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APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos

Exercício 5
Um tijolo pesa 1 quilo mais meio tijolo. Quanto pesam três tijo-
los?
a) 5 kg
b) 4 kg
c) 4,5 kg
d) 5,5 kg
e) 3,5 kg
Esta prova tem o objetivo de medir a habilidade do candidato em
entender a estrutura lógica de relações arbitrárias entre pessoas, Resposta C – Pelo enunciado, um tijolo pesa um quilo e meio.
lugares, coisas ou eventos fictícios; deduzir novas informações das Portanto, três tijolos deverão pesar 3 x 1,5 = 4,5 kg.
relações fornecidas e avaliar as condições usadas para estabelecer a
estrutura daquelas relações. ENUNCIADO PARA AS PRÓXIMAS QUESTÕES:

Os problemas seguintes requerem raciocínio para sua solução. A Cinco moças estão sentadas na primeira fila da sala de aula:
fim de provar que uma resposta é correta, uma vez encontrada, neces- são Maria, Mariana, Marina, Marisa e Matilde.
sita-se de um raciocínio cujas premissas estejam contidas no enuncia-
do do problema, e cuja conclusão seja a resposta ao mesmo. Se a res- Marisa está numa extremidade e Marina na outra. Mariana sen-
posta é correta, poder-se-á construir um raciocínio válido. 0 leitor é so- ta-se ao lado de Marina e Matilde, ao lado de Marisa.
licitado, ao trabalhar com estes problemas, a preocupar-se não só em
encontrar as respostas corretas, mas em formular também os raciocí- Responda as perguntas:
nios que provem a correção das respostas. 6 – Quantas estão entre Marina e Marisa?
Daremos, a seguir, alguns exercícios resolvidos para que o candi- 7 – Quem está no meio?
dato possa inteirar-se do funcionamento do assunto. 8 – Quem está entre Matilde e Mariana?
9 – Quem está entre Marina e Maria?
Exercício 1 10 – Quantas estão entre Marisa e Mariana?
Assinale a alternativa que não faz parte do conjunto dado:
a) São Paulo Se lermos direitinho o enunciado podemos concluir e fazer um de-
b) Campinas senho para ilustrar e assim responder a todas as perguntas:
c) Porto Alegre
d) Santos MARISA MATILDE MARIA MARIANA MARINA
e) Franca
Respostas:
Resposta: C – São Paulo, Campinas, Santos e Franca são cida- 6 – três
des do Estado de São Paulo, ao passo que Porto Alegre não é cidade 7 – Maria
do nosso Estado. 8 – Maria
9 – Mariana
Exercício 2 10 – duas
Assinale o número que completa a sequência apresentada:
1, 3, 5, 7, 9, ... Exercício 11
a) 13 Qual o número que falta no quadro a seguir?
b) 11 5 10 5
c) 15 6 14 8
d) 17 3 10 ......
e) 19
Resposta: 7 – A soma dos extremos é o número central.
Resposta: b – Os números 1, 3, 5, 7, 9 formam uma sequência, ou 5 + 5 = 10
seja, a sequência dos números ímpares. Portanto, o próximo número é 6 + 8 = 14
11. 3 + 7 = 10
Exercício 3 Exercício 12
REAL está para BRASIL assim como DÓLAR está para Qual a palavra que não faz parte do grupo?
................. a) LIVRO
a) Estados Unidos b) REVISTA
b) França c) JORNAL
c) Canadá d) ENCICLOPÉDIA
d) Austrália e) CARNE
e) Alemanha
Resposta E – Os quatro primeiros são vendidos em livrarias e carne
Resposta – A - Real é a moeda brasileira e dólar é a moeda dos não.
Estados Unidos.
Exercício 4
O carro amarelo anda mais rapidamente do que o vermelho e Exercício 13
este mais rapidamente que o azul. Qual o carro que está se movi- ALTO está para BAIXO, assim como GRANDE está para
mentando com maior velocidade? .................
a) o amarelo a) nanico
b) o azul b) baixinho
c) o vermelho c) pequeno
d) o vermelho e o azul d) gabiru
e) impossível responder e) mínimo
Resposta – A – Lendo direitinho o enunciado vemos claramente Resposta: C – O contrário de grande é pequeno.
que o carro amarelo anda mais depressa.

Raciocínio Lógico-Quantitativo 1 A Opção Certa Para a Sua Realização


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APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
Exercício 14 Exercício 23
Assinale a alternativa que não tem as mesmas características Complete o número que falta:
das demais, quanto às patas: 10 20 30
a) formiga 12 15 .......
b) aranha 15 20 35
c) abelha a) 27
d) traça b) 31
e) borboleta c) 33
Resposta – b – Aranha tem oito patas. As outras têm seis. d) 29

Exercício 15 Resposta: a (12 + 15 = 27)


Assinale qual destes animais, cujos nomes estão ocultos en-
tre as letras, é o menor: Exercício 24
a) OSÃBI Ao medir uma vara verificou-se que ela tem 5 metros mais a
b) TOGA metade de seu próprio comprimento. Qual o real comprimento da
c) LIVAJA vara?
d) ATOR a) 12 metros
e) RAFAGI b) 10 metros
Resposta: D – RATO (as outras: bisão, gato, javali, girafa) c) 8 metros
d) 16 metros
Exercício 16 Resposta: B
Escreva o número que falta:
20 17 14 ...... 8 5 Exercício 25
Resposta: 11 O pai do meu neto é o neto de meu pai. Quantas pessoas es-
20 – 3 = 17; 17 – 3 = 14; 14 – 3 = 11; 11 – 3 = 8; 8 – 3 = 5 tão envolvidas nesse relacionamento de parentesco?
Resposta: 4
Exercício 17
O vaqueiro está tocando as vaca numa estrada. Uma delas an- Exercício 26
da na frente de duas outras, uma anda entre duas e uma anda Um macaco caiu no fundo de um poço de 30 metros de pro-
atrás de duas. Quantas eram as vacas? fundidade. Em cada hora ele sobe 5 m e escorrega 4 m. Depois de
Resposta: 3 quantas horas sairá do poço?
a) 30 horas
VACA VACA VACA b) 24 horas
c) 28 horas
Exercício 18 d) 26 horas
Como dispor oito oitos de forma que a soma seja 1.000? Resposta: D – 26 horas
Resposta: 888 + 88 + 8 + 8 + 8 = 1.000
Exercício 27
Exercício 19 A sala tem quatro cantos. Cada canto tem um gato. Cada gato
A mãe de Takada tem cinco filhos: Tanaco, Taneco, Tanico, vê três gatos. Quantos gatos estão na sala:
Tanoco. Qual é o quinto filho? Resposta: 4 gatos.
a) Tanuco
b) Takuda Exercício 28
c) Tanuka Porque prefere o barbeiro carioca cortar o cabelo de dois ca-
d) Takada pixabas a cortar o cabelo de um paulista?
Resposta: D – Takada. É claro que é Takada, que também é sua fi- a) porque ganha o dobro do dinheiro
lha, de acordo com o enunciado do problema. b) porque paulista gosta de pedir desconto
c) porque paulista gosta de dar o calote
Exercício 20 d) porque paulista não corta cabelo com carioca
Sabendo-se que seis raposas, em seis minutos, comem seis ga- Resposta: A
linhas, pergunta-se: Quantas raposas, em sessenta minutos, co-
mem sessenta galinhas? Exercício 29
Assinale o número que falta:
Resposta: 6 raposas (é só fazer o cálculo). 10 20 30
11 13 17
Exercício 21 .... 33 47
Coloque a sílaba que completa a primeira palavra e começa a Resposta: 21 (21 é a soma dos dois números superiores: 10 +
segunda e com ambas forma uma terceira. 11 = 21).
RE (........) TA
Resposta: GA – REGA – GATA – REGATA Exercício 30
Coloque a letra que falta:
Exercício 22 A C E G I .......
Assinale qual das marcas a seguir não é de carro:
a) ROFD A resposta é K, pois as letras pulam de duas em duas.
b) OLWVGASKNE
c) VROCHETEL Sempre que aparecerem problemas com letras, deve-se levar
d) TONREMING em conta a letra K.
e) TAIF Exercício 31
Escreva o número que falta:
Resposta: REMINGTON – é máquina de escrever e as outras 50 45 40 35 .... 25 20
marcas de automóvel (Ford, Volkswagen, Chevrolet, Fiat). Resposta: 30 (os números decrescem de cinco em cinco).

Raciocínio Lógico-Quantitativo 2 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Exercício 32 10. Escreva o número que falta.
Assinale o número que continua a sequência: 12 34
56 ......
a) 78
b) 76
c) 62
d) 98
Resposta: A (os números “pulam” de 22 cada vez: 12 + 22 = 34
etc.)

Exercício 33 11. Escreva o número que falta.


Para que haja uma representação teatral não pode faltar: 4 5 7 11 19 ?
a) palco
b) bilheteria 12. Escreva o número que falta.
c) ator (ou atriz) 6 7 9 13 21 ?
d) auditório
e) texto 13. Escreva o número que falta.
Resposta C – (é impossível uma representação teatral sem ator 4 8 6
ou atriz). 6 2 4
8 6 ?
TESTE DE HABILIDADE NUMÉRICA
14. Escreva o número que falta.
1. Escreva o número que falta. 64 48 40 36 34 ?
18 20 24 32 ?
15. Escreva, dentro do parêntese, o número que falta.
2. Escreva o número que falta. 718 (26) 582
474 (. . .) 226

16. Escreva o número que falta.

3. Escreva o número que falta.


212 179 146 113 ? 17. Escreva o número que falta.
15 13 12 11 9 9 ?
4. Escreva o número que falta.

18. Escreva o número que falta.


9 4 1
6 6 2
1 9 ?

19. Escreva o número que falta.


11 12 14 ? 26 42

5. Escreva o número que falta.


6 8 10 11 14 14 ? 20. Escreva o número que falta.
8 5 2
4 2 0
6. Escreva, dentro do parêntese, o número que falta. 9 6 ?
17 (112) 39
28 (...) 49
21. Escreva o número que falta.

7 Escreva o número que falta.


7 13 24 45 ?

8. Escreva o número que falta.


3 9 3
5 7 1
7 1 ?

9. Escreva, dentro do parêntese, o número que falta. 22. Escreva, dentro do parêntese, o número que falta.
234 (333) 567 341 (250) 466
345 (. . .) 678 282 (. . .) 398

Raciocínio Lógico-Quantitativo 3 A Opção Certa Para a Sua Realização


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23. Escreva o número que falta. 24. 480. (O número inserto no parêntese é o dobro do produto dos
números de fora do mesmo).
25. 2. (A terceira coluna é o dobro da diferença entre a primeira e a segun-
da).

TESTE DE HABILIDADE VÍSUO-ESPACIAL

1. Assinale a figura que não tem relação com as demais.

24. Escreva, dentro do parêntese, o número que falta.


12 (336) 14
15 (. . .) 16

25. Escreva o número que falta.


4 7 6
8 4 8
6 5 ?
2. Assinale a figura que não tem relação com as demais.
RESPOSTAS - TESTE DE HABILIDADE NUMËRICA

1. 48. (Some 2, 4, 8 e, finalmente 16).


2. 24. (No sentido contrário aos ponteiros do relógio, os números
aumentam em 2, 3, 4, 5 e 6).
3. 80. (Subtraia 33 de cada número). 3. Assinale a figura que não tem relação com as demais.
4. 5. (Os braços para cima se somam e os para baixo se subtraem,
para obter o número da cabeça).
5. 18. (Existem duas séries alternadas, uma que aumenta de 4 em 4 e
a outra de 3 em 3).
6. 154. (Some os números de fora do parêntese e multiplique por 2).
7. 86. (Multiplique o número por dois e subtraia 1, 2, 3 e 4). 4. Escolha, dentre as numeradas, a figura que corresponde à incógnita.
8. 3. (Subtraia os números das duas primeiras colunas e divida por 2).
9. 333. (Subtraia o número da esquerda do número da direita para
obter o número inserto no parêntese).
10. 5. (O número da cabeça é igual a semi--soma dos números dos
pés).
11. 35. (A série aumenta em 1, 2, 4, 8 e 16 unidades sucessivamente).
12. 37. (Multiplique cada termo por 2 e subtraia 5 para obter o seguin-
te).
13. 7. (Os números da terceira coluna são a semi-soma dos números 5. Assinale a figura que não tem relação com as demais.
das outras duas colunas).
14. 33. (A série diminui em 16, 8, 4, 2 e 1 sucessivamente).
15. 14. (Some os números de fora do parêntese e divida por 50 para
obter o número inserto no mesmo).
6. Assinale a figura que não tem relação com as demais.
16. 3. (No sentido dos ponteiros do relógio, multiplique por 3).
17. 6. (Existem duas séries alternadas: uma diminui de 3 em 3; a outra
de 2 em 2).
18. 4. (Cada fileira soma 14).
19. 18. (Dobre cada termo e subtraia 10 para obter o seguinte). 7. Assinale a figura que não tem relação com as demais.
20. 3. (Os números diminuem em saltos iguais, 3 na primeira fileira, 2
na segunda e 3 na terceira).
21. 18. (Os números são o dobro de seus opostos diametralmente).
22. 232. (Subtraia a parte esquerda da parte direita e multiplique o
resultado por dois).
23. 21. (Os números aumentam em intervalos de 2, 4, 6 e 8).

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8. Assinale a figura que não tem relação com as demais.
15. Assinale a figura que não tem relação com as demais.

9. Assinale a figura que não tem relação com as demais.


16. Assinale a figura que não tem relação com as demais.

17. Assinale a figura que não tem relação com as demais.


* Não ter relação no sentido de não conservar as mesmas relações
com as demais, por questão de detalhe, posição etc.

10. Assinale a figura que não tem relação com as demais.

18. Assinale a figura que não tem relação com as demais.

11. Assinale a figura que não tem relação com as demais.


19. Assinale a figura que não tem relação com as demais.

20. Assinale a figura que não tem relação com as demais.


12. Assinale a figura que não tem relação com as demais.

21. Assinale a figura que não tem relação com as demais.

13. Assinale a figura que não tem relação com as demais.

22. Assinale a figura que não tem relação com as demais.


14. Assinale a figura que não tem relação com as demais.

Raciocínio Lógico-Quantitativo 5 A Opção Certa Para a Sua Realização


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23. Assinale a figura que não tem relação com as demais.
RESPOSTAS - TESTE DE HABILIDADE VÍSUO - ESPACIAL

1- 4. (Todas as outras figuras podem inverterem-se sem qualquer


diferença).
2- 3. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
3- 4 . (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
24. Assinale a figura que não tem relação com as demais. 4- 1. (A figura principal gira 180° e o círculo pequeno passa para o
outro lado).
5- 1. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
6- 4. (A figura gira 90° cada vez, em sentido contrario aos ponteiros do
relógio, exceto a 4 que gira no sentido dos mencionados ponteiros).
7- 4. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
8- 4. (A figura gira 90° cada vez em sentido contrario aos ponteiros do
relógio, exceto o 4 que gira no mesmo sentido dos mencionados pon-
25. Assinale afigura que não tem relação com es demais. teiros).
9- 4. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem no plano
do papel).
10 - 2. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
11 - 3. (As outras três figuras são esquemas de urna mão esquerda; a de
n.° 3 é o esquema de urna mão direita).
12 - 3. (A figura gira 45° cada vez em sentido contrario aos ponteiros do
relógio, porém o sombreado preto avança urna posição a mais, exce-
to em 3, que é, portanto, a figura que não corresponde as demais).
26. Assinale a figura que não tem relação com as demais. 13 - 5. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
14 - 1. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
15 - 4. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
16 - 5. (O conjunto completo de 4 círculos gira num ângulo de 90° cada
vez. Em 5 os círculos com + e o com x trocaram suas posições. Em
todas as demais figuras o + está na mesma fileira que o círculo pre-
to).
17 - 6. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
18 - 3. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
19 - 2. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
20 - 2. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
21 - 5. (1 e 3, e 2 e 4 são duplas que podem se sobreporem girando 45°.
27. Assinale a figura que não tem relação com as demais. A figura 5 não pode sobrepor-se porque a cruz e o circulo interiores
ficariam em posição diferente).
22 - 4. (Os setores preto, branco ou hachur giram em sentido contrario
aos ponteiros do relógio; na figura 4 os setores branco e hachur es-
tão em posição diferente).
23 - 1. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
24 - 4. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
28. Assinale a figura que não tem relação com as demais. 25 - 4. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
26 - 3. (1 e 4 formam urna dupla e o mesmo ocorre com 2 e 5. Em cada
dupla os retângulos preto e hachur alternam sua posição; a figura 3
tem o sombreado em posição diferente).
27 - 5. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
28 - 6. (As outras figuras podem girar até se sobreporem).
29 - 3. (Todas as outras figuras podem girar até se sobreporem).
30- 3. (A figura principal gira no sentido dos ponteiros do relógio; a seta,
no sentido contrario).

COMPREENSÃO DE ESTRUTURAS LÓGICAS


29. Assinale a figura que não tem relação com as demais.
INTRODUÇÃO
Neste roteiro, o principal objetivo será a investigação da validade de
ARGUMENTOS: conjunto de enunciados dos quais um é a CONCLUSÃO e
os demais PREMISSAS. Os argumentos estão tradicionalmente divididos
em DEDUTIVOS e INDUTIVOS.

30. Escolha, dentre as figuras numeradas, a que corresponde à incógnita. ARGUMENTO DEDUTIVO: é válido quando suas premissas, se verda-
deiras, a conclusão é também verdadeira.
Premissa : "Todo homem é mortal."
Premissa : "João é homem."
Conclusão : "João é mortal."
Esses argumentos serão objeto de estudo neste roteiro.

ARGUMENTO INDUTIVO: a verdade das premissas não basta para


assegurar a verdade da conclusão.
Premissa : "É comum após a chuva ficar nublado."
Premissa : "Está chovendo."
Raciocínio Lógico-Quantitativo 6 A Opção Certa Para a Sua Realização
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Conclusão: "Ficará nublado." Surgem as Lógicas não-clássicas: N.C.A. DA COSTA (Universidade de
Não trataremos do estudo desses argumentos neste roteiro. São Paulo) com as lógicas paraconsistentes , L. A. ZADEH (Universidade
As premissas e a conclusão de um argumento, formuladas em uma lin- de Berkeley-USA) com a lógica "fuzzy" e as contribuições dessas lógicas
guagem estruturada, permitem que o argumento possa ter uma análise para a Informática, no campo da Inteligência Artificial com os Sistemas
lógica apropriada para a verificação de sua validade. Tais técnicas de Especialistas.
análise serão tratadas no decorrer deste roteiro.
Hoje as especialidades se multiplicam e as pesquisas em Lógica en-
UMA CLASSIFICAÇÃO DA LÓGICA globam muitas áreas do conhecimento.
LÓGICA INDUTIVA: útil no estudo da teoria da probabilidade, não será
abordada neste roteiro. CÁLCULO PROPOSICIONAL
Como primeira e indispensável parte da Lógica Matemática temos o
LÓGICA DEDUTIVA: que pode ser dividida em: CÁLCULO PROPOSICIONAL ou CÁLCULO SENTENCIAL ou ainda
• LÓGICA CLÁSSICA- Considerada como o núcleo da lógica dedu- CÁLCULO DAS SENTENÇAS.
tiva. É o que chamamos hoje de CÁLCULO DE PREDICADOS DE CONCEITO DE PROPOSIÇÃO
1a ORDEM com ou sem igualdade e de alguns de seus subsiste- PROPOSIÇÃO: sentenças declarativas afirmativas (expressão de
mas. uma linguagem) da qual tenha sentido afirmar que seja verdadeira ou que
Três Princípios (entre outros) regem a Lógica Clássica: da IDEN- seja falsa.
TIDADE, da CONTRADIÇÃO e do TERCEIRO EXCLUÍDO os • A lua é quadrada.
quais serão abordados mais adiante. • A neve é branca.
• LÓGICAS COMPLEMENTARES DA CLÁSSICA: Complementam • Matemática é uma ciência.
de algum modo a lógica clássica estendendo o seu domínio.
Exemplos: lógicas modal , deôntica, epistêmica , etc. Não serão objeto de estudo as sentenças interrogativas ou exclamati-
• LÓGICAS NÃO - CLÁSSICAS: Assim caracterizadas por derroga- vas.
rem algum ou alguns dos princípios da lógica clássica. Exemplos:
paracompletas e intuicionistas (derrogam o princípio do terceiro OS SÍMBOLOS DA LINGUAGEM DO CÁLCULO PROPOSICIONAL
excluído); paraconsistentes (derrogam o princípio da contradição); • VARIÁVEIS PROPOSICIONAIS: letras latinas minúsculas
não-aléticas (derrogam o terceiro excluído e o da contradição); p,q,r,s,.... para indicar as proposições (fórmulas atômicas) .
não-reflexivas (derrogam o princípio da identidade); probabilísticas, Exemplos: A lua é quadrada: p
polivalentes, fuzzy-logic, etc... A neve é branca : q
• CONECTIVOS LÓGICOS: As fórmulas atômicas podem ser com-
"ESBOÇO" DO DESENVOLVIMENTO DA LÓGICA binadas entre si e, para representar tais combinações usaremos os
• PERÍODO ARISTOTÉLICO (390 a.C. a 1840 d.C.) conectivos lógicos :
A história da Lógica tem início com o filósofo grego ARISTÓTELES : e , : ou , : se...então , : se e somente se , : não
(384 - 322a.C.) de Estagira (hoje Estavo) na Macedônia. Aristóte-
les criou a ciência da Lógica cuja essência era a teoria do silogis- Exemplos:
mo (certa forma de argumento válido). Seus escritos foram reuni- A lua é quadrada e a neve é branca. : p q (p e q são chamados
dos na obra denominada Organon ou Instrumento da Ciência. Na conjunctos)
Grécia, distinguiram-se duas grandes escolas de Lógica, a PERI- A lua é quadrada ou a neve é branca. : p q ( p e q são chamados
PATÉTICA (que derivava de Aristóteles) e a ESTÓICA fundada por disjunctos)
Zenão (326-264a.C.). A escola ESTÓICA foi desenvolvida por Cri- Se a lua é quadrada então a neve é branca. : p q (p é o antece-
sipo (280-250a.C.) a partir da escola MEGÁRIA (fundada por Eu- dente e q o conseqüente)
clides, um seguidor de Sócrates). Segundo Kneale e Kneale (O A lua é quadrada se e somente se a neve é branca. : p q
Desenvolvimento da Lógica), houve durante muitos anos uma certa A lua não é quadrada. : p
rivalidade entre os Peripatéticos e os Megários e que isto talvez te-
nha prejudicado o desenvolvimento da lógica, embora na verdade • SÍMBOLOS AUXILIARES: ( ), parênteses que servem para deno-
as teorias destas escolas fossem complementares. tar o "alcance" dos conectivos;
GOTTFRIED WILHELM LEIBNIZ (1646-1716) merece ser citado,
apesar de seus trabalhos terem tido pouca influência nos 200 anos Exemplos:
seguidos e só foram apreciados e conhecidos no século XIX . • Se a lua é quadrada e a neve é branca então a lua não é quadra-
da. : ((p q) p)
PERÍODO BOOLEANO: (1840 a 1910) • A lua não é quadrada se e somente se a neve é branca. : (( p)
• Inicia-se com GEORGE BOOLE (1815-1864) e AUGUSTUS DE q))
MORGAN (1806-1871). Publicaram os fundamentos da chamada
Álgebra da lógica, respectivamente com MATHEMATICAL • DEFINIÇÃO DE FÓRMULA :
ANALYSIS OF LOGIC e FORMAL LOGIC. 1. Toda fórmula atômica é uma fórmula.
• GOTLOB FREGE (1848-1925) um grande passo no desenvolvi- 2. Se A e B são fórmulas então (A B) , (A B) , (A B) , (A B) e (
mento da lógica com a obra BEGRIFFSSCHRIFT de 1879. As A) também são fórmulas.
idéias de Frege só foram reconhecidas pelos lógicos mais ou me- 3. São fórmulas apenas as obtidas por 1. e 2. .
nos a partir de 1905. É devido a Frege o desenvolvimento da lógica
que se seguiu. Com o mesmo conectivo adotaremos a convenção pela direita.
• GIUSEPPE PEANO (1858-1932) e sua escola com Burali-Forti, Exemplo: a fórmula p q r p q deve ser entendida como (((p q)
Vacca, Pieri, Pádoa, Vailati, etc. Quase toda simbologia da mate- ( r)) ( p ( q)))
mática se deve a essa escola italiana.
AS TABELAS VERDADE
- PERÍODO ATUAL: (1910- ........) A lógica clássica é governada por três princípios (entre outros) que po-
• Com BERTRAND RUSSELL (1872-1970) e ALFRED NORTH dem ser formulados como segue:
WHITEHEAD (1861-1947) se inicia o período atual da lógica, com • Princípio da Identidade: Todo objeto é idêntico a si mesmo.
a obra PRINCIPIA MATHEMATICA. • Princípio da Contradição: Dadas duas proposições contraditórias
• DAVID HILBERT (1862-1943) e sua escola alemã com von Neu- (uma é negação da outra), uma delas é falsa.
man, Bernays, Ackerman e outros. • Princípio do Terceiro Excluído: Dadas duas proposições contra-
• KURT GÖDEL (1906-1978) e ALFRED TARSKI (1902-1983) com ditórias, uma delas é verdadeira.
suas importantes contribuições.

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Com base nesses princípios as proposições simples são ou verdadei- V V F V F
ras ou falsas - sendo mutuamente exclusivos os dois casos; daí dizer que a
lógica clássica é bivalente. V F V F V
V F F F V
Para determinar o valor (verdade ou falsidade) das proposições com- F V V F V
postas (moleculares), conhecidos os valores das proposições simples
F V F F V
(atômicas) que as compõem usaremos tabelas-verdade :
1.Tabela verdade da "negação" : ~p é verdadeira (falsa) se e somente F F V F V
se p é falsa (verdadeira). F F F F V
p ~p NOTA: "OU EXCLUSIVO" É importante observar que "ou" pode ter dois
V F sentidos na linguagem habitual: inclusivo (disjunção) ("vel") e exclusivo
( "aut") onde p q significa ((p q) (p q)).
F V
p q ((p q) (p q))
2. Tabela verdade da "conjunção" : a conjunção é verdadeira se e so- V V V F F V
mente os conjunctos são verdadeiros. V F V V V F
p q p q F V V V V F
V V V F F F FV F
V F F
F V F CONSTRUÇÃO DE TABELAS-VERDADE
F F F
1. TABELA-VERDADE DE UMA PROPOSIÇÃO COMPOSTA
Dadas várias proposições simples p, q, r,..., podemos combiná-las pe-
3. Tabela verdade da "disjunção" : a disjunção é falsa se, e somente,
los conectivos lógicos:  ,  , V ,  , 
os disjunctos são falsos.
e construir proposições compostas, tais como:
p q p q P (p, q) =  p V (p q)
V V V Q (p, q) = (p   q) q
V F V R (p, q, r) = ( p   q V r )   ( q V ( p   r ) )
F V V
Então, com o emprego das tabelas-verdade das operações lógicas
F F F fundamentais:  p, p  q, p V q, p q, p  q é possível construir a
tabela-verdade correspondente a qualquer proposição composta dada,
4. Tabela verdade da "implicação": a implicação é falsa se, e somente tabela-verdade esta que mostrará exatamente os casos em que a proposi-
se, o antecedente é verdadeiro e o conseqüente é falso. ção composta será verdadeira(V) ou falsa(F), admitindo-se, como é sabi-
p q p q do, que o seu valor lógico só depende dos valores lógicos das proposições
simples componentes.
V V V
V F F 2. NÚMERO DE LINHAS DE UMA TABELA-VERDADE
F V V O número de linhas da tabela-verdade de uma proposição composta
F F V depende do número de proposições simples que a integram, sendo da-
do pelo seguinte teorema:
5. Tabela verdade da "bi-implicação": a bi-implicação é verdadeira se, e A tabela-verdade de uma proposição composta com n proposi-
somente se seus componentes são ou ambos verdadeiros ou ambos falsos ções simples componentes contém 2n linhas.
p q p q Dem. Com efeito, toda proposição simples tem dois valores lógicos: V e
V V V F, que se excluem. Portanto, para uma proposição composta P(p1, p2, ... pn)
com n proposições simples componentes p1, p2, ... pn há tantas possibilida-
V F F des de atribuição dos valores lógicos V e F a tais componentes quantos são
F V F os arranjos com repetição n a n dos dois elementos V e F, isto é, A2, n = 2n,
F F V segundo ensina a Análise Combinatória.
Exemplo: Construir a tabela verdade da fórmula : ((p q) ~p) (q p)
3. CONSTRUÇÃO DA TABELA-VERDADE DE UMA PROPOSIÇÃO
p q ((p q) p) (q p) COMPOSTA
V V V F F V V Para a construção prática da tabela-verdade de uma proposição com-
V F V F F V F posta começa-se por contar o número de proposições simples que a inte-
gram. Se há n proposições simples componentes: p1, p2, ... pn então a
F V V V V F F tabela-verdade contém 2n linhas. Posto isto, à 1ª proposição simples p1
F F F V V F F atribuem-se 2n/2 = 2n - 1 valores V seguidos de 2n – 2 valores F; à 2ª proposi-
ção simples p2 atribuem-se 2n/4 = 2n - 2 valores V, seguidos de 2n - 2 valores
• NÚMERO DE LINHAS DE UMA TABELA-VERDADE: Cada propo- F, seguidos de 2n - 2 valores V,seguidos, finalmente, de 2n - 2 valores F; e
sição simples (atômica) tem dois valores V ou F, que se excluem. assim por diante. De modo genérico, a k-ésima proposição simples pk(k 
Para n atômicas distintas, há tantas possibilidades quantos são os n) atribuem-se alternadamente 2n/ 2k = 2n - k valores V seguidos de igual
arranjos com repetição de 2 (V e F) elementos n a n. Segue-se número de valores F.
que o número de linhas da tabela verdade é 2n. Assim, para duas
proposições são 22 = 4 linhas; para 3 proposições são 23 = 8; etc. No caso, p. ex., de uma proposição composta com cinco (5) proposi-
Exemplo: a tabela - verdade da fórmula ((p q) r) terá 8 linhas como ções simples componentes, a tabela-verdade contém 25 = 32 linhas, e os
segue : grupos de valores V e F se alternam de 16 em 16 para a 1ª proposição
p q r ((p q) r ) simples p1, de 8 em 8 para a 2ª proposição simples p2, de 4 em 4 para a 3ª
proposição simples p3, de 2 em 2 para a 4ª proposição simples p4, e, enfim,
V V V V V de 1 em 1 para a 5ª proposição simples p5.

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4. EXEMPLIFICAÇAO (2) Construir a tabela-verdade da proposição:
(1) Construir a tabela-verdade da proposição: P ( p, q) =  (p   q) P (p, q) =  ( p  q) V  (q  p)

1ª Resolução - Forma-se, em primeiro lugar, o par de colunas cor- 1ª Resolução:


respondentes às duas proposições simples componentes p e q. Em p q pq qp  ( p  q)  (q  p)  ( p  q) V 
seguida, forma-se a coluna para  q. Depois, forma-se a coluna para p (q  p)
  q. Afinal, forma-se a coluna relativa aos valores lógicos da propo- V V V V F F F
sição composta dada. V F F F V V V
p q q pq  (p   q) F V F F V V V
V V F F V F F F V V F V
V F V V F
F V F F V 2ª Resolução:
F F V F V p q  (p  q) V  (q  p)
V V F V V V F F V V V
2.ª Resolução — Formam-se primeiro as colunas correspondentes às V F V V F F V V F F V
duas proposições simples p e q. Em seguida, à direita, traça-se uma coluna
F V V F F V V V V F F
para cada uma dessas proposições e para cada um dos conectivos que
F F V F F F V F F V F
figuram na proposição composta dada.
p q  (p   q) 3 1 2 1 4 3 1 2 1
V F
V V Portanto, simbolicamente:
F V P(VV)=F, P(VF)=V, P(FV)=V, P(FF)=V
F F ou seja, abreviadamente: P(VV, VF, FV, FF) = FVVV

Observe-se que P(p, a) outra coisa não é que uma função de U = { VV,
Depois, numa certa ordem, completam-se essas colunas, escrevendo
VF, FV, FF} em (V, F} , cuja representação gráfica por um diagrama sagi-
cm cada uma delas os valores lógicos convenientes, no modo abaixo
indicado: tal é a seguinte:
p q  (p   q)
V V V V F F F
V F F V V V F
F V V F F F V
F F V F F V F
4 1 3 2 1

Os valores lógicos da proposição composta dada encontram-se na co-


luna completada em último lugar (coluna 4). 3ª Resolução:
 (p  q) V  (q  p)
Portanto, os valores lógicos da proposição composta dada correspon- F V V V F F V V V
dentes a todas as possíveis atribuições dos valores lógicos V e F às propo- V V F F V V F F V
sições simples componentes p e q (VV, VF, FV e FF) são V, F, V e V, isto é, V F F V V V V F F
simbolicamente: V F F F V F F V F
P(VV)=V, P(VF)=F, P(FV)=V, P(FF)=V 3 1 2 1 4 3 1 2 1
ou seja, abreviadamente: P(VV, VF, FV, FF) = VFVV
(3) Construir a tabela-verdade da proposição:
Observe-se que a proposição P(p, q) associa a cada um dos elementos P(p, q, r) = p V  r  q   r
do conjunto U — { VV, VF, FV, FF } um único elemento do conjunto {V, F}
isto é, P(p, q) outra coisa não é que uma função de U em {V, F} 1ª Resolução:
p q r r pV q pVrq
P(p,q) : U  {V,F} r r r
V V V F V F F
cuja representação gráfica por um diagrama sagital é a seguinte: V V F V V V V
V F V F V F F
V F F V V F F
F V V F F F V
F V F V V V V
F F V F F F V
F F F V V F F

2ª Resolução:
3ª Resolução — Resulta de suprimir na tabela-verdade anterior as
p q r p V  r  q   r
duas primeiras colunas da esquerda relativas às proposições simples
componentes p e q que dá a seguinte tabela-verdade simplificada para V V V V V F V F V F F V
a proposição composta dada: V V F V V V F V V V V F
V F V V V F V F F F F V
 (p   q) V F F V V V F F F F V F
F V V F F F V V V F F V
V V F F V
F V F F V V F V V V V F
F V V V F
F F V F F F V V F F F V
V F F F V
F F F F V V F F F F V F
V F F V F
1 3 2 1 4 1 3 2 1
4 1 3 2 1

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Portanto, simbolicamente: F V F V V V F F V V F V F V
P(VVV) = F, P(VVF) = V, P(VFV) = F, P(VFF) = F F V F V F F F F V V F F V F
P(FVV) = V, P(FVF) V, P(FFV) = V, P(FFF) = F F V V F V V F F F V F V F V
F V V F V F V V F F F F V F
ou seja, abreviadamente: 1 4 2 1 3 1 6 5 1 4 1 3 2 1
P(VVV, VVF, VFV, VFF, FVV, FVF, FFV, FFF) = FVFFVVVF
Note-se que é uma tabela-verdade simplificada da proposição P(p, q,
Observe-se que a proposição P(p, q, r) outra coisa n~o é que uma fun- r), pois, não encerra as colunas relativas às proposições componentes p, q
ção de U = {VVV, VVF, VFV, VFF, FVV, FVF, FFV, FFF} em {V, F} , cuja e r.
representação gráfica por um diagrama sagital é a seguinte:
Portanto, simbolicamente:
P(VVV) = F, P(VVF) = F, P(VFV) = V, P(VFF) = F
P(FVV) = F, P(FVF)= F, P(PFV) = F, P(FFF) = V

ou seja, abreviadamente:
P(VVV, VVF, VFV, VFF, FVV, FVF, FFV, FFF) = FFVFFFFV

5. VALOR LÓGICO DE UMA PROPOSIÇÃO COMPOSTA


Dada uma proposição composta P(p, q, r,.. .), pode-se sempre determi-
nar o seu valor lógico (V ou F) quando são dados ou conhecidos os valores
lógicos respectivos das proposições componentes p, q, r .
3ª Resolução:
p V  r  q   r Exemplos:
V V F V F V F F V (1) Sabendo que os valores lógicos das proposições p e q são res-
V V V F V V V V F pectivamente V e F, determinar o valor lógico (V ou F) da pro-
V V F V F F F F V posição:
V V V F F F F V F P(p, q) =  (p V q)   p   q
F F F V V V F F V
F V V F V V V V F Resolução — Temos, sucessivamente:
F F F V V F F F V V(P) =  (V V F)   V   F =  V  F  V = F  F = V
F V V F F F F V F 
1 3 2 1 4 1 3 2 1 Sejam as proposições p:  =3 e q: sen =0.
2
(4) Construir a tabela-verdade da proposição:
P(p, q, r) = (p  q)  (q  r)  (p  r) Determinar o valor lógico (V ou F) da proposição:
P(p, q) = (p  q)  (p  p  q)
Resolução: Resolução — As proposições componentes p e q são ambas falsas, is-
p q r (p  q)  (q  r)  (p  r) to é, V(p) = F e V(q) = F. Portanto:
V(P) = (FF)  (F  F  F) = V  (F  F) = V  V = V
V V V V V V V V V V V V V V
V V F V V V F V F F V V F F (3) Sabendo que V(p) = V, V(q) = F e V(r) E, determinar o valor lógico
V F V V F F F F V V V V V V (V ou F) da proposição:
V F F V F F F F V F V V F F =P(p, q, r) = (q  (r  p)) V (( q  p)  r)
F V V F V V V V V V V F V V
F V F F V V F V F F V F V F Resolução - Temos, sucessivamente:
F F V F V F V F V V V F V V
V(P) = ( F  ( F   V)) V (( F  V )  F) =
F F F F V F V F V F V F V F
= ( F  ( F  F)) V ((V  V )  F) =
1 2 1 3 1 2 1 4 1 2 1 = ( F  V)) V (( V F ) = F V F = F
Portanto, simbolicamente: (4) Sabendo que V(r) V, determinar o valor lógico (V ou F) da proposi-
P(VVV) = V, P(VVF) = V, P(VFV) = V, P(VFF) = V ção: p  q V r.
P(FVV) = V, P(FVF) V, P(FFV) = V, P(FFF) = V
Resolução — Como r é verdadeira (V), a disjunção  q V r é verdadei-
ou seja, abreviadamente: ra(V). Logo, a condicional dada é verdadeira(V), pois, o seu consequente é
P(VVV, VVF, VFV, VFF, FVV, FVF, FFV, FFF) = VVVVVVVV verdadeiro (V).
Observe-se que a última coluna (coluna 4) da tabela-verdade da pro- (5) Sabendo que V(q) = V, determinar o valor lógico (V ou F) da propo-
posição P(p, q, r) só encerra a letra V(verdade), isto é, o valor lógico desta
sição:: (p  q)  (  q   p).
proposição é sempre V quaisquer que sejam os valores lógicos das propo-
sições componentes p, q e r.
Resolução — Como q é verdadeira (V), então  q é falsa (F). Logo, a
(5) Construir a tabela-verdade da proposição: condicional  q  p é verdadeira(V), pois, o seu antecedente é falso(F).
Por conseqüência, a condicional dada é verdadeira(V), pois, o seu conse-
P(p, q, r) =(p  ( ~ q V r ))  ~ (q V (p ~ r))
quente é verdadeiro(V).
Resolução:
(6) Sabendo que as proposições “x = 0”, e “x = y” são verdadeiras e
que a proposição “y = z” é falsa, determinar o valor lógico (V ou F) da
(p  (~ q V r ))  ~ (q V (p  ~ r))
proposição: x  0 V x  y  y z
V V F V V V F F V V V F F V
V F F V F F F F V V V V V F Resolução - Temos, sucessivamente:
V V V F V V V V F F V F F V  V V V  F = F V F  V = F  V = V
V V V F V F F F F V V V V F

Raciocínio Lógico-Quantitativo 10 A Opção Certa Para a Sua Realização


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ARGUMENTOS. REGRAS DE INFERÊNCIA
também é válido, quaisquer que sejam as proposições R, S, T, ...
1. DEFINIÇÃO DE ARGUMENTO
Sejam P1, P2, ... , Pn ( n  1) e Q proposições quaisquer, simples ou Exemplificando, do argumento válido p |— p V q (1) segue-se a valida-
compostas. de dos argumentos:
(~p  r) |— (~ p  r) V (~ s  r );
Definição - Chama-se argumento toda a afirmação de que uma dada (p  V s) |— (p  r V s) V (~ r  s)
sequência finita P1, P2, ... , Pn ( n  1) de proposições tem como conse-
quência ou acarreta uma proposição final Q. pois, ambos têm a mesma forma de (1).

As proposições P1, P2, ... , Pn dizem-se as premissas do argumento, e Portanto, a validade ou não-validade de um argumento depende ape-
a proposição final Q diz-se a conclusão do argumento. nas da sua forma e não de seu conteúdo ou da verdade c falsidade das
proposições que o integram. Argumentos diversos podem ter a mesma
Um argumento de premissas P1, P2, ... , Pn e de conclusão Q indica-se forma, e como é a forma que determina a validade, é lícito falar da validade
por: P1, P2, ... , Pn |— Q de uma dada forma ao invés de falar da validade de um dado argumento. E
afirmar que uma dada forma é válida equivale a asseverar que não existe
e se lê de uma das seguintes maneiras: argumento algum dessa forma com premissas verdadeiras e uma conclu-
(i) “P1, P2 ,..., Pn acarretam Q” são falsa, isto é, todo argumento de forma válida é um argumento válido.
(ii) “Q decorre de P1, P2 ,..., Pn” Vice-versa, dizer que um argumento é válido equivale a dizer que tem
(iii) “ Q se deduz de P1, P2 ,..., Pn” forma válida.
(iv) “Q se infere de P1, P2 ,..., Pn”
4. CONDICIONAL ASSOCIADA A UM ARGUMENTO
Um argumento que consiste em duas premissas e uma conclusão Consoante o Teorema anterior (§3), dado um argumento qualquer: P1,
chama-se silogismo. P2, ... , Pn |— Q

2. VALIDADE DE UM ARGUMENTO a este argumento corresponde a condicional:


Definição - Um argumento P1, P2, ... , Pn |— Q diz-se válido se e so- (P1  P2  ...  Pn )  Q
mente se a conclusão Q é verdadeira todas as vezes que as premissas P1,
P2 ,..., Pn são verdadeiras. com antecedente é a conjunção das premissas e cujo consequente é a
conclusão, denominada “condicional associada” ao argumento dado.
Em outros termos, um argumento P1, P2, ... , Pn |— Q é válido se e
somente se for V o valor lógico da conclusão Q todas as vezes que as Reciprocamente, a toda condicional corresponde um argumento cujas
premissas P1, P2 ,..., Pn tiverem o valor lógico V. premissas são as diferentes proposições cuja conjunção formam o antece-
dente e cuja conclusão é o consequente.
Portanto, todo argumento válido goza da seguinte propriedade caracte-
rística: A verdade das premissas é incompatível com a falsidade da conclu- Exemplificando, a “condicional associada” ao argumento:
são. p  ~q, p  ~ r, q V ~ s |— ~ (r V s) é
( p  ~q)  ( p  ~ r)  ( q V ~ s)  ~ (r V s)
Um argumento não-válido diz-se um sofisma.
e o “argumento correspondente” à condicional:
Deste modo, todo argumento tem um valor lógico, digamos V se é váli- ( p  q V r )  ~ s  ( q V r  s)  ( s  p V ~q )
do (correto, legítimo) ou F se é um sofisma (incorreto, ilegítimo). é
p  q V r , ~ s, q V r  s |— s  p V ~q
As premissas dos argumentos são verdadeiras ou, pelo menos admiti-
das como tal. Aliás, a Lógica só se preocupa com a validade dos argumen- 5. ARGUMENTOS VÁLIDOS FUNDAMENTAIS
tos e não com a verdade ou a falsidade das premissas e das conclusões. São argumentos válidos fundamentais ou básicos (de uso corrente) os
constantes da seguinte lista:
A validade de um argumento depende exclusivamente da relação exis-
tente entre as premissas e a conclusão. Portanto, afirmar que um dado I. Adição (AD):
argumento é válido significa afirmar que as premissas estão de tal modo (i) p |— p V q; (ii) p |— q V p
relacionadas com a conclusão que não é possível ter a conclusão falsa se
as premissas são verdadeiras. II. Simplificação (SIMP):
(i) p  q |— p; (ii) p  q |— q
3. CRITÉRIO DE VALIDADE DE UM ARGUMENTO
Teorema — Um argumento P1, P2, ... , Pn |— Q é válido se e somente III. Conjunção (CONJ):
se a condicional: (i) p, q |— p  q; (ii) p, q |— q  p
(P1  P2  ...  Pn )  Q (1) é tautológica.
Dem. Com efeito, as premissas P1, P2, ... , Pn são todas verdadeiras se IV. Absorção (ABS): p  q |— p  ( p  q)
e somente se a proposição P1  P2  ...  Pn é verdadeira. Logo, o argu-
mento P1, P2, ... , Pn |— Q é válido se e somente se a conclusão Q é ver- V. Modus ponens (MP): pq, p |—q
dadeira todas as vezes que a proposição P1  P2  ...  Pn é verdadeira,
ou seja, se e somente se a proposição P1  P2  ...  Pn implica logica- VI. Modus tollens (MI): pq, ~ q|— p
mente a conclusão Q:
P1  P2  ...  Pn  Q ou, o que é equivalente, se a condicional (1) é VII. Silogismo disjuntivo (SD):
tautológica. (i) p V q, ~ p |— q; (ii) p V q, ~ q |— p

NOTA - Se o argumento VIII. Silogismo hipotético (5H):


P1 (p, q, r,...),..., Pn(p, q, r,...) |— Q(p, q, r,...) p  q, q  r |— p  r

é válido, então o argumento da “mesma forma”: IX. Dilema construtivo (DC):


P1 (P, Q, R,...),..., Pn(P, Q, R,...) |— Q(P, Q, R,...) p  q, r  s, p V r |— q V s

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X. Dilema destrutivo (DD): Exemplos:
p  q, r  s, ~ q V ~ s |— ~ p V ~ r
A validade destes dez argumentos é consequência imediata das tabe- (a) (1) p P (b) (1) ~p P
las-verdade. (2) pV~q (2) qV~p

6. REGRAS DE INFERÊNCIA (c) (1) pq P (b) (1) pVq P


Os argumentos básicos da lista anterior são usados para fazer “infe- (2) (p  q) V r (2) (r  s) V (p V q)
rências”, isto é, executar os “passos” de uma dedução ou demonstração, e
por isso chamam-se também, regras de inferência, sendo habitual escrevê- (c) (1) x0 P (b) (1) x0 P
los na forma padronizada abaixo indicada colocando as premissas sobre (2) x0Vx1 (2) x=2Vx<1
um traço horizontal e, em seguida, a conclusão sob o mesmo traço.
II. Regra da Simplificação — Da conjunção p  q de duas proposições
I. Regra da Adição (AD): se pode deduzir cada uma das proposições, p ou q.
(i) p (ii) p
pVq qV p Exemplos:
II. Regra de Simplificação (SIMP): (a) (1) (p V q)  r P (b) (1) p~q P
(i) p  q (ii) pq (2) pVq (2) ~q
p q
(c) (1) x>0x1 P (b) (1) xAxB P
III. Regra da Conjunção (CONJ):
(2) x1 (2) xA
p p
(i) q (ii) q
III. Regra da Conjunção -- Permite deduzir de duas proposições dadas
pVq qV p
p e q (premissas) a sua conjunção p  q ou q  p (conclusão).
IV. Regra da Absorção (ABS):
(a) (1) pVq P (b) (1) pVq P
pq
(2) ~r P (2) qVr P
p  (p  q)
(3) (p V q)  ~ r (3) (p  q) V (q V r)
V. Regra Modus ponens (MP):
(c) (1) x<5 P (d) (1) xA P
pq
(2) x>1 P (2) xB P
p
q (3) x > 1 x < 5 (3) xBxA

VI: Regra Modus tollens (MI): IV. Regra da Absorção Esta regra permite, dada uma condicional -
pq como premissa, dela deduzir como conclusão uma outra condicional com o
~q mesmo antecedente p e cujo consequente é a conjunção p  q das duas
~p proposições que integram a premissa, isto é, p  p  q.

VII. Regra do Silogismo disjuntivo (SD): Exemplos:


(i) p V q (ii) pVq
~p ~q (a) (1) x=2x<3 P
q p (2) x=2x=2x<3
(b) (1) xAxAB P
VIII. Regra do Silogismo hipotético (SH): (2) xAxAxAB
pq
qr V. Regra Modus ponens - Também é chamada Regra de separação e
pr permite deduzir q (conclusão) a partir de p  q e p (premissas).

IX. Regra do Dilema construtivo (DC): Exemplos:


pq
rs (a) (1) ~ p  ~ q (b) (1) pqr P
pVr P
qVs (2) ~ p (2) pq P
P
X. Regra do Dilema destrutivo (DD): (3) ~q (3) r
pq
rs
~qV~s (b) (1) p  q  r (c) (1) ~pVrs~q
~pV~r P P
(2) p P (2) ~ p V r
Com o auxílio destas dez regras de inferência pode-se demonstrar a P
validade de uni grande número de argumentos mais complexos. (3) q r (3) s~q

7. EXEMPLOS DO USO DAS REGRAS DE INFERÊNCIA


Damos a seguir exemplos simples do uso de cada uma das regras de (e) (1) x0x+y >1 (f) (1) xABxA
inferência na dedução de conclusões a partir de premissas dadas. P P
(2) x  0 (2) xAB P
1. Regra da Adição - Dada uma proposição p, dela se pode deduzir a P
sua disjunção com qualquer outra proposição, isto é, deduzir p V q, ou p V (3) x+y >1 (3) xA
r, ou s V p, ou t V p, etc.

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VI. Regra Modus tollens - Permite, a partir das premissas p  q TESTES
(condicional) o ~ q (negação do consequente), deduzir como conclusão ~ p
(negação do antecedente). 1. Todos os marinheiros são republicanos. Assim sendo,
(A) o conjunto dos marinheiros contém o conjunto dos republicanos.
Exemplos: (B) o conjunto dos republicanos contém o conjunto dos marinheiros.
(C) todos os republicanos são marinheiros.
(a) (1) q r  s P (D) algum marinheiro não é republicano.
(2) ~s P (E) nenhum marinheiro é republicano.
(3) ~ (q  r)
(b) (1) p ~q P 2. Assinale a alternativa que apresenta uma contradição.
(2) ~~q P (A) Todo espião não é vegetariano e algum vegetariano é espião.
(3) ~p (B) Todo espião é vegetariano e algum vegetariano não é espião.
(c) (1) pq r P (C) Nenhum espião é vegetariano e algum es pião não é vegetariano.
(2) ~(q  r) P (D) Algum espião é vegetariano e algum es pião não é vegetariano.
(3) ~p (E) Todo vegetariano é espião e algum espião não é vegetariano.
(d) (1) x0x=y P
(2) xy P 3. Todos os que conhecem João e Maria admiram Maria. Alguns
que conhecem Maria não a admiram. Logo,
(3) x=0
(A) todos os que conhecem Maria a admiram.
(B) ninguém admira Maria.
VII. Regra do Silogismo disjuntivo — Permite deduzir da disjunção p
(C) alguns que conhecem Maria não conhecem João.
V q de duas proposições e da negação ~ p (ou ~ q) de uma delas a outra
(D) quem conhece João admira Maria.
proposição q (ou p).
(E) só quem conhece João e Maria conhece Maria.
Exemplos:
4. Válter tem inveja de quem é mais rico do que ele. Geraldo não é
(a) (1) (p  q) V r P (b) (1) ~pV~q P
mais rico do que quem o inveja. Logo,
(2) ~r (2) ~~ p
(A) quem não é mais rico do que Válter é mais pobre do que Válter.
(3) pq (3) ~q
(B) Geraldo é mais rico do que Válter.
(C) Válter não tem inveja de quem não é mais rico do que ele.
(b) (1) x=0Vx=1 P (d) (1) ~ (p  q) V r P (D) Válter inveja só quem é mais rico do que ele.
(2) x 1 P (2) ~ ~ (p  q) P (E) Geraldo não é mais rico do que Válter.
(3) x=0 (3) r
5. Em uma avenida reta, a padaria fica entre o posto de gasolina e a
VIII. Regra do Silogismo hipotético Esta regra permite, dadas duas banca de jornal, e o posto de gasolina fica entre a banca de jornal e a
condicionais: p  q e q  r (premissas), tais que o consequente da primei- sapataria. Logo,
ra coincide com o antecedente da segunda, deduzir uma terceira condicio- (A) a sapataria fica entre a banca de jornal e a padaria.
nal p  r (conclusão) cujo antecedente e consequente são respectivamen- (B) a banca de jornal fica entre o posto de gasolina e a padaria.
te o antecedente da premissa p  q e o consequente da outra premissa q (C) o posto de gasolina fica entre a padaria e a banca de jornal.
 r (transitividade da seta  ). (D) a padaria fica entre a sapataria e o posto de gasolina.
(E) o posto de gasolina fica entre a sapataria e a padaria.
(a) (1) ~p~q P (b) (1) ~pqVr P
(2) ~q~r P (2) qVr~s P 6. Um técnica de futebol, animado com as vitórias obtidas pela sua
(3) ~p~r (3) ~ p  ~s equipe nos últimos quatro jogos, decide apostar que essa equipe
também vencerá o próximo jogo. Indique a Informação adicional que
(c) (1) (p  q)  r P (d) (1) |x|=0x=0 P tornaria menos provável a vitória esperada.
(2) (2) (A) Sua equipe venceu os últimos seis jogos, em vez de apenas quatro.
r  (q  s) P x=0x+1=1 P
(B) Choveu nos últimos quatro jogos e há previsão de que não choverá
(3) (p  q)  (q  s) (3) |x|=0x+1=1 no próximo jogo.
(C) Cada um dos últimos quatro jogos foi ganho por uma diferença de
mais de um gol.
IX. Regra do Dilema construtivo — Nesta regra, as premissas são (D) O artilheiro de sua equipe recuperou-se do estiramento muscular.
duas condicionais e a disjunção dos seus antecedentes, e a conclusão é a (E) Dois dos últimos quatro jogos foram realizados em seu campo e os
disjunção dos consequentes destas condicionais. outros dois, em campo adversário.

(a) (1) (p  q)  ~ r P (b) (1) x<yx=2 P 7. Marta corre tanto quanto Rita e menos do que Juliana. Fátima corre
(2) st P (2) x<yx=2 P tanto quanto Juliana. Logo,
(3) (p  q) V s P (3) x<yVx<y P (A) Fátima corre menos do que Rita.
(4) ~r Vt (4) x=2Vx>2 (B) Fátima corre mais do que Marta.
(C) Juliana corre menos do que Rita.
(D) Marta corre mais do que Juliana.
X. Regra do Dilema destrutivo Nesta regra, as premissas são duas (E) Juliana corre menos do que Marta.
condicionais e a disjunção da negação dos seus consequentes, e a conclu-
são é a disjunção da negação dos antecedentes destas condicionais.
8. Há 4 caminhos para se ir de X a Y e 6 caminhos para se ir de Y a Z.
O número de caminhos de X a Z que passam por Y é
(a) (1) ~qr P (b) (1) x + y = 7 x = 2 P (A) 10.
(2) p~s P (2) y - x =2  x = 3 P (B) 12.
(3) ~ r V ~~s P (3) x2Vx3 P (C) 18.
(4) ~~ q V ~p (4) x + y  7 V y –x  2 (D) 24.
(E) 32.

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9. Todas as plantas verdes têm clorofila. Algumas plantas que tem comportamental e através de exercícios, repetição e feedback. Pertencem a
clorofila são comestíveis. Logo, esta categoria todas as matérias ensinadas no primeiro grau, mas também
(A) algumas plantas verdes são comestíveis. muitas daquelas ensinadas em estágios posteriores do processo educacio-
(B) algumas plantas verdes não são comestíveis. nal. Essas matérias - seja ler e escrever, aritmética, ortografia, história,
(C) algumas plantas comestíveis têm clorofila. biologia, ou mesmo matérias avançadas como neurocirurgia, diagnóstico
(D) todas as plantas que têm clorofila são comestíveis. médico e a maior parte da engenharia - são melhor aprendidas através de
(E) todas as plantas vendes são comestíveis. programas de computador. O professor motiva, dirige, incentiva. Na verda-
de, ele passa a ser um líder e um recurso.
10. A proposição 'É necessário que todo acontecimento tenha causa' é
equivalente a Na escola de amanhã os estudantes serão seus próprios instrutores,
(A) É possível que algum acontecimento não tenha causa. com programas de computador como ferramentas. Na verdade, quanto
(B) Não é possível que algum acontecimento não tenha causa. mais jovens forem os estudantes, maior o apelo do computador para eles e
(C) É necessário que algum acontecimento não tenha causa. maior o seu sucesso na sua orientação e instrução. Historicamente, a
(D) Não é necessário que todo acontecimento tenha causa. escola de primeiro grau tem sido totalmente intensiva de mão-de-obra. A
(E) É impossível que algum acontecimento tenha causa. escola de primeiro grau de amanhã será fortemente intensiva de capital.

11. Continuando a seqüência 47, 42, 37, 33, 29, 26, ... , temos Contudo, apesar da tecnologia disponível, a educação universal apre-
(A) 21. senta tremendos desafios. Os conceitos tradicionais de educação não são
(B) 22. mais suficientes. Ler, escrever e aritmética continuarão a ser necessários
(C) 23. como hoje, mas a educação precisará ir muito além desses itens básicos.
(D) 24. Ela irá exigir familiaridade com números e cálculos; uma compreensão
(E) 25. básica de ciência e da dinâmica da tecnologia; conhecimento de línguas
estrangeiras. Também será necessário aprender a ser eficaz como membro
12. ... ó pensador crítico precisa ter uma tolerância e até predileção por de uma organização, como empregado." (Peter Drucker, A sociedade pós-
estados cognitivos de conflito, em que o problema ainda não é total- capitalista).
mente compreendido. Se ele ficar aflito quando não sabe 'a resposta
correta', essa ansiedade pode impedir a exploração mais completa 17. Para Peter Drucker, o ensino de matérias como aritmética, ortografia,
do problema.' (David Canaher, Senso Crítico). história e biologia
O autor quer dizer que o pensador crítico (A) deve ocorrer apenas no primeiro grau.
(A) precisa tolerar respostas corretas. (B) deve ser diferente do ensino de matérias como neurocirurgia e
(B) nunca sabe a resposta correta. diagnóstico médico.
(C) precisa gostar dos estados em que não sabe a resposta correta. (C) será afetado pelo desenvolvimento da informática.
(D) que não fica aflito explora com mais dificuldades os problemas. (D) não deverá se modificar, nas próximas décadas.
(E) não deve tolerar estados cognitivos de conflito. (E) deve se dar através de meras repetições e exercícios.

13. As rosas são mais baratas do que os lírios. Não tenho dinheiro 18. Para o autor, neste novo cenário, o computador
suficiente para comprar duas dúzias de rosas. Logo, (A) terá maior eficácia educacional quanto mais jovem for o estudante.
(A) tenho dinheiro suficiente para comprar uma dúzia de rosas. (B) tende a substituir totalmente o professor em sala de aula.
(B) não tenho dinheiro suficiente para comprar uma dúzia de rosas. (C) será a ferramenta de aprendizado para os professores.
(C) não tenho dinheiro. suficiente para comprar meia dúzia de lírios. (D) tende a ser mais utilizado por médicos.
(D) não tenho dinheiro suficiente para comprar duas dúzias de lírios. (E) será uma ferramenta acessória na educação.
(E) tenho dinheiro suficiente para comprar uma dúzia de lírios.
19. Assinale a alternativa em que se chega a uma conclusão por um
14. Se você se esforçar, então irá vencer. Assim sendo, processo de dedução.
(A) seu esforço é condição suficiente para vencer. (A) Vejo um cisne branco, outro cisne branco, outro cisne branco ...
(8) seu esforço é condição necessária para vencer. então todos os cisnes são brancos.
(C) se você não se esforçar, então não irá vencer. (B) Vi um cisne, então ele é branco.
(D) você vencerá só se se esforçar. (C) Vi dois cisnes brancos, então outros cisnes devem ser brancos.
(E) mesmo que se esforce, você não vencerá. (D) Todos os cisnes são brancos, então este cisne é branco.
(E) Todos os cisnes são brancos, então este cisne pode ser branco.
15. Se os tios de músicos sempre são músicos, então
(A) os sobrinhos de não músicos nunca são músicos. 20. Cátia é mais gorda do que Bruna. Vera é menos gorda do que Bruna.
(B) os sobrinhos de não músicos sempre são músicos. Logo,
(C) os sobrinhos de músicos sempre são músicos. (A) Vera é mais gorda do que Bruna.
(D) os sobrinhos de músicos nunca são músicos. (B) Cátia é menos gorda do que Bruna.
(E) os sobrinhos de músicos quase sempre são músicos. (C) Bruna é mais gorda do que Cátia.
(D) Vera é menos gorda do que Cátia.
16. O paciente não pode estar bem e ainda ter febre. O paciente está (E) Bruna é menos gorda do que Vera.
bem. Logo, o paciente
(A) tem febre e não está bem. 21. Todo cavalo é um animal. Logo,
(B) tem febre ou não está bem. (A) toda cabeça de animal é cabeça de cavalo.
(C) tem febre. (B) toda cabeça de cavalo é cabeça de animal.
(D) não tem febre. (C) todo animal é cavalo.
(E) não está bem. (D) nem todo cavalo é animal.
(E) nenhum animal é cavalo.
INSTRUÇÃO: Utilize o texto a seguir para responder às questões de nº
17 e 18. 22. Em uma classe, há 20 alunos que praticam futebol mas não praticam
vôlei e há 8 alunos que praticam vôlei mas não praticam futebol. O
"O primeiro impacto da nova tecnologia de aprendizado será sobre a total dos que praticam vôlei é 15. Ao todo, existem 17 alunos que não
educação universal. Através dos tempos, as escolas, em sua maioria, praticam futebol. O número de alunos da classe é
gastaram horas intermináveis tentando ensinar coisas que eram melhor (A) 30.
aprendidas do que ensinadas, isto é, coisas que são aprendidas de forma (B) 35.

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(C) 37. 29. Continuando a seqüência 4, 10, 28, 82, ..., temos
(D) 42. (A) 236.
(E) 44. (B) 244.
(C) 246.
INSTRUÇÃO: Utilize o texto a seguir para responder às questões de nº (D) 254.
23 e 24. (E) 256.
"Os homens atribuem autoridade a comunicações de posições superio-
res, com a condição de que estas comunicações sejam razoavelmente 30. Assinale a alternativa em que ocorre uma conclusão verdadeira (que
consistentes com as vantagens de escopo e perspectiva que são creditadas corresponde à realidade) e o argumento inválido (do ponto de vista
a estas posições. Esta autoridade é, até um grau considerável, independen- lógico).
te da habilidade pessoal do sujeito que ocupa a posição. E muitas vezes (A) Sócrates é homem, e todo homem é mortal, portanto Sócrates é
reconhecido que, embora este sujeito possa ter habilidade pessoal limitada, mortal.
sua recomendação deve ser superior pela simples razão da vantagem de (B) Toda pedra é um homem, pois alguma pedra é um ser, e todo ser é
posição. Esta é a autoridade de posição. homem.
(C) Todo cachorro mia, e nenhum gato mia, portanto cachorros não são
Mas é óbvio que alguns homens têm habilidade superior. O seu conhe- gatos.
cimento e a sua compreensão, independentemente da posição, geram (D) Todo pensamento é um raciocínio, portanto, todo pensamento é um
respeito. Os homens atribuem autoridade ao que eles dizem, em uma movimento, visto que todos os raciocínios são movimentos.
organização, apenas por esta razão. Esta é a autoridade de liderança.' (E) Toda cadeira é um objeto, e todo objeto tem cinco pés, portanto
(Chester Barnard, The Functions of the Executive). algumas cadeiras tem quatro pés.

23. Para o autor, 31. Cinco ciclistas apostaram uma corrida.


(A) autoridade de posição e autoridade de liderança são sinônimos. • "A" chegou depois de "B".
(B) autoridade de posição é uma autoridade superior à autoridade de • "C" e "E" chegaram ao mesmo tempo.
liderança. • "D" chegou antes de "B".
(C) a autoridade de liderança se estabelece por características individu- • quem ganhou, chegou sozinho.
ais de alguns homens. Quem ganhou a corrida foi
(D) a autoridade de posição se estabelece por habilidades pessoais (A) A.
superiores de alguns líderes. (B) B.
(E) tanto a autoridade de posição quanto a autoridade de liderança são (C) C.
ineficazes. (D) D.
(E) E.
24. Durante o texto, o autor procura mostrar que as pessoas
(A) não costumam respeitar a autoridade de posição. Gabarito:
(B) também respeitam autoridade que não esteja ligada a posições 1-B; 2-A; 3-C; 4-E; 5-E; 6-B; 7-B; 8-D; 9-C; 10-B; 11-C; 12-C; 13-D;
hierárquicas superiores. 14-A; 15-A; 16-D; 17-C; 18-A; 19-D; 20-D; 21-B; 22-E; 23-C; 24-B;
(C) respeitam mais a autoridade de liderança do que de posição. 25-C; 26-E; 27-A; 28-D; 29-B; 30-E; 31-D.
(D) acham incompatíveis os dois tipos de autoridade.
(E) confundem autoridade de posição e liderança. BIBLIOGRAFIA

25. Utilizando-se de um conjunto de hipóteses, um cientista deduz uma ©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.
predição sobre a ocorrência de um certo eclipse solar. Todavia, sua INICIAÇÃO À LÓGICA MATEMÁTICA
predição mostra-se falsa. O cientista deve logicamente concluir que Edgard de Alencar Filho
(A) todas as hipóteses desse conjunto são falsas. Livraria Nobrel S/A
(B) a maioria das hipóteses desse conjunto é falsa. São Paulo, SP
(C) pelo menos uma hipótese desse conjunto é falsa.
(D) pelo menos uma hipótese desse conjunto é verdadeira. ___________________________________
(E) a maioria das hipóteses desse conjunto é verdadeira. ___________________________________
26. Se Francisco desviou dinheiro da campanha assistencial, então ele ___________________________________
cometeu um grave delito. Mas Francisco não desviou dinheiro da
___________________________________
campanha assistencial. Logo,
(A) Francisco desviou dinheiro da campanha assistencial. ___________________________________
(B) Francisco não cometeu um grave delito.
(C) Francisco cometeu um grave delito. _______________________________________________________
(D) alguém desviou dinheiro da campanha assistencial. _______________________________________________________
(E) alguém não desviou dinheiro da campanha assistencial.
_______________________________________________________
27. Se Rodrigo mentiu, então ele é culpado. Logo,
_______________________________________________________
(A) se Rodrigo não é culpado, então ele não mentiu.
(B) Rodrigo é culpado. _______________________________________________________
(C) se Rodrigo não mentiu. então ele não é culpado.
(D) Rodrigo mentiu. _______________________________________________________
(E) se Rodrigo é culpado, então ele mentiu. _______________________________________________________
28. Continuando a seqüência de letras F, N, G, M, H . . ..., ..., temos, _______________________________________________________
respectivamente, _______________________________________________________
(A) O, P.
(B) I, O. _______________________________________________________
(C) E, P.
(D) L, I.
_______________________________________________________
(E) D, L. _______________________________________________________

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