clássica; Formação da Geografia; Consolidação da Geografia como ciência;
Geografia, conceitos, categorias; história da Geografia e tendências teórico-metodológicas; O
determinismo ambiental e sua influência na Geografia Física e Humana; O Possibilismo; A
Geografia como ciência no mundo e no Brasil: bases epistemológicas. Os métodos e as
técnicas em Geografia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SODRÉ, N.W. Introdução à geografia. Rio de Janeiro: Vozes, 1976.
MENDONÇA, F. Geografia física: ciência humana? São Paulo: Contexto, 1989.
MOREIRA, R. O que é geografia. São Paulo: Brasiliense, 1982. Coleção Primeiros Passos nº
48.
ANDRADE, M.C. Geografia: ciência da sociedade: uma Introdução à análise do pensamento
geográfico. São Paulo: Atlas, 1987.
______. Caminhos e descaminhos da geografia. Campinas, SP: Papirus, 1989 (Série
Educando).
GOMES, P. C. da C. Geografia e modernidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,1996.
LACOSTE, Y. A Geografia serve, antes de mais nada, para fazer a guerra. Campinas/SP:
Papirus, 1988.
70

VITTE, Antônio Carlos (Org.). Contribuições à história e à epistemologia da Geografia. Rio


de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.

CARTOGRAFIA SISTEMÁTICA
Carga Horária: 60 h/a (30 h/a Teor. + 30 h/a PCC)

EMENTA:
Histórico e conceitos de Cartografia; orientação; coordenadas geográficas e cartesianas;
forma e dimensão da Terra; projeções cartográficas; sistema UTM; escala; fuso horário;
planimetria, altimetria e perfis topográficos; leitura, análise e interpretação de cartas
topográficas; fundamentos da alfabetização cartográfica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA, Rosângela Doin de (Org.). Cartografia escolar. São Paulo: Contexto, 2007.
______. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na escola. 2 ed. São Paulo: Contexto,
2003.
DUARTE, Paulo Araújo. Fundamentos de Cartografia. 2 ed. (rev. ampl.). Florianópolis:
UFSC, 2002.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Atlas geográfico escolar.
2 ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2004.
______. Noções básicas de cartografia. Rio de Janeiro: IBGE, 1999. Manuais técnicos em
Geociências, v. 8.
______. Noções básicas de cartografia: Caderno de Exercícios. Rio de Janeiro: IBGE, 1999.
Manuais técnicos em Geociências, v. 8.

2º PERÍODO

HISTÓRIA DO PENSAMENTO GEOGRÁFICO II


Carga Horária: 60 h CARGA HORÁRIA: 60 h/a

EMENTA:
As correntes do pensamento geográfico e suas fundamentações teórico-metodológicas; As
concepções da Geografia Pragmática e seus correlatos; A Geografia e o planejamento estatal;
O Materialismo Histórico e Dialético e a Geografia como ciência crítica; A Geografia e o
confronto dos movimentos sociais, A Geografia Contemporânea; A Geografia Humanística e
71

Fenomenologia; A ciência geográfica no Brasil; O papel do Estado, da Escola e das


Comunidades Geográficas (IHGB, IHGG, CNG, IBGE, Universidades, AGB e outras) na
configuração e no ensino do saber produzido por esta ciência. As perspectivas atuais da
discussão geográfica no século XXI.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRADE, M.C. Uma geografia para o século XXI. Campinas S.P. : Papirus, 1994.
CHRISTOFOLETTI, A. (Org.). Perspectivas da geografia. São Paulo :Difel, 1982.
MONTEIRO, C. A. F. A geografia no Brasil (1934-1977): avaliação e tendências. São Paulo.
Instituto de Geografia/USP, 1980 (serie teses e monografias, 37).
MORAES, A.C.R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1981.
SANTOS, M. (organizador) - Novos Rumos da Geografia Brasileira. HUCITEC, SP, 1988.
SANTOS, M. Por uma Geografia nova. São Paulo: EDUSP, 2007.
QUAINI, M. Marxismo e Geografia. Rio de janeiro : Paz e Terra, 1979.

CARTOGRAFIA TEMÁTICA
Carga Horária: 60 h/a (30 h/a Teor. + 30 h/a PCC)

EMENTA:
Especificidades da linguagem cartográfica: comunicação visual e representação gráfica.
Semiologia Gráfica: análise da informação e representações cartográficas qualitativas e
quantitativas.
Métodos de construção e análise de mapas temáticos analíticos, dinâmicos e de síntese.
Cartografia digital.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MENEZES, P. M. L.; FERNANDES, M. C. Roteiro de Cartografia. São Paulo: Oficina de
Textos, 2013.
MARTINELLI, M. Mapas da Geografia e Cartografia Temática. 6. ed. São Paulo: Contexto,
2013.
CAVALCANTI, L. C. S. Cartografia de Paisagens: fundamentos. São Paulo: Oficina de
Textos, 2014.
MARTINELLI, M. Mapas, Gráficos e Redes: elabore você mesmo. São Paulo: Oficina de
Textos, 2014.

DISCIPLINA: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO


72

CRÉDITOS: 4 (quatro) – 60 h/a

EMENTA:
História da Educação e seus fundamentos epistemológicos. Educação e sociedade: percursos
históricos. Sociedade, cultura e construção da história da educação no Brasil. O público e o
privado na história da educação brasileira. História da educação e formação docente. História
da educação em Goiás.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARRA, Valdeniza Maria Lopes da. Estudos de história da educação de Goiás (1830-1930).
Goiânia: Editora da PUC, 2011.
MANACORDA, Mário Alighiero. História da educação: da antiguidade aos nossos dias. 13.
ed. São Paulo: Ed. Cortez, 2010.
SAVIANI, Dermeval. História das ideias pedagógicas no Brasil. 3. ed. Campinas, SP:
Autores Associados, 2011.

GEOLOGIA GERAL
Carga Horária: 60 h/a -(45 h/a Teor + 15h/a PCC)

EMENTA:
Terra: estrutura e composição interna, dinâmica interna (magma, vulcanismo, plutonismo,
terremotos, epirogênese, orogênese). Tectônica de placas. Tempo geológico. Minerais e
rochas. Processos geológicos que comandam a dinâmica externa. Cartografia Geológica.
Geologia aplicada aos estudos ambientais (estruturas geológicas como condicionantes de
relevo, da paisagem e das drenagens). Processos intempéricos sobre as rochas e formação de
solos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MENEZES, S. O. Rochas: manual fácil de estudo e classificação. 1. ed. São Paulo: Oficina
de Textos, 2013.
GUERRA, A. T.; GUERRA, A. J. T. Novo Dicionário Geológico-Geomorfológico. 9. ed. Rio
de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011.
EMMANUEL, L.; RAFÉLIS, M.; PASCO, A. 82 resumos geológicos. São Paulo: Oficina de
Textos, 2014.
TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M. C. M. de; FAIRCHILD, T. R.; TAIOLI, F. Decifrando a
Terra. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2009.
73

POPP, S. H. Geologia geral. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2010.
WINCANDER, R.; MONROE, J. S. Fundamento de Geologia. 1. ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2009.
PRESS, F., SIEVER R., GROTZINGER J., JORDAN T.H. Para entender a Terra. 6. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2013.
CHRISTOPHERSON, R. W. Geossistemas: uma introdução à geografia física. 7. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2012.

GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO
Carga Horária: 4 Créditos – 60 horas

EMENTA:
Teorias e conceitos da Geografia da População. Métodos e técnicas de estudos populacionais.
Dinâmica populacional e movimentos migratórios ao longo da história. Migrações
internacionais. Migrações internas no Brasil. Estrutura, crescimento e distribuição da
população e a Geografia da População na Educação Básica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEAJEAN, Carmier J. Geografia da população. Rio de Janeiro: Nacional, 1993.
DAMIANI, Amélia Luisa. População e Geografia. 7º ed. São Paulo, Contexto, 2002.
HAESBAERT, Rogério. O mito da desterritorialização: do fim dos territórios à
multiterritorialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.
PATARRA, N. L. Movimentos migratórios no Brasil: tempos e espaços. Rio de Janeiro:
IBGE, 2003.
SINGER, PAUL. Economia política da urbanização. São Paulo, 2002.

3º PERÍODO

FORMAÇÃO DO ESPAÇO BRASILEIRO


Carga Horária: 4 Créditos – 60 horas

EMENTA:
A formação do território brasileiro. Os primeiros povoamentos, a implantação e expansão das
atividades econômicas. A relação sociedade natureza e a produção do espaço brasileiro. O
processo de industrialização, o papel do Estado e a modernização conservadora da
74

agricultura. A urbanização e mobilidade da população brasileira, as dinâmicas regionais e o


processo de globalização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BECKER, Bertha K. & EGLER, Cláudio A. G. Brasil uma potência regional na economia –
mundo. 6º ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.
CASTRO, I. E. de; MIRANDA, M. & EGLER, C. A. G. redescobrindo o Brasil: 500 anos
depois. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2000.
FURTADO, C. Formação econômica do Brasil. 34º. São Paulo: Companhia Editora
Nacional, 2007.
MOREIRA, R. Formação Espacial Brasileira: Uma contribuição à geografia do Brasil. Rio de
Janeiro: Consequência, 2012.
ROSS, Jurandir L. S. (Org.) Geografia do Brasil. 2º ed. São Paulo: EDUSP, 1998.
SANTOS, Milton & SILVEIRA, Maria Laura. Brasil: território e sociedade no início do
século XXI. 13º ed. São Paulo: Record, 2011.
SILVA, M. F. G. da.Formação Econômica do Brasil. 1º ed. São Paulo: Campus, 2011.

GEOPROCESSAMENTO E GEOTECNOLOGIAS
Carga Horária: 4 CRÉDITOS - 60 h/a (30 h/a Teor. + 30 h/a PCC)

EMENTA:
Conceitos e aplicações de geoprocessamento. Estrutura de Sistemas de Informações
Geográficas (SIG). Dados vetoriais e dados matriciais. Fundamentos de Sensoriamento
remoto.Banco de dados georreferenciados. Sistema de Posicionamento Global (GPS).
Manuseio de bases digitais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MIRANDA, J.I. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas. 2. ed. Brasília:
EMBRAPA Informação Tecnológica, 2010.
XAVIER DA SILVA, J.E.; ZAIDAN, R.T (Organizadores). Geoprocessamento e Análise
Ambiental. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009.
ASSAD, E.D.; E.E. SANO. Sistemas de Informações Geográficas: Aplicações na
Agricultura. 2. ed. Planaltina: EMBRAPA-CPAC, 1998.
CAMARA, G.; DAVIS, C. E MONTEIRO, A.M.V. (orgs.). Introdução à ciência de
Geoinformação. INPE, 2001.
75

SILVA, A.B. Sistemas de Informações Geo-Referenciadas: conceitos e fundamentos. São


Paulo: Unicamp, 1999.
MENEZES, P. M. L.; FERNANDES, M. C. Roteiro de Cartografia. São Paulo: Oficina de
Textos, 2013.

DISCIPLINA: POLÍTICAS EDUCACIONAIS


CRÉDITOS: 4 (quatro) – 60 HORAS

EMENTA:
Concepções e processos de construção das políticas educacionais. A relação Estado e
sociedade na construção de políticas educacionais. Legislação da educação brasileira
(CF/1988, LDBN, e LDBE). Politicas de avaliação da educação brasileira. Gestão e
financiamento da educação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARBOSA, Andréa; SOUZA, Ângelo Ricardo de; TAVARES, Tais Moura (Orgs.).
Políticas Educacionais: conceitos e debates. Curitiba: Appris, 2013.
CARDOSO de Araújo, Gilda. Políticas educacionais e Estado Federativo. Curitiba:
Appris, 2013.
LIBANEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra
(Orgs.).Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2012.

CLIMATOLOGIA
CARGA HORÁRIA: 4 CRÉDITOS – 60 HORAS (45 h/a Teor + 15h/a PCC)

EMENTA:
Atmosfera terrestre: estrutura e propriedades. Análise dos elementos climáticos e a
interferência dos fatores geográficos. Padrões de circulação atmosférica. Classificações
climáticas. Clima e formação das paisagens. Mudanças climáticas globais. O estudo das
condições climáticas e suas repercussões no espaço geográfico. Concepções iniciais sobre o
clima na Educação Básica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os Trópicos. Bertrand Brasil. Rio de Janeiro,
1998. 332p.
76

ALVES, Lincoln Muniz. Clima da Região Centro-Oeste do Brasil. In: CAVALCANTI, I.F;
FERREIRA, N. F.; SILVA, M.G.A.J; DIAS, M.A.F.S. (Orgs.). Tempo e Clima no Brasil.
São Paulo: Oficina de textos, 2009, Cap.15. P231-242.
BRITO, Monique Cristine de; FERREIRA, Cássia de Castro Martins. Por uma Climatologia
geográfica escolar no cotidiano: estimulando reflexões e a criatividade dos educandos.
REVISTA GEONORTE(Edição Especial 2). V.1, N.5, p.218 – 231, 2012. Disponível em:
http://www.revistageonorte.ufam.edu.br. Acesso: 31 de março de 2015.
CAVALCANTI, I.F; FERREIRA, N. F.; SILVA, M.G.A.J; DIAS, M.A.F.S. (Orgs.). Tempo
e Clima no Brasil. São Paulo: Oficina de textos, 2009.
MENDONÇA, F.; DANNI-OLIVEIRA, I.M. Climatologia: Noções básicas e climas do
Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 206p.
MENDONÇA, F.; MONTEIRO, C. A. F.(Orgs) Clima urbano. São Paulo: Contexto, 2003.
MONTEIRO, C. A. de F. Teoria e clima urbano. São Paulo: IGEOG/USP, 1976. (Série Teses
e Monografia, 25).
NIMER, E. Climatologia do Brasil. IBGE. Rio de Janeiro, 1989. 422p. il.

NUNES, Bárbara Beatriz; MENDES, Paulo Cezar.. Trindade. Clima, ambiente e saúde: um
resgate histórico. Caminhos da Geografia. Uberlândia.V.13. N.42 Jun/2012, p.258-269.
Disponível em: http://www.seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/. Acesso: 31 de
março de 2015.
TEODORO, Pacelli Henrique Martins; AMORIM, Margarete Cristiane C. Trindade.
Mudanças climáticas

DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO


CRÉDITOS: 4 (quatro) – 60 horas/aula

EMENTA:
Evolução histórica da Psicologia como c1encm e profissão. Conceito de Personalidade:
constituição e estruturas. Teorias psicológicas que dão suporte à compreensão dos processos
de desenvolvimento e aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odiar; TEIXEIRA, Maria de Lourdes
Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14. ed. São Paulo: Saraiva,
2008.
77

CUNHA, Marcos Vinicius. Psicologia da Educação. 4. ed. Rio de janeiro: Lamparina, 2008.
NUNES, Ana Ignez Belém Lima; SILVEIRA, Rosemary do Nascimento. Psicologia
da
Aprendizagem: processos, teorias e contextos. Brasília: Liber Livro, 2011.

4º PERÍODO

RECURSOS HÍDRICOS
Carga Horária: 60 h/a - (45 h/a Teor + 15 h/a PCC)

EMENTA:
O Ciclo hidrológico e a distribuição dos Recursos Hídricos no planeta. Conceitos básicos
sobre bacias hidrográficas e dinâmica de canais fluviais. A Bacia Hidrográfica como unidade
de planejamento ambiental. Noções sobre Gestão dos Recursos Hídricos no Brasil, Centro
Oeste e Goiás.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Lei nº 9.433. Política Nacional de Recursos Hídricos. 1997.
BRASIL. Decreto nº 24.643. Código das Águas. 1934.
CHARLTON, R. Fundamentals of Fluvial Geomorphology. Routledge. London and New
York. 2008. 234p.
CHRITOFOLETTI, A. Geomorfologia Fluvial. São Paulo: Edgard Blücher, 1981. 312p.
______. Geomorfologia Fluvial. In: GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. (Orgs).
Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2001, p. 211-252.
HIRATA, Ricardo. Recursos Hídricos. In: Teixeira, W. et al. (Org). Decifrando a Terra. São
Paulo: Oficina de Textos, 2000. 3ª reimp. 2008. P. 421-444.
RICCOMINI, C; GIANNINI, P.C.F; MANCINI, F. Rios e Processos Aluviais. IN:
TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000. 2a
reimp. 2003. P. 192-214.
SCHIEL, D., MASCARENHAS, S., VALEIRAS, N., SANTOS, S.A.M. dos. O Estudo de
Bacias Hidrográficas: uma estratégia para a Educação Ambiental. São Carlos: RIMA, 2a ed.,
2003.
78

SUGUIO, K.; BIGARELLA, J.J. Ambientes Fluviais. 2ª ed. Florianópolis, Editora da UFSC:
Editora da Universidade Federal do Paraná, 1990.

TEORIA DA REGIÃO E REGIONALIZAÇÃO.


Carga Horária: 4 Créditos - 60 h/a

EMENTA:
Discussão sobre região e seus princípios teóricos metodológicos no contexto do pensamento
geográfico. O papel do Estado no processo de produção e reprodução do espaço.
Desenvolvimento desigual e combinado e regionalização do mundo. O espaço
contemporâneo e sua definição. Regionalização brasileira: critérios. A região e a pesquisa
regional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRADE, M. C. de. O nordeste e a questão regional. São Paulo: Ática, 1993.
BECKER, B.K. Geopolitica da Amazônia. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.
_____________. Amazônia. São Paulo: Ática, 1990.
BEZZI, Mari Lourdes. Região: uma (re)visão historiográfica- da gênese aos novos
paradigmas. Santa Maria: Ed. UFSM, 2004.
BECKER, B.K. EGLER, C. A. Brasil: uma potência regional na economia mundo. Rio de
Janeiro: Bertand Brasil, 1998.
CORREIA, R.L Região e Organização Espacial. São Paulo: Ática, 1990.
CASTRO, Iná E. O mito da necessidade: discurso e prática do regionalismo. Rio de Janeiro:
Bertand Brasil, 1992.
CASTRO, Iná Elias,GOMES, Paulo C.da C. CORREA, Roberto Lobato.(org) Explorações
Geográficas. R. J.: Bertrand Brasil, 1996.
GOMES, P.C. da C. O conceito de região e sua discussão In: CASTRO, Iná Elias,GOMES,
Paulo C.da C. CORREA, Roberto Lobato.(org)Geografia conceitos e Temas. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1995.
LENCIONI, Sandra. Região e geografia. São Paulo: EDUSP,1999.
MORAES, A. L. R. Base da formação territorial do Brasil. Hucitec. São Paulo 2000.
MARTINS, José de Sousa. Fronteira: a degradação do outro nos confins do humano. São
Paulo: Hucitec, 1997.
MARTINS, A.R. Fronteiras e Nações. Contexto S. P. 1996
79

THRIFT, Nigel. O âmago da região. In.: DEREK, Gregory. Ettalli. Geografia humana. Rio
de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1996.

DISCIPLINA: SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO


CRÉDITOS: 4 (quatro) – 60 HORAS

EMENTA:
Sociologia e educação. Percursos teóricos da sociologia da educação. Educação como
processo social. Cultura e educação. O papel da educação na reprodução/transformação
da sociedade. Estudos sociológicos da escola no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NOGUEIRA, Maria Alice; CATANI, Afrânio Mendes (Orgs.). Escritos de educação. 8.
ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.
RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociologia da Educação. 6. ed. São Paulo: DP&A, 2007.
SELL, Carlos Eduardo. Sociologia clássica: Marx, Durkheim e Weber. 4. ed. Petrópolis:
Vozes,
DISCIPLINA: DIDÁTICA
CRÉDITOS: 4 (quatro) – 60 HORAS

EMENTA:
Pressupostos teóricos da Didática. Teorias, tendências pedagógicas e sua relação com a
Didática. Didática e currículo. Processo ensino-aprendizagem (planejamento, objetivos,
conteúdos, metodologias, técnicas e avaliação). Relação professor-aluno-conhecimento e os
espaços de formação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARROYO, Miguel G. Currículo: território em disputa. Rio de Janeiro: Vozes, 2011.
CANDAU,
Vera Maria (Org.). A Didática em questão. 32. ed. Petrópolis- RJ: Vozes, 2011.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Repensando a didática. 22. ed. Campinas:
Papirus, 2005.

GEOMORFOLOGIA
Carga Horária: 4 CRÉDITOS - 60 h/a (45 h/a Teor + 15 h/a PCC)
80

EMENTA:
Os componentes estruturais da crosta terrestre e a gênese das formas de relevo. Os caracteres
geológicos das rochas e sua influência nos processos morfogenêticos. Tipologia dos relevos
estruturais. O papel das estruturas geológicas nos arranjos espaciais do relevo. O modelado
das vertentes: processo de esculturação, forma e evolução. Analise dos domínios
intertropicais. O estudo do relevo na Educação Básica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AB’SABER, A. N. Formas de relevo. São Paulo: EDART, 1982.
AB’SABER, A. N. Os domínios de Natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São
Paulo: Ateliê Editorial. 2003.
BIGARELLA, J. J. et al. Estrutura e origem das paisagens tropicais e subtropicais.
Florianópolis: UFSC, 1994.
CASSETI, Valter. Elementos de Geomorfologia. Goiânia, Ed. UFG, 1994.
CHRISTOFOLETTI, Antonio. Geomorfologia. São Paulo: Ed. Edgard Blucher Ltda. 1980.
GUERRA, Antônio José Teixeira e CUNHA, Sandra Batista da.(Org.) Geomorfologia e meio
ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994.
_______ .(Org.) Geomorfologia: Uma Atualização de Bases e Conceitos. 3a ed. São Paulo,
Bertrand Brasil, 1994.
_______.(Org.) Geomorfologia: Exercícios, técnicas e aplicações. São Paulo: Bertrand
Brasil, 1996.
_______.(Org.) Geomorfologia do Brasil. São Paulo: Bertrand Brasil, 1998.
LINS, Rachel C. e JATOBA, Lucivânio. Introdução a Geomorfologia. Recife: Edições
Bagaço Ltda, 2001.

5º PERÍODO

PEDOLOGIA
Carga Horária: 4 CRÉDITOS - 60h/a (45 h/a Teor + 15h/a PCC)

EMENTA:
Conceitos fundamentais; composição e intemperismo dos solos. Os fatores e os mecanismos
de formação. Propriedades físicas e químicas e suas relações com as potencialidades e
limitações do uso dos solos. Levantamentos e classificação dos solos. Solos do Brasil e do
81

mundo. Erosão, manejo e conservação dos solos. Planejamento dos usos dos solos. O estudo
dos solos na formação básica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRANY, N.C. Natureza e propriedades dos solos. 7. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1989.
OLIVEIRA, J.B. et al. Classes gerais de solos do Brasil. São Paulo: FUNEP, 1992.
PALMERI, F. & LARACH, J.O.I. Pedologia e geomorfologia. In: GUERRA, A. J. T. &
CUNHA, S.B. (Org.). Geomorfologia e meio ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand-Brasil,
1996.
RESENDE, M. et al. Pedologia: base para distinção de ambientes. 2 ed. Viçosa: NEPUT,
1997.
TEIXEIRA, W.; TOLEDO,M.C.M.; FAIRCHILD, T.R. & TAIOLI, F. Decifrando a terra.
São Paulo: Oficina de Textos, 2000.

PROJETO DE PESQUISA EM GEOGRAFIA I


Carga Horária: 2 CRÉDITOS 30 h/a.

EMENTA:
Métodos, técnicas e conhecimentos científicos, para elaboração do projeto de pesquisa.
Importância do conhecimento teórico- metodológico na prática cotidiana do professor para o
exercício da docência, pesquisa e extensão universitária e educação básica e fundamental.
BIBLIOGRAFIA:
ECO, Humberto. Como se faz uma tese – metodologia. São Paulo: Perspectiva, 2003.
GONÇALVES, Hortência de Abreu.Manual de projetos de pesquisa científica.São Paulo:
Avercamp, 2003.
ISKANDAR, Jamil Ibrahim. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos científicos. 2ª
ed.Curitiba: Juréia, 2004.
KÖCHE, J. Carlos. Fundamento de metodologia científica. Teoria da Ciência e prática da
pesquisa. 17 ed. Petrópolis – RJ: 1997.
LAVILLE, C. & DIONE, J.A. Construção do saber. Porto Alegre: Ed. Artes
MédicassulLtda, 1999.
SALOMON, D.Vieira.Como fazer uma monografia.10ª ed.São Paulo: Martins Fontes, 2001.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 21 ed. São Paulo:
CORTEZ, 2001.
KERSCHER, Maracy. Monografia, como. Rio de Janeiro, Thex Editora, 1998.
82

VICTORIANO, Benedicto A. D. Trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Publischer


Brasil, 1996.

GEOGRAFIA AGRÁRIA I (FRANCILANE)


Carga Horária: 4 créditos – 60 h/a

EMENTA:
A Agricultura sob o modo de produção capitalista. As correntes teóricas da questão Agrária.
A Agricultura moderna. A Agricultura tradicional e seus reflexos socioeconômicos e
ambientais. Crescimento, estrutura, mobilidade da população do meio rural. A relação
campo-cidade. As novas tendências dos movimentos migratórios das áreas rurais.
Movimentos sociais no campo. Reforma Agrária. A Geografia Agrária no ensino básico.
BIBLIOGRAFIA
ANDRADE, M. C. de. Geografia rural: questões teórica -metodológicas e
técnicas In: Mesas redondas – XII Encontro Nacional de geografia
agrária. Águas de São Pedro – SP, dez. de 1994: 52 -57.
ALVES, F. D., FERREIRA, E.R. Estudos rurais e o pensamento geográfico
brasileiro: do positivismo clássico ao neopositivismo . Disponível em:<
http://w3.ufsm.br/gpet/engrup/vengrup/anais/1/Flamarion%20Alves_NEA%20UNESP.pdf>
acesso em: fevereiro de 2012.
FERNANDES, B. M. Delimitação conceitual de campesinato . Disponível
em:<coptec.org.br/.../Campesinato%20e%20Reforma%20Agrária/.../...>. Acesso em: 10 de
abril de 2011.
DUARTE, Élio Garcia. Do mutirão a ocupação de terra: manifestação camponesas
contemporâneas em Goiás. 1998. 280 f. Tese – Faculdade de Filosofia, São Paulo , 1998.
OLIVEIRA JÚNIOR, Paulo H. B. de. Notas sobre a historia da agricultura
através do tempo. Rio de J aneiro: Fase/PTA, 1989.

PRÁTICA DOCENTE I
Carga Horária: 4 Créditos 60h/a

EMENTA:
83

Os novos paradigmas para o ensino de Geografia no ensino Básico. Os PCNs, os PCNs de


Geografia na educação básica. A didática no ensino de Geografia na educação básica. Ensino
e pesquisa: os projetos pedagógicos e a sua relação com a geografia. Diferentes concepções
de estágio. Regulamentação do Estágio Supervisionado em Geografia. Orientação e
acompanhamento de estagiários na instituição formadora e na escola-campo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL. Secretaria do Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Geografia.
Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Orientações curriculares para o ensino médio;
volume 3 (Ciências humanas e suas tecnologias). Brasília : MEC/SEB, 2006.
CALLAI, Helena Copetti. A formação do profissional de Geografia. Ijuí – RS: Ed. UNIJUI,
1999.
CAVALCANTI, Lana de Souza (Org.). Formação de professores: concepções e práticas em
Geografia. Goiânia: Vieira. 2006.
CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia e práticas de ensino. Goiânia: Alternativa, 2002.
______. Geografia, escola e construção de conhecimento. São Paulo: Papirus, 1998.
HERNÁNDEZ, Fernando. A organização do currículo por projetos de trabalho. Porto Alegre:
Editora Artmed, 1998.
MARTINS, Jorge Santos. O trabalho com projetos de pesquisa: do ensino fundamental ao
ensino médio. Campinas, SP: Papirus, 2001. (Coleção Papirus Educação).
PONTUSCHKA, N. N. & OLIVEIRA, A. U. de (Orgs.). Geografia em perspectiva. São
Paulo: Contexto, 2002.
ZANATTA, B. A. & SOUZA, V. C. (Orgs.) Formação de Professores: reflexões do atual
cenário sobre o ensino de Geografia. Goiânia: NEPEG; Editora Vieira, 2008.

ESTATÍSTICA APLICADA À GEOGRAFIA


Carga Horária: 2 Créditos – 30 h/a
Ementa:
Introdução: conceitos iniciais e objetivos da estatística. Fases de um trabalho estatístico.
População e amostra. Variáveis qualitativas e variáveis quantitativas. Variáveis discretas e
variáveis contínuas. Séries estatísticas e gráficos. Distribuição de frequências. Medidas de
posição. Medidas de dispersão. Probabilidade. Testes de hipóteses.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
84

MARTINS, Gilberto de Andrade , Estatística Geral e Aplicada. 3º Edição, Editora


ATLASFONSECA, Jairo Simon Estatística Geral e Aplicada. 3º Edição, Editora ATLAS
DOWNING, Douglas & CLARK, Jeffrey. Estatística Aplicada. Trad.: Alfredo Alves de
Farias. Editora Saraiva 1999.
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para Trabalho Cientifico. Porto Alegre, 2000.
HOL, Paul. Estatística Básica, 8° Edição. São Paulo, 1998.
TRIOLA, M. Introdução à Estatística. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1999.
COMPLEMENTAR
CRESPO, Antonio Arnot. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, [s/d].
TOLEDO, Geraldo Luciano, OVALLE, Ivo. Estatística Básica. 2ª ed. São Paulo: Atlas, s/d.

6º PERÍODO

Biogeografia e Meio Ambiente


Carga Horária: 4 Créditos – Carga Horária: 60 h/a (45 h/a Teor. + 15 h/a PCC)

Ementa:
HistóricoGeral e Introdução à Biogeografia; Conceituação, Divisões e Principais Objetivos
da Biogeografia; Sistemática e Biogeografia; A energia e os fundamentos da vida; Os ciclos
biogeoquímicos. Padrões de Biodiversidade; Padrões de Distribuição; Endemismo e
Cosmopolitismo; Dispersionismo e Vicariância; Comunidades e ecossistemas; Biogeografia e
Conservação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARUSO, Rubens. Cerrado brasileiro. Desenvolvimento, preservação e Sustentabilidade.
Campinas: Fundação Cargil, 1997.
BROWN, J. H.; LOMOLINO, M. V. Biogeografia. Ribeirão Preto: FUNPEC-Editora. 2006,
692p.
COX, C. B. E MOORE, P. D. BIOGEOGRAFIA uma abordagem ecológica e evolutiva.
Tradução e ver. Tec. Luiz Felipe Coutinho Ferreira da Silva. (reimpr.). sétima edição. Rio de
janeiro:LT, 2011
FERNANDES, A. BEZERRA, P. Estudos Fitogeográficos do Brasil. Stylus Comunicações,
Fortaleza, 1990. 205p.
TROPPMAIR, Helmut. Biogeografia e Meio Ambiente. 8. ed. Rio Claro: Divisa, 2008.
ODUM, E. P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de Ecologia.São Paulo: Thomson. 2007,
85

612p.
RIKLEFS, R. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003, 542p.
PEREIRA, J. B. da S. ALMEIDA, J.R. de. Biogeografia e Geomorfologia In: GUERRA, A.
J. T. CUNHA, S. B. da. (org.) Geomorfologia e Meio Ambiente. Bertrand Brasil, Rio de
Janeiro, 1998. p. 195-247.
SALGADO-LABOURIAU, M. L. História Ecológica da Terra. São Paulo:Edgard Blücher
Ltda. 2004.
SCARANO, Fábio Rubio et al. (Org.). Biomas brasileiros: retratos de um país plural. 1.
ed. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2012. V.1.2326 p.

TRABALHO DE CURSO I
Carga Horária: 2 Créditos – 30 horas

GEOGRAFIA URBANA I
Carga Horária: 60 h/a

EMENTA:
A Cidade e o Urbano. O processo de urbanização. Os processos de crescimento urbano:
conturbações, metropolização e as megalópoles. Inter-relação cidade-campo. O espaço intra-
urbano e suas dinâmicas. Relações interurbanas e as redes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARLOS, Ana Fani Alessandri. A cidade. São Paulo: Contexto, 1999.
______. O espaço urbano: novos escritos sobre a cidade. São Paulo: Contexto, 2004.
CORRÊA, Roberto Lobato O espaço urbano. São Paulo: Ática, 1993.
CAVALCANTI, Lana de S. (Org.) Geografia da Cidade. Goiânia. Editora Alternativa, 2001.
LEFEBVRE, Henri . O direito à cidade. São Paulo: Centauro, 2001.
SANTOS, Milton. A urbanização Brasileira. São Paulo: Hucitec, 1993.

GEOGRAFIA ECONÔMICA
Carga Horária: 2 Créditos – 30 Horas

EMENTA:
As bases teóricas e conceituais da Geografia Econômica. O espaço econômico sob o ponto de
vista interdisciplinar. A formação das economias desenvolvidas. O desenvolvimento desigual
86

e as escalas geográficas. A mundialização do capital, os processos de produção e consumo e


a divisão territorial e internacional do trabalho. O espaço econômico na globalização.
Fragmentação do espaço.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BENKO, G. Economia, Espaço e globalização na aurora do século XXI. 3º ed. São Paulo,
Hucitec, 2002.
REICH, Robert. Supercapitalismo: Como o capitalismo tem transformado os negócios, a
democracia e o cotidiano. 1º ed. São Paulo, Campus, 2008.
RIFKIN, J. O fim dos empregos. O declínio inevitável dos níveis dos empregos e a redução
da força global de trabalho. São Paulo: Makron BooKs, 2004.
SANTOS, M. A natureza do espaço, técnica e tempo: razão e emoção. São Paulo: EDUSP,
2006.
WALLERSTEIN, Immanuel. Após o liberalismo: em busca da reconstrução do mundo.
Petrópolis (RJ), Editora Vozes, 2002.

PRÁTICA DOCENTE EM GEOGRAFIA II


Carga Horária: 4 Créditos - 60 h/a

EMENTA:
A prática reflexiva no ensino de Geografia. As metodologias para o ensino de geografia na
educação Básica. Orientações para planejamento e desenvolvimento de aulas e de projetos
nas escolas campo, com acompanhamento do professor-supervisor.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTONELLO, I. T., MOURA, J. D. P. & TSUKAMOTO, R. Y. (Orgs.). Múltiplas
Geografias: Ensino – Pesquisa – Reflexão - volume I. Londrina: Ed. Humanidades, 2005.
ANTONELLO, I. T., MOURA, J. D. P. & TSUKAMOTO, R. Y. (Orgs.). Múltiplas
Geografias: Ensino – Pesquisa – Reflexão - volume II. Londrina: Ed. Humanidades, 2005.
BARREIRO, Iraíde Marques de F.; GEBRAN, Raimunda Abou. Prática de ensino e estágio
supervisionado na formação de professores. São Paulo: Avercamp, 2006.
CARLOS, Ana Fani Alesandri e Org. A Geografia na Sala de Aula. São Paulo. Editora
Contexto, 1999.
RUA, João et all. Para Ensinar Geografia. Rio de Janeiro, RJ ACCESS: 1993. (Tema 5 -8)
PONTUSCHKA, N. N. et al (orgs.) Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo: Cortez,
2007.
87

REGO, N., CASTROGIOVANNI, A. C. & KAERCHER, N. A. Geografia – práticas


pedagógicas para o Ensino Médio. Porto Alegre: Artmed, 2007.
SCARPATO, Marta (Org.) Os procedimentos de ensino fazem a aula acontecer. São Paulo:
Avercamp, 2004.

GEOGRAFIA AGRÁRIA II
Carga Horária: 4 Créditos – 60 horas

Ementa
A Agricultura sob o modo de produção capitalista. As correntes teóricas da questão Agrária.
A Agricultura moderna. A Agricultura tradicional e seus reflexos socioeconômicos e
ambientais. Crescimento, estrutura, mobilidade da população do meio rural. A relação
campo-cidade. As novas tendências dos movimentos migratórios das áreas rurais.
Movimentos sociais no campo. Reforma Agrária. A Geografia Agrária no ensino básico.
BIBLIOGRAFIA
BRUM, A. J. A revolução verde. In___. Modernização da agricultura:
Trigo e soja. Petrópolis: Vozes; Ijui: FIDENE, 1987. p. 44 -50.
GRAZIANO NETO, Francisco. Modernização da agricultura e questão
agrária. In ____Questão agrária e ecológica: critica da moderna
agricultura. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1986. p. 17 -78.
LEITE, S. P. Agronegócio.In: CALDART, R. S. et. Al. Dicionário da
educação do campo.Expressão Popular:RJ. 2012. p.79 -85.

7º PERÍODO

DINÂMICA DA NATUREZA NO BRASIL


Carga Horária: 4 Créditos – 60 Horas

Ementa
A diversidade das paisagens brasileiras. Os elementos formadores da paisagem e suas inter-
relações: morfologia e estrutura do relevo, clima, solos, vegetação e recursos hídricos. A
natureza e seu significado na organização do espaço brasileiro. Os grandes domínios de
paisagem naturais e suas potencialidades (recursos naturais) frente ao desenvolvimento
88

econômico. Estudo da relação da sociedade com a natureza no Brasil. A biodiversidade e a


análise das implicações espaciais dos problemas ambientais.
BIBLIOGRAFIA
AB’SABER, A. N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São
Paulo: Ateliê Editorial, 2003.
BECKER, B.K. et al. (Orgs.). Geografia e meio ambiente no Brasil. São Paulo: Hucitec,
1995.
CAVALCANTI, C. (Org.). Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade
sustentável. São Paulo: Cortez, 1995. Disponível em
<http://www.ufbaecologica.ufba.br/arquivos/livro_desenvolvimento_natureza.pdf>. Acesso
em 23 abril 2014.
ROSS, Jurandir L. S. Ecogeografia do Brasil: subsídios para o planejamento ambiental. São
Paulo: Oficina de Textos, 2006.
ROSS, Jurandir L. S.Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 4. ed., 2001, 549p.
SILVA, C. R. Geodiversidade do Brasil: conhecer o passado, para entender o presente e
prever o futuro. Rio de Janeiro: CPRM, 2008, 268p. Disponível em
<http://www.cprm.gov.br/publique/media/geodiversidade_brasil.pdf>. Acesso em 23 abril
2014.

GEOGRAFIA URBANA II
Carga Horária: 60 h/a

EMENTA:
Planejamento e gestão urbanos. Meio ambiente e qualidade de vida no meio urbano.
Paisagens, usos do solo e culturas urbanas. A urbanização brasileira. Conhecimentos de
Geografia Urbana na Educação Básica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARLOS, Ana Fani Alessandri. A cidade. São Paulo: Contexto, 1999.
______. O espaço urbano: novos escritos sobre a cidade. São Paulo: Contexto, 2004.
CORRÊA, Roberto Lobato O espaço urbano. São Paulo: Ática, 1993.
CAVALCANTI, Lana de S. (Org.) Geografia da Cidade. Goiânia. Editora Alternativa, 2001.
LEFEBVRE, Henri . O direito à cidade. São Paulo: Centauro, 2001.
SANTOS, Milton. A urbanização Brasileira. São Paulo: Hucitec, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
89

ARANTES, Otília et. al. A cidade do pensamento único. Petróplis : Vozes, 2000.
CARLOS, Ana Fani Alessandri . Os caminhos da reflexão sobre a cidade e o urbano. São
Paulo: EDUSP, 1994.
CARLOS, Ana Fani Alessandri. Espaço-tempo na metrópole. São Paulo: Contexto. 2001.
CARLOS, Ana Fani A.; LEMOS, Amália I. G. Dilemas urbanos: novas abordagens sobre a
cidade. São Paulo. Contexto. 2003.
CAVALCANTI, Lana de S; PAULA, Flávia Maria de A (Org.) A cidade e seus lugares.
Goiânia: Editora Vieira, 2007.
CLARK, David. Introdução à geografia urbana. São Paulo: Difel, 1985.
CORRÊA, Roberto Lobato A rede urbana. São Paulo: Ática, 1989.
LEFEBVRE, Henri. A revolução urbana. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999
SASSEN, Saskia. As cidades na economia mundial. São Paulo: Stúdio Nobel, 1998
SOUZA, Marcelo L. de. ABC do desenvolvimento urbano. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2003
______. Fobópole: o medo generalizado e a militarização da questão urbana. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2008.
______. Mudar a cidade: uma introdução crítica ao planejamento e à gestão urbanos. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.
______. O desafio Metropolitano: um estudo sobre a problemática sócio-espacial nas
metrópoles brasileiras. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000
VEIGA, José Eli. Cidades imaginárias: o Brasil é menos urbano que se calcula. Campinas –
SP: Autores Associados, 2002.

VILLAÇA, Flávio. Espaço intra-urbano no Brasil. São Paulo: Stúdio Nobel; FAPESP, 1998

TRABALHO DE CURSO II
Carga Horária: 2 Créditos – 30 horas

GEOGRAFIA ESCOLAR E DIVERSIDADE


Carga Horária: 2 Créditos – 30 h/a

GEOGRAFIA E EDUCAÇÃO NO CAMPO


Carga Horária: 4 Créditos – 60 h/a
90

PRÁTICA DOCENTE EM GEOGRAFIA III


Carga Horária: 4 Créditos – 60 h/a

8º PERÍODO

GEOGRAFIA DO ESPAÇO MUNDIAL


Carga Horária: 4 créditos – 60 h/a

EMENTA:
As revoluções do século XX e as mudanças territoriais. A organização do espaço, o
desenvolvimento e expansão do capitalismo mundial. Os processos políticos de
reestruturação da economia mundial e da nova ordem política internacional. A organização
do espaço no mundo globalizado e seus conflitos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA, Wanderley Messias da. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP, 1992.
VESENTINI, J.W. Novas Geopolíticas. São Paulo: Contexto, 2003.
VESENTINI, J. W. Nova Ordem, Imperialismo e geopolítica global. São Paulo: Papirus.2013
CASTRO, Iná Elias de.; RODRIGUES, Juliane Nunes; RIBEIRO, Rafael Winter. Espaços da
democracia – Para a agenda da Geografia política Contemporânea. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2013.
BONAVIDES, P. Reflexões sobre nação, Estado Social e soberania. Estudos Avançados.
Ano 22, n. 62. P. 195-206.2008
COSTA, Wanderley Messias da. Geografia política e geopolítica: discurso sobre o território e
o poder. São Paulo: HUCITEC-EDUSP. 1992. 374 p.
VLACH, V.R, Acerca da Geografia, da Política, da Geograficidade: fragmentos
metodológicos. Sociedade e Natureza. Ano 11, n. 21 e 22. P. 97-109. Jan-dez. 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Manuel Correia de. Imperialismo e fragmentação do espaço. São Paulo:
Contexto, 1997
ARROYO, Mônica. Globalização e espaço latino americano. São Paulo: Hucitec, 1994
DUSSEL, Enrique. 20 teses de Política. São Paulo: Expressão Popular, 2007.
VESSENTINI, J.W. A Nova Des-ordem Mundial. São Paulo: Editora UNESP, 2006
91

MAGNOLIO, D. Globalização, estado nacional e espaço mundial. São Paulo: Moderna, 1998

DISCIPLINA: LIBRAS
CRÉDITOS: 4 (quatro) – 60 h/a

EMENTA:
História da educação especial. Paradigma Inclusivo. Legislação. Filosofias educacionais de
atendimento aos surdos. Cultura Surda. Aquisição da LIBRAS: conversação e interpretação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FELIPE, T.; MONTEIRO, M. S. LIBRAS em contexto: curso básico. Brasília:
Ministério da Educação e do Desporto I Secretaria de Educação Especial, 2001.
MAZZOTTA, M. J. S. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. São
Paulo: Cortez, 1988.
PIMENTA, N.; QUADROS, R. M. Curso de LIBRAS 1: iniciante. 3. ed. Porto Alegre:
Pallotti, 2008.

GEOPOLÍTICA
Carga Horária: 4 CRÉDITOS - 60h/a

EMENTA:
Relações de poder, sociedade e espaço geográfico. Conceito de política e Estado. Geopolítica
e Geografia Política: uma questão teórico-metodológica. A geopolítica ambiental. Os
conhecimentos de Geopolítica na Educação Básica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA, Wanderley Messias da. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP, 1992.
VESENTINI, J.W. Novas Geopolíticas. São Paulo: Contexto, 2003.
VESENTINI, J. W. Nova Ordem, Imperialismo e geopolítica global. São Paulo: Papirus.2013
CASTRO, Iná Elias de.; RODRIGUES, Juliane Nunes; RIBEIRO, Rafael Winter. Espaços da
democracia – Para a agenda da Geografia política Contemporânea. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2013.
BONAVIDES, P. Reflexões sobre nação, Estado Social e soberania. Estudos Avançados.
Ano 22, n. 62. P. 195-206.2008
92

COSTA, Wanderley Messias da. Geografia política e geopolítica: discurso sobre o território e
o poder. São Paulo: HUCITEC-EDUSP. 1992. 374 p.
VLACH, V.R, Acerca da Geografia, da Política, da Geograficidade: fragmentos
metodológicos. Sociedade e Natureza. Ano 11, n. 21 e 22. P. 97-109. Jan-dez. 1999

GEOGRAFIA CULTURAL
Carga Horária: 4 Créditos – 60 horas

TRABALHO DE CURSO III


Carga Horária: 4 Créditos – 60 horas

PRÁTICA DOCENTE IV
Carga Horária: 4 Créditos – 60 h/a

DISCIPLINAS OPTATIVAS

GEOGRAFIA DE GOIÁS
Carga Horária: 4 Créditos – 60 horas

EMENTA:
O Território goiano: formação, ocupação e povoamento. A produção econômica goiana e sua
evolução: agropecuária, indústria, comércio e serviços. Formação dos espaços regionais
goianos. Características gerais do quadro físico do território goiano. O ensino da Geografia
de Goiás na Educação Básica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA, Maria G. de (org). Abordagens geográficas de Goiás: o natural e o social na
contemporaneidade. Goiânia: IESA. 2002.
ARRAIS, T. A. Geografia contemporânea de Goiás. Goiânia: Editora Vieira. 2004.
NETO, A. T. et al; (org) GOMES, H. O espaço goiano: abordagens geográficas. Goiânia:
Associação dos Geógrafos Brasileiros, 2004.
TEIXEIRA NETO, A.; GOMES, H. Geografia: Goiás-Tocantins. Goiânia: Editora daUFG,
2004.
93

PELUSO, Marília (org.). Distrito Federal: paisagem, população e poder. São Paulo:
HARBRA, 2006.

TEORIA E MÉTODO EM GEOGRAFIA


Carga Horária: 4 Créditos – 60 h/ aulas

GEOGRAFIA DO TURISMO
Carga Horária: 4 Créditos - 60 h/aulas

EMENTA:
Conceitos básicos de turismo e Geografia. As categorias geográficas e suas implicações no
estudo do turismo. O território turístico.As modalidades turísticas: enfoque para o
ecoturismo. Noções de planejamento e pesquisa em turismo.
BIBLIOGRAFIA
ANDRADE, José Vicente de. Turismo – fundamentos e dimensões. São Paulo: Ática, 1995.
BARRETO, Margarita. Manual de iniciação ao estudo do turismo. Campinas:Papirus, 1996.
(Coleção Turismo).
TRIGO, Luiz Gonzaga Godoi. Turismos e qualidade: tendências contemporênas. Campinas:
Papirus, 1993. (Coleção Turismo).
CARLOS, Ana Fani Alessandri. O Lugar no/do Mundo, São Paulo: HUCITEC, 1996.
_________________ O turismo e a produção do não-lugar, In YÁZIGI, Eduardo et alli
(Orgs.) Turismo – Espaço, Paisagem e Cultura. São Paulo: HUCITEC, 1996.
CRUZ, Rita de Cássia. As paisagens artificiais criadas pelo turismo. In: YÁZIGI, Eduardo
(Org.) Turismo e Paisagem. São Paulo, Contexto, p. 107-119, 2002.
____________________ Política de turismo e território. São Paulo: Contexto, 2000.
GOMES, Edvânia T. A. A ressurgência do Turismo nos anos 90 – Campo de possibilidades
de revisitações da região, natureza e paisagens na Geografia. In CORIOLANO, Luzia Neide
M. T. (Org.). Turismo com Ética. Fortaleza: UECE, p. 259-273, 1998.
KNAFOU, Remy. Turismo e território: para um enfoque científico do turismo. In:
RODRIGUES, AdyrBalastreri (Orgs.) Turismo e geografia: reflexões teóricas e enfoques
regionais. São Paulo, HUCITEC, p. 62-74, 1999.
RODRIGUES, AdyrBalastreri. Turismo e Espaço: Rumo a um conhecimento
transdisciplinar. São Paulo: HUCITEC, 1999.
94

_________________________ Desafios para os estudiosos do turismo. In: RODRIGUES,


AdyrBalastreri (Org.) Turismo e Geografia – Reflexões Teóricas e Enfoques Regionais. São
Paulo: HUCITEC, p. 17-32, 1999.
_________________________ Turismo local: oportunidades para inserção. In:
RODRIGUES, AdyrBalastreri (Org.) Turismo e Desenvolvimento Local. São Paulo:
HUCITEC, p. 55-64, 1997.

ANTROPOLOGIA SOCIAL E CULTURAL


14 créditos - Carga Horária: 60 h/a

GEOGRAFIA AMBIENTAL
Carga Horária: 60 h/a

EMENTA:
A dinâmica da Natureza e sua complexidade. Abordagens Ambientais em geografia. A
paisagem como categoria de análise ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERTRAND, George. O meio ambiente: caminhando para uma ciência diagonal?. In:
BERTRAND, George; BERTRAND, Claude. Uma Geografia transversal e de travessias: o
meio ambiente através dos territórios e das temporalidades. In: PASSOS, Messias Modesto
dos.(Org.). Maringá: Massoni, 2007, p.301-308.
CAMARGO, Luis Henrique Ramos de. A ruptura meio ambiente: conhecendo as mudanças
ambientais do planeta através de uma nova percepção da ciência geográfica: a geografia da
complexidade.2.d. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. (p.33-50)
CANALI, Naldy Emerson. Geografia Ambiental: desafios metodológicos. In: MENDONÇA,
Francisco de Assis; KOZEL, Salete (Orgs). Elementos de epistemologia da geografia
contemporânea. Curitiba: Editora da UFPR, 2002, p. 165-186.
CASSETI, Valter. A natureza e o espaço geográfico. In: MENDONÇA, Francisco de Assis;
KOZEL, Salete (Orgs). Elementos de epistemologia da geografia contemporânea. Curitiba:
Editora da UFPR, 2002, p. 145-164.
MENDONÇA, Francisco de Assis. Geografia e meio ambiente. 4.ed. São Paulo: Contexto,
2001.
MENDONCA, F. A. Geografia Socioambiental. Terra Livre, São Paulo, v. 1, n. 16, p. 113-
132, 2001.
95

RODRIGUES, Arlete Moisés. A abordagem ambiental unifica as geografias?. In:


MENDONÇA, Francisco de Assis; CICILIAN, Luiza Lowen-sahr; SILVA, Márcia da.
(Orgs). Espaço e Tempo: complexidade e desafios do pensar e do fazer geográfico. Curitiba:
Associação de Defesa de Meio Ambiente de Antonina (ADEMADAN), 2009, p. 167-180.
ROHDE, Geraldo Mario. Epistemologia Ambiental: uma abordagem filosófico-científica
sobre a efetuação humana alopoiética. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1996.
SUERTEGARAY, Dirce Maria Antunes. Geografia física (?) geografia ambiental (?) ou
Geografia e ambiente (?). In: MENDONÇA, Francisco de Assis; KOZEL, Salete (Orgs).
Elementos de epistemologia da geografia contemporânea. Curitiba: Editora da UFPR, 2002,
p. 111-120.

GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS


Carga Horária: 60 h/a

EMENTA:
Recursos Naturais: Conceitos e definições; Processos Interativos Homem Meio Ambiente; A
percepção da natureza na lógica da globalização; A sociedade industrial e o ambiente; O
papel dos movimentos ecológicos; Alterações ambientais no planeta; Potencialidades
paisagísticas Brasileiras; Sistema Nacional de Unidades de Conservação; Agenda 21; Estudo
e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. AGENDA XXI. Brasília: Senado Federal, Subsecretaria de Edições Técnicas,
2001.
BECKER, D. F. (Org.) – Desenvolvimento Sustentável: necessidade e/ou possibilidade?
Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1999.
BRASIL. Unidades de Conservação da Natureza. Brasília:Senado Federal, Subsecretaria de
Edições Técnicas, 2008. 109 p. (Coleção ambiental; v.8)
CAMARGO, Luis Henrique Ramos de. A ruptura meio ambiente:conhecendo as mudanças
ambientais do planeta através de uma nova percepção da ciência geográfica: a geografia da
complexidade.2.d. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008.
DREW. David. Processos interativos homem - meio ambiente. São Paulo: DIFEL, 1986
FERNANDES, A – Fitogeografia do Brasil. Fortaleza: Multigraf, 2000
GONÇALVES, Carlos Valter Porto. A globalização da natureza e a natureza da globalização.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.
96

VEYRET, Yvette (Org). Os riscos: O Homem como vítima e agressor do meio ambiente. São
Paulo: Contexto, 2007.

GEOGRAFIA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS.


Carga Horária: 4 Créditos - 60 h/a

17.RECURSOS HUMANOS

17.1 - Corpo Docente/Nominata (antigas e novas) e professores substitutos

Nome do Graduação Regime de Situação Exp. Titulação Disciplinas


docente trabalho Funcional Profissional
Ensino
Superior
Alcinéia Licenciatura Contrato Ativo Ens. Especialista *Teoria da Região
de Souza Plena em Temporário Fundamental e Regionalização;
Silva Geografia e Superior *História do
Pensamento
Geográfico;
*Geografia
Urbana
Cleuton Licenciatura Efetivo Ativo Ensino Mestre *Climatologia;
Almeida Plena em Superior *Biogeografia e
da Costa Geografia MeioAmbiente;
*Cartografia
Sistemática;
*Cartografia
Temática
Elton Licenciatura Contrato Ativo Ens. Superior Especialista *Pedologia;
Souza Plena em Temporário *Hidrogeografia;
Oliveira Geografia *Cartografia
Sistemática
97

Francilane Licenciatura Efetivo Ativo Ens. Doutora *Geografia


Eulália de Plena em Fundamental Agrária;
Souza Geografia e Superior *Metodologia de
Pesquisa em
Geografia I
Ivani Licenciatura Efetivo Ativo Ens. Especialista *Metodologia de
Marisa Plena em Fundamental Pesquisa em
Cayser Geografia e Superior Geografia II
Luciana Licenciatura Contrato Ativo Ens. Mestre *Didática;
Pott Plena em Temporário Fundamental *Diversidade,
Prediger Geografia e Superior Cidadania e
Direitos
Maria Licenciatura Contrato Ativo Ens. Especialista *Prática Docente
Salete Plena em Temporário Fundamental em Geografia II
Alves Geografia e Superior
Marlon Licenciatura Contrato Ativo Ens. Especialista *Geografia
Roger Plena em Temporário Fundamental Cultural;
Perius Geografia e Superior *Geografia do
Brasil e de Goiás
Patricia Licenciatura Contrato Ativo Ens. Especialista *Prática docente
Monteiro Plena em Temporário Fundamental em Geografia I
Silva Geografia e Superior
Gomes
Rodrigo Licenciatura Contrato Ativo Ens. Especialista *Geografia
Botelho Plena em Temporário Fundamental Política
Salomão Geografia e Superior
Thiara Licenciatura Efetivo Ativo Ens. Doutora *Metodologia de
Messias de Plena em Fundamental Pesquisa em
Almeida Geografia e Superior geografia I e II;
*Geologia;
*Geomorfologia

Leide Licenciatura Contrato Ativo Ens. Superior Graduada *Linguagens,


98

Rozane Plena em Temporário Tecnologias e


Alves da Letras Produção Textual
Silva
Emile Licenciatura Efetivo Ativo Ensino Doutora *Leitura e
Cardoso Plena em Superior interpretação de
Andrade Letras Texto
Sheila Licenciatura Contrato Ativo Ens. Mestre *Políticas
Gomes da Plena em Temporário Fundamental, Educacionais
Silva Pedagogia Médio e
Barros Superior
Patrick Licenciatura Efetivo Ativo Ens. Superior Doutor *Cartografia
Thomaz Plena em *Geologia
Geografia

17.2 - Corpo Discente – Número de alunos doCurso

QUANTIDADE DE ALUNOS MATRICULADOS EM 2012/1


MODO TOTAL
SISTEMA UNIVERSAL 37
ORIUNDOS DA REDE PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA 24
SISTEMA DE COTAS: NEGRO 17
INDÍGENA 01
PORTADORES DE DEFICIÊNCIA 00
VESTIBULAR 00
TRANSFERÊNCIA 02

QUANTIDADE DE ALUNOS MATRICULADOS EM 2013/1


MODO TOTAL
SISTEMA UNIVERSAL 49
ORIUNDOS DA REDE PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA 35
SISTEMA DE COTAS: NEGRO 22
99

INDÍGENA 01
PORTADORES DE DEFICIÊNCIA 00
VESTIBULAR 00
TRANSFERÊNCIA 03

QUANTIDADE DE ALUNOS MATRICULADOS EM 2014/1


MODO TOTAL
SISTEMA UNIVERSAL 70
ORIUNDOS DA REDE PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA 44
SISTEMA DE COTAS: NEGRO 27
INDÍGENA 01
PORTADORES DE DEFICIÊNCIA 00
VESTIBULAR 00
TRANSFERÊNCIA 04

TOTAL DE ALUNOS MATRICULADOS


Curso 2012 2013 2014 2015
Geografia 79 107 142 148
Licenciatura

7.3 Relação candidato/vaga

Processo Seletivo UEG 2012/1 – SISTEMA UNIVERSAL


Curso Vagas Inscr. Insc/Vag
Geografia 18 104 5,78
Licenciatura

Processo Seletivo UEG 2012/1 – SISTEMA DE COTAS – REDE PÚBLICA


Curso Vagas Inscr. Insc/Vag
Geografia 6 51 8,50
Licenciatura
100

Processo Seletivo UEG 2012/1 – SISTEMA DE COTAS - NEGROS


Curso Vagas Inscr. Insc/Vag
Geografia 6 24 4,00
Licenciatura

Processo Seletivo UEG 2012/1 – SISTEMA DE COTAS – INDÍGENAS OU


PORTADORES DE DEFICIÊNCIA
Curso Vagas Inscr. Insc/Vag
Geografia 2 1 0,50
Licenciatura

Processo Seletivo UEG 2013/1– SISTEMA UNIVERSAL


Curso Vagas Inscr. Insc/Vag
Geografia 32 126 3,94
Licenciatura

Processo Seletivo UEG 2014/1– SISTEMA UNIVERSAL


Curso Vagas Inscr. Insc/Vag
Geografia 32 165 5,16
Licenciatura

17.4 Evasão – Repetência – Transferência Interna e Externa

DESISTENTES ABANDONO

ANO QUANTIDADE ANO QUANTIDADE


2012 04 2012 07
2013 06 2013 11
2014 05 2014 12
101

17.5 - Corpo Técnico- Administrativo


102
103

18.INSTALAÇÕES

18.1- Instalações físicas gerais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS – CÂMPUS DE FORMOSA


REPARTIÇÕES FÍSICAS E ESTRUTURAIS

CAPACIDADE
Nº DE
BLOCO ANDAR LOCAL
SALA CARTEIRAS
POR SALAS
***** Térreo Ala de Direção, Administração, Coordenação e
i. A
Secretaria.
***** ii. Térreo Lanchonete
A
01 iii. Térreo 1º-
B Ano de Geografia/Pedagogia 40
02 B Térreo 2º- Ano de Geografia/Pedagogia 40
03 B Térreo 3º- Ano de Geografia/Pedagogia 40
04 B Térreo 4º- Ano de Geografia/Pedagogia 40
05 Térreo LAPA - Laboratório de Pesquisa
B
Avançada
06 B Térreo Laboratório de Pedagogia
07 Térreo Laboratório de Pesquisa - LAPA
08 B Térreo Laboratório de História
09 B Térreo Laboratório de Matemática
10 B Térreo Laboratório de Informática 28 computadores
11 B Térreo Laboratório de Química Industrial
12 B Térreo Laboratório de Química e Biologia
13 C Térreo 1º- Ano de História 40
14 C Térreo 2º- Ano de História 40
15 C Térreo 3º- Ano de História 40
16 C Térreo 4º- Ano de História 40
17 C Térreo 1º- Ano de Letras 40
104

18 C Térreo 2º- Ano de Letras 40


19 C Térreo 3º- Ano de Letras 40
20 C Térreo 4º- Ano de Letras 40
21 D Térreo Sala de Reunião
22 Térreo Sala de Pesquisa e Dedicação
D
Exclusiva
23 Térreo Sala de D.E e Avaliação
D
Institucional
24 E Térreo Videoteca 40
25 E Térreo 1º- Ano de Química 40
26 E Térreo 1º- Ano de Matemática 40
27 D 1º Andar 2º- Química 40
28 D 1º Andar 3º- Química 40
29 D 1º Andar 4º- Química 40
30 D 1º Andar 2º- Matemática 40
31 D 1º Andar 3º- Matemática 40
32 D 1º Andar 2º- Matemática 40
33 F Térreo Laboratório de Línguas I 25
34 F Térreo Laboratório de Línguas II 25
***** F Térreo Biblioteca
***** F Térreo Fotocopiadora
***** Auditório Obs: Em
G
construção
105

3
4 Banheiro 2 Box Sanitário +
s Masculinos - Bloco D- Térreo 1 N.E
5 Banheiro 2 Box Sanitário +
s Femininos - Bloco D- Térreo 1 N.E
6 Banheiro 2 Box Sanitário +
s Masculinos - Bloco E- 1º Andar 1 N.E
7 Banheiro 2 Box Sanitário +
s Femininos - Bloco E- 1º Andar 1 N.E
b) Banheiro Masculino - Passarela Central 2 Box Sanitário +
1 N.E
Banheiro Feminino - Passarela Central 2 Box Sanitário +
1 N.E
Banheiro Masculino - Saguão da Lanchonete 2 Box Sanitário +
1 N.E
Banheiro Feminino - Saguão da Lanchonete 2 Box Sanitário +
1 N.E

Casa de Professores (2 quartos, 1 suíte, 2 salas, cozinha, banheiro, área serviços,


garagem)
ACESSIBILIDADES – Rampas de acesso a cadeirantes nas entradas e corredores,
estacionamento e Pátio coberto.
SINALIZAÇÕES – Saídas de Emergências, Placas de Sinalização e Identificação
de locais de acesso. Salas com portas 1,10m de largura. Luzes de emergências,
Banheiros com box Acessível a Cadeirantes.

18.1.1 – Acessibilidade

Usando a definição do MEC: “Condição para utilização, com segurança e autonomia,


total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos
106

serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por


pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida.” (BRASIL, 2004).
O cumprimento dos requisitos de acessibilidade, listados na Portaria n° 3.284/2003, é
uma exigência para a autorização e reconhecimento de cursos e credenciamento de
instituições. Ainda segundo o MEC, a acessibilidade arquitetônica deve ser garantida em
todos os ambientes da IES, a fim de que estudantes e demais membros da comunidade
acadêmica e da sociedade em geral tenham o direito de ir e vir com segurança e autonomia,
de acordo com o disposto no Decreto n° 5.296/2004.
Essas providências são apenas parte de um grande movimento em nível mundial para
garantir a todos o acesso à educação em quaisquer níveis e modalidades de ensino,
eliminando barreiras, definidas como “qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o
acesso, a liberdade de movimento, a circulação com segurança e a possibilidade de as pessoas
se comunicarem ou terem acesso à informação(…) (BRASIL, 2004)”
No câmpus foi estudada a norma para fazer as adaptações necessárias em todos os
blocos, na íntegra. Construção de rampas de acesso dentro das especificações, respeitando
rigorosamente cotas, ângulos de inclinação, patamares, corrimão e guarda-corpo.
Os corredores internos têm a cota necessária exigida para a passagem de alunos e
alunos cadeirantes, sem necessidade de nenhuma interferência entre ambos na circulação.
Estudou-se, ainda, a acessibilidade de qualquer cadeirante em todos os ambientes do
câmpus.Além da circulação, foram consideradas portas especiais a nível de cotas, visores,
maçanetas, altura de maçanetas e protetores de porta com materiais resistentes a impacto. Os
banheiros foram adaptados para uso do deficiente físico, com colocação de suportes internos
e nas portas. Isso foi realizado em todos os banheiros, pensandonão somente para alunos,
mas para a inclusão de funcionários e professores.

18.1.1.1 – NAASLU – Núcleo deAcessibilidade Aprender Sem Limites

O Núcleo de Acessibilidade Aprender Sem Limites da Universidade Estadual de


Goiás – NAASLU foi criado por meio da Resolução do Conselho Universitário Nº 020/2013,
de 27 de março de 2013 e regulamentado pela Resolução CSU nº 050/2013, com o objetivo
de atender aos estudantes de graduação e aos órgãos da Universidade que possuam estudantes
com deficiências, com transtornos globais do desenvolvimento e com altas
habilidades/superdotação e os estudantes em tratamento de saúde ou convalescença em
caráter excepcional que demandem de recursos de acessibilidade temporários; inseridos em
107

suas atividades, buscando os princípios da educação inclusiva, da educação para todos e dos
direitos humanos, mediante a garantia de acesso, de permanência, de participação, de
oportunidades equânimes, para que possam aprender, conhecer e aproveitar todo o seu
potencial para um desempenho acadêmico satisfatório. A equipe multiprofissional do
NAASLU deve ser composta por:
• 1 docente;
• 1 pedagoga(o);
• 1 fonoaudióloga(o),
• 1 assistente social e
• 1 psicólogo(a).

O NAASLU está ligado a Pró- Reitoria de Graduação e entre suas competências


estão:
• conhecer melhor os acadêmicos com deficiência de nossos Câmpus;
• atender suas necessidades especiais educacionais;
• orientar as Coordenações Pedagógicas, Coordenações de Cursos, Diretores e Docentes nas
medidas a serem tomadas para propiciar a inclusão e acessibilidade destes acadêmicos;
• solicitar a instâncias pertinentes aquisição de materiais e equipamentos de acessibilidade,
bem como a remoção de barreiras arquitetônicas;
• assessorar coordenadores de eventos sobre condições de acessibilidade necessárias; •
orientar a comunidade universitária quanto a legislação brasileira referente às pessoas com
deficiências;
• informar a comunidade universitária a respeito do uso de tecnologias assistivas e
equipamentos especializados indicados ás deficiências.

A equipe do NAASLU poderá realizar visitas in loco sempre que necessário e


solicitado pela PrG, Direção do Câmpus, Coordenação de Curso ou deliberação do Colegiado
do Curso o que pode ser feito através de oficio ou e-mail (naaslu@ueg.br). Nestas visitas
serão realizadas entrevistas com os acadêmicos para conhecimento das reais necessidades
educacionais e de acessibilidade; orientações aos docentes quanto às adequações a serem
feitas para o pleno desenvolvimento dos acadêmicos; acompanhamento na contratação de
Intérpretes da Língua de Sinais, professores Ledores/escreventes (para os acadêmicos cegos)
e professores de Apoio (para os com déficit intelectual), além da aquisição de notebooks e
108

equipamentos necessários para um melhor desempenho educacional, conforme a necessidade


apresentada.

18.2 - Biblioteca – Instalações físicas

A biblioteca da instituição atende não só aos acadêmicos como também à


comunidade, e que através deste contato os estudantes do ensino básico passam a ter um elo
com a universidade se esforçando para integrar a ela. Possui uma estrutura onde:
a) Área física interna é de 300 m2, com rampa para deficientes;
b) Horário de funcionamento 7:00 às 23:00 horas de segunda a sexta esábado de
8:00 às 17:00 horas;
c) Acervo total (Livro) – 8.124 (Títulos) e 10.450 (Exemplares)
d) Acervo informatizado – 5.464 (Títulos) e 7.020 (Exemplares)
e) Revistas – 8 especializada (Doação) 1 (Assinatura)
f) 1 Jornal local (Assinatura)
Pessoal
g) 01 Bibliotecário
h) 9 Auxiliares
i) 01 Serviços gerais
j) Serviços oferecidos
k) Estudos e pesquisas para toda comunidade
l) Empréstimo domiciliar para professores, alunos e funcionários.
m) Material de pesquisa
n) Livros, revistas, jornais, monografias, fitas, cd-rom e provedor da
internet.
o) 4 Computadores
p) Programa de Informatização: Gnuteca. Software desenvolvido dentro de um
ambiente CDS/ISIS.
q) A Biblioteca está em processo de informatização do acervo, com 70%
informatizado.

18.3 - Acervo e Sistema de Empréstimo e Estatísticas da utilização


109

A biblioteca do Câmpus possui um acervo de 8.124 títulos com 10.450 exemplares


disponíveis para consulta nas próprias instalações ou para empréstimo.A biblioteca é
informatizada e utiliza o sistema de código aberto GNUTECA que permite o cadastro das
obras, dos leitores, o controle de empréstimos e consultas online.
A consulta ao acervo pode ser realizada nas instalações da própria biblioteca, e na
forma de empréstimos em duas modalidades: Empréstimo Domiciliar e Consulta Local. A
maior parte do acervo pode ser adquirido na modalidade Empréstimo Domiciliar na qual o
discente, docente ou servidor técnico-administrativo cadastrado no sistema pode manter o
livro em seu poder por um período de oito dias. Na modalidade consulta local, o usuário pode
solicitar o livro para leitura ou cópia e mantê-lo consigo até o fechamento do expediente do
dia do empréstimo. Essa modalidade se faz necessária para manter ao menos um exemplar de
cada livro nas instalações do câmpus, evitando que haja desfalques por tempo prolongado no
acervo dos livros mais requisitados ou nos períodos onde os mesmos se fazem mais
necessários.A comunidade também pode ter acesso ao acervo nas dependências da biblioteca.
Mensalmente, são retirados em média 267 livros e periódicos na modalidade empréstimo
domiciliar e 211 para consulta local.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS


PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
COORDENAÇÃO DE ENSINO
SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS REGIONAIS-SIBRE

RELATÓRIO ESTATÍSTICO MENSAL DA BIBLIOTECA

Livros 267
EMPRÉSTIMO DOMICILIAR Materiais audiovisuais -
Mapas -
Livros 201
Periódicos 10
Monografias -
CONSULTA LOCAL Materiais audiovisuais -
110

Mapas -
Total
Compra -
AQUISIÇÕES Doação 55
COMPRA E DOAÇÃO Total 55
Livros 110
Monografia Graduação 05
Monografia Pós-
Graduação/Especialização
CATALOGAÇÃO DE MATERIAL Mestrado 02
INSERIDO NO SISTEMA Doutorado 01
GNUTECA Periódicos -
Materiais audiovisuais -
Total 118
Alunos -
Professores -
INFORMÁTICA/INTERNET, Servidores -
DIGITAÇÃO Comunidade -
Total
Graduação/Tecnólogo Feitos no início
do ano
Pós- “
Graduação/Especialização
INSCRIÇÃO Mestrado “
CARTEIRINHAS Doutorado “
CONFECCIONADAS Docentes “
Servidores “
Comunidade “
Total
Câmpus: Formosa

18.3.1 - Livros de Formação Geral (Ver anexo)


111

Do acervo da biblioteca do Câmpus, aproximadamente 1.150 títulos correspondem a livros de


formação geral, que podem ser utilizados pelo curso de Geografia, atendendo as demandas
dos discentes e docentes.

18.3.2 - Livros de Formação Específica (Ver anexo)

O acervo da biblioteca do Câmpus possui cerca de 220 títulos das mais diversas áreas
e autores da Geografia que são necessários a formaçãodo Professor de Geografia, utilizados
pelos discentes e docentes do curso.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Decreto Lei n. 5.296 de dezembro de 2004. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5296.htm>. Acesso em:
22 set 2015.

18.3.3 – Periódicos

O curso de Geografia, do Câmpus formosa, até o presente momento não possui


periódico próprio. Mesmo com a ausência de um periódico, de responsabilidade do presente
Câmpus, alguns professores do curso já fazem parte da equipe de periódicos externos e da
própria Universidade Estadual de Goiás, são eles: Dra. Thiara Messias de Almeida, Dr.
Patrick Thomaz de Aquino Martins e Dra. Francilane Eulália de Souza.
A professora Dra. Thiara Messias de Almeida compõem a equipe de revisores do
Boletim Goiano de Geografia – BGG (ISSN 1984-8501), revista do Programa de Pós-
Graduação em Geografia (doutorado e mestrado) vinculado ao Instituto de Estudos
Socioambientais (IESA) da Universidade Federal de Goiás (UFG). O BGG possui publicação
quadrimestral e Qualis A2.
O professor Dr. Patrick Thomaz de Aquino Martins faz parte do conselho cientifico
do periódico Élisée (ISSN 2316-4360), revista do Programa de Pós-Graduação em Territórios
e Expressões Culturais no Cerrado (TECCER) vinculado a Universidade Estadual de Goiás
(UEG). Além de atuar como membro do conselho cientifico o prof. Dr. Patrick também
exerce a função de parecerista no mesmo periódico, que possui avaliação Qualis B5, em
Geografia.
Além da revista Élisée, o prof. Dr. Patrick atua, ainda, como parecerista do periódico
Floresta e Ambiente (ISSN 1415-0980 impresso / ISSN 2179-8087 eletrônico). A revista é
112

publicada pelo Instituto de Florestas da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, na


forma impressa e eletrônica, possui Qualis B3 em Geografia.
A professora dra. Francilane Eulália de Souza compõem a equipe de três periódicos.
Como membro de corpo editorial da revista NERA (ISSN 1806-6755), que é uma publicação
do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária (NERA), vinculado ao
Departamento de Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade
Estadual Paulista (UNESP), Câmpus de Presidente Prudente. Sua publicação é semestral e
possui Qualis B1 em Geografia. Atual, também, como membro do corpo editorial da revista
Campo – Território (ISSN 1809-6271), publicação do grupo de pesquisadores de Geografia
Agrária. Sua publicação é semestral e possui Qualis B1 em Geografia. A prof. Dra.
Francilane ainda exerce a função de revisora do Boletim Dataluta (ISSN 2177-4463). O
Boletim possui classificação Qualis B5 na área interdisciplinar.
Apesar da ausência de um periódico no curso de Geografia, do presente Câmpus,
observa-se que seus docentes possuem participação ativa em outras revistas, tanto internas
quanto externas à Universidade Estadual de Goiás.

OBRAS DE REFERÊNCIA:

A dictionary of science. Londres: Penguin Books, 1971. 1ex.


Ação indígena como ação política. Cuiabá: s. ed., 1987. 1ex.
Almanaque Abril Mundo 2005. São paulo: Abril, 2005. 1ex.
Almanaque Abril 2004. São Paulo: Abril, 2004. 1ex.
Almanaque Abril: Brasil 2005. São Paulo: Abril, 2005. 1ex.
Almanaque Abril: Esporte 2005. São Paulo: Abril, 2005. 1ex.
Anuário brasileiro da soja 2007. Paraná: Gazeta, 2007. 1ex.
Anuário brasileiro das flores 2007. Santa Cruz do Sul: Editora Gazeta Santa Cruz do Sul,
2007. 1ex.
Anuário brasileiro de aves e suínos 2006. Santa Cruz do Sul: Editora Gazeta Santa Cruz do
Sul, 2006. 1ex.
Anuário brasileiro do milho 2006. Santa Cruz do Sul: Editora Gazeta Santa Cruz do Sul,
2006. 1ex.
Anuário brasileiro do milho 2007. Santa Cruz do Sul: Editora Gazeta Santa Cruz do Sul,
2007. 1ex.
113

Anuário estadístico do Distrito Federal. Brasilia: Codeplan, 1977. 1ex.


Anuário turístico de Goiás 1995. Goiania: SEBRAE, 1995. 1ex
Apa de Cafuringa: a última fronteira natural do DF. Brasilia: Semarh, 2005. 1ex.
Atlas mundial. São Paulo: Sivadi, 2002. 2ex.
Atlas visuais: A Terra. São Paulo: Ática, 2001. 2ex.
Beyrouth: les guerres de destruction et les perspectives de reconstruction. S.I. a Print
S.a.r.l., s.d. 1ex.
Brasil – Europa: poesia da união. São Paulo: Moderna, 2002. 1ex.
Britannica Book of the year 1954/58. Chicago: William Benton, 1954 a 1958. 6ex.
Cambridge international dictionary of English. New York: Cambridge University Press,
1995. 1ex.
XIV Congresso Nacional do PPS. Brasília: Partido Popular Socialista, 2004. 1ex.
Conhecer. São Paulo: Abril, 1967. 10 vols.
Enciclopédia Brasileira Mérito. São Paulo: Mérito, 1959. 20 vols.
Enciclopédia Delta Larousse. Rio de Janeiro: Delta, 1963. 15 vols. 2ex por vol.
Enciclopédia Mirador Internacional. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1995. 20
vols.
Enciclopédia exitus de ciência e tecnologia. São Paulo: Melhoramentos, 1981. 10 vols. 1ex
por vol.
Enciclopédia prática Jackson conjunto de conhecimento para a formação Autodidática.
São Paulo: W. M. Jackoson, 1957. 12 vols. 1ex por vol.
Encontro Nacional sobre a Proteção e Melhoria do Meio Ambiente. Brasília: SEMA,
1975. vol 1. 1ex.
Geografia na contemporaneidade. Paraná: UNIOESTE, 2002. 1ex.
Geniciclopédia. São Paulo: Formar, s.d. 7 vols. 1ex por vol.
Geopédia. Rio de Janeiro: Encyclopedia Britannica do Brasil, 1971. vol. 1. 1ex.
Geopédia. Rio de Janeiro: Encyclopedia Britannica do Brasil, 1971. vol. 2. 1ex.
Grande dicionário Brasileiro de consultas e pesquisas ilustrado. São Paulo: Novo Brasil,
1978. 10 vols. 2ex por vol.
Grande dicionário enciclopédia novo Brasil. São Paulo: Novo Brasil, 1980. vol. 1. 2ex.
Land and urban policiese for poverty reduction. Brasília: IPEA, 2007. Vol. 1. 1ex.
Land and urban policies for poverty reduction. Brasília: IPEA, 2007. Vol. 2. 2ex.
Lello universal: dicionário luso-brasileiro. S.I.: Lello & Irmão, s.d. 4 Vols. 1ex por vol.
Livro do Ano: ciência e futuro 1996. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1996. 1ex.
114

Livro do Ano 1996: eventos de 1995. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1996. 1ex.
Mapa do mercado de trabalho. Rio de Janeiro: IBGE, 1994. 1ex.
Minerais do Brasil. São Paulo: Edgard Blucher, 1972. 3 Vols.
Mini Collins Dicionário Português-Inglês-Inglês-Português. São Paulo: Siciliano, 1991.
1ex.
Moderna enciclopédia de pesquisa consulta e aprender. São Paulo: Novo Brasil, 1982. 10
vols. 1 ex. por vol.
Moderno dicionário brasileiro. Curitiba: Educacional brasileira, 1979. 4 vols. 1ex por vol.
Mostra africana de Arte Contemporânea. São Paulo: SESC, 2000. 1ex.
Nossas crianças. São Paulo: Victor Civita, 1971. 2 Vols. 2ex.
Nossas crianças. São Paulo: Victor Civita, 1971. 3 Vols. 1ex.
Nossas crianças. São Paulo: Victor Civita, 1971. 4 Vols. 1ex.
Nossas crianças. São Paulo: Victor Civita, 1971. 5 Vols. 2ex.
Nova Enciclopédia Barsa. São Paulo: Barsa consultoria editorial, 2001. 14 Vols. 1 ex. por
vol.
Nova Enciclopédia Barsa: Datapédia. São Paulo: Barsa consultoria editorial, 2001. 1ex.
Nova Enciclopédia Barsa: Macropédia. São Paulo: Barsa consultoria editorial, 2001. 3
Vols. 1 ex. por vol.
Nova Enciclopédia Barsa: Temapédia. São Paulo: Barsa consultoria editorial, 2001. 1ex.
Nova enciclopédia Brasileira de consultas e pesquisas. São Paulo: Novo Brasil, 1980. 5
Vols. 1 ex. por vol.
Novo dicionário da língua portuguesa conforme acordo ortográfico. São Paulo: Texto
Editores, 2008. 1ex.
Olimpíada 100 anos – História completa dos jogos. São Paulo: Círculo do livro, 1996. 1ex.
Pequeno Dicionário de Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, s.d. 1ex.
Rio Grande do Sul: sabores de uma grande história. Porto Alegre: Mecenas, 2003. 1ex.
2º Seminário “Desafios das políticas públicas de promoção da igualdade racial”.
Brasília: SECAD, s.d. 5ex.
Tecnirama Enciclopédia da ciência e da tecnologia. S.d.: Grolier, s.d. 10 vols. 1 ex por
vol.
The penguin English dictionary. Austrália: Penguin Books, 1976. 6 vols. 1 por vol.
Vocabulário básico: Alemão-Português. São Paulo: Globo, 1991. 2ex.
XIII Encontro nacional de Geógrafos. Paraíba: UFPB, 2002. 1ex.
115

Agência Nacional de Energia Elétrica. Guia empreendedor de pequenas centrais


hidrelétricas. Brasília: ANEEL, 2003. 1ex.
ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Dicionário de erros, correções e ensinamentos de Língua
Portuguesa. São Paulo: Saraiva, 1955. 1ex.
ÁVILA, Fernando Bastos de S. J. Pequena enciclopédia de moral e civismo. Rio de Janeiro:
GB, 1967. 1 Vol. 1ex por vol.
AZEVEDO, Domingos de. Grande dicionário Francês-Português. Lisboa: Bertrand, 1952.
1ex.
BASTOS, Cláudio de Albuquerque. Dicionário histórico e geográfico do Estado do Piauí.
Teresina: Fundação Cultural Monsenhor Chaves, 1994. 1ex.
BOBBIO, Norberto. Dicionário de política. Brasília: UnB, 1994. Vol. 1. 2ex.
BOBBIO, Norberto. Dicionário de política. Brasília: UnB, 1994. Vol. 2. 3ex.
BOMFIM, B. Cavalheiros. Dicionário de decisões trabalhistas. Rio de Janeiro: Trabalhistas,
1984. 1ex.
BORDIGNON, Euclides. Dicionário Português-Interlíngua. Passo Fundo: Gráfica e editora
UPF, 1993. 2ex.
BOUDON, Raymond. Dicionário crítico de Sociologia. São Paulo: Ática, 2000. 2ex.
BRAGA, Ismael Gomes. Dicionário esperanto-português. Brasília: Federação Espírita
Brasileira, 1956. 1ex.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Guia do Educador. Petrópolis: Autores & Agentes
& Associados, 1999. 1ex.
BRASIL. Ministério Extraordinário de Política Fundiária. I Censo da Reforma Agrária
do Brasil. Brasília: Cespe, 1997. 2ex.
BRASIL. Senado Federal. Bibliografia de meio ambiente e legislação ambiental. Brasília:
Senado Federal, 2004. 1ex.
BRATKE, Carlos. Arquiteto/Architect. São Paulo: Pro editores, 1999.
BUENO, Francisco da Silveira. Dicionário módulo da língua Portuguesa. São Paulo: Meca,
1971. 3ex.
BUZZONI, H. A. Manuais técnicos Egeria. São Paulo: Egéria, 1977. 3 vols. 1ex por vol.
CÂMARA JUNIOR, J. Mattoso. Dicionário de lingüística e gramática. Petrópolis: Vozes,
1984. 2ex.
CHEVALIER, Jean. Dicionário de símbolos. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991. 1ex.
CONRAD, David. Minidicionário escolar Inglês-Português Português-Inglês. São Paulo:
DCL, 1999, 1ex.
116

COORÊA, Roberto Alvim. Dicionário Escolar Francês-Português Português-Francês. Rio


de Janeiro: FENAME, 1986. 2ex.
COSTA, Antonio Carlos Gomes da. Programa Cuidar. Rio de Janeiro: Instituto Souza Cruz,
2002. 4 vols. 1ex. por vol.
D’ALBUQUERQUE, A. Tenório. Dicionário de Linguagem. Goiânia: Conquista, 1977. 2
vols. 1ex. por vol.
DIBO, Dulcídio. Grande Enciclopédia geográfica mundial. São Paulo: Li-Bra Empresa,
1969. 4 vols. 1ex por vol.
Distrito Federal. Águas Emendadas. Brasília: SEDUMA, 2008. 1ex.
DUARTE, Marcelo. O guia dos curiosos esportes. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
1ex.
DUCROT, Oswald. Dicionário das ciências de linguagem. Lisboa: Dom Quixote, 1972. 1ex.
Encontro Recursos hídricos e adversidades climáticas. Recursos hídricos e adversidades
climáticas. Vitória: SEEA/ABEAS, 1999. 1ex.
Encyclopédia Britânica. The new Encyclopedia Britannica. Chicago: William Benton,
1979. 19 vols. 1ex por vol.
Encyclopédia Britânica. Encyclopedia Britannica: A New Survey of Universal Knowledge.
Chicago: William Benton, 1953. 24 vols. 1 ex. por vol.
Encyclopaedia Britannica do Brasil – Mirador Internacional. Livro do ano: 1973. São
Paulo: Melhoramentos, 1973. 1ex.
Encyclopaedia Britannica do Brasil – Mirador Internacional. Livro do ano: 1974. São
Paulo: Melhoramentos, 1974. 1ex.
Encyclopaedia Britannica do Brasil – Mirador Internacional. Livro do ano: 1975. São
Paulo: Melhoramentos, 1975. 1ex.
Encyclopaedia Britannica do Brasil – Mirador Internacional. Livro do ano: 1976. São
Paulo: Melhoramentos, 1976. 1ex.
Encyclopaedia Britannica do Brasil – Mirador Internacional. Livro do ano: 1977. São
Paulo: Melhoramentos, 1977. 1ex.
Encyclopaedia Britannica do Brasil – Mirador Internacional. Livro do ano: 1978. São
Paulo: Melhoramentos, 1978. 1ex.
FARIA, Ernesto. Dicionário Escolar Latino Português. Rio de Janeiro: FAE, 1992. 1ex.
FÁVERO, Maria de Lourdes de Albuquerque. Dicionário de Educadores no Brasil. Rio de
Janeiro: UFRJ, 1999. 1ex.
117

FERNANDES, Francisco. Dicionário de regimes de verbos e regimes. Rio de Janeiro:


Globo, 1958. 4ex.
FERNANDES, Francisco. Dicionário de regimes de substantivos e adjetivos. Rio de Janeiro:
Globo, 1958. 2ex.
FERNANDES, José Alves. Dicionário de formas e construções opcionais da língua
portuguesa. Fortaleza: UFC, 2000. 2ex.
FERNANDO, J. Dicionário popular Brasileiro. São Paulo: Ícone, 1987. 1ex.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Hollanda. Aurélio século XXI: o dicionário da Língua
Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. 3ex.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Hollanda. Miniaurélio século XXI: o minidicionário da
Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. 5ex.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Hollanda. Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua
Portuguesa. Rio de Janeiro: Sedegra, 1973. 4ex.
FRANCO, João José de Melo. Pequeno dicionário de termos literários. São Paulo: Três
Livros e fascículos, 1984. 1ex.
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Anuário estatístico do Brasil –
1993. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. 1ex.
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Anuário estatístico do Brasil –
1990. Rio de Janeiro: IBGE, 1990. Vol. 5. 1ex.
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Contagem da população – 1996.
Rio de Janeiro: IBGE, 1996. 1ex.
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Anuário estatístico do Brasil –
1971. Rio de Janeiro: IBGE, 1971. 1ex.
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Anuário estatístico do Brasil –
1987. Rio de Janeiro: IBGE, 1987. 1ex.
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Anuário estatístico do Brasil –
1991. Rio de Janeiro: IBGE, 1991. 1ex.
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Anuário estatístico do Brasil –
1997. Rio de Janeiro: IBGE, 1997. 1ex.
Governo do Estado de Goiás. Anuário estatístico do Estado de Goiás – 1996. Goiânia:
Seplan, 1996.
GRIMAL, Pierre. Dicionário da Milologia: Grega e Romana. Rio de Janeiro: Bertrand,
2000. 3ex.
118

GUERRA, Antônio Teixeira. Dicionário geológico – geomorfológico. Rio de Janeiro:


IBGE, 1987. 4ex.
HOLLAENDER, Arnon. The landmark dictionary: English/Portuguese,
Portuguese/English. São Paulo: Moderna, 1996. 2ex.
HUIBERS, Jaap. Plantas medicinais. São Paulo: Hemus, s.d. 1ex.
HYAMS, Edward. Dicionário das revoluções modernas. Rio de Janeiro: Artenova, 1975.
5ex.
HYAMS, Edward. Dicionário das revoluções modernas. Rio de Janeiro: Artenova, 1975.
4ex.
I Encontro estadual de didática e práticas de ensino. Anais. Goiânia:UFG, 2003. 1ex.
Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos. Manual técnico de gemas. Brasília:
IBGM, 2005. 1ex.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Mapa etno-histórico de Curt Nimuendaju.
Rio de Janeiro: Ministério da Educação, 2002. 1ex.
Instituto Nacional de Metrologia. Vocabulário internacional de termos fundamentais e
gerais de metrologia. Brasíklia: INL, 1980. 3 Vols. 1ex por vol.
JOTA, Zélio dos Santos. Dicionário de Lingüística. Rio de Janeiro: Presença, 1981. 1ex.
JUCÁ, Cândido. Dicionário escolar das dificuldades da língua Portuguesa. Rio de Janeiro:
Fundação de assistência ao estudante, 1986. 1ex.
JULIEN, Nadia. Minidicionário compacto de mitologia. São Paulo: Rideel, 2002. 1ex.
LAPLANCHE, J. Vocabulário da psicanálise. S. I.: Moraes, 1970. 3ex.
LEAL, Abinael. Pequeno dicionário de propaganda e publicidade. Bahia: A tarde, 1988.
1ex.
LIMA, Leonardo Pereira. Diciionário enciclopédico comercial: DEC. São Paulo: Honor,
1972. Vol. 2. 1ex.
LÓPEZ IBOR, Juan José. Biblioteca da vida sexual. São Paulo: La Libreria, 1979. Vol. 2.
1ex.
LÓPEZ IBOR, Juan José. Biblioteca da vida sexual. São Paulo: La Libreria, 1979. Vol. 3.
1ex.
MACEDO, Horácio. Dicionário de Física. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1976. 1ex.
MAGALHÃES, Álvaro. Enciclopédia Brasileira Globo. Porto Alegre: Globo, 1974. 12 vols.
1ex por vol.
MAGEE, Bryan. História da filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. 3ex.
119

MANEDE, Zila. Civil geometria Bibliografia critica, analítica e anotada. São Paulo: Nobel,
1987. 2ex.
MARTINEZ ALMOYNA, Julio. Dicionário de Português-Espanhol. Portugal: Porto, 1967.
1ex.
MARTINEZ ALMOYNA, Julio. Dicionário de Português-Espanhol. Portugal: Porto. 1ex.
MATTOS, Geraldo. Dicionário Júnior da língua portuguesa. São Paulo: FTD, 2001. 1ex.
MENEZES, Amaury. Da caverna ao museu: dicionário das artes plásticas em Goiás.
Goiânia: Agência goiana de cultura Pedro Ludovico Teixeira, 2002. 1ex.
MICHAELIS. Novo Michaelis dicionário ilustrado. São Paulo: Melhoramentos, 1964. Vol.
1. 1ex.
MICHALANY, Douglas. Universo 1967. São Paulo: AGEV, 1967. 9 vols. 1 ex. por vol.
MONTALVÃO, Alberto. Biblioteca do dirigente moderno. São Paulo: Novo Brasil, 1979. 4
vols. 1 ex. por vol.
MORA, José Ferrater. Dicionário de Filosofia. Lisboa: Dom Quixote, 1978. 3ex.
MURRAY, Peter. A dictionary of art and artists. Londresa: Peguin Books, 1959. 1ex.
NASCENTES, Antenor. Dicionário da língua portuguesa da academia Brasileira de Letras.
Rio de Janeiro: Bloch, 1988. 1ex.
OLIVEIRA, Cêurio de. Dicionário cartográfico. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. 3ex.
OLIVEIRA, Cêurio de. Dicionário cartográfico. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. Vol. 1. 2ex.
PALMER, A. W. A Dictionary of modern History 1789-1945. Nova Zelândia: Penguin
Books, 1962. 1 ex.
PANOFF, Michel. Dicionário de Etnologia. Lisboa: Edições 70, 1979. 1ex.
PAULA, João Teixeira de. Enciclopédia de Parapsicologia metapsíquica e espiritismo. São
Paulo: Cultural Brasil, 1970. 3 vols. 1 ex. por vol.
PEVSNER, Nikolaus. Dicionário enciclopédico de Arquitetura. Rio de Janeiro: Artenova,
1977. 1 ex.
PIERSON, Henri. Dicionário de Psicologia. Porto Alegre: Globo, 1972. 1 ex.
PUTI, Antônio. Dicionário de meteorologia. S.I. : Os autores, 1954. 2 ex.
QUEIROZ, Tânia Dias. Dicionário prático de pedagogia. São Paulo: Rideel, 2003. 1 ex.
RAMOS, José Nabantino. Jornalismo: dicionário enciclopédico. São Paulo: IBRASA,
1970. 1 ex.
RIBEIRO, Maria Eliana Jubé. Goiânia: os planos, a cidade e o sistema de áreas verdes.
Goiânia: UCG, 2004. 1ex.
120

RICETTO, Lígia Aparecida. Minidicionário Rideel Inglês/Português/Inglês. São Paulo:


Rideel, 2000. 3 ex.
ROJAS, Oscar. Novo dicionário escolar Espanhol: Espanhol/Português
Português/Espanhol. São Paulo: Difusão cultural do livro: 2001. 1 ex.
ROQUETE, J. I. Nouveau Dictionnaire Portugais-Français. Paris: Aillaud, Alves & Cia,
1986. 1 ex.
SABINO, Geni Anastácio. Catálogo das Monografias de Licenciatura Plena Parcelada
Estadual de 2001. Anápolis: UEG, 2003. 2 ex.
SARGENTIM, Hermínio. Dicionário de idéias afins. São Paulo: IBEP, s. d. 2ex.
Seminário sobre o Ensino Superior. Anais do Seminário sobre o Ensino Superior
promovido pela Comissão de Educação e Cultura. Brasília: Câmara dos Deputados, 1977. 1
ex.
Seminário Autonomia Universitária: reflexões e propostas. Anais do seminário sobre
autonomia universitária. Brasília: UnB, 1994. 1 ex.
SERPA, Oswaldo. Dicionário de expressões idiomáticas - Inglês-Português Português-
Inglês. Rio de Janeiro: Fename, 1982. 1 ex.
SERPA, Oswaldo Ferreira. Dicionário escolar inglês-português português-inglês. Rio de
Janeiro: FAE, 1980. 1 ex.
SHAW, John Robert. Dicionário Inglês-Inglês para uso de brasileiros. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1970. 1 ex.
SILVA, Adalberto Prado e. Novo dicionário brasileiro Melhoramentos. São Paulo:
Melhoramentos, s. d. Vol. 1. 1 ex.
SILVA, Adalberto Prado e. Novo dicionário brasileiro Melhoramentos. São Paulo:
Melhoramentos, s. d. Vol. 2. 1 ex.
SILVA, Adalberto Prado e. Novo dicionário brasileiro Melhoramentos. São Paulo:
Melhoramentos, s. d. Vol. 3. 1 ex.
SILVA, Adalberto Prado e. Novo dicionário brasileiro Melhoramentos. São Paulo:
Melhoramentos, s. d. Vol. 4. 1 ex.
SILVA, Adalberto Prado e. Novo dicionário brasileiro Melhoramentos. São Paulo:
Melhoramentos, s. d. Vol. 5. 1 ex.
SIMIELLI, Maria Elena Ramos. Geoatlas. São Paulo: Ática, 2000. 1ex.
Simpósio sobre Política Nacional de Saúde. Anais do III Simpósio sobre Política Nacional
de Saúde, realizado na comissão de Saúde da Câmara dos Deputados no período de 7 a 9 de
Junho de 1982. Brasília: Câmara dos Deputados, 1983. 1 ex.
121

Simpósio Nacional de Pecuária. Simpósio Nacional de Pecuária realizado na Comissão de


Agricultura e Política Rural da Câmara dos Deputados de 13 a 15 de Junho de 1978.
Brasília: Câmara dos Deputados, 1978. 1 ex.
SOUZA, Wladmir Alves de. Guia dos bens tombados – Minas Gerais. Rio de Janeiro:
Expressão e cultura, 1984. 1 ex.
TEIXEIRA, Luciana da Silva. Ensaios sobre consórcios intermunicipais de saúde:
financiamento, comportamento estratégico, incentivos e economia política. Brasília: Câmara
dos Deputados, 2007. 1 ex.
TRIGUEIRINHO. Glossário esotérico. São Paulo: Pensamento, 1994. 1 ex.
Universidade de Brasília. Anuário estatístico – 2002. Brasília: UnB, 2003. 1 ex.
VASCONCELLO, S, Luiz Paulo. Dicionário de Teatro. Porto Alegre: L & PM, 2001. 3 ex.
VIDAL, Valdomiro Rodrigues. Novas curiosidaddes: mil coisas interessantes para uma
cultura enciclopédica. Rio de Janeiro: Conquista, 1964. 8 vols. 1 ex. por vol.
VOLTAIRE. Dicionário Filosófico. São Paulo: Ediouro, 1947. 1 ex.
XAVIER, Raul. Vocabulário de poesia. Rio de Janeiro: INL, 1978. 1 ex.
YOLANDA, Regina. O livro infantil e juvenil brasileiro. São Paulo: Melhoramentos, 1977.
1 ex.

18.3.4 - Estrutura para acesso ao acervopara pessoas com deficiências

O acervo do curso de Geografia da Universidade Estadual de Goiás, Câmpus Formosa,


encontra-se dividido em dois locais, na biblioteca e no laboratório de Geografia. A estrutura
do Câmpus Formosa é majoritariamente térrea e possui adaptações necessárias à
acessibilidade de pessoas com deficiência locomotora, respeitando as especificações de
construções das edificações, conforme apresentado no item 18. Por consequência, a
instalação física da biblioteca e do laboratório são acessíveis aos acadêmicos e à comunidade.

18.4 – Laboratórios

LABORATÓRIO DE CARTOGRAFIA (sala 07)


Computadores 02 Suite 02

PROEXT
Computadores 05 Impressora 01
Caixinhas de Som 02 Roteador 01
122

TV 03 Tela 01
LABORATÓRIO DE GEO-CIÊNCIA E CARTOGRAFIA

01) 12 Mesas de Cartografica – Suporte de metalon com tampo de madeira


02) 16 Tamboretes de Madeira
03) 01 Mural de Aviso
04) 20 Cadeiras
05) 07 Estantes de Aço com 06 Prateleiras
06) 02 Mapoteca
07) CPU EPCOM + Teclado e Mouse
08) 01 Monitor SAMSUNG CRT 15polegadas
09) 01 Estabilizador SMS Revolution
10) 02 Ventiladores de Mesa
11) 01 Quadro negro
12) 63 Suportes de mapas
13) 85 Mapas
14) 01 Mesas de Computador
15) 01 armário de aço 02 porta
16) 02 Pontos de Internet
LAINFO (sala 10)
Computadores 27 Impressoras 01
Nobreak 04 Roteador 01
TV 20' 01 Netbook 02
Data Show 01 Transformador 01
(montado)
Servidor de 01 Lousa Digital 01
arquivos
Ventilador 01 Ar-condicionado 02
DVD 01
123

19.SISTEMA DE AVALIAÇÃO CONTINUA DO CURSO

A avaliação é um processo sistemático de coleta e análise de dados e informações


para tomada de decisão em função dos objetivos, dos critérios de qualidade e dos resultados
esperados por todos que compõem as atividades do Curso de Geografia.
A avaliação, em primeiro lugar, visa a formação de um juízo de valor a partir de
critérios pré-estabelecidos, sendo uma afirmação qualitativa sobre o Curso de Geografia. Em
segundo lugar, ela esta pautada nos caracteres relevantes da realidade, ou seja, apesar de ser
uma afirmação qualitativa, não deve ser totalmente subjetiva; é necessário que se desenvolva
critérios e objetivos para registrar os “sinais” do curso, permitindo assim a formação de um
juízo de valor sobre o que está sendo avaliado. Em terceiro lugar, a avaliação conduzirá a
uma tomada de decisão nem estanque e nem pontual. Esta decisão deve ser um
encaminhamento processual para que seja possível a melhoria qualitativa da realidade
avaliada do curso.
A avaliação do curso integra o processo cíclico do planejamento-avaliação-melhoria,
tendo em vista contribuir para a formação geral e profissional, preparando os acadêmicos,
para a convivência e para a participação na sociedade.
Na UEG, há uma comissão de Avaliação Institucional, que é composta por
representantes do corpo docente, do corpo discente e do corpo técnico-administrativo dos
campus. Esta comissão é responsável em fazer o levantamento e o diagnóstico das condições
didáticas, pedagógicas e administrativas, em que cada campus oferece seus cursos. Além
desta Comissão Central de Avaliação ao campus dispõe de comissões internas responsáveis
em pensar a avaliação da Instituição na comunidade.
O Curso de Geografia, através do seu colegiado e do NDE, avalia todas as suas
atividades, desenvolvidas bimestralmente, e sugere uma nova postura diante dos pontos
fracos encontrados. Além disso, a cada avaliação faz-se um novo planejamento das
atividades acadêmicas do ano.

20.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALVES, Rubem. A alegria de ensinar. São Paulo: Papirus, 2000.


124

CARLOS, Ana F. A; OLIVEIRA, Ariovaldo U. (Orgs). Reformas no Mundo da Educação:


parâmetros curriculares de geografia. São Paulo: Contexto, 1999.

CARLOS, Ana F. A. A Geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999.

CASTROGIOVANNI. A. C. et al. Geografia em sala de aula:praticas e reflexões. 2ªed. Porto


Alegre: UFRS – AGB – São Porto Alegre,1999.

CAVALCANTI, Lana de S. Geografia escolar e procedimentos de ensino numa perspectiva


sócio construtivista. Ciência Geográfica, Bauru, Associação dos Geógrafos Brasileiros, ano
VI, v.2, n.16. maio/ago. 2000.

COSTA, Wanderley Messias e MORAES, Antônio Carlos Robert de. Geografia critica a
valorização do espaço. 2ª ed. São Paulo: HUCITEC, 1987.

CLAVAL, Paul. A Geografia Cultural. Tradução de Luiz Fugazzola Pimenta e Margareth de


Castro Afeche Pimenta. Florianópolis: Editora da UFSC, 1999.

CERTEAU, Michel. A Invenção do Cotidiano: artes de fazer. 5 ed. Petrópolis, RJ: Vozes,
1994.

ESCOLAR, Marcelo. Crítica do discurso geográfico. São Paulo: HUCITEC, 1996.

GOMES, Paulo César da C. Geografia e Modernidade. Rio de Janeiro: Bretrand Brasil, 2000.

GOMES, Paulo César da C. Geografia fin-de-siècle: O discurso sobre a ordem espacial do


mundo e o fim das ilusões. In: CASTRO, Iná E; GOMES, Paulo C da. CORRÊA, Roberto L.
Explorações Geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997.

HARVEY, David. A Condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1989.

HELLER, Agnes. Cotidiano e a história. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.


125

HISSA,Cássio Eduardo Viana. A mobilidade das fronteiras. Belo Horizonte: Editora da


UFMG, 2002.

KHUN,Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 1996.

LEFEBVRE, Henri. A vida cotidiana no mundo moderno. São Paulo: Ática, 1991.

MORAES, Antonio C. de. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1985.

MORIN, Edgar. Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro. São Paulo: Cortez;
Brasília, DF: UNESCO, 2000.

MORIN, E. Ciências com consciência. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.

SACRISTÁN, J. Gimeno. O Currículo: uma reflexão sobre a prática. 3 ed. Porto Alegre, RG:
ArtMed, 2000.

SANTOS, Milton. Metamorfose do espaço habitado. São Paulo: Hucitec, 1985.

________. Por uma Geografia Nova. São Paulo: HUCITEC, 1978.

SANTOS, Boaventura de Souza. Um discurso sobre as ciências. Afrontamento, 1997.

SANTOS, Márcia Maria Cappellanos dos (org.), Projeto pedagógico: subsídios para a
elaboração e avaliação. Caxias do Sul: EDUCS, 1999.
SOJA, Eward W. Geografias Pós-Modernas: a reafirmação do espaço na teoria social crítica.
Rio de Janeiro: Zahar, 1993.
SPÓSITO, Eliseu Savério. A propósito dos paradigmas de orientações teórico-metodológicas
na Geografia contemporânea. In: Paradigmas da Geografiaparte I. Terra Livre, n. 16, São
Paulo: Associação dos Geógrafos Brasileiros, 2001.
UEG.Fórum de Licenciaturas. Projeto Global de formação de Profissionais da educação da
UEG – Proposta Preliminar para Discussão. Anápolis, Setembro, 2002.

Fontes Documentais:
126

Legislação Educacional em nível Nacional e Estadual


Legislação da Universidade – Estatuto da UEG, Regimento Geral da UEG.
Plano de Carreira do Magistério Superior da UEG.
Diretriz curricular específica da carreira
Projeto Pedagógico de outras Universidades

21.ANEXOS

21.1 Cópia do decreto/ Resolução que autorizou o curso

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

DECRETO No 94.381, DE 27 DE MAIO DE 1987.

Autoriza o funcionamento dos cursos de Letras,


Revogado pelo Decreto de 25.4.1991 História, Geografia e Ciências, em Formosa,
Estado de Goiás.

O Presidente da Câmara dos Deputados, no exercício do cargo de PRESIDENTE


DA REPÚBLICA, usando das atribuições que lhe confere o artigo 81, item III, da
Constituição, de acordo com o artigo 47 da Lei nº 5.540, de 28 de novembro de 1968,
alterado pelo Decreto-lei nº 842, de 9 de setembro de 1969, e tendo em vista o que consta do
Processo nº 23000.004824/87-24 do Ministério da Educação,

DECRETA:

Art. 1º Fica autorizado o funcionamento dos cursos de Letras, habilitação em Português e


Inglês, licenciatura plena; História, licenciatura plena; Geografia, licenciatura plena, e
Ciências, licenciatura de 1º grau, a serem ministrados pela Faculdade de Educação, Ciências
e Letras de Formosa, mantida pela Autarquia Faculdade de Educação, Ciências e Letras de
Formosa, com sede na cidade de Formosa, Estado de Goiás.
127

Art. 2º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em
contrário.

Brasília, 27 de maio de 1987; 166º da Independência e 99º da República.

ULYSSES GUIMARÃES
Jorge Bornhausen

Este texto não substitui o publicado no DOU de 28.5.1987


128

21.2 Cópia da Ata do Colegiado que aprovou o PPC


129

21.3 Cópia da Ata do CaC – Aprovação do PPC

CAMPUS
FORMOSA

ATADAREUNIÃOEXTRAORDINÁRIADOCONSELHOACADÊ
MICO DOCAMPUSFORMOSAREALIZADA
.
EM25DEABRILDE2015

Convocado regularmente, reuniu-se o Conselho Acadêmico do Campus Formosa (CAC


Formosa) aos vinte e cinco (25) dias do mês de abril do ano de dois mil e quinze (2015), a
partir das dez (10) horas, no próprio campus, sob a presidência do Diretor do campus, Prof.
Fábio Santa Cruz, e com o registro dos presentes em lista anexa. Iniciados os trabalhos,
foram abordados os seguintes temas: 1. PPCs: Cada Coordenador expôs rapidamente o PPC
de seu curso e a posição do respectivo Colegiado em relação ao mesmo. Foi destacada por
todos a necessidade de manter um trabalho permanente de debate e aperfeiçoamento dos
PPCs. Todos também salientaram que é preciso reduzir as exigências burocráticas que levam
à inclusão de documentos em excesso nos PPCs, sendo citado com ênfase o caso de um curso
do IFG que possui, em seu PPC, cerca de 50 páginas. Houve ainda a reclamação de que
alguns documentos, por sua natureza, deveriam ser providenciados pela Administração
Central, não pelos Coordenadores dos cursos. Encerrado o debate, os PPCs foram postos em
votação, sendo todos aprovados pór unanimidade. 2. RADOCs: Foram apresentados os
Radocs dos Profs. Marcelo Duarte Porto e Zenaide Dias Teixeira. Após o debate sobre os
130

documentos, o CAC Formosa decidiu, em votação, aprová-los, alertando para a necessidade


de que sejam feitas as devidas verificações por parte da Gerência de RH da UEG e também
chamando a atenção para o fato de que os dois docentes se transferiram para o Campus
Luziânia em fevereiro deste ano. 3. SISTEMA DE PLANILHAS PARA REMUNERAÇÃO
DOS DOCENTES: O Diretor do campus informou que 0 sistema eletrônico de planilhas para
remuneração dos docentes está promovendo automaticamente os ajustes exigidos pelas novas
normas internas da UEG. Dada esta informação, o próprio Diretor declarou que discorda
desta prática, pois afeta a remuneração dos docentes sem que os mesmos tenham sido
avisados previamente. O correto, ainda segundo a opinião do Diretor, seria comunicar
previamente aos docentes que serão feitos os ajustes, dando-lhes a chance de tomarem
providências para se adaptarem às novas normas internas. Todo o CAC Formosa apoiou esta
declaração e, em votação, referendou-a por unanimidade. 4. EVENTO DO CURSO DE
MATEMÁTICA: A Coordenadora do curso de Matemática fez 0 convite para a I Semana de
História da Matemática da UEG-Formosa, a realizar-se no dia 8 de maio, às 20:00 horas, na
Câmara Municipal de Formosa. Feitas as últimas considerações e nada mais havendo a tratar,
o Presidente do Conselho agradeceu a presença de todos e declarou encerrada a reunião. A
presente ata é assinada pelo Diretor do campus e tem como anexo a lista de assinaturas dos
presentes.
Formosa, 25 de Abril de 2015.
131

UNIVERSIDADEESTADUALDEGOIÁS-CÂMPUSDEFORMOSA-
LISTADEPRESENÇADAATADAREUNIÃODOCONSELHOACADÊMICO
DODIA25/04/2015.
Nome Assinatura
r '

09
10
132

21.4 Demonstração de Regularidade Fiscal e Para Fiscal da UEG


133
134
135
136

21.5 Cópia do Regimento Interno do Câmpus


137
138
139
140
141
142
143
144
145
146
147
148
149
150
151
152
153
154
155
156
157
158
159
160
161
162
163
164
165
166
167
168
169
170
171
172
173
174
175
176
177
178
179
180
181
182
183
184
185
186
187
188
189
190
191
192
193
194
195

21.6 Regulamento para o trabalho de conclusão de curso de graduação em Geografia.

O presente documento tem por finalidade estabelecer as diretrizes para compor o


Regulamento sobre a Elaboração de Pesquisa de Trabalhos Acadêmicos ou Trabalho de
Conclusão de Curso, assim como a sua apresentação pelo educando, como parte integrante
dos requisitos para conclusão de curso.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS


CÂMPUS FORMOSA
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
CURSO DE GEOGRAFIA – MODALIDADE LICIENCIATURA
NORMASDO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Este regulamento estabelece regras gerais sobre as atividades relativas ao Trabalho


de Curso (TC), integrante do currículo pleno ministrado, indispensável à colação de grau
dos alunos do Curso de Geografia da Universidade Estadual de Goiás Campus de Formosa.

Definições e objetivos
Art 1º. O Trabalho de Curso (TC) constitui-se em trabalho de natureza investigativa,
produzido individualmente como parte integrante da matriz curricular e requisito de
conclusão de curso, resultante de:
Parágrafo único: pesquisas de campo, pesquisas experimentais, pesquisas bibliográficas,
pesquisas documentais e pesquisa-ação, relacionadas às áreas do conhecimento
relacionadas à Matriz Curricular de Geografia;
Art 2º. Como objetivos da realização do TCC têm-se:
Parágrafo 1º - inserir o educando na esfera da pesquisa científica e seu aprofundamento em
áreas de interesse e afinidade;
Parágrafo 2º - qualificar o educando na elaboração de projetos de pesquisa de natureza
acadêmica e científica;
Parágrafo 3º - estimular a prática de estudos científicos, consolidando sua autonomia
metodológica, profissional e intelectual, e
196

Parágrafo 4º - desenvolver os conhecimentos no decorrer do curso, bem como, estimular a


reflexão e a investigação científica, pertinentes às áreas do conhecimento trabalhadas no
curso.

Da realização do TCC
Art 3º. O Colegiado do curso estabelecerá as Linhas de Pesquisas, com o objetivo de
referenciar as atividades de trabalhos realizados pelo colegiado, com a relevância de
permitir aos educandos a identificação de suas inclinações de pesquisa;

Art 4º. Considerando o desenvolvimento e atividades das disciplinas de pesquisa no Curso


de Geografia do Câmpus Formosa, o educando deverá entregar a sua proposta do tema ao
professor da disciplina de Projeto de Pesquisa em Geografia, assim como o nome do
orientador até 30 dias após o inicio do 5° semestre do curso.

Art 5º. O projeto de pesquisa é pré-requisito obrigatório para a conclusão do TCC.

Art 6º. Os acadêmicos que cursarem a disciplina de Projeto de Pesquisa em Geografia


deverão apresentar seus Projetos de Pesquisa de TCC aos professores do Curso de
Geografia que deverão auxiliar na proposta de ajustes aos projetos.

Art 7º. O projeto de pesquisa só poderá ser substituído mediante justificativa e aval do
coordenador do TCC e, do orientador (se houver) com apresentação de novo projeto após
30 dias da solicitação.

Art 8º. O tema escolhido pelo educando como proposta para a pesquisa deverá contemplar
a área de Licenciatura em Geografia.

Art 9º. O TCC a ser desenvolvido pelo educando deverá ter um professor orientador,
definido até o último dia da terceira quinzena do ano letivo, cabendo ao educando a
escolha de um professor com disponibilidade de orientação, formação e experiência na
área.
197

Art 10º. A aceitação ou não por parte do professor estará condicionada a formação e
experiência na área que lhe permita orientar mediante a apresentação de motivos justos e
explícitos.

Art 11º. Caso o educando não tenha orientador, este deverá comunicar ao Coordenador de
TCC dentro dos prazos estabelecidos para que o mesmo adote as providências junto ao
Coordenador do Curso.

Art 12º. Cada orientador poderá orientar no máximo 4 (quatro) orientandos. Em caso de
haver mais candidatos, caberá ao Coordenador de TCC em conjunto com o Colegiado de
Curso, o estabelecimento de solução a ser adotada junto aos professores.

Art 13º.O educando, após escolha do orientador, deverá preencher Declaração de Aceite do
Orientador , com a devida assinatura do professor, conforme modelo.

Art 14º.O educando deverá comparecer as orientações nos horários combinados com o
orientador.

Art 15º. Quando se fizer necessário e/ou de interesse, orientando e orientador poderão
solicitar orientação conjunta entre um professor co-orientador, com formação na área e
titulação mínima de especialista pertencente ao corpo docente do curso ou de outra
instituição, sendo solicitado por escrito antecipadamente e aprovado pelo colegiado.

Art 16º. Em caso de co-orientação de professor externo à Campus Formosa, este deverá ser
informado pelo orientador e orientando sobre sua atuação em caráter voluntário e/ou em
parceria, sendo necessária a entrega por parte do co-orientador uma declaração
devidamente assinada demonstrando conhecimento do voluntariado e/ou parceria.

Art 17º.O orientador deverá preencher o controle de frequência, assinar junto ao orientando
em todos os encontros de orientação e arquivá-lo.
São consideradas orientações as atividades presenciais e não presenciais. As orientações
não presenciais são aquelas realizadas por meio eletrônico ou convencionais, e
comunicação.
198

Art 18º.A substituição de orientador só é permitida a pedido do orientando ou do


orientador e quando outro docente assumir formalmente a orientação, mediante
aquiescência expressa do professor substituído e aprovação do colegiado. Quando o
professor orientador se desligar do Câmpus e do curso esse será imediatamente substituído
por outro professor orientador, em comum acordo entre o coordenador de TCC e as partes
envolvidas;

DA APRESENTAÇÃO DO TCC
Art 19º. O colóquio será atividade obrigatória que antecederá a apresentação das
monografias. O mesmo consiste em apresentação preliminar das monografias mediante
banca composta por dois professores com formação e/ou experiência na área com corpo
docente vinculado a UEG. O colóquio será realizado ao fim do sétimo semestre vinculado
a disciplina de Trabalho de Curso II para o regime semestral e, no 4° ano, vinculado a
disciplina de Metodologia de Pesquisa II, para o regime anual.

Art 20º. As datas de apresentação devem ser agendadas pelo coordenador do TCC que
submeterá a mesma ao colegiado. A apresentação só acontecerá mediante entrega prévia ao
Coordenador de TCC do Parecer para Apresentação de TCC constando os argumentos por
parte do orientador liberando ou não o orientando para banca.

Art 21º. A versão final deverá ser apresentada pelo educando perante banca examinadora
composta por no mínimo 03 (três) membros: pelo professor orientador, que a preside, e por
outros membros com formação ou experiência na área da monografia, sendo designados
pelo orientador em acordo com o orientando.

Art 21º.O orientador deverá apresentar à Coordenação de TCC os nomes dos professores
sugeridos para compor a banca, assim como nomes de professores para suplência, sendo
feita com um mínimo de antecedência de 15 (quinze) dias à apresentação. No caso de
suplência, os professores receberão uma versão do TCC, perante a previsibilidade temporal
de comunicação sobre a ocorrência da urgência, permitindo conhecimento e capacidade
suficiente do professor suplente para a emissão de conceitos, por conseguinte, a nota sobre
o TCC.
199

Art 22º.É atribuição do professor orientador, presidente da banca examinadora, organizar


os trabalhos, controlar o tempo, definir a ordem de arguição dos examinadores.

Art 23º. A sessão da apresentação do TCC terá início com uma exposição oral do
educando, de no máximo 20 (vinte) minutos, prorrogáveis por mais 10 (dez), podendo, no
ato da apresentação, utilizar-se de recursos audiovisuais disponíveis no câmpus, desde que
agendados previamente. Cada membro da banca terá 10 minutos para arguições.

Art 24º. O TCC deve ser apresentado pelo acadêmico à banca examinadora, composta pelo
professor orientador que a preside e por outros 2 (dois) membros com formação e
qualificação adequadas para o julgamento do trabalho, ambos professores universitários
em plena atividade acadêmica, ou que já tenha exercido atividade como docente
universitário, sendo que pelo monos um deles deve integrar o corpo docente do curso de
Geografia da Câmpus Formosa e havendo professor externo, esse deve ser em caráter de
voluntariado e/ou em parceria.

Art 25º. A banca examinadora somente pode executar seus trabalhos com três membros
presentes. Na eventual falta de um membro, fica a cargo do professor orientador a
comunicação imediata ao suplente para a composição da banca.

Art 26º. O professor examinador vinculado ao curso só poderá participar de no máximo


cinco bancas de apresentação de monografia.

Art 27º.A versão escrita do TCC, em forma de monografia, encadernada em espiral, deverá
ser entregue aos membros da banca, até no mínimo de 15 (quinze) dias de antecedência da
apresentação, o qual será enviado juntamente com a Carta Convite e os critérios de
avaliação do educando que o apresentará. Quando a cópia do TCC for entregue com atraso,
a relevância do motivo deve ser avaliada pelo orientador, Coordenador de TCC e
Coordenador do curso.

Art 28º. Cabe aos membros da banca examinadora, após o ato da apresentação e etapa da
arguição, a atribuição de notas de 0 a 10, individuais por examinador. A nota mínima para
aprovação será 6 (seis).
200

Art 29º.O TCC final (após a sua apresentação e aprovação) deverá ser entregue numa
versão impressa e em CD (PDF) à Coordenação de TCC que registrará no controle de
recebimento.

Art 30º.É de responsabilidade do orientador verificar as alterações sugeridas pela banca


antes do envio da aprovação à Coordenação de TCC.

DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO
Art 31º.O educando que não entregar o TCC, ou que não apresentar de forma oral, sem
motivo justificado estará automaticamente reprovado.

Art 32º.O processo de avaliação será realizado através de duas etapas sendo a avaliação do
trabalho escrito e a avaliação da apresentação oral e arguição.

Art 33º.A Ata de Avaliação Final do TCC , irá conter a avaliações das duas etapas e o
resultado final, será divulgado ao educando.

Art 34º.Para a avaliação do texto escrito do TCC, os membros da banca deverão


acompanhar a proposta mínima de avaliação do texto ,observando os itens relacionados.

Art 35º.A proposta mínima de avaliação do TCC deverá ser anexada à versão encadernada
a ser entregue aos membros da banca avaliadora.

Art 36º.Para a avaliação da apresentação oral, será observado o domínio do conhecimento


produzido pelo educando e a capacidade de argumentação aos possíveis questionamentos
da banca examinadora.

Art 37º. A nota estabelecida de 0 a 10 deverá ser inserida sobre cada critério estabelecido,
ou seja: o conteúdo, a apresentação escrita segundo as normas desse regulamento, a
apresentação oral e a argumentação, cuja média final dos examinadores indicará à banca a
tomada de decisão para o modo de aprovação do candidato.

Art 38º. Será considerado aprovado o educando que obtiver no mínimo a nota 6(cinco) no
resultado final da avaliação da banca.
201

Art 39º.Ao modo de aprovação, cabe à banca examinadora decidir: a) pela aprovação do
TCC; com láurea. Destaque: originalidade, articulação verbal e oral notável e reconhecida.
b) pela aprovação do TCC sem correções; c) pela aprovação do TCC com correções. d)
pela reformulação com nova apresentação ou e) pela reprovação.

Art 40º. Ao candidato cuja decisão da banca for pela “aprovação com correções do TCC”,
este deverá efetuá-las em um prazo de 10 dias, entregar uma versão encadernada ao
orientador para devida conferência, o qual fará seguir os trâmites junto à Coordenação de
TCC.

Art 41º.Ao candidato cuja decisão da banca for pela “reformulação do TCC e nova
apresentação”, este direito se fará pelo cumprimento das reformulações sugeridas, num
prazo a ser estipulado pelo orientador e os membros da banca, juntamente com a
Coordenação de TCC.

Art 42º.Ao educando que não atingir a nota média 6 (seis) nos critérios “conteúdo,
apresentação escrita, apresentação oral e argumentação” na segunda versão, significará a
sua reprovação.

Art 43º. É de responsabilidade do professor orientador entregar, acompanhar e averiguar as


possíveis solicitações das correções exigidas pela banca examinadora.

Art 44º.A Ata de Avaliação Final do TCC (três vias) deverá ser entregue pela Coordenação
de TCC ao professor orientador, que será o presidente da mesa, no início das atividades da
apresentação e devolvida a ela (Coordenação de TCC), ao final da apresentação,
devidamente assinado, preenchido e com a nota final que deverá ser devidamente
preenchidas e assinadas e arquivada no dossiê do aluno.

DO COORDENADOR DE TCC
Art 45º. O Coordenador Adjunto de Trabalho de Curso deve ter formação pertinente com o
curso e titulação, no mínimo, de especialista estar trabalhando com a disciplina vinculada
o projeto de pesquisa e/ou TCC e ter competências e habilidades voltadas para a pesquisa,
202

metodologia do trabalho científico e para as normas técnicas da Associação Brasileira de


Normas Técnicas, comprovadas a partir de sua formação e/ou atuação.

Art 46º. Caberá ao Coordenador Adjunto de Trabalho de Curso:

Parágrafo Primeiro - identificar entre os docentes do curso as áreas de atuação,


formação e disponibilidade para orientação, sistematizando em áreas e linhas de
pesquisas estabelecidas para a orientação dos trabalhos de conclusão de curso;

Parágrafo Segundo - Sistematizar e socializar os temas propostos pelos educandos


aos professores prováveis pelas orientações, como parte de definição prévia de
orientadores.

Parágrafo Terceiro - Divulgar aos orientandos o Regimento e Estruturação do


Trabalho de Conclusão de Curso;

Parágrafo Quarto - Supervisionar e fazer cumprir os cronogramas das atividades


dos Trabalhos de Conclusão de Curso junto a orientador e orientando.

Parágrafo Quinto - Gerenciar a manutenção do arquivo de documentos de


acompanhamento dos trabalhos dos acadêmicos;

Parágrafo sexto - Acompanhar a orientação dos educandos, por meio de reuniões,


nas diversas fases de desenvolvimento da pesquisa até a sua apresentação perante a
banca;

Parágrafo sétimo - Sistematizar e arquivar as Cartas de Aceite de professores


orientadores;

Parágrafo sétimo - Acompanhar atividades de orientação dos trabalhos de


conclusão de curso junto aos professores orientadores e orientandos;

Parágrafo oitavo - Elaborar e acompanhar fichas de frequência das orientações do


Trabalho de Curso;
203

Parágrafo nono - Coordenar as atividades de contatos e entregas de Cartas Convite


e versão final de TCC para membros integrantes da banca examinadora;

Parágrafo décimo - Orientar e dar suporte às bancas de avaliação dos Trabalhos de


Conclusão de Curso, articulando junto à administração da UnU, o espaço físico e
instrumentos necessários à apresentação do TCC;

Parágrafo décimo primeiro - Responsabilizar-se pela elaboração e entrega das


declarações de participação de bancas aos professores convidados e das declarações
de orientação aos professores responsáveis, devidamente assinados pelo
Coordenador do Curso. Caso haja impossibilidade deste, serão assinadas as
declarações de participação em banca pelo Professor Orientador ou pela direção da
UnU ou pela Coordenação de TCC, ou então, pelo responsável pela Secretaria
Acadêmica;

Parágrafo décimo segundo - Responsabilizar-se pelo recebimento da Ata de


Avaliação Final do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e pelo registro junto à
Secretaria Acadêmica da UnU,

Parágrafo décimo terceiro - Receber e documentar a versão do TCC aprovada e


encaminhar o TCC (em arquivo digital - PDF) à administração da Biblioteca da
UnU para devida catalogação, controle e exposição.

Do professor – orientador do TC
Art. 47º.O Professor Orientador de Trabalho de Curso será indicado pelo acadêmico
observando a lista de professores orientadores e as linhas de pesquisa; Parágrafo Único. Na
hipótese do acadêmico não encontrar Professor Orientador para assumir sua orientação,
este será sugerido pela Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso ou Coordenação de
Curso.
204

Art. 48º. O Professor Orientador terá que atender aos seguintes requisitos: I. possuir
formação e ou experiência na área da orientação; II. possuir titulação mínima de
especialista; III. compor o quadro docente da Unidade ou UEG.

Art. 49º. São atribuições do Professor Orientador: I. orientar os trabalhos de curso dentro
das normas estabelecidas pela ABNT e da regulamentação de curso; II. cumprir as datas
determinadas pela Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso; III. registrar, em fichas de
frequência de orientação, os encontros com o orientando; IV. comparecer à apresentação
de seu orientando; V. entregar carta de aceite do seu orientado para defesa, ao coordenador
adjunto; VI. conferir se as alterações sugeridas por ele ou pela Banca Examinadora foram
realizadas pelo orientando na versão final do Trabalho de Curso.

Art. 50º. O Trabalho de Curso é uma atividade de natureza acadêmico-científica, portanto


o tempo destinado à orientação deverá ser considerado atividade de ensino.

Art. 51º.A substituição do Professor Orientador será permitida apenas em casos


excepcionais, após a análise da Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso e estabelecida
no regulamento do Curso.

Art. 52º. O Professor Orientador poderá orientar até 4(quatro) projetos em cada ano. Os
casos excepcionais devem ser avaliados e deferidos no Colegiado do Curso.

DO ORIENTANDO

Art. 53º. Caberá ao orientando:

Parágrafo Primeiro - o orientando tem a obrigação de conhecer a regulamentação


vigente, cuja responsabilidade de fazer chegar ao conhecimento do educando cabe à
Coordenação de TCC juntamente com a Coordenação do Curso, assim como
professores das disciplinas de Trabalhos de Conclusão de Curso e do orientador;
205

Parágrafo segundo- indicar, entre os docentes disponibilizados para orientação, o


Professor Orientador e informar à Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso ou a
Coordenação de Curso;

Parágrafo terceiro - responsabilizar pelo levantamento de bibliografias que será


utilizada no TC;

Parágrafo quarto- cumprir os prazos estabelecidos pela Coordenação Adjunta de


Trabalho de Curso;

Parágrafo quinto - entregar a versão final do Trabalho de Curso conforme


calendário previamente definido;

Parágrafo sexto - cumprir as normas estabelecidas para a execução e apresentação


do Trabalho de Curso, bem como todos os documentos exigidos;

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS


Art. 54º.A aprovação final deste regulamento fica condicionada ao parecer do Conselho
Acadêmico.

Art. 55º.Os critérios acima definidos, assim como os anexos, deverão ser incluídos no
Pedagógico da CâmpusFormosa.

Art. 56º. Este Regulamento só pode ser alterado pela maioria absoluta dos Professores do
Curso de Geografia da Universidade Estadual de Goiás, Câmpus Formosa em sessão
colegiada, competindo a este dirimir dúvidas referentes à interpretação deste regulamento,
bem como suprir as suas lacunas, expedindo os atos complementares que se fizerem
necessários sendo revogados todos as disposições contrárias.

Art. 58º. As ocorrências imprevistas neste regimento deverão ser administradas pela
Colegiado do Curso.
206

21.7 Regulamento para o Estágio do curso de Licenciatura em Geogafia

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

CAMPUS DE FORMOSA

CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA

Estágio Supervisionado em Geografia

O ESTÁGIO NO ENSINO FUNDAMENTAL NAS ESCOLAS


DO MUNICÍPIO DE FORMOSA

Formosa - Goiás

2015

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

CAMPUS DE FORMOSA

CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA

Estágio Supervisionado em Geografia


207

ESTÁGIO NOENSINO FUNDAMENTAL NAS ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE


FORMOSA

Projeto prepositivo e, de ação docente


apresentado às escolas de Ensino
Fundamental do município de Formosa como
proposta para efetivar o estágio. Elaboração:
Francilane Eulália de Souza

Formosa - Goiás

2015

ENVOLVIDOS NO ESTÁGIO

Professores supervisores do estágio:


208

Professores das escolas campo

Discentes Estagiários do 3° ano de Geografia

Discentes das escolas campo

APRESENTAÇÃO

O parecer 109/2002 do Conselho Nacional de Educação e do Conselho de Ensino


Superior destacaram, em um primeiro momento, que o Estágio Curricular Supervisionado
é o “momento de capacitação em serviços que deverá ocorrer em unidades escolares”. Esse
terá duração de 400 horas-aula (RES. CNE/CP 2/200).Entretanto, nos cursos de formação
de professores, esse é mais que um momento de capacitação, pois é acima de tudo é um
momento privilegiado de ação e reflexão sobre o saber docente.
Nos projetos dos cursos de Geografia da Universidade Estadual de Goiás, a
pesquisa no estágio supervisionado éreferida como elemento importante na execução do
Estágio Supervisionado. Nesse,as fases de observação, semi-regência e regência poderão
ser realizadas por meio de projeto de pesquisa. Dessa forma, o estágio em Geografia do 4°
ano de Geografia será executado a partir da pesquisa propositiva com ação docente.
Nessa perspectiva, devemos analisar o contexto sócio-espacial que motivou as
mudanças que vem ocorrendo no Estágio, dentre elas a pesquisa. Andrade (1994) destaca
que, devido às transformações ocorridas na década de 1970, como o fim da disputa de dois
sistemas econômicos ligados a duas superpotências (EUA e a ex-URSS), a queda do muro
de Berlim, a intensificação do neoliberalismo das grandes empresas e grupos econômicos,
a intensificação da dependência ao mundo tecnológico, a mundialização e a fragmentação
econômica que intensificou as desigualdades sociais, fez com que o século XXI fosse
antecipado.
Na verdade o que se percebe é que estes acontecimentos estavam sinalizando as
características sociais e econômicas do século XXI. Nessa perspectiva, Rosa (2006)
209

analisando as transformações na cultura, no trabalho, na sociedade e na ciência no século


XX, aponta que no Brasil “novas tarefas passam a se colocar à escola”.
Ribas (2001) destaca ainda que nesse século a escola passa por um processo de
crise, seja ele ligado ao descaso dos governantes com a ausência de recursos suficientes
para garantir a qualidade do ensino ou na fragilidade da formação dos professores. Nessa
perspectiva, Rosa (2006, p. 18) destaca que “se as transformações sociais implicam em
mudanças na educação e na escola, novas tarefas, igualmente, se apresentam para os
docentes”.
Analisando a fragilidade na formação docente, Pimenta e Lima (2005) destacam os
currículos de formação com suas disciplinas isoladas, a imitação de modelos sem uma
análise critica dos mesmos, a dissociação entre teoria e prática, a prática pela prática sem a
devida reflexão que, segundo a autora, em muitos casos se caracterizam em preenchimento
de fichas de observação, diagramas e fluxogramas.
Assim, na perspectiva de repensar e mudar a formação docente, a pesquisa aparece
como um método importante na concepção de vários autores como Pimenta e Lima (2005),
Gauthier (1998) e Demo (2005).
Demo (2005) destaca que uma questão fundamental é tornar a pesquisa o ambiente
didático cotidiano, no professor e no aluno. Pimenta e Lima (2005) reforçam a tese e
aponta que a pesquisa deve começar na formação dos futuros professores. Gauthier (1998)
aponta a pesquisa sobre o saber da ação pedagógica para o aperfeiçoamento da prática
docente.
As escolas campo também vêm apontando as dificuldades de trabalhar com alunos
estagiários advindos dos cursos de formação ainda pouco reflexivos. Assim, é comum a
falta de tempo e de disposição para responder as várias fichas e para lidar com o
despreparo dos alunos estagiários para executar a docência em sala de aula. É comum
também as escolas pedirem mudanças nas práticas docentes que os estagiários realizam nas
escolas campo, pois elas querem mais envolvimento dos alunos estagiários e professores
supervisores
Nessa perspectiva, o objetivo do estágio, a partir da pesquisa, é ampliar as reflexões
no estágio de forma a estimular a prática da pesquisa no ensino e efetivar o envolvimento
do aluno estagiário com a escola campo, o que lhe permitirá conhecer e refletir melhor
sobre a docência.
Considerando que as escolas campo do município de Formosa vêm solicitando uma
participação mais efetiva dos alunos estagiários e professores supervisores no processo de
210

ensino-aprendizagem, esse projeto, que propõe pesquisa por meio da ação docente, pode
estabelecer possibilidades para sanar os anseios tanto das escolas campo do município de
Formosa, como para consolidar uma formação docente mais reflexiva.
Nesse contexto, as fases de observação, semi-regência e regência serão executadas a partir
do projeto de pesquisa propositivo e de ação docente e não de forma estanque, separada
dessas fases, pois essa pesquisa será o todo do estágio e não parte dele.
Consideramos, também, que esse projeto é propositivo em função das propostas de
pesquisa-ação, que serão apresentadas e avaliadas pelos professores envolvidos no estágio
no momento da observação. Assim, essa proposta de ação será avaliada por todos os
sujeitos envolvidos no estágio, principalmente, pelo professor da escola campo. Também,
consideramos esse um projeto de ação docente porque os alunos estagiários executarão as
ações propostas no projeto, principalmente por meioda regência.
Por fim, a consolidação do estágio permitirá uma ampliação das reflexões sobre os
saberes pedagógicos necessários a formação de cidadãos crítico-reflexivos e sobre o papel
do professor na sociedade contemporânea.

OBJETIVOS

Objetivo Geral

Proporcionar aos alunos estagiários experienciar a docência a partir das pesquisas ligadas a
proposição e ação docente, voltadas para a geografia escolar realizadas nas escolas campo
do município de Formosa.

Objetivos Específicos

 Conhecer a estrutura e o funcionamento das escolas campo do município de


Formosa;
 Entender o cotidiano da escola campo de execução do estágio;
 Investigar e analisar as principais dificuldades de aprendizagem,
(competências e habilidades) no ensino fundamental, ligados a Geografia escolar
como: conteúdo, metodologias, recursos metodológicos, etc.;
211

 Analisar, juntamente com os professores, as principais metodologias de


ensino-aprendizagem que possam contribuir para solucionar as dificuldades de
aprendizagem;
 Elaborar e executar as metodologias, a partir do projeto, para
minimizardificuldades de aprendizagem dos alunos do ensino fundamental;
 Avaliar os resultados da pesquisa utilizada na escola campo;

METODOLOGIA DA PESQUISA NA ESCOLA CAMPO

Para a execução da pesquisa nas escolas do Ensino Fundamental, do município de


Formosa, será necessária a fase de escolha e diagnóstico das escola campo. Nessa fase os
alunos estagiários irão conhecer o lócus da experimentação pedagógica, momento
importante considerando que esse é um projeto de ação e proposição docente. Ainda é
nesse momento que o aluno produzirá a caracterização da escola estagiada.
Outra fase será a observação do cotidiano da sala de aula, com análise e
levantamento do tema da pesquisa, que será executada a partir do projeto de proposição e
ação docente pelos alunos estagiários do curso de Geografia, da Universidade Estadual de
Goiás- UnU Formosa.
Essa fase constitui em analisar e apontar o objeto de pesquisa, a partir da
verificação de um problema, e, também, as metodologias que podem contribuir para
minimizar as dificuldades de aprendizagem dos alunos da escola campo. Esse momento
será em conjunto com os professores das escolas, assim, nessa fase, será necessário o
empenho do aluno estagiário junto ao professor para a realização do diagnóstico do objeto
de pesquisa e das principais metodologias que contribuirão para a realização da mesma.
Posteriormente serão elencados, juntamente com os professores do Ensino
Fundamnetal, as metodologias que irão contribuir para a ação na pesquisa. Desta forma,
faz-se necessário uma análise em conjunto entre professores e alunos para apontar as
principais metodologias que possam contribuir para a aprendizagem do alunado das
escolas campo.
Levantados os principais métodos e metodologias de ensino-aprendizagem, que
possam contribuir para solucionar as dificuldades e o problema levantado na pesquisa, os
alunos estagiários irão elaborar e executar, sob a orientação do professor do estágio, um
projeto com as proposições de ações docentes para a consolidação da pesquisa.
212

Os projetos de pesquisa propositiva e de ação docente devem assim conter:

1 – Título
2 – Introdução
3 – Objetivos
4 – Formulações do Problema
5 – Fundamentações teóricas
6 _ Metodologia
7 – Características e localização da área de pesquisa (escola)
8 – Cronogramas das ações
9 _ Bibliografias usadas para execução das proposições
10 _ Referências

Título

De acordo com Pessoa (2005)o título é a nominação da pesquisa. Sendo que Geralmente,
um trabalho apresenta um título geral e um título técnico que aparece como subtítulo.
Ainda, “se a pesquisa se realizar em determinado espaço (geográfico) e período
(cronológico), estes devem constar do título” (SEVERINO, 2000, p.128 apud PESSOA,
2005, p.1).

Introdução

De acordo com Pessoa (2005) a introdução conduz o leitor ao assunto ou problema que deu
origem à pesquisa, o que proporciona uma visão geral do trabalho a ser realizado. Nela
pode constar: a) breve histórico sobre o assunto; b) objetivo(s); c) justificativa do projeto;
d) pequena revisão de literatura, se não houver um item separado para as letras b, c, e d.

Formulação do Problema
O ponto de partida para a pesquisa é a formulação do problema. Assim, esse deve ser o
primeiro item a ser executado no projeto. Ao se propor o problema, este deve ser
“empírico, suscetível de solução e estar compatível com os meios disponíveis na escola
campo para não se criar uma expectativa, além daquilo que se deseja investigar”
213

(SEVERINO, 2000, p.128 apud Pessoa 2005, p. 4). Nessa pesquisa a formulação do
problema será juntamente com o professor do Ensino Fundamental da escola campo.

Objetivos

Os objetivos é o que se quer alcançar com a pesquisa e quais são os resultados esperados.
Dessa forma, os objetivos dividem-se em:

a) Objetivo Geral que apresenta o contexto mais amplo e abrangente da


pesquisa.

b) Objetivos Específicos que apresentam o detalhamento do problema a ser


estudado.

Fundamentação teórica
Depois de levantada os métodos e às metodologias, chega o momento em que o estagiário
pesquisador deve procurar conhecer o que já foi produzido sobre os mesmos, o que deve
ser realizado através de um rigoroso levantamento bibliográfico. Assim Pessoa (2005)
destaca que a leitura é de fundamental importância nesta etapa porque vai definir o quadro
teórico que permitirá o desenvolvimento da pesquisa.

Metodologia
Após o aluno estagiário, juntamente com o professor da escola campo, ter caracterizado o
“objeto de sua pesquisa”, ele deve apontar o “caminho” a ser percorrido na pesquisa. Nesta
etapa, serão delineados os procedimentos (métodos) e as técnicas (materiais) a serem
seguidos para a execução da pesquisa propositiva.
Assim, destaca-se que dentre os métodos, para as proposições, os estagiários podem
escolher as oficinas, os trabalhos de campo, mini-cursos, trabalho individual, dentre outras.

Características e localização da área de pesquisa

A localização, a delimitação e a caracterização da área, e também uma justificativa da


escolha daquele local, são elementos importantes para auxiliar na compreensão do
problema que originou a pesquisa. É também, importante na fase de execução da pesquisa,
pois o aluno estagiário necessitara conhecer a escola campo para uma execução qualitativa.
214

Considerando que este é um projeto de estágio, essa fase também é de suma importância
para consolidar a experiência e vivência na escola campo.
Cronograma das ações

Nesse item constarão as atividades que serão realizadas com a delimitação do tempo,
inicial e final, da pesquisa. Esse cronograma pode ser organizado de forma mensal,
bimestral. A sugestão apresentada, no anexo A, tem por objetivo auxiliar o pesquisador na
organização de seu cronograma.

Bibliografias usadas para execução das proposições

Depois de levantado o problema, o aluno, juntamente com o professor supervisor, deverá


levantar e analisar as bibliografias que podem ser utilizadas para a execução da pesquisa
propositiva.

Referências

De acordo com Pessoa (2005, p. 5) as referências correspondem à relação das


fontes utilizadas para a elaboração do projeto: livros, revistas científicas, jornais, revistas,
vídeos, documentos eletrônicos, (CD-ROM...).

EXECUÇÃO E APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DO ESTÁGIO

O projeto do estágio será executado, conforme o projeto elaborado pelo aluno


estagiário em conformidade com a avaliação do professor da escola campo e do professor
supervisor. Assim, ao finalizar a confecção do projeto, o aluno estagiário deve iniciar a
execução do mesmo sendo que sua finalização resultará em um ARTIGO (mínimo de 10
páginas) constando a seguinte estrutura:
Parte pré-textual
a) Titulo;
a) Nome e apresentação das credenciais do autor;
b) Resumo;
c) 3 palavras chave;
Parte textual
215

a) Introdução
b) Desenvolvimento
c) Conclusões e/ou recomendações
Parte pós-textual
a) Referências

Assim, na composição da parte textual do artigo deve conter:


Parte textual

a) Introdução
A introdução deve constar, dentre outros elementos, o objetivo geral, as
principais metodologias e resumo dos resultados (máximo de 2 páginas)

b) Desenvolvimento
No desenvolvimento deve constar:
 Apresentação da escola (pode utilizar a do projeto),
 Metodologia utilizada (Desde que a metodologia do projeto tenha sido aplicada a
mesma poderá ser utilizada mas, é necessário mudar o tempo verbal para o passado)
 Referencial teórico que embasou a execução da pesquisa (usar o que esta no
projeto)
 Resultados da pesquisa, destacando se os resultados foram alcançados e caso seja
necessário o estagiário poderá fazer recomendações.

Parte pós-textual

 Referências das citações diretas e indiretas seguindo as normas atualizadas


da ABNT

Orientação da apresentação do Artigo

Tamanho do artigo: mínimo de 10 páginas.


Letra: tamanho 12, Arial
216

Espaço: 1,5
Margens: superior 3 cm, inferior 2 cm, esquerda 3 cm, direita 2 cm.
Titulo: Centralizado e negrito
Autor: centralizado itálico
Obs: Credenciais do autor em nota de rodapé

TERMOS PARA A REALIZAÇÃO DA PESQUISA

Para que a pesquisa seja realizada de forma qualitativa é importante que:

 A execução das propostas, destacadas através da pesquisa, sejam uma atividade de


regência, assim alunos estagiários executarão as aulas programadas na docência dos
professores do ensino fundamental aplicando os métodos e metodologias alencadas no
projeto;

 É necessário o envolvimento dos professores do ensino fundamental, alunos


estagiários e professores supervisores para a realização da pesquisa;

 Os alunos estagiários devem elaborar um projeto de pesquisa propositiva que será


avaliado pelo professor da escola campo e pelo professor supervisor de estágio;

 As escolas campo devem garantir a participação dos alunos nas atividades de


execução da pesquisa;

 As escolas campo, os estagiários e professores supervisores discutirão sobre o dia e


hora das atividades propostas;

 A execução, das propostas advindas da pesquisa podem iniciar em abril e terminar


em setembro;

 A aplicação da pesquisa deverá ser realizada com no mínimo 14 horas aula para os
alunos que estiverem em dupla.

 O foco principal da pesquisa será a metodologia.

 Ao termino, o aluno estagiário deverá realizar um artigo sobre os resultados da


PESQUISA.

REFERÊNCIAS
217

ANDRADE, M. C. de. Geografia rural: questões teórico -metodologicas e


técnicas In: ___. Mesas redondas – XII Encontro Nacional de geografia
agrária. Águas de São Pedro – SP, dez. de 1994: 52 -57.

BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Parecer CP nº 109, de 13 de março de 2002.


_______Conselho Nacional de Educação. Resolução CP nº 02, de 19 de fevereiro de
2002.

DEMO, P. Educar pela pesquisa . Campinas: Autores associados, 2005.


GAUTHIER, C. ET ALL. Por uma teoria da pedagogia: pesquisas
contemporâneas sobre o saber docente . Rio Grande do sul: ed. Unijui,
1998. P. 13-37.

PESSOA, v. l. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos: material para fins


didáticos. Uberlândia. 2005. 134p (não publicado)

PIMENTA, S. G. LIMA, M. S. L. Estágio diferentes concepções. In:


___Estágio e docência. São Paulo: Cortez Ed., 2004. p. 31 -59.

RIBAS, H. M. A educação em um co ntexto de mudanças. In___:


Construindo a competência . São Paulo: Olho D’Água, 2001. p 17 -46.

ROSA, D. E. G. Formação de Professores: concepções e práticas. In:


___CAVALCANITI, L (Org.). Formação de professores: Concepções e
Práticas em Geografia. Goiânia: E.V, 2006

SEVERINO, Antonio J. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. ver. ampl. São Paulo:
Cortez, 2000.
218

ANEXO A: Sugestão de alteração ou complementação no projeto

OBJETIVOS

METODOLOGIA DA PESQUISA NA ESCOLA CAMPO

TERMOS PARA A REALIZAÇÃO DA PESQUISA

____________________________________

Assinatura do professor da escola campo

ANEXO 2
219

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO


EM LICENCIATURA EM GEOGRAFIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE
GOIÁS-CAMPUS DE FORMOSA

CAPÍTULO I

DA CONCEPÇÃO, DA FINALIDADE E DOS OBJETIVOS

Art. 1º O Estágio Supervisionado é o ato educativo de formação profissional desenvolvido


no ambiente de trabalho articulado às outras atividades realizadas na UEG.

Art. 2º O Estágio Supervisionado submete-se às determinações contidas na legislação


federal, à Diretrizes Curriculares Nacionais dos Curso de Geografia e ao Regimento Geral
da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e demais regulamentações específicas.

Art. 3º O Estágio Supervisionado se divide em Estágio Curricular Supervisionado


Obrigatório e Estágio Supervisionado Não-Obrigatório).

§ 1º O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório é definido no PPC do Curso de


Geografia como pré-requisito para a integralização curricular.

§ 2º O Estágio Supervisionado Não-Obrigatório é aquele constituído de atividade


acadêmica não-curricular, opcional, complementar e de natureza formativa prevista no PPC
de Geografia, de integralização não obrigatória, cuja atividade será acrescida à carga
horária regular obrigatória e constará no histórico escolar do egresso

Art. 4º A concepção do Estágio Supervisionado da UEG, logo do curso de Geografia


alinha-se a três dimensões da formação: crítica, reflexiva e investigativa.

§ 1º A dimensão reflexiva constitui-se da reflexão sobre a ação e contempla as experiências


vinculadas ao ambiente de trabalho, aos conceitos e às teorias, base dessa formação.

§ 2º A dimensão crítica reflete os aspectos micro e macro do processo formativo.

I – micro, pois compreende o processo do ensino, da aprendizagem e dos conteúdos;

II – macro infere a reflexão sobre os princípios éticos e políticos subjacentes ao ensino e


prepara o estagiário para o mundo do trabalho.
220

§ 3º A dimensão investigativa vincula-se à perspectiva de aprendizagem a partir de


atividades de investigação e pesquisa.

Art. 5º O Estágio Supervisionado no curso de Geografia é uma prática pedagógica que


objetiva implementar a concepção crítica, reflexiva e investigativa resultando em
produções acadêmicas orientadas pelos princípios da pesquisa como ato educativo.

Art. 6º O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório é componente curricular que se


constitui como atividade acadêmica integrante do Projetos Pedagógicos do Curso de
Geografia, entendido como uma atividade constitutiva do conhecimento teórico por meio
do diálogo coletivo, reflexivo e pela interferência substantiva na realidade experimentada
no campo de estágio.

Art. 7º O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório no curso de Geografia constitui-se


como síntese estruturante do processo de formação profissional e articulador dos demais
componentes curriculares.

Art. 8º São objetivos do Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório do curso de


Geofrafia na UEG campus Formosa:

I. permitir o desenvolvimento de habilidades técnico-científicas visando à melhor


qualificação do futuro profissional por meio da aprendizagem de conhecimentos e de
saberes tendo em vista uma formação complexa, diversificada, crítica e propositiva em
relação ao mundo do trabalho;

II. propiciar condições para a aquisição de maiores conhecimentos e experiências que


contribuam para a formação profissional;

III. capacitar para as atividades de investigação, pesquisa, análise ligada ao ensino


aprendizagem e intervenção na realidade escolar;

IV. subsidiar o colegiado do curso de Geogrfia com dados, análises e conhecimentos que
visem a melhoria da formação profissional;

V. promover a aproximação entre o curso de Geografia da UEG Câmpus Formosa, os


campos de estágio e a sociedade;

VI. fortalecer os campos de estágio como espaços formativos;

VII. articular teoria e prática no processo de formação humana e profissional.


221

CAPÍTULO II

DA CARACTERIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Art. 9 O Estágio Supervisionado é caracterizado por:

I. etapa em que o estagiário vivencia e integra os diferentes saberes da formação


profissional e humana no mundo do trabalho;

II. vivência ocorrida no âmbito do estágio que possibilite ao estagiário uma reflexão
contínua sobre a ação no campo da prática profissional;

III. reflexão sobre os processos de ensino-aprendizagem, seus conteúdos e os princípios


éticos e políticos da formação profissional;

IV. oportunidade de aproximação do estagiário com sua realidade de atuação profissional;

V. investigação e pesquisa como fundamentos constitutivos da formação do estagiário;

VI. aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos ao longo da formação profissional em


benefício da sociedade considerando seus aspectos local, regional e nacional.

Art. 10 A carga horária mínima a ser cumprida pelo estagiário no Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório em Geografia é de 400 horas sendo 200 horas no 3° ano e 200
horas no 4° ano (RES. CNE/CP 2/2002).

.CAPÍTULO III

DAS PARTES, DAS RESPONSABILIDADES E DOS CONVÊNIOS

Art. 11 Constituem-se partes integrantes do estágio a UEG, os campos de estágio e os


estagiários.

§ 1º A Universidade Estadual de Goiás é a instituição de ensino superior responsável pela


formação profissional e humana dos estagiários.

§ 2º Os campos de estágio são as partes concedentes do estágio e constituem-se em espaços


institucionais públicos, privados e organizações não-governamentais que contemplem os
requisitos indispensáveis para uma complementação educacional compatível com as
necessidades da formação profissional.

I - Os campos de estágio são as escolas situadas em formosa que ofertam o ensino


fundamental (6° ao 9° ano) e do ensino médio que tem como características a qualidade, a
complexidade e a pluralidade de ação.
222

§ 3º O estagiário é o discente matriculado no curso de graduação em Geografia da UEG


Campus Formosa e no componente Estágio Curricular Supervisionado segundo as
características definidas no PPC e vinculado ao campo de estágio por meio do termo de
compromisso.

Art. 12 São responsabilidades das partes integrantes do Estágio Supervisionado:

I. da UEG:

a) celebrar termo de compromisso entre a UEG, o campo de estágio e o estagiário;

b) garantir o professor orientador de estágio;

c) contratar seguro contra acidentes pessoais em favor do estagiário e do professor


orientador da UEG;

d) disponibilizar condições para deslocamento do professor orientador e do coordenador


adjunto de estágio entre o câmpus da UEG e o campo de estágio;

e) conceder bolsas para os estagiários dos cursos de licenciatura, conforme critérios


definidos pela UEG;

f) arquivar os documentos comprobatórios da realização do estágio conforme política

de arquivamento da instituição, a saber: o termo de compromisso; comprovação de

frequência e de avaliações no estágio; e outros documentos e outros documentos que se


fizerem necessários a realização do estágio.

g) garantir infraestrutura física para a realização das atividades no câmpus;

II. do campo de estágio:

a) celebrar e zelar pelo cumprimento do termo de compromisso de estágio com a UEG e o


estagiário;

b) possuir infraestrutura que proporcione condições para o estagiário desenvolver


atividades de aprendizagem social, profissional e cultural;

c) indicar profissional supervisor do quadro pessoal, com formação ou experiência na área


de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário;

d) participar da supervisão e da avaliação do estágio realizadas pela UEG;

e) validar documentação que comprove a relação de estágio entre as partes;


223

f) assumir as responsabilidades e implementar às determinações da legislação relacionada à


saúde e à segurança no trabalho;

III. dos estagiários:

a) matricular-se no componente Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório

b) celebrar termo de compromisso entre a UEG e o campo de estágio;

c) cumprir a legislação vigente e o disposto neste regulamento.

Art. 13 Caberá à UEG a celebração de convênios com entes públicos, privados e


organizações não-governamentais com vistas à garantia da institucionalização das ações
voltadas para a formação profissional dos estagiários.

CAPÍTULO IV

DA SUPERVISÃO E DA ORIENTAÇÃO

DO ESTÁGIO SUPE\RVISIONADO

Art. 14 A supervisão de Estágio Supervisionado é o processo que tem por objetivo o


desenvolvimento humano e profissional do estagiário, com base nos conhecimentos
teóricos e científicos que devem ser confrontados com os resultados experimentados nas
práticas, reformulados constantemente na sua formação e atuação profissional.

§ 1º A supervisão de Estágio caracteriza-se pelo ato educativo com acompanhamento


efetivo do professor orientador da UEG e pelo profissional supervisor do campo de estágio
e engloba orientação, acompanhamento e avaliação das atividades previamente planejadas
e realizadas pelo estagiário.

Art. 15 A orientação de Estágio Supervisionado é uma atividade de ensino teórico-prático,


constituída por ações de planejamento, sistematização, avaliação, investigação e reflexão
contínua da formação humana e profissional . Essa será realizada na Disciplina de Prática
Docente com suas ações previamente estabelecida no Plano de Ensino de Estágio.

§ 1º A orientação de Estágio Supervisionado caracteriza-se por momentos de orientação e


de discussão individual e coletiva que valorizem as diferentes experiências vivenciadas
pelo estagiário e promovam sua partilha tendo em vista uma formação mais complexa e
diversificada em relação ao mundo do trabalho.
224

§ 2º A orientação ancora-se na investigação teórico-prática e na reflexão do papel do


estágio na formação humana e profissional e pressupõe a institucionalidade do processo
que resulta em produções que sistematizem o conhecimento adquirido na experiência de
formação humana e profissional no campo de estágio.

§ 3º A orientação de Estágio Supervisionado caracteriza-se por ações presenciais e não


presenciais previstas PPC e no regulamento de estágio do curso.

I – as presenciais são aquelas atividades realizadas pelo professor orientador na presença


física do estagiário;

II – as não presenciais são aquelas atividades realizadas pelo professor orientador sem a
presença física do estagiário

CAPÍTULO V

DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR ADJUNTO, DO


PROFESSOR ORIENTADOR E DO PROFISSIONAL SUPERVISOR

Art. 16 A coordenação adjunta de estágio é uma função criada no âmbito do câmpus ou do


curso de graduação, observadas as diretrizes e normas definidas pela UEG.

§ 1º O coordenador adjunto de estágio é o docente da UEG responsável pela coordenação


do Estágio Supervisionado.

§ 2º O coordenador adjunto de estágio deve possuir formação específica e/ou experiência


comprovada que o habilite para o exercício da função, assim como ter disponibilidade de
tempo para a execução das atividades a ela inerentes;

§ 3º No caso de o coordenador adjunto não possuir a formação específica e/ou experiência


comprovada na área de estágio, o seu plano de trabalho deve contemplar ainda o
desenvolvimento de atividades de formação, investigação e/ou publicação na área de
formação do curso e do estágio;

§ 4º Constituem-se em critérios para o exercício da função de coordenador adjunto de


estágio:

I – ser eleito pelos pares dentre os professores orientadores de estágio supervisionado do


curso ou do câmpus;
225

II – pertencer, preferencialmente, ao quadro efetivo da instituição;

III – ser integrante de grupo ou de núcleo de estudos e pesquisas em estágio;

IV – na inexistência das condições estabelecidas no inciso anterior, o coordenador adjunto


de estágio deverá, ao assumir a função, apresentar em seu plano de trabalho ações que
garantam o desenvolvimento de atividades de formação, investigação e/ou publicação na
área de formação da sua coordenação.

Art. 17 São atribuições do coordenador adjunto de estágio:

I – zelar pelo cumprimento da legislação federal e estadual e das normas institucionais


relativas ao Estágio Supervisionado ligado ao curso de Licenciatura em Geografia;

II – atender às exigências da categoria profissional de formação do(s) curso(s), quando for


o caso;

III – apresentar o plano de trabalho semestral em que distribua a sua carga horária semanal
dentro de um cronograma de atividades presenciais a ser cumprida na UEG e no campo de
estágio;

IV – promover o planejamento integrado das atividades do estágio com os professores


orientadores e, se possível, com os profissionais supervisores do campo de estágio na
semana de planejamento do(s) curso(s);

V – acompanhar e propor modificações na política e na regulamentação de Estágio


Supervisionado da UEG;

VI – Coordenar os professores orientadores de estágio do(s) curso(s) na elaboração

coletiva e na atualização do Regulamento de Estágio do(s) Curso(s), bem como


encaminhá-lo para a apreciação e aprovação do(s) colegiado(s) do(s) curso(s);

VII – coordenar, supervisionar e apoiar o trabalho e as atividades dos professores


orientadores e dos estagiários na UEG e nos campos de estágio;

VIII – promover reuniões, palestras, seminários e outras atividades que contribuam para a
integração do trabalho dos professores orientadores com os demais docentes do(s) curso(s)
e que favoreçam a interação entre a UEG, os campos de estágio e os estagiários;

IX – promover ações para socializar as experiências do Estágio Supervisionado junto às


comunidades interna e externa da UEG por meio de publicações, eventos e outros meios de
comunicação;
226

X – levantar anualmente e/ou semestralmente os prováveis campos de estágio definindo-os


com os professores orientadores conforme o calendário acadêmico da UEG, com vistas à
celebração de convênios;

XI – responsabilizar-se pelos trâmites necessários à formalização, gestão e cumprimento


dos termos de compromissos;

XII – criar, manter e atualizar arquivo dos documentos comprobatórios da realização do


estágio;

XIII – operacionalizar o uso do seguro dos estagiários em casos de sinistros;

XIV – acompanhar e divulgar os editais internos e externos à UEG, relativos ao estágio e à


formação profissional, bem como gerir essas atividades no âmbito do(s) curso(s).

Art. 18 O professor orientador de estágio é o docente da UEG responsável pelo


desenvolvimento das atividades do Estágio Supervisionado do curso de Graduação em
Licenciatura em Geografia junto aos estagiários.

§ 1º O professor orientador de estágio deve possuir formação específica e/ou experiência


comprovada na área de formação do curso que o habilite para o exercício da função;

§ 2º No caso de o professor orientadornão possuir a formação específica e/ou experiência


comprovada na área de formação do curso, deverá se comprometer a participar de
atividades de formação, investigação e/ou publicação na área de estágio e sua indicação
para a função dependerá da aprovação do colegiado do curso de Geografia;

§ 3º O professor orientador de estágio deverá ter disponibilidade para cumprir carga


horária presencial e não-presencial na UEG campus Formosa e nos campos de estágio
compatível com aquela que lhe for atribuída semanalmente para as atividades de
orientação.

§ 4º Constituem-se em critérios para o exercício da função de professor orientador de


estágio:

I – pertencer, preferencialmente, ao quadro efetivo da instituição;

II – ter disponibilidade para orientar individualmente e ou em grupo, em sistema presencial


e não-presencial, no câmpus da UEG e nos campos de estágio, os estagiários sob sua
orientação, com carga horária compatível com aquela que lhe for atribuída semanalmente
para as atividades de orientação, observadas as especificidades da modalidade do curso.
227

III – integrar grupo ou núcleo de estudos e pesquisas em estágio;

IV – na inexistência das condições estabelecidas no inciso anterior, o professor orientador


de estágio deverá se comprometer a aprofundar seus estudos e a desenvolver pesquisas na
área específica de estágio que irá orientar.

Art. 19 São atribuições do professor orientador no exercício da função de orientação:

I – Elaborar e entregar semestralmente o Plano de Ensino de Estágio ao coordenador


adjunto de estágio que contemple as atividades presencias e não-presenciais em
consonância com a sua carga horária semanal;

II – planejar, acompanhar e avaliar as atividades de estágio do curso em parceria com a


coordenação adjunta de estágio, coordenação do curso, profissional supervisor e estagiário;

III – orientar e manter informados o estagiário e o profissional supervisor sobre os


processos político e pedagógico do estágio supervisionado;

IV – orientar a elaboração do Projeto de Estágio do Estagiário;

V – orientar o estagiário no desenvolvimento das atividades de estágio, de forma presencial


e não presencial, individual e/ou coletiva, realizadas no curso de Graduação em
Licenciatura da UEG Câmpus Formosa e nos campos de estágio;

VI – registrar no sistema acadêmico da UEG as atividades de orientação contemplando os


espaços de formação no câmpus da UEG e nos campos de estágio;

VII – avaliar sistematicamente as atividades desenvolvidas pelo estagiário, considerando o


desempenho acadêmico em todas as fases do processo e a produção resultante de sua
realização;

VIII – receber, avaliar e encaminhar à coordenação adjunta de estágio o termo de


compromisso, os documentos de registro e frequência do estagiário no campo de estágio e
o termo de avaliação final das atividades desenvolvidas pelo estagiário;

IX – participar de reuniões, atividades pedagógicas e de planejamento relativas ao estágio


do curso;

X – participar do levantamento anual dos prováveis campos de estágio com vistas à


celebração de convênios;
228

XI – desenvolver estratégias de formação pedagógicas que possibilitem ao estagiário a


produção científica e/ou acadêmica a partir das experiências vivenciadas no campo de
estágio.

Art. 20 O profissional supervisor de estágio é o responsável pelo acompanhamento das


atividades do estagiário no campo de estágio.

§ 1º O profissional supervisor de estágio deve possuir formação e/ou experiência

que o habilite para o exercício da função.

I - os saberes da experiência, conforme previsto na legislação, habilitam o

profissional do campo ao exercício das atividades de supervisor de estágio, na

ausência de formação profissional acadêmica.

§ 2º Constitui-se critério para o exercício da função de profissional supervisor de

estágio a disponibilidade para orientar, acompanhar e avaliar as atividades do

estagiário nas suas ações de formação profissional no campo de estágio.

Art. 21. São atribuições do profissional supervisor de estágio:

I – cumprir as disposições do termo de compromisso de estágio celebrado com a

UEG e o estagiário;

II – indicar as condições para o estagiário desenvolver atividades de aprendizagem

social, profissional e cultural no campo de estágio;

III – responsabilizar-se pelo acompanhamento e participação na avaliação das

atividades de estágio desenvolvidas pelo estagiário no campo de estágio sob sua

supervisão;

IV – fazer mediação do campo de estágio com a UEG;

V – providenciar e atestar à UEG documento que comprove a realização e a

conclusão das atividades do estagiário no campo de estágio.

CAPÍTULO VI

DOS DIREITOS E DEVERES DO ESTAGIÁRIO


229

Art. 22 Ao estagiário devidamente matriculado no curso de graduação em Licenciatura em


Geografia da UEG é assegurado conforme legislação:

I – um campo de estágio mediante celebração de convênios e/ou termo de compromisso;

II – estar amparado por termo de compromisso entre a UEG e o campo de estágio com
objetivo de garantir a efetivação dos seus direitos e deveres;

III – ter uma jornada de estágio definida previamente em comum acordo com o campo de
estágio, com carga horária não superior a seis horas diárias e a trinta

horas semanais;

IV – um período de recesso de trinta dias a ser gozado, preferencialmente, durante suas


férias escolares sempre que o estágio tiver duração igual ou superior a um ano;

V – a realização do estágio supervisionado em período de férias letivas, observadas as


especificidades das modalidades de ofertas de cursos, desde que prevista no PPC e no
regulamento de estágio do curso;

VI – a participação no estágio não obrigatório, desde que previsto no PPC e no

regulamento de estágio do curso;

VII – a garantia pela UEG ou pelo campo de estágio da oferta de bolsas ou outra forma de
contraprestação que venha a ser acordada conforme definida na legislação de estágio e nas
normas da UEG;

VIII – estar amparado por contratação de seguros pela UEG ou pelo campo de estágio de
acordo com a modalidade, obrigatório ou não-obrigatório.

Art. 23 São direitos do estagiário:

§ 1º No câmpus da UEG:

I – conhecer o Plano de Ensino de Estágio elaborado pelo professor orientador, o


Regulamento de Estágio do Curso e demais normas relativas ao Estágio Supervisionado;

II – ser orientado e acompanhado por um professor orientador de Estágio Supervisionado


no desenvolvimento de suas atividades;

III – ser informado sobre o processo de execução e de avaliação no Estágio


Supervisionado;

IV – ser orientado pelo professor orientador na elaboração do Projeto de Estágio.


230

§ 2º Nos campos de estágio:

I – ter conhecimento sobre os convênios firmados entre os campos de estágio e a UEG;

II – ser acompanhado por um profissional supervisor de Estágio Supervisionado no


desenvolvimento de suas atividades;

III – ser orientado, assistido e avaliado por um professor orientador de Estágio


Supervisionado no desenvolvimento de suas atividades;

IV – ter garantido espaço físico e atividades profissionais, acadêmicas e/ou científicas


pertinentes com a sua formação profissional;

V – ter seu desempenho avaliado pelo professor orientador e pelo profissional supervisor,
em conformidade com o seu Projeto de Estágio e com os critérios definidos no termo de
compromisso;

VI – solicitar mudança de campo de estágio quando as condições previstas no termo

de compromisso, no Projeto de Estágio e nas demais normas não forem disponibilizadas.

Art. 24 São deveres do estagiário:

§ 1º No câmpus da UEG:

I – cumprir as normas estabelecidas para o Estágio Supervisionado;

II – seguir as orientações do professor orientador de Estágio Supervisionado no


desenvolvimento de suas atividades;

III – elaborar e cumprir seu Projeto de Estágio a partir das orientações do professor
orientador e dos documentos que normatizam o estágio no curso;

IV – comparecer aos momentos presenciais de orientação individual e coletiva previstos no


calendário e cronograma do Plano de Ensino do Estágio do professor orientador;

V – providenciar e manter atualizados os documentos exigidos no estágio (termo de


compromisso e outros), bem como as produções acadêmico-científicas e tecnológicas
(Projeto de Estágio, registros de diários de campo, relatórios, produções acadêmicas e
científicas e outros documentos exigidos para o cumprimento das atividades do estágio)
solicitadas e/ou previstas conforme calendário e cronograma estabelecido pelo professor
orientador;
231

VI – participar de eventos acadêmico-científicos e tecnológicos que promovam a


investigação, o debate e a socialização de conhecimentos para a formação humana e
profissional.

VII – registrar no sistema acadêmico da UEG, em locais específicos, as atividades


desenvolvidas no câmpus da UEG e nos campos de estágio.

§ 2º Nos campos de estágio:

I – conhecer e cumprir as normas estabelecidas para o Estágio Supervisionado no

campo de estágio;

II – seguir as orientações do professor orientador e do profissional supervisor;

III – cumprir as atividades previstas em seu Projeto de Estágio;

IV – produzir e/ou preencher a documentação relativa ao desenvolvimento do estágio


definido no Regulamento do Estágio do curso.

CAPÍTULO VII

DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Art. 25 No contexto do Estágio Supervisionado do curso de Licenciatura em Geografia a


avaliação é compreendida de forma mediadora, formativa e somativa devendo ser contínua
e contextual; investigativa e diagnóstica; dinâmica, coletiva e compartilhada; sistemática e
objetiva.

Art. 26 A avaliação do estagiário será realizada a partir da concepção referida no artigo


anterior conforme os parâmetros:

I – contínua e contextual

a) deverão ser considerados no processo de avaliação formal do estagiário seus avanços,


dificuldades e possibilidades identificadas a partir da sua prática;

b) o estagiário será avaliado nos ambientes do estágio por meio do acompanhamento do


professor orientador e do profissional supervisor considerando seu Projeto de Estágio.

II – investigativa e diagnóstica

a) o estagiário será avaliado mediante a sua capacidade de identificar e diagnosticar a


realidade profissional no intuito de refletir, problematizar e propor ações que atendam às
demandas identificadas
232

III – dinâmica, compartilhada, individual e coletiva:

a) a avaliação compreenderá o uso de instrumentos diversificados para as diferentes


ações desenvolvidas, com vistas a contemplar as várias características dos estagiários e
das competências e habilidades necessárias à formação do curso de licenciatura em
Geografia;

b) b) o estagiário será avaliado em diversos momentos coletivos e individuais,


pelo professor orientador, pelo profissional supervisor e por ele mesmo,
contemplando a articulação teoria e prática.

IV – sistemática e objetiva

a) a avalição deverá utilizar de instrumentos formais com critérios previamente definidos,


apresentados, analisados e reformulados pelo processo de mediação entre professor
orientador, profissional supervisor e o estagiário.

§ 1º – a avaliação considerará no curso de Geografia da UEG Campus Formosa:

I – frequência;

II – elaboração do Projeto de Estágio;

III – produção de artigo contendo dentre outros elementos os resultados da ação proposta
no projeto de estágio;

IV – produção, organização e depósito da documentação.

§ 2º – nos campos de estágio:

I – frequência;

II – operacionalização das ações do Projeto de Estágio;

III – produções acadêmico-científicas;

IV – produção, organização e cumprimento de prazo de entrega da documentação.

§ 2º Nos campos de estágio:

I – frequência;

II – operacionalização das ações do Projeto de Estágio;


233

III – as ações realizadas pelo estagiário que resultem em processo de intervenção com
modificações ou transformações no objeto de estudo, quando previstas no Projeto de
Estágio.

Art. 27. Os casos omissos deste Regulamento serão resolvidos pelo Colegiado de Curso.

21.8. Listagem dos livros de formação Geral e específicos

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS


PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
COORDENAÇÃO DE ENSINO
SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS REGIONAIS-SIBRE

RELATÓRIO ESTATÍSTICO MENSAL DA BIBLIOTECA

Livros 267
EMPRÉSTIMO DOMICILIAR Materiais audiovisuais -
Mapas -
Livros 201
Periódicos 10
Monografias -
CONSULTA LOCAL Materiais audiovisuais -
Mapas -
Total
Compra -
AQUISIÇÕES Doação 55
COMPRA E DOAÇÃO Total 55
Livros 110
Monografia Graduação 05
Monografia Pós-
Graduação/Especialização
234

CATALOGAÇÃO DE MATERIAL Mestrado 02


INSERIDO NO SISTEMA Doutorado 01
GNUTECA Periódicos -
Materiais audiovisuais -
Total 118
Alunos -
Professores -
INFORMÁTICA/INTERNET, Servidores -
DIGITAÇÃO Comunidade -
Total
Graduação/Tecnólogo Feitos no início
do ano
Pós- “
Graduação/Especialização
INSCRIÇÃO Mestrado “
CARTEIRINHAS Doutorado “
CONFECCIONADAS Docentes “
Servidores “
Comunidade “
Total
Câmpus: Formosa

18.3.1 - Livros de Formação Geral (Ver anexo)


Do acervo da biblioteca do Câmpus, aproximadamente 1.150 títulos correspondem a livros
de formação geral, que podem ser utilizados pelo curso de Geografia, atendendo as
demandas dos discentes e docentes.

18.3.2 - Livros de Formação Específica (Ver anexo)


O acervo da biblioteca do Câmpus possui cerca de 220 títulos das mais diversas
áreas e autores da Geografia que são necessários a formaçãodo Professor de Geografia,
utilizados pelos discentes e docentes do curso.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
235

BRASIL. Decreto Lei n. 5.296 de dezembro de 2004. Disponível em:


<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5296.htm>. Acesso
em: 22 set 2015.

ANEXO
ITEM 18.3.1 - Livros de Formação Geral
OBRAS DE REFERÊNCIA
A dictionary of science. Londres: Penguin Books, 1971. 1ex.
Ação indígena como ação política. Cuiabá: s. ed., 1987. 1ex.
Almanaque Abril Mundo 2005. São paulo: Abril, 2005. 1ex.
Almanaque Abril 2004. São Paulo: Abril, 2004. 1ex.
Almanaque Abril: Brasil 2005. São Paulo: Abril, 2005. 1ex.
Almanaque Abril: Esporte 2005. São Paulo: Abril, 2005. 1ex.
Anuário brasileiro da soja 2007. Paraná: Gazeta, 2007. 1ex.
Anuário brasileiro das flores 2007. Santa Cruz do Sul: Editora Gazeta Santa Cruz do Sul,
2007. 1ex.
Anuário brasileiro de aves e suínos 2006. Santa Cruz do Sul: Editora Gazeta Santa Cruz
do Sul, 2006. 1ex.
Anuário brasileiro do milho 2006. Santa Cruz do Sul: Editora Gazeta Santa Cruz do Sul,
2006. 1ex.
Anuário brasileiro do milho 2007. Santa Cruz do Sul: Editora Gazeta Santa Cruz do Sul,
2007. 1ex.
Anuário estadístico do Distrito Federal. Brasilia: Codeplan, 1977. 1ex.
Anuário turístico de Goiás 1995. Goiania: SEBRAE, 1995. 1ex
Apa de Cafuringa: a última fronteira natural do DF. Brasilia: Semarh, 2005. 1ex.
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ITEM 18.3.2 Livros de Formação Específica


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ADAS, Melhem. Geografia da américa: aspectos da geografia física e social. São Paulo:
Moderna, 1982. | Vol. Único - ex. 4 | 913(7/8) | A221g
ADAS, Melhem. Geografia: o quadro político e econômico do mundo atual. 2. ed. São
Paulo: Moderna, 1992. | Vol. 4 - ex. 1 | 911.3:32 | A221g
ALMEIDA, Lúcia Marina Alves de. Geografia. 1. ed. São Paulo: Atica, 2002. | Vol. Único
- ex. 2 | 911 | A447g
ALMEIDA, Lúcia Marina Alves de. Geografia: Geografia geral do Brasil. 1. ed. São
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Paulo: Contexto, 1991. | Vol. Único - ex. 1 | 911:37 | A447e
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Moderna, 1993. | Vol. Único - ex. 1 | 911.3(1-21) | A474m
ALVES, Júlia Falivene. Metrópoles: cidadania e qualidade de vida. 13. ed. São Paulo:
Moderna, 2000. | Vol. Único - ex. 1 | 911.3(1-21) | A474m
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Único - ex. 1 | 911.3:330 | A553g
ANDRADE, Manuel Correia de. Geografia econômica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1981. |
Vol. Único - ex. 2 | 911.3:330 | A553g
ANDRADE, Manuel Correia de. Geografia econômica. 10 ed. São Paulo: Atlas, 1989. |
Vol. Único - ex. 1 | 911.3:330 | A553g
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nordestina. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1987. | Vol. Único -
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ANDRADE, Manuel Correia de. Geografia econômica do Nordeste: (o espaço e a
economia nordestina). 1. ed. São Paulo: Atlas, c1970. | Vol. Único
- ex. 1 | 913(812/813) | A553g
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AZEVEDO, Guiomar Goulart de. Geografia do mundo moderno. 4 ed. Belo Horizonte:
Vigília, 1976. | Vol. 2 - ex. 1 | 913(4/9) | A994g
AZEVEDO, Guiomar Goulart de. Geografia do mundo moderno. 6. ed. Belo Horizonte:
Vigília, 1979. | Vol. 1 - ex. 1 | 913(4/9) | A994g
AZEVEDO, Guiomar Goulart de . Geografia do mundo moderno. Belo Horizonte: Vigília,
1971. | Vol. Único - ex. 1 | 913(4/9) | A994g
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Vol. Único - ex. 2 | 910.1 | C824r
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GEORGE, Pierre. Geografia industrial no mundo. São Paulo: Difel, 1991. | Vol. Único -
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Único - ex. 1 | 911.2/.3 | G347p
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911.3:314 | G342p
GOMES, Horieste. A produção do espaço geográfico no capitalismo. 2 ed. São Paulo:
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GOMES, Horieste. Reflexões sobre teoria e crítica em geografia. Goiânia: UFG, 1991. |
Vol. Único - ex. 1 | 911 | G633r
GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Geografia hoje: o espaço geográfico das sociedades
do mundo contemporâneo. 1 ed. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1989. | Vol. Único - ex. 2 | 911.3:30 | G638g
GREGORY, K. J.. A natureza da geografia física. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992. |
Vol. Único - ex. 1 | 911.2 | G822n
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21.9 Currículo Lattes do Coordenador

Rodrigo Botelho Salomão

Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/1766828386212543 Última


atualização do currículo em 28/04/2015

Possui graduação em Geografia pela Universidade Estadual de Goiás (2007).


Atualmente é Coordenador Geral do Curso de Geografia da Universidade Estadual de
Goiás - Campus de Formosa-GO, gestor educacional no Instituto Educacional Salomão,
tutor da Universidade de Brasília e professor - Secretaria de Estado de Educação. Tem
experiência na área de Geografia, com ênfase em Geografia e Gestão e Orientação
Educacional. (Texto informado pelo autor)
306

Identificação

Nome Rodrigo Botelho Salomão


Nome em citações bibliográficas SALOMÃO, Rodrigo Botelho

Endereço

Formação acadêmica/titulação

2012 - 2013 Especialização em DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR. (Carga Horária:


400h).
União Educacional de Brasília, UNEB/DF, Brasil.
Título: Inclusão de alunos portadores de necessidades especiais.
2012 - 2013 Especialização em GESTÃO E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL. (Carga
Horária: 400h).
União Educacional de Brasília, UNEB/DF, Brasil.
Título: Inclusão de alunos portadores de necessidades especiais.
2008 - 2009 Especialização em Solos e Meio Ambiente. (Carga Horária: 640h).
Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil.
Título: O efeito do pesticida DDT no meio Amabiente.
2004 - 2007 Graduação em Geografia.
Universidade Estadual de Goiás, UEG, Brasil.
Atuação Profissional

1. Universidade Estadual de Goiás, UEG, Brasil.

Vínculo institucional
2014 - Atual Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Coordenador de Curso,
Carga horária: 40
Outras informações Coordenador Geral do Curso de Geografia do Câmpus de
Formosa-GO
307

2. Universidade de Brasília, UNB, Brasil.

Vínculo institucional
2011 - Atual Vínculo: Tutor à Distancia, Enquadramento Funcional: Tutor, Carga
horária: 12

3. INSTITUTO EDUCACIONAL SALOMÃO, IES, Brasil.

Vínculo institucional
2013 - Atual Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: GESTOR EDUCACIONAL,
Carga horária: 20

4. Secretaria de Estado de Educação, SEDF, Brasil.

Vínculo institucional
2008 - Atual Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20

5. Centro de Ensino Voo Livre, VOO LIVRE, Brasil.

Vínculo institucional
2013 - 2013 Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 20

6. Colégio Cor Jesu, COR JESU, Brasil.

Vínculo institucional
2011 - 2012 Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor, Carga
horária: 16
308

Áreas de atuação

1. Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia.

Idiomas

Espanhol Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve


Razoavelmente.

Eventos

Participação em eventos, congressos, exposições e feiras

1. Simpósio de geografia.Meio Ambiente - paradigmas para os próximos anos. 2007.


(Simpósio).

2. I Simposio de Geografi.I Simposio de geografia- Brasil: Espaço e Poder,


Autonomia e Desenvonvimento. 2004.
(Simpósio).

3. II Jornada de Geografia.II Jornada de Geografia. 2004. (Outra).

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