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A FIAT, além de produzir

automóveis com alta tecnologia


PORTUGUÊS
e design único, também investe
em ações socioculturais e ambi-
MANUAL DE USO E MANUTENÇÃO
entais, pois acredita na parceria
de todos os setores da socie-
dade para o desenvolvimento
sustentável do Brasil. Conheça
essas iniciativas pelo site:
www.fiat.com.br/cidadania

Palio - Impresso 60355571 - IX/2013


COPYRIGHT BY FIAT AUTOMÓVEIS S.A. - PRINTED IN BRAZIL
Os dados contidos nesta publicação são fornecidos a título indicativo e poderão ficar desatualizados em
consequência das modificações feitas pelo fabricante, a qualquer momento, por razões de natureza
técnica, ou comercial, porém sem prejudicar as características básicas do produto.

PALIO
Esta publicação foi produzida
com papel certificado FSC
COMPROMISSO FIAT COM A QUALIDADE 300 mA

80 mA
ORIENTAÇÕES:
Prefira sempre Acessórios Genuínos FIAT.
Tanto o veículo como os equipamentos nele instalados consomem 36 mA
energia da bateria quando desligados, é o denominado “consumo em Consumo máximo
4 mA Stand-by da bateria
Stand-by”. Como a bateria possui um limite máximo de consumo para 60 AH
11 mA
garantir a partida do motor, deve-se dimensionar o consumo dos equi-
pamentos ao limite de consumo da bateria.
Rádio
Rádio Rádio
Veículo Genuíno
marca A marca B
Fiat
ADVERTÊNCIAS
Para assegurar a qualidade e o perfeito funcionamento do veículo, recomendamos instalar somente acessórios genuínos, à disposição
na Rede de Assistência Fiat.
A instalação de rádios, alarmes, rastreadores ou qualquer outro acessório eletrônico não genuíno poderá ocasionar consumo excessivo
de carga da bateria, podendo provocar o não funcionamento do veículo e a perda da garantia.

PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS lbf/pol2 (kgf/cm2)

Palio Attractive 1.0 Palio Attractive 1.4 Palio Essence 1.6 Palio Sporting 1.6

Com carga média


- dianteiro: 28 (1,9) 28 (1,9) 28 (1,9) 28 (1,9)
- traseiro: 28 (1,9) 28 (1,9) 28 (1,9) 28 (1,9)
Com carga completa
- dianteiro: 32 (2,2) 32 (2,2) 32 (2,2) 32 (2,2)
- traseiro: 32 (2,2) 32 (2,2) 32 (2,2) 32 (2,2)
Roda de reserva 32 (2,2) 32 (2,2) 32 (2,2) 35 (2,4)
Obs.: a primeira especificação é em lbf/pol2 e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm2.
Caro Cliente,
Queremos agradecer-lhe por ter preferido a marca Fiat.
Preparamos este manual para que você possa conhecer cada detalhe do Fiat Palio.
Antes de utilizar o veículo, recomendamos que leia o manual com atenção. Nele estão contidas informações, conselhos
e advertências importantes, que o ajudarão a aproveitar, por completo, as qualidades técnicas do seu veículo. Você vai
encontrar, ainda, indicações para sua segurança, para manter o bom estado do veículo e para a proteção do meio ambiente.
As instruções de manutenção e instalação de acessórios são de caráter ilustrativo, e recomendamos que sua execução
seja feita por pessoal qualificado pela Fiat Automóveis S/A.

No kit de bordo do veículo, você encontrará outras publicações, as quais, trazem informações específicas e não menos
importantes sobre outros assuntos; tais como:
sGARANTIADOVEÓCULO
sSERVI OSADICIONAISRESERVADOSAOS#LIENTES&IAT
s#ØDIGO.ACIONALDE4RÊNSITOEINSTRU ÜESDEPRIMEIROSSOCORROS
sFUNCIONAMENTODOSISTEMADESOMSEDISPONÓVEL 

Boa leitura, e boa viagem!


Este manual descreve os instrumentos, itens e acessórios que podem equipar o modelo Fiat Palio disponível na rede
de Concessionárias Fiat até a presente data. Mas atenção! Considere somente as informações inerentes ao modelo/
versão e itens de série do veículo adquirido, bem como eventuais opcionais instalados na montadora conforme sua
solicitação. Verifique a discriminação disposta na nota fiscal de venda do seu veículo.

1
BEM-VINDO A BORDO
Os veículos Fiat são automóveis de design original, idealizados em prol do prazer de dirigir em completa segurança e
respeitando ao máximo o meio ambiente. A começar pela adoção de modernos motores, passando pelos dispositivos de
segurança e a preocupação em oferecer todo o conforto possível aos ocupantes, tudo isso contribuirá para que a persona-
lidade de seu veículo seja apreciada logo no primeiro momento.

Em seguida, você vai notar também que, além das exclusivas características de estilo, existem novos processos de cons-
trução que diminuem os custos de manutenção.

Segurança, economia, inovação e respeito ao meio ambiente fazem do Fiat Palio um veículo a ser imitado.

2
OS SÍMBOLOS PARA UMA DIREÇÃO CORRETA
Os sinais indicados nesta página são muito importantes. Servem para evidenciar partes do manual onde é necessário
deter-se com mais atenção.
Como você pode ver, cada sinal é constituído por um símbolo gráfico diferente para que seja fácil e claro descobrir a
qual área pertencem os assuntos:

Segurança das pessoas Proteção do ambiente Integridade do veículo

Atenção. A falta total ou parcial de Indica o comportamento correto a Atenção. A falta total ou parcial de
respeito a estas prescrições pode pôr em manter, para que o uso do veículo não respeito a estas prescrições pode acarre-
perigo a segurança física das pessoas. cause nenhum dano ao meio ambiente. tar sérios danos ao veículo e, em certos
casos, a perda da garantia.

3
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES
Antes de arrancar, certifique-se de que o freio de estacionamento não esteja acionado e de que não existam obstáculos
que possam comprometer o movimento dos pedais, tais como tapetes ou qualquer outro objeto.
Verifique também se as luzes-piloto não estão assinalando nenhuma irregularidade.
Ajuste o banco e os espelhos retrovisores antes de movimentar o veículo.
Faça do uso do cinto de segurança um hábito. Utilize-o sempre para sua proteção.
/BSERVEOTRÊNSITOANTESDEABRIRUMAPORTAOUSAIRCOMOSEUVEÓCULODOESTACIONAMENTO
Verifique o fechamento e o travamento correto das portas e da tampa do porta-malas, antes de movimentar o veículo.
0ARASUASEGURAN A OBSERVEASCONDI ÜESDOTEMPO DOTRÊNSITOEDAESTRADA EDIRIJADEACORDOCOMELAS
Evite dirigir se não estiver em condições físicas normais.
Obstáculos, pedras ou buracos na pista podem causar danos ao veículo, comprometendo o seu funcionamento.
Evite deixar objetos soltos sobre os bancos e cobertura do porta-malas, pois em caso de desaceleração rápida do veículo,
os mesmos poderão provocar ferimentos aos ocupantes ou danos ao próprio veículo.
Em cruzamentos, seja prudente, fique atento e reduza a velocidade.
Respeite as velocidades estabelecidas pela legislação.
Lembre-se: os motoristas prudentes respeitam as leis de trânsito. Faça da prudência um hábito.
A execução das revisões é essencial para a integridade do veículo e para a continuidade do direito à Garantia. Quando
for notada qualquer anomalia, esta deve ser imediatamente reparada, sem aguardar a próxima revisão periódica.

4
SIMBOLOGIA SÍMBOLOS DE PERIGO Correias e polias
Órgãos em movimento;
Bateria não aproximar partes do
Em alguns componentes do seu Fiat, corpo ou roupas.
Líquido corrosivo.
ou perto dos mesmos, estão aplicadas
etiquetas coloridas específicas cujo
símbolo chama a atenção do usuário e
Tubulação do
indica precauções importantes que este
climatizador de ar
deve tomar, em relação ao componente Bateria
em questão. Não abrir.
Perigo de explosão.
A seguir, são citados resumidamen- Gás em alta pressão.
te todos os símbolos indicados pelas
etiquetas empregadas no seu Fiat e, ao
lado, os componentes para os quais os SÍMBOLOS DE PROIBIÇÃO
símbolos chamam a atenção. Ventilador
É também indicado o significado do Pode ligar-se automatica- Bateria
símbolo de acordo com a subdivisão mente, mesmo com o mo-
de perigo, proibição, advertência ou tor parado. Não aproximar chamas.
obrigação, à qual o próprio símbolo
pertence.
Reservatório de Bateria
expansão Manter as crianças afasta-
Não remover a tampa das.
quando o líquido de arre-
fecimento estiver quente. Anteparos de calor -
correias - polias -
ventilador
Bobina Não pôr as mãos.
Alta tensão.

5
AI
RBAG
Airbag do lado do Circuito dos freios Veículo com gasolina
passageiro Não superar o nível máxi- ecológica
Não instalar porta-bebês mo do líquido no reservató- Usar somente gasolina sem
virados para trás no banco rio. Usar somente o líquido chumbo.
dianteiro do passageiro. prescrito no capítulo “Abas-
tecimentos”.

Reservatório de expansão
SÍMBOLOS DE ADVERTÊNCIA Usar somente o líquido
Limpador do para-brisa prescrito no capítulo “Abas-
Usar somente o líquido do tecimentos”.
Catalisador tipo prescrito no capítulo
“Abastecimentos”.
Não estacionar sobre super-
fícies inflamáveis. Consultar
o capítulo “Proteção dos SÍMBOLOS DE OBRIGAÇÃO
dispositivos que reduzem
as emissões”. Motor
Usar somente o tipo de lu- Bateria
Direção hidráulica brificante prescrito no capí-
Não superar o nível máximo tulo “ABASTECIMENTOS”. Proteger os olhos.
do líquido no reservatório.
Usar somente o líquido
prescrito no capítulo “Abas-
tecimentos”. Bateria/Macaco
Consultar o manual de Uso
e Manutenção.

6
#/.(%#)-%.4/$/6%·#5,/ A

53/#/22%4/$/6%·#5,/ B

EM EMERGÊNCIA C

-!.54%.£²/$/6%·#5,/ D

#!2!#4%2·34)#!34³#.)#!3 E

·.$)#%!,&!"³4)#/ F
CONHECIMENTO DO VEÍCULO
Recomendamos ler este capítulo sentado confortavelmen- 3)34%-!$%!15%#)-%.4/6%.4),!£²/. . . .A-40
TEABORDODOSEUNOVO&IAT$ESTAMANEIRA VOCÐVAIPODER A
6%.4),!£²/. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-41
reconhecer as partes descritas no manual e verificar “in loco”
o que está lendo. !15%#)-%.4/ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-42
Em pouco tempo, você vai conhecer melhor o seu Fiat, com !2 #/.$)#)/.!$/3%$)30/.·6%, . . . . . . .A-45
os comandos e os dispositivos com os quais está equipado.
$EPOIS QUANDOLIGAROMOTOREENTRARNOTRÊNSITO FARÉMUITAS !,!6!.#!33/"/6/,!.4% . . . . . . . . . . . . .A-47
outras descobertas agradáveis. #/-!.$/3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-55
%15)0!-%.4/3).4%2./3 . . . . . . . . . . . . . . .A-57
0/24!3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-60
4%4/3/,!23%$)30/.·6%, . . . . . . . . . . . . . .A-64
3)34%-!&)!4#/$%'%2!£²/)) . . . . . . . . . . . .A-1
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0ARAINFORMA ÜESMAISDETALHADASVER h·NDICEALFABÏTICOv
A
SISTEMA FIAT CODE CHAVES - fig. 1 Com o conjunto de chaves é entre-
GUEO#/$%#!2$fig. 2 no qual é
GERAÇÃO II Com o veículo são entregues: indicado:
A fim de minimizar riscos de furtos/
$UASCHAVES A ou B- fig. 1. A-fig. 2 /CØDIGOMECÊNICODAS A
As chaves são usadas para: chaves a comunicar à Rede Assisten-
roubos, o veículo é equipado com um
- ignição; cial FIAT para pedir cópias das chaves.
sistema eletrônico de inibição do fun-
CIONAMENTODOMOTOR&IAT#/$% QUE - portas;
é ativado automaticamente tirando a ADVERTÊNCIA: aconselha-se a
- destravamento do porta-malas
chave da ignição. mantê-lo sempre consigo (não no
PORMEIODOCONTROLEREMOTOCHAVE
veículo) já que ele foi criado espe-
Cada chave possui um dispositivo B-fig. 2 
eletrônico com a função de transmitir cialmente para proporcionar mais
- travamento/destravamento das uma opção de segurança e tranqui-
um sinal em código para o sistema de portas por meio do controle remoto
ignição através de uma antena especial lidade. É importante também anotar
CHAVEB-fig. 2  os números constantes do CODE
incorporada no comutador de ignição.
O sinal enviado constitui a “palavra de CARD, para utilizá-los em caso de
CHAVE MECÂNICA um eventual extravio do cartão.
ordem”, sempre diferente, para cada
partida com a qual a central reconhe- A chave de ignição possui predispo-
ce a chave e, somente nessa condição, sição para instalação de telecomando a
permite a partida do motor. DISTÊNCIAA-fig. 1.

Aconselha-se o uso de alarmes


com telecomando incorporado
NP126

0."2
A
à chave de ignição da linha Fiat
Acessórios, que foram desenvolvi-
dos e testados para uso em seu
veículo e são oferecidos em todas as
B concessionárias Fiat.

fig. 1 fig. 2
A-1
CHAVE COM CONTROLE REMOTO Ao apertar o botão (B), Para acionar o travamento centraliza-
prestar a máxima atenção do das portas, apertar o botão ; - fig. 3.
A chave fig. 3 possui: para evitar que a saída As portas se travam, a luz interna se
- encaixe metálico (A) que pode ser do encaixe metálico possa causar apaga e os vidros se fecham. As setas
embutido na empunhadura da chave; lesões ou danos. O botão (B) deve efetuam uma sinalização luminosa
- botão (B) para a abertura do encai- ser apertado somente quando a simples.
xe metálico; chave se encontrar longe do corpo, Caso alguma porta ou tampa do
- botão (Ë) para o destravamento das particularmente dos olhos e de porta-malas esteja aberta, acionando o
portas e tampa do porta-malas; objetos que podem ser danificados telecomando para fechamento, as por-
(roupas, por exemplo). Não deixar tas não serão travadas e serão emitidos
- botão (; ) para o travamento das a chave em qualquer lugar para três sinais luminosos.
portas e tampa do porta-malas à dis- evitar que alguém, principalmente
TÊNCIAEFECHAMENTODOSVIDROS crianças, possa manejá-la e apertar
0ARADESTRAVARÌDISTÊNCIAATAMPA
- botão R para o destravamento involuntariamente os botões.
do porta-malas, pressionar o botão
exclusivamente do porta-malas.
R. O destravamento da tampa
O encaixe metálico A da chave acio- do porta-malas é sinalizado por um
na: Para introduzir o encaixe metálico
duplo sinal luminoso dos indicado-
na empunhadura da chave, manter
- o comutador de ignição; res de direção.
apertado o botão (B) e girar o encai-
- a fechadura das portas; xe no sentido indicado pela seta até
perceber o ruído de travamento.
ATENÇÃO: o funcionamento do
Após o travamento, soltar o botão
controle remoto depende de vários
(B).
fatores, como a eventual interferên-
F0S0004M

Para acionar o destravamento cia de ondas eletromagnéticas emi-


CENTRALIZADODASPORTASÌDISTÊNCIA tidas por fontes externas, o estado
apertar o botão Ë-fig. 3. As portas se de carga da bateria e a presença de
destravam, a luz interna se acende e objetos metálicos em proximidade
as setas efetuam uma dupla sinaliza- da chave do veículo. No entanto,
ção luminosa. sempre é possível efetuar a abertu-
ra manual do veículo utilizando o
encaixe metálico da chave.
fig. 3
A-2
A seguir, estão resumidas as principais funções que podem ser ativadas através da chave com controle remoto.

Destravamento à
A
Destravamento das Travamento das Fechamento dos Abertura dos vidros
Chave distância da tampa
portas e porta-malas portas e porta-malas vidros elétricos elétricos
do porta-malas

Rotação da chave em Rotação da chave em


sentido horário sentido antihorário - - -
LADODOMOTORISTA LADODOMOTORISTA
Chave com controle
remoto
Pressão prolongada
Pressão no botão ; no botão Ë DESTRA-
Pressão no botão Ë e Pressão no botão ; e
TRAVARASPORTASE
desativação do alarme ativação do alarme Pressão no botão R var as portas e abrir
subir automaticamen- automaticamente os
SEPREVISTO SEPREVISTO
TEOSVIDROS VIDROS

Lampejos dos indica-


DORESDEDIRE ÎOPARA
2 lampejos 1 lampejo 2 lampejos 1 lampejo 2 lampejos
chave com controle
REMOTO

Nota: para travamento/destravamento da porta do lado do passageiro, atuar na chave de modo inverso à des-
crição para o motorista.

A-3
SOLICITAÇÃO DE CONTROLES Substituir a bateria por outra nova de - recolocar a caixinha da bateria (D)
REMOTOS ADICIONAIS tipo equivalente, encontrada em reven- na chave e travá-la, girando o disposi-
dedores normais. tivo (C).
O receptor pode reconhecer até 8
controles remotos. Se, por qualquer
motivo, no decorrer da vida útil do veí- As baterias gastas são pre- SUBSTITUIÇÃO DA TAMPA DO
culo se tornar necessário obter um novo judiciais ao meio ambiente CONTROLE REMOTO
controle remoto, dirija-se à Rede Assis- e devem ser descartadas em
Para algumas versões é possível subs-
tencial Fiat levando consigo um docu- recipientes apropriados ou entre-
tituir a tampa do controle remoto. Para
mento de identidade e os documentos gues à Rede Assistencial Fiat.
tal, efetuar o procedimento ilustrado
de propriedade do veículo. nas figuras 5 e 6.
ADVERTÊNCIA: a frequência do Para substituir a bateria:
telecomando pode sofrer interferên- - apertar o botão A-fig. 4 e colocar

F0S0073M
cias de transmissão estranhas ao ve- o encaixe metálico (B) na posição de
ículo, tais como telefones celulares, abertura;
radioamadores, etc.
- utilizando uma chave de fenda de
PONTAFINANÎOFORNECIDA GIRARODISPO-
Nesse caso, o funcionamento do sitivo de abertura (C) e retirar a caixinha
telecomando pode ser temporaria- da bateria (D);
mente interrompido.
- substituir a bateria (E) respeitando
as polaridades indicadas; fig. 5
SUBSTITUIÇÃO DA BATERIA DA

F0S0005M

F0S0073M
CHAVE COM CONTROLE REMOTO
Quando, apertando um dos botões
da chave com controle remoto, não se
verificar a ação esperada de abertura
ou fechamento de portas, isso pode ser
uma indicação de que a bateria do con-
trole está fraca.

fig. 4 fig. 6
A-4
O FUNCIONAMENTO DO FIAT Este equipamento opera em cará- DUPLICAÇÃO DAS CHAVES
CODE ter secundário, isto é, não tem direi-
to a proteção contra interferência Quando o proprietário necessitar de
Cada vez que girar a chave de ignição chaves adicionais, deve ir a Rede As-
na posição STOP o sistema de proteção
prejudicial, mesmo de estações do
sistencial FIAT com todas as chaves. A
A
mesmo tipo, e não pode causar
ativa o bloqueio do motor. interferência a sistemas operando Rede Assistencial FIAT efetuará a me-
Girando a chave para MAR, o códi- em caráter primário. MORIZA ÎOATÏUMMÉXIMODECHA-
go é reconhecido, girando a chave para VES DETODASASCHAVES TANTOASNOVAS
AVV, o motor funcionará. A sequência numérica impressa aci- quanto as que estiverem em mãos.
Com a chave da ignição em MAR, a ma do código de barras identifica o nú- A Rede Assistencial FIAT poderá
luz-espia Y acende, indicando que o mero de homologação do immobilizer exigir os documentos de propriedade
sistema está efetuando um autodiagnós- JUNTOÌ!.!4%, do veículo.
TICOPOREXEMPLO DEVIDOAUMAQUEDA O código de barras e os algarismos Os códigos das chaves não apre-
DETENSÎO  localizados abaixo do mesmo contêm sentadas durante a nova operação de
Se a luz-espia Y permanecer acesa dados do fornecedor do equipamento. memorização são definitivamente can-
ou lampejar, com o veículo em marcha, celados da memória para garantir que
indica avaria no sistema. Etiqueta - (Immobilizer) as chaves eventualmente perdidas não
sejam mais capazes de ligar o motor.
NBC 178 BC 326
ADVERTÊNCIA: impactos
violentos podem danificar Em caso de venda do veí-
os componentes eletrônicos 0828 - 11 - 3430 0828-11-3430
culo, é indispensável que
contidos na chave. o novo proprietário receba
(01) 0789 838176 003 2 (01) 0789838176 079 7
todas as chaves.

ADVERTÊNCIA: cada Etiqueta - (Controle remoto)


chave fornecida possui um
código próprio, diferen- TRF 198

te de todos os outros, que deve


ser previamente memorizados pela
central eletrônica do sistema. 3004-09-4050

(01) 0789838176 045 2

A-5
COMUTADOR DE Em caso de violação do REGULAGENS
dispositivo da ignição por
IGNIÇÃO ex.: uma tentativa de roubo, PERSONALIZADAS
mandar verificar o funcionamento
A chave pode girar para 3 posições na Rede Assistencial Fiat.
diferentes fig. 7: BANCOS - fig. 8
- STOP: motor desligado, a chave Qualquer regulagem deve ser feita
pode ser removida. Alguns dispositivos Ao descer do veículo, tire exclusivamente com o veículo parado.
ELÏTRICOSPOREXAUTORRÉDIO TRAVAMEN- sempre a chave para evitar
TOELÏTRICODASPORTAS ETC PODEMFUN- que alguém, principalmen- Regulagem no sentido longitudinal do
cionar. te criança, possa manejá-la e ligar banco dianteiro
- MARPOSI ÎODEMARCHA4ODOSOS os comandos involuntariamente.
Levantar a alavanca A e empurrar
dispositivos elétricos podem funcionar. Lembre-se de puxar o freio de mão
o banco para a frente ou para trás. Ao
até travar no dente necessário para
- AVV: partida do motor. soltar a alavanca, verificar se o banco
imobilizar completamente o veícu-
está bem travado, tentando empurrá-lo
lo. Se o veículo estiver em declive,
para a frente e para trás. A falta deste
engate a primeira marcha, sendo
bloqueio poderia provocar o movimen-
aconselhável também virar as rodas
to do banco, fazendo-o deslocar alguns
em direção ao passeio, tomando o
milímetros para frente ou para trás.
cuidado para não tocar o pneu no
meio-fio (guias). Nunca deixe crian-
ças sozinhas no veículo.
NP002

%."2
A

fig. 7 fig. 8
A-6
Curso extra dos bancos dianteiros Regulagem do encosto do banco - posicionar o encosto em um dos en-
traseiro caixes da trava B-fig. 11 atuando nas
Para algumas versões, está previsto
alavancas laterais e empurrar o encosto,
um curso extra para o sentido longitu- A inclinação do encosto do banco
dinal nos bancos dianteiros. Está loca- traseiro pode ser regulada em duas po-
certificando do completo travamento. A
lizado no trilho na parte traseira dos sições. Para regulagem proceder como
bancos fig. 9. Para utilizá-lo retire o a seguir: Regulagem em altura do banco
batente plástico puxando-o para cima dianteiro
- destravar o encosto do banco trasei-
conforme a seta e guarde-o para evitar ro através das alavancas laterais A-fig. Em algumas versões, para regulagem
a perda. 11, na direção da seta; MECÊNICADAALTURADOBANCO ATUARNA
alavanca A-fig. 12.
Regulagem do encosto do banco
dianteiro: Não desmontar os ban-

NP204
Para reclinar completamente, ou para cos nem efetuar serviços
regular adequadamente a inclinação do de manutenção e/ou repa-
encosto, atuar na alavanca conforme a ração nos mesmos: operações rea-
seta fig. 10, de acordo com o desejado. lizadas de modo incorreto podem
Para algumas versões, a regulagem prejudicar o funcionamento dos
do encosto é efetuada conforme a seta dispositivos de segurança. Dirigir-se
do detalhe da fig. 10. sempre à Rede Assistencial Fiat.

fig. 10
NP176

NP127

NP005
A

A
B

fig. 9 fig. 11 fig. 12


A-7
APOIA-CABEÇAS Para removê-los, reclinar um pouco Não desmontar os ban-
o encosto, pressionar os botões A e B- cos nem efetuar serviços de
-fig. 13 simultaneamente e puxá-los manutenção e/ou reparação
Bancos dianteiros - fig. 13 para cima. nos mesmos. Operações realizadas
Para aumentar a segurança dos passa- de modo incorreto podem prejudicar
geiros, os apoia-cabeças são reguláveis Bancos traseiros - fig. 14 o funcionamento dos dispositivos de
em altura. segurança. Dirigir-se sempre à Rede
Para os bancos traseiros estão previs-
tos apoia-cabeças reguláveis em altura. Assistencial Fiat.
Lembre-se que os apoia- Para efetuar a regulagem, levantar
-cabeças devem ser regula- ou abaixar os apoia-cabeças através ADVERTÊNCIA: o banco deve
dos de maneira que a nuca, da pressão do botão B-fig. 14, até al- estar bem travado para evitar o
e não o pescoço, se apoie neles. CAN ARAALTURADESEJADASØÏPOSSÓVEL movimento e possíveis acidentes.
Somente nesta posição podem pro- regulá-los em 2 posições: totalmente
tegê-lo em caso de batidas. ABAIXADOSOULEVANTADOS 
Para abaixá-los, pressionar o botão ADVERTÊNCIA: o projeto de um
Para regular a altura, levantar o veículo é concebido atualmente
apoia-cabeça e colocá-lo na altura de- B-fig. 14.
para que, em casos de sinistros, os
sejada. Para removê-los, reclinar o encosto ocupantes sofram o mínimo de con-
Para abaixá-los, pressionar o botão para frente, atuando nos botões laterais sequências possíveis.
A-fig. 13. A-fig. 15, pressionar os dois botões A
e B-fig. 14 e, a seguir, puxar os apoia-
-cabeças para cima.
NP006

NP007

NP128
A

A A
B B

fig. 13 fig. 14 fig. 15


A-8
Para tanto, são concebidos VOLANTE - fig. 16 ESPELHO RETROVISOR INTERNO
na ótica de “Segurança ativa” e Para algumas versões, pode ser regu- - fig. 17
“Segurança passiva”. No caso espe- lado no sentido vertical: $ESLOCANDO A ALAVANCA A-fig. 17
cífico dos bancos, estes, quando da
1) deslocar a alavanca A-fig. 16 pa- obtém-se:
A
ocorrência de impactos que pos-
sam gerar desacelerações em níveis ra a posição 2-fig. 16; 1) posição antiofuscamento
“perigosos” aos usuários, são proje- 2) efetuar a regulagem do volante; 2) posição normal.
tados para deformarem-se e assim, 3) retornar a alavanca à posição O espelho retrovisor interno é equipa-
reduzir o nível de desaceleração 1-fig. 16 para travar o volante nova- do com um dispositivo contra acidentes
sobre os ocupantes, “preservando- mente. que o desprende em caso de choque.
-os passivamente”.
Nos veículos dotados de
Nestes casos, a deformação dos direção hidráulica, não per-
bancos deve ser considerada uma manecer com o volante em
desejada consequência do sinistro, fim de curso (seja para a direita ou
uma vez que é na deformação que esquerda) por mais de 15 segundos,
a energia do impacto é absorvida. sob pena de danificar o sistema.
Considera-se que após constatada
esta deformação, o conjunto deverá
ser substituído.

NP008

%."2
A regulagem dos apoia-
-cabeças deve ser efetuada
exclusivamente com o veí- A 2
culo parado.
1
1 A
2

fig. 16 fig. 17
A-9
ESPELHO RETROVISOR INTERNO espelho volta para o seu estado normal Por dentro do veículo, mover o bo-
ELETROCRÔMICO - fig. 18 de transparência. tão A.
#OMODISPOSITIVOLIGADO O,%$VER-
Presente em algumas versões, o es-
de B-fig. 18 permanece aceso, indican- Qualquer regulagem
pelho pode ser orientado em todas as
direções.
do esse estado. Pressionando-se o bo- deve ser efetuada somente
tão A-fig. 18 com o dispositivo ligado com o veículo parado.
O funcionamento do espelho eletro- O,%$B-fig. 18 se apaga, indicando
crômico estará ativo e só será possível que o sistema deixou de funcionar em
com a ignição ligada, condição em que modo automático. Com regulagem elétrica - fig. 20
o espelho passa a funcionar em modo A regulagem é possível somente com
Como característica adicional, o es-
automático. Nesta situação, duas foto- a chave de ignição na posição MAR.
pelho passará para a posição normal
células controlam a atividade luminosa
DIA SEMPREQUEAMARCHARÏFOREN- Para regular o espelho, basta pres-
na frente e atrás do espelho, fazendo a
gatada, garantindo a visibilidade em sionar nos quatro sentidos na lateral do
compensação entre localidades ilumi-
nadas ou escuras.
manobras. botão A, situado na porta do motorista.
Quando a fotocélula localizada na O botão A é utilizado também para
ESPELHOS RETROVISORES SELECIONAROESPELHOESQUERDOOUDIREI-
parte frontal do espelho, detecta o EXTERNOS
ofuscamento provocado pelos faróis do TO EMQUESERÉFEITAAREGULAGEM
veículo atrás do seu, ela energiza uma Com regulagem interna manual fig. Aconselha-se efetuar a regulagem
camada química do vidro, causando 19. com o veículo parado e com o freio de
o escurecimento e a absorção da luz. mão puxado.
Assim que o ofuscamento diminui, o
%."2

NP009

NP010
A
1
A
2
B A

fig. 18 fig. 19 fig. 20


A-10
As lentes dos espelhos CINTOS DE O cinto, por meio do retrator automá-
tico, adapta-se ao corpo do passageiro
retrovisores são parabólicas
e aumentam o campo de SEGURANÇA permitindo liberdade de movimentos.
visão. No entanto, diminuem o tama- Com o veículo estacionado em forte A
nho da imagem, dando a impressão aclive ou declive, o retrator pode travar-
UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE
de que o objeto refletido está mais -se: isso é normal. O mecanismo de tra-
SEGURANÇA
distante do que a realidade. vamento do retrator intervém em caso
Para colocar os cintos, pegar a lin- de qualquer puxão repentino do cinto
gueta de fixação A-fig. 21 e introduzi-la ou em caso de freadas bruscas, colisões
Se a saliência do espelho na sede B até perceber o “clique” de e curvas em alta velocidade.
criar dificuldades numa pas- travamento.
sagem estreita, dobre-o da Se durante a colocação do cinto, o REGULAGEM EM ALTURA DOS
posição 1-fig. 19 para a posição 2. mesmo se travar, deixá-lo enrolar por CINTOS DIANTEIROS
um breve trecho e retirá-lo novamente,
evitando puxões repentinos. A regulagem em altura
dos cintos de segurança
Após engatar a fivela na deve ser feita com o veícu-
sede do fecho, puxar leve- lo parado.
mente o cinto para eliminar
Regular sempre a altura dos cintos,
a folga do cadarço na região abdo-
adaptando-os à estatura das pessoas
minal.
que os usam. Esta precaução permite
melhorar sua eficácia, reduzindo subs-
F0M0696M

Para retirar o cinto, apertar o botão


(C). Acompanhar o cinto durante seu tancialmente os riscos de lesões em
enrolamento para evitar que fique tor- caso de choque.
cido. A regulagem correta é obtida quando
o cinto passa cerca da metade entre a
extremidade do ombro e do pescoço. A
Não apertar o botão (C)
sua eficiência depende diretamente da
com o veículo em movi-
correta colocação por parte do usuário.
mento.
fig. 21
A-11
A regulagem de altura é possível em Para evitar engates incorretos, que AJUSTE DO CINTO TRASEIRO CEN-
4 posições distintas. poderiam afetar a funcionalidade dos TRAL (sem retrator automático) - fig. 24
Para fazer a regulagem, apertar o bo- cintos de segurança, as linguetas dos
tão B-fig. 22 e levantar ou abaixar a cintos laterais e o fecho do cinto central Para apertar
empunhadura A-fig. 22. são incompatíveis entre si. O cinto cen- Passar o cinto pela fivela A, puxando-
tral é identificado pela palavra center -o para cima e depois puxar o cinto na
gravada no fecho. extremidade BESTAOPERA ÎOPODESER
Após a regulagem, verifi-
car sempre se o cursor está FEITACOMOCINTOJÉAFIVELADO !PØSTER
travado em uma das posi- Recordar-se de que, em apertado o cinto, deslocar a presilha
ções predispostas. Para tanto, sem caso de colisão, os passa- D até onde o curso desta permitir, de
pressionar o botão, fazer um movi- geiros dos bancos traseiros maneira a manter unidos o cinto de se-
mento para baixo para permitir o que não estiverem usando os cintos, gurança e a extremidade excedente B.
travamento do dispositivo de fixação, além de estarem infringindo as leis
caso o mesmo não tenha sido travado de trânsito e de serem expostos a A extremidade exceden-
em uma das posições estabelecidas. um grande risco, constituem um te do cinto resultante de
perigo também para os passageiros um ajuste, assim como os
dos lugares dianteiros. próprios cintos de segurança dos
CINTOS DE SEGURANÇA TRASEIROS lugares que não estiverem ocupa-
Após a operação de rebatimento dos podem, inadvertidamente, ficar
Os cintos de segurança para os luga- do banco, certifique-se de ter tra- para fora do veículo após ter fecha-
res traseiros devem ser usados conforme vado corretamente o encosto do do as portas traseiras. Aconselha-se
o esquema ilustrado na fig. 23. banco traseiro.
NP011

%."2

%."2
A B
B
A

D
C

fig. 22 fig. 23 fig. 24


A-12
a deixar afivelados todos os cintos Para garantir a máxima O cinto não deve ser
de segurança traseiros dos veículos proteção aos ocupantes do dobrado. A parte superior
sem retrator automático, mesmo veículo em caso de aciden- deve passar nos ombros e
se não estiverem em uso, e sempre te, recomenda-se manter o encosto atravessar diagonalmente o tórax. A
fazer o ajuste do cinto ao corpo do na posição mais ereta possível e o A parte inferior deve aderir à bacia
passageiro. cinto bem aderido ao tórax e à bacia. fig. 25 e não ao abdômen do pas-
sageiro. Não utilizar dispositivos
(almofadas, espumas, clipes, etc.)
Para afrouxar Colocar e ajustar sem- entre o corpo e o cinto, para qual-
Pressionar a fivela A, puxar na parte pre os cintos de segurança, quer finalidade, ou qualquer outro
C, mantendo a fivela A perpendicular tanto nos lugares dianteiros tipo de dispositivo que trave, afrou-
ao cinto. como traseiros. Viajar sem utilizar os xe ou modifique o funcionamento
cintos aumenta o risco de lesões gra- normal do cinto de segurança.
ADVERTÊNCIA: o cinto ves, ou de morte, em caso de colisão.
estará regulado correta- Se o cinto tiver sido sub-
mente quando aderir bem metido a uma forte solici-
à bacia. A sua eficiência depende A opção em reclinar o tação como, por exemplo,
diretamente da correta colocação banco limita as funções do após um acidente, o mesmo deve
por parte do usuário. cinto de segurança, poden- ser substituído completamente junto
do ocasionar o escorregamento do com as fixações, os parafusos e o pró-
usuário por baixo do cinto, com prio sistema pré-tensionador, mesmo
ADVERTÊNCIAS GERAIS PARA A riscos de estrangulamento. não apresentando danos visíveis, pois
UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE estes equipamentos podem ter perdi-

NP196
SEGURANÇA do suas propriedades de resistência.
/MOTORISTADEVERESPEITARETAMBÏM
OSOUTROSOCUPANTESDOVEÓCULO TODAS Para qualquer intervenção ou
as disposições legislativas locais com reparo, dirija-se sempre à Rede
relação à obrigação e modalidades de Assistencial Fiat.
utilização dos cintos.
Cada cinto de segurança
Colocar e ajustar sempre os cintos de deve ser utilizado somen-
segurança antes de iniciar uma viagem. te por uma pessoa. Nunca
fig. 25
A-13
transportar crianças no colo de certificar-se de que os mesmos possam TRANSPORTE DE
um passageiro utilizando um cinto deslizar livremente sem impedimentos.
de segurança para a proteção de 2) Após um acidente, substituir o CRIANÇAS EM
ambos fig. 26 e não colocar nenhum cinto usado, mesmo se aparentemen- SEGURANÇA
objeto entre a pessoa e o cinto. te não pareça danificado. Substituir o
cinto em caso de ativação do pré-ten- 4ODOSOSMENORES CUJASCARACTERÓSTI-
O uso dos cintos é necessário tam- SIONADORSEDISPONÓVEL  CASFÓSICASIDADE ALTURAEPESO OSIM-
bém para as mulheres grávidas: para peçam de utilizar os cintos de seguran-
3) Para limpar os cintos, lavá-los ça com os quais o veículo é equipado
elas e para o bebê o risco de lesões em
com água e sabão neutro, enxaguando- originalmente, deverão ser protegidos
caso de colisão é certamente menor se
-os e deixando-os secar à sombra. Não por dispositivos de retenção apropria-
estiverem usando o cinto.
usar detergentes fortes, alvejantes ou dos, seguindo rigorosamente as instru-
Obviamente as mulheres grávidas TINTURAS OUQUALQUEROUTRASUBSTÊNCIA
deverão colocar a faixa abdominal do ções do fabricante do dispositivo.
química que possa enfraquecer as fibras
cinto muito mais baixa de modo que a do cinto.
mesma passe sob o ventre fig. 27. AI
GRAVE PERIGO:
RBAG

4) Evitar que os retratores automáti-


não colocar cadei-
cos se molhem. O seu correto funcio-
COMO MANTER OS CINTOS DE rinhas para crianças
namento é garantido somente se não
SEGURANÇA SEMPRE EFICIENTES voltadas contra o sentido de marcha
sofrerem infiltrações de água.
no banco dianteiro com o airbag do
1) Utilizar sempre os cintos de se- 5) Substituir o cinto quando apresen- lado do passageiro ativado. A ativa-
gurança bem esticados, não torcidos; tar marcas de deterioração ou cortes. ção do Airbag em caso de colisão
pode produzir lesões mortais na
criança transportada.
%."2

%."2

fig. 26 fig. 27
A-14
ADVERTÊNCIA: mesmo Esta recomendação é ainda mais PRÉ-TENSIONADORES
no caso dos veículos que importante quando são transportadas
não possuam airbag para o crianças no veículo. Para tornar ainda mais eficaz a ação
passageiro, somente o banco trasei- dos cintos de segurança dianteiros, as A
ro deverá ser usado para o transpor- ADVERTÊNCIA: cada sistema de versões equipadas com Airbag estão
te de crianças. Esta posição é a mais retenção é rigorosamente para uma munidas também com pré-tensionado-
protegida em caso de choque. pessoa; não transportar nunca duas res dos cintos de segurança dianteiros.
crianças na mesma cadeirinha ao Estes dispositivos detectam, através
mesmo tempo. de um sensor, que está ocorrendo uma
O transporte de crianças no COLISÎOVIOLENTAEPUXAMOCINTO$ES-
banco dianteiro só pode se verificar te modo, garantem a perfeita aderên-
em casos previstos conforme legis- ADVERTÊNCIA: verificar sempre cia dos cintos ao corpo dos ocupantes,
lação em vigor. Nestes casos, para se os cintos não estão apoiando no antes que se inicie a ação de retenção.
veículos dotados de airbag para o pescoço da criança.
passageiro, ele deve ser obrigatoria- O travamento do cinto é reconhecí-
mente desativado, certificando-se vel pelo travamento do retrator; o cin-
da operação através da luz-espia to não se enrola mais, nem mesmo se
ADVERTÊNCIA: durante a viagem
L no quadro de instrumentos (ver não permitir que a criança desen-
acompanhado com as mãos.
parágrafo AIRB AG FRONTAIS E LATER AI s caixe os cintos.
no item AIRB AG FRONTAL DO LADO DO Para ter a máxima pro-
PA SSAGEI RO). Além disto, o banco teção da ação do pré-
do passageiro deve ser regulado na ADVERTÊNCIA: em caso de aci- -tensionador, usar o cinto
posição mais afastada, a fim de evi- dente, substituir a cadeirinha por mantendo-o bem aderido ao tórax
tar eventuais contatos da cadeirinha uma nova. e à bacia.
para crianças com o painel.

Para a melhor proteção em caso de ADVERTÊNCIA: aconselha-se


colisão, todos os ocupantes devem via- verificar na Rede Assistencial Fiat
jar sentados e protegidos pelos sistemas a disponibilidade de dispositivos de
DERETEN ÎOADEQUADOSCINTOSDESEGU- retenção para crianças da Linha Fiat
RAN A CADEIRINHAS ETC  Acessórios, especificamente desen-
volvidos para uso nos veículos Fiat.
A-15
Para que ocorra o fun- O pré-tensionador é utilizável Em hipótese alguma deve-
cionamento correto do pré- somente uma vez. Após a sua utili- -se desmontar ou intervir
-tensionador, o cinto de zação, dirija-se à Rede Assistencial nos componentes do pré-
segurança deverá estar sempre cor- Fiat para a substituição completa -tensionador. Qualquer reparação
retamente afivelado. dos dispositivos, incluindo os cintos deve ser feita por pessoal qualifica-
de segurança. do e autorizado. Procure sempre a
Os pré-tensionadores dos bancos Rede Assistencial Fiat.
dianteiros se ativam somente se os res-
pectivos cintos estiverem corretamente Intervenções que acarre-
colocados nas fivelas. tem colisões, vibrações ou LIMITADORES DE CARGA
Ocorrendo a ativação dos pré-tensio- aquecimentos localizados
(superiores a 100°C por uma dura- Os limitadores de carga estão
nadores, pode-se verificar emissão de presentes somente nos cintos com
fumaça. Esta fumaça não é prejudicial ção máxima de 6 horas) na zona
do pré-tensionador podem provocar pré-tensionador, seja mecânico ou
e não indica um princípio de incêndio. elétrico.
O pré-tensionador não necessita de danos ou a ativação do sistema. Não
nenhuma manutenção ou lubrificação. se enquadram nestas condições as Para aumentar a segurança passiva,
Qualquer intervenção de modificação vibrações induzidas pela irregulari- os retratores dos cintos de segurança
de suas características originais invalida dade das estradas ou por ultrapassa- DIANTEIROSETRASEIROSEQUIPADOSCOM
sua eficiência. Se, por eventos naturais gens acidentais de obstáculos como PRÏ TENSIONADOR POSSUEMEMSEUINTE-
EXCEPCIONAISENCHENTES MAREJADAS guias, quebra-molas, etc. Para qual- rior um limitador de carga que permite
ALAGAMENTOS ETC O DISPOSITIVO FOR quer intervenção ou reparo, dirija- dosar a força com que o sistema que
atingido por água ou barro, é obrigató- -se sempre à Rede Assistencial Fiat. age no tórax e nos ombros durante a
ria a sua substituição. ação de retenção dos cintos em caso
de colisão frontal.

A-16
PAINEL DE INSTRUMENTOS
A disponibilidade e a posição dos instrumentos e dos sinalizadores podem variar em função dos itens opcionais adqui-
ridos/disponíveis. A

NP012
1 2 3 4 5 6 7 8 9 11 10 7 12 1

30
20

RDS
AUDIO

DISP
MENU

1 2 3 4 5 6
F-TRK RND
BAND
SRC
MUTE AS

20 19 18 17 16 15 14 13
fig. 28

1)$IFUSORESDEARLATERAIS REGULÉVEISEORIENTÉVEIS 2) Alavanca de comando das luzes externas - 3)"UZINA 4) Quadro
de instrumentos e luzes-espia - 5) Alavanca de comando dos limpadores e lavadores do para-brisa e do vidro traseiro -
6)42)0#OMPUTER 7)$IFUSORESDEARCENTRAIS REGULÉVEISEORIENTÉVEIS 8)!UTORRÉDIOGAVETAPORTA OBJETOSPARAALGUMAS
VERSÜES 9) Interruptor de luzes de emergência -10)$IFUSORDEARPARAOPARA BRISA 11) Porta-objetos - 12) Airbag do lado
DOPASSAGEIROSEDISPONÓVEL PORTA OBJETOS 13) Porta-luvas - 14) Comandos de ventilação/ar-condicionado - 15) Comutador
de ignição - 16)4AMPADEACESSOÌCAIXADEFUSÓVEIS 17) Airbag do lado do motorista - 18) Alavanca para abrir o capô do
motor- 19)#OMANDOSDO-9#!2 20) Comandos
A-17
QUADRO DE INSTRUMENTOS
O quadro de instrumentos varia em função do modelo/versão adquirido e dos itens opcionais.

NP013
PALIO ATTRACTIVE 1.0/1.4/ESSENCE 1.6
A - Velocímetro.
B - Indicador de nível de combustível.
km/h

C -$ISPLAYELETRÙNICO
rpmx100

D - Indicador de temperatura do
líquido de arrefecimento do motor.
E - Conta-giros.

A B C D E
fig. 29

NP129
PALIO SPORTING 1.6
A - Velocímetro.
B - Indicador de nível de combustível.
C -$ISPLAYELETRÙNICO km/h
rpmx1000

D - Indicador de temperatura do
líquido de arrefecimento do motor.
E - Conta-giros.

A B C D E fig. 30
A-18
INSTRUMENTOS DE INDICADOR DE TEMPERATURA DO Em caso de superaqueci-
LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO DO mento, desligar o motor e
BORDO MOTOR - fig. 32 providenciar o reboque do
Em regime de funcionamento, nor-
veículo à concessionária Fiat mais A
próxima.
VELOCÍMETRO - fig. 31 malmente, o ponteiro deve estar sobre
os valores centrais da escala. Se che-
Localizado no quadro de instrumen-
tos, serve para indicar a velocidade de
gar perto da marca vermelha na escala Observação:
B-fig. 32, significa que o motor está H - do inglês hot: quente
deslocamento do veículo.
sendo muito solicitado e é necessário
Ao colocar a chave de ignição na po- reduzir a exigência de desempenho. C - do inglês cold: frio
sição MAR, o ponteiro do velocímetro e
Viajando a velocidade muito baixa
do conta-giros percorrem toda a escala Advertência: se o indicador esti-
com clima muito quente, o ponteiro
e retornam no início demonstrando fun- ver no início da escala (temperatura
pode chegar perto da marca vermelha.
cionamento normal dos instrumentos. baixa) com a luz-espia de excesso
A quilometragem parcial e total, po- de temperatura A-fig. 32 ou com a
dem ser visualizadas através do display. luz-espia U do sistema de injeção
acesa, é sinal de anomalia no sis-
tema. Neste caso, procurar a Rede
Assistencial Fiat.

Se o motor funcionar sem o líqui-


do de arrefecimento, seu veículo
NP015

NP016
poderá ser seriamente danificado.
Os reparos, nestes casos, não serão
km/h B cobertos pela Garantia.
A

fig. 31 fig. 32
A-19
CONTA-GIROS ADVERTÊNCIA: o sistema de con- INDICADOR DO NÍVEL DE
trole da injeção eletrônica inter- COMBUSTÍVEL - fig. 34
O ponteiro sobre as marcas verme- rompe o fluxo de combustível quan-
lhas A-fig. 33 indica um regime de ro- do o motor estiver com excesso de O ponteiro indica a quantidade
tações muito elevado, que pode causar rotações, com consequente perda aproximada de combustível existente
danos ao motor e, portanto, deverá ser de potência do próprio motor. no tanque.
evitado. O acendimento contínuo da luz-es-
Ao colocar a chave de ignição na po- pia de reserva A-fig. 34 indica que no
sição MAR, o ponteiro do velocímetro e Observação: tanque restam cerca de 5,5 a 7,5 litros
do conta-giros percorrem toda a escala de combustível.
e retornam no início demonstrando fun- rpm - rotações por minuto E -EMPTY TANQUEVAZIO
cionamento normal dos instrumentos.
F -FULL TANQUECHEIO

NP017
Ver observação no item
rpmx1000
“Estacionamento” no capítulo B
“Uso correto do veículo”.
A

Advertência: o acionamento
intermitente da luz-espia de reserva
indica avaria no sistema.

NP018
rpmx100

fig. 33 fig. 34
A-20
DISPLAY Informações presentes na tela NOTA: com a chave retirada, ao
Standard (padrão): abrir uma porta dianteira, o dis-
ELETRÔNICO A $ATA play se ativa, exibindo por alguns
– MY CAR B )NDICA ÎODAMODALIDADEDOCÊM-
segundos a hora e os quilômetros A
percorridos.
BIO$UALOGIC®SEPREVISTA
DISPLAY MULTIFUNCIONAL - fig. 35 C - Hora
D (ODÙMETROVISUALIZA ÎODOSQUI- BOTÕES DE COMANDO - fig. 36
O veículo é equipado de display mul-
tifuncional e apresenta ideogramas, in-
LÙMETROSPERCORRIDOS (+) - Para navegar na tela e nas cor-
formações numéricas e mensagens de E 4EMPERATURAEXTERNA respondentes opções, para cima ou pa-
texto. F - Vencimento do prazo da manu- ra aumentar o valor visualizado.
O padrão e a quantidade de caracte- tenção programada (-) - Para navegar na tela e nas corres-
res das mensagens exibidas variam de pondentes opções, para baixo ou para
acordo com o tipo do display, com a diminuir o valor visualizado.
versão do veículo e os equipamentos
opcionais que estão presentes no mes-
mo.
NP130

F0Q3294G
AUTO 5 +
MENU
ESC

( –

fig. 35 fig. 36
A-21
Menu ESC MENU PRINCIPAL Com pressões individuais das teclas
+ ou - é possível navegar no menu prin-
Pressão breve permite: O menu é composto por uma série cipal.
- entrar e sair do menu "My Car"; de funções dispostas de modo “circu-
lar” cuja seleção, realizada através dos
- confirmar o ajuste ou função sele- botões + e -, permite o acesso às diver- NOTA: com o veículo em movi-
cionada; sas operações de escolha e definição mento, por razões de segurança,
- interromper a visualização das SETUP INDICADASASEGUIR é possível ter acesso somente ao
mensagens de advertência no display, menu reduzido (função “Beep
O menu principal pode ser ativado Velocida.”) e regulagem do dimmer
quando presente. com uma pressão breve do botão ME- (luminosidade do painel). Com o
Pressão prolongada permite: NU ESC. veículo estacionado é possível ter
- sair das telas de ajuste sem memo- acesso ao menu estendido.
rizar e retornar à tela anterior ou à tela
standard.

A-22
Português
Exemplo:
Exemplo: Mês
Español Deutsch
Ano Dia

NP131
Français English A
Italiano
MENU ESC
MENU ESC L L
Pressão breve Ilum. Beep Velocida.
L Pressão breve
do botão
do botão Saída Menu 8:30 8:30 Sensor faróis
L 8:30
M M 8:30
Se previsto
M
M
Se previsto
L
Bag passageiro M
Se previsto
8:30
Sensor chuva
Se previsto
8:30
L M
L
Revisão M
8:30
Dados trip B
8:30
L M
M L
Vol. teclas
8:30 Acertar hora 6
M 8:30
L M
Vol. avisos
L
8:30
M M
Ajustar data
8:30
Idioma M M Ver rádio
L 8:30 Unid. medida 6 8:30
L
8:30
L L
fig. 37
A partir da tela standard, para ter acesso à navegação, pressionar brevemente o botão MENU ESC. Para navegar dentro
do menu, pressionar os botões + ou -.
A-23
FUNÇÕES NO DISPLAY Para definir o limite de velocidade NOTA: a definição é possível
desejado, proceder como indicado a entre 30 e 220 km/h, ou 20 e 135
seguir: mph, (ver o parágrafo “Regulagem
ILUMINAÇÃO - DIMMER (Ilum.)
- Pressionar o botão MENU ESC bre- da unidade de medida (Unid. medi-
Esta função permite a regulagem em vemente para entrar no menu principal da)” neste capítulo. A cada pressão
NÓVEISCOMACHAVEEM-!2ECOM - Pressionar o botão + ou - para na- no botão + ou - é determinado o
LUZESDEPOSI ÎOACESAS DAINTENSIDA- vegar até a função escolhida; aumento / diminuição de 5 unida-
de luminosa do quadro de instrumentos des. Ao manter pressionado o botão
SERIGRAFIA PONTEIROSEDISPLAY/BSAS - Pressionar o botão MENU ESC para + ou - se obtém o aumento / dimi-
LUZES ESPIANÎOSOFREMALTERA ÎO  entrar na função a ser configurada; nuição rápida automática. Quando
Para regular a intensidade luminosa, - Pressionar + ou - para selecionar se está próximo do valor desejado,
proceder como indicado a seguir: /NATIVADO OU/FFDESATIVADO completar a regulagem com pres-
.OCASODESELECIONAR/FFDESATIVA- sões individuais.
0RESSIONAROBOTÎO OU PARATER
acesso à função Iluminação; DO PRESSIONARMENU ESC brevemente
para memorizar e voltar à tela anterior
0RESSIONAR OU PARAREGULARONÓ- ou prolongadamente para retornar à ADVERTÊNCIA: esta função é
vel de intensidade luminosa; tela anterior sem memorizar. meramente adicional, não visa subs-
- Pressionar o botão MENU ESC bre- tituir nem exclui a responsabilidade
.OCASODESELECIONAR/NATIVADA
vemente para memorizar e retornar à pressionar MENU ESC brevemente e do motorista em manter-se atento a
tela Standard. fazer cumprir a velocidade indicada
selecionar o limite de velocidade dese-
para as rodovias transitadas.
jado através da pressão dos botões + ou
LIMITE DE VELOCIDADE -. Pressionar MENU ESC brevemente
(BEEP VELOCIDA.) para confirmar a escolha ou prolonga-
Essa função permite estabelecer o li- damente para retornar à tela anterior
mite de velocidade do veículo e avisar sem memorizar.
ao usuário quando o mesmo for ultra-
PASSADOVEROCAPÓTULOh,UZES ESPIAE
MENSAGENSv 

A-24
SENSOR CREPUSCULAR - (SENSOR SENSOR DE CHUVA DADOS TRIP B (TRIP PARCIAL)
DE FARÓIS)
%SSAFUN ÎOPERMITEREGULAREM %STAFUN ÎOPERMITEATIVAR/N OUDE-
Essa função permite regular a sensi- NÓVEIS A SENSIBILIDADE DO SENSOR DE SATIVAR/FF O4RIP"TRIPPARCIAL 0ARA
bilidade do sensor crepuscular - auto chuva. maiores informações consultar a seção
A
LAMPEMTRÐS NÓVEIS Para definir o nível de sensibilidade h4RIPCOMPUTERv
Nível 1 - Mínima sensibilidade desejado, proceder como indicado a 0ARAATIVARDESATIVAR/N/FF PROCE-
Nível 2 - Média sensibilidade seguir: der como indicado a seguir:
Nível 3 - Máxima sensibilidade - Pressionar o botão MENU ESC bre- - Pressionar o botão MENU ESC bre-
vemente para entrar no menu principal vemente para entrar no menu principal
Quanto maior a sensibilidade, menor
será a intensidade de luz externa ne- - Pressionar o botão + ou - para na- - Pressionar o botão + ou - para na-
cessária para comandar o acendimento vegar até a função escolhida; vegar até a função escolhida;
dos faróis baixos, luzes de posição e luz - Pressionar o botão MENU ESC para - Pressionar o botão MENU ESC para
de placa. entrar na função a ser configurada. O entrar na função a ser configurada;
Para ajustar o nível de sensibilidade, display exibe de modo intermitente o - Pressionar o botão + ou - para sele-
proceder como indicado a seguir: “nível” da sensibilidade definido ante- CIONAR/N ATIVADOOU/FF DESATIVADO
riormente;
- Pressionar o botão MENU ESC bre- - Pressionar brevemente o botão ME-
vemente para entrar no menu principal - Pressionar o botão + ou - para efe- NU ESC para memorizar e retornar à
tuar a regulagem; tela anterior ou prolongadamente para
- Pressionar o botão + ou - para na-
vegar até a função escolhida; - Pressionar brevemente o botão ME- retornar à tela anterior sem memorizar.
NU ESC para memorizar e retornar à - Pressionar prolongadamente para
- Pressionar o botão MENU ESC para tela anterior ou prolongadamente para
entrar na função a ser configurada; retornar à tela standard.
retornar à tela anterior sem memorizar.
- Pressionar o botão + ou - para efe- - Pressionar prolongadamente para
tuar a regulagem; retornar à tela standard.
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para memorizar e retornar à
tela anterior ou prolongadamente para
retornar à tela anterior sem memorizar.
- Pressionar prolongadamente para
retornar à tela standard.
A-25
RELÓGIO (ACERTAR HORA) - Pressionar o botão + ou - para efe- - Pressionar o botão + ou - para efe-
tuar o ajuste; tuar o ajuste;
Essa função permite o ajuste do reló-
gio através das opções: “Hora” e “For- - Pressionar o botão MENU ESC para - Pressionar brevemente o botão
mato”. confirmar o ajuste e retornar à tela an- MENU ESC, o display exibe de modo
terior; intermitente “o mês”;
Para a regulagem, proceder como
indicado a seguir: No caso de selecionar a opção “For- - Pressionar o botão + ou - para efe-
mato”: o display exibe: “12h” ou “24h”; tuar o ajuste;
- Pressionar o botão MENU ESC bre-
vemente para entrar no menu principal - Pressionar o botão + ou - para efetu- - Pressionar brevemente o botão
ar a seleção no modo “12h” ou “24h”; MENU ESC, o display exibe de modo
- Pressionar o botão + ou - para na- intermitente “o dia”;
vegar até a função escolhida; - Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para memorizar e retornar à - Pressionar o botão + ou - para efe-
- Pressionar o botão MENU ESC para tela anterior ou prolongadamente para tuar o ajuste.
entrar na função a ser configurada; retornar à tela anterior sem memorizar.
O display exibe: “Hora” ou “Forma-
to”;
- Pressionar prolongadamente para NOTA: cada pressão nos botões +
retornar à tela standard. ou - determina o aumento ou a dimi-
- Pressionar o botão + ou - para na- nuição de uma unidade. Ao manter
vegar dentre as duas opções; DATA (AJUSTAR DATA) pressionado o botão se obtém o
$EPOISDETERSELECIONADOAOP ÎO aumento / diminuição rápido auto-
que se deseja modificar, pressionar bre- Esta função permite a atualização da mático. Quando se está próximo do
vemente o botão MENU ESC; DATADIAnMÐSnANO  valor desejado, completar a regula-
No caso de selecionar a opção “Ho- Para atualizar, proceder como indi- gem com pressões individuais.
ra”: o display exibe de modo intermi- cado a seguir:
tente as “horas”; - Pressionar o botão MENU ESC bre- - Pressionar brevemente o botão ME-
vemente para entrar no menu principal NU ESC para memorizar e retornar à
- Pressionar o botão + ou - para efe- tela anterior ou prolongadamente para
tuar o ajuste; - Pressionar o botão + ou - para na- retornar à tela anterior sem memorizar.
- Ao pressionar o botão MENU ESC vegar até a função escolhida;
- Pressionar prolongadamente para
brevemente, o display exibe de modo - Pressionar o botão MENU ESC para retornar à tela standard.
intermitente os “minutos”; entrar na função a ser configurada;
O display exibe de modo intermiten-
te “o ano”;
A-26
REPETIÇÃO DAS INFORMAÇÕES - Pressionar o botão + ou - para sele-QUILÙMETROSPORLITRO v hLKMLITROS
ÁUDIO (VER RÁDIO) CIONAR/N ATIVADOOU/FF DESATIVADO ACADAQUILÙMETROS vOUhMPGMI-
- Pressionar brevemente o botão ME- LHASPORGALÎO vCONFORMEDEFINIDOA
ATENÇÃO: o display apresenta NU ESC para memorizar e retornar à UNIDADEANTERIORMENTEEMh$ISTÊNCIASv A
informações referentes ao autorrá- tela anterior ou prolongadamente para - Pressionar o botão + ou - para efe-
dio apenas se o mesmo for o modelo retornar à tela anterior sem memorizar. tuar a escolha;
original montado pela Fiat. - Pressionar prolongadamente para - Pressionar brevemente o MENU
Esta função permite visualizar no retornar à tela standard. ESC para memorizar e retornar à tela
display informações relativas ao autor- anterior ou prolongadamente para re-
rádio. UNIDADE DE MEDIDA (UNID. tornar à tela anterior sem memorizar.
MEDIDA) .OCASODESELECIONARAOP ÎOh$IS-
- Rádio: frequência ou mensagem
2$3DAESTA ÎOSELECIONADA ATIVA ÎO Esta função permite a definição das TÊNCIAv PRESSIONANDO BREVEMENTE O
da busca automática ou AutoStore; unidades de medida através das opções botão MENU ESC, o display exibe a
#$ÉUDIO #$-0NÞMERODAMÞ- PARAALGUMASVERSÜES h#ONSUMOSv DISTÊNCIAEMKMOUMI
sica; h$ISTÊNCIASvEh4EMPERATURAv - Pressionar o botão + ou - para efe-
Para definir a unidade de medida de- tuar a escolha;
#$#HANGERNÞMERODO#$ENÞ-
mero da música; sejada, proceder como indicado a seguir: - Pressionar brevemente o botão ME-
0ARAVISUALIZAR/N OUELIMINAR/FF - Pressionar o botão MENU ESC bre- NU ESC para memorizar e retornar à
as informações do autorrádio no dis- vemente para entrar no menu principal tela anterior ou prolongadamente para
retornar à tela anterior sem memorizar.
play, proceder como indicado a seguir: - Pressionar o botão + ou - para na-
vegar até a função escolhida; - Pressionar prolongadamente para
- Pressionar o botão MENU ESC bre- retornar à tela standard.
vemente para entrar no menu principal - Pressionar o botão MENU ESC para
entrar na função a ser configurada; .OCASODESELECIONARAOP ÎOh4EM-
- Pressionar o botão + ou - para na- peratura”: pressionando brevemente o
vegar até a função escolhida; 3ERÎOVISUALIZADASASOP ÜESPARA botão MENU ESC, o display exibe a
- Pressionar o botão MENU ESC para ALGUMASVERSÜES h#ONSUMOSv h$IS- TEMPERATURAEMŽ#GRAUSCENTÓGRADOS
entrar na função a ser configurada; TÊNCIASvEh4EMPERATURAv OUŽ&GRAUS&ARENHEIT 
No caso de selecionar a opção “Con- - Pressionar o botão + ou - para efe-
sumos”: pressionando brevemente o bo- tuar a escolha;
tão MENU ESC, o display exibe “km/l
A-27
- Pressionar brevemente o botão ME- SINAL ACÚSTICO DE AVARIAS/ REGULAGEM DO VOLUME DAS
NU ESC para memorizar e retornar à AVISOS (VOL. AVISOS) TECLAS (VOL. TECLAS)
tela anterior ou prolongadamente para
retornar à tela anterior sem memorizar. %STA FUN ÎO PERMITE REGULAR EM  %STA FUN ÎO PERMITE REGULAR EM 
NÓVEIS OVOLUMEDOSINALACÞSTICOQUE NÓVEIS OVOLUMEDOSINALACÞSTICOQUE
- Pressionar prolongadamente para acompanha as visualizações de avaria/ acompanha a pressão dos botões ME-
retornar à tela standard. aviso. NU ESC, + ou -.
Para definir o volume desejado, pro- Para definir o volume desejado, pro-
IDIOMA (Idioma) ceder como indicado a seguir: ceder como indicado a seguir:
As visualizações do display podem - Pressionar o botão MENU ESC bre- - Pressionar o botão MENU ESC bre-
ser representadas nas seguintes línguas: vemente para entrar no menu principal vemente para entrar no menu principal;
)TALIANO %NGLISH $EUTSCH 0ORTUGUÐS - Pressionar o botão + ou - para na- - Pressionar o botão + ou - para na-
Español, Français. vegar até a função escolhida; vegar até a função escolhida;
Para definir o idioma desejado, pro- - Pressionar o botão MENU ESC para - Pressionar o botão MENU ESC para
ceder como indicado a seguir: entrar na função a ser configurada; entrar na função a ser configurada;
- Pressionar o botão MENU ESC bre- - Pressionar o botão + ou - para efe- - Pressionar o botão + ou - para efe-
vemente para entrar no menu principal tuar a regulagem; tuar a regulagem;
- Pressionar o botão + ou - para na- - Pressionar brevemente o botão ME- - Pressionar brevemente o botão ME-
vegar até a função escolhida; NU ESC para memorizar e retornar à NU ESC para memorizar e retornar à
- Pressionar o botão MENU ESC para tela anterior ou prolongadamente para tela anterior ou prolongadamente para
entrar na função a ser configurada; retornar à tela anterior sem memorizar. retornar à tela anterior sem memorizar.
- Pressionar o botão + ou - para efe- - Pressionar prolongadamente para - Pressionar prolongadamente para
tuar a escolha do idioma; retornar à tela standard. retornar à tela standard.
- Pressionar brevemente o botão ME-
NU ESC para memorizar e retornar à
tela anterior ou prolongadamente para
retornar à tela anterior sem memorizar.
- Pressionar prolongadamente para
retornar à tela standard.

A-28
MANUTENÇÃO PROGRAMADA (REVISÃO)
Esta função permite visualizar as indicações relativas aos prazos quilométricos das revisões de manutenção.
Para consultar estas indicações proceder como indicado a seguir: A
- Pressionar o botão MENU ESC brevemente para entrar no menu principal;
- Pressionar o botão + ou - para navegar até a função escolhida;
- Pressionar brevemente o botão MENU ESC, o display exibe o prazo em km ou mi em função do que foi definido ante-
RIORMENTEVEROPARÉGRAFOh5NID-EDIDAv 

O plano de manutenção programada do veículo prevê operações de manutenção e troca do óleo do motor a cada 10.000 km ou 1 ano,
PREVALECENDOACONDI ÎOQUEPRIMEIROOCORRER!EXIBI ÎODEINFORMA ÜESRELATIVASÌSOPERA ÜESDEMANUTEN ÎOcom exceção da revisão
de carroceria OCORRERÉAUTOMATICAMENTEQUANDOACHAVEDEIGNI ÎOFORCOLOCADANAPOSI ÎOMAR, a partir dos 2.000 km faltantes para a
PRØXIMAREVISÎOOUADIASDATROCAANUALDOØLEODOMOTOR%SSASINFORMA ÜESSERÎOEXIBIDASACADAKMPARAREVISÎO OUDIASPARA
TROCADEØLEO 1UANDOAMANUTEN ÎOPROGRAMADAESTIVERPRØXIMADOVENCIMENTOPREVISTO GIRANDOACHAVEDEIGNI ÎOPARAAPOSI ÎOMAR
o display exibirá o número de quilômetros faltantes para revisão ou o número de dias para a troca anual de óleo do motor. Procure a Rede
Assistencial Fiat a qual realizará, além das operações de manutenção previstas pelo Plano de Manutenção Programada ou pelo Plano de
)NSPE ÎO!NUAL OZERAMENTORESET DOSCONTADORESDETEMPOEQUILOMETRAGEMFALTANTESPARAAPRØXIMAINTERVEN ÎO
A contagem de tempo para a exibição das mensagens de troca anual do óleo do motor começará a partir do momento em que o veículo
percorrer um mínimo de 200 quilômetros.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
O sistema de aviso de revisão não leva em consideração os períodos nos quais a bateria esteve desligada, de modo que os intervalos de manu-
tenção especificados no PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA terão prioridade, devendo ser sempre observados.
Seguir rigorosamente as recomendações para troca de óleo do motor, no capítulo D, se o veículo for utilizado, predominantemente, em con-
dições particularmente severas.
Os displays não exibem o tempo faltante para a realização das revisões de carroceria.
Para ter pleno conhecimento das condições de manutenção e garantia do veículo é indispensável a consulta aos capítulos específicos, no
presente manual.
O plano de manutenção tem a periodicidade definida em km (ver “Plano de manutenção programada” no capítulo D). Aconselha-se deixar o
sistema sempre configurado para a “Revisão” ser visualizada em km.

A-29
- Pressionar o botão + ou -, o display Para algumas versões a luz-espia õ Quando o prazo indicado para a tro-
exibe o prazo em dias para a troca de lampeja no quadro de instrumentos e, ca de óleo tiver vencido, será indicada
óleo do motor; para outras, será visualizada õ no dis- uma mensagem no display, obedecen-
DOÌPRIORIDADEDASMENSAGENSAVARIA
- Pressionar brevemente o botão ME- play.
EOUADVERTÐNCIA SEHOUVER EAPØSINI-
NU ESC para retornar à tela anterior; Quando for superado o valor de qui- cialização do quadro conforme a versão
- Pressionar o botão MENU ESC lometragem, o display standard indica de seu veículo.
prolongadamente para retornar à tela “0 Km” e o display multifuncional exibe
uma mensagem ao usuário, indicando Para algumas versões a luz-espia õ
standard.
que a revisão está vencida. lampeja no quadro de instrumentos e,
para outras, será visualizada õ no display.
Advertência para a revisão Procure a Rede Assistencial Fiat que
programada realizará, além das operações de ma- Procure a Rede Assistencial Fiat que
realizará, além das operações de ma-
A indicação ocorrerá quando a dis- nutenção previstas pelo “Plano de ma- nutenção previstas pelo “PLANO DE MA-
TÊNCIAPERCORRIDAPELOVEÓCULOESTIVER nutenção programada” ou pelo “Plano NUTENÇÃO PROGRAMADA” ou pelo “PLANO
dentro da faixa estabelecida para sua DEINSPE ÎOANUALv OZERAMENTORESET DE INSPEÇÃO ANUALv OZERAMENTORESET
visualização, ou seja, 2000 km antes dos contadores de tempo ou quilôme- dos contadores de tempo ou quilôme-
dos prazos estabelecidos no Plano de tros para a próxima troca anual do óleo tros para a próxima troca anual do óleo
Manutenção Programada até 1000 km ou manutenção programada. ou manutenção programada.
depois.
A indicação ocorrerá somente quan- Advertência para a troca anual do
do a chave de ignição for posicionada óleo do motor
em MAR a cada 200 km dentro da faixa O valor dos dias faltantes para a troca
estabelecida para a advertência. Serão de óleo será indicado no display após
visualizados no display, automatica- inicialização do mesmo, obedecendo
mente, os quilômetros faltantes para a APRIORIDADEDASMENSAGENSAVARIAE
próxima revisão ou quando forem exce- OUADVERTÐNCIASEHOUVER !INDICA ÎO
didos os mesmos até 1.000 km. Será in- permanecerá no display durante 5 se-
dicado no display, após a inicialização gundos.
do quadro e obedecendo a prioridade
DASMENSAGENSAVARIAOUADVERTÐNCIA
SEHOUVER UMAMENSAGEMAOUSUÉRIO

A-30
ATIVAÇÃO/DESATIVAÇÃO DO AIR- - No display é visualizada a mensa-
BAG LADO PASSAGEIRO FRONTAL gem de pedido confirmação;

NP132
E SIDE BAG (BAG PASSAGEIRO) - Através da pressão dos botões + Bag Passageiro
(SE PREVISTOS) - fig. 38 ou -SELECIONAR3IM PARACONFIRMAR 8:30 A
AATIVA ÎODESATIVA ÎO OU.ÎO PARA
%STAFUN ÎOPERMITEATIVAR/N DE-
RENUNCIAR  MENU ESC
SATIVAR/FF OAIRBAGDOLADODOPASSA-
geiro e o side bag. - Pressionar brevemente o botão ME- + +
NU ESC para memorizar e retornar à
- -
Para configurar, proceder como indi-
tela anterior ou prolongadamente para
cado a seguir: Bag pass.: On Bag pass.: Off
retornar à tela anterior sem memorizar.
- Pressionar o botão MENU ESC bre- 8:30 8:30
- Pressionar prolongadamente para
vemente para entrar no menu principal;
retornar à tela standard. MENU ESC
- Pressionar o botão + ou - para na- + +
vegar até a função escolhida; SAÍDA DO MENU (SAÍDA MENU) - -
- Pressionar o botão MENU ESC para
entrar na função a ser configurada; Última função que encerra o ciclo de Confirmar: Sim Confirmar: Sim
definições listados na tela menu.
$EPOISDETERVISUALIZADONODIS- 8:30 8:30
PLAYAMENSAGEM"AGPASS/FF PARA Ao pressionar brevemente o botão
DESATIVAR OUAMENSAGEM"AGPASS MENU, o display retorna à tela stan- MENU ESC
/N PARAATIVAR ATRAVÏSDAPRESSÎODOS dard.
botões + ou -, pressionar novamente o
botão MENU ESC;
Bag Passageiro Bag Passageiro
8:30 8:30

ativado desativado
8:30 8:30

fig. 38
A-31
TRIP COMPUTER /h4RIP"v QUANDOATIVADONOMENU
presente somente na tela multifuncio-
- em caso de estacionamento do veí-
culo com o motor ligado por um tempo
nal, permite a visualização das seguin- prolongado.
Generalidades tes grandezas:
/h4RIPCOMPUTERvPERMITEVISUALI- $ISTÊNCIAPERCORRIDA" Distância percorrida
zar, com a chave de ignição na posição #ONSUMOMÏDIO" )NDICAADISTÊNCIAPERCORRIDADESDEO
MAR, as grandezas relativas ao estado início da nova contagem.
6ELOCIDADEMÏDIA"
de funcionamento do veículo. Esta fun-
ção é composta de dois trip separados 4EMPODEVIAGEM"DURA ÎODA Consumo médio
DENOMINADOSh4RIP!vEh4RIP"vCAPA- CONDU ÎO 
Representa a média dos consumos
zes de monitorizar a “missão completa”
desde o início da nova contagem.
4RIP! EhMISSÎOPARCIALv4RIP" DO NOTA: o “Trip B” é uma função
VEÓCULOVIAGEM DEMODOINDEPENDEN- que pode ser excluída (ver o pará-
te um do outro. Consumo instantâneo
grafo “Dados do Trip B”). As gran-
Ambas as funções podem ser ajusta- dezas “Autonomia” e “Consumo Indica a variação, atualizada cons-
DASAZERORESET INÓCIODEUMANOVA instantâneo” não podem ser ajusta- tantemente, do consumo de combus-
MISSÎO  das a zero. tível. Em caso de estacionamento do
veículo com o motor ligado no display
/h4RIP!vPERMITEAVISUALIZA ÎODAS será visualizada a indicação “---”.
seguintes grandezas: Grandezas visualizadas
- Autonomia; Velocidade média
$ISTÊNCIAPERCORRIDA Autonomia Representa o valor médio da veloci-
- Consumo médio; )NDICAADISTÊNCIAQUEPODEAINDASER dade do veículo em função do tempo
#ONSUMOINSTANTÊNEO percorrida com o combustível presen- total transcorrido desde o início da nova
te dentro do reservatório, na hipótese contagem.
- Velocidade média; de prosseguir a marcha mantendo o
4EMPODEVIAGEMDURA ÎODECON- mesmo estilo de condução. No display Tempo de viagem
DU ÎO  será visualizada a indicação “----” ao 4EMPOTRANSCORRIDODESDEOINÓCIODA
verificar-se os seguintes eventos: nova contagem.
- valor de autonomia inferior a 50
km;

A-32
AVISO: na ausência de informa- - uma breve pressão para ter acesso AVISO: a operação de ajuste a
ções, todas as grandezas do Trip às visualizações das várias grandezas; zero efetuada na presença das visu-
computer visualizam a indicação - pressão prolongada para ajustar a alizações do “Trip A” efetua o reset
“---” no lugar do valor. Quando é ZERORESET EINICIARUMANOVACONTA- só das grandezas relativas à própria A
restabelecida a condição de nor- gem. função.
mal funcionamento, a contagem das Nova contagem
várias grandezas retoma de modo
regular, sem haver nenhum ajuste a Inicia a partir de quando é efetuado Procedimento de início viagem
zero dos valores visualizados ante- um ajuste a zero: Com a chave de ignição na posição
riormente à anomalia, nem o início - “manual” por parte do usuário, atra- MAR EFETUAR O AJUSTE A ZERO RESET
de uma nova contagem. vés da pressão do relativo botão; mantendo pressionado o botão TRIP
hAUTOMÉTICOvQUANDOAhDISTÊNCIA por mais de 2 segundos.
percorrida” atinge o valor, em função
Botão TRIP de comando - fig. 39 Saída do Trip
do display instalado de 3999,9 km ou
O botão TRIP, situado do lado da 9999,9 km ou quando o “tempo de via- 0ARASAIRDAFUN ÎO4RIP PRESSIONAR
alavanca direita, permite, com a chave GEMvATINGEOVALORDEHORAS o botão MENU ESC prolongadamente.
de ignição na posição MAR, ter acesso EMINUTOS 
à visualização das grandezas anterior-
- depois de cada desligamento e con-
mente descritas e também de ajustá-las
seguinte nova ligação da bateria.
a zero para iniciar uma nova contagem:
NP023

K u

TRIP

fig. 39
A-33
LUZES-ESPIA E Nas páginas seguintes são
AVARIA DO AIRBAG
SINALIZAÇÕES
demonstrados apenas alguns exem-
plos de situações em que pode ocor- ¬ (vermelha) (se previsto)
rer o acendimento de uma luz-espia Girando a chave da ignição na posi-
no quadro de instrumentos. ção MAR a luz-espia no quadro deve
ADVERTÊNCIAS GERAIS
acender e apagar após alguns segundos.
As sinalizações de advertência/ A luz-espia acende de modo perma-
avaria ocorrem através do acendimento
de uma luz-espia no quadro de instru- x FLUIDO DOS FREIOS
INSUFICIENTE (vermelha) nente, para algumas versões, quando o
airbag apresentar anomalias de funcio-
mentos, podendo ser acompanhada, em namento.
Girando a chave da ignição em MAR
algumas versões, por sinal sonoro e/ou
a luz-espia no quadro acende, mas deve
mensagens no display.
apagar após soltar o freio de mão. A luz- Se a luz-espia ¬ não
Estas sinalizações são sintéticas e -espia acende quando o nível do fluido acender ou se permanecer
cautelares com o objetivo de sugerir a dos freios no reservatório desce abaixo acesa com a chave na posi-
imediata ação que deve ser adotada pe- do nível mínimo. ção MAR, ou acender durante a
lo motorista, em situações que podem
marcha do veículo parar imediata-
levar o veículo a condições extremas
Se a luz-espia x acender durante mente o veículo e procurar a Rede
de uso. Esta sinalização não deve ser
a marcha, parar imediatamente e Assistencial Fiat.
considerada completa e/ou alternativa
ao especificado no presente manual de dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.
uso e manutenção, o qual recomenda-
A avaria da luz-espia ¬
x
mos sempre uma atenta e aprofunda- FREIO DE MÃO é sinalizada pelo lampejo
da leitura. Em caso de sinalização de ACIONADO (vermelha) da luz-espia F. Isto ocorre
advertência/avaria, recorrer sempre ao
somente após alguns segundos de
conteúdo descrito no presente capítulo. Acende-se ao acionar o freio de mão. acendimento fixo da luz-espia F.

Se a luz-espia x acender durante


a marcha, verificar se o freio de
mão está acionado.

A-34
DESATIVAÇÃO DO EXCESSIVA TEMPERATURA
INSUFICIENTE CARGA DA
F AIRBAG DO LADO DO
PASSAGEIRO E SIDE BAG
w BATERIA (vermelha) ç DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO DO
(amarelo âmbar) (se previsto) MOTOR (vermelha) A
A luz-espia F no quadro acende Girando a chave da ignição na posi-
quando for desativado o airbag frontal ção MAR a luz-espia no quadro acende Quando o motor estiver
do lado do passageiro e side bag, por e deve apagar logo que o motor fun- muito quente, não retire a
meio do My Car Fiat. CIONECOMOMOTOREMMARCHALENTA tampa do reservatório de
é admitido um breve atraso no desliga- expansão, pois há perigo de quei-
Com o airbag frontal do lado do pas- MENTO 3EPERMANECERACESAPROCURE maduras.
sageiro e side bag ativado, girando a imediatamente a Rede Assistencial
chave da ignição em MAR, a luz-espia Fiat.
F no quadro permanece acesa alguns Girando a chave da ignição em
segundos e em seguida se apaga. MAR, a luz-espia no quadro acende e
INSUFICIENTE PRESSÃO deve apagar após alguns segundos.
v DE ÓLEO DO MOTOR A luz-espia acende quando o motor
A luz-espia do airbag (vermelha)
frontal do passageiro e side está superaquecido.
bag F sinaliza também Girando a chave da ignição em MAR Se acender durante a marcha, parar
eventuais anomalias da luz-espia. a luz-espia no quadro acende e deve o veículo, manter o motor ligado e li-
Esta condição é sinalizada pelo lam- apagar logo que o motor funcione. geiramente acelerado para permitir a
pejo intermitente da luz-espia F. Na hipótese de uma baixa pressão de circulação do líquido de arrefecimento.
Neste caso é necessário parar ime- óleo no motor, a luz-espia permanece
diatamente o veículo e procurar a acesa no quadro de instrumentos. Se a luz-espia não se apa-
Rede Assistencial Fiat. gar em 2 a 3 minutos, ape-
Se a luz-espia v acen- sar das precauções toma-
der durante a marcha do das, desligar o motor e solicitar
veículo, desligar imediata- assistência à Rede Assistencial Fiat.
mente o motor e procurar a Rede
Assistencial Fiat.

A-35
FECHAMENTO
U
Se o motor funcionar sem o líqui- AVARIA NO SISTEMA DE
do de arrefecimento, seu veículo
poderá ser seriamente danificado. ´ INCORRETO DAS PORTAS
E/OU PORTA-MALAS
(vermelha)
CONTROLE DO MOTOR
(amarelo âmbar)
Os reparos, nestes casos, não serão Em condições normais, girando a
cobertos pela Garantia. Em algumas versões a luz-espia no chave da ignição na posição MAR a
quadro acende quando uma ou mais luz-espia acende e deve apagar quan-
ATENÇÃO: em caso de percursos PORTASINCLUINDOPORTA MALAS NÎOESTÎO do o motor funcionar. O acendimento
muito severos é recomendável manter perfeitamente fechadas. inicial indica o correto funcionamento
da luz-espia.

è
o motor funcionando e ligeiramente
acelerado por alguns minutos antes de VELOCIDADE LIMITE Se a luz-espia permanecer acesa ou
desligá-lo. ULTRAPASSADA (amarelo acender durante a marcha sinaliza um
âmbar) mal funcionamento no sistema de ali-
REGULADOR DE mentação/ignição que pode provocar

Ü
A luz-espia acende no quadro de ins-
VELOCIDADE trumentos quando o veículo ultrapassa elevadas emissões na descarga, possível
CONSTANTE - CRUISE a velocidade limite ajustada anterior- perda de desempenho, má dirigibilida-
CONTROL mente. de e consumo elevado.
(se previsto) (verde) Nestas condições pode-se prosseguir
Ao girar a chave na posição MAR a a marcha evitando solicitar grandes es-
luz-espia acende, mas deve apagar-se
depois de alguns segundos. A luz-espia < CINTO DE SEGURANÇA
(vermelha)
forços ao motor ou altas velocidades.
O uso prolongado do veículo com a
no quadro de instrumentos acende gi- luz-espia acesa fixa pode causar da-
Para algumas versões, ao posicionar nos. Procure a Rede Assistencial Fiat
rando o anel do Cruise Control na po- a chave de ignição na posição MAR, a
sição ON. o mais rápido possível.
luz-espia do cinto de segurança lam-
peja durante alguns segundos indepen- A luz-espia apaga se o mal funcio-
dentemente do cinto de segurança estar namento desaparecer, mas o sistema
afivelado ou não. memoriza a sinalização;

A-36
Se, girando a chave da A luz-espia no quadro acende e CORRETOR ELETRÔNICO
ignição na posição MAR, a
luz-espia U não acender
permanece acesa até o próximo abas-
tecimento quando, no reservatório de x DE FRENAGEM EBD
INEFICIENTE (se previsto)
ou se, durante a marcha, acender- partida a frio, o nível de gasolina for
+ O veículo está equipado
A
-se procure a Rede Assistencial Fiat. insuficiente ou estiver vazio.

>
com corretor eletrônico de
6ERITEMh$IRIGIRCOMECONOMIAE SISTEMA ANTI- FRENAGEM %"$ %LETRONIC

>
respeitando o meio ambiente - Sistema -TRAVAMENTO DAS "RAKE &ORCE $ISTRIBUTION
/"$vNOCAPÓTULO" RODAS ABS INEFICIENTE quando dispuser do sistema
(amarelo âmbar) FREIOS!"3/ACENDIMENTOSIMULTÊNEO
RESERVA DE COMBUS- (se previsto) das luzes-espia no quadro de instru-
mentos x e > com o motor funcio-
ç TÍVEL (amarelo âmbar)
(se previsto)
Girando a chave da ignição em nando, indica uma anomalia no sis-
MAR, a luz-espia no quadro acende e TEMA%"$NESTECASO COMFRENAGENS
Girando a chave para a posição deve apagar após alguns segundos. violentas, pode ocorrer um travamento
MAR, a espia acende e deve apagar-se A luz-espia acende quando o sistema precoce das rodas traseiras, com possi-
após alguns segundos. está ineficiente. Neste caso, o sistema bilidade de perda da direção. Procure
A luz-espia no quadro acende e de freio mantém inalterada a sua eficá- imediatamente a Rede Assistencial
permanece acesa até o próximo abas- cia, mas sem as potencialidades ofere- Fiat dirigindo com extrema cautela,
tecimento quando, no reservatório, CIDASPELOSISTEMA!"32ECOMENDA SE para a verificação do sistema.
restarem cerca de 5,5 a 7,5 litros de prudência de modo particular em todos
combustível. os casos de aderência não ideal. É ne-
cessário dirigir-se à Rede Assistencial
NIVEL INSUFICIENTE OU Fiat imediatamente.

K
GASOLINA
FALTA DE GASOLINA NO
RESERVATÓRIO DE
PARTIDA A FRIO (amarelo
âmbar)
Girando a chave para a posição
MAR, a espia acende e deve apagar-se
após alguns segundos.

A-37
AVARIA NO SISTEMA DE
LUZES DE POSIÇÃO E
5
FARÓIS DE NEBLINA
Y PROTEÇÃO DO VEÍCULO
- FIAT CODE (verde) (se previsto) 3 FARÓIS (verde)
(amarelo âmbar) A luz-espia no quadro acende quan-
Girando a chave da ignição na posi- A luz-espia no quadro acende quan- do são ligadas as luzes de posição.
ção MAR a luz-espia no quadro deve do são acesos os faróis de neblina.
lampejar somente uma vez e depois
apagar. Se, com a chave na posição INDICADOR DE DIREÇÃO 1 FARÓIS ALTOS (AZUL)
MAR, a luz-espia permanecer acesa,
INDICAUMAPOSSÓVELAVARIAVEROSISTE- R ESQUERDA (verde)
(intermitente)
MA&IATCODENESTECAPÓTULO  A luz-espia acende quando são liga-
A luz-espia no quadro acende quan- dos os faróis altos.
ATENÇÃO: o acendimento simul- do a alavanca de comando das luzes
TÊNEODASLUZES ESPIA U e Y indica DEDIRE ÎOSETAS ÏDESLOCADAPARABAI-
AVARIANOSISTEMA&IAT#/$% DESEMBAÇADOR DO
xo ou, juntamente com a seta direita, VIDRO TRASEIRO
AVARIA DAS LUZES
quando for acionado o interruptor das
luzes de emergência.
( (amarelo âmbar)

6
(se previsto)
EXTERNAS
(amarelo âmbar) INDICADOR DE DIREÇÃO O acendimento da luz-espia ocorre
Para algumas versões a mensagem é
visualizada no display quando for veri-
E DIREITA (verde)
(intermitente)
quando é ligado o desembaçador tra-
seiro.
ficada uma anomalia em algumas luzes A luz-espia no quadro acende quan-
externas: do a alavanca de comando das luzes de
!ANOMALIAREFERENTEAESTASLÊMPA- DIRE ÎOSETAS ÏDESLOCADAPARACIMA
das pode ser: queima de uma ou mais ou, juntamente com a seta esquerda,
LÊMPADAS QUEIMADORELATIVOFUSÓVEL quando for acionado o interruptor das
de proteção ou interrupção da ligação luzes de emergência.
elétrica.

A-38
è è
DESEMBAÇADOR DO SINALIZAÇÃO DE AVARIA POSSÍVEL PRESENÇA DE
- PARA-BRISA
(amarelo âmbar)
NO SENSOR DE CHUVA
(amarelo âmbar)
GELO NA ESTRADA
(amarelo âmbar)
(se previsto) (se previsto) A
Para algumas versões é visualizado
O acendimento da luz-espia ocorre O acendimento da luz-espia, ocorre no display quando a temperatura ex-
quando é ligado o desembaçador do quando for verificada uma anomalia no terna atinge ou desce abaixo dos 3°C
para-brisa. sensor de chuva. Procure a Rede Assis- para advertir ao motorista da possível
tencial Fiat. presença de gelo na estrada.
SINALIZAÇÃO DE Em caso de avaria no sensor de chu-

è
AVARIA NO SENSOR CRE- va, o funcionamento do limpador é ob-
PUSCULAR - AUTO LAMP tido somente se ativado manualmente.
(faróis automáticos)
(amarelo âmbar)
(se previsto)
O acendimento da luz-espia, ocorre
quando for verificada uma anomalia no
SENSORDELUMINOSIDADEEXTERNA!UTO-
LAMP 0ROCUREARede Assistencial
Fiat.
Em caso de avaria no sensor de lumi-
nosidade externa, as luzes de posição
e faróis baixos podem ser ligados ma-
nualmente.

A-39
SISTEMA DE AQUECIMENTO/VENTILAÇÃO

1 - $IFUSORESPARADESEMBA AMENTO
do para-brisa. 2
1
1

NP024
2 - $IFUSORESPARADESEMBA AMENTO
dos vidros laterais dianteiros. 3
3 - $IFUSORESCENTRAISELATERAISORIEN- 3
táveis. 3

4 - Aberturas laterais inferiores para 2


enviar ar aos pés do motorista e
do passageiro dianteiro.

3
4

fig. 40

A-40
DIFUSORES ORIENTÁVEIS E VENTILAÇÃO Posição ¶ introdução do ar externo
REGULÁVEIS - fig. 41 aberta.
Os difusores podem ser orientados Posição v introdução do ar ex-
nas posições desejadas, girando-os.
COMANDOS - fig. 42 TERNOFECHADA$EVESERUTILIZADAPRE- A
A - Seletor para ligar o ventilador. ferencialmente se trafega por regiões
A $IFUSORESCENTRAISORIENTÉVEIS poeirentas ou com muita poluição do
B $IFUSORESLATERAISORIENTÉVEIS B - Seletor para a distribuição do ar.
ARTÞNEIS ENGARRAFAMENTOS 
C $IFUSORESLATERAISFIXOS « - Fluxo de ar direcionado para o
Para ligar a ventilação, preceder co-
corpo dos passageiros; nesta po-
O fluxo de ar também pode ser in- mo a seguir:
sição, manter os difusores centrais
terrompido ou regulado fechando os e laterais completamente abertos. 1) $IFUSORESDEARCENTRAISELATERAIS
difusores orientáveis. completamente abertos.
- - Fluxo de ar direcionado para o
para-brisa. 2) Seletor para a temperatura do ar:
apontar no setor azul.
C - Cursor para ligar a função de re-

NP025
circulação, eliminando a entrada de ar 3) Seletor do ventilador: posicionar
A A
externo. na velocidade desejada.
4) Seletor para a distribuição do ar:
apontar na posição «.
˚
RDS
AUDIO

DISP
MENU

1 2 3 4 5 6
+ – F-TRK RND

5) Cursor para a recirculação de ar


BAND
SRC
MUTE
÷ ˜ AS

1
2
3
μ
w


na posição ¶, equivalente à introdu-
p
0

v
-
4

¥ ção de ar externo.
Com o cursor na posição v é ativa-

NP197
da somente a circulação do ar interno.

C ADVERTÊNCIA: a função de
km/h
AUDIO
˚
RDS

recirculação é útil principalmente


em condições de forte poluição
DISP
MENU

1 2 3 4 5 6
+ – F-TRK RND

BAND
SRC
MUTE
÷ ˜ AS

A B
B externa (engarrafamentos, trânsito
1 2
C em túnel etc.). Não é aconselhado,
no entanto, um uso muito prolonga-
-
0 3
p -

v ¥

do desta função, especialmente se


fig. 41 fig. 42 houver muitas pessoas no veículo.
A-41
AQUECIMENTO AQUECIMENTO 4) Cursor de recirculação: para ob-
ter um aquecimento mais rápido, deslo-
Para ligar o aquecimento, proceder car o cursor da recirculação de ar para a
COMANDOS - fig. 43 como a seguir: posição, v equivalente à circulação
1) Seletor para a temperatura do ar: somente do ar interno.
A - Seletor para regular a temperatura ponteiro no setor vermelho.
DOARMISTURAARQUENTEARATEMPERATU- Para se evitar a sensação de enjoo,
RAAMBIENTE  2) Seletor do ventilador: botão na fechar os difusores centrais quando for
velocidade desejada. utilizar o aquecimento.
B - Cursor para ligar a função de re-
circulação, eliminando a entrada de ar 3) Seletor para distribuição do ar:
externo. « - Fluxo de ar direcionado para o ADVERTÊNCIA: a função de
Posição ¶ introdução do ar externo corpo dos passageiros; nesta po- recirculação é útil principalmente
aberta. sição, manter os difusores centrais em condições de forte poluição
e laterais completamente abertos. externa (engarrafamentos, trânsito
Posição v introdução do ar ex-
TERNOFECHADA$EVESERUTILIZADAPRE- ¬ - Fluxo de ar direcionado para os em túnel etc.). Não é aconselhado,
pés e corpo. no entanto, um uso muito prolonga-
ferencialmente se trafega por regiões do desta função, especialmente se
poeirentas ou com muita poluição do « - Fluxo de ar direcionado para os houver muitas pessoas no veículo.
ARTÞNEIS ENGARRAFAMENTOS  pés.
C - Seletor para ligar o ventilador. ƒ - Fluxo de ar direcionado para os
pés e para-brisa. DESEMBAÇAMENTO
D - Seletor para a distribuição do ar.
- - Fluxo de ar direcionado para o Algumas versões possuem desemba-
para-brisa. çamento do vidro traseiro e do para-
NP027

-brisa.

˚
RDS
AUDIO

DISP
MENU

1 2 3 4 5 6
+ – F-TRK RND

BAND
SRC
MUTE
÷ ˜ AS

A B C D
w
2
1 3
μ ≤
p -
0 4

v ¥

fig. 43
A-42
Vidro traseiro - Ativação B-fig. 44 Automaticamente: Se os requisitos são válidos, o sistema
- Após 20 minutos de funcionamento. é ativado.
A ativação da função de desemba-
çamento do vidro traseiro tem três re- - Se a tensão da bateria cair abaixo Sempre que a função está ativada, a
quisitos: de 11,5 V, por um período mínimo de 5 LÊMPADAINDICADORANOBOTÎOÏACESA A
"OTÎODODESEMBA AMENTODOVI- segundos. Se há aumento da tensão da
dro traseiro ligado; bateria acima de 12,5 V por um período Desativação
mínimo de tempo de 15 segundos, o O sistema pode ser desativado da se-
- Se a rotação no motor for superior
sistema é reativado. guinte maneira:
a 800 rpm;
- Se a rotação do motor for menor ou Manualmente:
- Se o nível de tensão da bateria for
igual a 800 rpm. - Acionando a tecla correspondente.
superior a 12,5 volts.
4ÎOLOGOOVIDROTRASEIROESTEJADE- Automaticamente:
Se os requisitos são válidos, o sistema
sembaçado, é aconselhável desligar o
é ativado. - Após 3 minutos de funcionamento.
botão.
- Se a rotação do motor for menor ou
Desativação
Vidro dianteiro - Ativação A-fig. 44 igual a 800 rpm;
O sistema pode ser desativado da se- Se a tensão da bateria cair abaixo de
A função de desembaçamento do
guinte maneira: 11,5 volts por um período mínimo de
para-brisa tem uma duração máxima
Manualmente: de 3 minutos e este tempo é reiniciado 5 segundos. Se há aumento de tensão
- Acionando a tecla correspondente. a cada ativação do botão. No final deste da bateria acima de 12,5 volts por um
tempo a função é desativada. período mínimo de 15 segundos, o sis-
A ativação da função de desembaça- tema é reativado.
4ÎOLOGOOPARA BRISAESTEJADESEMBA-
NP160

mento do para-brisa tem três requisitos:


"OTÎODODESEMBA AMENTODOPA- çado, é aconselhável desligar o botão.
A ra-brisa ligado; O vidro traseiro térmico e o para-bri-
- Se a rotação do motor for superior sa térmico não operam simultaneamen-
5 - + te. O para-brisa térmico terá prioridade
MENU a 800 rpm;
( –
ESC
de funcionamento sobre o vidro traseiro
- Se o nível de tensão da bateria for térmico.
superior a 12,5 volts.
B
fig. 44
A-43
Funcionamento
A lógica funcional de prioridade é a seguinte:

1º acionamento 2º acionamento Desembaçamento traseiro Desembaçamento dianteiro


"OTÎODOVIDROTÏRMICO
Não ocorreu acionamento Ligado $ESLIGADO
traseiro ligado
"OTÎODOVIDROTÏRMICO "OTÎODODESEMBA ADOR
$ESLIGADO Ligado
traseiro ligado dianteiro ligado
"OTÎODOPARA BRISATÏRMICO
Não ocorreu acionamento $ESLIGADO Ligado
ligado
"OTÎODOPARA BRISATÏRMICO "OTÎODOVIDROTÏRMICO
$ESLIGADO Ligado
ligado traseiro ligado

Quando o vidro térmico traseiro está O vidro térmico traseiro somente vol- zo de 3 minutos de funcionamento do
ligado e é acionado o botão do para- tará a funcionar depois de decorrido o desembaçador dianteiro. Nesse caso, a
-brisa térmico, podem ocorrer as se- prazo de 3 minutos de funcionamento contagem de tempo de funcionamento
guintes situações: do para-brisa térmico. Nesse caso, a do vidro térmico traseiro irá considerar
1- O para-brisa térmico tem prio- contagem de tempo de funcionamento o tempo decorrido anteriormente e fun-
ridade, então funcionará a partir do DOVIDROTÏRMICOTRASEIROREINICIARÉA cionará até completar os 20 minutos.
acionamento do botão relativo por três MINUTOS
minutos. 3- Se o acionamento do botão do Nota: se ligar o aquecedor junto
2- Se o acionamento do botão do para-brisa térmico tiver ocorrido nos com o desembaçador dianteiro terá
para-brisa térmico tiver ocorrido nos 10 minutos finais de funcionamento do melhor eficiência para desembaçar.
10 primeiros minutos de funcionamen- VIDROTRASEIROTÏRMICOTOTALDEMINU-
TODOVIDROTÏRMICOTRASEIROTOTALDE TOS ESSEÞLTIMOSERÉINTERROMPIDO/
MINUTOS ESSEÞLTIMOSERÉINTERROMPIDO vidro traseiro térmico somente voltará
a funcionar depois de decorrido o pra-
A-44
AR-CONDICIONADO Posição ¶ introdução do ar externo CONDICIONAMENTO DO AR
(SE DISPONÍVEL) aberta. (RESFRIAMENTO)
Posição v introdução do ar ex- Para obter um resfriamento rápido
A
TERNOFECHADA$EVESERUTILIZADAPRE- do habitáculo em veículos equipados
O sistema utiliza fluido refrige- com ar-condicionado, operar o sistema
ferencialmente se trafega por regiões
rante R134a que, em caso de vaza- conforme indicado:
poeirentas ou com muita poluição do
mentos acidentais, não prejudica
ARTÞNEIS ENGARRAFAMENTOS  1) Seletor para a temperatura do ar
o meio ambiente. Nunca utilizar
o fluido R12, incompatível com os C - Seletor para ligar o ventilador e o A-fig. 45 totalmente posicionado à es-
componentes do próprio sistema. AR CONDICIONADO/,%$DOBOTÎOACE- querda.
so indica que o ar-condicionado está 2) Seletor do ventilador C-fig. 45
ligado. posicionado na velocidade máxima.
COMANDOS - fig. 45 D - Seletor para a distribuição do ar. 3) Seletor de distribuição do ar D-
A - Seletor para regular a temperatura « - Fluxo de ar direcionado para o -fig. 45 apontado para O; controlar
DOARMISTURAARQUENTEFRIO  corpo dos passageiros; nesta po- para que todas as saídas de ar estejam
B - Cursor para ligar a recirculação sição, manter os difusores centrais totalmente abertas.
do ar, eliminando a entrada de ar ex- e laterais completamente abertos. Com o cursor na posição v é ativa-
terno. ¬ - Fluxo de ar direcionado para os da somente a circulação do ar interno.
pés e corpo. Algumas versões estão equipadas
« - Fluxo de ar direcionado para os com filtro antipólen, instalado na caixa
pés. de ventilação/ar-condicionado, com o
ƒ - Fluxo de ar direcionado para os objetivo de filtrar o ar enviado para o
NP028

pés e para-brisa. interior do veículo.


- - Fluxo de ar direcionado para o Caso seja observado uma diminuição
AUDIO
˚
RDS
para-brisa. na vazão de ar pelos difusores, verificar
MENU

1
+
2

3
F-TRK
4
RND
5 6
DISP

ASCONDI ÜESDOFILTROSEDISPONÓVEL E
SUBSTITUÓ LOSENECESSÉRIOVERSUBSTITUI-
BAND
SRC
MUTE
÷ ˜ AS

A B C D
w
ção do filtro antipólen e carvão ativado
no Plano de Manutenção no capítulo D.
2
1 3
μ ≤
p -
0 4

v ¥

4) Ligar o ar-condicionado apertan-


fig. 45 do o seletor C-fig. 45.
A-45
5) Se possível, abrir totalmente, ou 2) Seletor para a temperatura do ar: ADVERTÊNCIA: trafegando em
pelo menos um pouco, as janelas das COMPLETAMENTEGIRADOPARAADIREITA estradas de terra ou regiões poeiren-
portas dianteiras por um breve período PARADIASFRIOSOUCOMPLETAMENTEGIRA- tas em geral, é aconselhado ativar a
AMINUTOSNOMÉXIMO PARAQUE DOPARAAESQUERDA PARADIASQUENTES recirculação do ar para prevenir a
haja uma circulação mais intensa do 3) Cursor do ventilador: posicionar infiltração de poeira, ou outro tipo
ar no habitáculo. Em seguida, fechar as na velocidade máxima. de particulas no interior do veículo.
janelas.
4) Seletor para a distribuição do ar:
apontar em -. ADVERTÊNCIA: para plena efici-
AQUECIMENTO
5) Recirculação do ar: desligada. ência na operação de desembaça-
Para as funções de aquecimento e Após o desembaçamento, usar os co- mento, mantenha a parte interna
ventilação, não ligar o condiciona- mandos para manter as perfeitas condi- dos vidros sempre limpa e desen-
dor, mas utilizar o sistema normal de ções de visibilidade. gordurada. Para limpeza dos vidros,
AQUECIMENTOEVENTILA ÎOVERCAPÓTULO use apenas detergente neutro e
ANTERIOR  água. Não utilize produtos à base
RECIRCULAÇÃO
de silicone para a limpeza de partes
DESEMBAÇAMENTO RÁPIDO Com o cursor posicionado em v, plásticas, principalmente o painel,
O ar-condicionado é muito útil pa-
é ativada somente a circulação do ar pois o silicone se evapora quan-
ra acelerar o desembaçamento, pois
interno. do exposto ao sol, condensando-se
desumidifica o ar. É suficiente regular sobre a superfície interna do vidro
os comandos para a função de desem- ADVERTÊNCIA: com a tempe- e prejudicando o desembaçamento
baçamento e ativar o condicionador, ratura externa muito alta, a recir- e a visibilidade noturna.
apertando o seletor C-fig. 45. culação acelera o resfriamento do
ar. Além disso, é particularmente
Para-brisa e vidros laterais útil em condições de forte poluição
externa (engarrafamentos, trânsito
1) Condicionador de ar ligado: sele- em túnel etc.). Não é aconselhado,
tor C-fig. 45. no entanto, um uso muito prolonga-
do desta função.

A-46
ALAVANCAS SOB O Luzes de posição - fig. 46 Faróis baixos - fig. 47
Acendem-se girando a empunhadura Acendem-se girando a empunhadura
VOLANTE da posição O à posição 6. No quadro da posição 6 à posição 2.
de instrumentos acende-se a respectiva A
ALAVANCA ESQUERDA luz-espia 3. Faróis altos - fig. 48
Em caso de necessidade, é possível Acendem-se com a empunhadura na
Reúne os comandos das luzes exter-
nas e das setas.
sinalizar a presença do veículo à noite, posição 2 e puxando a alavanca em
acendendo as luzes de posição depois direção ao volante até o final de curso
A iluminação externa funciona so- da chave retirada da ignição. ŽESTÉGIO 
mente com a chave de ignição na po-
Acendem-se girando a empunhadura No quadro acende-se a luz-espia
sição MAREXCETOFUN ÎO&OLLOWME
HOMEELUZESDEPOSI ÎO 
da alavanca esquerda para a posição 1.
6 A-fig. 46. Apagam-se puxando a alavanca em
Com a chave de ignição na posi-
Se desejar acender as luzes de posi- direção do volante novamente, até o
ção MAR e luzes de posição acesas,
ção apenas do lado direito, deslocar a FINALDECURSOŽESTÉGIO 
iluminam-se os ideogramas no quadro
alavanca de seta para cima e do lado
de instrumentos e alguns símbolos dos
esquerdo, para baixo.
comandos situados no painel de instru-
mentos.
NP029

NP030

NP031
A
km/h km/h
km/h

fig. 46 fig. 47 fig. 48


A-47
Lampejos - fig. 50 Sistema Follow me Home - fig. 50 e Se a alavanca for acionada por mais
51 de 2 segundos, o comando não reco-
São feitos puxando a alavanca em
nhece como funcionamento da função
DIRE ÎOAOVOLANTEŽESTÉGIO  Este sistema permite manter o farol
e a luz do farol é desligada.
ligado por 30 segundos até um tempo
Luzes de direção (setas) - fig. 49 máximo de 210 segundos, ou seja, 7 Uma vez ativado, durante 20 segun-
acionamentos consecutivos da alavan- dos, aparecerá no display do quadro de
$ESLOCANDOAALAVANCA instrumentos, uma indicação de que o
ca de luzes de posição, no sentido in-
para cima - ativa-se a seta direita; dicado na fig. 50, depois de desligada sistema está ativo com o tempo de du-
para baixo - ativa-se a seta esquerda. a chave de ignição. ração para o qual foi ajustado.
No quadro de instrumentos acende-se O sistema permite um tempo até 2 0ARADESATIVAROSISTEMA&OLLOW ME
com intermitência a luz-espia Ÿ ou Δ. MINUTOSPARAQUEOhFOLLOWMEvSEJA Home basta manter a alavanca de co-
As setas são desativadas automatica- acionado. Após este tempo, ligar e des- mando na posição de faróis altos, du-
mente quando o veículo volta a prosse- ligar a chave para o acionamento da rante um tempo superior a 2 segundos.
guir em linha reta. função. Uma outra maneira de se desligar este
sistema é girando a chave de ignição na
Caso queira dar um sinal de luz rapi- O acionamento da alavanca corres-
posição MAR.
damente, mova a alavanca para cima ponde o acendimento da luz-espia 3
ou para baixo, sem chegar ao final do no quadro de instrumentos.
curso. Ao soltá-la, a alavanca volta so-
zinha ao ponto de partida.
NP032

NP033

NP205
km/h km/h
Follow me 120s

fig. 49 fig. 50 fig. 51


A-48
Sensor crepuscular 2 - Sensibilidade normal. ALAVANCA ESQUERDA INFERIOR
Auto Lamp - fig. 52 3 !LTASENSIBILIDADEACENDIMENTO (se disponível)
(Sensor de luminosidade externa) automático em condições de maior in-
Em algumas versões está presente TENSIDADELUMINOSAEXTERNA  Piloto automático (Cruise Control) A
o sensor crepuscular - auto lamp que A sensibilidade do sensor das luzes é O piloto automático presente em
é constituído de um sensor com ,%$ REGULADAPELOMENU-Y#ARVERDISPLAY algumas versões, com controle eletrô-
infravermelho instalado no para-brisa, ELETRÔNICO MY CAR). nico, permite dirigir o veículo na ve-
para verificar as variações da intensi- locidade desejada sem apertar o pedal
dade luminosa externa.
O sensor das luzes não do acelerador. Isto reduz a fadiga da
O sensor das luzes é ativado girando verifica a presença de nebli- direção nos percursos de estrada, espe-
a alavanca esquerda no volante para na. Portanto, nestas con- cialmente em longas viagens, porque a
a posição A-fig. 52, deste modo dições, é necessário acender estas velocidade memorizada é mantida au-
habilita-se o acendimento automático luzes, se presentes, manualmente. tomaticamente.
das luzes de posição e dos faróis bai- O dispositivo é automaticamente
xos, ao mesmo tempo, em função da Após o acendimento automático desligado em um dos seguintes casos:
luminosidade externa. dos faróis, luzes de posição e luzes de - apertando o pedal do freio;
1 0OUCASENSIBILIDADEACENDIMEN- placa, é possível acender os faróis de
to automático em condições de menos NEBLINASEPRESENTES MANUALMENTE - apertando o pedal da embreagem;
INTENSIDADELUMINOSAEXTERNA Ao desligamento automático das lu- O dispositivo deve ser acionado so-
zes, desligam-se também os faróis de mente em 4ª ou 5ª marcha, em função
NEBLINASETIVEREMSIDOACESASANTE- DAVELOCIDADEDOVEÓCULO4RAFEGANDO
RIORMENTE  em descidas com o dispositivo aciona-
NP134

No acendimento automático seguin- do, é possível que a velocidade do veí-


A te, será necessário acender o farol de culo aumente ligeiramente em relação
neblina manualmente. à velocidade memorizada, por causa da
variação de carga do motor.
Com as luzes acesas automatica-
km/h

mente e na presença de comando de


desligamento pelo sensor, tem-se o des-
ligamento dos faróis e sucessivamente,
após cerca de 10 segundos, das luzes
fig. 52 de posição.
A-49
- Comandos - fig. 53 Um breve toque na alavanca B-fig. A extremidade da alavanca A-fig.
O piloto automático é comandado 53 PARACIMA+ PERMITEAUMENTARA 53 pode ser deixada constantemente
pela alavanca A-fig. 53. velocidade memorizada. na posição ON sem danificar o dispo-
Um breve toque na alavanca B-fig. sitivo. No entanto, recomenda-se desa-
A extremidade da alavanca A-fig. 53 tivar o dispositivo quando o mesmo não
pode assumir duas posições: 53 PARABAIXO- PERMITEDIMINUIRA
velocidade memorizada. for utilizado, girando o comutador na
OFF - nesta posição o dispositivo posição OFF para evitar memorizações
está desativado; A cada acionamento da alavanca B- acidentais de velocidade.
-fig. 53 a velocidade aumenta ou dimi-
ON - é a posição normal de fun- nui cerca de 1 km/h.
cionamento do dispositivo. Quando - Memorização da velocidade do
o dispositivo é ativado, no quadro de Ao permanecer com a alavanca po- veículo
instrumentos acende-se a luz-espia Ü. SICIONADAEM+ OU- AVELOCIDADE
Proceder como indicado a seguir:
JUNTAMENTECOMAMENSAGEMVISUALI- varia de modo contínuo. A nova velo-
ZADANODISPLAY  cidade atingida será automaticamente - girar a extremidade da alavanca A-
mantida. -fig. 53 em ON e pisando no pedal do
As posições +/- servem para memori- acelerador, levar o veículo à velocidade
zar e manter a velocidade do veículo ou Após o desligamento automático do
dispositivo, o botão C-fig. 53 permite desejada;
para aumentar ou diminuir a velocidade
memorizada. restabelecer a velocidade memorizada. - posicionar a alavanca AEM POR
ATENÇÃO: girando a chave da igni- pelo menos três segundos, depois soltá-
ção na posição STOP, ou a extremidade -lo: a velocidade do veículo é memo-
da alavanca A-fig. 53 na posição OFF, rizada e, portanto, é possível soltar o
a velocidade memorizada é cancelada pedal do acelerador.
e o sistema desligado. %MCASODENECESSIDADEPOREXEM-
NP135

PLO EMCASODEULTRAPASSAGEM ÏPOS-


sível acelerar pisando no pedal do
acelerador: ao soltar o pedal, o veículo
retornará à velocidade anteriormente
km/h

C A
B memorizada.

OFF
ON

fig. 53
A-50
- Restabelecimento da velocidade - Redução da velocidade memorizada Durante a marcha, estan-
memorizada Pode ser diminuida de dois modos: do o controle de velocida-
Se, o dispositivo foi desativado, por de ativado, não colocar a
- desativando o dispositivo e memo-
exemplo, pisando no pedal do freio ou rizando em seguida a nova velocidade
alavanca de mudanças em ponto A
da embreagem, para restabelecer a ve- morto.
atingida;
locidade memorizada, proceder como
indicado a seguir: ou
- posicionando a alavanca A-fig. 53 Aconselha-se acionar o
- acelere progressivamente até che- sistema de controle de velo-
gar a uma velocidade próxima daquela EM- ATÏOALCANCEDANOVAVELOCIDA-
de que permanecerá automaticamente cidade somente quando as
memorizada; condições do tráfego e da estrada
memorizada.
- engate a marcha selecionada no
A cada acionamento da alavanca permitam fazê-lo em plena segu-
momento da memorização da veloci-
corresponde uma diminuição da ve- rança. O sistema deverá ser ativado
DADEŠOUŠMARCHA 
locidade de cerca 1 km/h, enquanto, de preferência em estradas retas,
- pressione o botão C-fig. 53. mantendo a alavanca segurada, a velo- com asfalto em boas condições e
cidade varia de modo contínuo. havendo bom tempo. Não acionar o
- Aumentar a velocidade memorizada sistema na cidade ou em condições
de tráfego intenso.
Pode ser aumentada de dois modos: - Desativação do dispositivo
- ao pisar no acelerador e memori- Girar a extremidade da alavanca A-
zando em seguida a nova velocidade -fig. 53 em OFF ou a chave de ignição O sistema de controle de
atingida; na posição STOP. velocidade pode ser aciona-
ou O dispositivo é desativado automati- do somente em velocidades
- posicionando a alavanca A-fig. 53 camente seguintes casos: superiores a 30 km/h.
DEMODOMOMENTÊNEOEM+  - pisando no pedal do freio ou da
A cada acionamento da alavanca embreagem;
corresponde um aumento da velocida-
de de cerca 1 km/h, enquanto, manten-
do a alavanca segurada, a velocidade
varia de modo contínuo.

A-51
Em caso de funcionamen- ALAVANCA DIREITA /S TIPOS DE INTERMITÐNCIA SÎO DA
to defeituoso do sistema MAISLENTAAMAISVELOZ fig. 55.
de controle de velocidade Reúne todos os comandos para a lim-
≥ - Funcionamento contínuo e
ou inoperância do mesmo, girar a peza do para-brisa e do vidro traseiro e,
lento.
alavanca A para a posição OFF e em algumas versões, comandos TRIP do
dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. MY CAR FIAT. - Funcionamento contínuo e rá-
pido.
A alavanca pode apresentar confi-
guração diferente segundo a versão do &UN ÎOANTIPÊNICOPARAALGUMASVER-
Os valores programados veículo. sões: contínuo rápido;
no sistema deverão ser sem- Ao colocar a alavanca na posição
pre coerentes com aqueles Limpador do para-brisa - fig. 54 1-fig. 54, é acionado o limpador para
permitidos pela legislação de trânsi- Funciona somente com a chave de uma passada. Ao segurar a alavanca
to e pelo local por onde se transita. ignição na posição MAR. nessa posição o limpador funcionará
em modo contínuo. O limpador é de-
å - Limpador do para-brisa desliga- sativado após soltar a alavanca.
A velocidade do veículo do.
pode aumentar naturalmen- ≤ - Funcionamento intermitente/
te em descidas devido à AUTOMÉTICOCOMSENSORDECHUVAEM
inclinação do terreno, excedendo ALGUMASVERSÜES 
desta forma a velocidade inicial-
mente programada no equipamen-
to.

NP035

NP036
Nos veículos equipados com câm-
bio Dualogic® pode se verificar a
redução de marchas (ex. de 5ª para 1
4ª marcha), efetuada automatica-
mente pelo sistema, com o objetivo 0
de manter a velocidade memoriza-
da no piloto automático.
fig. 54 fig. 55
A-52
Lavagem inteligente do vidro dian- Limpador/lavador do vidro traseiro - LIMPADOR INTELIGENTE DO
teiro - fig. 56 fig. 57 e 58 VIDRO TRASEIRO
Puxando a alavanca para o volante é Funciona somente com a chave de Em algumas versões, existem três mo-
possível ativar com um só movimento o ignição na posição MAR. dos de funcionamento do limpador do
A
esguicho do limpador dianteiro. Comandos: vidro traseiro dependendo da posição
Em algumas versões, o limpador entra 1) Girar a empunhadura A-fig. 57 da alavanca:
em ação automaticamente se a alavan- da posição å para '; sModo 1: funcionamento com inter-
ca de comando é acionada por mais de mitência.
meio segundo. 2) Empurrando a alavanca em di-
RE ÎOAOPAINELPOSI ÎOINSTÉVEL ATI- sModo 2: funcionamento sincroni-
O limpador é desativado logo após vam-se o esguicho do lavador do vidro zado com o funcionamento dos limpa-
a liberação da alavanca, enquanto este traseiro e o limpador do vidro traseiro; dores do para-brisa - a cada dois ciclos
executa as últimas passadas. Em algu- ao soltá-la, o esguicho desliga-se e o dos limpadores do para-brisa, ocorre
mas versões uma quarta passada poderá limpador continua funcionando. um ciclo de funcionamento do limpa-
ser verificada. dor traseiro.
Agindo repetidamente e rapidamente ASSISTÊNCIA À MARCHA A RÉ sModo 3: funcionamento contínuo
PORTEMPOINFERIORAMEIOSEGUNDO NA MARCHAARÏACIONADA 
alavanca de comando, pode-se esgui- Em algumas versões o limpador
char na área do para-brisa sem ativar traseiro é automaticamente acionado
quando o dianteiro estiver ligado e for Lavagem inteligente do vidro traseiro
o limpador. - fig. 58
acionada a marcha a ré do veículo.
Em algumas versões, empurrando a
alavanca para o painel é possível ativar
NP037

NP038
com um só movimento o esguicho e o
limpador do vidro traseiro. O esguicho
A e o limpador entram em ação automa-
ticamente se a alavanca de comando é
acionada por mais de meio segundo.

fig. 56 fig. 57
A-53
A velocidade do limpador do vidro Sensor de chuva O sensor de chuva ativa-se automa-
traseiro varia de acordo com a veloci- ticamente, colocando a alavanca da
O sensor de chuva A-fig. 59, presen-
dade do limpador do para-brisa. direita na posição ≤ A-fig. 604EM
te em algumas versões, é um dispositivo
O limpador é desativado logo após um campo de regulagem que varia pro-
eletrônico, conjugado ao limpador do
a liberação da alavanca, enquanto este gressivamente desde limpador parado
para-brisa, com a função de adequar
executa as últimas passadas. Em algu- NENHUMCICLO QUANDOOPARA BRISA
automaticamente, durante o funciona-
mas versões uma quarta passada poderá está seco, até o limpador na primeira
mento intermitente, a frequência dos
ser verificada. VELOCIDADECONTÓNUAFUNCIONAMENTO
ciclos do limpador do para-brisa à in-
CONTÓNUORÉPIDO COMCHUVAINTENSA
Agindo repetidamente e rapidamente tensidade da chuva.
PORUMTEMPOINFERIORAMEIOSEGUNDO Acionando o lavador do para-brisa
Obs.: este sensor é disponível apenas
na alavanca de comando, pode-se es- com o sensor de chuva ativado é reali-
com o espelho retrovisor interno ele-
guichar na área do vidro traseiro sem zado o ciclo normal de lavagem ao tér-
trocrômico.
ativar o limpador. mino do qual, o sensor de chuva retoma
4ODASASOUTRASFUN ÜESCONTROLADAS seu normal funcionamento automático.
pela alavanca direita permanecem inal-
NP039
teradas.

NP171
NP198
A
A

fig. 58 fig. 59 fig. 60


A-54
Girando a chave na posição STOP, o Não ativar o sensor de COMANDOS
sensor de chuva é desativado e na par- chuva durante a lavagem
TIDASEGUINTECHAVENAPOSI ÎOMAR do veículo em um sistema
não se reativa mesmo se a alavanca ti- de lavagem automática. BOTÕES DE COMANDO A
ver permanecido na posição ≤ A-fig.
Funcionam somente com a chave de
60. Neste caso, para ativar o sensor de
ignição na posição MAREXCETOLUZES
chuva, é suficiente deslocar a alavanca Se for necessário limpar
DEEMERGÐNCIA 
na posição å e depois de novo em ≤ o para-brisa, verificar sem-
A-fig. 60. pre se o dispositivo está Para algumas versões quando uma
desligado. função é ligada, acende-se a luz-espia
Quando o sensor de chuva for reati-
correspondente situada no quadro de
vado deste modo, verifica-se pelo me-
O sensor de chuva reconhece e adap- instrumentos. Para desligar, basta aper-
nos um ciclo do limpador do para-brisa,
ta-se automaticamente à presença das tar novamente o botão.
mesmo estando enxuto, para sinalizar a
reativação. seguintes condições particulares que Para algumas versões, quando uma
requerem uma sensibilidade diferente FUN ÎOÏLIGADA ACENDE SEO,%$NO
O sensor de chuva está localizado de intervenção: botão correspondente.
atrás do espelho retrovisor interno, em
contato com o para-brisa, e dentro da - impurezas na superfície de controle A-fig. 61 "OTÎO COM INDICA ÎO
área coberta pelo limpador. O mesmo DEPØSITOSSALINOS SUJEIRA ETC  de função ativada no quadro de ins-
comanda uma central eletrônica que - faixas de respingos de água provo- trumentos para ligar/desligar os faróis
por sua vez controla o motor do limpa- cadas pelas palhetas gastas do limpa- auxiliares. Só funciona a partir do acio-
dor do para-brisa. dor; namento das luzes externas de posição.
DIFEREN AENTREDIAENOITEÌNOITE Os faróis auxiliares são desligados cada
A cada partida, o sensor de chuva
o olho humano é mais incomodado pe- vez que a chave de ignição for desliga-
estabiliza-se automaticamente na tem-
LASUPERFÓCIEMOLHADADOVIDRO  da. Para ligá-lo novamente é necessário
peratura de aproximadamente 40 °C
pressionar o botão A-fig. 61.
para eliminar da superfície de controle
a eventual condensação e impedir a Em caso de gelo ou barro
formação de gelo. no para-brisa, certificar-se
do desligamento do dispo-
sitivo.

A-55
B-fig. 61 "OTÎOCOMINDICA ÎODE Luzes de emergência PREDISPOSIÇÃO PARA FARÓIS
função ativada no quadro de instrumen- J-fig. 63 "OTÎOCOMINDICA ÎODE AUXILIARES (NEBLINA)
tos para ligar/desligar o desembaçador função para ligar/desligar as luzes de
DOPARA BRISASEDISPONÓVEL &UNCIONA O veículo possui predisposição para
emergência. FARØISAUXILIARESPARAALGUMASVERSÜES 
somente com o motor ligado.
Acendem-se apertando levemente o O botão de comando A-fig. 61 es-
C-fig. 61 - Comandos do My Car botão J, independente da posição da tará habilitado com seu respectivo led
D-fig. 61 - Menu ESC - My Car chave de ignição. quando for instalado o componente.
E-fig. 61 "OTÎOCOMINDICA ÎODE Com o dispositivo ligado, o símbolo Para a instalação dos faróis auxiliares,
função ativada no quadro de instrumen- sobre o interruptor J e o indicador y, recomendamos dirigir-se à Rede Assis-
tos para ligar/desligar o desembaçador no quadro de instrumentos, iluminam- tencial Fiat.
do vidro traseiro. Funciona somente -se de modo intermitente.
com o motor ligado. Para desligar, apertar novamente o
F-fig. 62 - Seletor de temperatura do botão J.
ARSEDISPONÓVEL
G-fig. 62 - Cursor para ligar a função A luz de emergência só
de recirculação do ar deve ser acionada com o
H-fig. 62 - Seletor para ligar/desligar veículo parado; nunca em
AR CONDICIONADOSEDISPONÓVEL movimento.
I-fig. 62 - Seletor para distribuição
do ar
NP136

NP091

NP042
J
A B C D
˚
RDS
AUDIO

5 - + MENU

1
+
2

3
F-TRK
4
RND
5 6
DISP

MENU SRC
MUTE
÷ ˜ AS
BAND


ESC
F G H I ˚

( AUDIO
RDS

DISP
MENU
w
2
1 3 1 2 3 4 5 6
μ ≤ + – F-TRK RND
p -
0 BAND
4 SRC
MUTE
÷ ˜ AS

E C v

¥

fig. 61 fig. 62 fig. 63


A-56
EQUIPAMENTOS CONJUNTO DA LUZ INTERNA portas, através do acionamento do te-
LECOMANDOAOABRIRAPORTAUTILIZANDO
INTERNOS O conjunto da luz interna possui 3 a chave diretamente na fechadura da
situações distintas, de acordo com a
posição do interruptor fig. 65:
PORTA ALÊMPADANÎOACENDERÉ  A
PORTA-LUVAS Quando se destrava uma das portas
Posição 1: permanentemente desli- laterais através do telecomando, a luz
Para abrir, puxar o pegador A-fig. 64. gada; interna acende-se por aproximadamen-
Posição neutra na lente: acende-se, te 10 segundos.
Nunca trafegue com a tampa do para algumas versões, somente com as !OABRIRAPORTATENDOSIDODESTRAVA-
porta-luvas aberta. portas abertas; da pela chave na fechadura ou através
Posição 2: permanentemente ligada. DOTELECOMANDO ALÊMPADASEAPAGARÉ
Interruptor 3-fig. 65: para selecionar após 3 minutos. Se durante a abertura
Em algumas versões o porta-luvas o lado de acendimento da luz interna. de uma porta, abre-se a outra, come-
é dotado de iluminação interna, que ça novamente a contagem do tempo.
funciona quando é feita a abertura Temporização da luz interna Se a porta está aberta por mais de três
da tampa. MINUTOS ALÊMPADADALUZINTERNAÏ
Em algumas versões, para proporcio- desligada até a próxima reabertura de
Para algumas versões, está disponível nar mais agilidade na entrada no veícu- uma das portas.
um porta-luvas superior B-fig. 64. Para lo, em especial em lugares pouco ilu-
MINADOS ACENDE SEALÊMPADADALUZ Se durante os três minutos for fechada
abri-lo, pressione em C-fig. 64. as portas é ativado uma segunda conta-
interna quando é destravada uma das
gem de tempo de 10 segundos.
O acendimento da luz interna é co-
NP254

NP137
A B 2 mandado por um tempo de 10 segun-
dos após a retirada da chave de ignição.
Esta função é habilitada se a chave for
retirada do comutador até 3 minutos
após ter sido desligada.
C Quando as portas são travadas por
1 2
1 3 meio de telecomando ou fechamento
das portas dianteiras, a luz interna se
fig. 64 fig. 65 apaga.
A-57
Interruptor “ON” - Somente podem ser conectados O plugue do acessório
ACESSØRIOSCOMPOTÐNCIAATÏ7ATTS deve se ajustar perfeita-
A lógica de acendimento da luz in-
terna dianteira segue o fechamento/ - Para prevenir danos, o corpo do mente à medida da toma-
abertura da porta sem temporização, plugue do acessório deve ser largo o da de corrente visando evitar mau
ou seja: suficiente para servir como guia de contato ou superaquecimento com
centralização, quando este estiver inse- risco de incêndio.
Abertura da porta - acendimento da
rido na tomada de corrente.
LÊMPADA FECHAMENTODAÞLTIMAPORTA
- luz desligada. Em caso de utilização
ADVERTÊNCIAS
Antes de descer do veículo, certifi- da tomada de corrente
que-se que os interruptores estejam como acendedor de cigar-
na posição central. Se o interruptor for Se houver dúvidas com relação à ros (adquirido como acessório),
esquecido na posição sempre acesa, a conformidade do plugue do aces- recomenda-se cautela no manuseio
LÊMPADASEAPAGARÉAUTOMATICAMENTE sório a ser utilizado, recomenda- deste último para prevenir queima-
depois de 15 minutos aproximadamen- -se verificar com o fabricante se duras causadas pelo calor gerado
te desde o desligamento do motor. o mesmo atende às especificações pelo dispositivo.
vigentes.
TOMADA DE CORRENTE - fig. 66
Recomenda-se verificar na Rede
Algumas versões dispõem de tomada Assistencial Fiat a disponibilidade
de corrente para alimentação de aces- de acessórios genuínos e homologa-
SØRIOSELÏTRICOSCARREGADORDECELULAR dos para uso nos modelos Fiat.
aspirador de pó, acendedor de cigarros,
ETC 

NP045
$EVIDOÌGRANDEVARIEDADEDEACES-
MAX
180W

sórios elétricos que podem ser co-


nectados a esta tomada de corrente, 135

recomenda-se especial cuidado na 24 R

utilização dos mesmos, observando se


atendem as especificações abaixo:

fig. 66
A-58
ADVERTÊNCIA: verificar PORTA-COPOS PORTA-OBJETOS
sempre se o acendedor está
desligado após o uso. No console central existem três se- Os porta-objetos estão localizados:
des para colocar, com o veículo para-
do, copos ou latinhas, sendo duas na
- na parte superior central do painel A
fig. 70;
O acendedor de cigar- parte da frente e uma na parte traseira
ros alcança temperaturas fig. 67 e fig. 68.
elevadas. Manejá-lo com
cautela e evitar que crianças o utili- PORTA-ÓCULOS - fig. 69
zem, pois há perigo de incêndio ou Para algumas versões está previsto
queimaduras. um porta-óculos localizado acima da
porta do motorista.

%."2
fig. 69
NP047

NP051
NP048
M 0W
18
AX

fig. 67 fig. 68 fig. 70


A-59
- painéis de portas fig. 71; PARA-SÓIS - fig. 73 e 74 PORTAS
- para algumas versões, uma bolsa Estão situados ao lado do espelho re-
porta-objetos na parte posterior do en- trovisor interno, podendo ser orientados
costo dos bancos dianteiros fig. 72. PORTAS LATERAIS
para a frente ou para o lado.
Para algumas versões, atrás do para-
Abertura manual por fora - fig. 75
-sol do lado do motorista, está previs-
to um bolso para documentos e um Girar a chave para a posição 2 e pu-
espelho, enquanto que no do lado do xar a maçaneta de abertura.
passageiro está previsto um espelho de
cortesia fig. 73. Travamento manual por fora
Girar a chave para a posição 1.

NP052
NP097
Para abertura ou fechamento da porta
do passageiro, agir de modo inverso.

fig. 71 fig. 73

NP161
NP094
NP085

fig. 72 fig. 74 fig. 75


A-60
Abertura/travamento manual por O dispositivo fica ativado mesmo se Por dentro
dentro das portas dianteiras as portas forem destravadas com co-
#OMASPORTASFECHADAS APERTARPARA
mando elétrico.
Abertura: puxar a maçaneta de aber- TRAVAR OUPUXARPARADESTRAVAR UMA
tura A-fig. 76. das maçanetas de abertura das portas A
Utilizar sempre este dis-
4RAVAMENTOFECHARAPORTAEAPERTAR positivo quando for trans- dianteiras.
a maçaneta. portar crianças.
Se uma porta estiver mal fechada, ADVERTÊNCIA: se uma das
acende-se a luz-espia ´ no quadro de TRAVAMENTO ELÉTRICO portas dianteiras não estiver bem
INSTRUMENTOSSOMENTEALGUMASVERSÜES E Por fora fechada ou houver um defeito no
não é possível efetuar o fechamento cen- sistema, o travamento centralizado
Com as portas fechadas, inserir e girar não é ativado.
tralizado empurrando a alavanca interna.
a chave na fechadura de uma das portas
dianteiras para a posição 1-fig. 75. Se foi resolvida a causa do proble-
Dispositivo de segurança para
crianças Com o controle remoto, pressionar ma, o dispositivo volta a funcionar
o botão Á para travar as portas. O fe- normalmente.
Impede a abertura das portas traseiras chamento imperfeito de uma das portas
pelo lado de dentro. É ativado inserindo IMPEDEOTRAVAMENTOSIMULTÊNEO Nota: para algumas versões está
a ponta da chave de ignição na ranhura disponível a função de travamento
A-fig. 77 e girando-a. Para algumas versões, os vidros são
automático das portas ao ultrapas-
levantados automaticamente quando é
Posição 1 - dispositivo desativado. sar a velocidade de 20 km/h.
acionado o fechamento centralizado
Posição 2 - dispositivo ativado. através do telecomando.
DESTRAVAMENTO ELÉTRICO
NP096

%."2
Por fora
Com as portas fechadas, inserir e girar
A a chave na fechadura de uma das portas
dianteiras para a posição 2-fig. 75.
1 2
Com o comando centralizado, quan-
A do a chave é girada, as portas se destra-
vam simultaneamente.
fig. 76 fig. 77
A-61
Com o controle remoto, pressionar o Pressionar as teclas para abaixar os Fechamento do vidro elétrico após
botão Ë para destravar as portas e, em vidros. Puxá-las para levantá-los. desligar a ignição
algumas versões, pressionar prolonga- Em algumas versões, é necessário Após desligar a ignição, o sistema de
damente para abrir os vidros automa- APENASUMTOQUEMAISLONGOFUN ÎO vidros elétricos continuará a funcionar
ticamente. one touch PARALEVANTAROUABAIXAROS por mais 60 segundos, aproximada-
vidros. mente, para que os vidros possam ser
LEVANTADORES DOS VIDROS DAS Para interromper o fechamento do fechados, desde que, as portas não se-
PORTAS vidro, basta um toque breve no inter- jam abertas.
RUPTORFUN ÎOone touch  Após este tempo, caso não tenha fe-
Levantadores elétricos dos vidros chado os vidros, colocar a chave em
dianteiros - fig. 78 e 79 LEVANTADORES ELÉTRICOS DOS MAR para que possa fazê-lo.
No apoia-braço da porta do lado do VIDROS COM FUNÇÃO
motorista há duas teclas que coman- ANTIESMAGAMENTO
dam, com a chave de ignição em MAR: Em algumas versões, o mecanismo de
A - vidro esquerdo. acionamento dos vidros das portas é do-
B - vidro direito. tado de sistema de segurança que blo-
No apoia-braço da porta do lado do queia o movimento de subida do vidro.
passageiro há uma tecla para o coman- Caso se interponha algum obstáculo em
do do respectivo vidro. seu curso, o vidro o pressionará por al-
guns instantes e, em seguida, inverterá
o movimento.
NP092

NP055
A
A

fig. 78 fig. 79
A-62
Levantadores elétricos dos vidros tra- Antes de acionar o inter- para todos os vidros com comando elé-
seiros - fig. 80 ruptor do mecanismo levan- trico.
No apoia-braço de cada porta traseira tador do vidro, verifique se
existe uma tecla para o acionamento do não há alguém com o braço de fora, Levantadores manuais dos vidros A
respectivo vidro. A tecla deve ser pres- especialmente se forem transporta- Girar a manivela da respectiva porta
sionada para abaixar o vidro, e levan- das crianças. para abaixar ou levantar o vidro A-fig.
tada para fechá-lo. 81.
Algumas versões podem apresentar Recalibração dos limites superiores e
inferiores dos vidros elétricos
comandos dos levantadores elétricos O uso impróprio dos
dos vidros traseiros no apoia-braço do Em alguns casos, os vidros podem levantadores elétricos dos
lado do motorista fig. 80. perder a referência para o fechamento vidros pode ser perigoso.
A - Levantador do vidro dianteiro es- elétrico, causando fechamento incorre- Antes e durante o acionamento,
querdo. to; os casos são: verificar sempre se os passagei-
- Substituição de uma das portas; ros não estão expostos ao risco
B - Levantador do vidro traseiro es-
$ESLIGAMENTODOSCABOSDABATERIA de lesões provocadas tanto direta
querdo.
ou indiretamente pelos vidros em
C 4RAVAPARABLOQUEARDESBLOQUEAR - Substituição do fusível de proteção movimento, como por objetos pes-
o funcionamento dos vidros traseiros do sistema de levantamento dos vidros soais arrastados ou jogados pelos
QUANDOOSVIDROSTRASEIROSESTÎOBLO- elétricos; mesmos.
queados, a iluminação das teclas de - Número de acionamentos sucessi-
comando dos mesmos se apagam. VOSMAISDE SEMALCAN AROSLIMI-
tes superiores/inferiores. Neste caso, as
NP054

%."2
referências podem retornar automatica-
mente depois de alguns minutos.
Para reabilitar os vidros elétricos, agir
como a seguir:
B A - Levantar todo o vidro e pressionar
novamente o comando para subir por
aproximadamente 30 segundos, fazer o A
C mesmo procedimento individualmente,
fig. 80 fig. 81
A-63
Ao sair do veículo, retire TETO SOLAR Abertura
sempre a chave da ignição (SE DISPONÍVEL)
para evitar que os levan- Pressionar o botão B-fig. 83 e mantê-
tadores elétricos dos vidros, acio- -lo pressionado, o painel de vidro do
O teto solar de vidro amplo é com-
nados inadvertidamente, constitu- teto solar ficará na posição “spoiler”.
posto por um painel de vidro com uma
am perigo para quem permanece Pressionar novamente o botão B-fig.
cortina de proteção contra o sol, de
a bordo. 83 e, agindo no comando por mais de
deslocamento manual. A cortina pode
meio segundo, se inicia o movimento
ser utilizada nas posições “totalmen-
do vidro do teto, que prossegue auto-
TEFECHADAvEhTOTALMENTEABERTAvNÎO
Ao instalar no veículo sis- maticamente até o fim de curso. O vidro
EXISTEMPOSI ÜESFIXASINTERMEDIÉRIAS 
temas de alarme eletrônico do teto pode ser bloqueado numa po-
Para abrir a cortina: pressionar o bo- sição intermediária agindo novamente
com fechamento automá- tão A-fig. 82, deslocar até a posição
tico dos vidros lembrar do peri- no botão.
“totalmente aberta”. Para fechar, exe-
go adicional que esses dispositivos cutar o procedimento inverso.
podem oferecer para os passageiros Fechamento
que permanecem a bordo, sobretu- O funcionamento do teto solar ape- A partir da posição de abertura com-
do quando não estiver disponível a nas ocorre com a chave de ignição na pleta, pressionar o botão A-fig. 83 e,
função antiesmagamento. posição MAR. Os comandos A e B-fig. atuando no botão por mais de meio se-
83 próximos da luz interna dianteira gundo, o vidro dianteiro do teto ficará
comandam as funções de abertura/fe- automaticamente na posição “spoiler”.
Instalações de acessórios, chamento do teto solar. Pressionar novamente o botão A-fig. 83
quando feitas de maneira
inadequada, podem afetar

NS098

F0m0087M
a integridade do sistema elétrico do
veículo ocasionando graves danos. %
Recomenda-se verificar na Rede
Assistencial Fiat a disponibilidade
de acessórios projetados especifica-
$
mente para uso no veículo.
A

fig. 82 fig. 83
A-64
e mantê-lo pressionado até o fecha- - pressionar novamente o botão após 1 - remover a tampa de proteção
mento completo do teto solar. Se parar 2 segundos e mantê-lo pressionado até A-fig. 84 localizada na região central
de pressioná-lo antes de completar o que o teto faça um ciclo de abertura e do revestimento interno.
fechamento do teto, o painel de vidro fechamento completo;
2 - utilizar a chave sextavada B-fig. A
do teto solar se posiciona na posição - soltar o botão de acionamento para 85 FORNECIDACOMOVEÓCULONOKITDE
“spoiler”. terminar o processo de reinicialização BORDO INTRODUZINDO ANASEDESEXTAVADA
do teto. e girar:
Dispositivo de segurança
- em sentido horário para fechar o
O teto solar é dotado de um siste- NOTA: caso o botão não seja teto solar;
ma de segurança capaz de reconhecer acionado nos 2 segundos previstos,
a eventual presença de um obstáculo - em sentido anti-horário para abrir o
começar o procedimento desde o teto solar.
durante o movimento de fechamento início.
do vidro; ao encontrar um obstáculo, o
sistema interrompe e inverte imediata- Não abrir o teto solar na
mente o percurso do vidro. MANOBRA DE EMERGÊNCIA presença de geada para não
danificá-lo.
Em caso de inconveniente de fun-
PROCEDIMENTO DE cionamento no dispositivo elétrico de
INICIALIZAÇÃO comando, ou em caso de manutenção,
Após um eventual desligamento da o teto solar poderá ser manobrado ma-
bateria ou interrupção do fusível de pro- nualmente procedendo como a seguir:
teção, pode ser necessário reinicializar
o funcionamento do teto solar.

NS096

NS097
Proceder como indicado a seguir:
- pressionar o botão A-fig. 83 para
fazer com que o teto, a impulsos, se
feche totalmente; A

- pressionar o botão novamente e B


mantê-lo pressionado até que sejam
OUVIDOSDOISRUÓDOShCLACv 
- soltar o botão de acionamento;
fig. 84 fig. 85
A-65
Limpar periodicamente e/ posição. Isto pode causar a quebra do PORTA-MALAS
ou de acordo com a neces- mecanismo do teto solar.
sidade, os mecanismos de
movimentação do teto solar. Colocar ABERTURA/FECHAMENTO DA
Ao sair do veículo, remo-
o vidro dianteiro na posição de máxi- TAMPA DO PORTA-MALAS
ver sempre a chave de igni-
ma abertura e limpar com um pano ção a fim de evitar que o Para destravar a tampa do porta-
seco para eliminar os resíduos (poei- teto solar, acionado inadvertida- -malas por fora do veículo, utilizar a
ra, folhas de árvore, etc.). mente, constitua um perigo para chave de ignição na porta dianteira
quem permanece dentro do veículo. PARAODESTRAVAMENTOAUTOMÉTICOCEN-
Após a limpeza é necessário lubri- TRALIZADO OUACIONAROBOTÎOA-fig. 87
ficar moderadamente os elementos O uso impróprio do do telecomando. Para destravar o porta-
de escorrimento do mecanismo com teto solar pode ser perigo- -malas por dentro do veículo, atuar nas
graxa a base de silicone. so. Antes e durante a sua maçanetas das portas.
movimentação, certificar-se que os Para abrir a tampa do porta-malas,
Limpar também periodicamente, passageiros não estejam expostos pressionar o símbolo da Fiat B-fig. 88
ou de acordo com a necessidade, ao risco de lesões provocadas pelo na região central, na tampa traseira, até
a parte superior da guarnição prin- movimento de abertura/fechamento ouvir o clique de destravamento e puxá-
cipal com um pano úmido (água e do teto solar ou pelo arrastamento -la no local indicado pela seta.
sabão) para eliminar eventualmente de objetos que possam colidir com
o pó, terra, areia e folhas de árvo- os mesmos.
res, etc.

NP138
NS099
Para eventual necessidade de lim-
peza das persianas, utilizar água A
com sabão neutro, não utilizar pro-
dutos ácidos, solventes, etc. A

NOTA: durante a limpeza ou lubri-


ficação, tomar cuidado para que o
pino A-fig. 86 presente dentro do
trilho de movimentação não saia da fig. 86 fig. 87
A-66
A luz-espia acende no quadro Para fechar, abaixar a tampa com Providenciar a correta fixação da
para indicar o fechamento imperfeito o auxílio dos puxadores A-fig. 89. É bagagem utilizando os ganchos de
DATAMPADOPORTA MALASVERCAPÓTULO necessário uma força inicial maior amarração de carga identificados
h,UZES ESPIAESINALIZA ÜESv  para vencer a pressão dos amorte- pelas setas fig. 90. A
No caso de acionar o botão A-fig. cedores de sustentação. Soltá-la um
87, basta puxar a tampa traseira no lo- pouco antes que prenda os dedos. Colocar acessórios no bagagito
cal indicado pela seta fig. 88 sem ne- Deixá-la cair e a tampa se fechará ou na tampa do porta-malas (alto-
cessidade de pressionar o botão com o automaticamente. -falantes, spoiler etc., exceto se pre-
símbolo Fiat. visto pelo fabricante) pode preju-
dicar o correto funcionamento dos
A abertura da tampa é facilitada pela No uso do porta-malas, nunca amortecedores laterais a gás da pró-
ação dos amortecedores laterais a gás. superar as cargas máximas permi- pria tampa. Objetos soltos devem
tidas (ver capítulo “Características ser colocados no porta-malas.
Para evitar o fechamento espon- técnicas”). Certificar-se ainda que
tâneo da tampa do porta-malas, os objetos contidos no porta-malas
quando o veículo estiver em um O compartimento de bagagens é
estejam bem colocados, para evitar de uso exclusivo destas.
plano inclinado, deve-se forçá-la até que uma freada brusca possa jogá-
o final de curso. -los para a frente, machucando os
passageiros.
NP139

NP059

NP199
B

A A

fig. 88 fig. 89 fig. 90


A-67
ABERTURA DE EMERGÊNCIA DA AMPLIAÇÃO DO PORTA-MALAS 3) $ESENGATAR O ENCOSTO MOVEN-
TAMPA DO PORTA-MALAS - fig. 91 do as alavancas laterais A-fig. 92 no
1) Abaixar completamente os apoia- sentido da seta liberando o encosto do
A abertura de emergência da tampa -cabeças do banco traseiro. engate B-fig. 92.
do porta-malas está disponível para al- 2) Se for necessário, remover os
gumas versões. 4) Rebater para a frente o encosto,
APOIA CABE ASDOBANCOTRASEIROVER passando os cintos pelos lados, até que
Para utilizá-la, proceder como a se- “Regulagens Personalizadas” neste ca- este se apoie sobre o assento traseiro
guir: PÓTULO ECOLOCÉ LOSNOCOMPARTIMENTO fig. 93.
1 - $ESTRAVAR O ENCOSTO DO BANCO de bagagens.
5) Em seguida, rebater o banco tra-
traseiro através das alavancas laterais e seiro inteiro para a frente fig. 94 de
reclinar totalmente à frente até apoiá-lo maneira a obter uma única superfície
no assento do banco, como indicado de carga fig. 94. Se for necessário, des-
em “ampliação do porta-malas” neste

NP140
locar um pouco os bancos dianteiros
capítulo; para frente.
2 - Através do pino A-fig. 91 existente A
à esquerda da fechadura, destravar no Para remover a cobertura do porta-
sentido da seta para abertura da tampa. B -malas:
1) Soltar as extremidades superiores
A-fig. 95 dos dois tirantes, desprenden-
do as argolas dos pinos.
fig. 92
NP062

NP064

NP065
˚
RDS
AUDIO

DISP
MENU

1 2 3 4 5 6
+ – F-TRK RND

BAND
SRC
MUTE
÷ ˜ AS

w
2
1 3
μ ≤
p
0 -
4

v ¥

fig. 91 fig. 93 fig. 94


A-68
2) Levantar a tampa B-fig. 96 e - Levantar o encosto do banco, em- CAPÔ DO MOTOR
puxá-la para cima. purrando-o para trás até perceber o blo-
Uma vez retirada, a cobertura do porta- queio das travas laterais. Lembrar-se de Para abrir o capô do motor:
-malas pode ser colocada transversalmen- regular a inclinação do encosto através
1) puxar a alavanca A-fig. 97. A
te entre os encostos dos bancos da frente do mecanismo B-fig. 92;
e o assento rebatido do banco de trás. 2) mover a trava localizada sob o
- Recolocar os encostos de cabeças e
capô para cima B-fig. 98;
regulá-los na altura desejada;
REPOSICIONAMENTO DO BANCO 3) levantar o capô segurando-o pela
- Recolocar a cobertura do porta-
TRASEIRO parte central e, simultaneamente, soltar
-malas encaixando-a nos pinos laterais.
a vareta de suporte do seu dispositivo
Para reposicionar o banco traseiro, de bloqueio;
proceder como a seguir:
4) introduzir a extremidade da va-
$ESLOCARLATERALMENTEOSCINTOSDE reta C na abertura D do capô do motor

NP067
segurança, certificando que estejam B fig. 99.
corretamente esticados e não torcidos;
- Retornar o banco empurrando-o Atenção: uma colocação
para trás até apoiá-lo no assoalho; incorreta da vareta pode
Recolocar os fechos e o cinto de provocar a queda violenta
segurança central em posição de uti- do capô.
lização passando-os pelo vão entre o
encosto e o assento.
fig. 96

NP069
%."2

NP068
A
A B

fig. 95 fig. 97 fig. 98


A-69
Se houver necessidade BAGAGEIRO DE FARÓIS
de se fazer alguma verifi-
cação no motor, estando TETO REGULAGEM DO FACHO
este ainda quente, evite encostar-se LUMINOSO
no eletroventilador, pois o mesmo Não está previsto para o Palio, a insta-
poderá funcionar mesmo com a lação de bagageiro sobre o teto.
chave de ignição desligada. Espere ADVERTÊNCIA: uma correta regu-
até que o motor esfrie. Não instalar bagageiros no lagem dos faróis é determinante para
teto do veículo e nem trans- o conforto e a segurança não só de
Para fechar o capô do motor: quem guia o veículo, mas de todos
portar carga sobre o mesmo.
1) manter levantado o capô com os usuários. Além disso, constitui
uma mão e, com a outra, tirar a vareta uma norma precisa do Código de
C-fig. 99 da abertura D e repô-la no seu trânsito. Para garantir a si mesmo e
dispositivo de bloqueio; aos outros as melhores condições de
2) abaixar o capô a cerca de 20 cm visibilidade viajando com os faróis
do vão do motor; acesos, o veículo deve ter um corre-
3) deixá-lo cair: o capô fecha-se au- to alinhamento dos mesmos.
tomaticamente.
Verificar sempre se o Para o controle e a eventual regu-
capô foi bem fechado para lagem, dirigir-se à Rede Assistencial
evitar que se abra durante a Fiat.
marcha do veículo.

NP141
NP070

C
2

0
fig. 99 fig. 100
A-70
COMPENSAÇÃO DA INCLINAÇÃO DRIVE BY WIRE ABS
Quando o veículo está carregado, (SE DISPONÍVEL)
É um sistema eletrônico de controle
este inclina-se para trás e, consequen-
temente, o feixe luminoso eleva-se. É
da aceleração que substitui o cabo do /!"33ISTEMA!NTIBLOQUEIODAS2O- A
acelerador. A aceleração do veículo, DAS ÏUMDISPOSITIVOCOMBINADOCOMO
necessário, neste caso, regulá-lo corre- através do pedal, é transmitida a uma sistema de freios convencional, que im-
tamente. central eletrônica por impulsos elétri- pede o bloqueio das rodas permitindo:
cos, que gerencia a abertura da borbo-
Regulador no farol - fig. 100 leta de aceleração. Este sistema evita o - melhorar o controle e a estabilidade
desconforto dos trancos na aceleração do veículo durante a freada;
O acesso é obtido pelo vão do motor.
causados, sobretudo, em retomadas ou - otimizar o mínimo espaço de frena-
O farol demonstrado é o direito. gem;
desacelerações muito rápidas.
Posição 0 - veículo sem carga e so- - usufruir plenamente da aderência
Quando a bateria é desligada, a central
mente o motorista ou motorista e pas- de cada pneu.
perde a referência da posição do pedal
sageiro dianteiro.
do acelerador, neste caso, o veículo fica Uma central eletrônica recebe os
Posição 1 - com veículo com carga sem a aceleração. Para que possa ser res- sinais provenientes das rodas, localiza
NORMALMÏDIACARGA  TABELECIDOONOVOPARÊMETRODEPOSI ÎO quais tendem a travar-se e envia um
Posição 2 - com veículo com carga do pedal acelerador, voltando a situação sinal à central eletrohidráulica para
completa. normal proceder da seguinte forma: reduzir, manter ou aumentar a pressão
É importante que os dispositivos de - girar a chave de ignição sem ligar nos cilindros de comando dos freios, de
ambos os faróis estejam orientados na o motor e aguardar 40 segundos, logo maneira a evitar o bloqueio.
mesma posição. em seguida ligar o motor. / !"3 ENTRA EM FUNCIONAMENTO
quando é solicitada a total capacidade
Controlar a orientação de frenagem do veículo. O motorista é
dos feixes luminosos cada avisado através da pulsação do pedal
vez que mudar o peso da do freio com ruídos de funcionamen-
carga transportada. to hidráulico. Este comportamento é
completamente normal e indica que o
sistema está ativo.

A-71
No caso de qualquer anomalia, o #UIDADOSCOMOSISTEMA!"3 Diante do acendimento
sistema desativa-se automaticamente, - Em caso de solda elétrica no veí- da luz-espia x, indicando
passando a funcionar normalmente o culo, desligar a bateria e a unidade de nível mínimo de líquido no
sistema convencional. Nesta condição, comando elétrica. sistema de freios, levar o veículo
acende-se a luz-espia > no quadro de o quanto antes à Rede Assistencial
instrumentos e ocorre visualização de - Retirar a unidade de comando elé-
trica quando o veículo for colocado em Fiat para uma verificação do sis-
MENSAGEM NO DISPLAY ALGUMAS VER- tema.
SÜES  ESTADODESECAGEMTEMPERATURAACIMA
DEª# 
$ESCONECTAROSCABOSDABATERIAAN- Eventuais vazamentos de líquido
ADVERTÊNCIA: nos veículos Fiat tes de carregá-la ou antes de qualquer
equipados com ABS devem ser mon- de freios afetam o funcionamento dos
REPARONOSISTEMA!"3 mesmos, sejam do tipo convencional
tados exclusivamente rodas, pneus,
lonas e pastilhas de freio do tipo e - Não retirar ou colocar o conector OUCOMSISTEMA!"3
marca aprovados pelo fabricante. da unidade de comando com comuta-
dor de ignição ligado. A eficiência do sistema,
- Não desligar a bateria com o motor em termos de segurança
O ABS não dispensa o em funcionamento. ativa, não deve induzir o
motorista de uma condução motorista a correr riscos desne-
prudente, principalmente O acendimento somente da luz- cessários. A conduta a manter ao
em estradas com água, lama, areia -espia >, com o motor em fun- volante deve ser sempre a adequada
etc. cionamento, indica normalmente para as condições atmosféricas, a
uma anomalia de funcionamento do visibilidade da estrada, o trânsito e
sistema ABS. Neste caso, o sistema as normas de circulação.
Quando o ABS intervir de freios irá manter a sua eficiência
e forem observadas pulsa- normal, não existindo no entanto a
ções no pedal de freio, não Uma utilização excessi-
função antitravamento das rodas. va do freio motor (marchas
aliviar a pressão, manter o pedal
bem pressionado sem temor. Desse muito baixas com pouca
Recomenda-se levar o veículo até a aderência), poderia fazer derrapar
modo, o veículo irá parar no menor Rede Assistencial Fiat, evitando frea-
espaço possível, compativelmente as rodas motrizes. O sistema ABS
das bruscas. não tem qualquer efeito sobre este
com as condições da estrada.
tipo de situação.
A-72
Se o sistema ABS entrar O acendimento apenas da AIRBAG
em funcionamento, signi- luz-espia >, com o motor
fica que a aderência entre ligado, indica normalmente
o pneu e a estrada foi reduzida em uma anomalia somente do sistema DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO A
relação ao normal; neste caso, redu- ABS. Neste caso, o sistema de freios
O airbag é um dispositivo constituído
zir imediatamente a velocidade, no mantém a sua eficiência normal,
DEUMABOLSACOMENCHIMENTOINSTANTÊ-
sentido de adequá-la às condições não existindo, no entanto, a função
neo, contida em um vão apropriado no
do trecho em que se trafega. antitravamento. Em tais condições,
centro do volante, em frente ao moto-
também a funcionalidade do siste-
rista, e que, se previsto, equipa também
ma EBD pode ser reduzida. Também
CORRETOR DE FRENAGEM o painel em frente ao passageiro dian-
neste caso, é aconselhável dirigir-se
ELETRÔNICO EBD teiro. É disponível, conforme o modelo,
imediatamente à Rede Assistencial
portanto, para o lado do motorista ou
O veículo é dotado de um corretor de Fiat mais próxima, conduzindo de para ambos os lugares dianteiros.
frenagem eletrônico denominado EBD modo a evitar freadas bruscas, para
O Airbag não substitui o cinto de
%LECTRONIC "RAKE $ISTRIBUTION QUE a verificação do sistema.
SEGURAN A4RATA SEDEUMDISPOSITIVO
através da centralina e dos sensores do
suplementar ao mesmo, sendo aciona-
sistema ABS, permite intensificar a ação
A eficiência do sistema, do exclusivamente em caso de impacto
do sistema de freios.
em termos de segurança frontal violento.
ativa, não deve induzir o Seu acionamento reduz o risco de
Nos veículos equipados motorista a correr riscos inúteis e contato entre a cabeça/tórax do ocu-
com corretor eletrônico de injustificáveis. A conduta a manter pante contra o volante/painel do veí-
frenagem (EBD), o acendi- ao volante deve ser sempre a ade- culo, em decorrência da violência do
mento simultâneo das luzes-espia quada para as condições atmosfé- choque.
> e x, com o motor ligado, indi- ricas, a visibilidade da estrada, o
ca uma anomalia do sistema EBD; trânsito e as normas de circulação. A entrada em funcionamento do
neste caso, nas freadas violentas Airbag produz calor e libera uma pe-
pode ocorrer um travamento pre- quena quantidade de pó. Este produto
coce das rodas traseiras, com pos- não é nocivo e não indica princípio de
sibilidade de derrapagem. Conduzir incêndio.
o veículo, com extrema cautela, à
Rede Assistencial Fiat mais próxima
para a verificação do sistema.
A-73
O airbag não se ativa nos Girando a chave para a Dirija mantendo sempre
casos de impactos frontais posição MAR, a luz-espia û as mãos na parte externa
não violentos, choques acende-se, mas deve apa- do volante de maneira que,
laterais, choques traseiros ou con- gar-se depois de cerca de 4 segun- em caso de ativação do airbag,
tra obstáculos amortecedores que dos. Se a situação persistir, desligar este possa encher-se sem encontrar
absorvam o impacto. Nesses casos o motor e providenciar o reboque obstáculos que poderiam causar-
os ocupantes são protegidos somen- do veículo à concessionária Fiat -lhe graves danos. Não dirija com o
te pelos cintos de segurança do mais próxima. corpo inclinado para a frente, mas
veículo, que devem, por isso, ser mantenha o encosto em posição
sempre usados. Qualquer manutenção no sistema do ereta, apoiando bem as costas.
airbag só deve ser feita por pessoal es-
A eficiência do sistema airbag é veri- pecializado da Rede Assistencial Fiat. AI
RBAG

GRAVE PERIGO:
ficada, constantemente, por uma cen- em veículo equipado
tral eletrônica. Não colar adesivos ou com airbag no lado
No caso de qualquer anomalia, acen- outros objetos no volante do passageiro, não colocar a cadei-
de-se a luz-espia . ou no console do airbag do rinha para bebê virada para trás, de
lado do passageiro. Não viajar com costas para o painel.
objetos no colo e muito menos com
cachimbo, lápis etc., entre os lábios Para não alterar a sensi-
ou qualquer outro objeto; em caso bilidade do sistema airbag,
de choque com ativação do airbag, evite a instalação, no veí-
estes poderiam causar-lhe graves culo, de anteparos, proteções fron-
danos. tais e/ou laterais, acessórios não
%."2

genuínos ou não homologados ou


O correto funcionamento do sistema mesmo componentes não preconi-
airbag é garantido somente se todas as zados pela fábrica.
limitações relativas à capacidade e à
disposição da carga no veículo forem
respeitadas. Intervenções não recomendadas
poderiam interferir no funciona-
mento do airbag, alterando o com-
portamento originalmente previsto
fig. 101 para esse dispositivo.
A-74
AIRBAG DO LADO DO PASSAGEIRO Nota: no caso de transporte de As bolsas inflam-se instantaneamen-
crianças no banco dianteiro em te, colocando-se como proteção entre
O airbag do lado do passageiro foi casos previstos conforme legisla- o corpo dos passageiros e a lateral do
estudado e calibrado para melhorar
a proteção de uma pessoa que esteja
ção, consultar os parágrafos nesse veículo. Imediatamente após, as bolsas A
capítulo “Transporte de crianças em se esvaziam.
usando o cinto de segurança. segurança” e “Display eletrônico Em caso de choques laterais de baixa
O seu volume, no momento de máxi- My Car - Ativação/desativação do GRAVIDADEPARAASQUAISÏSUFICIENTEA
mo enchimento, preenche a maior parte airbag do passageiro”. A ÎOPROTETORADOSCINTOSDESEGURAN A
do espaço entre o painel e o passageiro. OSAIRBAGSNÎOSÎOATIVADOS4AMBÏM
Em caso de colisão, uma pessoa que nestes casos é sempre necessária a uti-
não esteja usando o cinto de segurança AIRBAGS LATERAIS (SIDE BAG) lização dos cintos de segurança, que
projeta-se para a frente em direção à Os airbags laterais, presentes em al- em caso de choque lateral asseguram
bolsa ainda na fase de abertura, com gumas versões, possuem a função de o correto posicionamento do ocupante
uma proteção certamente inferior à que aumentar a proteção dos ocupantes por e evitam a sua expulsão do veículo pro-
poderia ser fornecida. OCASIÎOEEMCIRCUNSTÊNCIASDETERMI- vocadas por colisões muito violentas.
O airbag não é um substituto, mas nadas de um choque lateral violento. Portanto, os airbags laterais não subs-
um complemento ao uso do cinto, por São constituídos de bolsas de enchi- tituem, mas complementam o uso dos
isso recomenda-se usar sempre o cinto, MENTOINSTANTÊNEO cintos de segurança, que deverão ser
seguindo rigorosamente a legislação de Os side bags, estão alojados na late- sempre usados por todos os ocupantes
TRÊNSITO ral dos encostos dos bancos dianteiros, dos veículo para garantir-lhes proteção.
4ODOSOSMENORES CUJASCARACTERÓSTI- sendo esta a solução que permite ter O funcionamento dos airbags laterais
CASFÓSICASIDADE ALTURA PESO OSIMPE- sempre a bolsa na posição ideal em re- não é desativado pelo comando de desa-
çam de utilizar os cintos de segurança lação ao ocupante, independentemente tivação do airbag frontal do passageiro.
com os quais o veículo é equipado ori- da posição do banco; ATENÇÃO: a melhor proteção por
ginalmente, deverão ser protegidos por Em caso de choque lateral violento, parte do sistema em caso de colisão
dispositivos de transporte de crianças uma central eletrônica elabora os sinais lateral é obtida mantendo uma corre-
APROPRIADOSCADEIRINHASPARABEBÐS provenientes de um sensor de desace- ta posição no banco, permitindo deste
BERCINHOS TRAVESSEIROSETC SEGUINDO leração e ativa, quando necessário, o modo um correto desdobramento do
rigorosamente as instruções do fabri- enchimento das bolsas. airbag lateral.
cante do dispositivo.

A-75
Não apoiar, os braços ou eventualidade de alguma anomalia, ADVERTÊNCIAS GERAIS
os cotovelos na porta, nas a luz-espia se acende, ou lampeja a
janelas e na área do airbag luz-espia F, nestes casos, procure
lateral para evitar possíveis lesões imediatamente a Rede Assistencial Girando a chave da igni-
durante a fase de enchimento. Fiat. ção em MAR a luz-espia
F acende e deve apagar
ATENÇÃO: em caso de acidente no após alguns segundos. Se a luz-
ATENÇÃO: é possível a ativação qual tenha sido ativado qualquer dos -espia não acender, permanecer
dos airbags frontais e/ou laterais dispositivos de segurança, procure a acesa ou acender-se durante a mar-
se o veículo for submetido a fortes Rede Assistencial Fiat para substituir cha, procure imediatamente a Rede
colisões ou incêndios que envol- aqueles ativados e para verificar a inte- Assistencial Fiat.
verem a zona da parte de baixo gridade da instalação.
da carroceria como, por exemplo,
choques violentos contra grades, 4ODASASINTERVEN ÜESDECONTROLE
reparação e substituição relativas aos Não cobrir o encosto dos
guias de passeio ou saliências fixas bancos dianteiros e traseiros
do terreno, quedas do veículo em airbags devem ser efetuadas exclusiva-
mente pela Rede Assistencial Fiat. com revestimentos ou capas.
grandes buracos ou depressões da
estrada. Em caso de sucateamento do veículo
é necessário dirigir-se primeiramente à Lembramos que com a
ATENÇÃO: a entrada em funciona- Rede Assistencial Fiat para desativar o chave colocada na posição
mento dos airbags libera uma pequena sistema de airbag. MAR, mesmo com o motor
quantidade de gases. Esses gases não desligado, os airbags podem ativar-
são nocivos nem indicam um princípio -se também com o veículo parado se
de incêndio; a superfície da bolsa des- ATENÇÃO: a ativação de pre-
-tensionadores, airbags frontais e o mesmo for colidido por outro veí-
dobrada e o interior do veículo podem culo em marcha. Portanto, mesmo
ser cobertos com um resíduo poeirento; laterais é decidida de modo dife-
renciado pela central eletrônica em com veículo parado não devem ser
esta poeira pode irritar a pele e os olhos. colocadas crianças no banco dian-
Em caso de exposição, lavar-se com sa- função do tipo de colisão. O fato de
os mesmos não serem ativados em teiro. Por outro lado lembramos que
bão neutro e água. se a chave for colocada na posição
determinados tipos de choque não
é indicador de mau funcionamento STOP, nenhum dispositivo de segu-
ATENÇÃO: a eficácia do sistema do sistema. rança (airbags e pré-tensionadores)
airbag é constantemente verifica- será ativado em consequência de
da por uma central eletrônica. Na uma colisão; a falta de ativação
A-76
destes dispositivos nestes casos não O airbag não substitui Não desligar a central eletrônica
pode ser considerada como mau os cintos de segurança mas do chicote, nem mesmo desconec-
funcionamento do sistema. incrementa sua eficiência. tar a bateria, estando a chave de
Além disso, uma vez que o airbag ignição na posição MAR, pois a A
não intervém em caso de colisões central memoriza estas condições
Girando a chave da igni- frontais a baixa velocidade, colisões como avarias do sistema.
ção na posição MAR a luz- laterais, colisões traseiras ou capo-
-espia F (com airbag frontal tamentos, nestes casos os ocupantes
do lado do passageiro na posição são protegidos somente pelos cintos Todas as intervenções de contro-
ON) acende para recordar que o air- de segurança que devem ser sempre le, conserto e substituição do airbag
bag do passageiro se ativará em caso usados por todos os ocupantes do devem ser efetuadas junto à Rede
de colisão, e em seguida deve apagar. veículo. Assistencial Fiat.

Não lavar os bancos com Se o veículo tiver sido Caso o veículo seja sucateado é
água ou vapor em pressão objeto de roubo ou de ten- necessário desativar o sistema junto
(à mão ou em postos de tativa de roubo, se sofreu à Rede Assistencial Fiat.
lavagem automática para bancos). atos de vandalismo, inundações
ou alagamentos, mandar verifi-
car o sistema airbag junto à Rede Em caso de venda do veículo, é
A intervenção do airbag Assistencial Fiat. indispensável que o novo proprietá-
está prevista para colisões rio conheça as modalidades de uso
de gravidade superior à e as advertências acima indicadas
dos pré-tensionadores. Em colisões ADVERTÊNCIAS: no caso de um e que receba o presente manu-
compreendidas no intervalo entre acidente no qual foi ativado o air- al de Uso e Manutenção original,
os dois limites de ativação, é normal bag, recomenda-se não dirigir, e ou que adquira o mesmo na Rede
que somente os pré-tensionadores sim, rebocar o veículo até à Rede Assistencial Fiat.
entrem em funcionamento. Assistencial Fiat para substituir o
dispositivo e os cintos de segurança.

Não colocar objetos rígi-


dos nas alças de segurança.
A-77
PREDISPOSIÇÃO - cabo e plugue de alimentação elé- No nível de predisposição avançado
trica para o autorrádio C-fig. 103. OPCIONAL TÐM SE
PARA INSTALAÇÃO - cabo e conector para antena de teto - cabo de alimentação do autorrádio
DO AUTORRÁDIO A-fig. 103. C-fig. 103.
- cabos e plugue para conexão dos - cabo para alto-falante dianteiro e
Nas versões que não possuem au- ALTO FALANTESETWEETERSB-fig. 103. traseiro B-fig. 103.
torrádio instalado originalmente, este
- tampa desmontável para o autorrá- - antena e respectivo cabo com co-
equipamento deverá ser montado na
DIONOPAINELDOVEÓCULO  nector.
respectiva sede prevista para esta fina-
lidade, removendo a gaveta fazendo - sede para os alto-falantes nas portas - alto-falantes na porta dianteira e
pressão nas travas de retenção indica- PARAALGUMASVERSÜES  traseira fig. 104 e fig. 105.
das pelas setas A-fig. 102, cuidando 4WEETERS 7 NAS COLUNAS DAS
para não danificar o painel. portas dianteiras, detalhe A-fig. 104.

NP143
Podem existir, de série ou opcional-
mente, 2 níveis de preparação para a Alto-falantes
instalação do autorrádio. No nível de A $OISALTO FALANTESCOAXIAISDIANTEI-
predisposição básico, têm-se: C ROSCOM7DEPOTÐNCIACADA
B $OISALTO FALANTESCOAXIAISTRASEIROS
COM7DEPOTÐNCIACADA

fig. 103
NP142

NP206

%."2
A

A A

fig. 102 fig. 104 fig. 105


A-78
OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE A A instalação de siste- NO POSTO DE
INSTALAÇÃO DE SISTEMAS DE SOM mas de som (autorrádios,
módulos de potência, CD ABASTECIMENTO
- Recomenda-se a instalação dos
MODELOSDEAUTORRÉDIOSORIGINAISEN-
Changers, etc.), que implique em
Os dispositivos antipoluentes exigem o
A
alterações das condições originais
CONTRADOSEMCONCESSIONÉRIAS ESPE- da instalação elétrica e/ou em inter- uso exclusivo de gasolina sem chumbo.
cialmente projetados para proporcionar ferências nos sistemas eletrônicos
uma perfeita integração estética com o De acordo com regulamenta-
de bordo; além de provocar o can- ção vigente estabelecida pela ANP
painel de instrumentos do veículo. celamento da garantia dos com- (Agência Nacional de Petróleo) a
- Os dois níveis de predisposição ponentes envolvidos, pode gerar gasolina normalmente disponível no
para autorrádio existentes, permitem anomalias de funcionamento com mercado brasileiro não deve conter
também a instalação de outros modelos risco de incêndio. chumbo em proporções que possam
de autorrádio disponíveis no mercado, causar danos ao conversor catalíti-
desde que o equipamento escolhido co dos automóveis.
possua características técnicas e dimen- Ver recomendações em ACES SÓ-
sões compatíveis com a sede disponível RIOS COM P RADOS P E LO USUÁRIO, no A adição de outro tipo
no painel do veículo. capítulo USO CORRET O DO VEÍ CULO.
de gasolina no tanque (ex.:
- A instalação dos autorrádios ori- gasolina de aviação), não
ginais envolve a remoção de compo- homologada para uso automotivo,
nentes plásticos do painel e, portanto, PREDISPOSIÇÃO PARA ALARME
pode provocar danos irreversíveis
é recomendável que este trabalho seja Os veículos com o opcional trava elé- no conversor catalítico.
confiado às concessionárias da Rede trica possuem predisposição para ins-
Assistencial Fiat. talação de alarme eletrônico antifurto

NP076
CABOSELÏTRICOSECONECTORES 
Para instalação do sistema dirigir-se
à Rede Assistencial Fiat.

fig. 106
A-79
Se o veículo estiver em trânsi- Por motivos de seguran- O combustível que escor-
to por outros países, certifique-se ça, assim como para garan- re acidentalmente durante
de que o abastecimento seja feito tir o funcionamento correto o abastecimento, além de
somente com gasolina que não con- do sistema, a chave de ignição deve- ser poluente, pode danificar a pin-
tenha chumbo em sua composição. rá permanecer desligada enquanto tura do veículo na região do bocal
o veículo estiver sendo abastecido. de abastecimento, devendo ser evi-
tado.
Nunca introduzir, nem
mesmo em casos de emer- TAMPA DO RESERVATÓRIO DE
gência, a mínima quanti- COMBUSTÍVEL O acesso à tampa de combustível é
dade de gasolina com chumbo no A tampa do reservatório de combus- obtido abrindo a portinhola fig. 108
tanque. tível possui válvula de segurança que, e observando as seguintes instruções:
em caso de pressão excessiva no reser-
vatório, libera vapor de combustível, $ESTRAVAR A TAMPA DE ACESSO AO
O conversor catalítico aliviando a pressão do sistema. bocal de abastecimento por dentro do
ineficiente provoca emis- veículo, através da alavanca A-fig. 107.
sões nocivas no escapamen- Mantenha-a sempre bem fechada e Levantar a alavanca pela parte diantei-
to, com a consequente poluição do não a substitua por outra de tipo dife- ra.
meio ambiente. rente.
NP144

NP077

NP078a
A

fig. 107 fig. 108 fig. 109


A-80
Em caso de emergência é possível ADVERTÊNCIA: os postos de A central eletrônica de controle de in-
abrir a portinhola puxando a cordinha combustíveis contam com bombas jeção está preparada para “gerenciar” a
localizada no lado direito dentro do de desligamento automático que interação entre os dois tipos de combus-
porta-malas. garantem, quando utilizadas con- TÓVELETANOLOUGASOLINA POSSIBILITANDO A
- Gire a tampa no sentido anti-horá- forme normas vigentes, que o tan- um funcionamento sempre regular em
rio; prossiga girando a tampa fig. 109 que de combustível estará cheio no todas as situações de utilização.
até o seu completo desalojamento; segundo desligamento da bomba. No uso normal o sistema Flex não
- após a retirada da tampa, encaixe-a Após o segundo desligamento não requer cuidados ou procedimentos es-
no suporte existente na portinhola fig. se deve continuar o abastecimento peciais, excetuando a observação das
110. no modo manual da bomba, pois o advertências de utilização presentes
espaço de dilatação no interior do neste capítulo e os pontos de manuten-
tanque poderá ser preenchido inde- ção específicos.
Não se aproximar do vidamente, ocasionando, em caso
bocal do tanque de com- de aumento de temperatura, trans-
bustível com fósforos ou Para propiciar partidas mais rápi-
bordamento e odor de combustível.
cigarros acesos, pois há perigo de das, manter sempre abastecido o
incêndio. Evitar também aproximar reservatório de gasolina para par-
SISTEMA FLEX (combustível etanol e/ tida a frio.
demais o rosto do bocal, para não ou gasolina)
inalar vapores nocivos.
O sistema FLEX foi projetado para
proporcionar total flexibilidade na ali- Não utilizar combustí-
mentação do motor do veículo, permi- veis diferentes dos especi-
tindo a utilização de etanol hidratado ficados. O sistema somente
combustível ou de gasolina indistinta- está preparado para funcionar com
NP079

mente. O combustível pode ser adicio- etanol e gasolina automotivos.


nado no reservatório na proporção que
o usuário julgar conveniente para o uso.
Caberá ao usuário a análise sobre Não adaptar o veículo
qual proporção dos dois combustíveis para funcionamento com
é mais conveniente para o seu tipo de GNV (Gás natural veicular)
utilização, considerando as diversas pois as características do sistema
VARIÉVEISPRE ODOCOMBUSTÓVEL CON- FLEX não possibilitam a conversão.
fig. 110 SUMO DESEMPENHO ETC 
A-81
Os motores flex podem apre- PROTEÇÃO DO USO DE MATERIAIS NÃO NOCIVOS
sentar níveis de ruídos diferentes, AO MEIO AMBIENTE
dependendo do combustível utiliza- MEIO AMBIENTE Nenhum componente do veículo
do (etanol ou gasolina) bem como contém amianto ou cádmio. Os com-
percentual de mistura. Este com- A proteção do meio ambiente condu-
ziu o projeto e a realização dos veículos ponentes espumados e o sistema de ar-
portamento é normal e não afeta o CONDICIONADONÎOCONTÐM#&##LO-
desempenho do motor. Fiat em todas as suas fases. O resulta-
do está na utilização de materiais e no ROFLUORCARBONO GÉSRESPONSÉVELPELA
aperfeiçoamento de dispositivos capa- redução da camada de ozônio.
ADVERTÊNCIA: após um abaste- zes de reduzir ou limitar drasticamen-
cimento, o sistema Flex necessita te as influências nocivas sobre o meio DISPOSITIVOS PARA REDUZIR AS
de um pequeno tempo de adapta- ambiente. EMISSÕES
ção (aproximadamente 10 minutos)
O Veículo Fiat está pronto para rodar
com o veículo funcionando, para
com uma boa margem de vantagem so- Conversor catalítico trivalente
reconhecer o combustível que está
bre as mais severas normas antipoluição A-fig. 111
no tanque (etanol ou gasolina).
internacionais. Monóxido de carbono, óxidos de
nitrogênio e hidrocarbonetos são os
Esta recomendação é importante,
Alterações feitas no veículo principais componentes nocivos pro-
sobretudo, quando tenha ocorrido
com o objetivo de aumentar o seu venientes da queima dos combustíveis
a troca do combustível que esta-
desempenho, tais como a retirada no motor.
va sendo utilizado (ex.: etanol em
do catalisador e/ou modificações no
vez de gasolina). O veículo deve
sistema de injeção eletrônica, além
cumprir um percurso mínimo (pelo
de contribuírem para aumentar des-

%."2
tempo anteriormente especificado)
necessariamente a poluição atmos-
para que o sistema assimile o novo
férica, podem resultar no cancela- A
A
combustível.
mento da garantia dos componentes
envolvidos.
Este procedimento irá minimizar
eventuais problemas na próxima
partida do veículo, principalmente
se o motor estiver frio.
fig. 111
A-82
O conversor catalítico é um “labora- Sistema antievaporação Limite máximo de ruído para fiscali-
tório” no qual uma porcentagem muito ZA ÎODEVEÓCULOEMCIRCULA ÎOVEÓCU-
Sendo impossível, mesmo com o
alta destes componentes transforma-se lo parado segundo Resolução n° 01/93
motor desligado, impedir a formação
EMSUBSTÊNCIASINØCUAS
dos vapores de gasolina, o sistema os
DO#/.!-!  A
A transformação é auxiliada pela mantêm armazenados num recipiente
presença de minúsculas partículas de Versão Ruídos
especial de carvão ativado, de onde
metais nobres presentes no corpo de são aspirados e queimados durante o PALIO  D"!
CERÊMICA FECHADOPELORECIPIENTEME- funcionamento do motor. ATTRACTIVE 1.0
tálico de aço inoxidável.
PALIO  D"!
O sistema tem uma válvula, acio- ATTRACTIVE 1.4
A retirada do conver- nada em condições específicas, des-
sor catalítico, além de não tinada ao alívio de pressão dos PALIO
contribuir para aumentar o  D"!
vapores de combustível produzidos ESSENCE 1.6
desempenho do veículo, ocasiona no reservatório. O funcionamento
poluição desnecessária e constitui PALIO
dessa válvula pode produzir ruídos  D"!
um claro desrespeito à legislação SPORTING 1.6
metálicos característicos ë sobre-
ambiental para veículos automo- tudo em dias quentes ë caracte-
tores. rizando uma condição normal de É importante o seguimento do “Ser-
funcionamento. viço Periódico de Manutenção”, para
que o veículo permaneça dentro dos
Sonda Lambda (sensor de oxigênio)
padrões antipoluentes.
4ODAS AS VERSÜES ESTÎO EQUIPADAS Ruídos veiculares
com a sonda lambda, pois esta garante Este veículo está em conformidade
o controle da relação exata da mistura com a legislação vigente de controle
ar/gasolina, fundamental para o correto da poluição sonora para veículos au-
funcionamento do motor e do catalisa- tomotores.
dor.

A-83
Trafegar com o sistema DESTINAÇÃO DE BATERIAS Os pontos de venda são obrigados a
de escapamento modifi- aceitar a devolução de sua bateria usa-
cado ou danificado, além 4ODO CONSUMIDORUSUÉRIO FINAL Ï da, bem como armazená-la em local
de aumentar consideravelmente o obrigado a devolver sua bateria usada adequado e devolvê-la ao fabricante
nível de ruído do veículo (poluição AUMPONTODEVENDA#ONFORMERESO- para reciclagem.
sonora), constitui uma infração ao LU ÎOVIGENTE 
Código Nacional de Trânsito. Riscos do contato com a solução
Reciclagem obrigatória: ácida e com o chumbo
Quando a solução ácida e o chumbo
Não jogue pontas de Não descarte a bateria no contidos na bateria são descartados na
cigarro para fora da janela. lixo. natureza de forma incorreta, poderão
Além de evitar incêndios e contaminar o solo, o subsolo e as águas,
queimadas, você estará evitando a bem como causar riscos à saúde do ser
contaminação do solo. $EVOLVAABATERIAUSADAAO humano.
revendedor no ato da troca.
No caso de contato acidental com
Composição básica: chumbo, ácido os olhos ou com a pele, lavar imedia-
O lixo que é jogado na sulfúrico diluído e plástico.
rua coloca em risco as gera- tamente com água corrente e procurar
ções futuras devido ao altís- orientação médica.
simo tempo de decomposição de
determinados materiais.

A-84
USO CORRETO DO VEÍCULO
Para poder utilizar seu veículo Fiat aproveitando as suas PARTIDA DO MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-1
qualidades, neste capítulo sugerimos “o que fazer, o que não
fazer e o que evitar”. ESTACIONAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-2
USO DO CÂMBIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-3
DIRIGIR COM SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . B-4
DIRIGIR COM ECONOMIA E B
RESPEITANDO O MEIO AMBIENTE . . . . . . . . . . . B-7
LONGA INATIVIDADE DO VEÍCULO . . . . . . . . . B-12
CONTROLES FREQUENTES E
ANTES DE VIAGENS LONGAS . . . . . . . . . . . . . . B-13
ACESSÓRIOS COMPRADOS PELO USUÁRIO . . . B-13
DISPOSITIVO PARA REBOQUE . . . . . . . . . . . . . . B-14

B
PARTIDA DO MOTOR 4) Girar a chave de ignição para a - Evitar exigir, desde os primeiros qui-
lômetros, o máximo de desempenho.
posição AVV e soltá-la assim que o mo-
tor der partida.
É perigoso deixar o motor Mesmo com a adoção de modernos
funcionando em local Não é necessário pisar no sistemas de injeção e ignição eletrôni-
fechado. O motor conso- acelerador para dar partida cos, a ocorrência de pequenas varia-
me oxigênio e libera gás carbôni- no motor. ções de funcionamento (oscilação da
co, monóxido de carbono e outros marcha lenta ou pequenos engasgos),
gases tóxicos. nos primeiros instantes de funciona-
Com o motor em movimen-
to, não tocar nos cabos de alta
mento, pode ser considerada uma B
Nos primeiros segundos de funcio- característica normal, própria dos
namento, principalmente se o veículo tensão (cabos das velas). motores a explosão, sobretudo quan-
tiver ficado muito tempo parado, pode Se o motor não funcionar na primeira do alimentados com etanol. A utiliza-
ocorrer aumento do nível dos ruídos do tentativa, é necessário repor a chave na ção de combustível de má qualidade
motor. Este fenômeno, que não prejudica posição STOP antes de tentar de novo. pode acentuar essas características a
o funcionamento e sua confiabilidade, é Com FIAT CODE se, com a chave na ponto de torná-las mais perceptíveis
característico das válvulas hidráulicas: o posição MAR, a luz-espia Y ficar acesa por parte do usuário.
sistema de distribuição escolhido para al- junto com a luz-espia U, aconselha-se O motor do veículo somente irá
gumas versões do seu Fiat que contribui repor a chave na posição STOP e, de-
para reduzir os serviços de manutenção. atingir um grau de funcionamento
pois, de novo em MAR; se a luz-espia que possa ser considerado regular
continuar acesa, tentar a partida de no- quando atingir a sua temperatura
Para veículos equipados com
vo com a outra chave fornecida. padrão de funcionamento, a qual
câmbio Dualogic®, ver suplemento
específico. ADVERTÊNCIA: com o motor será alcançada alguns momentos
desligado, não deixar a chave de depois da partida, dependendo das
Antes de dar partida no motor: ignição na posição MAR. condições externas de trânsito e
temperatura ambiente.
1) Verificar se o freio de mão está
acionado. COMO AQUECER O MOTOR
DEPOIS DA PARTIDA PARTIDA COM MOTOR QUENTE
2) Pisar a fundo no pedal da embre-
agem, sem pisar no acelerador. Para dar partida com o motor quente,
- Colocar o carro em movimento len- aconselha-se manter a chave em MAR
3) Colocar a alavanca do câmbio tamente, deixando o motor em regime por alguns segundos antes de girá-la
em ponto morto. médio, sem aceleradas bruscas. para AVV.
B-1
Essa operação fará a bomba elétrica de ESTACIONAMENTO Observação: o indicador do nível
combustível funcionar antes do motor, de combustível possui um circuito ele-
possibilitando uma partida mais rápida. trônico de amortecimento, que tem a
Desligar o motor, puxar função de neutralizar as oscilações do
Para os veículos catalisa- ponteiro que poderiam ser causadas
o freio de mão, engatar
dos deve ser completamen- pela movimentação do combustível
a 1ª marcha e deixar as
te evitado a partida com dentro do tanque.
rodas viradas em direção ao meio-
empurrão, reboque ou aprovei-
-fio (guias) do passeio. Se o veículo Portanto, se no momento da partida
tando as descidas. Essas manobras
estiver estacionado em uma descida o veículo se encontrava estacionado em
poderiam causar o afluxo de com-
íngreme, aconselha-se também a posição inclinada (subida ou descida), a
bustível no conversor catalítico e
travar as rodas com um calço. indicação fornecida pelo ponteiro pode
danificá-lo irremediavelmente.
levar alguns minutos para ser atualiza-
Lembre-se que, enquanto Não deixar a chave de ignição na da.
o motor não funcionar, o ser- posição MAR, para não descarregar a
vofreio e a direção hidráulica bateria. FREIO DE MÃO - fig. 1
não são ativados, sendo necessário Ao descer do veículo, tirar sempre a
exercer um esforço muito maior tanto chave do contato. A alavanca do freio de mão está situ-
no pedal do freio como no volante. ada entre os bancos dianteiros.

PARA DESLIGAR O MOTOR


Com o motor em marcha lenta, girar a Nunca deixe crianças
chave de ignição para a posição STOP. sozinhas no veículo.

NP080
A “pisada no acelerador” antes de A
desligar o motor não serve para nada, Ver recomendações específicas
e causa um consumo inútil de combus- para estacionamento dos veículos
tível, além de ser prejudicial. equipados com câmbio Dualogic®
ADVERTÊNCIA: depois de um no suplemento fornecido para essas
percurso desgastante, melhor deixar versões.
o motor em marcha lenta antes de
desligá-lo, para que a temperatura
do motor se abaixe. fig. 1
B-2
Para acionar o freio de mão, puxar a USO DO CÂMBIO Velocidades para troca de marchas
alavanca para cima até travar no dente
Para se obter máxima economia,
necessário para imobilizar completa-
recomendamos observar os seguintes
mente o veículo. Para veículos equipados com limites de velocidades para trocas de
câmbio Dualogic®, ver suplemento marchas:
ADVERTÊNCIA: independente específico.
dos prazos constantes da tabela do Attractive Attractive Essence Sporting
“Plano de manutenção programa- Para engrenar as marchas, pisar a 1.0 8V 1.4 8V 1.6 16V 1.6 16V
da”, e sem prejuízo destes, sempre fundo no pedal da embreagem e colo-
que for requerido maior esforço para car a alavanca do câmbio em uma das
1ª E 2ª 14 12 17 14 B
posições do esquema na fig. 2 (o es- 2ª E 3ª 25 24 29 25
acionamento do freio de mão de seu
veículo, leve-o à Rede Assistencial quema também está indicado no pomo 3ª E 4ª 38 39 43 37
Fiat para efetuar a regulagem. da alavanca). 4ª E 5ª 52 54 56 48
Para engrenar a marcha a ré (R), (o
Com o freio de mão acionado e a veículo deve estar parado e em ponto
chave de ignição na posição MAR, no Para mudar as marchas
morto), pisar no pedal da embreagem
quadro de instrumentos ilumina-se a corretamente, é necessário
até o fim do curso, aguardar alguns se-
luz-espia x. pisar a fundo no pedal da
gundos e, só então, puxar para cima o
embreagem. Por isso, o piso sob os
Para desengatar o freio de mão: dispositivo inibidor de ré A-fig. 2 e, ao
pedais não deve ter obstáculos. Veri-
1) Levantar levemente a alavanca e mesmo tempo, deslocar a alavanca para
ficar se os tapetes estão sempre bem
apertar o botão de desengate A-fig. 1. a direita e para trás.
estendidos e bem fixados pelos pinos
2) Manter apertado o botão e abai- no assoalho e não interferem no des-

NP081
xar a alavanca. A luz-espia x apaga-se. 1 3 5
locamento dos pedais, diminuindo o
seu curso.
2 4 R
A OU Não conduzir com a mão
apoiada na alavanca de
1 3 5
câmbio, porque o esforço
2 4 R exercido, mesmo se ligeiro, com o
tempo pode desgastar os elementos
fig. 2 internos da caixa de velocidades.
B-3
DIRIGIR COM Verifique que os tapetes - Coloque com cuidado objetos no
porta-malas para evitar que uma freada
estejam sempre estendi-
SEGURANÇA dos e bem posicionados. brusca possa jogá-los para a frente.
Observe a localização correta em - Evite ingerir alimentos pesados an-
Ao projetar o veículo, a Fiat trabalhou cada unidade e seu respectivo posi- tes de viajar. Uma alimentação leve,
com empenho para obter um veículo cionamento. O sistema dispõe de de fácil digestão, ajuda a manter os
capaz de garantir a máxima segurança presilhas de fixação fig. 3 para auxi- reflexos rápidos. Evite, principalmente,
aos passageiros. No entanto, o com- liar na sua retenção no assoalho. bebidas alcoólicas.
portamento de quem dirige é sempre A disposição indevida, ou o uso de
um fator decisivo para a segurança nas Periodicamente, lembre-se de fazer
um tapete não homologado, pode os controles citados em “Controles
estradas. se tornar um obstáculo ao aciona- frequentes e antes de viagens longas”,
A seguir, você vai encontrar algumas mento dos pedais. Utilize, exclu- neste capítulo.
regras simples para viajar com seguran- sivamente, tapetes originais e/ou
ça em diversas condições. Com certe- homologados pela FIAT, evitando ADVERTÊNCIA: nunca transporte
za, muitas serão já conhecidas, mas, de materiais não autorizados. no veículo reservatórios suplemen-
qualquer forma, será útil ler tudo com tares de combustível, uma vez que,
atenção. - Verifique se os eventuais sistemas de em caso de vazamento ou acidente,
proteção das crianças (porta-bebês, ber- poderiam explodir ou incendiar-se.
ANTES DE SAIR COM O VEÍCULO cinhos, etc.) estão fixados corretamen-
te no banco traseiro. Não use o banco Nunca encha galões de combus-
- Verifique o correto funcionamento dianteiro para o transporte de crianças. tível no interior do veículo, pois a
das luzes e dos faróis. eletricidade estática e os vapores
- Regule bem a posição do banco, de combustível dos galões podem
provocar explosão e incêndio.

NP222
do volante e dos espelhos retrovisores,
para obter a posição melhor para dirigir.
EM VIAGEM
- Regule com cuidado os apoia-ca-
beças de modo que a nuca, e não o - A primeira regra para dirigir com
pescoço, seja apoiada neles. segurança é a prudência.
- Certifique-se que nada (tapetes, - Prudência também significa estar
etc.) impeça o movimento e o curso em condições de prever um compor-
dos pedais. tamento incorreto ou imprudente dos
fig. 3 outros motoristas.
B-4
- Siga rigorosamente as regras do Có- DIRIGIR À NOITE a visibilidade e cansam a vista. Se estive-
digo Nacional de Trânsito e, principal- rem altos demais, podem atrapalhar os
mente, respeite os limites de velocidade. Aqui estão as principais indicações a motoristas dos outros veículos.
seguir quando viajar à noite: - Use os faróis altos somente fora das
- Certifique-se sempre que, além de
você, todos os outros passageiros do ve- - Dirija com prudência especial, já cidades e quando tiver certeza que não
ículo também estejam usando os cintos que, à noite, as condições de direção atrapalharão os outros motoristas.
de segurança e que as crianças sejam são mais difíceis. - Cruzando com um outro veículo, pas-
transportadas com sistemas específicos. - Reduza a velocidade, principal- se, com bastante antecedência, dos faróis
mente em estradas sem iluminação. altos (se estiverem acesos) aos baixos.
Não dirija em estado de - Mantenha luzes e faróis limpos.
B
- Aos primeiros sinais de sonolência,
embriaguez alcoólica ou sob - Fora da cidade, atenção para com
pare o veículo em local seguro. Prosse-
efeito de medicamentos. a travessia de animais.
guir seria um risco para si mesmo e para
Use sempre os cintos de os outros. Continue a viagem só depois
DIRIGIR COM CHUVA
segurança, e certifique-se de ter descansado bastante.
A chuva e as estradas molhadas sig-
de que os passageiros tam- - Mantenha uma distância de segurança
nificam perigo.
bém façam o mesmo. Viajar sem o em relação aos veículos da frente, maior
uso dos cintos aumenta o risco de do que a que manteria durante o dia. É Em uma estrada molhada, todas as
lesões graves, ou de morte, em caso difícil avaliar a velocidade dos outros veí- manobras são mais difíceis, pois o atrito
de acidente, e ainda é uma infração. culos quando só as luzes são visíveis. das rodas no asfalto é reduzido consi-
deravelmente. Consequentemente, os
- Viagens longas devem ser feitas em - Verifique a correta orientação dos fa- espaços para frear aumentam muito e
boas condições físicas. róis; se estiverem baixos demais, reduzem a aderência na estrada diminui.
- Não dirija por muitas horas conse-

NP089
NP093
cutivas; efetue paradas periódicas para
fazer um pouco de movimento e revi-
gorar o físico.
- Troque constantemente o ar no
veículo.
- Nunca percorra descidas com o mo-
tor desligado; não tendo o auxílio do freio
motor e do servofreio, a ação de frenagem
requer um esforço muito maior no pedal. fig. 4 fig. 5
B-5
Aqui estão alguns conselhos a seguir DIRIGIR NA NEBLINA - Mantenha uma grande distância de
em caso de chuva: segurança do veículo da frente.
- Se a neblina for densa, evitar, o
- Reduza a velocidade e mantenha - Evite, ao máximo, variações repen-
quanto possível, viajar.
uma distância de segurança maior dos tinas de velocidade.
veículos da frente. Em caso de dirigir com névoa, nebli-
- Evite, se possível, ultrapassar outros
na uniforme ou possibilidade de banco
- Se estiver chovendo muito forte, a veículos.
de neblina:
visibilidade também é reduzida. Nestes Em caso de parada forçada do veícu-
casos, mesmo se for dia, acenda os fa- - Mantenha uma velocidade moderada.
lo (avarias, impossibilidade de prosse-
róis baixos para tornar-se mais visíveis - Acenda, mesmo durante o dia, os guir por causa de má visibilidade etc.),
aos outros. faróis baixos e os eventuais faróis au- antes de mais nada, tente parar fora das
- Não atravesse poças em alta velo- xiliares dianteiros. Não use os faróis faixas de rodagem. Em seguida, acenda
cidade e segure bem o volante. Uma altos. as luzes de emergência e, se possível,
poça atravessada em alta velocidade - Coloque os comandos de ventilação os faróis baixos. Toque a buzina repeti-
pode provocar a perda de controle do na função de desembaçamento (ver ca- damente se perceber a aproximação de
veículo (aquaplanagem). pítulo “CONHECIMENTO DO VEÍCULO”), para um outro veículo.
- Coloque os comandos de ventilação não ter problemas de visibilidade.
na função de desembaçamento (ver ca- - Lembre-se que a presença de ne- DIRIGIR EM MONTANHA
pítulo “Conhecimento do veículo”), para blina também causa umidade no asfal- - Em estradas em descida, use o freio
não ter problemas de visibilidade. to, o que dificulta qualquer manobra motor, engrenando marchas fortes, para
- Verifique, periodicamente, as con- e aumenta a distância dos espaços da não superaquecer os freios.
dições das palhetas dos limpadores do frenagem.
para-brisa.

NP082
NP087
Evitar a passagem do veículo em
poças d’água. A transposição de
trechos alagados permite a aspi-
ração de água pela tomada de ar
do motor, ocasionando deformação
irreversível em órgãos internos do
motor.
fig. 6 fig. 7
B-6
- Não percorra, em hipótese alguma, - Nas freadas de emergência ou com DIRIGIR COM
descidas com o motor desligado ou em pouca aderência, percebe-se uma leve
ponto morto. pulsação no pedal do freio: é sinal que ECONOMIA E
o ABS está funcionando. Não solte o
- Lembre-se que a ultrapassagem em
pedal, mas continue a apertar para que
RESPEITANDO O
subida é mais lenta e, por isso, requer
mais estrada livre. Ao ser ultrapassado a ação de frenagem continue. MEIO AMBIENTE
em subida, facilite a ultrapassagem do O ABS impede o bloqueio das rodas,
outro veículo. mas não aumenta os limites físicos de A proteção do meio ambiente é um
aderência entre pneus e estrada. Assim, dos princípios que conduziram a reali-
DIRIGIR COM O ABS mesmo com veículo equipado com zação dos veículos Fiat. Os dispositivos B
ABS, respeite a distância de segurança antipoluentes desenvolvidos dão resul-
O ABS é um equipamento do dos veículos da frente e diminua a ve- tados muito além das normas vigentes.
sistema de frenagem que dá, essencial- locidade no começo das curvas. Entretanto, o meio ambiente não po-
mente, duas vantagens: de ficar sem o maior cuidado da parte
1) Evita o bloqueio e o consequente DIRIGIR EM ESTRADAS NÃO de cada um.
deslizamento das rodas nas freadas de PAVIMENTADAS O motorista, seguindo regras simples,
emergência e, principalmente, em con- pode evitar danos ao meio ambiente e,
dições de pouca aderência. A utilização do veiculo em estradas
ao mesmo tempo, diminuir o consumo
não pavimentadas, rodovias ou cami-
2) Permite frear e virar ao mesmo nhos com a presença de buracos, va-
de combustível.
tempo, para evitar eventuais obstáculos letas, pedras, terrenos lamacentos e/ou A este respeito, são citadas, a seguir,
repentinos, ou para dirigir o veículo pa- alagadiços, presença de areia ou todo muitas indicações úteis que unem-se
ra onde quiser durante a frenagem; isto e qualquer material que possa danificar àquelas identificadas pelo símbolo #,
compativelmente com os limites físicos carroceria e/ou componentes mecâni- presentes em várias partes do manual.
de aderência lateral do pneu. cos do veiculo deve ser evitada. O conselho, tanto para as primeiras
Para usufruir do ABS da melhor ma- como para as últimas, é de ler tudo com
neira: atenção.

B-7
PROTEÇÃO DOS DISPOSITIVOS Quando acender a luz-espia de re- (grama, folhas secas, folhas de
QUE REDUZEM AS EMISSÕES serva de combustível, providenciar pinheiro etc.): pois há perigo de
o abastecimento. Um baixo nível do incêndio.
O correto funcionamento dos combustível poderia causar uma ali-
dispositivos antipoluentes não só garan- mentação irregular do motor, e como Não instale outros anteparos de calor
te o respeito ao meio ambiente, mas in- consequência, possíveis danos ao con- e nem remova os existentes colocados
flui também no rendimento do veículo. versor catalítico. sobre o conversor catalítico e o tubo de
Assim, manter em boas condições estes
Não ligar o motor, mesmo que só escapamento.
dispositivos é a primeira regra para uma
direção ao mesmo tempo ecológica e para testar, com uma ou mais velas Não borrifar nenhum produto sobre
econômica. desligadas. o conversor catalítico, a sonda lambda
Não aquecer o motor em marcha e o tubo de escapamento.
A primeira precaução é seguir
cuidadosamente o plano de Manuten- lenta antes de partir, a não ser que a
ção Programada. temperatura externa esteja muito baixa A falta de respeito a estes
e, mesmo neste caso, não por mais de procedimentos pode causar
Quando utilizar gasolina, use somen- 30 segundos.
te gasolina sem chumbo. incêndio.
Se a partida for difícil, não insis-
ta com tentativas prolongadas. Evite, A retirada do conver- OUTROS CONSELHOS
principalmente, empurrar, rebocar ou sor catalítico, além de não
usar descidas; são todas manobras que contribuir para aumentar o - Não aquecer o motor com o veículo
podem danificar o conversor catalítico. desempenho do veículo, ocasiona parado; neste estado o motor se aque-
Use somente uma bateria auxiliar (ver poluição desnecessária e constitui ce muito mais devagar, aumentando
“Partida com bateria auxiliar” no capí- um claro desrespeito à legislação consumos e emissões. Assim, é melhor
tulo “EM EMERGÊNCIA”). ambiental para veículos automo- partir lentamente, evitando regimes de
tores. rotação elevados.
Se, durante a marcha, o motor não
funcionar bem, prossiga reduzindo ao - Assim que as condições do trânsito
mínimo indispensável a exigência de e a estrada o permitirem, utilizar uma
No seu funcionamento marcha mais alta.
desempenho do motor e dirija-se, logo normal, o conversor cata-
que puder, à Rede Assistencial Fiat. lítico atinge elevadas tem- - Evitar acelerações quando estiver
peraturas. Assim, não estacione o parado em semáforos ou antes de des-
veículo sobre material inflamável ligar o motor.

B-8
- Manter uma velocidade uniforme Trafegar com o sistema digos de erros memorizados na central
o quanto possível, evitando freadas e de escapamento modifi- eletrônica, em conjunto com uma série
arranques supérfluos que gastam com- cado ou danificado, além de parâmetros específicos de diagnós-
bustível e aumentam claramente as de aumentar consideravelmente o tico e funcionamento do motor. Tal
emissões. nível de ruído do veículo (poluição verificação é possível para os agentes
- Desligar o motor em paradas pro- sonora), constitui uma infração ao encarregados de fiscalização de trânsi-
longadas. Código Nacional de Trânsito. to, mediante a interface do sistema com
instrumentos adequados.
- Controlar periodicamente a pressão
dos pneus. Se a pressão estiver muito SISTEMA OBD LUZ-ESPIA DE AVARIA B
baixa, o consumo de combustível au-

U
menta. O Sistema de Diagnóstico de Bordo DO SISTEMA DE
(OBD - On Board Diagnosis), presente DIAGNÓSTICO DE
- Utilizar os dispositivos elétricos BORDO/CONTROLE DO
somente pelo tempo necessário. A exi- em algumas versões, efetua um diagnósti-
co contínuo dos componentes relaciona- MOTOR (amarelo âmbar)
gência de corrente aumenta o consumo
de combustível. dos com as emissões gasosas produzidas Em condições normais, girando a
pelo veículo. Além disso, indica por meio chave de ignição para a posição MAR,
do acendimento da luz-espia U no qua- a luz-espia se acende, mas deve apagar-
Não jogue resíduos ou dro de instrumentos, acompanhada de -se quando o motor funcionar.
recipientes vazios na rua, mensagem no display (algumas versões),
mantenha dentro do veí- Se a luz-espia permanecer acesa, ou
a condição de falha de componentes do
culo um saco plástico para guardá- se acender durante a marcha, é indi-
sistema de controle do motor.
-los até que possa descartá-los em cação de funcionamento imperfeito
O sistema OBD tem como objetivos: do sistema de controle do motor. O
uma lixeira apropriada. Esta prática
ajuda a manter as ruas mais limpas, sMANTERSOBCONTROLEAEFICIÐNCIADO acendimento fixo da luz-espia indica
evitando o entupimento dos esgo- sistema; mau funcionamento no sistema de ali-
tos e reduzindo, assim, o perigo sSINALIZARUMAUMENTODEEMISSÜES mentação/ignição, que poderá provocar
das enchentes causadas pelas fortes devido a um funcionamento irregular aumento de emissões, possível perda de
chuvas. do veículo; desempenho, má dirigibilidade e con-
sumos elevados.
sSINALIZARANECESSIDADEDESUBSTITUIR
os componentes deteriorados.
O sistema dispõe também de um
conector que permite a leitura dos có-
B-9
Nessas condições, é possível conti- CONTENÇÃO DOS GASTOS DE Pneus
nuar a dirigir, sempre evitando esfor- UTILIZAÇÃO E DA POLUIÇÃO Controlar periodicamente a pressão
ços do motor e altas velocidades. O uso AMBIENTAL de ar dos pneus em intervalos não supe-
prolongado do veículo, com a luz-espia riores a 4 semanas; se a pressão estiver
acesa, pode provocar danos ao mesmo. A seguir, são fornecidas algumas su-
muito baixa, o consumo de combustível
Nesse caso, procure a Rede Assistencial gestões que permitem obter uma econo-
aumenta quanto maior for a resistência
Fiat. mia de utilização do veículo e um com-
ao rolamento. É importante ressaltar,
portamento ecologicamente adequado.
Se o mau funcionamento desaparece nestas condições, o desgaste natural dos
a luz-espia se apaga, mas o sistema me- pneus é acelerado, piorando também
moriza a sinalização. CONSIDERAÇÕES GERAIS o comportamento do veículo e, conse-
Se a luz-espia se acende de modo quentemente, a segurança de marcha.
intermitente é indicação de possível Manutenção do veículo
dano no catalisador. No caso de acen- As condições de manutenção do ve- Cargas inúteis
dimento intermitente, soltar o pedal do ículo representam um fator muito im- Não viajar com excesso de carga. O
acelerador, reduzindo a velocidade, até portante, que incide diretamente sobre peso do veículo (sobretudo no trânsito
que a luz-espia se apague. Prossiga a o consumo de combustível, a tranqui- urbano), influencia fortemente o consu-
marcha em velocidade reduzida e pro- lidade de marcha e a própria vida útil mo e a estabilidade.
cure a Rede Assistencial Fiat. do veículo. Por este motivo, é oportu-
no cuidar da manutenção fazendo com
Se, girando a chave para que o veículo passe pelas revisões e
a posição MAR, a luz-espia operações de manutenção previstas no
U não se acender, ou se “Plano de Manutenção Programada”.
acender de modo fixo/intermitente
durante a marcha, contatar o quan-
to antes a Rede Assistencial Fiat.
A funcionalidade da luz-espia U
pode ser verificada pelos agentes de
fiscalização do trânsito ou em even-
tuais programas oficiais de inspeção
de veículos. Respeite as normas
vigentes.
B-10
Equipamentos elétricos MODO DE DIRIGIR Velocidade máxima
Utilizar os dispositivos elétricos so- O consumo de combustível aumenta
mente pelo tempo necessário. Os faróis Troca de marchas proporcionalmente em relação à veloci-
auxiliares, o limpador de para-brisa e o Tão logo as condições do trânsito dade que o veículo desenvolve; como
eletroventilador do sistema de aqueci- o permitam, utilizar as marchas mais exemplo, pode-se dizer que passando
mento e ventilação requerem, para o altas. O uso de marchas baixas para de 90 a 120 km/h, o incremento de
seu funcionamento, uma quantidade de obter uma boa resposta do motor pro- consumo de combustível é de aproxi-
energia adicional que pode aumentar o voca aumento inevitável do consumo. madamente 30%.
consumo de combustível do veículo em
até 25%, em trechos urbanos.
Da mesma forma, a insistência em man- Tentar manter uma velocidade uni- B
ter marchas altas em trechos de baixa forme, dentro do possível, evitando fre-
velocidade, além de aumentar o consu- adas e retomadas desnecessárias, que
Ar-condicionado mo e a emissão de poluentes, acelera o consomem combustível e aumentam,
Exerce forte influência no consumo desgaste do motor. simultaneamente, a emissão de poluen-
de combustível do veículo (aproxi- tes. Aconselha-se a adotar um modo de
madamente 20% a mais). Quando a dirigir prudente, tratando de antecipar
temperatura externa o permitir, utilizar as manobras para evitar perigo iminente
somente o sistema de renovação de ar e de respeitar a distância de segurança
natural do veículo. em relação aos veículos que trafegam
logo a frente.
Acessórios aerodinâmicos
Os acessórios aerodinâmicos não
certificados durante o desenvolvimento

NP098
do veículo podem, na realidade, pena-
lizar o consumo e o próprio coeficiente
aerodinâmico original.

fig. 8
B-11
Aceleração Situação do trânsito e condição das LONGA
Acelerar o motor de forma violenta, vias e estradas
induzindo-o a funcionar em rotações O consumo elevado de combustível INATIVIDADE
elevadas, penaliza notavelmente o con- está ligado diretamente a situações de DO VEÍCULO
sumo de combustível, as emissões de trânsito intenso, sobretudo nas gran-
poluentes e a própria durabilidade do des cidades, onde se trafega durante a Se o veículo tiver que ficar parado
mesmo; convém acelerar gradualmente maior parte do tempo utilizando mar- por mais de um mês, tomar estas pre-
e não ultrapassar o regime de torque chas baixas e as paradas em semáforos cauções:
máximo do motor. são muito frequentes. - colocar o veículo num lugar cober-
Também os percursos sinuosos, co- to, seco e possivelmente arejado;
Condições de utilização mo estradas de montanha, ou trechos - engrenar uma marcha;
Trajetos muito curtos e partidas fre- em mau estado de conservação, influe-
- certificar-se que o freio de mão não
quentes com o motor frio não permitem ciam negativamente o consumo.
esteja puxado;
que o motor atinja a temperatura ideal
de funcionamento, além de significar Paradas ou interrupções de trânsito. - desligar os bornes dos polos da ba-
um incremento de consumo e de emis- teria (retirar primeiro o borne negativo)
Durante as paradas prolongadas, e controlar o estado de carga da mesma.
são de substâncias nocivas da ordem motivadas por trânsito interrompido, o
de 15 a 30%. Durante o tempo em que o veículo ficar
melhor a fazer é desligar o motor. parado, este controle terá que ser feito
mensalmente. Recarregar se a tensão
estiver abaixo de 12,5 V.
- limpar e proteger as partes pintadas
aplicando ceras protetoras;
NP095

NP089
- limpar e proteger as partes metáli-
cas brilhantes com produtos especiais;
- polvilhar talco nas palhetas de bor-
racha do limpador do para-brisa e do
limpador do vidro traseiro e deixá-las
afastadas dos vidros;
- abrir um pouco os vidros;
fig. 9 fig. 10
B-12
- cobrir o veículo com uma capa de CONTROLES ACESSÓRIOS
tecido ou de plástico perfurado. Não
usar encerados de plástico compacto FREQUENTES E COMPRADOS PELO
que não deixam evaporar a umidade
presente na superfície do veículo;
ANTES DE VIAGENS USUÁRIO
- calibrar os pneus com uma pressão LONGAS
de +0,5 bar em relação à normalmente NOTA: tanto o veículo quanto os
indicada e controlá-la periodicamente; A cada 500 km, ou antes de viagens
longas controlar: equipamentos nele instalados con-
- não esvaziar o sistema de refrigera- somem energia da bateria, mesmo
ção do motor; - pressão e estado dos pneus; desligados, o que se denomina
B
- esvaziar o reservatório de gasolina - nível do óleo do motor; consumo stand-by. A bateria pos-
para partida a frio (FLEX). - nível do líquido de arrefecimento sui um limite máximo de consumo
Mensalmente, ou preferencialmente do motor e estado do sistema; para garantir a partida do motor.
a cada 2 semanas, executar as seguintes Portanto, o consumo dos equipa-
- nível do líquido dos freios; mentos deve ser dimensionado de
operações: - nível do líquido do lavador do para- acordo com o limite de consumo da
- ligar o motor (se for o caso, reco- -brisa; bateria. Os acessórios genuínos Fiat
nectar os bornes dos polos da bateria na oferecem essa garantia.
- nível do líquido da direção hidráu-
mesma sequência recomendada para o
lica (se disponível);
desligamento) e fazê-lo funcionar por
um tempo superior a 2 minutos; - nível de gasolina no reservatório de
partida a frio (FLEX); A instalação de rádios,
- ligar o sistema de ar-condicionado alarmes ou qualquer outro
e deixá-lo funcionando por um tempo - estado do filtro de ar. acessório eletrônico não
superior a 1 minuto; genuíno poderá ocasionar consu-
- acionar o sistema de aquecimento mo excessivo de carga da bateria,
posicionando o seletor de temperatura podendo ocasionar o não funcio-
na posição máxima para permitir a cir- namento do veículo e a perda da
culação de todo o líquido no sistema garantia.
de arrefecimento, de maneira uniforme.
Para veículos equipados com climatiza-
dor automático, selecionar a tempera-
tura máxima de funcionamento.
B-13
Para assegurar a quali- DISPOSITIVO PARA O dispositivo para o gancho de re-
dade e o perfeito funcio- boque deve ser fixado à carroceria por
namento do veículo, reco- REBOQUE pessoal especializado da Rede Assis-
mendamos instalar somente acessó- tencial Fiat (ver observação na página
rios genuínos, à disposição na Rede seguinte), conforme as indicações que
INSTALAÇÃO DO GANCHO DE serão fornecidas a seguir, as quais deve-
de Assistência Fiat.
REBOQUE PARA ATRELADOS rão ser integralmente respeitadas.
Para efetuar reboques de atrelados - Efetuar no veículo a furação com
TRANSMISSORES DE (carretinhas, trailers, etc.), o veículo Ø (diâmetro) 11 mm traspassando o as-
RÁDIO E TELEFONES deve estar equipado com engate es- soalho posterior (ver detalhe A-fig. 11)
CELULARES férico para acoplamento mecânico e e a longarina nas marcas esquemáticas
A eficiência de transmissão destes conexão elétrica adequada, sendo que indicadas na fig. 12.
aparelhos pode ficar prejudicada pelo ambos dispositivos devem cumprir De acordo com o tipo de gancho de
efeito isolante da carroceria do veículo. os requisitos das normas vigentes da reboque, será necessário furar também
ABNT (Associação Brasileira de Normas o painel traseiro de algumas versões
Técnicas). (ver figura).
ADVERTÊNCIA: para efeito de
utilização de telefonia celular
durante a marcha, mantenha-se
rigorosamente informado do quan-
to estabelecido pela legislação de Seção lateral traseira de um veículo
trânsito vigente, à época, mesmo no (exemplo genérico)
caso da disponibilidade no veículo

4EN1160BR
de dispositivos originais ou adquiri-
dos no mercado.

fig. 11
B-14
- Alargar os furos, somente no assoa- OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE Caso as ligações da
lho, para Ø (diâmetro) 16 mm. REBOQUE tomada elétrica do atrela-
- Aplicar proteção contra a corrosão do forem mal executadas,
sobre os furos. podem ocorrer sérios danos no sis-
Lembre-se que o ato de rebocar tema eletroeletrônico do veículo.
- Montar o engate para reboque con- um atrelado reduz a capacidade Procure a Rede Assistencial Fiat.
forme orientação do fabricante do Kit. máxima do veículo para superar
Para garantir a completa funcio- aclives (rampas).
nalidade e segurança da instalação, A garantia contra corrosão da
e dependendo do modelo de engate região perfurada somente será man- B
adequado para cada versão, pode ser Nos percursos em des- tida se os furos forem executados
necessário efetuar modificações na cida, engatar uma mar- através da Rede Assistencial Fiat
parte posterior do veículo (recorte do cha forte em vez de usar e desde que o campo “Acessórios
para-choque, por exemplo) com a fina- somente o freio. Fiat”, contido no Manual de
lidade de evitar interferências entre os Garantia, esteja devidamente pre-
componentes envolvidos. enchido com a assinatura e carimbo
O peso que o reboque exerce da concessionária.
- Aplicar um torque de aperto de 40 no engate para reboque do veículo
N.m sobre os parafusos. reduz, a capacidade de carga do
próprio veículo. Para ter certeza de
não superar o peso máximo rebocá-
vel, é preciso levar em considera-
ção o peso do atrelado com carga
completa, incluídos acessórios e
bagagens pessoais. Este veículo tem
capacidade de tracionar somente
um reboque sem freio próprio até o
limite de 400 kg.

B-15
A peça genuína adquirida e ins- A Fiat Automóveis somente se
talada na Rede Assistencial Fiat, responsabiliza por instalações efe- Vista superior do assoalho traseiro
mediante pagamento é garantida tuadas na Rede Assistencial Fiat,

NP145
por 12 (doze) meses, inclusa garan- de acordo com as prescrições e os
tia legal de noventa dias, contados a critérios técnicos das informações
partir da data da execução dos ser- anteriormente citadas.
viços, conforme nota fiscal de servi-
ços, que deverá ser mantida com o
cliente para apresentação, quando Antes de trafegar com reboque
exigida pela Fiat Automóveis e/ou em outro país, verifique as dispo-
Rede Assistencial Fiat no Brasil. sições gerais do mesmo em relação
ao reboque de atrelados. Respeite
os limites de velocidade específicos
O respeito à presente de cada país para os veículos com
instrução de instalação é reboque.
uma forma de conservar a
integridade do veículo e prevenir a
ocorrência de acidentes. Instalações
efetuadas de modo diferente ao
quanto indicado neste manual são,
conforme a legislação vigente, de
responsabilidade do instalador e do
proprietário do veículo.

fig. 12
B-16
EM EMERGÊNCIA
As páginas seguintes foram elaboradas especialmente PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR . . . . . . . . . . .C-1
para auxiliá-lo em situações de emergências com seu veículo.
PARTIDA COM MANOBRAS POR INÉRCIA . . . . .C-1
Como você verá, foram considerados alguns inconve-
nientes e, para cada um deles, é sugerido o tipo de inter- SE FURAR UM PNEU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-2
venção que você pode efetuar pessoalmente. No caso de
contratempos mais sérios, porém, é necessário dirigir-se à SE APAGAR UMA LUZ EXTERNA . . . . . . . . . . . . .C-6
Rede Assistencial Fiat.
SE APAGAR UMA LUZ INTERNA . . . . . . . . . . . .C-12
A este respeito lembramos-lhe que, junto com o Manual
de Uso e Manutenção, também constam em seu kit de bordo, SE DESCARREGAR A BATERIA . . . . . . . . . . . . . .C-13
o Manual Básico de Segurança no Trânsito, o Livrete Confiat
e o Manual de Garantia, nos quais estão descritos detalha- SE PRECISAR LEVANTAR O VEÍCULO . . . . . . . . .C-14
damente todos os serviços que a Fiat coloca à sua disposição C
em caso de dificuldades. SE PRECISAR REBOCAR O VEÍCULO . . . . . . . . .C-15
Aconselhamos, de qualquer maneira, a leitura destas pá- EM CASO DE ACIDENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-15
ginas. Assim, em caso de necessidade, você vai saber locali-
zar imediatamente as informações úteis. EXTINTOR DE INCÊNDIO . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-16

C
PARTIDA COM 4) Quando o motor estiver em mo- PARTIDA COM
vimento, retirar os cabos, seguindo a
BATERIA AUXILIAR ordem inversa. MANOBRAS POR
Se a bateria estiver descarregada, Se, depois de algumas tentativas, o INÉRCIA
pode-se ligar o motor usando uma ou- motor não funcionar, não insistir inu-
tra bateria que tenha capacidade igual tilmente, mas dirigir-se à Rede Assis-
ou pouco superior à da bateria descar- tencial Fiat. Para os veículos catali-
regada (ver capítulo “CARACTERÍSTICAS sados, deve ser comple-
TÉCNICAS”). Não efetue esta opera- tamente evitada a partida
ção se não tiver experiên- com empurrões, a reboque ou apro-
Esta operação deverá ser feita da se- veitando descidas. Essas manobras
guinte maneira fig. 1: cia; operações efetuadas de
forma incorreta podem provocar poderiam causar o afluxo de com-
1) Ligar os bornes positivos (sinal + bustível no conversor catalítico,
descargas elétricas de intensidade
perto do borne) das duas baterias com
considerável e até mesmo explosão danificando-o irremediavelmente.
um cabo especial;
da bateria. Além disso, recomenda- C
2) Ligar, com um segundo cabo, o -se não chegar perto da bateria com
borne negativo (–) da bateria auxiliar chamas ou cigarros acesos e não Lembre-se que, enquan-
com o borne negativo (–) da bateria provocar faíscas, pois há perigo de to o motor não funcionar,
descarregada; explosão e de incêndio. o servofreio e a direção
hidráulica não se ativam, sendo
3) Ligar o motor;
necessário exercer um esforço
Evitar, rigorosamente, muito maior tanto no pedal do freio
o uso de um carregador como no volante.
NU088

de baterias para a parti-


da de emergência. Poderiam ser
danificados os sistemas eletrônicos
e, principalmente, as centrais que
comandam as funções de ignição e
de alimentação.

fig. 1
C-1
SE FURAR UM PNEU 2. PEGAR FERRAMENTAS, MACACO 3. SUBSTITUIR A RODA:
E RODA SOBRESSALENTE
O veículo apresenta configurações
Estão no porta-malas debaixo do diferentes para as calotas de acordo
1. PARAR O VEÍCULO
estepe, para retirá-las: com as versões.
- Se possível, parar o veículo em ter- - Levantar o tapete de revestimento 1) Desapertar cerca de uma volta os
reno plano e compacto. pelo ponto indicado A-fig. 2. parafusos de fixação da roda a ser subs-
- Ligar as luzes de emergência. - Desatarraxar o dispositivo de blo- tituída A-fig. 5; (nos veículos equipados
- Puxar o freio de mão. queio A-fig. 3, tirar a roda sobressalente. com calota fixada sob pressão, retirá-la
- Soltar as ferramentas e remover o antes, usando uma chave de fenda (não
- Engatar a primeira marcha ou a
macaco fig. 4, puxando-o de sua sede. fornecida);
marcha a ré.
2) Com rodas de liga, balançar late-
- Sinalizar a via com o triângulo de
ralmente o conjunto roda/pneu para fa-

NU090
segurança.
cilitar o desengate da roda de seu cubo;
- Calçar as rodas com um pedaço de A 3) Girar a manivela do macaco para
madeira, ou outros materiais adequa-
posicioná-lo na sede apropriada;
dos, caso o veículo se encontre em uma
via inclinada ou em mau estado. O cal-
ço deve estar na roda diagonal oposta à
utilização do macaco.

fig. 3

NP100
NP200

NP147
A

fig. 2 fig. 4 fig. 5


C-2
4) Colocar o macaco onde está mar- 5) Girar a manivela do macaco e 8) Atarraxar apenas um dos parafu-
cado o símbolo O B-fig. 6, perto da levantar o veículo de maneira que a sos A-fig. 8, em correspondência com
roda a substituir. Certificar-se de que a roda fique a alguns centímetros longe a válvula de enchimento B -fig. 8;
ranhura A-fig. 6 do macaco esteja bem do chão; 9) Colocar a calota cuidando para
encaixada na longarina C-fig. 6. 6) Desparafusar completamente os 4 que o símbolo , na parte interna, fi-
O macaco deve ser colocado em pi- parafusos e remover a calota e a roda; que em correspondência com a válvula,
so plano. Piso liso pode gerar pequenos 7) Montar a roda sobressalente, en- e dessa maneira o furo maior da calota
deslizamentos e queda do veículo. Pa- caixando os furos A-fig. 7 com os res- A-fig. 9 passe pelo parafuso já fixado;
ra diminuir a probabilidade de ocorrer pectivos pinos B-fig. 7;
deslizamentos, recomenda-se utilizar A montagem incorreta da
material antiderrapante. calota pode causar seu des-
prendimento com veículo

NP172
A colocação incorreta do B em movimento.
macaco pode provocar a A
queda do veículo levantado C
ou acoplamento incorreto da roda.

B
A

fig. 7
H0017BR

NP102

NP148
B

A
C B
A

fig. 6 fig. 8 fig. 9


C-3
10) Atarraxar os outros três parafusos; 13) Apertar bem os parafusos, passan- 16) Colocar o suporte das ferramentas
11) Apertar os parafusos utilizando a do alternadamente de um parafuso ao e o triângulo de segurança nos locais
chave de roda específica fig. 10; outro diagonalmente oposto, de acordo apropriados. O porta-ferramentas de-
com a ordem ilustrada na fig. 11. ve ser colocado com a seta A-fig. 12,
12) Girar a manivela do macaco de apontada para o sentido de marcha do
maneira a abaixar o veículo e remover 14) Colocar o macaco no suporte das
ferramentas fig. 12, encaixando de mo- veículo (frente);
o macaco.
do a evitar vibrações, ou que se solte 17) Colocar a roda substituída no
durante a marcha; compartimento da roda sobressalente;
Ao girar a manivela do
macaco, tomar cuida- 15) Guardar as ferramentas utilizadas 18) Fixar a roda com o dispositivo de
do para que a rotação da nos lugares específicos no suporte; bloqueio A-fig. 13.
mesma ocorra livremente sem risco
de escoriações na mão, causadas A roda substituída e os

NP150
pelo esfregamento contra o piso. seus elementos de fixação
Também as partes do macaco em deverão ser sempre reco-
movimento (parafusos e articula- 2 locados em suas sedes, para evitar
ções) podem causar lesões. Evite que, com o movimento do veículo,
3 4
contato com eles. sejam arremessados em direção aos
1 seus ocupantes.

fig. 11
NP149

NP151

4EN0295BR
A
A

fig. 10 fig. 12 fig. 13


C-4
ADVERTÊNCIA: com roda de liga Em caso de posterior - Encaixar a extremidade B-fig. 14 da
leve, não utilizar o dispositivo de compra de rodas em liga chave soquete fig. 14 no encaixe C-fig.
bloqueio, pois o comprimento do para substituir as de aço, 14 do parafuso especial de retenção da
parafuso, dimensionado para estepe aconselhamos manter disponíveis roda. Na extremidade A-fig. 14 deve ser
com roda em chapa de aço, não no veículo 4 parafusos originais encaixada a chave de roda fornecida com
permite a fixação da roda de liga. para serem usados somente com a o veículo;
roda sobressalente, para não com- - girar a chave de roda no sentido
prometer os cubos das rodas. anti-horário para retirar o parafuso;
ADVERTÊNCIA: imediatamente
providencie a reparação do pneu Cada chave soquete possui um se-
4. KIT ANTIFURTO DA RODA gredo, entre uma série de combinações
furado. Evite rodar com a roda
sobressalente. Algumas versões dispõem de dispo- possíveis.
sitivo antifurto para as rodas composto Em caso de perda da chave, dirigir-se
de um parafuso especial e uma chave à Rede Assistencial Fiat.
ADVERTÊNCIA: periodicamente,
controlar a pressão dos pneus e da soquete com segredo. Este dispositivo C
roda de reserva. está disponível como acessório na Rede
Assistencial Fiat.
Para retirar o parafuso especial, pro-
O macaco serve somente ceder como a seguir:
para a troca das rodas. Não
deve, em hipótese alguma,
ser usado para efetuar consertos
debaixo do veículo.

4EN1281BR
O macaco não requer nenhuma B
regulagem. Em caso de defeito, deve C
A
se substituído por um original.

ADVERTÊNCIA: após a troca de


pneus deve-se calibrá-los.

fig. 14
C-5
SE APAGAR UMA INDICAÇÕES GERAIS As lâmpadas halógenas
devem ser manuseadas
LUZ EXTERNA Quando uma luz não funcionar, an- tocando somente a parte
tes de substituir a lâmpada, verificar se metálica. Se o bulbo transparente
o fusível correspondente está em bom entrar em contato com os dedos,
Modificações ou conser- estado. diminui a intensidade da luz emitida
tos do sistema elétrico, efe- Quanto à localização dos fusíveis, e pode ser prejudicada a duração
tuados de maneira incorre- consultar “Se queimar um fusível”. da lâmpada. Em caso de contato
ta e sem levar em consideração as Antes de substituir uma lâmpada apa- acidental, esfregar o bulbo com
características técnicas do sistema, gada, verificar se os contatos não estão um pano umedecido com álcool e
podem causar um funcionamento oxidados. deixar secar.
anômalo com riscos de incêndio.
As lâmpadas “queimadas” devem ser
substituídas por outras com as mesmas
características. Observe as especifica- As lâmpadas halógenas contêm
A manutenção do veículo gás sob pressão que, em caso de
deve ser confiada à Rede ções na lâmpada e consulte a tabela
na próxima página. As lâmpadas com quebra da lâmpada, pode projetar
Assistencial Fiat. Para os fragmentos de vidro.
serviços de manutenção e repara- potência insuficiente iluminam pouco,
ções pequenas e rotineiras, cer- enquanto que as potentes demais con-
tifique-se sempre se tem as fer- somem muita energia, além de causar TIPOS DE LÂMPADAS
ramentas adequadas, as peças de danos à instalação elétrica do veículo.
substituição originais Fiat; em todo Após ter substituído uma lâmpada Diversos tipos de lâmpadas estão ins-
caso, não faça tais operações se não dos faróis, verificar sempre a regulagem taladas no veículo - fig. 15
tiver nenhuma experiência ou se dos mesmos por motivos de segurança.
encontrar dificuldades. A - Lâmpadas totalmente de vidro
ADVERTÊNCIA: em dias frios e/ B - Lâmpadas a baioneta
ou úmidos, os faróis e lanternas C - Lâmpadas cilíndricas
podem apresentar condensação de D-E - Lâmpadas halógenas
água nas lentes. Esta condensação
deve desaparecer momentos após o
veículo trafegar com as luzes exter-
nas acesas.
C-6
NP234
Lâmpada Referência - fig. 15 Tipo Potência

A Luz de posição dianteira A W5W 5W

Indicadores de direção dianteiros B PY21W 21 W

Indicadores de direção traseiros B PY21W 21 W

B Luz de posição traseira A W5W 5W

Luz de freio/posição B P21/5W 21 W

Luz de marcha a ré B P21W 21 W


C
C
Luz de placa A W5W 5W

Porta-luvas C C5W 5W

Farol alto D H1 55 W
D
Farol baixo E H7 55 W

Luz interna dianteira C C10W 10 W

E Porta-malas C C5W 5W

Farol neblina D H1 55 W
fig. 15
C-7
Em caso de dificuldade - Recolocar as presilhas E-fig. 17 para que encaixe na sede existente na
em qualquer operação de puxando-as e fechando-as lateralmente parábola do farol;
substituição, recomenda-se para dentro; - Pressionar a lâmpada F-fig. 18 para
procurar a Rede Assistencial Fiat. - Recolocar o conector elétrico D- dentro para travá-la nas molas de reten-
-fig. 17; ção G-fig. 18;
LUZES DIANTEIRAS - Recolocar a tampa A-fig. 16. - Recolocar a tampa B-fig. 16.

Luzes de farol alto Luzes de farol baixo Luzes de posição dianteira


Para substituir a lâmpada de farol al- Para substituir a lâmpada de farol bai- Para substituir a lâmpada das luzes de
to, proceder como a seguir: xo, proceder como a seguir: posição, proceder como a seguir:
- Retirar a tampa A-fig. 16 puxando-a; - Retirar a tampa B-fig. 16 puxando-a; - Retirar a tampa B-fig. 16 puxando-a;
- Retirar o conector elétrico D-fig. 17 - Retirar a lâmpada F-fig. 18 puxan- - Retirar o porta-lâmpadas H-fig. 18
puxando-o; do-a para soltá-la da mola de retenção puxando-o;
- Puxar as presilhas E-fig. 17 e abri- G-fig. 18; - Retirar a lâmpada a ser substituída
-las lateralmente para fora conforme - Retirar o conector elétrico; puxando-a de seu conector;
indicado pelas setas; - Colocar a nova lâmpada no conec- - Colocar a nova lâmpada no conec-
- Remover a lâmpada a ser substituída; tor elétrico; tor elétrico;
- Posicionar a nova lâmpada em sua - Posicionar a nova lâmpada em sua - Recolocar o porta-lâmpadas H-fig.
sede observando o encaixe reto em sua sede observando o encaixe em sua base 18 empurrando para dentro até travá-lo;
base;
NP110

NP112

NP113
A B C

E G
F
H
D
fig. 16 fig. 17 fig. 18
C-8
- Recolocar a tampa B-fig. 16. - Colocar a nova lâmpada no porta- LUZES TRASEIRAS
-lâmpadas pressionando-a e girando-a
Indicadores de direção - setas no sentido horário;
Lanterna traseira
Para substituir a lâmpada, proceder - Recolocar o porta-lâmpadas giran-
do no sentido horário e observando o Para substituir as lâmpadas (posição,
como indicado a seguir: marcha a ré, freios ou indicadores de
encaixe em sua base.
- Virar a direção para o lado interno direção) da lanterna traseira, proceder
para facilitar a operação; - Recolocar os parafusos de fixação como a seguir:
da proteção A-fig. 19 do vão da roda.
- Remover os três parafusos de fixa- - Abrir a tampa do porta-malas para
ção da proteção A-fig. 19 do vão da ter acesso aos parafusos de fixação da
Luzes dos faróis auxiliares
roda; lanterna;
Para substituição das lâmpadas dos
- Abrir um pouco a tampa para ter - Retirar os três parafusos de fixação
faróis auxiliares, dirigir-se à Rede As-
acesso ao porta-lâmpada; da lanterna A-fig. 21 e puxá-la para
sistencial Fiat.
- Retirar o porta-lâmpada C-fig. 16 desencaixá-la dos pinos;
de sua sede girando-o no sentido anti- C
-horário;
- Extrair a lâmpada I-fig. 20 empur-
rando-a ligeiramente e girando-a em
sentido anti-horário (bloqueio a “baio-
neta”) e substituí-la;

NP173
NP258

NP103
A A

A
A
A
A
I
fig. 19 fig. 20 fig. 21
C-9
- Retirar o conector atuando na trava - Recolocar o conjunto porta-lâmpa- LUZ DE PLACA - fig. 25 e 26
B-fig. 22 no sentido da seta (se neces- das em sua sede e colocar os parafusos
sário, utilizar uma chave de fenda); de fixação C-fig. 23; Para substituir a lâmpada proceder
como a seguir:
- Retirar os parafusos de fixação - Recolocar o conector B-fig. 22
C-fig. 23 do conjunto porta-lâmpadas pressionando até que esteja travado. - retirar o porta-lâmpadas A-fig. 25
D-fig. 23; utilizando uma chave de fenda (não
- Recolocar a lanterna em sua sede,
fornecida) no ponto indicado pela seta
- Puxar o porta-lâmpadas um pouco cuidando para que os pinos guias este-
fig. 25, cuidando para não arranhar a
para a retirada do conector da luz de jam posicionados nos furos.
pintura;
posição de sua sede e possibilitar a re- - Recolocar os parafusos A-fig. 21 de
tirada do conjunto porta-lâmpadas por - retirar o conector elétrico, puxan-
fixação da lanterna.
completo; do a trava;
- Para substituição da lâmpada de

NP104
posição E-fig. 24, puxá-la de sua sede;
- Para as outras lâmpadas F, G e C
H-fig. 24, removê-las, pressionando-as
e girando-as no sentido anti-horário;
C D
- Substituir a lâmpada danificada;
- Recolocar o conector da luz de po- C C
sição E-fig. 24 pressionando-o;
fig. 23
NP164

NP105

4EN1019BR
E
B
F

G
H A
fig. 22 fig. 24 fig. 25
C-10
- retirar o suporte da lâmpada B-fig. LUZ DO PORTA-MALAS - retirar o conector atuando na trava
26, girando-o no sentido anti-horário; de retenção (se necessário, utilizar uma
Para substituir a lâmpada proceder chave de fenda);
- retirar a lâmpada C-fig. 26 puxan- como a seguir:
do-a de sua sede; - retirar a tampa plástica A-fig. 29
- retirar o porta-lâmpada de sua se- puxando-a para cima, para acesso à
- colocar a nova lâmpada e recolo- de com auxílio de uma chave de fenda lâmpada;
car o suporte em sua sede, girando-o (não fornecida) no ponto indicado pela
no sentido horário; - substituir a lâmpada B-fig. 29;
seta fig. 28;
- recolocar o conector elétrico; - recolocar a tampa A-fig. 29 fazen-
do uma leve pressão;
- recolocar o porta-lâmpada em sua
sede pressionando-o. - recolocar o conector elétrico;
- recolocar o porta-lâmpada em sua
LUZ SUPLEMENTAR DE FREIO

NP106
sede.
(BRAKE LIGHT) A
Para substituição da luz suplementar ATENÇÃO: não puxar o conector C
de freio - brake light A-fig. 27, dirigir-se pelo cabo elétrico, pois o mesmo
à Rede Assistencial Fiat. poderia romper-se.

fig. 27
NP165

NP168

NP169
A B

C B

fig. 26 fig. 28 fig. 29


C-11
LUZ DO PORTA-LUVAS - fig. 30 SE APAGAR UMA - Retirar o conector;
- Para conjunto de luz A-fig. 31,
Para substituir a lâmpada proceder LUZ INTERNA abrir a tampa no sentido indicado pela
como a seguir:
seta fig. 32. Se necessário, utilizar uma
- retirar o porta-lâmpada de sua sede CONJUNTO DA LUZ INTERNA chave de fenda (não fornecida) para
agindo no ponto indicado pela seta; Para substituir a lâmpada proceder abri-la, atuando no ponto indicado
- retirar o conector elétrico; como a seguir: D-fig. 32;
- substituir a lâmpada; - Com uma chave de fenda (não for- - Substituir a lâmpada C-fig. 32 exer-
- recolocar o conector elétrico; necida) no ponto indicado pela seta fig. cendo uma pressão com a própria lâmpa-
31, remover o conjunto da luz interna da para o lado direito e puxar para cima;
- recolocar o porta-lâmpada em sua montada a pressão pelas travas. Cuida-
sede fazendo uma ligeira pressão. - Para colocar a lâmpada nova, en-
do para não danificar o revestimento do caixar primeiro o lado direito e, a se-
teto e a plafoniera com a ferramenta. guir, empurrar o lado esquerdo;

NP167
A - Fechar a portinhola B-fig. 32.
- Recolocar o conector;
- Remontar o conjunto da luz interna
na sua sede fazendo uma ligeira pressão.
Algumas versões podem apresentar
conjunto de luz interna como o repre-
sentado em B-fig. 31;
NP174

NP163
B

fig. 30 fig. 31 fig. 32


C-12
- Com uma chave de fenda (não for- SE DESCARREGAR A RECARGA DA BATERIA
necida), pressionar no ponto indicado
pela seta. Cuidado para não danificar BATERIA Aconselha-se uma recarga lenta com
baixa corrente pela duração de cerca
o revestimento do teto e a plafoniera e
remover o conjunto de luz interna mon- Antes de tudo, aconselha-se a ver no de 24 horas. Aqui estão os procedi-
tado a pressão pelas travas; capítulo “Manutenção do veículo” as mentos:
- Retirar o conector elétrico atuando precauções para evitar que a bateria se 1) Desligar os bornes do sistema elé-
na trava de retenção; descarregue e para garantir uma longa trico dos terminais da bateria;
duração da mesma. 2) Ligar, aos terminais da bateria, os
- Abrir a portinhola B-fig. 33 no sen-
tido da seta; cabos do aparelho de recarga;
PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR
- Substituir a lâmpada C-fig. 33 exer- 3) Ativar o aparelho de recarga;
cendo uma pressão com a própria lâm- Ver “Partida com bateria auxiliar” 4) Terminada a recarga, desativar o
pada para o lado da mola; neste capítulo. aparelho antes de desligá-lo da bate-
- Para colocar a lâmpada nova, en- ria;
caixar primeiro o lado do furo e, a se- Evitar, rigorosamente, o 5) Ligar os bornes aos terminais da
C
guir, empurrar o lado da mola; uso de um carregador de bateria respeitando as polaridades.
- Fechar a portinhola B-fig. 33, pres- bateria para a partida do
sionando-a; motor; isto poderia danificar os sis-
O líquido contido na
- Recolocar o conector; temas eletrônicos e, principalmen-
bateria é venenoso e cor-
- Remontar o conjunto da luz interna te, as centrais que comandam as
rosivo. Evite o contato com
na sua sede fazendo uma ligeira pressão. funções de ignição e alimentação.
a pele ou com os olhos. A operação
de recarga da bateria deve ser efetu-
F0M0234M

ada em ambiente ventilado e longe


de chamas ou possíveis fontes de
faíscas, pois há perigo de explosão
ou de incêndio.

fig. 33
C-13
SE PRECISAR Lateralmente COM ELEVADOR DE DUAS
O veículo pode ser levantado com COLUNAS
LEVANTAR O um macaco hidráulico posicionado co- O veículo deve ser levantado colo-
VEÍCULO mo ilustrado nas figs. 34 e 35. cando as extremidades dos braços do
elevador nos pontos inferiores da car-
O veículo não deve ser roceria, conforme indicado na fig. 36.
COM O MACACO
levantado pela parte trasei-
Ver “Se furar um pneu”, neste capí- ra (parte inferior da carro- Cuidar para que os bra-
tulo. ceria, eixo traseiro ou partes da sus- ços do elevador não danifi-
pensão) e parte dianteira (carcaça quem a carroceria. Regular
O macaco serve somente para tro- do câmbio). as sapatas dos braços do elevador e,
car as rodas. Não deve, de maneira se preciso, usar um calço de borra-
alguma, ser utilizado em caso de cha ou madeira entre as sapatas e a
conserto debaixo do veículo. carroceria.

4EN0191BR
NP108
NP107

fig. 34 fig. 35 fig. 36


C-14
SE PRECISAR EM CASO DE - Se sentir cheiro de combustível ou
de outros produtos químicos, não fume
REBOCAR O ACIDENTE e mande apagar os cigarros.
VEÍCULO - É importante manter sempre a cal-
- Para apagar os incêndios, mesmo
de pequenas dimensões, use o extintor
ma.
É aconselhável, sempre, utilizar ca- (descrito neste capítulo), cobertas, areia
minhão-guincho para rebocar o veícu- - Se não estiver diretamente envolvi- ou terra. Nunca use água.
lo. Desta forma, o veículo poderá ser do, pare a uma distância de pelo menos
seguramente sustentado pelas rodas uns dez metros do acidente. SE HOUVER FERIDOS
dianteiras ou traseiras ou, ainda, apoia- - Em rodovia, pare em local seguro.
do em plataformas específicas sobre o - Nunca se deve abandonar o ferido.
- Desligue o motor e acenda as luzes A obrigação de socorro é válida tam-
próprio caminhão-guincho. de emergência. bém para as pessoas não envolvidas
Respeite a legislação de trânsito vi- - À noite, ilumine com os faróis o lu- diretamente no acidente.
gente sobre procedimentos de rebo- gar do acidente.
que. - Não aglomerar-se ao redor dos feridos. C
- Comporte-se com prudência, não - Tranquilize o ferido em relação à ra-
corra o risco de ser atropelado. pidez dos socorros, fique a seu lado para
- Assinale o acidente pondo o tri- dominar eventuais crises de pânico.
ângulo bem à vista e a uma distância - Destrave ou corte os cintos de se-
regulamentar. gurança que retêm os feridos.
- Chame o socorro, fornecendo infor- - Não dê água aos feridos.
mações da maneira precisa.
- O ferido nunca deve ser removido
- Nos acidentes múltiplos em rodo- do veículo, salvo nos casos indicados
vias, principalmente com pouca visibili- no ponto seguinte.
dade, é grande o risco de envolvimento
em outros impactos. Abandone imedia- - Tirar o ferido do veículo somente em
tamente o veículo e proteja-se fora do caso de perigo de incêndio, de afunda-
“guard-rail”. mento em água ou de queda em precipí-
cio. Ao tirar um ferido: não provoque des-
- Remova a chave de ignição dos ve- locamentos dos membros, nunca dobre a
ículos acidentados. cabeça dele. Manter, sempre que possível,
o corpo em posição horizontal.
C-15
EXTINTOR DE O extintor de incêndio é indicado
para apagar princípio de incêndio das
O extintor de incêndio deverá ser
imediatamente recarregado, quando
INCÊNDIO classes: ocorrer uma das situações seguintes:
A - sólidos inflamáveis como borra- - Vencimento do prazo de validade
O Extintor de incêndio está localiza-
chas, plásticos e espumas; do teste hidrostático;
do no piso, à frente do banco do moto-
rista, fig. 37. B - líquidos inflamáveis; - Após a sua utilização em incên-
C - materiais elétricos. dios;
Para algumas versões está previsto
uma capa de proteção para o extintor. - Se o ponteiro do manômetro estiver
fora da sua faixa normal de operação
A validade do extintor de incêndio
(faixa verde), indicando alguma anoma-
está vinculada ao teste hidrostático do
lia no cilindro, na válvula ou no próprio
mesmo (teste para verificação de vaza-
manômetro.
mentos no cilindro), que é de 5 anos,
a partir da sua data de fabricação. A
indicação desta validade se encontra Recomendamos, também, ler as
gravada no corpo do cilindro. instruções impressas no equipamen-
to.

NP109

fig. 37
C-16
MANUTENÇÃO DO VEÍCULO
A primeira revisão de Manutenção Programada está MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . . . . . . . . . . D-1
prevista somente aos 10.000 km. Entretanto, é útil recor- PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . D-2
dar que o veículo necessita sempre de serviços ordinários
como, por exemplo, o controle sistemático do nível dos SUBSTITUIÇÕES FORA DO PLANO . . . . . . . . . . D-5
líquidos com eventual restabelecimento da pressão dos SERVIÇOS ADICIONAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-5
pneus etc.
VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS . . . . . . . . . . . . . . . . . D-8
De qualquer maneira, lembramos que uma correta
FILTRO DE AR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-13
manutenção do automóvel é certamente o melhor modo
para conservar inalterados no decorrer do tempo os ren- BATERIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-14
dimentos do veículo e as características de segurança, o CENTRAIS ELETRÔNICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . D-15
respeito pelo meio ambiente e os baixos custos de funcio-
namento. SUBSTITUIÇÃO DE FUSÍVEIS . . . . . . . . . . . . . . D-16
Lembre-se ainda que um respeito pelas normas de VELAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-21
manutenção indicadas pelo símbolo ¤ pode constituir a RODAS E PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-22
condição necessária para a conservação da garantia.
TUBULAÇÕES DE BORRACHA . . . . . . . . . . . . . D-27
D
LIMPADORES DO PARA-BRISA E DO VIDRO
TRASEIRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-27
AR-CONDICIONADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-29
CARROCERIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-29
INTERIOR DO VEÍCULO . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-32

D
MANUTENÇÃO A correta manutenção do Os produtos que o veícu-
veículo, além de contribuir lo utiliza para o seu funcio-
PROGRAMADA para prolongar ao máximo namento (óleo de motor,
a sua vida útil, é essencial também fluido de freio, fluido de direção
Uma correta manutenção é deter- para garantir o respeito ao meio hidráulica, líquido para radiador
minante para garantir ao veículo uma ambiente. etc.), quando substituídos, deverão
longa duração em condições perfeitas. ser recolhidos cuidadosamente evi-
Por isso, a Fiat preparou uma série de Durante a realização de interven- tando, assim, que se contamine o
controles e de intervenções de manu- ções, além das operações previstas, po- meio ambiente.
tenção a cada 10 mil quilômetros. de haver a necessidade de substituições
ou consertos não programados, os quais
ADVERTÊNCIA: as revisões de serão comunicados ao cliente. Os refe- ADVERTÊNCIA: alguns com-
Manutenção Programada são pres- ridos consertos podem alterar o prazo ponentes tais como lubrificantes,
critas pelo fabricante. A não reali- de entrega do veículo. podem requerer uma verificação/
zação das mesmas pode acarretar a A autorização de serviços por com- troca com maior frequência, devido
perda da garantia. panhias de seguros podem suspender a utilização do veículo, portanto, é
e/ou dilatar os prazos dos serviços e importante observar com cuidado
O serviço de Manutenção Programa- devolução ao cliente. as recomendações constantes desta
da é prestado por toda a Rede Assisten- seção do manual.
cial Fiat, com tempos prefixados.
ADVERTÊNCIA: aconselha-se D
dirigir-se imediatamente à Rede
Assistencial Fiat, quando verificar
anomalias de funcionamento, sem
esperar a realização da próxima
revisão.

D-1
PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA

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110
120
130
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150
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170
180
milhares de quilômetros

10
20
30
40
50
60
70
80
90
Substituição do óleo do motor e filtro de óleo do motor
+ + + + + + + + + + + + + + + + + +
(ou a cada 12 meses). (*)
Substituição do filtro de combustível. (*) + + + + + + + + +
Substituição do elemento do filtro de aspiração de ar
+ + + + + + + + + + + + + + + + + +
do motor. (*)
Substituição das velas de ignição do motor. + + + + + +
Substituição da correia dentada do comando da distri-
buição do motor (exceto motores E.torQ) (*) e correias
+ + +
dos órgãos auxiliares (incluindo motores E.torQ). Ou
a cada 3 anos. (**)
Substituição do fluido dos freios (ou a cada 2 anos). + + + +
Substituição do óleo da caixa de câmbio mecânica/
+
diferencial.
Controle visual da correia dentada do comando da
+ + +
distribuição do motor (exceto motores E.torQ). (*)
Controle visual das condições da corrente de distribui-
+ + +
ção e guias da corrente (motores E.torQ).
Controle visual das correias dos órgãos auxiliares do
+ + + + + +
motor. (**)
(*) Itens que devem ser substituídos/verificados na metade dos prazos indicados, para os casos de veículos utilizados
predominantemente em estradas poeirentas, arenosas, lamacentas ou em condições severas de uso (reboque, táxi,
entrega de porta em porta, etc.) ou em caso de longa inatividade.
(**) Em caso de utilização do veículo predominantemente em estradas poeirentas, arenosas ou lamacentas, efetuar um
controle do estado da correia e do rolamento do tensor a cada 10.000 km e, se necessário, efetuar a sua substituição.
Efetuar também a substituição das correias dos órgãos auxiliares (direção/ar-condicionado/bomba d’água/alternador).
D-2
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Verificação da folga de válvulas (motores Fire). + + + + + +
Verificação dos cabos das velas de ignição do motor. + + + + + +
Verificação do sistema de injeção/ignição do motor.
+ + + + + +
Utilizar o equipamento de diagnóstico.
Verificação do sistema de ventilação do cárter do mo-
+ + + +
tor (blow-by). (*)
Verificação do sistema evaporativo do tanque de com-
+ + +
bustível. (*)
Verificação do nível de emissões dos gases de esca-
+ + +
pamento.
Verificação do nível do óleo da caixa de câmbio/di-
+ + + +
ferencial.
Verificação do nível do óleo da caixa do câmbio
+ + + +
Dualogic®, quando disponível no modelo.
Verificação dos níveis dos líquidos/fluidos de todos os D
sistemas: arrefecimento do motor, freios, embreagem,
+ + + + + + + + + + + + + + + + + +
direção hidráulica, lavador dos vidros, bateria, partida
a frio, etc.
Verificação das pastilhas de freio das rodas e indica-
dor de desgaste (se disponível). Obs: caso a espessura
+ + + + + + + + + + + + + + + + + +
útil das pastilhas seja menor do que 5 mm, deve-se
substituí-las.
(*) Itens que devem ser substituídos/verificados na metade dos prazos indicados, para os casos de veículos utilizados
predominantemente em estradas poeirentas, arenosas, lamacentas ou em condições severas de uso (reboque, táxi,
entrega de porta em porta, etc.) ou em caso de longa inatividade.

D-3
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milhares de quilômetros

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90
Verificação das lonas e tambores de freio das rodas
+ + +
traseiras.
Verificação das tubulações de escapamento, de ali-
mentação de combustível, do sistema de partida a frio,
+ + + + + + + + + + + + + + + + + +
dos freios, componentes de borracha da parte inferior
do veículo, coifas, guarnições, mangueiras e pneus.
Verificação do curso da alavanca do freio de mão. + + + + + + + + + + + + + + + + + +
Verificação do curso/altura do pedal de embreagem,
para veículos com sistema de acionamento mecânico + + + + + + + + + + + + + + + + + +
da embreagem.
Verificação do extintor de incêndio, esguicho e palhe-
tas dos vidros para-brisa e traseiro, cintos de seguran-
ça, sistema de iluminação e sinalização, comandos + + + + + + + + + + + + + + + + + +
elétricos dos vidros das portas, sistema de abertura/
fechamento das portas e sistema de partida a frio.
Verificação do filtro antipólen do ar-condicionado. (*) + + + + + + + + + + + + + + + + + +
Verificação/limpeza/lubrificação das canaletas e com-
+ + + + + + + + +
ponentes móveis do teto solar.
(*) Itens que devem ser substituídos/verificados na metade dos prazos indicados, para os casos de veículos utilizados
predominantemente em estradas poeirentas, arenosas, lamacentas ou em condições severas de uso (reboque, táxi,
entrega de porta em porta, etc.) ou em caso de longa inatividade do mesmo.

D-4
SUBSTITUIÇÕES SERVIÇOS ADVERTÊNCIA - Óleo do Motor
Substituir o óleo e o filtro de óleo
FORA DO PLANO ADICIONAIS a cada 5.000 km, se o veículo esti-
ver sujeito a quaisquer das seguintes
A cada 500 km ou antes de viagens
A cada 2 anos: condições:
longas, controlar e, se necessário, res-
- Líquido dos freios (TUTELA) TOP tabelecer: - Reboques;
4/S. - nível do óleo do motor. - Estradas poeirentas, arenosas ou
lamacentas;
- Líquido de arrefecimento do motor - nível do líquido de arrefecimento
50% Coolantup (vermelho) + 50% de do motor. - Motor que roda frequentemente
água pura. em marcha lenta, condução em dis-
- nível do fluido dos freios. tâncias longas com baixa velocidade
- nível do fluido da direção hidráuli- ou baixa rotação frequente (por ex.:
CONTINUIDADE DA MANUTENÇÃO “anda e para” do tráfego urbano,
ca.
Após a realização da última revisão táxis, entregas de porta em porta ou
- nível do líquido do lavador do para- em caso de longa inatividade);
indicada no Plano de Manutenção -brisa.
(180.000 km), considerar a mesma fre- - Trajetos curtos (até 8 Km) com o
quência para substituição e verificação - nível do líquido do reservatório de motor não completamente aquecido.
partida a frio.
de itens a partir da revisão (40.000 km). Se nenhuma destas condições ocor-
- pressão e estado dos pneus. rer, troque o óleo e o filtro de óleo
- verificar o correto funcionamento do a cada 10.000 km ou 12 meses, o D
eletroventilador, assim como o estado das que ocorrer primeiro, sempre com o
pás da hélice quanto à limpeza e conser- motor quente.
vação - ver CARROCERIA/Eletroventi- As trocas de óleo deverão ser feitas
lador do radiador, neste capítulo. dentro do intervalo de tempo ou qui-
- estado do filtro de ar. lometragem estabelecidos, para que
o óleo não perca sua propriedade de
lubrificação.

D-5
A troca de óleo do veículo Os danos causados pelo uso des- Recomendamos que, depois de
deve ser feita obrigatoria- ses aditivos não são cobertos pela efetuada a troca emergencial, seu
mente na Rede Assistencial garantia do veículo. veículo seja encaminhado a uma
Fiat, que possui o filtro e o óleo concessionária autorizada FIAT, o
recomendados, bem como possui mais breve possível, para que seja
uma rotina correta de recolhimento, 2) Caso seja necessário comple- realizado o serviço de troca de óleo
armazenamento e encaminhamento mentar o nível de óleo, utilize, utilizando os produtos aprovados
do produto usado para reciclagem. sempre, óleo com a mesma especi- para o seu veículo.
Lembre-se que o óleo usado não ficação daquele presente no motor.
poderá ser descartado na rede públi-
ca de esgoto, já que esta prática pode ADVERTÊNCIA - Bateria
poluir rios e lagos e trazer sérios pre- Em caso emergencial, utilize aque-
juízos ao meio ambiente. le que possuir especificação técni- A retirada da capa térmica insta-
ca similar ao homologado. Atenção: lada na bateria acarreta a redução
observe as instruções da embalagem. de vida útil e, consequentemente,
Atenção: perda de garantia

1) Não se deve acrescentar qual-


quer tipo de aditivo ao óleo do
motor, pois o mesmo não necessita
de aditivos complementares.

D-6
ADVERTÊNCIA - Filtro do ar ADVERTÊNCIA - Filtro de combustível
O filtro de ar deverá ser inspeciona-
Utilizando o veículo em estradas do a cada 500 km e, caso se encontre Verificar o estado do filtro de
poeirentas, arenosas ou lamacentas, muito sujo, deverá ser substituído combustível se for notada alguma
substituir o elemento do filtro de ar antes do prazo especificado no Plano falha (engasgamento) no funciona-
com uma frequência maior daquela de Manutenção Programada. mento do motor.
indicada no Plano de Manutenção
Programada. ADVERTÊNCIA - Extintor de incêndio
A manutenção do veículo
O mau estado do elemento do deve ser confiada à Rede Fazer, mensalmente, uma inspe-
filtro de ar pode ocasionar aumento Assistencial Fiat. Para os ção visual do estado do equipa-
no consumo de combustível. serviços de manutenção e repara- mento e, caso constate alguma ano-
ções pequenas e rotineiras, certifi- malia, levá-lo, de imediato, à Rede
que-se sempre se tem as ferramen- Assistencial Fiat ou representante
Para qualquer dúvida referente tas adequadas, as peças de substi- credenciado do fabricante do apa-
às frequências de substituição do tuição originais Fiat e os líquidos/ relho para verificação e solução do
óleo do motor e do elemento do fluidos; em todo caso, não faça tais inconveniente.
filtro de ar em relação a como é operações se não tiver nenhuma
utilizado o veículo, dirigir-se à Rede experiência ou se encontrar difi- D
Assistencial Fiat. culdades.

D-7
VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS

NP211
Motores 1.0/1.4 8V Flex 3
6
1) óleo do motor
2) fluido dos freios 5 2
3) líquido do lavador do para-brisa
4) líquido de arrefecimento do motor
5) fluido da direção hidráulica 1
6) reservatório de gasolina para
partida a frio
4

fig. 1

Motor 1.6 16V Flex

NP115
1) óleo do motor 3
2
2) fluido dos freios
6
3) líquido do lavador do para-brisa 5
4) líquido de arrefecimento do
motor
5) fluido da direção hidráulica
6) reservatório de gasolina para 1
partida a frio.
4

fig. 2
D-8
ÓLEO DO MOTOR O nível do óleo deve estar entre as ADVERTÊNCIA: depois de ter
referências mínima B-fig. 5 e máxima adicionado ou substituído o óleo,
C-fig. 5 (parte de baixo e de cima, res- funcionar o motor por alguns segun-
Motores 1.0/1.4 8V Flex - fig. 3 pectivamente, do recartilhado da vareta dos, desligá-lo e só então verificar
A - vareta de verificação A-fig. 5) marcadas na vareta de contro- o nível.
B - bocal de enchimento le. O espaço entre elas corresponde a
cerca de 1 litro de óleo. Devido à concepção dos motores a
Motor 1.6 16V Flex - fig. 4 O controle do nível do óleo deve ser combustão interna, para que haja uma
efetuado com o veículo em terreno pla- boa lubrificação, parte do óleo lubrifi-
A - vareta de verificação cante é consumido durante o funciona-
no e com o motor ainda quente (cerca
B - bocal de enchimento de 10 minutos após tê-lo desligado). mento do motor.
Se o nível do óleo estiver perto ou
ADVERTÊNCIA: verifique o nível até abaixo da referência mínima B-fig. Com motor quente,
e efetue a troca do óleo do motor de 5, adicionar óleo através do bocal de mexer com muito cuidado
acordo com a frequência indicada no enchimento até atingir a referência má- dentro do vão do motor,
“Plano de Manutenção Programada”. xima C-fig. 5. pois há perigo de queimaduras.
O nível do óleo nunca deve ultrapas- Lembre-se que, com o motor quen-
sar a referência máxima C-fig. 5. te, o eletroventilador pode pôr-se
em movimento, e ocasionar lesões.
D

NP116

NP154
NP202

B
B C A
A A

fig. 3 fig. 4 fig. 5


D-9
Não adicionar óleo com LÍQUIDO DOS LAVADORES DO
características diferentes Se o motor funcionar sem o PARA-BRISA E DO VIDRO TRASEIRO
das do óleo já existente no líquido de arrefecimento, seu veí- - fig. 7
motor. Só o uso dos óleos reco- culo poderá ser seriamente dani-
mendados (ver “Características ficado. Os reparos, nestes casos, Para adicionar líquido, atuar na trava
dos lubrificantes e dos líquidos” no não serão cobertos pela Garantia. da tampa C-fig. 7, deslocá-la para a es-
capítulo Características Técnicas) querda e encher o reservatório B-fig. 7.
ATENÇÃO: nunca abasteça o
garante a quilometragem prevista reservatório no sistema de arre-
pelo plano de manutenção. fecimento do motor do veículo ADVERTÊNCIA: não viajar com
com líquido de arrefecimento não o reservatório do lavador do para-
orgânico (verde). Utilize somen- -brisa vazio; a ação do lavador é
LÍQUIDO DO SISTEMA DE te Coolantup (vermelho), pois fundamental para melhorar a visi-
ARREFECIMENTO DO MOTOR - a mistura com outros aditivos bilidade.
A-fig. 6 pode alterar as propriedades do
Coolantup (vermelho), comprome-
tendo sua eficiência. FLUIDO PARA A DIREÇÃO
Quando o motor estiver HIDRÁULICA - D-fig. 8
muito quente, não remover
a tampa do reservatório; Verificar se o nível do fluido, com o
pois há perigo de queimaduras. veículo em terreno plano e motor frio,
está entre as referências MIN e MAX
O nível do líquido deve ser contro- marcadas na parte externa do reserva-
lado com motor frio e não deve estar tório.
abaixo da referência MIN marcada no

NU109

NP209
reservatório.
Se o nível for insuficiente, despejar MAX
lentamente, através do bocal do re- A C
MIN
servatório, uma mistura com 50% de
Coolantup (vermelho) e 50% de água B
pura.

fig. 6 fig. 7
D-10
Com o fluido quente, o nível também - Encher somente até a marca de re- RESERVATÓRIO DE GASOLINA
pode superar a referência MAX. ferência MAX do reservatório. PARA PARTIDA A FRIO
Se for necessário adicionar fluido,
O reservatório de gasolina para parti-
certificar-se de que tenha as mesmas ADVERTÊNCIA: para esta opera- da a frio E-fig. 9 possui uma capacidade
características do fluido já presente no ção é aconselhável dirigir-se à Rede de 2 litros.
sistema. Não retirar o filtro presente sob Assistencial Fiat.
a tampa durante o abastecimento.
Usar somente fluido para direção hi- O abastecimento deve ser efetua-
Evitar que o fluido para do com cautela, evitando derrama-
dráulica TUTELA GI/A. a direção hidráulica entre mento de gasolina. Caso isto ocorra,
Se o nível do fluido no reservatório es- em contato com a partes fechar o reservatório com a tampa
tiver inferior ao nível prescrito, adicionar quentes do motor. e jogar água, a fim de remover o
o fluido para direção hidráulica TUTELA excesso de combustível.
GI/A, operando da seguinte forma: Não forçar o volante
- Ligar o motor, deixá-lo em marcha totalmente girado em fim
lenta e aguardar até que o nível de flui- de curso. Isto provoca o A baixa frequência de uti-
do no reservatório esteja estabilizado; aumento desnecessário da pressão lização de 100% de etanol
- Com o motor ligado, girar comple- do sistema. como combustível pode pro-
tamente o volante para a esquerda e vocar o envelhecimento da gasolina
para a direita; Verificar periodicamente o estado e a presente no reservatório de partida a
tensão da correia da bomba da direção frio pela falta de consumo. Para mini- D
hidráulica. mizar este evento, é recomendável o
abastecimento do reservatório de

NP203
NU110

D partida a frio preferencialmente com


E gasolina de alta octanagem - Ron 95
ou Aki 91, por exemplo, a gasolina
MAX Podium da Petrobras e a V-Power
Racing da Shell, entre outras com as
MIN

mesmas características. Consulte o


MAX
posto de abastecimento de combus-
MIN tível de sua preferência, das opções
disponíveis. Na ausência destas,
fig. 8 fig. 9
D-11
utilizar gasolina aditivada, que man- FLUIDO DOS FREIOS - figs. 10 e 11 Evitar que o fluido dos
tém as suas propriedades por perío- Periodicamente, controlar o funcio- freios, altamente corrosivo,
do mais extenso do que a gasolina namento da luz-espia situada no quadro entre em contato com as
tipo C comum. de instrumentos. partes pintadas. Se isso acontecer,
lavar imediatamente com água.
Anti-knock index (Aki) é bem similar Fig. 10 - versões com freio ABS.
à denominação Ron. Aki 91 correspon- Fig. 11 - versões sem freio ABS. ADVERTÊNCIA: o fluido dos
de a aproximadamente Ron 95. Se precisar adicionar fluido, utilizar freios é higroscópico (isto é, absor-
somente os classificados DOT 4. Em ve a umidade). Por isto, se o veículo
Substituir o combustível do reser- particular, aconselha-se o uso de (TU- for usado predominantemente em
vatório de partida a frio a cada 3 TELA) TOP 4/S, com o qual foi efetua- regiões com alta porcentagem de
meses se este não for consumido. do o primeiro enchimento. umidade atmosférica, o fluido deve
O nível do fluido no reservatório não ser substituído com mais frequên-
Para substituição do combustível, deve ultrapassar a referência MAX. cia do que indicado no Plano de
dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. Manutenção Programada.
O reservatório de partida a frio deve
ser abastecido sempre que a luz-espia IMPORTANTE: para evitar incon-
no painel acusar nível insuficiente venientes de frenagem, substitua o
de gasolina. fluido dos freios a cada dois anos,
O abastecimento deve ser efetuado independentemente da quilometra-
com o motor desligado. gem percorrida.

O símbolo π, presente no reci-


NP221

NP201
piente, identifica os fluidos de freios
de tipo sintético, distinguindo-os dos
de tipo mineral. Usar fluidos de tipo
mineral danifica irremediavelmente
as juntas especiais de borracha do
sistema de frenagem.

fig. 10 fig. 11
D-12
FILTRO DE AR - Recolocar a caixa no lugar encai-
xando as travas inferiores;
O filtro de ar deverá ser inspeciona-
do periodicamente e, caso se encontre
- Recolocar as presilhas; muito sujo, deverá ser substituído antes
SUBSTITUIÇÃO - fig. 12, 13 e 14 do prazo especificado no Plano de Ma-
- Recolocar a tubulação. nutenção Programada.
Para substituição do filtro de ar, pro-
ceder como a seguir: Motores 1.6 16V
Um filtro de ar muito
- Soltar os parafusos A-fig. 13 e reti- sujo contribui para aumen-
Motores 1.0/1.4 8V rar a tampa B-fig. 13; tar o consumo de combustí-
- Remover a tubulação de borracha - Remover o elemento filtrante D-fig. vel do veículo.
da caixa do filtro de ar puxando a tu- 14.
bulação para o lado esquerdo;
- Colocar o novo filtro;
- Soltar os grampos A-fig. 12 e retirar
- Recolocar a tampa;
a tampa B-fig. 12 pelo lado esquerdo;
- Recolocar os parafusos de fixação
- Remover o elemento filtrante C-fig.
da tampa.
14;
- Colocar o novo filtro na caixa do
filtro de ar;

NP118

NP119
NP117

B
C D
A A

A A A A A

B A A

fig. 12 fig. 13 fig. 14


D-13
FILTRO ANTIPÓLEN E CARVÃO BATERIA As baterias contêm subs-
ATIVADO tâncias muito perigosas
As baterias dos veículos Fiat são do para o meio ambiente. Para
O sistema de ar-condicionado de a substituição da bateria, aconse-
tipo “Sem Manutenção”, que, em con-
algumas versões pode possuir um fil- lhamos dirigir-se à Rede Assistencial
dições normais de uso, não exigem en-
tro específico destinado a absorção de Fiat, que está preparada para a
chimentos com água destilada.
partículas de pólen que normalmente eliminação da mesma respeitando
entrariam junto com o fluxo de ar cole- Para a recarga da bateria, ver o capí-
tulo “Em emergência”. a natureza e as disposições legais.
tado externamente. Este filtro, se estiver
sujo, pode ser responsável direto por
uma eventual diminuição da eficiência O líquido contido na Uma montagem incorre-
do sistema de ar-condicionado, razão bateria é venenoso e corro- ta de acessórios elétricos
pelo qual recomenda-se a sua inspeção sivo. Evitar o contato com e eletrônicos pode causar
periódica e eventual substituição. a pele e com os olhos. Não aproxi- graves danos ao veículo.
Se o veículo for utilizado predomi- mar-se da bateria com chamas ou
nantemente em localidades com alta possíveis fontes de faíscas, pois há
concentração de poeira, poluição at- perigo de explosão e de incêndio. CONSELHOS ÚTEIS PARA
mosférica ou regiões litorâneas, deve- PROLONGAR A DURAÇÃO DA
-se substituir com maior frequência o BATERIA
elemento filtrante. Ao estacionar o veículo, certificar-se
O ar-condicionado do veículo pode que as portas e o capô estejam bem fe-
estar equipado com o filtro de carvão chados. As luzes internas devem estar
ativado. A função deste filtro é elimi- apagadas.

4EN0716BR
nar os odores resultantes da poeira e Com motor desligado, não manter
fungos. dispositivos ligados por muito tempo
Recomendamos que tanto o trabalho (por ex. rádio, luzes de emergência
de inspeção quanto o de substituição etc.).
dos elementos filtrantes sejam realiza-
Pb
dos na Rede Assistencial Fiat.
ADVERTÊNCIA: a bateria
mantida por muito tempo
com carga abaixo de 50% é
fig. 15
D-14
danificada por sulfatação, reduzin- CENTRAIS - Não ligue ou desligue os terminais
do-se a sua capacidade e o desem- das centrais eletrônicas quando a chave
penho na partida. ELETRÔNICAS de ignição estiver na posição MAR.
- Não verifique polaridades elétricas
Em caso de parada prolongada, ver Usando normalmente o veículo, não
com faíscas.
“Inatividade prolongada do veículo”, é preciso ter precauções especiais.
- Desligue as centrais eletrônicas no
no capítulo “Uso correto do veículo”. Em caso de intervenções no sistema
caso de soldas elétricas na carroceria.
Se, após a compra do veículo, você elétrico, é necessário, porém, seguir
Removê-las em caso de temperaturas
desejar montar acessórios (alarme ele- cuidadosamente as instruções seguin-
acima de 80°C (trabalhos especiais na
trônico etc.), dirija-se à Rede Assisten- tes:
carroceria etc.).
cial Fiat que irá sugerir-lhe os dispositi- - Nunca desligue a bateria do sistema
vos mais adequados e, principalmente, elétrico com o motor em movimento.
recomendar-lhe a utilização de uma ADVERTÊNCIA: a insta-
- Desligue a bateria do sistema elétri- lação de acessórios eletrô-
bateria com capacidade maior. co em caso de recarga. nicos (rádio, alarme, etc.)
- Em caso de emergência, nunca efe- com exceção dos genuínos de fábri-
ADVERTÊNCIA: tendo tue a partida com um carregador de ba- ca, não deve em hipótese alguma,
que instalar no veículo sis- teria, mas utilizar uma bateria auxiliar alterar os chicotes elétricos dos
temas adicionais (alarme, (ver “Partida com bateria auxiliar” no sistemas de injeção e ignição.
som etc.), frisamos o perigo que capítulo “Em emergência”).
representam derivações inadequa-
- Tome um cuidado especial com li- D
das em conexões dos chicotes elé- Modificações ou con-
gação entre bateria e sistema elétrico,
tricos, principalmente se ligados aos sertos no sistema elétrico,
verificando tanto a exata polaridade,
dispositivos de segurança. efetuados de maneira incor-
como a eficiência da própria ligação.
Quando a bateria é religada, a central reta e sem ter em consideração as
do sistema de injeção/ignição deve rea- características técnicas do sistema,
Não retirar a capa térmi- podem causar anomalias de funcio-
daptar os próprios parâmetros internos;
ca de proteção da bateria namento com risco de incêndio.
portanto, nos primeiros quilômetros
presente em algumas ver-
de uso, o veículo pode apresentar um
sões. A retirada acarreta a redução
comportamento levemente diferente do
da vida útil e consequentemente
anterior.
perda da garantia.

D-15
SUBSTITUIÇÃO DE Para retirar a tampa da central A- fig. Para a central ao lado da bateria, os
números que identificam o elemento
16 no painel à esquerda do volante, in-
FUSÍVEIS serir uma chave de fenda (não forneci- elétrico principal correspondente a
da) ou mesmo a chave de ignição na cada fusível estão indicados no lado
trava B-fig. 16 e girar no sentido anti- interno da tampa.
NOTA: em caso de queima de -horário. Acionar a alavanca de regula- Para a identificação do fusível de pro-
fusíveis, procure a Rede Assistencial gem de altura do volante para facilitar a teção, consultar as tabelas seguintes, fa-
Fiat para uma inspeção no sistema retirada da tampa. zendo referência às ilustrações fig. 18,
elétrico do veículo. fig. 19, fig. 20 e fig. 21.
Para retirar a tampa A-fig. 17 do vão
Os fusíveis do Fiat Palio estão em do motor ao lado da bateria, agir na
centrais localizadas, respectivamente, trava B-fig. 17 puxando-a para baixo e CENTRAL DO PAINEL - fig. 18
debaixo do painel, à esquerda do vo- puxar a tampa para cima. Ao recolocá-
lante fig. 16, no vão motor ao lado da -la, cuidar para que as travas inferiores
bateria fig. 17 e, em algumas versões, estejam encaixadas.
uma terceira central sobre o polo posi- Para acesso aos fusíveis localizados
tivo da bateria C-fig. 17. no polo positivo da bateria, levantar
a tampa C-fig. 17 , agindo na trava
D-fig. 17.
NP155

NP156

NP114
B
D
F31 F49 F51
F37 F50 F42

B
F33 F47 F48
F34 F38
F43 F93 F32
F92 F91 F90
F12 F13 F36 F53

C
A
A
fig. 16 fig. 17 fig. 18
D-16
Fusível Corrente (A) Circuito de proteção (luzes e utilizadores)
F12 15 A Farol baixo lado direito
F13 15 A Farol baixo lado esquerdo
F31 7,5 A INT A da central de vidro elétrico e eletroventilador
F32 10 A Luzes Internas, luz de porta-malas e luz de porta-luvas
F33 20 A Levantador vidro elétrico posterior esquerdo
F34 20 A Levantador vidro elétrico posterior direito
F36 15 A Alimentação +30 da tomada EOBD, rádio, central de vidro elétrico e alarme
F37 10 A Alimentação +15 do quadro de instrumentos e interruptor de freio
F38 20 A Trava elétrica
F42 7,5 A Alimentação +15 do ABS
F43 20 A Lavador de para-brisa anterior e posterior
F47 20 A Levantador vidro elétrico lado motorista
F48 20 A Levantador vidro elétrico lado passageiro
Alimentação +15 do espelho retrovisor, sensor de chuva/crepuscular, teto solar elétrico, alarme,
F49 7,5 A
comando volante, cruise control, pisca alerta e interruptores comando My Car D
F50 7,5 A Alimentação +15 do airbag
Alimentação +15 da relé da tomada de corrente, trava elétrica lado motorista, trava elétrica lado
F51 7,5 A
passageiro, iluminação da caixa de ar, rádio, interruptor de ré, de freio e embreagem
F53 7,5 A Alimentação +30 do quadro de instrumentos
F90 7,5 A Farol alto lado esquerdo
F91 7,5 A Farol alto lado direito
F92 7,5 A Farol de neblina lado esquerdo
F93 7,5 A Farol de neblina lado direito

D-17
CENTRAL AO LADO DA BATERIA - fig. 19 e 20

NP158
F109 F116

F02 F03 F04 F01 F07 T07


F16
F24

T35 F87

F19

F81 F82 F06 F05 F83 T30 F14

T14 F10
F15
F111
F18
NP157

F22

F85 F23
T02 T10 T05 T20 F08 T19 F17
F30
F11
F21

F112 F09
F114 T03 T17 T06 T08 T31 T09 F84
F20

fig. 19 fig. 20
D-18
Fusível Corrente (A) Circuito de proteção (luzes e utilizadores)
F01 50 Alimentação bateria limpador dianteiro, Body Computer F34, F33, F48, F47, F38, F89
Alimentação bateria do Body Computer F92, F93, F90, F91, F12, F13, F43, F32, F53,
F02 70
F36
F03 20 Alimentação sob chave para fusíveis do Body Computer F51, F37, F42, F49, F50, F31
F04 40 Bomba ABS
F05 - Vazio
F06 20/30 Eletroventilador radiador (velocidade baixa)
F07 30/40 Eletroventilador radiador (velocidade alta)
F08 30 Vidro traseiro térmico
F09 10 Outros
F10 15 Buzina
F11 15 Eletroválvula canister
F14 10 Eletrobomba partida a frio
F15 20 Teto solar
Central IE, Dualogic®, motor partida, eletroválvula canister, sonda lambda,
F16 10
bicos injetores
F17 10 Sonda lambda D
F18 15 Body Computer
F19 7,5 Compressor ar-condicionado
F20 - Vazio
F21 15 Bomba combustível
F22 20 Bicos injetores
F23 30 Válvula ABS
F24 7,5 ABS
F30 - Vazio
F81 - Vazio
F82 30 Alimentação bateria bomba Dualogic®
D-19
Fusível Corrente (A) Circuito de proteção (luzes e utilizadores)
F83 40 Eletroventilador caixa de ar
F84 20 Farol de profundidade (predisposição)
F85 20 Tomada de corrente
Sensor nível combustível, velocímetro, sensor de giro, relé compressor ar-condicionado
F87 10
e eletrobomba partida a frio
F109 - Vazio
F111 - Vazio
F112 - Vazio
F114 - Vazio
F116 - Vazio

CENTRAL NO POLO POSITIVO DA BATERIA - fig. 21

Em caso de necessidade de manutenção dos fusíveis da central do polo positivo da bateria (veja ilustração abai-
xo), dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.

NP162

fig. 21
D-20
Não repare fusíveis nem Retirar o fusível que deve ser substitu- VELAS
use fusíveis inadequados ou ído utilizando a pinça fornecida, locali-
com capacidade diferen- zada na caixa de fusíveis do vão motor. A limpeza e a integridade das velas
te do especificado neste manual, Substituir o fusível fundido por um fig. 23 são decisivas para a eficiência
evitando-se assim danos ao sistema fusível do mesmo valor (mesma cor). do motor e para a contenção das emis-
elétrico do veículo com riscos de Se o defeito acontecer de novo, diri- sões poluentes.
incêndio. gir-se à Rede Assistencial Fiat. O aspecto da vela, se examinado por
um especialista, é um válido indício pa-
SUBSTITUIR OS FUSÍVEIS ra localizar um defeito, mesmo se não
Nunca substitua um fusí-
for ligado ao sistema de ignição. As-
vel queimado por outro de
Quando um dispositivo elétrico não sim, se o motor tiver algum problema,
capacidade diferente.
funciona mais, verificar se o fusível é importante verificar as velas na Rede
correspondente está em bom estado Assistencial Fiat.
fig. 22.
A - Fusível em bom estado.
B - Fusível com filamento interrom-
pido.

4EN0169BR
4EN0158BR

A B

fig. 22 fig. 23
D-21
As velas devem ser subs- RODAS E PNEUS Evitar a substituição individual dos
tituídas dentro dos pra- pneus. Se possível, substituir pelo me-
zos previstos pelo Plano nos os pneus do mesmo eixo, ou se-
de Manutenção Programada. Use INFORMAÇÕES GERAIS - PNEUS ja, os pneus dianteiros e traseiros, aos
somente velas do tipo recomen- NOVOS pares.
dado; se o grau térmico for inade- Devido às características diferentes
Os pneus e as rodas especificados pe-
quado, ou se não for garantida a de construção e à estrutura do pneu,
la Fiat são rigorosamente ajustados ao
duração prevista, podem acontecer podem ocorrer diferenças na profundi-
respectivo modelo/versão do veículo,
inconvenientes. dade do perfil de pneus novos, de acor-
contribuindo fundamentalmente para
a estabilidade do veículo e a segurança do com a versão e o fabricante
Modelo/Versão Velas (tipo) dos seus ocupantes. A posição de montagem dos pneus
está indicada nas laterais pelas pala-
NGK BKR6E vras “inside” (parte interna) e “outsi-
Palio Attractive 1.0 Bosch FR6DE Recomendamos utili-
de” (parte externa). Em alguns pneus
zar exclusivamente pneus
a posição de montagem pode ser iden-
NGK ZKR8B10 e rodas homologados pela
Palio Attractive 1.4 Bosch YR6LEU tificada por uma seta. Caso não haja
Fiat para o modelo/versão do seu
indicação da posição de montagem, a
veículo, ou seja, pneus radiais do
mesma pode ser realizada sem víncu-
Palio Essence 1.6 NGK BKR7E mesmo tipo de construção, fabri-
lo de posição. É importante que seja
cante, dimensões e com o mesmo
sempre mantido o sentido de rodagem
desenho, evitando, assim, riscos.
Palio Sporting 1.6 NGK BKR7E indicado, assegurando-se desse modo,
Utilizar calotas genuínas Fiat. um melhor aproveitamento das carac-
terísticas relacionadas com aquaplana-
Os veículos Fiat usam pneus Tube- gem, aderência, ruídos e desgaste.
less, sem câmara de ar. Nunca usar câ-
maras de ar com estes pneus.
Atenção!
Efetuar a revisão e manutenção dos
Pneus novos apresentam melhor
pneus e das rodas na Rede Assistencial
aderência após percorrerem pelo me-
Fiat, que dispõe de ferramentas espe-
nos 150 km.
cíficas e das peças necessárias e provi-
dencias quanto a eliminação dos pneus
velhos como resíduos.
D-22
Não circule com pneus Leitura correta dos pneus - fig. 24 Respeite sempre os valores de pressão
em mau estado (ex.: bolhas, dos pneus, descritos no capítulo E ou
Para uma escolha certa é importan-
furos, desgaste acentuado). na contracapa.
te saber identificar as características e
Nestas condições, poderá provocar dimensões do pneu corretamente. Os
seu estouro, acidentes e lesões. pneus radiais, por exemplo, apresentam A pressão dos pneus indi-
a seguinte inscrição nos flancos: cada é valida somente para
O pneu envelhece mesmo se pouco os “pneus frios”. Deve-se
usado. Rachaduras na borracha da ban- Exemplo: 175/65R14 82T
calibrá-los somente dessa maneira,
da de rodagem e nas laterais são sinais 175 - Largura nominal do pneu em mm sobretudo antes de longas viagens.
de envelhecimento. Pneus montados há (S)
mais de 5 anos necessitam passar por 65 - Relação altura/largura em % (H/S)
uma avaliação técnica. Atente-se para Usando o veículo por um longo
controlar também a roda sobressalente. R - Tipo de construção - código de
radial período, é normal que a pressão
Em caso de substituição, montar sem- aumente. O ar nos pneus dilata-se
pre pneus novos, optando por pneus 14 - Diâmetro da roda em polegadas
quando aquece através do atrito inter-
homologados FIAT. (’)
no, fazendo com que a pressão seja
82 - Índice de capacidade de carga mais alta nos pneus quentes do que
T - Índice de velocidade máxima nos frios.
Os pneus podem ter também infor-
mações do sentido de marcha e refe-
Um pneu com pressão
D
rência de pneus com versão reforçada
(Reinforced). A data de fabricação tam- abaixo do especificado se
aquece excessivamente
NU157

bém está indicada no flanco interno ou


externo do pneu. Por exemplo: DOT... quando em utilização continuada,
4509 - significa que o pneu foi produ- isso poderá provocar danos aos
zido na 45ª semana do ano de 2009. pneus ou até mesmo o seu estouro.
Mantenha sempre os valores de
pressão indicados neste manual.
PRESSÃO DOS PNEUS
Controlar quinzenalmente, e antes
de viagens longas, a pressão de cada
fig. 24 pneu, inclusive da roda sobressalente.
D-23
Uma pressão errada pro- Em alta velocidade e em A falta de tampas de válvulas ou
voca um desgaste anormal piso úmido, o pneu com des- a utilização de tampas inadequadas
dos pneus fig. 25. gaste acentuado pode perder pode dar origem a vazamentos de ar.
o contato com o solo fazendo com Para evitá-los, mantenha sempre todas
A - Pressão normal: banda de roda- que o veículo perca sua dirigibilidade as tampas devidamente apertadas. Se
gem gasta de maneira uniforme. e controle. substituir um pneu, recomendamos tro-
B - Pressão insuficiente: banda de ro- car a válvula de enchimento também.
dagem gasta principalmente nas bordas.
Para calibrar o pneu PARA EVITAR DANOS:
C - Pressão excessiva: banda de ro-
dagem gasta principalmente no centro. - Consultar os valores da pressão dos
- Evitar o contato do pneu com óleo,
pneus na contracapa ou no capítulo E.
graxa ou combustível.
- Retirar a tampa da válvula e conec-
Lembre-se que a aderên- tar a mangueira de controle da pressão
- Remover os corpos estranhos (pre-
cia do veículo na estrada diretamente na válvula.
gos, parafusos, etc.) que tenham pene-
depende também da corre- trado no pneu.
ta pressão dos pneus. - Ajustar a pressão dos pneus à res-
pectiva carga. (Ver tabela de pressão de
pneus com carga média e carga com- ADVERTÊNCIAS: evitar freadas
pleta no capítulo E e na contracapa des- repentinas, arrancadas violentas,
te manual). choques contra calçadas, buracos
e obstáculos de qualquer espécie,
- Verificar também a pressão do pneu dimensão e profundidade. O uso
sobressalente. Calibrar com a pressão prolongado em estradas mal conser-
mais alta prevista, de modo que tenha vadas danifica os pneus.
4EN0170BR

pressão suficiente para substituir qual-


quer roda no veículo. - Verificar, periodicamente, se os
pneus não têm cortes laterais, fissuras e
A não observação das bolhas, aumento de volume ou desgaste
recomendações constantes irregular das bandas de rodagem. Nesse
do presente manual reduz caso, dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.
substancialmente a durabilidade
A B C
dos pneus e influi negativamente no
fig. 25 comportamento do veículo.
D-24
- Não viajar com sobrecarga, pois po- É importante obedecer ao limite de aço é de 86 Nm e em roda de liga leve
de causar sérios danos às rodas e aos segurança no desgaste natural do pneu é de 98 Nm.
pneus (Ver carga máxima admitida no em sua banda de rodagem, que não deve
capítulo E - Pesos). ter menos de 1,6 mm de profundidade Utilizar exclusivamente
- Se furar um pneu, agir com respeito nos sulcos. Quando a altura for de 1,6 os parafusos que pertencem
à sinalização de trânsito e parar o veí- mm, os pneus devem ser substituídos. ao respectivo veículo.
culo no acostamento para providenciar A durabilidade do pneu tem relação
a troca. A substituição imediata evita com estilo de direção de cada condu-
danos no próprio pneu, na roda, na sus- tor. Curvas feitas em alta velocidade, Em nenhuma circunstân-
pensão e no mecanismo da direção. acelerações bruscas, freadas e arran- cia os parafusos devem ser
cadas violentas aumentam o desgaste lubrificados.
DURABILIDADE DOS PNEUS dos pneus.
A sobrecarga é também um dos fato-
Para verificar o desgaste do pneu, ve- RODÍZIO DO CONJUNTO RODAS
res que pode reduzir consideravelmen-
rificar os indicadores de desgaste loca- E PNEUS - fig. 27
lizados no fundo da banda de rodagem te a durabilidade dos pneus. O excesso
transversalmente em relação ao sentido de peso compromete a durabilidade Para permitir um desgaste uniforme
de rodagem. Os indicadores estão dis- dos componentes e aumenta o risco entre os pneus dianteiros e os traseiros,
postos em 6 ou 8 locais (conforme a de danos ou de alterações estruturais aconselha-se efetuar o rodízio do conjunto
marca), à distâncias iguais e são sina- importantes no veículo. rodas e pneus a cada 10 mil quilômetros,
lizados por marcas/símbolos ou siglas mantendo-os do mesmo lado do veículo D
(“TWI”) nos flancos dos pneus fig. 26. PARAFUSOS DAS RODAS para não inverter o sentido de rotação.
Os parafusos das rodas devem estar
NU169

NU158
limpos e girando facilmente.
Os parafusos das rodas devem ser
apertados com o torque indicado. Com
um torque insuficiente, as rodas pode-
rão soltar-se com o veículo em movi-
mento e uma torque excessivo poderá
TW provocar danos nos parafusos. O torque
I prescrito para os parafusos de roda de
fig. 26 fig. 27
D-25
Deste modo, os pneus terão aproxi- ALINHAMENTO DA DIREÇÃO A borracha não se
madamente a mesma duração. decompõe com o passar do
O veículo deve estar com as espe- tempo, razão pela qual os
Recomenda-se, após o rodízio, ve-
cificações geométricas da suspensão pneus usados, quando forem subs-
rificar o balanceamento das rodas e o
em conformidade com o fabricante, tituídos, não devem ser descartados
alinhamento da direção.
pois assim não estará sujeito a sofrer em lixeiras comuns. É aconselhável
desequilíbrio das forças que atuam no deixá-los no estabelecimento que
Não efetuar rodízio cru- veículo quando em sentido de marcha, fez a troca para que este, segundo
zado dos pneus, deslocan- e consequente desgaste prematuro dos legislação específica, se encarregue
do-os do lado direito do componentes da suspensão e pneus. de reciclá-los.
veículo para o esquerdo e vice- Em caso de desgaste anormal dos
-versa. pneus, procure a Rede Assistencial Fiat
para o alinhamento da direção. PNEUS VERDES
BALANCEAMENTO DAS RODAS Os veículos Fiat estão equipados
O Alinhamento de dire- com pneus “verdes”, uma nova gera-
As rodas do veículo foram previa-
ção e o balanceamento dos ção de pneus ecológicos, com caracte-
mente balanceadas por ocasião da
pneus não são cobertos pela rísticas construtivas que proporcionam
montagem, no entanto, a rodagem po-
Garantia do veículo, assim como os economia de combustível e consequen-
derá provocar o seu desbalanceamento.
eventuais inconvenientes decorren- temente, a diminuição nas emissões de
Um dos sinais de que a roda está tes do fato de o veículo trafegar fora gases poluentes.
desbalanceada é quando se percebe das especificações fornecidas pela O material empregado na constru-
vibrações na direção. O desbalancea- Fiat no que se refere a esses itens. ção do pneu verde diminui seu aque-
mento provoca desgaste da direção, da
cimento e o impacto das forças que se
suspensão e dos pneus.
MEIO AMBIENTE opõem ao deslocamento do veículo
Após a montagem de um pneu novo como a resistência à rodagem.
ou em caso de forte impacto no pneu é Uma pressão insuficiente dos pneus
necessário balancear a respectiva roda. aumentará o consumo de combustível,
poluindo o meio ambiente.

D-26
TUBULAÇÕES DE LIMPADORES DO Substituição das palhetas do limpador
do para-brisa - fig. 28
BORRACHA PARA-BRISA E DO 1) Levantar o braço A-fig. 28 do
Em relação às tubulações flexíveis de VIDRO TRASEIRO limpador do para-brisa;
borracha do sistema de freios, da dire- 2) Apertar a trava B-fig. 28 e tirar
ção hidráulica e de alimentação, seguir a palheta, empurrando-a para cima e
PALHETAS
rigorosamente o Plano de Manutenção desengatando-a do braço A-fig. 28;
Programada. Efetivamente, o ozônio, as Limpar, periodicamente, a parte de 3) Montar a palheta nova introdu-
altas temperaturas e a falta prolongada borracha usando produtos adequados. zindo-a na respectiva sede do braço e
de líquido no sistema podem causar o Substituir as palhetas se o limpador de certificando-se de que fique bem colo-
endurecimento e a rachadura das tubu- borracha estiver deformado ou gasto. cada.
lações, com possíveis vazamentos de lí- Em todo caso, aconselha-se a substituí-
quidos. Assim, é necessário um controle -las uma vez por ano.
cuidadoso.
Viajar com as palhetas
do limpador do para-brisa
desgastadas representa um
grave risco, pois reduz a visibilidade
em caso de más condições atmos-
féricas. D
- Não ligar os limpadores do para-bri-

NP120
sa e do vidro traseiro sobre o vidro seco. B
Somente devem ser utilizados estando
o vidro molhado e livre de impurezas,
tais como: terra, barro, areia etc., sob
pena de se danificarem a borracha e o A
próprio vidro.

fig. 28
D-27
Substituição da palheta do limpador ESGUICHOS Os jatos do lavador do para-brisa po-
do vidro traseiro - fig. 29 dem ser orientados regulando a direção
Se o jato não sair, antes de tudo, ve- dos esguichos. Para reposicionar o jato
1) Para retirar a palheta basta apertar rificar se há líquido no reservatório; ver atuar no direcionador A-fig. 30. Para
a trava indicada fig. 29 e puxar a palhe- “Verificação dos níveis” neste capítulo. direcionar o jato do vidro traseiro, girar
ta para cima.
Depois, usando um alfinete, verificar o corpo do esguicho B-fig. 31. O jato
2) Para montar a nova palheta basta se os furos de saída não estão entupidos deve ser apontado para o ponto mais
encaixá-la na sede. B-fig. 30 e 31. alto alcançado pelo movimento das
palhetas.

NP122
NP123

NP121
B B

fig. 29 fig. 30 fig. 31


D-28
AR-CONDICIONADO Durante o inverno, o sistema de ar- CARROCERIA
-condicionado deve ser colocado em
A utilização constante do ar-condi- funcionamento pelo menos uma vez
cionado pode resultar, com o tempo, por mês e por cerca de 10 minutos. PROTEÇÃO CONTRA OS AGENTES
na formação de mau cheiro devido ao ATMOSFÉRICOS
acúmulo de poeira e umidade no sis- O sistema utiliza fluido As principais causas de fenômenos
tema de ar-condicionado, facilitando a refrigerante R134a que, em de corrosão são:
proliferação de fungos e bactérias. caso de vazamentos aciden-
- Poluição atmosférica
Para minimizar o problema de mau tais, não danifica o meio ambiente.
cheiro, é recomendado, semanalmen- Evitar completamente o uso de flui- - Salinidade e umidade da atmosfera
te, desligar o ar-condicionado e ligar o do R12 que, além de ser incompatí- (regiões litorâneas ou com clima quente
aquecedor, no máximo, cerca de 5 a vel com os componentes do sistema, e úmido)
10 minutos antes de estacionar o veí- contém clorofluorcarbonetos (CFC). - Variações climáticas das estações.
culo, para que a umidade do sistema Não se deve subestimar também a
seja eliminada. ação abrasiva da poeira atmosférica e
O filtro antipólen, existente no siste- da areia levadas pelo vento, do barro e
ma, deve ser substituído com maior fre- do cascalho atirados pelos outros ve-
quência, se o veículo transitar frequen- ículos.
temente em estradas de muita poeira ou A Fiat adotou em seus veículos as
ficar estacionado debaixo de árvores. melhores soluções tecnológicas para D
proteger, com eficácia, a carroceria
contra a corrosão.
Aqui estão as principais:
- Produtos e sistemas de pintura que
dão ao veículo uma maior resistência
contra corrosão e abrasão;
- Uso de chapas zincadas (ou pré-
-tratadas), dotadas de alta resistência
contra a corrosão;

D-29
- Aspersão de polímeros com função Os detergentes poluem as Aconselha-se a não guardar logo
protetora, nos pontos mais expostos: so- águas. Por isso, a lavagem o veículo em ambiente fechado, mas
leira das portas, parte interna dos para- do veículo deve ser efetu- deixá-lo ao ar livre para favorecer a
-lamas, bordas etc; ada usando produtos biodegradá- evaporação da água.
veis, que se decompõem no meio Não lavar o veículo depois de ter fi-
CONSELHOS PARA A BOA ambiente. cado parado sob o sol ou com o capô
CONSERVAÇÃO DA CARROCERIA do motor quente; o brilho da pintura
pode ser alterado.
Pintura Ao lavar o veículo, utilize As partes de plástico externas devem
o mínimo de água possível. ser limpas com o mesmo procedimen-
A pintura não tem só função estética, Se for utilizar mangueira,
mas também de proteção das chapas. to seguido para a lavagem normal do
certifique-se de que a mesma não veículo.
Em caso de abrasões ou riscos pro- apresente vazamentos que favore-
fundos, aconselha-se a fazer os devidos çam o desperdício de água potável. Evitar estacionar o veículo debaixo
retoques imediatamente, para evitar for- de árvores; a resina que muitas espécies
mações de ferrugem. Para uma lavagem correta: deixam cair, dão um aspecto opaco à
1) molhar a carroceria com um jato pintura e aumentam a possibilidade de
Para os retoques na pintura, utilizar corrosão.
somente produtos originais (ver o capí- d’água com baixa pressão;
tulo “Características técnicas”). 2) passar na carroceria uma esponja
A manutenção normal da pintura com shampoo neutro automotivo, enxa- ADVERTÊNCIA: os excrementos
consiste na lavagem, cuja frequência guando a mesma com frequência. de pássaros devem ser lavados ime-
depende das condições do ambiente de diatamente e com cuidado, pois sua
3) enxaguar bem com água e enxu- acidez é bastante agressiva.
uso. Por exemplo, nas zonas com alta gar com jato de ar, uma camurça ou
poluição atmosférica, alta salinidade pano macio.
ou em estradas rurais, onde é comum
Ao enxugar, prestar atenção nas
haver estrume de animal, orientamos a
partes menos visíveis, como o vão das
lavar o veículo com mais frequência.
portas, capô e contorno dos faróis, nos
quais a água pode empoçar-se com
mais facilidade.

D-30
Para proteger melhor a pintura, acon- ADVERTÊNCIA: ao lavar o motor, Eletroventilador do radiador
selhamos encerar periodicamente, utili- tome os seguintes cuidados: A utilização do veículo em vias la-
zando cera, a qual deixa uma camada macentas pode ocasionar o acúmulo de
- Não o lave quando estiver
protetora sobre a mesma. barro no eletroventilador, provocando
ainda quente;
vibrações e ruídos anormais e, em si-
Vidros - Não utilize substâncias cáusti-
tuações extremas, o travamento do sis-
cas, produtos ácidos ou derivados
Para a limpeza dos vidros, usar deter- tema. A inspeção e limpeza do eletro-
de petróleo;
gentes específicos. Usar panos bem lim- ventilador do radiador é uma operação
pos para não riscar os vidros ou alterar - Evite jatos d’água diretamente necessária em veículos que trafegam
a transparência dos mesmos. sobre os componentes eletroeletrô- em tais condições.
nicos e seus chicotes;
- Proteja com plásticos o alter- A limpeza do eletroven-
ADVERTÊNCIA: para não prejudi-
nador, a central da ignição/injeção tilador do radiador deve
car as resistências elétricas presen-
eletrônica, a bateria, a bobina e, se ser feita respeitando as dis-
tes na superfície interna do vidro
existente, a central do sistema ABS; posições estabelecidas no tópico
traseiro, esfregar delicadamente
seguindo o sentido das próprias - Proteja também com plástico o “Vão do motor”. Particularmente,
resistências. reservatório do fluido de freio, para o emprego inadequado de jatos
evitar a sua contaminação; d’água pode ocasionar danos nas
Evite aplicar decalques ou outros Após a lavagem, não pulverize colmeias do radiador e no motor
adesivos nos vidros, visto que os mes- nenhum tipo de fluido (óleo die- elétrico do eletroventilador. D
mos podem desviar a atenção e redu- sel, querosene, óleo de mamona
zem o campo de visão. etc.) sobre o motor e componentes,
Pneus
sob pena de danificá-los, causando,
Vão do motor inclusive, a retenção de poeira. Após uma lavagem geral do veículo
A lavagem do compartimento do aconselha-se esfregar uma escova de
motor é um procedimento que deve ser ADVERTÊNCIA: a lavagem deve cerdas macias com uma solução de
evitado. Porém, quando isto se tornar ser efetuada com motor frio e chave água e shampoo neutro.
necessário, observar as recomendações de ignição em STOP. Depois da
a seguir: lavagem, verificar se as diversas
proteções (ex.: tampas de borra-
cha e outras proteções) não foram
removidas ou danificadas.
D-31
INTERIOR DO LIMPEZA DOS BANCOS EM PARTES DE PLÁSTICO INTERNAS
VELUDO (algumas versões)
VEÍCULO Usar produtos específicos, estudados
para não alterar o aspecto dos compo-
Para limpeza do veludo, use aspira-
Periodicamente, verificar se não há dor de pó, uma escova de cerdas ma- nentes.
água parada debaixo dos tapetes (devi- cias e água. Não use sabão ou detergen-
do a sapatos molhados, guarda-chuvas tes, pois os mesmos podem manchar o TAPETES E PARTES DE BORRACHA
etc.) que poderiam proporcionar o sur- veludo. (exceto vão do motor)
gimento de focos de corrosão. Após aspirar deve-se proceder a lim- Recomenda-se usar produtos de efi-
peza do encosto varrendo de cima para ciência comprovada. Misturas caseiras
LIMPEZA DOS BANCOS E DAS baixo com escova seca. de álcool + glicerina produzem brilho
PARTES DE TECIDO O assento deve ser varrido da parte exagerado, além de agredir a borracha
- Retirar o pó com uma escova macia mais próxima do encosto para a frente dos pneus.
ou com um aspirador de pó. do banco. Após o uso da escova seca
deve-se repetir a operação com a esco- ADVERTÊNCIA: não utilizar álco-
- Esfregar os bancos com uma espon-
va levemente umedecida. ol ou benzina para a limpeza do
ja umedecida com uma mistura de água
e detergente neutro. Em seguida, deixar que seque com- visor do quadro de instrumentos.
pletamente para sua utilização.

Não deixar frascos de


aerossol no veículo, pois
há perigo de explosão. Os
frascos de aerossol não devem ser
expostos a uma temperatura supe-
rior a 50°C. Dentro do veículo
exposto ao sol, a temperatura pode
ultrapassar em muito este valor.

D-32
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Os aficionados de motores e de mecânica provavel- DADOS PARA A IDENTIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . E-1
mente vão começar a ler o manual a partir desta parte.
CÓDIGO DOS MOTORES
Efetivamente, inicia uma seção cheia de dados, números,
medidas e tabelas. Trata-se, de uma certa forma, da car- - VERSÕES DE CARROCERIA . . . . . . . . . . . . . . . . . E-2
teira de identidade de seu veículo. Um documento de MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-3
apresentação que mostra, em linguagem técnica, todas
as características que fazem dele um modelo criado para TRANSMISSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-5
proporcionar-lhe a máxima satisfação. FREIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6
SUSPENSÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6
DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6
RODAS E PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-7
ALINHAMENTO DAS RODAS . . . . . . . . . . . . . . . . E-8
PRESSÃO DOS PNEUS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-9
SISTEMA ELÉTRICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-10
DESEMPENHO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-11
DIMENSÕES. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-12
PESOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-13
ABASTECIMENTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-14 E
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES E
DOS LÍQUIDOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-16

E
DADOS PARA A ANO DE FABRICAÇÃO CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DE
CARROCERIA
IDENTIFICAÇÃO C - Etiqueta sobre a coluna de fixa-
ção da porta dianteira direita, próxima E - Plaqueta fixada na travessa dian-
Estão indicados nos seguintes pontos à etiqueta VIS. teira com código de identificação de
fig. 1 e 2 carroceria.
TIPO E NÚMERO DO CHASSI
SEÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO DO TIPO E NÚMERO DO MOTOR
D - Gravação no assoalho debaixo do
VEÍCULO (VIS) banco dianteiro direito. F - Conforme a versão, o número po-
A - Etiqueta sobre o para-lama dian- derá estar gravado no lado direito ou
teiro direito. esquerdo do bloco do motor.
B - Etiqueta sobre a coluna de fixa-
ção da porta dianteira direita.
Este número sequencial está também
no para-brisa, vidro traseiro e vidros das
portas.

NP124

4EN0265BR
A

C
4EN1448BR

C B
A B D
F
E

NP125
4EN0268BR

D E
E
01 0
00 00
00
00 000
B
*9
*9

fig. 1 fig. 2
E-1
ETIQUETA ADESIVA DE Indica os seguintes dados: CÓDIGO DOS
IDENTIFICAÇÃO DA TINTA DA A - Fabricante da tinta
CARROCERIA - fig. 3
B - Denominação da cor
MOTORES -
A etiqueta adesiva está colada na C - Código Fiat da cor VERSÕES DE
parte lateral interna da porta esquerda.
D - Código da cor para retoques ou CARROCERIA
nova pintura

ETIQUETA ADESIVA DE Código do Versão de


IDENTIFICAÇÃO DO FABRICANTE motor carroceria
- fig. 4
A etiqueta adesiva está localizada sob Palio
o capô do motor. Attractive 310A1011 271
1.0 8V
Flex
Palio
Attractive
327A011 272
1.4 8V
Flex

Palio
Essence
4EN0177BR

310A5011 283

4EN1451BR
1.6 16V
$ Flex
FIAT AUTOMÓVEIS S/A
% Av. Contorno, nº 3455, bairro Paulo Camilo Palio
Betim-Minas Gerais-CEP: 32.669-900
& CGC 16 701 716/0001-56 Sporting 310A5011 263
Indústria Brasileira
1.6 16V
' Flex

fig. 3 fig. 4
E-2
MOTOR
Dados gerais 1.0 8V Flex 1.4 8V Flex 1.6 16V Flex
Código do tipo 310A1011 327A011 310A5011
Ciclo OTTO OTTO OTTO
Combustível Gasolina/etanol Gasolina/etanol Gasolina/etanol
Número de cilindros 4 4 4
Número de válvulas por cilindro 2 2 4
Diâmetro x curso mm 70,0 x 64,9 72,0 x 84,0 77,0 x 85,8
Cilindrada total cm3 999,1 1368,3 1598,2

Taxa de compressão 12,15 + 0,15:1 12,35 + 0,15:1 10,5 ± 0,15:1


- 0,25 - 0,2
Potência máxima Gasolina Etanol Gasolina Etanol Gasolina Etanol
ABNT cv/kW 73,0/53,7 75,0/55,2 85,0/62,6 88,0/64,8 115,0/84,6 117,0/86,0
regime correspondente rpm 6250 6250 5750 5750 5500 5500
Torque máximo ABNT kgm/daNm 9,5/93,1 9,9/97,0 12,4/121,6 12,5/122,6 16,2/158,8 16,8/164,6
regime correspondente rpm 3850 3850 3500 3500 4500 4500

Base: 840 ± 50 Base: 840 ± 50


c/ para-brisa térmico: 900 ± 50 c/ para-brisa térmico: 900 ± 50 A/C desligado A/C ligado
Regime de marcha lenta rpm
A/C desligado: 800 ± 50 A/C desligado: 800 ± 50 800 ± 50 880 ± 50
A/C ligado: 900 ± 50 A/C ligado: 900 ± 50
DISTRIBUIÇÃO início APMS 02° 07° 1,6º
Admissão: E
término DPMI 33° 41° 31,7º
Escapamento: início APMI 30° 57° 43,7º
término DPMS 05° 09° -5,49º
Acionamento da distribuição Correia Correia Corrente
Teor de CO em marcha lenta < 0,3% < 0,3% < 0,5%
E-3
ALIMENTAÇÃO/IGNIÇÃO Motor 1.0/1.4 8V FLEX LUBRIFICAÇÃO
Ignição: Forçada, através de bomba de en-
Modificações ou conser- Eletrônica digital incorporada ao sis- grenagens com válvula limitadora de
tos no sistema de alimenta- tema de injeção (Magneti Marelli). pressão incorporada.
ção, efetuados de maneira Injeção:
incorreta e sem ter em conta as Tipo: Multipoint sequencial indireta. ARREFECIMENTO
características técnicas do sistema,
podem causar anomalias de funcio- Filtro de ar: a seco, com elemento Sistema de arrefecimento com radia-
namento com riscos de incêndio. filtrante de papel. dor, bomba centrífuga e reservatório de
Bomba de combustível: elétrica. expansão.

Motor 1.6 16V FLEX


Ignição:
Eletrônica digital incorporada ao siste-
ma de injeção Magneti Marelli - 7GF.
Injeção:
Tipo: multiponto, sequencial indireta.
Filtro de ar: a seco, tipo caixa.
Bomba de combustível: elétrica.

E-4
TRANSMISSÃO

EMBREAGEM
Monodisco a seco com mola a disco e comando hidráulico (Attractive 1.4, Essence 1.6 e Sporting 1.6). Não necessita de ajustes.

CAIXA DE MUDANÇAS E DIFERENCIAL


As relações são:

Palio Attractive 1.0 Palio Attractive 1.4 Palio Essence 1.6 Palio Sporting 1.6

Em 1a marcha 4,273 4,100 3,909 3,909


Em 2a marcha 2,316 2,174 2,238 2,238
Em 3a marcha 1,520 1,345 1,520 1,520
Em 4 marcha
a
1,156 0,974 1,156 1,156
Em 5 marcha
a
0,795 0,766 0,838 0,838
Em marcha a ré 3,909 3,818 3,909 3,909

Grupo cilíndrico de redução e grupo diferencial incorporados à caixa de velocidades.


As relações são:

Palio Attractive 1.0 Palio Attractive 1.4 Palio Essence 1.6 Palio Sporting 1.6 E
Relação de redução
4,600 4,500 3,733 4,067
do diferencial

Número de dentes (69/15) (63/14) (56/15) (61/15)

E-5
FREIOS SUSPENSÕES DIREÇÃO
- Volante com absorção de energia
FREIOS DE SERVIÇO DIANTEIRA (airbag) opcional.
Dianteiros: a disco sólido com pinça De rodas semi-independentes, tipo - Coluna de direção articulada, com
flutuante (1.0/1.4 8V Flex) McPherson com braços oscilantes fixa- absorção de energia e regulagem em
Dianteiros: a disco ventilado, com dos a uma travessa. altura.
pinça flutuante (1.6 16V Flex). Molas helicoidais e amortecedores - Sistema de direção com pinhão e
Traseiros: a tambor, com sapatas au- hidráulicos telescópicos de duplo efeito. cremalheira com lubrificação perma-
tocentrantes. Barra estabilizadora (algumas ver- nente e assistência hidráulica opcional
sões). para algumas versões.
Duplo circuito diagonal.
Sistema ABS (opcional).
TRASEIRA Diâmetro mínimo de curva
Direção hidráulica: 9,8 metros
FREIO DE MÃO De rodas independentes (eixo de (Attractive 1.4)
torção).
Atuante nas rodas traseiras com acio- Direção hidráulica: 9,9 metros
namento manual e transmissão mecâ- Molas helicoidais e amortecedores (Attractive 1.0/Essence/Sporting)
nica, com compensação de desgaste. hidráulicos telescópicos de duplo efeito.
Direção mecânica: 10,3 metros

Número de voltas do volante


Direção mecânica: 4,02 voltas
Direção hidráulica: 2,77 voltas
2,62 voltas (Sporting)

E-6
RODAS E PNEUS
Rodas (**) Pneus
Palio Attractive 1.0 5,5 x 14” 175/65R14 82T
5,5 x 14”
175/65R14 82T
Palio Attractive 1.4 6,0 x 15” (*)
185/60R15 84H (opcional)
Estepe em chapa 6,0 x 15” (*)
6,0 x 15” 185/60R15 84H (****)
Palio Essence 1.6 6,0 x 15” (*) 185/60R15 88H
6,0 x 16” 195/55R16 87V
Palio Sporting 1.6 Estepe em chapa 6,0 x 15” 175/65R15 84T (estepe) (***)
(*) Opcional em roda de liga.
(**) Para algumas versões, a roda sobressalente dos veículos equipados com rodas de liga leve é em aço estampado.
Estabelecidas as dimensões prescritas, para a segurança da marcha, é indispensável que o veículo esteja equipado com
pneus da mesma marca e do mesmo tipo em todas as rodas.
(***) ADVERTÊNCIA: a roda sobressalente deve ser utilizada apenas em caso de emergência. A utilização deve
ser reduzida ao mínimo indispensável e a velocidade não deve ultrapassar 80 km/h. Na roda encontra-se aplicado
um adesivo com os principais avisos sobre a utilização e das respectivas limitações. Não remover o adesivo.
(****) ADVERTÊNCIA: valores mínimos de índice de carga recomendados.
ADVERTÊNCIA: com pneus Tubeless (sem câmara), não usar câmaras de ar. As rodas de liga leve são fixadas com
parafusos específicos incompatíveis com qualquer roda de aço estampado, exceto com a de reserva específica.
E
Utilize somente pneus com características e dimensões prescritas no manual. Esta condição garante uma correta
indicação de velocidade e distância percorrida no quadro de instrumentos.

Transitar com pneus descalibrados e/ou calibrados com pressão inferior à recomendada pode danificar
as rodas e os próprios pneus, tornando-os mais vulneráveis a buracos e imperfeições nas vias.

E-7
ALINHAMENTO DAS RODAS

RODAS DIANTEIRAS

Câmber Cáster Convergência


-32’ ± 30’ (*) 1° 55’ ± 30’ (*)
Palio Attractive 1.0 -41’ ± 30’ 2° 58’ ± 30’
-1 ± 1 mm

-32’ ± 30’ (*) 1° 55’ ± 30’ (*)


Palio Attractive 1.4 -1 ± 1 mm
-41’ ± 30’ 2° 58’ ± 30’
Palio Essence 1.6 -33’ ± 30’ 3° 05’ ± 30’ -1 ± 1 mm
Palio Sporting 1.6 -33’ ± 30’ 3° 12’ ± 30’ -1 ± 1 mm

(*) Direção mecânica

RODAS TRASEIRAS

Câmber (*) Convergência (*)

Palio Attractive 1.0 -46’ ± 30’ 4,8 ± 2 mm

Palio Attractive 1.4 -46’ ± 30’ 4,8 ± 2 mm

Palio Essence 1.6 -47’ ± 30’ 5,0 ± 2 mm

Palio Sporting 1.6 -49’ ± 30’ 6,2 ± 2 mm

(*) Valores de referência para veículos em ordem de marcha.


E-8
PRESSÃO DOS PNEUS

PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS - lbf/pol2 (kgf/cm2)


A pressão indicada é válida somente para “pneus frios”. Deve-se calibrá-los somente desta maneira, sobretudo antes de
longas viagens.

Palio Attractive 1.0 Palio Attractive 1.4 Palio Essence 1.6 Palio Sporting 1.6

Com carga média


- dianteiro: 28 (1,9) 28 (1,9) 28 (1,9) 28 (1,9)
- traseiro: 28 (1,9) 28 (1,9) 28 (1,9) 28 (1,9)
Com carga completa
- dianteiro: 32 (2,2) 32 (2,2) 32 (2,2) 32 (2,2)
- traseiro: 32 (2,2) 32 (2,2) 32 (2,2) 32 (2,2)
Roda de reserva 32 (2,2) 32 (2,2) 32 (2,2) 35 (2,4)

Obs.: a primeira especificação é em lbf/pol2 e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm2.

E-9
SISTEMA ELÉTRICO
Tensão de alimentação: 12 volts.

BATERIA
Capacidades
Palio Attractive 1.0/1.4 Palio Essence 1.6 Palio Sporting 1.6
Versão básica 50 Ah 50 Ah 50 Ah
Com ar-condicionado 60 Ah 60 Ah 60 Ah

ALTERNADOR

Palio Attractive 1.0/1.4 Palio Essence 1.6 Palio Sporting 1.6


Corrente nominal 90 A 90 A 90 A
fornecida 110 A (*) 120 A (*) 120 A (*)

(*) Com ar-condicionado

MOTOR DE PARTIDA

Palio Attractive 1.0/1.4 Palio Essence 1.6 Palio Sporting 1.6


Potência fornecida 0,9 kw 1,3 kw 1,3 kw

Modificações ou consertos no sistema elétrico, efetuados de maneira incorreta e sem ter em conta as
características técnicas do sistema, podem causar anomalias de funcionamento com riscos de incêndio.

E-10
DESEMPENHO
Velocidades máximas admissíveis, com média carga e estrada plana (km/h).

Palio Attractive 1.0 Palio Attractive 1.4 Palio Essence 1.6 Palio Sporting 1.6

Gasolina Etanol Gasolina Etanol Gasolina Etanol Gasolina Etanol


1 marcha
a 35 35 38 38 49 49 46 46
2a marcha 65 65 72 72 86 86 81 81
3 marcha
a 99 99 115 115 126 126 119 119
4a marcha 135 135 159 159 166 166 157 157
5 marcha (*)
a 156 157 171 173 190 192 191 193
Em marcha a ré 39 39 40 40 50 50 46 46

(*) Valores indicativos.

Rampa máxima superável (*), com plena carga (valores de referência calculados).

Palio Attractive 1.0 Palio Attractive 1.4 Palio Essence 1.6 Palio Sporting 1.6

%* 34,0 34,0 35,0 35,0


E
Obs.: os valores obtidos são de veículos base e os valores podem variar para menos 5%, dependendo dos opcio-
nais do veículo.

E-11
DIMENSÕES

NP111
(em mm - veículo vazio)

PALIO E

Volume do porta-malas
(norma ISO 3832):
- em condições normais: A B C
F
H
D I
Attractive: 290 L
Essence: 280 L
Sporting: 280 L
- com o banco rebatido:
Attractive: 750 L
Essence: 740 L
Sporting: 740 L
G

fig. 5

Dimensões em mm:

A B C D E (*) F G H I
Attractive - 1504,0 Attractive - 1438,0 Attractive - 1428,0
796,0 2420,3 659,0 3875,0 Essence - 1513,0 Essence - 1444,0 Essence - 1434,0 1671,0 1953,0
Sporting - 1508,0 Sporting - 1450,0 Sporting - 1440,0

(*) Veículo vazio

E-12
PESOS

Pesos (kg)
Palio Attractive 1.0 Palio Attractive 1.4 Palio Essence 1.6 Palio Sporting 1.6
5 portas 5 portas 5 portas 5 portas

Peso do veículo em ordem de marcha


(com abastecimentos, roda de reserva, 999,0 1007,0 1062,0 1090,0
ferramentas e acessórios):

Capacidade útil incluindo o motorista: 400,0 400,0 400,0 400,0

Cargas máximas admitidas (*):


- eixo dianteiro 661,0 670,0 704,0 723,0
- eixo traseiro 737,0 737,0 758,0 767,0

Cargas rebocáveis:
400,0 400,0 400,0 400,0
- reboque sem freio

(*) Cargas que não devem ser superadas. É de responsabilidade do usuário, a colocação das bagagens no porta-malas e/
ou sobre a superfície de carga, respeitando as cargas máximas admitidas.

E-13
ABASTECIMENTOS
Palio Essence 1.6
Palio Attractive 1.0 Palio Attractive 1.4 Produtos
Palio Sporting 1.6
homologados (*)
litros kg litros kg litros kg
Tanque de combustível: (*) 48 - 48 - 48 - Gasolina tipo C ou etanol hidratado
Incluída uma reserva aproximada de: 5,5 a 7,5 - 5,5 a 7,5 - 5,5 a 7,5 - combustível em qualquer proporção
Sistema de arrefecimento do motor:
- base 4,60 - 4,90 - 5,3 -
50% de Coolantup (vermelho)
- com aquecedor e/ou ar-condicionado 4,90 - 5,60 - 5,6 -
+ 50% de água pura
SELÈNIA PERFORMER 15W40 (1.4 8V)
Cárter do motor e filtro: 2,7 2,38 2,7 2,38 4,3 3,65 SELÈNIA K PURE ENERGY
5W-30 (1.0 8V/1.6 16V)
TUTELA ZC 75FF ou
- - 1,8 1,5 - -
TUTELA CAR ZC 75W-80 SYNTH
Caixa de mudanças/diferencial:
TUTELA ZC 80/S ou
2,0 1,76 - - 2,0 1,76
TUTELA CAR EPYX
Direção hidráulica: 0,90 - 1,0 - 1,0 - TUTELA CAR GI/A
0,090 (lado roda) 0,125 (lado roda)
Junta homocinética e coifa: - 0,09 - 0,100 (lado - 0,150 (lado TUTELA MRM 2/L
câmbio) câmbio)

Circuito dos freios hidráulicos


dianteiros e traseiros/Comando 0,43 - 0,43 - 0,43 - TUTELA TOP 4/S
hidráulico da embreagem:
Circuito dos freios hidráulicos com
dispositivo antibloqueio ABS/ 0,45 - 0,45 - 0,45 - TUTELA TOP 4/S
Comando hidráulico da embreagem:
Reservatório do líquido dos lavadores
2,5 - 2,5 - 2,5 - Água pura (**)
do para-brisa e do vidro traseiro:
Gasolina de alta octanagem - RON
95, AKI 91 ou aditivada (ver nota
Reservatório de partida a frio 2,0 - 2,0 - 2,0 -
no capítulo D - Reservatório de
partida a frio
(*) Valores aproximados, podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo no momento do abastecimento.
(**) Para facilitar e melhorar a limpeza do vidro do para-brisa, recomenda-se adicionar o produto Tutela SC 35 Limpa para-brisas ao líquido do reservatório
do limpador, na seguinte proporção: 25% de Tutela SC 35 Limpa para-brisas + 75% de água pura.

E-14
NOTAS SOBRE O USO DOS CONSUMO DE ÓLEO DO MOTOR ADVERTÊNCIA: o consumo do óleo
PRODUTOS do motor depende do modo de dirigir
Devido à concepção dos motores a e das condições de uso do veículo.
combustão interna, para que haja uma
Óleo boa lubrificação, parte do óleo lubrifi-
Não completar o nível com óleos de cante é consumido durante o funciona-
características diferentes das do óleo já mento do motor.
existente. De maneira indicativa, o consumo
máximo de óleo do motor, expresso
Combustíveis em ml a cada 1000 km, é o seguinte:
Os motores foram projetados para
utilizar gasolina do tipo “C” com teor
de álcool etílico anidro conforme legis- ml a cada 1000 km
lação vigente (PROGRAMA DE CON-
TROLE DE POLUIÇÃO DO AR PARA Palio Attractive 1.0 300
VEÍCULOS AUTOMOTORES e ANP)
ou etanol hidratado combustível em Palio Attractive 1.4 400
qualquer proporção.
Palio Essence 1.6 500
ADVERTÊNCIA: o uso de combus-
tíveis diferentes dos especificados Palio Sporting 1.6 500
poderá comprometer o desempe-
nho do veículo, bem como causar
danos aos componentes do sistema
de alimentação, e do próprio motor,
que não são cobertos pela garantia. E

E-15
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES E DOS LÍQUIDOS

PRODUTOS UTILIZADOS E SUAS CARACTERÍSTICAS

Características qualitativas dos lubrificantes e fluidos para um


Tipo Aplicação
correto funcionamento do veículo (*)
Lubrificantes para - Motor 1.4: lubrificante de base sintética (15W40)
motores a API SM FIAT 9.55535 Cárter do motor
gasolina/etanol (FLEX) - Motor 1.0/1.6: lubrificante sintético (SAE 5W30)
Óleo para caixa de mudanças e diferenciais. Atende às
especificações: Caixa de mudanças e
Lubrificantes e graxas - 1.4 : SAE 75W-80 - API GL-5 MIL L 2105 E - FIAT 9.55550 diferencial
para a transmissão do - 1.0 e 1.6: SAE 80W-90 - API GL-4 - FIAT 9.55550 - MIL L 2105
movimento Óleo de tipo DEXRON II Direções hidráulicas
Graxa de bissulfeto de molibdênio à base de sabões de lítio, Juntas homocinéticas e
consistência N.L.G.I. = 2 coifas
Freios hidráulicos e
Fluidos para freios
Fluido sintético, classe DOT 4 SAE J 1703 comandos hidráulicos da
hidráulicos
embreagem
Fluido concentrado para sistemas de arrefecimento a base de
Protetor e anticongelante
monoetilenoglicol e um pacote inibidor de corrosão de origem
para sistema de Sistema de arrefecimento
orgânica – OAT (Organic and Acid Tecnology). Mistura de 50 %
arrefecimento
com 50 % de água pura.

(*) O uso de produtos que não atendam às especificações informadas poderá causar danos e/ou prejudicar o fun-
cionamento do veículo.
A Fiat recomenda a utilização dos produtos homologados descritos na seção abastecimentos, neste capítulo.
E-16
ÍNDICE ALFABÉTICO Alavancas sob o volante ............A-47 Bancos ........................................A-6
Alavancas sob o volante direita .A-52 Bateria ............A-84, D-6, D-14, E-10
Alavancas sob o volante - recarga ..................................C-13
Abastecimento................A-77, E-14 esquerda .................................A-47
Bem-vindo a bordo ........................ 2
Abertura/fechamento do Alimentação e ignição................. E-4
porta-malas .............................A-66 Botões de comando...................A-55
Alinhamento da direção ........... D-26
Abertura de emergência do Botões de comando do My Car .A-21
porta-malas .............................A-68 Alinhamento das rodas ................ E-8

ABS ...........................................A-71 Alternador ................................. E-10

Acessórios comprados Ampliação do porta-malas ........A-68 Caixa de mudanças e diferencial ..E-5


pelos clientes .......................... B-13 Ano de fabricação ....................... E-1 Calibragem dos pneus ................. E-9
Advertências gerais para utilização Antipólen e carvão ativado-filtro Câmbio ....................................... B-3
dos cintos de segurança ..........A-13 de ar-condicionado ................ D-14
Câmbio e diferencial ................... E-5
Airbag .......................................A-73 Apoia-cabeças .............................A-8
Capô do motor ..........................A-69
Advertências gerais sobre Aquecimento .............................A-42
airbag ......................................A-76 Características dos lubrificantes e dos
Ar-condicionado..............A-45, D-29 líquidos ................................... E-16
Airbag do lado do passageiro ....A-75
Arrefecimento.............................. E-4 Características técnicas ...................E
Airbag lateral.............................A-75
Ativação/desativação do airbag .A-31 Carroceria ................................ D-29
Ajuste do cinto central fixo - sem
retrator automático ..................A-12 Centrais eletrônicas .................. D-15
Alarme ......................................A-77 Bagageiro de teto .....................A-70 Central do lado da bateria ........ D-18
Alavanca esquerda inferior ........A-49 Balanceamento das rodas ......... D-26 Central do painel - fusíveis ....... D-16
F
F-1
Central do polo da bateria Como trocar um pneu .................C-2 Controle remoto ..........................A-4
- fusíveis ................................. D-20
Como utilizar os cintos de Controles frequentes e antes de
Chassi.......................................... E-1 segurança ................................ A-11 longas viagens ......................... B-13

Chaves ........................................A-1 Compensação da inclinação dos Corretor de frenagem eletrônico ..A-73


faróis .......................................A-71
Chave com controle remoto ........A-2
Comutador de ignição .................A-6
Chave mecânica ..........................A-1 Dados para identificação do
Condicionamento do ar.............A-45 veículo ...................................... E-1
- duplicação ..............................A-5
- aquecimento .........................A-46 Dados Trip B .............................A-25
Cintos de segurança .................. A-11
- desembaçamento rápido .......A-46 Data - ajustar data .....................A-26
Code
- sistema de proteção do veículo . A-5 - recirculação ..........................A-46 Desembaçamento......................A-42

Código de carroceria ................... E-2 Conhecimento do veículo .............. A Desempenho ..............................E-11

Código dos motores .................... E-2 Conjunto da luz interna .. A-57, C-12 Destinação de baterias ..............A-84

Conselhos para a boa conservação Destravamento elétrico


Comandos .................................A-55
da carroceria .......................... D-30 das portas ................................A-61
Comandos da ventilação ...........A-41
Conselhos úteis para prolongar a Diferencial .................................. E-5
Comandos do aquecimento.......A-42 duração da bateria ................. D-14 Difusores orientáveis .................A-41
Comandos do ar-condicionado .A-45 Considerações importantes ............. 4 Dimensões ................................ E-12
Combustíveis ............................. E-14 Consumo de óleo do motor....... E-15 Direção ....................................... E-6
Como aquecer o motor ............... B-1 Conta-giros ................................A-20 Dirigir com economia e respeitando o
meio ambiente .......................... B-7
Como manter sempre eficientes os Contenção de gastos de utilização
cintos de segurança.................A-14 e poluição ambiental .............. B-10 Dirigir com segurança ................. B-4
F-2
- antes de sair do veículo .......... B-4 Equipamentos internos ..............A-57 Freios .......................................... E-6
- dirigir a noite .......................... B-5 Esguichos ................................. D-28 Freios de serviço ......................... E-6
- dirigir com ABS....................... B-7 Espelho retrovisor interno ............A-9 Funcionamento do Fiat Code ......A-5
- dirigir com chuva.................... B-5 Espelho retrovisor interno Funções no display....................A-24
eletrocrômico ..........................A-10
- dirigir em montanha ............... B-6 Fusíveis .................................... D-16
Espelhos retrovisores externos ...A-10
- dirigir na neblina .................... B-6
Estacionamento ........................... B-2
- em viagem .............................. B-4
Etiquetas Anatel ...........................A-5 Idioma......................................A-28
Display eletrônico .....................A-21
Etiquetas de identificação ............ E-2 Ignição .................................A-6, E-4
Display multifuncional ..............A-21
Excessiva temperatura do líquido de Iluminação ................................A-24
Dispositivo para reboques ......... B-14
arrefecimento ..........................A-35
Inatividade do veículo ............... B-12
Dispositivos para reduzir
Extintor de incêndio ..........D-7, C-16
as emissões .............................A-82 Indicador de temperatura do nível de
arrefecimento ..........................A-19
Drive by wire ............................A-71
Duplicação das chaves................A-5 Faróis .......................................A-70 Indicador do nível de
combustível.............................A-20
Durabilidade dos pneus ........... D-25 Ferramentas para troca de pneu ..C-2
Instalação de gancho de reboque ..B-14
Filtro de ar........................ D-7, D-13
Instrumentos de bordo...............A-19
- substituição .......................... D-13
Em caso de acidente Interior do veículo .................... D-32
- se houver feridos...................C-15 Filtro de combustível .................. D-7
Em emergência ............................... C Fluido dos freios ....................... D-12
Embreagem ................................. E-5 Freio de mão ........................ B-2, E-6 Kit antifurto da roda ..................C-5 F
F-3
Lâmpadas ...................................C-7 Lubrificação ................................ E-4 - Freio de mão acionado .........A-34

Levantadores dos vidros das Luz do porta-luvas.....................C-12 - Indicadores de direção..........A-38


portas ......................................A-62 Luz do porta-malas.................... C-11 - insuficiente carga da bateria .A-35
Levantadores elétricos dos vidros com Luz externa - se apagar ...............C-6 - Insuficiente pressão de óleo do
função antiesmagamento.........A-62 motor ......................................A-35
Luzes-espia e sinalizações .........A-34
Limitadores de carga .................A-16 - Luzes de posição e faróis ......A-38
- Avaria das luzes externas ......A-38
Limite de velocidade .................A-24 - Nível insufic. ou falta de gasolina
- Avaria do airbag....................A-34
Limpador inteligente do vidro no reserv. de partida a frio ......A-37
traseiro ....................................A-53 - Avaria no sistema de controle do
motor ......................................A-36 - Possível presença de gelo na
Limpadores do para-brisa e do vidro estrada ....................................A-39
- Avaria no sistema de proteção do
traseiro ................................... D-27 - Regulador de velocidade
veículo ....................................A-38
Limpeza dos bancos e das partes de constante.................................A-36
- Cinto de segurança ...............A-36
tecido ..................................... D-32 - Reserva de combustível ........A-37
- Corretor eletrônico de frenagem
Limpeza dos bancos em veludo...D-32 - Sinalização de avaria no sensor
EBD ineficiente .......................A-37
Líquido do sistema de arrefecimento crepuscular .............................A-39
- Cruise control .......................A-36
do motor ................................ D-10
- Sinalização de avaria no sensor de
- desembaçador do para-brisa .A-39 chuva ......................................A-39
Líquido os lavadores do para-brisa e
do vidro traseiro ..................... D-10 - Faróis altos............................A-38
- Sistema anti-travamento das rodas
Líquido para a direção - Faróis de neblina ..................A-38 ABS ineficiente ........................A-37
hidráulica ............................... D-10
- Fechamento incorreto das - Velocidade limite ultrapassada . A-36
Longa inatividade do veículo .... B-12 portas ......................................A-36
- Desativação do airbag do
Longas viagens .......................... B-13 - Fluido de freios insuficiente ..A-34 passageiro ...............................A-35
F-4
Luzes traseiras - lanterna .............C-9 Painel de instrumentos ............A-17 Porta-objetos .............................A-59

Luz-espia de avaria sistema Palhetas dos limpadores ........... D-27 Porta-óculos ..............................A-59
diagnóstico ............................... B-9 Portas ........................................A-60
Para desligar o motor .................. B-2
Para evitar danos nos pneus ..... D-24 Portas laterais ............................A-60
Predisposição para alarme.........A-79
Manutenção do veículo ...............D Parafusos das rodas .................. D-25
Para-sóis ....................................A-60 Predisposição para faróis
Manutenção programada ........... D-1
auxiliares.................................A-56
Partes de plástico internas ........ D-32
Meio ambiente ......................... D-26 Predisposição para instalação de
Partida com bateria auxiliar . C-1, C-13 autorrádio ...............................A-78
Menu principal..........................A-22
Partida com manobras por inércia . C-1 Pressão de calibragem dos pneus ..E-9
Modo de dirigir ......................... B-11
Partida com o motor quente ........ B-1 Pressão dos pneus ............. D-23, E-9
Motor .......................................... E-3
Partida do motor ......................... B-1 Pré-tensionador .........................A-15
Motor de partida ....................... E-10
Pesos ......................................... E-13
Produtos utilizados e suas
Plano de manutenção características.......................... E-16
programada .............................. D-2
No posto de abastecimento .....A-79 Proteção contra agentes
Pneu - se furar .............................C-2 atmosféricos ........................... D-29
Pneus ........................................ B-10 Proteção do meio ambiente ......A-82
Observações sobre instalação de Pneus verdes ............................ D-26 Proteção dos dispositivos que
som .........................................A-79 reduzem as emissões................. B-8
Porta-copos ...............................A-59
Observações sobre reboque ...... B-15 Porta-luvas ................................A-57
Óleo do motor .................. D-9, E-15 Porta-malas ...............................A-66 Quadro de instrumentos ..........A-18 F
F-5
Reboques................................. B-14 Se apagar uma luz externa ..........C-6 Sinal acústico de avarias
- volume de avisos ..................A-28
Recarga da bateria.....................C-13 Se apagar uma luz interna .........C-12
Sistema antievaporação .............A-83
Regulagem da altura dos cintos de Se descarregar a bateria ............C-13
segurança ................................ A-11 Se furar um pneu .........................C-2 Sistema de aquecimento e
Regulagem do volume das teclas.A-29 ventilação ...............................A-40
Se precisar levantar o veículo....C-14
Regulagens personalizadas ..........A-6 Sistema elétrico ......................... E-10
- com elevador ........................C-14
Relação de transmissão do câmbio.E-5 Sistema Fiat Code ........................A-1
- com macaco .........................C-14
Relógio - acertar hora ................A-26 Sistema Flex ..............................A-81
Se precisar rebocar o veículo ....C-15
Repetição das informações de Sistema OBD ............................... B-9
áudio.......................................A-27 Sensor crepuscular ....................A-25
Solicitação de controles remotos
Reposicionamento do banco Sensor de chuva ........................A-25
adicionais..................................A-4
traseiro ....................................A-69 Serviços adicionais ..................... D-5
Sonda lambda ...........................A-83
Reservatório de gasolina para partida
Setas dianteiras............................C-9
a frio Flex ................................D-11 Substituição da bateria do controle
Side bag ....................................A-75 remoto ......................................A-4
Retrovisor eletrocrômico ...........A-10
Simbologia ..................................... 5 Substituição da tampa do controle
Rodas e pneus ................... D-22, E-7
Símbolos de advertência ................ 6 remoto ......................................A-4
Rodízio do conjunto rodas e
pneus ..................................... D-25 Símbolos de obrigação ................... 6 Substituição de fusíveis ............ D-16
Ruídos veiculares ......................A-83 Símbolos de perigo......................... 5 Substituição fora do plano.......... D-5

Símbolos de proibição.................... 5 Substituir fusíveis...................... D-21


Saída do menu.........................A-31 Símbolos para uma direção correta ..3 Suspensões .................................. E-6
F-6
Tampa do reservatório de - luz de placa ..........................C-10
combustível.............................A-80 - luzes de posição traseiras .....C-10
Tapetes e partes de borracha .... D-32 Tubulações de borracha ........... D-27
Telefones celulares .................... B-14
Teto solar...................................A-64
Unidade de medida .................A-27
- Procedimento de
inicialização............................A-65 Uso correto do veículo ................... B

- Manobra de emergência .......A-65 Uso de materiais não nocivos ...A-82

Tipo e número do chassi ............. E-1 Uso do câmbio............................ B-3

Tipos de lâmpadas.......................C-7 Uso dos cintos de segurança


traseiros...................................A-12
Tomada de corrente...................A-58
Transmissão ................................. E-5
Transporte de crianças em
Velas ...................................... D-21
segurança ................................A-14 Velocidade para troca de
marchas .................................... B-3
Travamento elétrico das portas ..A-61
Velocímetro ...............................A-19
Trip computer ............................A-32
Ventilação .................................A-41
Troca de lâmpadas
- farol alto .................................C-8 Verificação dos níveis................. D-8
- farol baixo ..............................C-8 Volante ........................................A-9
- lanternas traseiras ...................C-9
- luz de freio ...........................C-12
F
F-7
NOTAS

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