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A necessidade de encerrar por um desenvolvimento sustentável e a

importância dos comportamentos éticos entre os vários países

Conferência do Rio de Janeiro – 1992

A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento,


também conhecida como Eco-92 foi uma conferência de chefes de
estado organizada pelas Nações Unidas realizada de 3 a 14 de junho de 1992 na
cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. O principal objetivo foi debater os problemas
ambientais existentes, e que medidas teriam de ser tomadas para conseguir
diminuir a degradação ambiental e garantir a existência de outras gerações.
Outro objetivo foi o de introduzir a ideia do desenvolvimento sustentável, um
modelo de crescimento económico menos consumista e mais adequado ao
equilíbrio ecológico.

Agenda 21

O principal documento produzido na RIO-92, o Agenda 21 é um programa


de ação que proporciona o novo padrão de desenvolvimento ambientalmente
racional. Este concilia métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência
económica. Este documento está estruturado em quatro pilares:

Dimensão Económico-social – todas as políticas internacionais que


podem ajudar o desenvolvimento sustentável nos países em desenvolvimento e
as estratégias de combate à pobreza e à miséria;

Conservação e questão dos recursos para o desenvolvimento –


apresenta as diferentes perspetivas para a proteção da atmosfera e para a
proteção dos recursos do mar e da gestão compatível dos recursos de água
doce; analisa as ações que permitem a melhoria dos níveis de educação da
mulher, bem como a participação da mesma, em condições de igualdade, em
todas as atividades relativas ao desenvolvimento e à gestão ambiental. São
discutidas também as medidas de proteção e promoção à juventude e aos povos
indígenas.

Revisão dos instrumentos necessários para a execução das ações


propostas - discute os mecanismos e instrumentos financeiros e jurídicos
internacionais e a produção e oferta de tecnologias eco consistentes.

A aceitação do formato e conteúdo da Agenda - proporcionou a criação


da Comissão de Desenvolvimento Sustentável (CDS), vinculada ao Conselho
Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC). A CDS tem por objetivo
acompanhar e cooperar com os países na elaboração e implementação das
agendas nacionais. A China foi o único país que terminou o processo de
elaboração e iniciou a etapa de implementação da agenda.

Protocolo de Quioto

É um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da


emissão dos gases que agravam o efeito estufa. Consiste num acordo
internacional que determina aos países industrializados determinados limites
nas emissões de gases.

Este tipo de gases são pelo menos parcialmente responsáveis pelo aquecimento
global, ou seja, pelo aumento global da temperatura que poderá ter
consequências catastróficas para a vida na Terra.

Quais são os objetivos de Quioto?

O protocolo estimula os países signatários a cooperarem entre si, através de


algumas ações básicas:

 Reformar os setores da energia e dos transportes;


 Promover a utilização de fontes energéticas renováveis;
 Limitar as emissões de metano através da gestão de resíduos e dos
sistemas energéticos;
 Proteger as florestas de carbono.

Os países industrializados acordaram diminuir em 5% as suas emissões, abaixo


dos valores de 1990, no período entre 2008 e 2012. Cada país que assinou o
tratado, acordou os seus próprios limites a atingir. Espera-se que os países da
União Europeia (UE) diminuam as suas emissões em 8% e o Japão em 5%, ao
passo que alguns países, que neste momento registam fracas emissões, podem
até aumentá-las.

Os objetivos já foram atingidos?

Os países industrializados já cortaram a suas emissões em cerca de 3% entre


1990 e 2000, mas a Organização das Nações Unidas (ONU) teme que até 2010 os
mesmos países apresentem emissões 10% acima dos valores de 1990.
Quando é que o protocolo entrou em vigor?

Foi discutido e negociado em Quioto no Japão em 1997, foi aberto para


assinaturas em 11 de dezembro de 1997 e ratificado em 15 de março de 1999.

O tratado começou a vigorar legalmente em 16 de fevereiro de 2005 e só pôde


vigorar após o cumprimento de duas condições. Primeiro teve de ser ratificado
pelo menos por 55 países e segundo foi ratificado por nações que representam
55% das emissões poluentes

Porque é que a Rússia decidiu apoiar Quioto?

A Rússia, que inicialmente vacilou aquando da assinatura do tratado, pois


pretendia condições mais favoráveis. O país ratificou o protocolo em novembro
de 2004

As contrapartidas políticas das quais a Rússia beneficia parecem ter sido o fator
decisivo, nomeadamente no que diz respeito ao apoio crescente da UE à
pretensão da Rússia entrar para a Organização Mundial do Comércio

No entanto, alguns russos temiam que o protocolo possa vir a afetar


negativamente o crescimento da economia.

Porque é que os EUA saíram do protocolo?

Em 2001, o tratado de Quioto foi consideravelmente abalado com a saída dos


Estados Unidos. Não há também a certeza de que os 15 países membros da UE
em 1997 atinjam os seus objetivos de redução das emissões em 8% face aos
valores de 1990. A França, a Suécia, e o Reino Unidos já atingiram os valores
pretendidos, mas outros como Portugal, Espanha e a Irlanda não registaram
qualquer progresso.

O presidente norte-americano George W. Bush levou os EUA a saírem do


protocolo de Quioto em 2001, justificando que a sua permanência iria prejudicar
gravemente a economia americana. Bush referiu na altura que apoia a redução
da emissão de gases, mas apenas através de uma ação voluntária e do efeito de
novas tecnologias.
(Na figura o presidente Bush a queimar o protocolo de Kyoto e a fumar
cachimbos provenientes da indústria americana que poluem o planeta de uma
forma muito grave).

Quais são os efeitos do protocolo?

A maioria dos cientistas considera que os atuais objetivos de Quioto são apenas
uma solução muito superficial para o problema. O protocolo aponta para a
emissão de gases nos países industrializados apenas em 5%, quando é o
consenso dos especialistas que para evitar as piores consequências do
aquecimento global a redução deve ser pelo menos de 60%.

Tal leva a que muitos considerem que o protocolo não está bem pensado e que
é virtualmente obsoleto sem o apoio dos Estado Unidos, enquanto outros
julgam que o seu fracasso seria um desastre dado que, apesar das suas falhas,
determina uma estrutura de trabalho para futuras negociações.

Qual é o papel dos países subdesenvolvidos?

O protocolo considera que os países em desenvolvimento contribuem menos


para as alterações climatéricas, mas que provavelmente sofrem mais com os
seus efeitos.

Contudo, muitos destes países já assinaram o protocolo, apesar de não estarem


por isso sujeitos a cumprirem quaisquer limites na emissão de gases. Têm
apenas de informar sobre os seus níveis de emissões.

O que é o comércio de emissões?

Com este protocolo surgiu o comércio de emissões, que funciona na base da


compra e venda dos níveis de emissões dos gases que provocam o efeito estufa,
permitidos a cada um dos países que aderiram ao protocolo de Quioto. Os
países muito poluidores podem comprar “créditos” ainda por usar àqueles que
podem registar mais emissões que as atuais.

O protocolo de Quioto expirou em 2012, e já há o compromisso da ONU e de


alguns governos para o delineamento de um novo acordo ou, o que é mais
provável, de uma emenda no Protocolo de Quioto, que estabeleceria novas
metas a serem cumpridas após 2012.
Reunião do G8 em 2007

Em 7 de junho de 2007, os líderes, na 33ª reunião do G8, afirmaram que


as nações do G8 visam reduzir, pelo menos, para metade as emissões globais de
CO2 até 2050. Os detalhes que possibilitariam cumprir tal meta de redução
seriam negociados pelos ministros do meio ambiente dos países do G8 dentro
da Convenção das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (UNFCCC).

Acordo de Paris

O que é o Acordo de Paris?

O Acordo de Paris é um compromisso considerado “histórico” que foi negociado


por 195 países com o principal objetivo de conter o aquecimento global do
planeta, ao reduzir as emissões de gases com efeito de estufa. É um tratado no
âmbito do UNFCCC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do
Clima) e foi negociado durante a COP-21, em Paris. Foi aprovado no dia 12 de
dezembro de 2015.

O líder da conferência, Laurent Fabius, ministro das Relações Exteriores da


França, disse que este plano "ambicioso e equilibrado" foi um "ponto de virada
histórica" na meta de reduzir o aquecimento global.

Objetivos

 Manter o aumento da temperatura média global “abaixo dos 2 graus


centígrados (2ºC)" (A comunidade internacional comprometeu-se a
continuar os esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5ºC).
 Criação de planos de ação nacionais no domínio das alterações climáticas
para reduzirem as suas emissões poluentes.
 Todos os países devem registrar e divulgar suas atividades para proteção
do clima, assim como dados sobre a emissão de gases-estufa.
 Os países desenvolvidos continuarão a ajudar financeiramente os países
em desenvolvimento no que diz respeito às alterações climáticas de
modo a reduzir as emissões.
A Saída dos EUA

É crucial dar ênfase à saída dos EUA pelo presidente Donald Trump que foi vista
de uma forma muito negativa por todos os líderes a nível mundial, tendo em
conta que este país é um dos principais que contribui para a poluição
atmosférica.

Para o atual presidente dos Estados Unidos da América, fazer parte deste acordo
é sinónimo de “uma distribuição massiva da riqueza dos EUA para outros países”
– portanto, algo prejudicial para a economia interna. Ainda assim, revelou que
os EUA continuam a ter preocupações ambientais, embora considere as
ambições internas norte-americanas uma prioridade em relação às intenções de
um acordo internacional.

Verifica-se também um retrocesso político por parte dos EUA que vão deixar de
fazer parte do debate internacional e da tomada de decisões num dos grandes
desafios do séc XXI.

Segundo levantamentos realizados por várias universidades e centros de


pesquisa de diferentes países do mundo, a saída dos EUA do Acordo de Paris
acrescentaria 3 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) emitido por
ano na atmosfera, aumentando a temperatura da Terra entre 0,1º e 0,3º C até o
final do século.

Posição da China

Pequim compromete-se a cooperar com os membros da comunidade


internacional, para fazer avançar um "desenvolvimento verde e livre de
carbono", referiu Hua Chunying (porta-voz do Ministério dos Negócios
Estrangeiros de Pequim).

"Nós pensamos que o Acordo de Paris é o maior compromisso da comunidade


internacional sobre a questão das alterações climáticas. As partes envolvidas
devem proteger os resultados que foram conseguidos com esforço", disse Hua
Chunying.

A China é o país que mais poluidor do mundo, mas também é o país que mais
investe em energias renováveis, com mais de 100 bilhões de dólares no ano de
2016.
Posto isto, este país tem apresentado uma grande força de vontade
relativamente às alterações climáticas e mostra-se disposto a contribuir para a
sua diminuição, assumindo que cumprirá então com o que ficou estipulado por
este acordo.

Notícia de 26 de fevereiro de 2018

O Conselho dos Negócios Estrangeiros adotou conclusões sobre a diplomacia


climática. O Conselho reitera que a UE continuará a assumir a liderança no
prosseguimento da ação climática a nível mundial. Reconhece ainda que as
alterações climáticas têm implicações diretas e indiretas para a segurança e a
estabilidade internacionais.

http://www.consilium.europa.eu/pt/policies/climate-change/timeline/

Estratégia 2020

A estratégia Europa 2020 é a estratégia da UE para garantir o crescimento e o


emprego atribuindo importância ao crescimento inteligente, sustentável e
inclusivo como forma de superar as deficiências estruturais da economia
europeia.

As metas incluídas nesta estratégia abordam várias temáticas como o emprego,


a pobreza e exclusão social, a educação, a investigação e o desenvolvimento e as
alterações climáticas e a energia. São traduzidas em metas nacionais para que
cada país da UE possa avaliar os seus próprios progressos relativamente a cada
uma destas.

Controlo da Estratégia 2020


É através do Eurostat, o serviço de estatística da EU que publica regularmente
relatórios intercalares completos sobre o cumprimento das metas, que é feito o
controlo desta estratégia

Alterações climáticas e energia


 Reduzir em 20% as emissões de gases com efeito de estufa em relação
aos níveis de 1990.
 Aumentar para 20% a parte da energia proveniente de fontes renováveis.
 Aumentar em 20% a eficiência energética.

Agenda 2030

Em 2015 foram definidos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável,


fixados numa cimeira da ONU, em Nova Iorque (EUA), de 25 a 27 de setembro,
que reuniu os líderes mundiais para adotar uma agenda ambiciosa com vista à
erradicação da pobreza e ao desenvolvimento económico, social e ambiental à
escala global até 2030, conhecida como Agenda 2030 para o Desenvolvimento
Sustentável.

1. Erradicar a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.


2. Erradicar a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e
promover a agricultura sustentável.
3. Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para
todos, em todas as idades.
4. Garantir o acesso à educação inclusiva, de qualidade e equitativa, e
promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.
5. Alcançar a igualdade de género e empoderar todas as mulheres e
rapariga.
6. Garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do
saneamento para todos.
7. Garantir o acesso a fontes de energia fiáveis, sustentáveis e modernas
para todos.
8. Promover o crescimento económico inclusivo e sustentável, o emprego
pleno e produtivo e o trabalho digno para todos.
9. Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva
e sustentável e fomentar a inovação.
10. Reduzir as desigualdades no interior dos países e entre países.
11. Tornar as cidades e comunidades inclusivas, seguras, resilientes e
sustentáveis.
12. Garantir padrões de consumo e de produção sustentáveis.
13. Adotar medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os
seus impactos.
14. Conservar e usar de forma sustentável os oceanos, mares e os recursos
marinhos para o desenvolvimento sustentável.
15. Proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas
terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a
desertificação, travar e reverter a degradação dos solos e travar a perda
de biodiversidade.
16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento
sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir
instituições eficazes, responsáveis e inclusivas a todos os níveis.
17. Reforçar os meios de implementação e revitalizar a Parceria Global para o
Desenvolvimento Sustentável.

Estes objetivos foram aprovados por unanimidade por 193 Estados-membros da


ONU, reunidos em Assembleia-Geral, visando resolver as necessidades das
pessoas, tanto nos países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento,
enfatizando que ninguém deve ser deixado para trás.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) desempenha um papel fundamental na


monitorização dos progressos alcançados no cumprimento da Agenda 2030.

5’P da Sustentabilidade

A partir da Agenda de 2030, surgem os 5 “P”s para o desenvolvimento


sustentável, os cinco elementos cruciais para a sustentabilidade do planeta.

1. Pessoas

Necessidade/Determinação para acabar com a pobreza e a fome, em todas as


suas formas e dimensões, e garantir que todos os seres humanos possam fazer a
sua vida em dignidade e igualdade, num ambiente saudável.

2. Planeta

Necessidade de proteger o planeta da degradação, sobretudo através do


consumo e produção sustentáveis, da gestão sustentável dos recursos naturais e
adquirindo medidas urgentes sobre a mudança climática, para que o mundo
consiga suportar as necessidades das gerações futuras.

3. Prosperidade

Assegurar que todos os seres humanos possam desfrutar de uma vida próspera
e de total realização pessoal, e que os desenvolvimentos económicos, sociais e
tecnológicos ocorram em harmonia com a natureza.

4. Paz

Promover uma sociedade pacífica, justa e inclusiva que estão livres do medo e
da violência. (Não pode haver desenvolvimento sustentável sem paz e não há
paz sem desenvolvimento sustentável).

5. Parceria

Importância em mobilizar os meios necessários para implementar a Agenda


2030 através de uma Parceria Global para o Desenvolvimento Sustentável, com
base num espírito de solidariedade global, concentrada principalmente nas
necessidades dos mais pobres e mais vulneráveis e com a participação de todos
os países.

Tabela sobre o Desenvolvimento Sustentável

Baseado nestes objetivos, foi desenvolvido um ranking que mede o


desempenho de cada país até agora. O documento foi feito pela Fundação
Bertelsmann Stiftung, na Alemanha, em parceria com a Rede SDSN global (Rede
de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável). Conta com análises de 77
indicadores sobre 149 países.

Suécia: Apenas 1% do lixo produzido pela população vai para as lixeiras. Os


outros 99% são reciclados, reutilizados ou, em último caso, incinerado para
produção de energia.

Dinamarca: Várias iniciativas amigas do ambiente: há incentivo financeiro do


governo a projetos que defendam esta causa, os supermercados fazem suas
próprias campanhas para reaproveitar alimentos e tem até uma aplicação que
mostra os estabelecimentos prestes a fechar, caso alguém queira ficar com as
sobras.
Noruega: Até 2020, terá o maior parque eólico terrestre da Europa. A capital,
Olso, tem iluminação inteligente que ajusta a instabilidade de acordo com as
condições meteorológicas e de tráfego.

Portugal: Está em 27º lugar, o que consideramos que não é uma posição
positiva, dado que fazem parte deste estudo 149 países.

Singapura: Este país ocupa o 19º lugar, apresentado um desempenho muito


positivo, relativamente a outras regiões. A partir de 1965 o governo deste país
deu muita ênfase à questão da sustentabilidade. Por exemplo: apresenta bons
sistemas de coletivização e armazenamento de água, sendo que existem cinco
estações de tratamento de água, que tratam a água desperdiçada através da
microfiltragem, osmose reversa e tecnologia ultravioleta.

Bibliografia

https://jpn.up.pt/2005/11/28/protocolo-de-quioto-perguntas-e-respostas/
http://gqportugal.pt/acordo-paris-verdade-consequencias/

https://g1.globo.com/natureza/noticia/trump-anuncia-saida-dos-eua-do-acordo-de-
paris-sobre-mudancas-climaticas.ghtml

http://www.oeco.org.br/dicionario-ambiental/28947-o-que-e-o-protocolo-de-quioto/

https://ec.europa.eu/info/business-economy-euro/economic-and-fiscal-policy-
coordination/eu-economic-governance-monitoring-prevention-correction/european-
semester/framework/europe-2020-strategy_pt

http://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cooperacao/cooperacao-
portuguesa/mandato/ajuda-ao-desenvolvimento/agenda-2030.