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TRABALHO DE SGI
Disciplina – Ergonomia
Professor: Tiago Afreu

Alunos:
Marcelo Bento de Freitas Junior
Diego Almeida Ribeiro

NOME DA EMPRESA: FLARE ENGENHARIA


CNPJ: 26.395.311/0001-90
ENDEREÇO: RUA MAGALHÃES CASTRO 16, RIACHUELO
ATIVIDADE PRINCIPAL: ENGENHARIA
RISCO: 3 (TRÊS)

1. DA POLITICA DA EMPRESA

A FLARE ENGENHARIA LTDA, empresa de engenharia, construção, montagem e


gestão da manutenção de empreendimentos, com sede no Rio de Janeiro, estabelece
voluntariamente os seguintes princípios na implementação do Sistema de Gestão
Integrado que abrange a Qualidade (NBR ISO 9001:2015), a Segurança e Saúde do
Trabalho (OHSAS 18001:2007); o Meio Ambiente (NBR ISO 14001:2015):

 Desenvolver sistemáticas com a finalidade de atender às especificações dos


clientes com o foco no aumento da Satisfação do Cliente;
 Atender à legislação nacional, convenções e tratados internacionais e outros
requisitos voluntários subscritos aplicáveis às atividades de engenharia,
construção, montagem e gestão da manutenção de empreendimentos;
 Atuar preventivamente na mitigação dos impactos ambientais significativos
decorrentes de suas atividades e na Proteção do Meio Ambiente;

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 Desenvolver atividades visando a minimização do consumo de recursos,


prevenção da poluição com foco no gerenciamento de resíduos, e de
incidentes com foco no controle de agentes de riscos físicos, químicos e
mecânicos, aprimorando continuamente equipamentos, produtos e processos;
 Monitorar o Sistema de Gestão Integrado através do cumprimento de objetivos e
metas estabelecidos para a melhoria contínua nos contratos cujos prazos são
superiores a 12 meses;
 Garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável e que favoreça o
desenvolvimento pessoal e profissional de seus empregados;
 Aprimorar a relação com as partes interessadas, estimulando o seu
envolvimento em questões ambientais, saúde, segurança, sociais e de melhoria
da qualidade, produtividade e resultado;
 Garantir o estrito cumprimento das normas e leis aplicáveis no que diz respeito à
proibição de quaisquer vantagens indevidas para com colaboradores,
fornecedores, órgãos públicos, clientes, acionistas e outras partes interessadas,
de forma a garantir uma conduta ética e transparente.

2. DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DE DOCUMENTOS

O Sistema de Gestão está estruturado com base nos requisitos estabelecidos pela
Norma ISO 9001:2008 (quando aplicável), ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007. Os
documentos que fazem parte dos Sistemas são:
Política SGI: Documento do SGI, onde são descritas as intenções e princípios gerais da
organização em relação ao comprometimento dentro dos sistemas A política provê uma
estrutura para ação e definição de seus objetivos e metas ambientais e de segurança e
saúde ocupacional.
Manual SGI: Documento macro do Sistema de Gestão Integrada, onde são descritas as
diretrizes dos sistemas e elementos básicos do escopo do SGI. Apresenta a Política do
SGI, define a estrutura organizacional e a interação dos processos.
Procedimentos: Documento que descreve as principais diretrizes para a realização dos
processos de caráter administrativo e operacional, definindo responsabilidades e
critérios para o atendimento aos Sistemas de Gestão.
Instruções: Documento que descreve detalhadamente, processos operacionais e
administrativos (tabelas, fluxogramas, métodos de laboratório ou dados que descrevem
atividades operacionais, tarefas ou fornecem informações, que influenciam nos
Sistemas de Gestão).

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Formulários/Registros: Documento que tem um modelo definido para


utilização/preenchimento, o qual passará a ser um registro (evidência).
Documentos Externos: São considerados documentos externos os desenhos
construtivos, os documentos e licenças emitidos pelas Autoridades, a Legislação
vigente aplicável à operação da Empresa, Normas, Manuais de Operação, Manutenção
e Métodos Analíticos, Tabelas de Consulta, Procedimentos de clientes que devem ser
atendidos, Contratos e demais documentos emitidos e atualizados por Organismos
Externos.
Todos os documentos da Empresa são referenciados através de uma lista mestra de
documentos internos GI-01.00.01, que integra o SGI, e permite associar todos os
processos a seus respectivos procedimentos, instruções e formulários. A lista mestra
está disponível eletronicamente para verificação por todos funcionários através do
seguinte caminho: http://sistemaflare.cf/

3. DO PROCEDIMENTO DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E AVALIAÇÃO DE


RISCOS

A eletricidade é uma das fontes de energia mais utilizadas no mundo moderno, ela é
essencial a toda hora, sem interrupções e ainda, é considerada como serviço público.
Entretanto, pode comprometer a segurança e saúde das pessoas que a ela estejam
expostas direta ou indiretamente, porque a eletricidade não é perceptiva aos sentidos
do homem, ou seja, não é vista nem sentida, e em virtude disto, as pessoas podem
estar expostas a situações de risco ignoradas ou subestimadas. A nova NR-10 (Norma
Regulamentadora nº 10) estabelece requisitos e condições mínimas para a
implementação de medidas de controle e sistemas de prevenção de acidentes, de
forma a garantir segurança e a saúde dos trabalhadores que estejam expostos ou
interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade em geral. A falta de
prevenção envolvendo eletricidade resulta na exposição a dois dos principais agentes
de risco: choque e arco elétrico. Destaca-se ainda que a nova NR-10 abrange todos os
serviços que envolvam instalações elétricas de baixa tensão e alta tensão, não
incidindo apenas as instalações alimentadas por extra-baixa tensão, consideradas as
tensões inferiores a 50 V (Volts) corrente alternada e 120 V corrente contínua.
Considerando que as construções civis encontram-se normalmente nas proximidades
da rede elétrica e que são alimentadas nas tensões de 127 V e/ou 220 V em corrente
alternada, esta norma igualmente se aplica às instalações elétricas residenciais e
industriais, visto que tais fatos enfatizam que a NR-10 também abrange os
trabalhadores da construção civil. Diante disto, pretende-se, a partir deste trabalho,

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auxiliar na conscientização dos empregados, empregadores e dirigentes sobre a


proteção do trabalhador como sinônimo de produtividade, e em decorrência disto,
promover uma melhor garantia da segurança e saúde no trabalho.

3.1. Riscos no setor elétrico

Os riscos à segurança e saúde dos trabalhadores expostos a energia elétrica são por si
só muito elevados, podendo levar a lesões graves e até mesmo a morte. Os riscos são
especificados de acordo com as atividades. Segundo o Portal da Construção (2008),
risco é a probabilidade de ocorrência de danos sobre as pessoas ou bens, resultantes
da concretização de uma determinada condição perigosa, em função:

• Da probabilidade de ocorrência de uma determinada condição perigosa;


• Grau de gravidade dos danos conseqüentes, os quais podem ser materiais,
ambientais e humanos.

Em serviços com eletricidade o trabalhador está exposto a riscos de acidentes com


conseqüências diretas: choque e arco elétrico e com conseqüências indiretas: quedas,
batidas, incêndio, explosões de origem elétrica, queimaduras etc.
3.1.1. Choque elétrico Segundo Vieira (2005), choque elétrico é uma perturbação que
se manifesta no organismo humano, quando é percorrido por uma corrente elétrica.
Essas perturbações podem provocar: tetanização (contração muscular tônica
contínua), parada respiratória, fibrilação ventricular do coração e queimaduras (de
origem elétrica e não térmicas). Os fatores que determinam a gravidade da lesão
ocasionada pelo choque elétrico são: a intensidade da corrente elétrica circulante, o
percurso e as características da corrente elétrica (se corrente alternada ou corrente
contínua), e da resistência do corpo humano.
3.1.2. Queimaduras na maioria dos casos de acidentes evolvendo eletricidade, as
vítimas apresentam queimaduras, porque a corrente elétrica atinge o organismo
através do revestimento cutâneo. Devido à alta resistência da pele, a passagem da
corrente elétrica produz alterações estruturais no organismo. As queimaduras
provocadas pela eletricidade diferem daquelas causadas por efeitos químicos, térmicos
e biológicos [Cpnsp 2005]. A eletricidade pode ocasionar queimaduras de diversas
formas e podem ser classificadas como:
• queimaduras pelo contato direto, quando se toca uma superfície condutora
energizada;

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• queimaduras pelo arco voltaico, quando o arco elétrico é caracterizado pelo fluxo de
corrente elétrica através do ar;
• queimaduras por vapor metálico, quando na fusão dos contatos elétricos há emissão
de vapores e derramamento de metais derretidos.
3.2. Controle de riscos
Os acidentes ocorrem da execução de atos inseguros ou da existência de condições
inseguras, constituindo estas, as causas determinantes na ocorrência dos riscos. E
segundo Zocchio (1996) tudo começa com a existência de riscos de acidentes, por isso
é indispensável identificá-los e avaliá-los. As medidas de segurança aplicadas para
proteger as pessoas contra os riscos de acidentes são por intermédio das seguintes
alternativas: eliminando-os, isolando-os e ou sinalizando-os. Para isso é preciso
identificar e avaliar os riscos, através das técnicas de análises de riscos, avaliando
todas as etapas e elementos dos trabalhos, racionalizando e desenvolvendo
seqüências de operações, criando assim, uma condição segura para a realização dos
trabalhos.

3.2.1. Análise de riscos


O processo de avaliação de riscos nos permite identificar a probabilidade de sua
ocorrência e quantificar as suas conseqüências. O Fator de Risco é igual à
multiplicação da freqüência de um perigo pela sua gravidade, sendo a freqüência uma
previsão da quantidade dos acidentes que possam ocorrer, e a gravidade a intensidade
dos danos causados por cada acidente. A principal vantagem da análise de riscos é o
fornecimento de elementos para tomadas de decisões que envolvam confiança e
segurança, possibilitando assim, apresentar alternativas claras e objetivas. Através da
avaliação de riscos é possível identificar os riscos e com isso gerenciá-los. Para
gerenciar riscos é necessário formar uma nova ótica no conceito de segurança
industrial, tanto no aspecto de prevenção como no aspecto da ação. O gerenciamento
de riscos visa à busca das causas básicas dos acidentes que possam ocorrer ou que
tenham acontecido numa determinada empresa, ou seja, a ênfase é em relatar todos
os acidentes que causem ou que tenham potencial de causar algum tipo de dano.
Segundo a Funcoge (2008), o método para a avaliação dos riscos adotado pela maioria
das empresas do setor elétrico é a APR (Análise Preliminar de Risco), desta forma,
pode-se realizar a previsão da ocorrência danos para as pessoas, processos,
equipamentos e meio ambiente, no exercício de determinada atividade.
2.2.1.1. Análise preliminar de risco - APR A APR é uma visão técnica antecipada do
trabalho a ser executado, que permite a identificação dos riscos envolvidos em cada
passo da tarefa. É elaborada através do estudo, questionamento, levantamento,

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detalhamento, análise crítica e autocrítica, com estabelecimento das precauções


técnicas necessárias para a execução das tarefas, de forma que o trabalhador esteja
sempre no controle por maior que seja o risco [Furnas 2006]. Na APR são levantadas
às causas que podem promover a ocorrência de cada um dos sinistros e as suas
respectivas conseqüências, desta forma, é realizada uma avaliação qualitativa da
freqüência de ocorrência do cenário de acidentes, da severidade e do risco associado,
(os resultados são qualitativos, não fornecendo estimativas numéricas). Com a APR
consegue-se obter a amplitude do risco, que através do índice de risco se define a
prioridade do risco em estudo. Assim, após a priorização do risco podese atuar de
forma eficaz na prevenção, de forma que se a APR for corretamente elaborada atinge-
se uma melhor avaliação dos riscos de acidentes de trabalho. A APR é uma técnica
aplicável a todas as atividades, e uma grande virtude da aplicação desta técnica é o
fato de promover e estimular o trabalho em equipe e a responsabilidade solidária.
Quanto à periodicidade e freqüência de elaboração da APR, esta deverá ser
preenchida na fase do planejamento da atividade, sob responsabilidade do
encarregado ou supervisor do serviço, e devendo constar a assinatura de todos os
trabalhadores envolvidos. Ainda, a APR deverá ser feita diariamente, ou ao início de
cada atividade, observando os riscos inerentes ao local de execução da atividade.

4. Norma regulamentadora nº. 10 – NR-10


A Norma Regulamentadora n° 10 – Segurança em Instalações e Serviços em
Eletricidade, aprovada pela Portaria do Ministério do Trabalho n° 3.214, de 1978, foi
alterada pela portaria n° 598, de 7/12/2004, a qual altera a redação anterior. Esta
norma dispõe de diretrizes básicas para a implementação de medidas de controles
preventivos, destinados a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta
ou indiretamente, interajam com instalações elétricas e serviços com eletricidade.

4.1. Medidas de controle de risco


As medidas de controle podem ser interpretadas como um conjunto de ações
estratégicas de prevenção com objetivo de reduzir ou eliminar os riscos, ou ainda
manter sob controle os possíveis eventos indesejáveis. A nova NR-10 exige que se
faça um controle do risco elétrico, através de medidas preventivas devidamente
planejadas antes de sua implantação nas empresas que realizam intervenções em
instalações elétricas, ou em suas proximidades. A despeito das medidas de controle
abrangem os sistemas de proteção coletiva, as medidas de proteção coletiva e as

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medidas de proteção individual, esta ultima sempre deve ser adotada principalmente
quando não for possível a adoção das medidas anteriores, e estão descritas nos itens a
seguir.

4.1.1. Medidas de proteção coletiva As medidas de proteção coletiva devem ser


adotadas sempre que possível para trabalhos coletivos que expõem as equipes de
trabalhadores às mesmas condições de risco, sempre com o objetivo de eliminar,
minimizar ou controlar as probabilidades de ocorrer qualquer evento indesejável
gerador de risco. A nova NR-10 prevê medidas de segurança e se faz exigências
quanto à isolação, bloqueio, delimitação, sinalização, e aterramento dos equipamentos
elétricos. Para isso adotam-se como medidas de proteção coletiva a utilização dos
EPC, que são os equipamentos ou dispositivos para a proteção de vários trabalhadores
e/ou terceiros em relação dos riscos provenientes do desenvolvimento das atividades
laborais. Dentre as medidas de proteção coletiva, pode-se destacar: desenergização,
seccionamento, impedimento de reenergização, constatação de ausência de tensão
elétrica, aterramento do equipamento, instalação de aterramento temporário com
equipotencialização dos condutores dos circuitos, proteção dos elementos energizados
existentes na zona controlada e equipotencialização. Uma das principais medidas de
proteção para o trabalhador é a instalação de aterramento temporário, para executar
trabalhos em instalações elétricas. E que segundo Almeida (2008) é uma das principais
mudanças ocorridas no texto da nova NR-10. Ainda, durante a realização dos trabalhos
com eletricidade deverá ser adotada sinalização adequada de segurança, no entorno
do local de trabalho destinada a advertência e identificação do tipo de trabalho, bem
como do responsável pelos serviços. Podem ser cartões, placas, avisos, etiquetas, que
devem ser claros e adequadamente afixados. Do mesmo modo a isolação e
delimitação da área de serviço é muito importante na prevenção de acidentes, pois
através dela é possível evitar que o trabalhador adentre por engano em área
energizada, evitando assim que ocorram acidentes. A NR-10 faz exigências quanto à
isolação e delimitação da área onde se encontra o equipamento sob manutenção.
4.1.2. Medidas de proteção individual A principal medida de proteção ao trabalhador é
a utilização de EPI’s, e entende-se por EPI os equipamentos ou dispositivos de uso
individual e que possuam CA (Certificado de Aprovação) e CRF (Certificado de
Registro do Fabricante), emitido pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego),
utilizados pelo trabalhador para a sua própria proteção contra a exposição aos riscos
durante a realização de suas atividades laborais. Dentre os principais EPI’s destacam-
se:

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• capacete de proteção tipo aba frontal utilizado para proteção da cabeça;

• calçado de segurança utilizado para proteção dos pés contra torção, escoriações,
derrapagens e umidade;

• óculos de proteção para os olhos contra impactos mecânicos, partículas volantes e


raios ultravioletas;

• luva isolante de borracha utilizada para a proteção contra choque elétrico;

• cinto de segurança tipo pára-quedista deve ser utilizado em atividades com mais de 2
m de altura do piso, e sempre que haja risco de queda;

• vestimentas de trabalho para proteção do corpo do trabalhador contra queimaduras


e/ou explosões provenientes de acidentes com choque ou arco elétrico.
Conforme o item 10.2.9.2 da nova NR-10, que trata sobre as vestimentas de trabalho
entendida como EPI destinada à proteção dos membros superiores e inferiores e
contra diversos efeitos causados pelos riscos elétricos quando a eles expostos, tais
como condutibilidade, inflamabilidade e influências eletromagnéticas. Não há
fabricantes de tecidos no Brasil ainda que, atendam as especificações exigidas pela
nova NR-10 sendo necessário importar tais tecidos de empresas europeias ou norte
americana. A NR-10 remete a NR-6 a responsabilidade de regulamentação que trata
especificamente do EPI, mantendo assim sua integridade ética. Com isso cabe ao MTE
atualizar e alterar a NR-6, para que contemple outros EPI inerente aos riscos elétricos,
de acordo com a NR-10, que ainda não seja contemplado, como por exemplo, as
roupas profissionais ou vestimentas de trabalho.

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4.2. Modelo Preliminar de Risco

5. DA DEFINIÇÃO DE DIRETRIZES

a) Diretriz 1 - Liderança e Responsabilidade A FLARE ENGENHARIA, ao integrar


Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde à sua estratégia empresarial, reafirma
o compromisso de todos os seus colaboradores com a busca da excelência nessas
áreas. Cópia não controlada POL-QSMS - 003 20/08/2015 Folha: 3/10

b) Diretriz 2 - Cumprimento da Legislação As atividades da FLARE ENGENHARIA


devem cumprir a legislação vigente nas áreas de Qualidade, Segurança, Meio
Ambiente e Saúde.

c) Diretriz 3 - Análise, Avaliação e Gestão de Riscos Identificação, avaliação e


gerenciamento dos riscos inerentes às atividades da FLARE ENGENHARIA, de modo a
evitar a ocorrência de acidentes e/ ou minimizar seus efeitos.

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d) Diretriz 4 - Novos Empreendimentos A realização de novos empreendimentos deve


incorporar as melhores práticas de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde e
atender à legislação pertinente.

e) Diretriz 5 - Operação e Manutenção A operação e manutenção da FLARE


ENGENHARIA devem seguir os procedimentos estabelecidos garantindo o
atendimento às exigências de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde.

f) Diretriz 6 - Gestão de Mudanças Avaliação das mudanças, temporárias ou


permanentes, visando à eliminação e/ou minimização de riscos decorrentes de sua
implantação.

g) Diretriz 7 - Aquisição de Bens e Serviços Compatibilização do desempenho em


Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde de contratados, fornecedores e
parceiros com os princípios da FLARE ENGENHARIA.

h) Diretriz 8 - Capacitação, Educação e conscientização. Promoção contínua da


capacitação, educação e conscientização dos colaboradores, de modo a reforçar a
competência da FLARE ENGENHARIA em Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e
Saúde.

i) Diretriz 9 - Gestão de Informações A gestão das Informações e conhecimentos


relacionados à Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde deve garantir sua
precisão, atualização e documentação, de modo a facilitar sua consulta e utilização.

j) Diretriz 10 - Comunicação As informações relativas a Qualidade, Segurança, Meio


Ambiente e Saúde devem ser comunicadas com clareza, objetividade e rapidez, de
modo a produzir os efeitos desejados.

k) Diretriz 11 - Plano de Contingências Atuar nas situações de emergências com


rapidez e eficácia visando à máxima minimização dos seus impactos adversos

l) Diretriz 12 - Relacionamento com a comunidade promover a segurança das


comunidades onde a FLARE ENGENHARIA atua, assegurando a informação sobre
impactos e/ ou riscos decorrentes de suas atividades.

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m) Diretriz 13 - Análise de Acidentes e Incidentes Cópia não controlada POL-QSMS -


003 20/08/2015 Folha:
4/10 Os acidentes e incidentes, decorrentes das atividades da FLARE ENGENHARIA,
devem ser analisados, investigados e documentados de modo a prevenir novas
ocorrências e /ou a minimizar seus efeitos.

n) Diretriz 14 - Gestão de Produtos A empresa deve zelar pelos aspectos de Qualidade,


Segurança, Meio Ambiente e Saúde de seus produtos desde sua origem até a
destinação final, bem como empenhar-se na constante redução dos impactos que
eventualmente possam causar.

o) Diretriz 15 - Processo de Melhoria Contínua A melhoria contínua do desempenho do


Sistema de Gestão Integrado - SGI deve ser promovida em todos os níveis da
empresa, de modo a assegurar seu avanço na Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e
Saúde.

6. DAS RESPONSABILIDADES

6.1. Alta Liderança


Verificar e aprovar o Plano Anual de Treinamento e prover os recursos necessários.
6.2. RH e Gestores
Elaborar as Descrições de Cargos e avaliar as necessidades (gaps) de competência.
6.3. RH
Elaborar, implementar e gerenciar, o Programa Anual de Treinamento baseado na
identificação de competências. Planejar os treinamentos e assegurar a sua realização.
Distribuir o material didático, bem como definir as condições físicas para a realização
do treinamento. Contratar escolas, instituições de ensino e de treinamento,
além de profissionais para realização de cursos e treinamento, quando necessário.
6.4. Gestores
Realizar a Avaliação de Resultado do Treinamento de cada treinando. Disponibilizar,
quando solicitado, os colaboradores, sob sua responsabilidade, para treinamentos.
6.5. Colaboradores
Participar dos eventos programados e realizar as avaliações de reação e resultado.

7. DA CONCIENTIZAÇÃO
O FLARE ENGENHARIA disponibiliza as seguintes ações de conscientização,
independentemente do plano de treinamento:

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a) Integração O FLARE ENGENHARIA possui 02 (dois) tipos específicos de


treinamento de Integração:
i. Integração para Visitantes – apresenta a Instalação, suas características, os
riscos de SMS, ações em caso de emergência e esclarecimento de dúvidas;
ii. Palestra de Ambientação – será ministrada para cada colaborador novo no
FLARE ENGENHARIA, para apresentação da empresa. O conteúdo mínimo a ser
ministrado durante a

Integração é:

a) Apresentar a Política do Sistema de Gestão do FLARE ENGENHARIA;

b) enfatizar as ações de preparação para emergência na instalação onde


o colaborador irá trabalhar;

c) informar sobre a presença e atuação da Brigada de Emergência;

d) Apresentação da área operacional, as suas saídas de emergência e os sinais


sonoros pertinentes;
e) Apresentação do local de trabalho, atividades a serem desenvolvidos, os riscos de
segurança, meio ambiente e saúde associada e respectivos controles, e os
procedimentos operacionais pertinentes.
Essa integração será, sempre, ministrada pela Gerência de SMS e pelo responsável da
área (ou pessoa por ele designado) onde o novo colaborador desenvolverá suas
atividades.

b) Diálogo de Segurança, Meio-Ambiente e Saúde O Diálogo de Segurança, Meio-


ambiente e Saúde é realizado periodicamente junto à área Operacional. Deve abordar,
dentre outros assuntos e, não obrigatoriamente, em todos os eventos:
i. A Política, o Sistema de Gestão e a importância de atender suas premissas;
ii. as operações a serem realizadas, em especial se houver uma nova atividade ou
atividade pontual;
iii. os riscos de segurança, meio ambiente e saúde existentes e seus
controles, colocando exemplos da relação custo e benefício em se seguir as regras;
iv. Relato de incidentes ocorridos;

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v. Os indicadores de SMS e a participação deles no alcance dos resultados


esperados.

c) Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho - SIPAT Anualmente é


realizada a Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho – SIPAT, com o
objetivo de conscientizar a força de trabalho em relação à Segurança e Saúde
Ocupacional.

d) Outros Eventos de Conscientização Anualmente é elaborado um calendário de


eventos de conscientização sobre Segurança, Meio Ambiente e Saúde para a força de
trabalho do FLARE ENGENHARIA. O calendário de eventos é disponibilizado por
correio eletrônico

8. DO PROCEDIMENTO DE PREPARAÇÃO E RESPOSTA A EMERGÊNCIA


PROCESSOS DE RESPOSTAS A EMERGÊNCIAS

8.1. Emergência Médica


Caso haja alguma situação de emergência médica dirigir a vítima ao Ambulatório, onde
serão
Prestados os primeiro atendimentos devidamente qualificados. Caso não seja possível
o
deslocamento até o local, chamar os serviços de atendimento médico como, por
exemplo, o SAMU, além de solicitar auxílio aos profissionais da Instituição
responsáveis pelo atendimento médico, deslocando-os até o local da emergência. No
Apêndice XII estão inclusos os telefones de Órgãos Públicos no caso de emergências.
Se nenhuma das alternativas citadas for possível em tempo previsto para uma
assistência eficaz, a pessoa responsável pelo atendimento imediato deverá ficar calma
e atenta para que a situação não se agrave mais. Antes de se aproximar da vítima,
observar a causa do acidente, bem como verificar se existem riscos, controlando-os se
necessário. No Apêndice III encontra-se uma APR com cenários de emergências
médicas com as devidas medidas de controle. Para o exame primário, os primeiros
sinais vitais devem ser checados baseando-se no ABC da Vida na seguinte ordem para
um procedimento seguro: Vias Aéreas, Respiração e Circulação, controlando ao
mesmo tempo a região cervical. As ações adotadas em conformidade com o ABC da
Vida seguem a seguinte cronologia:

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 Restabeleça as Vias Aéreas da vítima para permitir a respiração, retirando


qualquer objeto que esteja obstruindo tal procedimento. Lembre-se de
estabilizar a região cervical;
 Olhe, escute e sinta, para tentar identificar sinais de respiração, como
movimento do peito ou movimento de ar vindo da boca do indivíduo.
 Cheque a pulsação da pessoa. Coloque a ponta dos dedos sobre a artéria
carótida, no pescoço e espere por pelo menos 20 segundos. Se não houver
pulso nem respiração da vítima, comece a Ressuscitação Cardio-Pulmonar
(RCP). Caso haja pulso, mas não exista respiração, inicie ventilação artificial
(respiração boca-a-boca). Proteja-se com luvas de procedimento e máscara de
proteção facial. Após proceder com o ABC, inicie o exame secundário. Examine
a vítima dos pés à cabeça, apalpando delicadamente o seu corpo. Observe se
há abaulamentos e/ou depressões nos ossos, bem como ferimentos e/ou
sangramentos. Evite movimentar a vítima, pois o movimento pode agravar as
lesões. A cada 1 ou 2 minutos, retorne ao ABC, para certificar-se de que não
existem problemas. Comece então, se possível, com o auxílio do profissional do
ambulatório a fazer os curativos e imobilizações necessárias, aguardando a
chegada de socorro médico.

8.1.1. Procedimento a ser realizado no caso de hematoma e edema


 Coloque gelo em um saco plástico, proteja o local do corpo do indivíduo com um
pano e aplique a compressa de gelo;
 Peça para a pessoa evitar movimentar o local por algum tempo;
 Se você observar deformidade; a vítima relatar uma dor insuportável chame o
socorro especializado.
8.1.2. Procedimento a ser realizado no caso de hemorragia
 Proteger-se com luvas (sempre que em contato com sangue ou outros líquidos
corpóreos);
 Identificar o local exato da hemorragia na vítima, o sangue espalha-se e
podemos estar realizando atendimento no local errado.
 Colocar um pano limpo dobrado, no local do ferimento;
 Pressionar com firmeza (curativo compressivo), cuidado para não pressionar
demais e parar a circulação;
 Se a hemorragia for em braço ou perna, levante o membro, só não o faça se
houver suspeita de fraturas (deformidades);
8.1.3. Procedimento a ser realizado no caso de epistaxe

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 Sente a vítima, que deve ficar reta (nem com a cabeça para frente, nem para
trás);
 Apertar as laterais do nariz contra o septo (osso) por alguns minutos;
 Após parar o sangramento, peça para a pessoa não assoar o nariz;
 Não coloque nada dentro do nariz e não use cotonetes, dedo, pinças, lenços ou
papel higiênico;
 Caso o sangramento não pare ou se repita, procure atendimento especializado.
8.1.4. Ferimentos leves ou superficiais
 Lavar o ferimento da pessoa com bastante água e sabão.
 Não retirar farpas, vidros ou partículas de metal do ferimento, a menos que
saiam manter o ferimento limpo e seco.
8.1.5. Ferimentos extensos ou profundos
 Cubra a ferida da vítima com panos limpos;
 Caso tenha um objeto encravado no ferimento, não tente removê-lo.
8.1.6. Procedimento a ser realizado no caso de queimaduras
 Retire a roupa que não estiver grudada no indivíduo. Caso esteja grudada, não
retire, pois pode ocasionar lesões graves;
 Retire objetos que possam ser removidos como correntes ou relógio. Se
estiverem grudados,não retire.
 Se a queimadura for por substância sólida, retire o excesso com pano seco;
 Lave em água corrente e limpa, abundantemente e sem fazer pressão, pois
alivia a dor e retira excesso de substâncias químicas;
 Proteja com pano limpo e molhado em água limpa;
 Não utilize nenhum tipo de pomada ou produtos caseiros na área afetada pela
queimadura, somente água;
 Não fure as bolhas existentes;
 Encaminhe, junto com a vítima, a embalagem, rótulo ou produto que causou a
lesão para ser identificado.
8.1.7. Procedimento a ser realizado no caso de corpos estranhos
8.1.7.1. No ouvido
 Não tente retirar objetos profundamente introduzidos na pessoa, nem coloque
nenhum instrumento no canal auditivo (pinça, palito, arame, cotonetes).
 Pingue algumas gotas de óleo mineral morno (vire a cabeça para que o óleo e o
objeto possam escorrer para fora) e procure ajuda médica especializada
imediatamente.
8.1.7.2. Nos olhos

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 Não deixe a vítima esfregar ou apertar os olhos, pingue algumas gotas de soro
fisiológico. Se isso não resolver, cubra os olhos com compressas de gaze ou
pano limpo, sem apertar e procure um médico;
 Se o objeto estiver cravado no olho, não tente retirá-lo, cubra-o e procure ajuda
médica. Se não for possível fechar os olhos, cubra-os com um cone de papel
grosso e procure ajuda médica imediata.
8.1.7.3. No nariz
 Peça para a vítima respirar somente pela boca, orientando-a a assoar o nariz;
 Não introduza nenhum instrumento nas narinas para retirar o objeto. Se ele não
sair, procure auxílio médico.
8.1.7.4. Na boca
 Peça para a vítima tossir com força, este é o recurso mais eficiente quando não
há asfixia;
 O risco do engasgo está em tampar (obstruir) a passagem do ar parando a
respiração e caso isto ocorra, a vitima pode até morrer. Para isto há algumas
situações de socorro:
 Nunca bata nas costas da vítima, isto pode fazer o objeto entrar mais ainda;
 Abrace a vítima por trás e coloque suas mãos na altura do estômago. Golpeie a
região para cima;
 Se a vítima perder a consciência ou desmaiar, chame o socorro especializado e
deite-a Coloque as suas mãos na altura do estômago e faça movimentos para
cima, deixe a cabeça da vítima para o lado;
 Se você observar objetos na boca ou garganta, retire-os com cuidado para que
eles não entrem novamente;
8.1.8. Procedimento a ser realizado no caso de animais peçonhentos
 Tranquilize a vítima;
 Deixe a vítima em repouso absoluto;
 Mantenha a parte afetada em posição mais baixa que o corpo, para dificultar a
difusão do veneno;
 Lave o local com água e sabão;
 Afrouxe as roupas da vítima, procure retirar acessórios que dificultem a
circulação sanguínea da vítima;
 Se possível, capture o animal, vivo ou morto, para posterior identificação;
 Dirigir-se urgentemente a um serviço médico, principalmente após trinta minutos
em que ocorreu o acidente.
8.1.9. Procedimento a ser realizado no caso de intoxicação

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 Se for gás ou fumaça, deve-se ventilar o local e transportar a vitima do local


contaminado para um local ventilado. Afrouxe ou remova roupas para facilitar a
respiração;
 No caso de produtos químicos, sugere-se consultar a FISPQ do mesmo,
adotando os
procedimentos inseridos no documento;
 Se o veneno entrar em contato com a pele ou olhos, deve ser retirada a roupa
da vitima e deve ser colocada embaixo de água corrente, ou no caso dos olhos,
deverão ser lavados abundantemente, sem esfregar;
 Se o produto for ingerido, não provoque vômitos e não ofereça líquidos ou
alimentos, leve a vítima e o produto para o pronto-socorro.
 A substância suspeita deve ser levada ao serviço de emergência do hospital,
preferencialmente na embalagem original.
8.1.10. Procedimento a ser realizado no caso de fraturas
 Não movimentar o local fraturado da pessoa;
 Se a fratura for em braço, dedo ou perna, retire objetos que possam interferir na
circulação (relógio, anéis, calçados);
 Imobilização adequada (ter a disposição tala rígidas, flexíveis ou tração, para o
membro ficar imóvel);
 Em caso de fratura exposta, quando há sangramento, proteja a área com um
pano limpo e enrole com uma atadura no local do sangramento.
 Não tente recolocar o osso no lugar;
 Se suspeitar de fratura no crânio ou coluna cervical, proteja a cabeça da
vítima de maneira quemela não possa realizar movimentos, não lateralize a
cabeça e não a eleve.
8.1.11. Procedimento a ser realizado no caso de convulsões
8.1.11.1. Ao iniciar
 Afastar objetos que possam causar lesões na vítima;
 Proteger a cabeça da vítima com a mão, roupa ou travesseiro;
 Afastar os curiosos, dar espaço para a vítima respirar;
 Não tracionar a língua ou colocar objetos na boca para segurar a língua (tipo
colher, caneta,madeira, dedos).
 Isto pode durar até 3 minutos, se não parar chame o socorro especializado;
 Permaneça ao lado da vítima.
8.1.11.2. Estado Pós-Convulsivo
 Lateralizar a cabeça do indivíduo para que a saliva escorra, evitando engasgos;

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 Observar se a respiração está adequada;


 Limpar as secreções salivares, com um pano ou papel, para facilitar a
respiração;
 Se a vítima quiser dormir, deixe-a descansar de lado, enquanto aguarda o
socorro;
 Não medique a vítima, mesmo que ela tenha os medicamentos, pois os reflexos
não estão totalmente recuperados, e ela pode se afogar ao engolir o comprimido
e a água;
 Não a deixe sozinha nesta fase;
 Chame socorro especializado ou leve a vítima ao socorro especializado.
8.1.11.3. Procedimento a ser realizado no caso de tontura e desmaio
 Deite a vítima de costas em uma superfície reta com a cabeça estendida para
trás;
 Levante as pernas, acima da altura do tórax;
 Solte as roupas apertadas;
 Se a vítima não recobrar a consciência em 1 ou 2 minutos, chame o socorro
especializado.
8.1.11.4. Procedimento a ser realizado no caso de dor no peito
 Coloque a pessoa na posição que ele sinta-se confortável (semi-sentado
costuma ser a melhor);
 Solte qualquer roupa ou cinto que estejam apertados para deixar livre a
respiração;
 Tranquilize a pessoa;
 Se a dor persistir, encaminhe-a ao socorro especializado.
8.1.11.5. Procedimento a ser realizado no caso de choque elétrico
 Desligue o interruptor ou a chave elétrica;
 Afaste imediatamente a vítima do contato com a corrente elétrica, removendo o
fio ou condutor elétrico com um material isolante;
 Puxe a vítima pelo pé ou pela mão, sem lhe tocar a pele. Use para isso pano
dobrado ou outro material isolante disponível;
 Em caso de queimaduras, cubra-as com uma gaze ou um pano, bem limpos;
 Se a pessoa estiver consciente, deite-a de costas com as pernas elevadas;
 Em caso de vítima inconsciente, deite-a de lado;
 Se necessário, cubra a pessoa com cobertor e procure mantê-la calma;
 Após os primeiros socorros, aguarde atendimento especializado.
8.1.12. Procedimento a ser realizado no caso de parada cardiorrespiratória

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 Verifique o estado de consciência da vítima;


 Verifique a respiração, caso não possua, inicie o RCP (Ressuscitação Cardio
Pulmonar);
 Ponha a vítima deitada de costas no chão;
 Coloque a palma da mão logo acima do osso esterno da vítima, exatamente
entre os mamilos.
 Coloque a segunda mão em cima da primeira, com os dedos entrelaçados.
 Posicione seu corpo diretamente por cima das mãos, para que seus braços
estejam retos e firmes.
 Faça cerca de 100 compressões torácicas por minuto e continue esse ciclo até
o socorro especializado chegar.

9. PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO E MONITORAMENTO

Monitoramento é a observação, bem como o registro regular relativo às atividades de


um processo. É um trabalho rotineiro de acúmulo de dados, os quais, devidamente
estruturados se transformam em informações. Monitorar é checar o progresso das
atividades, ou seja, uma observação sistemática e com propósitos, visando dar ciência
dessas informações de desempenho do processo aos responsáveis pelo mesmo. Um
avanço sobre esse tema se configura quando se estabelecem medidores, com Metas,
relativas a cada informação tratada, em cada processo. Assim, com auxílio de sistema
informatizado, as informações são coletadas e comparadas com as metas, sendo seus
resultados apresentados com algum display sobre o seu estado, em relação às metas:
atingido, não atingido ou na faixa de tolerância. Esses medidores são chamados de
Indicadores de Desempenho (em inglês KPI: Key Performance Indicator).
Monitorar é uma maneira de seguir, coletar e oferecer informação de retorno sobre
eficiência ou eficácia do processo.
Monitorar compreende o rastreamento da execução dos processos, de modo que as
informações sobre seu estado possam ser facilmente vistas e entendidas, e assim
constituam elemento base para a tomada de decisão, por parte do seu Gestor.
A Medição de Desempenho é a forma de prover a informação necessária para que os
gestores de processo tomem as decisões corretas sobre a alocação de recursos em
suas operações de negócio, de forma a atingir os objetivos previamente estabelecidos.
A medição de desempenho é um elemento crítico para o ciclo de vida de BPM ao
prover informações valiosas para atividades como análise, desenho e transformação
dos processos, bem como a revisão da sua eficiência e eficácia. Abaixo algumas
justificativas para a medida do desempenho:

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 Maior acuracidade na tomada de decisão


 Melhorar a eficiência / eficácia das atividades
 Transparência na divulgação dos resultados
 Criação de uma cultura de excelência para a organização
 Prover resposta ao gestor sobre o desempenho de algum elemento do processo

9.1. Desempenho
 Rendimento do elemento de negócio analisado, em termos de tempo, custo,
capacidade e qualidade
 A realização de uma determinada tarefa, avaliada contra os padrões conhecidos
de exatidão, integridade, custo e velocidade.
 Em um contrato, cujo elemento de avaliação é o desempenho, expressa o que é
considerado como sendo o cumprimento de uma obrigação.
 Conjunto de características ou capacidades de comportamento e rendimento, de
um indivíduo, de uma organização ….., ou processos, em especial quando
comparados com metas, requisitos ou expectativas previamente definidas.
 Medição de Desempenho 1 – é o processo de mensurar ações, onde mensurar
é o trabalho de quantificar, e a ação, conduz ao desempenho.
 Medição de Desempenho 2 – está relacionada à mensuração de coisas
tangíveis e intangíveis. Hoje, é mais adequado se utilizar o termo avaliação de
desempenho, pois além dos indicadores financeiros, é comum a organização
considerar, no cômputo da avaliação, indicadores não financeiros.Indicador
(KPI):

 Uma relação matemática que mede, numericamente, atributos de um negócio,


ou de seus resultados, com o objetivo de comparar este indicador com metas
numéricas pré-estabelecidas.
 É o medidor – quantificável – cujo Índice reflete o comportamento de algum
elemento do negócio de uma organização. No caso de processo, podem medir o
processo como um todo, alguma atividade, ou algum ponto dele.
 Técnica, ou ferramenta de gestão, destinada a monitorar e reportar a realidade
de algum elemento do negócio, sob o ponto de vista de métrica de desempenho,
em um determinado momento do tempo.

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 Medidas não-financeiras, expressas em números, portanto, não expressos em


valores monetários. Se expressos em termos monetários são, normalmente, de
resultados (e não de desempenho).

9.2. Índices: são os resultados numéricos apresentados nos indicadores de


um processo. (A medida que o indicador está apresentando)

9.3. Metas: são os valores planejados para os indicadores, a serem


alcançados em determinados períodos de tempo.

9.4. Tolerância: é um valor de desvio abaixo da meta, que representa um


estado de gravidade moderado. Se o indicador apontar para valores abaixo da
faixa de tolerância, significa que o comportamento do processo é extremamente
crítico.

10. DO PROCEDIMENTO DE INVESTIGAÇÃO DE INCIDENTES E ACIDENTES

10.1. Metodologia

Para aferir o quadro formal e operacional da investigação de incidentes/ acidentes de


trabalho na sua forma de aplicação pelos técnicos superiores de Higiene e Segurança
no Trabalho, iniciamos este estudo pela definição de objetivos e pela revisão da
literatura relacionada com o tema.

Recorremos ao método do inquérito com recurso à técnica do questionário como forma


de recolha de dados relativamente a esta realidade, sendo a amostra selecionada
através do recurso às tecnologias de informação e comunicação, nomeadamente,
através da inclusão do inquérito.

A técnica da amostragem a que recorremos enquadra-se no grupo das técnicas não


probabilísticas, também designada por amostragem de conveniência (Bryan e Cramer,
1993). A amostra produtora de dados comporta 64 indivíduos, Técnicos Superiores de
Higiene e Segurança no Trabalho

O Questionário dividiu-se em 5 componentes, designadamente: 1) caracterização do


respondente; 2) enquadramento académico; 3) enquadramento percetivo/funcional; 4)

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apreciação da necessidade e pertinência da existência de um modelo operacional, e 5)


componente de opinião com enfoque nas dificuldades operacionais e nas
competências desejadas para a IIAT que pretendemos aferir.

11. DA ELABORAÇÃO DAS ATAS DE REUNIOES DO COMITÊ DE SGI

11.1. Elaboração das atas de reuniões do Comitê do SGI A Ata de reunião de


revisão do SGA deve conter todos os temas tratados na reunião, como também
as conclusões e decisões tomadas. Um integrante da gerência de meio
ambiente elabora a ata e a arquiva. A Ata deve ser assinada por todos os
presentes

MODELO DE ATA

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