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Manual de Instalação, Operação e Manutenção de Baterias Regulada Por Válvula

Acumulador Chumbo-Ácido Estacionário

Regulado por Válvula

VRLA

Série UP – 6 e 12 V

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Manual de Instalação, Operação e Manutenção de Baterias Regulada Por Válvula

Registro das Revisões

Revisão n° Descrição Data Visto


0 Emissão Inicial 02-maio-06 dlsp
1 Modificado Padrão de Folha e Dados Técnicos 12-junho-07 yn
2 Substituição da Resolução CONAMA 257/99 pela 401/08 01-fever.-09 yn

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Manual de Instalação, Operação e Manutenção de Baterias Regulada Por Válvula

Índice

1. CONSIDERAÇÕES GERAIS ..........................................................................................................................3


2. DETALHES CONSTRUTIVOS .......................................................................................................................3
2.1. Placas.....................................................................................................................................................................3
2.2. Separadores .......................................................................................................................................................3
2.3. Válvula de Segurança ...................................................................................................................................4
2.4. Vaso e Tampa ....................................................................................................................................................4
2.5. Terminais .............................................................................................................................................................5
2.6. Eletrólito...............................................................................................................................................................6
3. CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS E ELÉTRICAS ......................................................................6
4. CARACTERÍSTICAS ELETROLÍTICAS ....................................................................................................7
5. CARACTERÍSTICA DE CARGA....................................................................................................................8
5.1. Compensação da tensão de carga pela variação da temperatura......................................9
5.2. Tensão de Flutuação com Compensação de Temperatura....................................................10
5.3. Efeito da Temperatura na Capacidade da Bateria ..................................................................... 11
5.4. Tabela de Correção da Capacidade em Função da Temperatura ......................................13
5.5. Efeito da Temperatura na Vida da Bateria .....................................................................................13
6. CARACTERÍSTICAS DE DESCARGA ......................................................................................................14
6.1. Tensão de Corte .............................................................................................................................................14
6.2. Tabelas de Descarga ...................................................................................................................................15
6.3. AUTO-DESCARGA...........................................................................................................................................15
6.4. Expectativa de Vida .....................................................................................................................................16
6.4.1. Em Regime de Flutuação ..........................................................................................................................16
6.4.2. Em regime Cíclico..........................................................................................................................................17
6.5. Resistência Interna .....................................................................................................................................17
6.6. Capacidade remanescente.......................................................................................................................18
6.7. Emissão de Gases .........................................................................................................................................18
7. ESTANTES ..........................................................................................................................................................19
8. INSTALAÇÃO ....................................................................................................................................................19
8.1. Recebimento e Inspeção ..........................................................................................................................19
8.2. Local de Instalação......................................................................................................................................19
8.3. Preparação do local .....................................................................................................................................19
8.4. Precauções na Instalação ........................................................................................................................19
8.5. Métodos e Procedimentos de Instalação ........................................................................................20
9. OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA BATERIA.......................................................................................20
10. ROTINA DE INSPEÇÃO E REGISTROS................................................................................................20
11. OBSERVAÇÕES GERAIS..............................................................................................................................21
12. COMPROMISSO COM O MEIO AMBIENTE ........................................................................................22

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1. CONSIDERAÇÕES GERAIS

As baterias UNIPOWER 12V são baterias de chumbo-ácido reguladas por válvula (VRLA), para
aplicação estacionária e utilizam tecnologia AGM (Absorbent Glass Mat), onde o eletrólito se
encontra imobilizado por absorção em mantas de microfibra de vidro. O processo de recombinação
interna dos gases tem uma eficiência de até 99%, em condições normais de utilização.
• Capacidades nominais de 1.3 a 250 Ah C10:
 São produzidas baterias com grande gama de capacidades intermediárias,
conforme viabilidade técnico-comercial pode ser desenvolvida baterias com outras
capacidades, além das normalmente disponibilizadas.
• Essas baterias não requerem manutenção interna como troca nem reposição de
eletrólito.
• Temperatura de operação de -15 a 40 ºC
• Vida útil projetada de 3 a 5 anos (até 28 Ah) e 7 a 10 anos (35 Ah ou mais) a 25ºC
• Válvulas a prova de explosão
• À prova de vazamento
• Baixa resistência interna
• Excelente desempenho para altas descargas
• Baixa auto-descarga

2. DETALHES CONSTRUTIVOS

2.1. Placas

As baterias UNIPOWER utilizam grades planas de chumbo cálcio e estanho e utilizam chumbo com
elevado grau de pureza. A placa recebe essa denominação após a grade receber o empastamento
de material ativo.

2.2. Separadores

Os separadores, além da função específica como separador elétrico, também atuam como elemento
confinante do eletrólito, que é retido por absorção; daí a denominação de Tecnologia AGM
(Absorbent Glass Mat) para definir esse tipo de bateria. Esse confinamento assegura total contato
do eletrólito com o material ativo da placa, além de manter constante a distância entre as placas
de polaridades opostas.

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Características:

Parâmetros Valores
Aparência Branca, e tecido micro poroso
Espessura 1.25 mm, tolerância ± 0.05 mm
Velocidade de penetração > 30 mm / min
Absorção da solução > 1200%
Porosidade > 90%
Max. Diâmetro do Poro < 26µm
< 3% de perda de peso em ácido sulfúrico de
Ácidos Extraíveis
30%
Resistência elétrica < 0.001Ω dm2/mm
Força de tensão > 200 (g/10 mm)
Quantidade de ferro < 0.006%
Dimensão (C X L) 494.5mm X 157.0mm (Comumente usada)

2.3. Válvula de Segurança


A Válvula de Segurança é acionada sempre que houver situações de sobrecarga na bateria e
retorna à posição original quando a condição normal de funcionamento for restabelecida. Além
disso, impede a entrada do ar para dentro da bateria, o que poderia contaminar o equilíbrio
químico dos elementos reagentes.
Características:

Parâmetro Valores
Força de tensão > 100 kgf/cm2
Dureza 45 ± 5 IRHDc
Alongamento Min. 300%
Pressão 0.1 ~ 0.5 kgf/ cm2

2.4. Vaso e Tampa


São construídos com resina ABS de elevada resistência mecânica, resistente à corrosão química e
de grande durabilidade.
Características:

Parâmetro Valores
Qualidade do material Anti-chama (Grau-V0)
Resistência a Pressão Elétrica 500Vcc ; 3 seg
Resistência a Impacto 18kg.cm/cm
Resistência a chamas 97g /10min
Força de Tensão 580kg/cm2
Dureza 115 R
Taxa de contração 0.4% - 0.7%

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2.5. Terminais

Os terminais são do tipo “inserto” e são construídos de forma a propiciar total contato com o
terminal da interconexão, assegurando, dessa forma, que a passagem de corrente de elevada
intensidade se dê sem elevação de temperatura e ou perda de carga.
Recomenda-se a aplicação de um torque conforme abaixo:

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2.6. Eletrólito

O eletrólito é composto por Água + Ácido Sulfúrico e sua densidade é de 1.300 g/dm3 a 25°C.

3. CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS E ELÉTRICAS


Capacidade Nominal Dimensões Externas Peso
Tensão
(Ah) C10 @ 1,75 Vpe Aprox.
Modelo Nominal Compr. Larg. Alt. Alt. Tot. Terminal
(C20 até 28 Ah e C10
(V)
para os demais) Medidas em Milímetros (mm) kg
UP613 6 1,3 98 25 52 56 0,3 Faston
UP645 6 4,5 70 48 101 106 0,8 Faston
UP672 6 7,2 151 34 94 100 1,2 Faston
UP6120 6 12,0 151 50 94 100 2,0 Faston
UP62000 6 200 323 178 227 230 31,0 M8
UP1213 12 1,3 98 45 50 56 0,6 Faston
UP1223 12 2,3 178 34 60 66 0,9 Faston
UP1233 12 3,3 134 66 60 66 1,2 Faston
UP1245 12 4,5 90 70 101 106 1,9 Faston
UP1250 12 5,0 90 70 101 106 1,9 Faston
UP1270SL 12 7,0 151 52 94 101 2,2 Faston
UP1270 12 7,0 151 65 94 101 2,5 Faston
UP1272 12 7,2 151 65 94 101 2,5 Faston
UP1290 12 9,0 151 65 94 101 2,6 Faston
UP12120 12 12,0 151 98 94 100 3,8 Faston
UP12180 12 18,0 181 77 167 167 5,8 M5
UP12260 12 26,0 175 166 125 125 8,0 M5
UP12280 12 28,0 175 166 125 125 9,0 M5
UP12350 12 35,0 196 131 155 185 11,5 M5
UP12400 12 40,0 196 166 171 171 14,0 M6
UP12440 12 44,0 196 166 171 171 15,0 M6
UP12550 12 55,0 230 138 208 228 18,0 M6
UP12650 12 65,0 350 166 179 179 22,0 M6
UP12700 12 70,0 260 169 208 228 22,0 M6
UP12800 12 80,0 260 169 208 228 22,0 M6
UP12900 12 90,0 307 169 208 228 28,0 M6
UP121000 12 100 331 173 213 233 32,0 M6
UP121200 12 120 407 174 209 233 38,0 M6
UP121500 12 150 484 171 241 241 44,0 M8
UP121800 12 180,0 530 209 214 239 55,0 M8
UP122000 12 200 522 240 216 237 65,0 M8
UP122300 12 230 520 268 220 241 72,0 M8
UP122500 12 250 520 268 220 241 76,0 M8

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4. CARACTERÍSTICAS ELETROLÍTICAS

A reação química que ocorre na bateria está descrita e detalhada abaixo:

PbO2 + Pb + 2H2SO4 PbSO4 + PbSO4 + 2H2O

Placa Negativa Descarregada


Placa Positiva Descarregada
Placa Negativa Carregada
Placa Positiva Carregada

Eletrólito

Eletrólito
(1) REAÇÃO NA PLACA POSITIVA (GERAÇÃO DE
OXIGÊNIO)
MIGRA PARA A SUPERFÍCIE DA PLACA NEGATIVA

a) 2H2O -----------O2 + 4H+ + 4e-

(2) REAÇÃO NA PLACA NEGATIVA

b) REAÇÃO QUÍMICA DO CHUMBO POROSO COM OXIGÊNIO


2Pb + O2 -------- 2PbO

c) REAÇÃO QUÍMICA DO PbO COM O ELETRÓLITO


2PbO + 2H2SO4 ------- 2PbSO4 + 2H2O
PARA A REAÇÃO (a)

d) REAÇÃO DO PbSO4 PARA A REAÇÃO (b)


2PbSO4 + 4H+ + 4e- --------- 2Pb + 2H2SO4
PARA A REAÇÃO (a)

REAÇÃO TOTAL NA PLACA NEGATIVA


O2 + 4H+ + 4e- -------- 2H2O

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5. CARACTERÍSTICA DE CARGA

Uma carga adequada é um dos fatores mais importantes a se considerar quando se utiliza bateria
de chumbo-ácido regulada por válvula porque o seu desempenho e a sua vida serão diretamente
afetados pela eficiência do carregador e do processo escolhido.

Os quatro métodos de carga são:


- Carga a tensão constante
- Carga a corrente constante
- Carga por diminuição gradual de corrente
- Carga por tensão constante em duas etapas

- Carga a tensão constante – Este método é o mais recomendado para as baterias VRLA
UNIPOWER. É essencial que haja um controle sobre o valor da tensão de carga para que esteja
dentro dos valores especificados:
1. Utilização em flutuação – 2,25 a 2,30 vpc a 25ºC
2. Utilização Cíclica – 2,35 a 2,40 vpc a 25ºC

Em uma utilização em série, a variação da tensão de carga não deve ser maior que 0,3 V por
bateria, do maior ao menor valor.
A figura abaixo mostra o comportamento das baterias UNIPOWER UP 12V durante o processo de
carga, quando carregadas à tensão constante de 2,25 Volts/elemento e a corrente inicial limitada
em 0,2C A.

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- Carga a corrente constante – Esse método normalmente não é recomendado para aplicação em
baterias VRLA. Entretanto, se for utilizado, deve-se desligar as baterias do carregador tão logo
estejam carregadas, uma vez que danos significativos podem ocorrer em decorrência de
sobrecarga.

- Carga por diminuição gradual de corrente – Não é recomendado para aplicação em baterias VRLA.

- Carga por tensão constante em duas etapas – Não é recomendado para aplicação em baterias
VRLA.

5.1. Compensação da tensão de carga pela variação da temperatura


A tensão de carga recomendada para a bateria UNIPOWER UP 12V a 25 oC está descrita na tabela
abaixo. Para operações em temperaturas diferentes da especificada, é necessário que se faça a
compensação da tensão de carga devida a essa variação:
- para temperaturas acima de 25oC, deve-se diminuir da tensão recomendada, o valor de 0,003
V/°C / elemento.
- para temperaturas abaixo de 25oC, deve-se adicionar à tensão recomendada, o valor de 0,003
V/°C / elemento.
- Para se assegurar a melhor expectativa de vida recomenda-se a utilização de carregadores com
correção automática de tensão com a variação de temperatura.
- A variação máxima de temperatura recomendada é de 3oC, do menor ao maior valor. Deve-se
eliminar, sempre que possível, qualquer fonte de calor no ambiente das baterias e controlar as
saídas dos aparelhos de condicionadores de ar, de modo que a distribuição assegure uma
temperatura homogênea.

TENSÃO FAIXA MAX. CORRENTE


APLICAÇÃO TEMP.
IDEAL RECOMENDADA DE CARGA
CÍCLICA 25 oC 2,40Vpc 2,35~2,45Vpc 0,2 C

FLUTUAÇÃO 25 oC 2,27Vpc 2,25~2,30Vpc 0,2 C

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5.2. Tensão de Flutuação com Compensação de Temperatura

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Difer. de Min. Méd. Máx


Temp. Coef.
25ºC Volts por bateria (12 V)
10ºC -15 -0,270 13,770 13,920 14,070
11ºC -14 -0,252 13,752 13,902 14,052
12ºC -13 -0,234 13,734 13,884 14,034
13ºC -12 -0,216 13,716 13,866 14,016
14ºC -11 -0,198 13,698 13,848 13,998
15ºC -10 -0,180 13,680 13,830 13,980
16ºC -9 -0,162 13,662 13,812 13,962
17ºC -8 -0,144 13,644 13,794 13,944
18ºC -7 -0,126 13,626 13,776 13,926
19ºC -6 -0,108 13,608 13,758 13,908
20ºC -5 -0,090 13,590 13,740 13,890
21ºC -4 -0,072 13,572 13,722 13,872
22ºC -3 -0,054 13,554 13,704 13,854
23ºC -2 -0,036 13,536 13,686 13,836
24ºC -1 -0,018 13,518 13,668 13,818
25ºC 0 0,000 13,500 13,650 13,800
26ºC 1 0,018 13,482 13,632 13,782
27ºC 2 0,036 13,464 13,614 13,764
28ºC 3 0,054 13,446 13,596 13,746
29ºC 4 0,072 13,428 13,578 13,728
30ºC 5 0,090 13,410 13,560 13,710
31ºC 6 0,108 13,392 13,542 13,692
32ºC 7 0,126 13,374 13,524 13,674
33ºC 8 0,144 13,356 13,506 13,656
34ºC 9 0,162 13,338 13,488 13,638
35ºC 10 0,180 13,320 13,470 13,620
36ºC 11 0,198 13,302 13,452 13,602
37ºC 12 0,216 13,284 13,434 13,584
38ºC 13 0,234 13,266 13,416 13,566
39ºC 14 0,252 13,248 13,398 13,548
40ºC 15 0,270 13,230 13,380 13,530

5.3. Efeito da Temperatura na Capacidade da Bateria

A temperatura de referência para se definir a capacidade nominal da bateria é de 25 ºC. Em


temperaturas mais altas, a capacidade elétrica da bateria aumenta. Em temperaturas mais baixas,
a capacidade elétrica da bateria diminui. O gráfico demonstra os efeitos de temperatura em relação
a capacidade da bateria para vários níveis de corrente de descarga.

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EFEITO DA TEMPERATURA NA CAPACIDADE


120

100
0. 1C

Capacidade (%)
80 0 .2 C
0. 3C
60

1.0 C Corrente de Descarga


40

2.0 C
20

0
-20 -10 0 10 20 30 40 50
Temperatura(° C)

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5.4. Tabela de Correção da Capacidade em Função da Temperatura

1 hora 3 horas 5 horas 10 horas


T (ºC)
95% 100% 95% 100% 95% 100% 95% 100%
5 00:50:10 00:52:48 02:30 02:38 04:10 04:24 08:21 08:48
6 00:50:30 00:53:10 02:31 02:39 04:12 04:25 08:25 08:51
7 00:50:51 00:53:31 02:32 02:40 04:14 04:27 08:28 08:55
8 00:51:11 00:53:53 02:33 02:41 04:15 04:29 08:31 08:58
9 00:51:32 00:54:14 02:34 02:42 04:17 04:31 08:35 09:02
10 00:51:52 00:54:36 02:35 02:43 04:19 04:33 08:38 09:06
11 00:52:13 00:54:58 02:36 02:44 04:21 04:34 08:42 09:09
12 00:52:33 00:55:19 02:37 02:45 04:22 04:36 08:45 09:13
13 00:52:54 00:55:41 02:38 02:47 04:24 04:38 08:48 09:16
14 00:53:14 00:56:02 02:39 02:48 04:26 04:40 08:52 09:20
15 00:53:35 00:56:24 02:40 02:49 04:27 04:42 08:55 09:24
16 00:53:55 00:56:46 02:41 02:50 04:29 04:43 08:59 09:27
17 00:54:16 00:57:07 02:42 02:51 04:31 04:45 09:02 09:31
18 00:54:36 00:57:29 02:43 02:52 04:33 04:47 09:06 09:34
19 00:54:57 00:57:50 02:44 02:53 04:34 04:49 09:09 09:38
20 00:55:17 00:58:12 02:45 02:54 04:36 04:51 09:12 09:42
21 00:55:38 00:58:34 02:46 02:55 04:38 04:52 09:16 09:45
22 00:55:58 00:58:55 02:47 02:56 04:39 04:54 09:19 09:49
23 00:56:19 00:59:17 02:48 02:57 04:41 04:56 09:23 09:52
24 00:56:39 00:59:38 02:49 02:58 04:43 04:58 09:26 09:56
25 00:57:00 01:00:00 02:51 03:00 04:45 05:00 09:30 10:00
26 00:57:21 01:00:22 02:52 03:01 04:46 05:01 09:33 10:03
27 00:57:41 01:00:43 02:53 03:02 04:48 05:03 09:36 10:07
28 00:58:02 01:01:05 02:54 03:03 04:50 05:05 09:40 10:10
29 00:58:22 01:01:26 02:55 03:04 04:51 05:07 09:43 10:14
30 00:58:43 01:01:48 02:56 03:05 04:53 05:09 09:47 10:18
31 00:59:03 01:02:10 02:57 03:06 04:55 05:10 09:50 10:21
32 00:59:24 01:02:31 02:58 03:07 04:56 05:12 09:53 10:25
33 00:59:44 01:02:53 02:59 03:08 04:58 05:14 09:57 10:28
34 01:00:05 01:03:14 03:00 03:09 05:00 05:16 10:00 10:32
35 01:00:25 01:03:36 03:01 03:10 05:02 05:18 10:04 10:36
36 01:00:46 01:03:58 03:02 03:11 05:03 05:19 10:07 10:39
37 01:01:06 01:04:19 03:03 03:12 05:05 05:21 10:11 10:43
38 01:01:27 01:04:41 03:04 03:14 05:07 05:23 10:14 10:46
39 01:01:47 01:05:02 03:05 03:15 05:08 05:25 10:17 10:50
40 01:02:08 01:05:24 03:06 03:16 05:10 05:27 10:21 10:54

5.5. Efeito da Temperatura na Vida da Bateria

Para cada 10ºC acima da temperatura especificada, de 25 ºC, a bateria sofrerá uma redução de
50% em sua vida operacional. Assim, para uma expectativa de vida de 10 anos a 25 ºC, em 35 ºC,
essa expectativa será reduzida para 5 anos. Para uma temperatura de 45 ºC, essa expectativa será
de 2,5 anos. Percebe-se, com isso, a importância de se manter constante e controlada a
temperatura no ambiente da bateria, assim como, adequar a tensão de carga, compensando a
variação de temperatura, quando ocorrer.

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6. CARACTERÍSTICAS DE DESCARGA

A capacidade da bateria (Ah) é representada pelo resultado da corrente de descarga (A) e o tempo
de descarga (h) decorrido até a tensão final de descarga.

6.1. Tensão de Corte

Definimos Tensão Final de Descarga como a tensão até a qual uma bateria pode ser descarregada
com segurança, de modo a maximizar a vida da bateria. Esse valor é especificado de acordo com a
efetiva capacidade e o regime de descarga. Como um método simples e prático, elevadas correntes
e curtos regimes de descarga vão permitir uma menor tensão de corte, enquanto que baixas
correntes e longo tempo de recarga vão requerer uma tensão de corte mais elevada.

Múltiplos de C Tensão de Corte (vpc)


3C 1,30
1C 1,30
0,55C 1,55
0,10C 1,75
0,05C 1,75

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6.2. Tabelas de Descarga

Capacidade Tabela de Descarga em Ampères @ 25ºC


Nominal (Ah)
Modelo Alta Corrente Média Corrente
C10 @ 1,75
Vpe 5min. 10min. 15min. 30min. 1h 2h 3h 4h 5h 8h 10h 20h
UP613 1,3 3,91 2,74 1,95 1,38 0,71 0,43 0,32 0,25 0,22 0,15 0,12 0,065
UP645 4,5 13,5 9,50 6,75 4,76 2,45 1,48 1,11 0,86 0,77 0,51 0,41 0,225
UP672 7,2 21,6 15,2 10,8 7,62 3,92 2,37 1,77 1,37 1,22 0,81 0,66 0,360
UP6120 12 36,1 25,3 18,0 12,7 6,54 3,95 2,95 2,28 2,04 1,35 1,10 0,600
UP62000 200 600 341 280 204 109 65,2 48,8 38,4 32,0 22,6 20,2 11,00
UP1213 1,3 3,91 2,74 1,95 1,38 0,71 0,43 0,32 0,25 0,22 0,15 0,12 0,065
UP1223 2,3 6,91 4,85 3,45 2,43 1,25 0,76 0,57 0,44 0,39 0,26 0,21 0,120
UP1233 3,3 9,91 6,96 4,95 3,49 1,80 1,09 0,81 0,63 0,56 0,37 0,30 0,170
UP1245 4,5 13,5 9,50 6,75 4,76 2,45 1,48 1,11 0,86 0,77 0,51 0,41 0,230
UP1250 5 15,0 10,6 7,50 5,29 2,73 1,65 1,23 0,95 0,85 0,56 0,46 0,25
UP1270 7 21,0 14,8 10,5 7,41 3,82 2,30 1,72 1,33 1,19 0,79 0,64 0,35
UP1270SL 7 21,0 14,8 10,5 7,41 3,82 2,30 1,72 1,33 1,19 0,79 0,64 0,35
UP1272 7,2 21,6 15,2 10,80 7,62 3,92 2,37 1,77 1,37 1,22 0,81 0,66 0,360
UP1290 9 27,0 19,0 13,5 9,52 4,91 2,96 2,21 1,71 1,53 1,01 0,83 0,45
UP12120 12 36,1 25,3 18,0 12,7 6,54 3,95 2,95 2,28 2,04 1,35 1,10 0,60
UP12180 18 54,1 38,0 27,0 19,0 9,81 5,93 4,42 3,42 3,06 2,03 1,66 0,90
UP12260 26 78,1 54,9 39,0 27,5 14,2 8,56 6,39 4,94 4,42 2,93 2,39 1,30
UP12280 28 84,1 59,1 42,0 29,6 15,3 9,22 6,88 5,32 4,76 3,15 2,58 1,40
UP12350 35 105 59,6 49,0 35,7 19,1 11,4 8,54 6,72 5,60 3,96 3,54 1,93
UP12400 40 120 68 56,0 40,8 21,8 13,0 9,80 7,70 6,40 4,52 4,04 2,20
UP12440 44 132 75 62,0 44,9 24,0 14,3 10,7 8,40 7,00 4,97 4,44 2,42
UP12550 55 165 116 82,5 58,2 30,0 18,1 13,5 10,5 9,35 6,19 5,06 2,75
UP12650 65 195 111 91,0 66,3 35,5 21,2 15,9 12,5 10,4 7,35 6,57 3,58
UP12700 70 210 119 98,0 71,4 38,2 22,8 17,1 13,4 11,2 7,91 7,07 3,85
UP12800 80 240 136 112 81,6 43,7 26,1 19,5 15,4 12,8 9,04 8,08 4,40
UP12900 90 270 153 126 91,8 49,1 29,3 22,0 17,3 14,4 10,17 9,09 4,95
UP121000 100 300 170 140 102 54,6 32,6 24,40 19,2 16,0 11,30 10,10 5,50
UP121200 120 360 204 168 122,4 65,5 39,10 29,30 23,0 19,2 13,56 12,12 6,60
UP121500 150 450 255 210 153,0 81,9 48,9 36,60 28,8 24,0 16,95 15,15 8,25
UP121800 180 540 307 252 184 98,3 58,7 43,9 34,6 28,8 20,3 18,2 9,90
UP122000 200 600 341 280 204 109,2 65,2 48,8 38,4 32,0 22,6 20,2 11,00
UP122300 230 690 392 322 234,6 125,6 75,0 56,1 44,2 36,8 25,99 23,23 12,65
UP122500 250 750 426 350 255 136,5 81,5 61,0 48,0 40,0 28,25 25,25 13,75

6.3. AUTO-DESCARGA

O uso de grade com liga de Chumbo-Cálcio resulta em uma taxa de auto-descarga


significativamente baixa. A taxa média mensal de auto-descarga é de aproximadamente 3% a uma
temperatura de 25 ºC.
Abaixo estão os intervalos recomendados para recarga para baterias deixadas em armazenamento
ou desconectadas do sistema, para diversas temperaturas.

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Temperatura de Intervalos de
Armazenamento carga
20oC ou menos A cada 9 meses
20oC a 30 oC A cada 6 meses
30oC a 40 oC A cada 3 meses

A figura abaixo indica esses intervalos recomendados:

CARACTERÍSTICAS DE AUTO-DESCARGA
110

100
Capacidade (%)

90

80

70

60 o o o
40 C 30 C 20 C
50

40
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20
Tempo de armazenagem (meses)

A manutenção dessas baterias em armazenamento além dos prazos descritos sem a necessária recarga pode
resultar em danos irreversíveis para a bateria e em possíveis graves danos às instalações.

6.4. Expectativa de Vida

A vida da bateria depende de uma série de fatores, tais como:


 Temperatura de operação da bateria;
 Método de carga utilizado;
 Forma de utilização do produto: em flutuação ou em trabalho cíclico, etc...
 Atendimento aos valores especificados de tensão, corrente, temperatura, tensão de corte
automático, etc...
 Profundidade e freqüência de descarga

6.4.1. Em Regime de Flutuação

A vida estimada para a bateria em flutuação, é de 7 a 10 anos. O trabalho em flutuação é afetado


pelos fatores listados acima. A quantidade e a profundidade das descargas afetarão o tempo de
vida da bateria. A relação básica é que, quanto mais descargas a bateria sofrer, e quanto mais
profundas elas forem, menor será a vida da bateria.

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Abaixo, um gráfico que mostra o efeito da temperatura na vida útil da bateria.

Efeito da Temperatura na Vida em Flutuação


25

2.30V/Cell
Vida (anos) 20

10

0
10 20 30 40 50
Temperatura(°C)

6.4.2. Em regime Cíclico

A vida operacional da bateria também será dependente dos fatores já listados no item 6.4.
A relação da quantidade de ciclos que uma bateria pode fornecer conforme a profundidade de
descarga está mostrada no gráfico abaixo:

6.5. Resistência Interna

A resistência interna de uma bateria corresponde à soma da resistência de seus componentes, tais
como eletrólito, placas positivas e negativas, separadores, conexões internas, etc.
O valor da resistência interna é importante quando uma bateria for submetida a um elevado pico
de corrente (por exemplo, para disjuntores rápidos) no final do período de descarga.

17
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Uma bateria plenamente carregada tem a menor resistência interna, que aumenta à medida que
ela vai se descarregando. O gráfico mostra a resistência interna como uma porcentagem do valor
de resistência à plena carga, para vários estágios de carga.

6.6. Capacidade remanescente

Abaixo, um gráfico mostrando a relação entre a Capacidade Remanescente de uma bateria, em


função de sua tensão de circuito aberto (OCV):

6.7. Emissão de Gases

As baterias chumbo-ácido reguladas por válvula produzem gases hidrogênio e oxigênio


internamente durante o processo de carga.
Entretanto, a bateria UNIPOWER opera com eficiência de recombinação do oxigênio produzido da
ordem de 99%, nas taxas recomendadas para carga.
É inexpressiva a quantidade de gás emitido durante a operação das baterias. Com isso, não há
restrição quanto à sua utilização em ambientes com pessoas e ou equipamentos.
Em condições de sobrecarga, entretanto, a quantidade de gás gerada pode se tornar maior que a
capacidade de recombinação da bateria. Nessas circunstâncias, gás pode ser liberado para o
ambiente, criando situações potenciais de risco. Por isso, torna-se essencial que o controle de
tensão de carga e temperatura seja observado com rigor.

18
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Quando houver a utilização de baterias em gabinetes ou estantes, deve-se prever espaçamento de,
pelo menos, 10 mm entre elas, de forma a permitir adequada dissipação de gás e calor
desenvolvido durante sua operação, assim como aberturas nas laterais dos gabinetes, com o
mesmo propósito.

7. ESTANTES

8. INSTALAÇÃO

8.1. Recebimento e Inspeção

No recebimento, deve-se inspecionar e identificar algum eventual dano no transporte e


verificar a quantidade e especificação de todos os componentes necessários, conforme
descritos nos documentos da bateria. Constatada qualquer irregularidade, as providências
corretivas devem ser tomadas. Antes de se proceder a instalação, deve-se ler o manual de
instalação cuidadosamente.

8.1.1. Desembalar as baterias com cuidado uma vez que elas são fornecidas
carregadas. Em todo o manuseio das baterias, deve-se abster de utilizar
correntes, anéis e pulseiras, que possam provocar um curto circuito. As
ferramentas devem ter seus cabos isolados.

8.1.2. Em caso de acidente mantenha a bateria longe de fonte produtora de


faísca ou chama. Descarregue a possível eletricidade estática de seu corpo,
tocando alguma peça metálica aterrada.

8.1.3. Quando a bateria for conectada em série, torna-se maior o risco devido ao
nível de tensão dos elementos conectados e que pode causar severos
danos. Por isto, deve-se usar, além de ferramentas isoladas, luvas e
avental de borracha na instalação e na desconexão de elementos já
instalados. Utilize alças e ganchos apropriados para seu içamento. Nunca a
levante com uma única alça de transporte e nem utilize alça de aço.

8.2. Local de Instalação

8.2.1. O piso deve ser suficientemente resistente para suportar o peso das
baterias, estantes, conexões, etc....

8.2.2. A bateria deve ser instalada em locais com boa ventilação natural.

8.3. Preparação do local

Para o início de instalação deve-se certificar de que o piso esteja seco e limpo. A sala deve estar
dotada de ventilação apropriada, as esteiras / calhas para fiação e cabos devem estar instalados, a
Fonte de CC em condições de carga, e todos os materiais e ferramentas para a instalação devem
estar disponíveis.

8.4. Precauções na Instalação

8.4.1. As baterias devem ser instaladas em ambientes limpos, secos e livres da


incidência direta do sol. Recomenda-se que a temperatura seja mantida
constante em 25 ºC.

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Manual de Instalação, Operação e Manutenção de Baterias Regulada Por Válvula

8.5. Métodos e Procedimentos de Instalação

8.5.1. As baterias devem ser montadas em estantes recomendadas pelo


fabricante.
8.5.2. Estas estantes podem ter diferentes configurações de níveis e fileiras e
devem ser montadas conforme o desenho que acompanha a bateria.
8.5.3. As baterias, conforme a aplicação ou necessidade de espaço, poderão ser
montadas na posição vertical ou horizontal.
8.5.4. A colocação dos elementos deve ser efetuada do nível mais baixo para o
nível mais alto da estante. Coloque os elementos sobre a estante,
observando a disposição correta dos pólos positivos e negativos conforme
diagrama de instalação.
8.5.5. Conexões mal feitas ou sujas podem ser extremamente danosas.
Assegure-se sempre de que as ligações elétricas entre as baterias e os
elementos estejam limpas e corretamente apertadas.
8.5.6. Para limpar a superfície dos vasos, utilizar somente um pano úmido. Em
caso de incêndio não se deve utilizar extintor do tipo dióxido de carbono; é
recomendado o tipo CCL4.
8.5.7. Certificar-se que as polaridades de cada elemento estejam corretas,
fazendo então a conexão dos elementos em série com as interligações
especiais. Importante: Utilizar torquímetro para a fixação dos parafusos
com o torque indicado (item 2.5. “Terminais” deste manual).
8.5.8. Quando se conectar a bateria com a Fonte de CC ou com a carga do
consumidor, a chave do circuito elétrico deve ser colocada em “Desligado”.
O terminal positivo da bateria deve ser ligado com o terminal positivo da
Fonte e o terminal negativo da bateria ao terminal negativo da Fonte.

9. OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA BATERIA

9.1. As baterias podem perder alguma capacidade durante o transporte e no


armazenamento antes da instalação. A bateria deverá receber uma carga inicial de
equalização antes de ser posta em flutuação.

9.2. Quando utilizada em flutuação, a tensão de carga é de 2,25 a 2,30 V/elem. a 25 ºC.
Se a tensão de carga for menor ou maior que esta faixa, a capacidade ou a vida da
bateria será diminuída.

9.3. Quando a bateria estiver sendo utilizada em uma aplicação cíclica, o método de carga
deverá ser de tensão constante e limitação de corrente. O limite de corrente deverá
ser menor que 0,2 x C10A.

9.4. Uma bateria está totalmente carregada quando atingir a tensão especificada e a
corrente permanecer inalterada após três leituras horárias consecutivas.

9.5. A bateria deverá sempre ser recarregada, após ser descarregada. Se uma bateria
permanecer descarregada, sua condição de sulfatação será agravada pela auto-
descarga, ocasionando perda de capacidade e redução de vida útil.

9.6. As conexões devem estar apertadas conforme especificação de torque para evitar
mal contato, perda de carga e aquecimento.

9.7. Quando não utilizada, a bateria deverá ser armazenada com sua carga plena, em um
ambiente de temperatura baixa, conforme recomendado pelo fabricante.

10. ROTINA DE INSPEÇÃO E REGISTROS

10.1. Uma vez que as baterias forem postas em serviço, deve-se estabelecer um

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Manual de Instalação, Operação e Manutenção de Baterias Regulada Por Válvula

procedimento de manutenção periódica com registro dos parâmetros avaliados ao


longo de sua vida operacional. Devem ser registrados os dados tomados
imediatamente antes da ativação (OCV) e 3 dias após, quando a tensão já estiver
estabilizada.

10.2. Para a composição do banco de dados, essencial para os procedimentos de


manutenção preventiva, é essencial que se verifique no ambiente da instalação:
a. Temperatura do ambiente
b. Limpeza nas baterias, estantes e ou gabinetes, assim como na área em torno
da instalação.
c. Iluminação do ambiente
d. Não incidência direta de luz solar
e. Integridade das conexões: oxidação, apertos, etc...
f. Nivelamento e alinhamento da estrutura (estante ou gabinete)
g. Integridade dos monoblocos quanto à inexistência de trincas ou vazamentos,
corrosão nos terminais da bateria e dos cabos de conexão, deformações
(abaulamento) do vaso ou tampo.

10.3. Pelo menos uma vez a cada três meses, a bateria deve ser inspecionada e os
seguintes dados devem ser registrados:
a. Tensão individual dos elementos.
b. Tensão total da bateria.
c. Corrente
d. Temperatura ambiente e da superfície dos elementos.

10.4. Anualmente, além de repetir os procedimentos do item 9.3. deve-se fazer:


a. Leituras ôhmicas
b. Medidas de ripple
c. Verificar o torque e ajustá-lo, se necessário, conforme as especificações da
UNIPOWER.

10.5. Quando os seguintes problemas forem detectados, deve ser determinada a causa e
devem ser tomadas as medidas corretivas cabíveis:
a. Tensão anormal – ajustar para a tensão correta
b. Dano físico (vaso ou tampa quebrado). – substituir a bateria
c. Vazamento de eletrólito – nessa situação, neutralizar o ácido utilizando-se uma
solução de bicarbonato de sódio, na proporção de 1 kg para cada 10 litros de
água.
d. Temperatura anormal. – determinar a causa e corrigir para a temperatura
correta.

11. OBSERVAÇÕES GERAIS

11.1. Utilizar conexões e cabos nas bitolas adequadas ao regime de utilização das baterias
(intensidade de corrente)
11.2. Não se recomenda a utilização de baterias de capacidades, idades e fabricantes
diferentes na aplicação em série.
11.3. As etiquetas afixadas nas baterias para controle da UNICOBA não devem ser
removidas sob pena de perda de garantia.
11.4. Não deve ser permitido o acesso de pessoas estranhas no local de instalação das
baterias. Apenas pessoas habilitadas e autorizadas devem ter acesso.
11.5. É essencial um procedimento de manutenção preventiva periódica nas baterias. Os
dados coletados devem compor um Banco de Dados a ser apresentado, sempre que
solicitado pela UNICOBA e nas situações em que houver solicitações de garantia.

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Manual de Instalação, Operação e Manutenção de Baterias Regulada Por Válvula

12. COMPROMISSO COM O MEIO AMBIENTE

Em obediência à Resolução CONAMA 401/08, após o final de sua vida útil, as baterias devem ter
destinação final adequada, de forma que seus componentes sejam reciclados e tratados
adequadamente, preservando o meio ambiente.

A UNICOBA se compromete a atuar ativamente em todas as frentes disponíveis para exceder aos
requisitos dos Organismos Reguladores no que se refere ao recolhimento e reciclagem de seus
produtos.

Abaixo está o texto completo dessa Resolução:

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE


Conselho Nacional do Meio Ambiente - RESOLUÇÃO CONAMA Nº. 401 de 04 / 11 / 2008.

O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das atribuições e competências que lhe são conferidas
pelo art. 8o, inciso VII, da Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, e pelo art. 7o, incisos VI e VIII e § 3o, do Decreto no
99.274, de 6 de junho de 1990, e conforme o disposto em seu Regimento Interno, e o que consta do Processo no
02000.005624/1998-07, e Considerando a necessidade de minimizar os impactos negativos causados ao meio ambiente
pelo descarte inadequado de pilhas e baterias; Considerando a necessidade de se disciplinar o gerenciamento ambiental
de pilhas e baterias, em especial as que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus
compostos, no que tange à coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final; Considerando a necessidade
de reduzir, tanto quanto possível, a geração de resíduos, como parte de um sistema integrado de Produção Mais Limpa,
estimulando o desenvolvimento de técnicas e processos limpos na produção de pilhas e baterias produzidas no Brasil ou
importadas; Considerando a ampla disseminação do uso de pilhas e baterias no território brasileiro e a conseqüente
necessidade de conscientizar o consumidor desses produtos sobre os riscos à saúde e ao meio ambiente do descarte
inadequado; Considerando que há a necessidade de conduzir estudos para substituir as substâncias tóxicas
potencialmente perigosas ou reduzir o seu teor até os valores mais baixos viáveis tecnologicamente; e Considerando a
necessidade de atualizar, em razão da maior conscientização pública e evolução das técnicas e processos mais limpos,
o disposto na Resolução CONAMA no 257/99, resolve:
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1o Esta Resolução estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o
gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e
industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio, relacionadas nos
capítulos 85.06 e 85.07 da Nomenclatura Comum do MERCOSUL - NCM, comercializadas no território nacional. Art. 2o
Para os fins do disposto nesta Resolução, considera-se: I - bateria: acumuladores recarregáveis ou conjuntos de pilhas,
interligados em série ou em paralelo; II - pilha ou acumulador: gerador eletroquímico de energia elétrica, mediante
conversão de energia química, podendo ser do tipo primária (não recarregável) ou secundária (recarregável); III - pilha

22
Manual de Instalação, Operação e Manutenção de Baterias Regulada Por Válvula

ou acumulador portátil: pilha, bateria ou acumulador que seja selado, que não seja pilha ou acumulador industrial ou
automotivo e que tenham como sistema eletroquímico os que se aplicam a esta Resolução. IV - bateria ou acumulador
chumbo-ácido: dispositivo no qual o material ativo das placas positivas é constituído por compostos de chumbo e o das
placas negativas essencialmente por chumbo, sendo o eletrólito uma solução de ácido sulfúrico; V - pilha-botão: pilha
que possui diâmetro maior que a altura; VI - bateria de pilha botão: bateria em que cada elemento possui diâmetro
maior que a altura; VII - pilha miniatura: pilha com diâmetro ou altura menor que a do tipo AAA - LR03/R03, definida
pelas normas técnicas vigentes; VIII - plano de gerenciamento de pilhas e baterias usadas: conjunto de procedimentos
ambientalmente adequados para o descarte, segregação, coleta, transporte, recebimento, armazenamento, manuseio,
reciclagem, reutilização, tratamento ou disposição final; IX - destinação ambientalmente adequada: destinação que
minimiza os riscos ao meio ambiente e adota procedimentos técnicos de coleta, recebimento, reutilização, reciclagem,
tratamento ou disposição final de acordo com a legislação ambiental vigente; X - reciclador: pessoa jurídica
devidamente licenciada para a atividade pelo órgão ambiental competente que se dedique à recuperação de
componentes de pilhas e baterias. XI - importador: pessoa jurídica que importa para o mercado interno pilhas, baterias
ou acumuladores ou produtos que os contenham, fabricados fora do país. Art. 3o Os fabricantes nacionais e os
importadores de pilhas e baterias referidas no art 1o e dos produtos que as contenham deverão: I - estar inscritos no
Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras dos Recursos Ambientais-CTF, de
acordo com art. 17, inciso II, da Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981; II - apresentar, anualmente, ao Instituto
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA laudo físico-químico de composição, emitido
por laboratório acreditado junto ao Instituto Nacional de Metrologia e de Normatização - INMETRO; III - apresentar ao
órgão ambiental competente plano de gerenciamento de pilhas e baterias, que contemple a destinação ambientalmente
adequada, de acordo com esta Resolução. § 1o Caso comprovado pelo laudo físico-químico de que trata o inciso II que
os teores estejam acima do permitido, o fabricante e o importador estarão sujeitos às penalidades previstas na
legislação. § 2o Os importadores de pilhas e baterias deverão apresentar ao IBAMA plano de gerenciamento referido no
inciso III para a obtenção de licença de importação. § 3o O plano de gerenciamento apresentado ao órgão ambiental
competente deve

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considerar que as pilhas e baterias a serem recebidas ou coletadas sejam acondicionadas adequadamente e
armazenadas de forma segregada, até a destinação ambientalmente adequada, obedecidas as normas ambientais e de
saúde pública pertinentes, contemplando a sistemática de recolhimento regional e local. § 4o O IBAMA publicará em 30
dias, a contar da vigência desta resolução, o termo de referência para a elaboração do plano de gerenciamento. Art. 4o
Os estabelecimentos que comercializam os produtos mencionados no art 1o, bem como a rede de assistência técnica
autorizada pelos fabricantes e importadores desses produtos, deverão receber dos usuários as pilhas e baterias usadas,
respeitando o mesmo princípio ativo, sendo facultativa a recepção de outras marcas, para repasse aos respectivos
fabricantes ou importadores. Art. 5o Para as pilhas e baterias não contempladas nesta Resolução, deverão ser
implementados, de forma compartilhada, programas de coleta seletiva pelos respectivos fabricantes, importadores,
distribuidores, comerciantes e pelo poder público. Art. 6o As pilhas e baterias mencionadas no art. 1o, nacionais e
importadas, usadas ou inservíveis, recebidas pelos estabelecimentos comerciais ou em rede de assistência técnica
autorizada, deverão ser, em sua totalidade, encaminhadas para destinação ambientalmente adequada, de
responsabilidade do fabricante ou importador. Parágrafo único. O IBAMA estabelecerá por meio de Instrução Normativa
a forma de controle do recebimento e da destinação final.
CAPÍTULO II
DAS PILHAS E BATERIAS DE PILHAS ELÉTRICAS ZINCO-MANGANÊS E ALCALINO-MANGANÊS
Art. 7o A partir de 1o de julho de 2009, as pilhas e baterias do tipo portátil, botão e miniatura que sejam
comercializadas, fabricadas no território nacional ou importadas, deverão atender aos seguintes teores máximos dos
metais de interesse: I - conter até 0,0005% em peso de mercúrio quando for do tipo listado no inciso III do art. 2o
desta resolução; II - conter até 0,002% em peso de cádmio quando for do tipo listado no inciso III do art. 2o desta
resolução; III - conter até 2,0% em peso de mercúrio quando for do tipo listado nos incisos V, VI e VII do art. 2o desta
resolução. IV - conter traços de até 0,1% em peso de chumbo.
CAPÍTULO III
DAS BATERIAS CHUMBO-ÁCIDO
Art. 8o As baterias, com sistema eletroquímico chumboácido, não poderão possuir teores de metais acima dos
seguintes limites: I - mercúrio - 0,005% em peso; e II - cádmio - 0,010% em peso. Art. 9o O repasse das baterias
chumbo-ácido previsto no art. 4o poderá ser efetuado de forma direta aos recicladores, desde que
licenciados para este fim. Art. 10. Não é permitida a disposição final de baterias chumbo-ácido em qualquer tipo de

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aterro sanitário, bem como a sua incineração. Art. 11. O transporte das baterias chumbo-ácido exauridas, sem o seu
respectivo eletrólito, só será admitido quando comprovada a destinação ambientalmente adequada do eletrólito.
CAPÍTULO IV
DAS BATERIAS NÍQUEL-CÁDMIO E ÓXIDO DE MERCÚRIO
Art. 12. O repasse das baterias níquel-cádmio e óxido de mercúrio previsto no art. 4o poderá ser efetuado de forma
direta aos recicladores, desde que licenciados para este fim. Art. 13. Não é permitida a incineração e a disposição final
dessas baterias em qualquer tipo de aterro sanitário, devendo ser destinadas de forma ambientalmente adequada.
CAPÍTULO V
DA INFORMAÇÃO, EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO AMBIENTAL
Art. 14. Nos materiais publicitários e nas embalagens de pilhas e baterias, fabricadas no País ou importadas, deverão
constar de forma clara, visível e em língua portuguesa, a simbologia indicativa da destinação adequada, as advertências
sobre os riscos à saúde humana e ao meio ambiente, bem como a necessidade de, após seu uso, serem encaminhadas
aos revendedores ou à rede de assistência técnica autorizada, conforme Anexo I. Art. 15. Os fabricantes e importadores
de produtos que incorporem pilhas e baterias deverão informar aos consumidores sobre como proceder quanto à
remoção destas pilhas e baterias após a sua utilização, possibilitando sua destinação separadamente dos aparelhos.
Parágrafo único. Nos casos em que a remoção das pilhas ou baterias não for possível, oferecer risco ao consumidor ou,
quando forem parte integrante e não removíveis do produto, o fabricante ou importador deverá obedecer aos critérios
desta Resolução quanto à coleta e sua destinação ambientalmente adequada, sem prejuízo da obrigação de informar
devidamente o consumidor sobre esses riscos. Art. 16. No corpo do produto das baterias chumbo-ácido, níquel-cádmio
e óxido de mercúrio deverá constar: I - nos produtos

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nacionais, a identificação do fabricante e, nos produtos importados, a identificação do importador e do fabricante, de


forma clara e objetiva, em língua portuguesa, mediante a utilização de etiquetas indeléveis, legíveis e com resistência
mecânica suficiente para suportar o manuseio e intempéries, visando assim preservar as informações nelas contidas
durante toda a vida útil da bateria; II - a advertência sobre os riscos à saúde humana e ao meio ambiente; e III - a
necessidade de, após seu uso, serem devolvidos aos revendedores ou à rede de assistência técnica autorizada para
repasse aos fabricantes ou importadores. Parágrafo único. No caso de importação, as informações de que trata este
artigo constituem-se pré-requisito para o desembaraço aduaneiro. Art. 17. Os fabricantes, importadores, distribuidores,
comerciantes destas pilhas e baterias, ou de produtos que as contenham para seu funcionamento, serão incentivados,
em parceria com o poder público e sociedade civil, a promover campanhas de educação ambiental, bem como pela
veiculação de informações sobre a responsabilidade pós-consumo e por incentivos à participação do consumidor neste
processo. Art. 18. Os fabricantes e importadores dos produtos abrangidos por esta Resolução deverão periodicamente
promover a formação e capacitação dos recursos humanos envolvidos na cadeia desta atividade, inclusive aos
catadores de resíduos, sobre os processos de logística reversa com a destinação ambientalmente adequada de seus
produtos.
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 19. Os estabelecimentos de venda de pilhas e baterias referidas no art. 1o devem obrigatoriamente conter pontos
de recolhimento adequados. Art. 20. Os fabricantes e importadores dos produtos abrangidos por esta Resolução, que
estejam em operação na data de sua publicação, terão prazo de até 12 meses para cumprir o disposto no Inciso III do
art. 3o. Art. 21. Para cumprimento do disposto nos arts. 4o, art. 5o e caput do art. 6o, será dado um prazo de até 24
meses, a contar da publicação desta resolução. Art. 22. Não serão permitidas formas inadequadas de disposição ou
destinação final de pilhas e baterias usadas, de quaisquer tipos ou características, tais como: I - lançamento a céu
aberto, tanto em áreas urbanas como rurais, ou em aterro não licenciado; II - queima a céu aberto ou incineração em
instalações e equipamentos não licenciados; III - lançamento em corpos d'água, praias, manguezais, pântanos,
terrenos baldios, poços ou cacimbas, cavidades subterrâneas, redes de drenagem de águas pluviais, esgotos, ou redes
de eletricidade ou telefone, mesmo que abandonadas, ou em áreas sujeitas à inundação. Art. 23. O IBAMA, baseado
em fatos fundamentados e comprovados, poderá requisitar, a seu critério, amostra de lotes de pilhas e baterias, de
quaisquer tipos, produzidos ou importados para comercialização no país, para fins de comprovação do atendimento às
exigências desta Resolução, mediante a realização da medição dos teores de metais pesados, em laboratórios
acreditados por órgãos competentes para este fim, signatários dos acordos do "International Laboratory Accreditation
Cooperation" - ILAC. § 1o Os custos dos ensaios de comprovação de conformidade, realizados no país ou no exterior,
assim como os decorrentes de eventuais ações de reparo e armazenamento, correrão por conta do fabricante ou
importador das pilhas e baterias. § 2o A verificação do não cumprimento das exigências previstas nesta resolução

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resultará na obrigação para o fabricante ou importador de recolhimento de todos os lotes em desacordo com esta
norma. Art. 24. O órgão ambiental competente poderá adotar procedimentos complementares relativos ao controle,
fiscalização, laudos e análises físico-químicas, necessários à verificação do cumprimento do disposto nesta Resolução.
Art. 25. Compete aos órgãos e entidades do Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA, sem prejuízo da
competência de outros órgãos e entidades da Administração Pública, a fiscalização relativa ao cumprimento das
disposições desta Resolução. Art. 26. Os fabricantes e importadores dos produtos abrangidos por esta Resolução
deverão conduzir estudos para substituir as substâncias potencialmente perigosas neles contidas ou reduzir o seu teor
até os valores mais baixos viáveis tecnologicamente. Parágrafo único. Os estudos e resultados mencionados no caput
devem ser entregues ao IBAMA, que os avaliará tecnicamente e encaminhará relatório ao CONAMA, respeitados o sigilo
industrial e as patentes. Art. 27. O não-cumprimento das obrigações previstas nesta Resolução sujeitará os infratores às
penalidades previstas na legislação em vigor. Art. 28. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação,
revogando-se a Resolução nº 257, de 30 de junho 1999.

CARLOS MINC
Presidente do Conselho

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ANEXO I

Simbologias adotadas para pilhas e baterias:

A. Chumbo ácido: Utilizar qualquer das 3 alternativas abaixo:

Se o fabricante ou o importador adotar um sistema de reciclagem poderá utilizar complementarmente a simbologia


abaixo.

B. Níquel-cádmio: Utilizar qualquer das 3 alternativas abaixo

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Se o fabricante ou o importador adotar um sistema de reciclagem poderá utilizar complementarmente a simbologia


abaixo

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