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COMO ANDAM AS METRÓPOLES 1

Relatório final – 21 de dezembro de 2005

OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES


INSTITUTO DE PESQUISA E PLANJEAMENTO URBANO E REGIONAL (IPPUR)
FEDERAÇÃO DE ÓRGÃOS PARA ASSISTÊNCIA SOCIAL E EDUCACIONAL (FASE)

PROJETO
ANÁLISE DAS REGIÕES METROPOLITANAS DO BRASIL

RELATÓRIO DA ATIVIDADE 4:

Como Andam As Metrópoles Brasileiras:

São Paulo
Rio de Janeiro
Belo Horizonte
Porto Alegre
Curitiba
Salvador
Recife
Fortaleza
Goiânia
Belém
Natal
Maringá

Dezembro de 2005.
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 2
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES

SÃO PAULO

• PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE


PÓS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS; DEPARTAMENTO DE
SOCIOLOGIA
• UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – FACULDADE DE ARQUITETURA E
URBANISMO
• OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES SÃO PAULO

RIO DE JANEIRO

• FEDERAÇÃO DE ÓRGÃOS PARA ASSISTÊNCIA SOCIAL E EDUCACIONAL


(FASE)
• UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE PESQUISA
E PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL (IPPUR/UFRJ)
• UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO – PROGRAMA DE PÓS-
GRADUAÇÃO EM URBANISMO (PROURB/UFRJ)

BELO HORIZONTE

OBSERVATÓRIO DE POLÍTICAS URBANAS DA PUC MINAS


PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS DA PUC MINAS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO DA FACULDADE MINEIRA DE DIREITO DA PUC
MINAS
NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO DA ESCOLA DE
ARQUITETURA DA UFMG
INSTITUTO DE RELAÇÕES DO TRABALHO DA PUC MINAS

PORTO ALEGRE:

FUNDAÇÃO DE ECONOMIA E ESTATÍSTICA SIEGFRIED EMANUEL HEUSER/RS


(FEE) - NÚCLEO DE ESTUDOS REGIONAIS E URBANOS (NERU)
FUNDAÇÃO METROPOLITANA DE PLANEJAMENTO REGIONAL (METROPLAN)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - FACULDADE DE
ARQUITETURA - DEPARTAMENTO DE URBANISMO (UFRGS)
PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA (UFRGS)
PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA (UFRGS)

CURITIBA

INSTITUTO PARANAENSE DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL -


IPARDES IPARDES
OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES
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Relatório final – 21 de dezembro de 2005

SALVADOR

• UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA


• CENTRO DE RECURSOS HUMANOS - CRH
• FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO - FAU

RECIFE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS


GEOGRÁFICAS (UFPE-DCG)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA
E URBANISMO (UFPE-DAU)
FEDERAÇÃO DE ÓRGÃOS PARA ASSISTÊNCIA SOCIAL E EDUCACIONAL – FASE/
PERNAMBUCO
OBSERVATÓRIO PERNAMBUCO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E PRÁTICAS SÓCIO-
AMBIENTAIS

FORTALEZA

DEPARTAMENTE DE ARQUITETURA E URBANISMO (UFC)


DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA (UFC)
DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA (UFC)
DEPARTAMENTO DE TEORIA ECONÔMICA (UFC)
OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES – REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA

GOIÂNIA

GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS URBANAS E REGIONAIS DO CENTRO-OESTE


- GEPUR-CO
OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES: NÚCLEO GOIÂNIA
SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DA PREFEITURA DE GOIÂNIA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

BELÉM:

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ


DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO

NATAL:

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE


NÚCLEO AVANÇADO DE POLÍTICAS PÚBLICAS (NAPP)
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Relatório final – 21 de dezembro de 2005

MARINGÁ:

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ


CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES – NÚCLEO REGIÃO METROPOLITANA DE
MARINGÁ
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 5
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

EQUIPES REGIONAIS 7. Peterson Leal Pacheco


(IPPUR/UFRJ)
OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES 8. Ricardo de Araújo Mathias
Luiz César de Queiroz Ribeiro (IPPUR/UFRJ)
(Coordenação Geral, IPPUR/UFRJ) 9. Ricardo Sierpe Vidal Silva
(IPPUR/UFRJ)
SÃO PAULO 10.Sol Garson Braule Pinto
(IPPUR/UFRJ)
Equipe Técnica:

1. Ana Clara Demarchi Bellan BELO HORIZONTE


2. Dulce Tourinho Baptista
3. Laura Pessoa 1. André Junqueira Caetano
4. Lúcia Bógus – (Coordenação, (PPGCS/PUC Minas)
PUC) 2. André Mourthé de Oliveira
5. Maria Camila D´Ottaviano (IRT/PUC Minas)
6. Marisa do Espírito Santos Borin 3. José Flávio Moraes Castro –
7. Nelson Baltrusis (PPGTIE - PUC Minas)
8. Suzana Pasternak – 4. Jupira Gomes de Mendonça
(Coordenação, FAU/USP) (NPGAU/EAUFMG)
9. Yara Rosária P.G. de Castro 5. Luciana Teixeira de Andrade
(Coordenação – PPGCS/PUC
Pesquisadores Colaboradores: Minas)
6. Maria Helena de Lacerda
1. Eliana Monteiro Rodrigues Godinho (OPPUR/PROEX/PUC
2. Walmir Aranha Minas)
7. Marinella Machado Araújo
Estagiários: (PPGFMD/PUC Minas)
8. Mônica Abranches
1. Alan Victor Corrêa (OPPUR/PROEX/PUC Minas)
2. Karla Cybele Nunes da Silva 9. Tarcísio Botelho (PPGCS/PUC
3. Rafael Soares Serrão Minas)

Bolsistas:
RIO DE JANEIRO
1. Naiane Loureiro dos Santos
1. Adauto Lúcio Cardoso (PPGCS/OPPUR/PUC Minas)
(IPPUR/UFRJ) 2. Paulo Eduardo Vidigal Viégas
2. Ana Lúcia Britto (OPPUR/PUC Minas)
(PROURB/UFRJ) 3. Rogério Sant'Anna de Souza.
3. Luciana Corrêa do Lago (OPPUR/PUC Minas)
(IPPUR/UFRJ) 4. Roberta Lodi Magri
4. Luiz César de Queiroz Ribeiro (PPGFMD/PUC Minas)
(Coordenação, IPPUR/UFRJ)
5. Orlando Alves dos Santos
Junior (FASE)
6. Paulo Renato Faria Azevedo
(IPPUR/UFRJ)
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 6
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

PORTO ALEGRE: CURITIBA


Equipe Técnica:
1. Alexandre da Silva Medeiros
(PPG Sociologia-IFCH) 1. Eloise Machado (IPARDES)
2. Alfredo Meneghetti Neto (FEE- 2. Josil R. V. Baptista (IPARDES)
NEESF) 3. Maria Isabel de Oliveira Barion
3. Álvaro Heidrich (PPG Geografia (IPARDES)
-UFRGS) 4. Maria Luiza M. S. Marques
4. Eber Marzulo (Dep.de Dias (IPARDES)
Urbanismo-UFRGS) 5. Marley Vanice Deschamps
5. Iára Regina Castello (Dep.de (IPARDES)
Urbanismo-UFRGS) 6. Paulo Roberto Delgado
6. José Antonio Fialho Alonso (IPARDES)
(FEE-NERU) 7. Rosa Moura (Coordenação -
7. Juan Mario Fandiño Mariño IPARDES)
(PPG Sociologia-IFCH)
8. Mirian Regina Koch (FEE- Apoio Técnico
NERU)
9. Nivea Maria Oppermann 1. Débora Zlotnik Werneck
(METROPLAN) (IPARDES)
10.Oberon da Silva Mello 2. Déborah Ribeiro Carvalho
(METROPLAN) (IPARDES)
11.Ricardo Brinco 3. Lucrecia Zaninelli Rocha
(Economista/FEE-NERU) (IPARDES)
12.Rosetta Mammarella (FEE- 4. Ricardo Kingo Hino (IPARDES)
NERU) (Coordenação) 5. Sérgio Aparecido Inácio
13.Sheila Villanova Borba (FEE- (IPARDES)
NERU) 6. Vilmar Gross (IPARDES)
14.Soraya Maria Vargas Côrtes
(PPG Sociologia-IFCH)
15.Tanya Barcellos (FEE-NERU) SALVADOR
16.Vanda Ueda (PPG Geografia-
UFRGS) Equipe Responsável:
17.Viviane Vedana (Doutoranda
Antropologia/UFRGS) 1. Ana Luiza Machado de Codes
(CRH-UFBA)
Bolsitas: 2. Ângela Maria Gordilho Souza
(LAHABITAR-FAU)
1. Igor Texeira (Acadêmico do 3. Gilberto Corso Pereira (LCAD-
curso de Ciências FAU)
Sociais/UFRGS) 4. Inaiá Maria Moreira de
2. Janete Schubert (FAPERGS – Carvalho - Coordenação (CRH-
NERU/FEE) UFBA)
3. Lidson Berticelli Cancela
(Acadêmico do curso de Consultores:
Geografia/UFRGS)
4. Pedro Vargas Fernandes 1. Celina Maria de Souza Motta
(Acadêmico do curso de (CRH-UFBA)
Ciências Sociais/UFRGS) 2. Cláudia Monteiro Fernandes
(SEI-SEPLAN/BA)
3. Paulo Henrique de Almeida
(FCE-UFBA)
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 7
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

4. Reginaldo Souza Santos (ADM-


UFBA)
GOIÂNIA
Bolsistas: Adão Francisco de Oliveira. (GEPUR-
CO)
1. Diogo Reyes da Costa Silva Aristides Moysés. (UCG e GEPUR-CO)
(Iniciação Científica) - Coordenação
2. Priscila Monteiro dos Santos Cesar Augustus L.L. Freitas. (UEG e
(Iniciação Científica) GEPUR-CO
3. Denílson do Nascimento Silva Eduardo Rodrigues da Silva. (UCG e
(Iniciação Científica) GEPUR-CO).
Elcilene de Melo Borges. (SECTEC –
Gestora Governamental na
RECIFE Secretaria de Ciência e Tecnologia do
Estado de Goiás e GEPUR-CO).
1. Jan Bitoun (UFPE-DCG) Genilda D’arc Bernardes. (Centro
2. Lívia Miranda (FASE - PE) Universitário UniEvangélica de
3. Maria Angela de Almeida Anápolis)
Souza (UFPE-DAU) Juciano Martins Rodrigues. (GEPUR-
(Coordenação) CO e ENCE )
Loçandra Borges de Moraes. (UEG)
Apoio Técnico: Marcelo Gomes Ribeiro. (UFG e
GEPUR-CO)
1. Carolina Rodrigues Alves Maria do Amparo Albuquerque
Monteiro (UFPE-DAU) Aguiar. (UFG e GEPUR-CO)
Marta Rovery de Souza. (UFG)
Tadeu Alencar Arrais (UFG e GEPUR-
FORTALEZA CO)

2. Eustógio Wanderley Correia


Dantas (Geografia – UFC) BELÉM:
3. José Borzacchiello da Silva José Julio Lima (DAU/UFB)
(Geografia – UFC)
4. Luís Renato Bezerra Pequeno NATAL:
(Coordenação - Arquitetura - Alexsandro Ferreira C. Silva –
UFC ) DARQ/UFRN
5. Maria Cleide Carlos Bernal Ângela Lúcia Ferreira de Araújo –
(Economia – UFC) PPGAU/UFRN
6. Maria Clélia Lustosa da Costa Flávio Henrique Miranda de Araújo
(Geografia – UFC) Freire – Depto. Estatística/UFRN
7. Vera Mamede Accioly Luis Gustavo de Lima Sales –
(Arquitetura - UFC ) Mestrando PPGCS/UFRN
8. Zulmira Bonfim (Psicologia – Marconi Gomes da Silva -
UFC) DEPEC/UFRN (Doutorando)
Maria do Livramento M. Clementino
Apoio Técnico (Coordenação - PPGCS/UFRN)
Abel Táiti Konno Pinheiro – Estudante PrMaria Dulce Picanço Bentes
de Arquitetura / UFC Sobrinha – PPGAU/UFRN
Arthur Felipe Molina Moreira Ricélia Maria Marinho da Silva –
(Arquitetura - UFC ) Mestranda PPGe/UFRN
Eloíse Mudo – Estudante de Rita de Cássia da Conceição Gomes –
Arquitetura / UFC PPGe/UFRN
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 8
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Sebastião Milton – Doutorando


IGE/UNICAMP
Zoraide Souza Pessoa - UERN

Bolsistas:
Algéria Varela da Silva – PIBIC/CNPq
Franklin Roberto da Costa –
AT/CNPq/FAPERN – Geógrafo
Luana Moreira Pamplona–
PPPg/UFRN
Rosana França – AT/CNPq/FAPERN –
Geógrafa
Thiago Tito de Araújo – AT/CNPq –
Geógrafo

MARINGÁ
Equipe técnica
Adson Cristiano Bozzi Ramatis Lima
(DAU/UEM)
Adeir Archanjo da Mota (MGE/UEM)
Altair Aparecido Galvão (MGE/UEM)
Ana Lúcia Rodrigues (Coordenação,
DCS/UEM)
Aurélia Hubner Peixouto Bozzi (MLE,
UEL)
Celene Tonella (DCS/UEM)
Danilo Heitor Caires Tinoco Bisneto
Melo (SEMA, PMM)
Fabíola Castelo de Souza Cordovil
(DAU/UEM)
Francisco José Peralta (DAU/UEM)
Gislaine Beloto (SOMA AMBIENTAL)
Ivana Veraldo (DFE/UEM)
Lígia Carla Ferrari (DCS/UEM)
Luiz Modesto Costa (DCS/UEM)
Maria Cristina Rosa (DCS/UEM)
Marivânia Conceição de Araújo
(DCS/UEM)
Simone Pereira da Costa (DCS/UEM)
William Antonio Borges (UNIFAMMA)
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 9
Relatório final – 21 de dezembro de 2005
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 10
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

ÍNDICE

INTRODUÇÃO

I – REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

I.1 - CARACTERIZAÇÃO GERAL


I.2 – DIAGNÓSTICO SOCIOURBANO DA REGIÃO METROPOLITANA
I.2.1 - Ocupação, renda e diferenciação socioespacial
I.2.2 – Demografia
I.2.3 – Educação
I.2.4 - Moradia
I.2.5 - Mobilidade e transporte
I.2.6 - Incidência de homicídios
I.3 – CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS
MUNICÍPIOS
I.4 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
I.5 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

II – REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO

II.1 - CARACTERIZAÇÃO GERAL


II.2 – DIAGNÓSTICO SOCIOURBANO DA REGIÃO METROPOLITANA
II.2.1 - Ocupação, renda e diferenciação socioespacial
II.2.2 - Demografia
II.2.3 - Educação
II.2.4 - Moradia
II.2.5 - Mobilidade e transporte
II.2.6 - Incidência de homicídios
II.3 – CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS
MUNICÍPIOS
II.4 – DESEMPENHO FISCAL DOS MUNICÍPIOS
II.5 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 11
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

III – REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE

III.1 - CARACTERIZAÇÃO GERAL


III.2 – DIAGNÓSTICO SOCIOURBANO DA REGIÃO METROPOLITANA
III.2.1 - Ocupação, renda e diferenciação socioespacial
III.2.2 – Demografia
III.2.3 - Educação
III.2.4 - Moradia
III.2.5 - Mobilidade e transporte
III.2.6 - Incidência de homicídios
III.3 – CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS
MUNICÍPIOS

III.4 - CONSIDERAÇÕES FINAIS


III.5 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
III.6 - ANEXO

IV – REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE

IV.1 - CARACTERIZAÇÃO GERAL


IV.2 – DIAGNÓSTICO SOCIOURBANO DA REGIÃO METROPOLITANA
IV.2.1 - Ocupação, renda e diferenciação socioespacial
IV.2.2 – Demografia
IV.2.3 – Educação
IV.2.4- Moradia
IV.2.5 - Mobilidade e transporte
IV.2.6 - Incidência de homicídios
IV.3 – CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS
MUNICÍPIOS
IV.4 – DESEMPENHO FISCAL DOS MUNICÍPIOS
IV.5 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
IV.6 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
IV.7 - ANEXO

V – REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA


COMO ANDAM AS METRÓPOLES 12
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

V.1 - CARACTERIZAÇÃO GERAL


V.2 – DIAGNÓSTICO SOCIOURBANO DA REGIÃO METROPOLITANA
V.2.1 - Ocupação, renda e diferenciação socioespacial
V.2.2 – Demografia
V.2.3 - Educação
V.2.4 Moradia
V.2.5 Mobilidade e transporte
V.2.6 Incidência de homicídios
V.3 – CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS
MUNICÍPIOS
V.4 – DESEMPENHO FISCAL DOS MUNICÍPIOS
V.5 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
V.6 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
V.7 - ANEXO

VI – REGIÃO METROPOLITANA DE SALVADOR

VI.1 - CARACTERIZAÇÃO GERAL


VI.2 – DIAGNÓSTICO SOCIOURBANO DA REGIÃO METROPOLITANA
VI.2.1 - Ocupação, renda e diferenciação socioespacial
VI.2.2 – Demografia
VI.2.3 - Educação
VI.2.4 - Moradia
VI.2.5 - Mobilidade e transporte
VI.2.6 - Incidência de homicídios
VI.3 – CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS
MUNICÍPIOS
VI.4 – DESEMPENHO FISCAL DOS MUNICÍPIOS
VI.5 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
VI.6 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

VII – REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE


COMO ANDAM AS METRÓPOLES 13
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

VII.1 - CARACTERIZAÇÃO GERAL


VII.2 – DIAGNÓSTICO SOCIOURBANO DA REGIÃO METROPOLITANA
VII.2.1 - Ocupação, renda e diferenciação socioespacial
VII.2.2 – Demografia
VII.2.3 - Educação
VII.2.4 - Moradia
VII.2.5 - Mobilidade e transporte
VII.2.6 - Incidência de homicídios
VII.3 – CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS
MUNICÍPIOS
VII.4 – DESEMPENHO FISCAL DOS MUNICÍPIOS
VII.5 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
VII.6 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
VII.7 - ANEXO

VIII – REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA

VIII.1 - CARACTERIZAÇÃO GERAL


VIII.2 – DIAGNÓSTICO SOCIOURBANO DA REGIÃO METROPOLITANA
VIII.2.1 - Ocupação, renda e diferenciação socioespacial
VIII.2.2 – Demografia
VIII.2.3 - Educação
VIII.2.4 - Moradia
VIII.2.5 - Mobilidade e transporte
VIII.3 – CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS
MUNICÍPIOS
VIII.4 – DESEMPENHO FISCAL DOS MUNICÍPIOS
VIII.5 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
VIII.6 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

IX – REGIÃO METROPOLITANA DE GOIÂNIA


COMO ANDAM AS METRÓPOLES 14
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

IX.1 - CARACTERIZAÇÃO GERAL


IX.2 – DIAGNÓSTICO SOCIOURBANO DA REGIÃO METROPOLITANA
IX.2.1 - Ocupação, renda e diferenciação socioespacial
IX.2.2 – Demografia
IX.2.3 - Educação
IX.2.4 - Moradia
IX.2.5 - Mobilidade e transporte
IX.2.6 - Incidência de homicídios
IX.3 – CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS
MUNICÍPIOS
IX.4 – DESEMPENHO FISCAL DOS MUNICÍPIOS
IX.5 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
IX.6 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
IX.7 - ANEXO

X – REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM

X.1 - CARACTERIZAÇÃO GERAL


X.2 – DIAGNÓSTICO SOCIOURBANO DA REGIÃO METROPOLITANA
X.2.1 - Ocupação, renda e diferenciação socioespacial
X.2.2 – Demografia
X.2.3 - Educação
X.2.4 - Moradia
X.2.5 - Mobilidade e transporte
X.2.6 - Incidência de homicídios
X.3 – CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS
MUNICÍPIOS
X.4 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
X.5 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

XI – REGIÃO METROPOLITANA DE NATAL


COMO ANDAM AS METRÓPOLES 15
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

XI.1 - CARACTERIZAÇÃO GERAL


XI.2 – DIAGNÓSTICO SOCIOURBANO DA REGIÃO METROPOLITANA
XI.2.1 - Ocupação, renda e diferenciação socioespacial
XI.2.2 – Demografia
XI.2.3 - Educação
XI.2.4 - Moradia
XI.2.5 - Mobilidade e transporte
XI.2.6 - Incidência de homicídios
XI.3 – CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS
MUNICÍPIOS
XI.4 – DESEMPENHO FISCAL DOS MUNICÍPIOS
XI.5 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
XI.6 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

XII – REGIÃO METROPOLITANA DE MARINGÁ

XII.1 - CARACTERIZAÇÃO GERAL


XII.2 – DIAGNÓSTICO SOCIOURBANO DA REGIÃO METROPOLITANA
XII.2.1 - Ocupação, renda e diferenciação socioespacial
XII.2.2 – Demografia
XII.2.3 - Educação
XII.2.4 - Moradia
XII.2.5 - Mobilidade e transporte
XII.2.6 - Incidência de homicídios
XII.3 – CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DE COOPERAÇÃO ENTRE OS
MUNICÍPIOS
XII.4 – DESEMPENHO FISCAL DOS MUNICÍPIOS
XII.5 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
XII.6 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 16
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

RELAÇÃO DE MAPAS

Nível de integração dos espaços urbanos da Região Norte


Mapa 1
2000
Mapa 2 Nível de integração dos espaços urbanos da Região Nordeste
2000
Mapa 3 Nível de integração dos espaços urbanos da Região Centro-
Oeste 2000
Mapa 4 Nível de integração dos espaços urbanos da Região Sudeste
2000
Mapa 5 Nível de integração dos espaços urbanos da Região Sul 2000

Proporção de desocupados. Região Metropolitana de São


Mapa I.1
Paulo. 2000
Tipologia das Áreas de Expansão dos Dados da Amostra –
Mapa I.2
AEDs. Região Metropolitana de São Paulo. 2000
Densidade populacional. Municípios da Região Metropolitana
Mapa I.3
de São Paulo. 2000
Proporção de Famílias com Renda Familiar Per Capita de até
Mapa I.4 Meio Salário Mínimo. Municípios da Região Metropolitana de
São Paulo. 2000
Densidade Populacional. Região Metropolitana de São Paulo
Mapa I.5
– 2000
Índice de Envelhecimento da População. Região
Mapa I.6 -
Metropolitana de São Paulo – 2000
Proporção de Pretos e Pardos na População. Região
Mapa I.7
Metropolitana de São Paulo - 2000
Proporção de Imigrantes de Fora da Região Metropolitana.
Mapa I.8
Região Metropolitana de São Paulo - 2000
Proporção de Domicílios em Terreno Não Próprio. Região
Mapa I.9
Metropolitana de São Paulo - 2000
Proporção de Déficit Habitacional. Região Metropolitana de
Mapa I.10
São Paulo - 2000
Proporção de Domicílios com Todos Bens de Uso Difundido.
Mapa I.11
Região Metropolitana de São Paulo - 2000
Proporção de Domicílios com Carência de Abastecimento de
Mapa I.12
Água. Região Metropolitana de São Paulo - 2000
Proporção dos Deslocamentos Pendulares: Indivíduos que
trabalham ou estudam em municípios diferentes daqueles
Mapa I.13
em que residem. Municípios Região Metropolitana de São
Paulo – 2000
Proporção dos Deslocamentos Pendulares com destino ao
Polo. Indivíduos residentes nos Outros Municípios
Mapa I.14
Metropolitanos e que trabalham ou estudam no Polo.
Municípios Região Metropolitana de São Paulo – 2000
Óbitos por Causas Externas na Região Metropolitana de São
Mapa I.15
Paulo. Região Metropolitana de São Paulo – 2002
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 17
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Óbitos por Homicídios. Região Metropolitana de São Paulo –


Mapa I.16
2002
Tipologia de Municípios segundo categorias sócio-
Mapa I.17
ocupacionais. Região Metropolitana de São Paulo. 2000
Mapa I.18 Organizações Intermunicipais Atuantes na RMSP

Percentual de desocupados produrando trabalho. Região


Mapa II.1
Metropolitana do Rio de Janeiro. 2000
Tipologia sócio-espacial. Região Metropolitana do Rio de
Mapa II.2
Janeiro. 2000
Percentual de pessoas com renda familiar per capita até 1/2
Mapa II.3
sal. Mínimo. Região Metropolitana do Rio de Janeiro. 2000
Percentual de imigrantes de fora da RMRJ. Região
Mapa II.4
Metropolitana do Rio de Janeiro. 2000
Índice de envelhecimento. Região Metropolitana do Rio de
Mapa II.5
Janeiro. 2000
Percentual de pessoas negras e pardas. Região
Mapa II.6
Metropolitana do Rio de Janeiro. 2000
Percentual de maiores de 24 anos, com até 3 anos de
Mapa II.7
estudo. Região Metropolitana do Rio de Janeiro. 2000
Atraso escolar depessoas entre 8 e 15 anos de idade. Região
Mapa II.8
Metropolitana do Rio de Janeiro. 2000
Percentual de domicílio ligados à rede geral de água. Região
Mapa II.9
Metropolitana do Rio de Janeiro. 2000
Percentual de domicílios com terreno não próprio. Região
Mapa II.10
Metropolitana do Rio de Janeiro. 2000
Percentual de domicílios com todos os bens de uso
Mapa II.11
difundido. Região Metropolitana do Rio de Janeiro. 2000
Necessidades habitacionais. Região Metropolitana do Rio de
Mapa II.12
Janeiro. 2000
Percentual depessoas que trabalham ou estudam fora do
Mapa II.13 município de residência. Região Metropolitana do Rio de
Janeiro. 2000

Estado de Minas Gerais. RMBH. Identificação das Áreas de


Mapa III.1
Expansão Demográficas
Mapa III.2 Nível de Integração dos Municípios ao Pólo
Mapa III.3 Taxa de desocupados por Áreas de Expansão Demográficas
Mapa III.4 Tipologia socioespacial por Áreas de Expansão Demográficas
Renda familiar per capita até ½ salário mínimo por Áreas de
Mapa III.5
Expansão Demográficas
Imigrantes intrametropolitanos em relação ao total de
Mapa III.6
imigrants
Mapa III.7 Imigrantes da data fixa por origem
Mapa III.8 Densidade Demográfica por Área de Expansão Demográfica
Mapa III.9 População Negra/ Parda por área de expansão Demográfica
Mapa III.10 Índice de envelhecimento por Áreas de Expansão
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 18
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Demográfica
Mapa III.11 Analfabetismo Funcional
Mapa III.12 Freqüência Escolar e adequação idade / série
Mapa III.13 Domicílios em terreno não próprio
Acesso a bens de uso difundido por Áreas de Expansão
Mapa III.14
Demográfica
Mapa III.15 Déficit habitacional por Áreas de Expansão Demográfica
Domicílios com carência em abastecimento de água por Área
Mapa III.16
de Expansão Demográficas
População residente de 15 anos ou mais que realiza
Mapa III.17
movimento pendular por Área de Expansão Demográfica
População residente de 15 anos ou mais que dirige-se ao
Mapa III.18
pólo por Área de Expansão Demográfica

Identificação de AEDs. Região Metropolitana de Porto Alegre


Mapa IV.1
– RS
Identificação de AEDs. Região Metropolitana de Porto Alegre
Mapa IV.1A
- RS (detalhe)
Taxa de ocupação total. Região Metropolitana de Porto
Mapa IV.2
Alegre – 2000
Tipologia socioespacial por AEDs. Região Metropolitana de
Mapa IV.3
Porto Alegre - 2000
Percentual de famílias com renda familiar até 1/2 Salário
Mapa IV.4
Mínimo. Região Metropolitana de Porto Alegre - 2000
Densidade da população residente. Região Metropolitana de
Mapa IV.5
Porto Alegre - 2000
Percentual de imigrantes segundo a origem. Região
Mapa IV.6
Metropolitana de Porto Alegre - 2000
Índice de envelhecimento. Região Metropolitana de Porto
Mapa IV.7
Alegre - 2000
Percentual de população negra e parda. Região
Mapa IV.8
Metropolitana de Porto Alegre - 2000
Percenutal de pessoas de 15 anos e mais sem instrução ou
Mapa IV.9 até com 3 anos de estudo. Região Metropolitana de Porto
Alegre – 2000
Percentual de pessoas de 7 a 14 anos com série adequada.
Mapa IV.10
Região Metropolitana de Porto Alegre - 2000
Percentual de domicílios com abastecimento adequado de
Mapa IV.11
água. Região Metropolitana de Porto Alegre - 2000
Percentual de domicílios sem propriedade do terreno. Região
Mapa IV.12
Metropolitana de Porto Alegre - 2000
Percentual de domicílios com todos os bens de uso
Mapa IV.13
difundido. Região Metropolitana de Porto Alegre - 2000
Percentual de déficit habitacional. Região Metropolitana de
Mapa IV.14
Porto Alegre - 2000
Percentual de pessoas de 15 anos e mais que trabalham ou
Mapa IV.15
estudam em outro município. Região Metropolitana de Porto
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 19
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Alegre – 2000

Taxas de homicídios entre jovens de 15 a 29 anos do sexo


Mapa IV.16
masculino. Região Metropolitana de Porto Alegre - 2000

Mapa V.1 ÁREAS DE EXPANSÃO DA AMOSTRA NA RMC - 2000


ÁREAS DE EXPANSÃO DA AMOSTRA NO CENTRO
Mapa V.2
METROPOLITANO DA RMC - 2000
Mapa V.3 TAXA DE DESOCUPAÇÃO POR AED - RMC - 2000
Mapa V.4 TIPOLOGIA SOCIOESPACIAL - RMC - 2000
Mapa V.5 TAXA DE POBREZA POR AED - RMC - 2000
IMIGRANTES INTRAMETROPOLITANOS POR AED - RMC –
mapa V.6
2000
Mapa V.7 ÍNDICE DE IDOSOS POR AED - RMC - 2000
PARTICIPAÇÃO DE PRETOS E PARDOS NA POPULAÇÃO
Mapa V.8
RESIDENTE POR AED - RMC - 2000
TAXA DE ANALFABETISMO FUNCIONAL POR AED - RMC –
Mapa V.9
2000
ADEQUAÇÃO IDADE/SÉRIE ENTRE 7 - 14 ANOS POR AED -
Mapa V.10
RMC – 2000
Mapa V.11 INADEQUAÇÃO FUNDIÁRIA POR AED - RMC - 2000
Mapa V.12 ABASTECIMENTODE ÁGUA POR AED - RMC - 2000
DOMICÍLIOS QUE POSSUEM RÁDIO, TELEVISÃO E
Mapa V.13
GELADEIRA POR AED - RMC -2000
Mapa V.14 DÉFICIT HABITACIONAL POR AED - RMC - 2000

Taxa de Ocupação Total. Região Metropolitana de Salvador –


Mapa VI.1
2000
Tipologia Socioespacial. Região Metropolitana de Salvador –
Mapa VI.2
2000
Famílias com Renda Per Capita até Meio Salário Mínimo.
Mapa VI.3
Região Metropolitana de Salvador – 2000
Densidade Demográfica –Habitantes por Km2. Região
Mapa VI.4
Metropolitana de Salvador – 2000
Percentual de Migrantes de Fora da Região. Região
Mapa VI.5
Metropolitana de Salvador - 2000
Índice de Envelhecimento. Região Metropolitana de Salvador
Mapa VI.6
– 2000
Distribuição de Negros e Pardos. Região Metropolitana de
Mapa VI.7
Salvador – 2000
Analfabetismo Funcional. Região Metropolitana de Salvador
Mapa VI.8
– 2000
Adequação idade-série – 7 a 14 anos. Região Metropolitana
Mapa VI.9
de Salvador – 2000
Domicilios sem a propriedade do terreno. Região
Mapa VI.10
Metropolitana de Salvador – 2000
Mapa VI.11 Abastecimento de água adequado. Região Metropolitana de
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 20
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Salvador – 2000
Domicílios com acesso a bens de uso difundido. Região
Mapa VI.12
Metropolitana de Salvador – 2000
Pessoas de 15 anos ou mais que trabalham ou estudam em
Mapa VI.13
outro município. Região Metropolitana de Salvador – 2000

Cartograma
Desocupados - AED. Região Metropolitana do Recife (2000)
VII.1
Cartograma Renda familiar per capita - AED. Região Metropolitana do
VII.2 Recife (2000)
Cartograma Densidade populacional. AED. Região Metropolitana do
VII.3 Recife (2000)
Cartograma Imigrantes de fora da Região Metropolitana do Recife - AED
VII.4 (2000)
Cartograma Índice de envelhecimento - AED. Região Metropolitana do
VII.5 Recife (2000)
Cartograma Negros e pardos - AED. Região Metropolitana do Recife
VII.6 (2000)
Cartograma
Analfabetismo - AED. Região Metropolitana do Recife (2000)
VII.7
Cartograma Adequação Idade e série (pessoas de 7 a 14 anos) - AED.
VII.8 Região Metropolitana do Recife (2000)
Cartograma Domicílios com acesso a todos os bens de uso difundido - -
VII.9 AED. Região Metropolitana do Recife (2000)
cartograma Abastecimento de água inadequado - AED. Região
VII.10 Metropolitana do Recife (2000)
Cartograma Déficit habitacional - AED. Região Metropolitana do Recife
VII.11 (2000)
Cartograma Percentual de migrantes que trabalham e estudam em outro
VII.12 município. AED. Região Metropolitana do Recife (2000)

Mapa VIII.1 Região Metropolitana de Fortaleza em seus 13 Municípios


Mapa VIII.2 Município de Fortaleza em suas 71 AEDs
Mapa VIII.3 Outros municípios da RMF em suas AEDs
Mapa VIII.4 Renda familiar per capta inferior a ½ salário mínimo
Mapa VIII.5 Densidade Demográfica - Municípios
Mapa VIII.6 Densidade Demográfica - AEDs
Distribuição da população segundo a cor (negros e pardos) –
Mapa VIII.7
Municípios
Distribuição da população segundo a cor (negros e pardos) –
Mapa VIII.8
AEDs
Taxas de analfabetismo de pessoas com 15 anos e mais na
Mapa VIII.9
RMF
Percentual de Adequação idade série - Ensino Fundamental
Mapa VIII.10
(7 a 14 anos)
Percentual de Adequação idade série - Ensino Médio (15 a
Mapa VIII.11
17 anos)
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 21
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Percentual de Adequação idade série - Ensino Superior (18 a


Mapa VIII.12
25 anos)
Mapa VIII.13 Taxa de analfabetismo funcional
Percentual de Domicílios com abastecimento de água
Mapa VIII.14
adequado (Município)
Percentual de Domicílios com abastecimento de água
Mapa VIII.15
adequado (AEDs)
Percentual de Domicílios em terrenos não próprios –
Mapa VIII.16
Município
Mapa VIII.17 Percentual de Domicílios em terrenos não próprios - AEDs
Percentual de Domicílios com bens de uso difundido
Mapa VIII.18
(Município)
Mapa VIII.19 Percentual de Domicílios com bens de uso difundido (AEDs)
Mapa VIII.20 Percentual do Déficit Habitacional (Município)
Mapa VIII.21 Percentual do Déficit Habitacional (AEDs)
% de Pessoas que trabalham / estudam fora do município de
Mapa VIII.22
residência

Mapa IX.1 AEDs - Região Metropolitana de Goiânia


Taxa de desocupados. Região Metropolitana de Goiânia.
Mapa IX.2 AEDs - Municípios de Goiânia, Aparecida da Goiânia e
Trindade (2000)
Tipologia sócio-espacial. Região Metropolitana de Goiânia.
Mapa IX.3 AEDs - Municípios de Goiânia, Aparecida da Goiânia e
Trindade (2000)
Percentual de famílias com renda per capita de até ½ salário
Mapa IX.4 mínimo. AEDs Goiânia, Aparecida da Goiânia e Trindade
(2000)
Percentual de imigrantes de fora da região metropolitana.
Mapa IX.5 Região Metropolitana de Goiânia. AEDs - Municípios de
Goiânia, Aparecida da Goiânia e Trindade (2000)
Analfabetismo funcional: pessoas de 15 anos e mais com até
3 anos de estudo. Região Metropolitana de Goiânia. AEDs -
Mapa IX.6
Municípios de Goiânia, Aparecida da Goiânia e Trindade
(2000)
Percentual de domicílios em terrenos não próprios . AEDs -
Mapa IX.7
Goiânia, Aparecida da Goiânia e Trindade (2000)
Pessoas de 15 anos e mais de idade que trabalham ou
estudam fora do município de residência. Região
Mapa IX.8
Metropolitana de Goiânia. AEDs - Municípios de Goiânia,
Aparecida da Goiânia e Trindade (2000)

Mapa X.1 AEDS da Região Metropolitana de Belém


Mapa X.2 Pessoas ocupadas com rendimento no trabalho principal
Rendimento médio no trabalho principal até ½ salário
Mapa X.3
mínimo
Mapa X.4 Somatório dos rendimentos no trabalho principal em salários
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 22
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

mínimos
Mapa X.5 Número de ocupados com rendimento no trabalho principal
Mapa X.6 Densidades populacionais nos municípios da RMB
Mapa X.7 Percentagem de população de 0 a 14 anos por AED na RMB
Mapa X.8 Percentagem de população de 15 a 64 anos por AED na RMB
Mapa X.9 Percentagem de negros e pardos por AED na RMB
Percentagem de pessoas de 15 anos e mais que não sabem
Mapa X.10
ler por AED na RMB
Percentagem de domicílios particulares permanentes
Mapa X.11 urbanos com abastecimento adequado de água por AED na
RMB
Percentagem de domicílios com acesso difundido a bens (
Mapa X.12
rádio, televisor, geladeira / freezer) por AED na RMB
Percentual de domicílios particulares permanentes em
Mapa X.13
terreno não próprio na RMB
Pessoas de 15 anos e mais que trabalham ou estudam e
Mapa X.14
realizaram o movimento pendular, 2000

Mapa XI.1 Mapa das AEDs - RMNATAL - 2000


Mapa XI.2 Tipologias sócio-ocupacionais. RMNATAL - 2000
Mapa XI.3 Taxa de desocupação total por AEDs - RMNATAL - 2000
Percentual de famílias com renda per capita aé 1/2 salário
Mapa XI.4
mínimo por AEDs - RMNATAL - 2000
Mapa XI.5 Densidade demográfica porAEDs - RMNATAL - 2000
Percentual de imigrantes de data fixa de outros municípios
Mapa XI.6
por AEDs - RMNATAL - 2000
Mapa XI.7 Índice de envelhecimento por AEDs - RMNATAL - 2000
Distribuição da população segundo a cor (preto - pardo) por
Mapa XI.8
AEDs - RMNATAL - 2000
Percentual de pessoas de 15 anos e mais sem instrução ou
Mapa XI.9
com até 3 anos de estudo por AEDs - RMNATAL - 2000
Total de pessoas de 7 a 14 anos que frequentam escola em
Mapa XI.10
série adequada por AEDs - RMNATAL - 2000
Domicílios particulares permanentes uubanos com
Mapa XI.11 abastecimento adequado de água por AEDs - RMNATAL –
2000
Percentual de domicílios particulares permanentes
Mapa XI.12
emterreno não próprio por AEDs - RMNATAL - 2000
Mapa XI.13 Déficit habitacional por AEDs - RMNATAL - 2000
Percentual de domicílios que possuem todos os bens de uso
Mapa XI.14
difundido por AEDs - RMNATAL - 2000
Proporção de pessoas que trabalham ou estudam de 15 anos
Mapa XI.15 e mais que realizam movimento pendular por AEDs -
RMNATAL- 2000

MAPA XX.1 Mapa das AED´s - RMMaringá - 2000


COMO ANDAM AS METRÓPOLES 23
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Mapa das tipologias socio-ocupacionais por AED´s -


Mapa XII.2
RMMARINGÁ - 2000
Percentual de famílias por classe de renda mensal per capita
Mapa XII.3 que recebem até 1/2 salário mínimo por AEDs - RMMARINGÁ
2000
MAPA XII.4 População residente por AEDs - RMMARINGÁ - 2000
Proporção de imigrantes de data fixa por AEDs -
Mapa XII.5
RMMARINGÁ - 2000
Mapa XII.6 Índice de envelhecimento por AEDs - RMMARINGÁ - 2000
Distribuição da população segundo a cor (preto - pardo) por
Mapa XII.7
AEDs - RMMARINGÁ - 2000
MAPA XII.8 Taxa de analfabetismo por AEDs - RMMARINGÁ - 2000
Percentual de pessoas de 07 a 14 anos que frequenta escola
Mapa XII.9
em série adequada por AEDs - RMMARINGÁ - 2000
Percentual de domicílios particulares permanentes por
Mapa XII.10
carência de água por AEDs - RMMARINGÁ - 2000
Percentual de domicílios que possuem todos os bens de uso
Mapa XII.11
difundido por AEDs - RMMARINGÁ 2000
Mapa XII.12 Déficit habitacional por AEDs - RMMARINGÁ - 2000
Percentual de pessoas que trabalham ou estudam fora do
Mapa XII.13
local de moradia por AEDs- RMMARINGÁ - 2000
Itinerários metropolitanos, urbanos e total de passageiros do
Mapa XII.14
sistema de transporte coletivo – Maringá-2002

RELAÇÃO DE TABELAS

Taxas anuais de crescimento populacional: estado,


Tabela I.1
metrópole e país
Taxas de crescimento populacional por tipo de município,
Tabela I.2
Grande São Paulo
Taxas de crescimento da população urbana e rural e grau
Tabela I.3
de urbanização
Estrutura etária e índice de envelhecimento, por tipo de
Tabela I.4
município, RMSP, 2000
População por cor, por tipos de município da RMSP, 2000,
Tabela I.5
em porcentagem
Taxas de mortalidade infantil. Estado de São Paulo, Capital
Tabela I.6
e Interior, 1990 e 2002
Tabela I.7 Mortalidade Infantil, por tipo de Município. RMSP, 2004
Tabela I.8 Natalidade por tipo de município da RMSP, 2004
População total e migrantes residentes no núcleo e na
Tabela I.9 periferia da Região Metropolitana de São Paulo, 1991 e
2000
Tabela Proporção de migrantes residentes nos distintos tipos de
I.10 municípios em 1991 e 2000
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 24
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Distribuição de pessoas com 10 anos ou mais, segundo


Tabela
condição de alfabetização para Brasil, Estado de São Paulo
I.11
e Grande São Paulo em 1980, 1991, 2000
Tabela Municípios da RMSP por responsável pela família sem
I.12 instrução ou com até 3 anos de estudo -2000
Tabela Municípios da RMSP por pessoas de 0 a 6 anos que
I.13 freqüentam creche ou escola -2000
Tabela Municípios da RMSP por pessoas de 07 a 14 anos que
I.14. freqüentam escola -2000
Tabela Municípios da RMSP por responsável pela família com 11
I.15 anos e mais de estudo - 2000
Tabela
Óbitos na Região Metropolitana de São Paulo – 2002
I.16
Tabela Causas de Morte na Região Metropolitana de São Paulo –
I.17 2002
Tabela Municípios da RMSP com diferentes padrões de qualidade
I.18 de vida

Tabela Estrutura ocupacional das metrópoles do Rio de Janeiro,


II.1 Belo Horizonte e São Paulo. 2000
Tipologia socioespacial segundo as categorias
Tabela
socioocupacionais. Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
II.2
2000
Tabela Taxa de crescimento e migrantes. Região Metropolitana do
II.3 Rio de Janeiro.
Tabela Déficit Habitacional na região Metropolitana do Rio de
II.4 Janeiro – 2000
Tabela Total de Homicídios nos municípios da Região Metropolitana
II.5 do Rio de Janeiro
Tabela
Taxa de homicídios por 100 mil habitantes
II.6
Tabela Distribuição dos homicídios na Região Metropolitana do Rio
II.7 de Janeiro, por idade e cor
Tabela Distribuição dos homicídios nos municípios da Região
II.8 Metropolitana do Rio de Janeiro, por classe.
TABELA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO -
II.9 ESTRUTURA DA RECEITA MUNICIPAL - 2003
TABELA Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Estrutura da
II.10 despesa municipal – 2003
TABELA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO - FONTES
II.11 DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS - 2003
TABELA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO - PERFIL DA
II.12 RECEITA MUNICIPAL PER CAPITA – 2003
TABELA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO - PIB per
II.13 capita 2002 e Receita MUNICIPAL per capita 2003
TABELA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO -
II.14 INDICADORES DA RECEITA – 2003
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 25
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

TABEL A REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO -


II.15 INDICADORES DA DESPESA– 2003
REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO -
TABELA
INDICADORES DO INVESTIMENTO E DE ENDIVIDAMENTO –
II.16
2003
Produto Interno Bruto - 1970,1980 e 1996. Estado do Rio
Tabela
de Janeiro - Região Metropolitana e Municípios não
II.17
metropolitanos
Tabela População - 1970,1980 e 1996. Estado do Rio de Janeiro -
II.18 Região Metropolitana e Municípios não metropolitanos
Produto Interno Bruto per capita - 1970,1980 e 1996.
Tabela
Estado do Rio de Janeiro - Região Metropolitana e
II.19
Municípios não metropolitanos
TABELA
REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO
II.20
TABELA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO - PIB PER
II.21 CAPITA / 2002
TABELA
REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO
II.22

Tabela Região Metropolitana de Belo Horizonte. Crescimento


III.1 Demográfico Anual
Municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte por
Tabela População Residente, Situação do Domicílio, Taxa de
III.2 Urbanização e Taxa Geométrica de Crescimento - 1991 e
2000
Nível de integração metropolitana da Região Metropolitana
Tabela
de Belo Horizonte por domicílios particulares permanentes
III.3
próprios, alugados e outros – 2000
Nível de integração dos municípios ao pólo segundo o
Tabela
acesso a bens. Região Metropolitana de Belo Horizonte –
III.4
2000
Nível de integração dos municípios ao pólo, da Região
Metropolitana de Belo Horizonte , por total de famílias
Tabela
conviventes, domicílios improvisados, cômodos cedidos ou
III.5
alugados, domicílios em aglomerados subnormais e déficit
habitacional – 2000
Tabela Distribuição da taxa de homicídio por 100 mil habitantes
III.6 nas regiões metropolitanas – 2002
Distribuição percentual do total de vítimas de homicídios¹
Tabela registradas pelo Ministério da Saúde, em 2002, na Região
III.7 Metropolitana de Belo Horizonte, segundo sexo e faixa
etária da vítima
Distribuição da Taxa de Vítimas de Homicídios¹ registrados
Tabela pelo Ministério da Saúde por 100.000 Habitantes nos
III.8 Municípios da Região Metropolitana² de Belo Horizonte no
período de 1998 a 2002
Tabela Número de consórcios segundo o grau de integração ao
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 26
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

III.9 pólo
Tabela Número de consórcios e demais ações integradas segundo
III.10 o grau de integração ao pólo

Perfil e índice de densidade relativa das categorias


Tabela
socioocupacionia segundo os tipos de áreas. Região
IV.1
Metropolitana de Porto Alegre. 2000
População residente de 15 anos e mais que trabalha ou
Tabela
estuda e pessoas que realizaram movimento pendular por
IV.2
nível de integração dos municípios da RMPA ao Pólo- 2000
Duração média (tempo) das viagens, em minutos, segundo
Tabela
o local de moradia dos pesquisados e os modos de
IV.3
transporte na RMPA - 2002
Tabela Número de veículos e taxa anual de crescimento na
IV.4 RMPA(*) - 1986-1997
Taxas de homicídios entre jovens do sexo masculino, com
Tabela
idade entre 15 e 29 anos, e taxa geral de homicídios em
IV.5
alguns municípios da RMPA - 2000
Existência e situação de funcionamento dos Conselhos
Tabela
Municipais de Políticas Públicas, criados por indução federal,
IV.6
nos municípios da RMPA - 2004-05
Tabela Existência de Conselhos Tutelares nos Municípios da RMPA
IV.7 – 2004
Tabela Existência de Conselhos Municipais, criados por iniciativa
IV.8 municipal, nos municípios da RMPA - 2001-2005
Tabela Existência de Orçamento Participativo nos municípios da
IV.9 RMPA – 2005
Tabela Estrutura da receita orçamentária municipal – Região
IV.10 Metropolitana de Porto Alegre - 2003
Tabela Estrutura da despesa orçamentária municipal – Região
IV.11 Metropolitana de Porto Alegre - 2003
Tabela Perfil da receita municipal per capita - Região
IV.12 Metropolitana de Porto Alegre - 20032003
Tabela Indicadores da receita municipal - Região Metropolitana de
IV.13 Porto Alegre – 2003
Tabela Indicadores da despesa municipal - Região Metropolitana
IV.14 de Porto Alegre - 2003
Tabela Indicadores do investimento municipal - Região
IV.15 Metropolitana de Porto Alegre - 2003
Tabela Indicadores do endividamento municipal - Região
IV.16 Metropolitana de Porto Alegre - 2003

NÚMERO DE OCUPADOS, DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL POR


Tabela
TIPOS SOCIOESPACIAIS, COMPOSIÇÃO SOCIOCUPACIONAL
V.1
DOS TIPOS E QUOCIENTE SOCIOESPACIAL – RMC – 2000
POPULAÇÃO TOTAL, INCREMENTO POPULACIONAL, GRAU
Tabela
DE URBANIZAÇÃO E TAXA GEOMÉTRICA DE CRESCIMENTO
V.2
ANUAL SEGUNDO NÍVEL DE INTEGRAÇÃO AO PÓLO. RMC –
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 27
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

2000

Tabela INDICADORES DE MORTALIDADE, FECUNDIDADE E


V.3 MIGRAÇÃO, SEGUNDO OS MUNICÍPIOS DA RMC - 2000
COMPOSIÇÃO DO PIB, PIB REAL PER CAPITA E VARIAÇÃO
Tabela
REAL MÉDIA, POR MUNICÍPIOS DA RMC, SEGUNDO NÍVEIS
V.4
DE INTEGRAÇÃO AO PÓLO. 1999 À 2002

Tabela Área, População e Taxa de Crescimento. Região


VI.1 Metropolitana de Salvador – 2000
Tabela Categorias Sócio-Ocupacionais. Região Metropolitana de
VI.2 Salvador – 2000
Tabela Percentual de Pessoas Analfabetas por Faixa Etária. Região
VI.3 Metropolitana de Salvador - 2000
Tabela Percentual de freqüência escolar por faixa etária. Região
VI.4 Metropolitana de Salvador - 2000
Tabela Percentual de Anos de Atraso e Menos de 4 Anos de Estudo
VI.5 por Faixa Etária. Região Metropolitana de Salvador - 2000
Tabela Déficit Habitacional Básico. Região Metropolitana de
VI.6 Salvador – 2000
Comportamento das Taxas de Vítimas de Homicídios
Tabela Registrados pelo Ministério da Saúde por 100.000
VI.7 Habitantes, nos Municípios da Região Metropolitana de
Salvador, no Período de 1998 a 2002
Tabela Receitas da Região Metropolitana de Salvador e dos
VI.8 Municípios
Tabela Despesas da Região Metropolitana de Salvador e dos
VI.9 Municípios – 2003

População Residente e Incremento Populacional da Região


Tabela Metropolitana do Recife e dos municípios componentes
VII.1 segundo o nível de integração ao pólo metropolitano.
(1970-1980-1991-2000)
Numero de Áreas de Ponderação Amostral - AED por
Tabela
municípios da Região Metropolitana do Recife segundo
VII.2
níveis de integração ao pólo metropolitano. (2000)
Municípios da Região Metropolitana de Recife segundo a
Tabela População Economicamente Ativa, População Ocupada e
VII.3 Taxa de Ocupação segundo nível de integração ao polo
metropolitano – 2000
Municípios da Região Metropolitana do Recife segundo
Tabela
População por Faixa de Renda Familiar per capita segundo
VII.4
nível de integração ao pólo metropolitano – 2000
Nível de Integração ao Pólo da Região Metropolitana de
Tabela Recife por População Residente, Situação do Domicílio, Taxa
VII.5 de Urbanização e Taxa Geométrica de Crescimento - 1991 e
2000.
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 28
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Nível de Integração ao Pólo da Região Metropolitana do


Tabela
Recife por População Residente de 5 Anos e Mais de Idade,
VII.6
Imigrantes de Data Fixa, segundo a origem. 2000
Nível de Integração ao Pólo na Região Metropolitana de
Tabela
Recife por Pessoas de 15 Anos e Mais que Não Sabem Ler –
VII.7
2000
Municípios da Região Metropolitana do Recife por Pessoas
Tabela
de 15 Anos e Mais que Não Sabem Ler segundo nível de
VII.8
integração ao pólo metropolitano - 2000
Nível de Integração ao Pólo na Região Metropolitana de
Tabela
Recife por Pessoas de 7 a 14 Anos que Freqüentam Escola e
VII.9
Série Adequada- 2000
Municípios da Região Metropolitana de Recife por Pessoas
Tabela
de 7 a 14 Anos que Freqüentam Escola e Série Adequada
VII.10
segundo nível de integração ao pólo metropolitano - 2000
Tabela Nível de Integração Metropolitana da Região Metropolitana
VII.11 de Recife por Domicílios segundo o Acesso a Bens - 2000
Nível de Integração ao Pólo da Região Metropolitana do
Tabela Recife por População Residente 15 Anos e Mais de Idade
VII.12 que Trabalha ou Estuda e Pessoas que Realizam Movimento
Pendular - 2000
Tabela Deslocamentos segundo propósito de viagem e modalidade
VII.13 Região Metropolitana do Recife. (1997).
Municípios da Região Metropolitana do Recife por
comportamento das Taxas de Vítimas de homicídios (1)
Tabela
registrados pelo Ministério da Saúde por 100.000
VII.14
habitantes, no período de 1998 a 2002, sgundo nível de
integração do pólo metropolitano
Conselhos Municipais da Região Metropolitana do Recife
Tabela
segundo níveis de integração dos municípios ao pólo
VII.15
metropolitano. 2002
População e PIB per Capita dos Municípios da Região
Tabela
Metropolitana do Recife segundo nível de integração dos
VII.16
municípios ao pólo metropolitano
Produto Interno Bruto per capita dos Municípios da Região
Tabela
Metropolitana do Recife segundo nível de integração ao pólo
VII.17
metropolitano (1999-2002)
– Indicadores de Estrutura e Vinculação da Receita do
Tabela
Município Pólo e dos Demais Municípios da Região
VII.18
Metropolitana do Recife, 2003 -
Tabela Indicadores da Despesa do Município Pólo e dos Demais
VII.19 Municípios da Região Metropolitana do Recife, 2003
Indicadores de Endividamento e Capacidade de
Tabela
Investimento do Município Pólo e dos Demais Municípios da
VII.20
Região Metropolitana do Recife, 2003

Tabela Municípios da Região Metropolitana de Fortaleza por


VIII.1 população residente, situação do domicílio, taxa de
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 29
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

urbanização e taxa geométrica de crescimento - 1991 e


2000
Municípios da Região Metropolitana de Fortaleza por
Tabela
população residente, área dos municípios e densidade
VIII.2
demográfica - 2000
Tabela VIII.3 - Municípios da Região Metropolitana de
Tabela
Fortaleza por população residente, cor ou raça e a
VIII.3
distribuição da população segundo a cor ou raça

População residente e situação do domicílio na Região


Tabela
Metropolitana de Goiânia RMG e na Região de
IX.1
Desenvolvimento Integrado de Goiânia – RDIG
Tabela Tipologia socioespacial segundo as categorias sócio-
IX.2 ocupacionais. Região Metropolitana de Goiânia -- 2000
Municípios da Região Metropolitana de Goiânia por
Tabela
população residente, situação do domicílio, taxa de
IX.3
urbanização e taxa geométrica de crescimento. 1991-2000
Tabela Municípios da Região Metropolitana de Goiânia - Pessoas de
IX.4 15 Anos e Mais que Não Sabem Ler – 2000
Municípios da Região Metropolitana de Goiânia por
Tabela
Responsável pela Família Sem Instrução ou Com até 3 Anos
IX.5
de Estudo – 2000
Municípios da Região Metropolitana de Goiânia por Pessoas
Tabela
de 7 a 14 Anos que Freqüentam Escola e Série Adequada-
IX.6
2000
Municípios da Região Metropolitana de Goiânia por Pessoas
Tabela
de 15 a 17 Anos que Freqüentam Escola e Série Adequada-
IX.7
2000
Municípios da Região Metropolitana de Goiânia por Pessoas
Tabela
de 18 a 25 Anos que Freqüentam Escola e Série Adequada-
IX.8
2000
Municípios da Região Metropolitana de Goiânia - Pessoas de
Tabela
18 Anos e Mais de Idade com 11 anos e mais de estudos –
IX.9
2000
Municípios da Região Metropolitana de Goiânia por
Tabela Domicílios, Abastecimento Adequado de Água, Escoamento
IX.10 Sanitário Adequado, Coleta Adequada de Lixo e Percentuais
de Ruas sem Pavimentação - 2000
Tabela Municípios da Região Metropolitana de Goiânia – Domicílios,
IX.11 déficit habitacional, sem propriedades e alugados - 2000
Municípios da Região Metropolitana de Goiânia por
Tabela
Domicílios Particulares Permanentes com até 3 Cômodos –
IX.12
2000
Tabela Municípios da Região Metropolitana de Goiânia por
IX.13 Domicílios segundo as Condições de Moradia - 2000
Municípios da Região Metropolitana de Goiânia segundo
Tabela
População Residente 15 Anos e Mais de Idade que Trabalha
IX.14
ou Estuda e Pessoas que Realizaram Movimento Pendular –
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 30
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

2000

Tabela
Taxa de vítimas de homicídio nas faixas etárias por 100.000
IX.15
Tabela Taxa de Vítimas de Homicídio nas faixas etárias por
IX.16 100.000
Tabela Taxa de Vítimas de homicídio nas faixas etárias por
IX.17 100.000
Tabela
Taxa de vítimas de homicídio nas faixas etárias por 100.000
IX.18
Tabela
Taxa de Vítimas de Homicídios por 100.000 Habitantes
IX.19
Tabela Região Metropolitana – Níveis de aplicação de instrumentos
IX.20 de gestão urbana

Tabela Área de Ponderação Amostral (AEDs) do Município de Belém


X.1 (2000)
Tabela Áreas de Ponderação Amostral (AEDs) dos Municípios de
X.2 Ananindeua, Marituba e Benevides e Santa Bárbara do Pará
Tabela População ocupada na RMB seguindo sexo, cor e anos de
X.3 estudo
Tabela Número de desocupados nos municípios que integram a
X.4 Região Metropolitana de Belém, 2000
Municípios da Região Metropolitana de Belém segundo as
Tabela
Famílias por Faixa de Renda Familiar per capita em salários
X.5
mínimos – 2000
Tabela População do estado do Pará, da Região Metropolitana de
X.6 Belém e do Município de Belém, 1950-2000
Tabela
População por situação do domicílio na RMB, 1991 e 2000
X.7
Municípios da Região Metropolitana de Belém por
Tabela
População Residente, Área dos Municípios e Densidade
X.8
Demográfica - 2000
Tabela Municípios da Região Metropolitana de Belém por População
X.9 residente total e Razão de sexo por faixas de idade - 2000
Tabela Municípios da Região Metropolitana de Belém segundo
X.10 Imigrantes de Data Fixa por Origem - 2000
Municípios da Região Metropolitana de Belém por População
Tabela Residente, Cor ou Raça e a Distribuição da População
X.11 segundo a Cor ou Raça sobre a População Total - 1991 e
2000
Tabela Pessoas de 15 e mais anos que não sabem ler e taxa de
X.12 analfabetismo correspondente na RMB
Tabela Municípios da Região Metropolitana de Belém por Pessoas
X.13 de 7 a 14 Anos de Idade que Freqüentam Escola - 2000
Tabela Municípios da Região Metropolitana de Belém por Pessoas
X.14 de 7 a 14 Anos que Freqüentam Escola e Série Adequada-
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 31
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

2000

Municípios da Região Metropolitana de Belém segundo


Tabela População Residente 15 Anos e Mais de Idade que Trabalha
X.15 ou Estuda e Pessoas que Realizaram Movimento Pendular –
2000
Tabela Dados Operacionais do Sistema de Transporte Coletivo da
X.16 RMB
Tabela Síntese de Deslocamentos da Pesquisa Domiciliar e de
X.17 Cordon Line – 1990 / 2000
Síntese de Deslocamentos da Pesquisa Domiciliar e de
Tabela
Cordon Line – 1990 / 2000 excluindo os Modos Barco,
X.18
Bicicleta e a Pé
Distribuição do Número de Homicídios(1) Registrados nos
Tabela Municípios da Região Metropolitana de Belém População e
X.19 Taxa de Homicídios por 100 mil hab. entre os anos de 1998
e 2002

Tabela Indicadores para identificação do nível de integração na


XI.1 dinâmica da aglomeração da Região Metropolitana de Natal
Tabela Indicadores para identificação da condição social da Região
XI.2 Metropolitana de Natal 2000
Distribuição do número de homicídios registrados nos
Tabela municípios da Região Metropolitana de Natal - RN,
XI.3 população, taxa de homicídios por 100 mil hab entre 1998 e
2002
Tabela Participação dos municípios no PIB do Espaço Urbano e do
XI.4 Estado
Tabela Participação dos municípios na População do Espaço Urbano
XI.5 e do Estado
Tabela
Regiões metropolitanas - pib per capita/1996
XI.6
Tabela
População e pib per capita
XI.7
Tabela
Região Metropolitana Natal - Indicadores 2003
XI.8
Tabela Região Metropolitana de Natal Indicadores de Despesas em
XI.9 2003
Tabela Região Metropolitana de NatalEstrutura das Despesa em
XI.10 2003
Tabela
Região Metropolitana Natal - Indicadores 2003
XI.11

Municípios da Região Metropolitana de Maringá segundo


população total, áre e densidade demográfica, por faixa de
TABELA
renda familiar per capita, comicílios, abastecimento
XII.1
adequado de água, escoamento sanitário adequado, coleta
adequada de lixo e percent6ual de ruas sem pavimentação.
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 32
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

2000

População em idade ativa, economicamente ativa e


Tabela desocupada e taxas de atividade e de desocupação segundo
XII.2 tipos sócio-ocupacionais – Região Metropolitana de Maringá
– 2000
População em idade ativa, população ocupada total e
Tabela
segundo categorias socioeconômicas – Região
XII.3
Metropolitana de Maringá – 2000
DISTRIBUIÇÃO DAS CATEGORIAS SOCIOECONOMICAS POR
Tabela
TIPOS (absoluto e densidade relativa) - REGIÃO
XII.4
METROPOLITANA DE MARINGÁ – 2000
DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DAS CATEGORIAS
Tabela
SOCIOECONOMICAS POR TIPOS - REGIÃO
XII.5
METROPOLITANA DE MARINGÁ – 2000
Tabela COMPOSIÇÃO SOCIOECONÔMICA DOS TIPOS - REGIÃO
XII.6 METROPOLITANA DE MARINGÁ – 2000
Tabela DENSIDADE - REGIÃO METROPOLITANA DE MARINGÁ –
XII.7 2000
PERCENTUAL DE PESSOAS DE 7 A 14 ANOS QUE
Tabela
FREQÜENTAM ESCOLA E SÉRIE ADEQUADA, POR AED,
XII.8
RMM – 2000
TABELA Receita, despesas, endividamento e capacidade de
XII.9 investimento - RMM
Estrutura da receita, da despesa e capacidade de
TABELA
investimento por municípios - Região Metropolitana de
XII.10
Maringá

RELAÇÃO DE GRÁFICOS

Brasil, Estado de São Paulo e Grande São Paulo. Distribuição


Gráfico
de Pessoas com 10 anos ou Mais, Segundo os Anos de
I.1
Estudo – 1989-2001
Gráfico Grande São Paulo. Defasagem Idade-Série no Ensino Médio
I.2 (em %) – 1996-1998-2000
Gráfico Óbito por causas externas porsexo 2002: Município pólo $
I.3 Municípios Periféricos (%)
Gráfico Óbitos por causas externas por faixas etárias: Região
I.4 metropoliana de São Paulo 2002 (%).
Gráfico Óbitos por causas externas por Raça/cor: Pólo e municípios
I.5 periféricos RMSP 2002. (%)
Gráfico Óbitos por tipo de causas externas: Região Metropolitana de
I.6 São Paulo 2002. (%)
Gráfico Óbitos por tipo de causas externas: Pólo e municípios
I.7 periféricos RMSP 2002. (%)
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 33
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Gráfico Causas de óbitos por faixas etárias: Região Metropolitana de


I.8 São Paulo 2002.
Gráfico Óbitos por causas externas por Raça/cor: Região
I.9 Metropolitana de São Paulo 2002.

Gráfico Taxa de analfabetismo da população com 15 anos e ou mais.


III.1 RMBH
Gráfico
Taxa de frequência escolar por faixa etária. RMBH
III.2
Gráfico
Anos de estudo do responsável pela família. RMBH
III.3
Gráfico Opinião sobre os principais resultados do funcionamento do
III.4 conselho (3 marcações)

Gráfico Domicílios segundo o acesso a bens por nível de integração.


IV.1 Rmpa. 2000
Gráfico Comparativo entre as taxas de homicídios nas regiões
IV.2 metropolitanas no Brasil - 2000
Gráfico Taxas de homicídios entre jovens do sexo masculino, com
IV.3 idade entre 15 e 29 anos, na RMPA - 1991/2000

Distribuição percentual do número de vítimas de homicídios


Gráfico
registrados pelo Ministério da Saúde, nas Regiões
VI.I
Metropolitanas do Brasil, no período de 1998 a 2002
Distribuição percentual do total de vítimas de homicídios
Gráfico registrados pelo Ministério da Saúde, em 2002, na Região
VI.2 Metropolitana de Salvador, segundo sexo e faixa etária da
vítima.

RELAÇÃO DE QUADROS

Posição na hierarquia dos espaços urbanos, grau de


integração, grau de concentração, condição social e
Quadro 1 classificação na rede urbana
Quadro
II.1 Composição da Região Metropolitana do Rio de Janeiro

Quadro Municípios da RMBH segundo ano de criação, de instalação e


III.1 de incorporação à RMBH
Quadro Distância da capital, área e densidade demográfica. RMBH.
III.2 2000
Quadro Distribuição dos ocupados segundo categorias ocupacionais
III.3 – RMBH e Brasil - 2000

Quadro
IV.1 A formação da Região Metropolitana de Porto Alegre. 2005
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 34
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Quadro DISTRIBUIÇÃO DA TAXA DE HOMICÍDIO NAS REGIÕES


V.1 METROPOLITANAS - BRASIL, 2002

RELAÇÃO DE FIGURAS

Figura
VII.1 RM Recife e Favelas
Figura Desmembramentos e Incorporação de Municípios da RM
VII.2 Recife (1973-2005)

RELAÇÃO DE ANEXOS

Anexo III.1 CRONOLOGIA DA RMBH


Anexo III.2 Classificação das AEDs da RMBH

Anexo IV.1 Informações básicas Região Metropolitana de Porto Alegre

Anexo V.1 DESCRIÇÃO DAS AÁRES DE EXPANSÃO - RMC - 2000

Tabela
VII.A.1 Áreas de Ponderação Amostral – AED
Cartograma Áreas de Expansão dos dados da amostra - AED - Região
VII.A1 Metropolitana do Recife (2000)

Indicadores financeiros da Região Metropolitana de Goiânia


Tabela IX.1A – 2002
Indicadores financeiros da Região Metropolitana de Goiânia
Tabela IX.1B – 2003
Indicadores financeiros da Região Metropolitana de Goiânia
Tabela IX.2A – 2002
Indicadores financeiros da Região Metropolitana de Goiânia
Tabela IX.2B – 2003
Indicadores financeiros da Região Metropolitana de Goiânia
Tabela IX.3A – 2002
Indicadores financeiros da Região Metropolitana de Goiânia
Tabela IX.3B – 2003
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 35
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

INTRODUÇÃO

O presente relatório sintetiza estudos monográficos sobre onze


aglomerações metropolitanas brasileiras – Belém, Belo Horizonte,
Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de
Janeiro, Salvador e São Paulo – e uma aglomeração urbana, Maringá.
Estas monografias compõem o conjunto de estudos desenvolvidos
pelo Observatório das Metrópoles em atenção à demanda do
Ministério das Cidades, cujo objetivo central era fornecer subsídios à
formulação da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano, assim
como à realização da Conferência Nacional das Cidades. Para tanto,
foi firmado contrato entre o Ministério das Cidades e a Federação de
Órgãos para a Assistência Social e Educacional (FASE), na qualidade
de representante legal do conjunto de instituições integrantes da rede
Observatório das Metrópoles.
No âmbito do projeto Análise das Regiões Metropolitanas do Brasil,
foram disponibilizados três relatórios – (i) Identificação dos Espaços
Metropolitanos e Construção de Tipologias (OBSERVATÓRIO, 2005a),
(ii) Tipologia Social e Identificação das Áreas Vulneráveis
(OBSERVATÓRIO, 2005b), e (iii) Análise do Desempenho Fiscal das
Municípios das Áreas Metropolitanas (OBSERVATÓRIO, 2005c) – e
uma base de dados, organizada por município e área de expansão da
amostra do Censo 2000 – Desigualdades Intraurbanas nas Metrópoles
Brasileiras (OBSERVATÓRIO, 2005d). 1 Seus resultados oferecem
suporte às análises particularizadas da presente coletânea e
permitem uma leitura comparativa da posição de cada unidade
metropolitana diante do conjunto nacional.
Especificamente, estas monografias visam a realização de um
diagnóstico das dimensões fundamentais da vida social nos espaços
metropolitanos, apontando as desigualdades sociais e urbanas na
escala intrametropolitana, focalizando áreas de concentração de
segmentos da população que vive em situação de acúmulo de
privações. De modo geral buscam também uma avaliação do quadro
institucional e fiscal dos municípios, identificando ações de
cooperação inter-municipais nas políticas setoriais.
Nesta introdução, além de apontar a metodologia, as bases de
informações adotadas, e de sucintamente descrever os demais
produtos elaborados pelo Observatório, como subsídio ao Ministério
das Cidades, é salientado o papel das metrópoles no processo de
desenvolvimento e os efeitos socioespaciais decorrentes do modelo
vigente. Na seqüência, sucedem as sínteses referentes às
aglomerações estudadas, respeitando metodologia, roteiro e fonte
das informações principais comuns a todas as unidades.

1
Esses produtos podem ser acessados na página web do Observatório das Metrópoles
(www.observatorio.tk).
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 36
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

A Metrópole e o desenvolvimento nacional

O tema central deste estudo faz parte da agenda científica que, em


vários países e sob diversos ângulos e disciplinas, tem interrogado
sobre efeitos das transformações econômicas e sociais e as
possibilidades históricas de um novo modelo de desenvolvimento que
supere as tendências à exclusão socioespacial. Estudos que focam o
fenômeno metropolitano, em razão da revalorização das condições
locais na explicação da mobilidade dos capitais, e da tendência à
segmentação socioespacial, dados os evidentes espaços exclusivos
das categorias sociais abastadas e o crescimento da diversidade da
estrutura social e da complexidade de sua distribuição espacial que se
proliferam nas metrópoles.
No Brasil, o processo de metropolização avança e se diversifica,
fazendo emergir regiões metropolitanas com diferentes portes de
população, até pequenas aglomerações urbanas institucionalizadas
como metropolitanas. Algumas crescem a taxas anuais superiores a
3% ao ano, com expansão expressiva, até mesmo nos pólos,
enquanto outras mantêm elevado apenas o crescimento de suas
periferias; regiões com distintos pesos no que se refere à participação
na renda e na dinâmica da economia. Muitas delas se articulam
configurando novos arranjos espaciais, com redobrada importância no
plano econômico e social, e também redobrada complexidade quanto
ao compartilhamento de uma gestão voltada à inclusão social e
municipal. É o caso dos complexos urbanos, como o que articula num
processo único as regiões de São Paulo, Campinas e Baixada
Santista, além de outras aglomerações urbanas vizinhas.
Ao lado das evidências do aumento da importância institucional,
demográfica e econômica das metrópoles brasileiras, problemas
sociais também estão se concentrando nas metrópoles brasileiras,
cujo aspecto mais evidente e dramático é a exacerbação da violência,
que guarda fortes relações com os processos de segmentação sócio-
territorial em curso.
As metrópoles estão hoje, portanto, no coração dos dilemas da
sociedade brasileira. Em seu interior estão assoberbados e
concentrados os efeitos da disjunção entre nação, economia e
sociedade inerentes à condição histórica de periferia da expansão
capitalista, acelerados pela subordinação do Brasil à globalização
hegemonizada pelo capital financeiro. Isso torna urgente buscar uma
resposta às ameaças de descoesão social, sem o que nenhuma
mudança do rumo da economia estabilizada e solvável será possível
ou terá sentido.
Assim, pode-se afirmar que existe hoje no cenário metropolitano um
triplo desafio à nação: o do desenvolvimento do país, o da superação
das desigualdades socioespaciais e o da governança democrática da
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 37
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

sociedade. Esses são, pois, os eixos que norteiam a realização do


presente estudo.

Estudos e subsídios à análise das metrópoles e aglomerações


brasileiras

Os produtos realizados no âmbito do projeto Análise das Regiões


Metropolitanas do Brasil considerou o universo das 26 regiões
metropolitanas (RMs) oficialmente instituídas, incluindo “colares”,
áreas de expansão e regiões de desenvolvimento integrado, as duas
regiões integradas de desenvolvimento (RIDE) no entorno de capitais,
as aglomerações urbanas, não institucionalizadas, polarizadas por
capitais de estados, e as capitais que não configuram aglomerações,
constituindo um total de 37 espaços urbanos nacionalmente
relevantes, 2 compostos por 471 municípios.
O cenário revelado por esses estudos mostra unidades bastante
distintas entre si, tanto no que se refere ao desempenho de funções
representativas da inserção nos nexos da economia global, quanto no
grau de concentração populacional e econômico-financeira. Também
distintas na ordem da problemática social, expressa na identificação
das áreas de maior vulnerabilidade intrametropolitana.
Considerando metrópole a cidade principal de uma aglomeração,
destacando-se pelo tamanho populacional e econômico, desempenho
de funções complexas e diversificadas, e relações econômicas com
várias outras aglomerações, funcionando como centro de comando e
coordenação de uma rede urbana, o primeiro produto – Identificação
dos Espaços Metropolitanos e Construção de Tipologias – definiu uma
hierarquia dos espaços urbanos, que teve como pressupostos a
centralidade, medida por indicadores do grau de importância,
complexidade e diversidade de funções e sua abrangência espacial, e a
natureza metropolitana, associada a níveis elevados de concentração de
população e atividades, particularmente as de maior complexidade, e as
relações que transcendem a região.
Entre os 37 espaços urbanos considerados foram identificadas seis
categorias que expressam sua hierarquia. A categoria 1 inclui apenas a
RM de São Paulo, com os resultados mais expressivos em todos os
indicadores; a RM do Rio de Janeiro, com a segunda maior pontuação
em todos os indicadores, compõe, também individualmente, a categoria
2, com elevado desnível entre sua posição e a de São Paulo; na
categoria 3 enquadram-se as RMs de Belo Horizonte, Porto Alegre,
Brasília, Curitiba, Salvador, Recife e Fortaleza; na categoria 4, as RMs
de Campinas, Vitória, Goiânia, Belém e Florianópolis, assim como
2
O trabalho entende "espaços urbanos" como conjuntos representativos da concentração espacial do
fenômeno urbano, definidos pela continuidade e extensão do espaço construído. Emprega o conceito de
aglomeração urbana para as unidades que compõem uma mancha contínua de ocupação sobre mais de um
município, envolvendo fluxos intermunicipais, complementaridade funcional e integração
socioeconômica, e o de região metropolitana, aos territórios definidos institucionalmente.
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 38
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Manaus. Estas quatro categorias foram consideradas como


"metropolitanas". Os demais espaços urbanos distribuíram-se em duas
outras categorias (quadro 1).
Considerando os indicadores selecionados entre os utilizados para a
composição da hierarquia dos espaços urbanos as aglomerações foram
classificadas segundo o grau de concentração de atividades no pólo (ver
quadro 1). Os espaços urbanos também foram classificados conforme
o nível de integração dos municípios em relação ao pólo,
considerando indicadores de evolução demográfica, fluxos de
deslocamentos pendulares, densidade e características ocupacionais,
por meio dos quais se delimitou a abrangência efetiva da
aglomeração em cada unidade pesquisada (ver quadro 1 e mapas de
1 a 5). Outra tipologia dimensionou a condição social dos espaços
urbanos em análise, pautando-se no Índice de Carência Habitacional
e taxa de pobreza do município, cujos resultados foram confrontados
com o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, revelando
situações bastante distintas, seja na escala inter-aglomerados, como
na escala intra-aglomerados. De modo a obter um padrão sintético
das condições sociais de cada um dos 37 espaços urbanos, os
mesmos foram agrupados em cinco classes, a partir da distribuição
percentual da população por condição social do município de
residência. (ver quadro 1).
Deve-se salientar que das 15 unidades classificadas como de caráter
metropolitano (categorias 1 a 4), dez possuem condição social de média
alta a muito boa, e são elas as maiores concentrações populacionais do
País, em cujo interior se manifestam intensas desigualdades,
abrangendo enormes contingentes populacionais. Salienta-se ainda que
nas classes de condição social muito boa e boa encontram-se apenas
espaços urbanos localizados nas regiões Sul e Sudeste, enquanto nas
classes de condição média baixa ou ruim predominam as unidades que,
na hierarquia dos espaços urbanos, foram consideradas como de
caráter não-metropolitano.
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 39
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Quadro 1
QUADRO I.1 – POSIÇÃO NA HIERARQUIA DOS ESPAÇOS URBANOS, GRAU DE INTEGRAÇÃO, GRAU DE
CONCENTRAÇÃO, CONDIÇÃO SOCIAL E CLASSIFICAÇÃO NA REDE URBANA

ANÁLISE DAS RMs DO BRASIL CLASSE DE


ESPAÇO
CENTRO REDE
URBANO
URBANA1
Categoria Hierarquia Integração Concentração Condição Social

Metropolitanos
São Paulo 1 1 Muito Alto Menos Concentrada Muito Boa MG
Rio de Janeiro 2 2 Muito Alto Concentrada Boa MG
Belo Horizonte 3 3 Médio Menos Concentrada Média Alta MN
Porto Alegre 3 4 Médio Menos Concentrada Boa MN
Brasília 3 5 Muito Alto Muito Concentrada Média Baixa MN
Curitiba 3 6 Médio Concentrada Boa MN
Salvador 3 7 Baixo Concentrada Média Alta MN
Recife 3 8 Médio Menos Concentrada Ruim MN
Fortaleza 3 9 Médio Concentrada Ruim MN
Campinas 4 10 Médio Menos Concentrada Muito Boa MR
Manaus 4 11 - - Média Baixa MN
Vitória 4 12 Alto Menos Concentrada Média Alta CR
Goiânia 4 13 Médio Muito Concentrada Média Alta MR
Belém 4 14 Alto Muito Concentrada Média Baixa MR
Florianópolis 4 15 Alto Concentrada Muito Boa CR
Não-Metropolitanos
Norte/Nord. Cat. 5 16 Baixo Concentrada Muito Boa CSR
Baixada Santista 5 17 Médio Menos Concentrada Média Alta CR
Natal 5 18 Alto Muito Concentrada Média Baixa CR
Londrina 5 19 Alto Muito Concentrada Média Alta CR
São Luís 5 20 Alto Muito Concentrada Ruim CR
Maceió 5 21 Alto Muito Concentrada Ruim CR
Cuiabá 5 22 Alto Muito Concentrada Média Alta CR
Campo Grande 5 23 - - Média Baixa CR
João Pessoa 5 24 Alto Muito Concentrada Ruim CR
Aracaju 5 25 Alto Concentrada Média Baixa CR
Vale do Itajaí 6 26 Muito Baixo Menos Concentrada Muito Boa CSR
Teresina 6 27 Muito Baixo Muito Concentrada Ruim CR
Maringá 6 28 Alto Muito Concentrada Boa CSR
Foz do Itajaí 6 29 Alto Menos Concentrada Boa CSR
Vale do Aço 6 30 Muito Baixo Menos Concentrada Média Baixa CSR
Carbonífera 6 31 Muito Baixo Muito Concentrada Boa CSR
Porto Velho 6 32 - - Média Baixa CR
Macapá 6 33 - - Ruim CSR
Rio Branco 6 34 - - Média Baixa CR
Palmas 6 35 - - Média Alta CSR
Boa Vista 6 36 - - Média Alta CSR
Tubarão 6 37 Baixo Muito Concentrada Média Alta s/c
(1) Segundo estudo Caracterização e Tendências da Rede Urbana do Brasil (IPEA, 2002):
MG - Metrópole Global; MN - metrópole Nacional; MR - Metrópole Regional; CR - Centro Regional;
CSR - Centro Sub-Regional; s/c - sem classificação (população inferior ao limite para classificação).
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 40
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Mapa 1: Nível de integração dos espaços urbanos da Região Norte


2000.

Mapa 2 Nível de integração dos espaços urbanos da Região Nordeste.


2000
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 41
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Mapa 3 Nível de integração dos espaços urbanos da Região Centro-


Oeste. 2000
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 42
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Mapa 4 Nível de integração dos espaços urbanos da Região Sudeste.


2000

Mapa 5 Nível de integração dos espaços urbanos da Região Sul. 2000


COMO ANDAM AS METRÓPOLES 43
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Para esse conjunto de unidades, os resultados das diferenças das


condições sociais foram desdobrados na análise intrametropolitana, que
é apresentada nestas monografias, e estão em desenvolvimento
estudos que buscam identificar áreas vulneráveis. Estão sendo
considerados indicadores que medem desamparo materno-infantil,
defasagem escolar, mães com socialização bloqueada, mães com
alguma socialização, jovem responsável alijado da escola e trabalho,
com vulnerabilidade frente ao mercado de trabalho, jovem desocupado,
jovem com situação de extrema vulnerabilidade (OBSERVATÓRIO,
2005b).
A análise do desempenho fiscal, realizada realizado para esse conjunto
de espaços urbanos, focalizou a capacidade financeira dos municípios
para aportes de recursos, explorando, assim, as possibilidades e
dificuldades dos municípios em participarem ativamente e de forma
sustentável na condução de uma política nacional de desenvolvimento
urbano (OBSERVATORIO, 2005c).
Uma das principais variáveis consideradas foi o nível da atividade
econômica, fundamental para a definição da base tributária, que se
completa com a relação entre renda e população, consubstanciada no
PIB per capita, que indica a composição da demanda no município.
Outras informações consideradas foram as disponibilizadas pela
Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, cobrindo 390
dos 471 municípios do universo deste projeto.
O estudo observa que, de modo geral, o orçamento dos municípios é
diretamente afetado pelo tamanho e composição da base econômica,
pelo tamanho da população e pela capacidade de se habilitar e cumprir
exigências necessárias ao recebimento de transferências
governamentais. Os pólos das aglomerações metropolitanas possuem
mais condições de se auto-financiar com receitas próprias, sendo o
ICMS a maior fonte de transferência. As receitas das operações de
crédito são pouco expressivas e concentradas em um pequeno número
de capitais. Os demais municípios apresentam-se bastante desiguais,
dada a magnitude e a estrutura de suas receitas, refletindo em
disparidades regionais e constituindo obstáculo à cooperação para
solução de demandas comuns. A estrutura das despesas é mais
homogênea, com o serviço da dívida – restrito a poucos e grandes
municípios – consumindo, em média, 7% da receita.
O estudo realizou uma tipologia sobre as transferências, que permite
captar as diferentes capacidades de gastos, as possibilidades de
disposição de recursos para projetos e o potencial para ações
cooperadas. Demonstrativos da situação fiscal dos municípios
organizam-se em três grupos: (i) indicadores de receita, que permitem
aferir o grau de autonomia e de estabilidade das diferentes fontes e a
liberdade de sua utilização; (ii) indicadores de despesa, que
demonstram a estrutura de utilização dos recursos por grupos de
despesa e por função de governo, apresentando o grau de rigidez do
gasto público; (iii) indicadores de endividamento e capacidade de
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Relatório final – 21 de dezembro de 2005

investimento, nos quais de pode examinar a sustentabilidade do


investimento em função da qualidade das fontes de recursos usadas
para seu financiamento.
A leitura desses indicadores salientou a heterogeneidade entre os
municípios e alertou para o fato de que a ausência de garantia dos
recursos, no momento e montante necessários, pode inviabilizar a
implementação das políticas urbanas.
Além desses três estudos, uma base de informações intitulada
Desigualdades Intraurbanas nas Metrópoles Brasileiras
(OBSERVATORIO, 2005d) contempla os municípios integrantes dos
espaços em análise, organizados por unidade espacial (RMs) e
compreende temas voltados à demografia, educação, ocupação e
renda, moradia, dentre outros.

Observações sobre a metodologia de trabalho

O banco de informações organizada pelo Observatório das Metrópoles


foi feita com base nos resultados do Censo Demográfico de 2000. Além
do Censo, outras fontes foram buscadas para ampliar o escopo das
informações das RMS, tais como ANA, PNSB, SNIU, MUNIC. Porém
todas elas demonstraram problemas que inviabilizaram sua utilização.
Com relação aos indicadores que foram utilizadas no estudo merecem
destaque os relativos ao cálculo do déficit habitacional. Para esse
cálculo, partiu-se da metodologia desenvolvida pela Fundação João
Pinheiro, que vem sendo adotada pelo Ministério das Cidades como
referencial básico para o diagnóstico urbano-habitacional no país. Essa
abordagem se justifica, entre outras coisas, por distinguir, no âmbito do
conjunto das situações de inadequação e de precariedade das condições
de moradia, aquelas cuja solução passa pela construção de novas
unidades, em novo terreno (déficit), daquelas que exigem apenas
melhorias nas unidades (como reforma e ampliação) ou no entorno
(como problemas de infra-estrutura) (inadequação). Esse conjunto
(déficit e inadequação) caracterizaria, então, as necessidades
habitacionais. A metodologia empregada pela FJP tem como base os
dados produzidos pelo IBGE, particularmente o Censo Demográfico,
permitindo a sua aplicação em todo o território nacional e a
comparabilidade dos dados.
O conceito de necessidades habitacionais, inclui, portanto (i) o déficit
habitacional ou déficit quantitativo – ou seja, a necessidade de
reposição total de unidades habitacionais precárias e o atendimento às
famílias que não dispusessem de moradia em condições adequadas; (ii)
a demanda demográfica – a necessidade de construção de novas
unidades para atender às novas famílias que venham a se formar no
futuro e precisem de novas moradias, como função do crescimento
populacional e também como função das mudanças nos arranjos
familiares; (iii) a inadequação ou déficit qualitativo – ou seja, a
necessidade de melhoria de unidades habitacionais que apresentem
certo tipo de carências, entre os quais identificam-se a carência ou
COMO ANDAM AS METRÓPOLES 45
Relatório final – 21 de dezembro de 2005

deficiência de infra-estrutura, o adensamento excessivo, a inadequação


fundiária e a ausência de unidade sanitária interna ao domicílio.
Considerando-se que a base de dados utilizada para o cálculo das
necessidades habitacionais é o Censo Demográfico e, eventualmente, as
Pesquisas Nacionais de Amostragem Domiciliar (PNADs) do IBGE, os
indicadores utilizados pela FJP, depois das revisões metodológicas
realizadas em 2002 e 2005, são os seguintes:
Déficit Habitacional, diz respeito às necessidades de reposição do
estoque, tendo como base os domicílios rústicos que corresponderiam a
moradias construídas com materiais inadequados à segurança,
estabilidade ou salubridade, principalmente madeira reaproveitada, piso
sem pavimentação, cobertura com materiais improvisados. Com as
mudanças operadas no Censo 2000 não é mais possível calcular esse
indicador, que, no trabalho desenvolvido pela FJP em 2005, foi
calculado com base em uma proxy que não permite desagregação
interna ao município e que não é um indicador muito rigoroso e que não
estará sendo considerado neste estudo.
Necessidades de incremento do estoque, com base nos domicílios
improvisados que correspondem às famílias que “improvisam” suas
moradias em locais não construídos para tal finalidade; aos cômodos
alugados ou cedidos, dentro de domicílios, ou seja, sem entrada
independente; caso em que são considerados pelo IBGE como
domicílios autônomos e às famílias conviventes 3 , que correspondem a
situações em que mais de uma família vivem em um mesmo domicílio;
e ônus excessivo com aluguel, assim considerado quando o
comprometimento de valor superior for a 30% da renda familiar para
pagamento de aluguel. 4
A organização das informações obedeceu dois níveis de agregação: o
município e as Áreas de Expansão dos Dados da Amostra – AEDs ,
menor unidade territorial em que os resultados do Censo Demográfico
de 2000 foram disponibilizados. Trata-se de unidades geográficas
formadas por um agrupamento mutuamente exclusivo de setores
censitários, subsidiando uma análise em detalhe dos espaços urbanos.
O agrupamento dos setores censitários para composição das AEDs foi
realizado obedecendo a alguns critérios, tais como tamanho, em
termos de domicílios e de população que garantisse a expansão da
amostra sem perder sua representatividade; contigüidade, garantindo
o sentido geográfico; e homogeneidade, em relação ao conjunto de
características populacionais e de infra-estrutura conhecidas.
Foi considerado, também, na organização das informações, o arranjo
dos municípios segundo o nível de integração ao pólo, (mapas 1 a 5),

3
O pressuposto do conceito de famílias conviventes é o de que, para cada família, deve haver a disponibilidade de pelo
menos uma unidade habitacional. Esse pressuposto poderia ser criticado, tendo em vista a sobrevivência, principalmente nos
meios populares, das famílias ampliadas. Isso implicaria na necessidade de se investigar em que medida a coabitação é uma
opção voluntária ou um constrangimento gerado pela limitação do mercado de moradias. Dada a impossibilidade de se
estabelecer parâmetros quantitativos que estabelecessem essa diferenciação, sem o recurso a uma pesquisa de campo,
decidiu-se manter esse indicador, conforme estabelecido pela Fundação João Pinheiro) (Notas metodológicas Observatório)
4
Esse indicador também não pode ser calculado no Censo de 2000. Em seu trabalho de 2005, a FJP utilizou o indicador de
famílias de baixa renda (até 3 Salários Mínimos) que pagam aluguel, mas não incluiu esse item no cálculo do déficit.
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Relatório final – 21 de dezembro de 2005

permitindo leituras mais apropriadas conforme o papel desempenhado


na dinâmica da aglomeração. Outra forma de organização das
informações foi definida pelas categorias socioocupacionais, que teve
por base o conjunto de informações do Censo Demográfico sobre a
população ocupada – ocupação, posição na ocupação, setor de
atividade, renda e grau de instrução. Essas categorias permitem
trabalhar diferentes polaridades na estrutura social e os princípios
teóricos e metodológicos que orientaram sua construção foram
apresentados em PRETECEILLE e RIBEIRO (1999).
A espacialização das informações buscou usar alguns atributos padrão
para todas as informações cartografadas e em todas as unidades
consideradas, como a opção temática, a definição de classes da
informação por quintis estatísticos, e a utilização do tom mais forte da
cor de preenchimento do polígono do município ou da AED
correspondendo sempre ao conteúdo explícito no título do mapa. Assim
sendo, o tom mais forte pode expressar tanto a boa quanto a má
condição de classificação, conforme explicitado no título de cada mapa.
As análises das RMs, sintetizada neste relatório, apresentam-se assim
minimizadas: (i) caracterização geral da área metropolitana (aspectos
da dinâmica econômica da região, dos processos de ocupação do
espaço e da institucionalização da unidade); (ii) diagnóstico sociourbano
da área metropolitana (ocupação e renda, demografia, educação,
moradia, mobilidade e transporte e incidência de homicídios nas
unidades analisadas); (iii) condições institucionais de cooperação
intermunicipal (quadro institucional da gestão e a representação em
conselhos); (iv) o desempenho fiscal e financeiro dos municípios das
unidades metropolitanas; (v) considerações finais sobre cada RM
analisada. Alguns mapas selecionados ilustrarão as análises
sintetizadas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES. Análise das Regiões


Metropolitanas do Brasil. Relatório da atividade 1: identificação dos
espaços metropolitanos e construção de tipologias. Convênio
Ministério das Cidades/Observatório das Metrópoles/FASE/IPARDES.
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http://www.ippur.ufrj.br/observatorio/download/metropoles/
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Metropolitanas do Brasil. Relatório da atividade 2: Tipologia social e
identificação das áreas vulneráveis. Convênio Ministério das
Cidades/Observatório das Metrópoles/FASE/IPARDES. Brasilia, julho,
2005b. 60 p.Disponível em
http://www.ippur.ufrj.br/observatorio/download/metropoles/
OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES. Análise do Desempenho Fiscal
das Áreas Metropolitanas. Relatório da atividade 2: Tipologia social e
identificação das áreas vulneráveis. Convênio Ministério das
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Relatório final – 21 de dezembro de 2005

Cidades/Observatório das Metrópoles/FASE/IPARDES. Brasilia, julho,


2005c. 60 p.Disponível em
http://www.ippur.ufrj.br/observatorio/download/metropoles/
OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES. Desigualdades Intraurbanas nas
Metrópoles Brasileiras – METRODATA. Convênio Ministério das
Cidades/Observatório das Metrópoles/FASE/IPARDES. Brasilia, julho,
2005c. (CD-Rom). Disponível em
http://www.ippur.ufrj.br/observatorio/download/metropoles/
PRETECEILLE, E.; RIBEIRO, L.C. de Q. Tendências da segregação
social em metrópoles globais e desiguais: Paris e Rio de Janeiro nos
anos 80. Revista Brasileira de Ciências Sociais. São Paulo: ANPOCS,
v.14, n.40., p.143-162, jun.1999.