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COLEÇÃO

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Rosa Lúcia dos Mares Guia
Matheus Braga

Volume 1
HiNO NaCiONaL
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva

PARTE I PARTE II
Ouviram do Ipiranga as margens p lácidas Deitado eternamente em berço esplêndido,
De um povo heroico o brado retumbante, Ao som do mar e à luz do céu profundo,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos, Fulguras, ó Brasil, orão da América,
Brilhou no céu da pátria nesse instante. Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Se o penhor dessa igualdade Do que a terra, mais garrida,


Conseguimos conquistar com braço forte, Teus risonhos, lindos campos têm mais ores;
Em teu seio, ó liberdade, “Nossos bosques têm mais vida”,
Desaa o nosso peito a própria morte! “Nossa vida” no teu s eio “mais amores.”
amores.”

Ó Pátria amada, Ó Pátria amada,


Idolatrada, Idolatrada,
Salve! Salve! Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido Brasil, de amor eterno seja símbolo
De amor e de esperança à terra desce, O lábaro que ostentas estrelado,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido, E diga o verde-louro dessa âmula
A imagem do Cruzeiro resplandece. - “Paz no futuro e glória no passado.”

Gigante pela própria natureza, Mas, se ergues da jusça a clava forte,


És belo, és forte, impávido colosso, Verás que um lho teu não foge à luta,
E o teu futuro espelha essa grandeza. Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada, Terra adorada,


Entre outras mil, Entre outras mil,
És tu, Brasil, És tu, Brasil,
Ó Pátria amada! Ó Pátria amada!
Dos lhos deste solo és mãe genl, Dos lhos deste solo és mãe genl,
Pátria amada, Pátria amada,
Brasil! Brasil!
ISBN 978-85-7998-009-1
COLEÇÃO

Rosa Lúcia dos Mares Guia Matheus Braga


Graduada em Piano, Harmonia e Educação Musical pela Universidade Graduado em Composição pela Universidade Federal de Minas Gerais
Federal da Bahia (UFBA), com especialização em Educação Musical pela (UFMG). Professor de violão, auta doce e harmonia.
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Diretor do Núcleo Villa-Lobos e coordenador do projeto Música na Escola,
Fundadora e diretora do Núcleo Villa-Lobos e coordenadora pedagógica do da Prefeitura de Santa Bárbara (MG).
projeto Música na Escola, da Prefeitura de Santa Bárbara (MG). Idealizadora
Diretor de criação, diretor musical e compositor de séries e documentários.
e professora do Curso para Formação de Professores em Educação Musical Cantor, arranjador, instrumentista do grupo vocal Nós & Voz.
do Núcleo Villa-Lobos. Autora de livros.

NOME ESCOLA

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CRÉDI TOS

GERÊNCIA EDITORIAL Adriana Batista Gonçalves

COORDENAÇÃO EDITORIAL Tatiane Aline do Carmo e Melo

PRODUÇÃO EDITORIAL Lílian de Oliveira

VALIDAÇÃOPEDAGÓGICA Cornélia Cristina Sampaio Brandão


Aparecida Costa de Almeida

PROjETO GRáfICO E EDITORAÇÃO ELETRôNICA P Design

CAPA Hélvio Avelar, P Design

REVISÃO DE TExTO Renata Alvarenga Pinto Coelho


Marilene Leal

ILUSTRAÇÃO Hélvio Avelar, Idea Infodesign

IMPRESSÃO E ACABAMENTO ????????????????????

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)


(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Guia, Rosa Lúcia dos Mares


Educação musical, volume 1 / Rosa Lúcia do s
 R
A B D
Mares Guia, Matheus Braga. -- Belo Horizonte : Editora Educacional,
2011. -- (Coleção educação musical)

Suplementado pelo manual do professor.


ISBN: 978-85-7998-009-1. Rua Paraíba, 330 . 17º andar
30130-140 . BH - MG Todos os direitos reservados. Reprodução Proibida.
1. Brincadeiras 2. Educação de crianças 3. Jogos educativos Tel.: (31) 2126 0799 Art. 184 do Código Penal e Lei Federal 9.610
4. Jogos infantis 5. Música - Estudo e ensino 6. Música na educação www.eeducacional.com.br de 19 de fevereiro de 1998.
I. Braga, Matheus. II. Título. III. Série.

10-04736 CDD-371.33
Caro aluno,

Você já reparou como a músca é mportante na vda das


pessoas? Dá para magnar uma esta de anversáro sem
músca? Um desenho anmado sem músca? E um casamento,
um lme de suspense, uma esta junna... E o Natal? No dá
para vver sem músca, no é? Agora, ento, vamos ter aulas de
Músca na escola.
Este lvro, prmero volume da Coleo Educao Muscal, va
levá-lo a uma vagem pelo mundo da músca de uma orma dvertda,
com mutas brncaderas, jogos e canões. Além dsso, você
terá a oportundade de ouvr múscas lndas de
város lugares do mundo, de descobrr que seu corpo pode ser
um nstrumento muscal com sons muto nteressantes e poderá crar suas
própras múscas, entre mutas outras cosas.
Dos personagens muto legas nos ajudaro nesta jornada muscal. Ll e Ratatá
esto ansosos para apresentar para você as atvdades e ajudá-lo a descobrr os
segredos muscas do lvro.
Esperamos que você se dvrta muto nesta vagem pelos camnhos do som, e que a
músca aa parte de sua vda de uma manera anda mas especal!
Um abrao apertado,

Rosa Lúca e Matheus.


SUMÁRIO

Capítulo 1 - Caminhos do som ............. 6

Capítulo 2 – Curto e longo .................. 45

Capítulo 3 – Vizinhos ........................ 74

Capítulo 4 – Pianoforte ..................... 85

Capítulo 5 – O som de cada um ............ 103

Capítulo 6 – Grafas .......................... 114

Anexos ......................................... 120


SeçõeS dO lIvRO

Ouvir música com atenção pode ser a porta de Esta seção é muito divertida, com jogos,
entrada para um mundo mágico de descobertas brincadeiras, atividades de recorte, colagem e
sonoras. Nesta seção, teremos a oportunidade desenho para você brincar com os sons e com a
de ouvir muitas músicas, de conhecer diferentes música.
instrumentos, compositores, de desvendar segredos
musicais e de descobrir como a música pode nos
emocionar.

Nesta seção, você terá oportunidade de conhecer


um pouquinho da história de músicos e de
compositores de diferentes países e épocas.

Nesta seção, você poderá grafar suas descobertas


sonoras e será estimulado a realizar muitas
atividades com a orientação de seu professor e dos
nossos amigos, Ratatá e Lili. Nesta seção, são propostas atividades para cantar
e tocar instrumentos musicais ou outras fontes
sonoras.
CAMINHOS DO SOM

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MONTANHA-RUSSA
Olá, pessoal.
Vamos comear nossa vagem pelos
camnhos do som ouvndo um nstrumento
muto nteressante chamado fauta
CD faixa 1 | Tente descobrir o que acontece com o de êmbolo.
som...

E, então, que palavras podemos usar para descrever o


que aconteceu com o som que ouvimos?

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Vamos brincar um pouco com o som? Siga seu professor    M
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no “Voo da folha seca”!    |
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Muto bem...
É sso que vamos chamar, a partr de agora, de
“camnhos do som”.

Que desenho você acha que se parece


mais com um som subindo?
Marque com um X.
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E qual se parece mais com um som
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descendo? Marque com um X.
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Sons qu “sobm”  “scm”

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CD faixa 2 | Ouça com muita atenção a canção “O trem de ferro” e comente depois tudo o    O
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que você conseguir perceber.    H
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CD faixa 3 | Vamos ouvir novamente a auta de êmbolo...    1
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E aí, alguma novidade? Você percebeu alguma coisa diferente com o som?    P
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Que desenho se parece mais com um som que “ca”? Marque com um X.

   1 A cano que você ouvu depos


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da fauta de êmbolo é o “Samba de uma nota só”,
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de Tom Jobm e Newton Mendona.
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Ela tem esse nome porque, na
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   M prmera parte da músca, o som “ca” repetndo a
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mesma nota. Você reparou nsso?
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A seguir, circule os nomes das notas musicais que aparecem na letra da canção.

Samba  uma nota só


Tom Jobim e Newton Mendonça

Eis aqui este sambinha, feito numa nota só


Outras notas vão entrar, mas a base é uma só
Esta outra é consequência do que acabo de dizer
Como eu sou a consequência inevitável de você
Quanta gente existe por aí que fala tanto
E não diz nada, ou quase nada
Já me utilizei de toda a escala
E no nal não sobrou nada, não deu em nada
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E voltei pra minha nota como eu volto pra você    S
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Vou cantar com a minha nota como eu gosto de você    S
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E quem quer todas as notas, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó    N
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Fica sempre sem nenhuma, que numa nota só    C
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JOBIM, Tom; MENDONÇA, Newton. Samba de uma nota só.    U
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In: Tom Jobim inédito, CD, BMG Ariola, 1987.    A
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Agora vamos ter o prazer de
conhecer um pouqunho da vda de um grande
compostor braslero.

Tom Jobim tinha 10 anos de idade quando regeu a


“Orquestra Maluca” em uma festa de formatura
na escola. Na mesma escola, teve contato com o
professor Koellreutter, que orientou seus estudos
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musicais. Pianista, compositor e arranjador, Tom é
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conhecido e respeitado no mundo todo como um dos
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mais importantes músicos populares da nossa época.
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Entre suas músicas mais famosas estão “Garota de
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   M Ipanema”, “Chega de saudade” e “Desanado”.
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CD faixa 4 | Ouça com atenção e fale o número correspondente. Cada gráco será tocado
duas vezes.

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Cante, agora, o gráco indicado pelo professor.    C

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O momento de ouvr músca
pode ser uma oportundade muto especal de
azermos grandes descobertas! Nós devemos estar em slênco, muto
atentos e com os ouvdos bem abertos para percebermos tudo o que
acontece na músca.
A nossa memóra pode nos ajudar,
regstrando tudo aqulo que consegurmos
perceber e que poderemos contar quando a músca termnar. É como
estar lgado numa tomada, no dá para se dstrar! Vamos chamar
esse momento to especal da nossa aula de AUDiçãO ATiVA, quando
estaremos prontos para ouvr e descobrr
tudo o que a músca puder nos contar.

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Audição ativa | CD faixa 5 | O compositor francês Camille Saint Saëns compôs em 1886
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uma obra musical muito interessante chamada Carnaval dos animais . A obra tem 14 partes,
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ou movimentos, cada um representando um animal diferente. Vamos ouvir agora a peça “Os
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asnos selvagens”. Observe como a música tem muitas “subidas” e “descidas” e como isso pode ser
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emocionante...

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Com menos de 3 anos de idade, Camille
Saint-Saëns gostava de brincar no piano
que havia em sua casa e, em pouco tempo,
aprendeu sozinho a tocar pequenas melodias.
Começou a ter aulas de música com sua mãe
e, aos 7 anos, já escrevia pequenas peças.
Aos 11 anos, apresentou-se em público pela
primeira vez. Além da música, Saint-Saëns
também gostava muito de literatura, de    M
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losoa e de ciências. Viajou o mundo todo,    O
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chegando a se apresentar no Brasil, no Rio de    O
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Janeiro e em São Paulo.    M
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CD faixa 6 | Para realizar a próxima atividade, use os adesivos com números do anexo 5.
Ouça e numere os grácos com os adesivos, na ordem em que você ouvir.

Para a próxima atividade, destaque os cartões do anexo 1. Depois de realizar a atividade,


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guarde-os em um envelope, pois você vai usá-los novamente.
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CD faixa 14 | Ouça as sequências com bastante atenção e, em seguida, organize seus
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cartões na ordem em que você ouviu. Cada um será tocado três vezes. Espere o nal da
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terceira vez para montar cada sequência.

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Audição ativa | CD faixa 15 | Vamos ouvir agora um pequeno trecho da Sonata para
 piano n.o 15, em Dó Maior, de um dos maiores compositores de todos os tempos: Wolfgang
Amadeus Mozart.

Reparou como as “subdas” e as “descdas”


dos sons podem tornar a músca movmentada e, ao
mesmo tempo, delcada? Mozart soube mesmo como
compor uma músca, hen? Vamos ouvr de novo para
conerr...
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Desde pequeno, Wolfgang Amadeus
Amadeus Mozart revelou uma enorme vocação para a música. Aos
4 anos, começou a ter aulas de música com seu pai, Leopold, um respeitado professor de
violino e logo estava compondo pequenas peças para dois pianos, que tocava junto com sua
irmã, Maria Anna.
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Aos 6 anos, realizou sua primeira turnê pela Europa, impressionando a todos que o ouviam.
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Trabalhou como músico
músi co da corte em Viena, onde viveu a maior parte de sua vida. Reconhecido
Reconhec ido
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como um dos compositores mais geniais de todos os tempos, criou uma das mais importantes
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obras já produzidas pela humanidade, em que se destacam 41 sinfonias, inúmeros concertos
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e sonatas para diversos instrumentos e obras para coral e orquestra.
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Cd faixa 16 | Ouça com atenção e numere os quadros
q uadros com os adesivos do anexo 5.

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Os caminhos do som agora estão mais desaadores. Será que você está com o ouvido bem
esperto?

CD faixa 17 | Ouça atentamente e escreva, em cada quadrinho, o número correspondente.

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Olá, pessoal, eu sou a Ll.
Eu soube que vocês esto estudando
músca e resolv me mudar para este
lvro, para azermos juntos esta jornada.
Vocês querem conhecer a mnha cano?
É só vrar a págna.

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CD faixa 18 | Ouça a “Canção da Lili ” com
bastante atenção e descubra como ela gosta
de brincar.

Canção da Lili
Maria Amália Martins

A Lili gosta de brincar


Ela vai subir e escorregar
Mas agora já vai mudar
Ela vai subir e pular
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   U Ligue as brincadeiras da Lili aos grácos ao lado.
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   E Subir e descer Subir e pular

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CD faixas 21, 22 e 23
Estou com vontade de nventar
novas brncaderas. Veja se você
descobre quas so!

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Bingo dos caminhos do som
CD faixa 33 | Ouça e marque os retângulos com as pecinhas de bingo que estão no anexo 2
do seu livro.

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No anexo 3, você encontrará ses
cartões para destacar e um dado
para destacar e montar. Nós vamos
usá-los em dos jogos muto legas.

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Jogo dos caminhos do som    M


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Jogue o dado e vire o cartão correspondente. Quando o professor pedir, cante o gráco do    L
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cartão sorteado junto com os colegas que tiraram o mesmo número.     Í
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Jogo da montanha-russa
Vamos construir montanhas-russas sonoras? Jogue o dado e vire o cartão correspondente.
Jogue outra vez e coloque o novo cartão depois do primeiro. Vá jogando até enleirar quatro
cartões. Se sair um número repetido, jogue novamente.

Vamos cantar para ouvir a música da montanha-russa? Como será a música da próxima
montanha-russa? Vai depender da sorte... Jogue o dado!

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Compositores na montanha-russa
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Você agora é o compositor. Escolha com seu grupo
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quatro cartões, que devem ser enleirados de acordo
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com a música que vocês querem ouvir. Vamos cantar?
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As montanhas do Brasil

Bem, pessoal, já passamos pelas


montanhas-russas e agora os camnhos
do som nos levaro pelas “montanhas do
Brasl”.

CD faixa 35
NO ALTO DA MONTANHA    M
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J. Bovet    D
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No alto da montanha, bem perto lá do céu    N
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Havia um castelinho aonde* um rei viveu    A
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De lá se via o céu, se via* a terra e ao longe o mar...    1
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No alto da montanha, quem dera eu lá morar.    U
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*Sic.    A
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As montanhas do Brasil – improvisação vocal
Vamos “desenhar”, com a voz, os contornos das montanhas? Precisaremos de dois grupos. Seu
professor será o “maestro” de um deles. Quem quer reger o outro grupo?

GRUPO 1

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GRUPO 2
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Cre sua própra montanha
para que todos possam
Montanhas de barbante cantá-la.

Material

Barbante, tesoura e cola.

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A LUA É DO RAUL
Cecília Meireles

Raio de lua.
Luar.
Lua do ar
azul.
Roda da lua.
Aro da roda
na tua
rua,
Raul!
Roda o luar
na rua
toda Você sabe quais são as letras que formam o nome do
azul. RAUL? Conte quantas vezes cada uma delas aparece no
   1
Roda o aro da lua. poema e escreva os números correspondentes depois de
   E
   M
   U
cada letra:
   L
   O
   V
Raul,
   |
   L
a lua é tua,
   A
   C
   I
   S
a lua da tua rua! R _____ A _____ U _____ L _____
   U
   M
   O
   Ã
A lua do aro azul.
   Ç
   A
   C
In: MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo .
Com os ouvidos bem abertos, vamos ouvir o poema mais
   U
   D
   E Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005 . uma vez. Preste atenção na sonoridade.

30
Atiias
Vamos descobrir o segredo do Raul?
Destaque as letras do anexo 4 para realizar a atividade.

Com as letras vermelhas, forme a palavra “Raul”. Com as letras amarelas, experimente montar
a palavra Raul de trás para frente. O que acontece? Descobriu o segredo? Cole as palavras no
quadro abaixo para registrar sua descoberta.

   M
   O
   S
   O
   D
   S
   O
   H
   N
   I
   M
   A
   C
   |
   1
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

31
Muitos compositores usaram e ainda usam essa ideia de escrever música de trás para
frente! Quando isso acontece, damos o nome de RETRÓGRADO. Experimente falar a palavra
“retrógrado” bem depressa... Parece até um trava-língua, não é? Agora, leia a frase a
seguir.

“O RATO ROEU A ROUPA ROXA DO REI DE ROMA.”


E! Meu nome também
comea com a letra “R”, Experimente escrever a palavra ROMA de trás para frente.
de Raul!

E o meu, com a letra


“L”, de luar!

   1
   E
   M
Complete as iniciais dos nomes dos nossos amigos:
   U
   L
   O
   V
   |
   L

 __ A T A T Á __ I L I
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

32
“O Raul e o luar” – Sonorização

   M
   O
   S
   O
QUEIRÓS, Bartolomeu Campos de. O Raul e o luar . Belo Horizonte: Alis, 2006.    D
   S
   O
   H
   N
   I
Experimente cantar os caminhos do Raul e do luar com os sons de algumas das letras de seus    M
   A
   C
nomes:    |
   1
   O
   L
   U

“AAAA” “UUUU” “RRRR”


   T
    Í
   P
   A
   C

33
PASSARINHOS NO fIO

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
CD faixa 43 | Você se lembra do Raul e do luar? Como você já sabe, um som pode ser agudo
   D
   E ou grave, não é? Vamos conhecer um pouco mais esse assunto.

34
Marque com “A” as ilustrações que você acha que têm som agudo e com “G” as ilustrações
que têm som grave.

   M
   O
   S
   O
   D
   S
   O
   H
   N
   I
   M
   A
   C
   |
   1
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

35
CD faixa 44 | Vamos ouvir alguns instrumentos musicais. Marque com “A” os instrumentos de
som mais agudo e com “G” os de som mais grave.
   k
  c
  o
  c    k    t
  s
   i   c   s
   d   o    k
  o    t   n
   i
   t   s    h
  o    k    T
   h   n
   i    /
   P    h   e
   /    T    t
  s    /   y
  e   e    b
  g    t    k
  a   y   c
  m    b   o
   i    k    t
  o   c    S
   i   o
   d    t
  e    S
   M

   1   s
  e
   k
  c
  r   o
   E   a
  o
   t
  s
  e
   M    S   r
  u
   U   a
   t
  r    P
   L   e
   O    b
  o
   V    R
  s
   i
   |   r
    Í
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

36
Audição ativa | CD faixas 45 e 46| Vamos ouvir, agora, dois personagens representados
por instrumentos musicais: o passarinho Sacha da história musical Pedro e o Lobo, de Sergei
Prokoev, e o Elefante, do Carnaval dos animais . Como é o som deles?

   M
   O
   S
   O
   D
   S
   O
   H
   N
   I
   M
   A
   C
   |
   1
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

37
Vamos descobrr,
agora, uma manera de
representar os sons agudos
e os graves.
CD faixa 49 | Ouça com toda a atenção e coloque
os adesivos numerados do anexo 5 nos grácos
correspondentes.

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

38
Vamos fazer algumas brincadeiras corporais com os sons agudos e graves. Preste atenção no
seu professor e mexa-se!

   M
   O
   S
   O
   D
   S
   O
   H
   N
   I
   M
   A
   C
   |
   1
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

39
CD faixa 50 | Ouça e numere os grácos, na ordem em que você ouvir.

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

40
Cangurus
(partitura gráca)

Audição ativa | CD faixa 28 | Vamos ouvir


agora a música “Cangurus”, da obra Carnaval
dos animais.

Que tipos de som aparecem nessa música? Vamos


ouvir novamente, seguindo a partitura.

Escreva uma palavra que represente a


impressão que essa música causa em você:

 _____________________________________    M
   O
   S
   O
   D
   S
   O
   H
   N
   I
   M
   A
   C
   |
   1
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

41
Ditado

CD faixa 56 | Ouça com bastante atenção e marque com os adesivos de passarinhos do


anexo 9.

1 2

   1
   E
   M
3 4
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E Cante os grácos indicados pelo professor.

42
CD faixa 54 | Agora, vamos aprender uma canção.

ARAM SAM SAM


Canção de acampamento

Aram sam sam, aram sam sam


Guli guli guli guli ram sam sam
Aram sam sam, aram sam sam
Guli guli guli guli ram sam sam

Aravi, aravi
Guli guli guli guli ram sam sam
Aravi, aravi    M
   O
Guli guli guli guli ram sam sam    S
   O
   D
   S
   O
   H
   N
   I
   M
   A
   C
Quantas partes tem a canção?    |
   1
   O
   L
Qual é a parte mais aguda e qual é a parte mais grave?    U
   T
    Í
   P
   A
   C

43
Vamos ouvr, agora,
uma cano muto conhecda. Descubra tudo o
que acontece nela.

Marcha soldado
Audiçao ativa | CD faixa 41 | E aí? Você
   1
   E conhecia essa canção? Qual é o instrumento Cancioneiro popular
   M
   U
   L que aparece sozinho no início? Ele aparece
   O
   V
   | outras vezes? Marcha soldado, cabeça de papel
   L
   A
   C
Se não marchar direito vai preso pr’o
   I
   S
   U
   M Você ouviu outros instrumentos? Quais? Você quartel
   O
   Ã
   Ç ouviu algum som, além dos instrumentos? O quartel pegou fogo, Maria deu o sinal
   A
   C
   U
Acode, acode, acode a bandeira nacional!
   D
   E

44
CURTO E LONGO

45
SONS CURTOS E LONGOS

Neste capítulo, vamos estudar uma


mportante característca do som: a DURAçãO. Chamamos os sons
que duram muto de ‘‘LONGOS”, e os que duram pouco de “CURTOS”.
Vamos expermentar azer sons curtos e longos com nosso corpo?

Agora, marque com “L” os sons longos e com “C” os sons curtos.
Som de uma palma Som de espreguiçar
   1
   E
   M
Sopro para apagar uma vela Estalo de dedo
   U
   L
   O
   V
   |
   L
Sopro para encher um balão Um espirro
   A
   C
   I
   S
   U
   M Som de um pulo Um soluço
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
Som de escorregar Um bocejo
   E

46
E na natureza? Também existem sons longos Será que as vozes dos animais também podem
e curtos? Marque com “L” os sons que você ser curtas e longas?
acha que são longos e com “C” os que você
acha que são curtos.
Cigarra
Pingo de chuva Grilo
Vento Sapo
Relâmpago Cabrito
Enxurrada Lobo
Cachoeira    O
   G
   N
   O
   L
   E
   O
   T
   R
   U
   C
   |

E uma bola de boliche rolando na pista? E uma bola quicando?    2


   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

47
CD faixa 7 | E o som que você vai ouvir agora? Ouça novamente e levante a mão quando o
som acabar completamente.

Audição ativa | CD faixa 8| Vamos ouvir a música


“Máquina de escrever”, da obra Mini suíte das três
máquinas , do compositor brasileiro Aylton Escobar.

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
Aylton Escobar é um importante compositor
   M
   O
e regente brasileiro. É membro da Academia
   Ã
   Ç
   A
   C
Brasileira de Música e professor da Universidade de
   U
   D
   E
São Paulo.

48
Audição ativa | CD faixa 19 | A música que vamos ouvir agora se chama “Brincando” e faz
parte da obra Peças para crianças, do compositor russo Dimitri Kabalevsky. Ela tem mais
sons longos ou curtos?

Você percebeu quantas partes tem a música? O que acontece entre uma parte e outra? Ouça
a música novamente... Como são os caminhos do som no nal?

Dimitri Kabalevsky nasceu na Rússia e estudou música


no Conservatório de Moscou. Dava grande importância à
formação musical das crianças e é autor de um dos mais    O
   G
   N

importantes conjuntos de peças dirigidas a elas. Além    O


   L
   E

disso, chegou a elaborar um programa de música para    O


   T
   R

as escolas russas e ele mesmo deu aulas para uma turma    U
   C
   |

de alunos de 7 anos de idade. Ele dizia que a música    2


   O
   L
estimula a sensibilidade, a imaginação, o amor pela vida,    U
   T
    Í
   P
pela natureza e encoraja a amizade entre os povos.    A
   C

49
Pense num som longo... Como poderíamos desenhá-lo?

Coloque o lápis no lugar marcado com um X. Quando ouvir o som, comece a desenhar
tranquilamente e só pare quando o som acabar.

X
Vamos desenhar sons curtos e longos? Siga o som...

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
X
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O

X
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

50
CD faixa 20 | Ouça e use os adesivos com números do anexo 5 para marcar os círculos, na
ordem tocada.

   O
   G
   N
   O
   L
   E
   O
   T
   R
   U
   C
   |
   2
   O
   L
   U
Cante o gráco indicado pelo professor.    T
    Í
   P
   A
   C

51
CD faixa 26 | Ouça e ligue os números aos grácos.

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

52
CD faixa 27 | Ouça e escreva os números nos quadradinhos, na ordem tocada.

   O
   G
   N
   O
   L
   E
   O
   T
   R
   U
   C
   |
   2
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

53
Bingo

CD faixa 29 | Recorte as peças do anexo 2 para marcar sua cartela.

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

54
Cangurus
(Partitura gráca)

Audição ativa | CD faixa 28 | A música


que vamos ouvir agora é a nossa conhecida
“Cangurus”, da obra Carnaval dos animais .
Existem sons curtos e longos nela?

Vamos ouvir novamente, seguindo a partitura.

Partitura? O que é isso? 

Partitura é a música escrita. Uma pessoa que


gosta de inventar histórias pode contá-las em
voz alta ou escrevê-las para que possam ser lidas    O
   G
por outras pessoas. Os compositores, que são as    N
   O
   L
pessoas que fazem músicas, também escrevem    E
   O
   T
suas músicas para que outros músicos possam    R
   U
   C
tocá-las. Podemos escrever música de várias    |
   2
   O
maneiras, dependendo do tipo da música e da    L
   U
   T
    Í
época, entre outras coisas.    P
   A
   C

55
ditao
Ouça as sequências de sons curtos e longos e desenhe esses sons ENQUANTO os ouve.

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

56
ditao
Agora, ouça cada sequência de sons curtos e longos e desenhe os sons DEPOIS de você ouvi-
los. A dica é: ouvir, guardar na memória e depois escrever.

   O
   G
   N
   O
   L
   E
   O
   T
   R
   U
   C
   |
   2
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

57
CD faixa 36 | Ouça a canção “Papagaio louro”.

Papagaio ouro
Cancioneiro popular

Papagaio louro
Bico tão dourado
Leva esta carta
P’ra o meu namorado

   1
   E
   M
   U
E então? Já sabe cantá-la?
   L
   O
   V
   |
Agora, siga o ritmo da canção, batendo palmas
   L
   A
   C
   I
nos sons curtos e batendo as mãos nas pernas,
   S
   U
   M
nos sons longos.
   O
   Ã
   Ç
   A
Vamos cantar e apontar o ritmo?
   C
   U
   D
   E

58
CD faixa 39 | A canção que vamos ouvir
agora se chama “Serra aqui, serra ali”.
Vamos acompanhá-la com palmas nos sons
curtos e batidas nas pernas nos sons longos.

Srra aqui, srra ai


Cancioneio popular
VARIAÇÃO: Escolha um colega para
Serra aqui, serra ali formar um par. Fiquem de frente
Lenhador e carpinteiro um para o outro e cantem a canção
Serra aqui, serra ali batendo palmas nos sons curtos e
Vão serrando o dia inteiro batendo nas mãos do colega nos sons
longos.
   O
   G
   N
   O
   L
Agora cante e aponte o gráco:    E
   O
   T
   R
   U
   C
   |
O sinal :|| é usado nas partituras para    2
indicar uma repetição. Assim, não é    O
   L
preciso escrever tudo outra vez.    U
   T
    Í
   P
   A
   C

59
Audição ativa | CD faixa 40 | Ouça a canção “Vamos, maninha” e tente descobrir o que
acontece com cada verso da letra da canção.

Coloque os sinais de repetição no nal de cada frase.

vamos, maninha
Cancioneiro popular

Vamos, maninha, vamos, à praia passear


   1 Vamos ver a Lua nova que, do céu, caiu no mar
   E
   M
   U
   L Nossa senhora vai dentro, os anjinhos a remar
   O
   V
   |
   L
Rema, rema, remador, que essas águas são de amor
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

60
Vamos azer uma
brncadera muto dvertda com
Faça uma roda com seus colegas. No centro da roda, seu os sons curtos e longos, usando
professor vai jogar a bola para um aluno, que fará um uma bola!
som curto NO MOMENTO EM QUE ENCOSTAR NA BOLA.
O aluno, então, devolve a bola para o professor, que
também faz um som curto ao recebê-la. O professor,
novamente, joga a bola para outro aluno, continuando
a brincadeira.

   O
   G
   N
VARIAÇÃO: É a mesma brincadeira; só que agora, ao    O
   L
   E
jogarmos a bola, faremos sons longos ENQUANTO A BOLA    O
   T

ESTIVER NO AR. Invente sons bem legais e divirta-se!!!    R


   U
   C
   |
   2
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

61
CD faixa 42 | Ouça, com bastante atenção, a canção “Devagar a folha cai”.

Desenhe aqui sua folha.


dagar a foha cai
Cancioneiro popular

Devagar a folha cai


Bem sequinha, cai, cai, cai
Vem o vento sacudir
Folhas a cair

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
Ouça a canção novamente e cante junto, batendo palmas nos sons curtos e batendo as mãos
   D
   E nas pernas nos sons longos, como já zemos com outras canções.

62
Agora, cante novamente a canção e escreva o ritmo ENQUANTO canta.

   O
   G
   N
   O
   L
   E
   O
   T
   R
   U
   C
   |
   2
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

63
CD faixa 47 | Ouça a canção “Três
galinhas” e cante junto, batendo palmas
nos sons curtos e batendo as mãos nas
pernas nos sons longos.

Três gainhas
Cancioneiro popular

Três galinhas a cantar


Vão p’ro campo passear
   1
   E
   M
Vai na frente a primeira
   U
   L
   O
Logo, as outras em carreira
   V
   |
   L
E, assim, a passear
   A
   C
   I
   S
Vão bichinhos procurar
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

64
E então? Vamos escrever o ritmo? Cante a canção e escreva o ritmo ENQUANTO canta.

   O
   G
   N
   O
   L
   E
   O
   T
   R
   U
   C
   |
   2
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

65
Improisas com jorna
Nesta atividade, vamos descobrir como imitar o som de várias coisas, usando apenas folhas
de jornal. Comece fazendo uma pesquisa sonora com as folhas de jornal... De que forma
podemos usá-las?

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

66
Você saba que a
músca também tem
pulsao?
Pusaão
Vamos encontrar a pulsação no nosso corpo?

CD faixas 30 e 31 | Pois é, pulsação é aquela batida


regular que acompanha uma boa parte das músicas que
costumamos ouvir. Ouça as músicas “É uma partida de
futebol” (Samuel Rosa e Nando Reis) e “Negro gato”
(Getúlio Cortes) e descubra a pulsação.    O
   G
   N
   O
   L
   E
   O
   T
   R
   U
   C
   |
   2
   O
   L

Agora, vamos ouvir novamente as músicas e marcar as    U


   T
    Í
   P

pulsações, usando uma bola.    A


   C

67
CD faixa 25 | A brincadeira que faremos a seguir tem uma forma muito divertida de marcar
a pulsação. Vamos lá?

Aota
Cancioneiro popular

Adoleta
Le peti peti petá
Le café com chocolá
Adoleta
   1
   E
   M
Puxa o rabo do tatu
   U
   L
   O
Quem saiu foi tu
   V
   |
   L
Ba, bé, bi, bó
   A
   C
   I
   S
Bu!!!
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

68
CD faixas 59 e 60 | Vamos aprender duas parlendas para trabalharmos a pulsação.

1. Lé com lé, cré com cré, um sapato em cada pé.

2. Vem, vento, Caxinguelê, cachorro do mato quer me morder.

   O
   G
   N
   O
   L
   E
   O
   T
   R
   U
Que tal colorir as pulsações?    C
   |
   2
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

69
Orqustrinhas
A atividade que faremos agora é uma das mais apreciadas pelos alunos em aulas de música.
São as orquestrinhas, que são arranjos feitos para acompanhar canções com instrumentos
de percussão como tambores, triângulos, pratos, clavas e pandeiros. Um grupo que toca o
mesmo instrumento é chamado naipe e faremos rodízios com os instrumentos para que cada
um tenha a oportunidade de tocar todos eles.

Usaremos partituras com as guras dos instrumentos para indicar a hora de tocar, sempre
acompanhando a pulsação.

   1 Tambor Clavas


   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
Triângulo Pratos
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
Pandeirola
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E
O segredo é não tirar os olhos da partitura, para não perder a hora de tocar.

70
Orqustrinha n.o 1 – “Atiri o pau no gato”
CD faixa 55 | Escolha seu instrumento e... vamos lá!

Atiri o pau no gato

   O
   G
   N
   O
   L
   E
   O
   T
   R
   U
   C
   |
   2
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

71
Orqustrinha n.o 2 – “Barca ha”
CD faixa 57
Barca ha

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

72
Orqustrinha n.o 3 – “Tororó”
CD faixa 58
Tororó

   O
   G
   N
   O
   L
   E
   O
   T
   R
   U
   C
   |
   2
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

73
VIZINHOS

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

74
Precsamos conhecer bem as letras e os
números para podermos ler, escrever e azer contas, no é?
Para os estudantes de músca, é muto mportante
saber bem os nomes das notas muscas, que so o que
poderíamos chamar de “alabeto muscal”. Usaremos esse
conhecmento em númeras atvdades, ao longo de nossa
camnhada pelo mundo da músca.

A canção que vamos ouvir agora tem um “segredo musical”. O que será?
   S
   O

CD faixa 11 | E então? Descobriu?    H


   N
   I
   Z
   I
   V
   |

Esta música se chama “Minha canção” e faz parte de uma obra muito bonita, Os saltimbancos,    3
   O
   L

adaptada pelo compositor brasileiro Chico Buarque de Holanda.    U


   T
    Í
   P
   A
   C

75
Chico Buarque de Holanda começou a compor
por volta dos 12 anos de idade, quando escreveu
algumas “operetas” que eram cantadas junto
com as irmãs. Reconhecido como um dos maiores
compositores da música brasileira, compôs
centenas de canções, incluindo músicas para
teatro, balé e cinema. Praticamente todos os
grandes intérpretes da nossa música têm em seu
repertório canções de sua autoria. Entre as obras
   1
   E
   M
para teatro, podemos destacar a adaptação da
   U
   L
   O
peça infantil Os saltimbancos, muito apreciada
   V
   |
   L
pelas crianças. Além da música, Chico tem outras
   A
   C
   I
   S
paixões como a literatura e o futebol.
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

76
Vamos colorr o “segredo”
na letra da cano?
Minha canão
Henríquez, Bardotti e Chico Buarque

BACALOV, Luiz Enriquez; BARDOTTI, Sergio; HOLANDA, Chico Buarque de.    S
Minha canção. In: _____. Os saltimbancos. Polygram, 1977.    O
   H
   N
   I
   Z
   I
Saltimbancos são artistas populares que vão de cidade em cidade, apresentando-se em ruas,    V
   |

praças, feiras e circos. São conhecidos desde tempos muito antigos e podem ser palhaços,    3
   O
   L
acrobatas, contorcionistas, malabaristas ou mágicos, que divertem o público em troca de    U
   T
    Í
   P
gorjetas e doações.    A
   C

77
CD faixa 24 | Vamos ouvir, agora, a canção “O pastorzinho”.

O pastorzinho
Cancioneiro popular

Havia um pastorzinho que vivia a pastorar


Saiu de sua casa e pôs-se a cantar
Dó ré mi fá fá fá, dó ré dó ré ré ré
Dó sol fá mi mi mi, dó ré mi fá fá fá
   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
Esta canção também tem nomes de notas musicais, não é?
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
Você reparou que nem todas as notas aparecem na canção?
   M
   O
Use seus lápis de cor para colorir as notas que estão faltando.
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

78
Construino com notas musicais
Destaque os cartões com nomes de notas do anexo 6.

Vamos construir edifícios de notas? Cada edifício terá 15 andares, e o primeiro andar será
a portaria. Escolha a nota para car na portaria e tome conta da construção para que os
andares sejam construídos de acordo com a ordem das notas. Você pode construir seus
edifícios na sua carteira ou no chão.

   S
   O
   H
   N
   I
   Z
   I
   V
   |
   3
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

79
n n A  e  
 o  o  s   d 
 s   s  n i   
 a   e  o f   
í   
n  d   t   c 
 d  i   a 
 s  i   
 a  f  
í   m
 o
r   c   s 
 e i   u  d 
 s   o  s 
 c   s  i  
 ?   c 
  
 e  a  v 

r  r  i   i   
 t   e  s  z 
 o
 s   s   e i   
n
 .  t   s 
 e  t 
 ã 

 o
 a   o  s 
 t   d 
 e  e
n
 ç  m
 ã   u
 o  d 
n  a n
 a   ç 
 s   a 
 8    p  .
 0    o  V 
r   a 
 t 
 a  m
r   o
i   s 
 a 
 s   a 
 j  
 p  u
 a   d 
r   á 
 a  -
 l  
 c   a 
 o  s 
 l    a 
 o  s 
 c   e
 a  i  
r  n
 a   s 
 s   t 
 a 
n  l  
 a 
 o r 
 t   e
 a  m
 s 
   ?
  s
  o
   i
  c
   í
   f
   i
        1
        8
   d
  e
  s
  o
   d
  s
  e
   s   r
   o   a
    h    d
   n
  n
    i   a
   z
    i   s
   v
  o
  r
      a
    d   p
   s   u
  c
   o
    i   o
   c   s
    í   o
    f
    i   m
    d   a
    e    V
 V  e  
 a   d 
m i   
 o f   
í   
 s   c 
 c  i   
 o
 o  s 
m
 d 
 p   
 l  
 e
 t  v 
 a  i   


D  F  L   D   M  o
i   
n
 Ó   Á   Á    Ó   I     s  h 
 a   o
n  s 
 d 
 a 

 e
 s 
 s 
 e
m
m
 8  
 S    o
2  
L    S   R   O  D   M r 
 a 
Á   I    É     Ó   I     d 
L    o

 e
 s 
 ?  

 M  S   D  F 
 O   S    Ó   Á  
I    L   I   
        3
        8
 .
  s
  o
   d
  a
  p
  u
  c
  o
  s
   s   e
   o    d
    h   s
  e
   n
    i   r
   z   a
    i    d
   v   n
   
  a
    d
  s
  o
   s   a
   o    h
    i
   c   c
    í
    f
  n
    i   e
  e
    d   r
    e    P
CD faixa 62 | A canção que vamos conhecer agora chama-se “Todo dia”.

Too ia
Carmem Mettig

Todo dia, bem cedinho


Canta, alegre, o passarinho
   1
   E
Dó dó ré ré mi fá sol
   M
   U
   L
Sol fá mi mi ré ré dó
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

84
PIANOfORTE
Bartolomeu
Cristóori fcou amoso por
No níco do século XViii, vva ter modifcado, em 1711, a mecânica
em Florena, na itála, Bartolomeu Crstóor, do instrumento para conseguir sons com
um amoso construtor de cravos. O cravo é um intensidades dierentes (mais racos ou mais
nstrumento de som delcado, sempre com a mesma ortes), dependendo da orça do toque no
ntensdade (no é possível tocarmos sons mas teclado. O resultado oi o pianoforte ,
racos ou mas ortes nele). As cordas so pnadas que mais tarde fcou
por um plectro , espéce de pna, o que resulta num conhecido simplesmente
som seco, de sonordade metálca. como piano (em italiano, piano quer
dizer suave). Aliás, a partir de agora,
a palavra “piano” ará parte de nosso
vocabulário musical, para identifcar os
sons racos ou suaves.

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

86
CD faixas 9 e 10 | Ouviremos agora uma
peça para cravo — um trecho do  Allegro do
“Concerto Italiano”, de Johann Sebastian
Bach — e uma peça para piano — “Dança
do Índio Branco”, de Heitor Villa-Lobos.
Preste bastante atenção no timbre dos
instrumentos.

   E
   T
   R
   O
   F
   O
   N
   A
   I
   P
   |
   4
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

87
SONS fORTES E fRACOS

 Jogo a pama
Vamos brincar com sons fortes e fracos? Seja bem expressivo!

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
Ouça com bastante atenção as duas sequências que seu professor vai tocar.
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
Você percebeu alguma diferença?
   C
   U
   D
   E

88
Como poderíamos grafar os sons fortes? Você tem alguma ideia? Ouça o que seu professor vai
tocar desta vez.

E agora?

Vamos realizar os grácos com palmas ou instrumentos de percussão, dizendo as palavras


“fraco” e “forte”.
Procure derencar bem os sons    E
   T
racos e ortes tanto com as    R
   O
   F
   O
palmas ou nstrumentos quanto    N
   A
   I
   P
com a voz.    |
   4
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

89
Estes são grácos para realizar com palmas ou instrumentos de percussão. Diga, ao mesmo
tempo, as palavras “fraco” e “forte”. Vamos lá?

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

90
Ouça com toda a atenção e escreva os números nos quadrinhos na ordem tocada.

   E
   T
   R
   O
   F
   O
   N
   A
   I
   P
   |
   4
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

91
Bingo

CD faixa 34 | Ouça e marque os retângulos com as pecinhas de bingo do anexo 2.

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

92
Audição ativa | CD faixa 32 | Vamos ouvir novamente o Prelúdio n.o 20 , de Frédéric Chopin.
Acompanhe a música seguindo os grácos abaixo. Os arcos representam as frases ou partes da
música, e as intensidades são indicadas pelos símbolos musicais para  forte (1ª parte),  piano
(2ª parte) e um crescendo, de pianíssimo a fortíssimo (3ª parte).

  f    p  pp   f f  


   E
   T
   R
   O
   F
   O
   N
   A
   I
   P
   |
   4
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

93
Frédéric Chopin nasceu na Polônia, em 1810.
Começou a ter aulas de piano aos 6 anos de
idade e, aos 8, já se apresentava em público.
É conhecido como um dos mais importantes
   1
pianistas de todos os tempos e um dos maiores
   E
   M
   U
   L
compositores para piano, instrumento ao qual
   O
   V
   | dedicou toda a sua obra.
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

94
Estes são grácos com sinais de dinâmica para realizar com instrumentos de percussão ou
palmas. Damos o nome de dinâmica às variações de intensidade.

  f   mf    p

  f    p  p mf     f  


   E
   T
   R
   O
   F
   O
   N
   A
   I
   P
   |
   4
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

95
ditao
Ouça com atenção e modique a graa de cada gráco, de acordo com as sequências que seu
professor vai tocar.

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
   U
   D
   E

96
CD faixa 48 | Vamos aprender a parlenda “Juca Pinduca” para trabalharmos com sons
fortes e fracos, crescendos e decrescendos.

Juca Pinduca, ladrão de açúcar, pulou a janela, caiu na arapuca.

• Fale a parlenda e marque as pulsações com estalos de


dedos.

• Fale a parlenda duas vezes: a primeira vez  forte, e a


segunda vez piano.    E
   T
   R
   O
• Agora fale a parlenda quatro vezes:   f mf p pp    F
   O
   N
   A
   I
   P
   |
• Experimente fazer o contrário e escreva os sinais nesta ordem:    4
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

97
• Agora, experimente começar em  pp e terminar em   ff  . Assim você estará realizando um
crescendo.

• Vamos fazer um decrescendo? Comece em  ff  e termine em  pp.

Experimente brincar com as intensidades com a parlenda “Mão de pilão”.

   1
   E
   M
   U
   L
   O
   V
   |
   L
   A
   C
   I
   S
CD faixa 51 | Hum... esta parlenda é uma delícia! Vamos lá!
   U
   M
   O
   Ã
   Ç
   A
   C
Mão de pilão, carne seca com feijão, farinha torradinha, arroz com camarão.
   U
   D
   E

98
Chicotinho quimao
Você sabia que podemos usar sons fracos e fortes para encontrar objetos escondidos? Então
vamos brincar!

Audição ativa | CD faixa 52 | Ouça agora um trecho


da Música aquática, de Haendel. Observe como os
instrumentos de sopro fazem um efeito de “eco”. Os
trompetes tocam forte e as trompas tocam piano, como
se estivessem distantes.    E
   T
   R
   O
   F
   O
   N
   A
   I
   P
   |
   4
   O
   L
   U
   T
    Í
   P
   A
   C

99
George Friedriech Haendel nasceu na
Alemanha, mas foi na Inglaterra, onde viveu
quase toda sua vida, que compôs a maior
parte das obras que o tornaram famoso em
toda a Europa.

Foi lá também que criou a Academia Real


de Música, teatro para o qual escreveu
14 óperas. Sua obra mais conhecida é
   1
   E O Messias, da qual faz parte o famoso
   M
   U
   L
   O
   V
“Aleluia”.
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   C
   U
   D
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Audição ativa | CD faixa 61 | Esta canção é para brincarmos de “eco”. Vamos formar três
grupos e cantar de acordo com as indicações de dinâmica.

Zabinha
grupo 1 grupo 2 grupo 3

Zabelinha come pão, come pão, come pão,


  f   mf    p

grupo 1 grupo 2 grupo 3    E


   T
   R
   O
   F
Deixa o resto no fogão, no fogão, no fogão    O
   N

  f   mf    p    A


   I
   P
   |
   4
   O
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   U
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    Í
   P
   A
   C

101
Improisaão – “Nuns  sons”

Leia as partituras grácas e use a voz e sons com a boca para realizar o som das nuvens. Depois,
repetiremos a atividade com os instrumentos de percussão.

   1
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O SOM DE CADA UM

103
Como é que, Pos é... o
mesmo de olhos echados, você sabe que nos permte dstngur as
se é seu pa ou sua me chamando-o de manh vozes das pessoas é o TiMBRE, uma
cedo para r à escola? E como é que você sabe que do mportante característca do
outro lado do teleone está seu melhor amgo ou amga, som.
e no um espo querendo saber seus segredos? Ou, isso vale para
anda, como reconhecemos nosso cantor preerdo qualquer cosa que aa som. É por
ouvndo rádo? A resposta é: o som da sso que consegumos, por exemplo, derencar
voz de cada um! o som da gutarra do som da batera; ou o canto de um
passarnho do barulho de um lqudcador; ou mesmo o
som de um volno do som de um... pernlongo. É sso
que vamos estudar neste capítulo. Ento,
vamos lá?

   1
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Vamos brncar com a
dreo do som...

d on m o som – I

CD faixa 12 | Ligue os números aos desenhos, de acordo com o som de cada um.

1 2 3 4 5 6 7 8

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Audição ativa | CD faixa 13 | A música que vamos ouvir agora é O trenzinho do caipira , das
“ ” 

Bachianas brasileiras n.o 2, do grande compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos. Preste atenção na
quantidade de instrumentos e de efeitos diferentes que aparecem e veja se você reconhece alguns
deles. Ouvidos atentos e... boa viagem!

Heitor Villa-Lobos começou cedo seus estudos de música,


incentivado pelo pai, Raul, que era músico amador. Aos 12 anos,
tocava violoncelo em teatros, cafés e bailes no Rio de Janeiro,
onde nasceu, em 1887. Nessa época, interessou-se também pela
música dos chorões, grandes músicos populares do Rio de Janeiro.
Fez inúmeras viagens pelo interior do Brasil, com o objetivo de
conhecer as diversas manifestações musicais do país, inclusive a
   1
   E
dos índios. Uma das características importantes da sua música é
   M
   U
justamente a presença de elementos tradicionais e folclóricos, que
   L
   O
   V
ele transformou e valorizou com sua genialidade.
   |
   L
   A
   C
   I
   S
Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna, um
   U
   M
importantíssimo movimento artístico e cultural brasileiro. Teve
   O
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grande reconhecimento também na Europa e nos Estados Unidos.
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   A
   C
Outra contribuição valiosa de Villa-Lobos foi um grande projeto de
   U
   D
   E
educação musical nas escolas, baseado no canto coral. Sua música
inuenciou alguns dos maiores compositores brasileiros.

106
E como é que está sua memória? A atividade que faremos agora vai precisar dela. Seu professor
vai fazer algumas sequências de sons para você e seus colegas repetirem. Ah! Todos precisam
estar de olhos fechados. Não vale olhar, hein?

Ouça as sequências de timbres com toda a atenção e numere na ordem tocada.

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d on m o som – II
Vamos fazer outra brincadeira com a direção do som. É só fechar os olhos e seguir seu professor!

Ouça as sequências de timbres e use os adesivos de instrumentos musicais do anexo 7.

1 2 3

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4 5 6
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Psquisa sonora “Sons o nosso corpo”

Já que estamos falando de sons diferentes, que sons podemos fazer usando nosso corpo?
Vamos descobrir?

Agora, usaremos sons corporais para acompanhar a parlenda “Subi na roseira”.

CD faixa 37
E que tal usarmos esses
Subi na roseira, quebrei um galho batmentos para acompanhar a
Segura, morena, senão eu caio cano “Samba lelê”?

CD faixa 38    M
   U
   A
   D
   A
   C

Samba lelê tá doente, tá com a cabeça quebrada    E


   D
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Samba lelê precisava, é de uma boa lambada    O
   S
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Samba, samba, samba, ô, lelê, Samba na barra da saia, ô, lalá    |
   5
Samba, samba, samba, ô, lelê, Samba na barra da saia, ô, lalá    O
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Paisagm sonora “Na saa  aua”
O mundo que nos rodeia está repleto de sons. Estamos tão acostumados a alguns deles que
nem percebemos sua presença. Vamos fazer um silêncio bem caprichado por algum tempo
para tentarmos ouvir o maior número de sons à nossa volta. Você pode anotar os sons que
conseguir ouvir.

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Repita a atividade em sua casa e anote, aqui, os sons que conseguir ouvir. Será que os sons da
noite são diferentes dos sons do dia? Descubra!

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   A
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   E
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   M
Psquisa sonora    O
   S
   O
   |
   5
Faremos, agora, uma pesquisa sonora com os objetos da nossa sala de aula. É diferente da    O
   L
   U
paisagem sonora, porque agora nós é que vamos produzir os sons. Use sua criatividade e    T
    Í
   P
   A
mãos à obra!    C

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Vamos improvisar com sons de água...

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Caê o som?
Procure os sons da lista abaixo na ilustração
e marque com o número correspondente.
1. Pessoas conversando.
2. Cachorro latindo.
3. Água.
4. Pessoas cochichando.
5. Ônibus passando.
6. Pessoa falando alto.
7. Passarinho cantando.
8. Sanfoneiro.
9. Buzina.
10. Sino.    M
   U

11. Sirene.    A


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   A
   C
   E
E agora? Vamos sonorizar    D
   M
   O
a ilustração? Você pode usar    S
   O

a voz, os instrumentos musicais,    |


   5

objetos variados e, principalmente,    O


   L
   U
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sua criatividade para produzir     Í
   P
   A
   C
os sons. Divirta-se!
113
GRAfIAS

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Algumas das múscas
A escrta muscal (ou notao que ouvmos em nossas aulas oram
muscal) é uma manera de representarmos compostas há mas de trezentos anos!
gracamente os sons. Ela comeou a ser usada na idade Anda bem que alguém as escreveu,
Méda e passou por mutas transormaões ao longo do tempo. no é? Hoje temos até programas de
É mportante escrevermos nossas múscas para garantr computador para nos ajudar nesse
que no sejam esquecdas e para que múscos de outros trabalho.
lugares e mesmo de outras épocas possam
tocá-las com precso.

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 u
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 .r 
Cante, junto com
sua turma, cada
Improvisação vocal “Chiclete com pipoca” mnparttura.

Vamos precisar de um dado e dos cartões com minipartituras que você


encontrará para destacar no anexo 8.

Vamos dividir a turma em seis grupos. Ensaie com seu grupo a


minipartitura sorteada pelo professor e capriche na apresentação!

Componha com seu grupo uma


música bem legal, organizando os
cartões seguindo a sua imaginação.
Combine com seus colegas como
serão o início, o m e a maneira
de realizar a composição. Vamos
lá, experimente! Depois da    S
   A
   I
apresentação, vocês podem avaliar    F
   A
   R
   G
o resultado e, se for o caso, fazer    |
   6
modicações que deixem a música    O
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mais interessante.    T
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Partituras para transformar em música

Vamos usar a voz e os instrumentos de percussão para realizar as partituras a seguir. Pesquise,
com seus colegas, maneiras diferentes de tocar os instrumentos. Por exemplo: pegue um
pandeiro, experimente sacudi-lo, tocá-lo com as mãos, com os dedos, com as unhas e com
baquetas. Chamamos articulações as diferentes maneiras de se tocar um instrumento.

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Desenhando sons
Imagine os sons dos títulos a seguir:
“Um segredo” “Trovoadas” “Pipocas pipocando” “Calda de chocolate”
Agora, imagine as graas desses sons... Vamos criar minipartituras para cada um deles. Pense
que outros alunos poderão tocar ou cantá-las. Para isso, é muito importante que as graas
combinem, ao máximo, com os sons imaginados.

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