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Curso de Comunicação e Oratória


Centro Universitário Leonardo da Vinci

Organização
Gecelene Cíntia Lopes

Reitor da UNIASSELVI
Prof. Hermínio Kloch

Pró-Reitora de Ensino de Graduação a Distância


Prof.ª Francieli Stano Torres

Pró-Reitor Operacional de Ensino de Graduação a Distância


Prof. Hermínio Kloch

Diagramação e Capa
Paulo Herique do Nascimento

Revisão:
Harry Wiese
José Roberto Rodrigues

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POR QUE SENTIMOS MEDO DE FALAR EM PÚBLICO?

POR QUE SENTIMOS MEDO DE


FALAR EM PÚBLICO?
FIGURA 1 – O MEDO QUE INFERIORIZA

FONTE: Lopes (2007).

1 COMO NASCE O MEDO? DE ONDE VEM? O QUE FAZER


PARA LIDAR COM ELE?

“A maior felicidade do homem é a de libertar-se do medo”.


Walter Rothendal

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Curso de Comunicação e Oratória

Falar em público significa, para muitos, uma barreira de


início quase intransponível. O medo é esse sentimento paralisante
que nos atinge quando nos vemos sem ferramentas, sem
estratégias para enfrentar as situações difíceis do dia a dia. Todos
nós já passamos por esta experiência em alguns momentos das
nossas vidas.

Provavelmente, quando é preciso fazer uma apresentação


em público, ser entrevistado, homenagear alguém, apresentar
um projeto ou mesmo fazer novos amigos, você certamente
experimenta certo grau de ansiedade. A pergunta que surge nesse
momento é: o que fazer?

Saber falar em público não é um dom, é uma arte. Isto


significa que qualquer pessoa, em condições normais, tem
condições de aprimorar essa habilidade tão importante. Em
alguns casos, é indicado procurar um bom treinamento, para
ter a oportunidade de conhecer técnicas que proporcionem uma
comunicação mais clara, desenvolta e natural.

É claro que o principal vilão de quem deseja se comunicar


bem em público é o medo.

Na verdade, o instinto do medo está latente no ser humano


e manifesta-se como uma forma de autopreservação e autodefesa.
O medo tem a função moderadora de disciplinar o homem em seu
ambiente social. Nesse caso, seus efeitos são positivos: o que
seria das relações interpessoais se não houvesse limites?

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POR QUE SENTIMOS MEDO DE FALAR EM PÚBLICO?
O que queremos discutir aqui é o medo como símbolo de
aprisionamento, aquele que nos limita; que tapa a nossa boca
quando o que mais desejávamos era poder nos levantar e falar.
Como falar do nosso produto, vender uma ideia ou expressar um
talento se estamos paralisados pelo medo?

Costumo dizer que ninguém tem medo de falar em público.


Na verdade, as pessoas têm medo de errar em público. De não
serem aceitas. De não serem amadas. Falar em público é um
privilégio. É uma oportunidade ímpar de se destacar, de mostrar
sua competência e profissionalismo.

FONTE: Disponível em: <http://www.artvox.com.br/dicas.html>. Acesso


em: 20 ago. 2011.

Fazer uma apresentação publicamente desperta muitas


inibições, causadas, principalmente, por sentimentos de
inadequação e vergonha. Mas precisamos lembrar ainda de
estados caracterizados por complexos de inferioridade, o
perfeccionismo exagerado, as inseguranças quanto à autoimagem,
o medo da rejeição, a baixa autoestima, a preocupação excessiva
com a crítica alheia.

Por isso, neste curso falaremos também sobre a autoestima


e o porquê de ela representar um papel tão importante em nossas
vidas.

Quem já não ouviu, nas rodinhas de amigos, pessoas

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relatando as oportunidades desperdiçadas pelo pavor de falar em
público? São comuns os seguintes comentários:

● “Fico sem jeito com tantos olhares voltados para mim”.


● “Quero sempre que tudo termine bem depressa.”
● “Sinto-me paralisado, desajeitado, inibido, tenso.”
● “Minha garganta fica seca e a respiração ofegante.”
● “Suo frio e o coração bate mais depressa.”
● “Minha voz fica presa na garganta e perco a cor.”
● “Dá uma vontade danada de fugir!”

Ficam claras as inseguranças e o medo da crítica:

● “E se eu não agradar?”
● “E se me vaiarem?”
● “E se eu não souber a resposta?”
● “E se me der branco?”
● “E se eu me tornar ridículo?”
● “E se eu ficar nervoso?”
● “E se eu errar o texto?”
● “E se não aceitarem as minhas ideias?”
● “E se saírem antes do término da apresentação?”

Quanto ao motivo desses medos, as declarações são


altamente reveladoras:

● “Tenho medo de não ser compreendido.”


● “Acho que ninguém vai prestar atenção em mim.”
● “O grupo não vai me aceitar como sou.”

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● “Tenho medo de ser contestado e não ter argumentos para
defender minhas ideias.”
● “Tenho medo de ser ridicularizado.”
● “Não tenho certeza da minha competência.”

Algumas dessas expressões soam familiares para você?

Frases desse tipo são internalizadas na infância e podem


ditar a forma de você se comportar dezenas de anos mais tarde.
Estas mensagens podem causar crenças ou decisões limitantes,
que passam a fazer parte da autoimagem e do autoconceito, que
começam a se formar muito cedo, na infância.

Uma vez identificadas estas crenças e decisões limitantes,


você pode mudá-las, alterando padrões de comportamento que
empobrecem a sua vida.

Seus pais ou outras pessoas, em sua infância, diziam


frases como estas?

● Homem que é homem não chora...


● Nunca me abandone...
● Não seja fraco...
● Seja mais rápido...
● Não ria demais hoje que vai chorar amanhã...
● Só vou gostar de você se...
● Por que você não consegue ser como o seu irmão?
● Os homens não prestam... As mulheres são todas iguais...
● Como você me faz sofrer...

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● Está sonhando alto demais...


● Isso não é para gente como nós...

Mensagens como estas, verbais ou não verbais, que a


criança absorve do ambiente e decisões vitais que são tomadas
com base na vivência e no como a criança interpreta a realidade,
influem o SCRIPT – uma espécie de planejamento inconsciente
de vida.

Como consequência, nossas relações com as


pessoas tornam-se cheias de medos de diferentes tipos, a
maioria inconscientes, que podem empobrecê-las e impedir
a espontaneidade e naturalidade, quando não impedem
qualquer manifestação do indivíduo, reduzindo-o a uma timidez
incapacitante.

O tempo vai passando e chega um momento em que você


cristaliza a postura.

Veja se estas expressões soam familiares para você:

● Você tem medo da opinião dos outros?


● Você tem medo de se expor?
● Você tem medo de expressar o que sente em público?
● Você tem medo de ser rejeitado pelas pessoas?
● Você tem medo de não agradar?
● Você tem medo do ridículo?
● Você tem necessidade da aprovação externa?
● Você é uma pessoa espontânea e natural, vive para satisfazer

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as expectativas dos outros, influenciada pela vergonha e pelas
inibições?

Podemos dizer que nossos pais e avós não tinham


informação suficiente e disponível e que cometeram muitos
equívocos por causa disso. Mas, hoje, felizmente, a informação
está disponível.

Existem muitos meios de fácil acesso a todos que


oferecem informações úteis e estudos consistentes, que podem
dar aos pais subsídios para se tornarem mais conscientes de
seus relacionamentos com os filhos e encontrarem alternativas
melhores para encaminhar as coisas.

Muitos, por questão de orgulho ou até desinteresse e


comodismo, preferem nem tomar conhecimento, justificando
suas atitudes, dizendo que se trata de bobagens. Ignoram que as
bases da autoestima, o elemento mais importante no sucesso do
desenvolvimento de filhos, é desenvolvido em casa, nos primeiros
anos.

A escola pode apenas complementar o trabalho que é feito


pelos pais. É dever dos pais que amam seus filhos buscarem
conhecimentos, orientação e, se necessário, terapia para melhor
cumprir a missão, oferecer o melhor que sabem e podem aos
seus filhos, para guiá-los a uma vida saudável, próspera e feliz.

Nesse sentido, pode haver um trabalho sério e profundo


a ser feito em relação aos aspectos emocionais e psicológicos

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de cada pessoa, a fim de recuperarmos a nossa autoestima.
Depende de cada um trabalhar o diálogo interno, a fim de melhorar
a imagem negativa que foi alimentada ao longo de tantos e tantos
anos. Continue investindo cada vez mais em você!

2 OS DOIS MEDOS PRINCIPAIS: FRACASSO E REJEIÇÃO

“É a mente que cura a doença, que torna a pessoa


desgraçada ou infeliz, rica ou pobre”.
Edmund Spencer

Os dois maiores medos que as pessoas têm são o medo


do fracasso e o medo da rejeição. Ambos resultam da baixa
autoestima, provocada por experiências negativas ou traumáticas
na infância.

Esses dois medos, representando respostas emocionais


aprendidas, impedem mais pessoas de realizar seu pleno potencial
do que qualquer outro aspecto da personalidade humana.

Um erro comum de muitos pais é a prática de crítica


destrutiva e punição arbitrária com seus filhos. Essa atitude
transmite à criança a mensagem de que seu autovalor e seu
comportamento são a mesma coisa. Quando críticas destrutivas
ou punições são praticadas repetidamente, como resposta
comportamental normal, a criança sofre desconforto ou mesmo
trauma psíquico, que pode deixá-la em desvantagem por toda a

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vida. Esse tratamento inevitavelmente rouba a individualidade da
criança, corrói a sua força interior e reduz suas chances de atingir
o seu pleno potencial.

Os medos que você adquiriu sempre se traduzem em


mensagens verbais, que você repete para si mesmo o tempo
todo. O medo do fracasso é caracterizado por expressões da
própria personalidade como “É inútil”, ou “Não posso”. Isso é
causado pelo fato de se ter ouvido vezes sem fim, quando criança,
expressões como: “Não”, “Não faça isso”, “Fique longe daquilo”
ou “Não mexa aí”.

As crianças são curiosas e inquisitivas por natureza. Elas


não entendem porque os pais reagem assim. Tudo o que elas
podem entender é que, sempre que tendem a fazer alguma coisa,
os pais respondem negativamente. Eles criticam, eles ameaçam
e punem. As crianças só podem pensar que isso é porque elas
não são capazes, nem merecem elogios.

Nos seus primeiros anos de vida, a criança não tem senso


crítico para avaliar as críticas que recebe. Por isso, elas vão
crescendo com esse padrão habitual de pensamento negativo
bem arraigado. Mais tarde na vida, sempre que surge um novo
desafio ou uma nova oportunidade, elas repetem para si mesmas:
“Não posso”, “Vou falhar”, “É arriscado demais” ou “Só vou arranjar
críticas e confusões”.

Esse medo de fracassar conduz àquilo que é chamado de


padrão habitual negativo, que é um dos maiores obstáculos ao

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sucesso que os adultos enfrentam na vida. As críticas destrutivas


e repreensões sempre reduzem a autoestima e a autoconfiança
da criança e, com isso, a capacidade de desempenho da pessoa,
mais tarde, em todos os aspectos da vida.

3 POR QUE O MEDO?

Sabemos que hoje, quando estamos conversando


informalmente com familiares e amigos, o subconsciente, através
da mente humana, emite a todos os sentidos – visão, audição,
olfato, gustação e tato – um sentimento tranquilo, pondo-nos à
vontade para exercer a comunicação.

Contudo, no momento em que somos convidados por


alguém para uma fala, reunião, ou qualquer apresentação
em público, onde estejam presentes pessoas estranhas, o
subconsciente não treinado, em frações de segundos, transmite
aos sentidos uma sensação de desproteção, de exposição
ao ridículo, ou de algo que está fora dos padrões normais,
transmitindo medo ao consciente.

Vale enfatizar que o desconforto inicial do medo, suor e


nervosismo numa apresentação pode aparecer, inclusive, para
pequenos grupos, uma vez que mais de duas pessoas ouvintes
já se constitui em um público.

Imediatamente, uma intensa dose de adrenalina, segregada


pela glândula suprarrenal, percorre todo o corpo com o intuito de

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proteger as áreas atingidas pelo medo, área esta localizada na


parte inferior do cérebro, conhecida como polo instintivo de fuga
e reação.

Esta sensação errônea de estarmos sendo expostos ao


vexame numa exposição em público é aumentada e multiplicada
pela imaginação, causando medo, pavor e até mesmo pânico para
algumas pessoas, que preferem “antes morrer a falar em público”.

Neste instante, acontecem os seguintes entraves:

● A voz fica enfraquecida, pois as pregas vocais, bastante


sensíveis com o medo, se contraem.

● A visão torna-se embaçada, uma vez que a massa encefálica,


embora ocupe de 1% a 2% do peso do corpo humano, absorve
cerca de 25% do seu oxigênio. Devido ao medo, dependendo
de cada pessoa, este oxigênio corre em auxílio às outras áreas,
provocando uma ofuscação da visão.

● A adrenalina, entrando na corrente sanguínea, compensa


a hipoglicemia, que é a queda do teor de açúcar devido ao
medo, provocando aquele famoso suor gelado pelas axilas e,
ainda, as necessidades fisiológicas, mais precisamente nas
vias urinárias. Por último, a adrenalina, que é uma substância
vasoconstritora, produz um aumento de pressão, forçando
as contrações do coração, causando, assim, um grande
desconforto e, consequentemente, a taquicardia.

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O medo do desconhecido de fato apavora as pessoas.

Muitas pessoas procuram desenvolver sua expressão


verbal com o objetivo de eliminar o medo de falar em público. O
medo, apontado como o maior inimigo do homem por Emílio Mira
Y López, um dos mais destacados estudiosos do comportamento
humano, constitui o gigante negro cujos tentáculos escravizam a
vontade, limitam a criatividade, interrompem o desenvolvimento e
o despertar das potencialidades. Nasce com o homem e abraça-o
por toda a vida. Todos nós estamos sujeitos às investidas desse
fantasma que, quase sempre, é resultado da fabulação do nosso
espírito.

Polito (2010) relata-nos no seu best-seller “Como falar


corretamente e sem inibições” que, ao entrevistar milhares de
homens e mulheres, percebeu que, apesar de possuírem elevado
nível cultural, pressionados pelo medo, essas pessoas não
acreditavam nas suas qualidades de comunicadores, evitando
todas as oportunidades para falar diante de um grupo de pessoas.
Com base nestas pesquisas, nasceu a nossa filosofia de trabalho,
que consiste em valorizar as qualidades de cada um, sem
considerar falhas ou aspectos negativos de suas apresentações.
FONTE: Adaptado de: <http://pt.scribd.com/doc/40767421/Como-Falar-
Corretamente-2>. Acesso em: 23 ago. 2011.

É preciso torná-lo consciente das suas qualidades, dos


seus pontos positivos, nos aspectos importantes que cada um
traz na sua comunicação.

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Estimo que você, caro(a) acadêmico(a), também possa se


conscientizar das suas qualidades, aquelas que já existem em
você e aquelas prestes a aflorar. Fazendo isso, você encontrará
um novo ânimo, encherá o seu espírito de esperança e tornará
esta força interior a grande arma que o ajudará a vencer o medo
de falar em público.

Para pensar:
“Quando iniciamos a vida, cada um de nós recebe um
bloco de mármore e as ferramentas necessárias para
convertê-lo em escultura. Podemos arrastá-lo intacto a
vida toda, podemos reduzi-lo a cascalho ou podemos
dar-lhe uma forma gloriosa”.
Richard Bach - Aviador e escritor inglês

DIANTE DISSO, VAMOS REFLETIR:


Que outras frases enfraquecedoras você costumava
ouvir na infância?

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R EFERÊNCIAS
GALLO, Carmine. Comunicação é tudo. São Paulo:
Landscape, 2009.

LOPES, Cíntia. Fala para que eu te veja. Blumenau: Nova


Letra, 2007.

______. Transforme seu medo em poder. Blumenau: Nova


Letra, 2010.

______. Comunicação: necessidade ou privilégio? Jornal de


Santa Catarina, Blumenau, 28 set. 2005. p. 2-2.

MUSSAK, Eugênio César. Metacompetência. São Paulo:


Gente, 2007.

POLITO, Reinaldo. Como falar corretamente e sem inibições.


São Paulo: Saraiva, 2010.

RIBEIRO, Lair. Comunicação global. São Paulo: Alcance,


2008.

ROBBINS, Anthony. O poder sem limites. São Paulo:


Moderna, 1999.

SABBI, Deroni. Sinto, logo existo. Porto Alegre: Sabbi


Institute, 2009.
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