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ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS NÁUTICAS

DEPARTAMENTO DE NAVEGAÇÃO MARÍTIMA

ANÁLISE DOS ACIDENTES NO TRANSPORTE MARITIMO DE


TRAFEGO LOCAL. CASO BAIA DE MAPUTO (2014 – 2017)

EGNALDO JOSSAI NHALUNGO

LICÊNCIATURA EM NAVEGAÇÃO MARÍTIMA

Maputo, Fevereiro de 2017


ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS NAÚTICAS

DEPARTAMENTO DE NAVEGAÇÃO

ANÁLISE DOS ACIDENTES NO TRANSPORTE MARÍTIMO DE


TRÁFEGO LOCAL.

CASO: BAIA DE MAPUTO (2014-2017)

SUPERVISOR (ES):

__________________________________________.

__________________________________________.

REALIZADO POR:

EGNALDO JOSSAI NHALUNGO

LICENCIATURA EM NAVEGAÇÃO MARÍTIMA

Maputo, Fevereiro de 2017


Índice
1. Introdução ................................................................................................................................ 1

2. Tema e Problema ..................................................................................................................... 1

3. Objectivos ................................................................................................................................ 2

3.1. Geral ................................................................................................................................. 2

3.2. Específicos ....................................................................................................................... 2

4. Hipóteses ................................................................................................................................. 3

5. Justificativa .............................................................................................................................. 3

6. Revisão da Literatura ............................................................................................................... 5

6.1. Acidente Marítimo ........................................................................................................... 5


6.1.1. Definição ................................................................................................................... 5
6.1.2. Tipos de Acidentes Marítimos .................................................................................. 5
6.2. Transporte Marítimo de Tráfego Local ............................................................................ 6
6.3. Baía de Maputo ................................................................................................................ 6
7. Metodologia ............................................................................................................................. 7

7.1. Tipo de Pesquisa............................................................................................................... 7


7.2. Método de Pesquisa .......................................................................................................... 7
7.3. Abordagem do problema .................................................................................................. 8
7.4. Tipo de pesquisa quanto a natureza.................................................................................. 8
7.5. Tipo de Pesquisa quanto aos Procedimentos Técnicos .................................................... 8
7.6. Técnicas de Colecta de Dados .......................................................................................... 8
7.6.1. Entrevista .................................................................................................................. 9
7.6.2. Questionário .............................................................................................................. 9
7.6.3. Observação Assistemática ........................................................................................ 9
7.6.4. Consulta Bibliográfica ............................................................................................ 10
8. Cronograma ........................................................................................................................... 10

9. Referências Bibliográficas ..................................................................................................... 11


1. Introdução
O presente projecto, enquadra-se no quadro do Trabalho de Licenciatura do curso de
Navegação Marítima, que visa a obtenção do grau de Licenciatura em Ciências Náuticas nesta
instituição de ensino.

O mesmo tem como tema, Análise dos Acidentes no Transporte Marítimo de Tráfego
Local. Caso: Baia de Maputo (2014-2017). Com ele, pretende-se responder a seguinte questão
– Quais são as causas dos acidentes no transporte marítimo de tráfego local na Baia de Maputo?
Para desta forma contribuir para a mitigação dos mesmos.

Com vista a ir de encontro a esse objectivo, várias serão as abordagens a fazer de modo a
identificar os tipos de acidentes no transporte marítimo de tráfego local na Baia de Maputo, a
indicar as causas acidentes no transporte marítimo de tráfego local na Baia de Maputo, a explicar
a razão da ocorrência dos acidentes no transporte marítimo de tráfego local na Baia de Maputo, e
por fim o proponente irá propor medidas com vista a mitigação dos acidentes no transporte
marítimo de tráfego local na Baia de Maputo. Para de maneira eficaz e eficiente, garantir a
segurança nessas operações de transporte, garantir também a salvaguarda de vidas humanas e
poupar recursos financeiros que advêm da reparação das embarcações e assistência as pessoas
(tripulantes e passageiros) envolvidas.

A pesquisa quanto aos objectivos será explicativa, quanto a maneira de abordagem será
quanti – qualitativa, quanto aos procedimentos técnicos será realizado o estudo de campo, e
quanto a natureza será aplicada, será ainda usado o método indutivo para o alcance dos
objectivos propostos e para a colecta de dados serão usados os seguintes instrumentos: a
observação assistemática, a consulta bibliográfica, a entrevista e o questionário.

2. Tema e Problema
Segundo Markoni e Lakatos (2001) “indicam que o assunto que se deseja propor ou
desenvolver, pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador da curiosidade
científica, desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria”.

1
Portanto, o tema do ainda projecto é: Análise dos Acidentes no Transporte Marítimo de
Tráfego Local. Caso: Baia de Maputo (2014-2017).

Este tema insere-se no âmbito da necessidade de mitigar esses acidentes, poupando assim
vidas humanas e recursos, este último que contribui para a rentabilidade do comércio marítimo,
por esta razão o proponente destaca como questão central para este trabalho de investigação
aplicada a seguinte: Quais são as causas dos acidentes no transporte marítimo de tráfego local na
Baia de Maputo?

3. Objectivos
Os objectivos indicam o que se pretende conhecer, medir, ou provar no decorrer da pesquisa,
ou seja, as metas que se desejam atingir. Podem ser gerais ou específicos. No primeiro caso,
indicam acções muito amplas e, no segundo, procuram descrever acções pormenorizadas ou
detalhadas. (Ivala: 2007, p.19).

Objectivos de uma pesquisa, indicam-nos uma orientação no respeitante a pretensão da


finalidade a atingir, ou seja, o que se pretende conhecer, provar e avaliar como meta. Sendo eles
gerais, para apontar as acções mais amplas e específicas na indicação de aspectos detalhados.

Assim sendo, temos como objectivos:

3.1.Geral

 Mitigar os acidentes no transporte marítimo de tráfego local na Baia de Maputo.

3.2.Específicos

 Identificar os tipos de acidentes no transporte marítimo de tráfego local na Baia de


Maputo;
 Analisar as causas dos acidentes no transporte marítimo de tráfego local na Baia de
Maputo;

2
 Explicar a razão da ocorrência dos acidentes no transporte marítimo de tráfego local na
Baia de Maputo;
 Propor medidas com vista a mitigação dos acidentes no transporte marítimo de tráfego
local na Baia de Maputo.

4. Hipóteses
Na óptica de Richardson (1999, p.104), hipóteses " são soluções, tentativas previamente
seleccionadas do problema de pesquisa. Permitirão orientar a análise dos dados no sentido de
aceitar ou rejeitar soluções ou tentativas".

Hipótese constitui uma resposta antecipada ao problema levantado, ou aquilo que se espera
que seja a solução do problema, o que terá de ser comprovado na prática ou refutada com a
confrontação dos dados e informações.

Assim, como respostas antecipadas ao problema colocado referente ao presente projecto


definiu-se as seguintes hipóteses:

 Será que a falta de manutenção das embarcações que fazem o transporte marítimo de
tráfego local é a causa dos acidentes na Baia de Maputo;
 Os acidentes no transporte marítimo de tráfego local na Baia de Maputo são resultados da
inobservância dos regulamentos e convenções como o STCW, SOLAS E RIPEAM que
visam o garante da segurança no mar.
 Será que a falta de comprometimento dos tripulantes para com a segurança no transporte
marítimo de tráfego local é a causa dos acidentes na Baia de Maputo.

5. Justificativa
“Justificativa é uma exposição sucinta, porém completa, das razões de ordem teórica e dos
motivos de ordem prática que tornam importantes a realização da pesquisa”, segundo
LAKATOS & MARCONI (2001:103).

Justificativa é o fato, argumento que fundamenta a prossecução do trabalho.

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A baia de Maputo, local onde se tem feito o transporte marítimo de tráfego local, tem
durante os últimos anos sido palco de acidentes marítimos como testemunha o levantamento
feito abaixo:

27 De Setembro de 2015 – Avaria do leme no ferryboat Mpfumo;

 30 De Setembro de 2015 – Encalhe do ferryboat Mpfumo;


 10 De Junho de 2016 – Abalroamento entre o ferryboat Mpfumo empresa Transmarítima
SA e Mapapaia II pertencente a um operador privado.

Estes acidentes tem sido a maior causa dos prejuízos que advêm do exercício decorrente do
comércio marítimo nesta parcela da baia de Maputo, e semeiam dor e tristeza nas famílias dos
afectados uma vez que estes dizimão vidas, afectam o psicológico das vitimas e por vezes até
limitam de maneira significativa o quotidiano das vitimas.

Portanto, pelo facto de o proponente ser estudante do curso de Navegação Marítima nesta
instituição de ensino, e ter tido por isso, varias vezes contacto com matérias relacionadas com a
segurança marítima por força do currículo inerente ao seu curso e por ter tido contacto visual
com as embarcações que fazem a travessia em questão durante todo o período delimitado para o
estudo do tema em questão, ganhou paixão por essas matérias e consequente vontade em querer
contribuir para a salvaguarda das vidas humanas no mar e a rentabilidade do comércio marítimo
que é a razão de ser e de existência do transporte marítimo que se materializa com o transporte
remunerável de pessoas e cargas de um ponto da terra para o outro como é ocaso do transporte
marítimo de tráfego local na Baia de Maputo, melhorando as operações de transporte de pessoas
e cargas nesta parte da baia de Maputo, e assim aumentar a segurança e consequentemente
reduzir os acidentes e avarias das embarcações envolvidas, como também:

 Maximizar o comprimento das convenções e regulamentos;


 Aumentar a fiscalização e a imposição do comprimento das normas;
 Reduzir o recrutamento não padronizado;
 Minimizar a falta de mão-de-obra não qualificada.

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6. Revisão da Literatura
6.1.Acidente Marítimo
6.1.1. Definição

Acidente Marítimo é um acontecimento, ou uma sequência de acontecimentos, que tenha


como resultado em qualquer das ocorrências a seguir, directamente relacionado com as
operações de um navio: a morte de uma pessoa, ou ferimentos graves numa pessoa; a perda de
um navio; a perda, suposta perda ou abandono de navio; um dano material a um navio; o encalhe
ou a incapacitação de um navio, ou o envolvimento de um navio numa colisão; um dano material
a infra-estrutura marítima estranha a um navio, que possa colocar seriamente em perigo a
segurança do navio, de um outro navio ou de uma pessoa; ou danos graves ao meio ambiente, ou
a possibilidade de danos graves ao meio ambiente, provocados pelos danos causados a um navio
ou a navios. (Normam 09/DPC)

6.1.2. Tipos de Acidentes Marítimos1

São considerados Acidentes Marítimos os seguintes: o naufrágio, o encalhe, a colisão, a


abalroação, a água-aberta, a explosão, o incêndio, a varação, o alijamento e arribada.

Naufrágio – ocorre quando uma embarcação afunda nas águas, sem que esta possa emergir
por meios próprios, devido à entrada de água na embarcação, adornamento, emborcamento,
alagamento, etc.

Encalhe – significa o contacto do fundo da embarcação com o fundo do mar, dificultando a


movimentação da embarcação.

Colisão – é o choque da embarcação contra qualquer objecto que não seja outra embarcação.

Abalroação – é o choque de uma embarcação com outra embarcação.

Água-aberta – decorre da abertura abaixo da linha de água permitindo a entrada de água


nos espaços internos da embarcação, provocada por quaisquer falhas que comprometam a
vedação da embarcação.

1
Fonte: Vianna (2016, pp.175 – 176)

5
Explosão – é considerada explosão qualquer combustão brusca que ocasione uma abrupta
pressão.

Incêndio – é a destruição causada por fogo decorrente de uma explosão, por exemplo de
combustão de matérias a bordo.

Varação – significa fazer encalhar, intencionalmente, embarcação que apresenta quaisquer


falhas técnicas/operacionais que comprometam a sua locomoção, visando a evitar maiores danos
à mesma, tais como naufrágio.

Alijamento – é o acto de lançar ao mar objectos carregados pela embarcação a fim de


melhorar seu deslocamento ou beneficiar sua estabilidade.

Arribada – é o acto de levar a embarcação a um porto ou lugar que não seja de escala ou
destino, que não tenha sido previsto no planeamento da viagem.

Consideram-se tambem acidentes marítimos quaisquer avarias ou defeitos na embarcação,


ou nas suas instalações, que ponham em risco a embarcação, as vidas, as mercadorias e os bens
transportados.

6.2.Transporte Marítimo de Tráfego Local

O conselho de Ministros na alínea j) do decreto n˚ 35/2007 definiu o transporte marítimo de


tráfego local como, o transporte marítimo de passageiros e carga com fins comerciais no âmbito
da navegação local, efectuada nos portos, águas lacustres, fluviais, em geral, dentro das águas
interiores da área de jurisdição da respectiva Administração Marítima.

6.3.Baía de Maputo2

A Baía de Maputo está localizada no sul de Moçambique, entre as latitudes 25° 40’ e 26°
20’ S, tem uma largura de cerca de 20 milhas marítimas e uma abertura a nordeste para o Oceano
Indico aproximadamente com as mesmas dimensões. A leste, é limitada pelas ilhas da Inhaca e

2
Fonte: Wikipédia – acessado no dia 17 de Fevereiro as 18:05

6
dos Elefantes e pela península do Machangulo; entre esta península e a Inhaca existe um estreito
canal de comunicação com o oceano Indico, com uma grande dinâmica.

A sul, encontra-se a desembocadura do rio Maputo, o limite norte da Reserva de Elefantes


de Maputo e, mais para oeste, a Katembe. A oeste, encontram-se o estuário do Espírito Santo,
formado pelos rios Umbeluzi, Matola eTembe, Infulene e a cidade de Maputo. A norte, encontra-
se a desembocadura do rio Incomate e a península da Macaneta, que forma o limite oeste da
abertura maior da baía.

7. Metodologia
Segundo Ruiz (1985:131), metodologia “é o conjunto de métodos e técnicas utilizadas para a
realização de uma pesquisa”.

Para este autor, método é o conjunto de etapas e processos a serem vencidos ordenadamente
na investigação dos fatos ou na procura da verdade.

7.1.Tipo de Pesquisa

A pesquisa quanto aos objectivos será explicativa. Pois, Este tipo de pesquisa preocupa-se
em identificar os factores que determinam ou que contribuem para a ocorrência de fenómenos
(GIL, 1999). Ou seja, este tipo de pesquisa explica o porque das coisas através dos resultados
oferecidos. Segundo Gil (1999, p.43), uma pesquisa explicativa pode ser a continuação de outra
descritiva, posto que a identificação de factores que determinam um fenómeno exige que este
esteja suficientemente descrito e detalhado.

7.2.Método de Pesquisa

Em relação ao método de pesquisa, vários autores descrevem como “o conjunto de


processos ou operações mentais que se deve empregar na investigação. É a linha de raciocínio
adoptada no processo de pesquisa”. Porém, os métodos estabelecem as bases coerentes da

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investigação científica que se expõem a explicar a forma como se processa o conhecimento real.
(Silva e Menezes, 2001:14).

Para a realização deste trabalho, irá recorrer-se ao método indutivo. Este método parte do
particular e coloca a generalização como um produto posterior do trabalho de colecta de dados
particulares. De acordo com Gil (1999), no raciocínio indutivo “ a generalização não deve ser
buscada aprioristicamente, mas constatada a partir de observação de casos concretos
suficientemente confirmados desta realidade”. Neste método parte-se da observação de factos ou
fenómenos cujas causas se deseja conhecer.

7.3.Abordagem do problema

Esta pesquisa quanto a maneira de abordagem será quati-qualitativa, como sustenta


Marques et all (2006:39) a abordagem quati-quanlitativa é aquela que envolve aspectos
qualitativos e quantitativos, dando todavia ênfase aos aspectos qualitativos.

7.4.Tipo de pesquisa quanto a natureza

Quanto a natureza a pesquisa será aplicada, pois, o autor pretende com o mesmo, gerar
conhecimentos para a aplicação prática dirigida a solução de problemas específicos, envolvendo
verdades e interesses locais.

7.5.Tipo de Pesquisa quanto aos Procedimentos Técnicos

Quanto aos procedimentos técnicos, será usada a pesquisa de campo, uma vez que, esta se
caracteriza pela investigação em que, além da pesquisa bibliográfica e/ou documental, se realiza
a colecta de dados junto a pessoas, com recurso de diferentes tipos de técnicas.

7.6.Técnicas de Colecta de Dados

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Para a concretização das metas estabelecidas, mostra-se necessário o recurso de técnicas de
colecta de dados tais como:

 Entrevista;
 Questionário;
 Observação Assistemática.
 Consulta Bibliográfica;

7.6.1. Entrevista

Segundo Gil (1999:116), “a entrevista é a técnica em que o investigador se apresenta frente


ao investigado e lhe formula perguntas, com o objectivo de obtenção de dados que interessam a
investigação.”

A técnica da entrevista desenvolve se de modo a proporcionar ao entrevistador um dialogo


frente a frente com os entrevistados com vista a obtenção das informações que interessam a
investigação. Esta técnica será empregue aos tripulantes e funcionários com algum cargo de
chefia nas organizações responsáveis pelas operações de transporte de pessoas e cargas nesta
parcela da baia de Maputo.

7.6.2. Questionário

Segundo Albino e Faquetti (2009:22), questionário “é uma lista ordenada de perguntas que
são respondidas na forma escrita. Pode conter perguntas abertas (questões subjectivas) ou
fechadas (questões objectivas de analisar) ”.

O questionário servirá para recolha de dados junto de alguns tripulantes e funcionários das
organizações responsáveis pelas operações de transporte de pessoas e cargas nesta parcela da
baia de Maputo

7.6.3. Observação Assistemática

Segundo Marconi e Lakatos (1992:90), “a observação é uma técnica de colecta de dados,


para conseguir informações e utilizam sentidos na obtenção de determinados aspectos da
realidade.”
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A realização do presente trabalho irá basear-se na Observação assistemática, também
chamada espontânea, informal, simples, livre ou ocasional, caracteriza a observação sem
emprego de qualquer técnica ou instrumento, sem panejamento, sem controlo e sem requisitos
observacionais previamente elaborados.

7.6.4. Consulta Bibliográfica

Segundo Lakatos e Marconi (1992:79), a pesquisa bibliográfica ou de fonte secundária é


aquela que “abrange toda a bibliografia tomada pública em relação ao tema de estudo, desde
publicações a boletins, jornais, revistas, livros, ate meios de comunicação oral (rádios,
gravações em fitas magnéticas, fotográficas e outros) ”.

Neste âmbito, a pesquisa bibliográfica irá basear-se na leitura de documentos ligados a


Topografia Militar (Percurso Topográfico), Revistas Militar e obras literárias relacionadas com o
problema proposto, com vista a dar sustentação à fundamentação teórica da presente pesquisa.

8. Cronograma
Actividades Jan. Fev. Mar. Abr. Maio Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov.
Pesquisa do X
tema
Pesquisa X X
bibliográfica
Colecta de X
dados
Apresentaçã X
o e discussão
dos dados
Elaboração X X X X X
do trabalho
Entrega do X
trabalho
Fonte: Adaptada pelo autor

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9. Referências Bibliográficas

ALBINO, F. e FAQUETTI, M. (2009). Como elaborar um projecto de pesquisa, serie 1, vol. 1.

American Psychological Association. (2010) Publication manual of the American Psychological


Association (6th ed.) Washington. Disponível em: www.apastyle.or. Acesso: 12 de Fevereiro as
10:00.
Baía de Maputo. Disponível em: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Baía_de_Maputo acesso: 17 de
Fevereiro as 18:05.
GIL, A. C. (1999). Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5.ed. São Paulo.

IVALA, A. et all. (2007) Orientação para elaboração de Projecto e Monografia Científica;


Nampula.

LAKATOS, E. M. &MARCONI, M. A. (2001). Metodologia do Trabalho Científico. 4a Ed. São


Paulo.

LAKATOS, E. M e MARCONI, M. (1992). Fundamentos de metodologia científica. 3ª Ed. São


Paulo: Atlas.

MARQUES et all (2006). Metodologia do Trabalho e da Pesquisa Cientifica. 2ªed. São Paulo.
UCBD Editora.

Normas da Autoridade Marítima para inquéritos Administrativos sobre Acidentes e Fatos de


Navegação. (Norman 09/DPC)

RICHARDSON, R. J. e Colaboradores (1999) Pesquisa Social Métodos e Técnicas; Editora:


Atlas 3a Ed. São Paulo.

RUIZ, J. A. (1985). Metodologia científica: Guia para eficiência nos estudos. 13. ed. São Paulo:
Atlas.

SILVA, E.L. & MENEZES, E. M. (2001). Metodologia da Pesquisa e Elaboração de


Dissertação.3.ed. Florianópolis.

VIANNA, G.M. et all (2015). Cartilha de Direito Marítimo, Portuário e do Mar. 1ª ed. Editora:
OABRJ.

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OUTRAS FONTES CONSULTADAS

Artigo 1 do Decreto n˚ 35/2007 de 14 de Agosto do 3˚ Suplemento do Boletim da República.

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