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FARMACOLOGIA BÁSICA II
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FARMACOLOGIA BÁSICA II APLICADA A ENFERMAGEM
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PARTE I- NOÇÕES GERAIS FARMACOLÓGICAS

1- REAÇÃO ADVERSA:

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) reação adversa a medicamentos (RAM), é definida como: "qualquer efeito prejudicial ou indesejável, não intencional, que aparece após a administração de um medicamento em doses normalmente utilizadas no homem para a profilaxia, o diagnóstico e o tratamento de uma enfermidade.

2-CLASSIFICAÇÃO E MECANISMOS DE PRODUÇÃO DE REAÇÕES ADVERSAS

Esta classificação abaixo auxilia no entendimento dos principais mecanismos de produção seria a que propõe seis diferentes tipos de reações indesejáveis:

Superdosagem relativa – é aquela que ocorre quando um fármaco é administrado em doses terapêuticas, porém suas concentrações são superiores às habituais, fala-se então em superdosagem relativa. O exemplo á seguir que ilustram bem essa definição : O índice de maior incidência de surdez em pacientes com insuficiência renal tratados com antibióticos aminoglicosídeos.

Efeitos colaterais – São os relativos à própria ação do medicamento, acontece quando surge o seu aparecimento indesejável, numa determinada aplicação. Na verdade são um prolongamento da ação farmacológica fundamental do medicamento e mostram um efeito farmacológico de menor intensidade em relação à ação principal da substância em questão. Exemplificando temos: A intensa sonolência causada pelos benzodiazepínicos.

Efeitos secundários – São aqueles relacionados não à ação farmacológica primordial do fármaco , mas em consequência do efeito que o medicamento

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deveria atingir. Temos por exemplo, a tetraciclina, um antimicrobiano de ação bacteriostática que é depositar em dentes e ossos, quando ao uso na pediatria, estas deposições descolorem o esmalte dentário decíduo e também os permanentes. A deposição óssea irá por conseguinte ocasionar redução do crescimento ósseo.

Idiossincrasia – São reações nocivas, e muitas vezes fatais, que podem ocorrer em um número reduzido de pacientes. É também conhecida como uma sensibilidade relativa a determinado produto, geralmente considera-se que as respostas idiossincrásicas se devem ao polimorfismo genético.(é a variação no número e no tipo de mutações estáveis do DNA, a este fenômeno damos estea denominação).

Hipersensibilidade alérgica – Para sua produção é necessária a sensibilização prévia do indivíduo e a mediação de algum mecanismo imunitário. Trata-se de reação de intensidade claramente não relacionada com a dose administrada. As principais características incluem erupções urticariformes, edema dos tecidos moles, broncoconstricção e hipotensão.

Tolerância – É o fenômeno no qual a administração de doses repetidas de forma, contínua ou crônica de um fármaco ou droga na mesma dose, diminui progressivamente a intensidade dos efeitos farmacológicos, sendo necessário aumentar gradualmente a dose para poder manter os efeitos na mesma intensidade. A tolerância é um fenômeno que leva dias ou semanas para acontecer. Exemplo: A tolerância produzida entre pacientes/clientes que usam barbitúricos, o uso contínuo e crônico reduz o seu efeito anticonvulsivante.

1.2-Fatores que predisponentes a Reações Adversas a Medicamentos(RAM)

Determinados tipos (grupos)de população são particularmente suscetíveis ao aparecimento de RAM. O uso de fármaco por pessoas que pertencem a esses grupos exige uma cuidadosa monitoração clínica e uma rigorosa avaliação da relação benefício/risco , isso pode variar com a gravidade do quadro clínico, com o efeito das

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reações adversas do medicamento, e com o grau de comprometimento do paciente.

Grupo I - Extremos de idade Neonatos e crianças:

As crianças podem sofrer com as variações farmacocinéticas e/ou farmacodinâmicas, além de outras alterações que são peculiares a essa faixa etária, modificando os padrões de crescimento e diferenciação que vão refletir no fator desenvolvimento. Exemplos destas alterações os transtornos do crescimento ósseo ocasionado por drogas como as tetraciclinas, corticoides, ácido nalidíxico, quinolonas e fluoroquinolonas.

Idosos

Os pacientes geriátricos estão predisponentes às reações adversas por diversas fatores, dentre estes temos : a dificuldade de obediência ao regime terapêutico, seja por esquecimento, ou por não compreenderem o esquema de tratamento , ou por dependência física, terapia com múltiplas drogas, aumento das reações de hipersensibilidade, assim como as alterações farmacocinéticas e farmacodinâmicas relacionadas a esta faixa etária.

Gênero

As mulheres são mais suscetíveis às reações adversas, essa possibilidade, por uma associação de fatos tais como : as complicações obstétricas que podem ocorrem ao longo da vida fértil da mulher, episódios de dismenorréia que representam a probabilidade ao o uso de medicamentos, por vários anos, o uso de anticoncepcionais , e uma maior concentração de tecido adiposo. Existe ainda a possibilidade de que exista um determinante hormonal que afete o metabolismo, predispondo ao aparecimento de reações adversas.

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Gestantes

em consideração as variações

farmacocinéticas que ocorrem durante a gravidez, as alterações fisiológicas das funções maternas e os efeitos que os mesmos possam ter sobre o feto.

O uso de fármacos deve ser avaliado levando-se

Patologias Insuficiência Renal

O uso de medicamentos em pessoas portadoras de insuficiência renal é um problema complexo, em atenção principalmente quando se faz necessário o uso de doses múltiplas. Essa tal complexidade é fator determinante quando ocorrem alterações na função renal, principal órgão excretor, e devido a este fator as implicações metabólicas que revelam : a retenção de água e sódio, hiperpotassemia, acidose metabólica e uremia, entre outros.

Insuficiência Hepática

O fígado possui diversas funções metabólicas importantes para a manutenção do equilíbrio da homeostase corporal, desta forma essas funções podem ficar comprometidas quando este órgão é lesionado por compostos químicos ou patologias, e a insuficiência hepática pode levar a poderosas alterações na farmacocinética dos fármacos.

Hipersensibilidade Reação de hipersensibilidade é uma variante

alérgeno (fármaco intacto ou fragmento ) .

resultante da exposição a um

As reações alérgicas podem ser reveladas, observando algumas características:

exposição anterior a droga sensibilizante;

independência da dose feita ao paciente;

recorrência;

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reação que não tem qualquer associação a atividade farmacológica da droga;

sintomas relativos a hipersensibilidade.

Variabilidade Genética

Respostas anormais a drogas incidentes em uma determinada população , decorrem de modificações farmacocinéticas ou farmacodinâmicas decorrentes do fenômeno do polimorfismo genético.

Polimedicação

As interações dos fármacos são problemas de grande seriedade da prática médica e farmacêutica. A ocorrência de reações adversas pode aumentar consideravelmente o número de drogas administradas e, isto é, devido às interações medicamentosas. Partindo desse pressuposto podemos dizer que os pacientes hospitalizados estão particularmente sujeitos a terem uma maior probabilidade de interações medicamentosas, uma vez que, estes recebem grande número de medicamentos medicamentos durante a internação. Pacientes em estado crítico, doentes crônicos, portadores de disfunções renais e hepáticas e idosos, e imunodeprimidos em geral estão mais sujeitos a interações medicamentosas graves, não só pela utilização de muitos medicamentos, mas isso ocorrerá também pelas modificações funcionais e homeostáticas específicas de cada grupo.

A automedicação, o uso de produtos naturais e remédios caseiros são responsáveis por uma grande parte das interações medicamentosas. Muitas vezes, não são adequadamente identificadas e são confundidas com outras doenças.

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PARTE I I– MEDICAMENTOS

1- 1 MEDICAMENTOS: Sua composição farmacológica, nome comercial , ação do fármaco e cuidados de enfermagem.

ABACAVIR Abacavir é um fármaco utilizado pela medicina como antiviral, usual no Aprovado pelo FDA para uso em adultos e crianças. Nome comercial: Ziagenavir.

HIV.

Apresentações: Comprimidos revestidos de 300mg , frascos de 240ml(20mg/ml). Ação Farmacológica: Anti-retroviral .

2- CLASSE TERAPÊUTICA Antiviral nucleosídeo

inibidor

da

transcriptase

reversa

análogo

de

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Terapia anti-retroviral de HIV/AIDS. Tratamento de HIV/AIDS

Dosagem:

Crianças:

< de 3 meses: Uso não aprovado.

> de 3 meses e adolescentes: 8 mg/kg/dose, VO, de 12/12 h, até o máximo de 300 mg, de 12/12 h.

Adultos: 300 mg, VO, de 12/12 h.

5. ALERTAS

Precauções:

Insuficiência

hepática

ou

renal.

Não

reiniciar

o

fármaco

após

ocorrência de hipersensibilidade

 

pelo

risco

de

reação

potencialmente

fatal.

Risco

de

acidose

láctica

fatal,

hepatomegalia

1

-Fármaco deriva do termo grego phárn, que tanto pode significar veneno como remédio. Na terminologia farmacêutica fármaco designa uma substância química conhecida e de estrutura química definida dotada de propriedade farmacológica.

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com esteatose nos pacientes com doenças hepáticas.

Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco.

Efeitos adversos: Reações de hipersensibilidade, náusea, vômito, diarreia, anorexia, dores abdominais,

letargia, fadiga, cefaleia, insônia, tosse, dispneia, pancreatite, acidose láctica, elevação de AST,

ALT, amilase, bilirrubinas e CPK.

Interações: Não foram relatadas interações. O etanol reduz sua eliminação.

Gravidez: Categoria C.

Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar.

Via de excreção principal: Fecal.

6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Ressaltar a importância do cumprimento dos horários de tomada. Na presença de sintomas de hipersensibilidade, procurar imediatamente um serviço médico.

Assistência de Enfermagem:

1-Instruir o paciente/cliente ao uso da medicação conforme a recomendação médica, e jamais interromper o tratamento sem a autorização médica, assim como aumentar o n° de doses sem o conhecimento do médico; 2-Informar o paciente sobre as reações adversas medicamentosas mais frequentes, principalmente as intoleráveis, as principais reações adversas são: Calafrios; dor de cabeça; fadiga; febre; insônia; náusea; perda do apetite; reação de hipersensibilidade; vômito. 3-As interações medicamentosas devem ser observadas quando com o uso de outras drogas, em geral fazem a interação medicamentosa com: o uso de álcool. 4-Orienta-se que o paciente não use este medicamento com outros tipos de drogas sem o consentimento médico. 5-Antes de ministrar este medicamento deve-se sempre avaliar a dose,a concentração, e

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via para evitar reações fatais. 6-A medicação deve ser administrada em associação com outra droga anti-retroviral

receitada pelo médico, tenha cuidado de verificar sempre sinais de hipersensibilidade. ACICLOVIR

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Aciclovir 2 DCB: Aciclovir

Apresentação: Comprimidos 200 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA :Antiviral

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Tratamento inicial e prevenção de recorrência de herpes simples (HSV – Herpes simplex virus), herpes zoster e varicela (VZV –Varicella-zoster virus). Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Dosagem:

Crianças < de 1 ano: Uso não recomendado. > de 1 ano:

Varicela e herpes zoster (VZV):

Tratamento: 80 mg/kg/dia, VO, 5 vezes ao dia, durante 10 dias. Profilaxia: 80 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h, do 9º ao 14º dia da exposição. Herpes simples (HSV): 80 mg/kg/dia, VO, 5 vezes ao dia, durante 10 dias. Adultos:

Herpes zoster e varicela (VZV):

Tratamento: 800 mg, VO, de 4/4 h, durante 7 a 10 dias. Profilaxia: 400 mg, VO, de 4/4 h, durante 7 a 10 dias. Herpes genital (HSV):

Tratamento: 200 mg, VO, de 4/4 h, durante 10 dias, num episódio inicial, ou durante 5 dias, em episódios recorrentes. Nos casos de proctite herpética, 400 mg, VO, de 4/4 h, durante 10 dias ou até resolução clínica.

2 - DCB Denominação Comum Brasileira - ou DCI – Denominação Comum Internacional

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Profilaxia: 400 mg, VO, de 6/6 h.

Quadros recorrentes (≥ 6 episódios/ano): 400 mg, de 12/12 h, durante 6 a 12 meses (avaliar tratamento). Ajuste de dose: Insuficiência renal, pacientes em diálise, idosos e obesos.

5. ALERTAS

Precauções: A segurança e a eficácia em crianças menores de dois anos não

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Aumentar a ingestão de líquidos. Evitar contato sexual durante a manifestação herpética

genital.

7.Assistência de Enfermagem:

1-Instruir o paciente/cliente ao uso da medicação conforme a recomendação médica, e jamais interromper o tratamento sem a autorização médica, assim como aumentar o n° de doses sem o conhecimento do médico; 2-Informar o paciente sobre as reações adversas medicamentosas mais frequentes, principalmente as intoleráveis, as principais reações adversas são: as reações adversas mais comumente associadas ao Aciclovir têm sido aquelas relacionadas ao trato gastrintestinal, como náuseas, vômitos, diarreia e dores abdominais. Foram relatadas erupções cutâneas em alguns pacientes, que desapareceram espontaneamente com a descontinuação do tratamento. Outras reações relatadas: aumentos na ureia e creatinina sanguínea; pequenos decréscimos nos índices hematológicos; cefaleia; fadiga e distúrbios neurológicos (confusão). 3-As interações medicamentosas devem ser observadas quando com o uso de outras drogas, em geral fazem a interação medicamentosa com: Interação medicamentosa: a probenecida aumenta a meia-vida média do aciclovir e a área sob a curva de concentração plasmática. Outras drogas que afetam a fisiologia renal poderiam potencialmente influenciar a farmacocinética do aciclovir. 4-Orienta-se que o paciente não use este medicamento com outros tipos de drogas sem o

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consentimento médico. 5-Antes de ministrar este medicamento deve-se sempre avaliar a dose,a concentração, e via para evitar reações fatais. 6-A medicação deve ser administrada em associação com outra droga anti-retroviral receitada pelo médico, tenha cuidado de verificar sempre sinais de hipersensibilidade.

ÁCIDO ACETILSALICÍLICO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Ácido Acetilsalicílico

DCB: Ácido Acetilsalicílico

Apresentação: Comprimidos 100 mg e 500 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA Anti-inflamatório não esteroide; analgésico; antipirético; anti-

agregante plaquetário

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Dor leve a moderada, incluindo dismenorreia; doenças reumáticas e

outros distúrbios musculoesqueléticos; febre; enxaqueca; doenças cerebrovasculares; infarto do miocárdio. Dosagem:

Crianças:

Analgésico e antipirético: 40 a 60 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h; não exceder 60 a 80 mg/kg/dia. Dose máxima diária de 3.600 mg. Anti-inflamatório: Dose inicial de 60 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h; aumentar até 100 mg/kg/dia, VO, de 6/ 6 ou 8/8 h. Dose máxima diária de 3.600 mg. Anti-agregante plaquetário: 1 a 2 mg/kg/dia, VO. Adolescentes e adultos:

Analgésico e antipirético: 300 a 900 mg, VO, de 4/4 ou 6/6 h. Dose máxima diária de 4.000 mg. Anti-inflamatório: 1.000 a 1.500 mg, VO, de 6/6 h. Dose máxima diária de 6.000 mg.

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Anti - agregante plaquetário:

Profilaxia: 75 a 150 mg/dia, VO.

Tratamento: 150 a 300 mg/dia, VO. Ajuste de dose: Insuficiência renal ou hepática.

4. ALERTAS

Precauções: Asma e estados alérgicos, insuficiência renal ou hepática, período pós- cirúrgico (risco de hemorragias), idosos, deficiência de GFDH, desidratação, hipertensão arterial não controlada. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e outros 3 AINEs; crianças e adolescentes com febre, desidratação ou com suspeita de quadro viral (risco de Síndrome de Reye); ulceração gastrintestinal ativa; hemofilia e outros distúrbios de coagulação; gota. Efeitos adversos: Náusea, dispepsia, ulceração gastrintestinal com sangramento oculto,

outros quadros hemorrágicos (incluindo subconjuntival), tinito, vertigem, confusão mental, reações de hipersensibilidade, aumento do tempo de sangramento, edema, miocardite, trombocitopenia. Interações: Acetazolamida, ácido valproico, alendronato, antiácidos, anticoagulantes, anti-inflamatórios esteroides e não esteroides, ativadores de plasminogênio recombinante, bloqueadores de canais de cálcio, cálcio, capsaicina, clorpropamida, espironolactona, etanol, fenindiona, furosemida, glibenclamida, IECA, insulina, metotrexato, nitroglicerina, probenecida, quinidina, sulfinpirazona, tolbutamida, vacina contra varicela. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; uso inseguro. Via de excreção principal: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Tomar com comida, leite ou bastante água. Não ingerir bebidas alcoólicas. 7.Assistência de Enfermagem:

1-Instruir o paciente/cliente ao uso da medicação conforme a recomendação médica, e

3 -Anti-inflamatório não esteroides.

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jamais interromper o tratamento sem a autorização médica, assim como aumentar o n° de doses sem o conhecimento do médico; 2-Informar o paciente sobre as reações adversas medicamentosas mais frequentes, principalmente as intoleráveis, as principais reações adversas são: pode provocar irritação da mucosa gástrica e sangramento digestivo sobretudo em dose alta e tratamento prolongado. Embora pouco comuns, podem ocorrer casos de hipersensibilidade manifestada por broncoespasmo, asma, rinite, urticária e outras manifestações cutâneas. O uso prolongado do ácido acetilsalicílico em altas doses tem sido associado com diminuição da função renal. 3-As interações medicamentosas devem ser observadas quando com o uso de outras drogas, Alguns efeitos do ácido acetilsalicílico no trato gastrointestinal podem ser potencializados pelo álcool. Pode ser aumentada a atividade dos anticoagulantes cumarínicos e a atividade hipoglicemiante das sulfonilureias. Os anticoagulantes podem acentuar o efeito hemorrágico do ácido acetilsalicílico sobre a mucosa gástrica. O ácido acetilsalicílico diminui o efeito de agentes uricosúricos como a probenecida e a

sulfinpirazona. Barbitúricos e outros sedativos podem mascarar os sintomas respiratórios

da superdosagem com ácido acetilsalicílico e tem sido relatado aumento da toxicidade

daqueles. A atividade do metotrexato pode estar marcadamente acentuada e sua

toxicidade aumentada. Reações colaterais O ácido acetilsalicílico pode provocar irritação da mucosa gástrica e sangramento digestivo sobretudo em dose alta e tratamento prolongado. Embora pouco comuns, podem ocorrer casos de hipersensibilidade manifestada por broncoespasmo, asma, rinite, urticária e outras manifestações cutâneas.

O uso prolongado do ácido acetilsalicílico em altas doses tem sido associado com

diminuição da função renal.

4-Orienta-se que o paciente não use este medicamento com outros tipos de drogas sem o consentimento médico. 5-Antes de ministrar este medicamento deve-se sempre avaliar a dose,a concentração, e

via para evitar reações fatais.

6-A medicação deve ser administrada corretamente obedecendo as 05 certezas 7-Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o

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seu término. Informe também seu médico caso esteja amamentando. AAS não deve ser utilizado no último trimestre de gravidez. ÁCIDO FÓLICO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Ácido Fólico DCB: Ácido Fólico

Apresentação: Comprimidos 5 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antianêmico

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Estados de deficiência de folato (anemia megaloblástica), gestação e lactação, prevenção de defeitos do tubo neural na gestação, hiper-homocisteinemia. Usos terapêuticos: Estados de deficiência de folato no alcoolismo. Dosagem: 5 mg, VO, 3 vezes ao dia, durante 30 dias. Ajuste de dose: Idosos e pacientes em diálise.

5. ALERTAS

Precauções: Pode mascarar deficiência de vitamina B12. Contra-indicações: Anemia perniciosa ou megaloblástica causadas por deficiência de vitamina B12. Efeitos adversos: Desconforto gastrintestinal, gosto amargo na boca, distúrbios do sono, irritabilidade, comportamento psicótico, convulsão, reações alérgicas dermatológicas, depleção de zinco. Interações: Fenitoína, pirimetamina. Gravidez: Categoria A. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso seguro. Via de excreção principal: Renal.

7.Assistência de Enfermagem:

1-Instruir o paciente/cliente ao uso da medicação conforme a recomendação médica, e jamais interromper o tratamento sem a autorização médica, assim como aumentar o n° de doses sem o conhecimento do médico;

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2-Informar o paciente sobre as reações adversas medicamentosas mais frequentes,

principalmente as intoleráveis, as principais reações adversas são: Reação alérgica, incluindo broncoespasmo, eritema, febre, mal-estar geral, rash cutâneo ou prurido (incidência rara).

• Náusea, distensão abdominal, desconforto, flatulência, gosto desagradável na boca (doses altas).

• Distúrbios do sono, confusão, irritabilidade, agitação, dificuldade de concentração, depressão (doses altas). 3-As interações medicamentosas devem ser observadas quando com o uso de outras drogas,Diminui o efeito de fenitoína e seu pró-fármaco fosfenitoína, primidona e fenobarbital, podendo necessitar reajuste de doses e monitoramento.

• Pirimetamina pode perder sua eficácia, devendo haver substituição do Ácido Fólico por ácido folínico.

• Sulfassalazina pode diminuir a absorção do Ácido Fólico.

• Redução das concentrações de Ácido Fólico pode ser induzida por contraceptivos

orais, sulfassalazina, antituberculosos, álcool e antagonistas de Ácido Fólico, como

metotrexato, pirimetamina, triantereno, trimetoprima e sulfonamidas. Monitorar e, se necessário, aumentar a suplementação.

• A resposta hematopoiética de Ácido Fólico é antagonizada por cloranfenicol.

4-Orienta-se que o paciente não use este medicamento com outros tipos de drogas sem o

consentimento médico.

5-Antes de ministrar este medicamento deve-se sempre avaliar a dose,a concentração, e via para evitar reações fatais. 6-A medicação deve ser administrada corretamente obedecendo as 05 certezas 7-Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez, este medicamento é usado na Prevenção de Defeito Fetal do Tubo Neural na Gravidez.

• Prevenção primária: 0,4 a 0,5 mg/dia, por via oral, desde 1 mês antes da concepção

até a semana 12 da gravidez.

• Prevenção secundária (história de deficiência de Ácido Fólico em gravidez anterior):

4 a 5 mg/dia, por via oral, desde 1 mês antes da concepção até a semana 12 da gravidez.

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• Em mulheres sem suplemento e que se suspeitam grávidas, prescrever imediatamente até a semana 12 da gravidez ÁCIDO VALPROICO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Ácido Valproico DCB: Ácido Valproico

Apresentação: Suspensão oral 50 mg/mL; Cápsulas 250 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA: Antiepiléptico; estabilizador do humor

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Tratamento e prevenção de crises de ausência; convulsões parciais; convulsões parciais complexas; convulsões tônico-clônicas; convulsões mioclônicas e convulsões generalizadas; profilaxia de enxaquecas; episódios maníacos associados ao transtorno bipolar; estabilizador do humor.

Usado no Tratamento da Epilepsia na Infância; Programa de Saúde Mental Usos terapêuticos: Tratamento e prevenção de crises de ausência; convulsões parciais; convulsões parciais complexas; convulsões tônico-clônicas; convulsões mioclônicas e convulsões generalizadas; episódios maníacos associados ao transtorno bipolar; estabilizador do humor. Dosagem:

Crianças: Dose inicial de 10 a 15 mg/kg/dia, VO; aumentar 5 a 10 mg/kg/dia semanalmente, de acordo com a necessidade e tolerância. Se a dose diária exceder 250 mg, fracionar em 8/8 ou 12/12 h. Dose máxima diária de 60 mg/kg. Adolescentes e adultos:

Epilepsia: 600 a 2.500 mg/dia, VO, de 8/8 ou 12/12 h. Estabilizador do humor: Dose inicial de 250 mg/dia, VO; aumentar para 250 mg, VO, de 8/8 ou 12/ 12h, num período de 3 a 6 dias. A dose terapêutica varia de 1.200 a 1.500 mg/dia.

5. ALERTAS

Precauções: Crianças menores de 2 anos (maior risco de hepatotoxicidade); disfunção hepática; pancreatite;

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monitorar função hepática durante os 6 primeiros meses de tratamento, especialmente em pacientes de risco; lúpus; evitar retirada brusca do medicamento; o tempo de sangramento pode estar aumentado. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco; hepatopatias; porfirias. Efeitos adversos: Irritação gastrintestinal, náusea, aumento de apetite, ganho de peso, hiperamonemia, ataxia, tremor, alopécia, edema, disfunção hepática, insuficiência hepática fatal (principalmente em crianças menores de 2 anos), sedação, distúrbios de comportamento, pancreatite, leucopenia, pancitopenia, hipoplasia eritrocítica, trombocitopenia, inibição da agregação plaquetária, redução de fibrinogênio, irregularidades menstruais, amenorreia, demência, necrólise epidérmica tóxica, síndrome de Stevens-Johnson, vasculite.

Interações: Aciclovir, amitriptilina, aspirina em uso crônico, carbamazepina, colestiramina, clomipramina, DHEA, eritromicina, fenitoína, GinKgo biloba, isoniazida, lamotrigina, lorazepam, mefloquina, nimodipino, fenobarbital, primidona, rifampicina, ritonavir, tiagabina, topiramato, zidovudina. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Gestação: Categoria D. Via de excreção principal: Renal.

6. ASPECTOS LEGAIS : Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

No primeiro dia, administrar com alimento e depois ingerir com água, logo após a alimentação; as cápsulas não devem ser mastigadas. Efeito estabilizador do humor aparece 5 a 15 dias após o início do tratamento. A necessidade diária de carnitina pode estar aumentada pelo uso contínuo do medicamento. 8.Assistência de Enfermagem:

1-Instruir o paciente/cliente ao uso da medicação conforme a recomendação médica, e jamais interromper o tratamento sem a autorização médica, assim como aumentar o n° de doses sem o conhecimento do médico; 2-Informar o paciente sobre as reações adversas medicamentosas mais frequentes,

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principalmente as intoleráveis, as principais reações adversas são:

1.

Geral : Dor de cabeça

2.

Astenia

3.

Febre

4.

Trato Gastrintestinal

5.

Náusea , Vômito, Dor abdominal , Diarreia , Anorexia , Dispepsia , Constipação

6.

Sistema Nervoso

7.

Sonolência

8.

Tremor , Tontura ,

9.

Diplopia , Ambliopia / Visão embaraçada

10.

Ataxia

11.

Nistagmo

12.

Labilidade Emocional

13.

Alteração no Pensamento

14.

Amnésia

15.

Sistema Respiratório , Síndrome gripal , Infecção ,Bronquite ,Rinite

16.

Outros : Alopecia, Perda de Peso. Como os pacientes foram também tratados

com outros medicamentos antiepilépticos, não é possível, na maioria dos casos, determinar se os efeitos adversos são associados ao valproato de sódio somente ou à combinação de medicamentos; 3-As interações medicamentosas devem ser observadas quando com o uso de outras drogas,tais como o álcool. 4-Orienta-se que o paciente não use este medicamento com outros tipos de drogas sem o

consentimento médico. 5-Antes de ministrar este medicamento deve-se sempre avaliar a dose,a concentração, e via para evitar reações fatais. 6-A medicação deve ser administrada corretamente obedecendo as 05 certezas 7-Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez, pois há dados que sugerem uma incidência aumentada de malformações congênitas associadas com o uso do ácido

gravidez quando comparado com algumas outras drogas

valproico

durante

a

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antiepilépticas. Consequentemente, o ácido valproico deve ser considerado para mulheres com potencial para engravidar somente depois que os riscos forem discutidos extensamente com a paciente e pesados de encontro aos benefícios potenciais do tratamento. Há múltiplos relatos na literatura clínica que indicam que o uso de medicamentos anticonvulsivantes em geral, durante a gravidez, resulta em um aumento da incidência de defeitos congênitos no feto.

ADRENALINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Adrenalina DCB: Cloridrato de Epinefrina

Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL – 1 mg/mL (1:1.000)

2. CLASSE TERAPÊUTICA :Simpatomimético

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Tratamento de broncoespasmo, hipotensão, choque, anafilaxia, choque anafilático, parada cardio respiratória. Uso Interno na Unidade de Saúde Dosagem:

Atenção: Para via intravenosa, usar solução diluída 1:10.000 (1 mL da solução 1:1.000 de adrenalina em 9 mL de SF 0,9%). Crianças:

Choque anafilático: 0,01 mg/kg (0,1 ml/kg de uma solução 1:10.000), IV, até o máximo de 0,3 mg (3 mL de uma solução 1:10.000); ou 0,01 mg/kg (0,01ml/kg de uma solução 1:1.000), SC ou IM, até a dose máxima de 0,3 mg (máximo de 0,3 mL de uma solução 1:1.000). Repetir, se necessário, mais duas vezes, a cada 15 a 20 minutos. Bradicardia e parada cardio respiratória: 0,01 a 0,03 mg/kg (0,1 ml/kg de 1:10.000), IV ou IT, repetidos a cada 3 a 5 minutos, se necessário. Doses de 0,1 a 0,2 mg/kg (0,1 a 0,2 ml/kg de 1:1.000) podem ser administradas por via IT ou IC. Broncoespasmo: 0,01 mg/kg (0,01 ml/kg de 1:1.000), SC, até 3 doses, a cada 20 minutos, se necessário. A maior dose não deve ultrapassar 0,3 mg.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Adultos:

Choque anafilático: 0,5 mg (0,5 mL de 1:1.000), IM, ou 0,5 mg (5 mL de 1:10.000), IV lenta (1 mL/minuto); repetir a cada 5 minutos, se necessário. Parada cardio respiratória: 1 mg (10 mL de uma solução 1:10.000), IV; repetir a cada 3 a 5 minutos, se necessário; ou 2 mg a 2,5 mg, via IT. Broncoespasmo: 0,2 mg a 0,5 mg (0,2 – 0,5 mL de 1:1.000), SC, até 3 doses, a cada 20 minutos, se necessário. 5. ALERTAS Precauções: Angina, doença cardiovascular, insuficiência cerebrovascular, arritmia, doença pulmonar crônica, Diabetes mellitus, idoso, hipertensão, hipertireoidismo, hipersensibilidade aos simpatomiméticos. Contra-indicações: Dilatação cardíaca, insuficiência coronariana, anestesia por halotano ou ciclopropano, dano cerebral orgânico, injeção intra-arterial do fármaco, trabalho de parto, glaucoma de ângulo estreito. Efeitos adversos: Ansiedade, tremor, taquicardia, extremidades frias, náusea, vômito, cefaleia, sudorese, fraqueza, tontura, hiperglicemia; em altas doses pode causar arritmia, hemorragia cerebral, edema pulmonar. Interações: Betabloqueadores, IMAO, diidroergotamina, entacapona, guanetidina, halotano, antidepressivos tricíclicos, zotepina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. 7- Assistência de Enfermagem:

1- observar as cinco certezas na aplicação deste medicamento; 2-Avaliar efeitos colaterais, com o intuito de uma assistência mais rápida se surgirem, efeitos tais como:agitação psicomotora; alucinação; angina; ansiedade; arritmia cardíaca; hipertensão arterial; confusão mental; nervosismo; desconforto ocular; desmaio; desorientação; insônia; dor de cabeça; erupção na pele; excitabilidade; depressão respiratória; náusea; vomito, lacrimejamento do olhos; irritação da conjuntiva; diminuição da memória; nervosismo; palidez; diminuição da memória; tendência suicida; tontura; tremor; visão borrada; apinéia do sono.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

3-Estar atento as contra-indicações desta droga, que são:

Arritmia; arteriosclerose cerebral; choque; crianças prematuras e recém nascidos; dano cerebral orgânico; dilatação cardíaca; glaucoma; durante o trabalho de parto; hipersensibilidade a simpatomiméticos; em associação à anestesia local; nos dedos dos pés ou das mãos, orelhas, nariz ou genitais. 4-Informar ao médico a existência de gravidez, A adrenalina não é recomendada na gravidez pois causa vasoconstrição uterina e redução no fluxo sanguíneo uteroplacentário. Na lactação , os efeitos são desconhecidos. 5- Estar atento as altas dosagens, e reações de hipersensibilidade; 6-Fazer a medição da pressão arterial à risca.

AMINOFILINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Aminofilina

DCB: Aminofilina Apresentação: Solução oral 10 mg/gota; Comprimidos 100 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antiasmático

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Asma, broncoespasmo reversível associado a outras patologias pulmonares, edema agudo de pulmão. Dosagem:

Crianças: A partir de 1 ano de idade a dose inicial é de 15 mg/kg/dia, VO, de 8/8 h; aumentar a dose em 25% a cada 3 dias. Dose máxima diária de acordo com a faixa etária:

De 1 a 9 anos: 24 mg/kg. De 9 a 12 anos: 20 mg/kg. De 12 a 16 anos: 18 mg/kg.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
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> de 16 anos: 13 mg/kg. Adultos: 100 a 200 mg, VO, de 6/6 h ou 8/8 h. Ajuste de dose: Insuficiência hepática, diálise, ICC, cor pulmonar, febre, obesidade, tabagismo. 4. ALERTAS Precauções: Doença cardíaca, hipertensão, hipertireoidismo, úlcera péptica, refluxo gastroesofagiano, epilepsia, hipoproteinemia, enxaqueca. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, porfiria. Efeitos adversos: Irritação gastrintestinal, irritabilidade, ansiedade, tremor, palpitação, cefaleia, insônia, tontura, reações alérgicas dermatológicas, aumento da diurese. Interações: Adenosina, alopurinol, azitromicina, benzodiazepínicos, barbitúricos, carbamazepina, cimetidina, ciprofloxacino, enoxacina, diltiazem, dissulfiram, efedrina, eritromicina, etinilestradiol, etintidina, fluvoxamina, fenitoína, halotano, idrocilamida, imipenem, interferon (alfa-2-A e alfa-2-B), ipriflavona, isoproterenol, cetamina, lítio, mestranol, mexiletina, moricizina, nilutamida, norelgestromina,

noretindrona, norfloxacino, norgestrel, pancurônio, paroxetina, perfloxacino, pentoxifilina, ácido pipemídico, piperina, propafenona, propranolol, prulifloxacino, rifocina, riluzol, ritonavir, ropivacaína, Hypericum perforatum, sulfinpirazona, tacrina, tacrolimus, tiabendazol, ticlopidina, tabaco, troleandomicina, verapamil, viloxazina, zafirlucast, zileutono. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso seguro. Via de excreção principal: Renal. 5- Assistência de enfermagem:

1. Observar cinco certezas;

2. Estar atento aos efeitos colaterais acima descritos e hipersensibilidade;

3. estar atento as possíveis interações medicamentosas;

4. Estar atento a medição da P.A.

5. Informar lactação e gravidez.

FARMACOLOGIA BÁSICA II 4 AMITRIPTILINA 1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Amitriptilina DCB: Cloridrato de

FARMACOLOGIA BÁSICA II

FARMACOLOGIA BÁSICA II 4 AMITRIPTILINA 1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Amitriptilina DCB: Cloridrato de

4 AMITRIPTILINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Amitriptilina

DCB: Cloridrato de Amitriptilina Apresentação: Comprimidos 25 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antidepressivo tricíclico

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Depressão moderada a severa, profilaxia da enxaqueca, cefaléia tensional, fibromialgia, dor neuropática, prevenção de ataques de pânico, bulimia, enurese. Usado no Programa de Saúde Mental Usos terapêuticos: Depressão moderada a severa. Dosagem:

Adolescentes e idosos: 25 a 50 mg/dia, VO, em dose única ao deitar ou fracionada durante o dia. Dose máxima diária de 100 mg. Adultos: Dose inicial de 25 mg/dia, VO; aumentar 25 mg/dia, a cada 2 ou 3 dias, até

atingir a dose terapêutica de 75 a 150 mg/dia. A retirada deve ser lenta, reduzindo a dose diária cerca de 25 mg/ mês. Dose máxima diária de 300 mg. Ajuste de dose: Em pacientes hospitalizados, a dose de ataque poderá chegar a 200 a 300 mg/dia.

5. ALERTAS

Precauções: Doença cardíaca, epilepsia, insuficiência hepática, doenças da tireoide, feocromocitoma, mania, psicose, glaucoma de ângulo estreito, retenção urinária, tratamento eletro-convulsivo, evitar retirada abrupta, anestesia. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, infarto do miocárdio recente, arritmia, fase maníaca do transtorno bipolar, doença hepática severa, crianças, porfiria. Efeitos adversos: Sedação, boca seca, visão borrada, constipação, náusea, dificuldade

4 - ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada- Check Azul.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

de micção, alterações no ECG, arritmia, hipotensão postural, taquicardia, síncope, sudorese, tremor, reações alérgicas dermatológicas, distúrbios de comportamento, hipomania, confusão, disfunção sexual, alterações da glicemia, aumento de apetite, ganho de peso, dilatação testicular, ginecomastia, galactorreia, convulsão, distúrbios do movimento, discinesia, febre, agranulocitose, leucopenia, eosinofilia, púrpura, trombocitopenia, hiponatremia, alterações das provas de função hepática. Interações: Anticoagulantes orais, anfetaminas, amprenavir, anisindiona, bepridil, betanidina, carbamazepina, cimetidina, cisaprida, clonidina, IMAO, diazepam, anti- histamínicos, dissulfiram, dofetilida, enflurano, fluconazol, ISRS, fenitoína, furazolidona, quinolonas, guanadrel, guanetidina, halofantrina, ibutilida, levometadil, nefazodona, nefopam, pimozida, propafenona, quinidina, riluzol, ritonavir, s-adenosilmetionina, salmeterol, sotalol, Hypericum perforatum, simpatomiméticos de ação direta, tramadol, ácido valpróico, varfarina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; ação desconhecida sobre o concepto. Via de excreção principal: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Não interromper abruptamente o tratamento.

7-Assistência de Enfermagem:

6. Observar cinco certezas;

7. Estar atento aos efeitos colaterais acima descritos e hipersensibilidade;

8. estar atento as possíveis interações medicamentosas;

9. Estar atento a medição da P.A.

10. Informar lactação e gravidez.

AMOXICILINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Nome: Amoxicilina DCB: Amoxicilina

Apresentação: Suspensão oral 50 mg/mL

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antimicrobiano

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Infecções do trato urinário, infecções do trato respiratório superior, bronquite, pneumonia, otite média, abscesso dental, osteomielite, doença de Lyme, profilaxia da endocardite, profilaxia pós-esplenectomia, infecções ginecológicas, gonorreia, erradicação de Helicobacter pylori. Usada no Programa Crescendo com Saúde Usos terapêuticos: Infecções respiratórias agudas na infância. Dosagem:

Crianças:

< de 3 meses: 30 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h. > de 3 meses a 40 kg: 30 a 50 mg/kg/dia, VO, de 8/8 h. > de 40 kg: 250 a 500 mg, VO, de 8/8 h, podendo ser aumentada de acordo com a gravidade da infecção. Dose máxima diária: 1.500 mg. Ajuste de dose: Insuficiência renal severa, diálise.

5. ALERTAS

Precauções: História de reação alérgica às penicilinas e cefalosporinas; disfunção ou imaturidade renal; diarreia. Contra-indicações: Hipersensibilidade às penicilinas; mononucleose infecciosa. Efeitos adversos: Náusea, vômito, diarréia, rash cutâneo, urticária, angioedema, anafilaxia, reação do tipo doença do soro, anemia hemolítica, nefrite intersticial, colite pseudomembranosa, neutropenia, trombocitopenia, distúrbios de coagulação, agranulocitose, convulsão (altas doses). Interações: Aminoglicosídeos, antibióticos bacteriostáticos, metotrexato. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Via de excreção principal: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

7- Assistência de Enfermagem

1. Observar cinco certezas;

2. Estar atento aos efeitos colaterais : Náusea, vômito, diarreia, rash cutâneo, urticária, angioedema, anafilaxia, reação do tipo doença do soro, anemia hemolítica, nefrite intersticial, colite pseudomembranosa, neutropenia, trombocitopenia, distúrbios de coagulação, agranulocitose, convulsão (altas doses).acima descritos e hipersensibilidade;

3. Estar atento as possíveis interações medicamentosas com Aminoglicosídeos, antibióticos bacteriostáticos, metotrexato.; Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

4. Estar atento a medição da P.A

5. Informar lactação e gravidez.

6. Máximo de cuidado com paciente renal crônico.

AMIXICILINA + CLAVULANATO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Amoxicilina + Clavulanato DCB: Amoxicilina + Clavulanato de Potássio

Apresentação: Suspensão oral 50 mg/mL de Amoxicilina + 12,5 mg/mL de Clavulanato de Potássio

2. CLASSE TERAPÊUTICA: Antimicrobiano

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Infecções por bactérias produtoras de betalactamase, incluindo as do trato respiratório, geniturinário, infecções abdominais, mordeduras de animais, infecções dentais severas e profilaxia cirúrgica.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Usada no Programa de IRA Usos terapêuticos: Infecções respiratórias agudas na infância. Dosagem (baseada no componente amoxicilina):

Crianças:

< de 3 meses: 30 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h. > de 3 meses a 40 kg: 30 a 50 mg/kg/dia, VO, de 8/8 h.

> de 40 kg: 250 a 500 mg, VO, de 8/8 h, podendo ser aumentada de acordo com a gravidade da infecção. Ajuste de dose: Insuficiência renal grave, diálise.

5. ALERTAS

Precauções: Insuficiência renal ou hepática graves, colite pseudomembranosa. Contra-indicações: Hipersensibilidade aos fármacos e às penicilinas; história prévia de icterícia e disfunção hepática induzidas pelo medicamento, mononucleose infecciosa. Efeitos adversos: Náusea, vômito, diarreia, rash cutâneo, reação de hipersensibilidade incluindo urticária, angioedema, anafilaxia, reação do tipo doença do soro, anemia hemolítica, nefrite intersticial, colite pseudomembranosa, neutropenia, trombocitopenia,

distúrbios de coagulação, convulsão (altas doses), hepatite, icterícia celostática, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, dermatite esfoliativa, manchas superficiais nos dentes. Interações: Aminoglicosídeos, antibióticos bacteriostáticos, metotrexato. Gestação: Categoria B. Lactação: Baixa excreção da amoxicilina; excreção do clavulanato desconhecida. Via de excreção principal: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Melhor absorvido se ingerido no início das refeições. Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico. 7- Assistência de Enfermagem

7. Observar cinco certezas;

8. Estar atento aos efeitos colaterais : Náusea, vômito, diarreia, rash cutâneo, reação

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

de hipersensibilidade incluindo urticária, angioedema, anafilaxia, reação do tipo doença do soro, anemia hemolítica, nefrite intersticial, colite pseudomembranosa, neutropenia, trombocitopenia, distúrbios de coagulação, convulsão (altas doses), hepatite, icterícia celostática, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson,

necrólise epidérmica tóxica, dermatite esfoliativa, manchas superficiais nos dentes.;

9. Estar atento as possíveis interações medicamentosas com Aminoglicosídeos, antibióticos bacteriostáticos, metotrexato.; Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

10. Estar atento a medição da P.A

11. Informar lactação e gravidez.

12. Máximo de cuidado com paciente renal crônico.

AMPICILINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Ampicilina DCB: Ampicilina

Apresentação: Cápsulas 500 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA: Antimicrobiano

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Infecções dos tratos gastrintestinal, geniturinário e respiratório causadas por microrganismos sensíveis. Usada em Tratamento da Leptospirose; Programa IRA Usos Terapêuticos: Tratamento de leptospirose e processos infecciosos na gestante. Dosagem:

Adolescentes e adultos:

Leptospirose: 1.000 mg, VO, de 6/6 h, durante 7 a 10 dias. Processos infecciosos em gestantes:

Infecções respiratórias: 250 mg, VO, de 6/6 h, podendo ser aumentada de acordo com a gravidade. Infecções gastrintestinais ou geniturinárias: 500 a 1.000 mg, VO, de 6/6 h, durante no mínimo 10 dias.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Ajuste de dose: Insuficiência renal.

5. ALERTAS

Precauções: História de hipersensibilidade às penicilinas, cefalosporinas. Contra-indicações: Hipersensibilidade às penicilinas, mononucleose infecciosa. Efeitos adversos: Náusea, vômito, diarreia, colite pseudomembranosa, reações alérgicas, anemia, trombocitopenia, púrpura, eosinofilia, leucopenia, agranulocitose; aumento de AST; candidíase vaginal, intestinal e oral; nefrite; hiperatividade, agitação,

ansiedade, insônia, confusão mental, vertigem, alterações do comportamento. Interações: Alopurinol, tetraciclina, eritromicina, sulfonamidas, cloranfenicol, metrotexato, contraceptivos orais, probenecida. Gravidez: Categoria B. Lactação: Segurança não estabelecida; risco de sensibilização alérgica no lactente. Via de excreção principal: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

A 5 MPRENAVIR

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Amprenavir – APV DCB ou DCI: Inexistente

Apresentação: Cápsulas 150 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antiviral inibidor da protease

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Terapia anti-retroviral de HIV/AIDS. Usado no tratamento de HIV/AIDS Dosagem:

Crianças:

< de 4 anos: Uso não recomendado. De 4 a 12 anos (até 50 kg):

5 - Portaria 344/98 – Lista C4 – Formulário Específico

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Solução oral: 22,5 mg/kg/dose, VO, de 12/12 h, ou 15 mg/kg/dose, de 8/8 h; dose máxima de 2.800 mg/dia. Cápsulas: 20 mg/kg/dose, VO, de 12/12 h, ou 15 mg/kg/dose, de 8/8 h; dose máxima de 2.400 mg/dia. Obs.: A cápsula não é equivalente, peso por peso, à solução oral. Adolescentes (acima de 50 kg): 1200 mg de APV, de 12/12 h. Adultos: 600 mg de APV, VO, duas vezes ao dia, associado a 100 mg de RTV, 2 vezes ao dia; ou 1200 mg de APV associado a 200 mg de RTV, 1 vez ao dia; ou 1200 mg de APV, 2 vezes ao dia. Ajuste de dose:

Insuficiência hepática: 300 a 450 mg, VO, de 12/12 h. Não associar ao ritonavir. 5. ALERTAS Precauções: Alergia a outras sulfonamidas, doenças hepáticas, Diabetes mellitus, hemofilias A e B, pacientes de origem asiática, exacerbação dos distúrbios de coagulação relacionados à carência de vitamina K. Evitar suplementos com vitamina E (as formulações de amprenavir contêm altas doses de vitamina E que podem exacerbar os distúrbios de coagulação). A solução oral de amprenavir contém propilenoglicol, devendo ser evitada em pacientes alérgicos ao produto e em gestantes e crianças menores de 2 anos, pelo risco de acidose láctica. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, crianças menores de 4 anos, gestantes e pacientes com insuficiência renal ou hepática. Efeitos adversos: Hemorragia espontânea em pacientes hemofílicos, cefaleia, parestesia, depressão, alterações de humor, hiperglicemia, hiperlipidemia, náusea, vômito, diarreia. Interações: Alcaloides do ergot, alho, amiodarona, antiácidos, antidepressivos tricíclicos, astemizol, bepridil, benzodiazepínicos, bloqueadores de canal de cálcio diidropiridínicos, carbamazepina, cisaprida, ciclosporina, contraceptivos orais combinados, dapsona, dexametasona, dissulfiram, dofetilida, Hypericum perforatum, estatinas, fentanila, fenitoína, fenobarbital, lidocaína, metronidazol, quinidina, rifampicina, sildenafil, sirolimus, tacrolimus, verapamil, varfarina.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Considerações sobre associação com outros anti-retrovirais:

Didanosina: administrar com intervalo mínimo de uma hora. Efavirenz: diminui os níveis de APV. No adulto, quando associado ao RTV, a dose do APV pode ser reduzida para 600 a 750 mg, duas vezes ao dia. Ritonavir: aumenta os níveis de APV. No adulto, utilizar 100 mg de RTV com 600 mg de APV. Delavirdina, nevirapina, indinavir, saquinavir e nelfinavir: evitar uso concomitante em crianças e adolescentes. Gravidez: Categoria C. Lactação: Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Fezes.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Não utilizar suplementos vitamínicos e contendo alho sem prescrição médica.

7- Assistência de Enfermagem

1. Acompanhar sinais vitais;

2. Preparação da droga observando as cinco certezas;

3. Observar sinais de hipersensibilidade;

4. Informar gravidez e lactação;

5. Crianças menores de 04 anos e insuficiência hepática devem ser muito bem valiados pelo médico quanto ao uso, pois não é recomendado.

ATROPINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Atropina DCB: Sulfato de Atropina Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL – 0,25 mg/mL

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Parassimpatolítico

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Usos terapêuticos: Envenenamento por organofosforados e carbamatos; pré-medicação anestésica; antiespasmódico; bradicardia. Uso Interno na Unidade de Saúde Dosagem:

Crianças:

Envenenamento: 0,02 mg/kg/dose, IV ou IM, a cada 2 a 5 minutos, até sinais de melhora e/ou atropinização. A dose pode ser repetida após 1 a 4 horas, se necessário. Bradicardia: Dose inicial de 0,02 mg/kg, IV (variando usualmente entre 0,1 a 0,5 mg). Dose máxima de 1 mg para crianças e 2 mg para adolescentes pode ser repetida 5 minutos após a dose inicial. Adultos:

Envenenamento: 1 a 4 mg, IV ou IM, a cada 5 a 10 minutos, até sinais de melhora e/ou de atropinização. Bradicardia: 0,03 mg/kg, IV (0,5 a 1 mg por dose, repetidos, a cada 3 a 5 minutos, se necessário. Ajuste de dose: Idoso. 5. ALERTAS Precauções: Crianças, idosos, doença pulmonar; neuropatia autonômica; doença hepática ou renal; ileostomizados, colostomizados; hipertireoidismo; doença coronariana, infarto do miocárdio, arritmia, ICC, hipertensão arterial; hipertrofia prostática; recém- nascidos (toxicidade por metilparabeno). Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, glaucoma de ângulo estreito, doença obstrutiva gastrintestinal, colite ulcerativa, megacólon tóxico, uropatia obstrutiva, instabilidade cardiovascular por hemorragia aguda ou tireotoxicose, íleo paralítico ou atonia intestinal, Miastenia gravis. Efeitos adversos: Angina, arritmia, bloqueio AV, hipertensão arterial, desorientação, delírio, déficit de memória, coma, sedação, convulsão, porfiria, hipertermia, boca seca, regurgitação, íleo paralítico, diplopia, aumento da pressão intra-ocular, rubor facial, anafilaxia, ototoxicidade.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Interações: Ambenônio, antidepressivos tricíclicos, neurolépticos fenotiazínicos, nitratos sublinguais, anticolinesterásicos. Gravidez: Categoria C. Lactação: Compatível.

6- Assistência de Enfermagem

1. Usar das cinco certezas durante a preparação do fármaco e administração da droga;

2. Avaliar sinais vitais ;

3. Na anamnese observar a informação de gravidez e lactação;

4. No grupo de risco : crianças e idosos ter acompanhamento rigoroso dos efeitos colaterais, hipersensibilidade e interações.

AZITROMICINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Azitromicina

DCB: Azitromicina Apresentação: Comprimidos 500 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antimicrobiano macrolídeo

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Otite média aguda; gonorreia; cancroide; pneumonia comunitária; doença pulmonar obstrutiva crônica associada à infecção, profilaxia e tratamento de infecções oportunistas da AIDS como as causadas pelo Mycobacterium avium complex (MAC), incluindo a micobacteriose atípica (Mycobacterium avium-intracellulare – MAI), doença inflamatória pélvica; infecções estafilocócicas (pele) e estreptocócicas. Usada no Tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Usos terapêuticos: Profilaxia e tratamento de infecções oportunistas da AIDS.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Dosagem:

Crianças (dose máxima diária de 500 mg): MAI - HIV:

Tratamento: 20 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h, associada ao etambutol, 15 a 20 mg/kg/dia, VO, 1 vez ao dia, e à claritromicina, 15 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h. Profilaxia primária: 20 mg/kg/dose, VO, 1 vez por semana.

Profilaxia secundária contra recidivas (como 2ª escolha): 5 mg/kg/dia, VO (dose máxima de 250 mg), associada ao etambutol, 15 mg/kg/dia, VO (dose máxima de 900 mg). Criptosporidiose: 10 mg/kg/dia, VO, durante período indefinido. Adultos:

MAC – HIV:

Profilaxia: 1,2 g, VO, 1 vez por semana, associada à rifabutina, 300 mg/dia, VO. Monoterapia: 10 a 20 mg/kg/dia, VO, até no máximo 40 mg/kg/dia, se necessário. Tratamento combinado: 600 mg/dia, VO, associada ao etambutol, 15 mg/kg/dia, VO.

5. ALERTAS

Precauções: Disfunção hepática; insuficiência renal ou hepática grave; arritmia ventricular. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou aos macrolídios.

Efeitos adversos: Trombocitopenia, palpitação, dor no peito, arritmia, Torsade de Pointes, cefaleia, tontura, náusea, vômito, dor abdominal, diarreia, alteração do paladar, descoloração da língua, prurido, rash cutâneo, urticária, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, Miastenia gravis, reações de hipersensibilidade incluindo febre, xerostomia, eritrodermia generalizada, oligúria. Interações: Alcaloides do ergot, antiácidos de alumínio e magnésio, ciclosporina, digoxina, disopiramida, fentanila, fenitoína, pimozida. Gravidez: Categoria B. Lactação: Desconhecido; uso inseguro. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Biliar.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

O uso concomitante de antiácido reduz a absorção da azitromicina. Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico. 7-Assistência de Enfermagem

1. Observar rigorosamente as cinco certezas;

2. Instruir família e paciente a informar casos de efeitos colaterais e hipersensibilidade a fórmula; O uso concomitante de antiácido diminui a absorção da azitromicina. Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

3. Informar gestação e Lactação; e interações , assim como casos de hipersensibilidade;

4. Avaliar Sinais Vitais.

BECLOMETASONA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Beclometasona DCB: Dipropionato de Beclometasona

Apresentação: Aerossol – inalador oral – 250 mcg/unidade de dose

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Anti-inflamatório esteroide

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Asma. Usos terapêuticos: Asma na infância. Dosagem:

Crianças maiores de 6 anos: Uma inalação, 1 a 2 vezes ao dia. Usos terapêuticos: Rinite (alérgica ou não); polipose nasal. Apresentação: Spray – instilador nasal – 50 mcg/unidade de dose Dosagem:

Crianças maiores de 6 anos: 1 a 2 aplicações nasais, 2 vezes ao dia.

5. ALERTAS

Precauções: Monitorar crescimento e desenvolvimento; risco de supressão adrenal durante a mudança de tratamento sistêmico para inalatório; candidíase; aspergilose;

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

doenças virais; catarata; alterações da pressão intra-ocular e glaucoma. Precauções para spray: Monitorar crescimento e desenvolvimento; risco de supressão adrenal durante a mudança de tratamento sistêmico para tópico; candidíase; aspergilose; doenças virais; perfuração do septo nasal; catarata; alterações da pressão intra-ocular e glaucoma. Contra-indicações para spray: Hipersensibilidade ao fármaco ou aos componentes da fórmula. Efeitos adversos para spray: Rinorreia, ataques de espirro, irritação nasal; perfuração do septo nasal; disfonia, supressão adrenal; candidíase e aspergilose nasofaríngea; coriorretinopatia serosa central; catarata; glaucoma; eosinofilia pulmonar infiltrativa; osteoporose; reações de hipersensibilidade; retardo no crescimento. Contra-indicações: Status asmaticus ou episódio agudo de asma; hipersensibilidade ao fármaco ou a componentes da fórmula.

Efeitos adversos: Retardo do crescimento; supressão adrenal; coriorretinopatia serosa central; candidíase e aspergilose orofaríngeas; alteração do paladar; disfonia; faringite; tosse; eosinofilia pulmonar infiltrativa; osteoporose; reações de hipersensibilidade. Interações: Não descritas. Via de excreção principal: Fezes.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Enxaguar a boca após a inalação.

Gravidez: Categoria C.

Lactação: Desconhecido.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Não dirigir o jato para o septo nasal. 7-Assistência de Enfermagem

5. Observar rigorosamente as cinco certezas;

6. Instruir família e paciente a informar casos de efeitos colaterais e hipersensibilidade a fórmula;

7. Informar gestação e Lactação;

8. Avaliar Sinais Vitais.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

BENZOATO DE BENZILA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Benzoato de Benzila DCB: Benzoato de Benzila

Apresentação: Emulsão 25%

2. CLASSE TERAPÊUTICA: Antiparasitário

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Escabiose; pediculose. Dosagem:

Crianças:

A emulsão deve ser diluída em 1:1. Escabiose: Aplicar na região afetada, após o banho, permanecendo por 24 horas (próximo banho). Repetir por 3 dias consecutivos. Pediculose: Aplicar na região afetada, após o banho, permanecendo por 24 horas (próximo banho). Repetir em 7 e 14 dias. Adultos:

Escabiose: Aplicar na região afetada, após o banho, permanecendo por 24 horas (próximo banho). Repetir por 3 dias consecutivos. Pediculose: Aplicar na região afetada, após o banho, permanecendo por 24 horas (próximo banho). Repetir em 7 e 14 dias.

4. ALERTAS

Precauções: Evitar o contato com os olhos e mucosas. Quando houver infecção secundária associada, tratá-la previamente. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao produto; inflamação e infecção de pele, escoriações.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Efeitos adversos: Irritação local, dermatite de contato, reações de hipersensibilidade. Interações: Não descritas. Gravidez: Categoria B. Lactação: A amamentação deve ser interrompida quando o produto for aplicado nas mamas. Via de excreção principal: Não há absorção pela aplicação tópica.

5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Não ingerir. Evitar o contato com os olhos e mucosas. Quando usado em crianças, diluir a emulsão na mesma quantidade de água (1:1).

6-Assistência de Enfermagem:

1. Evitar contato com olhos e mucosas;

2. Ter higiene com roupas de cama, banho e uso pessoal;

3. Observação casos de hipersensibilidade.

BICARBONATO DE SÓDIO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Bicarbonato de Sódio DCB: Bicarbonato de Sódio

Apresentação: Injetável 8,4% – ampolas 10 mL – 1 mEq/mL

2. CLASSE TERAPÊUTICA :Eletrólito

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Acidose metabólica e parada cardiorrespiratória prolongada. Uso Interno na Unidade de Saúde Dosagem:

Crianças menores de 2 anos: Iniciar com 1 mEq/Kg, IV, e a seguir, 0,5 mEq/Kg a cada 10 minutos, se necessário. Usar solução 4,2% (diluir em solução fisiológica 1:1). Dose máxima diária de 8 mEq/Kg. Crianças maiores de 2 anos e adultos: Dose inicial de 1 mEq/Kg, IV; repetir 0,5

FARMACOLOGIA BÁSICA II
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mEq/Kg, IV, a cada 10 minutos, se necessário.

Ajuste de dose: Em maiores de 60 anos, a dose máxima diária não deve ultrapassar 8 g (96 mEq).

5. ALERTAS

Precauções: Respeitar a velocidade de infusão de 1 mEq/Kg/min. Antes da administração, deve-se assegurar adequado suporte ventilatório e monitoramento contínuo do paciente. Contra-indicações: Alcalose metabólica ou respiratória, hipocalcemia. Efeitos adversos: Alteração da consciência, alterações metabólicas, aumento dos reflexos musculares, cálculo renal, cólica, distensão abdominal, dor no local da injeção, necrose do tecido muscular (extravasamento da injeção intravenosa), piora da insuficiência cardíaca, edema, tremor. Interações: Quinidina, anfetamina, efedrina, pseudoefedrina, simpatomiméticos, anorexígenos, mecamilamina, metenamina, salicilatos. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

6-Assistência de Enfermagem

1. Observar dosagem, efeitos adversos e hipersensibilidade;

2. Informar ao médico: gravidez e Lactação;

3. Respeitar a velocidade de infusão de 1 mEq/Kg/min. Antes da administração, deve-se assegurar adequado suporte ventilatório e monitoramento contínuo do paciente.

4. Estar atento aos sinais vitais.

6 BIPERIDENO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

6 - ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada- Check azul.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Nome: Biperideno DCB: Cloridrato de Biperideno

Apresentação: Comprimidos 2 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antiparkinsoniano; anticolinérgico central

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Sintomas extrapiramidais induzidos por medicamentos; adjuvante na Doença de Parkinson. Usado no tratamento da Doença de Parkinson; Programa de Saúde Mental Dosagem:

Adultos: Iniciar com 1 mg, VO, 2 vezes ao dia, passando gradualmente a 2 mg, VO, 3 vezes ao dia. Dose máxima diária de 16 mg.

5. ALERTAS

Precauções: Idosos, doença cardiovascular, insuficiência renal ou hepática, neuropatia autonômica, hipertireoidismo, ileostomia ou colostomia, hipertrofia prostática. Evitar conduzir veículos ou operar máquinas perigosas. Evitar retirada abrupta. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou a outros anticolinérgicos, Miastenia gravis, glaucoma de ângulo estreito, doenças obstrutivas urinárias e gastrintestinais, atonia intestinal, esofagite de refluxo, colite ulcerativa, megacólon tóxico, instabilidade cardiovascular por hemorragia aguda. Efeitos adversos: Sonolência, boca seca, constipação, visão borrada, retenção urinária, taquicardia, arritmia, confusão mental, transtorno mental (altas doses). Interações: Procainamida, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos fenotiazínicos, anticolinesterásicos, nitratos. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido.

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Não interromper abruptamente o tratamento. Cuidado ao executar atividades que exijam atenção.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

7 BIPERIDENO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Biperideno DCB: Lactato de Biperideno

Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL – 5 mg/mL

2. CLASSE TERAPÊUTICA :Antiparkinson; anticolinérgico central

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Tratamento sintomático de parkinsonismo arteriosclerótico, idiopático e

pós-encefálico e alívio de reações extrapiramidais induzidas por fármacos. Usado no tratamento da Doença de Parkinson; Programa de Saúde Mental

Dosagem:

Crianças: Dose inicial de 0,04 mg/kg, IM; repetir, se necessário, a cada 30 minutos, até o máximo de 4 doses em 24 horas. Adultos: Dose inicial de 2mg, IM ou IV; repetir, se necessário, a cada 30 minutos, até o máximo de 4 doses em 24 horas.

5. ALERTAS

Precauções: Idosos, crianças, doença cardiovascular, insuficiência renal ou hepática, neuropatia autonômica, hipertireoidismo, ileostomia ou colostomia, hipertrofia prostática. Evitar conduzir veículos ou operar máquinas perigosas. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou outras drogas anticolinérgicas, Miastenia gravis, glaucoma de ângulo estreito, doenças obstrutivas urinárias e gastrintestinais, atonia intestinal, refluxo gastroesofageano, colite ulcerativa, megacólon tóxico, hemorragia aguda. Efeitos adversos: Agitação, confusão, euforia, boca seca, cicloplegia, midríase, taquicardia, retenção urinária, constipação, transtornos mentais, hipertermia, convulsão, bloqueio neuromuscular resultando em fraqueza ou paralisia. Interações: Antiarrítmicos (quinidina), antidepressivos tricíclicos, anti-histamínicos, fenotiazínicos, outros antipsicóticos e fármacos anticolinérgicos.

7 - ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada – Check azul.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido.

7. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Cuidado ao executar atividades que exijam atenção.

8- Assistência de Enfermagem

1. Observar rigorosamente as cinco certezas;

2. Instruir família e paciente a informar casos de efeitos colaterais e hipersensibilidade a fórmula;

3. Informar gestação e Lactação;

4. Avaliar Sinais Vitais.

BUDESONIDA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Budesonida DCB: Budesonida

Apresentação: Spray nasal - 32 mcg/unidade de dose

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Glicocorticóide

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Rinites (alérgicas ou não); polipose nasal. Usos terapêuticos: Rinite alérgica na infância. Dosagem:

Crianças maiores de 6 anos: 2 doses em cada narina, 2 vezes ao dia, ou 4 doses em cada narina pela manhã.

5. ALERTAS

Precauções: Insuficiência adrenal potencial e sintomas de retirada na transferência da terapia sistêmica para a tópica; monitorar o crescimento e desenvolvimento; infecções

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

fúngicas ou virais; herpes simples ocular; catarata, glaucoma, alteração de pressão intra- ocular; úlceras septais, epistaxe recorrente e cirurgias recentes; síndrome de Cushing, hiperglicemia, glicosúria; descontinuar o produto em caso de irritação local; não aplicar nos olhos. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Nervosismo, cefaleia, insônia, distúrbios de comportamento nas crianças; retardo no crescimento; boca seca, náusea, alteração do paladar, dispepsia, candidíase orofaringe-esofágica; cataratas, alteração da pressão intra-ocular por aplicação inadvertida nos olhos; desenvolvimento de estrias nas regiões das articulações; epistaxe, tosse, faringite, dispneia, crises de espirro, disfonia, pode mascarar estados alérgicos e sintomas da tuberculose; dermatite perinasal; osteoporose; reações de hipersensibilidade incluindo anafilaxia. Interações: Cetoconazol. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não dirigir o jato para o septo nasal. A melhora clínica da rinite deve surgir em 3 a 7 dias após o início do tratamento. 7-Assistência de enfermagem

1.

A Enfermagem deve estar atenta para intervir nos casos de : reações adversas podem ocorrer: • Irritação leve da garganta, tosse e rouquidão.

2.

• Candidíase na orofaringe ou afta.

3.

• Reações de hipersensibilidade imediatas ou tardias, incluindo exantema, dermatite de contato, urticária e angioedema.

4.

• Sintomas psiquiátricos, tais como nervosismo, agitação e depressão, bem como alterações comportamentais. Deve imediatamente informar ao médico.

5.

Ocorreram raros relatos de equimose da pele após tratamento com glicocorticoides inalatórios.

6.

A enfermagem deve observar ao colocar a máscara, como a pele estava e ao tirar,

FARMACOLOGIA BÁSICA II
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pois os efeitos sobre a pele que podem ser: Irritação da pele da face quando o nebulizador foi usado com máscara facial. Para prevenir a irritação, deve-se lavar o rosto após o uso da máscara facial.

CÁLCIO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Gluconato de Cálcio

DCB: Gliconato de Cálcio Apresentação: Injetável 10% – ampolas 10 mL – 100 mg/mL – 90 mg de cálcio/g

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Suplemento mineral

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Hipocalcemia aguda ou crônica, tetania, hipermagnesemia, intoxicação por bloqueadores de canais de cálcio, em paradas cardíacas onde hipocalcemia ou hiperpotassemia estão presentes. Uso Interno na Unidade de Saúde Dosagem:

Crianças: Diluir em soro glicosado 5% ou água destilada e infundir lentamente, em 10 a 30 minutos, com monitoramento da freqüência cardíaca (suspender se FC < 100 bpm). Hipocalcemia e hiperpotassemia: 50 a 100 mg/kg (0,5 a 1,0 ml/kg), IV lento (não exceder 5 mL/min). Repetir a dose, se necessário. Adultos:

Parada cardíaca e intoxicação por bloqueadores de canais de cálcio: 500 a 800 mg, IV lento (não exceder 5 mL/min). Repetir após 10 minutos, se necessário. Hipocalcemia: A dose deve ser individualizada dentro da faixa de 500 a 2.000 mg, IV lento. Hipermagnesemia: 1.000 a 2.000 mg, IV lento. Ajuste de dose: Insuficiência renal e durante a diálise, de acordo com os níveis séricos de cálcio.

5. ALERTAS

FARMACOLOGIA BÁSICA II
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Precauções: Deve ser administrado somente por via IV e lentamente, para evitar síncope cardíaca; o paciente deve permanecer em repouso após a injeção, para evitar tonturas; pode ocorrer aumento da pressão arterial em pacientes idosos ou hipertensos e elevação da temperatura corporal. Contra-indicações: Fibrilação ventricular durante ressuscitação cardíaca, hipercalcemia, intoxicação por digitálicos. Efeitos adversos: Trombose venosa, arritmia, hipertensão arterial, letargia, fraqueza muscular. Interações: Digitálicos, aminoglicosídeos, diuréticos tiazídicos, verapamil. Gravidez: Categoria C. Lactação: Seguro. Via de excreção principal: Renal.

7-Assistência de Enfermagem

1.

Na preparação do fármaco a enfermagem deve: Diluir em soro glicosado 5% ou água destilada e infundir lentamente, em 10 a 30 minutos, com monitoramento da frequência cardíaca (suspender se FC < 100 bpm)

2.

Em adultos: Parada cardíaca e intoxicação por bloqueadores de canais de cálcio:

500 a 800 mg, IV lento (não exceder 5 mL/min). Repetir após 10 minutos, se necessário.

3.

Casos de Hipocalcemia: A dose deve ser individualizada dentro da faixa de 500 a 2.000 mg, IV lento.

4.

Observar interação com digitálicos, aminoglicosídeos, diuréticos tiazídicos, verapamil;

5.

Informar gravidez e Lactação,mesmo a lactação sendo segura.

6.

Estar atento aos sinais vitais dos idosos e principalmente a pressão arterial, foram observados hipertensão em idosos;

7.

este medicamento deve ser administrado sempre por via IV e lentamente, para evitar síncope cardíaca; o paciente deve permanecer em repouso após a injeção, para evitar tonturas; pode ocorrer aumento da pressão arterial em pacientes idosos

FARMACOLOGIA BÁSICA II
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ou hipertensos e elevação da temperatura corporal.

8. Rigoroso controle de TPR e P.A.

CAPTOPRIL

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Captopril DCB: Captopril

Apresentação: Comprimidos 25 mg 2. CLASSE TERAPÊUTICA : Anti-hipertensivo inibidor da enzima conversora de angiotensina

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Hipertensão arterial sistêmica; Insuficiência cardíaca. Usado no Programa de Atenção à Hipertensão Arterial Sistêmica Dosagem:

Hipertensão:

Monoterapia: Dose inicial de 12,5 mg, VO, de 12/12 h; dose de manutenção de 25 a 50 mg, VO, de 12/12 h. Dose máxima diária de 450 mg, na hipertensão severa. Associado a diuréticos: Dose inicial de 12,5 mg, VO, em dose única ao deitar; dose de manutenção de 25 a 50 mg, VO, de 12/12 h. Insuficiência Cardíaca Congestiva: Dose teste de 6,25 a 12,5 mg, VO, de 8/8 h; dose usual de 25 a 100 mg, VO, de 8/8 h. Dose máxima diária de 450 mg. Obs.: Soluções extemporâneas de captopril podem ser preparadas para tratamento de ICC em crianças. Ajuste de dose: Insuficiência renal, diálise. 4- ALERTAS Precauções: Risco de anafilaxia na aférese lipídica e na dessensibilização aos himenópteros, angioedema, estenose aórtica, estenose de artéria renal, tosse, disfunção hepática, neuropatia autonômica do Diabetes mellitus, hiperpotassemia > 5,5 mEq/mL, hipotensão, neutropenia, insuficiência renal, anestesia cirúrgica. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e a outros IECA, insuficiência renal

FARMACOLOGIA BÁSICA II
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com anúria; angioedema idiopático hereditário. Efeitos adversos: Hipotensão severa, insuficiência renal, disfunção sexual masculina, angioedema, rash cutâneo, tosse seca persistente, sintomas inflamatórios de trato respiratório superior; pancreatite, náusea, vômito, dispepsia, diarreia, constipação, alteração das provas de função hepática, icterícia colestática, hepatite, distúrbios de coagulação, leucopenia, neutropenia, anemia hemolítica; cefaleia, tontura, fadiga, alteração do paladar, parestesia, broncoespasmo, febre, serosite, vasculite, mialgia, artralgia, positivação de anticorpos antinucleares, aumento da velocidade de hemossedimentação, eosinofilia, leucocitose, fotossensibilidade. Interações: Alopurinol, antiácidos, aspirina, azatioprina, bupivacaína, capsaicina, clorpromazina, ciclosporina, interferon alfa–2-A, sulfato ferroso, lítio, diuréticos de alça, efedrina, nesiritida, suplementos de potássio, diuréticos poupadores de potássio, diuréticos tiazídicos. Gravidez: Categoria D. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso seguro. Via de excreção principal: Renal 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Administrar uma hora antes ou duas horas após as refeições.

6- Assistência de Enfermagem

1. Informar gravidez e Lactação;

2. Informar ao paciente a necessidade de dizer os medicamentos que está fazendo uso;

3. Medir a pressão arterial rigorosamente , há casos de pacientes que desenvolveram hipotensão severa;

4. Estar atento para intervir nos casos dos seguintes efeitos colaterais: insuficiência renal, disfunção sexual masculina, angioedema, rash cutâneo, tosse seca persistente, sintomas inflamatórios de trato respiratório superior; pancreatite, náusea, vômito, dispepsia, diarreia, constipação, alteração das provas de função hepática, icterícia colestática, hepatite, distúrbios de coagulação, leucopenia,

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

neutropenia, anemia hemolítica; cefaleia, tontura, fadiga, alteração do paladar, parestesia, broncoespasmo, febre, serosite, vasculite, mialgia, artralgia, positivação de anticorpos antinucleares, aumento da velocidade de hemossedimentação, eosinofilia, leucocitose, fotossensibilidade;

5. Fazer o acompanhamento com Hemograma.

8 CARBAMAZEPINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Carbamazepina

DCB: Carbamazepina

Apresentação: Suspensão oral 20 mg/mL; Comprimidos 200 mg e 400 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA: Antiepiléptico; estabilizador do humor

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Convulsões parciais e tônico-clônicas generalizadas; neuralgia do trigêmio; transtorno bipolar, desintoxicação em alcoolismo. Usado no tratamento da Epilepsia; Programa de Saúde Mental Dosagem:

Crianças:

< de 6 anos: 10 a 20 mg/kg/dia, VO, de 6/6, 8/8 ou 12/12 h. Dose máxima diária de 35 mg/kg.

> de 6 anos: Dose inicial de 100 mg, VO, de 12/12 h (comprimidos), ou 50 mg, VO, de 6/6 h (suspensão); aumentar 100 mg/dia a cada semana, até obter resposta clínica efetiva.

Dose de manutenção de 400 a 800 mg/dia. Dose máxima diária de 1.000 mg. Adolescentes e adultos: 200 mg, VO, 2 vezes ao dia (comprimidos), ou 100 mg, VO, 4 vezes ao dia (suspensão). Aumento gradativo de 200 mg/dia semanalmente até resposta clínica efetiva.

A

dose de manutenção é de 800 a 1.000 mg/dia. Dose máxima diária de 1.200 mg.

8

- ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada. Receita Azul.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

4. ALERTAS

Precauções: Disfunção hepática ou renal; risco de convulsão rebote; idosos; crise de

ausência atípica; pressão intra-ocular elevada; transtorno mental latente; antecedentes de lesão cardíaca, hematotoxicidade ou reações de hipersensibilidade induzida por fármacos. Solicitar hemograma completo antes da prescrição. Avaliar função hepática, colesterol e natremia eventual. Retirar a medicação gradativamente. Interromper o uso se ocorrer reação alérgica. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou à imipramina, bloqueio AV, doenças hematológicas, insuficiência hepática ou doença hepática ativa, uso concomitante com IMAO. Efeitos adversos: Bradicardia, alterações do ECG, diarreia, epigastralgia, náusea, vômito, dor abdominal, hepatotoxicidade; prostatismo; ataxia, diplopia, tontura, sonolência; prurido, rash cutâneo, fotossensibilidade, dermatite esfoliativa; agranulocitose, anemia aplástica, leucocitose, eosinofilia, leucopenia, plaquetopenia e pancitopenia; hipotireoidismo, síndrome de secreção inadequada de ADH, alopécia, síndrome de Stevens-Johnson; nistagmo, tremores finos, disartria; aumento do apetite e ganho de peso, hiponatremia, hipercolesterolemia. indutor enzimático; Interações: Anticoagulantes cumarínicos ou derivados indandiônicos, anticonvulsivantes, barbituratos, hidantoínas, succinimida, clonazepam, primidona, ácido valproico, haloperidol, primozida, loxapina, maprotilina, molindona, fenotiazinas, tioxantenos, cimetidina, claritromicina, contraceptivo oral contendo estrogênio, estrogênio, quinidina, corticosteroides, diltiazem, verapamil, eritromicina, isoniazida, IMAO, propoxifeno, risperidona. Gravidez: Categoria D. Avaliar risco/benefício. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso seguro. Via de excreção principal: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Guardar em local seco pois a umidade reduz a atividade do fármaco em 30%. Administrar os comprimidos com alimentos. No caso da suspensão, não ingerir com outros

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

medicamentos líquidos ou diluentes. Não interromper o uso abruptamente. 7.Assistência de Enfermagem

1.

Na anamnese e Exame Físico , estar atento as informações do paciente que tem as seguintes patologias, ou mesmo de grupo de risco : Disfunção hepática ou renal; risco de convulsão rebote; idosos; crise de ausência atípica; pressão intra- ocular elevada; transtorno mental latente; antecedentes de lesão cardíaca, hematotoxicidade ou reações de hipersensibilidade induzida por fármacos. Solicitar hemograma completo antes da prescrição.

2.

Avaliar função hepática, colesterol e natremia eventual. Retirar a medicação gradativamente. Interromper o uso se ocorrer reação alérgica, ou estão fazendo uso de determinados medicamentos por sua interação com os seguintes fármacos:

Anticoagulantes cumarínicos ou derivados indandiônicos, anticonvulsivantes, barbituratos, hidantoínas, succinimida, clonazepam, primidona, ácido valproico, haloperidol, primozida, loxapina, maprotilina, molindona, fenotiazinas, tioxantenos, cimetidina, claritromicina, contraceptivo oral contendo estrogênio, estrogênio, quinidina, corticosteroides, diltiazem, verapamil, eritromicina, isoniazida, IMAO, propoxifeno, risperidona.

3.

Administrar os comprimidos com alimentos. No caso de por algum motivo houver

suspensão, não ingerir com outros medicamentos líquidos ou diluentes. Não interromper o uso abruptamente. Deve ser feito uma avaliação para o médico decidir o que é melhor para o paciente;

4.

No caso de gestação : Avaliar risco/benefício;

5.

Na amamentação : é excretado no leite , porém em pequena quantidade, não havendo porque suspender a amamentação.

CEFALEXINA 1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO Nome: Cefalexina DCB: Cefalexina Apresentação: Comprimidos 500 mg

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

2. CLASSE TERAPÊUTICA: Antimicrobiano cefalosporínico

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Infecções bacterianas causadas por micro-organismos sensíveis ao fármaco.

Usos terapêuticos: Gestantes com infecção geniturinária causada por micro-organismos resistentes à ampicilina. Dosagem: 500 mg, VO, de 6/6 h, durante 7 a 10 dias. Obs.: Para o tratamento das infecções causadas por estreptococos beta-hemolíticos, a duração do tratamento é de no mínimo 10 dias. Ajuste de dose: Disfunção renal.

5. ALERTAS

Precauções: Hipersensibilidade às penicilinas, colite pseudomembranosa. Contra-indicações: História de hipersensibilidade à cefalexina ou cefalosporinas.

Efeitos adversos: Neutropenia, eosinofilia, diplopia, cefaleia, convulsão, psicose, náusea, vômito, diarreia, desconforto abdominal, colite pseudomembranosa, candidíase genital, elevação das enzimas hepáticas, rash cutâneo, urticária, dermatite, síndrome de Stevens- Johnson, necrólise epidérmica tóxica, reações de hipersensibilidade incluindo hipertermia. Interações: Aminoglicosídeos, colestiramina. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso seguro. Via de excreção principal: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico. 7-Assistência de Enfermagem 1. A enfermagem deve estar atenta a casos de pacientes com reações de hipersensibilidade, como erupções cutâneas maculopapulares, prurido, febre, artralgia, anafilaxia, síndrome de Stevens-Johnson. Nefrite intersticial transitória. Hiperatividade, nervosismo, distúrbios do sono, confusão, hipertonia e tonturas. Anorexia, náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, flatulência e dispepsia. Candidíase vaginal, intestinal e oral. Cefaleia. Alterações de transaminases,

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

icterícia transitória. 2. Deve o paciente ser acompanhado de exames laboratoriais de sangue pois pode

apresentar: Alterações hematológicas (trombocitopenia, neutropenia, leucocitose, agranulocitose, eosinofilia, anemia hemolítica e anemia aplástica).

3. Utilizar no preparo do medicamento a ser administrado as cinco certezas

CETOCONAZOL

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Cetoconazol DCB: Cetoconazol

Apresentação: Comprimidos 200 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA: Antifúngico

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Tratamento de candidíase oral, esofagiana, cutânea e vulvovaginal, dermatofitose, onicomicose, pitiríase versicolor, histoplasmose, esporotricose, paracoccidioidomicose; Usado no tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Dosagem: 200 a 800 mg/dia, VO, por um período mínimo de 10 dias. Ajuste de dose: Insuficiência hepática.

4. ALERTAS

Precauções: Insuficiência hepática; precipitação de insuficiência adrenal; na presença de acloridia. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Náusea, vômito, dor abdominal, cefaleia, rash cutâneo, urticária, prurido, angioedema, trombocitopenia, parestesia, fotofobia, tontura, alopécia, ginecomastia, oligospermia, hepatotoxicidade severa. Interações: Antiácidos, anti-ulcerosos, alprazolam, anticoagulantes cumarínicos, astemizol, bloqueadores de canais de cálcio, budesonida, cálcio, carbamazepina, cisaprida, ciclosporina, delavirdina, estatinas hipolipidemiantes, fentanila, fitofármacos hepatotóxicos, indinavir, isoniazida, levometadil, metilprednisolona, nevirapina, pimozida,

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

prednisolona, prednisona, quetiapina, quinidina, rifabutina, rifampina, ritonavir, sirolimus,

sildenafil, tacrolimus, tolbutamida, tretionina, triazolam, trimetrexato, varfarina, zolpidem. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido; uso inseguro. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Biliar.

5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Evitar uso concomitante de antiácidos para não prejudicar a absorção. Administrar com 240 mL de suco de laranja ou refrigerante.

6-Assistência de Enfermagem 1. Observar os efeitos colaterais que podem ser: Náusea, vômito, dor abdominal,

cefaleia, rash cutâneo, urticária, prurido, angioedema,parestesia, fotofobia, tontura, alopécia, ginecomastia, oligospermia, hepatotoxicidade severa;

2. Acompanhar exames de sangue , pois podem ter achados com trombocitopenia;

3. Avaliar outros medicamentos que o paciente faz uso , devido ao risco de interação com: Antiácidos, anti-ulcerosos, alprazolam, anticoagulantes cumarínicos, astemizol, bloqueadores de canais de cálcio, budesonida, cálcio, carbamazepina, cisaprida, ciclosporina, delavirdina, estatinas hipolipidemiantes, fentanila, fitofármacos hepatotóxicos, indinavir, isoniazida, levometadil, metilprednisolona, nevirapina, pimozida, prednisolona, prednisona, quetiapina, quinidina, rifabutina, rifampina, ritonavir, sirolimus, sildenafil, tacrolimus, tolbutamida, tretionina, triazolam, trimetrexato, varfarina, zolpidem.

4. Estar atento as cinco certezas e hipersensibilidade a fórmula;

5. avaliar sinais vitais.

9 CICLOPENTOLATO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Ciclopentolato DCB: Cloridrato de Ciclopentolato

9 - . ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada- receita Azul.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Apresentação: Solução oftálmica 1%

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Parassimpatolítico

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Indução de midríase e cicloplegia em diagnósticos e condições pré e

pós-operatórias, tratamento da uveíte, profilaxia de sinéquias posteriores. Utilizado no Programa Visão Saudável Dosagem:

Crianças menores de 2 anos: Uma gota, em cada olho, de solução 0,5% (diluir 1:1). Crianças maiores de 2 anos e adultos: Uma gota, em cada olho; repetir após 5 a 10 minutos, se necessário.

4. ALERTAS

Precauções: Fotossensibilidade e visão borrada após o procedimento, comprometendo a acuidade visual. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou outras drogas anticolinérgicas, Miastenia gravis, glaucoma de ângulo estreito, paralisia espástica em crianças, pressão intra-ocular elevada, lesão cerebral ou Síndrome de Down.

Efeitos adversos: Vasodilatação, taquicardia, visão borrada, aumento da pressão intra- ocular, irritação local, dermatite, eritema, ataxia, distúrbios do comportamento, psicose, alucinação, hipertermia, cansaço, astenia, alteração da fala, dispepsia, boca seca, sonolência. Interações: Hioscina, atropina, escopolamina, cisaprida, procainamida, carbacol, pilocarpina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Não dirigir após o procedimento.

7-Assistência de Enfermagem

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

1. A enfermagem deve observar as cinco certezas e estar atenta a diluição conforme grupo etário: Crianças menores de 2 anos: Uma gota, em cada olho, de solução 0,5% (diluir 1:1). Crianças maiores de 2 anos e adultos: Uma gota, em cada olho; repetir após 5 a 10 minutos, se necessário.

2. Informar gravidez e Lactação;

3. Estar atento, as queixas dos pacientes sobre os efeitos adversos: Efeitos adversos:

Vasodilatação, taquicardia, visão borrada, aumento da pressão intra-ocular, irritação local, dermatite, eritema, ataxia, distúrbios do comportamento, psicose, alucinação, hipertermia, cansaço, astenia, alteração da fala, dispepsia, boca seca, sonolência;

4. Observar TPR e P.A.

CIMETIDINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Cimetidina DCB: Cimetidina

Apresentação: Comprimidos 200 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA Antiulceroso bloqueador anti-histamínico H2

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Ulceração gástrica ou duodenal benigna, esofagite de refluxo, síndrome de Zollinger- Ellison, hiperacidez gástrica. Dosagem:

Ulceração gástrica ou duodenal benigna: 800 mg/dia, VO, ao deitar, ou 400 mg, VO, de 12/12 h. O período de tratamento varia de 4 semanas, nas úlceras duodenais, 6 semanas, nas úlceras gástricas, a 8 semanas, nas úlceras induzidas por AINEs. Doses de 400 mg, VO, de 6/6 h, podem ser necessárias nas úlceras por estresse. A dose de manutenção é de 800 mg, em dose única ao deitar, ou 400 mg de 12/12 h.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Dose máxima diária de 2.400 mg. Esofagite de refluxo: 400 mg, VO, de 6/6 h ou 800 mg, de 12/12 horas, durante 4 a 8 semanas. Síndrome de Zollinger-Ellison: 400 mg, VO, de 6/6h. Ajuste de dose: Insuficiência renal, idoso. 4. ALERTAS Precauções: Insuficiência hepática ou renal, insuficiência cardíaca (altas doses). Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco. Efeitos adversos: Distúrbio gastrintestinal, alteração das provas de função hepática, cefaleia, tontura, rash cutâneo, cansaço, confusão mental em idosos, bradicardia, bloqueio atrioventricular, agranulocitose, trombocitopenia, impotência, ginecomastia, reações de hipersensibilidade incluindo hipertermia e artralgia. Interações: Alprazolam, antidepressivos tricíclicos, antifúngicos azólicos, azelastina, bloqueadores de canais de cálcio, carbamazepina, carmustina, caverdilol, cloroquina, clomipramina, clozapina, ciclosporina, delavirdina, digitoxina, dofetilida, epirrubicina, fenindiona, fenitoína, fosfenitoína, labetalol, levometadil, lidocaína, meperidina, metformina, metoprolol, midazolam, moclobemida, morfina, nevirapina, pentoxifilina, pramipexol, procainamida, propranolol, quinidina, sertralina, sirolimus, sulfoniuréias, tacrolimus, tansulozina, teofilina, timolol, tocainida, tolazolina, tolbutamida, tretinoína, trimetrexato, tubocurarina, varfarina, zalcitabina, zaleplona, zolmatriptano. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação. Via de excreção principal: Renal.

5-Assistência de Enfermagem:

1. Informar gravidez e lactação;

2. Verificar as cinco certezas na ministrção do medicamento;

3. Observar reações de hipersensibilidade e efeitos colaterais descritos, além doas interações com outras drogas;

4. Verificar sinais vitais.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

CIPROFLOXACINO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Ciprofloxacino

DCB: Cloridrato de Ciprofloxacino Apresentação: Comprimidos 500 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antimicrobiano fluoroquinolínico

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Gastroenterites incluindo cólera, shigelose, diarreia dos viajantes,

campylobacter e salmonelose; tifoide; gonorreia; cancroide; doença dos legionários;

meningite incluindo profilaxia de meningite meningocócica; infecções do trato respiratório por pseudomonas na fibrose cística; infecções do trato geniturinário; infecções ósseas e articulares; septicemia; infecções dermatológicas; profilaxia em cirurgia. Usado nos tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS. Dosagem:

Menores de 18 anos: Uso contra-indicado. Maiores de 18 anos:

Infecções devidas a micro-organismos sensíveis: 250 a 750 mg, VO, de 12/12 h. Gonorreia, cancroide, shigelose ou cólera: 500 mg, VO, em dose única. Infecção respiratória por pseudomonas na fibrose cística: 750 mg, VO, de 12/12 h. Profilaxia de meningite meningocócica: 500 mg, VO, em dose única. Ajuste de dose: Insuficiência renal, idosos, diálise.

4. ALERTAS

Precauções: Litíase, elevação da pressão intracraniana, convulsão. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou às fluoroquinolonas; menores de 18 anos (risco de artropatias). Efeitos adversos: Náusea, vômito, dispepsia, dor abdominal, diarreia, colite medicamentosa, icterícia, hepatite, alteração das enzimas hepáticas; cefaleia, tontura, alteração sensorial, distúrbios do sono, tremor, sonolência, cansaço, depressão, confusão mental, alucinação, convulsão, parestesia; rash cutâneo, síndrome de Stevens-Johnson,

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

necrólise epidérmica tóxica, prurido, fotossensibilidade, hipertermia, urticária, angioedema, artralgia, mialgia, tendinite, anafilaxia, anorexia, insuficiência renal, nefrite, cristalúria, discrasia sanguínea, vasculite, taquicardia. Interações: Aminofilina, antiácidos, AINEs, ciclosporina, didanosina, fenitoína, fosfenitoína, gliburida, olanzapina, probenecida, riluzol, ropinirol, sais de ferro, sais de zinco, sucralfato, teicoplanina, teofilina, varfarina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; uso não recomendado. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal e fecal. 5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico.

6.Assistência de Enfermagem

1. Atentar se o paciente não encontra nas seguintes condições : Gravidez: o médico fará uma avaliação, na Lactação: Excretado no leite materno; uso não recomendado. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. 2. Observar efeitos colaterais tais como: Náusea, vômito, dispepsia, dor

abdominal, diarreia, colite medicamentosa, icterícia, hepatite, alteração das enzimas hepáticas; cefaleia, tontura, alteração sensorial, distúrbios do sono, tremor, sonolência, cansaço, depressão, confusão mental, alucinação, convulsão, parestesia; rash cutâneo, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, prurido, fotossensibilidade, hipertermia, urticária, angioedema, artralgia, mialgia, tendinite, anafilaxia, anorexia, insuficiência renal, nefrite, cristalúria, discrasia sanguínea, vasculite, taquicardia.

3. Utilizar sempre as cinco certezas na administração do medicamento e sinais vitais, há uma tendência de taquicardia ao uso desta droga;

4. Pedir informações para os pacientes quanto ao uso de algumas drogas que podem provocar interação medicamentosa, tais como: Interações: Aminofilina, antiácidos,

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

AINEs, ciclosporina, didanosina, fenitoína, fosfenitoína, gliburida, olanzapina, probenecida, riluzol, ropinirol, sais de ferro, sais de zinco, sucralfato, teicoplanina, teofilina, varfarina.

CLARITROMICINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Claritromicina DCB: Claritromicina

Apresentação: Comprimidos 500 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antimicrobiano macrolídeo

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Infecções respiratórias, de pele e tecidos moles, erradicação do Helicobacter pylori, tratamento e prevenção de infecções oportunistas da AIDS como as causadas pelo Mycobacterium avium complex (MAC), incluindo a micobacteriose atípica (Mycobacterium avium-intracellulare – MAI). Usado no tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Usos terapêuticos: Tratamento e prevenção de infecções oportunistas da AIDS. Dosagem:

Crianças:

< de 6 meses: Segurança não estabelecida. > de 6 meses:

Infecções em geral: 15 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h, durante um período máximo de 10 dias. MAI – HIV:

Profilaxia: 15 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h. Tratamento: 15 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h associado ao etambutol 15 a 20 mg/kg/dia, VO, e à azitromicina 20 mgKg/dia, VO, de 12/12 h. Adultos:

Infecções em geral: 500 a 1.000 mg/dia, VO, de 12/12 h, de acordo com a gravidade da

FARMACOLOGIA BÁSICA II
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infecção, durante 7 a 14 dias. MAC – HIV:

Profilaxia: 1.000 mg/dia, VO, de 12/12 h.

Tratamento: 1.000 mg/dia, VO, de 12/12 h associado ao etambutol 15 mg/kg/dia, VO, ou à rifabutina 300 mg/dia, VO. Ajuste de dose: Insuficiência renal.

5. ALERTAS

Precauções: Insuficiência renal severa. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou aos macrolídios, doença cardíaca pré-existente, desequilíbrio hidro-eletrolítico. Efeitos adversos: Eosinofilia, trombocitopenia, arritmia, cefaleia, náusea, vômito, diarreia, alteração de paladar, dispepsia, dor abdominal, colite pseudomembranosa, disfunção renal idiopática, hematúria e proteinúria, hepatite colestática, insuficiência hepática, síndrome de Stevens-Johnson, reações de hipersensibilidade incluindo rash cutâneo, urticária e anafilaxia. Interações: Acenocumarol, ácido valpróico, alcalóides do ergot, alfentanila, alprazolam, astemizol, carbamazepina, cisaprida, ciclosporina, delavirdina, diazepam, digoxina,

disopiramida, dofetilida, efavirenz, fenitoína, fentanila, fluoxetina, hexobarbital, imatinib, itraconazol, lovastatina, metilprednisolona, midazolam, pimozida, prednisona, rifabutina, ritonavir, sinvastatina, sirolimus, tacrolimus, teofilina, tolterodina, triazolam, verapamil, varfarina, zidovudina (azidotimidina). Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico. 7-Assistência de enfermagem

1. Preparação do medicamento usando as cinco certezas;

2. Informar gravidez e lactação;

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

3. Estar atento as interações medicamentosas tais com as drogas: Acenocumarol, ácido valproico, alcaloides do ergot, alfentanila, alprazolam, astemizol, carbamazepina, cisaprida, ciclosporina, delavirdina, diazepam, digoxina, disopiramida, dofetilida, efavirenz, fenitoína, fentanila, fluoxetina, hexobarbital, imatinibe, itraconazol, lovastatina, metilprednisolona, midazolam, pimozida, prednisona, rifabutina, ritonavir, sinvastatina, sirolimus, tacrolimus, teofilina, tolterodina, triazolam, verapamil,varfarina, zidovudina (azidotimidina).

4. Estar atento a efeitos adversos: Eosinofilia, trombocitopenia, arritmia, cefaleia, náusea, vômito, diarreia, alteração de paladar, dispepsia, dor abdominal, colite pseudomembranosa, disfunção renal idiopática, hematúria e proteinúria, hepatite colestática, insuficiência hepática, síndrome de Stevens-Johnson, reações de hipersensibilidade incluindo rash cutâneo, urticária e anafilaxia.

5. Avaliação rigorosa de sinais vitais e controle hidro-eletrolítico.

CLINDAMICINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Clindamicina DCB: Cloridrato de Clindamicina

Apresentação: Comprimidos 300 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antimicrobiano lincosamida.

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Infecções ósseas ou articulares causadas por estafilococos, peritonite, profilaxia da endocardite em pacientes alérgicos às penicilinas, encefalite toxoplásmica em pacientes alérgicos às sulfas. Usado no tratamento das Infecções Oportunistas da AIDS Dosagem:

Crianças:

Encefalite por Toxoplasma: 40 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h, associado à pirimetamina 2 mg/kg/dia, VO, de 12/12 h, durante 3 dias e 1 mg/kg/dia posteriormente, e ao ácido folínico 5 a 10 mg, VO, 1 vez ao dia, durante 30 a 40 dias.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Adultos:

Encefalite por Toxoplasma: 300 a 450 mg, VO, de 6/6 h, associado à pirimetamina 75

mg/dia, VO, e ao ácido folínico 15 mg/dia, VO, de 12/12 h, durante 6 semanas. Pneumonia por Pneumocystis jiroveci (exceto casos muito graves): 300 a 450 mg, VO, de 6/6 h, associado à primaquina 15 mg/dia, VO, durante 21 dias. Ajuste de dose: Insuficiência hepática.

4. ALERTAS

Precauções: Descontinuar o tratamento na ocorrência de diarreia ou colite, monitorar níveis das funções hepática e renal. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou à lincomicina. Efeitos adversos: Diarreia, náusea, vômito, desconforto abdominal, colite

pseudomembranosa, rash cutâneo, urticária, anafilaxia, eritema multiforme, dermatite exfoliativa e vesículo-bolhosa, icterícia, alteração das provas de função hepática, neutropenia, eosinofilia, agranulocitose, trombocitopenia. Interações: Ciclosporina, caolim, relaxantes musculares curarizantes, tioridazina. Gravidez: Categoria B. Lactação: Excretado no leite materno; uso controverso; compatível com a amamentação. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal.

5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Não descontinuar o tratamento antes do período determinado pelo médico. 6-Assistência de Enfermagem

1.

O tratamento na ocorrência de diarreia ou colite, monitorar níveis das funções hepática e renal, deve ser descontinuado;

2.

Fazer acompanhamento de exames laboratoriais;

3.

Acompanhar sinais vitais;

4.

Observar interações medicamentosas e reações colaterais, tais como: Diarreia, náusea, vômito, desconforto abdominal, colite pseudomembranosa, rash cutâneo,

5.

urticária, anafilaxia, eritema multiforme, dermatite exfoliativa e vesículo-bolhosa, icterícia, alteração das provas de função hepática, neutropenia, eosinofilia,

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

agranulocitose, trombocitopenia;

6. Prepara o medicamento e aplicar observando o principio das cinco certezas.

CLOMIPRAMINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Clomipramina

DCB: Cloridrato de Clomipramina Apresentação: Drágeas 10 mg e 25 mg; Comprimidos de liberação lenta 75 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antidepressivo tricíclico

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Estados de fobia e obsessão associados ao TOC, síndrome do pânico, depressões moderadas e graves. Usado no Programa de Saúde Mental Usos terapêuticos: Estados de fobia e obsessão associadas ao TOC; síndrome do pânico. Dosagem:

Crianças:

< de 10 anos: Uso não recomendado. > de 10 anos e adultos: Dose inicial de 25 mg/dia, VO; aumentar 25 mg/dia, a cada 2 ou 3 dias, até atingir a dose terapêutica de 50 a 100 mg/dia. A retirada deve ser lenta, reduzindo a dose diária cerca de 25 mg/mês. Dose máxima diária de 200 mg (3 mg/kg) para crianças e de 300 mg para adultos. Ajuste de dose: Idoso.

5. ALERTAS

Precauções: Cardiopatia, epilepsia, idoso, insuficiência hepática, doenças da tireoide, feocromocitoma, transtorno bipolar, risco de suicídio, glaucoma de ângulo estreito,

retenção urinária, terapia eletroconvulsiva concomitante, anestesia, evitar retirada abrupta.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Contra-indicações: Infarto do miocárdio recente, arritmia, fase maníaca do transtorno bipolar, doença hepática severa, porfiria, crianças menores de 10 anos. Efeitos adversos: Sedação, boca seca, visão borrada, aumento da pressão intra-ocular, constipação, náusea, retenção urinária, alterações do ECG, arritmia, hipotensão postural, taquicardia, síncope, sudorese, tremor, reações dermatológicas de hipersensibilidade e fotossensibilidade, distúrbios de comportamento, hipomania ou mania, confusão, disfunção sexual, alterações de glicemia, aumento de apetite, ganho ou perda de peso, aumento testicular, ginecomastia, galactorréia, convulsão (risco maior em crianças), distúrbios de movimento, febre, agranulocitose, leucopenia, eosinofilia, púrpura, trombocitopenia, hiponatremia, alteração das provas de função hepática. Interações: Ácido valproico, amprenavir, anfetaminas, anticoagulantes cumarínicos,

bepridil, betanidina, carbamazepina, cimetidina, cisaprida, clonidina, difenidramina, dofetilida, droperidol, enalapril, esparfloxacino, estrogênios, etanol, Hypericum perforatum, fenindiona, fenitoína, fosfenitoína, gatifloxacino, grepafloxacino, guanadrel, halofantrina, ibutilida, ioimbina, isocarboxazida, ISRS, IMAO, modafinila, moxifloxacino, nefopam, olanzapina, oxibutinina, propafenona, quinidina, ritonavir, Sadenosilmetionina (same), salmeterol, simpatomiméticos de ação direta, sotalol, tramadol. Gravidez: Categoria C. Lactação: Excretado no leite materno; compatível com a amamentação; uso controverso. Via de excreção principal: Renal.

5. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Não interromper abruptamente a medicação. Cuidado ao executar atividades que exijam

operar máquinas.

7-Assistência de Enfermagem

1. Observar rigorosamente as cinco certezas;

2. Instruir família e paciente a informar casos de efeitos colaterais e hipersensibilidade a fórmula; vide acima

3. Informar gestação e Lactação;

4. Avaliar Sinais Vitais.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

CLORETO DE POTÁSSIO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Cloreto de Potássio

DCB: Cloreto de Potássio

Apresentação: Injetável 19,1% - ampolas 10 mL – aproximadamente 2,5 mEq/mL

2. CLASSE TERAPÊUTICA: Eletrólito

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Profilaxia e tratamento da hipopotassemia, reposição eletrolítica.

Dosagem:

Recém-nascidos: 0,5 a 1 mEq/kg, IV, diluído e administrado em 1 hora (na

hipopotassemia sintomática aguda). Soluções com no máximo 30 mEq/l. Crianças: 2 a 3 mEq/kg/dia. Solução com 20 a 40 mEq/l; taxa de infusão média de 0,3 a 0,5 mEq/kg/ hora, com monitoramento cardíaco. Adultos: 40 a 80 mEq/dia. Solução com 20 a 40 mEq/l; taxa de infusão média de 10 a 20 mEq/hora. Ajuste de dose: Disfunção renal. Uso Interno na Unidade de Saúde 24 horas

4. ALERTAS

Precauções: Sempre diluir e administrar lentamente para evitar hipercalemia. Acidose metabólica com oligúria, bloqueio cardíaco, desidratação aguda, diarreia, doença de Addison, hipoadrenalismo, insuficiência renal crônica, miotonia congênita, alteração da motilidade gastrintestinal, obstrução gastrintestinal, paralisia periódica familiar, sensibilidade ao potássio. Contra-indicações: Hipercalemia, insuficiência renal com oligúria, anúria ou azotemia, doença de Addison, adinamia, desidratação aguda. Efeitos adversos: Hipercalemia, hemorragia, obstrução ou perfuração gastrintestinal, diarreia, náusea, vômito, desconforto abdominal, exantema, arritmia cardíaca, paralisia respiratória, hipotensão. Interações: Diuréticos poupadores de potássio, IECA, indometacina.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Gravidez: Categoria C. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

5.Assistência de Enfermagem:

1. Observar rigorosamente as cinco certezas;

2. Instruir família e paciente a informar casos de efeitos colaterais que são :

Hipercalemia, hemorragia, obstrução ou perfuração gastrintestinal, diarreia, náusea, vômito, desconforto abdominal, exantema, arritmia cardíaca, paralisia respiratória, hipotensão e hipersensibilidade a fórmula;

3. Informar gestação e Lactação;

4. Avaliar Sinais Vitais.

5. Acompanhar exames laboratoriais;

6. Durante a preparação obs. As cinco certezas e sempre diluir e administrar lentamente para evitar hipercalemia.

CLORETO DE SÓDIO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Cloreto de Sódio

DCB: Cloreto de Sódio

Apresentação: Injetável 20% – ampolas 10 mL – 3,42 mEq/mL

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Eletrólito

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Regulação da osmolaridade e do equilíbrio ácido-básico, hiponatremia, como base para preparação de soluções intravenosas adaptadas às necessidades do paciente. Dosagem:

Recém-nascidos e crianças até 12 anos: 2 a 4 mEq/kg/dia, IV. A dose deve ser individualizada de acordo com a necessidade do paciente.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Adolescentes e adultos: A dose deve ser individualizada de acordo com a necessidade do paciente.

4. ALERTAS

Precauções: Insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência circulatória, disfunção renal,

cirrose, hipervolemia, hipoproteinemia, obstrução do trato urinário, uso concomitante de medicamentos que causam retenção de sódio. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, hipernatremia, retenção fluídica, Efeitos adversos: Trombose, flebite, febre, hipernatremia, edema. Interações: Corticosteroides, soluções contendo dexorrubicina, etopocida, vincristina e manitol (precipitam o cloreto de sódio). Gravidez: Categoria A; abortivo no segundo trimestre de gravidez. Lactação: Inseguro. Via de excreção principal: Renal. 5-Assistência de Enfermagem

1. Acompanhamento de sinais vitais;

2. Controle hídrico;

3. Observar efeitos colaterais e hipersensibilidade;

4. Informar gestação é abortivo no segundo semestre da gravidez

CLORPROMAZINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Clorpromazina DCB: Cloridrato de Clorpromazina

Apresentação: Solução oral 4 mg/mL; Comprimidos 25 mg e 100 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antipsicótico fenotiazínico; neuroléptico

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos, mania, agitação psicomotora, comportamento violento, adjunto na ansiedade severa.

Usado no Programa de Saúde Mental Dosagem:

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Crianças:

< de 6 meses: Uso contra-indicado. De 1 a 5 anos: 0,5 mg/kg/dose, VO, de 4/4 ou 6/6 h. Dose máxima diária de 40 mg. De 6 a 12 anos: 25 a 40 mg/dia, em doses fracionadas. Dose máxima diária de 75 mg. Adolescentes e adultos: Dose inicial de 25 mg, VO, de 8/8 h ou 75 mg, VO, em dose única à noite. Dose de manutenção de 100 a 300 mg/dia, VO, de acordo com a resposta clínica. Doses até 1.200 mg/ dia podem ser necessárias nas psicoses. Ajuste de dose: Idoso (um terço da dose), insuficiência hepática. 4. ALERTAS Precauções: Doença cardio e cerebrovascular, doença respiratória, parkinsonismo, epilepsia, infecção aguda, insuficiência renal ou hepática, história de icterícia, leucopenia, hipotireoidismo, Miastenia gravis, hipertrofia prostática, glaucoma de ângulo estreito. Evitar retirada abrupta. Contra-indicações: Crianças menores de 6 meses, estados de inconsciência, depressão de medula óssea, feocromocitoma. Efeitos adversos: Sintomas extrapiramidais, discinesia tardia irreversível, síndrome neuroléptica maligna, hipotermia, depressão, apatia, palidez, pesadelo, agitação, alterações do EEG, convulsão, congestão nasal, distúrbios menstruais, galactorreia, ginecomastia, impotência, ganho de peso, reações de hipersensibilidade, agranulocitose, leucopenia, leucocitose, anemia hemolítica, fotossensibilidade, dermatite de contato, rash cutâneo, icterícia, disfunção hepática, síndrome como lúpus eritematoso, opacidade da córnea, púrpura. Interações: Adrenalina, agonistas dopaminérgicos, anfetaminas, antiácidos, anticoagulantes cumarínicos, anticolinérgicos, beta bloqueadores, beladona, captopril, cisaprida, DHEA, diazóxido, dofetilida, droperidol, etanol, fenilalanina, fenitoína, fenmetrazina, fenobarbital, gatifloxacino, grepafloxacino, guanetidina, halofantrina, ibutilida, Piper methysticum (kava), levodopa, levofloxacino, levometadil, lítio, meperidina, metrizamida, moxifloxacino, noradrenalina, pimozida, porfimer, sotalol, esparfloxacino, tramadol, trazodona, varfarina, ziprasidona, zotepina.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Gravidez: Categoria C.

Lactação: Excretado no leite materno; efeito desconhecido sobre a criança; uso inseguro. Via de excreção principal: Renal.

5. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Evitar o contato direto no manejo dos comprimidos pelo risco de sensibilização. Administrar com alimento ou leite para reduzir irritação gástrica. Os comprimidos de clorpromazina não devem ser mastigados e as soluções devem ser manipuladas com o máximo de cuidado.

7. Assistência de Enfermagem

1. Acompanhamento de sinais vitais;

2. Controle hídrico;

3. Observar efeitos colaterais e hipersensibilidade;(vide acima)

4. Ao preparo observar as cinco certezas e Evitar o contato direto no manejo dos comprimidos pelo risco de sensibilização;

5. Acompanhar exames e sinais vitais.

CLORPROMAZINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Clorpromazina DCB: Cloridrato de Clorpromazina

Apresentação: Injetável – ampolas 5 mL – 5 mg/mL

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antipsicótico fenotiazínico; neuroléptico

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos

psicomotora, comportamento violento, adjunto na ansiedade severa; náusea e vômito; tétano; soluço intratável; porfiria aguda intermitente. Programa de Saúde Mental; Uso Interno na Unidade de Saúde Usos terapêuticos: Esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos, mania; segunda escolha para contenção química nos quadros psicóticos com agitação, comportamento violento;

Esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos, mania, agitação

terapêuticos:

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

adjunto na ansiedade severa. Dosagem:

Crianças:

< de 6 meses: Uso contra-indicado. > de 6 meses: 0,5 mg/kg, IM, de 6/6 ou 8/8 h. Dose máxima diária de 40 mg para crianças com peso até 25 Kg, e 75 mg para crianças com peso entre 25 e 50 Kg. Adolescentes e adultos: Dose inicial de 25 mg, IM. Dose adicional de 25 a 50 mg, IM, pode ser repetida após 1 hora, de acordo com a resposta clínica. Ajuste de dose: Idoso (um terço das doses para adultos), insuficiência hepática. 5. ALERTAS Precauções: Doença cardio e cerebrovascular, doença respiratória, parkinsonismo, epilepsia, infecção aguda, insuficiência renal ou hepática, história de icterícia, leucopenia, hipotireoidismo, Miastenia gravis, hipertrofia prostática, glaucoma de ângulo estreito. Evitar retirada abrupta. Contra-indicações: Crianças menores de 6 meses, estados de inconsciência, depressão de medula óssea, feocromocitoma. Efeitos adversos: Sintomas extrapiramidais, discinesia tardia irreversível, síndrome neuroléptica maligna, hipotermia, depressão, apatia, palidez, pesadelos, agitação, alterações do EEG, convulsão, congestão nasal, distúrbios menstruais, galactorreia, ginecomastia, impotência, ganho de peso, reações de hipersensibilidade, agranulocitose, leucopenia, leucocitose, anemia hemolítica, fotossensibilização, dermatite de contato com rash cutâneo, icterícia e alterações da função hepática, síndrome como lúpus eritematoso, opacidade da córnea, púrpuras dermatológica, de córnea e retina. Interações: Adrenalina, agonistas dopaminérgicos, anfetaminas, antiácidos, anticoagulantes cumarínicos, anticolinérgicos, beta bloqueadores, beladona, captopril, cisaprida, DHEA, diazóxido, dofetilida, droperidol, etanol, fenilalanina, fenitoína, fenmetrazina, fenobarbital, gatifloxacino, grepafloxacino, guanetidina, halofantrina, ibutilida, Piper methysticum (kava), levodopa, levofloxacino, levometadil, lítio, meperidina, metrizamida, moxifloxacino, noradrenalina, pimozida, porfimer, sotalol, esparfloxacino,

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

tramadol, trazodona, varfarina, ziprasidona, zotepina. Gravidez: Categoria C.

Lactação: Excretado no leite materno; efeito desconhecido sobre o lactente; uso inseguro. Via de excreção principal: Renal.

6. ASPECTOS LEGAIS Portaria 344/98 – Lista C1 – Receita Dupla Carbonada

7-Assistência de enfermagem

5.

Acompanhamento de sinais vitais;

6.

Controle hídrico;

7.

Observar efeitos colaterais e hipersensibilidade;

8.

Lactação Excretado no leite materno; efeito desconhecido sobre o lactente; uso inseguro;

9.

Evitar retirada abrupta;

10.

Estar atendo e anotar sinais de Contra-indicações: Crianças menores de 6 meses, estados de inconsciência, depressão de medula óssea, feocromocitoma. Efeitos adversos: Sintomas extrapiramidais, discinesia tardia irreversível, síndrome neuroléptica maligna, hipotermia, depressão, apatia, palidez, pesadelos, agitação, alterações do EEG, convulsão, congestão nasal, distúrbios menstruais, galactorreia, ginecomastia, impotência, ganho de peso, reações de hipersensibilidade, agranulocitose, leucopenia, leucocitose, anemia hemolítica, fotossensibilização, dermatite de contato com rash cutâneo, icterícia e alterações da função hepática, síndrome como lúpus eritematoso, opacidade da córnea, púrpuras dermatológica, de córnea e retina. Interações: Adrenalina, agonistas dopaminérgicos, anfetaminas, antiácidos, anticoagulantes cumarínicos, anticolinérgicos, beta bloqueadores, beladona, captopril, cisaprida, DHEA, diazóxido, dofetilida, droperidol, etanol, fenilalanina, fenitoína, fenmetrazina, fenobarbital, gatifloxacino, grepafloxacino, guanetidina, halofantrina, ibutilida, Piper methysticum (kava), levodopa, levofloxacino, levometadil, lítio, meperidina, metrizamida, moxifloxacino, noradrenalina, pimozida, porfimer, sotalol, esparfloxacino, tramadol, trazodona, varfarina, ziprasidona, zotepina.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

DAPSONA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Dapsona

DCB: Dapsona

Apresentação: Comprimidos 100 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Antimicrobiano sulfona; antimicobacteriano

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Hanseníase, hanseníase tuberculóide, dermatite herpetiforme, pneumonia por P. jiroveci, toxoplasmose. Tratamento da Hanseníase, das Infecções Oportunistas da AIDS e de Acidente Loxoscélico Dosagem:

Hanseníase – poliquimioterapia - vide Protocolo de Atenção à Hanseníase em Curitiba:

Crianças:

De 0 a 5 anos: 25 mg/dia, VO. De 6 a 14 anos: 50 a 100 mg/dia, VO. Adultos: 100 mg/dia, VO. Obs.: O período de tratamento é de 6 meses para a forma paucibacilar e 12 meses para a multibacilar. Infecções oportunistas da AIDS (vide manuais do Ministério da Saúde):

Crianças:

Pneumonia por Pneumocystis jiroveci:

Crianças maiores de 5 anos:

Profilaxia primária: 1 mg/kg/dia, VO. Profilaxia secundária contra recidivas: 2 mg/kg/dia, VO. Tratamento (como segunda opção): 1 mg/kg/dia, VO, 1 vez ao dia, associada à trimetoprima 20 mg/ kg/dia, VO, de 6/6 h, por 21 dias. Toxoplasmose: 2 mg/kg/dia, VO, uma vez ao dia, associado à pirimetamina 1 mg/kg/dia, VO, 1 vez ao dia, e ao ácido folínico 5 a 10 mg/dia, VO. Adultos:

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Pneumonia por Pneumocystis jiroveci:

Profilaxia primária e secundária: como monoterapia, 100 mg/dia, VO, 1 vez ao dia. Tratamento (mais eficaz em casos leves e moderados): 100 mg/dia, VO, associado à trimetoprima 20 mg/dia, VO, 4 vezes ao dia, durante 21 dias. Toxoplasmose: Uma dose diária de 50 mg, VO, associado a uma dose semanal de pirimetamina 50 mg, VO, e ao ácido folínico 15 mg, VO. Acidente loxoscélico (forma cutânea grave): 50 a 100 mg/dia, VO, durante 14 dias, associado à soroterapia. Ajuste de dose: Insuficiência renal; altas taxas de acetilação.

4. ALERTAS

Precauções: Anemia, deficiência de G6PD, porfiria. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco e às sulfonas. Efeitos adversos: Hemólise e meta-hemoglobinemia, dermatite esfoliativa, fotodermatite, necrólise epidérmica tópica e síndrome de Stevens-Johnson, náusea, vômito, dor abdominal, anorexia; hepatite, agranulocitose, síndrome dapsona-mononucleose, febre,

icterícia, eosinofilia; cefaleia, nervosismo, insônia, alucinação, visão borrada, parestesia, neuropatia periférica reversível, psicose; hematúria. Interações: Amprenavir, delavirdina, didanosina, probenecida, rifabutina, rifampina, saquinavir, trimetoprima- sulfametoxazol, zidovudina. Gravidez: Categoria C. Lactação: Inseguro, é excretado no leite materno. Mães com HIV/AIDS não devem amamentar. Via de excreção principal: Renal.

5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Administrar com alimento para reduzir irritação gástrica. 6-Assistência de Enfermagem:

1. estar atento a hipersensibilidade da droga e efeito adverso: Hemólise e meta- hemoglobinemia, dermatite esfoliativa, fotodermatite, necrólise epidérmica tópica e

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

síndrome de Stevens-Johnson, náusea, vômito, dor abdominal, anorexia; hepatite, agranulocitose, síndrome dapsona-mononucleose, febre, icterícia, eosinofilia; cefaleia, nervosismo, insônia, alucinação, visão borrada, parestesia, neuropatia periférica reversível, psicose; hematúria;

2. Acompanhar exames e sinais vitais;

3. Preparar a droga e aplicar-5 certezas.

DESLANOSIDO

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Deslanosido DCB: Deslanosido

Apresentação: Injetável - ampolas 2 mL - 0,2 mg/mL

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Glicosídeo cardíaco

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Insuficiência cardíaca congestiva, edema pulmonar de causa cardíaca,

fibrilação e flutter atrial, taquicardia paroxística supraventricular. Dosagem:

Recém-nascidos: Dose de ataque de 0,01 a 0,02 mg/kg/dia, IV, de 8/8 h. Crianças: Dose de ataque de 0,02 a 0,04 mg/kg/dia, IM ou IV, de 8/8 h. Dose de manutenção de 1/3 da dose de ataque, IV, de 12/12 h.

Adultos: 0,8 a 1,6 mg/dia, IM ou IV, de 12/12 ou 24/24 h. Dose máxima diária de 2 mg. Obs.: Início de efeito entre 5 a 30 minutos, pico de efeito em cerca de 2 a 6 horas. Ajuste de dose: Insuficiência renal, idoso, diálise. Uso Interno na Unidade de Saúde

4. ALERTAS

Precauções: Relacionadas com risco/benefício quando existem arritmias ventriculares, síndrome de Wolf – Parkinson – White, bloqueio AV, estenose subaórtica hipertrófica, pericardite constritiva, comprometimento da função renal ou hepática, níveis séricos de cálcio, potássio e magnésio, doença pulmonar grave, miocardite, gravidez, isquemia

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

miocárdica. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, fibrilação ventricular, taquicardia ventricular. Efeitos adversos: Perda do apetite, náusea, vômito, desconforto abdominal, diarréia, fraqueza, tontura, cefaleia, alteração visual, sonolência, confusão, depressão mental, ginecomastia, trombocitopenia, arritmia e óbito por intoxicação. Interações: Midodrina, succinilcolina, diuréticos tiazídicos, anfotericina B. Gravidez: Categoria C. Lactação: Não há informação específica sobre a excreção no leite; compatível com a amamentação; usar com cautela. Via de excreção principal: Renal.

6.Assistência de enfermagem:

1.

Informar gravidez e lactação;

2.

Observar uso de Midodrina, succinilcolina, diuréticos tiazídicos, anfotericina B.,

3.

devido a interações medicamentosas; Observar e notar efeitos adversos, tais como : Perda do apetite, náusea, vômito, desconforto abdominal, diarreia, fraqueza, tontura, cefaleia, alteração visual, sonolência, confusão, depressão mental, ginecomastia, trombocitopenia, arritmia e óbito por intoxicação.

4.

Acompanhamento de sinais vitais;

5.

Controle hídrico;

6.

Observar hipersensibilidade;

7.

Ao preparo observar as cinco certezas e Evitar o contato direto no manejo dos comprimidos pelo risco de sensibilização;

8.

Acompanhar exames e sinais vitais.

DEXAMETASONA 1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Nome: Dexametasona DCB: Fosfato Dissódico de Dexametasona

Apresentação: Injetável – ampolas 1 mL – 2 mg/mL

2. CLASSE TERAPÊUTICA: Anti-inflamatório esteroide

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Processos inflamatórios e anti-inflamatórios em geral, edema cerebral, imunossupressão, doenças neoplásicas, insuficiência adrenal.

Uso Interno na Unidade de Saúde Usos terapêuticos: Tratamento de emergência de processos alergo-inflamatórios em geral, edema cerebral e choque. Dosagem:

Crianças: A dose parenteral em crianças não é bem estabelecida. Dose usual: 0,08 a 0,3 mg/kg/dia, IV ou IM, fracionada em 2 a 4 administrações. Adulto:

Dose usual: 0,5 a 20 mg/dia, IM ou IV, 1 a 4 vezes ao dia. Reação alérgica aguda: 4 a 8 mg/dia, IM, em dose única. Edema cerebral: 10 mg, IV, seguido de 4 mg, IM, de 6/6 h, até remissão de sintomatologia.

4. ALERTAS

Precauções: Pode mascarar sintomas de infecções ou diminuir a imunidade; malária cerebral, amebíase latente, vacinações (em especial caxumba, pelo risco de inativação da vacina), infestação por estrongiloide, tuberculose, infarto recente do miocárdio, hipotireoidismo, cirrose hepática, afecções gastrintestinais. Na exposição à varicela e sarampo está indicada a profilaxia com imunoglobulinas. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, infecções fúngicas sistêmicas. Efeitos adversos: Leucopenia, contração ventricular prematura, bradicardia em crianças, hipertensão arterial, supressão adrenal, hiperglicemia, cetoacidose, coma hiperosmolar, hipopotassemia, porfiria, perfuração de úlcera gástrica e duodenal, soluço, prurido vulvar, elevação da pressão intra-ocular, glaucoma, predisposição à pneumonia por P. jiroveci, acne, dermatite, equimose, eritema, hirsutismo, exantema pustuloso, catabolismo

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

muscular em crianças, reações de hipersensibilidade, superinfecção. Interações: Talidomida, aldesleucina, donepezil, fenitoína, hormônio do crescimento, irinotecano, efedrina, fenobarbital, insulina, rifampina, saquinavir, bloqueadores neuromusculares (cumarínicos). Gravidez: Categoria C. Obs.: Quando administrado à gestante antes do parto, para prevenir a síndrome de dificuldade respiratória do recém-nascido, ocasiona déficit no desenvolvimento físico e motor, além de retardar o crescimento até o terceiro ano de vida da criança. Lactação: Desconhecido; uso inseguro. Via de excreção principal: Renal.

DEXAMETASONA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Dexametasona

DCB: Dexametasona

Apresentação: Creme dermatológico 0,1%

2. CLASSE TERAPÊUTICA Anti-inflamatório esteroide

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Dermatite alérgica atópica ou de contato, eczema, psoríase, dermatite

seborreica, líquen plano, lesão cutânea loxoscélica não infectada. Dosagem: Aplicar sobre a área afetada, 3 a 4 vezes ao dia. Curativos oclusivos podem ser utilizados nas condições dermatológicas mais severas. Ajuste de dose: Quantidades adequadas devem ser estabelecidas para pacientes

pediátricos, uma vez que estes apresentam maior susceptibilidade à absorção sistêmica.

4. ALERTAS

Precauções: Doenças virais; pode mascarar sinais de infecção ou diminuir a resistência local à mesma; suspender o uso em caso de irritação local. A aplicação nas mucosas geniturinárias e retal pode resultar em absorção sistêmica relativamente aumentada. Não aplicar nos olhos.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, idoso com lesão vascular periférica, lesão dermatológica por vírus, fungos e tuberculose. Não aplicar nos olhos. Efeitos adversos: Atrofia da pele, hipertricose, prurido, acne, foliculite, infecção secundária, pele seca, descoloração da pele, irritação local. Gravidez: Categoria C , de acordo com o índice de absorção sistêmica e período de exposição. Lactação: Desconhecido; uso inseguro.

5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Utilizar apenas durante o período prescrito; não repetir o tratamento sem reavaliação

médica.

DEXAMETASONA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Dexametasona DCB: Dexametasona

Apresentação: Elixir 0,1 mg/mL

2. CLASSE TERAPÊUTICA

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Anti-inflamatório, imunossupressor, hiperplasia adrenal congênita virilizante, edema de vias respiratórias. Usos terapêuticos: Laringite. Dosagem: 0,1 mg/kg/dose, VO, de 6/6 h, por até 4 dias.

4. ALERTAS

Precauções: Pode mascarar sintomas de infecção ou diminuir a imunidade; amebíase latente, vacinações (em especial caxumba, pelo risco de inativação da vacina), infestação por estrongiloide, tuberculose, hipotireoidismo, cirrose hepática, afecções gastrintestinais. Na exposição à varicela e sarampo está indicada a profilaxia com imunoglobulina. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, infecção viral (varicela e sarampo), infecção fúngica sistêmica. Efeitos adversos: Leucopenia, contração ventricular prematura, bradicardia, supressão

Anti-inflamatório esteroide

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

adrenal, porfiria, prurido vulvar, elevação de pressão intra-ocular, glaucoma, predisposição à pneumonia por P. jiroveci, dermatite, equimose, eritema, exantema pustuloso, catabolismo muscular, reações de hipersensibilidade, superinfecção. Interações: Albendazol, aldesleucina, aminoglutetimida, amprenavir, aspirina, bloqueadores neuromusculares não-despolarizantes, carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, fluoroquinolonas, fosfenitoína, hormônio do crescimento, indinavir,

irinotecano, primidona, rifabutina, rifampina, ritonavir, vacina contra rotavírus, saquinavir, talidomida, vacina de vírus atenuados. Via de excreção principal: Renal.

5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Utilizar apenas durante o período prescrito. Não repetir o tratamento sem reavaliação médica. 6.Assistência de Enfermagem

1. Estar atento a alerta, precauções e efeitos colaterais e hipersensibilidade;

2. Observar as cinco certezas no preparo e aplicação;

3. Acompanhamento de exames laboratoriais;

4. Verificação de TPR e P.A.

DEXAMETASONA + CLORANFENICOL

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Dexametasona + Cloranfenicol

DCB: Dexametasona + Cloranfenicol

Apresentação: Pomada oftálmica – Dexametasona 0,5 mg/g + Cloranfenicol 5 mg/g

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Anti-inflamatório esteroide; antimicrobiano

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Infecção e inflamação intra-ocular.

Dosagem: Uma pequena quantidade de pomada no fundo do saco conjuntival, 4 vezes ao dia.

4. ALERTAS

Precauções: Evitar o uso prolongado. Contra-indicações: Hipersensibilidade aos fármacos, crianças, idosos, herpes epitelial,

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

infecção viral aguda na conjuntiva ou na córnea, infecção ocular fúngica, infecção micobacteriana, uso de lentes de contato, catarata, Diabetes mellitus, doenças que

causem adelgaçamento da córnea, glaucoma. Efeitos adversos: Catarata subcapsular, aumento da pressão intra-ocular, lesão do nervo óptico, edema do disco óptico e glaucoma, discrasia sanguínea, depressão da medula óssea, anemia aplástica, palidez, febre, hemorragia, cansaço e fraqueza. Interações: Anti-glaucomatosos ou anticolinérgicos tópicos oculares. Gravidez: Categoria B. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

6. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Promover a higiene ocular antes da aplicação com solução fisiológica, com auxílio de gaze esterilizada.

DEXCLORFENIRAMINA

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Dexclorfeniramina DCB: Maleato de Dexclorfeniramina

Apresentação: Solução oral 0,4 mg/mL; Comprimidos 2 mg

2. CLASSE TERAPÊUTICA Antialérgico

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Alergia, dermatite alérgica, rinite alérgica, urticária. Dosagem:

Crianças:

< de 2 anos: A segurança não está estabelecida, sendo contra-indicado o uso para prematuros e recém-nascidos. > de 2 anos: 0,15 mg/kg/dia, VO, de 6/6 h. Adultos: 2 mg, VO, de 6/6 h.

4. ALERTAS

Precauções: Glaucoma de ângulo estreito, úlcera péptica estenosante, obstrução

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

piloroduodenal ou esfíncter vesical. A solução oral possui corante e pode provocar reação alérgica. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco ou a componentes da fórmula, prematuros e recém- nascidos. Efeitos adversos: Sonolência, estimulação do SNC, agranulocitose, anemia aplástica, trombocitopenia, arritmia, discinesia, reações psicóticas, reações cutâneas, boca seca. Interações: Anticolinérgicos, antialérgicos sedantes, depressores do SNC, etanol, fenitoína. Gravidez: Categoria B. Lactação: Desconhecido. Via de excreção principal: Renal.

5. ORIENTAÇÃO NA DISPENSAÇÃO

Cuidado ao executar atividades que exijam atenção. Risco de adição.

DIAZEPAM

1. DESCRIÇÃO DO FÁRMACO

Nome: Diazepam

DCB: Diazepam Apresentação: Injetável – ampolas 2 mL – 5 mg/mL

2. CLASSE TERAPÊUTICA : Ansiolítico; hipnótico

3. INDICAÇÕES PRINCIPAIS

Usos terapêuticos: Convulsões agudas repetitivas, Status epilepticus, esclerose múltipla e

lesões da medula espinhal, ansiedade, insônia, cefaleia tensional, tremores, síndrome de abstinência de álcool, síndrome do pânico, medicação pré-anestésica, espasmos musculares. Usos terapêuticos: Convulsões agudas repetitivas, Status epilepticus, ansiedade, insônia, síndrome de abstinência de álcool, síndrome do pânico. Dosagem:

Recém-nascidos: Eficácia e segurança não estabelecidas. Dose de 0,1 a 0,3 mg/kg, IV

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

lento ou via retal lenta, a cada 15 a 30 min, se necessário, até dose máxima de 5 mg. Crianças:

Convulsões: 0,2 a 0,5 mg/kg, IV lento ou via retal lenta, de 15/15 minutos, se necessário. Dose máxima de 5 mg, em menores de 5 anos, e 10 mg, em maiores de 5 anos. Sedação: 0,1 a 0,3 mg/kg, IV lento, podendo ser repetida em 2 a 4 horas, se necessário. Adolescentes e adultos:

Convulsões: 5 a 10 mg, IV lento, de 10/10 ou 15/15 minutos, se necessário, até dose máxima diária de 30 mg. Só utilizar administração IM quando IV não for possível. Sedação: 5 a 10 mg ou 0,1 a 0,2 mg/kg, IV ou IM, podendo ser repetida em 2 a 4 horas, se necessário. Ajuste de dose: Insuficiência hepática e renal, idoso, obeso. 4. ALERTAS Precauções: Investigar distúrbio metabólico em menores de 1 mês. Gravidez, insuficiência renal ou hepática, ingestão de álcool, uso de outros psicotrópicos e anticonvulsivantes, depressão, capacidade pulmonar limitada. Bradicardia, colapso cardíaco e parada respiratória podem ocorrer após injeção IV rápida. Pode causar adição. Contra-indicações: Hipersensibilidade ao fármaco, glaucoma agudo de ângulo estreito, administração intra-arterial, recém-nascidos, predisposição ao uso de substâncias. Efeitos adversos: Trombose venosa, flebite, irritação local, hipotensão, arritmia, depressão ou excitação paradoxal do SNC, retardo psicomotor, acidose láctica, náusea, constipação, soluço, alteração de salivação, incontinência e retenção urinária, icterícia, aumento da pressão intra-ocular, depressão respiratória, rash cutâneo, urticária, espasmo músculo-esquelético paradoxal. Em crianças, reações paradoxais como excitação aguda, aumento de ansiedade, agressividade e ira. Interações: Amitriptilina, amprenavir, buprenorfina, antibióticos macrolídios, dissulfiram, etanol, fluvoxamina, isoniazida, antifúngicos azólicos, Piper methysticum (kava), mirtazapina, rifampina, ritonavir, teofilina, valeriana. Gravidez: Categoria D.

FARMACOLOGIA BÁSICA II
FARMACOLOGIA BÁSICA II

Lactação: Excretado no leite materno; efeitos desconhecidos sobre o lactente; uso não recomendado.