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RELATÓRIO FINAL DO PROJETO DE MANEJO COM ÊNFASE AO DE

FILEIRAS DUPLAS

AGENCIA GOIANA DE DESENVOLVIMENTO RURAL E


FUNDIÁRIO

RELATÓRIO FINAL DO PROJETO MANEJO

MANEJO DE CULTIVARES DE ALGODOEIRO COM ESPAÇAMENTO REDUZIDO VARIÁVEIS, COM


USO DE REGULADOR DE CRESCIMENTO, DANDO ÊNFASE AO DE FILEIRAS DUPLAS.

Hélio Ferreira da Cunha


Gil Santos
Adriano Borges de Oliveira
Marcos Geovani Lourewnçoni Dessimoni

Goiânia, 12 de Dezembro de 2006.

AGENCIA GOIANA DE DESENVOLVIMENTO RURAL E FUNDIÁRIO


Rua Jornalista Geraldo Vale, 331 – Setor Leste Universitário – Caixa Postal 331
CEP 74610-060 – Goiânia, Goiás Fone/Fax (0xx62)3512-6955 e-mail:
pesquisa@agenciarural.go.gov.br
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PROJETO

MANEJO DE CULTIVARES DE ALGODOEIRO COM ESPAÇAMENTO REDUZIDO VARIÁVEIS, COM USO


DE REGULADOR DE CRESCIMENTO, DANDO ÊNFASE AO DE FILEIRAS DUPLAS.

INSTITUIÇÃO EXECUTORA

AGENCIARURAL

PROJETISTAS RESPONSÁVEIS

Hélio Ferreira da Cunha, Gil Santos e Adriano Borges de Oliveira e Marcos Geovani Lourençoni Dessimoni

RESUMO

Foi proposto um projeto de pesquisa e experimentação na área de manejo usando três densidades
de plantio, regulador de crescimento e espaçamento reduzido, dando ênfase ao de Fileiras
Duplas, em dois locais no Estado de Goiás. Este projeto objetiva, principalmente, fazer a
experimentação com fileiras duplas em espaçamento reduzido de 20 cm, alternados com
espaçamentos convencionais de 76; 82; e 90 cm, usados no cultivo do algodoeiro no cerrado
goiano, estudando assim densidades fixadas em 100; 150; e 200 mil plantas por hectare.
Associados a estas densidades serão utilizados duas cultivares e aplicação de cloreto de
mepiquat, em duas doses, como regulador de crescimento (redutor) das plantas. Os Experimentos
foram instalados nas estações experimentais de Senador Canedo e Anápolis e executados
conforme previsto. Nos experimentos de Senador Canedo, ocorreu uma doença virótica
provocando um vermelhão no algodoeiro, e foi observado que a cultivar FM 966 foi mais
atacada, mostrando diferença significativa da cultivar Deltaopal, porém, não foi significativa
entre as três populações estudadas com relação à virose. Quanto ao regulador de crescimento na
análise conjuta, a dose de 1,5 l/ha apresentou maior número de plantas atacadas pela doença,
comparada com a dose de 1,0 l/ha. Aos 74 dias após emergência todas as parcelas estavam
completamente fechadas nos experimentos de 76 cm nas FD e FS. No espaçamento duplo de 90
cm ocorreu maior fechamento, comparado com o de 82 cm FS. O mesmo ocorreu com relação ao
fechamento nos experimentos, 90 FD e 90 FS, em Anápolis.Os ensaios de Senador Canedo
foram colhidos e analisados estatisticamente, alcançando a produtividade de 5434 kg/ha no
arranjo FD de 76 cm. A FM 966 alcançou maior rendimento de fibras (43,70 %) do que a
DeltaOpal, (42,45 %) não ocorrendo diferenças significativas entre os diferentes arranjos. As
melhores produtividades, observando os gráficos de 1 a 6 foram obtidas nos espaçamentos mais
reduzidos, decrescendo de 76 cm para 90 cm. Indicando uma tendência de maior produtividade
resultante da melhor distribuição eqüidistante das plantas, através do arranjo em fileiras duplas,
com diferença de até 1.000 kg/ha, comparando 76 cm em relação ao de 90 cm. Esses resultados
referem – se a médias das duas doses de regulador de crescimento.Os contrastes mostraram-se
positivos para a diferença (FD – FS), nos arranjos fileiras duplas em ambas as cultivares,
apresentando maior incremento para FM 966, até 47 @/ha.
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MANEJO DO ALGODOEIRO EM FILEIRAS DUPLAS


EM SENADOR CANEDO

METODOLOGIA

O ensaio de Senador Canedo é composto de três experimentos de fileiras duplas e três de fileiras
simples nos seguintes espaçamentos 20 – 56; 20 – 62; 20 – 70 duplos e 76; 82; 90 simples,
respectivamente, com três densidades de plantio 100; 150 e 200 mil plantas por ha, duas
cultivares ( Delta opal e Fiber Max 966 ) e duas doses de regulador de crescimento (1 e 1,5 l/ha).
A semeadura ocorreu em 23 e 24 de dezembro de 2005, usando 500 kg/ha da fórmula 06 -30 -16
+ Zn e 20 kg/ha de FTE – BR 12 no sulco de plantio. As sementes foram contadas, pesadas e
foram feitas medidas para distribuição em sulcos de 5 metros de comprimento, acrescentando-se
30% em relação ao número de plantas programado. Estas sementes foram tratadas com uma
mistura dos fungicidas Euparen e Monceren, mais o inseticida Gáucho. A germinação ocorreu
em 02/01/2006 com 9 dias após plantio, tendo de ser realizado replantio aos 7 e 8 dias após
emergência das plantas, devido à falta de chuvas e concentração de adubos nos espaçamentos
simples. Foi efetuado após plantio o uso da mistura dos herbicidas Diuron 1,2 l/ha e Dual 0,48
l/ha para o controle das ervas daninhas e realizado o desbaste com 29 a 31 dias após emergência
para o ajuste das densidades de plantio em cada espaçamento. A primeira cobertura foi efetuada
aos 39 e 40 dias após emergência usando 80 kg/ha de sulfato de amônio e a segunda 15 dias após
a primeira com 400 kg/ha da fórmula 20 -00 – 20. A primeira aplicação do regulador de
crescimento (Pix) foi realizada aos 45 dias após emergência das plantas (DAE) e a 2ª; 3ª e a 4ª
aos 52; 59; e 66 (DAE), respectivamente. Foi também, realizada a avaliação do fechamento da
cultura para verificar qual espaçamento e densidade populacional das plantas dão melhor
cobertura fechando completamente o solo, controlando melhor as plantas daninhas. A primeira
avaliação foi realizada com 50, a 2ª aos 58 e a 3ª aos 74 DAE. Foram atribuídas notas de 01 a 05,
sendo 01 fileira completamente aberta e 05 fileiras completamente fechadas, verificando que o
espaçamento duplo de 76 cm estava completamente fechado aos 60 dias e a fileira simples de 76
cm com fechamento de aproximadamente de 80%. Com relação ao controle de insetos pragas
seguem abaixo as pulverizações efetuadas, produtos e doses utilizadas (Tabela 4).

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Vermelhão
Tabela 1. Nesta tabela observa-se que a incidência de vermelhão, virose, ocorreu no
experimento 1 (FD 76), com média de 34,6 plantas por parcela, com mínimo de 7,0 e máximo de
74,0 plantas atacadas. Na cultivar Deltaopal (21,5 plantas) e na FM-966 (47,7), estatisticamente
diferentes, indicando que esta última é altamente sensível a esta virose.
4

Tabela 1. Número de plantas atacadas por vermelhão (virose) na EESC 2005/2006

Efeitos FILEIRAS DUPLAS FD FILEIRAS SIMPLES FS


Principais FD76 EXP1 FD82 EXP4 FD90 EXP5 FS76 EXP2 FS82 EXP3 FS90 EXP6
POP ns ns ns ns ns ns
100 mil 33,2 a 75,8 a 47,7 a 48,3 a 40,7 a 54,0
150 mil 37,1 a 78,2 a 53,1 a 42,0 a 46,6 a 57,0
200 mil 33,3 a 62,0 a 52,1 a 50,7 a 44,9 a 60,9

CUL ** ** ** ** ** **
DeltaOpal 21,5 b 45,5 b 22,0 b 25,1 b 28,0 b 28,3
FM-966 47,7a 98,5 a 80,0 a 69,0 a 60,2 a 86,3

REG ns ns ns ** ns ns
1 litro/ha 33,7 a 65,3 a 50,7 a 40,4 b 41,8 a 56,7 a
1,5 litros/ha 35,4 a 78,7 a 51,3 a 53,7 a 46,3 a 57,9 a

CV(%) 16,67 18,12 14,20 13,35 15,84 17,33


Média 34,6 plantas 72,0 plantas 51,0 plantas 47,0 plantas 44,1 plantas 57,3 plantas
QMResidual 0,90 2,20 0,91 0,76 1,04 1,54
GL 33 33 33 33 33 33
Entre repetições * ns *** *** ns ns

FILEIRAS DUPLAS FD FILEIRAS SIMPLES FS


FM- FM- FM- FM-
INTERAÇÃO DELTAOPAL 966
DELTAOPAL 966 DELTAOPAL 966 DELTAOPAL FM-966 DELTAOPAL FM-966 DELTAOPAL 966
POP X CUL Ns ns Ns ns ns ns
100 mil 21,1 45,4 51,4 100,2 21,2 74,2 27,7 68.9 24,9 56,5 35,2 72,7
150 mil 24,7 49,5 47,9 108,5 23,1 83,1 21,2 62,7 28,6 64,6 27,0 87,0
200 mil 18,5 48,1 37,1 86,9 21,6 82,6 26,2 75,2 30,5 59,4 22,6 99,1
FD76 EXP1 FD82 EXP4 FD90 EXP5 FS76 EXP2 FS82 EXP3 FS90 EXP6
Média 52,5 48,3
5

Em todos os experimentos não ocorreram diferenças estatísticas significativas entre as três


populações estudadas, nos diferentes arranjos de plantas. Quanto ao regulador de crescimento, a
diferença entre as doses de 1 e 1,5 litros/ha, só foi significativa no FS 76, onde, nas parcelas em
que foram aplicados 1,5 litros, resultaram em maior número de plantas com vermelhão. Quanto à
interação POP x CUL, esta só foi significativa no experimento 6 (FS90).
Na Tabela 2. Observa-se a análise conjunta do número médio de plantas atacadas pela
virose, nos seis (6) experimentos da EESC, 2005/2006. O número de plantas com vermelhão
situou-se entre 72,0 pl/parc no EXP4(82 FD) e 34,6 plantas no EXP1(76 FD). Nenhuma
significância ocorreu entre as três populações de plantas. As cultivares FM-966 (73,6a pl/ha) e a
DeltaOpal com (28,4 b), apresentaram diferença altamente significativa entre si. Quanto ao
regulador, na média de todos os experimentos, a dose de 1,5 l/ha apresentou maior número de
plantas atacadas por virose (53,8 plantas, comparada à dose de 1 l/ha, com 48,2 plantas).
Tabela 2. Análise Conjunta do Número Médio de Plantas Atacadas com Vermelhão (Virose), na
EESC, em 2005/2006. Manejo de Cultivares de Agodoeiro em Fileiras Duplas.
Aos ___ DAE
G.L. F EXP1 EXP2 EXP3 EXP4 EXP5 EXP6
EXP 5 27,67** 34,6 d 47,0 c 44,1 c 72,0a 51,0 bc 57,3 b
POP 2 0,41 n.s. POP1 100mil(49,9a);POP2 150 mil(52,3a);POP3 200mil(50,7a)
CUL 1 649,04*** DeltaOpal(28,4 b); FiberMax 966 (73,6a)
REG 1 9,67** Regulador 1 l/ha(48,2 b) ; Regulador 2 1,5 l/ha (53,8a)
Interações
POP XCUL 2 2,05 n.s. n.s.
Arranjos de Plantas Xxxxxxxx 76FD 76FS 82FS 82FD 90FD 90FS

Legenda: Fileiras Duplas EXP EXPERIMENTO


Fileiras Simples POP POPULAÇÃO

CUL CULTIVAR

REG REGULADOR DE CRESCIMENTTO

Fechamento

Na Tabela 3 pode-se observar o fechamento da cultura aos 74 DAE, medido em


centímetros (cm). No EXP 1(FD 76) todas as parcelas apresentavam-se fechadas em ambas as
cultivares e em todas as três populações de plantas. No EXP 2 (FS 76) apenas a cultivar FM-966
não se apresentava completamente fechada nas populações de 100(68) 1 150 l(102) mil plantas
(Gráfico 2). Quanto ao EXP 6 (FS 90) houve maior abertura entre as linhas em relação aos
demais espaçamentos, não ocorrendo nenhum efeito entre populações, cultivares e doses de
regulador. Podemos observar que no espaçamento FD 90 (duplo), ocorreu maior fechamento
entre as linhas comparado com FS 82(simples)
6

Tabela 3. Medidas de fechamento (cm) da cultura aos 74 DAE, na EESC 2005/2006

Efeitos FILEIRAS DUPLAS FD FILEIRAS SIMPLES FS


Principais FD76 EXP1 FD82 EXP4 FD90 EXP5 FS76 EXP2 FS82 EXP3 FS90 EXP6
POP ns ns ns ns ns
100 mil 0,0 1,69 a 0,37 0,31 4,81a 4,73
150 mil 0,0 0,12 a 0,62 0,12a 5,00a 4,56
200 mil 0,0 0,62a 0,31 0,00a 3,43a 4,19

CUL * ns ns ns ns
DeltaOpal 0,0 0,46 b 0,00a 0,00a 3,5 2,96
FM-966 0,0 1,75a 0,87a 0,29a 5,29a 5,96

REG ns ns ns * ns
1 litro/ha 0,0 0,75 0,42a 0,00a 3,04 b 4,00
1,5 litros/ha 0,0 1,46a 0,46a 0,29a 5,79a 5,00

CV(%) 0,00 161,86% 399,86% 508,99% 64,65% 35,24%


Média 0,0 1,10cm 0,44cm 0,15cm 4,42cm 4,49cm
QMResidual 0,00 0,65 0,43 0,15 1,26 0,47
GL 33 33 33 33 33 33
Entre repetições ns ns ns ns ns *

FILEIRAS DUPLAS FD FILEIRAS SIMPLES FS


DELTAOPAL FM- DELTAOPAL FM- DELTAOPAL FM- DELTAOPAL DELTAOPAL DELTAOPAL FM-
INTERAÇÃO 966 966 966 FM-966 FM-966 966
POP X CUL
100 mil 0,0 0,0 1,12 2,25 0,0 0,75 0,0 0,62 3,25 6,37 2,86 6,37
150 mil 0,0 0,0 0,00 2,00 0,0 1,25 0,0 0,25 4,00 6,00 2,75 6,37
200 mil 0,0 0,0 0,25 1,00 0,0 0,62 0,0 0,00 3,37 3,50 3,25 5,12
FD76 EXP1 FD82 EXP4 FD90 EXP5 FS76 EXP2 FS82 EXP3 FS90 EXP6
Média 0,5 3,0
7

Na tabela 4 estão os dados sobre o controle das pragas ocorrido nos experimentos de Senador
Canedo – EESC. O grande número de aplicações realizadas deve-se ao alto índice de lagarta
rosada e bicudo monitorados nas armadilhas de feromônio e necessidade de repetir o controle
devido a ocorrência de chuvas imediatamente após as aplicações.

Tabela 4. Nº. de pulverizações realizadas até 07/04/2006, na EESC.


Nº. de Produtos utilizados
Aplicações Data Dose/ha DAE
Curacron + 600 +
1 11/01/06 Nomoult 50 ml/ha 9
Folisuper 600 BR + Match 1000 +
2 20/01/06 400 ml/ha 18
Marshal 200 SC + 600 +
3 02/02/06 Nomoult 40 ml/ha 31
Endosulfan350 hic + 2000 +
4 10/02/06 Match 400 ml/ha 39
Endosulfan350 EC + 2000 +
5 20/02/06 Match 400 ml/ha 49
6 03/03/06 Decais 25 CE 300 ml/ha
60
Fury 200 EW + Match 300 +
7 06/03/06 400 ml/ha 63
Pólo + nomoult + Decis 500 + 50
8 13/03/06 + 300 ml/ha 70
Decis 25 CE + Nomoult 300 +
9 21/03/06 50 ml/ha 78
Decis 25 CE + Nomoult 300 +
10 27/03/06 50 ml/ha 84
11 30/03/06 Buldock 100 ml/ha
87
Folisuper + Nomoult + 100 + 50
12 04/04/06 Priorixtra + 40 ml/ha 92
Buldock + 100 +
13 07/04/06 Nomoult 50 ml/ha 95
11/04/200 Folisupe 4
14 6 r 0 ml/ha 99

18/ Karate +Nomoult 120 + 50 +


15 04/2006 +espalhante 40 ml/ha 106
25/0 Curacron +Karate + 600 + 120 +
16 4/2006 folisuper + espalhante 1000 + 40 ml/ha 113
03/ Karate + Curacron + 120 + 600 +
17 05/2006 espalhante 40 ml/ha 121
18 10/05/2006 Karate espalhante 120 + 40 ml/ha
128
26/05/ Karate + Endosulfan + 120 + 500 +
19 2006 Curacron + espalhante 200+40 144
23/06/ Folisuper + Aurora + 1000 + 150 +
20 2006 espalhante 40 ml/ha 172
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Observa-se na Tabela 5 que no espaçamento duplo FD 76 cm, a cultivar Deltaopal apresentou


melhor produtividade que a Fiber Max 966. Na menor população final de plantas por hectare
(92.434), foi a que alcançou melhor rendimento, tanto para Deltaopal como para FM 966. No
Experimento 2 (FS 76 cm), a produtividade foi um pouco abaixo do que no FD 76, Porém a
melhor produtividade da Deltaopal foi também na menor população final de plantas por hectare
(96.546), mas para a cultivar FM 966 a menor produtividade foi com a população média final de
plantas por hectare (122368) produzindo 5.031 kg/ha não apresentando diferença significativa
entre as diferentes populações, mesmo apresentando elevado número de plantas com vermelhão
(63), conforme Tabela 5 e Gráficos 1 e 2. Isto indica que a cultivar de menor porte apresenta
melhor produtividade com maior população de plantas /ha.
Tabelas 5. Médias e coeficientes de variação dos parâmetros observados, em três populações e
duas cultivares nos Experimentos FD 76 cm.e FS76 cm EESC - Estação Experimental de
Senador Canedo, 2005/2006. (em média das duas doses de regulador de crescimento).

EXP=1 Kg/ha @/ha Plantas/ Altura Altura Plant Flora Vermel Dias Compr. Diâmet Núm Peso Númer
EXP=2 ha Final de de as/ha ção hão ao 3º ro 3º ero médi o
Planta Planta Inicia Inic (virose apar Entren Entren de o de médio
s Final aos l ) ec. 1º ó de ó de Nós 1 capulh
40DAE Cap cima cima p/ capul os/plan
p/baixo p/baixo plant ho ta
a

FD76 EXPERIMENTO 1 DeltaOpal


P1C1 5434 362 92434 128 47 106 54 21 125 3,5 4,5 22 6,4 15,2
P2C1 5258 351 122533 128 49 131 55 25 123 3,0 4,6 22 6,4 15,8
P3C1 5199 347 147862 136 52 171 53 19 125 3,4 4,6 24 6,3 15,8

FS76 EXPERIMENTO 2 DeltaOpal


P1C1 5270 351 96546 131 51 77 55 28 122 3,3 4,7 23 6,5 17,3
P2C1 5009 334 121711 137 55 101 55 21 123 3,1 4,6 21 6,3 15,3
P3C1 5159 344 150987 130 53 134 55 26 124 3,2 4,7 21 6,3 14,4

FD76 EXPERIMENTO 1 Fiber Max 966


P1C2 5189 346 76316 109 39 114 55 45 123 3,2 4,7 20 6,7 17,1
P2C2 4939 329 102138 110 42 121 56 50 123 3,1 5,0 18 6,6 16,5
P3C2 5012 334 125987 103 42 179 56 48 123 3,1 4,6 17 6,6 14,5

FS76 EXPERIMENTO 2 Fiber Max 966


P1C2 5063 338 95559 108 46 68 55 69 122 3,4 4,6 18 6,7 14,7
P2C2 5031 335 122368 110 46 102 56 63 123 3,3 4,6 18 6,5 14,0
P3C2 5099 340 146053 115 47 141 56 75 124 3,1 4,7 17 6,4 14,5

FD76-
EXP1
Médias 5172 345 111212 114 45 137 55 35 124 3,2 4,7 20,4 6,5 15,8
CV(%) 11,30 11,30 10,40 11,03 8,70 9,50 6,90 31,20 1,20 17,40 10,40 8,20 5,30 12,20

FS76-
EXP2
Médias 5105 340 122204 122 50 104 55 47 123 3,2 4,6 19,6 6,5 15,0
CV(%) 11,98 11,98 5,19 6,71 5,90 8,73 2,90 22,52 1,15 13,63 7,61 9,56 5,24 14,17

Obs. P1= 100 mil plantas/ha; P2= 150 mil plantas/ha; P3= 200 mil plantas/ha;
C1=Cultivar DeltaOpal; C2=Cultivar Fiber Max 966.
9

Gráfico 1. Produtividade de fibra e algodão em caroço em kg/ha, com parados com o


stand final nas populações de 100, 150 e 200 m il plantas/ha, para as cultivares
DeltaOpal e FM-966. EESC, 2006. EXP 1 FD 76cm .

16000
14786
14000
12253 12599
12000
10214
10000
9243
8000 7632

6000 5434 5258 5199 5189 4939 5012


4000
2304 2237 2199 2288 2166 2209
2000

0
POP1 POP2 POP3 POP1 POP2 POP3

FIBRA(kg/há) 2304 2237 2199 2288 2166 2209


PAC(kg/há) 5434 5258 5199 5189 4939 5012
Stand Final 9243 12253 14786 7632 10214 12599

Populações

Obs. O estande final deverá ser multiplicado por 10.

Gráfico 2. Produtividade de fibra e algodão em caroço em kg/ha, comparados com


o stand final nas populações de 100, 150 e 200 mil plantas/ha, para as cultivares
DeltaOpal e FM-966. EESC, 2006. Experimento 2 FS 76cm.

20000

15000 15099 14605


12171 12237
10000 9655 9556

5270 5009 5159 5063 5031 5099


5000
2228 2106 2178 2188 2186 2221
0
POP1 POP2 POP3 POP1 POP2 POP3
FIBRA(kg/há) 2228 2106 2178 2188 2186 2221
PAC(kg/há) 5270 5009 5159 5063 5031 5099
Stand Final 9655 12171 15099 9556 12237 14605
Populações

Obs. O estande final deverá ser multiplicado por 10.

Nos experimentos 3 e 4 Tabela 6 e (Gráficos 3 e 4), a melhor produtividade obtida foi com a
maior população final de plantas/ha, para a variedade FM 966 ( Exp. 3, FS 82), sendo que esta
mostrou a maior produtividade média (4.950 kg/ha), tanto na FS quanto na FD. A cultivar FM
966 apresentou também, maior número médio de plantas com virose do que a Deltaopal.
10

A população final de plantas do Experimento 3 (FS 82), e do Experimento 4 (FD 82 cm) ficou
bem abaixo do programado, que era de população (p1 = 100 mil, p2 = 150 mil e p3 = 200 mil
plantas/ha), porém mostrou a tendência de quanto maior a população de plantas, mais bem
distribuída por hectare ( FD) resultando em maior produtividade.

Tabelas 6. Médias e coeficientes de variação dos parâmetros observados, em três


populações e duas cultivares nos Experimentos FS 82 cm.e FD82 cm EESC - Estação
Experimental de Senador Canedo, 2005/2006. (em média das duas doses de regulador de
crescimento).

EXP=3 Kg/ha @/ha Plantas/ Altura Altura Plant Flora Vermel Dias Compr. Diâmet Núm Peso Númer
EXP=4 ha Final de de as/ha ção hão ao 3º ro 3º ero médi o
Planta Planta Inicia Inic (virose apar Entren Entren de o de médio
s Final aos l ) ec. 1º ó de ó de Nós 1 capulh
40DAE Cap cima cima p/ capul os/plan
p/baixo p/baixo plant ho ta
a

FS82 EXPERIMENTO 3 DeltaOpal


P1C1 4921 328 48323 133 43 46 56 25 124 4,0 4,4 23 6,6 19,1
P2C1 4715 314 76067 130 46 77 54 29 124 4,1 4,9 23 6,5 18,3
P3C1 4796 320 90854 134 48 85 56 31 124 3,9 4,8 22 6,3 16,4

FD82 EXPERIMENTO 4 DeltaOpal


P1C1 4808 321 96189 120 21 89 55 51 123 3,3 4,6 21 6,4 15,3
P2C1 4847 323 127439 129 24 130 56 48 123 2,9 4,3 20 6,2 12,9
P3C1 4859 324 153811 121 23 186 56 37 122 3,2 4,2 20 6,1 12,2

FS82 EXPERIMENTO 3 Fiber Max 966


P1C2 4431 295 50305 102 38 52 57 57 124 3,6 4,7 18 6,6 17,4
P2C2 4691 313 76067 106 39 74 56 65 124 3,8 4,8 18 6,7 16,3
P3C2 4950 330 89482 111 42 94 56 59 124 3,4 4,8 19 6,6 17,2

FD82 EXPERIMENTO 4 Fiber Max 966


P1C2 4561 304 79268 97 18 103 56 100 122 3,2 4,8 18 6,6 14,9
P2C2 4698 313 110518 106 19 141 56 109 123 3,2 4,9 18 6,4 12,9
P3C2 4840 323 132470 109 22 161 56 87 122 3,0 4,3 18 6,5 12,0

FS82-
EXP3
Médias 4750 317 71850 119 43 71 56 44 124 3,8 4,7 21 6,5 17,5
CV(%) 9,59 9,59 8,40 8,70 10,60 17,3 2,74 29,20 1,14 12,96 7,10 9,92 5,31 12,49
0

FD82-
EXP4
Médias 4767 318 116616 114 21 135 56 72 122 3,1 4,5 19 6,3 13,4
CV(%) 8,99 8,99 8,27 9,35 15,69 9,40 2,55 34,23 1,27 13,72 5,62 8,19 6,13 14,58
Obs. P1= 100 mil plantas/ha; P2= 150 mil plantas/ha; P3= 200 mil plantas/ha;
C1=Cultivar DeltaOpal; C2=Cultivar Fiber Max 966.
11

Gráfico 3. Produtividade de fibra e algodão em caroço em kg/ha, com parados


com Stand final nas populações de 100, 150 e 200 mil plantas/ha, para as
cultivares DeltaOpal e FM-966. EESC, 2006. Experim ento 3 FS 82cm .

10000
9085 8948
8000 7607 7607

6000
4431 4691 4950
4921
4832 4715 4796 5030
4000

2000 2087 1983 2026 1916 2048 2159

0
POP1 POP2 POP3 POP1 POP2 POP3
FIBRA(kg/há) 2087 1983 2026 1916 2048 2159
PAC(kg/há) 4921 4715 4796 4431 4691 4950
Stand Final 4832 7607 9085 5030 7607 8948

Populações

Obs. O estande final deverá ser multiplicado por 10.


Gráfico 4. Produtividade de fibra e algodão em caroço e4m kg/ha, com parados com o
Stand final nas populações de 100, 150 e 200 m il plantas/ha, para as cultivares
DeltaOpal e FM-966. EESC, 2006. Experim ento 4 FD 82cm

16000 15381
14000 13247
12744
12000 11052
10000 9619
8000 7927

6000
4808 4847 4859 4561 4698 4840
4000
2000 2069 2064 2086 2024 2063 2125

0
POP1 POP2 POP3 POP1 POP2 POP3
FIBRA(kg/há) 2069 2064 2086 2024 2063 2125
PAC(kg/há) 4808 4847 4859 4561 4698 4840
Stand Final 9619 12744 15381 7927 11052 13247
Populações

Obs. O estande final deverá ser multiplicado por 10.

Nos Experimentos 5 e 6, Tabela 7 e (Gráficos 5 e 6) a melhor produtividade foi obtida com a


população média de plantas, em torno de 150 mil/ha, tanto no Experimento FD 90 cm, quanto no
de FS 90 cm, Porém a cultivar FM 966 apresentou melhor rendimento (4825 kg/ha, contra 4684
kg/ha para a Deltaopal), mesmo tendo maior incidência de plantas com virose.
As melhores produtividades, observando os gráficos de 1 a 6 foram obtidas nos espaçamentos
mais reduzidos, decrescendo de 76 cm para 90 cm. Indicando uma tendência de maior
12

produtividade resultante da melhor distribuição eqüidistante das plantas, através do arranjo em


fileiras duplas, com diferença de até 1.000 kg/ha, comparando 76 cm em relação ao de 90 cm.
Esses resultados referem – se a médias das duas doses de regulador de crescimento.

Tabelas 7. Médias e coeficientes de variação dos parâmetros observados, em três populações e


duas cultivares nos Experimentos (Exp. 5) FD90 cm.e (Exp, 6) FS90 cm EESC - Estação
Experimental de Senador Canedo, 2005/2006. (em média das duas doses de regulador de
crescimento).
EXP=5 Kg/ha @/ha Plantas/ Altura Altura Plant Flora Verme Dias Compr. Diâmet Núm Peso Númer
EXP=6 ha Final de de as/ha ção lhão ao 3º ro 3º ero médi o
Planta Planta Inicia Inic (viros apar Entren Entren de o de médio
s Final aos l e) ec. 1º ó de ó de Nós 1 capulh
40DAE Cap cima cima p/ capul os/plan
p/baixo p/baixo plant ho ta
a

FD 90
EXPERIMENTO 5
Deltaopal
P1C1 4451 297 95556 145 24 80 56 21 123 3,4 4,7 22 6,2 16,2
P2C1 4533 302 109583 148 23 99 57 23 124 3,6 4,5 23 6,1 15,5
P3C1 4514 301 125694 145 25 142 57 22 124 3,4 4,2 22 6,1 13,7

FS90
EXPERIMENTO 6 Deltaopal
P1C1 4642 309 87222 139 53 63 57 35 122 3,1 4,7 21 6,4 16,6
P2C1 4684 312 119028 148 54 97 58 27 123 3,3 4,6 22 6,2 14,7
P3C1 4539 303 134444 139 55 132 57 23 123 3,6 4,5 21 6,3 13,6

FD90 EXPERIMENTO
5 Fiber Max 966
P1C2 4212 281 73333 115 21 84 55 74 122 3,3 4,9 19 6,5 17,1
P2C2 4825 322 93056 120 21 98 56 83 122 3,0 4,6 19 6,6 17,8
P3C2 4795 320 108889 117 22 144 56 83 124 3,0 4,5 20 6,7 14,3

FS90
EXPERIMENTO 6
Fiber Max 966
P1C2 4188 279 71806 111 45 63 57 73 122 3,6 4,8 19 6,7 17,4

P2C2 4541 303 96806 116 46 100 57 87 122 3,2 4,7 18 6,7 14,0
P3C2 4358 291 104028 118 50 124 57 99 122 3,2 4,7 19 6,3 16,3
FD90-
EXP5
Médias 4555 304 101018 132 23 108 56 51 123 3,3 4,5 20,6 6,4 15,8
CV(%) 11,65 11,65 19,85 6,37 11,5 16,3 2,36 25,22 2,92 14,46 6,47 8,66 5,59 15,55
8 6
FS90-
EXP6
Médias 4492 299 102222 128 51 96 57 57 122 3,3 4,7 19,9 6,4 15,2
CV(%) 8,52 8,52 10,13 8,16 6,87 14,6 1,77 29,82 1,19 15,84 9,08 7,63 4,79 19,78
9

MÉDI 4807 320 124187 122 39 109 56 51 123 3,3 4,6 20,1 6,4 15,45
A
CV(%) 10,26 10,26 10,84 7,88 8,88 13,2 13,7 31,67 1,61 14,75 7,94 8,95 5,22 14,72
7
Obs. P1= 100 mil plantas/ha; P2= 150 mil plantas/ha; P3= 200 mil plantas/ha; C1=Cultivar Deltaopal; C2=Cultivar Fiber Max 966.
MÉDIA = Média Geral da análise conjunta dos 6 experimentos.
13
Gáfico 5. Produtividade de fibra e algodão em caroço em kg/ha, com parados
com Stand final nas populações de 100, 150 e 200 m il plantas/ha, para as
cultivares DeltaOpal e FM-966. EESC, 2006. Experim ento 5 FD 90cm .

14000
12569
12000
10958 10889
10000 9556 9306
8000 7333
6000
4451 4533 4514 4212 4825 4795
4000
2000 1912 1918 1910 1852 2105 2102
0
POP1 POP2 POP3 POP1 POP2 POP3
FIBRA(kg/há) 1912 1918 1910 1852 2105 2102
PAC(kg/há) 4451 4533 4514 4212 4825 4795
Stand Final 9556 10958 12569 7333 9306 10889
Populações

Obs. O estande final deverá ser multiplicado por 10.

Gráfico 6. Produtividade de fibra e algodão em caroço em kg/ha, com parados


com o Stand final nas populações de 100, 150 e 200 m il plantas/ha, para as
cultivares DeltaOpal e FM-966. EESC, 2006. Experim ento 6 FS 90cm .

14000 13444
12000 11903
10403
10000 9681
8722
8000 7181
6000
4642 4684 4539 4188 4541 4358
4000
2000 1981 1988 1922 1845 1976 1876
0
POP1 POP2 POP3 POP1 POP2 POP3
FIBRA(kg/há) 1981 1988 1922 1845 1976 1876
PAC(kg/há) 4642 4684 4539 4188 4541 4358
Stand Final 8722 11903 13444 7181 9681 10403
Populações

Obs. O estande final deverá ser multiplicado por 10.

14
Na Tabela 8 abaixo, podemos observar o rendimento de fibras em percentagem (%), nos
diversos arranjos de plantas estudados. Dentro das cultivares não ocorreram diferenças
significativas, mas entre as cultivares, a FM 966 apresentou maior rendimento, diferindo
significativamente da Deltaopal nos seis Experimentos.
Nas Tabelas 9 e 10, não ocorreram nenhuma diferença significativa entre as cultivares em
relação a produtividade de fibra, em kg/ha e @/ha, respectivamente. Podem-se também
observar que as produtividades de fibra foram maiores nos arranjos em fileiras duplas,
para ambas as cultivares, exceto para a Deltaopal no espaçamento de 90 cm, em média
das três populações de plantas.
Tabela 8. Percentagem média de rendimento de fibra nos experimentos de Manejo
de Cultivares em FD e FS. EESC, 2005 / 2006. Percentagem de Fibra por
experimento
Cultivar FD 76 FS 76 FS 82 FD82 FD 90 FS 90 Média
Delta Opal 42,4 b 42,1 b 42,2 b 42,9 b 42,6 b 42,5 b 42,45
FM 966 44,0a 43,4ª 43,5a 44,0a 43,8a 43,5a 43,70
Média 43,2 42,8 b 42,9 43,4 43,2 43,0
CV (%) 1,81 1,83 1,89 1,27 1,71 1,59

Tabela 9. Produção média de fibra ( kg/ha ) nos experimentos de Manejo de


Cultivares em FD e FS. EESC, 2005 / 2006.
Produtiividade em fibras (kg/ha) por experimento
Cultivar FD 76 FS 76 FS 82 FD82 FD 90 FS 90 Média
Delta Opal 2247a 2171a 2032a 2073a 1913a 1964a 2066,6
FM 966 2221a 2198a 2041a 2068a 2020a 1899a 2074,5
Média 2234,0 2185,0 2036,0 2071,0 1967,0 1931,0
CV (%) 11,55 13,00 9,70 8,99 11,35 8,76

Tabela 10. Produção média de fibra ( @/ha ) nos experimentos de Manejo de


Cultivares em FD e FS. EESC, 2005 / 2006.
Produtiividade em fibras (@/ha) por experimento
Cultivar FD 76 FS 76 FS 82 FD82 FD 90 FS 90 Média
Delta Opal 149,8a 144,7a 135,0a 138,2a 127,6a 130,9a 137,7
FM 966 148,1a 146,6a 136,0a 137,9a 134,6a 126,6a 138,3
Média 148,9a 146,0 135,8 138,0 131,1 128,8
CV (%) 11,55 13,00 9,70 8,99 11,35 8,76

15

FOTO 1. Mostra a população de 200 mil plantas/ha da cultivar DeltaOpal no espaçamento de 76


cm, FD na EESC, em Senador Canedo-GO, 2005/2006. (com capulhos completamente abertos)
182 DAE
FOTO 2. Mostra visão transversal dos experimentos. Em primeiro plano o de 90 cm FS; no centro o de 82 cm; e no
fundo o de 76 cm, na EESC, 2005/2006(com capulhos completamente abertos).

16

Tabela 11. Contrastes entre médias de algodão em caroço (kg/ha), PAC, e em fibras (@/ha), PAF, em
relação aos Arranjos em Fileiras Simples(FS) e Fileiras Duplas(FD)., na EESC - Estação Ex-
EESC perimental de Senador Canedo, Goiás. Em 2005/2006.
DELTAOPAL FIBER MAX 966 Diferenças (kg/ha)
Popu- Popu- DeltaOpal FM-966
ARRANJO lação/ha PAC PAF lação/ha PAC PAF FD-FS FD-FS

97000 5270 148 96000 5063 146 6 6


FS-76 122000 5009 140 122000 5031 146 9 -2
151000 5159 145 146000 5099 148 2 -1
X
92000 5434 154 76000 5189 152
FD-76 122000 5258 149 102000 4939 144
148000 5199 147 126000 5012 147

48000 4921 139 50000 4431 128 -1 7


FS-82 76000 4715 132 76000 4691 136 6 2
91000 4796 135 89000 4950 144 4 -2
X
96000 4808 138 79000 4561 135
FD-82 127000 4847 138 110000 4698 138
154000 4859 139 132000 4840 142

87000 4642 132 72000 4188 123 -5 0


FS-90 119000 4684 132 97000 4541 132 -4 8
134000 4539 128 104000 4358 125 -1 15
X
96000 4451 127 73000 4212 123
FD-90 110000 4533 128 93000 4825 140

126000 4514 127 109000 4795 140

MANEJO DO ALGODOEIRO EM FILEIRAS DUPLAS


EM ANÁPOLIS

METODOLOGIA

O ensaio de Anápolis foi instalado na Estação Experimental da AGENCIARURAL. Composto


de três experimentos de fileiras duplas e três de fileiras simples nos seguintes espaçamentos 20 –
56; 20 – 62; 20 – 70 duplos e 76; 82; 90 simples, respectivamente, com três densidades de plantio
100; 150 e 200 mil plantas por ha, duas cultivares (Delta Opal e Fiber Max 966) e duas doses de
regulador de crescimento, perfazendo um total de 288 parcelas. A semeadura ocorreu em 12 e 13
de janeiro de 2006, usando 500 kg/ha da fórmula 08 - 28 - 15 + Zn e 20 kg/ha. de FTE – BR 12
no sulco de plantio. As sementes foram contadas, pesadas e foram feitas medidas para
distribuição em sulcos de 5 metros de comprimento, acrescentando-se 40% em relação ao
número de plantas programado. Estas sementes foram tratadas com uma mistura dos fungicidas
Euparen e Monceren, mais o inseticida Gáucho. A germinação ocorreu em 25/01/2006 com 13
dias após plantio. Foi efetuado após plantio o uso da mistura dos herbicidas Diuron 1,2 l/ha. e
Dual 0,8l/ha, usando um volume de 300 litros de calda/ha em pulverizador de barra acoplado ao
trator, para controle inicial das ervas daninhas. Os seis experimentos foram instalados em três
terraços de base larga, em latossolo vermelho escuro fase floresta ciliar, com declive de
aproximadamente 6%. Os experimentos 01 e 03 (Foto 3, parte superior) ficaram prejudicados
ocasionando perdas totais dos ensaios 1 e 3, quanto à emergência das plantas, devido à erosão
17

laminar e provável contaminação do solo na parte inicial dos terraços, em conseqüência dos
herbicidas aplicados em culturas anteriores (mamona, sorgo, feijão vagem e soja). Os
experimentos 02 e 04 localizados naqueles terraços, também ficaram prejudicados quanto à
emergência das plantas não sendo obtido população ideal conforme o programado,
caracterizando assim a provável contaminação do solo com resíduos tóxicos. Os experimentos 05
e 06 localizados no terceiro terraço apresentaram germinação inicial próximo as populações
programadas, não sofrendo os efeitos negativos apontados acima, resultando em estandes de
plantas ideais nos arranjos de fileiras duplas, entretanto nos ensaios de fileiras simples o estande
ficou abaixo do ideal programado, devido a maior concentração de adubos no sulco de plantio e
estresse hídrico por falta de chuva após o plantio. Como o plantio foi efetuado tardiamente, e a
dificuldade de obter sementes para efetuar novo plantio dos ensaios, optamos por conduzir os
ensaios remanescentes aproveitando os experimentos 02; 04; 05 e 06, embora apresentando
algumas parcelas com populações inferiores ao programado. O desbaste com ajustamento das
populações de plantas ideal nas parcelas foi realizado em 07/03/2006 aos 41 dias após a
emergência, para o ajuste das densidades de plantio em cada espaçamento. A primeira cobertura
foi efetuada aos 41 dias após emergência usando 80 kg/ha de nitrogênio e 80 kg/ha de potássio,
fornecidos pela fórmula 20 -00 -20 (400 kg/ha) e a segunda aos 16 dias após a primeira com 200
kg/ha de sulfato de amônio (21 -00 -00), e uma terceira cobertura aos 68 DAE (03/04/2006) com
200 kg/ha de sulfato de amônio. A primeira aplicação do regulador de crescimento (Pix) foi
realizada aos 42 dias após emergência das plantas (DAE) e a 2ª; 3ª e 4ª aos 50; 57; e 68 (DAE),
respectivamente. Foram também, realizadas as avaliações sobre o fechamento da cultura para
verificar qual espaçamento e densidade populacional das plantas dão melhor cobertura fechando
completamente o solo, controlando melhor as plantas daninhas. A primeira avaliação foi
realizada aos 50 DAE, e a 2ª e a 3ª aos 68 e 76 DAE, respectivamente. Foram atribuídas notas de
01 a 05. Sendo nota 01 fileira completamente aberta e 05 fileiras completamente fechadas,
verificando que no espaçamento duplo de 76 cm estava completamente fechada aos 70 dias (10
dias a mais do que os ensaios da EESC). Enquanto as fileiras simples de 90 cm apresentaram
fechamento de aproximadamente 70%, conforme pode ser observado na Tabela 12.. Com relação
ao controle de insetos pragas seguem abaixo as pulverizações efetuadas, produtos e doses
utilizadas (Tabela 13). Os ensaios de Anápolis receberam irrigação complementar na falta de
chuvas.

18

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Fechamento

Na Tabela 12 observamos o fechamento da cultura aos 76 DAE, medido em centímetros (cm).


No EXP 1(FD 76) todas as parcelas foram perdidas, devido à fitotoxicidade e erosão laminar. No
EXP 2 (FS 76) as parcelas não encontravam completamente fechadas, porém na densidade mais
alta encontravam mais fechadas. No experimento 3 ficou totalmente prejudicado devido às
perdas das parcelas. No experimento 5, onde se obteve a melhor densidade de plantas por
hectare, o solo encontrava-se quase completamente fechado pelas plantas. As plantas
apresentaram um desenvolvimento mais lento nos primeiros dias após emergência, devido,
provavelmente, a elevada altitude do local dos experimentos (1015m).

Tabela 12. Medidas de fechamento (cm) da cultura aos 76 DAE, na EEA, 2006

Efeitos FILEIRAS DUPLAS FD FILEIRAS SIMPLES FS


Principais FD82 EXP4 FD90 EXP5 FS76 EXP2 FS90 EXP6
POP ns ns ns ns
100 mil 4,90 a 1,06a 8,65a 11,81a
150 mil 4,50 a 0,62a 8,80a 11,60a
200 mil 3,60 a 0,50a 5,75a 10,12a

CUL * ns ns ns
DeltaOpal 3,10 b 0,37a 7,90a 10,96a
FM-966 5,10a 1,08a 7,50a 11,04a

REG ns ns ns ns
1 litro/ha 4,50 0,58a 4,30 11,33a
1,5 litros/ha 4,60a 0,87a 4,00 10,63a

CV(%) 81,46% 261,72% 53,23% 52,08%


Média 4,30cm 0,73cm 7,70cm 11,00 cm
QMResidual 12,46 3,64 16,69 32,82
GL 33 33 22 33
Entre repetições ** ns ns **

FILEIRAS DUPLAS FD FILEIRAS SIMPLES FS


INTERAÇÃ FM- FM- FM-
O DELTAOPAL 966 DELTAOPAL 966 DELTAOPAL 966 DELTAOPAL FM-966
POP X CUL
100 mil 3,00 6,87 1,12 1,00 9,80 7,60 12,50 11,12
150 mil 4,37 4,62 0,00 1,25 7,30 10,30 9,37 12,75
200 mil 1,87 5,25 0,00 1,00 6,50 5,00 11,00 9,25
FD82 EXP4 FD90 EXP5 FS76 EXP2 FS90 EXP6
Média 2,5 9,4

Na Tabela 13 encontram-se as aplicações realizadas nos experimentos conduzidos na Estação


Experimental de Anápolis (EEA). 19

Tabela 13. Nº de pulverizações realizadas até 23/06/2006. EEA


Nºde Data Produtos utilizados Dose/ha
Aplicações DAE
1 07/02/2006 Thiodan + Match 1500 + 100 ml 13
2 13/03/2006 Folisuper+ Dimilim 1000 ml + 80g 47
3 17/03/2006 Folisuper+ Dimilim 1000 ml + 60g 51
4 20/032006 Pirate + Dimilim 1000 ml + 40g 54
5 23/03/2006 Fastac + Dimilim 300 ml + 60 g 57
6 28/03/2006 Trebon + Dimilim 500 ml + 60 g 62
7 03/04/2006 Fastac + Dimilim 300 ml + 60 g 68
8 07/04/2006 Karate + Curacron 60 + 500 ml 72
9 11/04/2006 Karate + Curacron 80 + 500 ml 76
10 15/04/2006 Karate + Curacron 80 + 500 ml 80
11 21/04/2006 Karate 100 ml 86
12 27/04/2006 Karate + Trebon 80 + 500 ml 92
13 02/05/2006 Karate + Trebon 80 + 500 ml 97
14 18/05/2006 Pólo + Folisuper 1 kg/ha +500 ml 113
15 24/05/2006 Pólo + Folisuper 1 kg/ha +500 ml 119
16 14/06/2006 Trebon + Folisuper 500 ml + 1000 ml 140
17 23/06/2006 Trebon + Folisuper 500 ml + 1000 ml 149

Obs. Todas as pulverizações foram adicionadas 40 ml/ha de espalhante adesil

Tabela 14. Médias e coeficientes de variação dos parâmetros observados, em três populações e
duas cultivares nos Experimentos FS76 cm EEA - Estação Experimental de Anápolis,
2005/2006. (em média das duas doses de regulador de crescimento).

Altura Compr. Diâme- Nu- Núme-


de 3º tro 3º mero Peso ro
EXP=2 Altura Plan- Plan- Entre- Entre- de me- médio
de tas tas/ nó de nó de Nós dio capu-
Plan- aos ha Ini- cima cima p/ de 1 lhos/
Plantas/ tas 40 cial p/baixo p/baixo plan- capu- plan-
Kg/ha @/ha ha Final Final DAE Final Final ta lho ta

EXPERIMENTO 2 FS76 DELTAOPAL


P1C1 3935 262 59001 103 26 39227 5,6 3,0 6,0 14,3
P2C1 4603 305 78059 106 27 5361 5,8 3,0 6,0 13,7
9
P3C1 4691 313 83455 109 25 5625 5,5 3,0 6,0 15,7
0

EXPERIMENTO 2 FS76 FIBER MAX 966


P1C2 4305 287 75187 91 21 4564 5,8 3,0 6,0 12,0
1
P2C2 4227 282 110171 90 22 7664 5,6 3,0 6,2 11,1
5
P3C2 4964 331 113042 94 26 7220 5,1 3,0 6,0 11,2
4

FS76-
EXP2
Médias 4448 297 86560 98 25 5726 5,6 3,06 6,0 12,94
4
CV(%) 20,12 20,12 30,56 9,71 18,8 25,2 9,49 12,02 5,49 17,74
3 6
Obs. P1= 100 mil plantas/ha; P2= 150 mil plantas/ha; P3= 200 mil plantas/ha;
C1=Cultivar DeltaOpal; C2=Cultivar Fiber Max 966.
20

Gráfico 7. Produtividade de fibra e algodão em caroço em kg/ha, comparados com o


stand final nas populações de 100, 150 e 200 m il plantas/ha, para as cultivares
Deltaopal e FM - 966. EEA, 2006. Experim ento 2 FS - 76 cm .

12000
11300
11000

10000

8300
8000 7800
7500

6000 5900

4691 4964
4603
4305 4227
4000 3935

1928 1976 1874 1817 2113


2000 1647

0
POP1 POP2 POP3 POP1 POP2 POP3
Deltaopal FM - 966

FIBRA(kg/há) 1647 1928 1976 1874 1817 2113


PAC(kg/há) 3935 4603 4691 4305 4227 4964
Stand Final 5900 7800 8300 7500 11000 11300
Populações

Tabela 15. Médias e coeficientes de variação dos parâmetros observados, em três populações e
duas cultivares nos Experimentos FD82 cm EEA - Estação Experimental de
Anápolis, 2005/2006. (em média das duas doses de regulador de crescimento).

Compr. Diâme- Nu-


3º tro 3º mero Peso Núme-
EXP=4 Altu-ra Altura Plantas Entre- Entre- de me- ro
de de /ha nó de nó de Nós dio médio
Plan- Planta Inicial cima cima p/ de 1 capu-
Plantas tas aos p/baixo p/baixo plan- capu- lhos/
Kg/ha @/ha / Final 40DAE Final Final ta lho planta
ha
Final

EXPERIMENTO 4 FD82 DELTAOPAL


P1C1 4358 291 108566 109 43 81845 5,3 3,0 5,8 ------
P2C1 5013 334 15225 109 40 136585 5,5 3,0 6,1 -----
3
P3C1 5295 353 17958 121 47 173171 5,1 3,0 6,0 -----
0

EXPERIMENTO 4 FD82 FIBER MAX 966


P1C2 5393 360 11515 92 34 94665 5,1 4,0 6,3 ------
2
P2C2 4877 325 16043 91 38 148933 5,3 3,0 6,3 -----
2
P3C2 5651 377 20356 90 36 189329 5,4 4,0 6,2 -----
1

FD82
-
EXP4
Média 5092 339 15406 102 40 13088 5,3 3,2 6,1 ------
s 8
CV(% 16,32 16,32 12,92 13,13 15,82 8,51 10,37 9,70 5,76 -----
) 21
Obs. P1= 100 mil plantas/ha; P2= 150 mil plantas/ha; P3= 200 mil plantas/ha;
C1=Cultivar Deltaopal; C2=Cultivar Fiber Max 966.
Gráfico 8 . Produtividade de fibra e algodão em caroço em kg/ha, comparados com
o stand final nas populações de 100, 150 e 200 mil plantas/ha, para as cultivares
Deltaopal e FM 966. EEA, 2006. Experimento 4 FD 82 cm.

25000

20300
20000
17600
16000
15200
15000

11500
10800
10000

5295 5393 5651


5000 4358 5013 4877

2062 2181 2323 2063 2408


1786
0
POP1 POP2 POP3 POP1 POP2 POP3
Deltaopal FM 966
FIBRA(kg/há) 1786 2062 2181 2323 2063 2408
PAC(kg/há) 4358 5013 5295 5393 4877 5651
Stand Final 10800 15200 17600 11500 16000 20300
Populações

Obs. O estande final deverá ser multiplicado por 10.


22

Tabela 16. Médias e coeficientes de variação dos parâmetros observados, em três


populações e duas cultivares nos Experimentos FD90 cm.e FS90 cm EEA-Estação
Experimental de Anápolis, 2005/2006. (média das duas doses de regulador de
crescimento).
Altura Compr. Diâme-
de 3º tro 3º Peso
EXP=5 Altura Planta Entre- Entrenó Númer médio Número
de aos 40 Plan- nó de de cima o de de médio
EXP=6 Plantas/h Plantas DAE tas/ha cima p/baixo Nós p/ 1 capu- capulhos/
Kg/ha @/ha a Final Final Inicial p/baixo Final planta lho planta
Final
EXPERIMENTO 5 FD90 DELTAOPAL
P1C1 5174 345 110031 140 45 97639 6,0 3,0 6,2 12,8
P2C1 4916 328 144135 138 44 146111 5,8 3,0 5,8 10,5
P3C1 4870 325 143981 138 45 184375 5,8 3,0 6,0 10,4
EXPERIMENTO 6 FS90 DELTAOPAL
P1C1 4308 287 69290 114 34 61042 5,4 3,0 5,9 19,6
P2C1 4774 318 83641 113 37 77153 5,5 3,0 6,1 13,9
P3C1 3986 266 91666 114 35 91458 5,1 3,0 6,0 17,1
EXPERIMENTO 5 FD90 FIBER MAX 966
P1C2 5795 386 110030 106 38 97084 5,8 3,0 6,6 11,5
P2C2 5844 391 142592 107 40 149167 5,5 4,0 6,4 10,2
P3C2 5440 363 163364 106 41 197500 5,8 4,0 6,4 9,5
EXPERIMENTO 6 FS90 FIBER MAX 966
P1C2 4090 273 65277 92 29 62222 5,0 4,0 6,4 15,4
P2C2 3952 263 85031 92 30 84306 5,3 4,0 6,2 13,3
P3C2 4934 329 100308 97 34 111111 5,6 4,0 6,5 13,6
FD90-
EXP5
Média 5345 357 131522 123 42 145312 5,7 3,3 6,2 10,83
s
CV(% 9,35 9,35 10,38 9,30 13,62 6,24 8,56 11,08 4,58 10,70
)
FS90
-
EXP6
Média 4341 289 82535 104 33 81215 5,3 3,5 6,2 15,41
s
CV(% 24,64 24,64 24,98 10,03 16,70 25,52 8,86 9,27 5,20 31,68
)
MÉDI 4843 323 10702 114 37 113263 5,5 3,4 6,2 3,12
A 8
CV(% 16,99 16,99 17,68 9,66 15,16 15,88 8,71 10,17 4,89 21,19
) 0
Obs. P1= 100 mil plantas/ha; P2= 150 mil plantas/ha; P3= 200 mil plantas/ha;
C1=Cultivar DeltaOpal; C2=Cultivar Fiber Max 966.
MÉDIA = Média Geral da análise conjunta dos 6 experimentos.

Observa-se na Tabela 16, que a cultivar FM-966 apresentou melhor produtividade no Exp. 5
(FD90), onde o estande final (142592 pl/ha) ficou próximo do programado (150 mil)
produzindo 5844 kg/ha na população 2, enquanto Delta Opal atingiu melhor produtividade
(5174 kg/ha) na população 1 com estande em torno de 110 mil pl/ha. No Exp. 6, a população
final das plantas ficou abaixo do esperado e a melhor produtividade (4934 kg/ha), foi obtida
na população 3, em torno de 100 mil pl/ha, na cultivar FM-966. Entretanto a cultivar Delta
Opal apresentou a melhor produtividade (4774 kg/ha), na população 2, em torno de 83641
pl/ha, Isto confirma a tendência de que, quanto mais baixa for a altura da planta, a maior
produtividade será conseguida com a maior população de plantas por hectare, enquanto a
cultivar mais alta, apresentou maior produtividade com população em torno de 100 mil
pl/ha, verificado no espaçamento duplo de 90 cm.
23

Gráfico 9. Produtividade de fibra e algodão em caroço em kg/ha, com parados com o


stand final nas populações de 100, 150 e 200 m il plantas/ha, para as cultivares
Deltaopal e FM - 966. EEA, 2006 Experim ento 5 FD 90 cm .

18000
16900
16000
14400 14300 14200
14000

12000
11000 11000
10000

8000

6000 5795 5864 5450


5174 4916 4870
4000
2082 2486 2463 2298
2000 1967 1969

0
POP1 POP2 POP3 POP1 POP2 POP3
Deltaopal FM 966

FIBRA(kg/há) 2082 1967 1969 2486 2463 2298


PAC(kg/há) 5174 4916 4870 5795 5864 5450
Stand Final 11000 14400 14300 11000 14200 16900

Populações
24

Gráfico 10. Produtividade de fibras e algodão em caroço em kg/ha, com parados


com stand final nas populações de 100, 150 e 200 m il plantas/ha, para as cultivares
Deltaopal e FM - 966. EEA, 2006 Experim ento 6 FS - 90 cm .

10000
10000
9200
9000 8500
8400
8000
6900
7000
6500
6000

5000 4774 4934


4308
3986 4090 3952
4000

3000
1995 2133
2000 1797 1681 1793 1751

1000

0
POP1 POP2 POP3 POP1 POP2 POP3
Deltaopal Fm - 966

FIBRA(kg/há) 1797 1995 1681 1793 1751 2133


PAC(kg/há) 4308 4774 3986 4090 3952 4934
Stand Final 6900 8400 9200 6500 8500 10000

Obs. O estande final deverá ser multiplicado por 10.

Na Tabela 17 abaixo, podemos observar o rendimento de fibras em percentagem (%), nos


diversos arranjos de plantas estudados. Dentro das cultivares não ocorreram diferenças
significativas, mas entre as cultivares, a FM 966 apresentou maior rendimento, diferindo
significativamente da Deltaopal nos seis Experimentos.
Nas Tabelas 18 e 19, não ocorreram nenhuma diferença significativa entre as cultivares
em relação à produtividade de fibra, em kg/ha e @/ha, respectivamente. Podem-se
também observar que as produtividades de fibra foram maiores nos arranjos em fileiras
duplas, para ambas as cultivares, exceto para a Deltaopal no espaçamento de 90 cm, em
média das três populações de plantas.

Tabela 17. Percentagem média de rendimento de fibra nos experimentos de Manejo


de Cultivares em FD e FS. EEA, 2005 / 2006. Percentagem de Fibra por
experimento
Cultivar FD 76 FS 76 FS 82 FD82 FD 90 FS 90 Média
Delta Opal X 42,1 0 41,2 40,2 42,1 42,45
FM 966 X 43,2 0 42,7 42,4 43,9 43,70
Média X 0 ,0
CV (%) X 2,46 0 1,96 2,16 2,16
25

Tabela 18. Produção média de fibra ( kg/ha ) nos experimentos de Manejo de


Cultivares em FD e FS. EESC, 2005 / 2006.
Produtiividade em fibras (kg/ha) por experimento
Cultivar FD 76 FS 76 FS 82 FD82 FD 90 FS 90 Média
Delta Opal X 1850 0 2010 2006 1824
FM 966 X 1935 0 2265 2416 1892
Média X 1892 0 2137 2211 1858
CV (%) X 19,71 0 15,75 9,70 23,81

Tabela 19. Produção média de fibra ( @/ha ) nos experimentos de Manejo de


Cultivares em FD e FS. EESC, 2005 / 2006.
Produtiividade em fibras (@/ha) por experimento
Cultivar FD 76 FS 76 FS 82 FD82 FD 90 FS 90 Média
Delta Opal X 123 0 134 134 122
FM 966 X 129 0 151 161 126
Média X 126 0 142 147 124
CV (%) X 19,71 0 15,75 9,70 23,81
,
Tabela 20. Contrastes entre médias de algodão em caroço(kg/ha), PAC, e em fibras (@/ha), PAF, em
relação aos Arranjos em Fileiras Simples(FS) e Fileiras Duplas(FD)., na EEA-Estação Ex-
EEA perimental de Anápolis. Em 2006

DELTAOPAL FIBER MAX 966 Diferenças/ Fibra(@/ha)


Popu- Popu- DeltaOpal FM-966
ARRANJO lação/ha PAC PAF lação/ha PAC PAF FD-FS FD-FS

59000 3935 110 75000 4305 125 9 30


FS-76 78000 4603 128 110000 4227 121 9 16
83000 4691 132 113000 4964 141 13 19
X
108000 4358 119 115000 5393 155
FD-82 152000 5013 137 160000 4877 137
156000 5295 145 203000 5651 160

69000 4308 120 65000 4090 119 19 47


FS-90 84000 4774 133 85000 3952 117 -2 47
92000 3986 112 100000 4934 142 19 11
X
110000 5174 139 110000 5795 166
FD-90 144000 4916 131 142000 5844 164
144000 4870 131 169000 5440 153

26
Mesmo não conseguindo obter as populações programadas nos locais em que foram conduzidos
os ensaios, em 2005/2006, um fato nos chama a atenção. Na literatura ha muitos trabalhos que
alcançaram as populações programadas, as produtividades ficaram abaixo de 3000 kg/ha, de
algodão em caroço. Entretanto quanto à produtividade, os experimentos em fileiras duplas de
Anápolis variaram de 4358 até 5844, respectivamente com a Deltaopal, população 1, no FD 82 e
FM 966 População 2 FD 90. Nos arranjos em fileiras simples a variação foi de 3935 com a
Deltaopal população 1 FS 76 até 4964, na FM 966, FS 76, pop. 3. Observa-se na Tabela 20, que
os contrastes foram positivos para (FD – FS) nos arranjos fileiras duplas em ambas as cultivares,
apresentando maior incremento para FM 966, até 47 @/ha. Em Senador Canedo a produtividade
variou de 4.188 a 5.434 kg/ha, respectivamente com FM 966, pop. 1 FS 90 e Deltaopal, pop. 1
FD 76, em fileiras simples a variação foi de 4.188 com a FM 966, pop. 1 FS 90, até 5270 kg/ha,
pop. 1 FS 76 (Tabela 20 e Tabela 11).
27

CONCLUSÕES

1) Os arranjos Fileiras Duplas em espaçamentos reduzidos (76 cm) apresentaram maior produtividade do que aqueles em Fileiras
Simples;
2) Os contrastes entre FD - FS apresentaram um incremento de até 47 @/ha, porem não se pode isolar os efeitos devido não se ter obtido
as populações programadas, ficando confundidos ambos os efeitos, populações e arranjos. Diante disto optou-se fazer análises tabulares
e gráficas para evidenciar as tendências;
3) O fechamento da cultura foi antecipado em até dez dias nos arranjos FD em espaçamentos mais reduzidos, proporcionando uma
cobertura mais rápida do solo o que correlacionou com maior produtividade (FD 76 cm);
4) A cultivar de porte mais baixo apresentou maior produtividade com aumento da população de plantas por hectare;
5) A cultivar FM 966 foi atacada mais intensamente por uma virose (vermelhão), podendo ter sido prejudicada no seu rendimento.

Hélio Ferreira da Cunha


Coordenador do Projeto de Manejo de FD
AGENCIARURAL
28

ANEXOS
Tabela 21.
FICHA PLUVIOMÉTRICA DA EESC-ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE SENADOR CANEDO – GOIÁS
ANO I 2005/2006
Altitude: 770 m Latitude: 16º 43´S Longitude : 49 º 07´W Obs. Estufas no CTPA
S
A

Dia/periodo Dezembro /2005 chuvas(mm) DAE


V

1–7 5,0 40,7 5,0 50,7


U

8 – 14 71,5 17,5 15,0 15,0 10,0 2,5 131,5


H

15 - 21 2,0 3,0 22,5 27,5


Planti
C

22 – 31 10,0 40,0 50,0


o
12 Total 259,7
A

Dia/periodo Janeiro / 2006 chuvas(mm) DAE


V

1–7 32,5 5,0 15,0 2,5 26,0 81,0 2


U

8 – 14 26,5 5,0 12,5 44,0 9


H

15 - 21 10,0 10,0 16
C

22 – 31 40,0 4,0 37,5 26,5 108,0 26


1 Total 243,0
A

Dia/periodo Fevereiro / 2006 chuvas(mm) DAE


V

1–7 17,5 50,0 45,0 112,5 33


U

8 – 14 12,0 11,0 11,5 2,5 37,0 40


H

15 - 21 2,5 12,0 13,0 27,0 54,5 47


C

22 – 28 17,5 17,5 54
2 total 221,5
A

Dia/periodo Março / 2006 chuvas(mm) DAE


V

1-7 2,5 27,5 27,5 67,5 125,0 61


U

8 - 14 5,0 35,0 5,0 10,0 5,0 2,5 15,0 77,5 68


H

15 - 21 20,0 65,0 2,5 21,5 50,0 159,0 75


C

22 - 31 4,0 22,0 6,0 10,0 42,0 85


3 total 403,5
A

Dia/periodo Abril / 2006 chuvas(mm) DAE


V

1-7 6,0 8,0 4,0 50,0 17,5 32,0 117,5 92


U

8 - 14 17,5 2,5 15,0 35,0 99


H
15 - 21 25,0 5,0 30,0 106

C
22 - 30 21,0 21,0 42,0 115
4 total 224,5
A

Dia/periodo Maio / 2006 chuvas(mm) DAE


V

1-7 0,0 122


U

8 - 14 0,0 127
H

15 - 21 0,0 134
C

22 - 31 0,0 144
5 total 0,0

total = 1352,2 m m
Obs. Não ocorreram chuvas de maio a agosto. Dezembro 2005 a Agosto 2006

29

Gráfico 13. Ficha Pluviométrica de Senador Canedo-EESC, 2005/2006.


1400 Gráfico 1. Ficha Pluviom étrica da Estação Experim ental de Anápolis-EEA e Estação
Experim ental de Senador Canedo-EESC. Dezem bro/2005 a Agosto/2006
1352
1200

1000
1000
800

600

400
403
260
243
200 221
224
2 2 2 2
0 2 2
2 2
DEZ JAN 0 2
FEV 0 0 EEA
MAR ABR 0
MAI JUN EESC
JUL
AGO
TOTAL

DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO TOTAL

EESC 260 243 221 403 224 0 0 0 0 1352


EEA 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1000
30

Tabela 22. Umidade do solo determinada pelo método gravimétrico, aos 122 DAE. Em 4/05/2006.

ALGODÁO Manejo FD X FS EESC 2005 2006


UMIDADE DO SOLO SOB DOSSEL VEGETATIVO UMIDADE DO SOLO
Codigo Coleta DAE DAP Amostra %
EXPTO Amostra Data Cultivar UMIDA Seca Dif Teor
1 AU1 4/5/2006 122 131 DO 1055 860 195 18,5
1 AU2 4/5/2006 DO 1095 893 202 18,4
1 AU3 4/5/2006 FM 1000 822 178 17,8
1 AU4 4/5/2006 FM 995 826 169 17,0
2 AU5 4/5/2006 122 131 DO 925 749 176 19,0
2 AU6 4/5/2006 DO 985 804 181 18,4
2 AU7 4/5/2006 FM 935 760 175 18,7
2 AU8 4/5/2006 FM 960 784 176 18,3
3 AU9 4/5/2006 122 131 DO 935 769 166 17,8
3 AU10 4/5/2006 DO 990 813 177 17,9
3 AU11 4/5/2006 FM 890 700 190 21,3
3 AU12 4/5/2006 FM 990 811 179 18,1
4 AU13 4/5/2006 122 131 DO 925 750 175 18,9
4 AU14 4/5/2006 DO 995 811 184 18,5
4 AU15 4/5/2006 FM 880 722 158 18,0
4 AU16 4/5/2006 FM 975 803 172 17,6
5 AU17 4/5/2006 122 131 DO 1010 827 183 18,1
5 AU18 4/5/2006 DO 1020 839 181 17,7
5 AU19 4/5/2006 FM 950 782 168 17,7
5 AU20 4/5/2006 FM 1030 851 179 17,4
6 AU21 4/5/2006 122 131 DO 945 772 173 18,3
6 AU22 4/5/2006 DO 1020 834 186 18,2
6 AU23 4/5/2006 FM 970 791 179 18,5
6 AU24 4/5/2006 FM 1025 838 187 18,2
Media a==> 18,3

31
Tabela 23. Análises Físico-Hídricas de Solo dos experimentos de Manejo de Solos
FD x FS em Duas Cultivares de Algodão, na EESC-Senador Canedo.
2005/2006. Parâmetros de retenção de água nosolo.

Tensão em atmosferas (Atm)


Profundidade Densidade
da Amostra Atm Atm Atm Atm Atm Global
(cm) 0,1 0,33 1,0 3,0 15,0 (%)
0-20 35,47 31,39 24,20 22,28 20,89 1,30
0-20 37,83 33,39 27,66 25,48 23,50 1,50

20-40 33,59 29,11 22,51 20,89 19,24 1,26


20-40 35,46 29,34 23,90 22,37 20,34 1,32
Obs.
0,1 atm = Capacidade de Campo
15,0 atm= Ponto de Murcha
Fonte: Laboratório Central da AGENCIARURAL.

32
Tabela 24. Teores de micros e macros elementos encrontrados na terceira folha de algodão, do ápice para a base,
amostrado aos 94 DAE, nos experimentos de FD e FS na EESC, 2005/2006.
(Lab. Central AGENCIARURAL)
(*) Valores de micros e macros elementos encontrados nas folhas Produtivid.
Experi-
- Zn Cu Fe Mn Ca Mg N PB P K caroço
mentos Cultivar Teores foliares ppm) Teores foliares (%) kg/há
FD76 DeltaOpal 34,5 7,6 95,1 82,1 1,65 0,43 3,91 24,44 0,32 1,85 5199
FiberMax 39,7 7,5 72,3 96,2 1,70 0,44 3,57 22,31 0,29 0,85 5012
FD82 DeltaOpal 36,5 7,1 131,0 85,5 1,52 0,39 3,93 24,56 0,30 1,25 4859
FiberMax 37,5 47,5 50,0 73,7 1,08 0,22 3,30 20,63 0,27 1,15 4840
FD90 DeltaOpal 29,1 15,0 65,7 70,1 1,39 0,23 3,83 23,94 0,24 1,05 4514
FiberMax 24,5 6,5 61,3 92,1 1,33 0,28 3,77 23,56 0,27 0,90 4795
Média DeltaOpal 33,4 9,9 97,3 79,2 1,5 0,35 3,89 24,31 0,29 1,38 4857
FD FiberMax 33,9 20,5 61,2 87,3 1,4 0,31 3,55 22,17 0,28 0,97 4882
FS76 DeltaOpal 79,8 17,0 82,5 60,3 1,84 0,40 3,81 23,81 0,32 1,10 5159
FiberMax 34,8 9,1 131,0 65,1 1,26 0,36 3,82 23,88 0,29 0,80 5099
FS82 DeltaOpal 50,0 8,9 167,0 95,1 1,40 0,26 3,84 24,00 0,30 0,60 4796
FiberMax 32,3 7,0 137,0 95,0 1,33 0,27 3,80 23,75 0,29 0,75 4950
FS90 DeltaOpal 22,1 6,1 51,4 76,3 1,41 0,24 3,82 23,88 0,27 0,65 4539
FiberMax 23,1 6,5 52,0 75,5 1,30 0,28 3,81 23,81 0,27 2,10 4358
Média DeltaOpal 50,6 10,7 100,3 77,2 1,6 0,30 3,82 23,90 0,30 0,78 4831
FS FiberMax 30,1 7,5 106,7 78,5 1,3 0,30 3,81 23,81 0,28 1,22 4802
(*) Teores foliares de nutrientes observados nas áreas com alta produtividade na cultura do algodão.
mg/kg g/kg g/kg
Algodoeiro Zn Cu Fe Mn Ca Mg N PB P K
20-
30-40 10 a 15 80-250 35-80 25-35 4a8 35-50 x----x- 2,5 - 4 25
Fonte: K & P Potafós. Piracicaba-SP

6

Tabela 3. Medidas de fechamento (cm) da cultura aos 74 DAE, na EESC 2005/2006


Efeitos FILEIRAS DUPLAS FD FILEIRAS SIMPLES FS
Principais FD76 EXP1 FD82 EXP4 FD90 EXP5 FS76 EXP2 FS82 EXP3 FS90 EXP6
POP ns ns ns ns ns
100 mil 0,0 1,69 a 0,37 0,31 4,81a 4,73
150 mil 0,0 0,12 a 0,62 0,12a 5,00a 4,56
200 mil 0,0 0,62a 0,31 0,00a 3,43a 4,19

CUL * ns ns ns ns
DeltaOpal 0,0 0,46 b 0,00a 0,00a 3,5 2,96
FM-966 0,0 1,75a 0,87a 0,29a 5,29a 5,96

REG ns ns ns * ns
1 litro/ha 0,0 0,75 0,42a 0,00a 3,04 b 4,00
1,5 litros/ha 0,0 1,46a 0,46a 0,29a 5,79a 5,00

CV(%) 0,00 161,86% 399,86% 508,99% 64,65% 35,24%


Média 0,0 1,10cm 0,44cm 0,15cm 4,42cm 4,49cm
QMResidual 0,00 0,65 0,43 0,15 1,26 0,47
GL 33 33 33 33 33 33
Entre repetições ns ns ns ns ns *

FILEIRAS DUPLAS FD FILEIRAS SIMPLES FS


FM- FM- FM- FM-
INTERAÇÃO DELTAOPAL 966 DELTAOPAL 966 DELTAOPAL 966 DELTAOPAL FM-966 DELTAOPAL FM-966 DELTAOPAL 966
POP X CUL
100 mil 0,0 0,0 1,12 2,25 0,0 0,75 0,0 0,62 3,25 6,37 2,86 6,37
150 mil 0,0 0,0 0,00 2,00 0,0 1,25 0,0 0,25 4,00 6,00 2,75 6,37
200 mil 0,0 0,0 0,25 1,00 0,0 0,62 0,0 0,00 3,37 3,50 3,25 5,12
FD76 EXP1 FD82 EXP4 FD90 EXP5 FS76 EXP2 FS82 EXP3 FS90 EXP6
Média 0,5 3,0
6

Tabela 3. Notas de fechamento (cm) da cultura aos 74 DAE, na EESC 2005/2006


Efeitos FILEIRAS DUPLAS FD FILEIRAS SIMPLES FS
Principais FD76 EXP1 FD82 EXP4 FD90 EXP5 FS76 EXP2 FS82 EXP3 FS90 EXP6
POP ns ns ns ns ns
100 mil
150 mil
200 mil

CUL
DeltaOpal
FM-966

REG
1 litro/ha
1,5 litros/ha

CV(%)
Média
QMResidual
GL
Entre repetições

FILEIRAS DUPLAS FD FILEIRAS SIMPLES FS


FM- FM- FM-
INTERAÇÃO DELTAOPAL 966 DELTAOPAL 966 DELTAOPAL 966 DELTAOPAL FM-966 DELTAOPAL FM-966 DELTAOPAL FM-966
POP X CUL
100 mil 6,37
150 mil 6,37
200 mil 5,12
FD76 EXP1 FD82 EXP4 FD90 EXP5 FS76 EXP2 FS82 EXP3 FS90 EXP6
Média 0,5 3,0