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BIBLIOGRAFIA

DE GusTAVO BARRoso

A. OBRAS DO AUTOR

Terra de sol (costumes do Nordeste). A través dos fo lclo res. São Paulo. Com-
Rio de Janeiro, B. de Aquila, 1912, e pa n hia M elhora mentos de São Paulo,
mais quatro edições, a mai~ pró_x~~a 1927.
em 1962, pela Imprensa Untvers1tar1a A gu erra do Lop es. São Paulo, Com-
do Ceará. panhia Editora Nacional, 1928. Des-
Praias e várzeas. Rio de Janeiro, Fran- ta obra foram tiradas mais quatro
cisco Alves/Lisboa, Aillaud Ber- edições.
trand, 1915. A guerra do Flo res. São Paulo, Com-
Heróis e Bandidos (Os cangaceiros do pa n h ia Editora Nacional, 1929. Hou-
Nordeste). São Paulo/Rio de Janei- ve d este livro m a is duas edições.
ro, Francisco Alves, 1917. 2. 8 edi- A guerra do Rosas. São Paulo, Com-
ção em 1931. panhia E ditora N acional, 1929. 2.a
Idéias e Palavras. Rio de Janeiro, 1917. edição em 1939.
A ronda dos séculos. Rio de Janeiro, Aln1as de la1na e d e aço. São Paulo,
Leite Ribeiro & Maurílio, 1920. 3. 8 Compa nhia Melho ramentos de São
e 4. a edições, Rio de Janeiro, Livra- P aulo, 1930.
ria José Olympio Editora, 1936-1937. A guerra d e A rtigas. São Paulo, Com-
Ao som da viola (folclore). Rio de J a- panhia Editora Nacional, 1~30. 2.a
neiro, Leite Ribeiro, 1921. Nova edi- ed ição em 1939.
ção corrigida e aumentada, Rio de A guerra do Videu. São P aulo Com-
Janeiro, Imprensa Nacional, 1949. panh ia E ditora Nacional, 1930. 2.a
Casa de maribondos (contos). São edi ção em 1939.
Paulo, Revista do Brasil, Monteiro Aquén1 da A tlântida . São Paulo, Com-
Lobato & Cia., 1921. p anhia E ditora Nacional, 1931.
Coração da Europa. Rio de Janeiro, O bracelete de safiras. Rio de Janeiro,
A. J. Castilho, 1922. Editora A mericana [s / d]. •
Mula sem cabeça. São Paulo, Edição As colunas do ten zplo. Rio de Janei-
Olegário Ribeiro, 1922. ro, Civilização Brasileira, 1932.
Inteligência das coisas. Rio de Janei- Luz e pó. R io de J a neiro, Renascen-
ro, Anuário do Brasil, 1923. ça, 1932. .
O sertão e o mundo. Rio de Janeiro, A sen hora de Pan ~inz (romance). R1o
Livraria Leite Ribeiro, 1923. de J aneiro, Editora Guanabara, 1932.
Alma sertaneja. Rio de Janeiro, Ben- Este livro teve mais três ed ições.
jamin Costallat & Miccolis, 1923. O integralisn1o en1 tnarcha . R io de Ja-
O livro dos milagres. Rio de Janeiro neiro , Schmidt, 1933. 2 . 3 edição em
Francisco Alves, 1924. ' 193 6.
O ramo de oliveira. Rio de Janeiro, O que o integralista de' e saber: ~io
Edição do Anuário do Brasil, 1925. d e J aneiro, Civilização Brasileira,
Tição do inferno (romance bárbaro). 1935 .
Rio de Janeiro, B. Costallat & Mic- Mulh eres de Paris. R io de Janeiro,

colis, 1926. Marisa Editora, 1933 .
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XXII
O santo do brejo (romance). Rio de O BraJil na lenda e na cartografia an-
Janeiro, Renascença, 1933. tiga (Série s.a "Brasiliana"). São
Osório o centauro dos pampas. Rio Paulo, Cia. Editora Nacional, 1941.
de Janeiro, Editora Guanabara, 1933. Portugal, semente de impérios. Rio de
z.a edição etn 1939. Janeiro, Getúlio Costa [s/d].
Ta1nandaré o N elson brasileiro. Seca e Meca e olivais de Santarém.
Rio de Janeiro, Editora Guanabara, São Paulo, Presença, 1946.
1933. Desta obra foram feitas mais Quinas e castelos. São Paulo, Editora
3 edições.
Panorama, 1948.
Brasil. colônia de banqueiros. Rio de
Cinza do tempo (contos). Rio de Ja-
Janeiro, Civilização Brasileira, 1934.
V árias edições, posteriormente. neiro, A Noite [s/d].
O ·integralismo de norte a sul. Rio de Coração de menino (memórias). Rio
Janeiro, Civilização Brasileira, 1934. de Janeiro, Getúlio M. Costa, 1939.
O quarto ilnpério. Rio de Janeiro, Ci- Liceu do Ceará (memórias). Rio de
vilização Brasileira, 1934. Janeiro, Getúlio M. Costa, 1940.
O quarto império. Rio de Janeiro, O consulado da China (memórias).
José Olímpio, 1935. Rio de Janeiro, Getúlio M. Costa
História secreta do Brasil ( t.a parte). [s/d]. ·
·são Paulo, Companhia Editora Na- História do Palácio ltamarati. Rio de
cional, 1937. Nova edição em 1939. Janeiro, IBGE, 1956.
História secreta do Brasil (2.a parte). Mississipe (romance). Rio de Janeiro,
Rio de Janeiro, Civilização Brasilei- Emp~esa Gráfica O Cruzeiro, 1961.
ra, 1938. À margem da história do Ceará. For-
História secreta do Brasil (3.a parte). taleza, Imprensa Universitária do
Rio de Janeiro, Civilização Brasilei- Ceará, 1962.
ra, 1938. Nos bastidores da História do Brasil.
Os protocolos dos sábios do Sião São Paulo, Companhia Melhoramen-
(Texto completo e apostilado por Gus- tos de São Paulo, 1959.
tavo Barroso), São Paulo, Minerva, História de nossa pátria (2 vols.). Rio
1936. 2.a e 3.a edições en1 1936-1937. de Janeiro, Editora Brasil América
Reflexões de um bode. Rio de Janeiro, Ltda., 1.0 vol. 1959; 2. 0 vol.
Gráfica Educadora Ltda. [s/d]. 2.a 1962.
edição, também s/d. OBSERVAÇÃo: Inúmeros outros títulos
Comunismo, cristianismo e corporati- constituem a imensa bibliografia de
vismo. Rio de Janeiro, Editora ABC, Gustavo Barroso. Alinhamos apenas
1938. os das obras que subentendem maior
O livro dos enforcados. Rio de Janei- planejamento e que consideramos de
ro, Getúlio M. Costa, 1934. maior perenidade. .

B. SOBRE O AUTOR

Humberto de Campos. Crítica (3.a sé- Braga Montenegro in Gustavo Barro-


rie). Rio de Janeiro, M. M. Jackson, so. Terra de sol (Apresentação da
1935. edição do cinqüen~tenário da obra).
Gilberto Freyre. Casa grande & sen- Fortaleza, Imprensa Universitária do
zala ( 12. a edição brasileira). Brasí- Ceará, 1964.
lia, Editora Universidade de Brasília, Afrânio Coutinho. A literatura no
1963. Brasil (Vol. I - Tomo 2). Rio de
Luiz da Câmara Cascudo. Dicionário Janeiro, Editorial Sulamericana, 1955.
do folclore brasileiro (2. a edição). Basílio de Magalhães. O folclore no
Rio de Janeiro, Instituto Nacional do Brasil (3. 8 edição). Rio de Janeiro,
Livro, 1962. Editora O Cruzeiro, 1960.
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XXlll '
Antônio Salcs. uHist6ria da literatura ratura portugueJ'a e brasileira. Porto
cearense", in O Ceará, de Raimundo Alegre, Editora Globo, 1973.
Girão e Martins Filho ( 1.8 edição), José Aurélio Saraiva Câmara. O tem-
Fortaleza, 1939. po e os homens. Fortaleza, Imprensa

Dolor Barreira. História da literatura Universitária do Ceará, 1967.
cearense (1. 0 , 2. 0 , 3. 0 e 4. 0 Vols.). Abelardo F. Montenegro. O romanc~
Fortaleza, Edições do Instituto do cearense. Fortaleza, 1953.
Ceará, 1948, 1951, 1954 e 1962. Raimundo Girão. V ocabulárlo popular
Mário Linhares. História literária do cearense. Fortaleza, Imprensa Uni-
Ceará. Rio de Janeiro, 1948. versitária do Ceará, 1967.
Raimundo de Menezes. Dicionário li- Florival Seraine. Antologia do folclore
terário brasileiro ( 5 Vols.). São cearense. Fortaleza, Editora Henri·
Paulo, Edições Saraiva, 1969. queta Galeno, 1968.
Otacílio Colares. Lembrados e esque- Artur Eduardo Benevides. Evolução da
cidos I II. Fortaleza, Imprensa Uni- poesia e do romance cearenses. For-
versitária do Ceará, 197 6. taleza, 1976.
Sânzio de Azevedo. Literatura cearen· Alceu Amoroso Lima. Estudos literá-
se. Fortaleza, publicação da Acade- rios (Edição organizada por Afrânio
mia Cearense de Letras, 1976. Coutinho 1.0 e 2. 0 Vols.). Rio
Tomé Cabral. Dicionár-io de termos e de Janeiro, Aguilar, 1966.
expressões populares. Fortaleza (Cea- Terra da luz (antologia). São Paulo,
rá), 1972. Edições SEC. Publicação da Editora
Celso Pedro Luft. Dicionário de lite- Monumento S.A., 1966.


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E.~ ta de ve ser adnzitida conJ o ti derradeiro fo tografia oficial dt· t ; 11 .\ ftJ \ ' d z;d, r<),\0.
Estrí estan zpada , após a jo!!Jo de ros 1o . nu p u hlicarúo ( 1ustavo B 4lrtt)~o ( binbibl il)-
grafi a), Museu flis rô rico N acio na l, R io, 195 8 . N ela o g ran d e (', CI ÍI< >I' <' ll ' ' Cr,t:a c )
/ardáo da A caden1ia B rasilr irn d e L etras , da qua l foi {? reside n te. e O .\ ll ' llfa 11 (
peit o alg un1as d as intí n1era s co nd cco raçârs nacionai.\ c c·strangc iras que lhe f<>ronl
('o n f cridfls, ao lo n go da produti\·a c.ri.\ tc~ncio .
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N os últimos anos precedentes à sua morte, Gustavo Barroso, sempre q ue podia, pro -
curava 1natar saudades do Ceará. A foto ao alto da composição é d e 1. 0 d e outubro
de 1952, na sede da Academia Cearense de L etras, a cujos q uadro s pertencia, e
que o homenageava na palavra do acadêmico e senador F ernandes T ávora. Na
foto inferior, Gustavo Barroso agradece a homenagem . À sua esquerda, o futu ro
acadêmico e governador do Ceará, prof. Plácido Aderaldo C astelo, falecido en1 17 d e •

junho de 1979, e à sua direita, o professor e historiador literário do C eará, D olor



Barreira, então presidente da A .C.L. A seguir, o jornalista Vilebaldo M onteiro, repre-
sentante do Governo, e o já citado senador Távora.

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Dono de uma palavra fác il e eloqüente, na foto ao alto, vemos Gustavo Barroso, em
sua natural e espontânea postura de conferencista, na Academia Cearense de Letras, •

a mais antiga, entre as congêneres no país. Repare-se nos semblantes dos circunstantes,
presos todos ao fascínio de sua palavra e de suas lembranças. Na foto inferior,
Gustavo, ladeado por acadêmicos. Sentados, da esquerda para a direita, os acadêmicos
Andrade Furtado e D olor Barreira, já falecidos, o escritor homenageado, Fernandes
Távora, tan1bém já falecido, e o acadêmico Padre Arlisael Gomes. Em pé, e na mesma
ordem, os acadêmicos José Waldo Ribeiro Ramos e Sidney Neto, já falec idos, Abe-
lardo F. Montenegro e Martins Filho, a falecida acadêmica Henriqueta Galeno,
Manoel Albano Amora, o já falecido escritor Adonias Lima, Hugo Catunda, tendo,
a seguir, seus colegas falecidos Júlio Maciel e Gastão Justa.


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E1n ensolarada manhã de 3 de dezembro de 1964, cinco anos após seu faiecintento,
nun-z dos ângulos da antiga Praça Fernandes Vieira, que hoje ten1 o no1ne do autor
de Terra de Sol, olhando, não longe, o mar de Jacarecanga, era inaugurada, em ceri-
nlônia simples, a estátua de Gustavo Barroso, no interior de cuja peanha ent granito
estão repousando seus ossos, conforme seu expresso desejo. A obra em bronze ~ do
já falecido escultor Leão Veloso. Na foto, que é da ocasiiio, vemos, dentre outras
pessoas, o escritor Eduardo Campos e os historiadores Raitnundo Girão e Dolor
Barreira. Coincidentemente, ao fundo da Ílnensa praça, está agora situado o centendrio
Liceu do Ceará, no qual Gustavo estudou, em menino, e que lhe ntereceu 11111 vo·
lume (o segundo) de sua.v mem6rias, revividas enl três den.~os livros.

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