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Motores Elétricos são Cogitados Para

Fazer Transporte no Setor


Sucroenergético Brasileiro
| 30/08/16 | Notícias | 0 Comentários
Em busca de fortalecer o mercado de veículos elétricos no Brasil e também contribuir com
o setor sucroenergético brasileiro, o Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE)
desenvolveu uma proposta para o transporte da cana, desde o campo até as usinas de
biomassa. A ideia é utilizar um veiculo elétrico, dando assim à oportunidade de diminuir os
gastos com a dependência do óleo diesel.

Durante o estudo desenvolvido INEE foi


possível constatar que o setor sucro-alcooleiro consome cerca de 3% do óleo diesel
utilizado em todo o país, desde a colheita até a implantação de usinas. O combustível que
é consumido no plantio, colheita e transporte corresponde a 10% do conteúdo energético
do etanol.
Trabalhando há anos no desenvolvimento de veículos com acionamento elétrico, o INEE
visa substituir aos poucos os veículos movidos a diesel por veículos híbridos, onde a
energia é distribuída através de cabos elétricos. Antes de optar pela substituição o instituto
desenvolveu uma análise onde foi possível constatar vantagens dos veículos híbridos,
dentre elas estão a redução do peso do motor, onde seria possível carregar até 20% mais
cana do que os veículos tradicionais e o grande impacto ambiental, o qual seria bastante
favorecido pela redução de CO2 emitido na atmosfera.
Apesar do diesel ainda possuir uma densidade energética maior do que o etanol, o motor
híbrido pode sair mais barato para os empresários já que sai a presto de custo para a
usina. Já o motor a diesel é sobrecarregado de impostos, custos de transporte e margem
de lucro, o que torna o motor elétrico ainda mais viável para o setor sucroenergético.

ISO 50001 Gestão de Energia – Uma


Nova Realidade Para as Empresas
Brasileiras
| 30/08/16 | Notícias | 0 Comentários
Apesar de ter sido lançada há 5 anos, a certificação ISO 50.001, norma de gestão de
energia, somente começou a ganhar forma no Brasil, recentemente. No final de 2015,
quase 30 empresas haviam obtido a certificação no país, além da manifestação de
diversas outras organizações do setor industrial interessadas, em adotar a norma.

Por ter como objetivo estabelecer sistemas e


processos que melhorem o desempenho energético das empresas, incluindo eficiência,
uso e consumo de energia, os principais impactos esperados pela adoção dessa norma
por parte das organizações é aumentar a disponibilidade de energia, melhorar a
produtividade e competitividade das empresas, promover a redução das emissões de
gases de efeito estufa, entre outros impactos ambientais positivos.
Uma das primeiras empresas a receber a certificação no setor eletroeletrônico no Brasil foi
a WEG. No ano do lançamento da norma, em 2011, a empresa implantou o sistema de
gestão de energia de forma piloto em uma das fábricas de motores elétricos do parque
fabril em Jaraguá do Sul (SC), com ações para melhorar o desempenho energético da
fábrica a partir da definição de uma política energética, estabelecimento de objetivos e
metas de redução de consumo e adoção de ações de melhoria.
Já no setor automobilístico, a A primeira montadora brasileira a obter a certificação relativa
à gestão de energia – ISO 50001 – foi a Fábrica da FIAT em Betim-MG. A empresa
informa que a planta de Betim, a maior da Fiat Chrysler no mundo, utiliza como fontes de
energia a eletricidade, ar comprimido, vapor, água superaquecida, gás natural e
combustíveis. Atualmente, 99% da energia elétrica usada vem de fontes renováveis
(predominantemente hidráulica), incluindo os painéis solares fotovoltaicos instalados na
fábrica, capazes de gerar 19,5 mil kW/ano.
Fonte: www.abesco.com.br ; http://www.sgsgroup.com.br/ e www.weg.net