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16/07/2010

Novo estudo sobre Colossenses 2:16


prova que Paulo não era contra o sábado

Um novo estudo sobre Colossenses 2:16 demonstrou que o


ensino adventista sobre o texto é o baseado na Bíblia.
Se você lê inglês (estou fazendo um curso para aprender o idioma, pois, faz muita falta),
recomendo que adquira o livro Judging the Sabbath: Discovering What Can’t Be Found in Colossians
2:16 (“Julgando o Sábado: Descobrindo o que não pode ser encontrado em Colossenses
2:16”). O material é da autoria do Dr. Ron Du Preez e pode ser adquirido no
site http://www.andrews.edu/universitypress/catalog.cgi?key=195
O resultado da pesquisa foi mencionado pelo Dr. Alberto R. Timm, reitor do Seminário
Adventista Latino-Americano de Teologia em seu livro O Sábado na Bíblia, p. p. 71 e 72. O
livro é o mais novo lançamento sobre a doutrina do sábado e pode ser adquirido com a
editora Casa Publicadora Brasileira pelo telefone 0800-979 0606 ou pelo
site www.cpb.com.br
A seguir, um trecho do livro do Dr. Timm que mostra o estudo realizado por Preez.
Espero que goste e sirva de estudo para aqueles que teimam em utilizar de forma
indevida Colossenses 2:16 na tentativa de invalidar a Lei eterna (Salmo 119:152) de
Deus:
“A maioria dos intérpretes vê a expressão ‘dia de festa, ou lua nova, ou sábados’ como
uma progressão anual/mensal/semanal. Identificando o termo ‘sábados’ (grego sabbáton)
com o sábado do sétimo dia, tais intérpretes sugerem que, com a morte de Cristo na
cruz, a observância do sábado perdeu seu significado. Lógica como possa parecer, essa
teoria é inaceitável…
“Um dos motivos é o significado da própria expressão ‘dia de festa, ou lua nova, ou
sábados’, à luz do Antigo Testamento. Comentaristas sugerem nove diferentes
passagens (ver Nm 28-29; 1Cr 23:29-31; 2Cr 2:4; 8:12, 13; Ne 10:33; Ez 45:13-17;
46:1-15; Os 2:11) como possíveis antecedentes à referida expressão. Mas um estudo
exegético, lingüístico, estrutural, sintático e intertextual de Colossenses 2:16 com esses
textos, desenvolvidos por Ron Du Preez, constatou que o verdadeiro antecedente dessa
expressão está em Oséias 2:11, que diz: ‘Farei cessar todo o seu gozo, as suas Festas de
Lua Nova, os seus sábados e todas as suas solenidades’. Enquanto os dias de ‘festa’
(hebraico hag; grego heorte) dizem respeito às ‘três festas de peregrinação da Páscoa, do
Pentecostes e dos Tabernáculos, os ‘sábados’ (hebraico sabbat; grego sábbata) se referem
às três celebrações adicionais das Trombetas, da Expiação e dos Anos Sabáticos… Em
segundo lugar… Somente os ‘sábados’ cerimoniais judaicos, instituídos no Sinai (ver
Lv 23), podem ser qualificados como ‘ordenanças’ e ‘sombras’ (Cl 2:17). O ‘sábado’ do
sétimo dia, instituído na semana da criação (ver Gn 2:2, 3), é de natureza moral e não
pode ser qualificado como mera ‘sombra das coisas que haviam de vir’ [os oponentes
precisam entender que o sábado semanal, por ser um memorial de um evento
passado – a criação – não pode ser uma “sombra de Cristo”. Ler Êxodo 20:8-11].
Assim, de acordo com Ron Du Preez, “o ‘sábado’ de Colossenses 2:16 deve ser
necessariamente entendido como se referindo aos sábados cerimoniais da antiga religião
hebraica, e não ao sábado do sétimo dia entesourado explicitamente no Decálogo””.
Espero que esse estudo ajude-o (a) a reforçar sua fé e que ao mesmo tempo cale os
críticos que teimam em tirar Colossenses 2:16 de seu contexto. Lembrem-se os
oponentes que o texto está no contexto de heresias ensinadas em Colossos (v.v 18, 21
e 23) e que os sábados morais e cerimoniais nunca foram heresias. Do contrário, o
próprio Deus que os estabeleceu seria um herege.
Podemos concluir que em Colossenses 2:16, segundo o estudo citado, Paulo está indo
contra a observância de três festas (Trombetas, Expiação e Ano Sabático) no contexto
da heresia de Colossos. Como judeu, ele não poderia ser contra o sábado bíblico,
guardado por ele em um território pagão (Atos 16:13) – provando assim que ele não
observava o mandamento “para agradar judeus”.
Como é bom termos acesso à informação bíblica de confiança!

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Adelmar de Almeida em 16 de julho de 2010 12:53
legal.
Mas vou dar uma conferida minunciosa nesse livro da “casa”.
Seu artigo foi bom ,mas foi apenas um vislumbre e deixou “água na boca” de informações adicionais.
Mas a introdução foi ótima! obrigado pelas informações.
Abraço!

Responder
o

leandroquadros em 16 de julho de 2010 13:59

Olá, Adelmar:
Até mesmo eu fiquei com “água na boca” para ler o livro em inglês, rsrsrs. O Dr. Timm terminei na
semana passado e achei fantástico. Excelente material!
Um abraço e fique com Deus.

Responder

alexandre em 16 de julho de 2010 14:19


NOVO ESTUDO ?
VOCÊS NÃO DESISTEM MESMO, NÃO?
MAIS UMA TESE PARA SOMAR COM AS OUTRAS TANTAS QUE OS ADVENTISTAS INVENTAM POR
AÍ!
ESSA JÁ DEVE SER A 5ª TESE JÁ!
COMO SE OSEIAS NÃO INCLUISSE TODO E QUALQUER TIPO DE SOLENIDADE EM ISRAEL!
AIAI!

Responder

Gabriel Miranda em 16 de julho de 2010 17:31


Querido Alexandre, o ignorante não é aquele que não sabe, mas aquele que não quer aprender, portanto
peça a Deus para que ele te ajude a deixar a ignorância de lado e aprender com ensinamentos tão claros.
Você já estudou o livro do Apocalipse? Se já estudou deve ter visto que lá mostra quais serão os
perseguidos e vitoriosos, ”os que guardam os mandamentos de Deus” (AP 12:17, 14:12). Quando era
criança, ouvia falar de um dia que não poderíamos mais guardar o sábado, que seriamos obrigados a
descansar em outro dia, e não o que Deus abençoou e santificou (GN 2:3), seria o ”tal” decreto dominical,
mas eu ainda não entendia muito bem esse assunto devido a minha pouca idade. Ainda muito novo parei
de ir à igreja, mas graças a Deus há pouco tempo Ele me resgatou, me tirou das coisas deste mundo que
com certeza me matariam muito cedo, e Ele já tinha poupado a minha vida diversas vezes. Quando voltei
aos pés de Cristo, voltei com muita sede de conhecimento e passei a estudar tanto quanto podia e então
passei a entender mais profundamente todas aquelas histórias e profecias que ouvia quando era criança.
Há pouco tempo atrás, vi notícias em que o ”tal” decreto dominical já havia sido aprovado na Alemanha e
estava em tramitação para entrar em vigor em toda a Europa, aquele mesmo decreto que muito antes de
eu nascer meu avô tinha aprendido sobre ele e que eu ouvia falar quando ainda tinha por volta de 5, 6
anos de idade. Mais do que nunca eu tive toda a certeza de que estava seguindo a Cristo da forma correta.
Como dizer que não preciso guardar o sábado se a profecia está se cumprindo em meus dias? Pra mim
seria muito cômodo acreditar nisso, pois perdi meu emprego há pouco tempo e uma semana após perder
meu emprego recebi uma proposta para ganhar o dobro do que ganhava e trabalhar de segunda a sábado.
Recusei a proposta e não estou nem um pouco preocupado, pois sei que não adianta dizer que sigo a
Cristo se fico arrumando desculpas para não fazer o que Ele pede que eu faça. Amigo, peço que esqueça
um pouco as denominações, pelos seus comentários parece que você não gosta nem um pouco de
adventistas, veja este espaço como um local de estudo e debate Bíblico, e não como um ring de
adventistas VS ”outras igrejas”. É muito válido seu ponto de vista e o de todas as outras pessoas, mas sem
comentários agressivos, lembre-se que ninguém tem o poder de mudar o que a outra pessoa pensa,
devemos mostrar o que acreditamos e orar para que Deus dê o entendimento a ela e faça o que for
melhor, se assim ela permitir.
Um grande abraço.
Fique com Deus.

Responder

João Konflanz em 16 de julho de 2010 17:38

Olá Alexandre.
Sou Adventista desde criança e nunca conheci 5 teses diferentes para Col. 2:16.
A que eu conheço é a mesma que o Dr. Preez afirma. O Sábado de Col. 2:16 não refere-se ao sábado
dado por Deus ao seu povo no decálogo. Se fosse, o apostolo Paulo teria falado abertamente sobre esse
assunto e deixado bem claro em suas espístolas.

Responder

Walans de Souza em 16 de julho de 2010 17:50


Que maravilhoso os esclarecimentos a luz da palavra de Deus…Hoje é dia de quando reunir com os
irmãos e contar as novidades reveladas….
Leandro, rsrsrsrs, aqui em minha cidade tem uma igreja judaica messianica, o Rabino ensina Hebraico,
será que é confiável???? gostaria muitoo de aprender mas por não ser adventista é confiável?
Um grande abraço a todos que são tocados pelo Espirito Santo ao ler este blog, e aos contras, cuidado pq
a palavra de Deus é como um espada afiada que é capaz de separar as juntas e medulas, não ficarei
surpreso se um dia tiver o testemunho de algum de vcs por aqui contando como foram
convertidos….rsrsrs
A paz de Deus a todos…

Responder

Jean Patrik em 16 de julho de 2010 17:52


Mudança da Lei e a Lei da Graça
Em Romanos 3:31, nos diz: “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a Lei”.
Baseados nesse texto nos é afirmado pelos Adventistas que a Lei não foi abolida e que “Lei” se refere ao Decálogo
(Os dez mandamentos Êx. 20). Pois bem, seguindo esse suposto raciocínio (pois o texto acima precisa ser analisado
no seu contexto), leiamos:
“Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da Lei”(Hb.7:12).
Nesse capítulo sete de Hebreus trata-se da mudança de sacerdócio, ou seja, do arônico para o de Melquisedeque:
“segundo a ordem de Melquisedeque”, então vemos que, de acordo com os Adventistas, que afirmaram que em
Rm.3:31 a lei é o decálogo, então o é aqui também, pois pode até ser o mesmo Paulo que esteja falando. Sendo assim
toda a Lei, inclusive o decálogo foi mudado. Vejamos em II Cor. 3:14: “Mas os seus sentidos foram endurecidos.
Porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido (Abolir
significa: “Revogar, anular, extinguir, suprimir”). Então surge a pergunta: Ficamos sem Lei? Podemos fazer o que
quisermos? A resposta é: Negativo, não ficamos sem Lei, mas recebemos junto com o novo pacto uma lei mais
tremenda e superior (Hb.8:6) do que algum Adventista jamais sonhou. Leiamos em Romanos capítulo 8:2
“Porque a Lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da Lei do pecado e da morte”. Romanos 8.2
Aleluia! A nossa nova Lei é a do Espírito de Vida, pois que anda no Espírito não entra em condenação (Rm.8:1),
estamos na Graça – na Dispensação do Espírito Santo, leiamos: “Como não será de maior glória o ministério do
Espírito”(IICor.3:8). Lá em romanos nos fala de uma lei, a do pecado e da morte (Rm.8:2), vejamos que lei é esta.
“O qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da Letra(lei), mas do espírito; porque a
letra(lei) mata e o espírito vivifica. E, se o ministério da morte, gravado em pedras, veio em glória, de maneira que os
filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória,
como não será maior glória o ministério do espírito? Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais
excederá em glória o ministério da justiça. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por
causa desta excelente glória. Porque, se o que era transitório foi para a glória, muito mais é em glória o que
permanece”.
Então, de acordo com Paulo, qual era o ministério da morte? Paulo diz que era o gravado nas tábuas dada a Moisés,
ou seja, o Apóstolo mais consagrado da Bíblia esta afirmando que a Lei dada no monte Sinai era o ministério da
morte e transitório(passageiro). Por isso nos é deixado claro que a Graça é outra coisa, é a realidade da sombra.
Vejamos:
“Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos
sábados (sabbaton, referindo-se ao sétimo dia), que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo”
(Cl.2:16-17).
Aqui Paulo mostra que a Velha aliança era apenas uma sombra e nessa realidade nos vemos o Decálogo representado
pelo quarto mandamento – E tudo isso era sombra de uma realidade bem mais elevada e espiritualizada.
QUAL É A REALIDADE DO SÁBADO?
Se o Sábado é uma sombra há uma realidade. Não quero fazer apologia do Domingo, que é certamente e literalmente
tido como o dia do Senhor (Ap.1:10), mas precisamos entender a revelação. O texto de Colossenses nos afirma que as
sombras do vrs.16 é Cristo e sendo assim concluímos que Cristo é a realidade do Sábado. Isso é tão verdade que o
autor aos Hebreus o confirma:
“Porque nós, os que temos crido (em Cristo), entramos no repouso (Sábado ou descanso)… Porque em certo lugar
disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia”(Hb.4:1-4).
Ou seja, o autor aos hebreus está dizendo que o nosso descanso ou Sábado é Cristo Jesus, por isso o Senhor se declara
Senhor do Sábado (Mt.12). A realidade sabática é viver em Cristo – o nosso descanso, e não ficar “legalistamente”
guardando um dia, pois quem tem Jesus tem a realidade.
“Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados,
que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17).
Para fugir à evidência de Cl.2:16-17, onde Paulo se refere ao Sábado semanal como integrante das coisas passageiras
da Lei que terminaram com a morte de Cristo na cruz, os adventistas costumam argumentar que a palavra “Sábado”
não se refere ao sábado semanal, mas aos anuais ou cerimoniais de Lv.23. O que não é verdade, pois os sábados
anuais ou cerimoniais já estão incluídos na expressão “dias de festa”. Esta indicação mostra positivamente que a
palavra SABBATON, como é usada em Cl.2:16, não pode se referir aos sábados festivos, anuais ou cerimoniais.
Sendo assim é difícil para os Adventistas sustentar a sua doutrina sabática, desde que temos visto que o Sábado pode
legitimamente ser tido como “sombra” ou símbolo preparatório de bênçãos espirituais e não dogmas legalistas
(vrs.17).
A LEI DO VELHO PACTO ESTÁ VIVA E NÓS MORTOS
Vejamos isso:
“Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo
tempo que vive… Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais
doutro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, afim de que demos fruto para Deus (Rm. 7:1,4)
“Ora, se já morremos com Cristo, cremos que com ele também viveremos (Rm.6:8).
Essa é a revelação, a Lei, o Velho Pacto estão vivos, mas somos nós que morremos com Ele pela fé e assim vivemos
uma nova Dispensação. É tão simples que só não entende quem não quer entender. Não há necessidade de ficarmos
supondo e supondo, e sim crermos no Apóstolo dos Gentios e aceitarmos a Graça de Deus. Se os “Sabalotras”
querem guardar a Lei, nós não temos essa necessidade.
Explica o seguinte o Dr. G. Archer – enciclopédia Ed. Vida, pág. 125:
“…a verdadeira questão é se a ordem sobre o sétimo dia, o Sábado do Senhor, foi transferida (Hb.7:12), no NT, para
o primeiro dia da semana, o Domingo, que a igreja em geral honra como o dia do Senhor. De fato, ele é também
conhecido como Sábado cristão. O âmago ou cerne da pregação apostólica ao mundo gentio e judaico, a partir do
pentecostes era a ressurreição de Jesus (At.2:32). O ressurgimento de Cristo era a comprovação de Deus, perante o
mundo, de que o salvador da humanidade havia pago o preço válido e suficiente pelos pecadores e havia superado a
maldição da morte. O sacrifício expiatório eficaz de Jesus e sua vitória sobre a maldição da morte introduziu uma
nova época ou dispensação da Igreja (Ef.1:10). Assim como a ceia do Senhor(I Cor.11:23-34) substituiu a Páscoa
(Mt.26:17-30; Lc.22:7-23), na antiga aliança – “Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento (novo
concerto, pacto, aliança)”. A morte de Cristo substituiu o sacrifício de animais no altar(Jo.19:30, Veja Levítico), o
sacerdócio(arônico) (Êx.28), foi substituído pelo sacerdócio supremo de Jesus “segundo a ordem de
Melquisedeque”(Hb.7) e fez com que cada crente se torna-se um sacerdote (Ap.1:5), também o quarto mandamento,
dentre os dez, que pelo menos em parte tinha natureza cerimonial(Cl.2:16-17), deveria ser substituído por outro
símbolo, mais apropriado à nova dispensação – O DOMINGO “Dia do Senhor”.
Os Dez Mandamentos e a Lei de Cristo
O “grande” argumento adventista é que; “os dez mandamentos não foram abolidos, por terem sido escritos nas
tábuas, e por isso devemos guardar o sábado que é o quarto mandamento”. A questão é tão complexa que não daria
para explanarmos tudo neste breve compêndio, mas precisamos salientar dois pontos cruciais para que o leitor pense
e tire suas conclusões:
• Os adventistas argumentam que os textos de Ex. 20 se encontravam escritos nas tábuas trazidas por Moisés (vejam a
foto do livro “Reflexões Sobre o Sermão da Montanha, pág.45)”. Isso, embora pareça certo, não é a verdade e os
adventistas bem o sabem. A verdade é que o relatado em Ex.20 e Dt. 5 sobre os 10 mandamentos (que nem são
idênticos em seus relatos) não se encontravam nas tábuas que Moisés trouxera do monte, pois assim descreve a
Bíblia: “E ali esteve com o Senhor quarenta dias e quarenta noites… e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as
Dez palavras” (Ex.34:28 – ARA. Obs: A corrigida traz a frase dez mandamentos, mas no seu rodapé coloca uma nota
informando ser dez palavras). A verdade bíblica é que os dez mandamentos, além de fazerem parte da Lei, pois “Lei
Mosaica e Lei de Deus” são as mesmas coisas – “Sendo que só há um legislador” (Tg.4:12), não se encontrava como
afirmam os adventistas. Estamos explicando tudo isso para que o leitor entenda que o argumento que o decálogo é
imutável até mesmo por Jesus não tem fundamento. Acredito que o que está descrito em Ex.20 e Dt.5 foi uma
interpretação das palavras escritas nas tábuas. Por isso Jesus, como filho de Deus e messias, podia trazer para os
homens uma melhor e mais espiritual interpretação do decálogo – e assim o “Rei dos Reis” procedeu.
• Outro ponto é que toda vez que os Adventistas lêem “mandamentos” no NT eles associam a palavra com o decálogo
e quem conhece a Palavra sabe que isso é uma inverdade. Veja o que o NT quer dizer quando fala de mandamentos:
disse Jesus – “Se me amais, guardareis os meus mandamentos”; “Aquele que tem os meus mandamentos” (João
14:15 e 21); “… relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, até ao dia em que, depois de haver
dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo…” (At.1:1-2). Entendamos que os discípulos sabiam muito bem
o decálogo e todo o mais da Lei, mas a Bíblia diz que Jesus deu novos mandamentos , mandamentos estes que estão
implícitos em todo o NT para que por eles vivêssemos nesta Nova Aliança. A Nova Aliança tem uma Lei própria – A
LEI DE CRISTO OU A LEI DO ESPÍRITO (Rm. 8:2; ICor.9:21; Gl.6:2; Rm.3:27). É por essa Lei e no cumprimento
desses Mandamentos que nós vivemos e exercemos a graça de sermos verdadeiros Cristãos. Lembremo-nos da
exortação paulina:
“Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco… De Cristo vos
desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes” (Gl. 4:10-11; 5:4 – ARA).

Responder

Walans de Souza em 16 de julho de 2010 18:15


Este comentário acima esta cheio de erros, qualquer pessoa simples que ler o comentário acima será
guiado pelo Espirito Santo a compreender os absurdos que aí se encontram ….. Gostaria de saber qual
denominação pertence o Patrik pois cada denominação tem um estudo contra os Adventistas do 7º Dia.
Se definem ai por favor em uma tese apenas contra nós, pois todas que se levantaram cairam por terra….

Responder

Gabriel Miranda em 16 de julho de 2010 18:36


Querido amigo Jean Patrik, tenho duas perguntas a lhe fazer. Primeira: Com base em que você afirma que AP 1:10
trata o domingo como dia do senhor? Segunda: Se o sábado – sétimo dia da semana – é a sombra de Cristo, Deus Pai
em GN 2:3 descansou à sombra de Deus Filho, como uma criatura?
Forte abraço Jean.

Responder

Jean Patrik em 17 de julho de 2010 20:55


Gabriel você me fez duas perguntas:Com base em que você afirma que AP 1:10 trata o domingo como dia do senhor?
Segunda: Se o sábado – sétimo dia da semana – é a sombra de Cristo, Deus Pai em GN 2:3 descansou à sombra de
Deus Filho, como uma criatura?
Creio que a primeira ja está respondida, mas irei reforçar:
“Ora, havendo Jesus ressurgido cedo no primeiro dia da semana (no Domingo)” (Mc.16:9). {Grifo meu}
– No Domingo Jesus apareceu para os seus discípulos (Mc.16:14).
– No Domingo, Ele os encontrou em diferentes lugares e em repetidas vezes (Mc.16:1-11; Mt.28:8-10; Lc.24:34;
Mc.16:12-13; Jo.20:19-23).
– No Domingo Jesus os abençoou (Jo.20:19).
– No Domingo Jesus repartiu sobre eles o Espírito Santo (Jo.20:22)
– Aqui Ele primeiro comissionou para pregarem o evangelho a todo o mundo (Jo.20:21 e Mc.16:9-15).
– O Domingo tornou-se o dia de alegria e regozijo para os discípulos (Jo.20:19-20).
– Os discípulos se reuniam no Domingo (At.20:6-7).
– As coletas eram feitas no Domingo (ICor.16:1-2).
Juntando com o que eu disse mais em cima, me parece razoavel que isso tenha de fato acontecido.
A segunda pergunta é infantil, pois se usarmos a lógica isso não teria como acontecer, pelo o fato de o nosso Senhor
Jesus não ter ainda se manifestado.
Aproveitando quero também lhe pergunta uma coisa:
Adão guardou o sábado?
Se guardou, como isso se deu sendo que Adão foi criado no 6° dia, e no 7° ele só tinha 2 dia de vida?
Isso não invalidaria outro mandamento que era trabalhar 6 dias, então como Adão descansou no seu segundo dia de
vida sem ter trabalhado os 6 dias?
Jean Patrik

Responder

Gabriel Miranda em 18 de julho de 2010 16:26


Jean, os versículos que você citou não fazem nenhuma menção de que o domingo é o dia do senhor, você mais uma
vez está usando alguns versículos bíblicos de forma incorreta, por exemplo: AT 20:6 e 7 só provam que Paulo pregou
para o povo no sábado, leia também o versículo 8, você verá que se trata das primeiras horas do domingo, este
versículo prova também que Paulo não guardava o domingo, pois no dia imediato ele sairia em viagem e todos nós
sabemos que os dias na Bíblia são contados de um pôr-do-sol a outro.
Quanto a sua segunda resposta eu gostei muito, porque você disse que minha pergunta foi infantil, porém de acordo
com sua própria resposta o sábado não foi criado com o propósito de ser à sombra de Cristo, já que Deus Filho nem
mesmo havia se manifestado. Obviamente isso não muda o fato de que ele estava presente naquele momento, já que
Ele é eterno (PV 8:22, IS 9:6), portanto ou aceitamos que Deus Pai descansou à sombra do Deus Filho, o que é uma
heresia e até uma blasfêmia, ou acreditamos que o sábado não foi criado com o propósito de ser uma sombra do Deus
Filho.
Agora quero responder suas perguntas.
Adão guardou o sábado? Claro que sim.
Se guardou, como isso se deu sendo que Adão foi criado no 6° dia, e no 7° ele só tinha 2 dia de vida? Ele descansou
na divina e completa obra de Deus.
Isso não invalidaria outro mandamento que era trabalhar 6 dias, então como Adão descansou no seu segundo dia de
vida sem ter trabalhado os 6 dias? Mais uma vez você está usando a palavra de Deus de forma incorreta, quando o 4º
Mandamento de Deus diz, “Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra” (EX 20:9) Ele não está dizendo que
obrigatoriamente, eu tenha que trabalhar 6 dias para ter o direito de descansar o sétimo, o que Deus quer dizer aqui é
que temos 6 dias para trabalhar e para fazermos a nossa obra e que nada justifica querermos fazer nossa obra no 7º
dia, pois ele nos deu 6 dias para fazê-la. Se aplicarmos este mandamento da forma incorreta como você está fazendo,
Deus não estaria nos dando um dia específico para descanso e sim qualquer dia posterior ao nosso 6º dia de trabalho,
seria como uma folga rotativa, porém no verso 10 vemos que não é isso que ele quer dizer. “Mas o sétimo dia é o
sábado do SENHOR, teu Deus;” (EX 20:10), neste versículo ele diz claramente qual é o sétimo dia, o sábado. O que é
muito importante ressaltar Jean é que Deus diz que o sábado é Dele e não dos judeus, portanto quando as pessoas se
referem ao sábado – sétimo dia da semana – como sábado dos judeus, está blasfemando, pois está chamando Deus de
judeu.

Responder

Jean Patrik em 18 de julho de 2010 22:07


Querido Gabriel, concordo com você que a bíblia não fala claramente que o dia do Senhor seja o
domingo, isso no novo testamento. Então é bom e coerente o irmão concorda que Ap.1.10 também não
fala do Sábado, sendo assim ficamos no campo da suposição e conjicturação. Certo?
Querido Paulo não guardou o domingo, a questão não o dia que devemos guardar.
Veja bem em At.17.2 prova que Paulo como seu costume guardava o sábado. Preste atenção e faça uma
análize: Por que o escrito do livro de Atos disse segundo o seu costume?
Porque Paulo era judeu, isso só comprova o que está escrito em Ex.31.13-17.
veja: “Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é
um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica.
Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque
qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será eliminada do meio do seu povo.
Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do descanso, santo ao SENHOR; qualquer que no
dia do sábado fizer algum trabalho, certamente morrerá.
Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações por aliança perpétua.
Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a
terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se.”
Irmão Gabriel a bíblia é bem clara, o sábado seria e é um sinal entre Ele e Israel (“Judeus”), e Paulo por
ser da tribo de Benjamim, era normal que guardase o sábado como o seu COSTUME Judeu.
Você citou: “Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra” (EX 20:9), bem se isso não for um
mandamento, ou seja Deus mandando o povo de Israel fazer isso, então o sábado para o judeus não quer
dizer também ou necessariamente descansar no sábado, algo que eu acho um erro de interpletação muito
grande.
Concordo Gabriel que Gn.2.1-2 não mostra o que Deus completou ou acabou no 7° dia, mas uma coisa é
verdade, que Ele (Deus) terminou toda a sua obra no 7° dia e não no 6° como muita gente pensa.
Sendo assim é fato, que o nosso Deus tenha trabalhado parte do 7° dia, em cima dessa verdade foi que
Jesus disse:”E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.” (Jo.5.17).
Glória a Deus pela a sua Palavra pois ela não traz confusão.
Me desculpe a minha resposta resumida.
Paz do nosso Senhor Jesus!!!

ivan cruz em 25 de agosto de 2010 18:01

Jean Patrik,
como podes dizer a paz do senhor se não aceita a luz do senhor do sabado ?que paz é essa ?e que senhor é
esse? bom a biblia é clara graças a Deus
que a paz do nosso senhor jesus seja contigo e que aceite com humildade essa paz…… com todo respeito
um forte abraço
Renilaon em 23 de julho de 2010 19:39
Querido amigo Jean Patrik, vc deveria pedir entendimento ao senhor Espirito santo
pois vc está todo errado, a respeito da lei de Deus, cuidado que deus te de sabedoria
um abraço!!!

Responder

Alessandra O.Lopes em 29 de setembro de 2010 3:16


Querido Jean Patrik.
Estarei orando por você, Ao ler a bíblia ore para Espirito Santo te mostrar, e pare com esse espírito
critico, por que isto não vem de Deus. Se você tivesse certeza do que você diz, você não estaria nesse
site. Deus tem algo para você aqui, não perca essa oportunidade. Todos nós, que guardamos os
mandementos de Deus e temos o testemunho de Jesus Cristo, estamos sendo citados na bíblia, em Apoc
12:17 e 14:12. Se conseguir entender esses versículos, todo o restante terá sentido para você. Fique em
paz, em nome de Jesus.

Responder

Márcio Badaró em 15 de março de 2014 16:02

Jean Patrik, veja esse video sobre o


domingo: http://www.youtube.com/watch?v=WVrw2AeFAhU&feature=player_detailpage

Responder

Jean Patrik em 17 de julho de 2010 21:06


Gabriel me passe o seu email, isso se não for um encomondo para voce.
O meu é: jeanpatrikcontato@hotmail.com
Paz do Senhor
Responder

Gabriel Miranda em 18 de julho de 2010 16:43

É claro que não é um incomodo amigo, anote aí, tabizel@hotmail.com


Abraço.

Responder

Ana Paula em 16 de julho de 2010 21:27


Jean, sou evangélica há 8 anos. Fiz vários estudos contra os Adventistas… sem muito fundamento…
Nunca ficou claro porque abolir o sábado. Pulei esta parte pois tinha medo de ferir o sentimento do meu
amado Jesus (pois assim diziam na minha igreja: se guardava o sábado não dava valor ao que Jesus
passou por mim na cruz). Deixei o tempo passar, mas o Espírito me levou a verdade. Fui por acaso à
IASD numa época em que estava “morrendo espiritualmente” e a semente que um dia fora lançada
germinou. Foi como se meus olhos se abrissem. Não sei muito, ainda estou estudando, nem fui batizada,
mas reconheço que nós, seres falhos, necessitamos do sábado! Creio que a semente foi lançada a ti, e não
duvido que um dia possa germinar. Não o critico, não me critique, vamos nos respeitar! Que Deus te
abençõe.

Responder

Fernando Cesar em 17 de julho de 2010 18:40


Resposta ao cometario de Jean Patrik:
Caro Jean Patrik. Seu comentário tem um argumento tão pobre e tão sem fundamento que sugiro a você a
leitura do livro entitulado “Do sabado para o domingo” Este livro você podera encontra-lo em nossas
livrarias. Nesse livro você comprovará que o domingo foi instituido pela igreja católica e não por Jesus.
AGUARDO SEU COMENTÁRIO SOBRE O LIVRO.

Responder

o
Marcio em 17 de julho de 2010 19:03
Jean Patrik
Sou membro da Igreja Adventista há uns 15 anos, antes eu era da Assembléia de Deus, assim como
minha mãe e irmãs. Gostaria que soubesse que estive visitando seu Blog. Fiquei triste com uma coisa.
Você esta perdendo muito tempo atacando as Sagradas Escrituras. Este livro meu amigo é a Palavra de
Deus, e por tanto é “Santo”. Pense bem! Se um cristão adventista estiver errado ele não perde nada (pois
guardar a lei de Deus nunca será pecado). Porém se um cristão que não guarda a lei de Deus (sábado)
estiver errado ele perde a salvação.

Responder

Catia em 2 de agosto de 2010 23:46


Me desculpaJean patrik por ter te tratado assim mas e que voce nao podes ajudar a destruir a lei de Deus como os
Catolicos fizeram no passado. meu amigo voce precisas de Luz Divina e teras.
como disse um dos comentaristas acima os adventistas nao so guardam o quarto mandamento como guardam todo ele
os 10 e tem o espirito de profecia. por isso mesmo que a lei fosse abulida estou a falar da lei moral e nao da lie
cerimonial que e essa que Jesus abulio pois mesmo que a lei moral fosse abulida mas vale quem a cumpre
defendendo a fe em JESUS E VIVENDO SEGUNDO A VONTADE DELE , do que aquele q nao a compri que as
probablidades para o inferno estao a 90 por cento. QUE DEUS TE ABENÇOE e me desculpa pelos palavros meus e
dos outros.

Responder

David em 8 de setembro de 2010 11:20

Que a graça e a paz de Jesus estejam com todos os estudantes da Bíblia Sagrada.
Irmãos, desejo que os ânimos de cada um de vós sejam mais ponderados quando apresentam aquilo que
vocês acham que é a verdade e tenham o espírito nobre e de pureza ao responder no que creem. A questão
em voga se trata do quarto mandamento da Lei de Deus. Pois bem, gostaria que todos os que não
concordam que o sábado não se encontra mais em vigor, ponderasse o seguinte: Por que vocês só
implicam dos dez mandamentos somente o Sábado? Porque você não ensinam que os outros
mandamentos não foram abolidos? Isso não é estranho? Vejam porque assim como Deus tem o seu selo o
diabo também tem o seu, não acha? Nós não podemos encobrir o sol com uma peneira, irmãos. O Sábado
está tão claro em toda a bíblia que aquilo que é tão óbvio se torna trevas para os que tem o espírito de
dircórdia e de desobediência. Nós que guardamos o sábado, não guardamos para nos salvar, mas como
forma de gratidão e louvor a Jesus. Pois somente pela graça somos salvos, todavia quem ama e serve
Jesus não acha pesado os seus mandamentos. Leiam João 14:15.

Responder
o

Almir Ivan Borges em 18 de março de 2014 0:06

“Mas os seus sentidos foram endurecidos. Porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do
Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido”. Parte do seu problema começa pela versão que você
está lendo. Já na versão (J. F. de Almeida, Revista e Atualizada no Brasil, 2 ed.), a coisa muda um
pouquinho de figura e torna-se mais clara tendo em vista a questão realmente em foco, o véu de cegueira
(levantado por Cristo, levantado quando algum judeu cria nEle) que impediu a maioria dos judeus de
perceberem e reconhecerem que o Messias estava à sua frente, não o Velho Testamento (o qual entra aqui
por que a questão é a interpretação errônea das Escrituras: “Examinais as Escrituras, pois julgais ter nelas
a vida eterna, e são elas que testificam de mim”). Mas, se você considera que a Revista e Atualizada é
inadmissível, uma adulteração da verdadeira Palavra de Deus, está bem, sem problema. Não tenho
objeções quanto a isso. Assim, então, passamos a bola para Cristo e Paulo. Ou Jesus seria mentiroso
(“Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas, não vim ab-rogar, etc.”) ou Paulo nada entendeu da
missão de Cristo… Ou Ele não veio abolir nada ou o evangelho pregado por Paulo era uma “furada”, um
desmentido de Cristo. Não é assim se se adota a versão mais coerente da RA: “Mas os sentidos deles se
embotaram. Pois até o dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece,
não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido. Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto
sob o coração deles. Quando, porém, algum deles se converte [ou “se converter” como na Fiel] ao
Senhor, o véu lhe é [será] retirado.” Fica claro que aqui não existe contradição entre a afirmação de Jesus
que não veio “destruir”, “abolir”, “ab-rogar” a lei nem os profetas, nem Paulo estaria afirmando o
contrário do que aquele de quem se considerava prisioneiro (espiritual). O que os antinomistas não
compreendem (no fundo querem uma religião de conveniência, ajustada a eles e não o contrário) é que a
Graça não é uma armadura de super herói de estórias em quadrinhos, que nos torna invulneráveis. Uma
vez que aceito Cristo, zás! Viro santo. Não, se realmente aceito a Ele, minha vida muda por completo e
passo a viver de maneira semelhante a Ele, imitando Nosso Senhor! E como é isso? Resistindo ao pecado.
E o que é o pecado? “… é a transgressão da lei” I Joao 3:4. “Eu não conheceria o pecado, não fosse a
lei”. Que lei? De Deus. Que Lei é essa? Respondam os anitnomistas. Não se trata de salvação pelas obras,
mas de que a aceitação de Cristo como Salvador pessoal implica na obediência aos Seus mandamentos. A
lei nos mostra o que é pecado e quando aceitamos realmente a Jesus, não suportamos mais pecar
livremente. Certamente pecamos ainda, mas sofremos e nos arrependemos. Só assim podemos aspirar a
salvação. Ver Romanos 3:20, 23. 6 :16 e I João 1:8.

Responder

Luiz Carlos Ferreira em 16 de julho de 2010 17:54


Olá, Alexandre, interesante que são teses de assuntos antigos (Velho Testamento). Nada novo JESUS se
utilizava deste mesmo principio (do imutável) onde falou ” Novo Mandamento vos dou” que de novo não
tinha nada, mas era novidade para os dicípulos.
Você está diante de novidades antigas e imútáves não endureça seu coração.

Responder


Jean Patrik em 16 de julho de 2010 18:49
Boa tarde e paz do Senhor Walans!!!
Para você saber qual denominação pertenço, é só clicar em cima do meu nome.
Estou fazendo serviço aqui em casa por isso não vai da para responder quem me perguntar de imediato.
Mas depois estarei respondendo.
Jean Patrik

Responder

Átila Soares em 16 de julho de 2010 20:18


Paz do Senhor, Alexadre e Jean Patrik!!!
Páscoa e Pães Asmos “15 e 21” do primeiro mês;
Primicias “16” do primeiro mês;
Pentecostes “6” do terceiro mês;
Trombetas “1º” do sétimo mês;
Expiação “10 ‘do sétimo mês;
Tabernáculos “15 e 22” do sétimo mês;
Eis aí as sete festas fixas religiosas as quais Paulo menciona em Col 2:16, os sábados cerimoniais.
Convido os queridos irmãos a fazerem o mesmo que fiz para compreender esse texto bíblico
aparentemente complicado, orar com sinceridade. Tenho certeza que o Espirito Santo de Deus fará com
vocês o mesmo q fez comigo. Ah! se fôr necessário Deus enviará um Anjo pra lhes mostrar os versos
bíblicos e lhes dará a compreensão. Em tempo, irmão Alexandre, você sabe meu endereço que não é
longe do seu, estou a sua disposição para estudarmos juntos, mas por favor, reprima esse rancor q vc tem
pelos adventistas, isso não procede do trono da graça. Você caríssimo irmão Jean Patrik se tiver interesse
em saber como conhecemos o nosso Senhor e Salvador, e a mensagem do sábado entre em contacto,
tenho prazer de compartilhar essa benção.
Que o amor de Deus que excede todo entendimento reine no coração de cada internauta.
Átila

Responder

alexandre em 16 de julho de 2010 21:02


Olá João!
não sei se exatamente a 5° tese,mas pelo menos a 4º tese!
Só pra te exemplificar,há uma tese adventista que diz que paulo na verdade usa uma sinédoque em colossenses!

Responder

Maiara Costa em 18 de julho de 2010 13:17

Amigos Alexandre não estou conseguindo moderar os seus comentários pelo meu hotmail, então peço a
gentileza que você me mande os seus comentários novamente no meu novo e-mail, por favor anote
ai: muniz-maciel@bol.com.br.
Fica o convite ao amigo Jean para também mantermos contato por e-mail.
Um forte braço.

Responder

Walans de Souza em 16 de julho de 2010 21:43


Leandro, teremos que começar tudo novamente, contextualizar os textos colocado pelo Irmão acima, ele esta
descaracterizando não somente esta parte biblica mas colocando em pauta o carater de Deus……….. uma coisa eu
falo Leandro, uma pessoa pode “conhecer” as escrituras mas pra compreender o assunto ela precisa compreender o
poder de Deus, pq este irmão Patrik não esperimenta guardar de maneira amorosa o sabado por um tempo pra sentir
como é ser abençoado e santificado por Deus neste dia…. dificil hein!!!!

Responder

leandroquadros em 21 de julho de 2010 12:17

Caro Walans:
Realmente, a pessoa precisa experimentar a guarda do sábado. Toque nesse assunto com o irmão Patrik –
ok?
Um abraço e obrigado por suas participações!

Responder

gino de barros filho em 16 de julho de 2010 22:10


Deus nos dê paciência com nossos irmãos de outras denominações e principalmente com aqueles que
querer polemizar todo tipo de assunto. A biblia é um livro espiritual e para ter uma compreensão correta
precisa de orientação de Nosso Deus. Caros irmãos de qualquer denominação, sejamos humildes em
pedir a orientação de Nosso Deus. O site na mira da verdade não tem intenção de polemizar qualquer
assunto. Os adventistas do setimo dia tem buscado luz que vem de Deus, as outras denominações
deixaram de buscar essa luz. Quem esta errado é aquele que não busca a “orientação de Deus”. Por favor
já chega de tantos ataques. Estarei orando pelo site. E por aqueles que gostam de polemizar que Deus dê
luz para sair do comodismo que se encontram. Deus nos abençõe.
Responder

Jean Patrik em 17 de julho de 2010 12:29


Quero deixar esse site (http://www.iasdcentralfortaleza.com.br/nossa-igreja/mensagem-pastoral/51-entre-a-
verdade-esta-aqui.html) da igreja adventista em Fortaleza. E aproveitando quero dizer o porque do combate que
travo contra as doutrinas dos adventista do 7° dia.
Por causa do que vi escrito nesse site, infelizmente tenho que dizer que a IASD é uma seita, isso pelo seu
exclusivismo, fato explícito nesse site.
Contra fatos não á argumentos.
Jean Patrik

Responder

Taís Chaves Angst em 24 de janeiro de 2014 0:45

Em relação à igreja remanescente, Ellen G. White esclarece: “Entre os habitantes do mundo, espalhados
por toda a Terra, há os que não têm dobrado os joelhos a Baal. Como as estrelas do céu, que aparecem à
noite, esses fiéis brilharão quando as trevas cobrirem a Terra, e densa escuridão os povos. Na África
paga, nas terras católicas da Europa e da América do Sul, na China, na índia, nas ilhas do mar e em todos
os escuros recantos da Terra, Deus tem em reserva um armamento de escolhidos que brilharão em meio
às trevas, revelando claramente ao mundo apóstata o poder
transformador da obediência à Sua lei,”5 A mesma autora acrescenta: “Cada joia será separada e reunida,
pois a mão do Senhor está estendida para reaver o remanescente de Seu povo.”

Responder

Thomas em 17 de julho de 2010 13:12


rsrsrsr… o rapaz disse que o domingo é literalmente o dia do senhor e deu como referencia Ap 1:10…
kkkkkkkk… bom, que eu posso dizer?… só se minha biblia estiver errada… peço desculpas por estar
rindo… eu sei q a coisa é séria e o que eu deveria sentir mesmo é compaixão, mas temos q admitir que é
cômico algumas coisas que aparecem no meio da “confusão religiosa”, semana passada eu estava no
ponto de onibus aqui em maceió e uma mulher disse que comeu as paginas da biblia pq o pastor dela
disse que ela devia devorar a palavra de Deus kkk…… nós estamos em um tempo de cegueira espiritual
pior que na idade média; antes não tinhamos a biblia e por isso eramos ignorantes, agora temos a biblia e
fazemos mal uso dela…. por favorr dêem mais valor a palavra de Deus! muitos já morreram só para q
essas letras chegacem aos seus olhos… o que João Huss, wycliffe, Jerônimo, Lutero, os valdenses, o que
eles iam pensar?? meus amigos o q vcs estão lendo É O Q VCS ESTÃO LENDO é simples. os sabados
cerimoniais são sombra sim e o sabado moral não, pois foi instituido antes do pecado e qndo o guardamos
nós aproximamos mais da criação, da nossa origem sem pecado e esse é o objetivo de Deus.
sobre ap 1:10… o “dia do senhor” mencionado NÃO é o domingo, e sim o sábado, pois Toda a galerinha
da biblia guardou o sábado… Jesus o SENHOR, disse que era senhor do sabado não do domingo. e se vc
Jean conseguir me mostrar com a biblia que o domingo é o dia do senhor, ficarei feliz de guarda-lo!
vou até te ajudar… tome todos os textos que falam do domingo –>>(Mat 28:1; atos 20:7; 1 corintios
16:2; lucas 24:1; joão 20:1,19; marcos 16:1,9)…
tá aí todos os textos que falam do domingo… que o verdadeiro Espirito de Deus esteja com Você!!!!…
falow ae!…

Responder

José Francisco de Barros em 17 de julho de 2010 13:39


A questão não se prende a Paulo não ser contra o sábado porque não conheço ninguém que o seja(contra).
A questão se prende é no fato que os adventistas criam uma espécie de marca para seus fiéis, os fariseus também
faziam isto e buscavam surpreender Jesus para leva-lo a julgamento de fanáticos por uma lei de olho por olho dente
por dente. Querer mostrar que só os adventistas serão salvos por cumprirem o sábado é o mesmo que os fariseus
faziam condenando ao apedrejamento os que não cumpriam.
O exagero dos fariseus era o mesmo dos adventistas. Os primeiros condenavam a morte os que não cumpriam o
sábado e os segundos também, só que no primeiro a morte era física e no segundo, espiritual, o que é pior.
Jesus foi bem claro ao dizer que “não vim para condenar e sim salvar” porque os adventistas se acham no direito de
condenar, isto está virando um fanatismo até perigoso.
De segunda a segunda devemos honrar a Deus da mesma forma e Deus não nos pede atenção apenas no sábado.
Quanto a estas interpretações biblicas com intenção de provar doutrinas que no fundo levam à coleta de dízimo, o
melhor seria reconsiderar e mostrar a verdade que Paulo, aí sim, ensina: O dízimo que Paulo fala na II corintios era
para um propósito específico, ou seja para suprir a fome que profetas previram como está no livro de Atos, não era
ajuda financeira para missões, construção de templos ou alimentar pastores e familiares e sim os fiéis de menor sorte.
Quando aquele jovem rico perguntou a Jesus o que fazer para alcançar o reino de Deus, Jesus respondeu: Venda tudo
e dê aos pobres…aos pobres, disse Jesus e não ao caixa da igreja. JESUS TAMBÉM NÃO FALOU: VENDA TUDO
E DÊ AOS POBRES E GUARDE O SÁBADO.
Jesus resumiu: ame aos seus semelhantes, como eu vos amei…
Por favor não deturpem os ensinamentos do Mestre, que também não fundou esta ou aquela denominação
….FUNDOU A RELIGÃO CRISTÃ VERDADEIRA.
PAZ DE JESUS!

Responder

leandroquadros em 21 de julho de 2010 12:15

Caro José:
É imporante sabermos que a religião de Cristo é fundamentada no amor e na justiça. O amor não nos
isenta de nossa responsabilidade moral para com Deus. Muitos irão se perder mesmo curando em nome
de Cristo (Mateus 7:21-23) por que tiveram uma religião “fácil”. A graça de Deus nos torna aptos a amar
ao próximo e a Deus. E a obediência aos quatro primeiros mandamentos da Lei (com a ajuda do Espírito
– Hebreus 8:10) é uma expressão do nosso amor por Deus.
A Igreja Adventista nunca ensinou que somente um grupo de pessoas será salvo. Oficialmente, cremos
que os filhos de Deus estão espalhados por todos os lugares e que observadores do domingo – que nunca
tiveram maior luz sobre o assunto – como Martino Lutero, serão salvos. O mesmo não pode ser dito de
você e eu que temos mais luz sobre o assunto (Mateus 16:27).
Recomendo que leia o artigo disponível no link a seguir e veja o real posicionamento dos adventistas
sobre a salvação de pessoas de todas as denominações
religiosas: http://novotempo.com/namiradaverdade/2010/03/16/%e2%80%9cadventista-
jamais%e2%80%9d
Um abraço e obrigado por seu comentário.

Responder

José Francisco de Barros em 17 de julho de 2010 13:55


Em tempo:
Quanto às interpretações por interesse pessoais e suas consequências seria bom analizar as palavras de
Jesus no livro de Mateus, capitulo 5 versos 19 e 20.Porque o que ele disse foi: SE A VOSSA JUSTIÇA
(ENTENDIMENTO DA PALAVRA) NÃO EXCEDER A DOS ESCRIBAS E FARISEUS, DE MODO
NENHUM ENTRAREIS NO REINO DE DEUS, e Ele desde o início deste cap ensinava como os
fariseus e escribas vinham ensinando errado e por suas vez, ensinava certo E – REPITO: O CERTO ERA
SEMPRE RESUMIDO EM :”AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E UNS AOS OUTROS,
COMO EU VOS AMEI.
QUE A BENÇÃO DE DE JESUS NOS ILUMINE.

Responder

Jean Patrik em 17 de julho de 2010 14:07


Esses Versiculos >>> (Mat 28:1; atos 20:7; 1 corintios 16:2; lucas 24:1; joão 20:1,19; marcos 16:1,9) só comprovam
o que os Cristãos primitivo faziam, como coloquei ai em baixo.
– Justino, o Mártir: 100-167d.C. Eis aqui como Justino, o Mártir, descreveu o culto primitivo dos cristãos: “No
Domingo há uma reunião de todos que moram nas cidades e vilas, lê-se um trecho das memórias dos Apóstolos e dos
escritos dos profetas, tanto quanto o tempo permita. Termina a leitura, o presidente, num discurso, admoesta e exorta
à obediência dessas nobres palavras. Depois disso, todos nos levantamos e fazemos uma oração comum. Finda a
oração, como descrevemos antes, pão e vinho (suco de uva) e ação de graças por eles de acordo com a sua
capacidade, e a congregação responde, Amém. Depois os elementos consagrados são distribuídos a cada um e todos
participam deles, e são levados pelos diáconos às casas dos ausentes. Os ricos e os de boa vontade contribuem
conforme seu livre arbítrio; esta coleta é entregue ao presidente (pastor) que, com ela, atende a órfãos, viúvas,
prisioneiros, estrangeiros e todos quantos estão em necessidade”(Manual Bíblico, Halley)
– Inácio, 100d.C., disse: “Aqueles que estavam presos às velhas coisas vieram a uma novidade de confiança, não
mais guardando o Sábado, porém vivendo de acordo com o dia do Senhor (Domingo)”.
– O ensino dos Apóstolos, 90-100 obra siríaca: Encontramos um testemunho muito interessante na obra citada, que
data da segunda metade do século III, segundo a qual os apóstolos de Cristo foram os primeiros a designar o primeiro
dia da semana como dia do culto cristão: “Os apóstolos determinaram, ainda: no primeiro dia da semana deve haver
culto, com leitura das Escrituras Sagradas, e a oblação. Isso porque mo primeiro dia da semana o Senhor nosso
ressuscitou dentre os mortos, no primeiro dia da semana o Senhor subiu aos céus, e no primeiro dia da semana vai
aparecer, finalmente com os anjos celestes” (Ante-necene fathers, 8668).(Enciclopédia Vida, Archer)
– Tertuliano: 160-220. No início do século III, Tertuliano chegou a afirmar que: “Nós (os cristãos) nada temos com o
Sábado, nem com outras festas judaicas, e menos ainda com as celebrações dos pagãos. Temos nossas próprias
solenidades: O Dia do Senhor… (On indolatry 14). Em “De oratione”(23). Tertuliano insistia na cessação do trabalho
no Domingo como dia de culto para o povo de Deus.
Querido Thomas não guardamos o domingo como vocês guardam o sábado, na realidade nem sei se guardamos o
domingo, pois se guardar um dia é deixar de trabalhar então cristão nenhum que não guarda o sábado, guarda tal dia,
pois eu mesmo as vezes trabalho no domingo. Então para mim não a distinção de dia especial para guardar e falo isso
em cima da afirmação bíblica que Paulo fez em Rm.14.4-7.
E ai agora você está rindo?
Paz do Senhor Jesus!!!
Jean Patrik

Responder

Gabriel Miranda em 17 de julho de 2010 19:30

Olá Jean Patrik, como vai você?


Vamos ver o que a história nos diz a respeito da guarda do domingo.
Primeiro vamos entender a origem do nome, mas antes disso peço que você leia AT 5:29.
John Eadie, “Sabbath”, em A Biblical Cyclopedia (Londres: Charles Griffin, 1870).
“O domingo foi o nome dado pelos pagãos ao primeiro dia da semana porque era o dia no qual eles
adoravam o Sol”.
Para ficar melhor o entendimento lembre-se que em inglês domingo é Sunday.
Agora vamos ver como aconteceu à mudança do sábado para o domingo.
Decreto em 321 d.C. dado por Constantino: “que os juízes e o povo das cidades, bem como os
comerciantes, repousem no venerável dia do sol”.
Declaração de William L. Gildea na p. 809 do The Catholic World publicado em março de 1894 “O Sol
era o deus mais importante entre os pagãos. […] Existe, de fato, algo real no Sol que faz dele uma
representação adequada de Jesus, o Sol da Justiça. Portanto, a igreja desses países parece ter dito:
‘Mantenhamos o velho nome pagão. Ele deve permanecer consagrado, santificado’. E assim, o domingo
pagão, dedicado a Balder, se tornou o domingo cristão, consagrado a Jesus.”
Veja que coisa interessante, Constantino queria unir seu império e os líderes da igreja romana queriam
converter os pagãos. O domingo se tornou o meio para realizar ambas as coisas. Portanto, o sábado
bíblico foi mudado pela igreja romana e pelo estado.
Agora eu peço que você leia DN 7:25. Assim que possível faça um estudo profundo de Daniel 2, 7, 8 e 9
juntamente com o Apocalipse e você terá uma visão muito mais ampla destes acontecimentos.
Agora vamos ver o que mais alguns líderes católicos têm a dizer sobre essa mudança.
James Cardinal Gibbons, The Catholic Mirror, 23 de setembro de 1893. “A Igreja Católica, mais de mil
anos antes da existência do protestantismo, em virtude de sua divina missão, mudou o dia de sábado para
o domingo.
Karl Keating, destacado escritor católico, Catholicism and Fundamentalism: the attack on “Romanism”
by “Bible Christians” (San Francisco: Ignatius, 1988), p. 38. “Fundamentalistas se reúnem para adorar no
domingo. No entanto, não existe nenhuma evidência na Bíblia de que a adoração coletiva deveria ser feita
nesse dia. O Sábado judaico, ou dia de descanso, é, obviamente, o sétimo dia da semana. Foi a Igreja
Católica que decidiu ser o domingo o dia de adoração para os Cristãos, em honra à ressurreição.
Leo Broderick, padre da Igreja Católica de Santa Catarina, Michigan, faz as seguintes declarações no
boletim de 21 de maio de 1995: “Talvez a decisão mais ousada e mais revolucionária tomada pela igreja
tenha acontecido durante o 1º século. O dia santo, o sábado, foi transferido do sétimo dia para o domingo.
[…] Não por qualquer direcionamento encontrado nas Escrituras, mas pelo senso da igreja de seu próprio
poder.”
Antes de ler a declaração abaixo lembre-se que ela foi feita por Leo Broderick, padre da Igreja Católica e
não por um adventista do sétimo dia. Se não estiver sentado, sente-se e segure na cadeira, pois essa
declaração é um pouco pesada para algumas pessoas.
“As pessoas que pensam que as Escrituras devem ser a única autoridade precisam, por questão de lógica,
se tornar adventistas do sétimo dia e guardar o sábado como dia santo.”
Agora vamos ver o que eles têm a dizer a respeito dos protestantes que acreditam que o domingo é o dia
do senhor.
Monsenhor Segur em Plain Talk about the Protestantism of To-day (Boston: Patrick Donahoe, 1968),
p.225: “Foi a Igreja Católica que, pela autoridade de Jesus Cristo, transferiu o descanso para o domingo
em memória da ressurreição de nosso Senhor. Portanto, a observância do domingo pelos protestantes é
uma homenagem prestada por eles, de inspiração própria, à autoridade da igreja.”
Bom, acredito que não restam dúvidas a este respeito né!?!?
Jean não se esqueça de responder as perguntas que fiz anteriormente.
Abraço e fique com Deus.
Responder

Jean Patrik em 17 de julho de 2010 14:13


Quero deixar uma coisa claro aqui, não fui eu que escrevir todo aquele texto, aquele texto que tem como
título “Mudança da Lei e a Lei da Graça” foi um outro pastor.
Um grande abraço para todos!

Responder

vânia em 17 de julho de 2010 17:58


PAZ do SENHOR há todos,e FELIZ SÁBADO as vxs fico pensando como vai ser triste ,na quele dia qnd
JESUS CRISTO aparecer nas nuvens do céu.para buscar seu povo,separando os seus.e aquelas ps que
professam ser seguidores de CRISTO,mais ñ guandam os seus mandamentos por completo.E CRISTO
FALAR:APARTAIVOS DE MIM MALDITOS Q EU Ñ VÓS CONHEÇO.me da uma angustia muito
grande, kria q em nome de JESUS muitas dessas pessoas q estão cegas espiritualmente deixa-sem o
ESPIRITO SANTO abrir suas visões,ñ permitindo q o inimigo as enganem,pcom falsas doutrinas. que
DEUS ABENÇOI A TODOS EM NOME DE JESUS.FELIZ SEMANA NA PAZ DE DEUS

Responder

Alexandre em 17 de julho de 2010 19:58


O antigo Israel possui diversas festas. E entre elas encontravam-se aquelas vinculadas a liturgia do
santuário terrestre, que contava com sete “festas cerimoniais” e eram chamadas de “sábados”. Estes
“sábados cerimoniais” foram estabelecidos em datas fixas conforme escrita na Lei de Moisés (Levítico
23:4; II Crônicas 8:12 e 13), e a Bíblia revela quais eram eles e seus respectivos dias de celebração:
1.º Sábado Cerimonial – Páscoa – 14.º dia do primeiro mês – (Lv 23:5)
2.º Sábado Cerimonial – Festa dos Pães Asmos – 21.º dia do primeiro mês – (Lv 23:6; Êx 13:6)
3.º Sábado Cerimonial – Festa das Primícias (Pentecostes) – 6.º dia do terceiro mês – (Lv 23:15-16)
4.º Sábado Cerimonial – Festa das Trombetas – 1.º dia do sétimo mês – (Lv 23:24)
5.º Sábado Cerimonial – Dia da Expiação – 10.º dia do sétimo mês – (Lv 23:27)
6.º Sábado Cerimonial – Festa dos Tabernáculos [Primeiro dia] – 15.º dia do sétimo mês – (Lv 23:39)
7.º Sábado Cerimonial – Festa dos Tabernáculos [Último dia] – 22.º dia sétimo mês – (Lv 23:39)
“São estas as FESTAS fixas do Senhor, que proclamareis para santas convocações, para oferecer ao
Senhor oferta queimada, holocausto e oferta de manjares, sacrifício e libações, cada qual em seu dia
próprio, ALÉM DOS SÁBADOS DO SENHOR, e das vossas dádivas, e de todos os vossos votos, e de
todas as vossas ofertas voluntárias que dareis ao Senhor.” (Levítico 23:37 e 38)
Esses dias festivos eram chamados de sábados porque eram guardados e respeitados como se fossem o
“sábado semanal” do quarto mandamento. Os “sábados cerimoniais” não são descritos na Lei de Deus, e
sim na Lei de Moisés, e estavam sempre ligados com os rituais mosaicos, abluções, ofertas, manjares,
ordenanças, holocaustos etc. (Lv 23:37).
Estes foram abolidos na cruz, pois eram sombras das coisas futuras:
“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados,
porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.” (Colossenses
2:16-17 cf Gálatas 4:9-10).
O “sábado semanal” não representa “sombras das coisas que haviam de vir”, pois está vinculado a um
acontecimento do passado, a criação (Gênesis 2:1-3).
Alguns ensinam que Colossenses 2:16-17 refere-se ao sábado semanal e, que este era sombra de Cristo.
Sendo assim, baseados nesta distorcida e bizzara interpretação, deveríamos afirmar, também, que Deus
descansou na “sombra de Cristo” ao terminar sua obra criadora no sétimo dia? Incrível como uma mente
pecaminosa tenta se esquivar da Lei de Deus.
SEGUNDO O TEÓLOGO PRESBITERIANO CHARLES HODGE: “Apela-se a passagens tais como
Colossenses 2:16: ‘Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova,
ou sábados”. E Romanos 14:5: ‘Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada
um tenha opinião bem definida em sua própria mente”. Cada um de nós, contudo, sabe que as igrejas
apostólicas viviam grandemente atribuladas pelos judaizantes, os quais insistiam em que a lei mosaica
continuava em vigor, e que os cristãos eram obrigados a conformar-se às suas prescrições acerca da
distinção entre alimentos limpos e impuros, bem como a seus numerosos dias de festa, nos quais todo
trabalho tinha de ser interrompido. Esses eram os falso mestres e essa era a falsa doutrina contra a qual
muitas das epístolas de Paulo se dirigiam. É uma óbvia referência a tais homens e suas doutrinas que
passagens como as supracitadas foram escritas. Elas não fazem nenhuma referência ao Sábado semanal, o
qual fora observado desde a criação, e o qual os próprios Apóstolos introduziram e perpetuaram na Igreja
Cristã.” – Systematic Theology, p. 1269.
DE ACORDO COM ADAM CLARKE, TEÓLOGO METODISTA: “‘Ninguém vos julgue pelo comer
ou beber’. . . O apóstolo aqui se refere a algumas particularidades do escrito de ordenanças, que foram
abolidas, a saber, a distinção de carnes e bebidas. . . e a necessidade da observância de certos feriados e
festivais, tais como as Luas novas e sábados particulares ou aqueles que deviam ser observados com
incomum solenidade; todos eles foram abolidos e cravados na cruz, e não mais eram de obrigação”. –
CLARKE, A. Clarke’s Commentary – referindo-se aos “sábados” de Colossenses 2:16.
AFIRMA O TEÓLOGO ASSEMBLEIANO HAROLD J. BROKKE: “É possível que alguém imagine
que a transgressão desse quarto mandamento é menos grave do que a transgressão dos outros nove. A
verdade, porém, é que quem se dispõe a transgredir o quarto mandamento já tem no coração a inclinação
de transgredir um ou mais dos outros mandamentos… Por que deve o homem guardar o sábado do
Senhor? Porque é justo! Segue-se aqui o mesmo princípio de não furtar porque não é justo.” – BROKKE,
H. J. (2002). Prosperidade pela Obediência, p. 58-59.
O ILUSTRE TEÓLOGO BATISTA AUGUSTUS HOPKINS STRONG:
“Percebemos… a importância do valor do sábado, como comemorativo do ato divino da criação e,
necessariamente da personalidade, soberania e transcendência de Deus. O sábado é de obrigação perpétua
como o memorial estabelecido de Sua atividade criadora. A instituição do sábado antedata o decálogo e
forma uma parte da lei moral. Feito na criação, aplica-se ao homem como homem em toda a parte e em
qualquer época, em seu atual estado de existência… Nem nosso Senhor nem Seus apóstolos ab-rogaram o
sábado do decálogo. A nova dispensação anula as prescrições mosaicas relativas à maneira de guardar o
sábado, mas continua reafirmando sua observância como de origem divina e necessária a natureza
humana. Nem tudo na lei mosaica foi abolido em Cristo… Cristo não cravou na Sua cruz mandamentos
do decálogo. Jesus não se defende da acusação de quebrar o sábado declarando que este fora abolido, mas
estabelece o verdadeiro caráter do sábado em atender uma necessidade humana fundamental.” –
STRONG, A. H. (1949). Systematic Theology. The Judson Press, v. 2, p. 408; 409; 548.
CONFIRMA O TEÓLOGO PRESBITERIANO THADDEUS CONSTANTINE BLAKE:
“O Sábado é uma parte do Decálogo – os Dez Mandamentos. Isso por si só resolve a questão da
perpetuidade da instituição8… Até que, por consequinte, possa ser demonstrado que toda a lei moral fora
revogada, o Sábado permanecerá… O ensinamento de Cristo confirma a perpetuidade do sábado.”
BLAKE, T. C. (1880). Theology Condensed, Cumberland Presbyterian Pub. House, p. 474-475.
FONTE: http://sites.google.com/site/iasdonline
Outras citações de outros ministros das mesmas denominações religiosas aqui citadas, e de outras mais,
podem ser encontradas no referido site.

Responder

Jean Patrik em 17 de julho de 2010 20:34


Paz do Senhor querido Gabriel!!!
Creio que você não analizou bem o que eu coloquei ai, você disse que a igreja catolica foi quem mudou o dia de
sábado para o dia de domingo, só que você esqueceu de observar que antes da igreja católica vim a existir e se
conromper, os lideres daquela igreja primitiva ja falavam desse assunto. Se você não sabe a igreja católica nasceu no
fim do século lll ou no começo do século IV, nesse caso não teria como a igreja catolica criar uma coisa já criada, na
realidade o que a igreja catolica fez, foi só validar o que já a muito tempo os cristão primitivos já faziam.
Sobre o domingo (Sunday) ser o dia do sol, para mim não me comunica em nada, pois se você não sabe, sábado
(Saturday) era dedicado ao deus Saturno e prestava-se culto com orgias e muita bebida, então nesse caso o sábado é
tão pagão quanto o domingo. Ta vendo meu caro colega Gabriel, nesse exato momento creio que você deve está
discordando plenamente, porém, como eu já disse, se formos levarmos por esse lado teriamos o sábado, o domingo, a
segunda… e todos os dias pagãos. Como eu sei que o domingo e nem sábado e nem dia nenhum é pagão, então para
mim isso não me comunica em nada, pois o que aconteceu é que houve alguém mal intencionado, tão mal
intencionado que quando inventaram esse argumento seria justamente para tentar validar o sábado como dia do
Senhor e o Sinal de Deus com o seu povo. Mas parece que esse argumento não cola mais.
Manda outra, pois essa está mais do que respondida.
Jean Patrik

Responder

o
João Konflanz em 17 de julho de 2010 21:49
Olá Jean
Desculpe amigo, mas querer afirmar que o domingo é o dia de guarda, aí vc forçou a amizade. Só me responda uma
coisa, o que esta escrito no 4º mandamento? se estiver escrito que é o 1º dia (domingo) te garanto que a igreja
adventista do 7º dia vai passar a se chamar Igreja Adventista do 1º Dia. Haaa, não vale lêr da bíblia da igreja católica
tá…tenque ser na joão ferreira de almeida..

Responder

Walans de Souza em 18 de julho de 2010 4:34

A Paz do Senhor irmão Jean,


imagino que o Prof. Leandro esta ajeitando um tempo pra responder seus questionamentos com muita
sabedoria e a sua altura de conhecimento pois temos visto que o irmão tem um vasto conhecimento de
muitas coisas, mas o que nos deixa inquietos é que o irmão tem usado textos fora de contexto,
argumentos que não estão no verdadeiro sentido e as coisas estão tomando um outro rumo….. não adianta
eu deixar textos biblicos aqui pq o irmão irá refutá-los mas peço para que o irmão analise com mais
carinho e cuidado este assunto, pois uma pessoa que recebe o Espirito Santo, tem revelações do céus,
profetiza em nome de Jesus, jamais negaria os 10 mandamentos e o sabado da criação….memorail da
redenção…

Responder

Gabriel Miranda em 18 de julho de 2010 16:41


Jean, não refutarei sua resposta, pois pela mesma percebo que sua visão sobre este acontecimento ainda é
um pouco limitada. Faça o estudo de Daniel juntamente com Apocalipse como disse, faça as aplicações
proféticas e históricas corretamente e você ampliará muito sua visão sobre este assunto tão importante.
Um grande abraço e fique com Deus.

Responder

CELSO ALMEIDA em 17 de julho de 2010 22:18


Uma pessoa racional sabe que a grande maioria não vai se salvar, assim como Deus tem os seus servos,
satanas tambem tem os seus agentes aqui na terra, e o que ele quer é que todos fiquem confusos e Deus
nos advertiu que isto iria acontecer em Daniel 7:25, que iriam mudar os tempos e a lei, por mais claro que
seja para algumas pessoas elas ainda sempre vão procurar argumentos para debater não os adventistas
mas o próprio Deus, não entrem na jogada de satanas orem por essas pessoas que nada mais são do que
vitimas de satanas.

Responder

Valdecir Loscol em 17 de julho de 2010 23:17


Eu não conheco o livro que o professor Leandro Quadros citou mais sei que se ele está falando
ele sabe o que está dizendo eu o acompanho sempre na Mira da Verdade ,aliás ,quero dar um conselho a
qualquer um de vcs que tenham qualquer dúvida ou curiosidade bíblica assistam o programa toda terça
feira na Tv Novo Tempo .Não a dúvida que resista a ótica bíblica do :Professor :Leandro Quadros
.Abraço Professor …rsrsss

Responder

José Francisco de Barros em 17 de julho de 2010 23:32


Aí em cima o irmão pergunta o que está escrito no 4º mandamento…eu sei que está escrito no cap 30, vs
10 a 14 de Dt o seguinte:
“Quando deres ouvidos à voz do SENHOR teu Deus, guardando os seus mandamentos e os seus
estatutos, escritos neste livro da lei, quando te converteres ao SENHOR teu Deus com todo o teu coração,
e com toda a tua alma.Porque este mandamento, que hoje te ordeno, não te é encoberto, e tampouco está
longe de ti.Não está nos céus, para dizeres: Quem subirá por nós aos céus, que no-lo traga, e no-lo faça
ouvir, para que o cumpramos?Nem tampouco está além do mar, para dizeres: Quem passará por nós além
do mar, para que no-lo traga, e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos?
Porque esta palavra está mui perto de ti, na tua boca, e no teu coração, para a cumprires.”
Portanto a palavra é bem clara que não só o 4º mas todos os mandamentos devem estar vbem perto de nós
para cumprirmos…devem estar nos nossos corações.
Aliáz, esta pergunta os discípulos fizeram também a Jesus, que no cap 17:20 – 21 de Lucas respondeu:
“O reino de Deus não vem com aparência exterior.
Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós”
.
PAZ DO SENHOR!

Responder

José Francisco de Barros em 17 de julho de 2010 23:39


Em tempo:
Segundo a palavra os mandamentos devem estar nos nossos corações para os cumprirmos …e não em
tábuas de pedras ou outras regras que não as ensinadas por Jesus.

Responder

Jack em 17 de julho de 2010 23:40


Reforçando o que João disse, me mostre onde Jesus (Deus) abençoa , santifica, e guarda o domingo…
Hebreus 4:9 pra vc amigo, Hebreus 4:9…

Responder

carlos Eduardo em 18 de julho de 2010 15:56


A Paz Do Senhor amados de Cristo!!!porque não pregamos somente que jesus salva liberta batiza com o
Espirito Santo e em breve nos levará ao céu.as pessoas que não conhecem a Cristo não entendem e ficam
pensando que estamos guerreando entre nós.agora concernente a guardar o sabado.não é melhor guardar
todos os dias,somos a igreja do Senhor na terra isto é, cada pessoa é o templo em cada denominação
existe um povo que Cristo buscará,os que lavaram suas vestes no sangue do cordeiro.e para nos lavarmos
no sangue do cordeiro Cristo devemos ter comunhão com todos,e Deus conhece o meu e o seu coração
pense nisso.pela graça sois salvos por meio da fé isso não vem de vós é dom de Deus.

Responder

Jean Patrik em 18 de julho de 2010 16:23


Deus trabalhou no sétimo dia, isso é revelaor para mim.
Mas veja:”Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados.
E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha
feito.”(Gn.2.1-2).
Deus terminou a sua obra de Criação no 7° dia, então Deus trabalhou no 7° dia, e penso eu antes que aquele dia
terminasse Ele descansou.
Essa é boa!!!
A bíblia é tremenda!!!
Ela é reveladora!!!
Jean Patrik

Responder

o
Almir Ivan Borges em 16 de março de 2014 3:00
Bem, caro Jean, que obra Deus fez no sétimo dia?
Quanto ao Sábado sempre gosto de buscar o entendimento de teólogos de outras denominações que argumentam a
favor de sua realidade como o Dia do Senhor do que dos “sectários”, “legalistas” adventistas do sétimo dia…
Asim leiamos o metodista Adam Clark:
“É voz geral da Escritura que Deus terminou toda a criação em seis dias e repousou no sétimo, dando-nos um
exemplo de que trabalhemos seis dias e no sétimo descansemos de toda atividade manual. É digno de nota que a
Septuaginta, a Siríaca e a Samaritana dizem sexto dia, em vez de sétimo; e isto deve ser considerado certo”.
Concluindo suas explicações, Clark aventa a hipótese de ter havido uma confusão no hebraico entre os números 6 e 7,
por serem muito parecidos.
Agora, sim, complementemos com O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia sobre Gênesis 2:2:
“Têm sido feitas várias tentativas para resolver a aparente dificuldade entre os versos 1 e 2; um declara que a obra de
Deus foi terminada no sexto dia e o outro no sétimo. A Septuaginta e a versão samaritana têm escolhido o caminho
mais fácil para resolver o problema, substituindo com a palavra ‘sexto’, a palavra ‘sétimo’ do texto hebraico…
‘Acabou’ Yekal (hebraico). Alguns eruditos, começando por Calvino têm traduzido Yekal como ‘havia acabado’, o
que é gramaticalmente possível…”. A Bíblia Nova Versão Internacional tem uma ótima tradução para esse verso:
“No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou.” E isso com base no termo
hebraico “Yekal”.
Realmente Jean, eu também adoro a Bíblia por que como você mesmo diz, ela é “Reveladora…”
Haveria muito mais a dizer, mas creio que já dá para perceber que a Bíblia, sendo de inspiração divina, não se
contradiz a si mesma, afirmando ora uma coisa – término da obra no 6º dia – ora outra – término no 7º dia.

Responder

Maiara Costa - Equipe em 17 de março de 2014 11:20

Olá Almir!
Muitíssimo obrigado por compartilhar aqui a opinião do renomado teólogo Adam Clarke.
Entretanto, vale a pena ressaltar que nós Adventistas não somos sectários, isso já foi comprovado pelo
grande apologista batista Walter Martin, e muito menos legalistas, pois não cremos na salvação pelas
obras.
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.

Responder


Gabriel Miranda em 18 de julho de 2010 17:18
Jean vamos ver se o que você afirmou é correto. “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde
e manhã, o sexto dia. Assim, pois foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado
no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito.” (Gn 1:31, 2:1 e 2). O que
Deus fez no sétimo dia? Estes versos não mostram nada que Deus fez no sétimo dia. Vamos ver. “Assim, pois, foram
acabados os céus e a terra e todo o seu exército.” Assim como? Da forma que foi descrita anteriormente. As palavras
“assim” e “foram” nos mostra que a frase está se referindo a algum evento no passado. Portanto a Bíblia não faz
menção a qualquer obra feita por Deus no sétimo dia. É meu amigo Jean, cada vez está ficando pior sua distorção da
palavra de Deus e isso é muito grave. Estou orando por você, fique com Deus.

Responder

João Konflanz em 18 de julho de 2010 22:26

Caro Jean.
Não escreva esse tipo de coisa amigo, você esta se matando sozinho…como você pode dizer que Deus
trabalhou no sábado cara?…leia o texto direito rapaz…..o que esta escrito antes?…caramba, será que é
tão dificil lêr a bíblia e interpretar o texto como ele é?….
O pastor da minha igreja deu um estudo bíblico uma vez para uma evangélica, onde ela tinha tanto
preconceito com o sábado que quando ia lêr a palavra sábado na bíblia, simplesmente travava…ela não
conseguia lêr de tanto preconceito que tinha.
Acho que você é uma dessas pessoas, para com essa idéia de querer provar que o domingo é o dia de
guarda rapaz.

Responder

Allyson em 18 de julho de 2010 21:03


ola a todos, vejo que os “irmãos”(jean patrik/Alexandre) insistem em não querer aceitar o sábado do
senhor e ainda tentam diminuir a sua inportância e eo seu significado.Eu vejo nas suas falas que querem
por que querem afirmar que jesus aboliu a lei e mais que ele ensinava os discípulos a quebrarem o
sábado.
SE JESUS veio violar a lei e ensinar seus discípulos o mesmo então ele estava indo contra um principio
que ele mesmo disse em mateus 5:17.
E mais em 1joão 3:4 afirma o seguinte: TODO aquele que pratica o pecado tanbém TRANSGUIDE a
lei,porque o PECADO éa transgressão da lei.
Então segundo a essa tese deles(jean patrik/Alexandre) concluimos que JESUS ensinavam os discípulos a
PECAREM.veja que incoerencia pensar dessa forma.E além disso no verso 8 do mesma epístola diz que:
AQUELE que pratica o PECADO(que é a transgressão da lei) procede do diabo,porque o diabo VIVE
pecando desde o princípio.
se JESUS ensinava seus seguidores de sua época a violar o sábado estava ensinado-os a fazer a vontade
do diabo que é cometer pecado(lembrando que pecado segungo a ensinamento de joão é a transgressão da
lei).
vejam voscês mesmo (jean patrik/Alexandre) o que realmente JESUS veio fazer de acordo com 1joão cap
.3, bem no finalzinho do verso 8 diz o seguinte: PARA ISTO SE MANIFESTOU O FILHO DE
DEUS:PARA DESTRUIR AS OBRAS DO DIABO.
Jesus veio “DESTRUIR AS OBRAS DO DIABO”. e voces nos diz que jesus veio QUEBRAR a
lEi.Então me responda os dez mandamentos é criação do diabo?
vejo que leandro quadros não argumentou nada sobre os seus comentários novos.E não é de se
admirar.pois pelo que leandro ja apresentou a vocês na Bíblia varias provas da lei de DEUS (que é valido
em nossos dias) e contextualinado e esclarecendo os textos que voces usam para dar enfâse a essa
doutrina anti-Bìblica, fica cansativo lidar com pessoas
assím que querem tirar a veracidade de um ensinamento BÍblico e que continuam usando os mesmos
textos distorcido por eles anteriormente dito ja esclarecidos.
Estarei orando por voces e por leandro para que DEUS continue le dando sabedoria que so vem do alto.
a paz do senhor!

Responder

alexandre em 18 de julho de 2010 22:23


Gabriel!
“Querido amigo Jean Patrik, tenho duas perguntas a lhe fazer. Primeira: Com base em que você afirma que AP 1:10
trata o domingo como dia do senhor? Segunda: Se o sábado – sétimo dia da semana – é a sombra de Cristo, Deus Pai
em GN 2:3 descansou à sombra de Deus Filho, como uma criatura?”
Estude a etmologia da palavra no original grego.Aí você vai saber por conta própria !
Vai pesquisar um pouco!

Responder

Gabriel Miranda em 18 de julho de 2010 23:27

Alexandre, concordo com você que tenho que pesquisar mais, pois ainda tenho muito a aprender, mas,
mais do que pesquisar eu preciso orar por “pobres coitados” como você, pois continuo vendo
agressividade em suas palavras. A agressividade desnecessária só mostra que você se sente acuado com
fatos contundentes que você insiste em negar. E mais ainda, mostra a falta do Espírito Santo em seu
coração. Estou orando por você, fique com Deus.

Responder

Alexandre em 19 de julho de 2010 0:05


Pois é Gabriel!
Vai estudar um pouquinho pra evitar que você fale coisas sem fundamento tá bom
CONCORDO COM VOCÊ PLENAMENTE!SOU UM POBRE COITADO!
E É POR ISSO QUE O PROFESSOR E MAIS ALGUNS AQUI ANDAM ENFIANDO O RABO NO
MEIO DAS PERNAS AO DEBATER COMIGO!
POR CAUSA DE EU SER UM POBRE COITADO!
SÓ SEJA MAIS PESQUISADOR ANTES DE FALAR, PRA QUE VOCÊ NÃO SEJA O PROXIMO A
TER QUE ENFIAR O RABO NO MEIO DAS PERNAS TAMBEM TA BOM!

Responder

alexandre em 19 de julho de 2010 0:26


Gabriel disse:
“A agressividade desnecessária só mostra que você se sente acuado com fatos contundentes que você
insiste em negar”
ISSO MESMO! É POR ISSO MESMO QUE O LEANDRO VIVE APAGANDO MEUS TEXTOS!
PORQUE EU ESTOU COMPLETAMENTE ACUADO!
EU POSTEI ANTERIORMENTE ALGUNS TEXTOS CHEIOS DE AGRESSIVIDADE, COMO
TEXTO DE COLOSSENSES 2;16, O TEXTO QUE EU MANDEI PARA ALGUEM QUE SE CHAMA
WALLACE, DENTRE OUTROS!
O LEANDRO DELETOU TODOS, POIS ERAM MUITO AGRESSIVOS!

Responder

alexandre em 19 de julho de 2010 0:29


E mais!
“Estude a etmologia da palavra no original grego.Aí você vai saber por conta própria !
Vai pesquisar um pouco!
ME APONTE NO TEXTO DIRIGIDO À VOCÊ, EM QUE MOMENTO EU FUI AGRESSIVO, NESSE TEXTO!

Responder

Gabriel Miranda em 19 de julho de 2010 1:06

Alexandre, você distorce e molda a palavra de Deus conforme o seu gosto e eu que falo coisas sem
fundamento? Se você não sabe é possível identificar agressividade na forma em que um texto, ou uma
frase é formada. E se você não sabe também, escrever somente em caixa alta é falta de educação e passa a
impressão de que o autor está “gritando”. A respeito de o Professor Leandro apagar os seus textos, muito
provavelmente é pela sua ignorância e agressividade. Mais uma vez quero dizer que isso mostra que o
Espírito Santo não está em seu coração, portanto você não tem nenhuma inspiração dele.
Indiscutivelmente um pobre coitado que não tem nada a acrescentar aos freqüentadores deste site.
Continuarei orando por você. Fique com Deus.

Responder

Hércules em 19 de julho de 2010 0:45


Tem uma coisa que eu queria saber: Por que vocês ficam discutindo tanto esse assunto, com rodeios
intermináveis, que não levam a lugar nenhum?
Não seria muito mais fácil dobrar os joelhos e pedir a Deus, em oração, que lhes revele se devem ou não
guardar o Sábado?
Garanto que quem fizer essa oração com sinceridade não ficará sem resposta – assim como eu não fiquei
!!!
Desejo que o Senhor do Sábado lhes abenções e que o Seus Espírito Santo lhes inlumine a mente e lhes
guie em toda a Verdade.

Responder

Jean Patrik em 19 de julho de 2010 0:53


Querido Gabriel, concordo com você que a bíblia não fala claramente que o dia do Senhor seja o domingo, isso no
novo testamento. Então é bom e coerente o irmão concorda que Ap.1.10 também não fala do Sábado, sendo assim
ficamos no campo da suposição e conjicturação. Certo?
Querido Paulo não guardou o domingo, a questão não o dia que devemos guardar.
Veja bem em At.17.2 prova que Paulo como seu costume guardava o sábado. Preste atenção e faça uma análize: Por
que o escrito do livro de Atos disse segundo o seu costume?
Porque Paulo era judeu, isso só comprova o que está escrito em Ex.31.13-17.
veja: “Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal
entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica.
Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer
que nele fizer alguma obra, aquela alma será eliminada do meio do seu povo.
Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do descanso, santo ao SENHOR; qualquer que no dia do
sábado fizer algum trabalho, certamente morrerá.
Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações por aliança perpétua.
Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e ao
sétimo dia descansou, e restaurou-se.”
Irmão Gabriel a bíblia é bem clara, o sábado seria e é um sinal entre Ele e Israel (“Judeus”), e Paulo por ser da tribo
de Benjamim, era normal que guardase o sábado como o seu COSTUME Judeu.
Você citou: “Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra” (EX 20:9), bem se isso não for um mandamento, ou seja
Deus mandando o povo de Israel fazer isso, então o sábado para o judeus não quer dizer também ou necessariamente
descansar no sábado, algo que eu acho um erro de interpletação muito grande.
Concordo Gabriel que Gn.2.1-2 não mostra o que Deus completou ou acabou no 7° dia, mas uma coisa é verdade, que
Ele (Deus) terminou toda a sua obra no 7° dia e não no 6° como muita gente pensa.
Sendo assim é fato, que o nosso Deus tenha trabalhado parte do 7° dia, em cima dessa verdade foi que Jesus disse:”E
Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.” (Jo.5.17).
Glória a Deus pela a sua Palavra pois ela não traz confusão.
Me desculpe a minha resposta resumida.
Paz do nosso Senhor Jesus!!!

Responder

o
Almir Ivan Borges em 16 de março de 2014 4:14
O pior cego é realmente aquele que não quer ver. E aqueles que querem “vencer” os outros num debate acabam
fornecendo eles mesmos os elementos para sua refutação. Jean e Alexandre gostam de esgrimir textos de Paulo em
que aparentemente ele afirma que a Lei foi abolida. Ora, se a Lei foi abolida e Paulo continuou observando o Sábado,
“porque era judeu”, como ele tinha o “desplante” de censurar os cristãos judaizantes? Essa aparente contradição só se
resolve entendendo que a abolição, o “cravar na cruz” se refere apenas e tão somente as ordenanças, entre outras, o
sacrifício de cordeiros, que não tinha mais sentido pois o “Cordeiro que tira o pecado do mundo” já fora imolado. Se
o Sábado foi abolido na morte de Jesus, ocorrida muito antes de Paulo ser convertido na estrada de Damasco, por que
diabos (desculpem o termo enfático) o apóstolo continuou observando um preceito já abolido muito tempo depois, em
território pagão, como Filipos, na Macedônia (Grécia, bem longe da Judeia) onde não precisava agradar a nenhum
judeu? A aparente contradição paulina se desfaz quando se admite que o Decálogo nunca foi abolido, pois a Lei de
Deus é eterna.

Responder

Maiara Costa - Equipe em 17 de março de 2014 11:21

Mais uma vez Almir!


Muito obrigado por suas colocações.
Um forte abraço.

Responder

Alexandre em 19 de julho de 2010 1:30


“Alexandre, você distorce e molda a palavra de Deus conforme o seu gosto e eu que falo coisas sem fundamento”
CIDADÃO!COM TODO O RESPEITO!
ESTUDE A ORIGEM DA PALAVRA KURIAKE HEMERA, ASSIM VAI DESCOBRIR A RESPOSTA À
PERGUNTA QUE FEZ PARA O PATRIK
ESTÁ EM APOCALIPSE 1:10

Responder

Gabriel Miranda em 19 de julho de 2010 3:32


Alexandre, ficarei muito grato se você me mostrar um texto biblico que Kuriake Hemera faz menção ao
domingo.

Responder
o

Alexandre Fofo em 21 de julho de 2010 15:27


— O TEXTO ABAIXO É ESPECIALMENTE DESTINADO AQUELES QUE TENTAM DESVIAR A
ATENÇÃO DE COLOSSENSES 2:16 PARA APOCALIPSE 1:10 —
“Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta.”
(Apocalipse 1:10)
“egenomhn en pneumati en th kuriakh hmera kai hkousa opisw mou fwnhn megalhn wV salpiggoV”
(Hagilu Natan Elohim 1:10)
A expressão “dia do Senhor”, conforme aparece no original grego do Apocalipse é: KURIAKE
HEMERA. KURIAKE (vem de KIRIOS ou KURIOS) e significa “do Senhor” e HEMERA significa
“dia”. Esta expressão aparece apenas uma vez em todo o Novo Testamento, e exatamente em Apocalipse
1:10.
Algumas traduções bíblicas trocam a expressão “dia do Senhor” por “domingo”, fazendo com que muitas
pessoas se confundam e acreditem que o “primeiro dia da semana” foi mencionado por João durante a
redação do livro do Apocalipse.
A palavra “domingo” nos textos originais dos livros que compõem a Bíblia, não aparece em nenhum
verso. Então, por que traduzir Apocalipse 1:10, colocando-se a palavra “domingo” como correspondente
de KURIAKE HEMERA? Ou “domingo” aparece em algumas traduções por engano, ocasionado por
falta de atenção ao texto original grego ou por má fé por parte dos editores de tais traduções. Ficamos,
não obstante, com a primeira opção.
O “Dia do Senhor” na Bíblia
A expressão “dia do Senhor”, como aparece em Apocalipse 1:10, aparece 27 vezes em toda a Bíblia (na
versão Almeida Revista e Atualizada) e, distribuída em 25 versos. Com exceção de 2 versos apenas, nos
demais a expressão “dia do Senhor” está relacionada com o DIA do: “ajuste de contas”, “juízo final”,
“julgamento”, “da volta de Jesus”, etc. dia este na qual Deus executará Sua justiça de forma plena e
definitiva. Os 23 versos que apresentam a expressão “dia do Senhor” com os significados mencionados
são:
Isaías 2:12 – Isaías 13:6 – Isaías 13:9 – Jeremias 46:10 – Ezequiel 13:5 – Ezequiel 30:3 – Joel 1:15 – Joel
2:1 – Joel 2:11 – Joel 2:31 – Joel 3:14 – Amós 5:18 – Amós 5:20 – Obadias 1:15 – Sofonias 1:7 –
Sofonias 1:14 – Zacarias 14:1 – Malaquias 4:5 – Atos 2:20 – I Coríntios 5:5 – I Tessalonicenses 5:2 – II
Tessalonicenses 2:2 – II Pedro 3:10.
Nesses 23 versículos a expressão “dia do Senhor” ocorre 25 vezes. E as duas ocasiões em que a expressão
“dia do Senhor” não está relacionada com o “dia do ajuste de contas futuro”, isto é, com o “dia do juízo
de Deus” são:
“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se
chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus
caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs.” (Isaías 58:13)
“Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta.”
(Apocalipse 1:10)
Das 27 vezes em que a expressão “dia do Senhor” é mencionada na Bíblia, somente nessas duas, possuem
um significado diferente da grande maioria citada acima. E, uma delas é quando aparece relacionada com
o sábado do sétimo dia, chamado de dia do Senhor e pronunciada diretamente por Deus, como “está
escrito” em Isaías 58:13.
Baseado nessas informações, podemos avaliar que: ou João estava se referindo, em Apocalipse 1:10, ao
dia do juízo de Deus, como alguns defendem, apesar de tal interpretação ser insustentável pela exegese
do capítulo, ou, ele estava se referindo ao sábado do sétimo dia, em uma alusão direta à citação do
próprio Deus como foi registrada em Isaías 58:13. Preferimos optar pela segunda opção na qual tem-se
apoio dentro do contexto do capítulo 1 de apocalipse.
Independente dessas duas interpretações, é fato consumado que: João, definitivamente, não estava se
referindo ao primeiro dia da semana (domingo) quando escreveu a passagem registrada em Apocalipse
1:10. A afirmação que o “dia do Senhor” nessa passagem se refira indiscutivelmente ao “domingo” é
baseada em presunção sem nenhum valor probante.
————–
FONTE: http://sites.google.com/site/iasdonline/home/reparador/1apocalipse10
—————

Responder
o

Alexandre em 21 de julho de 2010 15:34

O texto que você adicionou nesse debate é proveniente do site:


>>> http://sites.google.com/site/iasdonline <<<

Responder

Marco Antonio em 19 de julho de 2010 1:42


Como será que DEUS trabalha?
Será que é em uma Carpintaria? Serralheria? ou outra coisa semelhante? Ou será que é mantendo a vida,
curando, provendo nosso sustento, perdoando nossos pecados quando suplicamos? Jesus afirmou: É
Lícito fazer o bem aos sábados MT 12:12 e naquele tempo os próprios sacerdotes realizavam o trabalho
no templo e ficavam sem culpa MT 12:05 e hoje quem é nosso Sumo Sacerdote? Jesus Heb 04:14 que
ministra no Santuário no céu Heb. 08:02. Por tanto é lógico que DEUS trabalha no Sábado, mas sem
invalidar a Sua Própria Lei, antes elevando-a e fazendo-a gloriósa, dando o real sentido a ela.
O sábado não é sinonimo de legalismo como muitos afirmam, pois seria Moisé, Daniel, Isaías e mesmo o
próprio Jesus legalistas? Pois eles guardaram o sábado!
O sábado não pode ser para os judeus, senão, seria o caso de Jesus ser só para os judeus, por ser ele
Judeu?
O sábado é um memorial de criação e quem nos criou, não foi Jesus ? JO 01:01 a 03
O sábado é um convite a descansarmos em Jesus MT 11:28 e Heb 0403 a 11
O sábado é um memorial da salvação e quem nos salvou, não foi Jesus Deut. 05:15 e Mat 01:21 .
Desta forma o Sábado assim como Jesus, seria só para os judeus ou também para os Gentios?
O sábado foi parte da criação sim, mas DEUS já havia feito todas as coisas e apenas instituiu este dia
como memoria para seus filhos de sua origem em DEUS. Ezeq 20: 12 e 20

Responder

Jean Patrik em 19 de julho de 2010 2:12


Queridos amigos e debatedores adventista, quero informa que estou deixando o debate, isso toma muito tempo, e as
vezes acabo dando resposta de dificil entendimento.
Tenho as minhas rasões para fazer isso, pode ser que eu volte a comentar mas agora é ora de pararmos.
Peço o Prof. Leandro que se possivel for de o seu paracer no que foi comentado aqui no blog na mira da verdade e
depois escreva outras coisas que não seja sobre um assunto que tanto alfineta os evangélicos não adventista.
Sabe queridos, o que me deixa incomodado em relação a vocês(Adventista do 7° dia), não é a questão de guardarem o
sábado, mas sim a interpletação que dão para o domingo dizendo que tal dia é o sinal da besta. Aproveitando quero
deixar claro que os evangélicos não guarda o domingo, os evangélicos tem o domingo como o seu principal culto.
Outra coisa que me deixa aborreciso é o seus exclusivismo, isso está explicito nesse site adventista de Fortaleza
(http://www.iasdcentralfortaleza.com.br/nossa-igreja/mensagem-pastoral/51-entre-a-verdade-esta-aqui.html).
Aqui nesse site está bem claro, que os adventista são dentetores da verdade.
Sem mais comentários!
Diante dessa duas questões que coloquei ai, é que eu estarei refutando e defendendo a fé cristã diante de tamanhos
absurdos.
Não fique ofendidos comigo, ao falar isso, quero ser sincero com vocês.
Paz seja com todos nós, e que o exclusivismo religioso em nosso meio venha cair por terra, e assim a igreja venha ser
a verdadeira igreja de Cristo, não estou falando de uma denominação, mas das igrejas espalhadas em varia
denominações em toda terra.
Jean Patrik

Responder

Gabriel Miranda em 19 de julho de 2010 3:01


Jean Patrik, quero dizer que gostei muito de “debater” com você. Que Deus te abençoe e te ilumine.
Fique com Deus amigo.

Responder

Marco Antonio em 19 de julho de 2010 4:38

Caro Jean!
Gostaia de fazer algumas consideralões a respeito do seu comentário:
1º – Se a IASD realmente for a igreja Verdadeira e detentora da verdade para o tempo do fim e daí, qual o
problema? estaríamos nós ou DEUS excluindo alguém de fazer parte deste movimento?
Por acaso não eram os judeus guardadores dos oráculos de DEUS RM 03:02.
É pecado pensar que se tem a verdade? Você não está dizendo a mesma coisa quando menciona que nós
estamos errados quanto a estas questões debatidas? Não está automaticamente dizendo que é vc que está
certo?
Qual é o problema de a igreja Adventista ser a verdadeira? Venha e faça parte dela!
Não há mérito em nenhun adventista em pertencer a esta igreja e tambem não é exclusividade nossa, mas
é pela misericórdia de DEUS.
No seu blog está postado a conversão de um pároco a igreja que vc pertence. Se ñ há uma igreja
verdadeira ou verdade, então por que deveria ele se converter e por que se prega aos católicos? Será que
não haverá católico na nova terra que tenha sido salvo?
Eu posso então acusa-lo de querer parecer melhor do que os outros ( católicos ) por pregar a eles e buscar
suas conversões?
Jesus certa vez disse: JO 10:16 Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém
conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor.
Não é só quem é adventista que será salvo, pelo contrário o maior nº daqueles que farão parte do povo de
DEUS está fora e muitos adventistas irão se perder. Até porque no final de tudo ñ haverá mais a igreja
adventista, mas só a verdade, pois todas as nossas instituições serão fechadas e só a menssagem de Apoc
14: 06 a 12 e Apoc 18:01 a 04 é que será pegada ou seja o evangélho eterno a todo o mundo pedindo ao
pov de DEUS sair de babilonia.
2º – Você também disse que os evangélicos não tem o domingo como o dia do Senhor, mas simplesmente
como seu principal dia de culto, mas não é o que encontramos nos sites do cacp e icp que possui
membros de sua deniminação outras que dizem claramente ser o 1º dia da semana o dia do Senhor.

Responder

Gilvan Almeida em 19 de julho de 2010 2:20


Olá Jean,
Realmente a Palavra de Deus não traz confusão. No entanto, seus argumentos contrários à guarda do
sábado não suportam uma melhor elucidação da Palavra de Deus. Na verdade, aqueles que se levantam
contra o sábado bíblico, estão lutando contra o próprio Deus, contra a verdade. A Bíblia diz: Conhecereis
a verdade e a verdade vos libertará(Jo. 8:32). A lei de Deus é uma das colunas da verdade(Sal. 119:142,
151).
O sábado é um dos 10 mandamentos do decalógo(Ex. 20:8-11). A Bíblia declara que o pecado é
transgressão da lei(1 Jo. 3:4). Se alguém vive trangredindo consciente e decididamente qualquer dos 10
mandamentos da lei de Deus, a Bíblia diz que é réu dos 10(Tg 2:10). Ser réu é estar sob a condenação de
Deus. Por exemplo, alguém que se diz cristão, que vai a igreja, ora em nome de Jesus, profetiza, faz curas
e milagres, fala em linguas, prega, mas que vive adulterando, ou roubando(dois dos 10 mandamentos do
decalógo), está sob a condenação de Deus.
Jesus declara isso de modo cabal em Mateus 7:23: “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não
profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos
muitas maravilhas?E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que
praticais a iniqüidade.”
Veja bem: a declaração de Jesus é clara: “apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.”
Iniquidade, no original grego, é anomia, que quer dizer contra a lei, aquele que vive contra a lei de Deus,
ou seja, no pecado. Todos somos pecadores, segundo a Bíblia, mas uma coisa é ser pecador, outra coisa é
querer viver no pecado. E a guarda sábado semanal é um dos 10 mandamentos da imutável lei de Deus, a
mesma que Paulo diz que é santa, justa e boa(Rom. 7:12).
Deus não deixou ao critério do homem dá a definição do que é pecado. Ele mesmo o fez(Ex. 20, 1Jo.
3:4). Seria interessante, se cada pessoa pudesse escolher por si só o que é pecado e o que não é. Os
adoradores de ídolos, mudariam o 2º mandamento que proíbe da adoração a imagens de esculturas, os
mentirosos fariam de tudo para extinguir o 9º, que trata do falso testemunho contra o próximo, os filhos
desobedientes extrairiam o 5º mandamento que ordena a honra aos pais, Bruno, o goleiro do flamengo,
acusado de matar a amante, anularia o 6º mandamento e por aí vai, e ninguém, nem Deus poderia fazer
nada. É justamente isso o que o diabo quer, pois ele veio para matar, roubar e destruir. Mas louvado seja
Deus, que nosso Pai Celestial não deixou a critério do homem fazer a sua própria lei. Ele mesmo
escreveu Sua santa Lei moral com Seu próprio dedo em tábuas de pedra, para que ninguém possa apagar
ou destruir(Ex. 31:18).
O profeta Daniel nos fala que haveria um poder usupador a serviço do maligno que faria de tudo para
mudar a Lei de Deus(Dan. 7:25). Tome cuidado, meu amigo, para não estar a serviço desse poder. A mão
de Deus pode pesar contra você, meu amigo. De Deus não se zomba. Arrependa-se antes que a porta da
graça se feche no teu coração.
Se fosse possível mudar a lei de Deus, Jesus Cristo, não precisaria morrer por nós. Bastava Deus
simplesmente revogar a Sua lei, e não haveria mais pecado nem pecador. No entanto, isso não é possivel
pois a Lei de Deus é um reflexo do caráter de Deus e do Seu governo e de Sua justiça. Por isso, Jesus
Cristo morreu, pois tomou sobre si as nossas iniquidades, os nossos pecados(Is. 5:4, 5). Por isso, a Lei de
Deus foi escrita pelo próprio Deus, e colocada dentro dentro da arca da aliança, diferentemente das outras
leis que foram dadas a Israel, escritas por Moisés e colocadas fora da arca. Essas outras leis sim tiveram
sua cessassão, seja na cruz(leis cerimoniais) ou com o fim do governo teocrático da nação de Israel(Leis
civis e penais). Mas a lei moral, o decalógo que define as práticas consideradas por Deus como sendo
uma perversão do Seu caráter, essa é perfeita(Sal. 19). E o que é perfeito, não precisa de mudança, não é?
Por isso Jesus disse que não veio mudar a lei, mas cumprir(Mat. 5:17). Que tal você seguir o exemplo de
Jesus, meu amigo?
Usar textos bíblicos como você está usando, fora do contexto, revela das duas uma ou ignorância por falta
de conhecimento de regras de interpretação ou dureza de coração. Para os dois casos há solução em
Cristo Jesus: arrependa-se. Vá ver direitinho qual foi o trabalho que Jesus fez no sábado, quanto foi que
ele ganhou para fazer as curas que fez no sábado ou quantas cadeiras ou mesas a Bíblia diz que Ele como
carpinteiro consertou no sábado.
Espero que não se cumpra na tua vida o que está escrito em 2 Pe. 3:15 e 16(parte final):
“E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos
escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as
quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras
Escrituras, para sua própria perdição.
Gilvan Almeida

Responder

Gilvan Almeida em 19 de julho de 2010 2:27


Errata:
Onde está escrito Is. 5: 4, 5, leia-se Is. 53: 4 e 5.
Gilvan Almeida

Responder

Gabriel Miranda em 19 de julho de 2010 2:53


Alexandre procure um professor de línguas que ele com certeza será um instrutor muito melhor do que
eu.

Responder

Gabriel Miranda em 19 de julho de 2010 2:55


“EU ESCREVO EM CAIXA ALTA PRA QUE NÃO PASSE DESPERCEBIDO O QUE ESTOU
FALANDO”.
Alexandre, escrevendo dessa forma a única coisa que não passa despercebida é tamanha falta de
educação.

Responder

alexandre em 19 de julho de 2010 11:12


A PALAVRA KURIAKI É DOMINGO EM GREGO ATÉ HOJE!
E ISSO NÃO TEM NADA A VER COM CATOLICISMO ROMANO!

Responder

o
Gabriel Miranda em 19 de julho de 2010 16:16

Muito bem Alexandre, agora nos mostre um trecho bíblico em que kuriake hemera faz menção ao
primeiro dia da semana, o domingo.

Responder

alexandre em 19 de julho de 2010 11:19


PRA QUE NINGUEM APAREÇA AQUI DIZENDO QUE NÃO É ASSIM, O QUE EU DISSE ACIMA
E QUE KURIAKI É APLICADA PARA INDICAR O DIA DE DOMINGO ATÉ O DIA DE HOJE!

Responder

Daniel em 19 de julho de 2010 11:56


Relaxem!!!!!!
O problema que vejo na IASD é que vocês só batem a tecla no Sabádo, que nem uns folhetinhos bem
bonitinhos falando do Sabádo, utilizem isso pra falar de Cristo!!Preguem as Boas Novas, que Deus esta
em Cristo se reconciliando com os Homens!!!!Depois digam se tem que guardar o Sabádo ou não…eu
sinceramente não vejo necessidade, mas temos respeitar quem guarda, pois se guarda faz para a Deus!!
Fiquem na PAZ do Senhor!!

Responder

Janilson em 19 de julho de 2010 13:16


Prezados…. já fiz alguns comentários por aqui mais sempre os retiram, inclusive sem nenhum
porque….sou adventista desde que nasci…cresci nesta igreja, nunca me afastei….conheço todas as
doutrinas e hoje, tenho certeza absoluta que também, como igreja, temos problemas graves em várias
formas de interpretações e análises de textos e contextos bíblicos. Principalmente porque a base de
algumas interpretações recaem sobre Ellen White….isso com certeza é um assunto que não se questiona
na minha igreja…é uma pena….porém, gostaria de fazer algumas considerações a todos que participam
deste debate:
Deus nos ama? De verdade? Ele quer que todos se salvem? Ou Ele quer que uma ou mais igrejas se
salvem? Jesus morreu por seres humanos ou por leis? Qual seria o motivo divino para que todos os seres
humanos de hoje tivessem tantas idéias diferentes a respeito de alguns temas, o sábado por exemplo?
Deus quer que debatamos e não cheguemos a lugar nenhum com esses debates? Deus quis criar confusão
em nossas mentes? Amigos, isso não é obra divina…..
Na minha maturidade especial entendo que Deus ama a todos e deu seu Filho Jesus para morrer por
todos, isso é inacreditável, um Deus morrer por mim…issso é importante, e não debates sobre qual dia
fará a diferença para aqueles que vão pro céu.
Se como adventistas cremos que o sábado é o dia de irmos a igreja, irmãos, aleluia, vamos para a igreja,
vamos fazer desse dia um dia especial.
Se outros irmãos, não adventistas, acham que o domingo é o dia de irem a igreja e de comulgarem com
Deus, aleluia, façam isso com todas as suas forças….
Essa coisa que temos de querer adequar textos bíblicos a nossa necessidade é o que tem deixado que
preguemos o evangelho de Cristo a todo o mundo.
Ficamos brigando desnecessariamente.
Porque não trocamos o sábado pelo dízimo? Já analisaram que nenhuma igreja no mundo tem idéia
diferente do dízimo, apesar do novo testamente e de Jesus darem idéias deiferentes do que fazemos hoje?
Todas as igrejas aceitam o dízimo. Isso não é incrível. Quando a gente bota dinheiro ninguém tem
coragem de debater? Falam até que roubamos a Deus se não deveolvermos os dízimos. Isso é uma
doutrina igual e que todos interpretam da mesma forma. Botou dinheiro, no negócio, tudo fica
resolvido….coitado daqueles que não devolvem….mais as igrejas só crescem, só ficam ricas, aí ninguém
questiona essa doutrina…..
Coitados de nós seres humanos. Só pela misericórdia divina é que ainda estamos vivos.
Jesus ainda não voltou porque sinceramente ainda não reconehcemos Jesus como o nosso salvador, só
Ele, nada mais…..que Deus nos abençoe!!!!

Responder

João Ricardo Nascimento em 19 de julho de 2010 16:31


Se o Sábado não deve ser guardado,porque Jesus disse ao jovem rico que ele deveria guardar os 10
mandamentos?

Responder

Erico Lima em 19 de julho de 2010 18:42


O Sábado era santo já antes do pecado (Gênesis 2:3). Adão e Eva guardavam o Sábado. Eles não
precisavam sacrificar um cordeiro, porque não havia pecado algum a ser limpo pelo sangue de Cristo.
Eles não precisavam da circuncisão, pois não havia um povo que seguia a Deus e outros que não
seguiam. Mas eles guardavam o Sábado, pois havia um dia que o seu Deus santificara, um dia que servia
para lembrar toda a semana da criação, tudo o que Deus tinha criado. Ainda enquanto o mundo era
perfeito, o Sábado era Santo.
Não se enganem pensando: “Os apóstolos guardaram o Domingo”. Antes examinem as escrituras, e
percebam que nada foi dito a esse respeito. “Sede meus imitadores, assim como eu sou de Cristo” disse
Paulo em 1o Coríntios 1:11. Jesus guardou o Sábado conforme diz o evangelho de Lucas: “E, chegando a
Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de Sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se
para ler.” Jesus tinha comunhão com Deus durante o Sábado, em Sua igreja. Cada palavra de cada
versículo da Bíblia tem uma mensagem para nós hoje. Não era o costume de Cristo entrar na sinagoga;
era o costume de Cristo entrar no dia de Sábado na sinagoga.
Jesus guardava o Sábado. “Sede meus imitadores, assim, como eu sou de Cristo” disse Paulo. Não
guardava Cristo o Sábado? Paulo estaria sendo imitador de Cristo sem guardar o Sábado? Estaremos
sendo imitadores de Cristo sem guardar o Sábado? De forma alguma. “Porque o Filho do Homem é o
SENHOR DO SÁBADO” Disse Jesus em Mateus 12:8. “Chegando o SÁBADO, passou Jesus a ensinar
na sinagoga” Marcos 6:2. Ele deixou um exemplo a ser seguido.
Há muitas evidências de que os apóstolos tinham o Sábado como dia santo. “Mas eles, atravessando de
Perge para a Antioquia da Pisídia, indo num SÁBADO à sinagoga assentaram-se” Atos 13:14; “Ao
saírem eles, rogaram-lhes que, no SÁBADO seguinte, lhes falassem estas mesmas palavras” Atos 13:42.
“No SÁBADO, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e,
assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido” Atos 16:13. Todos os apóstolos
guardavam e santificavam o sétimo dia da semana, o Sábado. “Paulo, como tinha por COSTUME, foi ter
com eles; e por três SÁBADOS disputou com eles sobre as Escrituras” Atos 17:2. “E TODOS OS
SÁBADOS disputava na sinagoga, e convencia a judeus e gregos” Atos 18:4. Eles tinham predileção pelo
Sábado, mas certamente não teriam se achassem que o Sábado perdera seu valor como dia santo.
Nunca, jamais! De forma alguma os apóstolos disseram que o dia santo não era o Sábado. Menos ainda
Jesus; pelo contrário, Ele disse: “Não penseis que vim REVOGAR a lei ou os profetas; não vim revogar,
vim para CUMPRIR. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til
jamais passará da lei até que TUDO se cumpra” Mateus 5:17-18.
Eis quem instituiu o Domingo como dia santo: “A mais antiga documentação da observância do Domingo
como imposição legal é o edito de Constantino, em 321 a.D., que decreta que as cortes de justiça, os
habitantes das cidades e o comércio em geral, devessem repousar no Domingo, excetuando-se apenas os
que se empenhavam em trabalhos agrícolas”, texto extraído da Enciclopédia Britânica. Os homens
tornaram o Domingo, que significa “Dia do deus-Sol”, dia santo, conforme a ordem de Constantino,
quando disse: “Que todos os juízes, e todos os habitantes da cidade, e todos os mercadores e artífices
descansem no venerável dia do Sol”. Lembrem-se do que nos diz as escrituras: “Porém, respondendo
Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens”. Amém.
“Disse mais o SENHOR a Moisés: Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente,
guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou
o SENHOR, que vos santifica. Portanto, guardareis o sábado, porque é santo para vós outros; aquele que
o profanar morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo. Seis
dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do repouso solene, santo ao SENHOR; qualquer que no
dia do sábado fizer alguma obra morrerá.” Êxodo 31:12-15. Deus abençoou e santificou o Sábado na
criação e, ELE próprio, descansou neste dia, por isso o Sábado é a aliança entre Deus e o Seu povo.
“Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu
sou o SENHOR que os santifica” Ezequiel 20:12. “Sábado de descanso solene vos será […] de uma tarde
até a outra tarde celebrareis o vosso sábado” Levíticos 23:32.
Sim, os apóstolos guardavam o Sábado. Os profetas guardavam o Sábado. Cristo, Senhor do Sábado,
também guardava o Sábado.

Responder

BIANCA DÚNIA em 19 de julho de 2010 19:11


BOA TARDE!
IRMÃOS EM CRISTO,
FAÇO QUE NÃO DEVEMOS DISCUTIR ESSES PONTOS DE FORMA DE NOS COMBATERMOS,
POIS A MISSÃO DE JESUS POR ESTA TERRA FOI LEVAR PAZ, CURA, VIDA.
IDE E PREGAI O EVENGÉLICO A TODA CRIATURA PARA AQUELE QUE NELE CRÊ SERÁ
SALVO
ME PERGUNTO TEMOS FEITO ISSO, NO ONIBUS NO SERVIÇO NA ESCOLA
TEMOS DADO A MÃO PARA O PRÓXIMO COMIDA AOS FAMINTOS
FICAM NA PAZ DE CRISTO
E PENSE NO IDE

Responder

Rodrigo Amaral em 19 de julho de 2010 19:38


BOA TARDE!!!
ESSES DEBATES SÃO BONS PARA APRENDERMOS, SÓ AS OBRAS NÃO SALVA!!!
DO QUE VALE O IDE SE ESTE ESTIVER REVELAÇÕES ERRADAS A RESPEITO DA BIBLIA!!!
ABRAÇOS A TODOS!!!

Responder

Jessica Alves em 19 de julho de 2010 20:07


Achei bem proveitoso esse texto e os comentários, afinal estou aprendendo aqui algumas coisas.Esse Dr
Timm realmente vem com bons argumentos, mas uma duvida que fiquei é a respeito de um comentário
que fala sobre Constantino, ele promulgou Domingo como dia de guarda, como foi isso, e as repercussões
na época?Gostaria de mais ensinamentos sobre isso, pois estou estudando sobre a guarda do dia de
Sabádo como dia Sagrado de Deus, o comentário sobre Constantino foi do amigo Erico Lima ali em
cima.

Responder

alexandre em 19 de julho de 2010 22:59


“Muito bem Alexandre, agora nos mostre um trecho bíblico em que kuriake hemera faz menção ao
primeiro dia da semana, o domingo.”
TÁ, JÁ VI QUE EU VOU TER QUE DESENHAR PRA VOCÊ PODER ENTENDER!
MAS NO PROXIMO POST EU DESENHO TÁ BOM?
DEPOIS EU É QUE SOU POBRE COITADO!
AIAI!

Responder

Marco Antonio em 20 de julho de 2010 1:02


Apoc. 01:10 – Achei-me em espírito no dia do Senhor e ouvi por detrás de mim uma grande voz como de trombeta
Isaías 58:13 – Se desviares o pé de profanar o Sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se
chamares ao Sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra e o honrares não seguindo os teus caminhos, não
pretendendo fazer a sua própria vontade, nem falando palavras vãs,
Se traduzirmos a frase de Isaías 58:13: “Dia do Senhor” que está em Hebraico para o grego ficará como está abaixo:
Kuriakh mera (kyriake hemera) – Grego = Dia do Senhor
dominica die – Latim = Dia do Senhor
domingo – espanhol e português = Dia do Senhor
O unico dia da semana em toda a Bíblia que é denominado Dia do Senhor é do Sábado.
Não existe está expressão para outro dia e aplicar Apoc 01:10 para o 1º dia da semana é totalmente impossível, dada a
falta de base Bíblica para isso.
Todas as vezes que aparece o 1º dia da semana, ele é apenas e tão somente denominado: 1º dia da semana somente
isso e nada mais.

Responder

o
Jean Patrik em 22 de julho de 2010 13:38
Graça e Paz do nosso Senhor Jesus queridos debatedores!
Estive acompanhando de longe o que foi dito aqui, e resolvi volta ao debate, isso devido o Leandro ter
negado o meu pedido de da o seu paracer e posta outras coisas que não alfinete tanto os evangélicos.
Agora é só aguarda que estaremos dando um acréssimo no que ja tenho dito aqui.
Um grande abraço!!!

Responder

Jean Patrik em 22 de julho de 2010 17:14


Paz do Senhor queridos!
Eis ai um estudo Etimológico, Bíblico e Histórico.
“Domingo, no Novo Testamento, é chamado de ‘O dia do Senhor’. Em latim, dominica die, de onde deriva seu nome
nas línguas neolatinas, por exemplo: no espanhol, ‘domingo’; no italiano, ‘domenica’; e no francês, ‘dimanche’,
faladas por cerca de 400 milhões de pessoas”.
Domingo é um vocábulo exclusivo do cristianismo. Essa palavra, bem como as suas análogas, não existia em
nenhuma língua do mundo até o final do século 1°, quando o apóstolo João criou a expressão grega: Kuriakh mera
(kyriake hemera), vertida para o latim como: dominica die.??
Antigos documentos da Igreja primitiva, transcritos para o russo, relatam que João, encarcerado na ilha de Patmos,
chorava muito ao chegar o primeiro dia da semana, ao lembra-se das uniões para a Ceia do Senhor, celebrada sempre
nesse dia: “No primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão…” (At 20.7). E foi justamente em
um “primeiro dia da semana” que Jesus, ressuscitado, lhe apareceu e lhe revelou os maravilhosos eventos do
Apocalipse (Ap 1.10).
Certamente que todo o livro não foi elaborado naquele mesmo dia. Mas o fato indiscutível é que Jesus apareceu a
João exatamente no “primeiro dia da semana”. Isso explica porque a Ucrânia e a Rússia trocaram os nomes do
primeiro dia da semana, que entre os pagãos era chamado “dia do sol”, por uma expressão tão ou mais significativa
do que aquela adotada nos países de línguas neolatinas.
Lemos na Bíblia ucraniana João afirmando que foi arrebatado no “dia da ressurreição” (Dien voscrecii). De igual
modo, na Bíblia russa também lemos: “Eu fui arrebatado em espírito, no dia da ressurreição”. Aliás, na língua russa,
todos os dias da semana ficaram subordinados ao dia da ressurreição! Por exemplo: segunda-feira, em russo, é
pondielnik (“o dia após a ressurreição”); terça-feira, voftornik (“o segundo dia após a ressurreição”); quarta-feira,
sreda (“terceiro dia após a ressurreição”), e assim por diante.
Vale realçar que o apóstolo João, ao frisar o dia da semana em que Jesus lhe apareceu, criou uma nova expressão na
língua grega: Kuriakh hmera (kyriake hemera). Expressão esta que deu origem à palavra “domingo”, conforme
explanaremos a seguir. Mas antes de continuarmos, para melhor compreensão dos nossos argumentos, recorreremos à
etimologia, que nos revelará a origem das palavras, o seu desenvolvimento histórico e as possíveis mudanças de seu
significado.
Vejamos alguns exemplos de como as palavras evoluem:
•A palavra “efeméride” provém de dois termos gregos: epi (“sobre”) e ?he hemera, que significa “dia”, de onde veio
também o adjetivo efêmero, ou seja, “o que é breve, transitório, passageiro”.
•A palavra “castigar” provém do latim: castus (“irrepreensível”, “puro”, “fiel”) + agere (“fazer”). Temos um emprego
bíblico neste sentido quando o escritor aos hebreus declara que Deus “castiga a quem ama” com a finalidade de nos
tornar puros e fiéis a Ele (Hb 12.6).
•As palavras “mouco” (ou surdo) e “domingo” possuem também sua origem num texto de João. Vejamos: “Então
Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o
nome do servo era Malco” (Jo 18.10). Malcus, do latim, deu origem à palavra “mouco”, em português, significando
aquele que não ouve, ou que ouve pouco ou mal; surdo.
Analisemos, agora, Apocalipse 1.10 à luz do original grego, da etimologia, da hermenêutica bíblica, da história e dos
escritos patrísticos.
Eis o que os mais abalizados biblicistas afirmam sobre a expressão joanina: kyriake hemera:
“Temos aqui a palavra kyriakos, em um sentido adjetivado, isto é, “pertencente ao Senhor”. Originalmente, esta
palavra era usada com o sentido imperial, como algo que pertencia ao César romano. ‘Os crentes primitivos […]
aplicaram-na ao domingo, o primeiro dia da semana’. Esse é o uso que se encontra em Didaché 14 e Inácio, Magn. 9,
que foram escritos não muito depois do Apocalipse”.
“‘O dia do Senhor’, em Apocalipse 1.10, é tido pela maioria dos autores como o domingo”.
“O primeiro dia da semana é, sem dúvida. ‘o dia do Senhor’, referido em Apocalipse 1.10”.
“A frase: ‘O dia do Senhor’, Kuriakh ?mera (kyriake hemera), ocorre uma só vez, e isto se dá no último livro.
Apocalipse 1.10 […] expressava a convicção de que o domingo era o dia da ressurreição, quando Cristo Jesus
conquistou a morte e se tornou Senhor de todos” (Ef 1.20-22; grifo do articulista).
Nem mesmo no texto grego da Septuaginta encontramos a expressão Kuriakh?mera, criada pelo apóstolo João para
aludir ao dia da ressurreição! A expressão hebraica “dia do Senhor” sempre foi vertida para o grego como ? (hemera
tou kyriou). Mas o que João escreveu foi: Kuriakh ?mera. Por que João teria usado uma expressão jamais encontrada
em qualquer outro escrito, sagrado ou profano? Cremos que pelas seguintes razões:
1) Para indicar algo também inédito na história da humanidade: a ressurreição de Cristo.
2) Para deixar bem claro que se referia ao dia da ressurreição, o domingo, e não aos eventos escatológicos da segunda
vinda de Cristo, a parusia, que também é chamada “dia do Senhor”, como nestes versículos:
a) “O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor” (At 2.20).
b) “… Seja entregue para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor” (1Co 5.5).
c) “Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite” (1Ts 5.2).
d) “Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite” (2Pe 3.10).
Há uma significativa diferença entre a expressão “dia do Senhor”, alusiva à segunda vinda de Cristo, e a expressão
que encontramos escrita em Apocalipse 1.10, “dia do Senhor”, referindo-se ao dia da ressurreição.
Kyriakos é uma forma adjetivada da palavra KurioV (Kýrios – Senhor) e significa literal e exatamente: “que diz
respeito ao Senhor”; “concernente ao Senhor”; “pertencente ao Senhor”; “senhorial”, ou “dominical”, e não “do
Senhor”, como lemos em algumas das nossas traduções.
A tradução literal de Apocalipse 1.10 seria: “Eu fui arrebatado pelo espírito no dia senhorial”. Mas este adjetivo,
“senhorial”, derivado do termo “senhor”, raramente é usado. O seu sinônimo é “dominical”, porque o português é
uma língua neolatina. “Senhor”, em latim, é Dominus. Assim, quando dizemos Dom Pedro II ou Dom Evaristo Arns,
estamos abreviando a palavra Dominus, para dizer: Senhor Pedro II, Senhor Evaristo Arns. O mesmo processo
etimológico acontece com o adjetivo “popular”. Quando algo pertence ao povo, não dizemos “povoal”, mas
“popular”, porque, em latim, populus, significa “povo”.
Acertadamente, Jerônimo verteu Kuriakh ?mera (kyriake hemera) para a Vulgata Latina como Dominica die (“dia
dominical”, “domingo”) e não como dia domini (“dia do Senhor”). Veja:
“Fui in spiritu in dominica die et audivi post me vocem magnam tamquam tubae”(Ap 2.10).
Daí, a clássica versão de Antônio Pereira de Figueiredo traduzir: “Eu fui arrebatado em espírito hum dia de domingo,
e ouvi por detrás de mim huma grande voz, como de trombeta” (1819).
Resgatando verdades históricas
Documentos escritos nos três primeiros séculos, muito antes de Constantino existir (280-337), adotaram e conservam,
todos eles, a mesma expressão concebida pelo apóstolo João para referir-se ao glorioso dia da ressurreição de Jesus
Cristo.
Século 1º: O ensino dos apóstolos
Possivelmente, contemporâneo do Apocalipse: “E no dia do Senhor Kyriake hemera, congregai-vos para partir o pão
e dai graças”.
Século 2º : Escritos de Melito de Sardes
Nestes escritos, há um tratado sobre a adoração no domingo, intitulado: peri kyriakes (acerca do dia dominical), “dia
do Senhor”, isto é, “domingo”.
Ano 115: Epístola de Inácio aos magnesianos
“Porque se no dia de hoje vivermos segundo a maneira do judaísmo, confessamos que não temos recebido a graça
[…] Assim pois, os que haviam andado em práticas antigas alcançaram uma nova esperança, já sem observar os
sábados, porém modelando suas vidas segundo o ‘dia do Senhor’ (Kyriaken zontes)”.
Ano 130: O “evangelho de Pedro”
É um documento histórico comprovadamente escrito no princípio do século 2o, e também se refere ao dia da
ressurreição usando o mesmo adjetivo kyriakes, que, na edição de Jorge Luís Borges, é traduzido corretamente por
“domingo”.
Ano 132, ou antes: Epístola de Barnabé
“Portanto, também nós guardamos o oitavo dia ( Kyriake hemera, ‘domingo’) para nos alegrarmos em que também
Jesus se levantou dentre os mortos e, havendo sido manifestado, ascendeu aos céus”.
150—168: Justino Mártir, Eusébio, Clemente de Alexandria
Escritores dos séculos 2º e 3º, todos eles também adotaram o Kyriake hemera criado por João para o “dia da
ressurreição”, vertido para o latim como Domínica die (“dia dominical”) e passado para o português como
“domingo”!
A singularidade do nome domingo
“E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana…” (Mc 16.9).
Alguns alegam que a palavra “domingo” não consta na Bíblia. É verdade. Não encontramos nos textos originais a
palavra portuguesa “domingo”, como também não encontramos as palavras: Deus, casa, livro, amor ou sábado, mas,
sim, as suas correspondentes nas línguas hebraica, aramaica ou grega.
Domingo é a tradução literal da expressão criada pelo apóstolo João: Kuriakh ?mera (kyriake hemera), vertida para o
latim como Domínica die e corretamente traduzida em todas as versões da Vulgata para as línguas neolatinas como
dominu lui, domingo, mingo, domenica, dimanche, e outros nomes semelhantes no galego, no provençal, no franco-
provençal, no romeno, no reto-romano, no sardo e no dalmático, faladas por mais de 400.000 000 de pessoas!
As seguintes traduções: de Antônio Pereira de Figueiredo, do Centro Bíblico Católico, dos Monges de Maredsous, de
João José Pedreira de Castro, do dr. José Basílio Pereira, do Mons. Vicente Zioni e Matos Soares, bem como
qualquer outra versão do Novo Testamento para o português ou para o espanhol, feita da Vulgata Latina, trazem em
Apocalipse 1.10 a palavra “domingo”.
Domingo não é um nome importado do paganismo, como saturday (“dia de Saturno”), nem do judaísmo, como
shabath (“descanso”).
Domingo não é dia comemorativo da criação do mundo nem da libertação do povo de Israel, tampouco dia de
descanso, pasmaceira, televisão, futebol, pescarias, clubes ou jogatina.
Domingo é dia de oração, de adoração, dia de cultuarmos a Deus, dia de atividade espiritual, como evangelismo,
visita aos necessitados, aos encarcerados ou enfermos!
Domingo é o nome de um dia exclusivo do cristianismo, criado por João para caracterizar e distinguir o dia da vitória
de Jesus sobre a morte, consumando a libertação de toda a humanidade.
Domingo é o dia aclamado por Davi, em sua jubilosa profecia sobre o dia da ressurreição: “Esta é a porta do
SENHOR, pela qual os justos entrarão. Louvar-te-ei, pois me escutaste, e te fizeste a minha salvação. A pedra que os
edificadores rejeitaram tornou-se a cabeça da esquina. Da parte do SENHOR se fez isto; maravilhoso é aos nossos
olhos. Este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele” (Sl 118.20-24).”
{Fonte: Revista Defesa da Fé.}
Qual dia era de regozijo e alegria para o cristão primitivos?
Deixe que a Bíblia e os fatos históricos fale por si:
Qual seria o dia que comemoraríamos hoje? Sexta feira ou o Sábado? Nestes dias o Senhor jazia frio na morte, na
tumba. Naqueles dias os discípulos não tinham esperança. Com muito sofrimento, eles lamentavam atrás de portas
fechadas. Eles diziam que pensavam que era Ele quem iria redimir Israel. Somente o dia da ressurreição mudaria este
triste momento.
– Este dia ocorreu na manhã do primeiro dia da semana que é o Domingo e a nossa redenção foi completa. Leiamos:
“Ora, havendo Jesus ressurgido cedo no primeiro dia da semana (no Domingo)”{Grifo meu} Ora, havendo Jesus
ressurgido cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete
demônios.
(Mc.16:9).
– No Domingo, Ele os encontrou em diferentes lugares e em repetidas vezes (Mc.16:1-11; Mt.28:8-10; Lc.24:34;
Mc.16:12-13; Jo.20:19-23).
– No Domingo Jesus os abençoou – Chegada, pois, a tarde, naquele dia, o primeiro da semana, e estando os
discípulos reunidos com as portas cerradas por medo dos judeus, chegou Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja
convosco.
(Jo.20:19).
– No Domingo Jesus repartiu sobre eles o Espírito Santo – E havendo dito isso, assoprou sobre eles, e disse-lhes:
Recebei o Espírito Santo.
(Jo.20:22)
– Aqui Ele primeiro comissionou para pregarem o evangelho a todo o mundo – Disse-lhes, então, Jesus segunda vez:
Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.
[Ora, havendo Jesus ressurgido cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual
tinha expulsado sete demônios.
Foi ela anunciá-lo aos que haviam andado com ele, os quais estavam tristes e chorando;
e ouvindo eles que vivia, e que tinha sido visto por ela, não o creram.
Depois disso manifestou-se sob outra forma a dois deles que iam de caminho para o campo,
os quais foram anunciá-lo aos outros; mas nem a estes deram crédito.
Por último, então, apareceu aos onze, estando eles reclinados à mesa, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e
dureza de coração, por não haverem dado crédito aos que o tinham visto já ressurgido.
E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura.
(Jo.20:21 e Mc.16:9-15).
– O Domingo tornou-se o dia de alegria e regozijo para os discípulos – Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado.
Alegraram-se, pois, os discípulos ao verem o Senhor.
(Jo.20:20).
– Os discípulos se reuniam no Domingo – E nós, depois dos dias dos pães ázimos, navegamos de Filipos, e em cinco
dias fomos ter com eles em Trôade, onde nos detivemos sete dias.
No primeiro dia da semana, tendo-nos reunido a fim de partir o pão, Paulo, que havia de sair no dia seguinte, falava
com eles, e prolongou o seu discurso até a meia-noite.
(At.20:6-7).
– As coletas eram feitas no Domingo – Ora, quanto à coleta para os santos fazei vós também o mesmo que ordenei às
igrejas da Galiléia.
No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder, conforme tiver prosperado, guardando-o,
para que se não façam coletas quando eu chegar (ICor.16:1-2).
Agora vejam fatos históricos em que o domingo de fato era o dia mais importante de culto entre os cristão primitivos:
Vejamos alguns depoimentos abaixo bem antes do século IV.
1. Inácio – (ano 107 d.C) “Deve todo amigo de Cristo observar o Dia do Senhor como festa, o dia da ressurreição, a
rainha e comandante de todos os dias” (carta aos magnésios cap. IX)
2. Barnabé – (ano 125 d.C) “Eis por que celebramos como festa alegre o oitavo dia, no qual Jesus ressuscitou dos
mortos e, depois de se manifestar, subiu aos céus” (cap. 15)
3. Justino, o Mártir – (ano 160) “Mas o domingo é o dia em que todos temos nossa reunião comum, porque é o
primeiro dia da semana, e Jesus cristo, nosso Salvador, neste mesmo dia ressuscitou da morte” (Apologia cap. 68)
4. O Ensino dos Apóstolos – ( ano 165 d.C) “Os apóstolos determinaram, ainda: no primeiro dia da semana deve
haver culto, com leitura das Escrituras Sagradas, e a oblação. Isso porque mo primeiro dia da semana o Senhor nosso
ressuscitou”
5. Clemente de Alexandria – (Ano 194 d.C) “Ele cumprindo o preceito conforme o evangelho, guarda o Dia do
Senhor, quando abandona uma disposição má e assume aquela do gnóstico, glorificando em si a ressurreição do
Senhor” (Livro 7 cap. 12)
6. Constituição Apostólica – (ano 250 d.C) “No dia da ressurreição do nosso Senhor, que é o dia do Senhor, reuni-vos
mais diligentemente” (Livro 2 sec. 7)
7. Anatólio bispo de Laudicéia – (ano 270 d.C) “A nossa consideração pela ressurreição do Senhor que se deu no dia
do Senhor, leva-nos a celebrá-lo.” (cap.10)
8. Pedro, bispo de Alexandria – (ano 306) “Mas o dia do Senhor nós celebramos como um dia de alegria, porque nele
ele ressuscitou.” (cânon 15)
Para complementar esse ponto invocaremos a palavra de um eminente vulto da teologia protestante:
“Deve-se lembrar, contudo, que o objetivo específico do sábado cristão é a comemoração da ressurreição de Jesus
Cristo dentre os mortos. Todos os exercícios do dia, portanto, devem ter referencia especial a ele e ä sua obra
redentora. É o dia em que ele deve ser adorado, reconhecido e louvado…É portanto um dia de alegria.”(Teologia
Sistemática, pág. 1273 – Charles Hodge – ed. Hagnos 1ª edição)
Clemente de Alexandria no Egito, AD 194 diz:
“Ele, cumprindo o preceito conforme o evangelho, guarda o Dia do Senhor, quando abandona uma disposição má e
assume aquela do gnóstico, glorificando em si a ressurreição do Senhor” (Livro 7 cap. 12)
Este autor fala dum “preceito”. Que preceito será este? O renomado Dr. Strong, em sua obra ‘Teologia Sistemática’,
pág. 410, referindo-se ao que Justino Mártir disse, e que já citamos acima, escreve o seguinte: “Isto parece indicar
que Jesus, entre a ressurreição e a ascensão, deu mandamento a respeito do primeiro dia da semana porque Jesus ‘foi
recebido em cima’ somente depois de ter dado mandamentos pelo Espírito Santo aos apóstolos que escolhera’. (At.
1.2) Se Jesus não deu um mandamento positivo a respeito do primeiro dia da semana, ao menos o Espírito Santo
sancionou o proceder dos apóstolos em relação a este dia de um modo tal que o observavam como se fosse por
mandamento.”(citado em ‘O Sabatismo à Luz da Palavra de Deus’ pág. 85 – Petrowsky – 5ª edição)
Diante desses fatos é impossivel não crer que os cristão primitivos consideravam o domingo como o dia do Senhor, e
também como o seu principal dia de culto.
Jean Patrik

Responder

AngelFire em 22 de julho de 2010 20:49


O livro de Apocalipse foi escrito na língua grega (Ελληνικό) e, neste idioma, NÃO EXISTE a palavra
DOMINGO. João em Apocalipse 1:10 usa a expressão em GREGO “kuriakh hmera” que unicamente
significa “dia do Senhor”. A Bíblia em todos os seus livros desconhece (completamente) o vocábulo
domingo. Na Bíblia os dias da semana, com exceção do sétimo dia que é denominado sábado (hashabbâth
– sabbath), são conhecidos pela ordem numérica: primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto e sexto dia
(Gn capítulo 1 e Gn 2:1-3).

A palavra “domingo” é originária do latim (latium), e é expresso da seguinte maneira: “dominicus”, e foi
criada para designar o “primeiro dia da semana”. O latim é um idioma que DERIVOU do grego e não o
inverso; e no grego não existe a palavra domingo. Usar as línguas que derivaram posteriormente do latim
como o espanhol, português, inglês, italiano e etc., não prova que “dominicus” significa “dia do Senhor”,
mas demonstra mera especulação baseada em ficção linguística.

As variações no latim para “Senhor” são: “Dominum, Domine e Dominus”, e nunca “dominicus”. Quem
afirma que “domingo” significa “dia do Senhor” nunca pesquisou a origem desse vocábulo. O uso
posterior da expressão “dies dominicus” [dia de domingo] pela Igreja de Roma como significando “dia do
Senhor” foi uma jogada para desviar o verdadeiro “dia do Senhor” descrito pelo profeta Isaías:

“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se
chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus
caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs.” (Isaías 58:13).

Alguns chegam ao extremo de dizer que a semana tem 8 dias!!! Gostaria de ver àqueles que usam de
teorias filosóficas apresentadas neste debate para defender o domingo como dia santo, face a face com o
Criador do sábado.

Utilizar Ricardo Petrowsky como apoio referencial foi no mínimo infantil. Não citarei a fonte primária do
sr. Petrowsky para não baixar mais ainda vossa referência.
Obs.: Ainda não entendi o porque do debate em torno de Apocalipse 1:10. A proposta não foi
Colossenses 2:16?

O site http://sites.google.com/site/iasdonline – já citado acima (nos “post” anteriores) possui o histórico
da origem da guarda dominical que alguns defendem tão ferrenhamente.

Responder

Leandro Almeida em 25 de julho de 2010 14:39


Quando vc escreve:- “antigos documentos da igreja primitiva”. A de salientar algumas observações. 1ª
Quem garante que alguns textos citados por vc provinham de fontes confiáveis(ou seja, de irmãos
realmente fieis, qualquer um poderia escrever tal definições para defender seus interesses, o que enteressa
aos adventistas é a biblia, não apenas História sem um pingo de fundamentação biblica,um crente como
vc pode ficar satisfeito com tal coisa, mais um verdadeiro seguidor de cristo, jamais) Até mesmo no
período dos apóstolos existiam falsos crentes (assim como existe hoje) e isso confirmamos nas epistolas
de Paulo. Para entendemos o porquê desses autores(citados por vc) e até mesmo denominações acharem
ser a palavra KURIAKH MERA referente ao dia do domingo é necessário conhecermos um pouco mais
da História. Vejamos; Nesse período o segundo século da nossa era a igreja estava de sobremodo sendo
perseguida, principalmente por eles si associarem aos judeus, pois ambos guardavam o sábado. Exista
serias contendas entre os judeus de um lado e os romanos e gregos do outro. Dessa forma para que os
cristãs não fossem confundidas com os judeus (pois ambos guardavam o sábado) uma parte dos mesmos
passou a observa também o domingo ficando assim observando os dois dias, mais a outra parte há dos
crentes fies continuaram a guarda somente o sábado como manda as sagradas escrituras(e é desses fies
irmãos que os adventistas são remanescentes). A evidência solida que os cristas da cidade de Alexandria
foram os primeiros a observarem também o domingo como dia de guarda, em meados dos anos 120 da
nossa era(muito tempo depois da época apostólica). A desculpa teológica dada para tamanha
desobediência fora a de que cristo tinha ressuscitado nesse dia e que fora o primeiro dia da criação. “Na
cidade de Jerusalém nesse mesmo período os judeus estavam em serias contendas com o império,”, pois o
império havia proibido a circuncisão e Adriano queria reconstruir Jerusalém como cidade pagã. É claro
que os judeus foram contra, e liderado por Barcocheba (que significa uma estrela) “ Eusébio (História da
igreja)se rebelaram, sendo no ano de 135 esmagado pelo exercito imperial. Adriano banio os judeus e
proibiu a observância do sábado e de outros rituais judaicos. Por isso os crentes não queriam ser
associado aos judeus renunciando, a guarda do sábado em parte e passando também a observa o domingo
cultuando os dois dias. Ao passar do tempo a religião começou a mistura-se com o poder do Estado
culminando no decreto dominical no séculoIII . –Portanto irmão Patrik os registros históricos que vc
citou são justamente daqueles crentes que misturaram o paganismo com o sagrado para assim fugir da
perseguição da época. Vamos pela lógica. Em sua resposta ao irmão Gabriel vc diz:-“Querido Gabriel,
concordo com você que a bíblia não fala claramente que o dia do Senhor seja o domingo, isso no novo
testamento. Então é bom e coerente o irmão concorda que Ap.1.10 também não fala do Sábado, sendo
assim ficamos no campo da suposição e conjicturação. Certo?” Vc mesmo confirma que na palavra
KURIAKH MERA não dar para saber se tratar-se do sábado ou do domingo. Como em apocalipse essa
palavra era uma expressão nova os falsos crentes inventaram que tratava-se do dia do domingo
justamente para se ter na bíblia uma justificativa para tal observância.Biblicamente nem historicamente
vc não pode provar nada. Porém todos os indicios biblicos nos leva a crer que se tratava do dia de sábado
e nunca nem jamas ao dia do domingo pois se assim o fosse o autor estaria se contradizedo já que ele
afirma categoricamente em -(1Jo 2:4) “Aquele que diz,eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é
mentiroso e nele não está a verdade”.( não existe mandamento de Cristo dizendo para guarda o domingo,
já o sábado dispensa comentários, ele mesmo declara ser o senhor do sábado) Por mais que vc tente
desfazer da biblia jamais vai conseguir. Os seus comentários acerga das passagens que fala sobre o 1ª dia
da semana chega ser ridículo, nem vou perde tempo comentanduos.Fiqui em paz.

Responder
Jean Patrik em 25 de julho de 2010 18:34
Wallans de Souza, você disse: “Jean, vc afirma que na criação Deus trabalhou no 7 dia, que é o sábado????”
Na realidade Walans não sou eu que afirmo, e sim a Bíblia.
Veja: Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército.
Ora, havendo Deus COMPLETADO no DIA SÉTIMO a OBRA que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra
que fizera (Gn.2.1-2).
Viu Walans como está claro que Deus completou a obra da sua criação no 7° dia?
Se você observar bem o contexto de Gênesis 2, perceberá que Deus não completou a sua obra no 6° dia e sim no 7°.
Sendo assim a Palavra de Deus (A Bíblia) está afirmando que Deus trabalhou no sábado, e só depois foi que Ele
descansou, abençoou e santificou o sábado. Diante dessa tamanha verdade, Deus abençoou um dia de trabalho, e,
ainda, abençoou e santificou tal dia. Não foi a toa que Jesus disse: “O meu Pai trabalha até agora e eu também
(Jo.5.17).
Glórias a Deus, pois a sua palavra não traz confusão.
Gabriel, quando você cita esses versiculos: Êxodo 20:10; Isaias 58:13; para mim não me comunica em nada, como eu
já disse o sábado foi dado aos judeus como sinal entre Deus e os judeus. Veja novamente: Ex.31.13-16 – “Falarás
também aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis os meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e
vós pelas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica.
Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente será morto; porque qualquer
que nele fizer algum trabalho, aquela alma será exterminada do meio do seu povo.
Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia será o sábado de descanso solene, santo ao Senhor; qualquer que no dia do
sábado fizer algum trabalho, certamente será morto.
GUARDARÃO, pois, o SÁBADO os FILHOS de ISRAEL…”
Gabriel quando você faz menção desses versiculos (mateus 4:7 2º Corintios 4:4 e 1º João 2:4) fico tremendamente
aborrecido, pois ao fazer isso vejo como vocês são quando biblicamente, etimológicamente e históricamente são
vencidos – lanção sobre pessoas como eu todo tipo de juízos que não são de Deus mais unicamente de homens
radicais e extremista.
Gabriel, eu não sou incrédulo, não tenho outro deus ao não ser o Deus CRIADOR de todas as coisas e nem sou
mentiroso.
Não é porque não guardo o sábado (apesar de ter fortes razões para isso) que quer dizer que eu não guardo os
mandamentos de Deus.
Contra fatos não á argumentos.
Paz do Senhor Jesus, o nosso único descanso espíritual (Mt.11.28-30).
Jean Patrik

Responder

Leandro Almeida em 25 de julho de 2010 22:25


Mais uma vez irmão Patrik a sua resposta é totalmente vazia de sentido, pergunto- Qual foi o trabalho feito por DEUS
no dia sétimo da criação? Até o momento vc não respondeu. como sempre fugindo. Todos nós sabemos que DEUS é
hunipotente portanto não precisa descançar, mais se ele o manda dando o seu próprio exemplo, é porque nós devemos
obedecer, ele sabe o que faz e o que é melhor para nós.si sua teoria estivesse correta os outros nove mandamento
tambem só serveria para os judeus e não para nós gentios, porque o decáloco corresponde a 10 mandamentos e não
apenas um. QUANDO DEUS INSTITUIO O SÉTIMO DIA COMO DIA DE GUARDA não existiam judeos e nem
nação alguma. E se vc não guarda o sábado segnifica exatamente que vc não guarda biblicamente falando nenhum
mandamento de DEUS , É por esso que VC está sobre a maldiçaõ da lei aqual Paulo se refere. tiago Tambem nos
afirma”PORQUE QUALQUER QUE GUARDAR TODA A LEI E TROPEÇAR EM UM SÓ PONTO, TORNOU-
SE CULPADO DE TODOS”(Tg 2:10)Está ai a maldição da lei. portanto irmão se vc realmente ama a DEUS
GUARDE OS SEUS MANDAMENTOS, e não seja daquelis que perceguiram ” os remanescente da sua semente os
que guarda os mandamentos de DEUS e tem o textemunho de CRISTO”(Ap.12: 17) fique na paz.

Responder
Jean Patrik em 26 de julho de 2010 18:08
Paz do Senhor meus amados!!!
De fato alguns texto colocado por mim, não fui eu que os escrevir completamente, mas essa minha atitude não
invalida em nada os argumentos usados aqui para nosso conhecimento e estudo, crendo ou não no que está ai, a
verdade é que todos sai ganhando por estarmos crescendo na graça e no conhecimento desse debate.
Examinai tudo e retende o que é bom (1Ts.5.21)
Um grande abraço!!!!

Marco Antonio em 27 de julho de 2010 4:14

Jean, Bom Dia!


Li seu comentário sobre a questão dos primeiros cristãos guardarem o 1º dia da semana como sendo o dia
do Senhor.
Mas aquestão ainda não é essa ( Se aigreja tinha o 1º dias da semana como o dia do Senhor ) e sim, qual a
base Bíblica para eles fazerem isso?
Simplesmente não há nenhuma.
Outra coisa: Em toda a hístória sempre houve cristãos guardando o Sábado também, desde o 1º século.
Não é de admirar que chegassem ao ponto de anularem o Sábado e passarem a ter o 1º dia da semana
como o dia do Senhor, pois em 2ª Tes 02:07 Paulo afirma:Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e
aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém RA
Como se vê, já havia uma apostasia iminente e a história eclesiástica relata isso. A igreja foi se afastando
do caminho do Senhor até chegar ao que vemos hoje: O catolicismo
Agora veja:
Colossenses 02:16 e 17 Ninguém, pois vos julgue por causa de comida e bebida ou dia de festa ou lua
nova ou sábdos – porque tudo isto tem sido sombra das coisas que haviam de vir: porém o corpo é de
Cristo.
Hebreus 10:01 Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca
jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com sacrifícios que ano após ano perpetuamente eles oferecem
Vemos que Colossenses fala de sombras das coisas que haviam de vir e em Hebreus também ( sombra
doa bens vindouros ) e ainda demonstra de forma mais clara o que era esta lei : com os mesmos
sacrifícios que ano após ano perpetuamente eles oferecem.
Desta forma vemos que Paulo em colossenses está se referindo as leis cerimoniais, pois estas eram
ombras de bens vindouros.

Manel em 25 de julho de 2010 21:54

O jean assina textos que não são dele. Bastará um CTRl+C + CTRl+V no google para ratificar minha
denúncia.

Responder

Gênes Soares em 20 de julho de 2010 1:43


Os Adventistas são exclusivistas? (vai depender muito da ótica, de quem a observa).
Se formos exclusivos por pregarmos, algo na bíblia diferente dos demais irmãos, sim somos esclusivos.
Porque pregamos algo diferente dos demais irmãos dentro da palavra de Deus.
Mas gostaria de frisar que não somos (exclusivistas), como muitos acham. Pelo contrário os verdadeiros
adventistas nunca fizeram acepção de pessoas, nunca as condenaram por não aceitarem as nossas 28
doutrinas fundamentais tiradas da Bíblia. Pelo contrario muitos que não tiveram a oportunidade de nos
conhecer melhor, conhecer a nossa verdadeira história, procurando fontes seguras, esquadrinhar a fundo
as nossas 28 doutrinas etc…
É que se afastam de nós, colocando nos como (exclusivistas).
Gostaria de lembrar, que a IASD sempre foi uma Igreja aberta, principalmente com relação a estudos
bíblicos, nunca teve medo de expor tudo aquilo que prega. Pelo contrario sempre disponibilizou
gratuitamente estudos bíblicos, folhetos, etc…
Veja se não é verdade, olhe, por exemplo, na internet, os nossos inúmeros sites que disponibiliza
inúmeros materiais para estudo bíblico, inclusive este na qual estamos participando. Não temos medo de
expor esses materiais porque o nosso lema é (se pregamos aquilo que é verdadeiro pra que temer.) pelo
contrario muitos sites dito cristões, você vê mais ataques, as outras denominações do que realmente eles
expõem aquilo que pregam como verdade na palavra de Deus.
Peço que reflitam bastante nessa pergunta.

Responder

Genes Soares em 20 de julho de 2010 1:48


(O QUE É MAIS FACIL, ATACAR OU SE DEFENDER?)

Responder

alexandre em 20 de julho de 2010 2:10


Marco!
O que falou aí se passa por correto, mas é um erro !
Se passa por correto pra quem não possui senso de pesquisa, não possui um pouquinho de lógica e nem
tão pouco de crítica na cabeça!
depois vou postar a constestação do que você afirmou aí

Responder


gino de barros em 20 de julho de 2010 2:50
Ôpa pensei que tivesse entrado num site cristão. Um manda enfiar o rabo entre as pernas e aí o outro chama de
coitado. Quero dizer uma coisa usas palavras não demostrar Cristo. O Meu Jesus nunca diria uma coisas dessas nem
mesmo discutindo com o diabo. Fica a mensagens para os “que se dizem cristãos”. Gostaria de dizer só mais uma
coisa senhor Alexandre cuidados com suas palavras, seu exemplo demonstra do que vc está cheio e NÃO É DE
CRISTO !!!!

Responder

leandroquadros em 20 de julho de 2010 17:38

Pertinentes suas palavras, Gino. Olharei com mais atenção para o palavreado utilizado por alguns
internautas.
Fique com Deus.

Responder

Gabriel Miranda em 20 de julho de 2010 3:42


TÁ, JÁ VI QUE EU VOU TER QUE DESENHAR PRA VOCÊ PODER ENTENDER!
MAS NO PROXIMO POST EU DESENHO TÁ BOM?
Não precisa desenhar Alexandre, é só provar biblicamente o que você está alegando, coisa que você não
fez.
É A MESMA EDUCAÇÃO DEMONSTRADA POR VOCÊ AO ME CHAMAR DE POBRE
COITADO.
Falar a verdade de forma cortês, como eu fiz, não é falta de educação. Não irei mais falar de sua falta de
educação, pois você deve acreditar que não precisa cumprir o 5º mandamento, afinal de contas segundo
você eles foram abolidos, não é mesmo! Mas tenho certeza que seus pais ficariam envergonhados em ver
sua falta de educação, pois suponho que eles te deram uma boa educação.
A QUESTÃO É QUE DEPOIS DO QUE EU DISSE SOBRE KURIAKI, VOCÊ AINDA ME FAZ UMA
PERGUNTA DESSAS:
“Muito bem Alexandre, agora nos mostre um trecho bíblico em que kuriake hemera faz menção ao
primeiro dia da semana, o domingo.”
Isso não foi uma pergunta e sim um pedido.
SIGNIFICA QUE NA VERDADE, DIANTE DOS FATOS, O POBRE COITADO AQUI É VOCÊ!
Quais fatos? Fatos não bíblicos eu dispenso, pois pra mim não tem nenhum valor. Agora irei mostrar
quais são os fatos bíblicos.
Todas as vezes que o primeiro dia da semana é mencionado em toda a Bíblia, nunca é usado kuriake
hemera, e vice versa. A expressão “dia do Senhor” como aparece em AP 1:10 aparece 27 vezes em toda a
Bíblia e nenhuma delas está relacionada ao primeiro dia da semana. Em Is 58:13 esta expressão é usada
para fazer menção ao sábado. Este ensino de que AP 1:10 está se referindo ao primeiro dia da semana é
um ensinamento 100% de homens, já que não tem base bíblica, e eu prefiro seguir o que está em AT
5:29. “Então Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos
homens.” Muito antes disso Deus já havia dito que mudariam a lei Dele, para nos prevenir de teorias
como essa, mostrando que Ele não seria o autor de tal mudança e nem estaria de acordo com a mesma,
veja o que diz DN 7:24 e 25: “Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo
reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.
Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a
lei; e os santos lhes serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.”

Responder

Ana Maria em 20 de julho de 2010 11:48


Eu já sofri muito procurando a verdade de Deus, pois é tanta confusão, tanta gente dando pareceres
diferentes…línguas estranhas, mandamentos, o que representa o anti-Cristo, o anúncio da 2ª volta de
Jesus, etc…
A respeito do dia do SENHOR, mencionado em Apocalípse 1:10 foi para mim um espinho na carne, pois
eu não encontrava a resposta. Os protestantes e a igreja católica falam sobre o 1º dia, pela alegria que foi
a ressurreição do Senhor Jesus, então me parecia convincente, por outro lado os sabatistas falavam que
era o 7º dia, o que também parecia fazer sentido, se considerarmos a Bíblia como um todo ainda útil para
ensinar…
Porém, um dia estava lendo o capítulo 58 de Isaías, e ao deparar com o versículo 13, não tive mais
dúvida: Lá está escrito qual é o santo dia do SENHOR.
Continuo estudando a bíblia, mas ainda não encontrei nada que dissese que outro dia além daquele de
Isaías 58:13 é o dia do SENHOR.
Não preciso colocar nenhuma placa no meu pescoço dizendo: sou católica, sou pentecostal, sou
adventista, ou outro nome qualquer entre milhares poi aí espalhados. Se o Espírito de Deus me guiar a
toda a verdade, eu verei meu Salvador. Amém?
PS. Creio em Deus e não em denominações. Creio que a Bíblia foi inspirada pelo Espírito Santo e, após
me decepcionar como a forma como as coisas estão sendo conduzidas no mundo, estou certa de que foi
ELE que me levou a estudar o Livro Sagrado. Estou estudando por conta própria, sempre pedindo para
Deus falar comigo.
Que a paz e a graça do Maravilhoso Senhor e Salvador Jesus VCristo esteja com todos vocês.
Ana Maria

Responder

alexandre em 20 de julho de 2010 13:03


Gabriel!
“Isso não foi uma pergunta e sim um pedido.”
Correto, foi um pedido!
OS FATOS SÃO ESTES
DEPOIS DE EU TER DITO QUE KURIAKI É ALICADA PELOS GREGOS PARA SE REFERIR AO
DIA DE DOMINGO ATÉ AO DIA DE HOJE, VOCÊ AINDA ME PEDE QUE EU MOSTRE
ALGUMA COISA QUE FAZ MENÇÃO AO DOMINGO!
A PRÓPRIA PALAVRA KURIAKI INDICA DOMINGO!NÃO É QUESTÃO DE TRADUÇÃO E SIM
QUE OS GREGOS APLICARAM A PALAVRINHA DE JOÃO EM APOCALIPSE 1:10
AO DIA DE DOMINGO, E ISSO FAZEM ATÉ AO DIA DE HOJE!
O IDIOMA GREGO, APLICA ESSA PALAVRINHA AÍ USADA POR JOÃO AO DIA DE
DOMINGO!
“Quais fatos? Fatos não bíblicos eu dispenso”
ISSO MESMO, MUITO BOM!
DISPENSA UM ESTUDO TAMBÉM QUE SE CHAMA “ETMOLOGIA DAS PALAVRAS”
ESSE ESTUDO É UMA FERRAMENTA DA TEOLOGIA!DISPENSÁ-LO OU IGNORÁ-LO É UMA
COISA MUITO INTELIGENTE.
DISPENSA TAMBÉM A HISTÓRIA DA HUMANIDADE.AFINAL, A HISTÓRIA DE COMO SE
FORMAM AS PALAVRAS E A QUE ELAS SÃO APLICADAS NÃO TEM NADA A VER COM
FATOS BÍBLICOS! ISSO MESMO, MUITO BEM!
“Agora irei mostrar quais são os fatos bíblicos.”

Todas as vezes que o primeiro dia da semana é mencionado em toda a Bíblia, nunca é usado kuriake
hemera”
AIAI! DÁ ATÉ PREGUIÇA DE RESPONDER UMA TOPERAGEM DESSAS!
RAPAZ, VOCÊ QUER QUE O HEBRAICO BÍBLICO, UTILIZADO NO ANTIGO TESTAMENTO,
VENHA SE UTILIZAR DE UMA EXPRESSÃO QUE SÓ FOI CRIADA NO NOVO TESTAMENTO,
E AINDA NO IDIOMA GREGO?
MAS DEPOIS EU VOU RESPONDER COM MAIS TEMPO, ABORDANDO AS SUAS
AFIRMAÇÕES UMA A UMA!
VAI SER A MINHA CONSTETAÇÃO TAMBEM AO TEXTO DO MARCOS!
TÉ MAIS

Responder

Gabriel Miranda em 20 de julho de 2010 16:04


Desculpe Alexandre, acho que me expressei mal. Quando eu disse: “Fatos não bíblicos eu dispenso”,
estava querendo dizer que dispenso fatos que contradizem o que toda a palavra de Deus diz.
“Todas as vezes que o primeiro dia da semana é mencionado em toda a Bíblia, nunca é usado kuriake
hemera”
AIAI! DÁ ATÉ PREGUIÇA DE RESPONDER UMA TOPERAGEM DESSAS!
RAPAZ, VOCÊ QUER QUE O HEBRAICO BÍBLICO, UTILIZADO NO ANTIGO TESTAMENTO,
VENHA SE UTILIZAR DE UMA EXPRESSÃO QUE SÓ FOI CRIADA NO NOVO TESTAMENTO,
E AINDA NO IDIOMA GREGO?
Leia novamente o que eu escrevi, pois parece que você não entendeu, eu disse “em toda a Bíblia” e não
“no Antigo Testamento”. O primeiro dia da semana aparece oito vezes no Novo Testamento e até onde eu
sei, todo o Novo Testamento foi escrito em grego, logo, para essa teoria ter fundamento bíblico, pelo
menos uma, dessas oito vezes, a expressão “kuriake hemera” deveria ser utilizada e todos nós sabemos
que isso não acontece. Portanto essa teoria não tem base bíblica e contradiz toda a palavra de Deus.

Responder

alexandre em 20 de julho de 2010 17:19


“Leia novamente o que eu escrevi, pois parece que você não entendeu, eu disse “em toda a Bíblia” e não “no Antigo
Testamento”.
Ao invocar “TODA A BIBLIA ” você está incluindo o antigo testamento!MAS ACHO QUE A EM TODA BÍBLIA,
DIZ RESPEITO AO ANTIGO TESTAMENTO TAMBÉM!
Todas as vezes que o primeiro dia da semana é mencionado em toda a Bíblia, nunca é usado kuriake hemera, e vice
versa. A expressão “dia do Senhor” como aparece em AP 1:10 aparece 27 vezes em toda a Bíblia e…
Você disse 27 VEZES EM TODA A BIBLIA!
VOCE AFIRMOU QUE, ATÉ ONDE SABE, O 1° DIA DA SEMANA APARECE 8 VEZES NO NOVO
TESTAMENTO.
“O primeiro dia da semana aparece oito vezes no Novo Testamento e até onde eu sei”
SOBRAM ENTÃO, DESSAS 27 VEZES CITADAS POR VOCÊ EM “TODA A BIBLIA”19 VEZES PARA
REFERÊNCIA AO 1° DIA DA SEMANA NO ANTIGO TESTAMENTO!
REPITO:
QUERER ENCONTRAR KURIAKI , QUE É UMA EXPRESSÃO GREGA E FOI CRIADA NO NOVO
TESTAMENTO, NO ANTIGO TESTAMENTO EM HEBRAICO, É COISA DE GENTE TAPADA!
PARA O NOVO TESTAMENTO O CRITÉRIO É O MESMO:
KURIAKI SÓ APARECE NO ÚLTIMO LIVRO DA BIBLIA. FOI UMA EXPRESSÃO SINGULAR DE JOÃO!
MAS A QUESTÃO AQUI É QUE ESSA PALAVRA DE JOÃO, KURIAKI, É APLICADA AO DIA DE
DOMINGO!
Responder

Gabriel Miranda em 20 de julho de 2010 19:22

Alexandre, eu citei estes dados apenas para fins didáticos e não querendo que você me mostrasse no
Antigo Testamento à expressão “kuriaki”. Desculpe-me se novamente me expressei mal. Mesmo assim
vemos que não há base bíblica para tal afirmação sobre AP 1:10.

Responder

Robyerudito em 20 de julho de 2010 17:25


Acompanho esse blog a alguma tempo e sempre fico imprecionado com a dureza de coração de alguns e com a falta
de educação de outros, e fico triste em vê que alguns tem essas duas caracteristicas, como o ”irmão” alexandre, falta
amor de cristo no coração de muitos…
Ai vai um comentário muito bom sobre “o dia do senhor”.
A expressão “dia do Senhor”, conforme aparece no original grego do Apocalipse é: KURIAKE HEMERA.
KURIAKE (vem de KIRIOS ou KURIOS) e significa “do Senhor” e HEMERA significa “dia”. Esta expressão
aparece apenas uma vez em todo o Novo Testamento, e exatamente em Apocalipse 1:10.
Algumas traduções bíblicas trocam a expressão “dia do Senhor” por “domingo”, fazendo com que muitas pessoas se
confundam e acreditem que o “primeiro dia da semana” foi mencionado por João durante a redação do livro do
Apocalipse.
A palavra “domingo” nos textos originais dos livros que compõem a Bíblia, não aparece em nenhum verso. Então,
por que traduzir Apocalipse 1:10, colocando-se a palavra “domingo” como correspondente de KURIAKE HEMERA?
Ou “domingo” aparece em algumas traduções por engano, ocasionado por falta de atenção ao texto original grego ou
por má fé por parte dos editores de tais traduções. Ficamos, não obstante, com a primeira opção.
O “Dia do Senhor” na Bíblia
A expressão “dia do Senhor”, como aparece em Apocalipse 1:10, aparece 27 vezes em toda a Bíblia (na versão
Almeida Revista e Atualizada) e, distribuída em 25 versos. Com exceção de 2 versos apenas, nos demais a expressão
“dia do Senhor” está relacionada com o DIA do: “ajuste de contas”, “juízo final”, “julgamento”, “da volta de Jesus”,
etc. dia este na qual Deus executará Sua justiça de forma plena e definitiva. Os 23 versos que apresentam a expressão
“dia do Senhor” com os significados mencionados são:
Isaías 2:12 – Isaías 13:6 – Isaías 13:9 – Jeremias 46:10 – Ezequiel 13:5 – Ezequiel 30:3 – Joel 1:15 – Joel 2:1 – Joel
2:11 – Joel 2:31 – Joel 3:14 – Amós 5:18 – Amós 5:20 – Obadias 1:15 – Sofonias 1:7 – Sofonias 1:14 – Zacarias 14:1
– Malaquias 4:5 – Atos 2:20 – I Coríntios 5:5 – I Tessalonicenses 5:2 – II Tessalonicenses 2:2 – II Pedro 3:10.
Nesses 23 versículos a expressão “dia do Senhor” ocorre 25 vezes. E as duas ocasiões em que a expressão “dia do
Senhor” não está relacionada com o “dia do ajuste de contas futuro”, isto é, com o “dia do juízo de Deus” são:
“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao
sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo
fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs.” (Isaías 58:13)
“Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta.” (Apocalipse
1:10)
Das 27 vezes em que a expressão “dia do Senhor” é mencionada na Bíblia, somente nessas duas, possuem um
significado diferente da grande maioria citada acima. E, uma delas é quando aparece relacionada com o sábado do
sétimo dia, chamado de dia do Senhor e pronunciada diretamente por Deus, como “está escrito” em Isaías 58:13.
Baseado nessas informações, podemos avaliar que: ou João estava se referindo, em Apocalipse 1:10, ao dia do juízo
de Deus, como alguns defendem, apesar de tal interpretação ser insustentável pela exegese do capítulo, ou, ele estava
se referindo ao sábado do sétimo dia, em uma alusão direta à citação do próprio Deus como foi registrada em Isaías
58:13. Preferimos optar pela segunda opção na qual tem-se apoio dentro do contexto do capítulo 1 de apocalipse.
Independente dessas duas interpretações, é fato consumado que: João, definitivamente, não estava se referindo ao
primeiro dia da semana (domingo) quando escreveu a passagem registrada em Apocalipse 1:10. A afirmação que o
“dia do Senhor” nessa passagem se refira indiscutivelmente ao “domingo” é baseada em presunção sem nenhum
valor probante. Finalizaremos este estudo com o depoimentos de Heylin, erudito de projeção intelectual e escritor
bem informado da Igreja da Inglaterra:
“Tomai o que quiserdes, ou os pais [da igreja] ou os modernos, e não encontraremos nenhum ‘dia do Senhor’
instituído por mandamento apostólico: nenhum ‘sabbath’ [dia de repouso] por eles firmados sobre o ‘primeiro dia da
semana’. Vemos assim sobre que bases se assenta o ‘dia do Senhor’ [hoje]: primeiro sobre o costume e a consagração
voluntária desse dia para reuniões religiosas; tal costume continuou favorecido pela autoridade da igreja de Deus
[igreja de Roma], que tacitamente o aprovava; e finalmente foi confirmado e ratificado pelos príncipes cristãos em
todos os seus impérios. E como dia de descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos
magistrados civis enquanto detinham o poder, e a seguir dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas,
ordens de prelados de categoria quando a direção dos negócios eclesiásticos lhes era exclusivamente confiada.
Estou certo de que assim não foi com o antigo sábado, o qual nem teve origem no costume – e o povo não se
adiantara a ponto de dar um dia a Deus – nem exigiu qualquer favorecimento ou autoridade dos reis de Israel para ser
confirmado ou ratificado. O Senhor falou que Ele queria ter um dia em sete, exatamente o sétimo dia da criação do
mundo, para ser dia de repouso para todo Seu povo, e este nada mais tinha a fazer senão de boa vontade submeter-se
à Sua vontade e obedecer-lhe.
Assim, porém, não ocorreu no caso em tela. O ‘dia do Senhor’ [domingo] não tem nenhuma ordem para que deva ser
santificado; mas foi evidentemente deixado ao povo de Deus determinar este ou outro dia qualquer, para uso notório.
E assim foi adotado por eles, e tornado um dia de reunião da congregação para práticas religiosas; contudo, por
trezentos anos não houve lei alguma que o impusesse aos crentes e tampouco se exigia a cessação do trabalho ou de
negócios seculares nesse dia.” – HEYLIN, P. (1636). The History of the Sabbath. London, p. 95
fonte: ‘sito desconhecio’

Responder

Alexandre em 21 de julho de 2010 15:42

A fonte desse texto é:


http://sites.google.com/site/iasdonline/home/reparador/1apocalipse10
Postei o mesmo nesse debate acima.

Responder

Marco Antonio em 21 de julho de 2010 0:54


Colossenses 02:16 e 17 Ninguém, pois vos julgue por causa de comida e bebida ou dia de festa ou lua
nova ou sábdos – porque tudo isto tem sido sombra das coisas que haviam de vir: porém o corpo é de
Cristo.
Hebreus 10:01 Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca
jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com sacrifícios que ano após ano perpetuamente eles oferecem
Vemos que Colossenses fala de sombras das coisas que haviam de vir e em Hebreus também ( sombra
doa bens vindouros ) e ainda demonstra de forma mais clara o que era esta lei : com os mesmos
sacrifícios que ano após ano perpetuamente eles oferecem.
Desta forma vemos que Paulo em colossenses está se referindo as leis cerimoniais, pois estas eram
ombras de bens vindouros.

Responder

alexandre em 21 de julho de 2010 3:11


Leandro!
Me explica o que esse cidadão quer dizer com a seguinte afirmação!
Usei o termo cidadão pra ser manso, mas esse indivíduo merece palavra bem dura mesmo!
” Finalizaremos este estudo com o depoimentos de Heylin, erudito de projeção intelectual e escritor bem
informado da Igreja da Inglaterra:
“Tomai o que quiserdes, ou os pais [da igreja] ou os modernos, e não encontraremos nenhum ‘dia do
Senhor’ instituído por mandamento apostólico: nenhum ‘sabbath’ [dia de repouso] por eles firmados
sobre o ‘primeiro dia da semana’. Vemos assim sobre que bases se assenta o ‘dia do Senhor’ [hoje]:
primeiro sobre o costume e a consagração voluntária desse dia para reuniões religiosas; tal costume
continuou favorecido pela autoridade da igreja de Deus [igreja de Roma], que tacitamente o aprovava; e
finalmente foi confirmado e ratificado pelos príncipes cristãos em todos os seus impérios. E como dia de
descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos magistrados civis enquanto
detinham o poder, e a seguir dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas, ordens de prelados
de categoria quando a direção dos negócios eclesiásticos lhes era exclusivamente confiada.
Se você não explicar, talvez eu comente o texto.

Responder

Marco Antono em 21 de julho de 2010 3:52


O inimigo quer de todas as maneiras destruir o 4º mandamento da Lei de DEUS pelos simples fato que
este mandamento identifica o DEUS que servimos.
Ao declara-lo como Criador o Sábado revela o único DEUS verdadeiro e sem este mandamento, sem
DEUS identificado alí os mandamentos não passam de uma boa moral e o inimigo não é contra a boa
moral, pois muitas pessoas irão se perder tendo uma boa moral, mas sem Cristo, que é Claramente
identificado no quarto mandamento como se segue:
O sábado é um memorial de criação e quem nos criou, não foi Jesus ? JO 01:01 a 03
O sábado é um convite a descansarmos em Jesus MT 11:28 e Heb 0403 a 11
O sábado é um memorial da salvação e quem nos salvou, não foi Jesus Deut. 05:15 e Mat 01:21
DEUS em Sua Palavra é claramente reconhecido como o Criador, de Gênesis ao Apocalipse.
Gn 01:01 No Príncipio criou DEUS os céus e a terra.
Êxodo 20:08 a 11 Lembra-te do dia de Sábado, para o santificar… porque em seis dias, fez o Senhor os
céus e a terra o mar e tudo o que neles há e ao sétimo dia descansou, por isso o Senhor abençoou o dia de
Sa´bado e o Santificou.
Em Jeremias é predito que no final só restará um só DEUS, o Verdadeiro que é o Criador
Jeremias 10:11 Assim lhes direis: Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de
debaixo destes céus
Em Ezequiel, DEUS ordena que se Santifique o Sábado para que se saiba quem é o DEUS que nos
santifica, quem é o nosso DEUS
Ezequiel 20:12 e 20 Também lhes os meus Sábados para servirem de sinal entre Mim e eles, para que
soubessem que Eu Sou o Senhor que os santifica – santificai os meus Sábados, pois servirão de sinalentre
Mim e vós, para que saibais que Eu Sou o Senhor, vosso DEUS.
No livro do Apocalipse é nos dado o motivo para nós darmos a Glória a Honra e a Adoração:
Porque DEUS é o Criador e no Cap. 14 Vs 07 diz ainda nos termos do 4º mandamento, o Sábado
Apoc. 04:11 Tu és digno Senhor e DEUS nosso de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as
coisas Tu criaste, sim por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas
Apoc. 14:06 e 07 Vi outro anjo voando pelo meio do céu tendo o evangélho eterno para pregar aos que se
assentam sobre a terra e a cada nação e tribo e língua e povo – dizendo em grande voz: temei a DEUS e
dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo e adorai aquele que fez o céu e a terra e o mar e as
fontes das águas
Por tudo iso, não é a toa que o inimigo tente destruir este mandamento

Responder

Uanderson em 21 de julho de 2010 4:20


Antes de tudo, eu queria respaldar a João Konflanz sobre um comentário que ele fez em 17 de julho
dizendo para não olhar na biblia católica que a mesma estaria domingo, ao invés de Sabado. Caro irmão
João, não sei se a vossa senhoria ja teve contato com uma biblia católica, mas, a mesma esta escrito o
sabado como todas as outras biblias também, oque muda nela é que ela tem 7 livros a mais do que a dos
evangélicos, esses são chamados apócrifos, quanto a mudança que a igreja católica faz referente ao dia, se
encontra no catecismo da igreja, e não na biblia como foi mencionado. Um abraço, e desculpe se causei
alguma discórdia da sua parte, amplexos!

Responder

Adelmar de Almeida em 21 de julho de 2010 10:48


Leandro,
O programa de ontem foi demais! Pena que quando começou a “esquentar” chegou a hora de
terminar.Mais emocionante do que a copa do mundo.demais..Parabéns!

Responder

Walans de Souza em 21 de julho de 2010 10:58


Depois algumas pessoas reclamam de comentários moderados. Realmente é necessário moderar os posts
por aqui, vejo pessoas agindo igualzinho os fariseus quando estavam procurando algo a acusar em Jesus.
Acredito que o objetivo deste blog é esclarecer e debater a palavra de Deus para crescimento espiritual,
agora tem pessoas que querem ficar desafiando o Leandro e outros por aqui….
Para estes deixe que a biblia fale:
“Qual deles fez o que o pai queria? – perguntou Jesus. E eles responderam: – O filho mais velho. Então
Jesus disse a eles: – Eu afirmo a vocês que isto é verdade: os cobradores de impostos e as prostitutas
estão entrando no Reino de Deus antes de vocês. Pois João Batista veio para mostrar a vocês o caminho
certo, e vocês não creram nele; mas os cobradores de impostos e as prostitutas creram. Porém, mesmo
tendo visto isso, vocês não se arrependeram e não creram nele.
Pessoas simples e humilde de coração alegram estão alegrando mais a Deus neste blog do que muitos que
pensam obter a verdade com seu falso conhecimento….
Leandro, ontem, depois do culto da semana de oração Jovem, acabamos o culto um pouco mais cedo e
corremos para a casa do irmão pra assistir seu programa,……foi uma benção…
Responder

alexandre em 21 de julho de 2010 11:00


Olá Robyerudito!
Me diga uma coisa:
Qual foi o obejtivo de você ter postado esse texto de Heylin, erudito de projeção intelectual e escritor
bem informado da Igreja da Inglaterra?
Agradeço se me esclarecer!

Responder

Jean Patrik em 21 de julho de 2010 12:02


Paz do Senhor Leandro!
Ontem eu também assistir o programa, e achei muito bom, mesmo ja tendo visto parte dele antes, mas
ontem foi a primeira vez que vim todo o programa.
Sobre a suas respostas para algumas perguntas, penso que a maioria foram precisas, em compensação
outras resposta não foram tão precisas assim ao ponto de eliminar as duvidas de quem perguntou.
Que eu me lembre foram sobre essas:
Arrebatamento- A sua resposta para um leigo, pareceu convicente, porém para outros mais aprofundado
no assunto, sabe que há erros de interpletação em alguns texto citado por você.
Sobre maquiagem: Sem comentário.
Contudo Prof. Leandro, a TV Novo Tempo é a melhor programação evangélica aqui no Brasil, meus
parabéns. Quem sabe ADB um dia possa competir com essa Rede de Telecomunicações pau a pau. Risos.
Mas nós ainda priorizamos mais o evangelismo pessoal, e confesso que essa é a vontade de Deus para o
nosso povo, para cada denominação Deus da uma estratégia diferente.
Meu Parabéns pelo sucesso do programa.
Paz do Senhor
Jean Patrik

Responder

Miquéias em 21 de julho de 2010 13:58


Graça e paz da parte de Deus nosso Pai e da do Senhor Jesus Cristo.Amém!
concerteza Paulo em Colossences 2:16 não está falando do sábado dos 10 Mandamentos
Palavras semelhantes a estas estão escritas em Isaias 1:13 Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é
para mim abominação, e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembléias; não posso suportar
iniqüidade, nem mesmo a reunião solene.
se Deus estivesse anulando o sábado dos 10 Mandamentos ele estaria se contradizendo porq no mesmo
livro de Isaias está escrito:Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão
disto; que se guarda de profanar o sábado, e guarda a sua mão de fazer algum mal.E aos filhos dos
estrangeiros, que se unirem ao SENHOR, para o servirem, e para amarem o nome do SENHOR, e para
serem seus servos, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem a minha
aliança,
Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os
seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos
os povos. (Isaias 56:2,6 e 7)
E o nosso Senhor Jesus Cristo citou o final deste texto de Isaias – E os ensinava, dizendo: Não está
escrito: A minha casa será chamada, por todas as nações, casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de
ladrões. (Marcos 11:17)
e outra coisa não se esqueçam na festa de lua nova e nos sábados que se referem o texto acontecia
sacrifícios de animais e nós sabemos que Cristo é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo! Paulo
está falando contra as solenidades que sacrificavam animais que são figuras e sobras das coisas futuras e
não do sábado dos 10 Mandamentos.

Responder

alexandre em 21 de julho de 2010 14:44


Vamos lá Gabriel!
Ajude o pobre coitado(eu no caso) a intender melhor esse texto:
” Finalizaremos este estudo com o depoimentos de Heylin, erudito de projeção intelectual e escritor bem informado
da Igreja da Inglaterra:”
“Tomai o que quiserdes, ou os pais [da igreja] ou os modernos, e não encontraremos nenhum ‘dia do Senhor’
instituído por mandamento apostólico: nenhum ‘sabbath’ [dia de repouso] por eles firmados sobre o ‘primeiro dia da
semana’. Vemos assim sobre que bases se assenta o ‘dia do Senhor’ [hoje]: primeiro sobre o costume e a consagração
voluntária desse dia para reuniões religiosas; tal costume continuou favorecido pela autoridade da igreja de Deus
[igreja de Roma], que tacitamente o aprovava; e finalmente foi confirmado e ratificado pelos príncipes cristãos em
todos os seus impérios. E como dia de descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos
magistrados civis enquanto detinham o poder, e a seguir dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas,
ordens de prelados de categoria quando a direção dos negócios eclesiásticos lhes era exclusivamente confiada.
Concorda com ele?Se concorda, fundamente sua concordância!
Discorda? Fundamente sua discordância!
Vamos lá pessoal, eu, como bem falou o Gabriel, sou um pobre coitado e gostaria da opinião de vocês nesse texto,
inclusive a do Leandro!
Essas duas perguntas aí estão abertas à todos, mas são dirigidas especificamente ao Gabriel!
Obrigado!

Responder

Gabriel Miranda em 21 de julho de 2010 19:30

Eu concordo em partes Alexandre, mas primeiro quero lhe agradecer por não ter escrito seu texto em
caixa alta.
Confesso que não sei quem foi Heylin nem tampouco sua história, por isso expressarei minha opinião
apenas sobre os fatos apresentados por este texto e não farei nenhum comentário sobre o autor do mesmo.
“Tomai o que quiserdes, ou os pais [da igreja] ou os modernos, e não encontraremos nenhum ‘dia do
Senhor’ instituído por mandamento apostólico: nenhum ‘sabbath’ [dia de repouso] por eles firmados
sobre o ‘primeiro dia da semana”.
Aqui ele está dizendo que nenhum apóstolo “transferiu” ou “replicou” a solenidade nem a santificação do
sábado para o domingo.
“Vemos assim sobre que bases se assenta o ‘dia do Senhor’ [hoje]: primeiro sobre o costume e a
consagração voluntária desse dia para reuniões religiosas; tal costume continuou favorecido pela
autoridade da igreja de Deus [igreja de Roma], que tacitamente o aprovava; e finalmente foi confirmado e
ratificado pelos príncipes cristãos em todos os seus impérios. E como dia de descanso dos trabalhos e
abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos magistrados civis enquanto detinham o poder, e a
seguir dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas, ordens de prelados de categoria quando a
direção dos negócios eclesiásticos lhes era exclusivamente confiada.”
Nesta parte ele apresenta como o domingo foi gradativamente sendo estabelecido como “dia do Senhor”
em todo o mundo. Esse acontecimento teve inicio devido aos costumes humanos e foi favorecido pelo
apoio da igreja romana, posteriormente este costume ganhou mais força e importância quando outros
líderes religiosos e príncipes cristãos confirmaram e estabeleceram este, o oficial dia de descanso em seus
respectivos impérios.
“Estou certo de que assim não foi com o antigo sábado, o qual nem teve origem no costume – e o povo
não se adiantara a ponto de dar um dia a Deus – nem exigiu qualquer favorecimento ou autoridade dos
reis de Israel para ser confirmado ou ratificado. O Senhor falou que Ele queria ter um dia em sete,
exatamente o sétimo dia da criação do mundo, para ser dia de repouso para todo Seu povo, e este nada
mais tinha a fazer senão de boa vontade submeter-se à Sua vontade e obedecer-lhe.”
Agora ele mostra que o sábado não foi estabelecido por costumes e sim pelo próprio Deus, que pediu para
o povo guardar o sétimo dia da semana assim como Ele fez.
“Assim, porém, não ocorreu no caso em tela. O ‘dia do Senhor’ [domingo] não tem nenhuma ordem para
que deva ser santificado; mas foi evidentemente deixado ao povo de Deus determinar este ou outro dia
qualquer, para uso notório. E assim foi adotado por eles, e tornado um dia de reunião da congregação
para práticas religiosas; contudo, por trezentos anos não houve lei alguma que o impusesse aos crentes e
tampouco se exigia a cessação do trabalho ou de negócios seculares nesse dia.”
Aqui está o ponto em que não concordo. No trecho que citei anteriormente ele se refere ao sábado da
seguinte forma: “o antigo sábado”. Isso mostra que ele não acreditava na santidade do sábado nos dias
dele. Podemos confirmar isso com a seguinte declaração: “foi evidentemente deixado ao povo de Deus
determinar este ou outro dia qualquer, para uso notório”. Ele diz que (provavelmente após a morte e
ressurreição de Cristo) foi deixado para que o povo determinasse o dia que ele achasse melhor, para
descansar, exercer as práticas religiosas e adorar a Deus. Obviamente, por fatos que já mostrei em outros
comentários eu não concordo com isso. Por fim ele diz que por trezentos anos não houve lei que
impusesse esse dia como o dia de descanso. Decreto em 321 d.C. dado por Constantino: “que os juízes e
o povo das cidades, bem como os comerciantes, repousem no venerável dia do sol”.
Resumindo, ele diz que o domingo foi estabelecido como “dia do Senhor”, apenas com base em costumes
e vontades humanas e que não há nenhum apoio bíblico para isso.
Espero ter lhe ajudado Alexandre. Fique com Deus.

Responder

alexandre em 21 de julho de 2010 15:36


Corrigindo:
Entender.

Responder

janio em 21 de julho de 2010 16:10


Domingo, no Novo Testamento, é chamado de ‘O dia do Senhor’. Em latim, dominica die, de onde deriva
seu nome nas línguas neolatinas, por exemplo: no espanhol, ‘domingo’; no italiano, ‘domenica’; e no
francês, ‘dimanche’, faladas por cerca de 400 milhões de pessoas”.
Domingo é um vocábulo exclusivo do cristianismo. Essa palavra, bem como as suas análogas, não existia
em nenhuma língua do mundo até o final do século 1o, quando o apóstolo João criou a expressão grega:
Kuriakh ‛ηmera (kyriake hemera), vertida para o latim como: dominica die.
Antigos documentos da Igreja primitiva, transcritos para o russo, relatam que João, encarcerado na ilha
de Patmos, chorava muito ao chegar o primeiro dia da semana, ao lembra-se das uniões para a Ceia do
Senhor, celebrada sempre nesse dia: “No primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o
pão…” (At 20.7). E foi justamente em um “primeiro dia da semana” que Jesus, ressuscitado, lhe apareceu
e lhe revelou os maravilhosos eventos do Apocalipse (Ap 1.10).
Certamente que todo o livro não foi elaborado naquele mesmo dia. Mas o fato indiscutível é que Jesus
apareceu a João exatamente no “primeiro dia da semana”. Isso explica porque a Ucrânia e a Rússia
trocaram os nomes do primeiro dia da semana, que entre os pagãos era chamado “dia do sol”, por uma
expressão tão ou mais significativa do que aquela adotada nos países de línguas neolatinas.
Lemos na Bíblia ucraniana João afirmando que foi arrebatado no “dia da ressurreição” (Dien voscrecii).
De igual modo, na Bíblia russa também lemos: “Eu fui arrebatado em espírito, no dia da ressurreição”.
Aliás, na língua russa, todos os dias da semana ficaram subordinados ao dia da ressurreição! Por
exemplo: segunda-feira, em russo, é pondielnik (“o dia após a ressurreição”); terça-feira, voftornik (“o
segundo dia após a ressurreição”); quarta-feira, sreda (“terceiro dia após a ressurreição”), e assim por
diante.
Vale realçar que o apóstolo João, ao frisar o dia da semana em que Jesus lhe apareceu, criou uma nova
expressão na língua grega: Kuriakh hmera (kyriake hemera). Expressão esta que deu origem à palavra
“domingo”, conforme explanaremos a seguir. Mas antes de continuarmos, para melhor compreensão dos
nossos argumentos, recorreremos à etimologia, que nos revelará a origem das palavras, o seu
desenvolvimento histórico e as possíveis mudanças de seu significado.
Vejamos alguns exemplos de como as palavras evoluem:
•A palavra “efeméride” provém de dois termos gregos: epi (“sobre”) e ‛he hemera, que significa “dia”, de
onde veio também o adjetivo efêmero, ou seja, “o que é breve, transitório, passageiro”.
•A palavra “castigar” provém do latim: castus (“irrepreensível”, “puro”, “fiel”) + agere (“fazer”). Temos
um emprego bíblico neste sentido quando o escritor aos hebreus declara que Deus “castiga a quem ama”
com a finalidade de nos tornar puros e fiéis a Ele (Hb 12.6).
•As palavras “mouco” (ou surdo) e “domingo” possuem também sua origem num texto de João.
Vejamos: “Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote,
cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco” (Jo 18.10). Malcus, do latim, deu origem à
palavra “mouco”, em português, significando aquele que não ouve, ou que ouve pouco ou mal; surdo.
Analisemos, agora, Apocalipse 1.10 à luz do original grego, da etimologia, da hermenêutica bíblica, da
história e dos escritos patrísticos.
Eis o que os mais abalizados biblicistas afirmam sobre a expressão joanina: kyriake hemera:
“Temos aqui a palavra kyriakos, em um sentido adjetivado, isto é, “pertencente ao Senhor”.
Originalmente, esta palavra era usada com o sentido imperial, como algo que pertencia ao César romano.
‘Os crentes primitivos […] aplicaram-na ao domingo, o primeiro dia da semana’. Esse é o uso que se
encontra em Didaché 14 e Inácio, Magn. 9, que foram escritos não muito depois do Apocalipse”.
“‘O dia do Senhor’, em Apocalipse 1.10, é tido pela maioria dos autores como o domingo”.
“O primeiro dia da semana é, sem dúvida. ‘o dia do Senhor’, referido em Apocalipse 1.10”.
“A frase: ‘O dia do Senhor’, Kuriakh ‛mera (kyriake hemera), ocorre uma só vez, e isto se dá no último
livro. Apocalipse 1.10 […] expressava a convicção de que o domingo era o dia da ressurreição, quando
Cristo Jesus conquistou a morte e se tornou Senhor de todos” (Ef 1.20-22; grifo do articulista).
Nem mesmo no texto grego da Septuaginta encontramos a expressão Kuriakh‛mera, criada pelo apóstolo
João para aludir ao dia da ressurreição! A expressão hebraica “dia do Senhor” sempre foi vertida para o
grego como ‛ (hemera tou kyriou). Mas o que João escreveu foi: Kuriakh ‛mera. Por que João teria usado
uma expressão jamais encontrada em qualquer outro escrito, sagrado ou profano? Cremos que pelas
seguintes razões:
1) Para indicar algo também inédito na história da humanidade: a ressurreição de Cristo.
2) Para deixar bem claro que se referia ao dia da ressurreição, o domingo, e não aos eventos escatológicos
da segunda vinda de Cristo, a parusia, que também é chamada “dia do Senhor”, como nestes versículos:
a) “O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor”
(At 2.20).
b) “… Seja entregue para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor” (1Co 5.5).
c) “Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite” (1Ts 5.2).
d) “Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite” (2Pe 3.10).
Há uma significativa diferença entre a expressão “dia do Senhor”, alusiva à segunda vinda de Cristo, e a
expressão que encontramos escrita em Apocalipse 1.10, “dia do Senhor”, referindo-se ao dia da
ressurreição.
Kyriakos é uma forma adjetivada da palavra KurioV (Kýrios – Senhor) e significa literal e exatamente:
“que diz respeito ao Senhor”; “concernente ao Senhor”; “pertencente ao Senhor”; “senhorial”, ou
“dominical”, e não “do Senhor”, como lemos em algumas das nossas traduções.
A tradução literal de Apocalipse 1.10 seria: “Eu fui arrebatado pelo espírito no dia senhorial”. Mas este
adjetivo, “senhorial”, derivado do termo “senhor”, raramente é usado. O seu sinônimo é “dominical”,
porque o português é uma língua neolatina. “Senhor”, em latim, é Dominus. Assim, quando dizemos
Dom Pedro II ou Dom Evaristo Arns, estamos abreviando a palavra Dominus, para dizer: Senhor Pedro
II, Senhor Evaristo Arns. O mesmo processo etimológico acontece com o adjetivo “popular”. Quando
algo pertence ao povo, não dizemos “povoal”, mas “popular”, porque, em latim, populus, significa
“povo”.
Acertadamente, Jerônimo verteu Kuriakh ‛mera (kyriake hemera) para a Vulgata Latina como Dominica
die (“dia dominical”, “domingo”) e não como dia domini (“dia do Senhor”). Veja:
“Fui in spiritu in dominica die et audivi post me vocem magnam tamquam tubae”(Ap 2.10).
Daí, a clássica versão de Antônio Pereira de Figueiredo traduzir: “Eu fui arrebatado em espírito hum dia
de domingo, e ouvi por detrás de mim huma grande voz, como de trombeta” (1819).
Resgatando verdades históricas
Documentos escritos nos três primeiros séculos, muito antes de Constantino existir (280-337), adotaram e
conservam, todos eles, a mesma expressão concebida pelo apóstolo João para referir-se ao glorioso dia da
ressurreição de Jesus Cristo.
Século 1º: O ensino dos apóstolos
Possivelmente, contemporâneo do Apocalipse: “E no dia do Senhor Kyriake hemera, congregai-vos para
partir o pão e dai graças”.
Século 2º : Escritos de Melito de Sardes
Nestes escritos, há um tratado sobre a adoração no domingo, intitulado: peri kyriakes (acerca do dia
dominical), “dia do Senhor”, isto é, “domingo”.
Ano 115: Epístola de Inácio aos magnesianos
“Porque se no dia de hoje vivermos segundo a maneira do judaísmo, confessamos que não temos
recebido a graça […] Assim pois, os que haviam andado em práticas antigas alcançaram uma nova
esperança, já sem observar os sábados, porém modelando suas vidas segundo o ‘dia do Senhor’
(Kyriaken zontes)”.
Ano 130: O “evangelho de Pedro”
É um documento histórico comprovadamente escrito no princípio do século 2o, e também se refere ao dia
da ressurreição usando o mesmo adjetivo kyriakes, que, na edição de Jorge Luís Borges, é traduzido
corretamente por “domingo”.
Ano 132, ou antes: Epístola de Barnabé
“Portanto, também nós guardamos o oitavo dia ( Kyriake hemera, ‘domingo’) para nos alegrarmos em
que também Jesus se levantou dentre os mortos e, havendo sido manifestado, ascendeu aos céus”.
150—168: Justino Mártir, Eusébio, Clemente de Alexandria
Escritores dos séculos 2º e 3º, todos eles também adotaram o Kyriake hemera criado por João para o “dia
da ressurreição”, vertido para o latim como Domínica die (“dia dominical”) e passado para o português
como “domingo”!
A singularidade do nome domingo
“E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana…” (Mc 16.9).
Alguns alegam que a palavra “domingo” não consta na Bíblia. É verdade. Não encontramos nos textos
originais a palavra portuguesa “domingo”, como também não encontramos as palavras: Deus, casa, livro,
amor ou sábado, mas, sim, as suas correspondentes nas línguas hebraica, aramaica ou grega.
Domingo é a tradução literal da expressão criada pelo apóstolo João: Kuriakh ‛mera (kyriake hemera),
vertida para o latim como Domínica die e corretamente traduzida em todas as versões da Vulgata para as
línguas neolatinas como dominu lui, domingo, mingo, domenica, dimanche, e outros nomes semelhantes
no galego, no provençal, no franco-provençal, no romeno, no reto-romano, no sardo e no dalmático,
faladas por mais de 400.000 000 de pessoas!
As seguintes traduções: de Antônio Pereira de Figueiredo, do Centro Bíblico Católico, dos Monges de
Maredsous, de João José Pedreira de Castro, do dr. José Basílio Pereira, do Mons. Vicente Zioni e Matos
Soares, bem como qualquer outra versão do Novo Testamento para o português ou para o espanhol, feita
da Vulgata Latina, trazem em Apocalipse 1.10 a palavra “domingo”.
Domingo não é um nome importado do paganismo, como saturday (“dia de Saturno”), nem do judaísmo,
como shabath (“descanso”).
Domingo não é dia comemorativo da criação do mundo nem da libertação do povo de Israel, tampouco
dia de descanso, pasmaceira, televisão, futebol, pescarias, clubes ou jogatina.
Domingo é dia de oração, de adoração, dia de cultuarmos a Deus, dia de atividade espiritual, como
evangelismo, visita aos necessitados, aos encarcerados ou enfermos!
Domingo é o nome de um dia exclusivo do cristianismo, criado por João para caracterizar e distinguir o
dia da vitória de Jesus sobre a morte, consumando a libertação de toda a humanidade.
Domingo é o dia aclamado por Davi, em sua jubilosa profecia sobre o dia da ressurreição: “Esta é a porta
do SENHOR, pela qual os justos entrarão. Louvar-te-ei, pois me escutaste, e te fizeste a minha salvação.
A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se a cabeça da esquina. Da parte do SENHOR se fez isto;
maravilhoso é aos nossos olhos. Este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele”
(Sl 118.20-24).
Observemos a exatidão do cumprimento de cada sentença, de cada afirmação, de cada palavra desta
impressionante profecia escrita por volta de mil anos antes de Jesus nascer.
Esta é a porta
“Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens” (Jo 10.9).
“Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1).
“Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito” (Ef 2.18).
A pedra
“Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina” (At
4.11).
Os edificadores rejeitaram
“Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por
cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isto, e é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto, eu vos digo que
o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos” (Mt 21.42,43).
Da parte do Senhor se fez isto
“O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, ao qual vós matastes, suspendendo-o no madeiro” (At 5.30).
Maravilhoso é aos nossos olhos
“Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela” (At
2.24).
Este é o dia que fez o SENHOR
“E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria
foram ver o sepulcro” (Mt 28.1).
“E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol” (Mt 16.2).
“E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que
tinham preparado, e algumas outras com elas” (Lc 24.1).
“E no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a
pedra tirada do sepulcro” (Jo 20.1).
“Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com
medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco”
(Jo 20.19).
“E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no
dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até a meia-noite” (At 20.7).
“No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua
prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar (1Co 16.2).

Responder

jonatã. reis em 21 de julho de 2010 18:46


A Bíblia fala, pessoal ,que debates sobre a Lei são coisas tolas e sem valor algum para exercitar a
santificação (Tito 3:9). A Lei existe é para os injustos e não para quem foi regenerado por Cristo Jesus
(1Timóteo 1:7-10). Para quem vive segundo o Espírito, a prática do amor é o cumprimento de toda a Lei
(Romanos 13:9). Quando nós não amamos a Deus e nem ao próximo nós pecamos e em nós não está a
luz. A salvação é de graça, gente. Jesus conquistou na cruz e oferece de graça a salvação(Isaías 55:1-3),
mas a graça de Deus não dá licença para pecar. Jesus disse: vá e não peques mais (João 8:11). Não
adianta ninguém afirmar que guarda a Lei porque é mentira. A Bíblia diz que todos pecaram e o pecado é
a transgressão da Lei (Romanos 3:23 1João 3:4). Quem, além de Jesus Cristo que guardou a Lei? Só
Jesus cumpriu a Lei (Mateus 5:17). Deixe esse povo adventista e os cristãos judaizantes pregarem que a
Lei é meio de salvação e não a graça salvadora de Cristo! Pensam que no Céu haverá alguem que dirá
que está lá porque guardou toda a Lei?
Paulo falou claramente que circuncisão, guarda de dias santos, comidas e bebidas não são meios de
salvação (Romanos 14:5 Gálatas 4:9-10 Colossenses 2:16 ). Larga o fermento velho!
Eles dizem que os sábados de colossenses são os sábados de Levítico 23, mas eles é que dizem! Paulo foi
claro em outras passagens que guarda de dias não é passaporte para o Céu.
Os judaizantes devem ler a carta de Gálatas todinha, o capítulo 2 de Efésios, o capítulo 2 de Colossenses,
o capítulo 14 de Romanos e o texto de 2 Coríntios 3 sobre a Velha Aliança em tábuas de pedras e a Nova
Aliança. Se lerem com humildade, entenderão.

Responder


allyson em 21 de julho de 2010 20:20
ola a todos!
Pra mim o sábado ele é importante pelo menos por três motivos:
Deus se importou de estabelecer um dia(sábado) para fins de relacionamento.Gn 2:1-3.
Se espicíficou de estabelecer guando começa e termina.Lv 23:32.
E enquadrou-o na lei moral.EX 20:8-11
e ainda ouço dizer que o sábado não é tão importante assim.

Responder

luis em 21 de julho de 2010 22:33


Gostaria que as pessoas que fizeram comentários acima me respondesce.
PAULO,MATHEUS,LUCAS,JOÃO,TITO,MARCOS e muitos outros, eles foram
REBELDES,DESOBEDIENTES ? Pois guardavam o SÁBADO e não o DOMINGO?
Uma pessoa rebelde desobediente pode o ESPIRITO SANTO descer sobre ele como foi no dia de
PENTECOSTES?
Não adianta ler a BIBLIA nem estuda-la , se você não obedece.
Oque JESUS quer é que nos amemos uns aos outros, ele nos deixou dois mandamentos, e é bom nós
obedecer-mos. AMAR A DEUS SOB TODAS AS COISAS e AO PRÓXIMO COMO A TI MESMO.
Experimente AMAR QUEM TE ABORRECE você será mais feliz. QUE AMA A DEUS ,OBEDECE.
Naõ fica descutindo se é SABADO OU DOMINGO ELE OLHA PARA A LEI E A GUARDA EM SEU
CORAÇÃO.

Responder

Claudio Sammarco em 21 de julho de 2010 22:35


Amigo e Irmão Leandro Quadros e a equipe TV novo tempo , fico feliz pelo belo trabalho , que Deus
continui iluminando a cada um de vcs que o Espirito Santo recais sobre cada mente e coração para que se
torne como o Dele próprio , puro e justo e manso.
Eu amo a Deus e Amo sua lei e nela procuro gravar em meu coração todos os dias apesar de ser pequeno
e falho.
abraço a todos.

Responder

wesley fernandes em 21 de julho de 2010 23:12


queridos irmaos, e impresionante como asa pessoas insistem ir contra apalavra de Deus e dizem que
aqueles que observam toda ela sao legalistas e judaizantes.
Os adventistas nao creem que sao salvos pela lei, cremos que somos salvos pela graça para a pratica de
boas obras.como uma pessoa que se diz salvo pela graça pode continuar transngredindo a lei? A lei nao
salva ninguen,ela apenas nos mostra o pecado, e ao identificarmos o pecado o salvo em cristo nao o
pratica .
Essa historia de dizer que os os adventistas pregam a salvacao pelas obras (pratica da lei) è mentira, sao
pessoas mal informadas ou mal intencionadas(principalmente os mal intencionados) que espalham essa
calunia.
Me tornei um cristao adventista a aproximadamente a dois anos e antes disso eu cria dessa mesma
forma(que os adventistas pregavam a salvaçao pela guarda da lei, que hoje estamos no tempo da graça e
que alei era coisa do passado etc.), atè que um dia aceitei um estudo biblico e entao entendi que o que os
adventistas pregavam estava cem por cento de acordo com a biblia. Mas para eu aceitar tudo isso tive
deixar o Espirito Santo agir em meu coraçao e deixar aquelas ideias pre-concebidas que eu tinha.
Por isso quando vejo alguns comentarios de algumas pessoas que tem algum conhecimento biblico e
rejeitam a lei moral (os dez mandamentos) fico profundamente triste ao ponto de nao querer mais
assessar este blog.Na verdade essas pessoas nao rejeitam os dez, mas sim o quarto mandamento. Alias
sobre o quarto mandamento gastaria de dizer uma coisa, o propio Jesus guardou, os discipulos
guardaram, a mae de jesus guardou, o apostolo Paulo guardou, isso sem falar em todos os outros servos
de Deus do antigo testamento. Sera que se fosse algo assim tao sem importancia todas essas pessoas
teriam tanto zelo em guardar esse mandamento?
Devemos lembrar que o sabado esta incluido na lei moral que è eterna e nao na lei cerimonial
que se cumpriu em jesus. Mas imagino que a maioria dos criticos ja sabem disso mas motivados por algo
que nao è o espirito de DEus continuam a lançar seus dados inflamados conta aqueles que guardam os
mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus
(apocalipse 12:17).
È interassante que neste tremestr estamos estudando exatamente o livro de romanos que trata exatamente
desse assunto(a lei e graça).
Portanto se quisem saber oque os adventistas pregam leiam nossas literaturas,assistam nossos
programas,perguntem aos nossos lideres e irmãos, mas nao saiam por aì fazendo a obra de satanas que e
acusar o povo de Deus.
A
paz de Jesus.

Responder

alexandre em 22 de julho de 2010 3:02


Gabriel!
Em breve estarei fazendo um comentário acerca do seu texto!

Responder

Osmar Ferreira em 22 de julho de 2010 3:53


Jonatã, alexandre, Jean Patrik, o Apostolo João declara que: “Achei-me na ilha chamada Patmos, por
causa da Palavra de Deus e do Testemunho do Senhor” (Apoc. 1:9). Portanto, quando no verso 10 em que
declara que: ” Achei-me em espírito no dia do Senhor”, certamente é o Dia do Senhor que é revelado na
Palavra de Deus, pois foi por causa da Palavra de Deus e do Testemunho de Jesus que ele foi levado para
Patmos. João jamais iria referir-se a um Dia do Senhor diferente daquele que consta na Palavra de Deus.
Há de se observar que a Palavra de Deus para João era a mesma da que Testemunhou Jesus (João 7:38-
Mat. 4:4). A resposta para o Dia do Senhor neste contexto é o que está na Palavra de Deus no livro de
Isaías 58: 13,14, ou seja, o Próprio Deus chama o Sábado do 7º Dia de: “Meu Santo Dia”. ” Deleitoso e
Santo Dia do Senhor, digno de honra”. O Apostolo Paulo nos diz que devemos ser “imitadores de Deus,
como filhos amados” (Efesios 5:1). O Sábado do 7º Dia que deve ser guardado, “como diz as Escrituras”
é aquele instituído por Deus na criação, antes da entrada do pecado. Antes das Leis cerimoniais. Antes
dos sábados cerimoniais. Agora, é bem verdade, que Satanás o pai da mentira, usa as pessoas para falar
que a Igreja Adventista do 7º Dia ensina “que a Lei é meio de salvação e não a graça salvadora de Cristo!

Quando na verdade a Igreja Adventista prega a Verdadeira Graça que inclui o compromisso com Deus e
sua Palavra : ” Aquele que diz : Eu conheço e não guarda os Seus Mandamentos é mentiroso, e nele não
está a Verdade” ( I João 2:3,4-5:2,3). Diz ainda a Palavra de Deus: ” Grande paz têm os que amam a Tua
Lei; para eles não há tropeço”. Pois, …A Tua Lei é a própria Verdade (Salmos 119:142, 165). “Pecado é
a transgressão da Lei” ( I João 3:4), ou seja, toda vez que uma pessoa transgride a Lei de Deus, essa
pessoa peca. E, só os que reconhecerem que pecou e confessarem, serão
perdoados.nadanospodemoscontraverdade@bol.com.br

Responder

alexandre em 22 de julho de 2010 4:21


Esqueci de dizer!
Irei tambem abordar as suas brilhantes argumentações direcionadas ao patrik, juntamente com a sua
excelente resposta as minhas indagações!

Responder

Gênes Soares em 22 de julho de 2010 4:38


Embora a expressão kuriak’ heméra é única na Escritura, tem uma larga
historia no grego postbíblico. Como forma abreviada, kuriak’ é um término
comum nos escritos dos pais da igreja para designar ao primeiro dia
da semana, e no grego moderno kuriaké é o nome do domingo. Seu
equivalente latino a Dominica dies designa o mesmo dia, e passou a vários
idiomas modernos como domingo, e em francês como dimanche. Por isso muitos
eruditos sustentam que kuriak’ h’méra nesta passagem também se refere ao
domingo, e que João não só recebeu sua visão neste dia, mas também o
reconheceu como “o dia do Senhor” possivelmente porque nesse dia Cristo ressuscitou dos
mortos.
Há razões negativas e positivas para rechaçar esta interpretação. Em primeiro
lugar está o reconhecido princípio do método histórico; quer dizer, que uma
alusão deve ser interpretada somente por meio de evidências anteriores a
ela ou contemporâneas com ela, e não por dados históricos de um período
posterior. Este princípio tem muita importância no problema do
significado da expressão “dia do Senhor” tal como aparece nesta passagem.
Embora este término seja freqüente nos pais da igreja para indicar o
domingo, a primeira evidência decisiva de tal uso não aparece a não ser até fins
do século II no livro apócrifo Evangelho segundo Pedro (9, 12), onde o dia
da ressurreição de Cristo se denomina “dia do Senhor”. Como este documento
foi escrito pelo menos três quartos de século depois de que João escreveu o
Apocalipse, não pode apresentar-se como uma prova de que a frase “dia do
“Senhor” no tempo de João se referia ao domingo. Poderiam citar-se numerosos
exemplos para mostrar a rapidez com que as palavras podem trocar de
significado. portanto, o significado de “dia do Senhor” determina-se
melhor neste caso recorrendo às Escrituras antes que à literatura
posterior.
Quanto ao aspecto positivo desta questão, está o fato de que embora a
Escritura em nenhuma parte indica que no domingo tem alguma relação
religiosa com o Senhor, repetidas vezes reconhece que o sétimo dia, o sábado,
é o dia especial do Senhor. Nos diz que Deus abençoou e santificou o
sétimo dia (Gén. 2: 3); constituiu-o como memorial de sua obra de criação
(Exo. 20: 11); chamou-o especificamente “meu dia santo” (ISA. 58: 13); e Jesus
proclamou-se como “Senhor ainda do dia de repouso [sábado]” (Mar. 2: 28), no
sentido de que como Senhor dos homens era também Senhor do que foi feito
para o homem: no sábado. De maneira que quando se interpreta a frase “dia
do Senhor” de acordo com provas anteriores e contemporâneas do tempo de
João, conclui-se que há só um dia ao qual pode referir-se, e esse é o
sábado, o sétimo dia.

Responder

janilson em 22 de julho de 2010 12:55


Leandro e amigos debatedores……
Apesar do Leandro ter removido um de meus comentários, não sei porque o motivo, gostaria dar uma
nova contribuição neste debate que já perdeu um pouco do sentido original do artigo.
Amigos, alguém em sã consciência, honesto, adventistata ou não, conseguiu entender o porque do título
deste artigo?
Se Paulo seguia rigorosamente a Lei, como é que ele poderia negar a Lei?
Entendam, por favor, em nenhum momento de seu ministério, Paulo foi contrário a nenhum ponto da Lei
dos Dez Mandamentos, inclusive o sábado, já que nós adventistas só foalizarmos esse ponto da Lei…O
Apóstolo, só conseguiu enxergar a motivação verdadeira da Lei quando atingiu a sua Maturidade
Espiritual….
Ele nunca foi contrário a não matar, a não roubar, a não cobiçar, ao Sábado, etc.,,,,,,, ele somente
entendeu que os Dez Mandamentos são muito mais superiores do que simplesmente a Lei em si.
Exemplos: Para os judeus, quebrar a lei de não matar, era, você pegar alguém e matar….você poderia
falar mal da pessoa, ser desonesto, etc…, aí vem Jesus e fala que o não matar é muito mais do que o ato
de matar alguém. Acho que todos já entenderam isto.
Isso aconteceu com todas os Dez princípios dos Dez Mandamentos. Jesus tornou a Lei não uma obra
somente da carne, por isso que ela deve ser escrita em nossos corações….
Os judeus, fariseus, somente guardavam o sábado. Não faziam nada neste dia….não andavam, não faziam
comida, etc, e o pior, é que fora do sábado, a turma judaica faziam o que queriam, “mandavam ver”em
tudo, somente no sábado eram bonzinhos…..aí vem Jesus e pede ao povo para enxergar a essência do
sábado. O que eu e você temos que fazer no sábado, em realidade, temos que fazer todos os dias de nossa
vida….amar, ser cortêz, obedientes, honestos, justos, benignos, mansos, etc…….
Como adventista, entendo perfeitamente que o dia de sábdo é uma benção, porque como desde criança
aprendi a separá-lo para Deus, esse dia é um conforto, porque na minha tradição esqueço do mundo.
Porém, não posso me esconder atrás do sábado e ser bonzinho somente neste dia…..tenho que ser o
mesmo no domingo, na segunda………
Não vou ser salvo porque guardo o sábado….
Paulo não era contra o sábado…..
Provavelmente Paulo ficaria escandalizado se olhasse para nós hoje, 2010 e ainda, como cristãos, visse
um debate como este, talvez pior, visse um artigo como esse…..
Leandro, o nosso problema é que como igreja queremos defender dogmas de nossa igreja.
Toda a Lei deve estar guardada em nosso coração….não é uma questão de quem é melhor ou pior se
guardar um ponto ou outro, mais sim, se fizermos da Lei, uma essência de vida em todos os dias de nossa
vida.
Essa questão do sábado é só para adventista, porque lá no fundo, olhamos com olhares de Ellen White e
não com olhares bíblicos. Temos lá no fundo a idéia que vai haver um decreto dominical, que vai haver
uma perseguição aos guardadores do sábado, etc….. isso não é bíblico, são conclusões tiradas de Ellen
White.
Então, se nossos irmãos, de outras denominações, que não aceitam ou têem Ellen White como profeta,
porque colocar sobre eles esse fardo…..lembram do primeiro concílio dos apóstolos em Jerusalém, fardo
que nem eles estavam cumprindo naquela época?
Esse artigo é simplesmente infeliz….

Responder


alexandre em 22 de julho de 2010 17:41
Olá Gabriel!
Em alguns dias postarei aqui um texto de análise de algumas afirmações suas, que foram feitas com
extremo brilhantismo intelectual, muita lógica e coerência entre si!
Estas afirmações estão contitas em vários textos seus.
Vou agrupá-las e então analisá-las, exaltando assim sua capacidade crítica.
Farei também comparações entre uma e outra afirmação sua, que ensejam tal coisa, contrastando-
as.Contrastando-as também com afirmações de teólogos adventistas.
Aí então, você, ao ver a sua grande capacidade crítica, em relação as duas perguntas que te fiz , dentre as
demais afirmações que você fez,poderá estar certo de que entre mim e você, eu sou o pobre coitado!
Até breve!

Responder

Osmar Ferreira em 22 de julho de 2010 18:28


Autor: Deus por intermédio do Profeta Isaías: ” Se desviares o pé de profanar o Sábado e cuidar dos teus
próprios interesses no MEU SANTO DIA, se chamares ao Sábado deleitoso e SANTO DIA DO
SENHOR, DIGNO DE HONRA, E O HONRARES não seguindo os teus caminhos, não pretendendo
fazer a atua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor.” (58:13,14).
Autor: Deus, por intermédio de Pedro e demais Apóstolos:” Antes, importa obedecer a Deus do que aos
homens”. (Atos 4:19,20-5:29).
Autor: Deus através de Gamaliel: ” …Se é de Deus não podeis destruí-los, para que não sejais,
porventura, ACHADOS LUTANDO CONTRA DEUS” (Atos 5: 38,39).
Autor: Deus pelo Profeta Isaías: ” Porque o Senhor dos Exércitos o determinou; quem, pois, o
invalidará?”( Isaías 14: 27). Você?
Se Deus chama um dia da semana específico, como “MEU SANTO DIA”, “SANTO DIA DO
SENHOR”, “quem pois invalidará? Vocês? nadanospodemoscontraverdade@bol.com.br

Responder

Gilvan Almeida em 22 de julho de 2010 22:47


Oi Jean,
Responda-me algumas perguntas:
Existe na Bíblia algum mandamento que ordene a guarda do 1º dia da semana ou qualquer outro dia em
lugar do sábado, o sétimo dia (Ex. 20:8-11, Mat. 5:17-19, Luc. 23:54-56. 1Jo. 3:4, Apoc. 12:17, Apoc.
14:12, Apoc. 21:8 e Apoc. 22:18 e 19)? Alguma vez, Jesus ou mesmo os apóstolos apontaram um novo
mandamento do tipo: “Guardem o domingo em lugar do sábado em memória do dia da ressurreição do
Senhor”? Se não, em que fonte você se baseia para tal defesa, em comentaristas ou nas tradições de tua
igreja? Se for esse o seu caso, não acha melhor seguir o conselho de Jesus e “viver de toda Palavra que
sai da boca de Deus”(Mat. 4:4)?
Lembre-se dessa parábola de Cristo:
“E o servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será
castigado com muitos açoites.” Luc. 12:47.
Depois, no dia do juízo, não vai dizer que ninguém te avisou, amigo.
Gilvan Almeida

Responder

jobair em 22 de julho de 2010 22:54


Então quem primeiro ordenou e oficializou a guarda do domingo?
R= Foi o Imperador romano Constantino, através do seu decreto de 7 de março de 321, o qual assim
ordena : “QUE TODOS OS JUÍZES E TODOS OS HABITANTES DA CIDADE E TODOS OS
MERCADORES E ARTÍFICES DESCANSEM NO VENERÁVEL DIA DO SOL (DOMINGO)”.
“Corpus juris’ civilis cord. liv 3, Tit. 12,3”; Enciclopédia Britânica, artigo sobre o domingo.
E quando a igreja ordenou a guarda do domingo em lugar do Sábado?40 anos depois, no “Consílio de
Laodicéia”, reunido no ano 360. O qual assim ordenou: “OS CRISTÃOS NÃO DEVEM…ESTAR
OCIOSO NO SÁBADO, MAS TRABALHARÃO NESTE DIA. O DIA DO SENHOR(DOMINGO),
ENTRETANTO, HONRARÃO ESPECIALMENTE, E COMO CRISTÃO NÃO DEVEM, SE
POSSÍVEL FAZER QUALQUER TRABALHO NELE”…Cânon 29 do
Concílio de Laudicéia; Enciclopédia Britânica, artigo sobre o domingo.
E quantas vezes o Novo Testamento menciona o 1º dia da semana?
R= Apenas oito vezes, e examinaremos as oito menções feitas.
(Mateus 28:1) – E, NO fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e
a outra Maria foram ver o sepulcro.
(Marcos 16:2) – E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol.
(Marcos 16:9) – E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu
primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.
(Lucas 24:1) – E NO primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as
especiarias que tinham preparado, e algumas outras com elas.
(João 20:1) – E NO primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda
escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.
A que se referem estas cinco primeiras menções?
R= Se referem ao dia da ressurreição de Cristo, mas nem Cristo, nem os apóstolos não mandaram guardar
aquele 1º dia da semana e não não disseram que passaria a ser um dia santo de guarda.
(João 20:19) – Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os
discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz
seja convosco.
Por que o ajuntamento dos apóstolos no dia da ressurreição não significa que eles estavam celebrando
aquele dia?
R. 1. O próprio S. Marcos disse que eles nem acreditavam que Cristo havia ressuscitado.

Responder

gino de barros em 23 de julho de 2010 3:12


Essa questão sobre dia de guarda é confusa.O sábado era guardado por judeus e cristão como memorial
da criação e por causas dos mandamentos de Deus dados por Moises, no primeiros seculos. Mas domingo
também era guardado por pagãos e cristão, estes ultimos em comemoração a ressurreição de Cristo e
vitoria sobre o pecado e seu julgo.
Me fiz uma pergunta pode um cano sujo sair um fio de agua limpa ????
Igreja Catolica julga ser a detentora da verdade, e como qualquer protestantes sabe, deixou a Biblia,segue
tradições e cria teorias das mais diversas, como por exemplo a teoria do purgatório.
Pode ela estar correta em alguma coisa ????
Pode ter alguma verdade já que deixou a Biblia seguindo tradições e teoria que ela mesma cria ????
Esta instituição nunca aceitou a verdade, ditou teorias em seus concilios, aceitou filosofias pagãs como
por exemplo a teoria da imortalidade da alma que muitos aceitam hoje, até mesmo protestantes que
conhecem a Biblia, matou quem a contrariou entre outras coisas.
Guardar sábado ou domingo ???
Cristãos nos primeiros seculos guardando o domingo como dia de guarda é uma coisa, mas Igreja
Catolica Romana incorporar o domingo como dia de guarda e observancia é completamente diferente.
Me desculpe senhor Alexandre e senhor Jean Patrik mas continuar observando o domingo como dia de
guarda HOJE é seguir os ensinamentos da Igreja Catolica Romana e aceitar o Papa como Sumo Pontifice
em lugar de Cristo.
Podem dizer que isso não passa de um argumento simples, eu concordo. O correto é não seguir Roma, de
lá não vem nada bom.

Responder

gino de barros em 23 de julho de 2010 3:29


Sábado ou Domingo ??? Que confusão ???

Responder

Walans de Souza em 23 de julho de 2010 10:19


Jean, vc afirma que na criação Deus trabalhou no 7 dia, que é o sábado????

Responder

o
Jean Patrik em 23 de julho de 2010 12:24
Wallans de Souza, você disse: “Jean, vc afirma que na criação Deus trabalhou no 7 dia, que é o sábado????”
Na realidade Walans não sou eu que afirmo, e sim a Bíblia.
Veja: Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército.
Ora, havendo Deus COMPLETADO no DIA SÉTIMO a OBRA que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra
que fizera (Gn.2.1-2).
Viu Walans como está claro que Deus completou a obra da sua criação no 7° dia?
Se você observar bem o contexto de Gênesis 2, perceberá que Deus não completou a sua obra no 6° dia e sim no 7°.
Sendo assim a Palavra de Deus (A Bíblia) está afirmando que Deus trabalhou no sábado, e só depois foi que Ele
descansou, abençoou e santificou o sábado. Diante dessa tamanha verdade, Deus abençoou um dia de trabalho, e,
ainda, abençoou e santificou tal dia. Não foi a toa que Jesus disse: “O meu Pai trabalha até agora e eu também
(Jo.5.17).
Glórias a Deus, pois a sua palavra não traz confusão.
Jean Patrik

Responder

wesley fernandes em 25 de julho de 2010 14:41


Querido Jean patrik,se voce observar essa passagem (Gen 2:1-2) na nvi(nova versao internacional),vera
que no setimo dia Deus ja havia concluido a sua obra. Os estudantes da biblia tem que saber que a palavra
de Deus e perfeita, mas infelizmente algumas traduçoes nao são,e por isso temos que observar todos os
textos que falam do mesmo assunto.Quando no livro de genesis se fala sobre o sabado nos percebemos
que Deus abençoou,santificou e repousou (genesis2:3)
,então haveria alguma contradiçao?
Querido irmâo se Deus abençoa, santifica, logo depois ele desabençoaria e desantificaria?
Analise querido todas as passagen biblicas que tratam do sabado,mas analise toda a biblia
nao omita nehuma passagem,voçê verà que a palavra de Deus e clara em afirmar que o sabado é sim um
dia especial, tâo especial que todo o povo de DEus na biblia observava inclusive nosso mestre Jesus(lucas
4:16).
A respeito do trabalho de Deus citado por Jesus em joao 5:17, qual o trabalho que Jesus realizou naquele
dia? A cura de um paralitico e o perdao de seus pecados.Entao quando Cristo diz que o seu trabalho era o
mesmo do Pai, chegamos a conclusao obvia queo trabalho de Deus que Cristo dizia era o trabalho de
salvaçao do homen e nao o trabalho secular que alguns insistem em dizer inclusive você querido.
Querido irmâo voçe me parece uma pessoa inteligente e que tem um certo conhecimento da biblia, mas
deixe o Espirito santo agir na sua mente e em seu coraçao e aceite que o sabado esta incluido no decalogo
(dez mandamentos), e que estes dez principios morais refletem o carater de Deus e foi dado ao homen
com funçao de mostrar o pecado e a necessidade que nós temos de um salvador, por isso meu irmâo nao
resista à verdade aceite a palavra de Deus sem preconceitos. se precisar pode entrar em contato comigo e
estarei lhe enviando a liçao da escola sabatina deste trimestre, que trata justamente deste assunto (
jistificaçao e a lei ),entao voçe vera que o que os adventistas pregam esta cem por cento de acordo com a
biblia.
Querido leia estas passagens biblicas em espirito de oraçao e ele lhe guiara à “ toda “ verdade.
mateus 5:17-21
romanos 7:12
romanos 3:31
tiago 2:10-12
Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e nao simplesmente ouvintes, enganando-vos a vos mesmos.
porque, se alguem é ouvinte da palavra e nao praticante, assemelha-se ao homen que contempla,num
espelho, o seu rosto natural;
pois a si mesmo se contempla,e se retira,e para logo se esquece de como era a sua aparencia.
Mas aquele que considera, atentamente , na ” lei perfeita,lei da liberdade, e nela persevera,nao sendo
ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse sera bem aventurado no que realizar ( tiago1:22-25 )
Fique na paz de Cristo, estarei orando por voçe.
Wesley fernandes
e-mail : fernades-wesley@hotmail.com

Responder

Walans de Souza em 25 de julho de 2010 14:57


Ola Jean,
seus comentários não estão a luz da palavra de Deus Jean,. porque vc esta me apresentando um Deus
confuso e mentiroso…. “porque também esta escrito” (mateus 4:7)….
[i]”Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas, nem teus servos ou servas, nem
teus animais, nem os estrangeiros que morarem em tuas cidades.”[/i] Êxodo 20:10
será q Deus não esta sabendo o que diz?Viu como isto coloca em pauta o caráter de Deus.
Outro verso pra vc se maravilhar na clareza da palavra de Deus… pois a própria bíblia se explica…
“Se você vigiar seus pés para não profanar o sábado e para não fazer o que bem quiserem meu santo dia;
se você chamar delícia o sábado e honroso o santo dia do Senhor, e se honrá-lo, deixando de seguir seu
próprio caminho, de fazer o que bem quiser e de falar futilidades..”Isaias 58:13
Creio que terá de mudar esta sua tese e apresentar uma outra, se persistir nesta me retiro de conversar
contigo porque esta se cumprindo em sua vida 2º Corintios 4:4 e 1º João 2:4

Responder

Voni em 8 de setembro de 2010 0:33


Meu amigo e irmão Jean Patrick. Vejo que tens que estudar muito a Bíblia em contextos mais amplos.
Sugiro que faça um estudo completo para entender e discernir o que está escrito e como Deus inspirou as
escrituras. Um exemplo: você mesmo diz que Deus Trabalhou no sétimo dia e Abençoou este dia e
santificou este dia e descansou neste dia. Interessante…porque será que Deus abençoou e santificou o
sábado? Por causa dEle? Você Jean já leu o quarto mandamento escrito pelo próprio dedo de Deus? Seis
dias trabalharás e farás toda sua obra…Por favor, leia o quarto mandamento que explica direitinho quem
deve guardar o sábado…Será que Deus está se contradizendo na criação e nas leis dos dez mandamentos?
Vejo sua imaturidade quanto aos escritos da Bíblia. O próprio Jesus, filho de Deus, disse que não veio
abolir a lei e sim cumpri-la…porque não aprende com Ele? Faz assim, porque não tenta ser como Jesus
por alguns instantes, inclusive indo às sinagogas todos os sábados para ler o evangelho. Vai ver que a
guarda do sábado não é penosa e sim automática, assim como todos os outros mandamentos…vai ver que
realmente não somos sujeitos à lei.
Que Deus o abençoe.
.

Responder

gino de barros em 23 de julho de 2010 21:42


” Assim como o sábado foi o sinal que distinguiu Israel quando saiu do Egito para entrar em Canaã, é,
também, o sinal que deve distinguir o povo de Deus que sai do mundo para entrar no repouso celestial. O
sábado é um sinal de afinidade entre Deus e o Seu povo, sinal de que este honra Sua Lei. O sábado é um
sinal de afinidade entre Deus e o Seu povo, sinal de que este honra Sua Lei. É o distintivo entre os fiés
súditos de deus e os transgressores “. (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v.3, p. 16, 17)
” …o mandamento do sábado não fora pregado na cruz. Se tivesse sido, os outros nove mandamentos
também teriam, e estariamos na liberdade de transgredi-losa todos, bem como o quarto mandamento. …”
(Ellen G. White, Maranata, o Senhor Vem p.243)

Responder

Borges em 23 de julho de 2010 22:26


Muitas dessas pessoas que estão combatendo os Adventistas do Sétimo Dia, dão a impressão que, no
fundo, estão pedindo socorro, que as convençam para que possam vencer a dificuldade de ver claramente
o que Deus declarou. Fico maravilhado com a doutrina Adventista porque se baseia unicamente na Bíblia.
Por outro lado, nos sites de todos que nos atacam nunca encontrei um que desse livre acesso aos
Adventistas para expressar opinião sem censura. Realmente não há o que temer. Já encontrei sites em que
apresentam pessoas iletradas que dizem ter pertencido à nossa Igreja e que apostatando deram
declarações contrárias aos princípios bíblicos.
O que vejo é que, estes que combatem especialmente o Sábado da Criação, ficariam muito felizes se
tivessem a palavra domingo registrada em lugar da palavra Sábado. Como eles gostariam de um texto
claro que falasse do primeiro dia da semana como o dia de guarda. Mas não tem. Os oito textos que falam
do primeiro dia da semana no chamado Novo Testamento não dizem, nem de longe, que houve qualquer
mudança do Sábado para o domingo. Realmente, Mateus 7:21 a 23 vai pegar muito religioso de surpresa.
Será se vale a pena levantar uma bandeira do domingo contra o Sábado Bíblico? Será se o dinheiro que
eles ganham, o estatus que adquirem, os elogios que recebem, vale?
Eu prefiro ficar com a simples Palavra Bíblica, mesmo que seja sem dinheiro, sem importância aqui neste
mundo. Basta saber que Deus me Ama por ser sincero aos Princípios que Ele estabeleceu e que são
eternos.
Oro para que Deus abra os olhos de todos eles, pois os momentos finais estão chegando rapidamente. Não
sou melhor do que nenhum deles, pois dependo tanto quanto eles da Misericórida Divina para a salvação
em Cristo Jesus, Apenas temo pela salvação de todos que argumentam contra a simples Palavra de Deus.
Não poderia deixar de comentar isso, após ter lido tudo que está sendo dito.
Felizmente, no Céu não haverá lembrança desses embates, pois lá não haverá a tristeza das lágrimas. Isso
tudo entristece, pois a salvação ainda está disponível e vemos muitos trilando o caminho dos debates
como se fosse simplesmente uma disputa de qual time é o melhor. O destino eterno de todos nós está
sendo traçado.

Responder

jose acacio fogaca em 24 de julho de 2010 0:41


Ah, só pra vocês entenderem melhor, Todos esses comentários só vem provar que: JESUS não morreu
em uma sexta feira, e também que ELE tenha ressuscitado no domingo. Na verdade mesmo JESUS foi
perseguido e morto numa quarta feira, E ter sido sepultado antes do por do sol de quarta feira, véspera de
um feriado Judaico, por isso o comentário bíblico que era aquele um grande dia. JESUS profetizou que
assim como Jonas avia passado 3 dias e3 noites na barriga de um peixe, importa que o filho do Homem
passe 3 dias e 3 noites no ceio da terra. portanto JESUS, ressuscitou antes do por do sol de Sábado do
Sétimo dia portanto o dia do SENHOR foi e sempre será o Sábado. Disse JESUS EXAMINAI AS
EXCRITURA, POIS É ELA QUE TESTIFICA DE MIM.

Responder

fiametti em 24 de julho de 2010 1:00


O grande problema do irmão Jean Patrik é a total falta de conhecimento sobre o sistema de leis Hebraicas
e do judaísmo:
Lei Moral (dez mandamentos);
Leis de saúde e higiênicas;
Leis civis;
Leis cerimoniais.
Notamos que ele faz uma “salada de frutas” neste assunto.
Quanto a Colossenses 2:16-17 por exemplo: “Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou
por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o
corpo é de Cristo”.
Não tendo compreensão do sistema de leis hebraicas ele não faz diferença entre lei moral ou cerimonial.
Paulo está se referindo claramente a leis cerimoniais ao citar dias de festa, lua nova e sábados (no plural
se referindo aos 7 sábados cerimoniais dos judeus). Os dias de festas tinham datas fixa e independente do
dia da semana que caiam, eram considerados sábados. Veja abaixo:
Sábado Festa Data
1°Sábado Páscoa 14°dia (1°mês)
2°sábado Festa dos pães asmos 21°dia(1°mês)
3°sábado pentecostes 6°dia(3°mês)
4°sábado festa das trombetas 1°dia(7°mês)
5°sábado dia da expiação 10°dia(7°mês)
6°sábado 1° dia da festa dos tabernáculos 15°dia(7°mês)
7°sábado último dia da festa dos tabernáculos 22°dia(7°mês)
Ele não dá importância aos textos claros onde o próprio Jesus afirma que não veio abolir a lei (Mateus
5:17). E a afirmação de João 14:15: “Se me amais guardarei os meus mandamentos”. Jean Patrik afirma
que a palavra mandamentos no novo testamento não se refere ao decálogo. Agora, como Jesus pode pedir
para guardarmos os mandamentos se não sabemos claramente quais são. O próprio Jesus mostrou que a
base da guarda da lei é o amor ao resumir os mandamentos em dois grandes mandamentos: amar a Deus e
amar ao próximo. Mas, deixou claro que os dez mandamentos são válidos, mencionando até alguns deles
para o jovem rico (Marcos 10:18-20). Jesus disse ao jovem: Você conhece os mandamentos: não matarás,
não adulterarás… Jesus citou metade do dez mandamentos como exemplo ao jovem. Na verdade Ele
citou os mandamentos referentes ao relacionamento com o próximo. Como dizer então que quando no
novo testamento aparece a expressão mandamentos não se refere aos dez mandamentos (ou lei moral)? É
claro que se refere a isto.
O problema é que algumas pessoas por não querer guardar o sábado manipulam os textos bíblicos e
escondem outros.
O problema deles não é os dez mandamentos. O problema deles é apenas com um mandamento: o
sábado. O problema é que para acabar com o sábado é preciso invalidar toda a lei dos dez mandamentos.
Como Tiago afirmou: “Se alguém guarda toda a lei e tropeça num ponto é culpado de todos” Tiago 2:10.
Na prática da vida cristã, apesar de não admitirem eles guardam nove mandamentos.
Quanto a Hebreus 7:12 vemos novamente que o irmão não conhece direito nem o sacerdócio levítico.
Quando lemos o capítulo 7 inteiro vemos o seguinte:
1. Paulo explica como Jesus pode ser sacerdote sem ser da tribo de Levi e da família de Arão (Jesus como
filho de Maria e José era da tribo de Judá);
2. Jesus era sacerdote de outra ordem. A ordem de Melquisedeque. Um personagem misterioso a qual
Abraão deu o dízimo quando voltava vitorioso da guerra (v. 1-3);
3. Melquisedeque era sacerdote e rei. Jesus é sacerdote e rei;
4. Os sacerdotes levíticos recebiam o dizimo que eram animais e alimentos (v. 5);
5. Paulo fala que havia uma lei ligada ao sacerdócio levítico (v. 11);
6. Ele afirma que na mudança do sacerdócio levítico paro o sacerdócio de Cristo há uma mudança na lei
(v. 12);
7. Paulo afirma que no sacerdócio de Cristo ninguém serve ao altar (não há sacrifício de animais) (v. 13);
8. Ele afirma que no sacerdócio levítico a lei de mandamento era carnal. Será que os dez mandamentos
dados por Deus tem natureza carnal? Pelo contrário a natureza carnal não quer guardar os dez
mandamentos! (v.16);
9. Em que se baseava o sacerdócio levítico ou araônico? Em que lei? Em sacrifícios de animais, festas
cerimoniais, no trabalho do santuário terrestre. Ou seja, em uma lei cerimonial!
10. No sacerdócio de Cristo é claro que há uma mudança de lei. A lei cerimonial passa a não ter mais
validade. Por quê? Porque Cristo morreu em nosso lugar! Cordeiros não precisam mais ser sacrificados,
não precisamos mais participar de festas cerimoniais. Por quê? Porque as festas apontavam para Jesus! O
cordeiro simbolizava Jesus. A lei cerimonial tinha uma natureza profética, se cumprindo na primeira
vinda de Jesus.
11. Será que vinda de Cristo invalidou a lei moral (os dez mandamentos)? Podemos agora matar, roubar,
ou adulterar? É claro que não! Por que a implicância com o sábado então? Teria Deus dado dez
mandamentos, para invalidar um depois.
12. O sábado é o selo de Deus com o seu povo – Ezequiel 20:12 e 20;
13. Jesus guardou o sábado – Lucas 4:16; Marcos 2:28;
14. Os discípulos guardaram o sábado – Lucas 23:54-56; Atos 13:14,42; Atos 16:13; Atos 17:1-2; Atos
18:4;
15. Voltando a questão de Hebreus 7. Mostramos que fica claro que a lei mudada ou invalidada é a lei
cerimonial.
16. O objetivo de Paulo no capítulo 7 de Hebreus é mostrar a superioridade do sacerdócio de Cristo em
relação ao levítico:
SACERDÓCIO LEVÍTICO SACERDÓCIO DE CRISTO
Sacrifício de animais Sacrifício de Jesus
Sangue de animais Sangue de Jesus
Muitos sacerdotes Um sacerdote
Impedidos de continuar por causa da morte Imortal Sacerdote para sempre
Ofereciam sacrifícios pelos seus próprios pecado também Nunca cometeu pecado
Paulo afirma que Jesus é o nosso sacerdote e intercessor para sempre (Hebreus 7:25). No início do
capítulo 8 ele afirma que Jesus entrou num santuário a destra de Deus, um verdadeiro tabernáculo erigido
por Deus: o santuário celestial (Hebreus 8:1-2). Paulo ainda lembra que o santuário terrestre foi feito por
Moisés de acordo com o modelo que lhe foi mostrado (o verdadeiro santuário – o celestial) – Hebreus 8:5
Paulo menciona a entrada de Cristo no santuário celestial em outros lugares do livro de Hebreus (Hebreus
9:11-12,24; 10:19-21).
Ele ainda faz uma descrição do santuário terrestre em Hebreus 9:1-5. Devemos lembrar que se o santuário
terrestre foi feito de acordo com o modelo – o santuário celestial. Então apesar de ser superior e mais
perfeito, o santuário celeste tem compartimentos semelhantes e itens que estavam representados no
terrestre.
Será que isto é verdade mesmo?
Vamos deixar que a bíblia responda:
Apocalipse 11:19 – “Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da
Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada.”
Este texto deixa claro que há um santuário no céu.
Deixa claro que há uma arca da aliança também.
Nós sabemos o que tem dentro da arca da aliança (as tabuas contendo os dez mandamentos).
Por que Deus mostra em visão a João justamente a arca da aliança no santuário celestial?
Porque é importante.
Porque dentro da arca está a sua lei que é a transcrição do seu caráter.
Porque a lei de Deus tem sido pisada.
Porque o inimigo odeia a lei de Deus, ele odeia tudo que vem de Deus. O inimigo guia um poder opositor
a lei de Deus (Daniel 7:25);
Porque Deus através de Jesus quis engrandecer a lei e torna-la grandiosa (Isaías 42:21).
Porque Deus quis mostrar que sua lei continua valendo. Deus não muda (Malaquias 3:6).

Responder

gino de barros em 24 de julho de 2010 2:09


A biblia não é confusa, mas quem estuda a biblia sem oirentação do seu Autor, isto é o Espirito Santo, aí
sim são gerados as maiores polemicas. Textos claros, volto a repetir textos claros que por falta de oração
pedindo ao Espirito Santo sabedoria (divina e não humana) são gerados polemicas como essas. Seguir o
domingo como dia santo é seguir os ensinamentos de Roma e aceitar o papa como sumo pontifice em
lugar de Cristo. Temos tanto conhecimento para não seguir os ensinos da besta de apocalipse, porem o
protestantimo (apostata) cada vez proximo de Roma.
” O domingo não se baseia na Escritura, mas na tradição, e é uma instituição católica” – (Catholic
Record, 17 de setembro de 1892)
O Catecismo Católico confirma: ” Nós observamos o domingo em vez do sábado porque a Igreja Católica
transferiu a solenidade do sábado ao domingo” – (A Doctrinal Catechism, edição de 1957, p.50).
Como os textos afirmam Roma reivindica a responsabilidade da mudança do sábado para o domingo. O
sábado é um dia que pertence a Cristo (Marcos 2:28) ” Santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal
entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Ezequiel 20:20)
A guarda do sábado tem o sentido de adorar e obedecer ao Criador.
” Quem é sábio, que entenda estas coisas; quem é prudente, que as saiba, porque os caminhos do Senhor
são retos, e o justo andarão neles, mas os transgressores neles cairão” (Oseias 14:9)
O primeiro dia da semana, como dia de repouso, é invenção, um atentado contra a autoridade de Jesus.

Responder

marcelo r m ramos em 24 de julho de 2010 2:34


A questão do Sábado:
Adão poderia, obviamente, ter descansado no sétimo dia mesmo sem ter trabalhado nos outros seis, pois como se
sabe, fora criado no sexto dia, e a primeira parte do mandamento de Exodo 20 não se aplica a ele na primeira semana,
e sim a partir da segunda semana e, portanto, não haveria discordância com Exo 20 pois ele simplesmente não existiu
antes do sexto dia. Esta análise foi no mínimo estranha. Considerando-se que o princípio maior de interpretação é que
toda expressão (e principalmente as de difícil interpretação) não deve ser analisada segundo os modelos de nosso
tempo, mas segundo o que está em outras partes da Bíblia e o que era costume quando foram escritas, a expressão
utilizada em Col. 2:16 tem precedentes no AT ao mostrar os cerimoniais ocorridos no dia de Sábado, e não a sua
guarda como sétimo dia da semana, e não há nada, até onde sei, que prove que tal expressão tenha adquirido outro
significado no tempo dos apóstolos. Não havendo nenhuma expressão que, nesta época, possa validar a progressão
ano/mês/semana como referência a abolição do sétimo dia, tal interpretação é inválida. Sendo Cristo a realidade das
coisas anteriores, a pergunta sobre se Deus, o Pai, estaria guardando uma sombra ao descansar no sábado é mais que
pertinente, pois Ele já sabia que Cristo seria tal realidade, independente de manifestação posterior. A idéia do sétimo
dia como sombra surge da interpretação de que ele não deve ser guardado pelos cristãos, mas Jesus não o colocou
como sombra (suas especificações sobre o que seria ou não lícito neste dia simplesmente perderiam o sentido se o
ensino fosse o de que estaria abolido).
Em relação ao novo Pacto/Testamento: o que temos no NT, salvo algumas exceções, nada mais é do que a repetição
de leis do AT, e se todas elas fossem inválidas (o que justificaria generalizar o termo testamento e outros na
interpretação dos escritos), os escritores do NT estariam sendo no mínimo contraditórios, reforçando a obediência a
mandamentos abolidos (o ministério da morte) e os colocando como parte de um testamento novo (claro que isto é
uma abordagem bastante inicial, mas fica evidente que os mandamentos das tábuas permanecem, mesmo para aqueles
que só validam nove dos dez mandamentos).
Quanto ao domingo: acaso os evangélicos são a favor do dogma que diz que os pais da igreja (pois não há ordem de
Jesus nem dos apóstolos o colocando como a realidade do Sábado, principalmente na abolição deste, nem colocando
Jesus como tal realidade) tem autoridade para ditar crenças que não estejam confirmadas pela Bíblia (pois só isto
justificaria a afirmação de que os pais da igreja confirmam tal mudança). Aliás, a maioria dos textos utilizados
colocam o domingo como dia de alegria pela ressurreição, e não de descanso em lugar do sábado, e os que o colocam
no lugar do sábado apenas apontam uma tendência posterior aos apóstolos, e não uma prova histórica da validade de
uma interpretação bíblica a favor desta substituição. Aí fica a pergunta: tal critério também é utilizado ao verificarem
todas as afirmações dos “pais da igreja”, inclusive os opostos às crenças evangélicas? Eles guardam todas as
afirmações cuja tendência tenha sido confirmada pelos costumes cristãos antigos?
Acaso João, escritor do Apocalipse, indica que tal dia seria o domingo? Acaso o fato de tal expressão ter sido
utilizada posteriormente como referência para o primeiro dia prova que era este o dia que o apóstolo tinha em mente?
(baseado em que critério)? E considerando que ele poderia ter utilizado tal expressão para o primeiro dia, sabendo
que o foi apenas para indicar o dia em que foi arrebatado, utilizando uma expressão que teoricamente serviria apenas
para indicar o respeito pelo dia de ressurreição externado por alguns, mas não confirmado pelos apóstolos, e não para
confirmar qual o dia do Senhor, e muito menos para substituir o Sábado, no que isto depõe contra este dia (baseado
na Bíblia, é claro, pois a tradição cristã pode, sim, auxiliar, mas nunca determinar a validade de uma crença)?
Um abraço a todos. Deus nos abençôe e nos permita o respeito mútuo, mesmo discordando em quantos pontos for
necessário.

Responder

jose acacio fogaca em 18 de agosto de 2010 4:01

Ao irmão fiameatti. Então como esplica a crença na doutrina do Santuario, que vcs encinam que JESUS
so adentrou, em 1844? Cendo que voce mesmo dgt em seu comentario que em HEBREUS cp;8.cp;9
cp;10 cp;11 muitos outros mostrão que JESUS ja estava a direita de DEUS? Logo apos a ressurreição.
Aguardando uma explicação.

Responder

Alexandre em 24 de julho de 2010 15:24


Pessoal!Estou me despedindo do Blog!
Mas como disse que ia analisar as afirmações do Gabriel, vou fazer,mas vou me limitar apenas as afimações dele a
respeito do que perguntei, pois são muitas afirmações tolas!
As bobagens que esse indivíduo fala são muitas e estão espalhadas em muitas das suas afirmações, a exemplo dessa
argumentação estúpida:
“Portanto, o sábado bíblico foi mudado pela igreja romana e pelo estado.”
Digo estúpida porque esse indivíduo violenta sua própria afirmação nesta frase, ao concordar com uma parte do texto
de Heylin, que se contrapõe as próprias teorias adventistas de adoção do domingo:
Esta parte do texto o Gabriel diz que concorda:
“Tomai o que quiserdes, ou os pais [da igreja] ou os modernos, e não encontraremos nenhum ‘dia do Senhor’
instituído por mandamento apostólico: nenhum ‘sabbath’ [dia de repouso] por eles firmados sobre o ‘primeiro dia da
semana’. Vemos assim sobre que bases se assenta o ‘dia do Senhor’ [hoje]: primeiro sobre o costume e a consagração
voluntária desse dia para reuniões religiosas; tal costume continuou favorecido pela autoridade da igreja de Deus
[igreja de Roma], que tacitamente o aprovava; e finalmente foi confirmado e ratificado pelos príncipes cristãos em
todos os seus impérios. E como dia de descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos
magistrados civis enquanto detinham o poder, e a seguir dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas,
ordens de prelados de categoria quando a direção dos negócios eclesiásticos lhes era exclusivamente confiada.
Vamos observar frases chave nesse texto:
“primeiro sobre o costume e a consagração voluntária desse dia para reuniões religiosas”
O autor está afirmando que a adoção do domingo foi algo CONSUETUDINÁRIO(costume) e VOLUNTÁRIO.
Assim, ele afirma que os cristãos, muito antes do decreto de Constantino, JÁ TINHAM O COSTUME e HAVIAM,
DE FORMA VOLUNTÁRIA, CONSAGRADO O DOMINGO PARA CULTUAR A DEUS!
Ser voluntário é exigencia para configuração de costume.NADA QUE É FEITO POR FORÇA DE LEI pode ser
chamado de costume!
“tal costume continuou favorecido pela autoridade da igreja de Deus [igreja de Roma], que TACITAMENTE o
aprovava”.
O autor afirma com esta expressão tácitamente, QUE A IGREJA NÃO SE MANIFESTOU NEM A FAVOR E NEM
CONTRA A ADOÇÃO QUE OS CRISTÃOS ESTAVAM FAZENDO,DE FORMA VOLUNTÁRIA, DO
DOMINGO COMO DIA DE CULTO!
“e FINALMENTE foi confirmado e ratificado pelos príncipes cristãos em todos os seus impérios. E como dia de
descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos magistrados civis enquanto detinham o
poder, e a seguir dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas, ordens de prelados de categoria quando a
direção dos negócios eclesiásticos lhes era exclusivamente confiada.”
O autor afirma que só NO FIM é que a prática de cultuar a Deus no domingo foi Ratificada pelos príncipes cristãos!
RATIFICAR significa VALIDAR OU APROVAR aquilo que os Cristãos já vinham fazendo há muito tempo por
costume e própria vontade.
E como dia de descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos magistrados civis
enquanto detinham o poder, E A SEGUIR dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas.”
O autor afirma que por último então veio a legislação! A LEGISLAÇÃO FOI O ÚLTIMO ATO!
Em suma, o autor do texto ESTÁ AFIRMANDO EM SUA FALA!
Que no princípio, os cristãos já tinham o costume de se reunir para adorar a Deus , TENDO CONSAGRADO DE
FORMA VOLUNTÁRIA O DOMINGO PARA REUNIÕES DE ADORAÇÃO!
Que a igreja de Roma não se colocava contra e nem a favor , mas era uma APROVAÇÃO TÁCITA da prática
COSTUMEIRA E VOLUNTÁRIA DOS CRISTÃOS DE ADORAR À DEUS NO DOMINGO!
Que esta prática, POR FIM, recebeu a aprovação dos principes!
E ENTÃO, LÁAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA NO FINAL DISSO TUDO, DEPOIS DE CONSTANTINO
OBSERVAR QUE A GUARDA DO DOMINGO ERA UMA PRÁTICA JÁ HÁ MUITO TEMPO COSTUMEIRA E
VOLUNTÁRIA DOS CRISTÃOS, EDITOU SEU DECRETO!
OU SEJA , CONSTANTINO APENAS VALIDOU UMA PRÁTICA QUE ERA VOLUNTÁRIA E COSTUMEIRA
DOS CRISTÃOS, A PRÁTICA DE GUARDAR O DOMINGO!
Assim, o autor está afirmando que Costantino APENAS TRANSFORMOU EM LEI, UMA PRÁTICA HÁ MUITO
EXERCITADA PELOS CRISTÃOS, ATÉ MESMO PARA AGRADAR OS CRISTÃOS!
COMO PODERIA QUERER AGRADAR OS CRISTÃOS, MUDANDO O DIA DE GUARDA , SE OS CRISTÃOS
GUARDAVAM O SÁBADO? IA ABORRECER ISSO SIM
SE ERA PARA AGRADAR, OS CRISTÃOS JÁ OBSERVAVAM HÁ MUITO!
ASSIM, A IGREJA CATÓLICA NÃO MUDOU NADA, APENAS TRANSFORMOU EM LEI UM COSTUME!
“Por fim ele diz que por trezentos anos não houve lei que IMPUSESSE esse dia como o dia de descanso. Decreto em
321 d.C. dado por Constantino: “que os juízes e o povo das cidades, bem como os comerciantes, repousem no
venerável dia do sol”.
De acordo com texto do autor, NÃO FOI UMA IMPOSIÇÃO, POIS A ADOÇÃO DO DOMINGO FOI DE
MANEIRA VOLUNTÁRIA E COSTUMEIRA HÁ MUITO TEMPO ANTES DE CONSTANTINO!
Se você concorda com este texto, mas afirma que a igreja católica é que mudou o sábado para o domingo, VOCÊ
NÃO TEM COERENCIA NAS SUAS AFIRMAÇÕES!
TAMBÉM O QUE PEDI A VOCÊ FOI QUE FUNDAMENTASSE, MOTIVASSE A SUA CONCORDANCIA, E
NÃO QUE REPETISSE O QUE O AUTOR ESTAVA DIZENDO, QUE FOI O QUE VOCÊ FEZ!
MOTIVAR SUA CONCORDANCIA É OUTRA COISA!
FICO POR AQUI NESTE BLOG, ME DESPEDINDO DE VOCÊS E DIZENDO AO GABRIEL QUE QUANDO
ELE CHAMAR ALGUÉM DE POBRE COITADO, DEVE ESTAR PREPARADO PARA DEMONSTRAR QUE É
SUPERIOR, E NÃO DAR UMA DEMONSTRAÇÃO DE INCOPETENCIA INTERPRETATIVA COMO ESSA A
RESPEITO DO TEXTO!
ESSE CIDADÃO PARECE QUE NÃO SABE O QUE É MOTIVAR UMA AFIRMAÇÃO.NA CONCORDANCIA
SE LIMITOU A REPETIR A IDÉIA DO AUTOR!
QUANDO GABRIEL DISSE QUE CONCORDA COM UMA PARTE DE UM TEXTO QUE SE CONTRAPÕE A
TESE ADVENTISTA DA ADOÇÃO DO DOMINGO, ESTÁ ASSINANDO SEU ATESTADO DE BURRICE!
PARABÉNS, SENHOR POBRE COITADO!
TCHAU,TCHAU!
Responder

Gabriel Miranda em 24 de julho de 2010 22:27

É muito difícil ser cortês com uma pessoa ignorante, arrogante e que age como um ser acéfalo, mas serei
educado e cortês em minhas palavras, como sempre fui, ao contrário de você Alexandre.
O fato de que alguns cristãos tinham aderido o domingo como dia de guarda antes de Constantino dar o
decreto não muda em nada o fato de que foi a Igreja Católica quem oficializou e decretou esse, o dia
cristão de descanso e adoração. Não se cria nem se muda uma lei somente com costumes, para isso é
necessário um poder e esse poder era a Igreja Católica, costumes mudam de uma hora para outra, mas
uma lei não. Quando esses cristãos guardavam o domingo eles não estavam mudando a lei de Deus,
estavam apenas indo contra ela, porém a Igreja Católica foi quem fez isso, decretou o domingo como dia
de guarda para que todos os cristãos, daquela geração em diante guardassem o domingo como “dia do
Senhor”, fazendo assim, com que aquele erro fosse seguido por todos, por isso DN 7:25 está se referindo
a Igreja Católica. A partir dessa lei, a guarda do domingo deixou de ser opcional e passou a ser
obrigatória a todos, incluindo os que naquele tempo guardavam o sábado (seguiam a lei de Deus),
portanto a guarda do domingo foi imposta a todos aqueles que não se contaminaram com os costumes que
iam contra a lei de Deus. Quero te pedir perdão se não fundamentei bem minha resposta ao ponto de você
entendê-la, pois acreditava que você tinha o mínimo de capacidade intelectual e como você demonstrou
não ter, não me manifestarei mais sobre seus comentários. Agora quero terminar com sua grande
demonstração de coerência e inteligência.
“QUANDO GABRIEL DISSE QUE CONCORDA COM UMA PARTE DE UM TEXTO QUE SE
CONTRAPÕE A TESE ADVENTISTA DA ADOÇÃO DO DOMINGO, ESTÁ ASSINANDO SEU
ATESTADO DE BURRICE!”
Você mesmo afirmou que, quem concorda com algo que contrapõe a tese adventista, é burro.
Realmente Alexandre, você é muito inteligente e coerente. Quero dizer também que estou impressionado
com sua maturidade. Fique com Deus. Estarei orando muito por você, pois mais do que nunca você
demonstrou o quanto precisa. Um abraço.

Responder

Osmar Ferreira em 24 de julho de 2010 19:13


Aos inimigos da Lei de Deus:
Autor: Wesley, Sermão 25
“A Lei moral, contida nos Dez Mandamentos e encarecida pelos profetas, Cristo não aboliu. Ela é uma
Lei que jamais poderá ser destruída, que permanece firme como fiel testemunha do Céu”.
“ Entre os mais acérrimos inimigos do evangelho de Cristo, estão os que… ensinam os homens a
destruir…não apenas um dos menores ou maiores Mandamentos, mas todos eles, de uma só vez.. Estes
honra a Cristo exatamente como o fez Judas, quando disse: ‘Eu Te saúdo, Mestre, e O beijou’…Não é
outra coisa senão traí-lo com um beijo, falar de Seu sangue e arrancar-lhe a coroa; considerar
levianamente qualquer parte de Sua lei, sob o pretexto de fazer avançar o evangelho”
Autor: Carlos Spugeon (conhecido como o príncipe dos pregadores batista) em sua obra Perpetuity of rhe
Law os God, pg. 4 a 7.
“Jesus não veio mudar a Lei, mas sim explicá-la, e isto mostra que ela permanece; pois não há nenhuma
necessidade de explicar aquilo que foi ab-rogado…Ao assim explicar a Lei Ele a confirmou”… E, ainda:
“A Lei de Deus é uma Lei divina, santa, celestial, perfeita… Não há um Mandamento a mais; não há nem
um a menos; mas ela é tão incomparável que sua perfeição é uma prova de sua divindade. Nenhum
legislador humano poderia ter trazido à existência uma lei semelhante à que encontramos no Decálogo”.
Sermão 18 Vol. II, pg. 280.
Autor: João Calvino em seu Comentary on a Hermony of Gospel Vol. I pg. 277 sobre Mat.5:17 e Lucas
16:17:
“Não devemos supor que a vinda de Cristo nos tornou livres da autoridade de Lei; pois ela é a norma
eterna de uma vida devota e santa, e deve, portanto, ser tão imutável como a justiça de Deus, que a
envolveu, é constante e uniforme”.
E, em seus Institutes, ii. 7 seção 15 Calvino escreveu: “A Lei não sofreu nenhuma diminuição de sua
autoridade, mas deve receber de nossa parte sempre o mesmo respeito e obediência”.
nadanospodemoscontraverdade@bol.com.br

Responder

Genes Soares em 24 de julho de 2010 19:56


A linguagem de João ‘Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor’ (Apoc. 1:10) revela o fato que
qualquer pessoa no seu tempo, que lesse esse seu escrito saberia a que dia se referia, isto é, qual o dia que
pertencia ao Senhor Jesus Cristo.”
Há nesse trecho nada menos que três afirmações destituídas de qualquer fundamento:
1) “…o domingo tomou tanta importância…” Não tomou importância nenhuma. Tanto assim que os
evangelistas sinóticos, escrevendo seus evangelhos sempre depois do ano 60, mais de 30 anos após a
ressurreição, referem-se ao dia meramente como “o primeiro dia da semana”, sem nenhum título de
santidade, sem nenhum caráter especial. Nos escritos apostólicos não se vê esta “tanta importância” que o
autor pretende. E o mesmo João, escrevendo seu evangelho, perto do ano 100 de nossa era, também se
refere ao dia como sendo “o primeiro dia da semana.” Quer dizer que no fim do primeiro século, o dia
não tinha a tanta importância” que lhe atribuem os dominguistas. E isto nos vai ser confirmado pelo
pastor batista Alberto C. Pittman (da Primeira Igreja Batista de Dayton, Ohio, EE. UU.):
“Primitivamente reuniam-se [os cristãos] no domingo de manhã, porque o domingo não era um dia
feriado, mas sim um dia de trabalho normal como os demais. … Partilhavam de uma merenda religiosa e
em –seguida retornavam ao seu trabalho, para os labores da semana.” – The Watchman Examiner, 25 de
outubro de 1956.
2) “… se tornou comum entre os apóstolos … chamá-lo ‘dia do Senhor’.” Aí está outra ficção. Quais
apóstolos? Onde? Quando? Como se prova que se tornou comum entre OS APÓSTOLOS designar o
domingo como “dia do Senhor?” Apontem-se seus escritos, por favor!

Responder

eu em 24 de julho de 2010 22:52


Eu bem que gostaria de congratular-me a este debate, só que vejo muito Ctrl C + Ctrl V acima, partindo
do Jean Patrik. Jean você está assinando textos que não são seus, inclusive esse último que pode ser
encontrado no site do IPC. “Seus” textos são facilmente encontrados nos sites de seus respectivos autores,
bastando para tanto, buscá-los pelo google. Pare com isso, submeta-se ao aprendizado e logre seus
próprio conhecimento. Lastimável.

Responder


João Augusto em 25 de julho de 2010 1:02
Estou profundamente consternado com o que li neste blog.
Eu, católico convicto, decepcionado com a falta de incentivo da igreja católica em orientar os católicos a estudarem a
Biblia.
Já com 65 anos, por incentivo de meu filho (32 anos), passei a ler a Bíblia desde o ano passado e o faço até hoje, pela
segunda vez.
O faço com absoluta atenção e não pelo fato de apenas ler por ser uma obrigação.
O fato que me chamou mais atenção foi a divergência entre o que consta da Bíblia de guardar o dia de sábado para o
santificar ao Senhor e o domingo, dia no qual desde criança fui orientado como o dia do Senhor.
Em face de tamanha dúvida, procurando agir corretamente os ensinamentos da Bíblia, venho buscar orientação neste
blog, o que só me fez aumentar a dúvida, tendo em vista alegações tão discordantes no mesmo.
Pelas tamanhas divergências, estou propenso a guardar os dois dias, pois só assim, certamente estarei agindo
corretamente, pelo menos e um dos dias, mas sinto que agindo assim estarei demonstrando minha falta de fé.
O triste é que eu, na tentativa de sanar minhas dúvidas, agora estou ainda mais confuso.
Fato também que eu, ao buscar orientação nos ensinamentos da Igreja Adventista, que me parece ser a única igreja
que indica o sábado como o dia do Senhor, convicto que esta é uma igreja digna de confiança (sigo a programação da
TV Novo Tempo diàriamente) mostro minha confiança nesta igreja, mas ainda me recuso a acreditar que fiquei tanto
tempo enganado, seguindo o domingo como o dia do Senhor.
Apego-me no primeiro relato sobre o dia de descanço constante na Bíblia, em genesis 1.3 – “E abençoou Deus o dia
sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.”
Reparem que é citado “o dia sétimo” e não sábado ou domingo ou outro dia qualquer.
Quem e quando foi criado o termo “sábado”?.
Se por Deus ou pelos homens?
Se foi pelos homens creio que minha dúvida procede.
Perdoem-me minha ignorância e se possível, sem ofensas como vejo nas discussões constantes no blog, desfaçam
minhas dúvidas.
Antes de despedir-me, gostaria de enfatizar que, leio a Bíblia todos os dias.
Os meus pensamentos estão sempre voltados ao Senhor.
Incrimino-me pelo fato de que não estar conseguindo transformar em obras como determinou o Senhor.
Fico indignado com o meu sentimento de falta de fé, como gostaria de ter.
Luto ardorosamente para conseguir.
Ansiosamente, aguardando uma luz esclarecedora, despeço-me
João Augusto

Responder

leandroquadros em 26 de julho de 2010 14:15

Estimado irmão João Augusto:


Li com carinho seu relato no blog e fiquei muito feliz em ver uma pessoa tão sincera como você, em
busca da verdade. Não tenha dúvidas de que o Senhor irá abençoar sua vida com o conhecimento e com a
certeza de que estará seguindo pelo caminho certo (João 7:17).
Para lhe ajudar a compreender Gênesis 2:1-3 – que menciona o descanso de Deus no sétimo dia – citarei
Êxodo 20:11, que dá a razão para guardarmos o sábado. Nesse texto saberemos qual era o sétimo dia
mencionado por Deus no primeiro livro da Bíblia:
“Porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia,
descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.”
Perceba que em Gênesis 2: 3 é dito que Deus abençoou “o sétimo dia e o santificou” e que em Êxodo
20:11 a mesma fraseologia é utilizada para identificar o sétimo dia: “o Senhor abençoou o dia de sábado e
o santificou”. O texto de Êxodo, portanto, leva nossa mente para Gênesis, de modo que o sétimo dia
abençoado e santificado por Deus é o sábado.
Faça uma comparação entre os dois versículos e sua dúvida desaparecerá.
Mantenha contato comigo para continuar lhe ajudando em suas dúvidas – ok? Conte comigo sempre.
Em anexo lhe envio um curso bíblico gratuito.
Um abraço e que Deus lhe abençoe,
Leandro Quadros
Apresentador

Responder

alexandre em 25 de julho de 2010 2:20


““QUANDO GABRIEL DISSE QUE CONCORDA COM UMA PARTE DE UM TEXTO QUE SE CONTRAPÕE
A TESE ADVENTISTA DA ADOÇÃO DO DOMINGO, ESTÁ ASSINANDO SEU ATESTADO DE BURRICE!”
Você mesmo afirmou que, quem concorda com algo que contrapõe a tese adventista, é burro.
Nâo! cidadão! A lógica é a seguinte:
Você é um defensor das teses adventistas! Assim, ao concordar com um texto que se contrapõe as teses adventistas,
significa que você é um coitado interpretativo!
E TALVEZ POR ISSO MESMO SEJA UM ADVENTISTA!
VOCÊ DEIXA TRANSPARECER QUE NÃO SABE DIFERENCIAR UM PÉ DE MANGA DE UM PÉ DE
ALFACE!
“Você mesmo afirmou que, quem concorda com algo que contrapõe a tese adventista, é burro.
NÃO AFIRMEI ISSO! EU DISSE “QUANDO GABRIEL” E NÃO QUEM !
Alguém que não seja defensor de teses adventistas, não há problema que concorde com teses antiadventistas.MAS
VOCÊ, CONCORDAR COM TESES DESSA NATUREZA, DEMONSTRA SUA FALTA DE CAPACIDADE
CRÍTICA!
PODERIA CONTESTAR SUA RESPOSTA.É OUTRO AMONTOADO DE BOBAGENS!
MAS VOU DIZER APENAS ISSO!
“O fato de que alguns cristãos tinham aderido o domingo como dia de guarda antes de Constantino dar o decreto não
muda em nada o fato de que foi a Igreja Católica quem oficializou ”
Onde você leu que está escrito “alguns cristãos”?A QUESTÃO AQUI É DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO!
Isso mesmo! a Igreja Catolica TÃO SOMENTE TORNOU OFICIAL UMA PRÁTICA VOLUNTÁRIA DOS
CRISTÃOS!
VOU PARAR POR AQUI!
VÊ SE APRENDE ESSA LIÇÃO! TCHAU!TCHAU!

Responder

Gabriel Miranda em 25 de julho de 2010 4:03

Infelizmente terei que me manifestar mais uma vez, pois como sempre, você está errado. Gostaria de
informá-lo que sou apenas um defensor da palavra de Deus e não um defensor de teses adventistas nem
de nenhuma outra denominação religiosa. Defender teses adventistas pode ser uma obrigação para todos
os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, porém como não sou um membro da mesma não tenho
nenhuma obrigação em defendê-las. Quando uma tese adventista e a verdade são iguais, o que quase
sempre acontece (estou dizendo quase porque não conheço todas), estou conseqüentemente defendendo
uma tese adventista, porém esse não é o objetivo, pois meu objetivo é sempre defender a verdade. Sua
infeliz colocação só mostra que você está defendendo doutrinas de uma determinada denominação,
estando elas erradas ou não, ao contrário de mim. Esse fato evidencia sua completa incapacidade
intelectual, já que defende teses de determinada igreja apenas porque faz parte do rol de membros dela,
mesmo essas teses sendo ridículas, como a que diz que não foi a Igreja Católica que mudou a lei de Deus
(já disse anteriormente o que caracteriza uma mudança na lei), fato que profecias bíblicas comprovam.
Seu compromisso é com sua denominação religiosa, o meu compromisso é com a verdade da palavra de
Deus. A partir de agora irei ignorar qualquer coisa que você disser. Só me manifestei mais esta vez
porque precisava esclarecer isso aos freqüentadores deste site. E por favor, não fale mais da interpretação
de ninguém, pois seu português é horrível em todos os aspectos, você precisa muito de um professor.

Responder

alexandre em 25 de julho de 2010 11:26


“E por favor, não fale mais da interpretação de ninguém, pois seu português é horrível em todos os
aspectos, você precisa muito de um professor.”
Mais uma afirmação IDIOTA!
COMO SE ERRO DE PORTUGUÊS TIVESSE ALGUMA COISA A VER COM CAPACIDADE
COGNITIVA!
MELHOR NÃO SE MANIFESTAR, POIS A CADA VEZ QUE SE MANIFESTA, FALA UMA
BOBAGEM NOVA!
VOCÊ PARECE UMA MÁQUINA DE FALAR BESTEIRAS!
COMO DISSE, APRENDA ESSA LIÇÃO PRA VOCÊ PENSAR DUAS VEZES ANTES DE SAIR
CHAMANDO OS OUTROS DE POBRE COITADO POR COISA NENHUMA!
AQUI ME DESPEÇO DO BLOG!

Responder

Leandro Almeida em 25 de julho de 2010 14:35


Quando vc escreve:- “antigos documentos da igreja primitiva”. A de salientar algumas observações. 1ª
Quem garante que alguns textos citados por vc provinham de fontes confiáveis(ou seja, de irmãos
realmente fieis, qualquer um poderia escrever tal definições para defender seus interesses, o que enteressa
aos adventistas é a biblia, não apenas História sem um pingo de fundamentação biblica,um crente como
vc pode ficar satisfeito com tal coisa, mais um verdadeiro seguidor de cristo, jamais) Até mesmo no
período dos apóstolos existiam falsos crentes (assim como existe hoje) e isso confirmamos nas epistolas
de Paulo. Para entendemos o porquê desses autores(citados por vc) e até mesmo denominações acharem
ser a palavra KURIAKH MERA referente ao dia do domingo é necessário conhecermos um pouco mais
da História. Vejamos; Nesse período o segundo século da nossa era a igreja estava de sobremodo sendo
perseguida, principalmente por eles si associarem aos judeus, pois ambos guardavam o sábado. Exista
serias contendas entre os judeus de um lado e os romanos e gregos do outro. Dessa forma para que os
cristãs não fossem confundidas com os judeus (pois ambos guardavam o sábado) uma parte dos mesmos
passou a observa também o domingo ficando assim observando os dois dias, mais a outra parte há dos
crentes fies continuaram a guarda somente o sábado como manda as sagradas escrituras(e é desses fies
irmãos que os adventistas são remanescentes). A evidência solida que os cristas da cidade de Alexandria
foram os primeiros a observarem também o domingo como dia de guarda, em meados dos anos 120 da
nossa era(muito tempo depois da época apostólica). A desculpa teológica dada para tamanha
desobediência fora a de que cristo tinha ressuscitado nesse dia e que fora o primeiro dia da criação. “Na
cidade de Jerusalém nesse mesmo período os judeus estavam em serias contendas com o império,”, pois o
império havia proibido a circuncisão e Adriano queria reconstruir Jerusalém como cidade pagã. É claro
que os judeus foram contra, e liderado por Barcocheba (que significa uma estrela) “ Eusébio (História da
igreja)se rebelaram, sendo no ano de 135 esmagado pelo exercito imperial. Adriano banio os judeus e
proibiu a observância do sábado e de outros rituais judaicos. Por isso os crentes não queriam ser
associado aos judeus renunciando, a guarda do sábado em parte e passando também a observa o domingo
cultuando os dois dias. Ao passar do tempo a religião começou a mistura-se com o poder do Estado
culminando no decreto dominical no séculoIII . –Portanto irmão Patrik os registros históricos que vc
citou são justamente daqueles crentes que misturaram o paganismo com o sagrado para assim fugir da
perseguição da época. Vamos pela lógica. Em sua resposta ao irmão Gabriel vc diz:-“Querido Gabriel,
concordo com você que a bíblia não fala claramente que o dia do Senhor seja o domingo, isso no novo
testamento. Então é bom e coerente o irmão concorda que Ap.1.10 também não fala do Sábado, sendo
assim ficamos no campo da suposição e conjicturação. Certo?” Vc mesmo confirma que na palavra
KURIAKH MERA não dar para saber se tratar-se do sábado ou do domingo. Como em apocalipse essa
palavra era uma expressão nova os falsos crentes inventaram que tratava-se do dia do domingo
justamente para se ter na bíblia uma justificativa para tal observância.Biblicamente nem historicamente
vc não pode provar nada. Porém todos os indicios biblicos nos leva a crer que se tratava do dia de sábado
e nunca nem jamas ao dia do domingo pois se assim o fosse o autor estaria se contradizedo já que ele
afirma categoricamente em -(1Jo 2:4) “Aquele que diz,eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é
mentiroso e nele não está a verdade”.( não existe mandamento de Cristo dizendo para guarda o domingo,
já o sábado dispensa comentários, ele mesmo declara ser o senhor do sábado) Por mais que vc tente
desfazer da biblia jamais vai conseguir. Os seus comentários acerga das passagens que fala sobre o 1ª dia
da semana chega ser ridículo, nem vou perde tempo comentanduos.Fiqui em paz.

Responder

alexandre em 25 de julho de 2010 17:56


” Defender teses adventistas pode ser uma obrigação para todos os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia,
porém como não sou um membro da mesma não tenho nenhuma obrigação em defendê-las.”
Nossa! Acho que é patogênica a coisa!
O coidado não conseguiu entender até agora em que fato se concentra o problema!
Ele acha que o problema é defender teses adventistas!
Desisto!
Até mais pessoal!
Agora fui de uma vez!

Responder

davi em 10 de agosto de 2010 1:17

quando Cristo voltar saberemos quem esta certo alexandre ou nos os adventistas

Responder

Eudes em 25 de julho de 2010 21:42


1 João 4;1 diz:
“Amados, não creiais em qualquer espírito, mas examinai os espíritos para ver se procedem de Deus, porque muitos
falsos profetas têm saído ao mundo.”
Amados, quem é adventista ou não, primeiro procure investigar o que essa seita prega.
Quem tiver o mínimo de discernimento vai entender o que a Bíblia ensina de verdade.
1° Pesquise sobre Ellen White.
2º Pesquise sobre Willian Miller
3º Pesquise sobre os Testemunas de Jeová que vieram desta seita
4º Pesquise na Bíblia se você acha algo sobre “Arca do Conserto”
5º Pesquise ….
Fique na paz do Senhor Jesus Cristo

Responder

leandroquadros em 26 de julho de 2010 13:49

Eudes: Que base histórica você possui para afirmar que as TJ vieram da Igreja Adventista do Sétimo Dia?
NUNCA eles fizeram parte de nosso movimento.
Aguardarei suas provas.

Responder

Aislynn em 26 de julho de 2010 0:25


VEJA BEM JEAN:
Frequentemente, ouvimos que a cruz anulou a lei. Isso é um tanto irônico, porque a cruz mostra
exatamente que a lei não pode ser anulada nem mudada. Se Deus não revogou nem mudou a lei antes de
Cristo morrer na cruz, por que faria isso depois? Por que não Se livrar da lei assim que a humanidade
pecasse e, dessa forma, poupar a humanidade da punição provocada pela violação da lei? Assim, Jesus
nunca teria precisado morrer. A morte de Jesus mostra que, se a lei pudesse ter sido mudada ou revogada,
isso teria sido feito antes, não depois da cruz. Assim, nada mostra mais a validade contínua da lei que a
morte de Jesus, ocorrida justamente porque a lei não pode ser mudada. Se a lei pudesse ter sido mudada
para nos ajudar em nossa condição caída, não teria sido uma solução melhor para o problema de pecado
do que Jesus ter que morrer?
Se não houvesse lei divina contra o adultério, esse ato provocaria menos dor e magoaria menos do que
acontece agora aos que são vítimas dele? Como a resposta o ajuda a entender por que a lei de Deus ainda
está em vigor? Qual foi sua experiência com as consequências de violar a lei de Deus?
“Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei” (Romanos 3:31).

Responder


Aislynn em 26 de julho de 2010 0:27
Cerca de cem anos atrás, o escritor irlandês Jonathan Swift escreveu: “Mas será que alguém diria que se
as palavras beber, enganar, mentir, roubar fossem extirpadas da língua e dos dicionários ingleses por um
Ato do Parlamento, na manhã seguinte iríamos acordar temperantes, honrados, justos e amantes da
verdade? Essa é uma consequência justa?” (Jonathan Swift, A Modest Proposal and Other Satires [Uma
Proposta Modesta e Outras Sátiras], Nova Iorque: Prometheus Books, 1995, p. 205).
Da mesma forma, se a lei de Deus foi abolida, por que mentir, matar e roubar ainda são pecados? Se a lei
de Deus tivesse sido mudada, a definição de pecado também deveria ser mudada. Ou se a lei de Deus
tivesse perdido o valor, o pecado também deveria ter desaparecido. E quem acredita nisso? (Veja também
1Jo 1:7-10; Tg 1:14, 15.)
No Novo Testamento, estão presentes tanto a lei como o evangelho. A lei mostra o que é pecado; o
evangelho indica o remédio para esse pecado, que é a morte e a ressurreição de Jesus. Se não houvesse
lei, não haveria pecado, e então, de que seríamos salvos? Só no contexto da lei, e sua validade
continuada, o evangelho faz algum sentido.
Frequentemente, ouvimos que a cruz anulou a lei. Isso é um tanto irônico, porque a cruz mostra
exatamente que a lei não pode ser anulada nem mudada. Se Deus não revogou nem mudou a lei antes de
Cristo morrer na cruz, por que faria isso depois? Por que não Se livrar da lei assim que a humanidade
pecasse e, dessa forma, poupar a humanidade da punição provocada pela violação da lei? Assim, Jesus
nunca teria precisado morrer. A morte de Jesus mostra que, se a lei pudesse ter sido mudada ou revogada,
isso teria sido feito antes, não depois da cruz. Assim, nada mostra mais a validade contínua da lei que a
morte de Jesus, ocorrida justamente porque a lei não pode ser mudada. Se a lei pudesse ter sido mudada
para nos ajudar em nossa condição caída, não teria sido uma solução melhor para o problema de pecado
do que Jesus ter que morrer?
“Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei” (Romanos 3:31).

Responder

Genes Soares em 26 de julho de 2010 1:30


kyriake hemera é uma designação cristã para o primeiro dia da semana. Porém, é completamente escassa
a evidência de que os cristãos nos tempos do N.T. tenham sequer usado kyriake hemera para identificar o
domingo. Eruditos cristãos conservadores concordam que João, que escreveu o Apocalipse, também
tenha escrito o quarto evangelho aproximadamente na mesma época. Em João 20:1, ele designa o
domingo como “o primeiro dia da semana”, o título comum também usado por todos os outros escritores
do N.T.. A analogia das Escrituras também é contrária à interpretação de kyriake hemera como o
primeiro dia da semana. Um exame imparcial e contextual das passagens do N.T. citadas no esforço de
favorecer essa interpretação antiescriturística mostra que elas não têm nenhuma influência sobre o
assunto.
A expressão “primeiro dia da semana” é usada oito vezes no Novo Testamento e foi traduzida da frase
grega:
miá ton sabbáton ou de outras com pequenas variações e em Marcos 16:9 de: – prote sabbátu.
A expressão mais geral, para o primeiro dia da semana, é formada em grego de dois elementos:
1º) A palavra miá, numeral grego, na sua forma feminina.
2º) Da palavra grega sábbaton, nome neutro, que significa sábado.
Se a palavra miá é feminina, percebe-se logo, que não pode referir-se ao vocábulo “sábbaton” que é
neutro. “Miá” sendo o numeral feminino precisa concordar cem outra palavra feminina e esta é “hemera”,
dia em grego, que está subentendida, levando-nos a concluir que a tradução correta e fiel da expressão
original grega deve ser: “O primeiro dia da semana.”
Todos os conhecedores do grego concordam ser esta uma boa tradução, porque os dicionários gregos
confirmam que a palavra “sábbaton” também significa semana. Isto é confirmado pelos dicionários e por
aqueles que nos dias dos apóstolos falavam o grego.
Sábbaton – propriamente cessação do trabalho, descanso; o sábado judaico, usado tanto no singular como
no plural – Mat. 12:2, 5, 8; Luc. 4:16; uma semana, singular e plural – Mat. 28:1; Mar. 16:9.
A Greek – English Lexicon of the New Testament. . . . Arndt and Gingrich.
a) Verbete sábbaton – o sétimo dia da semana no calendário judaico, marcado pelo descanso do trabalho
e por especiais cerimônias religiosas.
b) Semana – no singular – dis tou sabbáton, dois dias em uma semana – Luc. 18:12.
Prote sabbáton – no primeiro dia da semana (domingo) – Mar. 16:9.
No plural (he) miá (ton) sabbáton (isto é – hemera) – o primeiro dia da semana – Mat. 28:1.
II. O evangelista Lucas (18:12) citando as palavras do fariseu, declara: Jejuo duas vezes na semana. Em
grego está:
– nesteuo dis tu sábbatu; que numa tradução literal seria: Jejuo duas vezes no sábado. Não há necessidade
de muita acuidade mental, para concluir que o homem não poderia estar afirmando, que jejuava duas
vezes durante um único sábado. Com facilidade concluímos que ele queria dizer que jejuava duas vezes
durante a semana, ou no período marcado por dois sábados sucessivos.
Os judeus designavam os dias da semana usando a expressão “primeiro”, “segundo”, “terceiro”, etc. dos
sábados, subentendendo-se evidentemente a palavra dia, que em grego é do gênero feminino. Em outras
palavras, os judeus denominavam o domingo como o primeiro dia depois do sábado.
Este processo, encontrado no Novo Testamento, é comprovado com exemlplos de escritores gregos e
latinos dos primeiros séculos, Embora numerosos, os seguintes são suficientes para nosso esclarecimento:
a) Didachê, ou Ensino dos Apóstolos (cerda de 150 A.D.) livro 5, capítulo 19.
b) Constituição dos Santos Apóstolos (cerca de 390 A.D.).
c) Sobre o Jejum, de Tertuliano (cerca de 225 A.D.) capítulo14.
d) Narração sobre o Salmo 80, de Agostinho (cerca de 420 A.D.), parágrafo segundo.
Não apenas os textos neotestamentários usam a expressão – miá sabbáton, para o primeiro dia da semana,
já que esta denominação se conserva até hoje nas Igrejas da Síria e Etiópia.
Concluímos portanto que a expressão “miá sabbáton” foi corretamente traduzida para o português por
primeiro dia da semana.
Em segundo lugar, não resta dúvida alguma, sobre o fato de que a Bíblia não faz menção especial de
qualquer espécie, ao primeiro dia da semana como querem defender os guardadores do domingo.
O Dr. Aníbal Pereira Reis, em seu livro A Guarda do Sábado, págs. 140-141, com bastante sagacidade e
astúcia tenta provar, através de sofismas baseados em Marcos 16:2 e 9 que o domingo é o principal dia da
semana.
Nestes dois versos temos a expressão: primeiro dia da semana, com a seguinte diferença em grego:
Mar. 16:2 –miá ton sabbáton.
Mar. 16: 9 –– prote sabbátu.
No grego no primeiro verso está o numeral cardinal e sábado no genitivo plural, enquanto no segundo se
encontra o numeral ordinal e sábado no genitivo singular, ou duas expressões diferentes para expressar a
mesma coisa. Os escritores gregos podiam tanto usar o numeral cardinal quanto o ordinal, na mesma
acepção, como nos comprovam os exemplos de Mar. 16:2 e 9.
Pelo fato de primeiro, significar também principal, Dr. Aníbal defende que nesta passagem tem este
significado, deduzindo que a tradução correta de Marcos 16:9 deve ser: “E tendo ressuscitado na manhã
do principal dia da semana”, para ele o domingo.
Que autoridades e passagens bíblicas ele cita para comprovar sua estranha conclusão? Evidentemente
nenhuma, desde que estas reflexões foram arquitetadas em suas lucubrações, mas não estão escudadas em
princípios exegéticos e nas declarações das Santas Escrituras.
Concluir da expressão “primeiro dia da semana” o significado de principal dia da semana, interessado em
defender pela Bíblia a valorização do domingo, com desprestígio do sábado é muita ousadia no campo da
exegese bíblica.
O que mais nos admira e se torna mais grave é que no prólogo do seu livro declarou: “Minha posição no
tocante ao cumprimento do sábado está absoluta e indubitavelmente enraizada na Bíblia, a Infalível
Palavra de Deus”.
É inacreditável chegar a tais desmandos diante desta afirmação.
O professor de Teologia Moral no Instituto Filosófico – Teológico de Petrópolis, Dr. Frei Antônio
Mosser afirma, na página 477 da Revista Eclesiástica Brasileira: “O que Jesus fez não foi abolir o sábado.
Nem podia fazê-lo, pois na compreensão dos judeus o sábado foi instituído pelo próprio Deus. O que
Jesus fez foi libertar os homens do jugo em que o sábado tinha sido transformado pelo empobrecimento
da teologia rabínica. Ele liberta o homem da letra do sábado”.
Na página 485 o mesmo autor afirma:
“Está historicamente comprovado que o repouso dominical foi introduzido pelo Decreto de Constantino,
em 321. O Decreto dizia mais ou menos o seguinte: “Que todos os juízes e habitantes das cidades
descansem no venerável dia do sol”.
Eusébio, bispo de Cesaréia, contemporâneo de Constantino, o Grande, não tardou em declarar o seguinte:
“Tudo o que era de obrigação no dia de sábado, nós o transferimos para o dia do Senhor, que é
propriamente (o dia) mais nosso, como o mais elevado que é em categoria e mais digno de honra do que o
sábado judaico”. – Eusébio, De Vita Constantin, Livro III, cap. 33, pág. 413.
Note bem a sua declaração – Nós. Prova evidente e insofismável de que não havia nenhuma autoridade
para tal mudança conferida por Cristo ou pelos apóstolos.
Apesar do decreto de Constantino, o sábado continuava a ser observado até que um golpe mais decisivo o
veio a atingir.
A. D. Prynne em sua História dos Concílios, Vol. l, parágrafo 39 assim se expressa:
“O sábado do sétimo dia foi observado por Cristo, pelos apostolos e pelos primeiros cristãos até que o
Concílio de Laodicéia a certos respeitos como que aboliu a sua observância.”
“O Concílio de Laodicéia, em 364, resolveu em primeiro lugar a observância do Ceia do Senhor e em
seguida proibiu sob anátema a observância do sábado judaico”.
É uma verdade acaciana entre os comentaristas, que em nenhum lugar da Bíblia, se encontra uma
afirmação que identifique o primeiro dia da semana como o dia do Senhor.
As descobertas arqueológicas projetaram mais luz sobre a expressão kuriak” h”méra. Papiros e inscrições
do período imperial da história romana, achados em Egito e Ásia Menor, empregam a palavra kuriakós (o
masculino de kuriak”) para referir-se à tesouraria e o serviço imperial.
Isto é compreensível, pois o imperador romano com freqüência era chamado em grego o kúrios,
“senhor”, e portanto sua tesouraria e serviço eram a “tesouraria do senhor” e “o serviço do senhor”.
Portanto kuriakós era uma palavra familiar no idioma oficial romano para as coisas relacionadas com o
imperador. Uma dessas inscrições procede de uma época tão antiga como o é no ano 68 d. C. De maneira
que é claro que este uso de kuriakós era corrente no tempo de João (ver Adolf Deissmann, Light From the
Ancient East, pp. 357-361).
Nesta mesma inscrição aparece uma referência a um dia ao que se lhe deu o nome da imperatriz Julia, ou
Livia como é melhor conhecida.
Em outras inscrições de Egito e de Ásia Menor aparece com freqüência o termo sebast”, o equivalente
grego de Augustus, como nome de um dia. Sem dúvida estas são referências a dias especiais em honra do
imperador (ver Deissmann, loc. cit.). Alguns sugeriram que a expressão kuriak” h”méra, como a usa
João, também se refere a um dia imperial; mas isto parece duvidoso por duas razões. Primeiro: ainda que
tinha dias imperiais e o termo kuriakós se usava para outras coisas relativas ao imperador, ainda não se
encontrou nenhum caso em que kuriak” se tivesse aplicado a um dia imperial. Isto, por suposto, não é
uma prova final, porque é um argumento baseado no silêncio.
Mas o segundo argumento que pode esgrimir-se contra a identificação de kuriak” h”méra de João como
um dia imperial, parece ser concludente: sabe-se que tanto os judeus do século I (ver Josefo, Guerra vii.
101), como os cristãos, pelo menos no século II (ver Martírio de Policarpo 8), negaram-se a chamar ao
César kúrios, “senhor”. Portanto, chega a ser extremamente difícil pensar que João se tivesse referido a
um dia imperial como o “dia do Senhor”, especialmente em sem tempo quando ele e seus irmãos cristãos
eram terrivelmente perseguidos por negar-se a adorar ao imperador (ver pp. 738-740). E tem mais
provável do que Juan escolhesse a expressão kuriak” h”méra para referir-se ao sábado, como um meio
subtil de proclamar o fato de que bem como o imperador tinha dias especiais dedicados em sua honra,
assim também o Senhor de João, por amor de quem agora sofria, também tinha seu dia especial.
Embora alguns desses homens tenham sido piedosos, a verdade é que não eram inspirados, e seus escritos
não são infalíveis. Pelo contrário, há neles uma eiva tremenda de absurdos e ilogismos insanáveis. Eis a
amostra:
Inácio, por exemplo, pretende que se torna assassino de Cristo quem não jejua no sábado ou no domingo
(1); defende a transubstanciação, considerando herege quem admite apenas o simbolismo da santa ceia
(2); exalta demais a autoridade do bispo, pondo-a acima da de César, chegando ao cúmulo de afirmar
que, quem não o consulta, segue a Satanás (3). É bom lembrar que, das quinze cartas atribuídas a Inácio,
oito são absolutamente falsas, e as restantes são duvidosas, cheia de interpolações e acréscimos. Não se
sabe exatamente o que esse Pai escreveu!!!
Barnabé (se é que existia tal personagem), diz que a lebre muda cada ano o lugar da concepção (4), que a
hiena muda de sexo anualmente (5), e a doninha concebe pela boca (6). Afirma que Abraão conhecia o
alfabeto grego (séculos antes que tal alfabeto existisse) (7) ; alegoriza a Bíblia, compara a circuncisão ao
“oitavo dia” que afirma ser o dia de reunião (quando não existe oitavo dia na semanal) (8). Sua epístola é
espúria, disparatada e não merece crédito.
Justino era quiliasta*; ensinava, entre outros absurdos, que os anjos do Céu comem maná (9), e que Deus,
no princípio do mundo, deu o Sol para ser adorado. (10)
Clemente de Alexandria sustenta que os gregos se salvam pela sua sabedoria (11); afirma que Abraão era
sábio em astronomia e aritmética, e que Platão era profeta evangélico. (12) Erra demasiada e crassamente
nas citações que faz da Bíblia.
Tertuliano, o que mais heresias ensinou, era sarcástico, injurioso, apaixonado, colérico, fanático e aderiu
à heresia montanista.** Diz regozijar-se com os sofrimentos dos ímpios no inferno (13) Afirma que os
animais oram (14). Defende o purgatório, a oração pelos mortas, e outros despautérios doutrinários (15)
Cipriano, de feiticeiro que era no paganismo, tornou-se anabatista na igreja.
Eusébio (já além da era patrística) era ariano.***
Irineu quer que as almas, separadas do corpo, tenham mãos e pés (16) Defende a supremacia de Roma,
alegando que a Igreja tem mais autoridade do que a Palavra de Deus (17) Diz que os “animais imundos”
são os judeus (18) defende ardorosamente o purgatório (19), e chega até a dar a idade certa de Cristo que,
segundo ele, tinha quase cinqüenta anos (20)
Poderíamos alongar esta relação citando outros “pais” e seus despautérios. Par aí se vê, porém, o absurdo
de citá-los para comprovar doutrina. Enquadram-se perfeitamente na conceituação do profeta Jeremias:
são verdadeiras cisternas rotas.
Adão Clarke, abalizado comentarista evangélica, depois de considerar a obscuridade dos escritos destes
“pais,” conclui: “Em ponto de doutrina a autoridade deles é, a meu ver, nula.” (21)
Eduardo Carlos Pereira, douto escritor evangélico, disse que a patrística além de constituir-se
“testemunha falível de autoridade humana,” era “tradição que a crítica não pode sequer firmar no terreno
digno da História.” Diz ainda que se trata de “tradição confusa e contraditória.” E remata: “Pululam, nos
anais primitivos da Igreja, escritos espúrios ou apócrifos, que revelam a tendência perigosa para a ficção
e para as lendas, que degeneraram largamente nas fraudes pias dos tempos medievais.” (22)
O Arcediago Farrar acrescenta: “Há pouquíssimos deles cujas páginas não estejam repletas de erros, erros
de método, erros de fatos, erros históricos, de gramática, e mesmo de doutrina.” (23)
Mosheim, afamado historiador eclesiástico confirma: “Não é de admirar que todas as serras dos cristãos
podem encontrar nos chamados pais algo que favoreça sua própria opinião e sistemas.” (24)
Sim, os escritos patrísticos provam tudo, amparam a maior heresia.

Responder

Genes Soares em 26 de julho de 2010 1:50


Voltando ao foco do nosso estudo em questão.
Estes sábados mencionadas em Col. 2:16, e que FORAM CRAVADOS NA CRUZ, não se confundem
com o sábado do sétimo dia, porque este é de obrigação perpétua.
São os adventistas que o afirmam? Muitos compreensivos estudiosos dos oráculos divinos ratificam esta
afirmação. Pedimos aos leitores que atilem bem os ouvidos para ouvirem esta importante declaração de
Strong, o batista, que muito nos tem ajudado neste mister. Diz ele textualmente:
“Percebemos … a importância e o valor do sábado, como comemorativo do ato divino da Criação e,
necessariamente da personalidade, soberania e transcendência de Deus. O sábado é de obrigação perpétua
como o memorial estabelecido de Sua atividade criadora. A INSTITUIÇÃO DO SÁBADO ANTEDATA
O DECÁLOGO E FORMA UMA PARTE DA LEI MORAL. Feito na Criação, ele aplica-se ao homem
como homem em toda a parte e em cada a época, em seu atual estado de criatura.” (7)
Continua A. H. Strong, a mais alta expressão teológica batista:
“Nem nosso Senhor nem Seus apóstolos ab-rogaram o sábado do decálogo. A nova dispensação anulou
as prescrições mosaicas relativas à maneira de guardar o sábado, mas continua reafirmando sua
observância como de origem divina e necessária à natureza humana. Nem tudo na lei mosaica foi abolido
em Cristo… Cristo não cravou na Sua cruz mandamentos do decálogo.” (8)
Esse testemunho fala por si.
Os “sábados” de Col. 2:l6 eram cerimoniais. Há estudiosos que alinham os sábados cerimoniais em sete,
durante o ano judaico, e que no ano 30 de nossa era assim se teriam seguido: 15 de Nisã (sexta-feira), 21
de Nisã (quinta-feira), 6 de Sivã (sábado), 1°. de Tishri (domingo), 3 de Tishri (terça-feira) 15 de Tishri e
22 de Tishri (domingo). De qualquer maneira, recaíam em dias diversos da semana.
Deus descansou no sábado do sétimo dia, porém não fez o mesmo nos sábados anuais. Ao primeiro, Deus
clama “os Meus sábados” Ezeq. 20:20; aos últimas, chama-os de “seus sábados” Oséias 2:11; Isa. 1:13
etc. A própria Bíblia estabelece a distinção, como vimos.
E os já citadas Jamieson, Fausset, and Brown, no seu comentário, dizem:
“Lev. 23:38 expressamente distingue “o sábado do Senhor,” de outros sábados. Um preceito positivo é
ordenado por ser necessário e cessa de ser obrigatório quando ab-rogado; porém o preceito moral é
ordenado eternamente, porque é eternamente necessário.”
Mas – objetará alguém – se Paulo menciona dias de festa, não haveria necessidade de acrescentar
“sábados” se estes, afinal, são os mesmos dias de festas. Isto é um subterfúgio. Por uma questão de
realce, foram citados os sábados. Também a Lua nova era um dia de festa e, no entanto, é mencionada
distintamente. Havia outras festividades menores, como a festa do Purim. Porém no caso vertente, é fora
de dúvida que os “sábados” mencionados eram ligados às sete grandes festas de Israel.
Podíamos aqui dar por encerrado este assunto, porém, como sempre há doutrinadores cavilosos que
apelam para a filologia em torno da palavra “sábados” de Col. 2:16, mister se faz uma ligeira
consideração neste particular. De início, a palavra grega empregada pode referir-se aos sábados semanais
ou aos sábados anuais. Temos que apelar para o contexto a fim de sabermos a quais se refere. Em grego,
“sábados” do texto em lide é sabbata, uma forma plural de sabbaton. Embora sabbata em muitas casos
não representa um exato plural, pelo fato de derivar da forma singular aramaica, par outro lado é de
freqüente sentido singular.
A exploração que pretensos helenistas fazem em torno deste fato, em nada altera a posição que
sustentamos, porque sabbata pode representar um plural exato, como, por exemplo, em Atos 17:2 e sem
dúvida no nosso texto (Col. 2:16) ainda reforçado com o peso do contexto indicando tratar-se de sábados
anuais.
Há oponentes que exploram também o fato de a palavra “sábados”, na passagem que estamos
considerando, estar no grego sem o artigo, mas esquecem-se de que o sábado semanal é também
freqüentemente citado sem o artigo em grego, como por exemplo, em S. João 5:9; 9:14, etc. Donde se
conclui que é inconsistente, inócuo mesmo, tal argumento.
Do ponto de vista filológico, nada favorece a tese dos oponentes…
Os sete sábados festivais ou cerimoniais que transcorriam durante o ano judaico, recaindo em diferentes
dias da semana, eram: 15 de Nisã (Páscoa), 21 de Nisã (pães asmos), 6 de Sivã (Pentecostes), 1.º de
Tishri (memória da jubilação, Festa das Trombetas), 10 de Tishri (Dia da Expiação), 15 de Tishri (Festa
dos Tabernáculos) e 22 de Tishri (oitava dos Tabernáculos). Recaíam em dias da semana, que a Escritura
denomina de sábados, e neles não se podia fazer nenhuma obra servil. Estes sábados foram cancelados
(Col. 2:16).
E para concluir-se deve-se dizer que a posição dos oponentes que tentam livrar-se do mandamento do
sábado do sétimo dia, insistindo que Col. 2:16 se refere a ele e que foi cancelado na cruz, é assaz
comprometedora para eles mesmos. Afirmando a ab-rogação do quarto mandamento estão efetivamente
cancelando a base do domingo, porquanto fora da lei mural não há mandamento para santificar um dia
em sete – como entendem e procuram justificar. Até neste ponto o tiro lhes sai pela culatra.
Referências:
(1) Skinner, art. “Sabbath”, Hasting’s Bible Dictionary, pág. 307.
(2) A Edersheim. Festas de Israel, pág. 86.
(3) Idem, págs. 8 e 118.
(4) Idem, pág. 71.
(5) Idem, pág. 72.
(6) Idem, pág. 109.
(7) H. H. Strong, Systematic Theology, pág. 408.
(8) Idem, pág. 409. Verdade é que Strong admite a mudança do sábado para a domingo a qual “parece ter
sido devido à ressurreição de Cristo.” E justifica-o com as fragílimas escoras da tradição patrística. Com
isso apenas patenteia a invenção humana da observância dominical.

Responder

Genes Soares em 26 de julho de 2010 3:19


Prossigamos seguindo o oponente em seu refúgio pela seara patrística em busca de “provas” da
observância do domingo, já que não as encontrou irrecorrivelmente nas Escrituras. Veremos tão frágeis
castelos de cartas desmoronarem-se irremediavelmente.
Diz-nos ele: “Barnabé, A. D. 120, diz: ‘Nós guardamos o dia oitavo com alegria, no qual também Jesus
ressurgiu dos mortos, e tendo aparecido ascendeu ao Céu.”
É nulo, absolutamente nulo o valor desse testemunho. Quanto à idoneidade e credibilidade desse suposto
Barnabé (quem teria sido?) veja-se o que dissemos no preâmbulo do artigo precedente. E esta epístola
equívoca, inçada de absurdos e futilidades, encontrada em 1844 pelo sábio alemão Tischendorf num
convento ao sopé do monte Sinai, com muita benevolência da crítica foi datada de meados do século II,
época em que a apostasia começara a infiltrar-se na igreja cristã, e o “festival da ressurreição” também ia
sendo observado, como conseqüência da forte oposição aos judeus.
A “epístola” é absolutamente apócrifa e até pais da igreja como Eusébio, Jerônimo e Agostinho negam-
lhe autoridade. Uma simples leitura de toda a epístola evidencia-lhe o caráter espúrio, a começar das
absurdas alegorias que faz de fatos e festas do Velho Testamento. Coisa totalmente inaceitável.
Ocupemo-nos da parte invocada pelo oponente, tangenciada com a observância do domingo.
O contexto do capítulo 15 nos informa que o citado Barnabé estabelece um paralelo inadmissível, ilógica
e aberrante, querendo forçar um inexistente “oitavo dia” (a semana só tem sete) a ser uma continuação do
princípio judaico da cerimônia da circuncisão e isto porque – na obtusa relação que esse hipotético
Barnabé estabelece – aquele rito se fazia ao “oitavo” dia do nascimento do varão israelita. É de pasmar! É
de estarrecer! Salta aos olhos de qualquer pessoa a futilidade, a insanidade deste argumento (?), pois o
corte do prepúcio ocorria uma só vez na vida do judeu, e o dia de guarda (como era ignorante esse
Barnabé!) ocorre semanalmente. Tão arrevesada e descabida é essa idéia que nenhum comentarista dela
toma conhecimento. E é nesse emaranhado de incoerências que se vai buscar “prova” para o que não se
pode provar pela Palavra de Deus.
Justino Refere-se ao “Dia do Sol”
Escreve o grande advogado dominguista de O Sabatismo à Luz da Palavra de Deus: “Justino Mártir, A.
D. 140, disse: ‘No dia chamado domingo há uma reunião num certa lugar de todos os que habitam nas
cidades ou nos campos, e as memórias dos apóstolos e os escritos dos profetas são lidos… Domingo é o
dia em que todos nós nos reunimos em comum, porque é o primeiro dia em que Deus fez o mundo, e
porque no mesmo dia Jesus Cristo nosso Salvador levantou-Se dos mortos. Ele foi crucificado no dia
anterior ao de Saturno (sábado) e no dia após o de Saturno, que é o dia do Sol (Domingo), tendo
aparecido aos Seus apóstolos e discípulos, ensinou-lhes estas coisas as quais vos temos apresentado para
a vossa consideração’ (Apologia, cap. 67).”
Tendenciosa e infeliz esta citação. Tradução errada, porquanto a palavra domingo que aí consta três vezes
ERA INTEIEAMENTE DESCONHECIDA naquele tempo (meados do segundo século). O original de
Justino diz exatamente o seguinte:
“No dia chamada DO SOL, faz-se uma reunião de todos os que moram nas cidades e nos distritos rurais e
se lêem as memórias dos apóstolos e os escritos dos profetas… No DIA Do SOL realizamos uma reunião
em conjunto, no qual dia Deus, havendo mudado a obscuridade e a matéria, fez o mundo; e Jesus Cristo,
nosso Salvador, ressuscitou dos mortos no mesmo dia. Fora crucificado um dia antes ao [dia] de Saturno
e no dia que segue ao [dia] de Saturno – o DIA DO SOL – tendo aparecido aos apóstolos e discípulos
ensinou-lhes estas coisas que submetemos à vossa consideração.” (Versais e grifos acrescentados.)
Note-se a diferença! A palavra domingo aí é pura invenção do oponente, porquanto o original menciona
tão-somente dia do Sol – o feriado pagão vigente naqueles tempos. Justino vivia em meio ao surto
expansionista do mitraísmo, culto de adoração solar que se implantara no Império. Esta Primeira
Apologia endereçava-se a Antônio Pio e ao povo romano, e nela Justino refere-se aos mistérios de Mitra
como coisa conhecidíssima de seus leitores. Em outro documento, o Diálogo com Trifo, Justino
menciona claramente o mitraísmo por duas vezes.
Se a citação de Justino Mártir prova alguma coisa, prova apenas isto: que nos meados da segundo século,
os cristãos já estavam adotando práticas pagãs, em virtude da forte campanha antijudaica e também.
começando a cortejar o Estado, fato que continuou com o episódio de Constantino. É isto o que provam
as palavras acima de Justino. É isto o que os adventistas crêem e ensinam. É isto o que a História regista:
a apostasia gradual. Tudo isto ocorreu sem a menor sanção escriturística – sem a mínima autoridade da
Palavra de Deus. E esse primeiro dia da semana não era dia de guarda, pois após a reunião matinal, os
cristãos retornavam ao trabalho.
Justino jamais chamou ao primeiro dia da semana “domingo” e muito menos de “dia do Senhor” –
designação que posteriormente se ligaria ao dia espúrio. Sim Justino refere-se unicamente à “semana
astrológica” do paganismo, e ao fato de o “festival da ressurreição” celebrar-se após o sábado bíblico, que
ainda era o dia de guarda. Esse dia de reunião, chama-o de “dia do Sol.” No mesmo trecho se menciona o
sábado como “dia de Saturno,” o sétimo dia da “semana astrológica.
Conhecendo-se a verdade histórica quanto à apostasia gradual que culminaria mais tarde com o edito de
Constantino na esfera civil, e decisões de alguns concílios na esfera religiosa, selando assim o domingo
como dia de guarda, pode-se ver, em seu verdadeiro aspecto e sentido a declaração de Justino Mártir a
respeito de reuniões que se faziam no DIA DO SOL. E assim se pulveriza a “prova” de Justino .
Clemente de Alexandria.
A cita do oponente é a seguinte: “Clemente de Alexandria, no Egito, A. D. 194: ‘Ele cumprindo o
preceito, conforme o Evangelho, guarda o dia do Senhor, quando abandona uma disposição má e assume
aquela do gnóstico, glorificando em si a ressurreição do Senhor’.”
Clemente, sem dúvida, refere-se ao festival da ressurreição que se celebrava no primeiro dia da semana,
mas que ainda não era dia de guarda, porquanto, depois da cerimônia, os crentes retornavam às suas
ocupações. Era, sem dúvida, o “costume” que, com o correr do tempo, determinou a observância oficial
do domingo, sem, contudo, amparar-se em qualquer base das Escrituras.
Há no trecho citado de Clemente alusão a um INEXISTENTE preceito (?) do evangelho. O leitor terá
imediatamente dez milhões de cruzeiros se nos mostrar esse preceito dominguista em qualquer dos
evangelhos. Reconhecendo, também, que tal preceito NÃO EXISTE, opositor apela para a fantasia… E
imagina esta saída [que bem demonstra a derrota fragorosa): “Isto parece indicar [tudo é vago, nebuloso,
hipotético, “parece”] que Jesus, entre a ressurreição e a ascensão deu mandamento a respeito do primeiro
dia da semana.” Fantasia! Fantasia! Fantasia! Tudo inócuo. Tudo sem o menor valor probante, e só prova
a insustentabilidade de uma posição antibíblica. E é com tais expedientes indignos que os adversários dos
adventistas justificam a deliberada transgressão do quarto mandamento da Lei de Deus.
s citações finais de outros vultos da Patrística nem mereceriam ser consideradas em vista da data que
trazem: terceiro e quarto séculos. Tempo em que a apostasia já se consumara. Notemos, porém, que
Cipriano, o feiticeiro que se tornou anabatista, incoerente e confuso como os demais pais, alude ao oitavo
dia. Faz coro com o costume já implantado e que, paulatinamente, determinou o abandono do sábado.
A Constituição Apostólica, (que pelo simples fato de datar-se do fim do terceiro século prova não ser da
autoria dos apóstolos, mas de escritores apócrifos da igreja oriental), invocada pelo oponente, reclama a
união dos cristãos no dia da ressurreição de Cristo. No entanto, os escritores dessa pretensa Constituição
Apostólica nos informam da observância do sábado. Diz um trecho:
“Observarás o sábado, em intenção dAquele que repousou de Sua obra da criação, mas não cessou Sua
obra de Providência: é um repouso para meditação da lei, e não dia para ociosidade das mãos.” – Livro 2,
seção 5, cap. 36. Em outros capítulos menciona o sábado como devendo ser guardado, ao lado do
primeiro dia da semana, como valor de prova é nulo tal documento. É contraditório!
O mesmo diremos de Anatólio, e Pedro de Alexandria, este já no quarto século.
O que dizer então de Eusébio, que escreveu: “Todas as coisas que eram dever ser feitas no sábado, estas
NÓS AS TRANSFERIMOS para o dia do Senhor” – Commentary on the Psalms. Confessa com esse
“nós transferimos” que a mudança do dia de guarda foi obra de mãos humanas. Não se fez por Deus, por
Cristo, pelos apóstolos, por preceito bíblico. Pelos homens, e só pelos homens, no período da apostasia
gradual!!!
Conclui o adversário afirmando que a guarda do domingo tem a autoridade do Espírito Santo aos
apóstolos: “Quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade.” A seu ver, essa
“toda a verdade” refere-se ao domingo, verdade que, segundo crê, veio através dos “iluminados” Pais da
Igreja. Baseado num fragílimo castelo de cartas!!! Em “cisternas rotas, que não retêm as águas.” Jer.
2:13.

Responder

Manoel em 26 de julho de 2010 13:40


O Jean assina textos que não são dele. Basta buscá-los no google, para verificar a veracidade de minha
informação.

Responder

ginobarros em 4 de agosto de 2010 21:14


Que Deus tenha piedade…

Responder

Matheus Cardoso em 6 de agosto de 2010 11:29


Olá, irmão Leandro Quadros
Gostaria de compartilhar com você e com os leitores do blog um resumo do livro de Ron du Preez.
Em 2008, Ron du Preez publicou pela Andrews University Press uma versão prévia de sua tese doutoral em Novo
Testamento na University of the Western Cape. Intitulada Judging the Sabbath: Discovering What Can’t Be Found in
Colossians 2:16 (Julgando o sábado: descobrindo o que não pode ser encontrado em Colossenses 2:16), a obra de Du
Preez “desafia qualquer argumento que se baseia em Colossenses 2:16 para negar a permanência do imperativo moral
do sábado” (contracapa).
Resenhas críticas desse livro foram publicadas em Andrews University Seminary Studies, v. 47, nº 2 (outono de
2009) e escritas por P. G. Damsteegt, professor de Teologia História na Andrews University (p. 273-175) e por
Edwin Reynolds, professor de Novo Testamento na Southern Adventist University (p. 275-281).
A PALAVRA “SÁBADO” NO ANTIGO E NOVO TESTAMENTO
Alguns argumentam que a Septuaginta (tradução grega do Antigo Testamento utilizada pelos primeiros cristãos)
utilizada a expressão “sabbata” para o sábado semanal e “sabbata sabbaton” (sábado de sábados) para o Dia da
Expiação, um sábado cerimonial. Portanto, os “sabbata” (sábados) de Colossenses 2:16 não podem ser os sábados
cerimoniais, mas necessariamente o sábado semanal.
Ron du Preez responde que a expressão hebraica “sabbat sabbaton” é utilizada quatro vezes em referência ao sábado
semanal (Êx 16:23; 31:15; 35:2; Lv 23:3), duas para o Dia da Expiação (Lv 16:31; 23:32) e uma para o ano sabático
(Lv 25:4). A Septuaginta não traduz consistentemente a expressão hebraica para o equivalente grego, “sabbata
sabbaton”, mas apenas uma vez (Lv 23:32). A palavra “sabbat”, isoladamente, é utilizada para o Dia da Expiação (Lv
23:32c), para os anos sabáticos (Lv 25:2, 4 [duas vezes], 6; 26:34 [duas vezes], 35; 26:43; 2Cr 36:21) e para a Festa
das Trombetas (Lv 23:24).
No Novo Testamento, as palavras gregas “sabbaton” e “sabbata” não se referem apenas ao sábado semanal.
“Sabbaton” é traduzido três vezes por “semana” (Mc 16:9; Lc 18:12; 1Co 16:2) e quarenta e uma, por “sábado”.
“Sabbata”, a palavra que aparece em Colossenses 2:16, é traduzida por “semana” em seis textos (Mt 28:1; Mc 16:2;
Lc 24:1; Jo 20:1, 19; At 20:9), dezessete como um “sábado” individual e uma vez como “sábados” (plural). A
Septuaginta utiliza “sabbata” para um “sábado” individual (ex. Êx 20:10), “sábados” (ex. 1Cr 31:3) e sábados
cerimoniais tais como o Dia da Expiação (ex. Lv 23:32c) e os anos sabáticos (ex. Lv 25:4).
FESTAS E A SEQUÊNCIA ANUAL-MENAL-SEMANAL.
Geralmente, é dito que Colossenses 2:16 apresenta uma sequência que consiste de três partes (festas anuais-mensais-
semanais), aludindo a uma expressão comum no Antigo Testamento. Se “sabbata” fosse uma referência aos sábados
cerimoniais, a idéia do texto seria festas anuais – luas novas – festas anuais. Portanto, “sabbata” é uma referência
necessária ao sábado semanal.
De acordo com Ron du Preez, a Septuaginta emprega “heorte” (festa) para traduzir a palavra hebraica “hag”, que é
utilizada apenas para a Páscoa, Tabernáculos e Pentecostes (ex. Êx 23:14-19). A palavra grega “heorte” (festa) é
utilizada, na Septuaginta e no Novo Testamento (ex. Lc 2:41; 22:1; Jo 7:2), apenas para essas três festas.
Os textos que supostamente apresentam a sequência de três partes (anual-mensal-semanal) em realidade mostram
uma sequência que consiste em quatro partes (ofertas diárias-semanais-mensais-anuais) (Nm 28:1-29:40; 1Cr 23:29-
31; 2 Cr 2:4; 8:12, 13; 31:3; Ne 10:33; Ez 45:13-17). Todos os textos tratam de ofertas sacrificais, e não dos dias em
si mesmos (ao contrário de Cl 2:16). A sequência (diário-semanal-mensal-anual) é o inverso da que se alega aparecer
em Colossenses 2:16 (anual-mensal-semanal).
Colossenses 2:16 é uma referência a Oséias 2:11, onde aparece a sequência festa-lua nova-sábado. Ambos os textos
tratam dos dias em si, e não de ofertas sacrificais; e apresentam a mesma sequência. A análise dos termos do Antigo
Testamento para “festas” e “sábados”, como foi realizado acima, mostra que Oséias 2:11 e Colossenses 2:16 se
referem às mesmas celebrações religiosas.
CONCLUSÕES
Ron du Preez conclui que, em Colossenses 2:16, “heorte [festas] identifica as três festas anuais de peregrinação (ou
seja, Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos), neomenia [luas novas] indica as celebrações lunares de ano novo e sabbata
[sábados] inclui as três épocas de descanso ritual (ou seja, Trombetas, Expiação e Anos Sabáticos)” (p. 147).
Portanto, “o peso esmagador da evidência intertextual, linguística, semântica, estrutural e contextual demonstra que
os sabbata [sábados] de Colossenses 2:16 se referem a antigos sábados cerimoniais judaicos, e não ao sábado
semanal. Assim, o sábado do sétimo dia do Decálogo não pode ser considerado como abolido com base em
Colossenses 2:16” (p. 148).

Responder

leandroquadros em 10 de agosto de 2010 16:26

Caro Matheus:
Muito obrigado pelo excelente resumo! Que muitos leitores desejos de aprender possam se beneficiar
desse estudo do Dr. Preez.
Um forte abraço.

Responder

Osmar Ferreira em 25 de agosto de 2010 11:13


Paulo e o Sábado
Jesus pessoalmente disse a Saulo: Eu sou Jesus, a quem tu persegues; mas levanta-te e põe-te em pé; pois
para isto te apareci, para te fazer ministro e testemunha tanto das coisas em que me tens visto como
daquelas em que te hei de aparecer; livrando-te deste povo e dos gentios, aos quais te envio,
para lhes abrir os olhos a fim de que se convertam das trevas à luz, e do poder de Satanás a Deus, para
que recebam remissão de pecados e herança entre aqueles que são santificados pela fé em mim (Atos 26:
16,17,18).
Observa que Jesus apareceu à Saulo para fazê-lo: Ministro e Testemunha tanto das coisas em que Saulo
tinha visto, como daquelas que lhe seria mostrada pelo próprio Jesus, ou seja, Paulo foi feito Ministro e
Testemunha de Jesus, pois acabara de Vê-lo. Paulo também foi Testemunha da fidelidade de Estevão
mesmo em face da morte. Paulo era Testemunha da fidelidade dos Apóstolos e dos demais seguidores de
Jesus a Palavra de Deus revelada através de Jesus Cristo. Paulo era Testemunha de os que aceitavam a fé
como ela é em Jesus, perseveravam na Doutrina dos Apóstolos (Atos 2: 42).
Jesus disse que livraria Paulo “deste povo”(Judeus) e dos gentios, aos quais lhe enviaria para abrir os
olhos deles (gentios-nós), a fim de nos converter das trevas para à Luz .
Agora, observe que Ananias que fora enviado pelo Senhor Jesus que tinha aparecido a Paulo (Atos 9: 17),
disse a Paulo: “ O Deus de nossos pais de antemão te designou para conhecer a Sua vontade, ver o Justo,
e ouvir a voz da sua boca.
Porque hás de ser sua testemunha para com todos os homens do que tens visto e ouvido” (Atos 22: 12 a
15). Observe que Ananias se apresentou a Paulo declarando que fora enviado pela mesma Pessoa que lhe
aparecera, confirmando e ampliando a vontade Divina para que Paulo fosse Testemunha para todos os
homens, incluindo também os judeus, daquilo que ele (Paulo) tinha testemunhado do Próprio Jesus que
lhe aparecera e que ainda veria o Justo que lhe aparecera e ouviria a Sua Voz.
Portanto, temos explicito nestes Textos Sagrados, todo o Ministério de Paulo, ou seja, que Paulo foi
separado para ser Ministro e Testemunha de Jesus, para conhecer a vontade de Deus, pregar e ensinar
aquilo que ele tinha visto e ouvido de Deus, de Jesus, e acerca de Deus e de Jesus. Contudo, em momento
algum Paulo declarou que a Lei Moral, ou seja, que os Dez Mandamentos foram abolidos. Nem mesmo
que o Dia do Senhor havia mudado do sétimo para o primeiro dia. Muito pelo contrario, vemos Paulo
guardando o Sábado conforme o Mandamento.
Jesus disse que enviaria Paulo para abrir nossos olhos, nos convertendo das trevas para à Luz. Porem, em
momento algum Paulo declarou que a Lei Moral, ou seja, que os Dez Mandamentos foram abolidos. Nem
mesmo que o Dia do Senhor havia mudado do sétimo para o primeiro dia. Muito pelo contrario, vemos
Paulo confirmando a lei Moral de Deus inclusive guardando o Sábado conforme o Mandamento.
Portanto, se Deus ou Seu Filho tivesse abolido os Dez Mandamentos ou mesmo mudado o Dia do Senhor
(Isaías 58: 13,14), do Sábado para o domingo, do Sétimo Dia para o primeiro dia, Paulo certamente teria
aberto nossos olhos nos convertendo para à Luz . Pois ele era imitador de Cristo e combateu “o bom
combate completou a carreira guardou a fé” (II Tim. 4:7,8), dizendo como devemos “proceder na casa de
Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da Verdade” (I Tim. 3: 15).
Se Jesus disse que Paulo seria Seu Ministro e Sua Testemunha, que Deus de antemão havia designado
para conhecer Sua vontade ver O Justo e ouvir Sua voz, com certeza, entre a vontade de Deus ,a visão do
Justo ,do ouvir de Sua voz, não estava tal mudança. Pois como Ministro e Testemunha de Jesus, Paulo
declarou que devemos ser imitador dele como ele era de Cristo, como também devemos imitar Deus
como filhos amados (I Cor. 11:1- Efésios 5:1).
nadanospodemoscontraverdade@bol.com.br

Responder

Augusto em 19 de outubro de 2010 0:47


Jean Patrik, pessoas como voce me motivam a continuar defendendo a integridade da Palavra de Deus.
Parabgens pelas suas observaçoes, continue sendo um arauto da Verdade, pois cedo ou tarde, ela
prevalecera, independente ou indifefente a toda oposição. Creio que toda essa resistencia ao que a Palavra
de Deus declara a respeito do sabado, no contexto da nova aliança, embora muitas veses nos deixe
indignados, um DIA servira de contraste e de prova incontestavel da recusa de Cristo como Senhor e
Salvador. Considero umm atentado à inteligencia e à propria Palavra de Deus, pegar um texto tao claro
como Cl 2:14 a 17 e desfigura-lo de um modo tao depreciativo, simplesmente para defender um ponto
doutrinario de uma denominação que se considera o remanescente de Deus nos ultimos tempos. Essa
questao, alias(remanescentes), por si só, representa grave erro, pois disvirtua o que a Palavra de Deus
descreve a Seu proprio respeito como um Deus que nao faz acepçao de pessoas (At 10:34). Ou sera que
esse texto nao diz o que quer dizer, assim como Colossenses 2????Um forte abraço..

Responder

augusto em 21 de outubro de 2010 13:21


Ei9, poprque voces nao postaram meu artigop anterior a esse, que fala sobre Agar representando o monte Sinai, e
sara, representadndo a nova aliança?? Voces exclui9ram?? Por que?? Ficou dificil argumentar??Poir favor, não façam
isso. É a Palavra de Deus que foi ministrada, e nao o meu pensamento…Em tempo, o texto esta em Galatas 4:21 a 31.
Cordialmente, Augusto tavares

Responder

leandroquadros em 25 de outubro de 2010 10:41

Querido Augusto:
Como estou com mais de 3.000 comentários ainda não pude aprovar o seu. Mas, creio que em breve o
farei.
Um abraço!

Responder

Lima Jr em 21 de outubro de 2010 15:24


.
Olho na bíblia irmãos!
.A bíblia nos mostra que ela é verdadeira (João 17:17) e devemos crer no que ela diz:
A bibliz diz: “…mas o sétimo dia é o SÁBADO do Senhor teu Deus” (êxodo 20:10)
.
A biblia diz: “porque o filho do homem é Senhor do SÁBADO” (Mateus 12:8)
.
A biblia diz: “de sorte que o Filho do homem é Senhor também do SÁBADO (Marcos2:28)
.
A biblia diz: “e acrescentou-lhes: O filho do homem é Senhor do SÁBADO (Lucas 6:5))
.
A biblia diz: “porque Eu o Senhor não mudo” (Malaquias 3:6)
.
A biblia diz: “Jesus Cristo, ontem e hoje é o mesmo e o será para sempre” (Hebreus 12:8)
.
A biblia diz que os 10 mandamentos foram escritos pelo próprio Deus e ficaram dentro da arca
(Deut.10:4-5) e as outras leis foram escritas por Moises e ficaram ao lado da arca (Deut.31:24-26)
.
Deus não pode contradizer-se, o sábado semanal é eterno. Os sábados cerimoniais é que foram anulados
(como já mostrado em comentários anteriores, é só estudar)
.
Jesus mudou o sacerdócio através de seu sacrificio:
.
Mateus 5:17. “Não penseis que vim revogar a lei e os profetas, não vim para revogar vim para
cumprir…”
.
a palavra CUMPRIR vem do grego PRELOO e significa plenitude, ou seja Jesus veio plenificar a antiga
aliança ao substituir todas as ordenanças cerimoniais (sacrificios de animais) que eram sombra, pelo seu
próprio sacrificio
.
Mas os principios morais dos 10 mandamentos, baseados no amor, são eternos:
.
Primeiro mandamento: Lealdade a Deus
Segundo mandamento: Adorar a Deus
Terceiro mandamento: Respeitar a Deus
Quarto mandamento [que a grande maioria não gosta]: Santidade e adoração ao Criador (Êxodo 20:11) e
Salvador (Deuteronômio 5:15)
Quinto mandamento: Respeito pela autoridade
Sexto mandamento: Amor ao próximo
Sétimo mandamento: Pureza
Oitavo mandamento: Honestidade
Nono mandamento: Verdade, autenticidade
Décimo mandamento: Contentamento
.
Fiquem com Deus

Responder

ORLANDO RODRIGUES NETTO em 2 de novembro de 2010 20:02


Pessoal, estes que debatem contra os ASD, e porque não dizer, contra o Sábado, infelizmente ainda
vivem a cegueira espiritual. Como diz o ditado: “O pior cego não é o que não enxerga literalmente, mas o
que não quer enxergar”. Precisa dizer mais alguma coisa? Acho que não!
Mas irei deixar alguns textos para reflexão: Is.66:22,23> Fala sobre a promessa de DEUS de que o
adoraremos aos Sábados, no Céu; Apc.22:18,19> O texto diz claramente o que acontecerá com quem
alterar, ou seja, acrescentado ou retirando qualquer palavra da Bíblia; Mal.3:6> DEUS diz que tudo que
saiu de sua boca, não será mudado; contexto deste: Salmo 89:34> Ordem de DEUS para não quebrar o
Seu concerto e tb não alterar o que saíra de Seus lábios;entre outros.
Saudações em CRISTO;
ORLANDO R. NETTO

Responder

Johnny Walker em 5 de novembro de 2010 16:24


Olá Jean tudo bem!?
Olha já sou Adventista há 3 anos, estou comprometido com o Evangelismo.
Já dei estudo pra Pastor da Assembleia de Deus e muitos outros.
Já discuti com uitas pessoas a respeito do Sábado.
Agora aprendi que uma pessoa que não busca a verdade, não se interessa com a verdade, nunca verá na
propria Bíblia um claro Assim diz O SENHOR Lembra-te do dia do Sábado…Pois é o Sábado do Senhor
teu Deus. E esse é um sinal perpetuo, tanto para os judeus como para os gentil. Êx 20:8-11; Êx 31:17; Is
8:16 e 20; Is 56; Ez 20:12 e 20; Is 58:13-14; Lc 4:16 e entre outros.
Não adianta debate isso é errado! Poderia citar muito mais mas não vejo necessidade, a menos que queira
ouvir bom, mais vale um frase da palavra de Deus do que dez mil teorias humanas deixe que o Espírito
Santo te guie e nã seus pastores.
Assim como um dia quis ouvir a verdade e um dia o proprio Deus ouviu minha oração.
Que O Senhor Deus te abençôe! Abraços.

Responder

Carlos Henrique daSilva Gomes em 6 de novembro de 2010 22:58


Deus sendo Eterno não nos deixou dia nem hora nem tempo, porque Ele é Eterno. Nos deixou
a medida certa para atuarmos na terra. nos deu o ponto exato do que devemos fazer, obedecê-
lo ou não . Continuar com Ele na eternidade ou não. Os Seus
mandamentos é uma opção da criatura, obedeça ou não. Como uqeremos provar o improva-
vel. Deus é o Criador e nós Suas criaturas. Ele é Infinito e nós finitos.
SOMOS MAIS SÁBIOS QUE DEUS ?.<
Man

Responder

leandroquadros em 6 de novembro de 2010 23:57

Prezado Carlos Henrique:


O fato de Deus ser eterno não contradiz o fato de que ELE CRIOU O TEMPO e ESTABELECEU um
tempo específico para adoração. Não podemos “filosofar” e ignorar o claro mandamento em Êxodo 20:8-
11.
A eternidade de Deus não é uma desculpa para não guardarmos o sábado. Aceite a Palavra de Deus como
ela é e será cada vez mais abençoado.
Outro detalhe: Mesmo Deus sendo eterno, Ele entra no tempo para fazer parte de nossa história. Isso é
claro em Daniel 2 de no ato de Deus ter encarnado em Cristo. E, a própria presença de Deus no TEMPO
durante 24h (Sábado – ver Gênesis 2:1-3) santifica o tempo.
Fique com Deus.

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Ericson Santana em 10 de novembro de 2010 0:51


Leandro Quadros, poste mais vídeos no site, pelo menos os de 2010. Obrigado

Responder

EVERALDO, O MENOR DOS DISCÍPULOS em 20 de novembro de 2010 22:33


Irmão Jean Patrik, o Senhor seja a tua Paz!
João 18:37-38 – “Perguntou-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que eu sou rei.
Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da VERDADE. Todo aquele que é
da VERDADE ouve a minha voz. Perguntou-lhe Pilatos: Que é a VERDADE? E dito isto, de novo saiu a
ter com os judeus, e disse-lhes: Não acho Nele crime algum”.
Observem o quadro: Alguém faz perguntas ao nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo que também é Deus
Onisciente e que conhecia o coração dos seus interlocutores. Sabia qual era a intenção de fazer-Lhe
perguntas. Alguns perguntavam para ver se O apanhava em alguma falta ou deslize na resposta para
denegrir a Sua religião, o cristianismo e desclassificar a Sua Igreja recém-formada, chamando-a de
SEITA. Outros O interrogavam, porque tinham o real interesse de conhecer a Verdade sobre o Seu plano
redentor, sobre a Sua doutrina, sobre a Sua Igreja. Por que o Mestre dos mestres e Aquele que é a
personificação da Verdade não deu a resposta a Pilatos? Será que ele se interessaria em conhecer a
verdade? E os judeus? Quem dentre eles tinha interesse? Quantos daqueles que nos acusam de
perseguição e de sermos os únicos que vão para os céus e de sermos os únicos que conhecem a Verdade,
têm realmente interesse em nos ouvir? Quantos realmente AMAM a verdade? Quantos têm interesse em
promover a unidade ou a união entre os cristãos ao invés de manter a diferença que nos mantêm
separados? Será que não estão tornando a verdade depende daquilo que crêem ou da denominação a qual
pertencem? [maroon]Afinal, o propósito do nosso Deus, o Eterno, o Yeshwa ou Yehoshua é que todos
cheguem ao pleno conhecimento da Verdade e a Unidade na Fé. (Efésios 4:13; I Timóteo 2:4: II Tim.3:7;
Hebr.10:26). O Problema para Pilatos e a maioria dos judeus era aceitar a verdade de que Jesus era o
Filho de Deus e o Rei dos reis, Senhor dos senhores e o Salvador universal. Satanás havia-lhes cegado o
entendimento. Hoje, o problema de alguns é aceitarem a verdade de que o Senhor escolheu a Sua Noiva
que é a Sua Igreja, deu-lhe toda autoridade e o conhecimento de toda a verdade e o Seu Espírito. A
Palavra de DEUS é que é tese e não a palavra de homens que se sentem orgulhosos intelectualmente. A
palavra do Senhor para esses é que[maroon] [green]“todo aquele que se exalta será humilhado e quem se
humilha será exaltado”. “Muitos são chamados e POUCOS serão escolhidos”. (Mat.23:12; Lucas 18:14 e
Mat.22:14).
Um abraço por Cristo Jesus.

Responder

Ângelo Martinho em 25 de novembro de 2010 20:03


O sábado não é nenhum tabú. A grande questão que se coloca é que o próprio homem acha-se mais sábio
e quer corrigir o seu Criador. A verdade é sempre verdade e não importa a oposição, ela sempre triunfará.
No livro de S. Lucas 4:16, apresenta-se o costume de Jesus Cristo enquanto esteve nessa terra. Se Ele
cumpriu com o que está normado e guardou o sábado do 7º dia, quem somos nós para duvidarmos de
Deus?

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EVERALDO, O MENOR DOS DISCÍPULOS em 27 de novembro de 2010 19:36


Jean Patrik, li o maravilhoso assunto sobre a Lei e a Graça do dia 16 de julho de 2010 às 17:52 que foi
postado por ti. Ouça o que o Espírito diz às igrejas (Apocalipse 2:7, 11) . Não é mais a opinião da IASD e
nem a sua opinião e nem a de sua igreja, mas estamos juntando o que o Espírito lhes falou e a nós, ok?
Vejamos o que podemos deduzir:
MUDANÇA DA LEI E A LEI DA GRAÇA
Em Romanos 3:31, nos diz: “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a
Lei”. Está claro como o dia que esta lei que permanece não pode ser a lei de Moisés ou o sistema
mosaico, de sacrifícios de animais ou holocaustos. Uma das duas permanece, qual? Baseados nesse texto
nos é afirmado… que a Lei não foi abolida. Se não referir-se ao decálogo (Cf. Êxo. 20), refere-se então, a
que lei? Vejamos em II Cor. 3:14: “Mas os seus sentidos foram endurecidos. Porque até hoje o mesmo
véu está por levantar na lição do Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido” (Abolir significa:
“Revogar, anular, extinguir, suprimir”). Agora significa dizer que o decálogo foi abolido? O que foi
abolido foram os mandamentos em forma de ordenanças.(Cf. Efés.2:14-15; Colos.2:14,20; Hebr.9:1,10)
Até que houve a mudança do sistema religioso. O sistema que era sacerdotal, agora passou a ser
apostólico, porém os princípios do reino de Deus permanecem inalterados! Então surge a pergunta:
Ficamos sem Lei? Podemos fazer o que quisermos? A resposta é: Negativo, não ficamos sem Lei, mas
recebemos junto com o novo pacto uma lei mais tremenda e superior (Heb.8:6)… Leiamos em Romanos
8:2 – “Porque a Lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da Lei do pecado e da morte”.
Aleluia! A nossa nova Lei é a do Espírito de Vida, pois quem anda no Espírito não entra em condenação
(Rom.8:1), estamos na Graça – na Dispensação do Espírito Santo, leiamos: “Como não será de maior
glória o ministério do Espírito” (II Cor.3:8). Lá em romanos nos fala de uma lei, a do pecado e da morte
(Rm.8:2), vejamos que lei é esta. “O qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo
Testamento, não da Letra (lei), mas do espírito; porque a letra (lei) mata e o espírito vivifica. E, se o
ministério da morte, gravado em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam
fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória, como não será
maior glória o ministério do espírito? Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais
excederá em glória o ministério da justiça. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi
glorificado, por causa desta excelente glória. Porque, se o que era transitório foi para a glória, muito mais
é em glória o que permanece” (II Cor.3:6-11).. Então, de acordo com Paulo, qual era o ministério da
morte? Paulo diz que era o gravado nas tábuas dadas a Moisés, ou seja, o Apóstolo mais consagrado da
Bíblia está afirmando que a lei dada no monte Sinai era o ministério da morte e a lei que era transitória
(passageira), caducou. Agora andaremos no Espírito e a lei que é espiritual (Cf. Rom.7:14), eterna (Cf.
Mat.5:17-18), foi gravada em nossos corações! (Cf.Gál.5:25; Rom.7:14; Ezeq.36:37; Hebr.8:10 e 10:16)
Para que esta lei foi gravada no coração do verdadeiro cristão? “para que a justa exigência da lei se
cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rom.8:4). Por isso nos é
deixado claro que a Graça é-nos concedida para que a lei possa ser cumprida. No sistema mosaico, as
festas e as luas novas eram sábados (Colos.2:16-17 compare com Lev.16:31; 23:24-25,39; 25:4; 26:34-
35,43; 23:38) e eram sombras.(Cf. Hebr.8:5 e 10:1) Na lei de Deus só há um sábado (Êxo.20:10) e este é
símbolo do descanso em Cristo Jesus.(Mat.11:29; Hebr.3:11,18; 4:4-5,9-11) Ele aponta para o passado, a
criação de Deus (Gên.2:2-3) e não para o futuro, a cruz de Cristo. Ele abençoou e está abençoado! Aqui
Paulo mostra que a Velha aliança era apenas uma sombra e nessa realidade nós vemos a lei de Moisés
representado pelos holocaustos e pelas festas – O DECÁLOGO NA REALIDADE É BEM MAIS
ELEVADO E ESPIRITUALIZADO NO NOVO TESTAMENTO.
QUAL É A REALIDADE DO SÁBADO?
O Sábado materializa o descanso que temos em Cristo Jesus nosso Senhor. Nas igrejas (aqui não eram
igrejas denominacionais, diga-se de passagem) que o Apóstolo Paulo estabeleceu, o santo dia de Deus
permaneceu como o “dia do Senhor” (Atos 13:14 compare com Isa.58:13). Não pode de maneira
nenhuma ser o Domingo. (Colos.2:16-17) – “Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou
por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o
corpo é de Cristo” A palavra SABBATON, como é usada em Colos.2:16, não pode se referir aos sábados
semanais, porque foi o próprio Deus nosso Senhor que estabeleceu o dia do descanso e colocou este
preceito na Sua Santa Lei. Sendo assim é difícil para os evangélicos sustentarem a sua doutrina
dominical, desde que temos visto que o Sábado pode legitimamente ser tido como o Dia do Senhor
quando Ele chama o “Meu Santo Dia” e nem Satanás pode mudar isso! Sempre um símbolo leva a uma
realidade espiritual. Neste caso, qual dia passou a ser o símbolo do descanso em Cristo Jesus? Na verdade
eu não julgo ninguém, porque o julgamento pertence ao Filho de Deus. Ele é quem vai julgar a
todos.(Rom.2:12 e Tia.2:12)
O título revela que se trata da LEI SACRIFICAL ou cerimonial, como queiram, refere-se às festas
judaicas, os chamados de “os seus sábados” (Osé.2:11 compare com Ezeq.22:26), mostrando que os
MEUS (de Deus) eram santos e os SEUS (dos Hebreus) não eram. No verso 17, Paulo estabelece
cristalinamente que estes sábados, eram “sombras” dos bens futuros e o sábado do SENHOR aponta para
o passado, para a CRIAÇÃO DE DEUS (Gên.2:1-3 e Êxo.20:10. Compare Colossenses 2:16-17 com
Ezeq.45:17 e Sal.81:3-4).
O Sábado não tem nada a ver com os sacrifícios de animais. Sábado (Shabbat) quer dizer descanso. Isso é
tão verdade que o autor aos Hebreus o confirma: “Porque nós, os que temos crido (em Cristo), entramos
no repouso (Sábado ou descanso)… Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus
de todas as suas obras no sétimo dia” (Hebr.4:1-4). Ou seja, o autor aos hebreus está dizendo que o nosso
descanso é Cristo Jesus, e em cada sábado semanal comemoramos esse descanso, por isso o Senhor se
declara Senhor do Sábado (Mat.12:), porque nada do que foi feito sem Ele se fez.(João 1:3) E Ele nos diz
também que o sábado FOI FEITO por causa do homem.(Cf. Mc.2:27 e Ecles.12:13-14;) O dia santo foi-
nos dado para o descanso físico e espiritual.(Êxo.20:10) Cada sábado comemoramos a nossa redenção,
porque como Deus descansou das Suas obras, também nós descansamos das obras da carne,(Gál.5:19)
para não mais servirmos ao pecado como escravos.(II Pedro 2:19; João 8:34; Rom.6:17-18,22)
A LEI DO VELHO PACTO ESTÁ VIVA E NÓS MORTOS
Vejamos isso: “Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio
sobre o homem por todo tempo que vive… Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo
corpo de Cristo, para que sejais doutro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, afim de que demos
fruto para Deus” (Rom. 7:1,4) “Ora, se já morremos com Cristo, cremos que com Ele também
viveremos” (Rom.6:8). Escrevendo aos cristãos de Roma (Romanos 7:4) o apóstolo fala sobre que lei?
Pois bem, seguindo esse raciocínio, leiamos: “Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz
também mudança da Lei” (Hebr.7:12). Ao mudar-se o sacerdócio, houve também mudança no sistema.
Agora a igreja seria apostólica e não sacerdotal. Aonde está a incoerência? Neste caso, eles estavam
livres da lei mosaica para esposar a Cristo (Romanos 7:1). Os judeus é quem estavam querendo
ressuscitar essa lei (Atos 15:1, 5). Nesse capítulo sete de Hebreus trata-se da mudança de sacerdócio, ou
seja, do aarônico para o de Melquisedeque: “segundo a ordem de Melquisedeque”, então vemos que, de
acordo com Rom.3:31 a lei é o decálogo, portanto o Apóstolo Paulo não deve estar falando da mesma
Lei! A primeira é eterna e a segunda era transitória, até o tempo de correção. Você sabe o que significa se
Deus houver mudado?(Malaq.3:6 e Tia.1:17)
Essa é a revelação, a Lei, o Velho Pacto estão vivos, mas somos nós que morremos com Ele pela fé e
assim, vivemos uma nova realidade. É tão simples que só não entende quem não quer entender. Não
confundir morrer para a Lei com morrer para o pecado! (Rom.6:2,6-7,10-11,22) O Senhor veio aniquilar
o pecado e não a Lei.(Cf.Hebr.9:26) O morrer para a lei diz respeito ao sistema mosaico! (Cf.Hebr.7:12)
O sistema era sacerdotal e na Nova aliança passa a ser apostólica. Não há necessidade de ficarmos
supondo e supondo, e sim, crermos no Apóstolo dos Gentios e aceitarmos a Graça de Deus para a
obediência. Se os “Domingólotras” querem anular a Lei, então vão em frente, no final veremos quem são
os justificados diante de Deus (Rom.2:12-13).
Explica o seguinte o Dr. G. Archer – enciclopédia Ed. Vida, pág. 125:
“…a verdadeira questão é se a ordem sobre o sétimo dia, o Sábado do Senhor, foi transferida (Hebr.7:12),
no NT, para o primeiro dia da semana, o Domingo, que a igreja em geral honra como o dia do Senhor. De
fato, ele é também conhecido como Sábado cristão. O âmago ou cerne da pregação apostólica ao mundo
gentio e judaico, a partir do pentecostes era a ressurreição de Jesus (Atos 2:32). O ressurgimento de
Cristo era a comprovação de Deus, perante o mundo, de que o salvador da humanidade havia pago o
preço válido e suficiente pelos pecadores e havia superado a maldição da morte. O sacrifício expiatório
eficaz de Jesus e sua vitória sobre a maldição da morte introduziu uma nova época ou dispensação da
Igreja( Ef.1:10). Assim como a ceia do Senhor (I Cor.11:23-34) substituiu a Páscoa (Mt.26:17-30;
Lc.22:7-23), na antiga aliança – “Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento (novo
concerto, pacto, aliança)”. “A morte de Cristo substituiu o sacrifício de animais no altar (Jo.19:30, Veja
Levítico), o sacerdócio(aarônico) (Êxo.28), foi substituído pelo sacerdócio supremo de Jesus “segundo a
ordem de Melquisedeque” (Hebr.7) e fez com que cada crente se tornasse um sacerdote (Apoc.1:5)”,
todavia “o quarto mandamento, dentre os dez”, NÃO “deveria ser substituído por outro símbolo”, porque
é um dos preceitos da eterna Lei de Deus. Querer dizer então, que o nosso Deus que não muda, agora
mudou o Sábado para o Domingo é o mesmo que acreditar que o Seu caráter é mutável!
Os Dez Mandamentos e a Lei de Cristo
O “grande” argumento é que; “os dez mandamentos não foram abolidos, por terem sido escritos nas
tábuas, e por isso devemos guardar o sábado que é o quarto mandamento”. E foram abolidos? Em que
parte da Bíblia diz isto? Se fosse SÓ o sábado eu ainda me arriscaria a acreditar neste absurdo! A questão
é tão complexa que não daria para explanarmos tudo neste breve compêndio, mas precisamos salientar
dois pontos cruciais para que o leitor pense e tire suas conclusões:
O argumento é que o texto de Exo. 20 se encontrava escrito nas tábuas trazidas por Moisés; vejam ao
lado a foto extraída do livro: “Reflexões Sobre o Sermão da Montanha, pág.45”. A verdade é que os
princípios da lei foram relatados em Êxo.20 e Deut. 5, pois assim descreve a Bíblia: “E ali esteve com o
Senhor quarenta dias e quarenta noites… e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as Dez palavras”
(Êxo.34:12, 28; 31:18 – ARA. Obs: A corrigida traz a frase dez mandamentos, mas no seu rodapé coloca
uma nota informando ser dez palavras). A verdade bíblica é que os dez mandamentos fazem parte da
Torah, a qual inclui a “Lei Mosaica ou pentateuco, e a Lei de Deus”, por isso que não são as mesmas
coisas – “Sendo que só há um legislador” (Tia.4:12) como afirma o autor sagrado. (Veja o tópico A lei de
Deus e a Lei de Moisés). Estamos explicando tudo isso para que o leitor entenda que o argumento que o
decálogo é imutável até mesmo por Jesus tem fundamento. Por isso Jesus, como Filho de Deus e messias,
podia trazer para os homens uma melhor e mais espiritual interpretação do decálogo, tornando assim, a
lei mais gloriosa (Cf. Isa.42:21) – e assim o “Rei dos Reis” procedeu. É bom que fique bem claro que não
seguimos ao pé da letra o decálogo e sim, os princípios da Lei de Deus que lá se encontram, certo?
Outro ponto é que toda vez que lemos “mandamentos” no NT eles podem estar associados ao decálogo e
quem conhece a Palavra, sabe que isso é uma verdade. Quando não se refere diretamente, mas
indiretamente os inclui! Veja o que disse Jesus: “Se me amais, guardareis os Meus Mandamentos”;
“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que Me ama…” (João 14:15 e 21; 15:10);
“… relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, até ao dia em que, depois de haver
dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo…” (Atos 1:1-2). Entendamos que os discípulos
sabiam muito bem o decálogo e todo o mais da Lei, mas a Bíblia diz que Jesus deu novos mandamentos,
mandamentos estes que estão implícitos em todo o NT para que por eles vivêssemos nesta Nova Aliança.
E quais são esses mandamentos?(Mat.19:17-19) A Nova Aliança tem uma Lei própria – A LEI DE
CRISTO OU A LEI DO ESPÍRITO (Rom. 8:2; I Cor.9:21; Gál.6:2; Rom.3:27). É por essa Lei e no
cumprimento desses Mandamentos que nós vivemos e exercemos a graça de sermos verdadeiros Cristãos
e como a Lei é espiritual, nós seguimos não a letra da lei, mas andamos no espírito, porque sabemos que a
letra mata! Lembremo-nos da exortação paulina: “Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de
vós tenha eu trabalhado em vão para convosco… De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-
vos na lei, da graça decaístes” (Gál. 4:10-11; 5:4 – ARA). Já foi visto o propósito da GRAÇA, não foi?
Estamos tratando com algo que é eterno e que também trás conseqüências para a eternidade, portanto, o
nosso Deus e Salvador não pode ser desconsiderado! Só se for por Satanás e pelos inimigos de Sua santa
Lei. Primeiramente, o Decálogo não tem “rudimentos” e sim, MANDAMENTOS ou preceitos, como
queira, e nela não existem cerimônias; não manda sacrificar animais e nem circuncidar, certo? No
Decálogo não exige a guarda de “dias”, mas sim, de UM DIA (Isa.58:13 e João 5:23), que o nosso Deus
escolheu e deu-lhe um nome. Na lei dos holocaustos ou cerimonial havia sim: “dias”, “meses” e “anos”.
Essas festas eram chamadas de “sábados”, (não sabia disso?) chamado também SÁBADO DO SENHOR,
para diferir dos sábados hebreus. Ocorriam durante o ano judaico. Eram datas FIXAS em dias móveis.
Fixa, porque era um dia de determinado mês, e móveis, porque podiam cair em qualquer dia da semana.
Eram guardados com tanta solenidade como se fosse o santo sábado do Senhor.
Assim que, os Gálatas guardavam DIAS (eram esses feriados – Levít.23:37,32), MESES (porque eram
meses fixos – Levít.23:34) e ANOS (durante todos os anos, até a morte do Senhor Jesus – Levít.23:41 e
Atos 2:1). Foi visto também, que o Senhor requer de todos os Seus filhos, obediência integral (Tia.2:10-
11). Como a obediência à santa Lei de Deus – incluindo o Decálogo – é o resultado da nossa salvação em
Cristo Jesus e o santo sábado é um preceito da Lei eterna, então a obediência tem a ver com a nossa
santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor! (Cf. Hebr.12:14). (Veja o tópico A lei da aliança e
Heresiologia, p.6). E quem lhe disse que não cremos na justificação pela fé? Você está todo equivocado
se pensa que cremos na justificação pelas obras da lei; cremos sim, que as obras testificam da nossa
salvação.(Cf. Rom.2:12-13).
O Espírito Santo ilumine cada vez mais os olhos do teu coração!

Responder

Marcos em 8 de janeiro de 2011 2:34


Li quase todos os comentários, e vi o porquê que o Leandro Quadros não respondeu às pessoas que foram
contra a sua explanação sobre Col 2:16. Vamos matar, roubar, desejar a mulher do próximo, adorar a
ídolos (aliás muitos cristãos adoram, é só vê alguns shows de artistas cristãos, uma pena!), pronunciar o
nome de Deus em vão, que isso não é nada! O que importa é o AMOR, a justiça de Deus é que foi
transformada em trapos de imundícias e não a nossa!
Que Jeová possa conservar a minhas e vossas almas vivas até a perseguição final, aí o tanto de coisa que
foi escrito nesse blog fará alguma diferença, pois só existirão duas opções, e Jeová já mostrara qual é a
certa, caberá a todos a decidirem! Estarei aguardando a volta de Cristo e guardando o santo dia do Senhor
JEOVÁ!
PS.: Bem que Jesus poderia voltar num dia de sábado! Ficaria mais simples, não?????????

Responder

Marca02001 em 8 de janeiro de 2011 2:43


AHHHH, já iria esquecer, UM FELIZ SÁBADO A TODOS! É TODOS MESMO!

Responder

aucilene maria de barros brasileiro em 9 de fevereiro de 2011 0:06


eu gastaria de dizer que eu não tinha muito conhecimento sobre a igreja adventista.mais quando comecei
a assistir o programa novo tempo, eu confesso que fiquei surpresa com os ensinamentos que voces dão.
eu tenho aprendido muito mais acerca da palavra de deus e das revelações de sua palavra. oprograma
evidencias,na mira da verdade,lições da biblia esses estudos me deixaram com muito mais conhecimento
acerca de deus e da sua palavra eu louvo a deus por voces existirem que deus continue abençoando esse
programa e cada pastor que faz ele eu amo cada um de voces. de sua conserva em cristo jesus aucilene.
me esclareça mais sobre o dia do sabado ainda tenho um pouco de duvida.um abraço.

Responder

Leandro Barbosa de Almeida em 31 de maio de 2011 23:47


Não precisava nem Estudar tanto assim pra provar que o sábado está em vigencia hoje.
Exodo 20:8 “LEMBRA-TE do dia de sabado para o santificar”.
O texto deixa bem claro que o sabado ja existia (LEMBRA-TE) antes de Deus o escrever nas tabuas da
lei. Na criação, Deus estabeleceu o sábado como seu santo dia.
Pergunta: Quando Deus estabeleceu o sábado, havia pecado na terra?
Resposta: NÃO
Pergunta: Então, como pode ser o sábado cerimonial, sendo que ele foi estabelecido quando o homem
não precisava de cerimonia?
Resposta: Talvez aqueles que não aceitam o sábado como o dia santo de Deus devem ter uma resposta !
As pessoas acusam os católicos de idolatria usando o mandamento “Não faras para ti imagem de
escultura”, mas, ao mesmo tempo, são católicos ao afirmarem que é o domingo o dia de guarda.
Quem devemos seguir? Jesus ou Constantino? A palavra DOMINGO nem aparece na biblia.
È o Domingo o sétimo dia?
Exodo 20:9 – “seis dia trabalharás… Mas o sétimo dia é o sabado”
Provem-me realmente que Jesus queria que seus apóstolos instruissem a guarda do sábado, que eu rasgo
meu certificado de batismo na IASD !

Responder

Leandro Barbosa de Almeida em 31 de maio de 2011 23:48


Refutando ultima linha:
“Provem-me realmente que Jesus queria que seus apóstolos instruissem a guarda do DOMINGO, que eu
rasgo meu certificado de batismo na IASD !”

Responder


Alexandre em 2 de junho de 2011 23:53
Quanta teoria pra tentar explicar o inexplicável..
paulo evangelizou pagãos e não judeus.. Ele teria uma grande oportunidade (e deveria ter feito, se fosse necessário),
de falar da guarda do sábado para pagãos que naum guardavam o sábado!!!!!!!!!!!! Nunca ele fez isso!! Nunca falou
aos pagãos, que naum guardavam o sábado, que era necessário guardar o sábado!! Ele diz isso em Col 2,16… será
que ele se referia a essas festas que os pagãos nem se quer conheciam?????
Naum julgo que esta passagem deva ser lida à luz do Antigo testamento como este artigo diz..deve ser interpretada no
contexto que Paulo pregava: para pagãos!!! Os pagãos naum eram iniciados nas questões dos judeus.. o que muitos
judeus certamente queriam impor à comunidade de Colossos (que deveria conter judeus-cristãos – lembremos que a
separação entre judaismno e cristianismo foi lenta), naum era as complicadas festas judaicas..mas as coisas básicas da
Lei… e Paulo diz que o cristãos é salvo pela fé!! E nunca cobra dos pagãos nem circuncisão e nem sábado!!

Responder

Leandro Barbosa de Almeida em 10 de junho de 2011 4:23

Caro Alexandre…
Quando voce aceita as doutrinas de uma denominação, voce não entra de acordo com o que todos estão
seguindo?
Paulo pregava para JUDEUS e GENTIOS, (Ler Atos 13:16-41). Neste momento (Atos 13:16-41) Paulo
estava numa sinagoga pregando para Judeus. Paulo sempre era expulso, mas seus esforços valeram a pena
pois alguns se converteram (Atos 13:42-43). Ao ler mais atentamente Atos 13:42-52, vemos que Paulo
começa a pregar pelos gentios. Paulo foi expulso do território judeu, portanto não foi decisão dele não
pregar mais para judeus, pois foram os mesmos que rejeiram o evangelho.
Voltando ao sábado, te faço uma pergunta…
Deus disse que, na nova terra, TODA a carne virá adora-lo. Nesta mesma citação, porque Deus diz que
iremos o adorar “de um SÁBADO ao outro SÁBADO”? (Isaias 66:22 e 23).
Esse texto mostra claramente que é PLANO de Deus restaurar toda a terra e os seres humanos. E, como
mostra que a instituição do sábado é perfeita, guardaremos o SÁBADO num mundo perfeito !!
Não use Paulo para dizer que o sábado não está mais em vigor, pois o texto e os estudos mostram
claramente que as referencias de SÀBADOS, LUAS NOVAS, FESTAS, etc, faziam parte do ritual
judaico que era a SOMBRA de Cristo Jesus.
Se voce encontrar qualquer texto que mostra claramente que o sábado é algo cerimonial e que Paulo
ENSINOU que não é necessário/não está mais em vigor o dia de sábado, mostre-me por favor.
(:

Responder

Simone em 20 de agosto de 2011 13:29


Graça e Paz seja com todos!
Nossa, que briga, hein.
Eu não sei é de nada… Só sei é que observar o Sábado do Senhor é uma bênção em minha vida. Observar
o Sábado do Senhor não arranca pedaço da gente. =)
Não sei teologia nem coisas assim. Não sou da IASD, mas os respeito muito.
Parabéns, Prof. Leandro, pelo Programa Na Mira da Verdade. É ótimo, muito instrutivo mesmo.
Responder

ozanito em 31 de março de 2012 0:05


não tenho comentários mas gostaria de receber no meu email. material digital sobre profecias biblicas que
se realizaram histórico e arqueológicamente

Responder

FAUSTONROCHA em 9 de junho de 2012 16:50


OLA! MEU QUERIDO AMIGO E IRMAO JEAN.
SE E O LIVRO DE DEUS ESTE DEUS NAO E DEUS DE CONFUSAO, SE DEUS ORDENOU,
PRIMEIRO NOS DEUS EXEMPLO. TEMOS QUE NOS POSICIONAR DE QUE LADO ESTAMOS
NUM GRANDE CONFLITO. PORQUE VC APRESENTA TEXTOS PARA RESPONDER AQUILO
QUE VC ACREDITA E POR OUTRO LADO SIMPLESMENTE IGNORA TEXTOS CONTRARIOS
A SUA CRENCA?
COM ISSO FICA CLARO QUE VC USA A BIBLIA A MANEIRA QUE LHE COMPRAZ, PORQUE
CERTO E QUE DEUS NAO NOS ENTREGARIA A ESSA CONFUSAO RELIGIOSA.
CERTO VC DIRA QUE TBM OS ADVENTISTAS USAM TEXTOS PARA SATISFAZER O QUE
LHES COMPRAZ E CITARA EXEMPLOS, SATANAS E ASTUTO E SABEMOS BEM DISSO.
MAS O QUE TODOS PODEM OBSERVAR QUE OS ADVENSTISTAS ACREDITAM NUM
EVANGELHO QUE E ETERNO, SEGUNDO APOCALIPSE. NOS ACREDITAMOS NUM
EVANGELHO QUE NAO MUDA QUE EXISTE DESDE O PRINCIPIO, CONFIRMANDO O QUE
DIZ MALAQUIAS QUE O SENHOR NAO MUDA; AO CONTRARIO DO QUE O IRMAO
DIFUNDE, UM EVANGELHO QUE VAI SE ADEQUANDO COM O PASSAR DO TEMPO, DEUS
NUNCA VAI SE ADEQUAR A VC, E VC QUE TEM QUE SE ADEQUAR DA DEUS PORQUE
PASSARA O CEUS E ATERRA MAS A PALAVRA DE DEUS NAO PASSARA, CONFORME ELE
MESMO AFIRMA. ENTAO AMADOS ESTA CLARO QUE ISSO AQUI TUDO E UM CONFLITO,
MAS ESCOLHAM HJ A QUEM SERVIRAO SE A DEUS E SUA PALAVRA OU A DEUS SEM SUA
PALAVRA; EU ESCOLHE DEUS E SUA PALAVRA E ACEITO O QUE A PALAVRA DELE QUER
PARA MINHA VIDA. NAO VIVO DO EVANGELHO PARA TER QUE DEFENDER MINHA TESE
MESMO QUE SAIBA QUE ISSO NAO E CORRETO, NAO SE REFERINDO A VC COMO
EXEMPLO, MAS CONHECO MUITOS PASTORES QUE ACEITAM TODA A BIBLIA, MAS
CONTINUAM NOS SEUS PULPITOS PREGANDO O ERRADO, SIMPLESMENTE PORQUE NAO
TERIAM OUTRA OPACAO DE SUSTENTO. SE VC QUER ACREDITAR QUE A BIBLIA E
CONTRADITORIA E CONFUSA, FRIFO CONFUSA PORQUE ISSO QUE ACONTECE AQUI
NESTE BLOG E DIZER QUE A BIBLIA E CONTRADITORIA. PORTANTO EXITE SOMENTE
UMA VERDADE, NAO EXISTEM DUAS VERDADES E A VERDADE DE CRISTO FOI
ANUNCIADA DESDE O PRINCIPIO E PERMANECERA PARA SEMPRE. AMEM

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Nuno Venâncio em 18 de junho de 2012 8:45


Agreço ao Leandro Quadros e à sua equipa por mais um artigo sobre o estudo da palavra de Deus em
Colssenses 2.16. Ora gostava de perguntar a todos os cristãos aqui qual é a vossa autoridade máxima na
vida? Será Jesus, nosso Deus? Se a reposta é sim e sabendo que:
– Deus deu a sua lei ao seu povo (Exodo 20)
– Deus abençoa a todos os que guardam a Sua lei, sobretudo o Seu dia Santo de Sábado mesmo fora do
povo de Israel (Isaias 56.6-8)
– Jesus foi enviado por Deus e viveu uma vida sem pecado para morrer por nós (Pedro 2.21-24)
– Jesus é considerado o único legislador, que dá as leis e que salva (Isaias 33.22; Tiago 4.12)
– Jesus é o único ser capaz que mudar ou anular o sábado, mas ele preferiu dizer que não veio mudar a
Lei só veio a cumprir (Mateus 5.17-18) pois ele nos mostrou que caminho seguir dando ele mesmo o
exemplo (1 Pedro 2.21-22) e guardando o Sábado, sétimo dia da semana segundo o seu próprio habito de
DEUS, não o hábito dos judeus (Lucas 4.16)
– Paulo guarda o Sábado em território pagão (Actos 16.13) seguindo o exemplo de Jesus que o chamou
no caminho para Damasco
Depois de apresentar estes dados podemos confirmar sobre Colossenses 2.16:
– que não e o propósito de Paulo ensinar a UMA ÚNICA IGREJA, A IGREJA DE COLOSSO que o
sábado foi abolido, porque também não o confirma às outras igrejas;
– este texto e muitos outros não dão a autoridade a outras denominações religiosas de escolher um outro
dia de Adoração a Deus se foi Deus que escolheu qual o dia que Ele quer que o adorem. E isto é de tal
maneira verdade que até mesmo no céu todos vamos adorar a Deus ao Sábado ! (Isaias 66.23) seguindo a
bênção dada por Deus em Isaias 58.13-14
– Não há nenhuma lei para guardar o domingo na Bíblia dada por Jesus, o único legislador
Amen

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Luiz Alberto Araujo Bezerra em 15 de agosto de 2012 1:03


FOMOS CHAMADOS PARA A LIBERDADE
A lei dada através de Moises ordenava que todo menino israelita tinha de ser circuncidado ao oitavo dia. Circuncisão
é remover a pele que cobre a glande peniana. Mas veja o que disse o apóstolo Paulo:
“No qual também estais circuncidados com a circuncisão não feita por mão no despojo do corpo dos pecados da
carne, a circuncisão de Cristo.” Colossenses 2:11
“Mas é judeu o que o é no interior, e circuncisão a que é do coração, no espírito, não na letra; cujo louvor não provém
dos homens, mas de Deus.” (Romanos 2 : 29)
Vemos nessas duas passagens das cartas de Paulo que o cristão não está sobe a lei da circuncisão peniana, mas devem
ser circuncidados com a circuncisão de Cristo, que é feita no coração.
Em Atos 15:1 é dito o seguinte: “ENTÃO alguns que tinham descido da Judéia ensinavam assim os irmãos: Se não
vos circuncidardes conforme o uso de Moisés, não podeis salvar-vos.”
No versículo acima vemos que alguns judeus que tinham se tornado cristão dizia que quem não fosse circuncidado
não seria salvo. Mas veja o que Pedro disse:
“Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós
pudemos suportar?”Atos 15:10
Vemos que Pedro foi totalmente contra aqueles irmãos que insistiam que os convertidos dentre os gentios tinham que
ser circuncidados.
Tiago disse sobre aqueles irmãos que queriam obrigar os gentios a circuncidarem-se o seguinte:
“Por isso julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios, que se convertem a Deus. Mas escrever-lhes que
se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue.” Atos 15:19,20
Vejam que não foi exigida dos gentios a circuncisão para serem aceitos na Igreja, mas que deviam se abster das
contaminações dos ídolos, da prostituição, do sufocado e do sangue.
Os apóstolos sob a direção do Espírito Santo escreveram uma carta e enviaram as Igrejas dos irmãos gentios. E essa
carta dizia o seguinte: “Porquanto ouvimos que alguns que saíram dentre nós vos perturbaram com palavras, e
transtornaram as vossas almas, dizendo que deveis circuncidar-vos e guardar a lei, não lhes tendo nós dado
mandamento.” Atos 15:24
Do mesmo modo hoje, a Igreja de Deus não deve perturbar as pessoas que aceitam Jesus como seu Salvador impondo
mandamentos de homens.
Em Gálatas 5:1-4 Paulo disse: “ESTAI, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-
vos debaixo do jugo da servidão. Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos
aproveitará. E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei.
Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído.”
Portanto, quem insiste que o cristão deve ser circuncidado está debaixo da servidão, Cristo não tem nem um valor pra
ele, está obrigado a guardar toda a lei, está separado de Cristo, caiu da graça e está completamente condenado.
Paulo diz mais: “Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que
opera pelo amor.”Gálatas 5:5
Portanto, para o cristão o importante é a fé que opera pelo amor. Devemos lutar para desenvolver o amor entre nós, e
não está criando regras e normas pesadas para os irmãos carregar. Paulo disse também: “Porque toda a lei se cumpre
numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” Gálatas 5:14. Este foi o mandamento que Jesus
ensinou para seus apóstolos antes de ser crucificado.
Sim irmãos, o amor ao próximo é a doutrina do cristão, pois quem ama tem cumprido a lei. “A ninguém devais coisa
alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. Com efeito:
Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro
mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. O amor não faz mal ao
próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor.” Romanos 13:8-10
Veja mais esse ensinamento de Paulo: “IRMÃOS, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós,
que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas também
tentado. Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo. Porque, se alguém cuida ser alguma coisa,
não sendo nada, engana-se a si mesmo. Mas prove cada um a sua própria obra, e terá glória só em si mesmo, e não
noutro. Porque cada qual levará a sua própria carga.” Gálatas 6:1-5
É preciso termos bastante cuidado para não fazermos ninguém tropeçar, inventando proibições que não tem nenhuma
base na Bíblia Sagrada. Jesus disse o seguinte sobre tais pessoas:
“Condutores cegos! que coais um mosquito e engolis um camelo. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que
limpais o exterior do copo e do prato, mas o interior está cheio de rapina e de iniquidade. Fariseu cego! limpa
primeiro o interior do copo e do prato, para que também o exterior fique limpo. Ai de vós, escribas e fariseus,
hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas
interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos
aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.” Mateus 23:24-28.
Devemos ter muito cuidado para não sermos iguais aos escribas e fariseus que foram chamados de hipócritas por
Jesus. Nunca devemos criar normas que não seja baseado na Bíblia Sagrada, para não sermos também como guias
cegos.

Responder

Maiara Costa - Equipe em 28 de janeiro de 2013 13:46

Estimado amigo e irmão em Cristo Luiz Alberto!


É uma grande satisfação poder manter contato com você.
Uma feliz semana.
Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
Primeiramente a circuncisão não foi uma lei instituída por Moisés, mas sim por Deus por intermédio de
Abraão como um sinal externo de santificação e pertencimento a Ele (Gênesis 17:9-14). Hoje a
circuncisão já não tem esse valor espiritual por existir o sábado e o batismo, mas para a saúde do homem
ainda tem validade, pois o ato de circuncidar-se pode evitar muitas doenças.
Segundo: Paulo nunca foi contra a observância da lei (Romanos 3:31; 7:12; 1 Timóteo 1:8), mas sim
contra o sistema religioso que fazia da lei um meio de salvação, como mencionado em várias passagens
bíblicas por você no comentário.
Terceiro: A graça de Cristo não nos libera para continuarmos pecando, e a transgressão da lei moral de
Deus é pecado (Romanos 3:20; 1 João 3:4).
Cristo morreu, não para salvar o homem em seus pecados, mas de seus pecados. Dizer que a graça aboli a
obediência a lei de Deus é transformá-la em libertinagem (Judas 3,4).
A salvação não é e nunca será fruto da obediência, mas a obediência é fruto da salvação.
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.

Responder

NONATO em 5 de outubro de 2012 23:59


PARA OS DISPENSACIONALISTAS DE PLANTÃO.
8 – Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
9 – Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.
10 – Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho,
nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro
das tuas portas.
11 – Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia
descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.
1° no dito mandamento não consta sequer uma característica “Profética messiânica”
2° Esse mandamento ao contrário remete para o passado, apontando Deus como Criador.
3° A teoria dispensacionalista de que o sábado é uma profecia para o descanso em Cristo não cola, pois
sabemos que o sábado foi criado antes da entrada do pecado e Deus na criação separou o 7° dia da
criação e não 7° mês ou 7° ano.
4° tiago 2:10 diz que quem guarda toda lei mas tropeça em um só ponto se trona culpado de todos, então
meu amigo você dirá que quem guardar toda lei terá que observar os mais de 600 preceitos da lei, mas o
verso 11 diz: Tiago 2:11
– Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu pois não
cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei. onde se encontram esse mandamentos?
no Decálogo, onde também se encontra o mandamento sabático semanal.
5° se por guardar apenas um mandamento da lei antigo-testamentária terá que observar os mais de 600
preceitos da lei como vocês mesmos alegam, então, se você devolve o dízimo também terá que observar
todos outros preceitos da lei, pois não há de forma imperativa nenhum mandamento sobre o dízimo, e não
adianta citar mateus 23:23 ou lucas 11:42, pois é sabido de todos que você alegam que Jesus era judeu e
viveu na plenitude da lei. e faço questão de lembrar o dízimo é citado apenas aproximadamente mais 7
vezes no novo testamento e nenhum deles é em forma de ordem!
6° nas epistolas para os gentios também não é mandado devolver dízimo, se anula o sábado o dízimo
também vai em bora e olha que o sábado é citado mais de 60 vezes enquanto o dízimo não passa de 9 no
nt.
6° romanos 3:31 anulamos a lei pela fé.
A lei acima mencionada não é nem de longe uma nova lei, por que o termo “anulamos” faz menção a
algo antigo que está em debate se ainda vale ou não vale. se fosse uma nova lei não haveria necessidade
do debate E LEMBRE-SE DE TIAGO 20:10 OUTUDO OU NADA.

Responder

Jefferson de Almeida Santana em 10 de outubro de 2012 11:04


Bom, o Jean patrick falou algumas coisas que eu não achei tão certo… olha escutem, se ele acha que tá
certo deixe-o, mas uma coisa afirmo, se o sábado foi abolido, então os outros mandamentos também
foram… e se foram abolidos, logo posso matar, roubar, fazer o que quiser e ir ao céu… vc não leu que
Paulo afirma: “A Lei é boa e santa” bom, deixo essa resposta… aliás se os dez mandamentos fossem
abolidos, no Apocalipse Jesus não teria dito: “No meu Reino, não entrarão homicidas, mentirosos, os
imorais e feiticeiros, e adoram os idolos e etc…” certo…

Responder

Airton Adans em 15 de novembro de 2012 5:06


Bom, são tantos comentários, eu confesso que só consegui li até a metade e este acima do meu rs… mas vamos lá
Vi em um comentário alguém afirmando que os adventistas fazem do sábado uma marca só deles, como se eles
fossem os únicos a serem salvos…eles estão certos por guardar o sábado como mandamento do Senhor, mas eles não
são os únicos…
Nós somos chamados de “cristãos sabatistas” e qualquer um pode pesquisar na internet existem outras denominações
assim como a igreja adventista do sétimo dia, como também a igreja batista do sétimo dia, já ouvi falar sobre a igreja
de Deus do sétimo dia, enfim… e fora as pessoas que fazem parte de outras igrejas mas ainda sim guardam o sábado
como um mandamento dito pelo Senhor.
“Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão disto; que se guarda de profanar o
sábado, e guarda a sua mão de fazer algum mal.”
(Isaías 56:2).
Jesus diz: “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i
ou um só til, até que tudo aconteça.”
(Mateus 5:18)

Responder

Maiara Costa - Equipe em 16 de novembro de 2012 11:02

Estimado amigo Airton!


É uma grande santisfação poder manter contato com você.
Que a paz do Senhor esteja sempre em seu coração.
Tem toda a razão em afirmar que os Adventistas do Sétimo Dia não são os únicos a observar o dia de
sábado como um dia santo, ordenado pelo Senhor (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; Deuteronômio 5:12-
15; Isaías 56:2-7; 58:13,14; Ezequiel 20:12,20; Marcos 2:27,28; Hebreus 4:4-9; Apocalipse 12:17;
14:6,7,12), mas sim existem muitos outros cristãos e judeus que também o fazem, pois guardar a lei de
Deus não como um meio de salvação (Efésios 2:8,9), mas como o resultado de um coração transformado
pela graça (Efésios 2:10; Hebreus 8:10; 10:15,16) não é dever apenas do Adventista do Sétimo Dia, mas
sim de todo o homem (Eclesiastes 12:13).
Nós Adventistas do Sétimo Dia nunca pregamos que a salvação é exclusivamente nossa, isso seria uma
grande heresia, pois todo aquele que aceita a Cristo como o Seu Senhor e Salvador recebe a herança da
salvação e da vida eterna (Gálatas 3:26-29). E Deus tem os seus filhos sinceros em todas as confissões
religiosas (João 10:16).
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.

Responder

Airton Adans em 15 de novembro de 2012 5:13


Encontrei uma postagem interessante no wikipedia . org
Justino Martir (100 – 165 d.C.): Reunimo-nos todos no dia do Sol [o primeiro dia da semana era
denominado de dia de Sol no Império Romano até o século IV], não só porque foi o primeiro dia em que
Deus, transformando as trevas e a matéria, criou o mundo, mas também porque neste mesmo dia Jesus
Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dos mortos. Crucificaram-no na véspera do dia de Saturno; e no dia
seguinte a este, ou seja, no dia do Sol, aparecendo aos seus apóstolos e discípulos, ensinou-lhes tudo o
que também nós vos propusemos como digno de consideração. (Justino I – Apologia Cap. 66-67 : PG
6,427 – 431)
Não é familiar os argumentos dele com as demais pessoas que rejeitam o sábado?

Responder

Airton Adans em 15 de novembro de 2012 5:22


Domingo Dia do Sol, dia cultuado no Mitraísmo(e pelos imperadores de Roma desde Justino Martir e
como também Constantino e todos os Papas até o dia de hoje), a maior religião pagã praticada em Roma,
neste dia de domingo eles cultuavam ao deus Sol Invictus, o deus sol Tamus, para quem não conhece a
história, Tamuz foi filho de Ninrod com Samiramis(mãe de Ninrod), Ninrod(1º rei da babilônia levantou
a torre de babel) era neto de Cam, Cam filho de Noé, amaldiçoado por ele após o dilúvio. leia gênesis
9:20-27 e gênesis 10:6-19

Responder

Mauricio Mancuzo em 23 de novembro de 2012 3:18


Professor, estava estudando a respeito do sabado e encontrei (sem procurar por opiniões contrarias aos adventistas,
mas sim, algo concreto que me ajudasse nesta duvida) este estudo. O senhor pode me ajudar a entender o contexto do
“guardar o sabado” diante do exposto aqui? Como combater tantas passagens onde tratam “claramente” a abolição da
Lei do antigo testamento após o evento da morte de Cristo?
Muito obrigado e que Deus abençoe a todos os irmaos adventistas. Me entristece muito os comentários agressivos
citados acima…

Responder

Maiara Costa - Equipe em 27 de março de 2013 11:59

Olá estimado amigo e irmão em Cristo Mauricio!


Grande satisfação poder manter contato com você.
Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
Muito obrigado por sua participação e por seu carinho.
Aboliu Jesus a Lei?
“… aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si
mesmo, um novo homem, fazendo a paz,” (Efésios 2:15 RA) .
A lei dos mandamentos mencionada neste verso não se refere à Lei dos Dez Mandamentos, refere-se sim
a lei cerimonial.
A Lei cerimonial chegou ao seu final na cruz. Mas deve ser salientado que as Leis Cerimoniais (as leis
específicas para o povo Judeu) como dadas por Deus, não criaram a inimizade entre Judeus e Gentios. Foi
a interpretação que os Judeus deram a ela, as adições e a atitude de exclusivismo e hostilidade que
geraram a hostilidade entre Judeus e Gentios.
Os Judeus abominavam e detestavam seus vizinhos gentios, e os gentios por sua vez, odiavam e
desprezavam seus vizinhos Judeus.
Quando os Judeus rejeitaram a Cristo o status de representantes oficiais da verdadeira religião lhes foi
tirado e dado à igreja Cristã.
“Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os
respectivos frutos”. (Mateus 21:43 RA)
Após a crucifixão não foi mais necessário que um filho de Deus tomasse parte nos rituais do Judaísmo.
(Ver Gálatas 2:16)
“… sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo
Jesus, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por
obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado”. (Gálatas 2:16 RA).
A princípio a distinção entre Judaísmo e Cristianismo não foi claramente compreendida. Muitos
conversos Judeus criam que o Cristianismo era apenas o Judaísmo acrescido da fé em Cristo como o
Messias. Eles sustentavam a idéia de que os Cristãos deveriam ser circuncidados e obedecer ao sistema
legal judaico em adição à sua aceitação de Jesus. O Concílio de Jerusalém foi convocado para resolver
essa questão (Atos 15). O Concílio posicionou-se contra as exigências desses homens. Em sua carta aos
Gálatas Paulo procurou deixar claro a essas pessoas que o sistema Judaico, a partir de Cristo havia se
tornado obsoleto.
Mas o final do Judaísmo, com suas formas e cerimônias religiosas, não significou a abolição de todas as
leis que Deus havia dado para os Judeus. A lei cerimonial que apontava para Cristo (o oferecimento de
cordeirinhos, as Festas Anuais, etc) naturalmente chegou ao seu final quando Cristo cumpriu os tipos
prefigurados por estas cerimônias. A Lei Civil dos Judeus (Impostos, Serviço Militar obrigatório, sistema
político, sistema jurídico, etc) já tinha em grande medida desaparecido quando eles perderam a soberania
nacional. Mas os preceitos morais, os quais são um transcrito do caráter de Deus, estes são tão eternos
quanto o próprio Deus e nunca podem ser abolidos .
Em todos os seus ensinos a respeito do fim do sistema legal Judaico, Paulo tornou enfaticamente claro
que a lei moral não havia sido abolida.
“Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei”. (Romanos 3:31).
Falando à respeito do fim da circuncisão, Paulo foi muito cuidadoso ao acrescentar:
“A circuncisão, em si, não é nada; a incircuncisão também nada é, mas o que vale é guardar as
ordenanças [os mandamentos] de Deus”. (1 Coríntios 7:19 RA).
Em resumo podemos dizer que Efésios 2:15 salienta que Jesus aboliu as ordenanças específicas para o
povo Judeu. Tirando essa exclusividade do povo Judeu Jesus acabou por unir Judeus e Gentios. Todos
nos aproximamos de Deus e somos salvos da mesma maneira – pela fé. Todos evidenciamos. Termos
sido salvos por Cristo da mesma maneira – pela obediência aos Dez Mandamentos. A Lei moral
permanece, pois é eterna como o próprio Deus
MORRER PARA A LEI
Romanos 7.1-4 ensina que os Dez Mandamentos foram abolidos e pela nossa união com Cristo, estamos
livres da lei?
O trecho citado da epístola aos Romanos é conhecido como a analogia do casamento. Vamos reproduzir
os versículos para melhor entendermos o sentido:
“Porventura ignorais, irmãos, (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem
toda a sua vida? Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive, mas, se o mesmo
morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o
marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei, e não será adúltera se
contrair novas núpcias. Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do
corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, Aquele que ressuscito dentre os mortos, e deste modo
frutifiquemos para Deus”
Como é óbvio neste trecho o apóstolo Paulo compara a união do crente com Cristo a um segundo
matrimônio. O crente, simbolizado pela “mulher”, está livre para desposar Cristo, o Salvador
ressuscitado, quando o matrimônio anterior estiver dissolvido pela morte do primeiro marido. No capítulo
anterior se diz que “nosso velho homem” está crucificado com Cristo. Sua sepultura é simbolizada pelo
batismo (Rm 6.3-7).
O crente não pode desposar o “velho homem” e Cristo ao mesmo tempo, mas quando “nosso velho
homem” estiver morto, estamos livres para pertencer “a outro, a saber, Aquele que ressuscitou dos
mortos” (7:4). Isto de modo algum significa que a lei está morta. É o “velho homem” que está morto. A
lei permanece; e quando a “mulher” casa de novo, fica ligada ao seu segundo marido como estava ligada
ao primeiro.
“A expressão ‘morremos para aquilo em que estávamos retidos’, claramente refere-se à nossa natureza
pecaminosa. O pecado, agindo mediante a nossa natureza corrupta, era o que nos retinha (versos 24 e 25).
E acrescente-se que o original diz ‘tendo morrido’ ou ‘estando mortos’, o que reforça e esclarece ainda
mais do pensamento do apóstolo” (A.B. Christianini, Subtilezas do Erro, p. 129).
A imagem do casamento é frequentemente empregada na Bíblia para representar a ligação espiritual que
existe entre Deus e Seu povo, e a infidelidade para com Deus é comparada à infidelidade matrimonial.
Apenas um exemplo: “Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele,
pois, que quiser ser amigo do mundo, constitui-se inimigo de Deus” (Tg 4.4. E pode-se comparar com
outros textos, como (Jz 2.17; 1 Cr5.25; Is 62.4; Jr 3.8,9,14; 31.32; Ez 2327,35; Os 4.12;5:4). A Bíblia
acha-se repleta destas comparações. É seu ensino dominante a analogia de casamento para a relação entre
o cristão e Deus. Tentar, pois, casar com o “velho homem” e com Cristo ao mesmo tempo, equivale a
cometer adultério espiritual.
Se a lei que declara adúltera a mulher que tenha dois maridos vivos estivesse morta ou abolida, não
haveria então nenhum fundamento na analogia de Paulo. A mulher não podia ser considerada adúltera.
Mas pelo fato de a mulher, com dois maridos vivos, ser declarada adúltera, é como se o texto em questão
declarasse que a lei que proíbe o adultério é obrigatória. É só por ela que se define o adultério. É por ela
que se define todo o pecado. É ela que revela toda a transgressão.
O apóstolo não ensina, de modo algum, que este sétimo mandamento do decálogo esteja morto ou
abolido, como de resto nenhum dos outros nove mandamentos. Seria o absurdo. Será bom ler todo o
capítulo 7 de Romanos e também o 8, para se confirmar que devemos estar livres é do pecado, não da lei.
Aqui no blog mesmo você encontrará respostas para as questões de 2 Coríntios 3:6-11; Colossenses 2:16.
Acesse: http://novotempo.com/namiradaverdade/2010/05/11/seguir-os-dez-mandamentos-nao-
mata-ninguem-2-corintios-37-parte-1/ e http://novotempo.com/namiradaverdade/2009/07/27/os-
sabados-de-colossenses-216-parte-1/. Existem muito mais videos e artigos sobre esse assunto.
Também gostaria de recomendar a leitura de dois livros que poderão auxiliá-lo: O Sábado na Biblia e
Respostas a objeções da editora CPB.
Contato: 0800-979-06-06 ou cpb.com.br
Conte conosco para o que precisar.
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.

Responder

Italo em 2 de dezembro de 2012 9:30


Alguem pode me explicar como fica galatas 4:9-10? estou com muita duvida eu guardo o sabado mas queria um
explicação a respeito dessa passagem.
obrigado!

Responder

o
Maiara Costa - Equipe em 3 de dezembro de 2012 16:35
Estimado amigo e irmão em Cristo Italo!
Grande satisfação poder manter contato com você.
Muito obrigado por sua participação.
Que a paz do Senhor esteja sempre em seu coração.
O texto de Gálatas 4:10 fala contra a guarda do sétimo dia?
“Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco”. (Gálatas 4:10-
11 RA).
E. Huxtable vê uma similaridade entre os “dias, e meses, e tempos, e anos” de Gálatas 4:10 e “dia de festa, ou lua
nova, ou sábados” de Colossenses 2:16. Segundo ele, “as mesmas ideias são aparentemente apresentadas, mas em
ordem inversa.”
Paulo está aqui se referindo “aos sete sábados cerimoniais e às luas novas do sistema cerimonial” , e as mesmas
considerações feitas sobre Colossenses 2:16 e 17 também se aplicam a este texto.
O Comentário Bíblico Adventista acrescenta ainda:
Não há base escriturística para assumir, como alguns o fazem, que os “dias” dos quais Paulo fala aqui se refiram ao
sábado do sétimo dia. Em nenhum lugar da Bíblia é feito referência ao sétimo dia na linguagem aqui usada. Além
disso, o sábado do sétimo dia foi instituído na criação (Gênesis 2:1-3; cf. Êxodo 20:8-11), antes da entrada do pecado,
e cerca de 2500 anos antes da inauguração do sistema cerimonial, no monte Sinai. Se a observância do sábado do
sétimo dia subjuga o homem à escravidão, então o próprio Criador deve ter entrado em escravidão, ao observar o
primeiro sábado do mundo! E essa conclusão é inconcebível.
Portanto segundo A.R. Fausset , este texto não apresenta “nada que seja incompatível com a observância do sábado”
Quais eram os 7 Sábados Cerimoniais .
Existem dois tipos específicos de sábados no Antigo Testamento, os sábados anuais e os sábados semanais. Paulo não
deixa dúvidas sobre os quais está falando.
Os dias de descanso cerimoniais anuais, em conjunto com o festival de ciclo anual, não estavam relacionados aos
sábados do sétimo dia ou ao ciclo semanal. Cada um desses outros sábados, ou dias de descanso, caíam numa data
fixa do ano, e assim em dias diferentes da semana a cada ano. Assim, eram propriamente chamados sábados anuais,
em contraste com os sábados semanais. Esses dias em que o trabalho era proibido “além dos sábados do Senhor”
(Levíticos 23:38), eram:
1. O Primeiro Dia dos Pães Asmos – 15o dia do 1o mês (Levítico 23:6);
2. O Sétimo Dia dos Pães Asmos – 21o dia do 1o mês (Levítico 23:8,11);
3. Dia de Pentecostes – 6o dia do 3o mês (Levítico 23:24;25);
4. Festa das Trombetas – 10o dia do 7o mês (Levítico 23:16,21);
5. Dia da Expiação – 10o dia do 7o mês (Levítico 23:29-31);
6. Primeiro Dia da Festa do Tabernáculos – 15o dia do 7o mês (Levítico 23:34;35);
7. Sétimo Dia da Festa dos Tabernáculos – 22o dia do 7o mês (Levítico 23:36).
Os sábados anuais eram parte do sistema cerimonial que representava a vida e a morte de Cristo, e cessou quando Ele
expirou na cruz. Eram “sombras de coisas futuras”.
Em contraste com o sábado semanal, que foi ordenado a toda humanidade ao fim da semana da criação, os sábados
anuais apontavam para a vinda do Messias. E a sua observância findou com Sua morte na cruz.
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.

Responder

Italo em 3 de dezembro de 2012 16:59


Maiara, sua explicação foi muito boa, agradeço muito por tirar minhas duvidas!
Obrigado!
A paz do SENHOR!

Responder

Maiara Costa - Equipe em 5 de dezembro de 2012 15:43

Olá amigo Italo!


É uma grande alegria poder manter contato novamente com você.
Que a paz do Senhor esteja sempre em seu coração.
Eu é que agredeço e louvo o Senhor pelo seu interesse em conhecer mais e melhor as Sagradas Escrituras.
Conte comigo para o que precisar.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.

Responder
o

Airton Adans em 8 de dezembro de 2012 20:35

Amém! Equipe do Na Mira.


Obrigado pelas palavras proféticas.
Que a paz do Senhor permaneça sobre cada um de vocês.
Obs: Quanto a pergunta do nosso irmão Italo, eu tbm iria responder, porém vejo que a resposta de vocês,
foi bem clara e explicativa e como sempre com respaldo bíblicos, muito bem compreensiva. Parabéns.

Responder

Marcus Vinicius da Silva em 14 de dezembro de 2012 11:43


Leandro Quadros , amo em cristo jesus todos vcs adventistas sou de denominação pentecostal, quero deixar meu
ponto de vista ao sábado e depois queria sua resposta professor ao meu ponto de vista com todo respeito, lembrando
que é apenas meu ponto de vista e deixo a oportunidade para o professor me corrigir se estiver errado.
Concordo plenamente com a importancia do sabado e também que ele é um mandamento eterno, porque Deus nao é
homem para que minta nem filho para que se arrependa, porém observando a passagem de jesus aqui na terra vi ali
jesus curando no sabado e alguns fariseus querendo julgalo, e pessoalmente não sei se todos adventistas são iguais,
mas pessoalmente vi uma pessoa adventista se trancando dentro de sua residencia em um sabado sem ter contato com
nenhuma pessoa até o fim do dia, e ao mesmo tempo que está pessoa se trancava dentro de sua residencia vi perto da
residencia dela pessoas precisando de ajuda como moradores de ruas e jovens longe de uma vida com Deus e vi ali
pessoas evangelizando e intercedendo por essas pessoas. / Percebo que nessa cituação a pessoa que está mas proxima
de jesus foi aquele que foi ali evangelizar ou seja fazer algo a favor da obra de Deus certo?
Resumindo professor, o meu ponto de vista e a maneira que trato o sabado é simplesmente dando a importancia para
ele , também o guardando na medida do possivel em tempos ofertado a deus como jejum e oração, mas nao o
adorando nem dando maior importancia para tal o dia do que para a obra de Deus, creio que uma maneira de guardar
este dia para Deus seria fazendo algo em prol do proprio criador. certo ou errado meu ponto de vista e porque?

Responder

Maiara Costa - Equipe em 21 de março de 2013 17:49

Olá estimado amigo e irmão em Cristo Marcus Vinicius!


Grande satisfação poder manter contato com você.
Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
Você está corretíssimo em seu ponto de vista, pois aos sabados devemos agir e fazer o que Jesus fazia.
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.

Responder

Jailson Machado em 20 de dezembro de 2012 8:34


Parabéns pelo artigo.

Responder

Italo em 22 de dezembro de 2012 14:08


Entendi , muito boa as explicações, então no propio original grego, não se trata do sabado semanal é isso? Nossa se
for assim cego mesmo é aquele que não quer enxergar que o sabado é realmente o dia do Senhor ( Is 58:13 ,
Ez:20,12,20,21, Ex 20:8-11, Gn 2:3, Is 56 , Is:8:16 ligado a Ez :20,12,20,21 e muitos outros)

Responder

Maiara Costa - Equipe em 26 de março de 2013 17:36

Olá Ítalo!
Grande satisfação manter contato com você.
Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
Tem toda a razão em sua afirmativa.
Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.

Responder

Italo em 30 de dezembro de 2012 18:35


alguem pode me ajudar nessa, um sincero irmão me perguntou , por que o sabado foi não foi abolido pois a
interpretação dele é essa:
A expressão de Colossenses 2.16 “dias de festa’ se relaciona com os feriados anuais ou sábados cerimoniais
denominados dias de festa”: “São estas as festas fixas do Senhor, que proclamareis para santas convocações, para
oferecer ao SENHOR… (Lv 23.37).” Logo, os sábados cerimoniais ou anuais, já estão incluídos nessa frase, restando
à palavra sábados o sentido diferente de sábados semanais, “Além dos sábados do SENHOR”…(Lv 23.38).
Eram sete as festas anuais judaicas mencionadas em Levítico 23: 1.Festa dos Asmos – v. 6 2.Festa da Páscoa – v. 5
3.Festa de Pentecostes – v. 15, 16 4.Festa das Trombetas – v. 24 5.Festa da Expiação – v. 27, 28 6.Festa dos
Tabernáculos (primeiro dia da festa)- v. 34 7.Festa dos Tabernáculos (último dia da festa) – v. 36.
A fórmula ‘dias de festa, luas novas e sábados’ é a fórmula consagrada para indicar os dias sagrados anuais, mensais
e semanais ou inversamente, semanais, mensais e anuais. Exemplos bíblicos da fórmula: Exemplo n. 1: “Em
Números 28 encontramos os holocaustos para os dias de sábados (semanais), para as luas novas (mensais) e dias de
festa (anuais) nos seguintes versículos”:
no dia de sábado dois cordeiros de um ano, sem mancha… Holocausto é do sábado em cada semana…” (v. 9,10) “E
as suas libações serão a metade dum him de vinho para um bezerro… este é o holocausto da lua nova de cada mês,
segundo os meses do ano.” (v. 14) “Porém no mês primeiro, aos catorze dias do mês, é a páscoa do Senhor; E aos
quinze dias do mesmo mês haverá festa; sete dias se comerão pães asmos.” (v. 16,17)
Exemplo n. 2: 1 Cr 23.31: “E para cada oferecimento dos holocaustos do Senhor, nos sábados (cada semana), nas luas
novas (cada mês) e nas solenidades (cada ano) por conta, segundo o seu costume, continuamente.
Exemplo n. 3: 2 Cr 2.4: “Eis que estou para edificar uma casa ao nome do Senhor meu Deus, para lhe consagrar, para
queimar perante ele incenso aromático, e para o pão contínuo da proposição, e para os holocaustos da manhã e da
tarde (cada dia),.
nos sábados (cada semana) e nas luas novas (cada mês) e nas festividades do Senhor nosso Deus… (cada ano).” (o
parêntese é nosso) Exemplo n. 4: 2 Cr 8.13: “E isto segundo o dever de cada dia, oferecendo segundo o preceito de
Moisés, nos sábados (cada semana) e nas luas novas (cada mês), e nas solenidades (cada ano), três vezes no ano”…
e etc…
Ja dei umas resposta para ele, mas se tiverem alguma coisa , pode me ajudar?
A PAZ DO SENHOR!

Responder

Maiara Costa - Equipe em 17 de janeiro de 2013 13:44

Estimado amigo e irmão em Cristo Ítalo!


É uma grande satisfação poder manter contato com você.
Que a paz do Senhor Jesus esteja sempre em seu coração.
Temos um estudo sobre o capítulo 2 verso 16 de Colossenses divido em quatro partes.
Acesse: http://novotempo.com/namiradaverdade/2009/07/27/os-sabados-de-colossenses-216-parte-1/
Tenho certeza que ali encontrará muitas informações importantes.
Conte conosco para o que precisar.
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.

Responder

Italo em 13 de janeiro de 2013 17:52


Alguem pode me explicar Isaisas 1:11-13 e Lamentações de Jeremias 2:6?
Estou com essa duvida
A paz!

Responder

Maiara Costa - Equipe em 15 de janeiro de 2013 9:00

Estimado amigo Italo!


É uma grande satisfação poder manter contato com você.
Muito obrigado por sua participação e por fazer parte da familia Na Mira da Verdade.
Que a paz do Senhor esteja sempre em seu coração.
Deus não estava abolindo a guarda do Sábado, dia que ele estabeleceu para que santificássemos (Êxodo
20:8-11). Certa vez o profeta Neemias repreendeu os israelitas por não guardarem o Sábado (Neemias
13:17) e por ordem de Deus restabeleceu a guarda do mesmo (Neemias 10:31; Neemias 13:15-22). Como
Deus iria abolir o sábado, se Ele mesmo pediu para que o povo fosse instruído a santificar esse dia?
“Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova,
os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento
solene”. Isaías 1:13.
Existe uma ciência responsável pela interpretação do versículo Bíblico chamada de “Hermenêutica”, que
estabeleceu alguns princípios para a interpretação dos textos, e um deles é examinar o “Contexto
Externo” e o “Contexto Interno”.
Analisar o “contexto externo” seria analisar o que o autor queria dizer, quando escreveu, a quem escreveu
e por que escreveu. “Contexto interno” seria ler os versos que vem antes e depois do texto que queremos
estudar.
Portanto, não devemos tirar conclusões precipitadas sem analisar o contexto do verso, pois estaríamos
forçando a Bíblia a dizer o que “não disse”.
Em Isaías diz: “Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso para mim é abominação, e também as
ofertas de lua nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar a iniqüidade
“associada” ao ajuntamento solene”.
Aqui, Deus não está dizendo que iria abolir o mandamento ou que o povo de Israel não tinha mais
espírito religioso por observar o Sábado. O Senhor está dizendo apenas que não suportava mais ver eles
“MISTURAREM” a guarda do Sábado (no texto mais especificamente os dias sagrados) com a
iniquidade, assim como ele não toleraria a guarda de qualquer outro mandamento, se estivesse associado
ao pecado.
Para Deus, não basta obedecer apenas “exteriormente”, mas sim de “coração” como é ordenado no Novo
Concerto (Jeremias 31:33; Hebreus 8:10). Nossa vida deve ser repleta de boas obras demonstrando,
assim, uma verdadeira conversão.
A reclamação de Deus não era jamais por eles guardarem o Sábado, pois o próprio criador lhes deu essa
ordem! (Êxodo 31:13), mas sim por misturarem os mandamentos de Deus com a iniquidade que
praticavam! (examinando o contexto, você poderá ver que a iniquidade praticada pelo povo eram
diversas: a idolatria, bebedices e muita maldade- Ver capítulo 2, 5, 8, etc.)
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.

Responder

Italo em 15 de janeiro de 2013 18:10


Obrigado pela resposta Maiara
A paz!

Responder

Maiara Costa - Equipe em 16 de janeiro de 2013 8:12

Olá amigo Ítalo!


A paz para você também.
Conte conosco para o que precisar.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.

Responder

Eder Diego em 21 de janeiro de 2013 20:11


Jean
Hebreus 8:10 (Qual é a Nova Aliança ?): Deus diz que escreve as Leis no nosso coração, imprime nas
nossas mentes.
2 Coríntios 3: 3 que você citou sendo a nova aliança do Espírito,,,,, sim isso é verdade, essa aliança é
gravada adquirida pelo Espírito de Deus que escreve nos nossos corações e imprime em nossas mentes o
q ??? a Lei!!!!! a diferença pra primeira aliança no velho testamento é qual ? respondo pra vc: que a
primeira foi gravada em pedras e escrita no livro sob o sangue de bois e carneiros, sendo a
Lei,,,diferentemente da segunda aliança a qual é escrita nos nossos corações, imprimida em nossa mente,
sob o sangue do próprio Cristo dessa vez,,e nao em pedra,,, a mesma Lei!!!!!essa é a diferença!!!!!! me
mostre algum verso que diga que não é a mesma Lei!!!! o que se desvaneceu, cessou foram as leis
cerimoniais, segundo Daniel 8:24 e 27. Efésios 2:15. Colossensses 2:14.

Responder


Gustavo Rizzo em 24 de janeiro de 2013 15:03
eu gostaria de saber como adquiro o livro “judging the sabbath”sitado pelo Prof: Leandro Quadros

Responder

Maiara Costa - Equipe em 29 de janeiro de 2013 17:26

Olá amigo e irmão em Cristo Gustavo!


É uma grande satisfação poder manter contato com você.
Que a graça e a paz de Cristo esteja sempre em seu coração.
Acesse o website:universitypress.andrews.edu.
E lá encontrará o livro que está custando $20,00.
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.

Responder

HILBERTO SOARES DA SILVA em 2 de abril de 2013 20:05


Mas em toda a bíblia de genesis a apocalipse está escrito, lembra-te do sabado. Vou mais longe,
Abriu-se o santuário de Deus que está no céu, e no
seu santuário foi vista a arca do seu pacto; e houve
relâmpagos, vozes e trovões, e terremoto e grande
saraiva. Ap 11:19 Existe uma grande confusão em relação às leis. Alguns alegam que Jesus aboliu as leis,
mas se tratando das leis divinas e leis de Moisés, não diferenciam que leis devem ser obedecidas depois
de Cristo. O governo impõe leis que todos devem obedecer, independente de crença. E são tantas leis e
estatutos que grande parte da nação não as conhecem realmente, como por exemplo, a lei do fisco,
através da qual são cobrados os impostos, e mesmo assim todos devem ser fiéis a elas para manter sua
liberdade. E também as leis do trânsito, as quais mudam constantemente a cada governo, e mesmo assim
a nação tem que se adaptar. Assim era a lei de Moisés, que mudava a cada mudança no sacerdócio; toda
vez que mudava o sacerdote, necessariamente eram feitas mudanças na lei (Hb 7:12). Veremos a seguir
as diferenças entre a lei de Moisés e a Lei de Deus, os Dez Mandamentos. 1-Leia Hb 10:1 e Lc 16-17 e
responda: a lei de Moisés e a lei de Deus são a mesma? 2-Onde foi guardado o livro da lei de Moisés, e as
duas tábuas dos mandamentos de Deus? Dt 31:26. IICr 5:10. 3-Em que Moisés escreveu sua lei, e onde
foi posta? Dt 31:24-26. 4-Que material foi usado, e quem escreveu os dez mandamentos da lei de Deus?
Ex 31:18. 24:12. 5-Qual a lei que não justificava o homem diante de Deus? Gl 3:10-11. Lv 16:1-5,14-15.
6-Qual a lei que, se obedecida, justifica o pecado do homem diante de Deus? Rm 2:12-13. Ex 20:3-17. Os
fariseus valorizavam mais as tradições dos homens e gostavam de serem vistos como os melhores
crentes, cheios de fé, mas não guardavam os mandamentos de Deus: (Mc 7:7-8) Em vão, porém me
honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens, porque deixando o mandamento de Deus,
retende a tradição dos homens. Em At 15:5 alguns da seita dos fariseus, que tinham crido, se levantaram
dizendo que era mister circuncidá-los e mandou que guardassem a lei de Moisés. Porém, Paulo disse que
dava graças a Deus por Jesus Cristo, que ele mesmo com entendimento servia a lei de Deus (Rm 7-25). O
servo fiel deve guardar os mandamentos da lei de Deus, a qual foi escrita por Ele, em tábuas de pedra. A
lei de Moisés foi boa, porque conduziu Israel de Moisés à Cristo. Por ela o povo temia a Deus e guardava
os seus mandamentos. A Lei de Deus diz: não adulterarás (Ex 20:14). A lei de Moisés condenava a morte
quem adulterasse (Jo 8:3-5). Mas ela morreu quando Cristo disse: Ninguém te condenou? Depois disse:
Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais (v.10up e v.11up). Aquela mulher adúltera saiu da
lei de Moisés e recebeu a graça de Cristo, porém, condicional: Não peques mais, ou seja, “não quebre
mais os mandamentos da Lei de Deus”. 7-O que disse Paulo aos crentes fariseus? Rm 2:23 8 -O que disse
Paulo aos que dizem ser filhos de Abraão pela fé, mas que por falta de fé anulam a lei de Deus? Rm 3:31.
O que Paulo diz aos judeus incrédulos? Tu que te glorias na lei (de Moisés), desonras a Deus pela
transgressão da lei (de Deus) (Rm 2:23). Paulo falava aos judeus que tomavam a lei de Moisés como
advogada, usando o poder dela para perseguir, prender, apedrejar e matar, e ainda se orgulhavam disso,
quando na verdade estavam transgredindo a lei de Deus. Porque a Lei de Deus diz: Não dirás falso
testemunho (Ex 20:16) e isso os judeus faziam contra Cristo e contra os apóstolos. A lei diz: Não matarás
(Ex 20:13), e os judeus, depois que faziam falsas acusações, matavam. Paulo ainda fala: a circuncisão (lei
de Moisés) é nada e a incircuncisão nada é, mas sim, a observância dos mandamentos de Deus (ICo
7:19). 9-O que disse Deus, pela boca do profeta Oséias, sobre o futuro do sábado da lei de Moisés? Oz
2:11. Lv 23:26-32 10-O que disse Deus por meio de seus profetas, sobre o futuro do sábado da sua Lei?
Ex 31:14,18. Ez 20:20. 22:26. Lc 23:56. Rm 7:7. Ap 14:12. 22:19. A lei de Moisés:… E disseram a
Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha ordenado a Israel (Ne 8:1). E
Moisés escreveu esta lei, e a deu aos sacerdotes, filhos de Levi, que levaram a arca da aliança do Senhor,
e a todos os anciãos de Israel (Dt 31:9). Este texto fala da lei de Moisés e quando cita a arca do concerto,
se refere exatamente à lei dos Dez Mandamentos de Deus. A Lei de Deus: Então disse o Senhor a
Moisés: Sobe a mim, ao monte e fica lá, e dar-te-ei tábuas de pedra e a lei, e os mandamentos que tenho
escrito para os ensina,( Ex 24:12). A lei e ao testemunho. Se eles não falarem segundo esta palavra, nunca
verão a alva (Is 8:20. A lei de Moisés: Quem ferir alguém que morra, ele também certamente morrerá (Ex
21:12, 22-27). Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou e desta sorte é introduzido uma melhor esperança,
pela qual chegamos a Deus (Hb 7:19). A Lei de Deus: Disse o Senhor Jesus: Não cuideis que vim destruir
a lei e os profetas, não vim ab-rogar, mas cumprir (Mt 5:17). E acrescenta: Porque em verdade vos digo
que até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido
(v.18). Obedecemos a lei de Deus porque até hoje o céu e a terra permanecem. E abriu-se no céu o templo
de Deus e a arca do seu conserto foi vista no seu templo e houve relâmpagos e grande saraiva (Ap 11:19;
IICr 5:10). A lei de Moisés: Pelo que também lhes dei estatutos que não eram bons e juízos pelos quais
não haviam de viver (Ez 20:25). A Lei de Deus: E assim, a lei é santa, e o mandamento santo, justo e
bom (Rm 7:12). Porque qualquer que guardar toda a lei e tropeçar em um só ponto, torna-se culpado de
todos (Tg 2:8-10). Em Sl 111:9 o salmista diz
que Deus enviou redenção ao Seu povo, ordenou a Sua aliança para sempre. Por isto, Paulo disse que a
lei é espiritual (Rm 7:14). Disse ainda que tinha prazer na lei de Deus (Rm 7:22). Paulo jamais falaria
isso com a lei citada em Ez. 20:25 e de Os. 2:11. Paulo se referia a Lei de Deus, de Êx 20:3-17. E sobre
esta Paulo diz: Portanto a lei é santa, o mandamento santo, justo e bom (Rm 7:12). Paulo viveu como se
estivesse sem lei, mas para ganhar os que viviam sem lei, se fez de fraco, mas não viveu sem a lei (ICo
9:20-22). Somente através da oração é que conheceremos a verdade e a verdade há de nos libertar (Jo
8:32).
SEREMOS JULGADOS PELAS TÁBUAS DA LEI, E NÃO TEM COMO OBEDECER 9
MANDAMENTOS E ABOLIR UM, POIS SE ASSIM FAZEMOS, DESOBEDECEMOS A TODOS OS
MANDAMENTOS DO SENHOR. POIS O PROPRIO JESUS E ATÉ MESMO PAULO ,TAMBÉM
GUARDAVAM O SÁBADO. POIS ESTÁ ESCRITO, : NAQUELES DIAS CONVERTERAM A
VERDADE DE DEUS EM MENTIRA, E A IGREJA CATOLICA LIDERADA POR CONSTANTINO
FEZERAM ISTO, TIRANDO O SÁBADO E ESTITUINDO O DOMINGO COMO O DIA DO
SENHOR.ABOLINDO O QUARTO MANDAMENTO. ESTA É A PROSTITUTA DE APOCALIPSE E
AS IGREJAS QUE ADOTAM ESTES COSTUMES ,SÃO AS FILHAS. ESTÁ TUDO REVELADO NA
PALAVRA DE DEUS. ESTUDEM UM POUCO MAIS E NÃO CORROMPAM AS ESCRITURAS,
POIS AI DAQUELE QUE DIMINUIR OU TIRAR UM PONTO.!!

Responder

Rafael Mira em 26 de junho de 2013 15:08


Ola professor Leandro surgiu uma dúvida eu trabalho no Hospital Adventista do Pênfigo em Campo Grande –
MS,uma irmã nossa da igreja me fez uma pergunta que é a seguinte: como ela é técnica de enfermagem sempre tira
plantão dois sábados no mês,ela me perguntou se os dias trabalhados ali,mesmo na instituição adventista, deve ser
remetido em oferta pelo fato do plantão ter caído no sábado,funciona como escala.
Eae professor nos ajude ai
Responder

o
Maiara Costa - Equipe em 26 de junho de 2013 15:39
Olá Rafael!
Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
Qual a diferença entre uma instituição de saúde secular e uma cristã adventista no dia de sábado?
Pelo menos três pontos:
1° O ambiente- numa instituição secular não há o ambiente sabático que se constitui em uma clínica ou instituição de
saúde adventista. Na instituição de saúde adventista há o culto e as músicas tocadas nos ambientes são puramente
espirituais.
2° A rotina: numa instituição secular aos sábados a rotina é a mesma da semana, sendo que nem tudo o que acontece
no hospital é de caráter de urgência, pois há determinados procedimentos que podem ser evitados para o dia de
sábado podendo ser feitos durante a semana sem que isso prejudique a saúde do paciente. Já numa instituição
adventista de saúde os procedimentos são diferentes dos demais feitos durante a semana, sendo o atendimento
prestado de caráter urgente e para a manutenção da vida.
3° Rodízio: numa instituição secular os rodízios podem cair em diferentes dias da semana, sendo que o profissional
da área pode trabalhar vários sábados sem a real necessidade de se estar ali, já numa instituição de saúde adventista o
profissional que tem de ir aos sábados trabalha num esquema de rodízio, sendo que presta os seus serviços um ou dois
sábados no mês. Sendo que muitos ali são obreiros não recebem por isso, por serem assalariados.
Cristo quando esteve aqui trouxe a verdadeira compreensão do que deve ou não ser feito nas horas do sábado, sendo
que o seu principal objetivo era levar a pessoa à salvação e não apenas aliviar o problema físico, portanto as
instituições de saúde adventistas cumprem também com esse papel, pois pela forma diferenciada de atendimento não
trata apenas da enfermidade física, mas também da espiritual. As nossas instituições trabalham com a obra médico
missionária. O sábado é um dia de adoração, santificação, libertação e salvação e esse ideal é alcançado em nossas
instituições de saúde.
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.

Responder

Rafael Mira em 26 de junho de 2013 21:02


Maiara até ai tudo bem,mas a questão é,o adventista que tira plantão no sábado na instituição adventista precisa
remeter esse dinheiro como oferta ou não?
Alias a técnica de enfermagem não é obreira é um contrato normal.
Aguardarei resposta Deus abençoe vocês parabéns pelo BLOG meu predileto.

Responder

Maiara Costa - Equipe em 27 de junho de 2013 16:46

Olá Rafael!
Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
Ela já conversou com o pastor da igreja dela? Ele pode orientá-la.
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.
Equipe do Na Mira.
Responder

bruno em 15 de março de 2014 13:03


JESUS CUROU NO SABADO E AI ?

Responder

Maiara Costa - Equipe em 17 de março de 2014 14:25

Olá Bruno!
Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
Qual o objetivo de Cristo ao curar no sábado?

Responder

Luana da Silva Torres em 15 de março de 2014 15:23


O Sabado e um conserto perpetuo entre Deus e o homem.Como e maravilhosa a graca de Deus!

Responder

Márcio Badaró em 15 de março de 2014 15:58


Esse Jean Patrick aí é da Assembléia de Deus!

Responder

ricardo gutierrez em 15 de março de 2014 16:22


esse é o único lugar da bíblia que fico duvidoso, as vezes entendo que antes de Cristo ele era apenas uma sombra das
coisas futuras de passar um tempo determinado com Deus
apontando para um bem maior , ou seja que Deus imprimiria a lei nos corações fazendo que o sábado seja um vida
constante vivendo no espirito excedendo o tempo de 24hs
Estou procurando uma igreja que mais se aproxima do evangelho nao com preceitos humanos a Adv é a que mais
vejo próxima to pensando em frequentar alguns cultos.

Responder

Maiara Costa - Equipe em 17 de março de 2014 10:08

Olá estimado amigo Ricardo!


Obrigado por seu contato com o programa Na Mira da Verdade.
Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
Se você leu o texto de forma atentiva perceberá que o autor deixa um pressuposto muito interessante:
Algo que foi instituído antes da existência do pecado (Gn 2:1-3), não pode ter sido uma sombra daquilo
que viria após o pecado. Algo que veio antes do pecado não poderia ser abolido pela cruz que veio
solucionar os problemas causados pelo pecado.
Obviamente que não devemos passar tempo com Deus apenas aos sábados, temos que passar todos os
dias, contudo, aos sábados esse tempo é exclusivo para Ele, já durante a semana temos outras atividades.
Sinta-se a vontade para visitar a nossa igreja quando quiser.
Tenha uma experiência com Deus e permita que o Espírito Santo de conduza à toda a verdade (João
16:13).
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.

Responder

Rafael em 15 de março de 2014 18:47


Em lv 23 me parece que está falando do sábado do sétimo dia, não está?

Responder
o

Maiara Costa - Equipe em 17 de março de 2014 10:11

Olá Rafael!
Obrigado por seu contato com o programa Na Mira da Verdade.
Em Levítico 23 faz-se menção tanto ao sábado do sétimo dia (Lv 23:3), e também aos sete sábados
cerimoniais (Lv 23:32).
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.

Responder

lu em 15 de março de 2014 18:58


ja sabia

Responder

Fabiane Zielak Claro em 16 de março de 2014 1:38


Eu gostaria de expor apenas algumas perguntas ao amigos que tem dificuldades na compreensão sobre a
guarda do sábado.
Por que apenas este mandamento é motivo de discussão e desonra entre os q se dizem cristãos? O q o
impede de perceber as bençãos de sua observância, sendo q os outros 9 sem dúvida, são fontes de direção
e alegria na vida dos q obedecem? Pense no pq apenas 1 mandamento seria abolido da lei e com qual
objetivo?
Ainda para aqueles q não conseguem entender, eu aconselho q estudem as profecias e deixem esses
versos q o confundem de lado. Você perceberá q as últimas profecias estão se cumprindo em nossos dias
e estão relacionadas ao DIA DE GUARDA e será esse motivo o que irá separar o povo de Deus dos
demais (existirão apenas 2 grupos). Pode ter certeza de que o menor grupo e que será perseguido pela sua
fé, será do povo escolhido de Deus q receberá o Seu SELO. De que lado vc vai estar? Se tiver a
oportunidade de ver essas coisas acontecerem diante de seus olhos, quem sabe se lembre dessa conversa e
mude de idéia. Abraços a todos…

Responder

Ezequias em 16 de março de 2014 17:59


Vejam este vídeo, a partir do minuto 0:48

Responder

Maiara Costa - Equipe em 17 de março de 2014 11:34

Olá Ezequias!
Obrigado por seu contato e por nos enviar o vídeo.
Acredito que o Prof° Leandro Quadros separe em um programa, um momento para fazer menção do
mesmo.
Entretanto, de ante mão afirmo que o que foi mencionado pelo referido pastor não está em conformidade
com outros textos da Bíblia, como por exemplo, Êxodo 20:1; 31:18; 32:16; 34:28; Deuteronômio
4:12,13; 10:1-5.
Que afirmam que a escrita é de Deus e não de Moisés!
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.

Responder

Almir Ivan Borges em 17 de março de 2014 21:17


Cara Maiara,
Grato pelo contato. Entretanto, claramente você não percebeu que as expressões LEGALISTAS e SECTÁRIOS estão
entre aspas justamente por que estou ironizando a visão de tantas outras denominações com relação aos adventistas.
Sou adventista e, pelo lado materno, minha família é adventista desde a década de 1890, sendo que meus bisavôs e
bisavós formaram entre os frequentadores da 1ª igreja adventista no Brasil em Gaspar Alto. Do lado paterno, as
conversões, primeiramente de meu pai e, posteriormente, dos meus avós, ocorreram no século XX, na década de
1950. Saudações cordiais!

Responder

o
Maiara Costa - Equipe em 18 de março de 2014 10:57
Sem problemas Almir!
Bom saber é que você não pensa isso..rsrsr
Que bom que a sua família tem história dentro do adventismo.
Você pode usar o seu testemunho para ajudar aqueles que são adventistas de berço, mas que ainda não entenderam a
importância disso e para aqueles que não são e fazem questão de falar mal daquilo que não conhecem.
Um grande abraço.

Responder
Almir Ivan Borges em 18 de março de 2014 13:39
Olá, Maiara!
Realmente, é o que procuro fazer me dedicando ao trabalho missionário, juntamente com um irmão, ancião da minha
congregação (ex-colportor, atualmente missionário full time, que tem minha idade – 53 anos – de adventismo e
inúmeras histórias de conversão que me causam “inveja”). rsrsr. Para isso, entretanto, acredito que estar bem
preparado é importantíssimo e, nesse caso, o suporte da Rede Novo Tempo em geral e da equipe do Na Mira da
Verdade e do irmão Leandro, em particular são fundamentais. Desse modo, também, embora não sendo ainda um
Anjo da Esperança, como gostaria, contribuo colocando links da Novo Tempo em meus sites publicitários e estou
contribuindo modestamente do ponto de vista financeiro através de uma listinha que a direção da nossa igreja tem
disponibilizado. Deus continue abençoando a Novo Tempo!

Responder

Maiara Costa - Equipe em 19 de março de 2014 12:17

Que Deus continue abençoando grandiosamente o seu ministério irmão Almir!


Um forte abraço.

Responder

Leonardo Freitas Tavares em 27 de abril de 2014 2:30


Então em Colossenses 2:16 Paulo era contra o ano sabático e não o sábado do quarto mandamento? Se sim o que
seria esse ano sabático

Responder

Maiara Costa - Equipe em 28 de abril de 2014 15:17

Olá Leonardo!
Muito obrigado por seu contato com o programa Na Mira da Verdade.
Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
Analisando o contexto de Colossenses 2:16, vemos a preocupação de Paulo com relação à atitude de
Judeus convertidos à Igreja de Cristo, na cobrança para com os gentios. Estes Judeus, professos cristãos,
inquietavam os cristãos gentios por não praticarem os rituais cerimoniais que eram devidos por parte de
todos os homens a Deus, conforme Sua ordenação no passado. Cada homem que se achegasse a Deus
para adorá-lO e serví-lO, deveria cumprir com as mesmas Leis e os mesmo ritos praticados por Israel
(Nm 15:15 e 16). E isto incomodava os judeus convertidos. Pois, mesmo depois da morte de Jesus,
muitos deles continuaram a praticar toda a lei de cerimônia, ou seja, os rituais e holocaustos que
substituíam o pecador e ao mesmo tempo apontavam para o sacrifício de Jesus, na Cruz (Ef 2:15). Por
meio de Seu sacrifício, Jesus cancelou o escrito de DÍVIDA que era contra nós, nas suas
ORDENANÇAS, cravando-as na Cruz (Cl 2:14).
Partindo desse princípio, toda a lei no sistema de cerimônias e rituais, tais como a circuncisão, feita pela
mão de homens, (Ef 2:11 e Cl 2:13), prescreveu com a morte de Jesus na Cruz, e “NINGUÉM”, nem
mesmo os Judeus cristãos precisavam mais praticá-la. NÃO
deviam JULGAR e nem cobrar dos gentios esses RITUAIS em forma de ordenanças, oferecidos nas
FESTAS, nas LUAS NOVAS e nos SÁBADOS, semanais, O qual prevalece a sua SANTIDADE
perpetuamente, conforme o propósito Divino da Criação. (Gn. 2:1-3). Porém os sábados cerimoniais com
seus rituais, bem como todos os rituais cerimoniais deixados de praticar nos Sábados semanais, eram as
causas de julgamento que os Judeus faziam contra os Gentios. Cristo passou a ser, para os que O aceitam,
o sacrifício e a circuncisão; que hoje é o batismo (Cl 2:12), e toda a oferta e propiciação pelos pecados
daqueles que nEle confiam (Hb 9:12-14)…
…Como há profecias de dupla aplicação como as de Jeremias 4:22 a 28 – referindo-se a desolação de
Judá com a destruição de Jerusalém em 586 a/c, onde a mesma é aplicada para figurar a desolação da
terra durante o milênio, após a volta de Jesus Apoc 20:1-3, e a profecia de Ezequiel sobre o Rei de Tiro
Ez 28: 2, 12 a 19, que prefigura a Satanás e a sua queda – Luc 10:18 e Apoc 20:3,10 usaremos a mesma
regra para os “Sábados” de colossenses 2:16.
…Podemos entender o Sábado de Colossenses 2:16, sendo de dupla aplicação. 1º como Sábado
Cerimonial (festivais) , dias de santas convocações, já explicado anteriormente, e também como o Sábado
do Quarto Mandamento da lei MORAL de Deus, aplicando a fórmula de Números 28:3-25, onde se usam
as palavras: Festas, como anuais, Lua Novas (mensais) e Sábados semanais, mesmo assim, NÃO diminui,
Não exclui e NÃO altera a SANTIDADE do Sétimo dia, o Sábado, e fortalesse nossa fé em Deus e Sua
Palavra exaltando a santidade do Sábado, conforme ensinada pela IASD. Estamos mostrando com isso,
que a liturgia e rituais realizados nos Sábados (semanais) antes da Cruz, é que foram mudados com a
morte de Jesus, ou seja, a velha forma de adorar no Sábado, através dos rituais e sacrifícios foi
substituída, sem com isso desfazer a SANTIDADE do dia; que prevalecerá por toda a eternidade (Is
66:23).
Após a morte de Jesus ficamos livres apenas das obrigações da lei cerimonial (os sacrifícios e ofertas de
manjares) praticadas no dia de Sábado, e NÃO livres da SANTIFICAÇÃO do Sábado, antes ela deve ser
dedicada em reconhecimento de gratidão e amor ao nosso Criador, em razão de que nem o próprio Jesus a
aboliu e não a autorizou a ninguém. Antes, nos deu o exemplo para que como Ele guardou o Sábado,
devemos nós também SANTIFICÁ-LO (Lc 4:16 e 31; Jo 15:10), fazendo o bem neste dia, tanto para o
próximo, como a nós mesmos adorando a Deus em espírito e em verdade, que em muito O alegra. E
aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado (Tg. 4:17). Paulo ensinou, portanto,
que ficamos livres das solenidades Cerimoniais no dia de Sábado e NÃO da Santidade do Sábado; esta
jamais ficou na Cruz e sim, sempre no coração de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo; e de todos
os Seus filhos, inclusive no coração de Paulo. (Rm 7:22 e At 16:13).
Esse texto não está fazendo menção ao ano sabático que era um ano de descanso das produções da terra.
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.

Responder

André Carvalho em 26 de agosto de 2014 21:49


De fato a palavra domingo significa “dia do Senhor” mas foi aplicada ao primeiro dia da semana no ano 321 D.C por
Constantino que o colocou como dia de repouso em cidades e vilas. Isso foi uma manobra política-religiosa para
agradar ao povo. A expressão dia do Senhor em apocalipse jamais poderia estar se referindo ao domingo porque o
referido livro foi escrito muito antes e o sábado continuou sendo guardado pelos cristãos nessa época.

Responder
o

Maiara Costa - Equipe em 27 de agosto de 2014 12:23

Olá André!
Muito obrigado por suas tão claras e evidentes informações.
Que Deus o abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.

Responder

André Vanzella em 11 de setembro de 2014 18:04


Mais uma desculpa esfarrapada que os adventistas arrumam. Eu assistia o canal novo tempo, depois que descobri que
muitas coisas que estão impregnadas lá, são falsas, cai fora! Eles dão mais ênfase em guardar o sábado do que ter
uma vida exemplar, como não mentir, comprar não pagar e por ai vai. Fazem uma análise do texto fora do contexto.
Fico com dó dessas pessoas que são marionetes, são iludidas por um fundamento fraco e fora do contexto.

Responder

Maiara Costa - Equipe em 15 de setembro de 2014 11:50

Olá André!
Bom dia e feliz semana.
E quais foram essas “surpreendentes” descobertas? Quantos programas você assistiu aqui que falam
somente sobre o sábado? E qual a análise contextual correta desse texto?
Que Deus te abençoe.
Um forte abraço.

Responder

ANDRÉ VANZELLA em 15 de setembro de 2014 13:42


Olá…Assistia este escrito adoração, arena do futuro, aquele programa da Arleide que não me lembro o nome, aquele
programa para jovens, o de finanças quando tenho tempo ainda assisto.
Não é que fala só sobre o sábado, mas incuti o sábado em assuntos que não tem nada a ver com o assunto. como se
diz, vão comendo pelas beiradas e entra no assunto sabático.
Não me surpreende de falar do “sábado” tanto que a igreja é denominada do “7ºDIA, mas o perigo é ter um dia santo
, seja ser algo idólatra.
Não condeno o fato de alguém guardar o sábado, mais sim condenar quem não guarda.
A bíblia tem passagem que mostra que esse método esta ultrapassado.
Cl 2:16 e Gálatas relatam bem sobre isso.
Conheço alguns adventistas, não é generalizando, mas alguns jovens estão perdidos nas tecnologias, como o celular,
onde os pais é coniventes com a situação, pois são de menores e já tem o aparelho e acesso livre a Internet, onde
ficam até de madrugada vendo coisas que é de duvidar que sejam boas, cadê o acompanhamento dos pais?
Mas esses mesmos pais omisso, condenam quem come uma carne, ou certo tipo de peixe e por ai vai.
Penso da seguinte forma……Fazem tempestade de uma agulha e engole um camelo, acho que a novo tempo poderia
ter mais programas com o tema: “família” “perigos das tecnologias” e fazer um estudo com os membros orientando
desse perigo, pois estão deixando os filhos ter acesso livre a todo lixo virtual. E qual esta sendo o papel da igreja para
resolver esse problema?
Enfim….acho a novo tempo super organizada, admiro.
Mas em algumas doutrinas deixam a desejar.
Pense sobre o assunto.

Responder

Maiara Costa - Equipe em 16 de setembro de 2014 15:57

Olá André!
Boa tarde.
Perdoe-me discordar de você alguns pontos:
1. Os programas da Novo Tempo não pregam somente sobre o sábado.
2. O método que usamos para estudar a Bíblia são princípios hermenêuticos e exegéticos usados inclusivo
por não adventistas, portanto, não estão ultrapassados.
3. Alguns Adventistas não refletem a realidade de toda uma igreja e isso é um problema que abarca a
muitas igrejas e não somente a Igreja Adventista.
4. Temos programas temáticos que abrangem a todas as áreas: familiar, sexualidade, bíblica, jovem,
finanças, portanto, essa parte do comentário é infundada.
5. Temos departamentos dentro da igreja para trabalhar com essas diversas áreas: familia, sexualidade,
jovens, mulheres, homens, finanças, crianças, bíblica e etc.
E o que recomendo à você é que conheça melhor a igreja antes de falar mal dela. Conheça a sua estrutura
organizacional.
Despeço-me com um texto para reflexão:
“Pois não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos”. Atos 4:20
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.

Responder

André Vanzella em 16 de setembro de 2014 16:36


Perdoe-me discordar também com alguns pontos a qual vc citou ,se eu não concordo com algumas práticas da
adventista, não quer dizer que estou falando mal, se for assim vcs vivem falando mal de outras igrejas que não
guardam o sábado.
Toda estrutura organizacional de qualquer igreja tem falhas e coisas erradas, pois estamos em busca de perfeição que
vem somente pela graça de DEUS, mas depois que sabemos da verdade não podemos continuar errando, conforme
Hb 10:26.
Os programas com ênfase para jovens ou família que eu acompanhei não falaram nada sobre os perigos da tecnologia
no ambiente familiar, isso que assisti vários programas. Quase todos eles incutem o assunto que é em voga da igreja o
sábado.
Se houve esse programa, quando foi?

Responder

Maiara Costa - Equipe em 16 de setembro de 2014 18:35

A forma como você escreveu André em alguns comentários anteriores não é de alguém que somente
discorda, mas chegou a ser desrespeitoso e você sabe disso. Você é livre para discordar ou não, e
entendemos isso perfeitamente.
Em relação aos programas acesse os blogs e pesquise, afinal, há vários temas e não somente o sábado! O
próprio Consultório de Família, por exemplo, a uns meses abordou sobre o perigo de se consumir
determinados tipos de filmes se leitura e o tipo de influência que isso causa na vida de um jovem. Os
jovens não sofrem apenas com os perigos da tecnologia, mas outras coisas também e isso é abordado nos
programas. E com todo o respeito permaneço em discordância em relação programas aqui
tratem somente do sábado, mesmo que de maneira “incultida”, porque a TV Novo Tempo não tem um público
apenas adventista, por isso buscamos trazer os mais variados temas, sem mencionar o fato deu já participado de
alguns programas e a pauta não foi sábado. Estou a cinco anos trabalhando aqui na Novo Tempo e conheço os
programas, até mesmo os mais voltados ao estudo da Bíblia não falam somente sobre o sábado.
Um forte abraço.
Que Deus o abençoe ricamente.

Responder

Balbino em 28 de novembro de 2014 16:10


Li todos os comentários aqui, e cheguei a seguinte conclusão!! o problema da Igreja Adventista são os
Adventistas……
O Sábado é sim o dia do senhor, isso esta claro na bíblia, mas ao invés de orar e ter os dons do Espirito Santo, como a
paciência por exemplo, o que vejo aqui são adventistas irritados por terem uma doutrina contrariada.
Sou um adventista do sétimo dia, mas não frequento a igreja adventista. exatamente por esse motivo!
não existe denominação perfeita, pois a partir do momento de tiver um humano dentro de uma denominação perfeita
ela não o será mais. Porém é necessário ter sabedoria com as palavras para não escandalizar os outros.
agradeço a oportunidade de discussão nesse “fórum” podemos assim dizer. e que possamos orar mais, pregar menos e
testemunhar mais, assim o espirito santo poderá nos usar para sua obra, em nome de Jesus.

Responder

Maiara Costa - Equipe em 2 de dezembro de 2014 10:00

A Igreja estimado irmão Balbino, por mais falha e defeituosa que seja, pois todos os que estão dentro
dela, pecam e são carentes da glória de Deus (Romanos 3:23), ainda é a menina dos olhos de Deus!
Por esse motivo jamais devemos condená-la ou se quer julgá-la, pois isso Deus não nos permitiu fazer
(Tiago 4:11,12), o que precisamos fazer é usarmos os dons e talentos que nos foram concedidos para a
edificação desse corpo (Efésios 4:8-14), e assim como a Igreja Cristã Primitiva, buscarmos juntos o
derramamento do Espírito Santo (Atos 1:14).
Deixo um texto para reflexão:
“Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos
encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia”.
Hebreus 10:25
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.

Responder

Larissa Mendes em 1 de dezembro de 2014 21:05


”Fica claro que os falsos mestres estavam INSISTINDO na abstinência de certos, alimentos e na observância de
determinados dias. Paulo AFIRMA que tais coisas não passavam de sombras que foram dissipadas pela VINDA DE
CRISTO (v.17). O mandamento para guardar o sábado É O ÚNICO DOS DEZ MANDAMENTOS QUE NÃO É
REPETIDO DEPOIS DO DIA DE PENTECOSTES”
Não vem me dizer de Oseias capítulo 2, por que ele está situado no Antigo Testamento!!!

Responder

Maiara Costa - Equipe em 2 de dezembro de 2014 8:57

Olá Larissa!
Satisfação manter contato com você.
Vou disponibilizar à você uma análise contextual de Colossenses 2:16, neste artigo escrito por um
querido amigo chamado Ronaldo Mendes:
Analisando o contexto de Colossenses 2:16, vemos a preocupação de Paulo com relação à atitude de
Judeus convertidos à Igreja de Cristo, na cobrança para com os gentios. Estes Judeus, professos cristãos,
inquietavam os cristãos gentios por não praticarem os rituais cerimoniais que eram devidos por parte de
todos os homens a Deus, conforme Sua ordenação no passado. Cada homem que se achegasse a Deus
para adorá-lO e serví-lO, deveria cumprir com as mesmas Leis e os mesmo ritos praticados por Israel
(Nm 15:15 e 16). E isto incomodava os judeus convertidos. Pois, mesmo depois da morte de Jesus,
muitos deles continuaram a praticar toda a lei de cerimônia, ou seja, os rituais e holocaustos que
substituíam o pecador e ao mesmo tempo apontavam para o sacrifício de Jesus, na Cruz (Ef 2:15). Por
meio de Seu sacrifício, Jesus cancelou o escrito de DÍVIDA que era contra nós, nas suas
ORDENANÇAS, cravando-as na Cruz (Cl 2:14).
Partindo desse princípio, toda a lei no sistema de cerimônias e rituais, tais como a circuncisão, feita pela
mão de homens, (Ef 2:11 e Cl 2:13), prescreveu com a morte de Jesus na Cruz, e “NINGUÉM”, nem
mesmo os Judeus cristãos precisavam mais praticá-la.
NÃO deviam JULGAR e nem cobrar dos gentios esses RITUAIS em forma de ordenanças, oferecidos
nas FESTAS, nas LUAS NOVAS e nos SÁBADOS, semanais, O qual prevalece a sua SANTIDADE
perpetuamente, conforme o propósito Divino da Criação. (Gn. 2:1-3). Porém os sábados cerimoniais com
seus rituais, bem como todos os rituais cerimoniais deixados de praticar nos Sábados semanais, eram as
causas de julgamento que os Judeus faziam contra os Gentios. Cristo passou a ser, para os que O aceitam,
o sacrifício e a circuncisão; que hoje é o batismo (Cl 2:12), e toda a oferta e propiciação pelos pecados
daqueles que nEle confiam (Hb 9:12-14).
Como há profecias de dupla aplicação como as de Jeremias 4:22 a 28 – referindo-se a desolação de Judá
com a destruição de Jerusalém em 586 a/c, onde a mesma é aplicada para figurar a desolação da terra
durante o milênio, após a volta de Jesus Apoc 20:1-3, e a profecia de Ezequiel sobre o Rei de Tiro Ez 28:
2, 12 a 19, que prefigura a Satanás e a sua queda – Lc 10:18 e Apoc 20:3,10 usaremos a mesma regra
para os “Sábados” de colossenses 2:16.
Podemos entender o Sábado de Colossenses 2:16, sendo de dupla aplicação. 1º como Sábado Cerimonial
(festivais) , dias de santas convocações, já explicado anteriormente, e também como o Sábado do Quarto
Mandamento da lei MORAL de Deus, aplicando a fórmula de Números 28:3-25, onde se usam as
palavras: Festas, como anuais, Lua Novas (mensais) e Sábados semanais, mesmo assim, NÃO diminui,
Não exclui e NÃO altera a SANTIDADE do Sétimo dia, o Sábado, e fortalesse nossa fé em Deus e Sua
Palavra exaltando a santidade do Sábado, conforme ensinada pela IASD. Estamos mostrando com isso,
que a liturgia e rituais realizados nos Sábados (semanais) antes da Cruz, é que foram mudados com a
morte de Jesus, ou seja, a velha forma de adorar no Sábado, através dos rituais e sacrifícios foi
substituída, sem com isso desfazer a SANTIDADE do dia; que prevalecerá por toda a eternidade (Is
66:23).
Após a morte de Jesus ficamos livres apenas das obrigações da lei cerimonial (os sacrifícios e ofertas de
manjares) praticadas no dia de Sábado, e NÃO livres da SANTIFICAÇÃO do Sábado, antes ela deve ser
dedicada em reconhecimento de gratidão e amor ao nosso Criador, em razão de que nem o próprio Jesus a
aboliu e não a autorizou a ninguém. Antes, nos deu o exemplo para que como Ele guardou o Sábado,
devemos nós também SANTIFICÁ-LO (Lc 4:16 e 31; Jo 15:10), fazendo o bem neste dia, tanto para o
próximo, como a nós mesmos adorando a Deus em espírito e em verdade, que em muito O alegra. E
aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado (Tg. 4:17). Paulo ensinou, portanto,
que ficamos livres das solenidades Cerimoniais no dia de Sábado e NÃO da Santidade do Sábado; esta
jamais ficou na Cruz e sim, sempre no coração de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo; e de todos
os Seus filhos, inclusive no coração de Paulo. (Rm 7:22 e At 16:13).
Estes comentários acima sobre Colossenses 2:16 e outros sobre Oséias 2:11 e Isaias 1:13 e Lamentações
2:6 e muitos outros textos importantes sobre o sábado você os encontram no livro:
“ A LEI DO AMOR E O DIA DO SENHOR” Autor: Ronaldo Mendes – Adventista do 7º Dia
Ali o autor explicará que os israelitas perderam a solenidade do sábado, e a sua adoração pelo cativeiro
babilônico por estarem impedidos de adorar ao seu Deus e não que o Senhor estava abolindo o dia que
Ele mesmo abençoou e santificou no término da semana da criação (Gn 2:1-3).
Por que algumas questões não são repetidas do Novo Testamento?
1) A Bíblia que Jesus possuía continha apenas os livros do Antigo Testamento. Os evangelhos e cartas do Novo
Testamento vieram a existir bem depois, quando a igreja cristã (após Cristo ter subido ao Céu) reuniu os escritos dos
apóstolos para preservá-los. Portanto, quando Jesus diz em João 5:39 para examinarmos as Escrituras, Ele está
dizendo: estudem o Velho Testamento!
2) A Bíblia que os apóstolos tinham era o Antigo Testamento. Quando Paulo disse para “pregarmos a Palavra” (2
Timóteo 4:2), ele estava se referindo a todos os escritos dos profetas antigos.
3) Jesus disse que não acreditar nos escritos de Moisés é o mesmo que não acreditar nEle! Veja: “Se vocês cressem
em Moisés, creriam em mim, pois ele escreveu a meu respeito. Visto, porém, que não crêem no que ele escreveu como
crerão no que eu digo?” João 5:46, 47.
Portanto, dizer que o Antigo Testamento foi abolido (refiro-me ao feixe de livros) é uma heresia que deve
ser rejeitada e combatida por todo cristão que ama a Palavra de Deus.
Que parte da Bíblia Jesus usava para explicar o evangelho?
O Velho e o Novo Testamento são uma coisa só. Não foi Deus quem criou a divisão dos livros da Bíblia
em “Velho” e “Novo”, e sim os homens. Não que isso seja errado, pois serve para separamos
“nominalmente” os livros, para fins didáticos (até facilita a procura dos textos); mas, não devemos
separar os escritos do Antigo e Novo Testamento em nível de doutrinas, ensinos e validade, pois tudo
veio do mesmo Deus.
O Novo Testamento não foi escrito para abolir o Velho Testamento, mas para confirmá-lo e completá-lo.
Tanto que o Novo Testamento faz aproximadamente cerca de 637 referências ao Velho Testamento!
Os nomes “Novo” e “Velho” Testamento, que identificam e divisão das duas partes da Bíblia, vieram a
existir posteriormente. O Novo Testamento recebeu tal identificação no ano 200 d.C e o Velho, em 326
d.C. Portanto, para Deus não há divisão da Bíblia.
Jesus Cristo, quando ia estudar as Escrituras, usava todos os escritos dos profetas (ver Lucas 24:27; 42,
44); não usava apenas o “Novo Testamento”, mesmo porque este ainda não existia no tempo dEle! O
Salvador sabia que para serem bem compreendidas, a Escrituras devem ser estudadas em conjunto, a fim
de chegar-se a um consenso quanto a uma doutrina, ensino ou instrução. Este princípio de interpretação
da Bíblia (estudar um pouco aqui e um pouco ali) é exposto e defendido em Isaías 28:10: “Porque é
preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um
pouco ali”.
Segundo essa regra, devemos estudar o conjunto das Escrituras como um todo a fim de entendermos a
plenitude de sua mensagem.
E, mais uma coisa importante: os textos a seguir nos dizem que todos os livros da Bíblia, sejam do Antigo
ou do Novo Testamento, foram criados por Deus e são úteis para nos guiar no caminho da salvação:
“Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte
de Deus, movidos pelo Espírito Santo”. 2 Pedro 1:21.
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na
justiça” 2 Timóteo 3:16.
A palavra “Toda”, empregada no texto supracitado, vem do termo grego “Paza” e significa “cada
escrito”, ou seja: cada parte da Bíblia, até mesmo os livros antigos, é da autoria do Espírito Santo!
Concluindo: a Bíblia é uma só. Se aceitarmos apenas parte dela, é o mesmo que rejeitarmos todo o
restante.
Que Deus te abençoe grandiosamente.
Um forte abraço.

Responder

Bourne em 17 de fevereiro de 2017 22:52


O Pastor Leandro ja mudou de idéia , entende que o sabado de colossesnses é o semanal

Responder

Leonardo em 12 de maio de 2017 9:46


Uau!!! Jean, escreveu tanto para errar tanto? Sou estudioso da Bíblia e os Adventistas têm um
conhecimento muito profundo isso eu aprendi.Estudo com Judeus e também com outros estudiosos, e
infelizmente vi erros gritantes em suas argumentações. Bem montada suas argumentações, mas
infelizmente muitas lhe faltam entendimento das passagens sugeridas.TExtos fora de contexto se tornam
pretextos. Que O Eterno o abençoe, nos abençoe. Que ele possa dar a ti , que és sincero de coração a
humildade de tentar entender porque este povo Adventista são Milhões espalhados pelo globo (.Nâo
defendo a placa da igreja), mas sim, que precisamos todos nós termos sabedoria e humilde em ouvir,
buscar e entender o que a Sagradas escritura têm para nós. Se discorda do que está escrito aqui, ore para
estes homens assim como elevo a minha a Deus para o entendimento correto. Que a Sabedoria de Deus o
alcance, e também a todos nós!
Responder

Jimito Pedro em 9 de junho de 2017 11:37


Aqui estão declarações fortes das igrejas que de fedem o sábado como dia de descanço:
A Bíblia Ensina a Guarda do Domingo? O que Dizem as Igrejas?
—> Assembléia De Deus
“A falta de probidade intelectual neste assunto é deveras deplorável, mas que deverá pensar o estudante
confiado a respeito desta afirmação em que o sábado judaico é identificado com o domingo cristão: —
‘Depois da ressurreição de nosso Senhor, passou-se a observar o primeiro dia da semana, em vez do
sétimo, como sábado, em comemoração de Sua ressurreição dos mortos’? Temos ouvido muito acerca de
ficções lícitas, aqui porém temos uma ficção religiosa que ultrapassa as mais ousadas ficções lícitas…
Que o sábado judaico e o domingo cristão são dois dias diferentes, está suficientemente comprovado pelo
fato de que durante um longo tempo depois da morte de Jesus os cristãos observaram ambos os dias, não
lhes ocorrendo confundir esses dois dias, tão pouco como a nós o confundir o natal com a festa de 4 de
julho. (…) O primeiro era observado no sétimo dia, e na manhã seguinte os cristãos celebravam uma
reunião simples, entregando-se depois aos diversos cuidados e prazeres do dia, como soíam fazer num
outro dia qualquer.” — Extraído de “The Forum”, por J. W. Chadwick, vol. 14, p. 543–544.
Um dicionário teológico, preparado pelo teólogo Dr. Charles Buck, afirma:
“Sábado, na língua Hebraica, significa ‘cessar’, e é o sétimo dia da semana… e devemos confessar que
não há lei alguma, no Novo Testamento, com relação ao primeiro dia.” — P. 403, art. “O Sábado”.
—> Igreja Presbiteriana
Em seu livro “The Ten Commandments”, diz o presbiteriano Dr. R. W. Dale:
“Está claro que, embora guardemos o domingo rigorosa ou devotamente, não estamos observando o
sábado. (…) O sábado foi instituído por uma ordem específica e divina. Não podemos apoiar-nos em
nenhuma ordem dessa natureza relacionada com a obrigação de guardar o domingo. (…) Não há, no
Novo Testamento, uma única sentença indicando que estamos sujeitos a qualquer penalidade por violação
à suposta santidade do domingo. No repouso dominical, não entra a lei divina.” — P. 127–129. Grifos
acrescentados.
Na obra “Theology Explained and Defended”, do presbiteriano Timothy Dwight, lemos:
“O Sábado cristão (domingo) não se encontra nas Escrituras, e não era chamado ‘o sábado’ pela igreja
primitiva.” — Ed. de 1818, vol. 4, nº 107, p. 49. Grifos acrescentados.
O Dr. William D. Killen, teólogo presbiteriano de renome, afirma:
“No intervalo entre os dias dos apóstolos e a (suposta) conversão de Constantino, a comunidade cristã
mudou de aspecto… Ritos e cerimônias, das quais nem Paulo nem Pedro jamais ouviram, entraram sub-
repticiamente em uso e depois reclamaram o direito de serem consideradas instituições divinas. Funções
para as quais os primitivos discípulos não podiam encontrar nenhum lugar, e títulos que para eles teriam
sido completamente ininteligíveis, começaram a reclamar atenção a ser chamados apostólicos.” — D. D.,
“The Ancient Church”, Prefácio da ed. original, p. 16.
O Dr. N. Summerbell, autor presbiteriano, faz esta declaração em sua obra “History of the Christians”:
“Ela (a Igreja Católica) subverteu o quarto mandamento, dispensando o sábado da palavra de Deus e
substituindo-o pelo domingo, como dia santificado.” — P. 418. Grifos acrescentados.
—> Igreja Batista
O Rev. Joseph Judson Taylor, famoso ministro da Igreja Batista, faz esta declaração em “The Sabbath
Question”:
“Neste ponto (o sábado) o ensinamento da Palavra tem sido admitido em todas as gerações.”
“Nenhuma vez os discípulos aplicaram a lei sabática ao primeiro dia da semana. Esta loucura realizou-se
num tempo posterior. Nem pretendiam que o primeiro dia suplantasse o sétimo.” — P. 17 e 41. Grifos
acrescentados.
O Dr. Edward T. Hiscox, autor do Manual Batista, fez perante um grupo de ministros, na “Convenção
Ministerial Batista”, em New York, no dia 13 de novembro de 1893, a seguinte declaração:
“Havia e há um mandamento para santificar-se o Sábado, mas esse Sábado não era o domingo. Sem
impedimento pode-se dizer, com mostras de triunfo, que o sábado foi transferido do sétimo ao primeiro
dia, com todos os seus deveres, privilégios e santidades. Com ardente ansiedade, buscando informações
sobre este assunto que tenho estudado durante muitos anos, pergunto: onde pode encontrar-se o arquivo
desta transação? Não no Novo Testamento, absolutamente não. Não há evidência bíblica quanto à
mudança do sábado do sétimo para o primeiro dia da semana.
“Desejo dizer que esta questão do sábado, deste ponto de vista, é o problema mais grave e desconcertante
relacionado com as instituições cristãs, que presentemente chama a atenção dos cristãos; e a única razão
por que o mundo cristão tem permanecido satisfeito com a convicção de que alguma ocasião, no começo
da história cristã, foi feita uma mudança. (…)
“Parece-me inexplicável que Jesus, durante três anos de discussões com Seus discípulos, em muitas
oportunidades conversando com eles sobre o sábado, abrangendo seus vários aspectos, livrando-o de todo
seu falso brilho (supertições farisaicas), nunca aludiu à transferência desse dia; nem tampouco, durante os
quarenta dias após Sua ressurreição, o insinuou. Também, tanto quanto sabemos, o Espírito Santo que
lhes foi dado para recordar todas as coisas que Ele lhes havia dito, não tratou deste assunto. Também não
o fizeram os inspirados apóstolos, ao pregarem o evangelho, estabeleceram igrejas, aconselharem e
instruírem as já estabelecidas, discutirem ou tratarem desse assunto.
“É claro que sei perfeitamente ter o domingo entrado em uso, como dia religioso, na história da Igreja
cristã… Mas é lamentável que tenha vindo com uma marca do paganismo e batizado com o nome de ‘dia
do Sol’, então adotado e santificado pela apostasia papal e vindo como um legado sagrado ao
protestantismo.” — Grifos acrescentados.
Três dias depois o “The Watchman Examiner” (órgão batista de New York) fez menção desse discurso,
descrevendo o intenso interesse manifestado pelos ministros presentes, e a discussão que se seguiu a sua
apresentação:
“As Escrituras não denominam, em nenhum lugar, ao primeiro dia da semana como sábado… Não há
autorização bíblica para fazê-lo, nem por lógica, ou por alguma obrigação bíblica.” — Grifos
acrescentados.
E por fim, o Dr. John Dowling, que por vários anos foi pastor de uma igreja batista na cidade de New
York, afirma o seguinte em sua obra “History of Romanism”:
“A Bíblia e a Bíblia somente!’ Não tem nenhuma importância, na opinião de um protestante genuíno,
quão cedo uma doutrina se tenha originado, se ela não é encontrada na Bíblia. (…) Portanto, se uma
doutrina for proposta para ser por ele aceita, pergunta ela: ‘Encontra-se ela na Palavra de Inspirada? Foi
ela ensinada por nosso Senhor Jesus Cristo e Seus apóstolos?’ Se eles nada sabiam a seu respeito, não lhe
importa se ela é encontrada na pasta bolorenta de algum antigo visionário do terceiro ou quarto século, ou
se brota da imaginação fértil de algum moderno visionário do século dezenove; se não for encontrada nas
Sagradas Escrituras, não apresenta ela nenhuma reivindicação válida para ser aceita como artigo de seu
credo religioso. (…) Aquele que aceita uma doutrina sequer (o domingo), baseada na simples autoridade
da tradição, tenha ele o nome que tiver, ao assim proceder, desce da rocha do protestantismo, transpõe a
linha que separa o protestantismo do papado e não pode apresentar nenhuma razão válida porque não
aceita todas as doutrinas e cerimônias mais antigas do romanismo, com base na mesma autoridade.” —
13ª ed., p. 67–68.
O domingo encontra-se na Palavra Inspirada? Foi o domingo ensinado por nosso Senhor Jesus Cristo e
Seus apóstolos? Se a guarda do domingo “não for encontrada nas escrituras, não apresenta nenhuma
reivindicação válida para ser aceita”. Do contrário, no caso, a afirmação “A Bíblia e a Bíblia somente!”
está sendo descartada por essa doutrina que “transpõe a linha que separa o protestantismo do papado”.
—> Igreja Luterana
O Dr. H. Gunkel, da Igreja Luterana, em “Zum religionsgesch. Verstaendnis des N.T.”, diz:
“A admissão do domingo pelos cristãos primitivos é… um sintoma muito importante de que a igreja
primitiva foi diretamente influenciada por um sentimento que não se originou no evangelho, nem no
Antigo Testamento, mas em um sistema religioso desconhecido para ela.” — P. 76. Grifos acrescentados.
George Sverdrup, numa entrevista para o jornal luterano “A New Day”:
“Como não foi possível produzir um só lugar nas Sagradas Escrituras que testifique que o Senhor mesmo
ou os apóstolos ordenaram uma transferência do sábado para o domingo, então não era fácil responder à
pergunta: ‘Quem transferiu o sábado e quem tem autoridade de fazê-lo?’
Carlstadt, um dos primeiros reformadores e amigo íntimo de Lutero, tentou trazer a reforma do sábado do
sétimo dia naquela época:
“Carlstadt defendeu a divina autoridade do sábado do Velho Testamento.” — Dr. Barnes Sears, “Life of
Luther” (Vida de Lutero), p. 147.
E Martinho Lutero, em seu “Agaist the Celestial Prophets”, declara:
“Em verdade, se Carlstadt escrevesse mais acerca do sábado, o domingo logo teria que lhe ceder o lugar,
e o sábado ser santificado.” — Citado em “Life of Martin Luther in Pictures”, p. 147.
O ensino oficial da Igreja Luterana, em seu “Confisson de Foi d’Augsburg” (Confissão de Fé de
Augsburgo), assim declara:
“A observância do Dia do Senhor (domingo) não assenta em nenhum mandamento de Deus, mas sim na
autoridade da Igreja. (…)
“Eles (os Católicos) alegam que o sábado foi mudado para o domingo, o dia do Senhor, contrariamente o
Decálogo; como é evidente, não existe exemplo algum de maior jactância do que a mudança do sábado.
Grande, dizem eles, é o poder e autoridade da Igreja (Católica), visto haver omitido um preceito do
decálogo, alterando os mesmos.” — Em “Augsburg Confession of Faith”, art. XXVIII. Ver Philip Schaff,
“The Creeds of Christendom” (ed. 4), vol. 3, p. 63 e 64, tradução da parte 2, art. 7, “Do Poder
Eclesiástico”, da Confissão de Fé de Augsburgo. (O artigo 28 da Confissão é o art. 7 da parte 2). Citado
em “Cox’s Sabbath Manual”, p. 287. Grifos acrescentados.
O Dr. Philip Schaff, teólogo e historiador eclesiástico, declara sobre a “Confissão de Augsburg”:
“A Confissão de Augsburgo foi a primeira e a mais famosa das confissões de fé evangélica. Ela
expressou clara e totalmente, de forma sistemática, os principais artigos de fé pelos quais se batiam
Lutero e seus companheiros havia já treze anos, desde o protesto levantado contra o tráfico das
indulgências. Pelos seus méritos intrínsecos e suas origens históricas, ela tomou-se o principal padrão
doutrinário da Igreja Luterana. (…) Excluindo-se o prefácio e o epílogo, a Confissão consiste de duas
partes, uma positiva e dogmática, outra negativa e um tanto polêmica, ou melhor, apologética. A primeira
refere-se principalmente a doutrinas, a segunda a cerimônias e instituições. A primeira parte apresenta em
vinte e um artigos… as doutrinas defendidas pelos evangélicos luteranos. A segunda parte rejeita em sete
artigos os abusos de Roma que foram considerados mais objetáveis e que foram realmente corrigidos
pelas igrejas luteranas.” — Em “History of the Christian Church”, vol. 7, p. 707–713. Philip Schaff foi
presidente da comissão revisora da Bíblia em Inglês e editor da versão americana da Enciclopédia de J.
Herzog. (J. N. Andrews e L. R. Corandi, “The History of the Sabbath”. p. 836).
—> Igreja Metodista
O Dr. Harris Franklin Rall faz esta declaração no “Christian Advocate”:
“Vejamos a questão do Domingo… não há nenhuma passagem dizendo aos cristãos para observarem este
dia.” — 2 de julho de 1942.
No “Theological Compendium Improved”, do Rev. Amos Binneyas, ocorrem estas afirmações:
“É certo não haver um mandamento positivo para o batismo infantil… Tampouco há algum para guardar
como santo o primeiro dia da semana. Muitos crêem que Cristo mudou o sábado. Mas, em Suas próprias
palavras, vemos que não veio com este propósito. Aqueles que crêem que Jesus mudou sábado baseiam-
se apenas numa suposição.” — Ed. de 1902, p. 180-181. Grifos acrescentados.
—> Igreja Congregacional
O Dr. Layman Abbot, congregacionalista, faz esta declaração no “Christian Union”:
“A noção atual, de que Cristo e Seus apóstolos, autoritariamente, substituíram o sétimo dia pelo primeiro
dia, é absolutamente sem autoridade no Novo Testamento.” — 26 de junho de 1890.
“Não existe na Bíblia mandamento que requeira de nós a observância do primeiro dia da semana como
sendo o sábado cristão.” —
Extraído de “Mode and Subjects of Baptism”, de Fowler.
—> Igreja Anglicana/Episcopal
No “Manual of Christian Doctrine”, dos anglicanos ou episcopais, ocorre esta pergunta e resposta:
“Há algum mandamento no Novo Testamento, que permita mudar o dia do Sábado para o Domingo? —
Nenhum.” — P. 127.
O Dr. Peter Heylyn, no seu livro “History of the Sabbath”, declara:
“Recorrei a quem quiserdes, sejam os pais primitivos ou os autores modernos, não encontrareis nenhum
dia do Senhor (domingo) instituído por qualquer ordenação apostólica, nenhum movimento sabático
iniciado por eles com relação ao primeiro dia da semana.” — Ed. de 1636, parte 11, cap. 1, par. 10, p. 28.
Em sua obra “Examination of the Six Texts”, na qual o Dr. William Domville estuda profundamente seis
textos bíblicos sob os quais foi construído o argumento do domingo como dia do Senhor, ele declara
francamente:
“Nenhum dos escritores eclesiásticos dos primeiros séculos atribui a origem do domingo a Cristo ou aos
apóstolos. (…) Séculos da era cristã passaram-se antes que o domingo fosse (geralmente) observado pela
igreja cristã em caráter do sábado. A História não nos fornece uma única prova de que fosse
(oficialmente) observado como tal antes do edito dominical de Constantino, em 321 AD.” — P. 291.
O grande teólogo e historiador alemão de Heidelberg, Dr. Johann August Wilhelm Neander, em cuja obra
de tal mérito que lhe valeu o título de “príncipe dos historiadores da Igreja”, declara francamente:
“A oposição ao judaísmo introduziu a festividade particular do domingo, muito cedo, realmente, em
substituição do sábado. (…) A festa do domingo, como todas as outras festividades, foi sempre uma
ordenança simplesmente humana, e estava longe das cogitações dos apóstolos estabelecer a este respeito
uma ordem divina – longe deles e da primitiva igreja apostólica, transferir para o domingo as leis do
sábado. Talvez no fim do segundo século, começou a surgir uma falsa aplicação dessa espécie, pois a
esse tempo os homens consideravam pecado o trabalho aos domingos.” — Em “The History of Christian
Religion and Church”, p. 186, trad. de John Rose da 1ª ed. alemã, B. D., Filadélfia: James M. Campbell
& C.º, 1843. Grifos acrescentados.
—> Igreja Católica
O Rev. Isaac Williams, escreve o seguinte em seus “Plain Sermons on the Catechism”:
“Onde se nos diz nas Escrituras que devemos observar o primeiro dia? É-nos mandado guardar o sétimo;
mas em nenhum lugar nos é ordenado guardar o primeiro dia. (…) A razão pela qual santificamos o
primeiro dia da semana em lugar do sétimo é a mesma que nos leva a observar muitas outras coisas: não
porque a Bíblia, mas porque a Igreja (Católica) o ordena.” — Vol. 1, p. 334 e 336. Grifos acrescentados.
O Cardeal James Gibbons, em “The Faith of Our Fathers”, diz o seguinte:
“Podereis ler a Bíblia do Gênesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma só linha a autorizar a
santificação do Domingo. As Escrituras exaltam a observância religiosa do sábado, dia que nós nunca
santificamos.” — Ed. de 1892, p. 111. Grifos acrescentados.
O cônego Eyton, em sua obra “Ten Commandments”, assim se expressa:
“Não existe nenhuma palavra, nenhuma alusão, no Novo Testamento, acerca da abstinência do trabalho
no domingo. (…) Nenhuma lei divina entra no repouso do domingo. (…) A observância da quarta-feira
de cinza ou quaresma tem exatamente a mesma base que a observância do domingo.” — P. 62, 63 e 65.
Grifos acrescentados.
“A observância do domingo (…) não só não tem fundamento na Bíblia, mas está em contradição com a
letra da Bíblia, que prescreve o descanso do sábado.
“Foi a Igreja Católica que, por autoridade de Jesus Cristo, transferiu esse descanso para o domingo, em
memória da ressurreição de nosso Senhor: de modo que a observância do domingo pelos protestantes é
uma homenagem que prestam, independentemente de sua vontade, à autoridade da Igreja.” —
Extraído de “Monitor Paroquial”, 26 de agosto de 1926, Socorro, SP, ano I, nº. 8. Grifos acrescentados.
Diz o Pe. Dubois em sua obra “O Biblismo”:
“A Bíblia manda santificar o Sábado, não o domingo; Jesus e os apóstolos guardaram o Sábado. Foi a
tradição católica que, honrando a ressurreição do Redentor, ocorrida no domingo, aboliu a observância do
Sábado.” — P. 106. Grifos acrescentados.
Finalmente, vemos na Carta Apostólica “Dies Domini” (Dia do Senhor) de 1998, o Papa João Paulo II
reconhece que Jesus nunca quebrou ou anulou o Sábado, mas foi a Igreja Católica quem alterou a
solenidade do dia de descanso do sétimo para o primeiro da semana. Em suma, vários concílios foram
realizados, nos primeiros séculos, e em quase todos os concílios o sábado era rebaixado um pouco mais,
enquanto o domingo era exaltado gradualmente. O domingo foi transformado em festividade em honra da
ressurreição de Cristo: nos primeiro séculos, atos religiosos eram nele realizados; era, porém, considerado
como dia de recreação, sendo o sábado ainda observado como dia santo. O Papa ainda afirma que o
sábado é obrigatório para os que não aceitam a soberania católica e dizem ter a Bíblia como única regra
de fé (os protestantes). Essa carta papal se encontra no web site oficial do Vaticano. Para visualizá-la,
clique aqui:
http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_letters/documents/hf_jp-
ii_apl_05071998_dies-domini_po.html (acessado em 17/03/2007).
—> Outras denominações
Alexander Campbell, o fundador da denominação chamada “Igreja de Cristo”, que no Brasil é conhecida
como “Discípulos de Cristo”, admitiu o seguinte:
“Não há testemunho, em todos os oráculos do Céu, que o sábado foi mudado, ou que o dia do Senhor
(domingo) veio em seu lugar.” — Em “The Reporter”, 8 de outubro de 1921.
Alexander Campbell também confessou:
“Eu não creio que o Dia do Senhor… tenha sido transferido do sétimo para o primeiro dia da semana.” —
Em “Washington Reporter”.
O Dr. H. D. Lucas, da chamada “Igreja de Cristo” (ou “Discípulos de Cristo”, no Brasil) faz esta
confissão no “Christian Oracle”:
“Não há autoridade bíblica designando o primeiro como dia do Senhor.” — 23 de janeiro de 1890.
Sobre o domingo não ter sido considerado como dia de repouso nos primeiros séculos, existe esta
declaração no “Smith and Cheetham’s Dictionary of Christian Antiquities”:
“A idéia de uma substituição convencional, por autoridade apostólica, do sábado pelo domingo, e a
transferência para ele, mesmo numa forma espiritualizada, da obrigação sabática indicada ao ser
promulgado o quarto mandamento, não têm base alguma, seja nas Escrituras Sagradas, seja na
antiguidade cristã. (…) Esta idéia, depois incorporada no título do ‘sábado cristão’, e confirmada nos
primeiros séculos do cristianismo.” — Art. “O Sábado”, p. 1823.

Responder

Jimito Pedro em 9 de junho de 2017 11:44

Existe Diferença entre a Lei Moral e a Cerimonial?


Lei moral e cerimonial
Às vezes, encontramos nas Escrituras Sagradas algumas afirmações que parecem se contradizer. Uma
hora ela fala que a lei é eterna e não pode ser abolida; outra hora, que a lei passou. A que se deve essa
aparente confusão? E como oficialmente as diversas denominações cristãs têm interpretado a questão da
divisão de leis?
A cristandade, em seus mais variados ramos denominacionais, nunca teve em seu conceito a inexistência
da divisão de leis, que a lei é supostamente “una”, que não há preceits de caráter moral, cerimonial, civil
ou que os Dez Mandamentos não têm nada a ver com a Lei de Cristo nem com os princípios de “amar a
Deus sobre todas as coisas” e “ao próximo como a ti mesmo”, apenas por tais dizeres simplesmente nem
aparecerem nas tábuas da lei.
De tudo que está registrado, veremos que a posição oficial expressa nos documentos confessionais
cristãos históricos é que a lei divina nas Escrituras se apresenta, dentre outras formas, em:
—> Lei Moral — sumariada nos Dez Mandamentos, e
—> Lei Cerimonial — representada pelos sacrifícios e ordenanças rituais para Israel.
Sendo que a parcela cerimonial, por ser prefigurativa do sacrifício de Cristo, findou na cruz, mas os
mandamentos de caráter moral prosseguem válidos e vigentes para os cristãos, devido a sua natureza
eterna. Fato esse reconhecido por doutíssimas autoridades em Teologia do presente e do passado,
pertencentes às mais diferentes confissões. Isso sim é o que sempre constituiu o pensamento geral de toda
a cristandade, e não somente “aparece na teologia adventista”, como alegam alguns mal-intencionados,
tola e estupidamente dizendo que essa classificação de leis só é feita “para salvar a guarda do sábado”.
—> Assembléia de Deus
Eis um comentário bíblico muito usado nos meios pentecostais, cujas “notas e comentários são de inteira
responsabilidade da Casa Publicadora das Assembléias de Deus” (p. IV), que nos responde a questão com
esta clara definição:
“Se Jesus não veio abolir a lei, todas as leis do A.T. ainda se aplicam a nós hoje? É preciso lembrar que
havia três categorias de leis: a cerimonial, a civil e a moral.
“(1) A Lei Cerimonial diz respeito especificamente à adoração por parte de Israel (Levítico 1.2,3). Seu
propósito primário era apontar adiante, para Cristo, portanto, não seria mais necessária depois da morte e
ressurreição de Jesus. Mesmo não estando mais ligados à lei cerimonial, os princípios que constituem a
base da adoração — amar e adorar a Deus Santo — ainda se aplicam. Jesus foi frequentemente acusado
pelos fariseus de violar a lei cerimonial.
“(2) A Lei Civil se aplicava à vida cotidiana em Israel (Deuteronômio 24.10,11). Pelo fato de a sociedade
e a cultura modernas serem tão radicalmente diferentes das daquele tempo, esse código como um todo
não pode ser seguido. Mas os princípios éticos contidos nos mandamentos são atemporais, e devem guiar
nossa conduta. Jesus demonstrou estes princípios por meio de sua vida exemplar.
“(3) A Lei Moral (como os Dez Mandamentos) é a ordem direta de Deus, exige uma obediência total
(Êxodo 20.13), pois revela sua natureza e vontade. Assim, ainda é aplicável em nossos dias. Jesus
obedeceu completamente à Lei Moral.” — Extraído de “Bíblia de Estudos e Aplicação Pessoal”, p. 1224
do Novo Testamento. Ver comentário sobre Mateus 5:17. Tradução de Almeida. CPAD — “Casa
Publicadora das Assembléias de Deus”. Grifos acrescentados.
O Pr. Orlando Spencer Boyer, teólogo, professor, pastor, comentarista, escritor, e autor de muitos livros,
nos apresenta aquilo que tem aprendido de Deus, em anos de estudo da Palavra:
“Algumas pessoas dão ênfase à distinção entre mandamentos ‘morais’ e mandamentos ‘cerimoniais’. As
exigências ‘morais’ são aquelas que em si mesmas são justas e nunca podem ser revogadas. Ao contrário,
as leis ‘cerimoniais’ são aquelas sobre observâncias, sobre o cumprimento de certos ritos, por exemplo:
os mandamentos acerca dos holocaustos e o incenso. (…) As leis ‘cerimoniais’ podem ser ab-rogadas na
mudança de dispensação, mas não as leis ‘morais’. É certo que existe tal distinção.” — Em “Marcos: O
Evangelho do Senhor”, p. 38–39. Grifos acrescentados.
E o Pr. Antonio Gilberto, também da Assembléia de Deus, confirma:
“A parte moral da lei é eterna e universal”. — Em “Manual da Escola Dominical”, p. 86.
—> Igreja Presbiteriana
O erudito bíblico John D. Davis, autor presbiteriano de um dos mais famosos dicionários bíblicos que já
alcançou várias edições, assegura:
“Os Dez Mandamentos, sendo a lei fundamental e sumária de toda moral, permanecem firmes; baseiam-
se na imutável natureza de Deus e nas relações permanentes do homem sobre a terra. A respeito do quarto
mandamento, disse Jesus: ‘O sábado foi feito para o homem’; segue-se, pois, que a lei permanece em
toda sua força enquanto o homem existir sobre a terra.
“A Lei Cerimonial a que se refere a Carta aos Hebreus 8:7, como o primeiro pacto, ela a declara como
antiquada e prestes a perecer, v.13 comparar com os caps. 8 a 10. O apóstolo não julgou necessário
obrigar a ela os gentios, atos 15:23–28. Tinha função transitória, apontando para cristo, nosso sumo
pontífice por meio de seu sacerdócio, de seus sacrifícios, de suas cerimônias e de seus símbolos. Chegado
que foi o antítipo, cessaram de uma vez os tipos, sem contudo perder de vista a importância que eles tem
em todas as idades futuras.” — Em “O Novo Dicionário da Bíblia”, p. 356–357. Grifos acrescentados.
Vejamos qual a posição oficial presbiteriana encontrada na “Confissão de Fé de Westminster”:
“III. Além dessa lei (os Dez Mandamentos), geralmente chamada Lei Moral, foi Deus servido dar ao seu
povo de Israel, considerado uma igreja sob a sua tutela, leis cerimoniais que contêm diversas ordenanças
típicas. Essas leis, que em parte se referem ao culto e prefiguram Cristo, as suas graças, os seus atos, os
seus sofrimentos e os seus benefícios, e em parte representam várias instruções de deveres morais, estão
todas ab-rogadas sob o Novo Testamento.
“IV. A esse mesmo povo, considerado como um corpo político, Deus deu leis civis que terminaram com
aquela nacionalidade, e que agora não obrigam além do que exige a sua eqüidade geral.” — Em
“Confissão de Fé de Westminster” (1647), cap. XIX. Grifos acrescentados.
O Dr. Albert Barnes, respeitado comentarista presbiteriano, em seu comentário sobre Mateus 5:18 e 19,
declara:
“As leis dos judeus estavam geralmente divididas em morais, cerimoniais e judiciais. As leis morais são
aquelas que emanam da natureza das coisas, que não podem, por conseguinte, ser mudadas — tais como
o dever de amar a Deus e Suas criaturas. Estas não podem ser abolidas, pois jamais poderá ser correto
odiar a Deus ou aos nossos semelhantes. Dessa natureza são os Dez Mandamentos; e estes, nosso
Salvador não aboliu nem suprimiu.
“As leis cerimoniais são as determinadas para atender a certos estados da sociedade, ou regulamentar
ritos religiosos e cerimônias do povo. Estas poderão ser mudadas quando mudarem as circunstâncias, e
não obstante, a Lei Moral permanece inalterável.
“Aprendemos, portanto: 1. Que toda a Lei de Deus é obrigatória para os cristãos. (Comparar com S.
Tiago 2:10). 2. Que todos os mandamentos de Deus devem ser ensinados, em seu lugar apropriado, pelos
ministros cristãos. 3. Que aqueles que pretendem que haja leis de Deus tão pequenas que não precisem
obedecer-lhes, são indignos de Seu reino. 4. Que a verdadeira piedade demonstra respeito para com todos
os mandamentos de Deus. (Comparar com Salmos 119:6).” — Em “Notes, Explanatory and Practical on
the Gospel” (1860), vol. 1, p. 65–66. Grifos acrescentados.
E eis a excelente exposição do ministro presbiteriano Mauro Fernando Meister:
“Quanto à aplicação da Lei, devemos exercitar a seguinte compreensão:
“(a) A Lei Civil tinha a finalidade de regular a sociedade civil do estado teocrático de Israel. Como tal,
não é aplicável normativamente em nossa sociedade. (…)
“(b) A Lei Religiosa (Cerimonial) tinha a finalidade de imprimir nos homens a santidade de Deus e
apontar para o Messias, Cristo, fora do qual não há esperança. Como tal, foi cumprida com sua vinda.
(…)
“(c) A Lei Moral tem a finalidade de deixar bem claro ao homem os seus deveres, revelando suas
carências e auxiliando-o a discernir entre o bem e o mal. Como tal, é aplicável em todas as épocas e
ocasiões. (…)
“Assim sendo, é fundamental que, ao ler o texto bíblico, saibamos identificar a que tipo de lei o texto se
refere e conhecer, então, a aplicabilidade dessa lei ao nosso contexto. As leis civis e cerimoniaisa lei que
permanece ‘vigente’ em nossa e em todas as épocas é a Lei Moral. Ela valeu para Adão assim como vale
para nós hoje”.
—> Igreja Batista
Eis as seguintes declarações de um teólogo batista que muito estudou a Bíblia:
“Jesus não deu um novo código moral. Ele não foi um segundo Promulgador de leis, como Moisés. Ele
era muito superior, e Seus ensinos morais situam-se num plano muito mais elevado do que os de Moisés.
Ele não Se preocupava tanto com enunciar regras detalhadas para regular a vida moral, e sim em enunciar
princípios eternos pelos quais os homens deviam viver sob Deus e em falar sobre motivos e propósitos
que deviam governar todos os nossos atos.
“Jesus não concedeu um novo código, mas também não disse que os ensinamentos do Velho Testamento
estavam suspensos. As leis cerimoniais e ritualísticas do Velho Testamento foram ab-rogados para o
cristão, mas não os Dez Mandamentos.” — J. Philip Hyatt, “The Teacher” (publicação batista), outubro
de 1943, vol. 57, nº 10, p. 5.
O renomado teólogo batista Weldon E. Viertel afirma o seguinte quanto à divisão de leis:
“A Lei pode ser dividida em três tipos: cerimonial, civil e moral. (…) De acordo com o livro de Hebreus,
as leis cerimoniais eram sombras de Cristo. A sombra foi substituída pela realidade de Cristo e Seu ato
redentor. As leis cerimoniais foram cumpridas; portanto, a Igreja não observa as leis sacrificiais e os
festivais. As leis cerimoniais foram aplicadas a Cristo, em grande parte pelo uso da tipologia.
“… A Lei Moral continua efetiva; todavia, Cristo deu-lhe outro nível de sentido e aplicação. Lidou com a
raiz das atividades éticas, incluindo atividades e motivos (o coração do homem).” — Em “A
Interpretação da Bíblia”, p. 194.
O Pr. Antonio Neves de Mesquita, Doutor em Teologia, e professor de seminários teológicos batistas de
grande projeção, registra estas palavras:
“O concerto divide-se em três partes: Lei Moral ou os Dez Mandamentos (20:1–17); Lei do Altar ou
Cerimonial, meio de aproximação a Deus (20:22–26 e o livro de Levítico); e Lei Civil (21:1–23:19).” —
Em “Estudo no Livro de Êxodo”, p. 131. Grifos acrescentados.
Veja o que se encontra no próprio “Catecismo da Doutrina Batista”:
“Todos nós temos a obrigação de cumprir a Lei Moral… que é a que nos prescreve as obrigações para
com Deus e o próximo. (…) A lei se acha expressa com maior minuciosidade nos Dez Mandamentos,
dados por Deus a Moisés no Sinai.” — Por Pr. W. D. T. MacDonald, p. 28–29. Grifos acrescentados.
E a posição oficial batista, extraída da Confissão de Fé de Londres (1689):
“Além desta lei (os Dez Mandamentos), comumente chamada de Lei Moral, Deus houve por bem dar leis
cerimoniais ao povo de Israel, contendo diversas ordenanças simbólicas: em parte, de adoração,
prefigurando Cristo, as suas graças, suas ações, seus sofrimentos, e os benefícios que conferiu; e, em
parte, estabelecendo várias instruções de deveres morais.
“As leis cerimoniais foram instituídas com vigência temporária, pois mais tarde seriam ab-rogadas por
Jesus, o Messias e único Legislador, que, vindo no poder do Pai, cumpriu e revogou essas leis.
“Deus também deu diversas leis judiciais ao povo de Israel, que expiraram juntamente com o antigo
Estado de Israel e agora não possuem caráter obrigatório” — Art. XIX, tomo III e IV. Grifos
acrescentados.
—> Igreja Luterana
Diz a “Confissão de Fé Helvética”:
“Para maior clareza, distinguimos: a Lei Moral contida no Decálogo ou nas duas Tábuas e expostas nos
livros de Moisés; a Lei Cerimonial, que determina as cerimônias e o culto de Deus; e a Lei Judiciária, que
versa questões políticas e domésticas.” — Em “Da Lei de Deus”.
A posição oficial da Igreja Luterana pode ser exposta nas palavras de um dos seus catecismos mais
conhecidos:
“23. Que espécies de leis deu Deus no Velho Testamento?
“Três espécies: 1. A Lei Eclesiástica Cerimonial; 2. A Lei Civil; 3. A Lei Moral.
“24. Qual destas leis está ainda em vigor?
“A Lei Moral, a qual está contida nos Dez Mandamentos.
“25. Pode esta lei ser abolida?
“Não; pois ela está fundamentada sobre a natureza santa e justa de Deus.” — Em “Epítome of
Pontoppidan’s Explanation of Martin Luther’s Small Catechism” (1935), p. 6–7. Grifos acrescentados.
Vejamos o que as autoridades luteranas declaram sobre o catecismo que acabamos de citar acima:
“Catecismo Menor — É um livro… escrito pelo Doutor Martinho Lutero em 1529. O Catecismo Menor
contém as partes principais da doutrina cristã. São elas: Os Dez Mandamentos; O Credo (Apostólico); O
Pai Nosso; O Sacramento do Santo Batismo; (…) Estas doutrinas foram tiradas da Escritura Sagrada.” —
Em “História das Confissões Luteranas”, art. 4. Grifos acrescentados. Esse catecismo pode ser
encontrado no seguinte web
site: http://www.textosdareforma.net/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=22
&mode=thread&order=0&thold=0(acessado a 22/09/2007).
—> Igreja Metodista
John Wesley nos respondeu sua firme posição nos “Trinta e Nove Artigos de Religião” (1571),
documento confessional há séculos acatado não só por metodistas, mas também por metodistas livres,
episcopais e anglicanos, ao estipular em seu artigo 7, sobre a lei divina:
“O Velho Testamento não é contrário ao Novo; porquanto em ambos, tanto Velho como Novo, se oferece
a vida eterna ao gênero humano, por Cristo, que é o único mediador entre Deus e o homem sendo ele
mesmo Deus e homem. (…) Ainda que a Lei de Deus, dada por meio de Moisés, no que respeita a
Cerimônia e Ritos, não obrigue os cristãos, nem devem ser recebidos necessariamente os seus preceitos
civis em nenhuma comunidade; todavia, não há cristão algum que esteja isento, da obediência aos
Mandamentos que se chamam Morais.” — Ver também em “Constituição da Igreja Metodista
Episcopal”, em “Methodist Episcopal Church Doctrines and Discipline” (1928), p. 7. E em “Free
Methodist Discipline”. Grifos acrescentados. Essa confissão de fé pode ser encontrada no seguinte
website: http://www.monergismo.com/textos/credos/39artigos.htm (acessado a 22/09/2007).
Posição confirmada por outro documento oficial da denominação, o “Catechism” da Igreja Metodista,
números 1 e 2, onde encontra-se este ensinamento catequético:
“Pergunta: Que requer do homem?
“Resposta: Obediência a Sua vontade revelada.
“Pergunta: Qual é a norma de nossa obediência?
“Resposta: A Lei Moral.
“Pergunta: Onde é a Lei Moral apresentada?
“Resposta: Nos Dez Mandamentos.
“Pergunta: Estão todos os cristãos sob a obrigação de guardar a lei?
“Resposta: Sim” — N° 1, p. 18; n° 2, p. 38. Grifos acrescentados.
E no “Buck’s Theological Dictionary”, usado muito por metodistas e episcopais ou anglicanos, em seu
artigo sobre a “Lei”, há estas afirmações:
“A Lei Moral é aquela declaração da vontade de Deus que orienta e obriga moralmente a todos os
homens, em todas as épocas e em todos os lugares, em seu inteiro dever para com Ele. Ela foi
solenissimamente proclamada pelo próprio Deus no Sinai. (…) É chamada perfeita (Sl. 19:7), perpétua
(Mt. 5:17 e 18), santa, boa (Rm. 7:12), espiritual (Rm. 7:14), amplíssima (Sl. 119:96).” — P. 230.
—> Igreja Congregacional
O capítulo 24 de “Os Vinte e Oito Artigos da Breve Exposição das Doutrinas Fundamentais do
Cristianismo” tem por título “Da Lei Cerimonial e dos Ritos Cristãos” e declara o seguinte:
“Os ritos judaicos, divinamente instruídos pelo ministério de Moisés, eram sombras de bens vindouros e
cessaram quando os mesmos bens vieram. Os ritos cristãos são somente dois: o batismo d’água e a Ceia
do Senhor.”
A “Declaração de Savóia” contém a mesma “Confissão de Fé de Westminster” que declara:
“III. Além dessa lei (os Dez Mandamentos), geralmente chamada Lei Moral, foi Deus servido dar ao seu
povo de Israel, considerado uma igreja sob a sua tutela, leis cerimoniais que contêm diversas ordenanças
típicas. Essas leis, que em parte se referem ao culto e prefiguram Cristo, as suas graças, os seus atos, os
seus sofrimentos e os seus benefícios, e em parte representam várias instruções de deveres morais, estão
todas ab-rogadas sob o Novo Testamento.
Hb.10:1; Gl.4:1–3; Cl.2:17; Êx.12:14; I Co.5:7; II Co.6:17; Cl.2:14,16–17; Ef.2:15–16.
“IV. A esse mesmo povo, considerado como um corpo político, Deus deu leis civis que terminaram com
aquela nacionalidade, e que agora não obrigam além do que exige a sua eqüidade geral.
Êx.21:1–36,22:1–29; Gn.49:10; Mt.5:38–39.” — Cap. XIX. Grifos acrescentados.
—> Igreja Anglicana/Episcopal
No “Buck’s Theological Dictionary”, usado muito por metodistas e episcopais ou anglicanos, em seu
artigo sobre a “Lei”, há estes afirmações:
“A Lei Moral é aquela declaração da vontade de Deus que orienta e obriga moralmente a todos os
homens, em todas as épocas e em todos os lugares, em seu inteiro dever para com Ele. Ela foi
solenissimamente proclamada pelo próprio Deus no Sinai. (…) É chamada perfeita (Sl. 19:7), perpétua
(Mt. 5:17 e 18), santa, boa (Rm. 7:12), espiritual (Rm. 7:14), amplíssima (Sl. 119:96).” — P. 230. Grifos
acrescentados.
E direto da lição da escola dominical da denominação, podemos extrair o seguinte:
“A Lei Moral é parte da lei natural do Universo. Justamente como uma lei natural violada, no mundo
material, traz suas conseqüências inevitáveis, assim a Lei Moral transgredida traz suas inevitáveis
conseqüências nos mundos espiritual e mental.” — Extraído de “The Episcopal Church Sunday School
Magazine” (Revista da Escola Dominical), junho-julho de 1942, p. 183-184. Grifos acrescentados.
—> Igreja Católica
Vamos atentar para o que escreveu o erudito Pe. Júlio Maria, esclarecendo o problema:
“Os preceitos do Antigo Testamento dividem-se em três gêneros:
“1º Os preceitos morais, que prescrevem aos homens os seus deveres para com Deus e para com o
próximo.
“2º Os preceitos cerimoniais, que indicam os ritos exteriores e as cerimônias que os judeus deviam seguir
no culto divino.
“3º Os preceitos judiciais, que determinam o modo de administrar a justiça ao povo.
“Destes três gêneros de preceitos, só o primeiro fica em pé, integralmente; os outros preceitos só têm o
valor que lhes comunica a palavra de Jesus Cristo.
“A lei antiga, na sua parte cerimonial, era apenas uma figura da nova lei, e é por isto que cessou, desde
que foi promulgada a lei nova.” — Em “Ataques Protestantes”, p. 96–97. Grifos acrescentados.
Segundo os católicos, os preceitos morais permanecem; os cerimoniais, eram uma figura, “sombra dos
bens futuros”, e foram substituídos pela Realidade: Cristo; e os judiciais, só existiram enquanto havia a
nação de Israel como uma teocracia (governada por Deus)! E os dez mandamentos morais tratam do amor
a deus e do amor ao próximo.

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