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Conversão de Energia

Máquinas de Corrente Con;nua

Professor: Rogério Diogne de Souza e Silva

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Máquinas Elétricas Rotativas

Torque ou conjugado
Tensão Elétrica (V) MOTOR Mecânico (N.m)

Torque ou conjugado Tensão Elétrica (V)


Mecânico (N.m) GERADOR
Máquinas Elétricas Rotativas
D AS
P ER

Potência Elétrica (W) MOTOR Potência Mecânica (CV)

1 CV – 736 W
1 HP – 746 W
A S
RD
PE

Potência Mecânica (CV) Potência Elétrica (W)


GERADOR
Máquinas Elétricas de Corrente Contínua
Fonte de
Tensão C.C
ou imã
permanente

Fonte de
Tensão Torque Mecânico (N.m)
C.A MOTOR

Fonte de
Tensão
C.C

Torque
Máquina Mecânico Tensão Elétrica (V)
Primária (N.m) GERADOR
Máquinas Elétricas Rotativas

Ø Estator e rotor separados por um entreferro;

1. Estator é a parte fixa da máquina


2. Rotor é a parte móvel

Ø O estator e o rotor são constituídos por lâminas de material ferromagnético;

VANTAGENS:

Laminação: reduz correntes parasitas no rotor e estator, aumentando a resistência elétrica


(melhoria do rendimento);

Material Ferromagnético: Aumenta a densidade de fluxo magnético na máquina (alta


permeabilidade - m); Diminui o tamanho da máquina; Diminui a dispersão de fluxo magnético;
Máquinas Elétricas Rotativas
Ø Máquinas elétricas usualmente tem dois enrolamentos:

v Enrolamento de campo: Compõe o eletroímã produtor do campo principal da máquina;

v Enrolamento de armadura: Contém os condutores que serão imersos no campo principal para a
produção de tensão (gerador - induzido) ou torque (motor);

Ø Estes enrolamentos são posicionados em ranhuras localizadas no estator e no rotor;


Máquinas de Corrente Con0nua
Caracterís3cas Básicas
Ø O enrolamento de campo é colocado no estator;

Ø O enrolamento de armadura é colocado no rotor;

Ø Como motor, os dois enrolamentos são alimentados em CC, de diversas maneiras ou


configurações: independente, série, paralelo e composto (combinações de série e paralelo);

Ø Oferece várias opções para o controle de velocidade como motor;

Ø Como gerador, o enrolamento de campo é alimentado com CC, produzindo um campo constante
sobre a armadura
Máquinas de Corrente Con0nua
Principais caracterísDcas:
➢ Torque de par<da elevado;
➢ Velocidade constante sob variação de carga.

Aplicações:
➢ Máquinas operatrizes em geral: tornos, bobinadeiras,
máquinas de moagem, máquinas têxteis, guinchos e
guindastes, outros;
➢ Máquinas ferramenta: fresa, torno, furadeira, outros.

Indústrias:
➢ Química e petroquímica
➢ Siderúrgica
➢ Cimento, entre outras.
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Máquinas de Corrente Con0nua
v Polos e Armadura
Ø O estator tem polos salientes, excitados por um ou mais enrolamentos (série e shunt/paralelo/em
derivação);

Ø O enrolamento de campo produz uma distribuição de fluxo simétrica em relação ao eixo dos polos do
estator (eixo direto, ou eixo d).
Eixo em quadratura ou Eixo q

Eixo direto ou Eixo d


Máquinas de Corrente Contínua
v Comutador
Ø O comutador também é fundamental para o funcionamento da máquina CC como motor, uma vez que
o torque surge devido à busca de alinhamento entre os campos do rotor e do estator;
Ø O comutador varia continuamente a orientação do campo produzido pela armadura, não permitindo
que os dois campos se alinhem e que o torque seja nulo.
Máquinas de Corrente Con0nua

Motor de Corrente Con0nua

v Sistema de Excitação

Ø O campo magné5co estatórico é produzido por meio do circuito indu5vo composto dos
principais polos, onde os enrolamentos do campo estão bobinados e alimentados, por meio
de corrente con>nua;
Ø A alimentação do enrolamento excitado pode depender da tensão ou corrente de armadura,
no caso de excitação paralela, série ou composta;
Ø A alimentação do enrolamento excitado não depende da tensão ou corrente de armadura, no
caso de excitação independente;
Ø O 5po de excitação define o 5po de operação do motor CC.
Máquinas de Corrente Contínua

v Nos motores de CC, as bobinas utilizadas para produzir o campo magnético estatórico têm
aspectos diversos, de acordo com o tipo de excitação, permitindo a divisão das máquinas de CC em
categorias que são:

1. Motores auto-excitados:

1.1. Motor com excitação em série

Ø No motor com excitação em série as bobinas de campo, que constituem os eletroímãs, ficam
em série com o enrolamento da armadura e ambos constam de poucas espiras de fio grosso, o
que garante ao motor um alto conjugado de partida e sua aplicação em bondes, ônibus e trens
elétricos.
Máquinas de Corrente Con0nua

1.2. Motor com excitação em paralelo:

Ø No motor com excitação em paralelo ou shunt ou derivação o conjunto das bobinas de campo fica em
paralelo com o enrolamento da armadura e são feitas com um grande número de espiras de fio fino
porque a corrente elevada necessária na condição de plena carga circula através do enrolamento de
armadura. Este motor tem uma velocidade praEcamente constante, mesmo com ampla variação de
carga.
Máquinas de Corrente Con0nua

1.3. Motor com excitação composta


Ø O motor com excitação composta ou série-paralela é uma combinação do motor série com o paralelo.
A parte em série do enrolamento de campo auxilia (composto cumula=vo) ou se opõe (composto
diferencial) à parte paralela do enrolamento de campo, sendo a composição diferencial pouco usada.

Ø O motor composto cumula=vo tem a velocidade e a caracterís=ca de par=da entre os motores série e
shunt, tendo mais conjugado de par=da que o motor shunt por causa da parte série do campo.
Máquinas de Corrente Con0nua

2) Motores com excitação independente.

Ø No motor com excitação independente as bobinas de campo apresentam características


semelhantes às do motor shunt e são alimentadas por uma fonte de tensão CC independente.
Máquinas de Corrente Contínua
v O controle de velocidade e torque em motores CC com excitação independente:

Ø O controle de velocidade e torque em motores CC com excitação independente pode ser


dividido basicamente em:

• Controle pela tensão aplicada na armadura (V);

• Controle pela tensão aplicada no campo (Φ);

• Controle por adição de resistência na armadura (Ra).


Máquinas de Corrente Con0nua

v Controle pela tensão aplicada na armadura (V)

Ø No controle pela armadura mantém-se a tensão e a corrente no campo constantes, desta forma o

fluxo magné<co produzido no campo também é constante. Varia-se a tensão aplicada na armadura

(V) e por conseqüência a rotação da máquina, seguindo uma relação direta entre a tensão da

armadura e a rotação da máquina;

Ø Neste método o torque permanece constante e a potência varia proporcionalmente com a

velocidade.
Máquinas de Corrente Con0nua

v Controle pela tensão aplicada na armadura (V)

Ø Os motores CC com excitação independente e controle pela tensão aplicada na armadura são
utilizados normalmente em acionamentos de máquinas operatrizes, tais como: ferramentas de
avanço, bombas a pistão, compressores, etc. Aplicações onde é necessário um torque constante em
toda a faixa de rotação.
Máquinas de Corrente Contínua

v Controle pela tensão aplicada no campo (Φ)

Ø No controle pelo campo, mantém-se a tensão de armadura constante e varia-se a


corrente de excitação (If). Como o fluxo magnéAco é proporcional a corrente de
excitação, diminuindo-se If diminui-se o fluxo magnéAco (Φ) e aumenta-se a
velocidade de rotação Nda máquina. No controle de campo a potência permanece
constante enquanto a rotação se eleva e o torque se reduz;

Ø Este processo de aumento da velocidade de rotação pela diminuição do fluxo é


conhecido por enfraquecimento de campo.
Máquinas de Corrente Con0nua

v Controle pela tensão aplicada no campo (Φ)

Ø O controle pelo campo é u7lizado em acionamentos de máquinas de corte periférico, como


chapeamento de 7ras, tornos, bobinadeiras, máquinas têxteis, etc.
Máquinas de Corrente Contínua

v Controle por adição de resistência na armadura (Ra)

Ø Além dos métodos de controle pelo campo e controle pela armadura, verifica-se que variando a

resistência da armadura também se obtém uma variação na velocidade do motor. Para se conseguir

esta variação coloca-se em série um reostato com a armadura do motor e através da variação do valor

do reostato consegue-se variar a velocidade do motor;

Ø Neste método existe uma perda considerável de energia devido à potência dissipada no reostato

adicional.
Máquinas de Corrente Con0nua

v Controle por adição de resistência na armadura (Ra)


Máquinas de Corrente Con0nua

v Controle pela tensão aplicada na armadura (V) e no Campo (Φ)

Ø Neste método são aplicadas as duas técnicas anteriormente abordadas proporcionando um controle

integral da operação do motor de corrente con:nua. Esta técnica permite varias alterna>vas de

conjugado e rotações;

Ø Esta técnica vem sendo empregada nos modernos conversores para acionamento em corrente

con:nua.
Máquinas de Corrente Contínua CURTA). As equações em regime permanente de cada um destes
máquina é que o campo é independente da armadura. facilmente obtidas a partir dos seus respectivos diagramas. Estas equa
emCircuito Equivalente em exemplos específicos.
Série
Finalmente, as máquinas CC podem ser excitadas por um imã perm
ampo está em série com o enrolamento de armadura como mostra a
Motor com excitação em série Motor com excitação emmáquina
paralelose comporta
Motor
como com
uma excitação composta Normalment
excitação independente.
pequenas.

Figura 12: Motor com excitação


Figuraem13:
série
Máquina CC com excitação

As equações em regime permanente são obtidas


As equações sãodiretamente da figura do
obtidas diretamente e são dadas por:
esquema da Figur
Figura 12: Motor com excitação em série Figura 13: Máquina CC com excitação em paralelo
Figura 14: Excitação composta (curta)
=AsiFequações
me permanente são obtidasiadiretamente da figura e são dadas
são obtidas I = i +daiFigura 13.
por: do esquema
diretamente (39)
a F

I = ia + iF (39) (41)
va = (ra + rF )ia + E v a = v F = ra i a + E = rF i F (40)
v a = v F = ra i a + E = rF i F (40) (42)

de campo está em sérieComo


comComo ooenrolamento
a armadura, grandes de
enrolamento de campo
correntes passam
excitação está em está
Como em
paralelo série
ocom com para
enrolamento
a armadura, a de
armadura,
queexcitação grandes
uma correnteestá emcorrentes
paralelo passam
com a
olamento é caracterizadopelo campo.
por pequena
baixa Este
resistência.
circule enrolamento
porNormalmente
ele, é feitoééfeita
sua construção caracterizado por
com muitas espiras baixa
e alta resistência.
resistência. Normalmente é feito
com fio razoavelmente grosso. pequena circule por ele, sua construção é feita com muitas
com4.4)poucas espiras e com fio razoavelmente grosso.
Com excitação composta
antagem éde
que, devido à ação do enrolamentose reduzem
a: série,
Máquinas
rmanente, com Corrente
velocidade Con0nua
constante, com
a equação a armadura
mecânica (Figura 7.4c), resultando um gerador (7.16)
emtivessem
derivaç
ntar com a carga, resultando uma tensão deTsaída mec =que KaTodas
!éd Iasa deduções foram feitas considerando que as bobinas um
Circuito com o aumentoainda
Equivalente estar divido
(27) em duas seções (Figura 7.4d), uma das quais é
de uma carga, ou seja, o conversor funcionando como motor. É fácil obse
resce um pouco da carga. O enrolamen- que a potência ativa positiva é aquela que está sendo injetada no motor
e outra, em derivação
geral,(23)muitas espiras decircuito
fio relativamente
equivalente é muitodelgado. Ocom
como a armadura,
positiva resultando
a potência elétrica um(convenção
que sai do motor gerador com
gerador),
Máquinas
equações CCatravés
e (24) com de excitação
um independente simples, basta
sentido positivo da corrente. Para que não haja confusão a corren
atofonte
pordefora,
tensãoconsiste emfunção
controlada em poucas res autoexcitados,
espiras
da velocidade deAum
(E). Ea condutor
=9Kmostra
Figura a!deve
dωm estar
considerada presente
positiva um magnetismo
saindo do gerador será chamada(7.17)
ig. residual
.
e todaMotora corrente de armadura dapara máquina
que opassa por ele.de autoexcitação
processo possa se iniciar. Os efeitos
Gerador
onde
derivação ou composto pode ser controlada dentro de
dual podem ser vistos claramente na Figura 7.3, onde o fluxo e a t
e reostatos que atuam sobre o campo em derivação.
xcitação usados nos geradores também de zero quando
podem a corrente de campo é nula.
ser usados (7.18)
sticas típicas de velocidade versus conjugado A Figura 7.5 mostra as curvas características de tensão vers
para motores
ão mostradasAqui, símbolos
na Figura 7.6, naem letras
dores
qual maiúsculas,
CC
assume-se emque regime a para
osEter- a tensão gerada
permanente, tendo-see Ia para a corrente
assumido um funcion
dos a partirde armadura,
de uma fonte serãode usados
tensão para enfatizar
deconstante.
constante. EmA quemo-a nossa
umrelação entre principal
a FEMpreocupação
gerada Ea em serão as
regime perm
erada na armadura e a tensão de terminal de
análises de regime permanente. Os demais símbolos armadura V a é são os definidos na Seção 7.1. As
terminal da armadura Va é
Figura 9: Circuito Equivalente do motor de corrente contínua
VEqs. 7.16 a 7.18 são equações básicas usadas (7.14) na análise das máquinas. A quantidade
a = Ea + IaRa Figura 10: Circuito Equivalente do Gerador de Corrente Contínua em Reg
a é referida frequentemente como a potência eletromagnética.
EaIfeitas VA partir
Ea − dasIaEqs.
Ra 7.16
uções foram considerando que as bobinas tivessem um comportamento
a=
ou seja, o conversor funcionando como motor. É fácil observar na FiguraA9 equação de tensão da armadura, com esta mudança de convenção, fica:
e 7.17,é aquela
a ativa positiva pode-se relacioná-la
que está sendo injetadacom o conjugado
no motor. ParaTorque eletromagnético por meio
considerar de
onde I é a corrente de armadura de saída e Ra é a resistência do c
a a potência elétrica que sai do motor (convenção gerador),
a (7.15)
basta inverter Vo = E − raig
ivo da corrente. Para que não haja confusão a corrente de armadura
Em um gerador, E é maior que Va e o conjugado eletromagnétic
ositiva saindo do gerador será chamada ig. a (7.19)
conjugado
armadura de entrada da máquina. que gerada
Agora, a FEM se opõe à rotação.
de terminal Va, pois a corrente de armadura tem sentido
Máquinas de Corrente Con0nua

Exemplo (Fitzgerald, 2006):


gime permanente, com velocidade constante, a equação mecânica se reduz a:
Uma máquina CC de excitação independente, 25 kW e 125 V opera com velocidade constante de 3000 rpm e
Γm uma corrente de campo constante tal que a tensão de armadura
(27) em circuito aberto seja de 125 V. A
resistência de armadura é 0,02 Ω.
Capítulo 7
ever as equações (23) e (24) através de um circuito equivalente é muito simples, basta
Calcule
derar a corrente
uma fonte decontrolada
de tensão armadura, ema função
potência de terminal(E).
da velocidade e aApotência e o conjugado eletromagnéticos quando
Figura 9 mostra
agrama.
a tensão de terminal for: Solução
Capítulo
(a) 128 V
a. Da Eq. 7.20, com Vt = 128 V e Ea = 125 V, a corrente
Capítulode
7 arm
– M
(b) 124 V.
Solução Vt > Ea => Motor!
Solução
a. Da Eq. 7.20, com V = 128 V e E = 125 V, a corrente de
a. Da Eq. 7.20,t com V = 128 V e aE = 125 V, a corrente de armadura
t a
no sentido motor. A potência de entrada nos terminais do mot

Figura 9: Circuito Equivalente do motor de corrente contínua Vt Ia = 128 × 150 = 19,20 kW


as deduções foram feitas considerandoAque nobobinas
sentido
potência
as motor.umAcomportamento
potência
eletromagnética
tivessem é de
dadaentrada
por nos terminais do motor é
a carga, ou seja, o conversor funcionando como motor. É fácil observar na Figura 9
otência
comPotência
V de
128entrada
de
V eentrada
E nos
125 terminais
(nos
V, a terminais
corrente do
de domotor
motor):
armadura é é
otência de entrada nos terminais do motor é
t = a =
Vt Ia = 128 × 150 = 19,20 kW
Vt Ia = 128 × 150 = 19,20 kW
Pentrada > Peletromagnética => Motor!
nética é dada por
nética
otor. é dada
Potência por
eletromagnética:
A potência de entrada nos terminais do motor é
Ea Ia =V125 × 150 = 18,75 kW
t Ia = 128 × 150 = 19,20 kW
Ea Ia = 125 × 150 = 18,75 kW
aletromagnética
CC está operandoé dada por como motor. Consequentemente, a potência
a CCà potência
rior estáE operando
I = de
125 ×
como
entrada
150 =
motor.
do
18,75motor
kW
Consequentemente,
por um valor que a potência
corresponde
a a
erior à
Torque
aa máquina potência
resistência de
ou conjugado: entrada do motor por um valor que corresponde
deoperando
armadura.
CC está como motor. Consequentemente, a potência
na
ticaresistência
gado
né=inferior
3000 RPM de armadura.
eletromagnético
à potência é2'dado
de entrada pelapor
do motor Eq.
um7.19:
valor que corresponde
ugado eletromagnético
ssipada na resistência de = $. é dado pela Eq. 7.19:
!"armadura.
60
m, o conjugado eletromagnético é dado pela Eq. 7.19:

do que V e, consequentemente, a corrente de armadura está fluin-


t
é maior
Erado que V que
do t e, consequentemente, a a
e, Vconsequentemente, corrente de armadura
corrente está fluin-está fluin-
de armadura
t
va saindo do gerador será chamada do
ig.b.para fora
Neste da Emáquina.
caso, Assim, a máquina está operando com
a é maior do que Vt e, consequentemente, a corrente
(b) 124 V do para fora da máquina. Assim, a máquina está operando como

e a potência de terminal
e a potência é é
de terminal
e a potência de terminal é
t Ia 124
Vt éIaV=
e a potência de terminal = 124××50 = 6,20
50= kW
6,20 kW
Vt= 124 V Vt Iéa = 124 × 50 = 6,20 kW
A potência eletromagnética
A potência eletromagnética é Vt Ia = 124 × 50 = 6,20 kW
A potência eletromagnética
A potência Eé éI = 125 × 50 = 6,25 kW
eletromagnética a a
Ea Ia = 125 × 50 = 6,25 kW
EaEIaaI=
to Equivalente do Gerador de Corrente Contínua em Regime Permanente
e o conjugado eletromagnético =125
aé ×50
125× 50 = 6,25kW
= 6,25 kW
e o conjugado eletromagnético
ão da armadura, com esta mudança de convenção, fica:
e o conjugado eletromagnético
e o conjugado ééé
eletromagnético
(28)

Problema prático 7.1


Problema 11
Observa-se queprático 7.1 da
a velocidade máquina CC de excitação independen