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TÉCNICAS DE

PESQUISA

WILMA AVELINO
CONCEITO DE TÉCNICA

• Conjunto de preceitos ou processos de que se


serve uma ciência ou arte;
• É a habilidade para usar esses preceitos ou
norma, a parte;
• Toda ciência utiliza uma para desenvolver.
DOCUMENTAÇÃO INDIRETA

• Levantamento de dados de fontes variadas;


• É importante para recolher informações prévias sobre o
campo de interesse;
• Dois tipos: Pesquisa documental (fontes primárias)
Pesquisa bibliográfica (fontes secundárias)
PESQUISA DOCUMETAL
CARACTERÍSTICA
• Tomar como fonte de coleta de dados apenas
documentos, escritos ou não, que constituem o que se
denomina de fontes primárias. Estas podem ter sido feitas
no momento em que o fato ou fenômeno ocorre, ou
depois.
FONTES DE DOCUMENTOS
• Arquivos Públicos;
• Arquivos Particulares;
• Fontes Estatísticas.
(p. 176-177)
TIPOS DE DOCUMENTOS

• ESCRITOS: documentos oficiais, publicações


parlamentares, documentos jurídicos, fontes
estatística, publicações administrativas, documentos
particulares.
TIPOS DE DOCUMENTOS

• Fatores de erro: Negligência, forma de coleta de dados,


definição dos termos, informações recolhidas dos
interessados, correlação entre uma pesquisa limitada e
dados censitários, estudo baseado exclusivamente na
análise e interpretação de dados existentes etc. (p.178-
181)
TIPOS DE DOCUMENTOS

• OUTROS: Iconografia, Fotografias, Objetos


(etnográficos), Canções folclóricas, Vestuário, Folclore, (p.
182-183).
PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

TIPOS E FONTES BIBLIOGRÁFICAS

• IMPRENSA ESCRITA: Compreende jornais e revistas;


sua utilização requer análise dos seguintes aspectos:
independência, conteúdo e orientação, difusão e
influência e grupos de interesse. (p. 183-184);
• MEIOS AUDIOVISUAIS: Compreende programas de
rádio, filmes, programas de televisão. Analisa o conteúdo
da própria comunicação. (p. 184-185).
TIPOS E FONTES BIBLIOGRÁFICAS

• MATERIAL CARTOGRÁFICO: mapas e gráficos em


geral; (p. 185).
• PUBLICAÇÕES: Compreendem livros, monografias,
publicações avulsas, pesquisas, artigos científicos
impressos e eletrônicos etc, formam o conjunto
depublicações.
PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

• É o tipo específico de produção científica: é feita com


base em textos, como livros, artigos científicos, revistas,
ensaios críticos, dicionários, enciclopédias, jornais,
revistas, resenhas, resumos. (p. 24, nova edição).
FASES DA BIBLIOGRÁFICA
• Escolha do Tema: assunto que se deseja provar ou desenvolver;
• Elaboração do plano de trabalho: como vai ser desenvolvido o trabalho;
• Identificação: Reconhecimento do assunto. Levantamento de obras;
• Localização: Localização das fichas catalográficas em bibliotecas (virtuais);
• Compilação: Reunião sistemática do material contido nos livros...
• Fichamento: Transcrever para fichas de papel ou para arquivos eletrônicos
com o máximo de exatidão e cuidado;
• Análise e interpretação: crítica do material selecionado.;
• Redação: Escrita do texto.
DOCUMENTAÇÃO DIRETA

• Constitui-se, em geral, no levantamento de dados


no próprio local onde os fenômenos ocorrem.
Estes dados podem ser obtidos de duas maneiras:
pesquisa de campo ou pesquisa de laboratório. (p.
186).
PESQUISA DE CAMPO

•.
TIPOS DE PESQUISA DE CAMPO

• Quantitativo-descritivos;
• Exploratórios;
• Experimentais.
TIPOS DE PESQUISA DE CAMPO

• Quantitativo-descritivos;
• Exploratórios;
• Experimentais.
TIPOS DE PESQUISA DE CAMPO
B) Exploratórios: São investigações de pesquisa empírica, cujo
objetivo é a formulação de questões ou de um problema, com
tripla finalidade:
1. Desenvolver hipóteses;
2. Aumentar a familiaridade do pesquisar com o ambiente,
fato ou fenômeno;
3. Modificar e clarificar conceitos.
TIPOS DE PESQUISA DE CAMPO

• Quantitativo-descritivos;
• Exploratórios;
• Experimentais.
PESQUISA DE LABORATÓRIO

• É um procedimento de investigação mais difícil, porém


mais exato. Ela descreve e analisa o que será ou ocorrerá
em situações controladas. Exige instrumental específico,
preciso e ambientes adequados. (p. 190).
OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA

• É realizada por meio de duas técnicas: Observação e


Entrevista.
OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA:
OBSERVAÇÃO
OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA:
OBSERVAÇÃO
OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA:
MODALIDADES OBSERVAÇÃO
• ASSISTEMÁTICA (informal, espontânea, ordinária, simples, livre,
ocasional e acidental): consiste em recolher e registrar os fatos da
realidade sem que o pesquisador utilize meios técnicos especiais ou
precise fazer perguntas diretas. Não tem planejamento e controle
previamente elaborados. (p. 192).
• SISTEMÁTICA (estruturada, planejada, controlada): Utiliza
instrumentos para a coleta de dados ou fenômenos observados
(quadros, anotações, escalas, dispositivos eletrônicos). Planejadas com
cuidado e sistemáticas.
OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA:
MODALIDADES OBSERVAÇÃO
• NÃO PARTICIPANTE (passiva): pesquisador não se integra à
comunidade. Presencia o fato, mas não participa dele;

• PARTICIPANTE: Ele se incorpora ao grupo, confunde-se a ele.


Pode ter problemas com a objetividade da observação.
Natural: Pertence à mesma comunidade;
Artificial: Integra-se ao grupo com a finalidade de obter informações.
OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA:
ENTREVISTA
OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA:
ENTREVISTA – SEIS OBJETIVOS
OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA:
ENTREVISTA – SEIS OBJETIVOS
OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA:
TIPOS DE ENTREVISTA
OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA:
TIPOS DE ENTREVISTA
OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA:
TIPOS DE ENTREVISTA
OBSERVAÇÃO DIRETA EXTENSIVA:
QUESTIONÁRIO
• É um instrumento de coleta de dados, constituído por
uma série ordenada de perguntas, que devem ser
respondidas por escrito e sem a presença do
entrevistador.
OBSERVAÇÃO DIRETA EXTENSIVA:
FORMULÁRIO
REFERÊNCIAS
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de
metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005.

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