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TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

RESOLUÇÃO Nº 695/2014

Aprova a revisão do Planejamento


Estratégico para o período 2015-2020 no
âmbito da Justiça Eleitoral do Paraná e
dá outras providências.

O TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ, no


exercício de suas atribuições,

CONSIDERANDO a necessidade de revisão do planejamento


estratégico deste Tribunal;

CONSIDERANDO as diretrizes nacionais de planejamento e


gestão estratégica que devem nortear a atuação dos órgãos do Poder
Judiciário, estabelecidas na Resolução CNJ nº 198, de 1º de julho de 2014;

CONSIDERANDO a necessidade de se aperfeiçoar


continuamente o referencial estratégico, de acordo com a Resolução TRE-PR
nº 633 /2012, de forma que a Justiça Eleitoral do Paraná possa cumprir
satisfatoriamente sua finalidade de articular as ações, com o objetivo de
conferir constância aos propósitos institucionais e aumentar a sua capacidade
de resposta;

CONSIDERANDO as propostas de iniciativas estratégicas e


indicadores de desempenho apresentadas pelos diversos representantes das
áreas do Tribunal e validados pelos membros do Comitê de Gestão Estratégica
do Tribunal, para atualização do planejamento estratégico da Justiça Eleitoral
do Paraná, nos encontros de trabalho ocorridos a partir de julho de 2014;

RESOLVE:

Art. 1º Fica aprovado o Planejamento Estratégico da Justiça


Eleitoral do Paraná (PEJEPR) para o período 2015-2020, na forma
estabelecida no Anexo desta Resolução.

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Art. 2º Cabe ao Comitê de Gestão da Estratégia coordenar as


atividades de formulação e planejamento do TRE-PR, conforme previsto no
art.3º, da Resolução TRE-PR nº 826 de 11 de novembro de 2013.

Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua


publicação.
SALA DE SESSÕES DO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ,
AOS 16 DE DEZEMBRO DE 2014.

DES. EDSON LUIZ VIDAL PINTO


PRESIDENTE

DES. JUCIMAR NOVOCHADLO


VICE-PRESIDENTE E CORREGEDOR

KENNEDY JOSUE GRECA DE MATTOS

RENATA ESTORILHO BAGANHA

VERA LUCIA FEIL PONCIANO

PAULO AFONSO DA MOTTA RIBEIRO

ROBERTO BRZEZINSKI NETO

ALESSANDRO JOSÉ FERNANDES DE OLIVEIRA


PROCURADOR ELEITORAL

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ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 695, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2014

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2015-2020


DA JUSTIÇA ELEITORAL DO PARANÁ

SUMÁRIO

1. Apresentação
2. O Modelo Adotado para Formulação do Planejamento Estratégico
3. Rede de Governança da Justiça Eleitoral do Paraná
4. Plano Estratégico da Justiça Eleitoral 2015 – 2020

Anexo 1 – Ficha dos Indicadores Estratégicos


Anexo 2 – Ficha dos Indicadores de Apoio ou Setoriais
Anexo 3 – Ficha dos Projetos

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1. APRESENTAÇÃO:

A Justiça Eleitoral do Paraná promoveu o terceiro ciclo de

revisão da estratégia de sua justiça especializada, consubstanciada

na Resolução TSE- nº 23.371/2011, Resolução TRE- PR nº 633/2012,

Portaria TRE – PR nº 826/2013 e Resolução nº 198 do Conselho

Nacional de Justiça, de 1º de julho de 2014, de modo a estabelecer

as novas diretrizes e políticas institucionais para o período 2015-

2020.

Os trabalhos de revisão da estratégia tiveram início em junho

de 2013, no I Encontro de Trabalho para Revisão do Planejamento

Estratégico do Poder Judiciário, promovido pelo Conselho Nacional de

Justiça (CNJ).

Naquela ocasião foi apresentado o plano de trabalho, que

definiu a estrutura e as competências dos comitês e subcomitês de

planejamento estratégico, assim como delineou as principais

atividades e políticas de gestão para elaboração do Planejamento

Estratégico do Poder Judiciário 2015-2020.

Durante o ano de 2014, a Secretaria de Planejamento,


Estratégia e Gestão, com o apoio da Presidência, Direção-Geral,
Corregedoria e Secretarias do Tribunal, juntos promoveram 34
reuniões para avaliação da estratégia, de modo a garantir a

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participação de mais de 140 colaboradores.


Como produto do trabalho de realinhamento do Planejamento
Estratégico destaque-se que o número de Macrodesafios ou Objetivos
Estratégicos, foi reduzido de para 12 (doze) para 8 (oito). O número
de indicadores subiu de 25 para 46, fruto de um trabalho de reflexão
coletiva e sugestão dos participantes das reuniões.

2. MODELO ADOTADO PARA A FORMULAÇÃO DO PLANEJAMENTO


ESTRATÉGICO:

O processo de revisão foi desenvolvido em consonância com os


direcionadores do Conselho Nacional de Justiça – CNJ, no
desenvolvimento de um Modelo de Gestão descentralizada, com a
atuação dos órgãos centrais da Justiça, a criação de Comitês e
Subcomitês Gestores para cada ramo de Justiça, mediante
participação na Rede de Governança Colaborativa do Poder Judiciário,
cujas composições ficaram inicialmente assim definidas:

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Rede de Governança Colaborativa do Poder


Judiciário
Presidentes
CNJ, TSE, STM, CJF,
CSJT, STJ, Comitê
Comissão de Gestão Gestor da Justiça
Estratégica
Estadual

Comitê Gestor Nacional

TSE STM CJF CSJT Comitê Gestor da


STJ
(Coordenação) (Coordenação) (Coordenação) (Coordenação) Justiça Estadual

Comitê Gestor da
Comitê Gestor da Comitê Gestor da Comitê Gestor da
Justiça do
Justiça Eleitoral Justiça Militar Justiça Federal
Trabalho

Subcomitê da
Subcomitê da Justiça do Subcomitê da
Justiça Eleitoral Trabalho Justiça Estadual

Tribunal Tribunal Tribunal Tribunal do Tribunal


Eleitoral Militar Federal Trabalho Estadual

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3. REDE DE GOVERNANÇA DA JUSTIÇA ELEITORAL DO PARANÁ:

Assim, adotando a mesma linha dos trabalhos do Conselho


Nacional de Justiça e, em cumprimento à Resolução nº 198 do
Conselho Nacional de Justiça, este Tribunal seguiu as diretrizes
estabelecidas, preservando algumas definições, mas expandindo-se
em pontos específicos.

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Portanto, concluída a análise e tendo em vista toda o trabalho


de revisão realizado, deliberou-se pelo(a):

1) Alinhamento à Estratégia do Poder Judiciário, mediante


participação na Rede de Governança Colaborativa do Poder
Judiciário;
2) Manutenção da visão e missão constante no planejamento
estratégico 2012-2104 (Resolução TRE nº 633 /2012);
3) Aproveitamento da análise de cenário realizada pelos outros
segmentos de justiça que integram a Rede de Governança
Colaborativa do Poder Judiciário;
4) Adoção dos macrodesafios (equivalentes aos objetivos
estratégicos), aprovados no VII Encontro Nacional do Poder
Judiciário;
5) Envolvimento amplo de dirigentes e representantes das áreas
técnicas do tribunal no estabelecimento de iniciativas e na
formulação dos indicadores de resultado;
6) Vinculação das iniciativas com a melhoria dos macroprocessos
da Justiça Eleitoral do Paraná, adotando-se a seguinte
classificação:
a) Finalísticas: iniciativas voltadas para melhoria dos
macroprocessos finalísticos da Justiça Eleitoral;
b) De Apoio: iniciativas voltadas para melhoria dos
processos gerenciais e de apoio da Justiça Eleitoral;
7) Categorização dos indicadores de resultados de modo a garantir
uma mensuração mais adequada do alcance dos macrodesafios,
adotando-se a seguinte classificação:
a) Estratégicos: indicadores para mensuração do alcance dos
macrodesafios, no mínimo um indicador estratégico para
cada macrodesafio;
b) De Apoio: indicadores para mensuração do desempenho
de processos relacionados aos macrodesafios, adotando-
se tantos quanto forem necessários às atividades de
monitoramento de desempenho de processos;
8) Integração de indicadores de resultado associados ao
planejamento estratégico, às metas nacionais do Judiciário e ao
Relatório “Justiça em Números”;

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9) Desdobramento do planejamento estratégico em projetos e


ações mediante estabelecimento dos planejamentos setoriais:
planejamento orçamentário, planejamento estratégico de TIC,
planejamento integrado de eleição, plano anual de capacitação e
desenvolvimento (PAC), dentre outros.

10) Comunicação ampla do processo de revisão do planejamento


estratégico entre todos os servidores da Justiça Eleitoral.

Como produto do trabalho de realinhamento do Planejamento


da Justiça Eleitoral ao Planejamento Estratégico do Poder Judiciário, é
destaque que o número de Macrodesafios Estratégicos acompanhou a
Estratégia Nacional estabelecida para o período de 2015-2020. O
número de indicadores subiu de 25 para 46, entre indicadores
finalísticos e de apoio ou setoriais, que foram fruto de um trabalho de
reflexão coletiva e sugestão dos participantes das reuniões.

A reunião neste Tribunal ocorreu no dia 17 de novembro de


2014, momento em que a Presidência, Vice-Presidência, Direção-
Geral, representantes da Corregedoria, das Secretarias,
Coordenadorias, Assessorias, Seções e servidores deste Tribunal
reuniram-se para validar o processo de Revisão do Planejamento
Estratégico 2015-2020.

Na oportunidade, os participantes iniciaram com a validação dos


indicadores e revisão da Missão, Visão, Valores e Política do Tribunal.

O trabalho a seguir apresentado representa a nova orientação


da Justiça Eleitoral do Paraná para os anos de 2015 a 2020:

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4. PLANO ESTRATÉGICO DA JUSTIÇA ELEITORAL 2015 –


2020:

Planejamento Estratégico TRE- PR 2015-2020

Missão Institucional

Garantir a legitimidade do processo eleitoral.

Visão Institucional

Consolidar a credibilidade da Justiça Eleitoral, especialmente quanto à


efetividade, transparência e segurança.

Política do Sistema de Gestão da Qualidade do Tribunal

Para o TRE- PR, qualidade é a excelência no atendimento aos clientes


internos e externos, visando à melhoria contínua da prestação de
serviços, de acordo com as normas legais.
Portaria TRE-PR nº 720 /2014 , publicada no DJE nº 247 de 24 de novembro de 2014.

Atributos de Valor para a Sociedade


Celeridade
Comprometimento
Criatividade
Efetividade
Ética
Honestidade
Respeito à cidadania e ao ser humano
Responsabilidade ambiental
Transparência
Inovação

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Macrodesafios da Justiça Eleitoral 2015-2020


• Garantia dos direitos de cidadania:

Refere-se ao desafio de garantir no plano concreto os direitos da cidadania


(CF, art. 1º, inc. II), em sua múltipla manifestação social: cidadão-
administrado (usuário dos serviços públicos), cidadão-eleitor, cidadão
trabalhador-produtor, cidadão-consumidor e cidadão-contribuinte,
observando-se, para tanto, práticas socioambientais sustentáveis e adoção
de mecanismos para garantia da qualidade dos serviços prestados.

• Combate à corrupção e à improbidade administrativa:

Conjunto de atos que visem à proteção da coisa pública, à lisura nos


processos eleitorais, à preservação da probidade administrativa e à
persecução dos crimes contra a administração pública e eleitorais, entre
outros. Para tanto, deve-se priorizar a tramitação dos processos judiciais
que tratem do desvio de recursos públicos e de improbidade e de crimes
eleitorais, além de medidas administrativas relacionadas à melhoria do
controle e fiscalização do gasto público no âmbito do Poder Judiciário.

• Celeridade e produtividade na prestação jurisdicional:

Tem por finalidade materializar, na prática judiciária, o comando


constitucional da razoável duração do processo. Trata-se de garantir a
prestação jurisdicional efetiva e ágil, com segurança jurídica e
procedimental na tramitação dos processos judiciais, bem como elevar a
produtividade dos servidores e magistrados.

• Fortalecimento da segurança do processo eleitoral:

Está relacionado a objetivos e iniciativas que visem garantir à sociedade o


aprimoramento contínuo da segurança dos pleitos eleitorais, com utilização
de tecnologias e com a melhoria de processos de trabalho.

• Melhoria da Gestão de Pessoas:

Refere-se a políticas, métodos e práticas adotados na gestão de


comportamentos internos, objetivando potencializar o capital humano nos
órgãos do Poder Judiciário. Considera programas e ações relacionados à
avaliação e ao desenvolvimento de competências gerenciais e técnicas dos
servidores e magistrados; à valorização dos colaboradores; à humanização
nas relações de trabalho; ao estabelecimento de sistemas de recompensas,
à modernização das carreiras e à adequada distribuição da força de
trabalho.

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• Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos:

Refere-se à utilização de mecanismos para alinhar as necessidades


orçamentárias de custeio, investimentos e pessoal ao aprimoramento da
prestação jurisdicional, atendendo aos princípios constitucionais da
administração pública. Envolve estabelecer uma cultura de redução do
desperdício de recursos públicos, de forma a assegurar o direcionamento
dos gastos para atendimento das necessidades prioritárias e essenciais dos
órgãos da justiça.

• Instituição da Governança Judiciária:

Trata-se da formulação, implantação e monitoramento de estratégias


flexíveis e aderentes às especificidades regionais e próprias de cada
segmento de justiça, produzidas de forma colaborativa pelos órgãos da
justiça e pela sociedade. Visa à eficiência operacional, à transparência
institucional, ao fortalecimento da autonomia administrativa e financeira do
Poder Judiciário e à adoção das melhores práticas de comunicação da
estratégia, de gestão documental, da informação, de processos de trabalho
e de projetos.

• Melhoria da estrutura e governança de TIC:

Refere-se ao uso racional dos instrumentos de Tecnologia da Informação e


Comunicação, alinhado às políticas de TIC definidas pelo Conselho Nacional
de Justiça. Visa garantir confiabilidade, integralidade e disponibilidade das
informações, dos serviços e sistemas essenciais da justiça, por meio do
incremento e modernização dos mecanismos tecnológicos, controles
efetivos dos processos de segurança e de riscos, assim como a otimização
de recursos humanos, orçamentários e tecnológicos.

Todos esses macrodesafios representam as demandas e expectativas da


sociedade que foram consideradas na identificação dos desafios a serem
enfrentados pela instituição no cumprimento do papel constitucional que lhe
compete. Para tanto, a Justiça Eleitoral do Paraná orientará seus esforços ao
longo do período 2015-2020 de acordo com esses 8 (oito) macrodesafios.

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INICIATIVAS ESTRATÉGICAS:

Após a realização de mais de 34 reuniões com as áreas técnicas do Tribunal e


contando com o empenho de mais de 140 servidores, o Tribunal identificou os
mecanismos para enfrentar os novos macrodesafios, que a seguir são
destacadas através das iniciativas, as quais estão agrupadas conforme sua
vinculação com a melhoria dos macroprocessos da Justiça Eleitoral do Paraná:

• Iniciativas Finalísticas: voltadas para melhoria dos macroprocessos


finalísticos da Justiça Eleitoral do Paraná;

Iniciativas finalísticas * Áreas


1. Aprimorar ações de controle relacionadas CRE
à confiabilidade do cadastro eleitoral.
2. Aprimorar políticas e práticas de PRES – CRE -DG -
segurança da informação. SECRETARIAS
3. Aprimorar políticas e práticas de gestão PRES – CRE -DG -
de serviços de TI. SECRETARIAS

4. Aprimorar políticas e práticas de PRES – CRE- DG -


sustentabilidade na gestão de recursos de SECRETARIAS
tecnologia da informação.
5. Implantar metodologia de gestão de PRES – CRE- DG -
desenvolvimento de software. SECRETARIAS
6. Aumentar a celeridade, transparência e CRE – SJ
produtividade da prestação jurisdicional.
7. Implantar o cadastro biométrico de PRES – CRE- DG -
eleitores em todo Estado. SECRETARIAS

8. Aperfeiçoar os mecanismos de inspeção e PRES – CRE- DG – ZE’s


correição.

9. Aprimorar os processos de gestão de PRES – CRE- DG -


eleições. SECRETARIAS
10. Desenvolver e aprimorar as ações PRES – CRE- DG -
voltadas para garantia dos direitos de SECRETARIAS
cidadania.

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11. Melhorar o gasto Público – Programa PRES -DG- SECRETARIAS


Socioambiental. - SECRETARIAS DE
ADMINISTRAÇÃO

12. Buscar a excelência na gestão de custos PRES - DG- SECRETARIAS


operacionais. - SECRETARIAS DE
ADMINISTRAÇÃO
13. Aprimorar a política de gestão de pessoas Secretaria de Gestão de
Pessoas
• Área coordenadora da iniciativa responsável pelo seu monitoramento ao longo do período
2015-2020 (sujeito a alterações).

• Iniciativas de Apoio: voltadas para melhoria dos macroprocessos


gerenciais e de apoio da Justiça Eleitoral do Paraná.
Iniciativas de Apoio ou setorial * Áreas
1. Implementar nas zonas eleitorais CRE – Secretaria
padronização nos registros dos dados junto Judiciária
ao SADP, em conjunto com a Secretaria
Judiciária.
2. Implementação de instrumentos pela STI CRE - STI
que propiciem a reunião à distância com a
zona inspecionada.
3. Orientação consciente para redução de Todas as áreas
utilização de materiais de consumo

4. Manutenção do Programa de Qualidade CAE Secretaria de


Curitiba e Ouvidoria – NBR ISO 9001 – Planejamento,
certificação externa Estratégia e Gestão e
Ouvidoria
5. Manutenção do Programa da Qualidade na Secretaria Judiciária
Judiciária – Seção de Autuação e
Distribuição - Certificação pelo TSE
6. Incrementar a política de comunicação SECPEG - CCS
institucional
7. Aprimorar os mecanismos de combate à CRE – Secretaria
corrupção e improbidade administrativa Judiciária

8. Aperfeiçoar a gestão de contratos e os Secretaria de


planos de aquisição e manutenção Administração

9. Aprimorar a compatibilização do orçamento Todas as Secretarias


anual com o planejamento estratégico

10. Aferir os processos e as unidades, cujos Secretaria de


controles internos devem ser objeto de Controle Interno e

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avaliação e avaliar os controles internos em Auditoria


nível de unidade e em nível de processo
11. Secretaria de
Proporcionar maior segurança para os
Administração
fóruns eleitorais.

12. Melhorar a segurança dos Fóruns Eleitorais Secretaria de


do Interior do Estado. Administração
13. Todas as áreas
Implementar o modelo de governança e
gestão da Justiça Eleitoral do Paraná
*Área coordenadora da iniciativa responsável pelo seu monitoramento ao longo do período
2015-2020. (sujeito a alterações).

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Macrodesafios da Justiça Eleitoral 2015-2020

SOCIEDADE

Macrodesafios:

• Garantia dos direitos de cidadania.

Descrição:
• Garantia dos direitos de cidadania

Refere-se ao desafio de garantir no plano concreto os direitos da cidadania


(CF, art. 1º, inc. II), em sua múltipla manifestação social: cidadão-
administrado (usuário dos serviços públicos), cidadão-eleitor, cidadão
trabalhador-produtor, cidadão-consumidor e cidadão-contribuinte,
observando-se, para tanto, práticas socioambientais sustentáveis e adoção
de mecanismos para garantia da qualidade dos serviços prestados.

Indicadores Estratégicos Relacionados:


Indicador GDC 1 - Responsabilidade Socioambiental.
Indicador GDC 2 - Tempo médio de resposta a contatos dirigidos à
Ouvidoria.
Indicador GDC 3 - Grau de satisfação de clientes.
Indicador GDC 4 – Atendimento ao Eleitor – Estrutura CAE e Agendamento.
(Vide ficha dos indicadores no ANEXO 1).

Indicadores de Apoio ou Setoriais Relacionados:


GDC 1 - Número de projetos voltados à garantia dos direitos da cidadania.
(Vide ficha dos projetos no ANEXO 2).
Projetos Relacionados:
Programa Socioambiental.
Programa de implantação de governança de TI.
Gestão por processos de trabalho.
Programa Cidadão

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Programa de Qualidade.
(Vide ficha dos projetos no ANEXO 3).

PROCESSOS INTERNOS

Macrodesafios:

• Combate à corrupção e à improbidade administrativa


• Celeridade e produtividade na prestação jurisdicional
• Fortalecimento da segurança do processo eleitoral

Descrição:
• Combate à corrupção e à improbidade administrativa:

Conjunto de atos que visem à proteção da coisa pública, à lisura nos


processos eleitorais, à preservação da probidade administrativa e à
persecução dos crimes contra a administração pública e eleitorais, entre
outros. Para tanto, deve-se priorizar a tramitação dos processos judiciais
que tratem do desvio de recursos públicos e de improbidade e de crimes
eleitorais, além de medidas administrativas relacionadas à melhoria do
controle e fiscalização do gasto público no âmbito do Poder Judiciário.

• Celeridade e produtividade na prestação jurisdicional:

Tem por finalidade materializar, na prática judiciária, o comando


constitucional da razoável duração do processo. Trata-se de garantir a
prestação jurisdicional efetiva e ágil, com segurança jurídica e
procedimental na tramitação dos processos judiciais, bem como elevar a
produtividade dos servidores e magistrados.

• Fortalecimento da segurança do processo eleitoral:

Está relacionado a objetivos e iniciativas que visem garantir à sociedade o


aprimoramento contínuo da segurança dos pleitos eleitorais, com utilização
de tecnologias e com a melhoria de processos de trabalho.

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Indicadores Estratégicos Relacionados:

Indicador CIA 1 - Índice de agilidade no julgamento dos processos do art. 41-


A da Lei Eleitoral no 1º grau.

Indicador CIA 2 - Índice de agilidade no julgamento dos processos do art.


299 do Código Eleitoral no 1º grau.

Indicador CIA 3 - Índice de agilidade no julgamento dos processos do art. 41-


A da Lei Eleitoral no 2º grau.

Indicador CIA 4 - Índice de agilidade no julgamento dos processos do art.


299 do Código Eleitoral no 2º grau.

Indicador CPJ 1 - Índice de julgamento de processos de conhecimento (1º


Grau).

Indicador CPJ 2 Índice de processos judiciais finalizados dentro de um ano


(1º grau).

Indicador CPJ -3 - Índice de julgamento de processos de conhecimento.

Indicador CPJ - 4 - Índice de processos judiciais finalizados dentro de um ano


(2º Grau).

Indicador SPE 1 – Índice de zonas eleitorais correcionadas e/ou Inspecionadas pela


Corregedoria (presencial ou à distância).

Indicado SPE 2 - Percentual de eleitores com cadastro biométrico.

Indicado SPE 3 - Índice de celeridade de distribuição de processos com tutela de


urgência.

Indicador SPE 4 - Índice de agilidade na publicação de decisões e despachos.

Indicador SPE 5: Índice de agilidade na publicação de acórdãos.

Indicador SPE 6 : Percentual de redução do número de duplicidades entre


inscrições eleitorais e entre estas e os registros da base de perda e suspensão de
direitos políticos

(Vide ficha dos indicadores no ANEXO 1)

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Indicadores de Apoio ou Setoriais Relacionados:

(Vide ficha dos indicadores no ANEXO 2)

Projetos Relacionados:
Programa “Eleições”.
Projeto Biometria.
Programa de implantação de governança de TI.
Gestão por processos de trabalho.
Programa de Qualidade.

(Vide ficha dos indicadores no ANEXO 3)

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RECURSOS

Macrodesafios:

• Melhoria da Gestão de Pessoas

• Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos

• Instituição da Governança Judiciária

• Melhoria da estrutura e governança de TIC:

Descrição:
• Melhoria da Gestão de Pessoas:

Refere-se a políticas, métodos e práticas adotados na gestão de


comportamentos internos, objetivando potencializar o capital humano nos
órgãos do Poder Judiciário. Considera programas e ações relacionados à
avaliação e ao desenvolvimento de competências gerenciais e técnicas dos
servidores e magistrados; à valorização dos colaboradores; à humanização
nas relações de trabalho; ao estabelecimento de sistemas de recompensas,
à modernização das carreiras e à adequada distribuição da força de
trabalho.

• Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos:

Refere-se à utilização de mecanismos para alinhar as necessidades


orçamentárias de custeio, investimentos e pessoal ao aprimoramento da
prestação jurisdicional, atendendo aos princípios constitucionais da
administração pública. Envolve estabelecer uma cultura de redução do
desperdício de recursos públicos, de forma a assegurar o direcionamento
dos gastos para atendimento das necessidades prioritárias e essenciais dos
órgãos da justiça.

• Instituição da Governança Judiciária:

Trata-se da formulação, implantação e monitoramento de estratégias


flexíveis e aderentes às especificidades regionais e próprias de cada
segmento de justiça, produzidas de forma colaborativa pelos órgãos da
justiça e pela sociedade. Visa à eficiência operacional, à transparência
institucional, ao fortalecimento da autonomia administrativa e financeira do
Poder Judiciário e à adoção das melhores práticas de comunicação da

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TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

estratégia, de gestão documental, da informação, de processos de trabalho


e de projetos.

• Melhoria da estrutura e governança de TIC:

Refere-se ao uso racional dos instrumentos de Tecnologia da Informação e


Comunicação, alinhado às políticas de TIC definidas pelo Conselho Nacional
de Justiça. Visa garantir confiabilidade, integralidade e disponibilidade das
informações, dos serviços e sistemas essenciais da justiça, por meio do
incremento e modernização dos mecanismos tecnológicos, controles
efetivos dos processos de segurança e de riscos, assim como a otimização
de recursos humanos, orçamentários e tecnológicos.

Indicadores Relacionados:
Indicador GP 1 - Índice de aderência ao PAC.
Indicador GP 2 - Índice de execução do PAC.
Indicador GP 3 - Índice de excelência nas competências específica.
Indicador GP 4 - Clima Organizacional.
Indicador GP 5 - Índice de absenteísmo por motivo de saúde.
Indicador GP 6 - Índice de adesão ao exame periódico.
Indicador AGC 1 - Índice de Execução Orçamentária.
Indicador AGC 2 - Perdas Orçamentárias.
Indicador AGC 3 - Índice de agilidade na tramitação dos processo de aquisição de
bens e serviços.
Indicador IGOV – 1.1 - Índice de disponibilidade da rede de comunicação de
dados.
Indicador IGOV – 1.2 - Índice de disponibilidade de serviços e sistemas
gerenciados pelo TRE-PR.
Indicador IGOV – 1.3 – Satisfação dos usuários internos com os serviços de TI.
indicador GOV – TI – 2.1 - Índice de Governança de TI – iGovTI.
Indicador GOV – TI - 2.2 - Satisfação da alta direção com os serviços prestados
pela TI.
Indicador GOV – TI 2.3 - Satisfação da sociedade com o portal do TRE-PR na
Internet.

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Indicador AGC 4 – Índice de avaliação de controles internos em nível de processo.


Indicador AGC 5 – Índice de avaliação de controles internos em nível de unidade.
Indicador IGJUD 1 – Índice de maturidade em gestão estratégica.

(Vide ficha dos indicadores no ANEXO 1).

Indicadores de Apoio ou Setoriais Relacionados

Indicador AGC 1 : Índice de Segurança dos fóruns.


Indicador AGC 2 : Índice de redução de despesas com COMBUSTÍVEIS.
Indicador AGC 3 : Índice de redução do consumo de ENERGIA ELÉTRICA.
Indicador AGC 4 : Índice de redução do consumo de ÁGUA.
Indicador AGC 5 – Índice de devolução de materiais de consumo.
Indicador GP 1 - Índice de Satisfação de Capacitação (Avaliação de Reação).

(Vide ficha dos indicadores no ANEXO 2)

Projetos Relacionados
Programa Gestão por Competência.
Projeto de Definição da Política de Gestão de Pessoas.
Programa de implantação de governança de TI.
Gestão por processos de trabalho.
Programa Socioambiental.
Programa Cidadão.
Programa de Qualidade.

(Vide ficha dos indicadores no ANEXO 3)

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ANEXO 1

FICHA
DOS
INDICADORES
ESTRATÉGICOS

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MATRIZ DE CONTROLE
DOS INDICADORES ESTRATÉGICOS 2015-2020

Como forma de medir o alcance dos novos macrodesafios estabelecidos no

processo de revisão do Planejamento Estratégico para o período 2015-2020, as

diversas áreas técnicas do TRE formularam, com o apoio da Secretaria de

Planejamento, Estratégia e Gestão – SECPEG, os indicadores de desempenho a

seguir elencados, os quais foram classificados em duas categorias para fins de

implementação do Índice de Desempenho da Justiça Eleitoral do Paraná, da

seguinte forma:

• Indicadores Estratégicos: criados para mensuração do alcance do

macrodesafios constantes do planejamento e monitorados pela

Secretaria de Planejamento, Estratégia e Gestão.

• Indicadores de Apoio ou setoriais: criados para mensuração do

desempenho de processos relacionados aos macrodesafios e para

composição dos indicadores estratégicos.

As unidades incumbidas de gerenciar os indicadores de apoio são as do nível

estratégico e tático do Tribunal, que compreende: Corregedoria, Secretarias,

Coordenadorias e Assessorias. Cada uma dessas unidades assume a gestão do

indicador de apoio que melhor representa a sua atuação em relação ao alcance

da Estratégia estabelecida para o período 2015-2020.

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MACRODESAFIO (Objetivo Estratégico)


Garantia dos Direitos de Cidadania
Iniciativas Finalísticas:

Desenvolver e aprimorar as ações voltadas para a garantia dos direitos de cidadania.


Melhorar o gasto público – Programa Socioambiental.

Iniciativas de apoio ou setoriais:

Orientação consciente para a redução de utilização de materiais de consumo.

Objetivo Estratégico: Garantia dos Direitos de Cidadania.


1. Indicador GDC 1 - Responsabilidade Socioambiental.

O que mede: Número de projetos socioambientais em execução.

Para quê medir: Para garantir, através da execução dos projetos socioambientais, o
aperfeiçoamento da qualidade do gasto público, o uso racional de recursos
naturais, as compras sustentáveis e, a qualidade de vida no ambiente de
trabalho.

Quem mede: Comissão Socioambiental – CSA.

Quando medir: Semestralmente.

Onde medir: Nos demonstrativos da Secretaria de Administração e Secretaria de Gestão


de Pessoas.

Como medir: Pelo número de projetos implantados/pelos percentuais alcançados.

- Coleta seletiva – Dados de 2011. Consta que das 206 ZE, 87 já tem o
Termo de compromisso conforme o Decreto 5940, isto 87/206= (42%)
Situação Atual:
- Cursos de sustentabilidade – 180/800= até agora (23%) dos servidores

- Formulários de sustentabilidade para compras, obras e serviços

- Palestras – n.º de 06/atingimos o público de 420/800=52%

- Planos de logística Sustentável =0%

Meta: Divulgação dos resultados alcançados, incentivando a melhoria nos


projetos.

Ação relacionada: -

26
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Iniciativa Finalística:

Desenvolver e aprimorar as ações voltadas para a garantia dos direitos de cidadania.

Iniciativa de Apoio ou setorial:

Manutenção do programa de qualidade na Central de Atendimento ao Eleitor de Curitiba


e Ouvidoria – NBR ISO 9001 – certificação externa.

Objetivo Estratégico: Garantia dos Direitos de Cidadania.


2. Indicador GDC 2 - Tempo médio de resposta a contatos dirigidos à Ouvidoria.

O que mede: O tempo médio, em dias úteis, entre o recebimento de cada solicitação
dirigida à Ouvidoria e o envio de sua resposta.

Para que medir: Avaliar o grau de eficiência da Ouvidoria.

Como medir: Somatório das quantidades de dias úteis decorridos entre o recebimento

da demanda e o envio da resposta a cada contato (Sdias) dividido pelo

Número de Contatos Respondidos no Período analisado (NCRP).

(Sdias)/NCRP.

Obs.: para o cálculo do indicador devem ser consideradas apenas as


respostas finais ou definitivas a cada contato, excluindo-se do cômputo,

por exemplo, as confirmações de recebimento e respostas intermediárias.

Situação atual: Responder aos contatos recebidos pela Ouvidoria em tempo médio inferior
a 15 dias úteis, para reclamações que dependam de análise de mais de uma
área.

Meta: 2015 2016 2017 2018 2019 2020

14d 12d 11d 10d 8d 5d

Ação relacionada: Programa de Gestão da Qualidade Ouvidoria – NBR ISO 9001.

27
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Iniciativa Finalística:

Desenvolver e aprimorar as ações voltadas para a garantia dos direitos de cidadania.

Iniciativa de Apoio ou setorial:

Manutenção do Programa de Gestão da Qualidade na Central de Atendimento ao Eleitor de


Curitiba e Ouvidoria – NBR ISO 9001 – certificação externa.
Manutenção do Programa de Gestão da Qualidade – Secretaria Judiciária – Certificação
TSE.

Objetivo Estratégico: Garantia dos Direitos de Cidadania.


3. Indicador GDC 3 - Grau de satisfação de clientes.

O que mede: A satisfação dos clientes quanto ao atendimento prestado pela Justiça Eleitoral
nos pontos de atendimento ao público (Central de Atendimento ao Eleitor de
Curitiba, Secretarias Judiciárias e postos descentralizados de atendimento).

Para que medir: Avaliar a satisfação dos clientes da Justiça Eleitoral quanto ao atendimento
recebido.

Como medir: Número de votos auferidos nas categorias “excelente” e “bom” (VBO),

dividido pelo número total de votantes (TV), multiplicado por cem.

(VBO/TV)x100

Quem mede: CAE – Curitiba - Ouvidoria – Secretaria Judiciária – Programa de Qualidade da


Judiciária.

Quando medir: Semestral.

Onde medir: Justiça Eleitoral nos pontos de atendimento ao público (Secretarias Judiciárias e
postos descentralizados de atendimento).

Meta: Atingir 80% de avaliações com conceito “excelente e "bom”.

Observação: Obs.: serão utilizadas cédulas de votação onde constarão as opções, péssimo,
ruim, bom e excelente na CAE; Disponibilizadas pesquisas na página do
Tribunal: www.tre-pr.jus.br

Ação relacionada: Programa de Qualidade CAE NBR ISO 9001 e Secretaria Judiciária - Programa de
Qualidade do TSE.

28
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Iniciativa Finalística:

Desenvolver e aprimorar as ações voltadas para a garantia dos direitos de cidadania.

Iniciativa de Apoio ou setorial:

Manutenção do programa de qualidade na Central de Atendimento ao Eleitor de Curitiba e


Ouvidoria – NBR ISO 9001 – certificação externa.

Objetivo Estratégico: Garantia dos Direitos de Cidadania.


4. Indicador GDC 4 – Atendimento ao Eleitor – Estrutura CAE e Agendamento.

O que mede: Quantidade de zona com chamador de eleitor.

Para que medir: Organização da estrutura de atendimento.

Quem mede: CPE.

Quando medir: Ano eleitoral em junho.

Onde medir: CAE e Zona Eleitoral.

Como medir: Quantidade de zonas atendidas / total de zonas.

Situação inicial: 11,65% (24 ZE – 10 Curitiba + 7 Londrina + 5 Maringá).

Meta:

2015 2016 2017 2018 2019 2020

- 18,93% +36,41 (todas 100%


(15ZE – localizadades
Biometria com mais 200
+5 mil hb)
Maringá)

Observação: -

Ações relacionadas Levantamentos (quantas Zonas, custo, suporte STI/SA);

Reuniões para definição com as áreas;

Cronograma de implantação e publicidade às Zonas Eleitorais.

29
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

MACRODESAFIO (Objetivo Estratégico)


Combate à Corrupção e à Improbidade Administrativa

Iniciativas Finalísticas:
Aperfeiçoar os mecanismos de inspeção e correição.
Aprimorar os processos de gestão de eleições.
Aprimorar ações de controle relacionadas à confiabilidade do cadastro eleitoral.
Iniciativas de Apoio ou setoriais:
Aprimorar os mecanismos de combate à corrupção e improbidade administrativa.
Implementar, nas Zonas Eleitorais, a padronização nos registros dos dados junto ao SADP,
em conjunto com a Secretaria Judiciária.
Objetivo Estratégico: Combate à Corrupção e à Improbidade Administrativa.
5. Indicador CIA 1 - Índice de agilidade no julgamento dos processos do art. 41-A da Lei
Eleitoral no 1º grau .
O que mede: Quantidade de processos com fundamento no art. 41-A da Lei nº 9.504/97,
referentes ao Pleito Municipal de 2016, sentenciados até o final do ano de
2017 (Efetividade da medição está relacionada à agilidade do julgamento dos
recursos, em segundo grau.
Para que medir: Garantir a efetividade das decisões da Justiça Eleitoral, evitando que a demora
do julgamento reduza os efeitos da decisão ou provoque a perda do objeto.
Quem mede: CRE
Quando medir: Acompanhamento trimestral do movimento na Zona Eleitoral (de janeiro de
2017 até 1º trimestre do ano de 2018).
Onde medir: SADP ou outro tipo de controle.
Como medir: Total de processos sentenciados com fundamento no art. 41-A da Lei nº
9.504/97, dividido pelo total de processos autuados sob o mesmo
fundamento (art. 41-A), ambos referentes ao pleito de 2016, multiplicado o
resultado por 100.
Situação inicial: A mensurar.
Meta: Julgar 95% dos processos até dezembro de 2017. OBS: os estoques anuais
serão acompanhados pela CRE/PR.

2015 2016 2017 2018 2019 2020


95% dos
processos
Observação: O art. 41-A da Lei nº 9.504/97 refere-se a corrupção eleitoral, que poderá ser
apurada em representação, ação de investigação judicial ou ação de
impugnação de mandato eletivo.
Ação relacionada: Implementar nas zonas eleitorais a padronização nos registros dos dados
junto ao SADP.

30
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Combate à Corrupção e à Improbidade Administrativa .


6. Indicador CIA 2 - Índice de agilidade no julgamento dos processos do art. 299 do Código
Eleitoral no 1º grau.

O que mede: Quantidade de processos criminais com fundamento no artigo 299 do Código
Eleitoral, autuados a partir do ano de 2015, sentenciados no 1º Grau.
(Efetividade da medição está relacionada à agilidade do julgamento dos
recursos, em segundo grau. A medição pode ser incorporada pela SJ em
relação às ações penais originárias).
Para que medir: Garantir a efetividade das decisões da Justiça Eleitoral, evitando que a
demora do julgamento reduza os efeitos da decisão, provoque a perda do
objeto ou a prescrição da pretensão executória.
Quem mede:
CRE
Quando medir:
Trimestralmente.
Onde medir:
SADP ou outro tipo de controle .
Como medir: Total de processos sentenciados com fundamento no art. 299 do Código
Eleitoral, dividido pelo total de processos autuados sob o mesmo
fundamento (art. 299), multiplicado o resultado por 100.
Situação inicial: A mensurar.
Meta: Julgar 90% dos processos:

- autuados em 2015 até dezembro de 2017;


- autuados em 2016 até dezembro de 2018;
- autuados em 2017 até dezembro de 2019;
- autuados em 2018 até dezembro de 2020.

( SJ - em relação aos recursos e processos origináios).


OBS: os estoques anuais serão acompanhados pela CRE/PR.
Observação: -

Ação relacionada: Implementar nas zonas eleitorais padronização nos registros dos dados junto
ao SADP.

31
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Combate à Corrupção e à Improbidade Administrativa.


7. Indicador CIA 3 - Índice de agilidade no julgamento dos processos do art. 41-A da Lei
Eleitoral no 2º grau.

O que mede: Quantidade de processos com fundamento no art. 41-A da Lei nº 9.504/97,
referentes ao Pleito Estadual de 2014, julgados até o final do ano de 2015;
referentes ao pleito de 2016, julgados até o final do ano de 2017; e relativos
ao pleito de 2018, julgados até o final de 2019.
Para que medir: Garantir a efetividade das decisões da Justiça Eleitoral, evitando que a demora
do julgamento reduza os efeitos da decisão ou provoque a perda do objeto.
Quem mede: Secretaria Judiciária.
Quando medir: Acompanhamento trimestral do movimento na Secretaria(de janeiro de 2017
até 1º trimestre do ano de 2018)
Onde medir: SADP ou outro tipo de controle.

Como medir: Total de processos julgados com fundamento no art. 41-A da Lei nº 9.504/97,
dividido pelo total de processos autuados sob o mesmo fundamento (art. 41-
A), ambos referentes ao pleito de 2014, multiplicado o resultado por 100.
Situação inicial: A mensurar.
Meta: Julgar 95% dos processos até dezembro de 2017 (em relação aos recursos e
processos originários)
OBS: os estoques anuais serão acompanhados pela Secretaria Judiciária.

2015 2016 2017 2018 2019 2020


95%
Observação: O art. 41-A da Lei nº 9.504/97 refere-se a corrupção eleitoral, que poderá ser
apurada em representação, ação de investigação judicial ou ação de
impugnação de mandato eletivo.
Ação relacionada: Implementar a padronização nos registros dos dados junto ao SADP, para fins
de estatísticas

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TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Combate à Corrupção e à Improbidade Administrativa .


8. Indicador CIA 4 - Índice de agilidade no julgamento dos processos do art. 299 do Código
Eleitoral no 2º grau.

O que mede: Quantidade de ações penais com fundamento no artigo 299 do Código
Eleitoral, autuados a partir do ano de 2015, julgados no 2º Grau.
Para que medir: Garantir a efetividade das decisões da Justiça Eleitoral, evitando que a
demora do julgamento reduza os efeitos da decisão, provoque a perda do
objeto ou a prescrição da pretensão executória.
Quem mede:
SECRETARIA JUDICIÁRIA.
Quando medir:
Trimestralmente.
Onde medir:
SADP ou outro tipo de controle .
Como medir: Total de processos sentenciados com fundamento no art. 299 do Código
Eleitoral, dividido pelo total de processos autuados sob o mesmo
fundamento (art. 299), multiplicado o resultado por 100.
Situação inicial:
A mensurar.
Meta: Julgar 90% dos processos:
- autuados em 2015 até dezembro de 2017;
- autuados em 2016 até dezembro de 2018;
- autuados em 2017 até dezembro de 2019;
- autuados em 2018 até dezembro de 2020.
(em relação aos recursos e processos originários).
OBS: os estoques anuais serão acompanhados pela SECRETARIA JUDICIÁRIA.
Observação:
-
Ação relacionada:
Implementar padronização nos registros dos dados junto ao SADP.

33
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

MACRODESAFIO (Objetivo Estratégico)


Celeridade e Produtividade na Prestação Jurisdicional

Iniciativa Finalística:
Aumentar a celeridade, transparência e produtividade da prestação jurisdicional.
Objetivo Estratégico: Celeridade e Produtividade na Prestação Jurisdicional.
9. Indicador CPJ 1 - Índice de julgamento de processos de conhecimento (1º Grau).

O que mede: Número de processos não julgados até o marco temporal de aferição definido
para a Meta, cuja data de autuação seja igual ou anterior à data de
referência.
Para que medir: Garantir a efetividade das decisões da Justiça Eleitoral, bem como a duração
razoável do processo (art. 5º, inc. LXXVIII da CF/88), evitando que a demora
do julgamento reduza os efeitos da decisão ou provoque a perda do objeto.
Quem mede:
CRE
Quando medir:
Mensalmente.
Onde medir:
SADP ou outro tipo de controle.
Como medir: Total de processos julgados no período de referência dividido pelo total de
processos autuados no período, multiplicado o resultado por 100.
Situação inicial:
A mensurar.

34
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Meta: - para 2015: Conforme os critérios definidos pelo CNJ (Meta 2). Caso o CNJ
não defina esta meta para 2015, a meta será julgar até 31.12.2015 95% dos
processos autuados até 31.12.2012, adotados os critérios e metodologia do
CNJ para a última meta estabelecida para esta finalidade;
- para 2016: Conforme os critérios definidos pelo CNJ (Meta 2). Caso o CNJ
não defina esta meta para 2016, a meta será julgar até 31.12.2016 95% dos
processos autuados até 31.12.2013, adotados os critérios e metodologia do
CNJ para a última meta estabelecida para esta finalidade;
- para 2017: Conforme os critérios definidos pelo CNJ (Meta 2). Caso o CNJ
não defina esta meta para 2017, a meta será julgar até 31.12.2017 95% dos
processos autuados até 31.12.2014, adotados os critérios e metodologia do
CNJ para a última meta estabelecida para esta finalidade;
- para 2018: Conforme os critérios definidos pelo CNJ (Meta 2). Caso o CNJ
não defina esta meta para 2018, a meta será julgar até 31.12.2018 95% dos
processos autuados até 31.12.2015, adotados os critérios e metodologia do
CNJ para a última meta estabelecida para esta finalidade;
- para 2019: Conforme os critérios definidos pelo CNJ (Meta 2). Caso o CNJ
não defina esta meta para 2019, para 2019 a meta será julgar até 31.12.2019
95% dos processos autuados até 31.12.2016, adotados os critérios e
metodologia do CNJ para a última meta estabelecida para esta finalidade;
- para 2020: Conforme os critérios definidos pelo CNJ (Meta 2). Caso o CNJ
não defina esta meta para 2020, a meta será julgar até 31.12.2020 95% dos
processos autuados até 31.12.2017, adotados os critérios e metodologia do
CNJ para a última meta estabelecida para esta finalidade.
Ação relacionada:
-

35
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Celeridade e Produtividade na Prestação Jurisdicional.


10. Indicador CPJ - 2 - Índice de processos judiciais finalizados dentro de um ano.

O que mede: Percentual de processos judiciais finalizados dentro de um ano, no primeiro


grau, em relação ao total de processos finalizados.

OBS: serão consideradas as classes processuais elencadas no glossário do CNJ,


referentes à Meta nº 01/2014 ou equivalente posterior.
Caso o CNJ não estabeleça, serão consideradas as seguintes classes
processuais (jurisdicionais): Ação Cautelar, AIME, AIJE, Ação Penal, Embargos
à Execução, Exceção, Execução Fiscal, Execução Penal, Habeas Corpus,
Habeas Data, Mandado de Injunção, Mandado de Segurança, Petição,
Prestação de Contas, Registro de Candidatura, Representação.
Para que medir: Garantir a efetividade das decisões da Justiça Eleitoral, bem como a duração
razoável do processo (art. 5º, inc. LXXVIII da CF/88), evitando que a demora
do julgamento reduza os efeitos da decisão ou provoque a perda do objeto.
Quem mede: CRE (SJ).
Quando medir: Mensalmente.
Onde medir: SADP ou outro tipo de controle.
Como medir: Total de processos judiciais finalizados com prazo de tramitação inferior a um
ano, dividido pelo total de processos judiciais finalizados, multiplicado por
cem.
OBS: [1] considera-se finalizado o processo sentenciado ou arquivado; [2] o
prazo de tramitação deve considerar o tempo decorrido entre a data de
autuação do processo até a data da sentença.
Situação inicial: A mensurar.
Meta: Atingir a cada ano o percentual de 95% de processos judiciais julgados até um
ano, no 1º grau, até 2020.
Observação:
-
Ação relacionada: -

36
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Celeridade e Produtividade na Prestação Jurisdicional.


11 Indicador CPJ 3 - Índice de julgamento de processos de conhecimento (2º Grau).
O que mede: Número de processos não julgados até o marco temporal de aferição definido
para a Meta, cuja data de autuação seja igual ou anterior à data de
referência.
Para que medir: Garantir a efetividade das decisões da Justiça Eleitoral, bem como a duração
razoável do processo (art. 5º, inc. LXXVIII da CF/88), evitando que a demora
do julgamento reduza os efeitos da decisão ou provoque a perda do objeto.
Quem mede:
SECRETARIA JUDICIÁRIA.
Quando medir:
Mensalmente.
Onde medir:
SADP ou outro tipo de controle.
Como medir: Total de processos julgados no período de referência dividido pelo total de
processos autuados no período, multiplicado o resultado por 100.
Situação inicial:
A mensurar.

37
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Meta: - para 2015: Conforme os critérios definidos pelo CNJ (Meta 2). Caso o CNJ
não defina esta meta para 2015, a meta será julgar até 31.12.2015 90% dos
processos autuados até 31.12.2012, adotados os critérios e metodologia do
CNJ para a última meta estabelecida para esta finalidade;
- para 2016: Conforme os critérios definidos pelo CNJ (Meta 2). Caso o CNJ
não defina esta meta para 2016, a meta será julgar até 31.12.2016 91% dos
processos autuados até 31.12.2013, adotados os critérios e metodologia do
CNJ para a última meta estabelecida para esta finalidade;
- para 2017: Conforme os critérios definidos pelo CNJ (Meta 2). Caso o CNJ
não defina esta meta para 2017, a meta será julgar até 31.12.2017 92% dos
processos autuados até 31.12.2014, adotados os critérios e metodologia do
CNJ para a última meta estabelecida para esta finalidade;
- para 2018: Conforme os critérios definidos pelo CNJ (Meta 2). Caso o CNJ
não defina esta meta para 2018, a meta será julgar até 31.12.2018 93% dos
processos autuados até 31.12.2015, adotados os critérios e metodologia do
CNJ para a última meta estabelecida para esta finalidade;
- para 2019: Conforme os critérios definidos pelo CNJ (Meta 2). Caso o CNJ
não defina esta meta para 2019, para 2019 a meta será julgar até 31.12.2019
94% dos processos autuados até 31.12.2016, adotados os critérios e
metodologia do CNJ para a última meta estabelecida para esta finalidade;
- para 2020: Conforme os critérios definidos pelo CNJ (Meta 2). Caso o CNJ
não defina esta meta para 2020, a meta será julgar até 31.12.2020 95% dos
processos autuados até 31.12.2017, adotados os critérios e metodologia do
CNJ para a última meta estabelecida para esta finalidade.
Ação relacionada:

38
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Celeridade e Produtividade na Prestação Jurisdicional.


12. Indicador CPJ - 4 - Índice de processos judiciais finalizados dentro de um ano (2º Grau).

O que mede: Percentual de processos judiciais finalizados dentro de um ano, no


segundo grau, em relação ao total de processos finalizados.

OBS: serão consideradas as classes processuais elencadas no


glossário do CNJ, referentes à Meta nº 01/2014 ou equivalente
posterior.

Caso o CNJ não estabeleça, serão consideradas as seguintes classes


processuais (jurisdicionais): Ação Cautelar, AIME, AIJE, Ação Penal,
Conflito de Competência, Exceção, Habeas Corpus, Habeas Data,
Mandado de Injunção, Mandado de Segurança, Petição, Prestação
de Contas, Reclamação, Recurso Contra Expedição de Diploma,
Recurso Criminal, Recurso Eleitoral, Recurso em Mandado de
Injunção, Recurso em Mandado de Segurança, Recurso em Habeas
Corpus, Recurso em Habeas Data, Registro de Candidatura,
Representação.

Para que medir: Garantir a efetividade das decisões da Justiça Eleitoral, bem como
a duração razoável do processo (art. 5º, inc. LXXVIII da CF/88),
evitando que a demora do julgamento reduza os efeitos da decisão
ou provoque a perda do objeto.

Quem mede: SECRETARIA JUDICIÁRIA.

Quando medir: Mensalmente.

Onde medir: SADP ou outro tipo de controle.

Como medir: Total de processos judiciais finalizados com prazo de tramitação


inferior a um ano, dividido pelo total de processos judiciais
finalizados, multiplicado por cem.

OBS: [1] considera-se finalizado o processo julgado ou arquivado;


[2] o prazo de tramitação deve considerar o tempo decorrido entre
a data de autuação do processo até a data do julgamento.

Situação inicial: A mensurar.

Meta: Atingir a cada ano o percentual de 90% de processos judiciais


julgados até um ano, no 2º grau, até 2020.

Observação: -

Ação relacionada: -

39
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

MACRODESAFIO (Objetivo Estratégico)


Fortalecimento da Segurança do Processo Eleitoral

Iniciativas Finalísticas:

Aperfeiçoar os mecanismos de inspeção e correição.


Aprimorar os processos de gestão de eleições.
Aprimorar ações de controle relacionadas à confiabilidade do cadastro eleitoral.
Aprimorar políticas e práticas de segurança da informação.
Implantar o cadastro biométrico de eleitores em todo o Estado.

Iniciativas de Apoio ou setoriais:

Implementar, nas Zonas Eleitorais, a padronização nos registros dos dados junto ao SADP,
em conjunto com a Secretaria Judiciária.

Objetivo Estratégico: Fortalecimento da Segurança do Processo Eleitoral.


13. Indicador SPE 1 – Índice de zonas eleitorais correcionadas e/ou Inspecionadas pela
Corregedoria (presencial ou à distância).

O que mede: Quantidade de zonas eleitorais correcionadas e/ou inspecionadas.

Para que medir: Garantir a regularidade na prestação dos serviços eleitorais .

Quem mede: CRE .

Quando medir: Em dezembro dos anos de 2016, 2018 e 2020.

Onde medir: Nos processos de Correição e/ou Portarias expedidas pelo Corregedor.

Como medir: Percentual de Zonas Eleitorais correcionadas e/ou inspecionadas durante o


biênio.

Situação inicial: Zero.

Meta: Atingir no mínimo 25% das zonas eleitorais do Estado (52) a cada biênio,
preferencialmente em correições/inspeções presenciais.

Observação: -

Ação relacionada: Implementação de instrumentos pela STI que propiciem a reunião à


distância com a zona inspecionada.

40
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Fortalecimento da Segurança do Processo Eleitoral.


14. Indicado SPE 2 - Percentual de eleitores com cadastro biométrico.

O que mede: A relação entre os eleitores com cadastro biométrico e o eleitorado total.
vantagens :
Para que medir:
a) mantém no cadastro somente os eleitores do município;
b) para os Cartórios o benefício é enorme, porque cadastro atualizado gera
economia, por exemplo : nomeação dos colaboradores da eleição.
c) diminui o eleitorado, retratando-se a realidade da Zona Eleitoral.

Quem mede: CPE

Quando medir: ANUAL .

Onde medir: Sistema de Cadastro Eleitoral – ELO.

Como medir: Total de eleitores com cadastro biométrico / total de eleitores.

(TECB/TE) /100.

Situação inicial: eleitorado total 24,86%.


Meta: 2015 – Realização da Biometria para os eleitores da RMC ( 928.553 eleitores)
– .......X eleitores de Ordinário – até março de 2016 – 35% por cento do
eleitorado .......X eleitores de Mutirão;
2016 – estudo para realização da Biometria: eleitores de Cascavel, Ponta
Grossa, Guarapuava, Foz do Iguaçu (estrutura, pessoas, orçamento);
2017 – realização da Biometria para os eleitores de Cascavel, Ponta Grossa;
Guarapuava, Foz do Iguaçu X eleitores do sistema Ordinário X eleitores do
sistema Mutirão
2018 – estudo para realização da Biometria – até março de 2018 - 40% por
cento do eleitorado;
2020 – até março de 2020 - 50% do eleitorado.
2015 2016 2017 2018 2019 2020
50%
eleitorado
Ações relacionadas: 1. Reuniões periódicas com as áreas envolvidas;
(Presidência/CRE/DG/SECPEG/AS/SGP/STI.
2. Estrutura Interna (TRE e Cartórios); 3. Equipe de Apoio
(TRE/Cartórios/Parceiros Locais).
3. Contratações (suporte de TI, postos de trabalho, estagiários, readequação
ambiente CAE);

41
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Fortalecimento da Segurança do Processo Eleitoral.


15. Indicado SPE 3 - Índice de celeridade de distribuição de processos com tutela de
urgência.

O que mede: Mede o tempo médio entre a saída de expediente, que exige tutela de
urgência, da Seção de Protocolo até a saída da SCIP, já devidamente autuado
e distribuído.
Para que medir: a) assegurar a melhoria contínua na autuação e distribuição dos processos
que exigem tutela de urgência, quais sejam, habeas corpus, mandado de
segurança e ação cautelar;
b) buscar a celeridade e a conformidade dos serviços realizados.
Quem mede: CPR.

Quando medir: Mensalmente.

Onde medir: SADP – relatório específico.

Como medir: Contagem do tempo entre o recebimento do protocolo na SCIP e seu


encaminhamento ao gabinete do Relator, já devidamente autuado e
distribuído; é extraída a média do tempo utilizado em relação ao total
mensal de feitos.
Situação inicial: Sem medição.

Meta: 2015 – Até 2h;


2016 – Até 2h;
2017 – Até 1h 30min, em havendo implantação do Processo Judicial
Eletrônico;
2018 – Até 1h 30min, em havendo implantação do Processo Judicial
Eletrônico;
2019 – Até 1h 30min, em havendo implantação do Processo Judicial
Eletrônico;
2020 – Até 1h, em havendo implantação do Processo Judicial Eletrônico.
Observação: -

Ações relacionadas: 1. Certificação da qualidade pelo TSE em março de 2012.


2. Recertificação em dezembro de 2014.

42
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Fortalecimento da Segurança do Processo Eleitoral.


16. Indicador SPE 4: Índice de agilidade na publicação de decisões e despachos.

O que mede: Mede o percentual de decisões monocráticas terminativas publicadas dentro


do prazo de 10 dias corridos após o registro da decisão no SADP no 2º Grau.

Para que medir: Este indicador visa aferir a celeridade no trâmite processual ocorrido entre o
registro das decisões monocráticas terminativas e a respectiva publicação. O
prazo de 10 dias é corrido, contando-se do dia útil seguinte ao registro da
decisão ou despacho no SADP no 2º Grau.

Quem mede: Seção de Acórdãos.

Quando medir: Mensalmente.

Onde medir: SADP no 2º Grau ou outro tipo de controle.

Como medir: Total de decisões monocráticas terminativas registradas no SADP divididas


pelo número de decisões publicadas no DJE, multiplicado por cem, no
período mensal.

Situação inicial: A mensurar.

Meta: 2015 – 90% do total de decisões monocráticas terminativas;

2016 – 91% do total de decisões monocráticas terminativas;

2017 – 92% do total de decisões monocráticas terminativas;

2018 – 93% do total de decisões monocráticas terminativas;

2019 – 94% do total de decisões monocráticas terminativas;

2020 - 95% do total de decisões monocráticas terminativas.

Observação: -

Ação relacionada: Implementação de instrumentos pela STI que otimizem o cumprimento das
atribuições.

43
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Fortalecimento da Segurança do Processo Eleitoral.


17. Indicador SPE 5: Índice de agilidade na publicação de acórdãos .

O que mede: Mede o percentual de acórdãos publicados dentro do prazo de 10 dias


corridos da sessão de julgamento.

Para que medir: Este indicador visa aferir a celeridade no trâmite processual ocorrido entre o
julgamento e a respectiva publicação. O prazo de 10 dias é corrido,
contando-se do dia útil seguinte ao registro do acórdão no SADP.

Quem mede: Seção de Acórdãos.

Quando medir: Mensalmente.

Onde medir: SADP ou outros meios de controle.

Como medir: Total de acórdãos registrados no SADP divididos pelo número de publicados
no DJE ou em Sessão de Julgamento, multiplicado por cem, no período
mensal.

Situação inicial: A apurar.

Meta: 2015 – 90% do total de acórdãos;

2016 – 91% do total de acórdãos ;

2017 – 92% do total de acórdãos ;

2018 – 93% do total de acórdãos;

2019 – 94% do total de acórdãos;

2020 - 95% do total de acórdãos.

Observação: -

Ações relacionadas: Implementação de instrumentos pela STI que otimizem o cumprimento das
atribuições.

44
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Objetivo Estratégico: Fortalecimento da Segurança do Processo Eleitoral


18. Indicador SPE 6 : Percentual de redução do número de duplicidades entre inscrições
eleitorais e entre estas e os registros da base de perda e suspensão de direitos políticos

O que mede: A ocorrência de duplicidades de inscrição/registro decorrentes de


falha no atendimento, no período de atividade do cadastro
eleitoral.

Para que medir: Minimizar falhas de atendimento e ampliar a confiabilidade dos


registros inseridos no cadastro eleitoral, de modo a evitar o
impedimento do exercício regular do voto ou a permissão do
exercício indevido do voto.

Quem mede: CRECAD (SDP/SSC).

Quando medir: Mês de agosto dos anos eleitorais (após o encerramento de


atividades do cadastro da eleição correspondente).

Onde medir: Sistema Elo.

Como medir: 100 – Duplicidades identificadas no período apurado x100

Duplicidades identificadas no período anterior.

Situação inicial: A mensurar.

Metas: Reduzir 10% no segundo biênio (2016/2018);

Reduzir 5% no terceiro biênio (2018/2020).

Ações relacionadas: Transmissão de orientações mediante ofícios-circulares e


treinamentos aos servidores das zonas eleitorais.

45
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MACRODESAFIO (Objetivo Estratégico)


Melhoria da Gestão de Pessoas

Iniciativa Finalística:

Aprimorar a política de gestão de pessoas.

Objetivo Estratégico: Melhoria da Gestão de Pessoas.


19. Indicador GP 1 - Índice de aderência ao PAC.

O que mede: O percentual de cursos previstos no Plano Anual de Capacitação - PAC em


relação ao total de cursos ministrados.

Para que medir: Avaliar o grau de priorização do PAC.

Quem mede: Secretaria de Gestão de Pessoas / CED / SDO

Quando medir: Anualmente, em Janeiro.

Onde medir: Módulo capacitação do SGRH e PAC.

Como medir: Total de Treinamentos do PAC Realizados (TTPR) dividido pelo Total de
Treinamentos Internos Promovidos pelo Tribunal (TPT), multiplicado por
cem. (TTPR/TPT)x100.

Meta: Alcançar aproximadamente 70% de aderência ao PAC até 2019.

2015 2016 2017 2018 2019 2020

60% 62% 64% 67% 69% 70%

Observação: -

Ação relacionada: -

46
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Melhoria da Gestão de Pessoas.


20. Indicador GP 2 - Índice de execução do PAC.

O que mede: O percentual de cursos previstos no Plano Anual de Capacitação - PAC


efetivamente realizados.

Para que medir: Avaliar a execução da política estratégica de capacitação do Tribunal.

Quem mede: Secretaria de Gestão de Pessoas / CED / SDO.

Quando medir: Anualmente, em janeiro.

Onde medir: Módulo capacitação do SGRH e PAC.

Como medir: Total de Treinamentos do PAC Realizados (TTPR) dividido pelo Total de
Treinamentos Previstos no PAC (TTPP), multiplicado por cem.

(TTPR/TTPP)x100.

Meta: Alcançar a realização de 70% dos cursos previstos no PAC até 2020.

2015 2016 2017 2018 2019 2020

60% 62% 64% 67% 69% 70%

Observação: -

Ação relacionada: -

47
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Objetivo Estratégico: Melhoria da Gestão de Pessoas.


21. Indicador GP 3 - Índice de excelência nas competências específica.

O que mede: A relação entre as competências específicas necessárias em cada área e as


competências específicas apresentadas pelos servidores, de acordo com
suas respectivas áreas de trabalho.

Para que medir: Avaliar a necessidade de desenvolver a capacitação dos servidores nas
competências específicas necessárias a cada área de trabalho.

Quem mede: Secretaria de Gestão de Pessoas / CED / SRGD.

Quando medir: Anualmente, em janeiro.

Onde medir: Avaliações de competência feita pela chefia imediata.

Como medir: Total de servidores com excelência nas competências específicas (TSCE)
dividido pelo Total de Total de servidores avaliados (TSA), multiplicado por
cem.

TSCE / TSA * 100.

Onde: TSCE = Total de Servidores com Excelência, isto é, número de


servidores com avaliação máxima nas 4 competências específicas da área.

Meta: Atingir 87% do índice de excelência nas competências específicas


necessárias, até 2017.

2015 2016 2017

80% 85% 87%

Observação: Para efeitos deste indicador será considerada apenas a Avaliação feita pela
Chefia Imediata.

Ação relacionada: -

48
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Objetivo Estratégico: Melhoria da Gestão de Pessoas.


22. Indicador GP 4 - Clima Organizacional.

O que mede: Mede a percepção do corpo funcional quanto às dimensões que causem
impacto na motivação e produtividade no trabalho para subsidiar melhorias e
ações corretivas nas dimensões que causam impacto negativo.

Para que medir: Para medir a percepção do corpo funcional quanto às dimensões que causem
impacto na motivação e produtividade no trabalho para subsidiar melhorias e
ações corretivas nas dimensões que causam impacto negativo.

Quem mede: Secretaria de Gestão de Pessoas / CED / SDO

Quando medir: A cada três anos

Onde medir: Pesquisa de clima organizacional.

Como medir: Instrumento de Pesquisa de Clima Organizacional utilizado pelo TRE-PR.

Meta: Atingir 82% de satisfação do servidor até 2019

2016 2019

80% 82%

Observação: A pesquisa será realizada a cada período de 3 anos, entre 15 de março e 15 de


abril.

Ação relacionada: -

49
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Objetivo Estratégico: Melhoria da Gestão de Pessoas.


23. Indicador GP 5 - Índice de absenteísmo por motivo de saúde.

O que mede: A ausência dos servidores por motivo de saúde.

Detectar o aumento da incidência de doenças para aprimorar estratégias


Para que medir:
em prevenção de doenças.

Secretaria de Gestão de Pessoas do TRE-PR.


Quem mede:
Assessoria Médica e Social.

Quando medir: O índice será calculado anualmente em janeiro.

Sistema de Gerenciamento de Recursos Humanos -


Onde medir:
Módulo “licenças Médicas”.

DAS

ABS: ________________ X 100

DC X TS

Como medir: ABS = Absenteísmo

DAS= Dias de afastamento por motivo de saúde.

DC = Dias corridos

TS = Total de servidores lotados

Situação inicial: Não mensurado.

Menor ou igual a 3%.

Meta: 2015 2016 2017 2018 2019

3% 3% 3% 3% 3%

Observação: -

Ação relacionada: -

50
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Objetivo Estratégico: Melhoria da Gestão e de Pessoas.


24. Indicador GP 6 - Índice de adesão ao exame periódico.

O que mede: A aderência do servidor à estratégia de medicina preventiva.

Para que medir: Para implementar programas de prevenção para as doenças mais
prevalentes.
Secretaria de Gestão de Pessoas do TRE-PR..
Quem mede:
Assessoria Médica e Social.
Quando medir: O índice será calculado anualmente em janeiro.

Onde medir: Exames periódicos anuais

Número de servidores que fizeram o exame periódico


Como medir: ______________________________________________ X 100
TS = Total de servidores lotados

Meta: 80%.

2016 80% dos servidores maiores de 45 anos da Capital.

2017 80% de todos os servidores da Capital

2018 80% dos servidores maiores de 45 anos da Capital e interior do PR

2019 80% de todos os servidores da Capital e do interior do PR


Observação -

Ação relacionada
-

51
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MACRODESAFIO (Objetivo Estratégico)


Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos

Iniciativas Finalísticas:

Buscar a excelência na gestão de custos operacionais.

Iniciativas de Apoio ou setoriais:

Orientação consciente para redução de utilização de materiais de consumo.


Aperfeiçoar a gestão de contratos e os planos de aquisição e manutenção.
Aprimorar a compatibilização do orçamento anual com o planejamento estratégico.

Objetivo Estratégico: Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos.


25. Indicador AGC 1 - Índice de Execução Orçamentária.

O que mede: Quanto do valor recebido foi empenhado.

Para que medir: Para avaliar quanto da dotação destinada ao órgão foi efetivamente utilizada.

Quem mede: SOFC.

Quando medir: Janeiro, referente ao exercício anterior.

Onde medir: SIAFI.

Como medir: (Dotação recebida – perdas orçamentárias)/100.

Situação inicial: 2014.

Meta: 2015 2016 2017 2018 2019 2020

90% 90% 90% 90% 90% 90%


A meta a ser alcançada sempre está em consonância com o planejamento
Observação:
estratégico desenvolvido pelo órgão, uma vez que, a execução orçamentária
envolve todos os setores do tribunal.
Para apurar o índice de execução orçamentária a fórmula aprovada utiliza o
valor da dotação recebida deduzidas as perdas orçamentárias para aferir o
percentual utilizado dos recursos que foram disponibilizados no início do
exercício.
Ação -
relacionada:

52
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Objetivo Estratégico: Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos.


26. Indicador AGC 2 - Perdas Orçamentárias .

O que mede: Valores recebidos e não empenhados

Para que medir: Para avaliar quanto do orçamento recebido não está sendo utilizado.

Quem mede: SOFC.

Quando medir: Janeiro, referente ao exercício anterior.

Onde medir: SIAFI.

Como medir: (Dotação recebida – valores empenhados)/100.

Situação inicial: 2014.

Meta: 2015 2016 2017 2018 2019 2020

10% 10% 10% 10% 10% 10%

Observação: A meta a ser alcançada sempre está em consonância com o planejamento


estratégico desenvolvido pelo órgão, uma vez que, a execução orçamentária
envolve todos os setores do tribunal.

Para a apuração do índice de perdas orçamentárias a sugestão aceita foi de


utilizar os valores restantes como saldo da conta de crédito disponível no
último dia de cada ano em relação ao valor da dotação recebida.

Ação relacionada: -

53
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Objetivo Estratégico: Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos.


27. Indicador AGC 3 - Índice de agilidade na tramitação dos processo de aquisição de bens
e serviços.

O que mede: O percentual de processos de aquisição de bens e serviços finalizados no tempo padrão,
considerado o tempo decorrido entre o pedido (projeto básico + orçamento= projeto
básico finalizado) e o empenho da despesa correspondente (assinatura do termo de
contrato ou documento equivalente).
Para quê medir: Garantir o tempo razoável de tramitação dos processos de aquisição de bens e serviços.
Quem mede: Unidade responsável pelo acompanhamento da tramitação de processos de aquisição de
bens e serviços nos Tribunais.
Quando medir: Anualmente, em janeiro.
Onde medir: No PAD.
Como medir: Total de Processos de aquisição de bens e serviços Finalizados no Prazo Padrão (TPFPP)
dividido pelo Total de Processos Protocolizados (TPP), multiplicado por cem.
(TPFPP/TPP)x100
Observações:
para prazo padrão, considerar:
120 dias úteis para concorrências dos tipos empreitada, integral ;
105 dias úteis para demais concorrências e tomadas de preço dos tipos técnica e técnica
e preço;
60 dias úteis para demais tomadas de preço;
60 dias úteis para pregão eletrônico; e
15 dias úteis para dispensa, inclusive pelo valor, e inexigibilidade.
No decorrer do procedimento licitatório, sempre que for impetrado pedido de
esclarecimento, recurso, impugnação ou outro ato de natureza similar, acrescer à
contagem dos prazos: 20 dias úteis para concorrência e concurso; 15 dias úteis para
tomada de preço; 10 dias úteis para carta convite e pregão; e 05 dias úteis para dispensa
e inexigibilidade. Acréscimo do prazo de 04 dias úteis para cada análise de planilha de
preços unitários (no caso de licitação de mão-de-obra terceirizada)

Situação inicial: Não mensurado.


Meta: Obter 88,13% dos processos de aquisição de bens e serviços finalizados no prazo padrão,
até 2015 (2015 a 2020).
2015 2016 2017 2018 2019 2020
75% 80% 85% 90% 90% 90%
Observação: Para as licitações: tempo decorrido entre a entrega do projeto básico completo
orçamento e assinatura do contrato ou documento equivalente (empenho);
Para as dispensas e inexigibilidades: tempo decorrido entre a emissão do termo
de dispensa/inexigibilidade e a emissão da nota de empenho/assinatura do
contrato.
Ação relacionada: -

54
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

MACRODESAFIO (Objetivo Estratégico)


Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos

Iniciativa de Apoio: aferir os processos e as unidades, cujos controles internos devem ser
objeto de avaliação e avaliar os controles internos em nível de unidade, de acordo com
matriz de risco, relativos a 38 unidades até dezembro de 2020.

A fim de aferir os processos e as unidades, cujos controles internos devem ser objeto de
avaliação, submeteu-se tanto os processos afetos à competência da Secretaria de Controle
Interno e Auditoria - SECIA, quanto as unidades a eles vinculadas à Matriz de Risco visando, por
meio da composição probabilidade e impacto, a graduação do risco inerente respectivo.

Feitas as avaliações pelas Coordenadorias e respectivas Seções, foram selecionados para


avaliação de controles internos em nível de processo aqueles que obtiveram nível de risco 3
(alto risco), quanto às unidades, no intuito de mapearmos o perfil da Administração,
selecionamos todas, exceto as que foram objeto de avaliação em 2012-2013 (CPE; SPRHM;
SAMR; SLIC e SCON).

55
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Iniciativa de Apoio:

Avaliar os controles internos em nível de processo, de acordo com matriz de risco.

Objetivo Estratégico: Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos.


28. Indicador AGC 4 – Índice de avaliação de controles internos em nível de processo.

Avaliação de controles internos em nível de processo.


O que medir:

Para que medir: Aferir a capacidade dos controles internos em mitigar os


riscos do processo.

Quem mede: SECIA.

Quando medir: Trimestralmente.

Como medir: nº de avaliações de controles internos em nível de processo


/ 06 = 1.

Linha de Base: -

METAS: 1. Avaliar controles internos em nível de processo, de


acordo com matriz de risco, relativos a 06 processos até
dezembro de 2015.

Observação: Desenvolvimento do cumprimento da meta: 100% em 2015


Responsável pela medição: SECIA.

Ações relacionadas: -

56
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Iniciativa de Apoio:

Avaliar os controles internos em nível de unidade, de acordo com matriz de risco.

Objetivo Estratégico: Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos .


29. Indicador AGC 5 – Índice de avaliação de controles internos em nível de unidade.

O que medir: Avaliar os controles internos em nível de unidade, de acordo


com matriz de risco, relativos a 38 unidades até dezembro
de 2020.

Para que medir: Aferir a capacidade dos controles internos em mitigar os


riscos da unidade.

Quem mede: SECIA.

Quando medir: Trimestralmente

Como medir: nº de unidades avaliadas em seus controles internos / nº de


unidades ano de acordo com o PAA = 1.

Linha de Base:

METAS: 2. Avaliar os controles internos em nível de processo, de


acordo com matriz de risco, relativos a 06 processos até
dezembro de 2015;

Cumprimento da meta: 18% em 2015 – 18% em 2016 –


21,5% em 2017 – 18% em 2018 – 21,5% em 2019 – 3% em
2020 = 100%.
Desenvolvimento do cumprimento da meta: 100% em 2020
Observação:
Responsável pela medição: SECIA.

Ações relacionadas: -

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MACRODESAFIO (Objetivo Estratégico)


Melhoria da Infraestrutura e Governança de TIC

Infraestrutura de TI para as atividades institucionais.

Iniciativas Finalísticas:
Aprimorar políticas e práticas de segurança da informação.
Aprimorar políticas e práticas de gestão de serviços de TI.
Implantar metodologia de gestão de desenvolvimento de software.

Objetivo Estratégico: Melhoria da Infraestrutura e Governança de TIC.


30. Indicador IGOV – 1.1 - Índice de disponibilidade da rede de comunicação de dados.

O que medir: O Percentual do tempo, em período determinado, em que a


rede de comunicação de dados gerenciada pela Secretaria de
Tecnologia de Informação do TRE-PR esteve disponível para
uso das unidades administrativas e jurisdicionais da Justiça
Eleitoral do Paraná e do público externo.

Para que medir: Minimizar interrupções e promover melhorias contínuas do


desempenho e da capacidade de TI por meio de
monitoramento e medição.

Quem mede: SECTI – SREDE

Quando medir: Mensalmente

Como medir: Software de monitoramento

Fórmula de Tempo disponível do link/(tempo total – tempo de parada


medição: programada)
Capital: 99.7%
Linha de Base: 2014
Interior: 99.1%
METAS 2015 2016 2017 2018 2019 2020
Capital 99.7% 99.7% 99.7% 99.7% 99.7% 99.7%
Interior (cada link) 99.1% 99.1% 99.1% 99.1% 99.1% 99.1%
Observação: -

Ação relacionada: -

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TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Melhoria da Infraestrutura e Governança de TIC.


31. Indicador IGOV – 1.2 - Índice de disponibilidade de serviços e sistemas gerenciados
pelo TRE-PR.

O que medir: O Percentual do tempo, em um período determinado, em


que os sistemas informatizados gerenciados pela Secretaria
de Tecnologia de Informação do TRE-PR estiveram disponíveis
para utilização das unidades administrativas e jurisdicionais
da Justiça Eleitoral do Paraná e do público externo.

Para que medir: Minimizar interrupções e promover melhorias contínuas do


desempenho e da capacidade de TI por meio de
monitoramento e medição.

Quem mede: SECTI – SPROD

Quando medir: Mensalmente

Como medir: Software de monitoramento

Fórmula de medição: Tempo disponível do sistema/(tempo total – tempo de parada


programada)

Sistemas: Zimbra, PAD, Proxy Internet, iPleno, Portal do


Servidor, SIC, SIEL, Óbitos e Agendamento para Biometria.

Linha de Base: Não há

METAS 2015 2016 2017 2018 2019 2020

Cada sistema deve atingir: 96% 97% 98% 99% 99% 99%

Observação: -

Ação relacionada: -

59
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Melhoria da Infraestrutura e Governança de TIC.


32. Indicador IGOV – 1.3 – Satisfação dos usuários internos com os serviços de TI.

O que medir: Grau de satisfação dos usuários internos com os serviços


prestados pela TI do TRE-PR.

Para que medir: Promover ações de melhoria a partir da mensuração da qualidade


dos serviços de TI na perspectiva dos usuários internos.

Quem mede: SECTI .

Quando medir: Semestralmente, em Abril e Outubro.

Como medir: • Pesquisa descritiva, formal e estruturada, aplicada por


questionário de perguntas fechadas e de múltipla escolha, com
análise de resultados por amostragem e de forma quantitativa.

• Meio: Intranet

• Universo: 1599 pessoas*. Servidores do TRE-PR que acessam


serviços de TI. (quadro, requisitados estagiários, terceirizados e
demais pessoas que atuam em serviço da JE do Paraná).

Linha de Base: Não há.

METAS 2015 2016 2017 2018 2019 2020

50% 60% 70% 72% 74% 75%

Observação: -

Ações relacionadas: -
*Dados do levantamento CNJ/2013.

60
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Em Governança Corporativa de TI.

Objetivo Estratégico: Melhoria da Infraestrutura e Governança de TIC.


33. indicador GOV – TI – 2.1 - Índice de Governança de TI – iGovTI.

O que medir: Nível de capacidade de Governança de TI.

Para que medir: Melhor orientar processos de trabalho aos serviços prestados
pelo Tribunal à Sociedade.

Quem mede: SECTI.

Quando medir: Bianual.

Como medir: Questionário TCU (www.tcu.gov.br).

Fórmula de Média ponderada dos fatores do questionário.


medição:

Linha de Base: 2012 0,44

METAS: 2016 2018 2020

0,60 0,65 0,68

Observação: -

Ações relacionadas: -

61
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Melhoria da Infraestrutura e Governança de TIC.


34. Indicador GOV – TI 2.2 - Satisfação da alta direção com os serviços prestados pela TI.

O que medir: Grau de satisfação da alta direção com os serviços


prestados pela TI

Para que medir: Melhor orientar processos de trabalho aos serviços


prestados pelo Tribunal à Sociedade.

Quem mede: SECTI .

Quando medir: Anualmente.

Como medir: • Pesquisa descritiva, formal e estruturada, aplicada por


questionário de perguntas fechadas e de múltipla
escolha, com análise de resultados feita de forma
quantitativa.

• Meio: entrevista

• Universo: CDTI – Comissão Diretiva de Tecnologia da


Informação.

Linha de Base: Não há.

METAS 2015 2016 2017 2018 2019 2020

75% 80% 85% 87% 88% 90%

Observação: -

Ações relacionadas: -

62
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Melhoria da Infraestrutura e Governança de TIC.


35. Indicador GOV – TI 2.3 - Satisfação da sociedade com o portal do TRE-PR na Internet.

O que medir: Percentual de satisfação do público externo com os serviços


disponibilizados no portal do TRE-PR na internet.

Para que medir: Melhor orientar processos de trabalho aos serviços prestados
pelo Tribunal à Sociedade.

Quem mede: SECTI .

Quando medir: Mensalmente.

Como medir: • Pesquisa de satisfação aplicada por questionário de


perguntas fechadas e de múltipla escolha, com análise de
resultados por amostragem e de forma quantitativa.

• Meio: Internet

• Universo: Total de visitantes únicos que acessam o portal


em um período determinado.

Linha de Base: Não há

METAS: 2015 2016 2017 2018 2019 2020

75% 80% 85% 87% 88% 90%

Observação: -

Ações relacionadas: -

63
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

MACRODESAFIO (Objetivo Estratégico)


Instituição de Governança Judiciária

• Iniciativa de apoio ou setorial:

Implementar o modelo de governança e gestão da Justiça Eleitoral do Paraná.


Objetivo Estratégico: Instituição de Governança Judiciária
1. Indicador IGJUD 1 – Índice de maturidade em gestão estratégica.

O que medir: Mede o atendimento aos itens de controle associados às


práticas de gestão estratégica constantes no diagnóstico
realizado anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça. O
indicador também permitirá à alta administração conhecer e
avaliar o estágio de maturidade em gestão estratégica na
Justiça Eleitoral do Paraná, de modo a induzir a autoavaliação
periódica e orientar a proposição de ações voltadas para o
aperfeiçoamento do atual modelo de gestão estratégica.

Para que medir: Para elaborar, estudar, propor e fomentar melhorias na


implantação e/ou no aprimoramento dos processos de gestão
estratégica e na prestação jurisdicional e serviço público.

Quem mede: SECPEG (referencial do CNJ).

Quando medir: Anualmente.

Como medir: Através da avaliação do grau de maturidade em gestão


estratégica a ser divulgado pelo CNJ.

Linha de Base: -

METAS 2015 2016 2017 2018 2019 2020

Observação: -

Ações relacionadas: -

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ANEXO 2

FICHA
DOS
INDICADORES DE
APOIO OU SETORIAIS

65
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INDICADORES DE APOIO OU SETORIAIS


2015-2020
MACRODESAFIO GARANTIA DOS DIREITOS DE CIDADANIA
ÁREA: Secretaria Judiciária – Escola Judiciária Eleitoral

Iniciativas Finalísticas:

Desenvolver e aprimorar as ações voltadas para a garantia dos direitos de cidadania.

Objetivo Estratégico: Garantia dos Direitos de Cidadania.


1. Indicador GDC 1 - Número de projetos voltados à garantia dos direitos da cidadania.

O que mede Número de projetos voltados à garantia dos direitos da cidadania.

Para quê medir Para garantir, no plano concreto, os direitos da cidadania.

Quem mede Escola Judiciária.

Quando medir Semestralmente.

Onde medir Nos projetos implementados pela Escola Judiciária.

Como medir Pelo número de projetos implantados/pelos percentuais alcançados.

- 8 Palestras – n.º de 800 (oitocentas) pessoas estimativamente / atingindo o


público-alvo (percentual a ser estimado de servidores do TRE atingidos pelos
Situação Atual eventos da EJE/PR)

Meta Divulgação dos resultados alcançados, incentivando a melhoria nos projetos.

Observação A Escola Judiciária visando adequar e melhorar o desempenho de suas


atribuições propôs minuta de Regimento Interno da EJE/PR, disciplinando sua
estrutura, organização e funcionamento.

Ação relacionada -

66
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MACRODESAFIO “MELHORIA DA GESTÃO DE PESSOAS”

ÁREA: SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS

Iniciativa Finalística:

Aprimorar a política de gestão de pessoas.

Objetivo Estratégico: Melhoria da Gestão de Pessoas.

2. Indicador GP 1 - Índice de Satisfação de Capacitação (Avaliação de Reação).

O que mede: O nível de satisfação dos servidores com os eventos de capacitação.

Para avaliar o grau de satisfação dos servidores e com isso aprimorar


Para que medir:
as capacitações.

Secretaria de Gestão de Pessoas / CED /


Quem mede:
Seção de Capacitação e Seção de Desenvolvimento Organizacional.

As avaliações de reação serão feitas em cada evento de capacitação e


Quando medir:
o Indicador será medido anualmente, em janeiro.

Onde medir: Nos eventos de capacitação.

ISC = (TCS / TCR) x 100

Onde:

ISC = Índice de Satisfação de Capacitação.


Como medir:
TCS= Total de Capacitações Internas Satisfatórias, isto é, aquelas
capacitações que obtiveram no mínimo 70% de conceito ótimo ou
bom nas avaliações de reação.

TCR = Total de Capacitações Internas Realizadas .


Alcançar 100% de satisfação nos eventos internos de capacitação.
Meta: 2015 2016 2017
90% 95% 96%
Observação -

Ação relacionada -

67
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MACRODESAFIO (Objetivo Estratégico)


Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos

ÁREA: SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO – COORDENADORIA DE APOIO ADMINISTRATIVO

Iniciativas Finalísticas:

Buscar a excelência na gestão de custos operacionais.

Iniciativas de Apoio ou setoriais:

Orientação consciente para redução de utilização de materiais de consumo.


Aperfeiçoar a gestão de contratos e os planos de aquisição e manutenção.
Aprimorar a compatibilização do orçamento anual com o planejamento estratégico.
Proporcionar maior segurança para os fóruns eleitorais;
Melhorar a segurança dos Fóruns Eleitorais do Interior do Estado.

Objetivo Estratégico: Aperfeiçoamento da Gestão de Custos.

3. Indicador AGC 1 : Índice de Segurança dos fóruns.

Mede o avanço em instalação de equipamentos de segurança nos fóruns


eleitorais do interior do Estado, Sede e Fórum de Curitiba, buscando
O que mede: satisfação do cliente interno e externo da Justiça Eleitoral.

Para atingir índice satisfatório de aprovação dos clientes internos e, em


especial, dos clientes externos, na prestação dos serviços da Justiça
Para quê medir: Eleitoral por meio da segurança dispensada aos imóveis em que são
realizados os trabalhos, que, em primeira análise garantirá segurança dos
clientes. Além disso, há responsabilidade indiscutível pela segurança do
patrimônio público e das pessoas que buscam a Justiça Eleitoral.

Quem mede: Secretaria de Administração – Coord. de Apoio Administrativo.

Quando medir: Anualmente.

Onde medir: Relatórios de consumo e despesas.

68
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1 – A medição se dará pelo número de fóruns com os itens totais de


segurança a cada ano.
Como medir:
2 – As metas serão estabelecidas de acordo com a disponibilidade
orçamentária para as contratações necessárias.
1. Implantação do sistema CFTV – vigilância por câmeras de
monitoramento – na Capital:
METAS: b) 2015: contratação da infraestrutura necessária e parte das câmeras
previstas – prédio sede e fórum;
c) 2016: concluir a instalação de câmeras e interligação necessária
para a sede;
d) 2017: aquisição e instalação das câmeras no Fórum Eleitoral;
e) 2018: aquisição e instalação das câmeras no depósito – Centro
Logístico.

2. Implantação do sistema CFTV – vigilância por câmeras de


monitoramento – no interior do Estado (total de fóruns
construídos até 2014: 135
a) 2015: instalação do kit de monitoramente e integração em 32
fóruns eleitorais;
b) 2015 e 2016: instalação do kit e integração de 11 fóruns eleitorais
concluídos em 2015;
c) 2015: conexão de 12 fóruns eleitorais que apresentam problemas de
funcionamento;
d) 2016 a 2020: conexão de aproximadamente 20% (vinte por cento)
por ano do total de fóruns não conectados à rede TRE (71 fóruns não
conectados);

Ações INTERIOR :
relacionadas: 1) A equipe da Assistência de Segurança fará planejamento anual,
definindo roteiros e prioridades durante o período de 2015 a
2020, a fim de viabilizar a conexão dos fóruns eleitorais à rede
TRE;

2) Caso não seja possível cumprir-se as metas estabelecidas


apenas com a visita da equipe da Assistência de Segurança,
devido à indisponibilidade de servidores, será inserida em
Proposta Orçamentária contratação de manutenção;

3) Será priorizada integração, a rede do TRE, dos fóruns que já


tenham câmeras e alarme instalados, assim como daqueles
que atuam em área de maior risco.

Observação:
-

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TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos .


4. Indicador AGC 2 : Índice de redução de despesas com COMBUSTÍVEIS.

O que mede: Mede a variação dos valores gastos de consumo do TRE para identificar
os pontos críticos dos gastos operacionais e buscar alternativas de
racionalização.
Para quê medir: Garantir a economicidade dos recursos por meio da racionalização dos
processos de trabalho, da utilização de bens e serviços, bem como da
melhor alocação dos recursos humanos necessários à prestação
jurisdicional e às atividades administrativas.
Quem mede: Secretaria de Administração – Coord. de Apoio Administrativo.
Quando medir: Anualmente.
Onde medir: Relatórios de consumo e despesas.

1 - Será avaliado o item: COMBUSTÍVEL (em litros), com medição do


Como medir: consumo de Etanol/Gasolina/Diesel, separadamente;

2 - O ano de referência será aquele no qual ocorreram eleições de


mesmo nível imediatamente anterior ao presente (2014). No caso de
anos não eleitorais, o ano de referência será aquele imediatamente
anterior no qual também não ocorreram eleições;

3 – Fórmula: 1 – consumo em litros ano não eleitoral (ano base 2015) x


100
consumo em litros ano não eleitoral (ano base 2013)

4 – O consumo será medido separadamente, considerando-se aqueles


veículos que abastecem somente com etanol, vez que há esse
direcionamento em razão da política de sustentabilidade adotada pelo
TRE;

5 – Não será considerado, simplesmente, o total de veículos que


compõem a frota do TRE, mas sim os grupos: veículos que abastecem
com combustível fóssil, veículos que abastecem com etanol, veículos de
serviço e institucionais, veículos de representação, assim como a
disponibilidade real/efetiva de veículos no período.

5.1 – A meta será considerada, da mesma forma, em razão dos grupos


estabelecidos.
1. Redução de 5% (cinco por cento) por ano relativamente ao
METAS: consumo de combustíveis fósseis.
2. Redução de 2% (dois por cento) por ano relativamente ao
consumo de etanol.

70
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Observação: Obs: em razão do estudo comparativo em 2015, entre veículos similares


(bicombustíveis), será verificada a performance dos veículos avaliados,
baseado nos dados levantados será adotado o combustível com menor
impacto voltado à manutenção, consumo e performance.
Será adotada a taxa de conversão em que:
1. um litro de gasolina é igual a 1,0
2. um litro de etanol é igual a 0,7
A partir desse parâmetro será calculado o percentual de redução para a
meta estabelecida.

Ações relacionadas: 1) Treinamento para os motoristas terceirizados / direção defensiva:


poderão ser solicitados esses treinamentos, pela Seção de
Transportes, à empresa contratada, por meio do contrato vigente,
ou solicitada contratação específica ao TRE;
2) Controle das revisões periódicas de cada veículo;
3) Verificar e controlar a necessidade de manutenções corretivas
para cada veículo, procedendo às contratações necessárias;
4) Elaboração de planilha de controle dos dados descritos acima e
relatório periódico, pela Seção de Transportes.

71
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos .


5. Indicador AGC 3 : Índice de redução do consumo de ENERGIA ELÉTRICA.

O que mede: Mede a variação dos valores gastos de consumo do tribunal eleitoral para
identificar os pontos críticos dos gastos operacionais e buscar alternativas de
racionalização.
Para quê medir: Garantir a economicidade dos recursos por meio da racionalização dos
processos de trabalho, da utilização de bens e serviços, bem como da melhor
alocação dos recursos humanos necessários à prestação jurisdicional e às
atividades administrativas.
Quem mede: Secretaria de Administração – Coordenadoria de Apoio Administrativo.

Quando medir: Anualmente.

Onde medir: Relatórios de consumo e despesas.

1 - Será avaliado o item energia elétrica (em KW);


2 - O ano de referência será aquele no qual ocorreram eleições de mesmo
Como medir: nível imediatamente anterior ao presente (2014). No caso de anos não
eleitorais, o ano de referência será aquele imediatamente anterior no qual
também não ocorreram eleições;
3 - O cálculo será efetuado e se considerará, para fins de meta, a média dos
resultados obtidos;
4 – A fórmula adotada será o consumo em KW dividido pelo número de
pessoas efetivas/permanentes no local (fórum, cartório ou sede),
considerando-se servidores, terceirizados e estagiários;
4.1 – A informação pertinente ao números de terceirizados será fornecida
pela própria Coordenadoria de Apoio Administrativo; o número de estagiários
e servidores será fornecido pela Secretaria de Gestão de Pessoas, por meio da
pasta K da seção respectiva;
5 – Será considerado cada imóvel individualmente.
1. Redução de 3% (três por cento) por ano para a sede e Fórum Eleitoral
da Capital;
METAS: 2. Redução de 2% (dois por cento) por ano para os fóruns eleitorais com
até 300 metros quadrados;
3. Redução de 3% (três por cento) por ano para os fóruns eleitorais com
até 500 metros quadrados;
4. Redução de 3% (três por cento) por ano para os fóruns eleitorais com
metragem acima de 500m²

72
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Ações CAPITAL:
relacionadas: 1. Readequação da iluminação externa – estudo pormenorizado para
melhor iluminação e redução de gastos no prédio sede – contratação
proposta em 2014 – PAD 3919/2014.
2. Adequação da iluminação interna – utilização de interruptores ao
invés do sistema por fotocélulas, visando acender as luzes somente ao
final das tardes, aproveitando a iluminação natural durante todo dia;
3. Instalação de lâmpadas de led, substituindo, gradativamente, aquelas
atualmente instaladas nos ambientes da sede e fórum eleitoral –
contratação de aquisição proposta neste ano – PAD 6761/14;
4. Substituição dos aparelhos de ar condicionado da Secretaria Judiciária
(previsto no projeto de ampliação da SECJUD);
5. Estudo sobre viabilidade de instalação de placas fotovoltaicas para a
captação de energia solar;
6. Treinamento aos terceirizados que atuam nos serviços de limpeza e
conservação, anualmente, por meio das próprias empresas
contratadas, conforme cláusulas contratuais;
7. Acompanhamento e orientação constante aos terceirizados, por meio
da Seção de Administração Predial e Conservação, quanto ao modo de
uso racional da energia elétrica;
8. Conscientização, por meio de palestras e emails, aos servidores e
terceirizados pela Comissão Socioambiental.

INTERIOR:
1. Substituição/adequação da iluminação interna dos fóruns,
paulatinamente, instalando lâmpadas de led, conforme cronograma a
ser elaborado pela SMCI e orçamento disponível;
2. Treinamento aos terceirizados que atuam nos serviços de limpeza e
conservação, anualmente, por meio das próprias empresas
contratadas, conforme cláusulas contratuais, cuja verificação é feita
pela Seção de Gestão Administrativa dos Cartórios do Interior e chefes
de cartório;
3. Acompanhamento e orientação constante aos terceirizados, por meio
dos fiscais de contrato do interior do Estado e verificação da Seção de
Gestão Administrativa dos Cartórios do Interior, quanto ao uso
racional da energia elétrica;
4. Publicação dos gastos de cada fórum eleitoral na intranet e na página
da Secretaria de Administração, destacando-se aqueles com maior e
menor economia, cujo controle e publicação serão providenciados
pela Seção de Manutenção dos Cartórios do Interior;
5. Conscientização, por meio de palestras e emails, aos servidores e
terceirizados pela Comissão Socioambiental;
6. Curso EAD aos fiscais de contratos – chefes de cartório, sobre gestão
de contratos, incluindo itens referentes à sustentabilidade.

73
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Aperfeiçoamento da Gestão de Custos .


6. Indicador AGC 4 : Índice de redução do consumo de ÁGUA.

O que mede: Mede a variação dos valores gastos de consumo do tribunal eleitoral
para identificar os pontos críticos dos gastos operacionais e buscar
alternativas de racionalização.
Para quê medir: Garantir a economicidade dos recursos por meio da racionalização dos
processos de trabalho, da utilização de bens e serviços, bem como da
melhor alocação dos recursos humanos necessários à prestação
jurisdicional e às atividades administrativas.
Quem mede: Secretaria de Administração – Coord. de Apoio Administrativo.
Quando medir: Anualmente.
Onde medir: Relatórios de consumo e despesas.

1 - Será avaliado o item: água (em m3);


Como medir:
2 - O ano de referência será aquele no qual ocorreram eleições de
mesmo nível imediatamente anterior ao presente (2014). No caso de
anos não eleitorais, o ano de referência será aquele imediatamente
anterior no qual também não ocorreram eleições;

3 - O cálculo será efetuado e se considerará, para fins de meta, a média


dos resultados obtidos.

4 – A fórmula adotada será o consumo em metros cúbicos (m³)


dividido pelo número de pessoas efetivas/permanentes no local
(fórum, cartório ou sede), considerando-se servidores, terceirizados e
estagiários.

4.1 – A informação pertinente ao números de terceirizados será


fornecida pela própria Coordenadoria de Apoio Administrativo; o
número de estagiários e servidores será fornecido pela Secretaria de
Gestão de Pessoas, por meio da pasta K da seção respectiva;

5 – Será considerado cada imóvel individualmente;

5.1 – A meta será considerada para aqueles fóruns eleitorais cujo


consumo exceda ao mínimo estabelecido pela empresa concessionária
– taxa mínima;

74
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

1. Redução de 3% (três por cento) por ano para a sede e Fórum


Eleitoral da Capital;
2. Redução de 2% (dois por cento) por ano para os fóruns
METAS: eleitorais com até 300 metros quadrados;
3. Redução de 2,5% (dois e meio por cento) por ano para os
fóruns eleitorais com até 500 metros quadrados;
4. Redução de 3% (três por cento) por ano para os fóruns
eleitorais com metragem acima de 500m²

Observação:
-

75
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Ações relacionadas: CAPITAL:


1. Instalação de cisterna para reaproveitamento da água da
chuva;
2. Adequação do modo de realização da limpeza dos ambientes
internos dos prédios – sede e fórum eleitoral – reduzindo-se o
uso de água;
3. Verificação constante do consumo, por meio da Seção de
Manutenção, Obras e Projetos, a fim de identificar e sanar
vazamentos de água;
4. Treinamento aos terceirizados que atuam nos serviços de
limpeza e conservação e copeiragem, anualmente, por meio
das próprias empresas contratadas, conforme cláusulas
contratuais;
5. Acompanhamento e orientação constante aos terceirizados
(limpeza, copa e carregadores), por meio da Seção de Adm.
Predial e Conservação, quanto ao modo de uso racional da
água;
6. Conscientização, pela Comissão Socioambiental, por meio de
palestras e emails, aos servidores e terceirizados.

INTERIOR:
1. Treinamento aos terceirizados que atuam nos serviços de
limpeza e conservação, anualmente, por meio das próprias
empresas contratadas, conforme cláusulas contratuais, cuja
verificação ficará a cargo dos fiscais (chefes de cartório) e
gestores de contratos (Seção de Gestão Administrativa dos
Cartórios do Interior);
2. Acompanhamento e orientação constante aos terceirizados,
por meio dos fiscais de contrato do interior do Estado e
verificação da Seção de Gestão Administrativa dos Cartórios do
Interior, quanto ao uso racional da água;
3. Publicação dos gastos de cada fórum eleitoral na intranet e na
página da Secretaria de Administração, destacando-se aqueles
com maior e menor economia, cujo controle e publicação
serão providenciados pela Seção de Manutenção dos Cartórios
do Interior;
4. Conscientização, por meio de palestras e emails, aos servidores
e terceirizados pela Comissão Socioambiental;
5. Curso EAD aos fiscais de contratos – chefes de cartório, sobre
gestão de contratos, incluindo itens referentes à
sustentabilidade.

76
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

Objetivo Estratégico: Aperfeiçoamento da Gestão e de Custos .


7. Indicador AGC 5 – Índice de devolução de materiais de consumo.

O que medir: Todos os materiais de consumo que forem devolvidos e que der entrada no
estoque da SGMC através do sistema ASIWEB.

Para que medir: Para verificar percentual devolvido de materiais que poderiam ser realocado para
outros setores.

Quem mede: Secretaria de Administração/ Coordenadoria de Patrimônio/ Seção de Gestão de


Materiais de Consumo.

Quando medir: Anualmente Final ou início do exercício Dezembro/Janeiro.

Onde medir: Seção de Gestão de Materiais de Consumo – Sistema ASIWEB.

Como medir: Comparativo de relatórios com quantitativos e valores devolvidos por unidade
requisitantes – emitidos pelo sistema.

Metas: Obter percentuais de retorno de no mínimo 10% total de todos os materiais


distribuídos.

2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020


10% 5%
Observação: Deverá ser considerado as atividades similares – Biometria/Eleições e Ano
Normal.

Ações relacionadas: AÇÃO: ORIENTAÇÃO CONSCIENTE PARA REDUÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE MATERAIS


DE CONSUMO. COMO: ORIENTAÇÃO CONSCIENTE.
Divulgação através dos Portais da: Secretaria de Administração, Agenda
Ambiental, Intranet e email.
Reuniões setorizadas: Secretarias e Coordenadorias, Zonas Eleitorais – aproveitar
as reuniões do PREPARA que acontece logo após as eleições.
2 – CRONOGRAMA:
QUANDO QUEM COMO O QUE RECOLHIMENTO

Novembro Zonas Organizar, quantificar, Materiais de Agendar


com - SGMC.
de cada ano. Eleitorais da etiquetar, informar eleição e
Capital e através do SIATI à outros.
demais SGMC.
setores
Janeiro a Zonas do Organizar, quantificar, Materiais de Caminhões
do Tribunal
Maio de interior. etiquetar, informar eleição e
cada ano. através do SIATI à SGMC outros.
e aguardar o
recolhimento.

77
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

ANEXO 3

FICHA
DOS
PROJETOS

78
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

NOME DO PROJETO:
PROGRAMA ELEIÇÕES

1. Escopo ou finalidade do projeto

Promover a melhoria contínua do processo eleitoral, observadas as premissas de segurança,


transparência, qualidade e foco no cidadão.

2. Alinhamento estratégico

Fortalecimento da segurança do processo eleitoral.

3. Clientes do projeto

Magistrados, servidores, eleitores, partidos políticos, candidatos, advogados e demais


interessados.

4. Justificativa

Garantir que as oportunidades de melhorias observadas nas avaliações de cada eleição sejam
efetivamente alcançadas.

79
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

NOME DO PROJETO:
PROGRAMA GESTÃO POR COMPETÊNCIA

1. Escopo ou finalidade do projeto

Promover o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes necessários às atividades


institucionais, por meio da aferição do grau de adequação entre as competências organizacionais
essenciais a cada área e as competências apresentadas pelos respectivos servidores, com vistas ao
alcance dos objetivos estratégicos.

2. Alinhamento estratégico

Melhoria da Gestão de Pessoas.

3. Clientes do projeto

Servidores da Justiça Eleitoral do Paraná.

4. Justificativa

Avaliar a necessidade de desenvolver a capacitação dos servidores nas competências


organizacionais necessárias.

80
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

NOME DO PROJETO:
PROGRAMA SOCIOAMBIENTAL

1. Escopo ou finalidade do projeto

Promoção de ações no sentido de ampliar a consciência ecológica para o uso racional dos
materiais visando a preservar os recursos naturais e reduzir o impacto ambiental das atividades da
Justiça Eleitoral.

2. Alinhamento estratégico

Garantia dos direitos de cidadania.

3. Clientes do projeto

Servidores, terceirizados e cooperativas de reciclagem.

4. Justificativa

Incrementar, no âmbito da Justiça Eleitoral do Paraná, inclusive por meio de parcerias, projetos e
ações voltados para o plano social, cidadania e valores éticos e para a responsabilidade ambiental.

81
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

NOME DO PROGRAMA:
PROGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DE GOVERNANÇA DE TI

1. Escopo ou finalidade do programa

Melhoria da eficiência dos processos atuais de Tecnologia da Informação, refletindo diretamente


na qualidade dos serviços prestados aos servidores do TRE-PR e a sociedade.

2. Alinhamento estratégico

Melhoria da infraestrutura e governança de TIC.

3. Clientes do programa

Magistrados, Direção Geral, servidores de todas as Secretarias do TRE-PR e dos Cartórios Eleitorais,
eleitores, partidos políticos, candidatos e advogados.

4. Justificativa

Assegurar a integridade, a confiabilidade e a disponibilidade das informações no âmbito da Justiça


Eleitoral, ampliando a satisfação dos clientes e usuários de TI através da melhoria na eficiência dos
custos e investimentos de TI, ampliação da disponibilidade e da resiliência dos sistemas essenciais
e na redução do tempo e aumento da efetividade da implantação de soluções e mudanças.

82
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

NOME DO PROJETO:
GESTÃO POR PROCESSOS DE TRABALHO

1. Escopo ou finalidade do projeto

Mapeamento de processos de trabalho, implantação de melhorias nos processos de trabalho,


realocação dos servidores nas unidades organizacionais.

2. Alinhamento estratégico

Aperfeiçoamento da gestão e de custos.

3. Clientes do projeto

Magistrados e servidores.

4. Justificativa

Racionalizar a realização das atividades da Justiça Eleitoral, com o objetivo de otimizar a utilização
dos recursos existentes.

83
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

NOME DO PROJETO:
DEFINIÇÃO DA POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS

1. Escopo ou finalidade do projeto

Os principais temas da política de gestão de pessoas serão:

- Definição das competências necessárias para atuar na Justiça Eleitoral do Paraná;


- Estabelecimento de mecanismos para controle de vagas e alocação dos servidores com
base em competências;
- Definição de formas de capacitação e desenvolvimento profissional;
- Estabelecimento de critérios mínimos para designação de Funções Comissionadas;
- Definição de formas de intercâmbio de conhecimentos e competências com outros tribunais.

2. Alinhamento estratégico

Melhoria da gestão de pessoas.

3. Clientes do projeto

Magistrados e servidores.

4. Justificativa

A definição dessa política conferirá transparência à gestão de pessoas e a igualdade no trato das
pessoas e das áreas.

84
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

NOME DO PROJETO:
PROGRAMA CIDADÃO

1. Escopo ou finalidade do projeto

Conscientização e fortalecimento do exercício da cidadania e da democracia por meio de projetos


como:
- Formando cidadão nas escolas;
- Informando o cidadão;
- Ação de cidadania.

2. Alinhamento estratégico

Garantia dos direitos de cidadania.

3. Clientes do projeto

Estudantes, entidades sociais e comunidade em geral.

4. Justificativa

Incrementar, no âmbito da Justiça Eleitoral do Paraná, inclusive por meio de parcerias, projetos e
ações voltados para o plano social, cidadania e valores éticos e para a responsabilidade ambiental.

85
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

NOME DO PROJETO:
BIOMETRIA

1. Escopo ou finalidade do projeto

Promover a melhoria contínua do processo eleitoral, observadas as premissas de segurança,


transparência, qualidade e foco no cidadão.

2. Alinhamento estratégico

Fortalecimento da segurança do processo eleitoral.

3. Clientes do projeto

Eleitores, candidatos e partidos políticos.

4. Justificativa

Melhorar a qualidade dos procedimentos de cadastro e reconhecimento do eleitor de modo a


evitar fraudes de identificação.

86
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PARANÁ

NOME DO PROJETO:
PROGRAMA DE QUALIDADE

1. Escopo ou finalidade do projeto

Oferecer, ao público externo e interno, serviços de qualidade, com celeridade, transparência e


efetividade, buscando atender às necessidades dos clientes.

2. Alinhamento estratégico

Garantia dos direitos de cidadania.

3. Clientes do projeto

Eleitores, candidatos, advogados e partidos políticos.

4. Justificativa

Avaliar a satisfação dos clientes quanto ao atendimento prestado pela Justiça Eleitoral nas
unidades de atendimento ao público (Secretarias Judiciárias, Cartórios Eleitorais e Centrais de
Atendimento ao Eleitor ).

87