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INICIALMENTE VAMOS DEFINIR:

Identidade para
Objetivos e
o público
metas
externo

Portanto, definir um posicionamento e saber


onde e de que forma pretendemos atuar e
principalmente para quem.
Como estamos nos
relacionando com o
Diagnóstico do público alvo e para
aonde estamos nos
cenário atual; dirigindo?

O que somos hoje? Como somos


percebidos?
Como queremos nos
apresentar dentro deste
contexto?
O objetivo é criar um valor social para a
Economia Solidária.
Deixar clara qual a importância deste movimento
para o Brasil e como o cidadão comum é
corresponsável, criando um sentido de
pertencimento na construção de uma vida
melhor para todos os brasileiros. (Posicionamento)
O TRABALHO SE DIVIDE EM 3 EIXOS:

Diagnóstico – Cenário atual


Plano de Marketing
Ações táticas
No plano de Marketing são avaliados:
Ambiente interno e externo
Produto
Preço
Ponto de Comercialização
Propaganda
CENÁRIO ATUAL

A Economia Solidária atua em todo o país, contempla todas


as regiões Brasileiras, desenvolve projetos nas áreas rurais
e urbanas e os seus produtos e serviços são
comercializados em pontos fixos de comercialização
solidária, cada um respeitando a cultura de cada local.
É um jeito diferente de produzir,
comprar, trocar, vender e consumir
produtos.
O que move a Ecosol é o desejo que a
riqueza produzida no trabalho seja
partilhada e que promova uma melhor
qualidade de vida para todos (as)
CONT.
• Redes e articulações de
• Cooperativas; comercialização/cadeias
• Associações produtivas solidárias;
populares/grupos • Lojas de comércio justo;
informais de produção, de • Rede de turismo solidário;
serviços, de consumo, de • Finanças Solidárias;
comercialização e de • Eco vilas;
• Empresas recuperadas de
crédito solidário; autogestão (antigas empresas
• Âmbitos rural/urbano); capitalistas falidas recuperadas
pelos/as trabalhadores/as);
PONTO FORTE
• A Economia Solidária é uma estratégia de
desenvolvimento sustentável que considera todas as
dimensões (econômica, social, cultural, ambiental,
política...)
• Promove uma transformação nas condições de vida da
sociedade inserindo o cidadão num contexto positivo.
Promove o bem viver.
• NÓS FAZEMOS A DIFERENÇA – JUNTOS FAZEMOS A
DIFERENÇA
PRODUTOS
Classificados em:
• Agrícolas (Alimentos) maior fonte
• Têxtil
• Artesanato
• Recicláveis
• Outros - mais pulverizados (higiene, bebidas, objetos de uso
doméstico...)
Obs. A qualidade não é satisfatória, precisa criar um padrão.
Obs. Esta classificação obedece à ordem de grandeza que está na pesquisa
realizadas nas Feiras de EcoSol de 2005/2013
CONSUMIDORES

• Turistas em trânsito nas cidades, ou são moradores/profissionais que estão


próximos dos pontos de comercialização.
• Composto na sua maioria por mulheres, 40 a 59 anos, que não conhecem o
tema, consideram os produtos bons, preço bom e até às vezes mais baixo que
os concorrentes.

FONTE PESQUISA PAFES e na Central de Comercialização MS. (preços dos produtos artesanais) (produtos Organicos
são mais caros)

Obs: localização da Central em MS (por exemplo), as pessoas que frequentam a “loja”


trabalham por perto ou vão para fazer compras no centro da cidade, e passam por ali,
entram na loja por curiosidade. Muitas acham que é uma loja de artesanato.
PREÇO

Os preços praticados são definidos pelos produtores, com


valores praticados no mercado, mas muitas vezes chegam
a ser mais caros do que os do concorrentes, no caso de
produtos agrícolas, mas existe a fidelidade ao produto e a
boa aceitação.
Formas de Pagamento: Cartão de Crédito, dinheiro em
espécie, cheque, troca...
CONCORRÊNCIA

• Supermercados – Hiperpermercados / de
Bairros (produtos alimentício-orgânicos)
• Feiras
• Próprios Produtores
• Lojas de Artesanato
PONTOS DE COMERCIALIZAÇÃO
140 PONTOS DE COMERCIALIZAÇÃO
Pontos Positivos Pontos Negativos
• Poucos conhecidos / poucas lojas
• São regiões de fácil • Sem informação quanto ao volume de
acesso vendas/programação visual/ tamanho/
etc... (ainda vendem pouco, não tem
• As feiras já são programação visual que as identifiquem
consideradas nas e criem uma padronização (pertencem
comunidades como a EcoSol), em geral as Centrais tem um
bom espaço e organização, tamanhos
tradição cultural – ponto
variados.)
de encontro das • Ponto de instabilidade – espaços
pessoas. cedidos pelo Governo podem ser
retirados a qualquer momento.
MODALIDADES DE COMERCIALIZAÇÃO
DA REDE COMSOL

55 feiras permanentes (semanais e mensais);


75 lojas;
10 Centrais/Centros Públicos de Economia Solidária;
DIAGNÓSTICO:
Temos um problema de comunicação a ser
resolvido numa primeira etapa para o público em
geral, a sociedade não está familiarizada com o
que é a Economia Solidária, e possuem pouco
conhecimento sobre os produtos que são
comercializados e suas características.
OBJETIVO DO PLANO DE MKT

Público em Geral – Priorizar as cidades onde se localizam os pontos


fixos da Rede ComSol

Sensibilização e Educação
Consumo Responsável

Público Interno

Sensibilização e Educação
Mobilização
IDENTIDADE

Economia Solidária –
Quem somos nós? O que fazemos?

Rede Brasileira de Comercialização Solidária –


Quem somos? o que produzimos? Qual o diferencial?
VALORES DA ECONOMIA SOLIDÁRIA
QUE DEVEM ESTAR PRESENTE NA COMUNICAÇÃO:

• Desenvolvimento e Valorização Humana


• Solidariedade
• Democracia
• Cooperação
• Preservação ambiental
• Autogestão – não tem patrão, nem empregados
OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO - NICHOS

Valorização:

• Agroecologia
• Etnias
• Cultura Local
• Mulher
• Trabalho Cooperado
• Artesanais
APELO NA COMUNICAÇÃO

Biomas
ProdutosdaFloresta/doCerrado/Caatinga/Mata-
atlântica/Pampas/Pantanal/Produtos Litorâneos

“Mãos que fazem/que cuidam/que tecem”


DEFINIR UM POSICIONAMENTO
EX: FARMÁCIA POPULAR – AQUI
TEM REMÉDIO DE GRAÇA
COMSOL (MARCA)
COMSOL (MARCA) -
(NOSSA COMERCIALIZAÇÃO É JUSTA E SOLIDÁRIA)
ESTRATÉGIAS

Definir um Calendário do Comercio Solidário


para ser trabalhado nos Pontos Fixos

Dia do Meio Ambiente/Dia do Índio/ Dia da Agua/Dia da


Mulher/Dia do Artesão/Dia da Terra/Dia da Economia
Solidária/Dia da Consciência Negra
Nas fachadas das lojas utilizar o selo da logomarca da Rede.

Os Pontos Fixos devem ser lojas conceito – ou seja, uma embalagem


para apresentar a identidade da ComSol.

(identificação) – Com uma cor que seja comum nas fachadas e um


selo para a identidade visual.
PONTOS FIXOS
Desenvolver programação visual para as lojas, com Identificação padronizada, e
propor um Kit com Camiseta, colete, avental, toalha para mesas, folheto, cartaz,
banner, adesivo, sacolas, contendo a logo e o conceito utilizado.

Os produtos devem ter uma etiqueta contando a origem do produto e valorizar a


EcoSol.

Displays contando estórias do empreendimentos e/ou origem dos produtos,

Cartões de Visitas – Contendo Logo ComSol e nome do Ponto Fixo.

Criar um “Circuito da Rede” – mapa com lojas mais perto do cidadão.


SUGESTÃO DE ARTICULAÇÕES

Buscar parcerias para desenvolver projetos comerciais juntos,


convênios, divulgar os pontos de comercialização em Aeroportos,
taxis, ônibus, secretarias de turismo das localidades.

Buscar parceiros para exposição dos produtos – Universidades,


escolas, pontos de grande circulação, distribuidores que se
interessam pelo tema – multiplicadores.

Para fortalecimento da Rede é importante a divulgação de todos os


endereços dentro dos Pontos fixos.
AÇÕES TÁTICAS
É preciso fortalecer e divulgar a imagem do movimento e comunicar o seu posicionamento
por meio de Ações de Marketing e Comunicação:

• Ferramentas de publicidade (campanhas),


• Assessoria de imprensa,
• Relações Públicas
• Eventos
• Internet (portais nacional e regionais/redes sociais)
• Articulações com parceiros,
• Ações de incentivo para o público interno e sensibilização e educação para o externo.
REDES SOCIAIS
Portal – criar um site para a Rede ou utilizar o “Cirandas”,
com destaque para matérias, notícias, vídeos. Importante
destacar depoimentos, documentários, testemunhais.
Contar o que é a Economia Solidária, como é feito os
produtos, como é a vida destas pessoas.
Foco do conteúdo no novo posicionamento
FACEBOOK
Com a mesma indicação de colocar um tom para a linguagem mais
sensibilizadora, engajar as pessoas para as questões sociais do
movimento. Mostra de vídeos, pequenos textos, fotos, chamadas,
campanhas virais, convocar a participação dos seguidores, etc.
Escolher temas que tenham visibilidade, que despertem o
interesse, tenham repercussão, que geram debate, que falam sobre
dicas do “bem viver” .
TWITER

Promover o Facebook e sites com novidades


sobre os temas abordados, são pílulas de
comunicação que mantem o público
informado e “ligado” no que está
acontecendo nos outros meios.
BLOG

• Criar um blog específico como instrumento de promoção das boas práticas no


país, de pessoas anônimas, de outros programas e além de divulgar todas as
ações do movimento, como forma de publicitar e promover as boas práticas de
Solidariedade, trazer casos curiosos, contar as estórias de pessoas que
participam da rede, espécie de “gente que faz”.
• Trazer inovações, buscar o que está sendo feito no Brasil e no mundo, convocar
a participação da sociedade para provocar um debate sobre estas questões.
• Divulgar o Blog nas redes sociais, e em outros blogs da mesma temática,
buscar parceiros.
• Valorizar hábitos saudáveis – publicar dicas, matérias, videos.
ASSESSORIA DE IMPRENSA

• Aproximação com os editores da mídia impressa e eletrônica


• Convites para conhecer os principais projetos nas regiões do Brasil
• Provocar entrevistas para direção do IMS e Assessores que desenvolvem o trabalho na
ponta
• Pautar a mídia. Evento com a mídia para divulgação do Movimento e apresentação dos
produtos. Foco mais no movimento.
• Desenvolver um documentário para colocar na mídia televisiva, buscar parcerias, com
EBC, Rede Vida, outros, para viabilizar.
• Pode-se criar um programa independente de TV semelhante ao “Gente que faz”, como
forma de incentivar e mostrar como pequenas ações modificam uma sociedade,
transformam vidas.
• Criar um canal no site -TV Online.
AÇÕES NOS PONTOS DE COMERCIALIZAÇÃO

Exposição dos produtos em eventos estratégicos Definir a


participação em feiras, eventos, seminários, etc...

Ações Itinerantes – utilizar teatros mambembes / Radio


comunicadores para comunicação nas cidades, definir
junto com a rede.