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.
.

CADERNO DE DIREITO PENAL PARTE GERAL

APRESENTAÇÃO

 

31

INTRODUÇÃO AO DIREITO PENAL

 

32

1. CONCEITO DE DIREITO PENAL

32

2. POSIÇÃO NA TEORIA GERAL DO DIREITO

32

3. NOMENCLATURA: DIREITO PENAL versus DIREITO CRIMINAL

 

32

4. CARACTERÍSTICAS DO DIREITO PENAL

 

33

4.1. CIÊNCIA

 

33

4.2. CULTURAL

 

33

4.3. NORMATIVO

33

4.4. VALORATIVO

33

4.5. FINALISTA

 

33

5. FUNÇÕES DO DIREITO PENAL

 

34

5.1. PROTEÇÃO DE BENS JURÍDICOS

34

5.2. INSTRUMENTO DE CONTROLE SOCIAL

34

5.3. GARANTIA

 

34

5.4. FUNÇÃO ÉTICO-SOCIAL DO DIREITO PENAL

 

34

5.5. FUNÇÃO

SIMBÓLICA

35

5.6. FUNÇÃO

MOTIVADORA

 

35

5.7. FUNÇÃO DE REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA ESTATAL

 

35

5.8. FUNÇÃO

PROMOCIONAL

 

36

6. A CIENCIA DO DIREITO PENAL

36

6.1. DOGMÁTICA PENAL

 

36

6.2. POLÍTICA CRIMINAL

36

6.3. CRIMINOLOGIA

36

6.4. VITIMOLOGIA

37

7. DIVISÕES DO DIREITO PENAL

 

38

7.1.

DIREITO

PENAL

FUNDAMENTAL

(PRIMÁRIO)

VERSUS

DIREITO

PENAL

COMPLEMENTAR (SECUNDÁRIO)

 

38

7.2. DIREITO PENAL COMUM VERSUS DIREITO PENAL ESPECIAL

 

38

7.3. DIREITO PENAL GERAL VERSUS DIREITO PENAL LOCAL

39

7.4. DIREITO PENAL OBJETIVO VERSUS DIREITO PENAL SUBJETIVO

39

7.5. DIREITO PENAL MATERIAL E DIREITO PENAL FORMAL

 

39

7.6. DIREITO PENAL SUBTERRÂNEO, DIREITO PENAL PARALELO E CIFRA DO DIREITO

39

PENAL

.
.

7.7.

LIQUEFAÇÃO/ESPIRITUALIZAÇÃO/MATERIALIZAÇÃO DO DIREITO PENAL

40

8. FONTES DO DIREITO PENAL

41

8.1. FONTES MATERIAIS, SUBSTANCIAIS OU DE PRODUÇÃO

41

8.2. FONTES FORMAIS, COGNITIVAS OU DE CONHECIMENTO

41

8.2.1. Imediata

 

41

8.2.2. Mediata ou secundária

42

9. INTERPRETAÇÃO DA LEI PENAL

45

9.1. INTRODUÇÃO

 

45

9.2. ESPÉCIES DE INTERPRETAÇÃO

45

9.2.1. Quanto ao sujeito: autêntica, judicial ou doutrinária

45

9.2.2. Quanto aos meios e métodos: gramatical e lógica

46

9.2.3. Quanto ao resultado: declaratória, extensiva ou restritiva

46

9.2.4. Interpretação progressiva, adaptativa ou evolutiva

47

9.2.5. Interpretação analógica ou intra legem

47

PRINCÍPIOS DO DIREITO PENAL

49

1. INTRODUÇÃO

 

49

2. PRINCÍPIOS DA RESERVA LEGAL OU ESTRITA LEGALIDADE

49

2.1. ORIGEM

 

49

2.2. PREVISÃO NORMATIVA E CONCEITO

49

2.3. FUNDAMENTOS

 

49

2.3.1. Fundamento

Jurídico

49

2.3.2. Fundamento

Político

50

2.3.3. Fundamento Democrático (Popular)

50

2.4. PRINCÍPIO DA RESERVA LEGAL E MEDIDA PROVISÓRIA

50

2.5. LEGALIDADE X RESERVA LEGAL

50

2.6. MANDADOS DE CRIMINALIZAÇÃO E SUAS ESPÉCIES

51

3. PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE

51

3.1. PREVISÃO LEGAL

 

51

3.2. CONCEITO

52

3.3. PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE E VACATIO LEGIS

52

4. PRINCÍPIO

DA

ALTERIDADE

52

5. PRINCÍPIO DA OFENSIVIDADE OU LESIVIDADE

52

6. PRINCÍPIO DA EXCLUSIVA PROTEÇÃO DO BEM JURÍDICO

53

6.1.

TEORIA CONSTITUCIONAL DO DIREITO PENAL

53

.
.

6.2.

ESPERITUALIZAÇÃO DE BENS JURÍDICOS NO DIREITO PENAL

53

7. PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE

54

7.1. DENOMINAÇÃO

 

54

7.2. DUPLA FACE DO PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE

54

7.3. ESPÉCIES DE PROPORCIONALIDADE

55

7.3.1. Legislativa ou abstrata

55

7.3.2. Judicial ou

concreta

55

7.3.3. Executória ou administrativa

55

8. PRINCÍPIO

DA

CONFIANÇA

56

9. PRINCÍPIO DA RESPONSABILIDADE PENAL PELO FATO

56

10. PRINCÍPIO DA INTERVENÇÃO MÍNIMA

56

 

10.1.

ORIGEM E CONCEITO ATUAL

56

10.2.

DESTINATÁRIOS E FINALIDADES

56

10.3.

DIVISÕES: FRAGMENTARIEDADE E SUBSIDIARIEDADE

57

10.3.1.

Princípio da fragmentariedade ou caráter fragmentário do Direito Penal

57

10.3.2.

Princípio da subsidiariedade

57

11.

PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA (CRIMINALIDADE DE BAGATELA)

58

11.1.

ORIGEM

59

11.2.

CONCEITO

59

11.3.

FINALIDADE

59

11.4.

NATUREZA JURÍDICA

59

11.5.

REQUISITOS

OBJETIVOS

60

11.6.

REQUISITOS

SUBJETIVOS

60

11.6.1.

Condições pessoais do agente

60

11.6.2.

Condições

da vítima

61

11.7.

APLICABILIDADE E INAPLICABILIDADE

61

11.7.1.

Regra

61

11.7.2.

Exceções

62

11.8.

VALORAÇÃO PELA AUTORIDADE POLICIAL

64

11.9.

INSIGNIFICÂNCIA IMPRÓPRIA OU BAGATELA IMPRÓPRIA

64

12.

PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO DO BIS IN IDEM

64

EVOLUÇÃO DOUTRINÁRIA DO DIREITO PENAL

65

1.

FUNCIONALISMO PENAL

65

1.1.

INTRODUÇÃO

65

.
.

1.2.

CARACTERÍSTICAS FUNDAMENTAIS

65

1.2.1. Proteção do bem jurídico

65

1.2.2. Desapego da técnica jurídica excessiva

65

1.2.3. Prevalência do jurista sobre o legislador

65

1.3.

ESPÉCIES

65

1.3.1. Funcionalismo moderado, dualista ou de política criminal

65

1.3.2. Funcionalismo radical, monista ou sistêmico

66

2. DIREITO DE INTERVENÇÃO

66

3. VELOCIDADES DO DIREITO PENAL

67

4. DIREITO PENAL DO INIMIGO ou TERCEIRA VELOCIDADE DO DP

68

4.1. ORIGEM HISTÓRICA

68

4.2. QUEM É O INIMIGO NO DIREITO PENAL?

68

4.3. CONSEQUÊNCIAS

68

4.4. EFEITOS DA APLICAÇÃO DO DP DO INIMIGO

69

4.4.1. Antecipação da tutela penal

69

4.4.2. Meios de prova

69

4.4.3. Fortalecimento dos poderes da polícia

70

4.5. TERCEIRA VELOCIDADE DO DIREITO PENAL

70

4.6. APLICAÇÃO NO BRASIL

70

5. QUARTA VELOCIDADE DO DIREITO PENAL

70

LEI PENAL

72

1. INTRODUÇÃO

72

2. CLASSIFICAÇÃO

72

2.1. INCRIMINADORAS

72

2.2. NÃO INCRIMINADORAS

72

2.2.1. Permissivas

72

2.2.2. Exculpantes

72

2.2.3. Interpretativas

72

2.2.4. De aplicação, finais ou complementares

73

2.2.5. Diretivas

73

2.2.6. Integrativas, complementares ou de extensão

73

2.3. COMPLETAS OU PERFEITAS

73

2.4. INCOMPLETAS OU IMPERFEITAS

73

3. CARACTERÍSTICAS

73

.
.

3.1. EXCLUSIVIDADE

 

73

3.2. ANTERIORIDADE

73

3.3. IMPERATIVIDADE

73

3.4. GENERALIDADE

73

3.5. IMPESSOALIDADE

74

4. TEMPO DO CRIME

74

4.1. TEORIA

DO RESULTADO

74

4.2. TEORIA DA UBIQUIDADE/MISTA

74

4.3. TEORIA DA ATIVIDADE

74

4.3.1.

Teoria da Atividade X Prescrição

75

4.4.

CRIME CONTINUADO E CRIME PERMANENTE

75

4.4.1. Crime

permanente

 

76

4.4.2. Crime

continuado

76

5. LUGAR DO

CRIME

76

5.1.

CRIMES À DISTÂNCIA X CRIMES PLURILOCAIS

77

6. LEI PENAL NO ESPAÇO

 

78

6.1. INTRODUÇÃO

78

6.2. PRINCÍPIOS APLICÁVEIS

78

6.2.1. Princípio da territorialidade

78

6.2.2. Princípio da personalidade ou da nacionalidade

79

6.2.3. Princípio do domicílio

 

80

6.2.4. Princípio da defesa, real ou da proteção

80

6.2.5. Princípio da justiça universal

 

80

6.2.6. Princípio da representação

81

7. EXTRATERRITORIALIDADE

81

7.1. EXTRATERRITORIALIDADE

INCONDICIONADA

81

7.2. EXTRATERRITORIALIDADE

CONDICIONADA

82

8. EFICÁCIA DE SENTENÇA ESTRANGEIRA

83

9. CONTAGEM DO PRAZO

 

83

10. FRAÇÕES NÃO COMPUTÁVEIS DA PENA

84

11. LEGISLAÇÃO ESPECIAL

 

84

12. LEI PENAL EM BRANCO

85

12.1. CONCEITO

85

12.2. ESPÉCIES

85

.
.
 

12.2.1. Homogênea ou lato sensu

85

12.2.2. Heterogênea ou stricto sensu ou fragmentária

86

12.2.3. Ao avesso ou inversa

86

12.2.4. De fundo constitucional

87

12.2.5. Ao

quadrado

87

13.

LEI PENAL NO TEMPO

88

13.1.

INTRODUÇÃO

88

13.2.

CONFLITO DE LEIS PENAIS NO TEMPO: DIREITO PENAL INTERTEMPORAL

88

13.3.

LEI PENAL BENÉFICA: RETROATIVIDADE E ULTRATIVIDADE

89

13.3.1.

Abolitio criminis

89

13.3.2.

Novatio legis in mellius

90

1.1.3.

Pontos comuns à abolitio criminis e à novatio legis in mellius

90

1.1.4.

Vacatio legis

90

13.4.

NOVATIO LEGIS INCRIMINADORA (NEOCRIMINALIZAÇÃO) E NOVATIO LEGIS IN

PEJUS

91

 
 

13.5.

LEI PENAL INTERMEDIÁRIA

91

13.6.

COMBINAÇÃO DE LEIS PENAIS (LEX TERTIA)

91

13.7.

LEI TEMPORÁRIA E LEI EXCEPCIONAL

93

13.8.

LEI PENAL EM BRANCO E O CONFLITO DE LEIS PENAIS NO TEMPO

94

14.

CONFLITO APERENTE DE NORMAS PENAIS

94

14.1.

CONCEITO

94

14.2.

ALOCAÇÃO

95

14.3.

REQUISITOS

95

14.3.1.

Unidade de fato

95

14.3.2.

Pluralidade de normas aparentemente aplicáveis

95

14.3.3.

Vigência simultânea de todas as normas em conflito

95

14.4.

FINALIDADES

95

14.5.

SOLUÇÃO DO CONFLITO APARENTE: PRINCÍPIOS

96

14.5.1.

Princípio da Especialidade

96

14.5.2.

Princípio da Subsidiariedade

97

14.5.3.

Princípio da Consunção ou da Absorção

97

14.5.4.

Princípio da Alternatividade

99

TEORIA DO CRIME

 

100

1.

CONCEITO DE CRIME

100

. 1.1. MATERIAL OU SUBSTANCIAL CRITÉRIO 100 1.2. CRITÉRIO LEGAL 100
.
1.1. MATERIAL OU SUBSTANCIAL
CRITÉRIO
100
1.2. CRITÉRIO
LEGAL
100

1.2.1. Crime e contravenção penal: sistema dicotômico (ou dualista) e sistema tricotômico

101

1.2.2.

Art. 28 da Lei de Drogas

101

1.3.

CRITÉRIO FORMAL OU DOGNÁTICO OU ANALÍTICO

102

1.3.1. Teoria

Quadripartida

102

1.3.2. Teoria

Tripartida

102

1.3.3. Teoria

Bipartida

103

2. SISTEMAS PENAIS

103

2.1.

SISTEMA CLÁSSICO

103

2.1.1. Teorias adotadas

103

2.1.2. Estrutura do crime

104

2.2.

SISTEMA NEOCLÁSSICO (NEOKANTISTA)

104

2.2.1. Teorias adotadas

104

2.2.2. Estrutura do crime

104

2.3.

SISTEMA FINALISTA

105

2.3.1. Teorias adotadas

105

2.3.2. Estrutura do crime

105

3. FATO TÍPICO

106

3.1. CONCEITO

106

3.2. ELEMENTOS

106

3.2.1.

Crimes materiais, formais e de mera conduta

106

4. CONDUTA

107

4.1. CONCEITO

107

4.2. TEORIA CIBERNÉTICA DA CONDUTA

107

4.3. TEORIA SOCIAL DA CONDUTA

107

4.4. CARACTERÍSTICAS DA CONDUTA

108

4.4.1. Não há crime sem conduta

108

4.4.2. Ser humano

108

4.4.3. Ação voluntária

109

4.4.4. Atos projetados no mundo exterior ingressam no conceito de conduta

109

4.5.

FORMAS DA CONDUTA

109

4.5.1.

Por ação

109

.
.

4.5.2.

Por omissão

109

4.6.

TEORIAS DA OMISSÃO

110

4.6.1. Teoria

Naturalística

110

4.6.2. Teoria

Normativa

111

4.7.

CAUSAS DE EXCLUSÃO DA CONDUTA

111

4.7.1. Caso fortuito e força maior

111

4.7.2. Sonambulismo e hipnose

111

4.7.3. Atos ou movimentos reflexos

111

4.7.4. Coação física irresistível

111

5. RESULTADO

112

5.1. CONCEITO

112

5.2. DENOMINAÇÃO

112

5.3. ESPÉCIES

112

5.3.1. Jurídico/Normativo

112

5.3.2. Material/Naturalístico

112

6. RELAÇÃO DE CAUSALIDADE

112

6.1. DENOMINAÇÃO

112

6.2. CONCEITO

112

6.3. APLICABILIDADE

113

6.4. TEORIAS

113

6.4.1. Causalidade adequada

113

6.4.2. Equivalência dos antecedentes

113

6.4.3. Imputação objetiva

114

6.5.

RELEVÂNCIA DA OMISSÃO

114

6.5.1. Aplicabilidade

114

6.5.2. Dever de agir

114

6.5.3. Hipóteses do dever de agir

115

6.5.4. Poder de agir

115

6.6.

CONCAUSAS

115

6.6.1. Conceito

115

6.6.2. Espécies

115

Concausas

6.6.3. absolutamente independentes

116

Concausas

6.6.4. relativamente independentes

116

7. TIPICIDADE

118

.
.

7.1. CONCEITO

118

7.2. EVOLUÇÃO DOUTRINÁRIA

118

7.2.1. Corpus delicti

118

7.2.2. Fase da independência do tipo

119

7.2.3. Teoria

Indiciária

119

7.2.4. Teoria da Identidade

119

7.3. TEORIA DOS ELEMENTOS NEGATIVOS DO TIPO

119

7.4. TIPICIDADE CONGLOBANTE

120

7.5. ADEQUAÇÃO TÍPICA

121

7.5.1. Conceito

121

7.5.2. Espécies

121

8. TIPO PENAL

122

8.1. CONCEITO

122

8.2. ESPÉCIES

123

8.2.1. Tipo incriminador ou tipo legal

123

8.2.2. Tipo permissivo ou tipo justificador

123

8.3.

FUNÇÕES DO TIPO LEGAL (INCRIMINADOR)

123

8.3.1. Garantia

123

8.3.2. Fundamentadora

123

8.3.3. Seletiva

123

Indiciária

8.3.4. da ilicitude

123

8.4. ESTRUTURA DO TIPO PENAL

123

8.5. CLASSIFICAÇÃO DOUTRINPARIA DO TIPO PENAL

124

8.5.1. Tipo normal e tipo anormal

124

8.5.2. Tipo fechado e tipo aberto

124

8.5.3. Tipo simples e tipo misto

125

8.5.4. Tipo congruente e tipo incongruente

125

8.5.5. Tipo

preventivo

125

9. DOLO

126

9.1. INTRODUÇÃO

126

9.2. TEORIAS DO DOLO

126

9.2.1. Teoria da Representação

126

9.2.2. Teoria da Vontade

126

9.2.3. Teoria do Consentimento/Assentimento/Anuência

126

.
.

9.3. ELEMENTOS DO DOLO

127

9.3.1. Consciência

 

127

9.3.2. Vontade

127

9.4. ESPÉCIES DE DOLO

127

9.4.1. natural/incolor/avalorado/acromático

Dolo

127

9.4.2. normativo/valorado/colorido

Dolo

127

9.4.3. direito/determinado/intencional/incondicionado/imediato

Dolo

127

9.4.4. indireto/indeterminado

Dolo

127

9.4.5. Dolo de propósito/refletido

128

9.4.6. Dolo de ímpeto/repentino

128

9.4.7. Dolo

genérico

 

128

9.4.8. Dolo

específico

128

9.4.9. Dolo

presumido

128

9.4.10. Dolo de primeiro grau

129

9.4.11. Dolo de segundo grau

129

9.4.12. Dolo de terceiro grau

129

9.4.13. Dolo

geral

 

129

10.

CULPA

130

10.1.

INTRODUÇÃO

 

130

10.2.

FUNDAMENTOS DA PUNIÇÃO

130

10.3.

CONCEITO

 

130

10.4.

ELEMENTOS

131

10.4.1.

Conduta

voluntária

131

10.4.2.

Violação do dever objetivo de cuidado

131

10.4.3.

Resultado naturalístico involuntário

131

10.4.4.

Nexo causal

 

132

10.4.5.

Tipicidade

132

10.4.6.

Previsibilidade objetiva

132

10.4.7.

Ausência de previsão

132

10.5.

ESPÉCIES DE CULPA

132

10.5.1.

Culpa

inconsciente/sem previsão/ex ignorantia

132

10.5.2.

Culpa

consciente/com previsão/ex lascivia

132

10.5.3.

Culpa

própria

132

10.5.4.

Culpa

imprópria

132

.
.

10.5.5.

Culpa

mediata/indireta

133

10.5.6.

Culpa

presumida

133

10.6.

GRAUS DE CULPA

133

10.7.

COMPENSAÇÃO DE CULPAS

133

10.8.

CONCORRÊNCIA DE CULPAS

133

10.9.

CARÁTER EXCEPCIONAL DO CRIME CULPOSO

134

10.10.

EXCLUSÃO DA CULPA

134

10.10.1.

Erro profissional

134

10.10.2.

Caso fortuito e força maior

134

10.10.3.

Risco tolerado

134

10.10.4.

Princípio da confiança

134

11.

PRETERDOLO

 

135

11.1.

INTRODUÇÃO

135

11.2.

VERSARI IN RE ILLICITA

135

11.3.

CRIMES QUALIFICADOS PELO RESULTADO: CONCEITO

135

11.4.

CRIMES QUALIFICADOS PELO RESULTADO: ESPÉCIES

135

11.4.1.

Dolo na conduta antecedente e dolo no resultado agravador

135

11.4.2.

Dolo na conduta antecedente e culpa no resultado agravador

136

11.4.3.

Culpa na conduta antecedente e culpa no resultado agravador

136

11.4.4.

Culpa na conduta antecedente e dolo no resultado agravador

136

12.

INTER CRIMINIS

 

137

12.1.

CONCEITO

137

12.2.

COGITAÇÃO

137

12.3.

PREPARAÇÃO

137

12.4.

EXECUÇÃO

138

12.4.1.

Teoria

subjetiva

138

12.4.2.

Teoria

objetiva

138

12.5.

CONSUMAÇÃO

139

12.6.

EXAURIMENTO

139

13.

TENTATIVA

 

140

13.1. CONCEITO

140

13.2. DENOMINAÇÃO

140

13.3. ELEMENTOS

 

141

13.4. PUNIBILIDADE DA TENTATIVA: TEORIAS

141

.
.

13.4.1.

Subjetiva/Voluntarística/Monista

141

13.4.2.

Sintomática

141

13.4.3.

Objetiva/realística/dualista

141

13.4.4.

Teoria adotada no Brasil

141

13.5.

ESPÉCIES DE TENTATIVA

142

13.5.1.

Vermelha/Cruenta

142

13.5.2.

Branca/Incruenta

142

13.5.3.

Perfeita/Acabada/Crime falho

142

13.5.4.

Imperfeita/Inacabada

142

13.6.

ADMISSIBILIDADE DA TENTATIVA

143

13.7.

INADMISSIBILIDADE DA TENTATIVA

143

13.7.1.

Crimes

culposos

143

13.7.2.

Crimes

Preterdolosos

143

13.7.3.

Crimes

Unissubsistentes

143

13.7.4.

Crimes Omissivos Próprios ou Puros

143

13.7.5.

Crimes de Perigo Abstrato/Presumido

143

13.7.6.

Contravenção penal

143

13.7.7.

Crimes

condicionados

144

13.7.8.

Crimes de atentado ou de empreendimento

144

13.7.9.

Crimes subordinados à condição objetiva de punibilidade

144

13.7.10.

Crimes

habituais

144

13.7.11.

Crime

obstáculo

144

13.7.12.

Crime com tipo penal composto de condutas abrangentes

144

13.8.

CRIMES PUNIDOS SOMENTE NA FORMA TENTADA

145

14. DESISTÊNCIA VOLUNTÁRIA E ARREPENDIMNTO EFICAZ

145

14.1.

PREVISÃO LEGAL

145

14.2.

FUNDAMENTO

145

14.3.

NATUREZA JURÍDICA

146

14.3.1.

Causa pessoal de extinção de punibilidade

146

14.3.2.

Causa de exclusão de culpabilidade

146

14.3.3.

Causa de exclusão de tipicidade

146

14.4.

DESISTÊNCIA VOLUNTÁRIA X ARREPENDIMENTO EFICAZ

146

14.5.

REQUISITOS

147

14.5.1.

Voluntariedade

147

.
.

14.5.2.

Eficácia

147

14.6.

MOTIVOS

 

147

14.7.

INCOMPATIBILIDADE COM OS CRIMES CULPOSOS

147

14.8.

COMUNICABILIDADE

147

14.9.

TENTATIVA QUALIFICADA

148

15.

ARREPENDIMENTO POSTERIOR

148

15.1.

CONCEITO

 

148

15.2.

LOCALIZAÇÃO DO INSTITUTO

148

15.3.

NATUREZA JURÍDICA

148

15.4.

FUNDAMENTOS

148

15.5.

APLICABILIDADE

148

15.6.

REQUISITOS

 

149

15.6.1.

Natureza jurídica

149

15.6.2.

Reparação do dano ou restituição da coisa

149

15.6.3.

Limite temporal

149

15.7.

COMUNICABILIDADE

150

15.8.

RECUSA DO OFENDIDO

150

15.9.

DISPOSITIVOS ESPECIAIS ACERCA DA REPARAÇÃO DO DANO

150

16.

CRIME IMPOSSÍVEL

 

150

16.1.

CONCEITO

150

16.2.

NATUREZA JURÍDICA

151

16.3.

TEORIAS SOBRE O CRIME IMPOSSÍVEL

151

16.3.1.

Teoria

subjetiva

151

16.3.2.

Teoria

sintomática

151

16.3.3.

Teoria

objetiva

151

16.4.

ESPÉCIES DE CRIME IMPOSSÍVEL

151

16.4.1.

Ineficácia absoluta do meio

151

16.4.2.

Impropriedade absoluta do objeto

152

16.5.

CRIME PUTATIVO POR OBRA DO AGENTE PROVOCADOR

152

16.6.

ASPECTOS PROCESSUAIS

153

ILICITUDE

154

1. CONCEITO

 

154

2. FORMAS DE ILICITUDE

154

2.1.

ILICITUDE FORMAL

154

 

.

  .

2.2. MATERIAL (SUBSTANCIAL)

ILICITUDE

154

2.3. UNITÁRIA

ILICITUDE

154

3. ILICITUDE

OU ANTIJURIDICIDADE

154

4. ILICITUDE GENÉRICA E ILICITUDE ESPECÍFICA

155

5. ILICITUDE PENAL E ILICITUDE EXTRAPENAL

155

6. CAUSAS DE EXCLUSÃO DA ILICITUDE

155

6.1. INTRODUÇÃO

 

155

6.2. TERMINOLOGIAS

155

6.3. PREVISÃO LEGAL

156

6.3.1. Genéricas

 

156

6.3.2. Específicas

156

6.4. ELEMENTOS OBJETIVOS E SUBJETIVOS DAS EXCLUDENTES DE ILICITUDE

157

6.5. CAUSAS SUPRALEGAIS DE EXCLUSÃO DA ILICITUDE

157

6.5.1.

Consentimento do ofendido

157

7. ESTADO DE NECESSIDADE

158

7.1. PREVISÃO LEGAL

158

7.2. NATUREZA JURÍDICA

159

7.3. TEORIAS

 

159

7.3.1. Teoria

Unitária

159

7.3.2. Teoria

Diferenciadora

159

7.4.

REQUISITOS

160

7.4.1. Situação de necessidade

161

7.4.2. Fato necessitado

163

7.5.

ESPÉCIES

163

7.5.1. Quanto ao bem sacrificado

163

7.5.2. Quanto à titularidade do bem preservado

164

7.5.3. Quanto à origem da situação de perigo

164

7.5.4. Quanto ao aspecto subjetivo do agente

165

7.6. ESTADO DE NECESSIDADE RECÍPROCO

165

7.7. COMUNICABILIDADE DO ESTADO DE NECESSIDADE

165

8. LEGÍTIMA DEFESA

 

165

8.1. PREVISÃO LEGAL

165

8.2. NATUREZA JURÍDICA

165

8.3. FUNDAMENTO

 

165

.
.

8.4.

REQUISITOS

165

8.4.1. Agressão

injusta

165

8.4.2. Agressão atual e iminente

166

8.4.3. Agressão a direito próprio ou alheio

166

8.4.4. Reação com os meios necessários

166

8.4.5. Uso moderado dos meios necessários

167

8.5. LEGÍTIMA DEFESA E VINGANÇA

167

8.6. LEGÍTIMA DEFESA E DESAFIO

167

8.7. ESPÉCIES

 

167

8.7.1. Quanto à forma de reação

167

8.7.2. Quanto à titularidade do bem jurídico protegido

168

8.7.3. Quanto ao aspecto subjetivo de quem se defende

168

8.7.4. Legítima defesa presumida

168

8.7.5. Legítima defesa sucessiva

168

8.8. LEGÍTIMA DEFESA E ABERRATIO ICTUS

169

8.9. LEGÍTMA DEFESA x ESTADO DE NECESSIDADE

169

8.10.

SIMULTANEIDADE ENTRE LEGÍTIMA DEFESA E ESTADO DE NECESSIDADE169

8.11.

LEGÍTIMA DEFESA E RELAÇÃO COM OUTRAS EXCLUDENTES

169

8.11.1.

Admissibilidade

169

8.11.2.

Inadmissibilidade

170

9.

ESTRITO CUMPRIMENTO DO DEVER LEGAL

170

9.1. NATUREZA JURÍDICA

170

9.2. CONCEITO

170

9.3. FUNDAMENTO

170

9.4. DEVER LEGAL

171

9.5. DESTINATÁRIOS DA EXCLUDENTE

171

9.6. LIMITES DA EXCLUDENTE

171

9.7. INCOMPATIBILIDADE COM OS CRIMES CULPOSOS

171

9.8. COMUNICABILIDADE DA EXCLUDENTE

171

10.

EXERCÍCIO REGULAR DE DIREITO

172

10.1. NATUREZA JURÍDICA

172

10.2. CONCEITO

172

10.3. LIMITES DA EXCLUDENTE

172

10.4. COSTUMES

172

.
.

10.5.

LESÕES EM ATIVIDADES ESPORTIVAS

172

10.6.

INTERVENÇÕES MÉDICAS OU CIRÚRGICAS

172

10.7.

OFENDÍCULAS, OFENDÍCULOS OU OFENSÁCLAS

173

10.7.1.

Conceito

173

10.7.2.

Natureza jurídica

173

10.8.

MEIOS MECÂNICOS PREDISPOSTOS DE DEFESA DA PROPRIEDADE

173

10.9.

ESTRITO CUMPRIMENTO DO DEVER LEGAL x EXERCÍCIO REGULAR DE

DIREITO

173

11.

EXCESSO

174

11.1.

INTRODUÇÃO

174

11.2.

DISPOSITIVO LEGAL

174

11.3.

ALCANCE

174

11.4.

CONCEITO

174

11.5.

ESPÉCIES

174

11.5.1.

Doloso ou consciente

174

11.5.2.

Culposo ou inconsciente

174

11.5.3.

Fortuito ou acidental

174

11.5.4.

Exculpante

174

11.5.5.

Intensivo ou próprio

175

11.5.6.

Extensivo ou impróprio

175

CULPABILIDADE

176

1. NATUREZA JURÍDICA

176

2. CONCEITO

176

3. TEORIAS DA CULPABILIDADE

176

3.1. PSICOLÓGICA

TEORIA

176

3.2. PSICOLÓGICA-NORMATIVA

TEORIA

176

3.3. TEORIA NORMATIVA PURA

176

4. COCULPABILIDADE

177

5. DIRIMENTES

177

6. IMPUTABILIDADE

178

6.1. INTRODUÇÃO

178

6.2. CONCEITO

178

6.3. PARA ANÁLISE

MOMENTO

178

6.4. INIMPUTABILIDADE

179

.
.

6.5.

SISTEMAS PATA IDENTIFICAÇÃO DA INIMPUTABILIDADE

179

6.5.1. Biológico

179

6.5.2. Psicológico

179

6.5.3. Biopsicológico

179

6.6.

CAUSAS DE INIMPUTABILIDADE

180

6.6.1. Menoridade

180

6.6.2. Doença mental

181

6.6.3. Desenvolvimento mental incompleto e desenvolvimento mental retardado

181

6.7. PERÍCIA MÉDICA

181

6.8. EFEITOS DA INIMPUTABILIDADE

182

6.9. SEMI-IMPUTABILIDADE

182

6.9.1.

Terminologia

182

6.9.2.

Conceito

183

6.9.3.

Natureza jurídica

183

6.9.4.

Sistema adotado

183

6.9.5.

Efeitos

183

6.10.

CAUSAS NÃO EXCLUDENTES DA IMPUTABILIDADE

184

6.10.1.

Emoção e paixão

184

6.10.2.

Embriaguez

185

7. POTENCIAL CONSCIÊNCIA DA ILICITUDE

187

7.1. INTRODUÇÃO

187

7.2. NATUREZA JURÍDICA

188

7.3. A VALORIZAÇÃO PARALELA DA ESFERA DO PROFANO

188

7.4. ERRO DE PROIBIÇÃO INEVITÁVEL

188

8. EXIGIBILIDADE DE CONDUTA DIVERSA

188

8.1. EVOLUÇÃO HISTÓRICA

188

8.2. CONCEITO

189

8.3. COAÇÃO MORAL IRRESISTÍVEL

189

8.3.1. Dispositivo legal e aplicabilidade

189

8.3.2. Fundamento

189

8.3.3. Requisitos

189

8.3.4. Efeitos

190

8.3.5. Temor reverencial

192

8.4.

OBDIÊNCIA HIERARQUICA

192

.
.

8.4.1. Dispositivo legal

192

8.4.2. Conceito

192

8.4.3. Fundamentos

192

8.4.4. Requisitos

192

8.4.5. Efeitos

193

8.5.

CAUSAS SUPRALEGAIS DE EXCLUSÃO DA CULPABILIDADE

193

8.5.1. Origem histórica

193

8.5.2. Situação atual

194

ERRO NO DIREITO PENAL

195

1. ERRO DE TIPO

195

1.1. NOMENCLATURA

195

1.2. CONCEITO

195

1.3. ERRO DE TIPO ESCUSÁVEL E ERRO DE TIPO INESCUSÁVEL

195

1.4. ERRO DE TIPO ESPONTÂNEO E ERRO DE TIPO PROVOCADO

196

1.5. ERRO DE TIPO ACIDENTAL

197

1.5.1. Erro sobre a pessoa

197

1.5.2. Erro sobre o objeto (a coisa)

198

1.5.3. Erro sobre a qualificadora

198

1.5.4. Erro sobre o nexo causal ou aberratio causae

198

1.5.5. Erro na execução ou aberratio ictus

199

1.5.6. Resultado diverso do pretendido ou aberratio delicti

200

1.6. ERRO DE TIPO E CRIME PUTATIVO POR ERRO DE TIPO

201

1.7. SISTEMATIZANDO

202

2. ERRO DE PROIBIÇÃO

202

2.1. NOMENCLATURA

202

2.2. DESCONHECIMENTO DA LEI E ERRO DE PROIBIÇÃO

203

2.3. ERRO DE PROIBIÇÃO INEVITÁVEL E ERRO DE PROIBIÇÃO EVITÁVEL

203

2.4. ERRO DE PROIBIÇÃO DIRETO, INDIRETO E MANDAMENTAL

204

2.5. ERRO DE PROIBIÇÃO E CRIME PUTATIVO POR ERRO DE PROIBIÇÃO

204

2.6. ERRO DE TIPO QUE RECAI SOBRE A ILICITUDE DO FATO

204

2.7. ERRO DE TIPO x ERRO DE PROIBIÇÃO

205

3. DESRIMINANTES PUTATIVAS

205

3.1. CONCEITO

205

3.2. NATUREZA JURÍDICA

205

.
.

CONCURSO DE PESSOAS

 

207

1. PREVISÃO LEGAL

 

207

2. DENOMINAÇÃO

207

3. CONCEITO

207

4. REQUISITOS

207

4.1. PLURALIDADE DE AGENTES CULPÁVEIS

208

4.2. RELEVÂNCIA CAUSAL DAS CONDUTAS

208

4.3. VÍNCULO

SUBJETIVO

 

209

4.4. UNIDADE DE INFRAÇÃO PENAL PARA TODOS OS AGENTES

209

4.5. EXISTÊNCIA DE FATO PUNÍVEL

 

209

5. FORMAS DE CONCURSO DE PESSOAS

210

6. AUTORIA

 

210

6.1.

TEORIAS

210

6.1.1. Teoria

Objetivo-Formal

 

210

6.1.2. Teoria do Domínio do Fato

210

6.2.

AUTORIA DE ESCRITÓRIO E TEORIA DO DOMÍNIO DA ORGANIZAÇÃO

212

7. COAUTORIA

 

212

7.1.

ESPÉCIES

212

7.1.1. Parcial ou Funcional

 

212

7.1.2. Direta ou Material

212

7.2.

CRIMES PRÓPRIOS E DE MÃO PRÓPRIA

213

8. PARTICIPAÇÃO

 

213

8.1.

MODALIDADES DE PARTICIPAÇÃO

213

8.1.1. Moral

 

213

8.1.2. Material

214

8.2. PARTICIPAÇÃO

DE MENOR

IMPORTÂNCIA

214

8.3. PARTICIPAÇÃO

IMPUNÍVEL

215

8.4. PARTICIPAÇÃO

POR OMISSÃO

215

8.5. CONIVÊNCIA

215

8.6. PARTICIPAÇÃO EM CADEIA

 

216

8.7. TEORIAS DA ACESSORIEDADE

216

8.7.1. Teoria da Acessoriedade Mínima

216

8.7.2. Teoria da Acessoriedade Limitada

216

8.7.3. Teoria da Acessoriedade Máxima ou Extrema

216

.
.

8.7.4.

Teoria da Hiperacessoriedade

216

9. COOPARTICIPAÇÃO DOLOSAMENTE DISTINTA

217

10. EXECUTOR DE RESERVA

 

217

11. CIRCUNSTÂNCIAS (IN)

COMUNICÁVEIS

218

11.1.

ELEMENTARES

218

11.2.

CIRCUNSTÂNCIAS

218

11.2.1.

Pessoais ou subjetivas

218

11.2.2.

Reais ou objetivas

218

11.3.

CONDIÇÕES

218

11.4.

AS REGRAS DO ART. 30 DO CP

218

11.5.

INFANTICÍDIO, ESTADO PUERPERAL E ELEMENTARES PERSONALÍSSIMAS219

12. AUTORIA

COLATERAL

219

13. AUTORIA

INCERTA

220

14. DESCONHECIDA

AUTORIA

220

EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE

221

1. INTRODUÇÃO

221

2. O ARTIGO 107 DO CÓDIGO PENAL

221

2.1.

ROL EXPLICATIVO OU TAXATIVO?

221

3. MOMENTO DA OCORRÊNCIA DA CAUSA EXTINTIVA DA PUNIBILIDADE

222

3.1. PRETENSÃO

PUNITIVA

222

3.2. PRETENSÃO

EXECUTÓRIA

222

4. EFEITOS DAS CAUSAS EXTINTIVAS DA PUNIBILIDADE

222

4.1. PRETENSÃO

PUNITIVA

222

4.2. PRETENSÃO

EXECUTÓRIA

222

5. CRIMES ACESSÓRIOS, COMPLEXOS E CONEXOS

222

6. MORTE DO AGENTE

223

6.1. PREVISÃO LEGAL

223

6.2. FUNDAMENTOS

223

6.2.1. Princípio da personalidade da pena

223

6.2.2. Mors omnia

solvit

224

6.3. ALCANCE DA PALAVRA “AGENTE”

224

6.4. CAUSA

PERSONALÍSSIMA

224

6.5. PROVA DA MORTE DO AGENTE

224

7. ANISTIA, GRAÇA E INDULTO

224

.
.
 

7.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS

224

7.2. ANISTIA

225

7.2.1. Conceito

225

7.2.2. Espécies

225

7.2.3. Efeitos

225

7.2.4. Crimes hediondos e equiparados

225

7.3.

GRAÇA

226

7.3.1. Conceito

226

7.3.2. Efeitos

226

7.3.3. Espécies

226

7.3.4. Crimes hediondos e equiparados

226

7.4.

INDULTO

226

7.4.1. Conceito

226

7.4.2. Espécies

227

7.4.3. Crimes hediondos e equiparados

227

7.4.4. Prática de falta grave

227

8.

ABOLITIO CRIMINIS

227

9.

PRESCRIÇÃO, DECADÊNCIA E PEREMPÇÃO

228

9.1. PRESCRIÇÃO

228

9.2. DECADÊNCIA

228

9.3. PEREMPÇÃO

228

10. RENÚNCIA AO DIREITO DE QUEIXA OU PERDÃO ACEITO

228

11. RETRATAÇÃO DO AGENTE

229

12. PERDÃO JUDICIAL

229

 

12.1. CONCEITO

229

12.2. NATUREZA JURÍDICA

229

12.3. APLICABILIDADE

229

12.4. INCOMUNICABILIDADE NO CONCURSO DE PESSOAS

230

12.5. NATUREZA JURÍDICA DA SENTENÇA

230

12.6. DISTINÇÃO ENTRE PERDÃO JUDICIAL E ESCUSAS ABSOLUTÓRIAS

230

12.7. DISTINÇÃO ENTRE PERDÃO JUDICIAL E PERDÃO DO OFENDIDO

230

PRESCRIÇÃO

 

231

1. INTRODUÇÃO

231

2. CONCEITO

231

.
.

3. NATUREZA JURÍDICA

 

231

4. LOCALIZAÇÃO NA TEORIA GERAL DO DELITO

 

231

5. FUNDAMENTOS

232

5.1. SEGURANÇA JURÍDICA AO RESPONSÁVEL PELA INFRAÇÃO

 

232

5.2. IMPERTINÊNCIA DA SANÇÃO PENAL

 

232

5.3. LUTA CONTRA A INEFICIÊNCIA DO ESTADO

 

232

6. IMPRESCRITIBILIDADE PENAL

 

232

7. DIFERENÇAS ENTRE PRESCRIÇÃO E DECADÊNCIA

 

233

8. ESPÉCIES DE PRESCRIÇÃO

 

234

9. PRESCRIÇÃO DA PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE

 

234

9.1. PRESCRIÇÃO

DA

PRETENSÃO

PUNITIVA

(PPP)

PROPRIAMENTE

DITA

OU

PRESCRIÇÃO DA AÇÃO PENAL

 

234

9.1.1. Previsão legal

 

234

9.1.2. Cálculo

235

9.1.3. Termo inicial

 

238

9.1.4. Causas interruptivas

 

239

9.1.5. Comunicabilidade das causas interruptivas da prescrição

 

241

9.1.6. Causas impeditivas e suspensivas

 

242

9.2. PRESCRIÇÃO RETROATIVA

243

9.2.1. Conceito

243

9.2.2. Cálculo

243

9.2.3. Informações gerais

 

244

9.2.4. Termo inicial

244

9.2.5. Momento para o seu conhecimento

 

245

9.3. PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE OU SUPERVENIENTE

 

245

9.3.1. Conceito

245

9.3.2. Cálculo

245

9.3.3. Informações gerais

 

245

9.3.4. Termo inicial e hipóteses

 

246

9.4. PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO EXECUTÓRIA OU PRESCRIÇÃO DA CONDENAÇÃO

246

9.4.1. Conceito

246

9.4.2. Contagem

246

9.4.3. Termo inicial

247

9.4.4. Causas interruptivas

248

.
.

9.4.5. Incomunicabilidade das causas interruptivas