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Noções de

Desenho Técnico
e Documentação
Técnica

Autores: José Marcos Leal Vieira


Lúcio Francisco Gomes Nogueira
Noções de
Desenho Técnico
e Documentação
Técnica
Este é um material de uso restrito aos empregados da PETROBRAS que atuam no E&P.
É terminantemente proibida a utilização do mesmo por prestadores de serviço ou fora
do ambiente PETROBRAS.

Este material foi classificado como INFORMAÇÃO RESERVADA e deve possuir o


tratamento especial descrito na norma corporativa PB-PO-0V4-00005“TRATAMENTO DE
INFORMAÇÕES RESERVADAS".

Órgão gestor: E&P-CORP/RH


Noções de
Desenho Técnico
e Documentação
Técnica
Autores: José Marcos Leal Vieira
Lúcio Francisco Gomes Nogueira

Ao final desse estudo, o treinando poderá:

• Reconhecer a Normalização Técnica (Petrobras, ABNT


e Internacional);
• Identificar as normas e especificações técnicas utilizadas em
desenho técnico e documentação técnica da Petrobras;
• Distinguir a codificação de documentos técnicos de engenharia
e identificar a simbologia aplicada aos elementos do fluxograma
de engenharia que representam a sua interpretação;
• Identificar a importância do as built dentro dos processos da
área de desenho técnico e documentação técnica da Petrobras;
• Reconhecer as funcionalidades aplicadas ao desenho
técnico e documentação técnica.
Programa Alta Competência

Este material é o resultado do trabalho conjunto de muitos técnicos


da área de Exploração & Produção da Petrobras. Ele se estende para
além dessas páginas, uma vez que traduz, de forma estruturada, a
experiência de anos de dedicação e aprendizado no exercício das
atividades profissionais na Companhia.

É com tal experiência, refletida nas competências do seu corpo de


empregados, que a Petrobras conta para enfrentar os crescentes
desafios com os quais ela se depara no Brasil e no mundo.

Nesse contexto, o E&P criou o Programa Alta Competência, visando


prover os meios para adequar quantitativa e qualitativamente a força
de trabalho às estratégias do negócio E&P.

Realizado em diferentes fases, o Alta Competência tem como premissa


a participação ativa dos técnicos na estruturação e detalhamento das
competências necessárias para explorar e produzir energia.

O objetivo deste material é contribuir para a disseminação das


competências, de modo a facilitar a formação de novos empregados
e a reciclagem de antigos.

Trabalhar com o bem mais precioso que temos – as pessoas – é algo


que exige sabedoria e dedicação. Este material é um suporte para
esse rico processo, que se concretiza no envolvimento de todos os
que têm contribuído para tornar a Petrobras a empresa mundial de
sucesso que ela é.

Programa Alta Competência


Como utilizar esta apostila

Esta seção tem o objetivo de apresentar como esta apostila


está organizada e assim facilitar seu uso.

No início deste material é apresentado o objetivo geral, o qual


representa as metas de aprendizagem a serem atingidas.

ATERRAMENTO
DE SEGURANÇA

Autor

Ao final desse estudo, o treinando poderá:

Objetivo Geral
• Identificar procedimentos adequados ao aterramento
e à manutenção da segurança nas instalações elétricas;
• Reconhecer os riscos de acidentes relacionados ao
aterramento de segurança;
• Relacionar os principais tipos de sistemas de
aterramento de segurança e sua aplicabilidade nas
instalações elétricas.
O material está dividido em capítulos.

No início de cada capítulo são apresentados os objetivos


específicos de aprendizagem, que devem ser utilizados como
orientadores ao longo do estudo.

48

Capítulo 1

Riscos elétricos
e o aterramento
de segurança

Ao final desse capítulo, o treinando poderá:

Objetivo Específico
• Estabelecer a relação entre aterramento de segurança e
riscos elétricos;
• Reconhecer os tipos de riscos elétricos decorrentes do uso de
equipamentos e sistemas elétricos;
• Relacionar os principais tipos de sistemas de aterramento de
segurança e sua aplicabilidade nas instalações elétricas.

No final de cada capítulo encontram-se os exercícios, que


visam avaliar o alcance dos objetivos de aprendizagem.

Os gabaritos dos exercícios estão nas últimas páginas do


capítulo em questão.

Alta Competência Capítulo 1. Riscos elétricos e o aterramento de segurança Capítulo 1. Riscos elétricos e o aterramento de segurança

mo está relacionada a 1.6. Bibliografi a Exercícios


1.4. 1.7. Gabarito
CARDOSO ALVES, Paulo Alberto e VIANA, Ronaldo Sá. Aterramento de sistemas 1) Que relação podemos estabelecer entre riscos elétricos e aterramento de segurança?
1) Que relação podemos estabelecer entre
elétricos - inspeção e medição da resistência de aterramento. UN-BC/ST/EMI –
riscos elétricos e
Elétrica, 2007. aterramento de segurança? O aterramento de segurança é uma das formas de minimizar os riscos decorrentes
do uso de equipamentos e sistemas elétricos.
_______________________________________________________________
COELHO FILHO, Roberto Ferreira. Riscos em instalações e serviços com eletricidade. 2) Apresentamos, a seguir, trechos de Normas Técnicas que abordam os cuidados
_______________________________________________________________
Curso técnico de segurança do trabalho, 2005. e critérios relacionados a riscos elétricos. Correlacione-os aos tipos de riscos,
marcando A ou B, conforme, o caso:
Norma Petrobras N-2222. 2) Apresentamos,
Projeto de aterramentoa de
seguir, trechos
segurança de Normas Técnicas que
em unidades
marítimas. Comissão de abordam os cuidados
Normas Técnicas e critérios relacionados a riscos elétricos.
- CONTEC, 2005. A) Risco de incêndio e explosão B) Risco de contato

Correlacione-os aos tipos de riscos, marcando A ou B, conforme, (B) “Todas as partes das instalações elétricas devem ser projetadas e
Norma Brasileira ABNT NBR-5410. Instalações elétricas de baixa tensão. Associação
o caso: executadas de modo que seja possível prevenir, por meios seguros, os
Brasileira de Normas Técnicas, 2005.
perigos de choque elétrico e todos os outros tipos de acidentes.”
e do tipo de
A) Risco Proteção
Norma Brasileira ABNT NBR-5419. de incêndio e explosão
de estruturas B) Risco
contra descargas de contato (A) “Nas instalações elétricas de áreas classificadas (...) devem ser
es durante toda atmosféricas. Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2005. adotados dispositivos de proteção, como alarme e seccionamento
na maioria das ( ) “Todas as partes das instalações elétricas devem ser automático para prevenir sobretensões, sobrecorrentes, falhas
Norma Regulamentadora NR-10. Segurança em instalações e serviços em de isolamento, aquecimentos ou outras condições anormais de
mantê-los sob projetadas e executadas de modo que seja possível operação.”
eletricidade. Ministério do Trabalho e Emprego, 2004. Disponível em: <http://
is, materiais ou 24 prevenir, por meios seguros,
www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/nr_10.pdf> os perigos de choque
- Acesso em: (B) “Nas partes das instalações elétricas sob tensão, (...) durante os 25
14 mar. 2008. elétrico e todos os outros tipos de acidentes.” trabalhos de reparação, ou sempre que for julgado necessário
21 à segurança, devem ser colocadas placas de aviso, inscrições de
( ) of Lightining
NFPA 780. Standard for the Installation “Nas instalações elétricas
Protection Systems. de
áreas classificadas
National advertência, bandeirolas e demais meios de sinalização que chamem
a maior fonte Fire Protection Association, 2004. a atenção quanto ao risco.”
(...) devem ser adotados dispositivos de proteção,
sária, além das como alarme e seccionamento automático para
Manuais de Cardiologia. Disponível em: <http://www.manuaisdecardiologia.med. (A) “Os materiais, peças, dispositivos, equipamentos e sistemas destinados
ole, a obediência br/Arritmia/Fibrilacaoatrial.htm> - Acesso em: 20 mai.sobretensões,
prevenir 2008. sobrecorrentes, falhas de
à aplicação em instalações elétricas (...) devem ser avaliados quanto à
sua conformidade, no âmbito do Sistema Brasileiro de Certificação.”

Para a clara compreensão dos termos técnicos, as suas


nça. isolamento, aquecimentos ou outras condições
Mundo Educação. Disponível em: <http://mundoeducacao.uol.com.br/doencas/
parada-cardiorespiratoria.htm> - Acessoanormais de operação.”
em: 20 mai. 2008. 3) Marque V para verdadeiro e F para falso nas alternativas a seguir:

( ) “Nas partes das instalações


Mundo Ciência. Disponível em: <http://www.mundociencia.com.br/fi elétricas
sob tensão, (...)
sica/eletricidade/ (V) O contato direto ocorre quando a pessoa toca as partes
choque.htm> - Acesso em: 20 mai. 2008. normalmente energizadas da instalação elétrica.
durante os trabalhos de reparação, ou sempre que for
julgado necessário à segurança, devem ser colocadas (F) Apenas as partes energizadas de um equipamento podem oferecer
placas de aviso, inscrições de advertência, bandeirolas riscos de choques elétricos.

e demais meios de sinalização que chamem a atenção (V) Se uma pessoa tocar a parte metálica, não energizada, de um
equipamento não aterrado, poderá receber uma descarga elétrica, se
quanto ao risco.” houver falha no isolamento desse equipamento.
( ) “Os materiais, peças, dispositivos, equipamentos e (V) Em um choque elétrico, o corpo da pessoa pode atuar como um
sistemas destinados à aplicação em instalações elétricas “fio terra”.
3. Problemas operacionais, riscos e
cuidados com aterramento de segurança

T
odas as Unidades de Exploração e Produção possuem um plano
de manutenção preventiva de equipamentos elétricos (motores,
geradores, painéis elétricos, transformadores e outros).

A cada intervenção nestes equipamentos e dispositivos, os


Para a clara compreensão dos termos técnicos, as suas
mantenedores avaliam a necessidade ou não da realização de inspeção
definos
nições
sistemasestão disponíveis
de aterramento envolvidosno glossário.
nestes equipamentos.Ao longo dos
textos do capítulo, esses termos podem ser facilmente
Para que o aterramento de segurança possa cumprir corretamente o
identifi cados, pois estão em destaque.
seu papel, precisa ser bem projetado e construído. Além disso, deve
ser mantido em perfeitas condições de funcionamento.

Nesse processo, o operador tem importante papel, pois, ao interagir 49


diariamente com os equipamentos elétricos, pode detectar
imediatamente alguns tipos de anormalidades, antecipando
problemas e, principalmente, diminuindo os riscos de choque elétrico
por contato indireto e de incêndio e explosão.

3.1. Problemas operacionais

Os principais problemas operacionais verificados em qualquer tipo


de aterramento são:

• Falta de continuidade; e
• Elevada resistência elétrica de contato.

É importante lembrar que Norma Petrobras N-2222 define o valor


de 1Ohm, medido com multímetro DC (ohmímetro), como o máximo
admissível para resistência de contato.

Alta Competência Capítulo 3. Problemas operaciona

3.4. Glossário 3.5. Bibliografia

Choque elétrico – conjunto de perturbações de natureza e efeitos diversos, que se CARDOSO ALVES, Paulo Alberto e VIAN
manifesta no organismo humano ou animal, quando este é percorrido por uma elétricos - inspeção e medição da re
corrente elétrica. Elétrica, 2007.

Ohm – unidade de medida padronizada pelo SI para medir a resistência elétrica. COELHO FILHO, Roberto Ferreira. Riscos
– Curso técnico de segurança do trab
Ohmímetro – instrumento que mede a resistência elétrica em Ohm.
NFPA 780. Standard for the Installation
Fire Protection Association, 2004.

Norma Petrobras N-2222. Projeto de


marítimas. Comissão de Normas Técn

Norma Brasileira ABNT NBR-5410. Instala


Brasileira de Normas Técnicas, 2005.

Norma Brasileira ABNT NBR-5419. Pr


56 atmosféricas. Associação Brasileira d

Norma Regulamentadora NR-10. Seg


eletricidade. Ministério do Trabalho
www.mte.gov.br/legislacao/normas_
em: 14 mar. 2008.
86
87
88
89
90
91
92
93
94
95
96
98
100
102

Caso sinta necessidade de saber de onde foram retirados os 104


105

insumos para o desenvolvimento do conteúdo desta apostila, 106


108

ou tenha interesse em se aprofundar em determinados temas, 110


112

basta consultar a Bibliografia ao final de cada capítulo. 114


115

Alta Competência Capítulo 1. Riscos elétricos e o aterramento de segurança

1.6. Bibliografia 1.7. Gabarito NÍVEL DE RUÍDO DB (A)

CARDOSO ALVES, Paulo Alberto e VIANA, Ronaldo Sá. Aterramento de sistemas 1) Que relação podemos estabelecer entre riscos elétricos e aterramento de segurança?
85
elétricos - inspeção e medição da resistência de aterramento. UN-BC/ST/EMI –
Elétrica, 2007. O aterramento de segurança é uma das formas de minimizar os riscos decorrentes 86
do uso de equipamentos e sistemas elétricos.
COELHO FILHO, Roberto Ferreira. Riscos em instalações e serviços com eletricidade.
87
2) Apresentamos, a seguir, trechos de Normas Técnicas que abordam os cuidados
Curso técnico de segurança do trabalho, 2005. e critérios relacionados a riscos elétricos. Correlacione-os aos tipos de riscos,
marcando A ou B, conforme, o caso:
88
Norma Petrobras N-2222. Projeto de aterramento de segurança em unidades
marítimas. Comissão de Normas Técnicas - CONTEC, 2005. A) Risco de incêndio e explosão B) Risco de contato 89
Norma Brasileira ABNT NBR-5410. Instalações elétricas de baixa tensão. Associação
(B) “Todas as partes das instalações elétricas devem ser projetadas e 90
executadas de modo que seja possível prevenir, por meios seguros, os
Brasileira de Normas Técnicas, 2005.
perigos de choque elétrico e todos os outros tipos de acidentes.” 91
Norma Brasileira ABNT NBR-5419. Proteção de estruturas contra descargas (A) “Nas instalações elétricas de áreas classificadas (...) devem ser
atmosféricas. Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2005. adotados dispositivos de proteção, como alarme e seccionamento 92
automático para prevenir sobretensões, sobrecorrentes, falhas
Norma Regulamentadora NR-10. Segurança em instalações e serviços em de isolamento, aquecimentos ou outras condições anormais de 93
eletricidade. Ministério do Trabalho e Emprego, 2004. Disponível em: <http:// operação.”
24 www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/nr_10.pdf> - Acesso em: (B) “Nas partes das instalações elétricas sob tensão, (...) durante os 25 94
14 mar. 2008. trabalhos de reparação, ou sempre que for julgado necessário
à segurança, devem ser colocadas placas de aviso, inscrições de 95
NFPA 780. Standard for the Installation of Lightining Protection Systems. National advertência, bandeirolas e demais meios de sinalização que chamem
96
Ao longo de todo o material, caixas de destaque estão
Fire Protection Association, 2004. a atenção quanto ao risco.”

Manuais de Cardiologia. Disponível em: <http://www.manuaisdecardiologia.med. (A) “Os materiais, peças, dispositivos, equipamentos e sistemas destinados 98
br/Arritmia/Fibrilacaoatrial.htm> - Acesso em: 20 mai. 2008. à aplicação em instalações elétricas (...) devem ser avaliados quanto à
sua conformidade, no âmbito do Sistema Brasileiro de Certificação.” 100
presentes. Cada uma delas tem objetivos distintos.
Mundo Educação. Disponível em: <http://mundoeducacao.uol.com.br/doencas/
parada-cardiorespiratoria.htm> - Acesso em: 20 mai. 2008. 3) Marque V para verdadeiro e F para falso nas alternativas a seguir: 102
Mundo Ciência. Disponível em: <http://www.mundociencia.com.br/fisica/eletricidade/ (V) O contato direto ocorre quando a pessoa toca as partes 104
choque.htm> - Acesso em: 20 mai. 2008. normalmente energizadas da instalação elétrica.

(F) Apenas as partes energizadas de um equipamento podem oferecer


105
riscos de choques elétricos.
106
(V) Se uma pessoa tocar a parte metálica, não energizada, de um

A caixa “Você Sabia” traz curiosidades a respeito do conteúdo (V)


equipamento não aterrado, poderá receber uma descarga elétrica, se
houver falha no isolamento desse equipamento.

Em um choque elétrico, o corpo da pessoa pode atuar como um


108
110

abordado Alta
deCompetência
um determinado item do capítulo. 112
“fio terra”.

(F) A queimadura é o principal efeito fisiológico associado à passagem


da corrente elétrica pelo corpo humano. 114 Capítulo 1. Riscos elét
115

Trazendo este conhecimento para a realid


observar alguns pontos que garantirão o
incêndio e explosão nos níveis definidos pela
É atribuído a Tales de Mileto (624 - 556 a.C.) a durante o projeto da instalação, como por ex
primeira observação de um fenômeno relacionado
com a eletricidade estática. Ele teria esfregado um • A escolha do tipo de aterramento fu
fragmento de âmbar com um tecido seco e obtido ao ambiente;
um comportamento inusitado – o âmbar era capaz de
atrair pequenos pedaços de palha. O âmbar é o nome • A seleção dos dispositivos de proteção
dado à resina produzida por pinheiros que protege a
árvore de agressões externas. Após sofrer um processo
• A correta manutenção do sistema elét
semelhante à fossilização, ela se torna um material
duro e resistente.

O aterramento funcional do sist

14
?
Os riscos VOCÊ
elétricosSABIA?
de uma instalação são divididos em dois grupos principais:

Uma das principais substâncias removidas em poços de


como função permitir o funcion
e eficiente dos dispositivos de pro
sensibilização dos relés de proteçã

MÁXIMA EXPOSIÇÃO
“Importante” é um lembrete
petróleo pelo pig de limpeza é adas
parafina. questões
Devido às
baixas temperaturas do oceano, a parafina se acumula
essenciais do uma circulação de corrente para a
por anormalidades no sistema elétr
DIÁRIA PERMISSÍVEL
8 horas conteúdo tratadovirno capítulo.
nas paredes da tubulação. Com o tempo, a massa pode
a bloquear o fluxo de óleo, em um processo similar
7 horas ao da arteriosclerose.
6 horas
Observe no diagrama a seguir os principais ris
5 horas
à ocorrência de incêndio e explosão:
4 horas e 30 minutos
4 horas 1.1. Riscos de incêndio e explosão
3 horas e 30 minutos
ImpOrtAnte!
3 horas Podemos definir os riscos de incêndio e explosão da seguinte forma:
2 horas e 40 minutos É muito importante que você conheça os tipos de pig
2 horas e 15 minutos de limpeza e de pig instrumentado mais utilizados na
Situações associadas à presença de sobretensões, sobrecorrentes,
2 horas sua Unidade. Informe-se junto a ela!
fogo no ambiente elétrico e possibilidade de ignição de atmosfera
1 hora e 45 minutos
potencialmente explosiva por descarga descontrolada de
1 hora e 15 minutos
eletricidade estática.
1 hora
45 minutos AtenÇÃO
35 minutos Os riscos de incêndio e explosão estão presentes em qualquer
30 minutos instalaçãoÉ e muito
seu descontrole se traduz
importante que principalmente
você conheça em os
danos
25 minutos pessoais, procedimentos específicosoperacional.
materiais e de continuidade para passagem de pig
20 minutos em poços na sua Unidade. Informe-se e saiba
15 minutos quais são eles.
10 minutos
8 minutos
7 minutos
reSUmInDO...

Recomendações gerais
• Antes do carregamento do pig, inspecione o
interior do lançador;
• Após a retirada de um pig, inspecione internamente
o recebedor de pigs;
• Lançadores e recebedores deverão ter suas
7 horas ao da arteriosclerose.
6 horas
5 horas
4 horas e 30 minutos
4 horas
3 horas e 30 minutos
ImpOrtAnte!
3 horas
2 horas e 40 minutos É muito importante que você conheça os tipos de pig
2 horas e 15 minutos de limpeza e de pig instrumentado mais utilizados na
2 horas sua Unidade. Informe-se junto a ela!
1 hora e 45 minutos
1 hora e 15 minutos
1 hora
45 minutos AtenÇÃO
35 minutos
30 minutos Já a caixa de destaque
É muito “Resumindo”
importante que você conheçaé uma os versão compacta
procedimentos específicos para passagem de pig
25 minutos
20 minutos dos principais pontos
em poços abordados no capítulo.
na sua Unidade. Informe-se e saiba
15 minutos quais são eles.
10 minutos
8 minutos
7 minutos
reSUmInDO...

Recomendações gerais

? VOCÊ SABIA?
• Antes do carregamento do pig, inspecione o
interior do lançador;
Uma das principais substâncias removidas em poços de
• Apóspelo
petróleo a retirada
pig dede um pig, inspecione
limpeza internamente
é a parafina. Devido às
MÁXIMA EXPOSIÇÃO o recebedor
baixas de pigs;
temperaturas do oceano, a parafina se acumula
DIÁRIA PERMISSÍVEL nas paredes da tubulação. Com o tempo, a massa pode
8 horas • Lançadores e recebedores deverão ter suas
vir a bloquear o fluxo de óleo, em um processo similar
7 horas ao da arteriosclerose.
6 horas
5 horas
4 horas e 30 minutos

Em “Atenção” estão destacadas as informações que não


4 horas
3 horas e 30 minutos
ImpOrtAnte!
3 horas
2 horas e 40 minutos devem ser esquecidas.
É muito importante que você conheça os tipos de pig
2 horas e 15 minutos de limpeza e de pig instrumentado mais utilizados na
2 horas sua Unidade. Informe-se junto a ela!
1 hora e 45 minutos
1 hora e 15 minutos
1 hora
45 minutos AtenÇÃO
35 minutos
30 minutos É muito importante que você conheça os
25 minutos procedimentos específicos para passagem de pig
20 minutos em poços na sua Unidade. Informe-se e saiba
15 minutos quais são eles.
10 minutos
tricos e o aterramento de segurança
8 minutos
7 minutos
reSUmInDO...

Recomendações gerais
dade do E&P, podemos
controle dos riscos de
Todos os recursos• Antes
didáticos presentes nesta apostila têm
do carregamento do pig, inspecione o
as normas de segurança
xemplo:
como objetivo facilitar o aprendizado de seu conteúdo.
interior do lançador;
• Após a retirada de um pig, inspecione internamente
o recebedor de pigs;
uncional mais adequado
• Lançadores e recebedores deverão ter suas

o e controle;
Aproveite este material para o seu desenvolvimento profissional!

trico.

tema elétrico tem


namento confiável
oteção, através da
15
ão, quando existe
a terra, provocada
rico.

scos elétricos associados


Agradecimentos

A Deus, Autor da vida;

À Petrobras por ter proporcionado o conhecimento técnico e condições


para repassá-los a outros colegas recém chegados;

À Gerência da UN-BC pela liberação e entendimento da importância


do Programa Alta Competência;

Ao Programa Alta Competência pela excelente coordenação;

Aos nossos familiares pelo apoio e compreensão da logística distante;

Especial aos nossos colegas Luiz Márcio da Silva e Fábio Gil Martins
Duarte que nos convidou na década de 90 a ingressar nessa área tão
desafiadora e prazerosa.
Sumário
Introdução 19

Capítulo 1 - Normalização Técnica (Petrobras, ABNT e Internacional)


Objetivo 21
1. Normalização Técnica (Petrobras, ABNT e Internacional) 23
1.1. Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) 24
1.2. Normalização técnica internacional 24
1.3. Exercícios 25
1.4. Glossário 27
1.5. Bibliografia 28
1.6. Gabarito 29

Capítulo 2 - Normas de desenho técnico e documentação técnica da


Petrobras
Objetivo 31
2. Normas de desenho técnico e documentação técnica da Petrobras 33
2.1.Exercícios 35
2.2. Glossário 37
2.3. Bibliografia 38
2.4 Gabarito 39

Capítulo 3 - Especificação Técnica (ET)


Objetivos 41
3. Especificação Técnica (ET) 43
3.1. Exercícios 45
3.2. Glossário 47
3.3. Bibliografia 48
3.4. Gabarito 49
Capítulo 4 - Codificação de documentos técnicos de engenharia
Objetivos 51
4. Codificação de documentos técnicos de engenharia 53
4.1. Exercícios 56
4.2. Glossário 58
4.3. Bibliografia 59
4.4. Gabarito 60
4.5. Anexos 61

Capítulo 5 - Simbologia e identificação dos elementos do


fluxograma de engenharia
Objetivos 81
5. Simbologia e identificação dos elementos do
fluxograma de engenharia 83
5.1. Equipamentos 83
5.1.1. Acionadores 83
5.1.2. Bombas 84
5.1.3. Compressores 85
5.1.4. Troca térmica 86
5.1.5. Vasos, tanques, torres e reatores 87
5.1.6. Outros 89
5.1.7. Componentes 92
5.2. Tubulação 94
5.2.1. Acessórios 94
5.3. Instrumentação 103
5.3.1. Sinais de interligação dos instrumentos 103
5.3.2. Representação de instrumentos ou funções programadas 104
5.3.3. Atuadores 108
5.3.4. Dispositivos auto-atuados 110
5.3.5. Elementos primários de vazão 112
5.3.6. Representações gerais diversas 115
5.3.7. Representações de funções dos instrumentos 117
5.4. Conectores/outros 118
5.5. Identificação dos elementos do fluxograma de engenharia 119
5.5.1. Identificação de equipamentos 119
5.5.2. Identificação de tubulação 121
5.5.3. Identificação de instrumentos 125
5.6. Exercícios 130
5.7. Glossário 134
5.8. Bibliografia 135
5.9. Gabarito 136
5.10. Anexos 139
Capítulo 6 - Interpretação de fluxogramas de engenharia (legendas
e conectores)
Objetivos 151
6. Interpretação de fluxogramas de engenharia (legendas e conectores) 153
6.1. Interpretação do fluxograma 153
6.1.1. Informações importantes para a interpretação de
fluxogramas de engenharia 154
6.2. Estrutura do fluxograma de engenharia 157
6.2.1. Borda do desenho de fluxograma de engenharia 157
6.3. Desenhos de corte e vista explodida 160
6.3.1. Corte 160
6.3.2. Vista explodida 161
6.4. Exercícios 164
6.5. Glossário 165
6.6. Bibliografia 166
6.7. Gabarito 167

Capítulo 7 - As built x desenhos desatualizados - riscos


Objetivo 169
7. As built x desenhos desatualizados - riscos 171
7.1. Exercícios 173
7.2. Glossário 174
7.3. Gabarito 175

Capítulo 8 - Sistema de Informação e Documentação


Técnica (SINDOTEC)
Objetivos 177
8. Sistema de Informação e Documentação Técnica (SINDOTEC) 179
8.1. Exercícios 181
8.2. Glossário 182
8.3. Bibliografia 183
8.4. Gabarito 184
Introdução

T
odos nós expressamos nossos pensamentos de diversas
maneiras. A forma de expressão mais usual é a verbal, que
tem grande poder de comunicar as idéias, mas tem curta
duração no tempo.

Usamos a linguagem escrita que também tem grande poder de


comunicar as idéias e atingir diversas pessoas. Além disso, pode ser
copiada e não se perde com o passar do tempo. Caracterizamos a
escrita e a fala como formas de comunicação.

Os três elementos envolvidos em uma comunicação são: emissor,


mensagem e receptor. 19

Emissor Mensagem Receptor

O emissor é aquele que transmite uma informação, onde se origina


o processo da comunicação. A mensagem é o que se quer transmitir
e o receptor é quem recebe a mensagem, o destino da mensagem.

A comunicação só existe se a mensagem for recebida e entendida


pelo receptor. Para que a comunicação seja eficaz, é necessário que
seja passada de forma exata pelo emissor e entendida de forma
exata pelo receptor.

Em unidades de operação da Petrobras, uma mensagem não


entendida, seja por ter sido mal passada pelo emissor ou pela má
interpretação do receptor, potencializa os riscos de acidentes que
podem comprometer tanto a operação quanto as vidas envolvidas
nas operações em unidades.

RESERVADO
Alta Competência

O não entendimento de uma mensagem pode ser evitado a partir


de uma boa comunicação. Dentro do âmbito da comunicação
escrita, podemos apresentar a importância do desenho técnico e da
documentação técnica para as operações em unidades Petrobras.

Entende-se por desenho técnico os documentos gráficos


de engenharia que representam processos industriais com
regulamentações específicas, de importância fundamental na área
operacional. Já a documentação técnica engloba documentos de
engenharia e documentos gerais, responsáveis pela formalização
de processos que envolvem projetos, suas fases e operacionalização
da unidade.

Essas duas grandes aliadas da boa comunicação em processos de


operação da unidade são embasadas nas normas técnicas. As normas
técnicas visam uniformizar a simbologia e a metodologia empregada
20 na elaboração de documentos técnicos, a fim de permitir uma
perfeita comunicação entre as diversas pessoas envolvidas em um
projeto.Tais normas podem ser corretamente interpretadas a partir
de símbolos e elementos utilizados em sua elaboração.

RESERVADO
Capítulo 1
Normalização
Técnica
(Petrobras, ABNT
e Internacional)

Ao final desse capítulo, o treinando poderá:

• Identificar a normalização técnica utilizada para


embasamento do desenho técnico e documentação técnica.

RESERVADO
Alta Competência

22

RESERVADO
Capítulo 1. Normalização técnica (Petrobras, ABNT e Internacional)

1. Normalização Técnica
(Petrobras, ABNT e
Internacional)

A
normalização técnica é o conjunto de todas as normas técnicas
utilizadas com seus respectivos órgãos de competência,
estabelecendo soluções para problemas repetitivos existentes.

As normas devem sempre ser consultadas, pois orientam e facilitam o


trabalho. Sendo, portanto, desnecessário decorá-las.

A normalização técnica Petrobras envolve as normas elaboradas a


partir da identificação da necessidade específica da empresa, quando
não se tem normas fora do âmbito Petrobras. No entanto, caso sejam
23
criadas por órgãos externos, a Petrobras passará a utilizá-las conforme
necessidade e orientações gerenciais.

Na Petrobras existem os órgãos de apoio, responsáveis pela


elaboração, manutenção e disponibilidade das normas técnicas. É
importante conhecê-los, pois nos orientam na consulta dessas normas
e conseqüentemente no desenvolvimento das nossas atividades.

CONTEC - é a Comissão de Normalização Técnica e tem a missão de


planejar, aprovar, divulgar, implantar, executar, avaliar os resultados
e aprimorar a atividade de normalização técnica na Petrobras e
organizar a participação da Companhia nas Entidades Externas de
Normalização Técnica.

NORTEC - é o Núcleo de Apoio a Normalização Técnica, tem


como objetivo prestar serviço de gerenciamento do Sistema de
Normalização Técnica na Companhia, de responsabilidade da Comissão
de Normalização Técnica da Petrobras (CONTEC), em conformidade
com as orientações da Engenharia e as diretrizes gerais para a
normalização técnica na Petrobras, e atendendo às necessidades das
suas unidades, subsidiárias e coligada.

Este serviço envolve apoio técnico, administrativo e financeiro.

RESERVADO
Alta Competência

1.1. Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

A ABNT é o órgão responsável pela normalização técnica no Brasil. Tem


a responsabilidade de fornecer base necessária ao desenvolvimento
tecnológico brasileiro.

Trata-se de uma entidade privada, sem fins lucrativos, fundada em


1940 reconhecida como único Fórum Nacional de Normalização,
através da Resolução n.º 07 do CONMETRO, de 24.08.1992.

É ainda, membro fundador da International Organization for


Standardization (ISO), da Comissão Panamericana de Normas Técnicas
(COPANT) e da Associação Mercosul de Normalização (AMN).

1.2. Normalização técnica internacional

24
A normalização técnica internacional é a norma adotada por uma
organização internacional com atividades de normalização, ou
por uma organização internacional de normalização, e colocada
à disposição do público. Exemplos a serem citados: ISO 9000
(International Organization for Standardization, ou seja, Organização
Internacional de Normalização) e IEC 61293 (Internacional
Electrotechnical Commission).

No sistema Petrobras, através do site da engenharia


disponível em www.engenharia.petrobras.com.br,
podemos acessar todas as normas para visualização
e impressão através dos links:

• Normalização técnica Petrobras;

• ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas;

• Normalização técnica internacional.

RESERVADO
Capítulo 1. Normalização técnica (Petrobras, ABNT e Internacional)

1.3. Exercícios

1) A Petrobras conta com uma normalização técnica para o


embasamento de desenho técnico e documentação técnica.
Indique sua descrição, relacionando a segunda coluna de acordo
com a primeira:

(1) Normalização ( ) Orientação na consulta e no desenvolvi-


Técnica Petrobras mento das nossas atividades.

(2) ABNT - Associação ( ) Norma adotada por uma


Brasileira de Normas organização internacional com
Técnicas atividades de normalização, ou
por uma organização internacional
de normalização, e colocada à
disposição do público.

(3) Normalização Técnica ( ) Órgão responsável pela normaliza- 25


Internacional ção técnica no país, que fornece a
base necessária ao desenvolvimento
tecnológico brasileiro.

2) De acordo com os objetivos da Normalização Técnica da Petrobras


(BR), preencha as lacunas:

a) O objetivo do NORTEC é estar a serviço do _______________do


Sistema de Normalização Técnica da Petrobras.

b) A missão da Comissão de Normalização Técnica (CONTEC) é


_____________________, aprovar, divulgar, implantar, executar,
avaliar os _________________ e aprimorar a atividade de _______
___________________________________ na Petrobras.

RESERVADO
Alta Competência

3) Indique a alternativa que apresenta corretamente o conceito de


Normalização Técnica Internacional.

( ) Uma organização internacional com atividades de normalização.

( ) Norma adotada por uma organização internacional com


atividades de normalização, ou por uma organização
internacional de normalização.

( ) Norma adotada por uma por uma organização internacional


de normalização.

26

RESERVADO
Capítulo 1. Normalização técnica (Petrobras, ABNT e Internacional)

1.4. Glossário

Norma técnica - documento, normalmente emitido por um órgão oficialmente


reconhecido para tal, que estabelece em diretrizes e restrições à elaboração de
uma atividade ou produto técnico.

Órgão de apoio - órgão de suporte e consulta da Normalização Técnica Petrobras.

Órgão de competência - entidade responsável pela Normalização Técnica Petrobras.

27

RESERVADO
Alta Competência

1.5. Bibliografia
BRASIL. Petrobras - Petróleo Brasileiro S.A. - Normas Petrobras. Disponível em:
<http://nortec.engenharia.petrobras.com.br>. Acesso em: 08 jun 2008.

PARÁ. Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do


Pará – CREA/PA. Disponível em: <http://www.creapa.com.br>. Acesso em: 20
abr 2008.

28

RESERVADO
Capítulo 1. Normalização técnica (Petrobras, ABNT e Internacional)

1.6. Gabarito
1) A Petrobras conta com uma normalização técnica para o embasamento de
desenho técnico e documentação técnica. Indique sua descrição, relacionando a
segunda coluna de acordo com a primeira:

(1) Normalização (1) Orientação na consulta e no


Técnica Petrobras desenvolvimento das nossas
atividades.

(2) ABNT - Associação Brasileira (3) Norma adotada por uma orga-
de Normas Técnicas nização internacional com ativi-
dades de normalização, ou por
uma organização internacional
de normalização, e colocada à
disposição do público.

(3) Normalização Técnica (2) Órgão responsável pela normali-


Internacional zação técnica no país, que forne-
ce a base necessária ao desenvol-
vimento tecnológico brasileiro.
29
2) De acordo com os objetivos da Normalização Técnica da Petrobras (BR), preencha
as lacunas:

a) O objetivo do NORTEC é estar a serviço do gerenciamento do Sistema de


Normalização Técnica da Petrobras.

b) A missão da Comissão de Normalização Técnica (CONTEC) é planejar, aprovar,


divulgar, implantar, executar, avaliar os resultados e aprimorar a atividade de
Normalização Técnica na Petrobras.

3) Indique a alternativa que apresenta corretamente o conceito de Normalização


Técnica Internacional.

( ) Uma organização internacional com atividades de normalização.

(X) Norma adotada por uma organização internacional com atividades de


normalização, ou por uma organização internacional de normalização.
( ) Norma adotada por uma organização internacional de normalização.

RESERVADO
RESERVADO
Capítulo 2
Normas de
desenho técnico
e documentação
técnica da Petrobras

Ao final desse capítulo, o treinando poderá:

• Identificar as normas Petrobras utilizadas para desenho


técnico e documentação técnica, bem como as condições que
deverão ser satisfeitas para a elaboração de novas Normas
Técnicas Petrobras.

RESERVADO
Alta Competência

32

RESERVADO
Capítulo 2. Normas de desenho técnico e documentação técnica da Petrobras

2. Normas de desenho técnico


e documentação técnica da
Petrobras

T
rata-se de documentos técnicos que estabelecem as regras e
características mínimas que determinado produto, serviço ou
processo deve cumprir, permitindo uma perfeita ordenação e
globalização dessas atividades ou produtos, utilizados na elaboração,
revisão de desenhos técnicos e documentação técnica.

As normas utilizadas são apontadas e descritas no quadro a seguir:

Norma Título
N-58 Símbolos gráficos para fluxogramas de processo e de engenharia.
33
N-59 Símbolos gráficos para desenhos de tubulação.
N-381 Execução de desenhos e outros documentos técnicos em geral.
N-1521 Identificação de equipamentos industriais.
N-1542 Tubulação - Lista de linhas.
N-1710 Codificação de documentos técnicos de engenharia.
N-2064 Emissão e revisão de documentos de projeto.
N-2155 Lista de dados para classificação de áreas.

Dentre os desenhos técnicos, destacamos o fluxograma de


engenharia, que é uma representação gráfica unifilar, utilizado na
demonstração esquemática de processos industriais.

As normas descritas na tabela abaixo são as mais utilizadas em


fluxogramas de engenharia na Petrobras.

Norma Descrição
N-58 Símbolos gráficos para fluxogramas de processo e de engenharia.
N-1710 Codificação de documentos técnicos de engenharia.
N-1521 Identificação de equipamentos industriais.
ANSI / ISA Identificação de instrumentos.

RESERVADO
Alta Competência

IMPORTANTE!

As Normas Técnicas Petrobras só devem ser elaboradas


para os casos em que sejam satisfeitas, simultaneamente,
algumas condições:

• Estar ligada à atividade afim da Companhia;

• Tratar de uma atividade técnica repetitiva;

• Detenção, por parte da Companhia, de experiência


naquela atividade;

• Haver necessidade de regular o relacionamento


entre órgãos da Companhia ou o relacionamento
da Companhia com o ambiente externo (mercado
consumidor ou fornecedor, comunidade, meio
ambiente, parceiros comerciais);
34
• Complementar a aplicação de normas existentes às suas
condições específicas;

• No caso de não existir norma nacional, regional ou


internacional sobre o assunto que atenda às necessidades
da Companhia.

RESERVADO
Capítulo 2. Normas de desenho técnico e documentação técnica da Petrobras

2.1.Exercícios

1) Algumas normas para desenho técnico e documentação técnica


são utilizadas pela Petrobras. Identifique-as relacionando as colunas:

(1) Símbolos gráficos para fluxogramas de processo ( ) N-59


e de engenharia.

(2) Símbolos gráficos para desenhos de tubulação. ( ) N-381

(3) Execução de desenhos e outros documentos ( ) N-1710


técnicos em geral.

(4) Identificação de equipamentos industriais. ( ) N-2064

(5) Tubulação - Lista de linhas. ( ) N-2155


(6) Codificação de documentos técnicos de engenharia. ( ) N-58

(7) Emissão e revisão de documentos de projeto. ( ) N-1521 35

(8) Lista de dados para classificação de áreas. ( ) N-1542

2) Marque com um X as opções que indicam as normas mais utilizadas


nos fluxogramas de engenharia da Petrobras.

( ) N-381
( ) N-58
( ) N-1710
( ) N-59
( ) ANSI / ISA
( ) N-1521

RESERVADO
Alta Competência

3) As Normas Técnicas Petrobras só devem ser elaboradas para


os casos em que algumas condições tenham sido satisfeitas ao
mesmo tempo.

Dentre as afirmativas a seguir, apenas uma não deve ser considerada,


identifique-a marcando com um X.

( ) Estar ligada à atividade afim da Companhia.


( ) Tratar de uma atividade técnica repetitiva.

( ) Detenção, por parte da companhia, de experiência naquela


atividade.
( ) No caso elaboração de nova versão de norma nacional,
regional ou internacional existente sobre o assunto, que
atenda às necessidades da Companhia.
( ) Haver necessidade de regular o relacionamento entre órgãos
36 da Companhia ou o relacionamento da Companhia com
o ambiente externo (mercado consumidor ou fornecedor,
comunidade, meio-ambiente, parceiros comerciais).

RESERVADO
Capítulo 2. Normas de desenho técnico e documentação técnica da Petrobras

2.2. Glossário

Símbolo gráfico - representação gráfica padronizada pela norma.

Unifilar - que tem um só fio ou filamento.

37

RESERVADO
Alta Competência

2.3. Bibliografia
PARÁ. Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Pará
- CREA/PA. Disponível em:<http://www.creapa.com.br>. Acesso em: 20 abr 2008.

PETROBRAS. Normas Petrobras. Disponível em: <http://nortec.engenharia.petrobras.


com.br>. Acesso em: 08 jun 2008.

38

RESERVADO
Capítulo 2. Normas de desenho técnico e documentação técnica da Petrobras

2.4 Gabarito

1) Algumas normas para desenho técnico e documentação técnica são utilizadas


pela Petrobras. Identifique-as relacionando as colunas:

( 1 ) Símbolos gráficos para fluxogramas de processo e de engenharia. ( 2 ) N-59

( 2 ) Símbolos gráficos para desenhos de tubulação. ( 3 ) N-381


( 3 ) Execução de desenhos e outros documentos técnicos em geral. ( 6 ) N-1710

( 4 ) Identificação de equipamentos industriais. ( 7 ) N-2064

( 5 ) Tubulação - Lista de linhas. ( 8 ) N-2155


( 6 ) Codificação de documentos técnicos de engenharia. ( 1 ) N-58

( 7 ) Emissão e revisão de documentos de projeto. ( 4 ) N-1521

( 8 ) Lista de dados para classificação de áreas. ( 5 ) N-1542

2) Marque com um X as opções que indicam as normas mais utilizadas nos


fluxogramas de engenharia da Petrobras. 39
(X) N-381
(X) N-58
(X) N-1710
(X) N-59
(X) ANSI / ISA
(X) N-1521

3) As Normas Técnicas Petrobras só devem ser elaboradas para os casos em que


algumas condições tenham sido satisfeitas ao mesmo tempo. Dentre as afirmativas a
seguir, apenas uma não deve ser considerada, identifique-a marcando com um X.

(X) Estar ligada à atividade afim da companhia.

(X) Tratar de uma atividade técnica repetitiva.


(X) Detenção, por parte da companhia, de experiência naquela atividade.
(X) No caso elaboração de nova versão de norma nacional, regional ou
internacional existente sobre o assunto, que atenda às necessidades
da Companhia.
(X) Haver necessidade de regular o relacionamento entre órgãos da
Companhia ou o relacionamento da Companhia com o ambiente externo
(mercado consumidor ou fornecedor, comunidade, meio-ambiente,
parceiros comerciais).

RESERVADO
RESERVADO
Capítulo 3
Especificação
Técnica (ET)

Ao final desse capítulo, o treinando poderá:

• Identificar o que é uma Especificação Técnica (ET) e sua


aplicabilidade;
• Relacionar as principais especificações técnicas utilizadas
para desenho técnico e documentação técnica.

RESERVADO
Alta Competência

42

RESERVADO
Capítulo 3. Especificação Técnica (ET)

3. Especificação Técnica (ET)

E
specificação Técnica (ET) é o documento normativo que estabelece
requisitos técnicos a serem atendidos por um produto, processo
ou serviço.

Podem ser elaboradas a partir da necessidade do projeto. Trata-se de


um documento técnico que formaliza processos.

A seguir serão apresentadas as Especificações Técnicas mais utilizadas


em desenho técnico e documentação técnica:

ET-3000.00-1200-941-PCI-001
(Requisitos para Documentação Técnica do E&P)
43
Objetivo: Destacar alguns aspectos fundamentais no campo da documentação técnica, a fim de:

• Subsidiar a elaboração do Procedimento de Coordenação firmado entre o E&P e o órgão


executor do Projeto e do empreendimento;

• Subsidiar a elaboração das Bases de Projeto da Unidade;

• Subsidiar a elaboração de contrato entre o E&P e o executor do Projeto;

• Especificar a documentação mínima necessária ao E&P de forma a atender à partida, operação,


manutenção, inspeção e segurança da Unidade Estacionária de Produção (UEP) atendendo aos
requisitos de SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde), classificação e certificação;

• Possibilitar que o escopo dos contratos da Petrobras com terceiros contemple a documentação
final necessária ao E&P;

• Facilitar a fiscalização pelo E&P da documentação técnica recebida no decorrer da implantação


do projeto;

• Evitar duplicação de acervos e de controles;

• Gerar a Documentação Técnica através das ferramentas de Automação de Projetos, descritas


na ET-3000.00-1200-940-PCI-001 (Requisitos Técnicos para Automação de Projetos).

RESERVADO
Alta Competência

ET-3000.00-1200-200-PCI-001 Área 200.03


(Materiais de Tubulação para Instalações de Produção e Processo)
Objetivo: Dispor os critérios estabelecidos na padronização do projeto mecânico e nas
especificações de materiais de tubulação (tubos, válvulas, conexões e acessórios) que
deverão ser adotados na elaboração do projeto básico e de detalhamento, por ocasião do
desenvolvimento de empreendimentos de instalações de produção e facilidades de processos
marítimas e terrestres, bem como dos sistemas da área naval.

44

RESERVADO
Capítulo 3. Especificação Técnica (ET)

3.1. Exercícios

1) A partir do conceito de especificação técnica, preencha as lacunas.

Especificação Técnica (ET) é o documento _____________ que


estabelece _____________________ a serem atendidos por um
___________________, processo ou serviço.

2) Indique a alternativa que apresenta o conceito da especificação


técnica ET-3000.00-1200-941-PCI-001:

( ) Destacar alguns aspectos fundamentais no campo da


documentação técnica.
( ) Dispor os critérios estabelecidos na padronização do projeto
mecânico e nas especificações de materiais de tubulação.

3) Marque as alternativas correspondentes.


45
A ET-3000.00-1200-941-PCI-001 tem como objetivo destacar alguns
aspectos fundamentais no campo da documentação técnica, a fim de:

( ) Subsidiar a elaboração do procedimento de coordenação firmado


entre o E&P e o órgão executor do projeto e do empreendimento;
( ) Subsidiar a elaboração das Bases de Projeto da Unidade;
( ) Subsidiar a elaboração de contrato entre o E&P e o executor
do projeto;
( ) Gerar duplicação de acervos e de controles;
( ) Especificar a documentação mínima necessária ao E&P de
forma a atender à partida, operação, manutenção, inspeção
e segurança da Unidade Estacionária de Produção (UEP)
atendendo aos requisitos de SMS (Segurança, Meio Ambiente
e Saúde), classificação e certificação;
( ) Possibilitar que o escopo dos contratos da Petrobras com
terceiros contemple a documentação final necessária ao E&P;
( ) Facilitar a fiscalização pelo E&P da documentação técnica
recebida no decorrer da implantação do projeto.

RESERVADO
Alta Competência

4) Levando em consideração a ET-3000.00-1200-200-PCI-001 Área


200.03, preencha as lacunas:

Disposição dos _____________ estabelecidos na padronização do


projeto mecânico e nas ______________ de materiais de ____________
(tubos, válvulas, conexões e acessórios) que deverão ser adotados
na _____________ do projeto básico e de detalhamento, por
ocasião do desenvolvimento de empreendimentos de ___________
de ___________ e facilidades de processos marítimas e terrestres,
bem como dos sistemas da __________________.

46

RESERVADO
Capítulo 3. Especificação Técnica (ET)

3.2. Glossário

Escopo - alvo, mira, objetivo, propósito, intuito, conteúdo.

Procedimento de coordenação - planejamento da coordenação.

Projeto - plano para a realização de um ato.

Subsidiar - contribuir com subsídio para a realização de; auxiliar, coadjuvar, reforçar.

47

RESERVADO
Alta Competência

3.3. Bibliografia

PARÁ. Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do


Pará – CREA/PA. Disponível em: <http://www.creapa.com.br>.com.br. Acesso:
20 abr 2008.

PETROBRAS. Normas Petrobras. Disponível em: <http://nortec.engenharia.


petrobras.com.br>. Acesso em: 08 jun 2008.

PETROBRAS. Sistema de Informação e Documentação Técnica (SINDOTEC).


Disponível em: <http://portalep.petrobras.com.br/corporativo>. Acesso em: 08
jun 2008.

48

RESERVADO
Capítulo 3. Especificação Técnica (ET)

3.4. Gabarito

1) A partir do conceito de especificação técnica, preencha as lacunas.

Especificação Técnica (ET) é o documento normativo que estabelece requisitos


técnicos a serem atendidos por um produto, processo ou serviço.

2) Indique a alternativa que apresenta o conceito da especificação técnica ET-


3000.00-1200-941-PCI-001:

(X) Destacar alguns aspectos fundamentais no campo da documentação técnica

(X) Dispor os critérios estabelecidos na padronização do projeto mecânico e


nas especificações de materiais de tubulação

3) Marque as alternativas correspondentes.

A ET-3000.00-1200-941-PCI-001 tem como objetivo destacar alguns aspectos


fundamentais no campo da documentação técnica, a fim de:

(X) Subsidiar a elaboração do procedimento de coordenação firmado entre o


E&P e o órgão executor do projeto e do empreendimento;
49
(X) Subsidiar a elaboração das bases de projeto da Unidade;
(X) Subsidiar a elaboração de contrato entre o E&P e o executor do Projeto;
(X) Gerar duplicação de acervos e de controles;
(X) Especificar a documentação mínima necessária ao E&P de forma a
atender à partida, operação, manutenção, inspeção e segurança da
Unidade Estacionária de Produção (UEP) atendendo aos requisitos de SMS
(Segurança, Meio Ambiente e Saúde), classificação e certificação;
(X) Possibilitar que o escopo dos contratos da Petrobras com terceiros
contemple a documentação final necessária ao E&P;
(X) Facilitar a fiscalização pelo E&P da documentação técnica recebida no
decorrer da implantação do projeto.

4) Levando em consideração a ET-3000.00-1200-200-PCI-001 Área 200.03, preencha


as lacunas:

Disposição dos critérios estabelecidos na padronização do projeto mecânico


e nas especificações de materiais de tubulação (tubos, válvulas, conexões
e acessórios) que deverão ser adotados na elaboração do projeto básico e
de detalhamento, por ocasião do desenvolvimento de empreendimentos de
instalações de produção e facilidades de processos marítimas e terrestres, bem
como dos sistemas da área naval.

RESERVADO
RESERVADO
Capítulo 4
Codificação de
documentos
técnicos de
engenharia

Ao final desse capítulo, o treinando poderá:

• Identificar a importância da codificação de documentos técnicos


de engenharia;
• Codificar documentos técnicos de engenharia a partir da norma
N-1710 (Codificação de documentos técnicos de engenharia).

RESERVADO
Alta Competência

52

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

4. Codificação de documentos
técnicos de engenharia

A
codificação de documentos técnicos de engenharia refere-
se aos códigos dos documentos a partir da norma Petrobras
N-1710 (Codificação de documentos técnicos de engenharia).É
essencial a sua consulta, pois a mesma regulamenta a codificação
da documentação técnica. Através dessa codificação é possível o
arquivamento ordenado dos documentos técnicos de engenharia,
facilitando a recuperação de informações uniformizadas e
sistematizadas. Esses documentos podem ser emitidos em papel ou
por meio eletrônico.

Norma: N-1710 (Codificação de documentos técnicos de engenharia) –


Regulamenta a codificação da documentação técnica. 53

Anexo A (Grupo 1) Categoria dos documentos

Relação de anexos
relacionados à N-1710 Anexo B (Grupo 2) Identificação das instalações
(Codificação de documentos
técnicos de engenharia) que Anexo C (Grupo 3) Áreas de atividades
estão listados ao final
desse capítulo: Classes de serviços,
Anexo D (Grupo 4)
equipamentos e materiais

Anexo E (Grupo 5) Origem do documento

Seguindo a regra para codificação de documentos técnicos de


engenharia estabelecida na N-1710 (Codificação de documentos
técnicos de engenharia), o número codificado deve ser constituído de
7 (sete) grupos básicos ordenados de acordo com a figura a seguir.

RESERVADO
Alta Competência

Anexo Anexo Anexo Anexo Anexo


A B C D E
Grupo 0 Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4 Grupo 5 Grupo 6
Identifi- Categoria Identifi- Áreas de Classes de Origem do Cronoló-
cação do do docu- cação da atividades serviços documento gico
idioma mento instalação equipa-
mentos e
materiais
L LL ABBB.CC A BBBB AAA LLL AAA
Onde: L = Letra
A.B.C. = Algarismo

Atenção: (A do grupo 3) Dígito de diferenciação usado somente no


caso de repetição (a partir da primeira área de atividade repetida).

Os grupos básicos (ordenados de 0 a 6) que constituem o número


codificado, conforme a tabela anterior, são os seguintes:
54

Identificação do Idioma
I – para o idioma Inglês;
A – para o idioma Alemão;
Grupo 0 F – para o idioma Francês;
L – para o idioma Italiano;
E – para o idioma Espanhol;
D – para outros idiomas. Observação: O idioma português é omitido.
Grupo 1 Categoria (Ver anexo A da norma Petrobras N-1710).
Grupo 2 Identificação da instalação (Ver anexo B da norma Petrobras N-1710).
Grupo 3 Área de atividade (Ver anexo C da norma Petrobras N-1710).
Classe de serviço, materiais e equipamentos (Ver anexo D da norma
Grupo 4
Petrobras N-1710).
Grupo 5 Origem (Ver anexo E da norma Petrobras N-1710).
Grupo 6 Cronológico (Seqüência numérica relativa à emissão).

Observe o exemplo a seguir. A partir dele, todas as associações podem


ser identificadas:

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

I – DE - 3010.57 – 1223 – 711 – IES - 004

0 1 2 3 4 5 6

Legenda Classificação Exemplo


0 Idioma Inglês
1 Categoria Desenho
2 Instalação Plataforma P-40
3 Área de atividade Áreas de Atividade
4 Classe de serviços/equipamentos/materiais Geradores
5 Origem do documento Emitido pela IESA Engenharia
6 Número seqüencial

Observe outro exemplo apresentado a seguir.


55

FD-3418.03-1220-451-PEP-002
Código Significado Descrição
- Idioma: Português.
FD Categoria: Folha de Dados [segundo anexo A da norma N-1710
(Codificação de documentos técnicos de engenharia)].
3418.03 Instalação: Plataforma de Produção Ubarana 3 (PUB-3) do Campo
de Produção Ubarana do E&P-RN-CE [segundo anexo
B da N-1710 (Codificação de documentos técnicos de
engenharia)].
1220 Área de Atividade: Unidade Processamento de óleo [segundo anexo C da
norma N-1710 (Codificação de documentos técnicos de
engenharia)].
451 Classe de Serviço: Permutador de feixe tubular [segundo anexo D da
norma N-1710 (Codificação de documentos técnicos de
engenharia)].
PEP Origem: E&P [segundo anexo E da norma N-1710 (Codificação de
documentos técnicos de engenharia)].
002 Cronológico: 2ª folha de dados (número seqüencial).

RESERVADO
Alta Competência

4.1. Exercícios

Para a realização dos exercícios, é essencial a consulta aos anexos do


final do capítulo (item 4.5).

1) Identifique os elementos do fluxograma a partir da codificação de


fluxograma baseada na consulta da norma N-1710 (Codificação de
documentos técnicos de engenharia), em cada grupo de código dos
itens a seguir:

a) MD-2500.10-1110-947-PBA-012

Idioma
Categoria
Instalação
Área de Atividade
56
Classe de serviço
Origem do documento
Ordem

b) I-DE-3010.20-1220-944-PSE-009

Idioma
Categoria
Instalação
Área de Atividade
Classe de serviço
Origem do documento
Ordem

c) RL-3102.06-1231-941-PBS-003

Idioma
Categoria
Instalação
Área de Atividade
Classe de serviço
Origem do documento
Ordem

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

2) Codifique o documento técnico a partir da descrição apresentada


a seguir:

• Isométrico;
• Plataforma PETROBRAS 26;
• CENTRAL DE UTILIDADES (central de geração de vapor);
• SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO E MONTAGEM (montagem industrial);
• Sétimo documento emitido pela Instalação “COPIADORA
OPAZEL”.

_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________

57

RESERVADO
Alta Competência

4.2. Glossário

Algarismo - número.

Codificação de documentos - numeração padronizada dos documentos conforme


norma específica.

58

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

4.3. Bibliografia

PARÁ. Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do


Pará - CREA/PA. Disponível em: <http://www.creapa.com.br>. Acesso em: 20 abr
2008.

PETROBRAS. Normas Petrobras. Disponível em: <http://nortec.engenharia.


petrobras.com.br.>. Acesso em: 08 jun 2008.

59

RESERVADO
Alta Competência

4.4. Gabarito

1) Identifique os elementos do fluxograma a partir da codificação de fluxograma


baseada na consulta da norma N-1710 (Codificação de documentos técnicos de
engenharia), em cada grupo de código dos itens a seguir:

A) MD-2500.10-1110-947-PBA-012

Idioma Português
Categoria Memorial Descritivo
Instalação Sonda de perfuração terrestre (SC - 77)
Área de Atividade Unidade de perfuração (sonda de perfuração)
Classe de serviço Segurança industrial
Origem do documento Petrobras UN-BA
Ordem Décimo segundo documento emitido

B) I-DE-3010.20-1220-944-PSE-009

Idioma Inglês
60 Categoria Desenho
Instalação P-20
Área de Atividade Unidades de processo
Classe de serviço Fluxograma de Engenharia, Tubulação e
Instrumentação
Origem do documento Petrobras E&P/UN-BC
Ordem Nono documento emitido

C) RL-3102.06-1231-941-PBS-003

Idioma Português
Categoria Relatório
Instalação Estação de distribuição de gás da UPGN de Candeias
Área de Atividade Unidade de processamento e/ou (compressão,
distribuição e outros)
Classe de serviço Estudos preliminares gerais – dados básicos para projetos
Origem do documento Petrobras – SEGEN - COBASA
Ordem Terceiro documento emitido

2) Codifique o documento técnico a partir da descrição apresentada a seguir:

• Isométrico;
• Plataforma PETROBRAS 26;
• CENTRAL DE UTILIDADES (central de geração de vapor);
• SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO E MONTAGEM (montagem industrial),
Sétimo documento emitido pela Instalação “COPIADORA OPAZEL”.
IS-3010.29-5131-952-OZA-007

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

4.5. Anexos

N-1710 REV. G AGO / 2001

CODIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS TÉCNICOS DE ENGENHARIA


Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Cabe à
CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação
dotexto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma
é o responsável pela adoção e aplicação dos seus itens.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada


e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta
CONTEC
Norma. Uma eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade”
Comissão de
com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve
Normas Técnicas
ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta
Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, 61
“determinar” e outros verbos de caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas


condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte
sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais
adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser
aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta
Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”,
“sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É
indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. Cópias dos
registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuirpara o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
CONTEC - Subcomissão Autora.

As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à


CONTEC -Subcomissão Autora, indicando a sua identificação
alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação
SC - 12 e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas
Normas Gerais de durante os trabalhos para alteração desta Norma.
Projeto
“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO
BRASILEIRO S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia,
e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa,
sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em
ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual
serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação
externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo
e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e
propriedade industrial.”

RESERVADO
Alta Competência

Apresentação

As normas técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por
especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelos Representantes Locais
(representantes das Unidades Industriais, Empreendimentos de Engenharia, Divisões Técnicas e
Subsidiárias), são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma
mesma especialidade, representando os Órgãos da Companhia e as Subsidiárias) e aprovadas
pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Superintendências dos Órgãos
da Companhia e das suas Subsidiárias, usuários das normas). Uma norma técnica PETROBRAS
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada
a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As normas técnicas PETROBRAS são
elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas
sobre as normas técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
PROPRIEDADE DA PETROBRAS | 14 páginas e Índice de Revisões

62

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

N-1710 REV. G AGO / 2001

ANEXO A - GRUPO 1 CATEGORIA DOS DOCUMENTOS


Código do Comentário para
Descrição
Documento Utilização e Exemplos
Certificados de inspeção, de conclusão de
CE Certificado montagem, de aferição de instrumentos, de
auditoria, entre outros.
Diagramas de barras, de caminho crítico e
CR Cronograma
assemelhado.
Planta, curvas de níveis, tabela, ábaco, grá-
DE Desenho fico, croqui, diagrama, fluxograma, antepro-
jeto e símbolos.
Critérios de projeto, especificação de materi-
Especificação
ET ais, sistemas e equipamentos, especificação
Técnica
de processo ou instalações.
De equipamento, de sistemas, de material a
FD Folha de Dados granel (válvulas, conexões), de processo, de 63
instrumento, de tubulação (lista de linhas).
Fotos, ortofotos, mosaico, hipsométrico,
IM Imagem
vídeos, entre outros.
Específico para desenhos em axometria ou
IS Isométrico em perspectiva cavaleira de sistemas de
tubulações.
Parecer envolvendo aspectos de engenharia
emitidos para fios legais do tipo: processo
LA Laudo
formal de partilha, de perícia ou avaliação,
perícia ambiental e assemelhada.
Lista
LD Sem comentários (auto-explicativo).
de Documentos
Relação de equipamentos, de instrumentos, de
LI Lista materiais, de suportes, de cabos (não se aplica
a list de linhas, que utiliza o código FD).
Memória
MC Sem comentários (auto-explicativo)
de Cálculo
Documento que descreve um conjunto de
MD Memorial Descritivo
atividades, serviços ou processos, e outros.
Parecer para aquisição de sistemas, equipa-
PT Parecer Técnico
mentos e materiais.
De resultados, de estudo técnico, de levan-
RL Relatório
tamento de campo.
Requisição Documento para aquisição de sistema,
RM
de Material equipamentos e materiais.

RESERVADO
Alta Competência

N-1710 REV. P MAI / 2003

ANEXO B - IDENTIFICAÇÃO DAS INSTALAÇÕES


2500.02 - Sonda de Perfuração Terrestre (SC-85)
2500.03 - Sonda de Perfuração Terrestre (SC-86)
2500.04 - Sonda de Perfuração Terrestre (SC-95)
2500.05 - Sonda de Perfuração Terrestre (SC-106)
2500.06 - Sonda de Perfuração Terrestre (SC-114) (Cancelado)
2500.07 - Sonda de Perfuração Terrestre (SC-105)
2500.08 - Sonda de Perfuração Terrestre (SC-108)
2500.09 - Sonda de Perfuração Terrestre (SC-94)
2500.10 - Sonda de Perfuração Terrestre (SC-77)
2600.00 - SONDAS TERRESTRES HIDRÁULICAS
2600.01 - Sonda de Perfuração Terrestre (SH-114)
2600.02 - Sonda de Perfuração Terrestre (SH-115)
3000.00 - E&P - ÁREA DE PRODUÇÃO (ANTIGO DEPRO) - GERAL
64 3010.00 - INSTALAÇÕES EM UNIDADES MÓVEIS/UNIDADES
MARÍTIMAS DE PRODUÇÃO
3010.01 - PETROBRAS 34, P-34, PP Moraes (Ex NP-01)
3010.02 - Instalação para Produção na Penrod-62 (PA-06)
3010.03 - Instalação para Produção na PETROBRAS III, P-III (Ex PA-13) (Cancelado, usar
2112.00)
3010.04 - Instalação para Produção na Amaralina (PA-15) (Ex Órion)
3010.05 - PETROBRAS XXII, P-XXII (Ex Sedco 135F, Ex SS-05)
3010.06 - Instalação para Produção na Sedco 135D (SS-06)
3010.07 - Instalação para Produção na Penrod-71 (SS-08) (Cancelado, usar 3010.34)
3010.08 - Instalação para Produção na Penrod-72 (SS-10) (Cancelado, usar 3010.24)
3010.09 - Instalação para Produção na Translud-61 (SS-14)
3010.10 - PETROBRAS IX, P-IX (Ex SS-15)
3010.11 - PETROBRAS XXI, P-XXI (Ex Sedco Staflo, Ex SS-17)
3010.12 - PETROBRAS XV, P-XV (Ex SS-18)
3010.13 - PETROBRAS XII, P-XII (Ex SS-19)
3010.14 - Instalação para Produção na Ocean Zephyr (SS-11)
3010.15 - Instalação para Produção na Neptune-7 (SS-24)
3010.16 - PETROBRAS VII, P-VII (Ex Bendoran, Ex SS-28)
3010.17 - PETROBRAS VIII, P-VIII (Ex Songa-Star, Ex SS-29)
3010.18 - PETROBRAS XVIII, P-XVIII
3010.19 - PETROBRAS XIX, P-XIX (Ex Treasure Stawinner, Ex SS-42)
3010.20 - PETROBRAS XX, P-XX (Ex Fortuna Ugland, Ex SS-33)
3010.21 - PETROBRAS XIII, P-XIII (Ex SS-20)

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

3010.22 - Instalação para Produção na PETROBRAS X, P-X (Ex SS-16) (Cancelado, usar 2311.00)
3010.23 - PETROBRAS XXV, P-XXV (Ex Zapata Arctic, Ex SS-36)
3010.24 - PETROBRAS XXIV, P-XXIV (Ex Penrod-72, Intrepid, Ex SS-10)
3010.25 - Instalação para Produção no NT Marechal Deodoro
3010.26 - PETROBRAS XIV P-XIV (Ex SS-21)
3010.27 - Instalação para Produção no NT Atalaia
3010.28 - PETROBRAS 28, P-28
3010.29 - PETROBRAS 26, P-26 (Ex IIIiad)
3010.30 - PETROBRAS 30, P-30, Araxá
3010.31 - PETROBRAS 31, P-31, Vidal de Negreiros
3010.32 - PETROBRAS 32, P-32, Cairu
3010.33 - PETROBRAS XXXIII, P-XXXIII, Henrique Dias
3010.34 - PETROBRAS XXVII, P-XXVII (Ex Penrod-71, Ex SS-08)
3010.35 - PETROBRAS 29, P-29
3010.36 - PETROBRAS 35, P-35, José Bonifácio
3010.37 - PETROBRAS 36, P-36 (Cancelado, usar 3010.38)
3010.38 - PETROBRAS 36, P-36 65
3010.39 - PETROBRAS 46, P-46 (FPSO de Espadarte)
3010.40 - PETROBRAS 37, P-37
3010.41 - PETROBRAS 38, P-38
3010.42 - PETROBRAS 39, P-39
3010.43 - Instalação para Produção na Sedco 710 (Ex SS-43)
3010.44 - PETROBRAS 45, P-45
3010.45 - Instalação para Produção na Amethyst (SS-47)
3010.46 - Instalação para Produção na Falcon Star (SS-45)
3010.47 - PETROBRAS 41, P-41
3010.48 - PETROBRAS 42, P-42
3010.49 - PETROBRAS 43, P-43
3010.50 - Sistema Antecipado de Garoupa (SAG)
3010.51 - Sistema Transitório de Produção de Garoupa (STPG)
3010.52 - Sistema Provisório de Garoupa/Namorado
3010.53 - Sistemas Provisórios - Desmontagem (MPG, SPP, SAG)
3010.54 - Sistema Transitório de Garoupa (STG)
3010.55 - PETROBRAS 44, P-44
3010.56 - PETROBRAS 47, P-47
3010.57 - PETROBRAS 40, P-40
3010.58 - PETROBRAS IX, P-IX (Ex SS-15) (cancelado, usar 3010.10)
3010.59 - PETROBRAS 48, P-48 (UEP de Caratinga)
3010.60 - FPSO de Tubarão
3010.61 - PETROBRAS 49, P-49 (NCS Espadarte)

RESERVADO
Alta Competência

3010.62 - PETROBRAS 50, P-50 (FPSO de Albacora Leste)


3010.63 - PETROBRAS 51, P-51 (UEP-2 Marlim Sul)
3010.64 - PETROBRAS 52, P-52 (Roncador Módulo 1a Fase 2)
3010.65 - FPSO-2 de Marlim Sul
3010.66 - PETROBRAS 53, P-53 (UEP de Marlim Leste)
3010.67 - FPSO de Marlim Leste
3010.68 - PETROBRAS 54, P-54 (UEP de Roncador Módulo 2)
3010.69 - FPSO SEILLEAN (ES-MAR)
3010.70 - PETROBRAS 55, P-55 (UEP de Roncador Módulo 3)
3010.71 - PETROBRAS 56, P-56 (UEP de Marlim Sul Módulo 3)
3010.90 - Terminal Oceânico SBMO5
3010.91 - Terminal Oceânico Jurupema
3010.92 - Terminal Oceânico IMODC04
3010.93 - Terminal Oceânico Carapeba
3010.94 - Terminal Oceânico EMH1
3010.96 - Terminal Oceânico Marlim Sul
66 3010.97 - Terminal Oceânico Marimbá
3010.98 - Terminal Oceânico Corvina
3010.99 - Terminal Oceânico Bicudo
3020.00 - UNIDADE DE INTERVENÇÃO EM POÇOS DE PETRÓLEO
3020.01 - Sonda de Produção Marítima SPM-01
3020.02 - Sonda de Produção Terrestre
3100.00 - E&P - BA (ANTIGA RPBA)
3101.00 - SEDES ADMINISTRATIVAS
3101.01 - Jequitaia
3101.02 - Núcleo de Produção Sul - NUPRO S (Ex Distrito de Apoio Sul)
3101.03 - Núcleo de Produção Centro - NUPRO C (Ex Distrito de Apoio Norte)
3101.04 - Candeias
3101.05 - Núcleo de Produção Norte
3101.06 - Taquipe
3101.07 - Núcleo Santiago
3102.00 - UNIDADES DE PROCESSAMENTO DE GÁS NATURAL- UPGN
3102.01 - UPGN de Catu
3102.02 - UPGN de Candeias
3102.03 - Estação de Compressores UPGN de Catu
3102.04 - Estação de Compressores UPGN de Candeias
3102.05 - URGN-3 BA
3102.06 - Estação de Distribuição de Gás da UPGN de Candeias
3103.00 - DUTOS
3103.01 - Gasoduto Catu-Taquipe -12”
3103.02 - Gasoduto Catu-Pólo -14”

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

3103.03 - Gasoduto Catu-Candeias


3103.05 - Gasoduto Candeias-Camaçari -12”
3103.06 - Gasoduto Aratu - Pólo Petroquímico - 10”
3103.07 - Gasoduto Quererá - Conceição
3103.08 - Gasoduto Conceição - Iraí
3103.09 - Adutora Camboatá - Boa União
3103.10 - Gasoduto Sesmaria - Gaseb
3103.11 - Oleoduto Fazenda Bálsamo - Imbé
3103.12 - Oleoduto Estação B a ETO de Bálsamo
3103.13 - Gasoduto Camaçari - Araçás (CO2)
3103.14 - Oleoduto Araçás - Catu
3103.15 - Oleoduto Catu-Mata-Candeias - 12”
3103.16 - Adutora Mata-Remanso
3103.17 - Gasoduto Itaparica-Aratu - 8”
3103.18 - Oleoduto D. João - Paramirim - Candeias - 8”
3103.21 - Oleoduto Santiago - Candeias - 20”
3103.22 - Gasoduto Miranga - Santiago - 10” 67
3103.23 - Gasoduto Santiago - Pólo - 16”
3103.24 - Gasoduto Araçás - Santiago - 10”
3103.25 - Gasoduto Candeias - RLAM - 6”
3103.26 - LGN duto - Candeias - RLAM - 4”
3103.28 - Gasoduto Candeias - Aratu - Pólo - 18”
3103.29 - Gasoduto Candeias - Aratu - 12
3103.30 - Gasoduto UPGN-N - RLAM - (LGN) - 4”
3103.34 - Gasoduto UPGN-N - Mata - Candeias - 8”
3103.35 - Gasoduto Conceição - UPGN-N - 10”
3103.39 - Gasoduto UPGN-S - Estação de Compressores D. João - 4”
3103.40 - Oleoduto Imbé-Araçás - 8”
3103.41 - Gasoduto Camaçari - Chesf - 12”
3103.42 - Gasoduto Aratu-Camaçari
3103.49 - Gasoduto Camaçari - Caraíba Metais
3103.50 - Gasoduto Miranga - Santiago - 8”
3103.51 - Gasoduto UPGN-S - RLAM
3103.52 - Gasoduto Miranga - Santiago - 12”
3103.53 - Oleoduto Miranga - Santiago - 12”
3103.54 - Gasoduto - Camaçari - FAFEN - 14”
3103.55 - Gasoduto - Camaçari - FAFEN (10”/12”)
3103.56 - Gasoduto - Santiago - Taquipe (6”)
3103.57 - Carboduto - FAFEN - Camaçari (14”)
3103.58 - Carboduto - Oxiteno - Camaçari (14”)
3103.59 - Carboduto - Santiago - Santana (6”)

RESERVADO
Alta Competência

3103.60 - Gasoduto Santiago - São Roque (8”)


3103.61 - Carboduto Santanta - Lameiro (4”)
3103.62 - Carboduto Santiago - Rio Pojuca (3”)
3103.65 - Gasoduto do Campo de Camamu
3103.66 - Oleoduto Recife - São Paulo
3103.67 - LGN Duto UPGN de Catu-RLAM (6”)
3104.00 - OUTRAS INSTALAÇÕES GERAIS NÃO LIGADAS A UM
CAMPO ESPECÍFICO
3104.01 - Estação de Medição (“City Gate”) para FAFEN
3104.02 - Subestação de 69 KV de Santiago
3104.03 - Estação São Francisco
3105.00 - CAMPO DE PRODUÇÃO ÁGUA GRANDE
3105.01 - Estação Coletora Rio Ventura
3105.02 - Estação Coletora Olinda
3105.03 - Estação de Injeção de Água Rio Ventura
3105.04 - Estação Coletora Gameleira
3105.05 - Estação de Oleoduto Recife
68
3105.06 - Estação Coletora Sapé
3105.07 - Estação Coletora Nova Sorte
3105.08 - Estação Coletora AGB
3105.09 - Estação Compressores Santiago Alimentação
3105.10 - Estação de Fluido de Completação e Estimulação (Instalação Desativada,
ver 3158.11)
3105.11 - Estação de Captação AG - 243
3105.12 - Central de Vapor de Desparafinação
3105.13 - Estação de Compressores Santiago (Recompressão)
3105.14 - Central de Água do CAP
3105.15 - Estação de Injeção de Água de Olinda
3105.16 - Estação de Gás Não Associado de Água Grande (EGNA -AG)
3105.17 - Parque de Manobras de Água Grande
3105.18 - Estação de Distribuição de Gás do Núcleo Santiago
3106.00 - CAMPO DE PRODUÇÃO ARAÇÁS
3106.01 - Estação Coletora Araçás “A”
3106.02 - Estação Coletora Araçás “B”
3106.03 - Estação de Injeção de Água Doce Araçás “B” (Cancelado, usar 3106.02)
3106.04 - Estação de Injeção de Água Produzida Araçás “B” (Cancelado, usar 3106.02)
3106.05 - Estação de Compressores Araçás “B”
3106.06 - Estação Coletora Araçás “C”
3106.07 - Estação Central de Vapor de Araçás
3106.08 - Estação de Compressores CO2

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

3106.09 - Subestação de 69 KV de Araçás


3107.00 - CAMPO DE PRODUÇÃO BIRIBA
3108.00 - CAMPO DE PRODUÇÃO BOM LUGAR
3108.01 - Estação Coletora Bom Lugar
3109.00 - CAMPO DE PRODUÇÃO BURACICA
3109.01 - Estação Coletora Nova Tororó
3109.02 - Estação Coletora Alvorada
3109.03 - Estação Coletora Lameiro
3109.04 - Estação Coletora Pereira
3109.05 - Estação de Tratamento de Óleo Camboatá
3109.06 - Estação de Oleoduto Camboatá (Cancelado, usar 3109.05)
3109.07 - Estação de Tratamento e Injeção de Água de Buracica (TS-3)
3109.08 - Estação de Captação e Injeção de Água Jorro
3109.09 - Estação de Combustão “In Situ” Lameiro
3110.00 - CAMPO DE PRODUÇÃO CEDRO
3111.00 - CAMPO DE PRODUÇÃO IRAÍ
3112.00 - CAMPO DE PRODUÇÃO FAZENDA AZEVEDO 69
3112.01 - Estação Coletora Fazenda Azevedo
3113.00 - CAMPO DE PRODUÇÃO FAZENDA BOA ESPERANÇA
3113.01 - Estação Coletora Boa Esperança “A”

RESERVADO
Alta Competência

N-1710 REV. M MAI / 2003

ANEXO C - ÁREA DE ATIVIDADE


1000 - PERFURAÇÃO, PRODUÇÃO E TRATAMENTO DE ÓLEO
1100 - PERFURAÇÃO
1110 - UNIDADE DE PERFURAÇÃO (SONDA DE PERFURAÇÃO)
1120 - ESTAÇÃO DE LAMA (FLUIDO DE PERFURAÇÃO)
1200 - PRODUÇÃO
1210 - POÇO
1211 - Coletora Satélite (“Manifold” Terrestre)
1212 - Estação de Transferência e Medição de Óleo e Gás
1220 - UNIDADES DE PROCESSO
1221 - Estação Coletora
1222 - Estação de Tratamento de Óleo
1223 - Processamento de Petróleo (Plataformas ou Unidades Móveis)
1224 - Estação de Lama (Fluido de Completação e Estimulação)
70
1225 - Recuperação de Vapor de Petróleo
1226 - Unidade de Fracionamento do Óleo
1227 - Unidade de Regeneração de Glicol
1230 - UNIDADES DE GÁS NATURAL
1231 - Unidade de Processamento e Manuseio (Compressão, Distribuição e Outros)
1232 - Unidade de Liquefação
1233 - Unidade de Desidratação
1234 - Unidade de Dessulfurização
1235 - Unidade de Recuperação de CO2
1236 - Unidade de Estabilização de Condensado
1237 - Unidade de Processamento de Condensado
1238 - Unidade de Refrigeração de Gás Natural
1239 - Unidade de Armazenamento de Gás Natural
1240 - ELEVAÇÃO ARTIFICIAL (RECUPERAÇÃO PRIMÁRIA)
1241 - Sistema de Bombeamento Mecânico
1242 - Sistema de Bombeamento Hidráulico
1243 - Sistema de Bombeamento Eletro-Centrífugo
1244 - Sistema de “Gas-Lift”
1250 - RECUPERAÇÃO DE ÓLEO (RECUPERAÇÃO SECUNDÁRIA
E TERCIÁRIA)
1251 - Sistema de Injeção de Água
1252 - Sistema de Injeção de Gás
1253 - Sistema de Injeção de Vapor
1254 - Sistema de Injeção de CO2
1255 - Sistema de Combustão “In-Situ”

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

1256 - Sistema de Injeção de Soda Cáustica


3420 - PRODUÇÃO DE ARGILA
3421 - Unidade Ácida Ativada
3490 - PRODUÇÃO DE CATALISADORES
3491 - Unidade de Catalisador de Alumina
3492 - Unidade de Catalisador Zeolítico
3493 - Unidade de Regeneração “Ex Situ” de Catalisadores
3494 - Unidade de Desenvolvimento de Catalisadores
3500 - PROCESSOS ORGÂNICOS
3510 - PROCESSOS DE CLORAÇÃO
3511 - Unidades de Cloração de Benzeno
3520 - PROCESSOS DE NITRAÇÃO
3590 - PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE CORANTES
3591 - Unidade de Corante Índigo
3800 - UNIDADES PILOTO
4000 - UNIDADES DE PROCESSO - FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA
4100 - BIOMASSA 71
4110 - PRODUÇÃO DE ÁLCOOL
4111 - Unidade de Extração de Caldo
4112 - Unidade de Extração e Hidrólise de Amido
4113 - Unidade de Fermentação
4114 - Unidade de Destilação
4120 - PROCESSAMENTO DE BIOMASSA
4121 - Unidade de Gaseificação de Biomassa
4122 - Unidade de Condicionamento de Bagaço
4123 - Unidade de Geração de Biogás
4200 - ÁLCOOLQUÍMICA
4210 - PRODUÇÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS
4211 - Unidade de Produção de Eteno de Álcool
4212 - Unidade de Purificação de Eteno de Álcool
4300 - XISTO
4310 - PROCESSAMENTO DE XISTO
4311 - Unidade de Retortagem de Xisto
4312 - Unidade de Destilação de Óleo de Xisto
4313 - Unidade de Tratamento de Xisto
4400 - CARVÃO
4410 - PROCESSAMENTO DE CARVÃO
4411 - Unidade de Gaseificação de Carvão
4500 - MINERAÇÃO

RESERVADO
Alta Competência

4501 - Unidade de Recuperação de Solo


4502 - Unidade de Desmonte de Rocha
4503 - Unidade de Remoção de Estéril
4504 - Unidade de Escavação e Carregamento
4800 - UNIDADES PILOTO
5000 - UTILIDADES, UNIDADES E SISTEMAS AUXILIARES
5100 - UTILIDADES
5110 - CAPTAÇÃO E ADUÇÃO DE ÁGUA
5111 - Captação de Água Salgada
5112 - Captação de Água Doce
5113 - Adutora (Aquedutos)
5114 - Castelo D’água
5115 - Tancagem e Distribuição de Água Doce
5116 - Poços Artesianos
5120 - TRATAMENTO, RESFRIAMENTO E AQUECIMENTO DE ÁGUA E FLUIDOS TÉRMICOS
5121 - Unidade de Tratamento de Água
72 5122 - Unidade de Dessalinização de Água
5123 - Unidade de Tratamento de Condensado
5124 - Unidade de Resfriamento de Água (Torres de Resfriamento)
5125 - Unidade de Aquecimento de Água
5126 - Unidade de Tratamento de Águas Ácidas
5127 - Unidade de Aquecimento com Fluidos Térmicos
5130 - CENTRAL DE UTILIDADES
5131 - Central de Geração de Vapor
5132 - Sistema de Geração Elétrica ou Térmica
5133 - Central Combustíveis Líquidos
5134 - Central de Ar Comprimido
5135 - Central de Gás Combustível
5136 - Central de Ar de Instrumentos
5137 - Central de Ar de Serviço
5138 - Central de Ar de Partida
5140 - SISTEMA DE ENERGIA ELÉTRICA
5141 - Linha de Transmissão (Externa)
5142 - Subestação de Entrada
5143 - Rede de Distribuição Elétrica Normal
5144 - Subestações Auxiliares
5145 - Rede de Iluminação Normal
5146 - Rede de Aterramento
5147 - Estação de Geração Principal
5148 - Rede de Distribuição Elétrica Essencial

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

5149 - Rede de Iluminação Essencial


5200 - UNIDADES E SISTEMAS AUXILIARES
5210 - PREPARAÇÃO DE PRODUTOS
5211 - Unidade de Chumbo Tetraetila
5212 - Unidade de Mistura de Asfalto
5220 - TRATAMENTO FINAL DE PRODUTOS
5221 - Unidade de Retratamento de GLP
5222 - Unidade de Adição de Corantes
5223 - Unidade de Odorização
5230 - ACONDICIONAMENTO DE PRODUTOS
5231 - Manuseio e Ensacamento de Sólidos
5232 - Armazenamento de Sólidos
5240 - GERAÇÃO DE GASES
5241 - Unidade de Geração de Gás Inerte
5250 - SISTEMAS DE CLIMATIZAÇÃO
5251 - Ventilação (Cancelado - Usar 5254 e 5255)
5252 - Ar Condicionado 73
5253 - Refrigeração
5254 - Ventilação - Insuflamento
5255 - Ventilação - Exaustão
5260 - UNIDADES AUXILIARES
5261 - Unidade de Geração de Emergência
5262 - Estação de Geração Auxiliar
5263 - Rede de Iluminação de Emergência
5264 - Rede de Energia para Telecomunicações
5265 - Rede de Corrente Contínua e UPS
5266 - Unidade de Movimentação de Cargas
5267 - Rede de Proteção Catódica
5268 - Estação de “Pull In/Pull Out”
5269 - Rede de Distribuição Elétrica de Emergência
5270 - SISTEMAS AUXILIARES
5271 - Lavagem de Tanques de Cargas (“COW” e “SWW”)
5280 - SISTEMA DE CAPTAÇÃO / RECUPERAÇÃO DE AR
5300 - SISTEMAS DE DESPEJOS
5310 - DESPEJOS SANITÁRIOS
5311 - Rede de Despejos Sanitários
5312 - Unidade de Tratamento de Despejos Sanitários
5320 - DESPEJOS INDUSTRIAIS
5321 - Sistema Pluvial Limpo (Coleta, Escoamento, Gradeamento e Desarenação)

RESERVADO
Alta Competência

5322 - Sistema Contaminado (Coleta, Escoamento, Partição de Fluxos, Acumulação, Gradea-


mento e Desarenação)
5323 - Sistema Oleoso (Coleta, Escoamento, Partição de Fluxos e Acumulação)
5324 - Outros Sistemas (Águas Acres, Drenagens Cáusticas,
Sodas Gastas Sulfídricas e Fenólicas e Outros)
5330 - TRATAMENTO DE EFLUENTES
5331 - Tratamento Primário (Separação de Óleo e Água e Flotação)
5332 - Tratamento Secundário (Tratamento Biológico ou Químico)
5333 - Tratamento Terciário (Tratamento Complementar)
5334 - Unidade de Tratamento de Efluentes
5335 - Tancagem de Lastro
5336 - Tancagem de “Slop”
5337 - Distribuição de “Flop”
5400 - SISTEMAS DE SEGURANÇA
5410 - SISTEMAS DE DESCARGA DE PRODUTOS
5411 - Sistema de Descarga de Emergência (“Blow Down”)
74 5412 - Sistema de Tocha (“Flare”)
5413 - Queimador de Alta Pressão
5414 - Queimador de Baixa Pressão
5415 - Sistema de “Vent” Atmosférico
5420 - SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO
5421 - Reservatório de Água de Combate a Incêndio
5423 - Rede de Água de Combate a Incêndio
5424 - Sistema de Espuma
5425 - Sistema de Gás Inerte (CO2, Halon)
5426 - Abrigo para Equipamento de Combate a Incêndio
5427 - Área de Treinamento de Combate a Incêndio
5428 - Sistema de Combate a Incêndio Portátil
5430 - SISTEMA DE SALVAMENTO E ABANDONO
5431 - Sistema de Salvatagem
5432 - Proteção Passiva
5433 - Rotas de Fuga
5434 - Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

N-1710 REV. J MAI / 2002

ANEXO D - CLASSES DE SERVIÇO


928 - Avaliações para Associações
929 - Avaliações de Ativos Imobilizados
930 - SERVIÇOS HIDROGRÁFICOS E METEOCEANOGRÁFICOS
931 - Estudos e Levantamentos de Dados Ambientais
932 - Levantamentos Hidrográficos (Batimétricos, Sísmicos, “Side-Scan” Sonar)
933 - Balizamento
934 - Dragagem
935 - Derrocagem
940 - ENGENHARIA DE PROJETO
941 - Estudos Preliminares Gerais - Dados Básicos para Projetos
942 - Planos Diretores, Plantas de Locação e Plantas de Arranjo, Plantas-Chave para Classifi-
cação de Áreas, Plantas de Diretriz de Dutos Submarinos
943 - Diagramas de Bloco e Fluxogramas de Processo
944 - Fluxogramas de Engenharia e Fluxogramas de Tubulação e Instrumentação 75
945 - Plantas de Instalações Subterrâneas
946 - Diagramas Elétricos (Esquemas Elétricos, Unifilares, Diagrama de Blocos, Diagramas Lógicos)
947 - Segurança Industrial
948 - Instalações de Dutos Terrestres - Projeto de Planta e Perfil
949 - Isométricos
950 - SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO E MONTAGEM
951 - Construção
952 - Montagem Industrial
953 - Montagem de Equipamentos
954 - Construção e Montagem de Dutos
955 - Soldagem
956 - Pintura
957 - Termo de Entrega de Obras
960 - ANÁLISES, PROCEDIMENTOS E PROJETOS NAVAIS
961 - Estaqueamento (para Amarração e Fixação de Estruturas)
962 - Amarração, Atracação e Ancoragem
963 - Embarque de Estruturas Marítimas em Geral (Jaquetas, Módulos, Helipontos, Conveses,
Estacas e Outros)
964 - Peiação, Transporte e Reboque de Estruturas Marítimas em Geral (Módulos, Jaquetas,
Heliponto, Conveses e Estacas) e Outros
965 - Lançamento de Estruturas Marítimas em Geral (Jaquetas e Instalação de Módulos, de
Jaquetas, de Helipontos e Conveses, incluindo Interligação “hook-up”, verticalização, Assen-
tamento e Docagem)
966 - Lançamento de Duto Submarino, Deflexão Lateral
967 - Projeto de Dispositivos Auxiliares de Instalação

RESERVADO
Alta Competência

RELAÇÃO DE SIGLAS (SEGEN)


Parte I - Por Siglas
16/jan/02
SIGLA FIRMA
OYE OY STROMBERG - AB ELECTRONICS GROUP
OYS OYSTROMBERG AB HELSINKI
OZA COPIADORA OPAZEL
PAB PETROBRAS - SEGEN - EMPAB
PAC PETROBRAS - SEGEN - EMBAR
PAD PETROBRAS/ENGENHARIA/IEABAST/IERE
PAE PETROBRAS/ENGENHARIA/IETR/CMDN
PAG PETROBRAS/UN-RIO/ATP-RO/EE
PAL PETROBRAS E&P - GERPRO - CODAB
PAM PETROBRAS - E&P-AM
PAN PETROBRAS/ENGENHARIA/IEEPTM/EEPTM
PAP PETROBRAS - DEPER/DTAP
76 PAR PETROBRAS - E&P-RN/CE
PAZ PETROBRAS/E&P-CORP/ENGP/ISP
PBA PETROBRAS - UN-BA
PBE PETROBRAS/UN-ES
PBG PETROBRAS - ABAST-LOG
PBP PETROBRAS - SEGEN - COBASP
PBR PETROBRAS - E&P-GERPRO - COBAR
PBS PETROBRAS - SEGEN - COBASA
PBW PETROBRAS - SEGEN - GASBOL - COGASB-SUL
PCA PETROBRAS - SEGEN - EMCAP
PCB PETROBRAS - SEGEN - EMPRE-NE
PCC PETROBRAS/ENGENHARIA/IEABAST/IERP
PCD PETROBRAS - CENPES - DEPER
PCE PETROBRAS - SEGEN - COTES
PCG PETROBRAS - SEGEN - COGAV
PCI PETROBRAS/E&P-CORP/ENGP/IPSA
PCL PETROBRAS - SEGEN - COPLAN
PCM PETROBRAS - SEGEN - COMAR
PCN PETROBRAS - SEGEN - COENAV
PCO PETROBRAS - SEGEN - COCAP
PCP PETROBRAS - SEGEN - EMCOP
PCR PETROBRAS - SEGEN - CORTAL
PCS PETROBRAS - SEGEN - COTESE
PCT PETROBRAS - SEGEN - EMSUL

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

PDA PETROBRAS - ABAST-REF - ASFOR


PDB PETROBRAS - ABAST-REF - RPBC
PDC PETROBRAS - ABAST-MKC
PDD PETROBRAS /DENPRO/DENGE
PDE PDCA CONSULT. PROJETOS REPRESENT. LTDA.
PDF PETROBRAS - ABAST-REF - REFAP
PDG PETROBRAS - ABAST-REF - REPAR
PDH PETROBRAS - ABAST-REF - REVAP
PDI PETROBRAS - ABAST-REF
PDJ PETROBRAS - ABAST-REF - FAFEN-SE
PDK PETROBRAS - ABAST-REF - FAFEN-BA
PDL PETROBRAS - ABAST-REF - RLAM
PDM PETROBRAS - ABAST-REF REMAN
PDN PETROBRAS - ABAST-REF - REPLAN
PDP PETROBRAS - ABAST-REF - RECAP
PDQ PETROBRAS/SEGEN/DIQUAL
PDR PETROBRAS - ABAST-REF - REDUC 77
PDS PETROBRAS - DISTRIBUIDORA
PDT PETROBRAS - ABAST-TRAN
PDU PETROBRAS - ABAST-REF - RECAP
PDX PETROBRAS - ABAST-REF - SIX
PEB PETROBRAS/E&P-CORP/ENGP/ENMBP
PEC PETROBRAS - SEGEN - EMPRO - CES
PED PETROBRAS - SEGEN - DIAGE
PEE PETROBRAS - SEGEN - EMPEC
PEF PETROBRAS - SEGEN - SUFIS
PEG PETROBRAS - SEGEN
PEI PETROBRAS - SEGEN - DEIND
PEL PETROBRAS/E&P-CORP/ENGP/TEP
PEM PETROBRAS - SEGEN - GEIMP
PEN PETROBRAS/ENGENHARIA/IEGEN/EGE
PEO PECO
PEP PETROBRAS - E&P
PER PETROBRAS - SEGEN - EMPRO - RNS
PES PETROBRAS - R E S E R V A D O -
PET PETROBRAS - SEGEN - DUTIL
PEU PETROBRAS/E&P-NNE/SC-SAE
PEX PETROBRAS - SEGEN - EMDES
PFD PETROBRAS - SEGEN - COEMA
PGA PETROBRAS - SEGEN - COGAN

RESERVADO
Alta Competência

PGC PETROBRAS - SEGEN - GERCON


PGD PETROBRAS - GAPRE - DESEMA
PGE PETROBRAS - SEGEN - COGEN
PGG PETROBRAS/E&P-CORP/ENGP
PGN PETROBRAS E&P-GERLOG - GEINAV
PGP PETROBRAS/E&P-CORP/ENGP/EE
PGT PETROBRAS E&P-GERPRO/GETINP
PIC PETROBRAS/ENGENHARIA/IEABAST/IECA
PIE PETROBRAS - E&P-ES
PIM PETROBRAS E&P-GERPRO/CODIM
PIS PRESYS INSTRUMENTOS E SIST. LTDA *
PMA PETROBRAS - SEGEN - COEMA
PMN PETROBRAS - SEGEN - ENOR-NM
PMR PETROBRAS - SEGEN - EMREF
PMS PETROBRAS/UN-RIO/ATP-MLS
PMT PETROBRAS E&P-GERLOG - GEMAT
78 PNB PETROBRAS/UN-RIO/ATP-ABL
PNE PETROBRAS - E&P-SE - AL
PNS PETROBRAS - SEGEN - ENOR-NS
PPA PLANTECH PLANEJ. E CONSTRUÇÃO
PPC PETROBRAS - CENPES
PPD PETROBRAS - CENPES - DEMAN
PPR PETROBRAS - SEGEN - DENPRO
PPT PETROBRAS - SERINF
PRC PETROBRAS - SEGEN - DIPLAC
PRJ PETROBRAS - SEGEN - EMPRO - RJ
PROCALC PROJETOS E ASSESSORIA DE ESTRUT.
PRO
METALICAS S/C LTDA
PRS PETROBRAS - SEGEN - EMSUD
PRT PROTEC IND. ELETROTECNICA REPRESENT. LTDA.
PRU PRODETEC HIDROTECNICA S/A
PSA PETROBRAS/UN-RIO/ST/EE
PSB PETROBRAS - SEGEN - GASBOL
PSC PETROBRAS - SEGEN - CONOR
PSD PETROBRAS - SEACE - DIMES
PSE PETROBRAS - E&P/UN-BC
PSG PETROBRAS - SEGEN - EMPRO - SE
PSI BEXTRA SISTEMAS TECNOLOGICOS LTDA.
PSM PETROBRAS - SERMAT
PSN PETROBRAS - SEACE - NAEHB

RESERVADO
Capítulo 4. Codificação de documentos técnicos de engenharia

PSR PETROBRAS - SEGEN - EMPRE-SE - REGAP


PSS PETROBRAS E&P - SUL
PST PETROBRAS - ESSAL - SETEG
PSU PETROBRAS - SUPEX
PETROBRAS - ABAS-TRAN - DTBASA -
PTA
(ANTIGO TEMADRE)
PTB PETROBRAS - ABAST-TRAN - DTCS - (ANTIGO TEBAR)
PTD PETROBRAS/TRANSPETRO
PTE PETROBRAS - ABAST-TRAN - DTSUL - (ANTIGO TEFRAN)
PTF PETROBRAS - ABAST-TRAN - FRONAPE
PTG PETROBRAS - ABAST-TRAN - DTSE - (ANTIGO TORGUA)
PTI PETROBRAS - ABAST-TRAN - DTSE - (ANTIGO TEBIG)
PTN PETROBRAS - ABAST-TRAN - DTNEST - (ANTIGO TENEST)
PTP PETROBRAS - ABAST-TRAN - DTCS ( ANTIGO TEDEP)
PTS PETROBRAS - ABAST-TRAN - DTBAS - (ANTIGO TECARMO)
PTT PETROBRAS - DETRAN - DTSUL (ANTIGO TEDUT)
PUB PETROBRAS/UN-BSOL
79
PUE PETROBRAS/UN-RIO/ST-EISAMI
PUG PETROBRAS/UN-GN/LGN-EL
PUN PETROBRAS/UN-RIO/ATP-BRC/ISUP
PUS PETROBRAS/UN-BC/ST/EMI
QAP Q. APETITE LTDA.
QCE Q.C. ENGENHARIA LTDA.
QCS QUALIMAN COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA
QUEIROS & CARVALHO - TRANSPORTES E
QCT
REPRESENTACOES LTDA.
QEC QUALITY ENG. E CONSULTORIA LTDA
QIA PEQUIA ENGENHARIA E CONSTRUCOES S.A.
QIC PAGE S.A. INDUSTRIA E COMERCIO
QIM QUALITECNICA IND. E COM. E MONTAGEM LTDA.
QJB Q.J.B. INSTALACAO
QLC QUALICON ENGS. E CONSTRUCAO LTDA.
QUALITEC ENG. AMBIENTAL E CONTROLE DE
QLT
QUALIDADE LTDA.
QMC PROMEC PROJETOS INDUSTRIAIS LTDA.
QML QUATRO M LTDA.
QPC PAULO PEREIRA DE CARVALHO
QSE QUALITY SERVIÇO DE ENGENHARIA LTDA
QTP PARQUET PAULISTA S.A.
QUA QUASAR ENGENHARIA INDUSTRIA E COMERCIO LTDA.
QUC QUATRO C ENSINO E COMPUTACAO LTDA.

RESERVADO
Alta Competência

QUD QUAD - LOG ELETRONICA LTDA.


QUADRANTE ENGENHARIA COMERCIO EM
QUE
INSTALACAO LTDA.
QUI CROQUIS PROJETOS CONSTRUCOES LTDA.
QUN PETROQUIMICA UNIAO
QUO QUEOPS ARQUITETURA E CONSULTORIA LTDA
RAA P. RAFAL - FUNDACOES PENNA RAFAL LTDA.
RAB CONSTRUTORA RABELLO S.A.
RAC RUAS AMANTINO E CIA.
RAD RADIAL TRANSPORTES S.A.
RAF RADIO FRIGOR S.A. EQUIPS. REFRIG. AR CONDICIONADO
RAI RCH AUTOMACAO INDUSTRIAL E OFFSHORE LTDA.
RAY ENGENHARIA INDUSTRIA COMERCIO E SERVICOS
RAK
TECNICOS LTDA.
RAL CIA. CONSTRUTORA RADIAL
RADIADOR MAUA LTDA. DIST. DE POLAR S.A. IND. E
RAM
COM. DE RADIADORES
80 RAN RACIONAL ENGENHARIA S.A.
RAO PROBASE PROJETOS E EQUIPAMENTOS LTDA.
RAP PARKER HANNIFIN BRASIL IND. COM. LTDA.
RAR RETIFICA ARACAJU IND. COM. LTDA.
RAS R.A. SANTOS ELETRONICA LTDA.
RAT RASTEC - SERVICOS TECNICOS MARITIMOS LTDA.
RAU RAUL FRANCISCO GABRIEL LOPES
RAV RADIADORES VISCONDE LTDA. - INDUSTRIA DE RADIADORES
RAY ELETRORAY - SERVICOS TECNICOS DE ELETRICIDADE S.A.
RBC CONSTRUTORA ROBSON LTDA.
RBE R.B. ENG. E CONSTRUCOES LTDA.
RBK REB ENGENHARIA LTDA
RBL CONSTRUTORA REBELO LTDA.

RESERVADO
Capítulo 5
Simbologia e
identificação
dos elementos
do fluxograma
de engenharia

Ao final desse capítulo, o treinando poderá:

• Identificar os símbolos de instrumentação, tubulação,


equipamentos e conectores utilizados pela área de desenho técnico
e documentação técnica nas unidades de produção da Petrobras;
• Interpretar códigos através das tabelas de identificação de
equipamentos, tubulação e instrumentos utilizadas pela área de
desenho técnico e documentação técnica da Petrobras.

RESERVADO
Alta Competência

82

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

5. Simbologia e identificação
dos elementos do fluxograma
de engenharia

O
fluxograma de engenharia é formado por símbolos, este,
regulamentados pela N-58 (Símbolos gráficos para fluxogramas
de processo e engenharia). Para a leitura dos fluxogramas de
engenharia é essencial a identificação desta simbologia.

A seguir apresentaremos os símbolos de instrumentação, tubulação,


equipamentos e conectores utilizados para desenho técnico e
documentação técnica nas unidades de produção da Petrobras.

5.1. Equipamentos
83

As tabelas a seguir apresentam símbolos e descrição dos principais


equipamentos utilizados nas unidades Petrobras.

5.1.1. Acionadores

5.1.1 Acionadores
Simbologia Descrição
5.1.1 Acionadores
5.1.1 Acionadores
Motor (5)

Motor de combustão interna

Turbina (5)

5.1.2- Bombas
5.1.2- Bombas
5.1.2- Bombas

RESERVADO
5.1.1 Acionadores

Alta Competência 5.1.1 Acionadores

5.1.2. Bombas

Simbologia Descrição
5.1.2- Bombas
5.1.2- Bombas
5.1.2- Bombas Bomba centrífuga

5.1.2- Bombas
5.1.2- Bombas

5.1.2- Bombas
Bomba alternativa

84
Bomba dosadora

Bomba vertical (6)

Bomba rotativa

Bomba de poço

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

5.1.3. Compressores

5.1.3 Compressores
5.1.3
5.1.3 Compressores
5.1.3Simbologia
Compressores
Compressores Descrição
5.1.3 Compressores
5.1.3 Compressores

Compressor centrífugo ou axial (1 Estágio)

Compressor centrífugo ou axial (2 Estágios)

85

Compressor alternativo (1 Estágio)

Compressor alternativo (2 Estágios)

Compressor rotativo (1 Estágio)

Compressor rotativo (2 Estágios)

RESERVADO
Alta Competência

5.1.4. Troca térmica

Simbologia
5.1.4- Troca Térmica Descrição
5.1.4- Troca Térmica
5.1.4- Troca Térmica
5.1.4- Troca Térmica

Resfriador a ar (condensador)
5.1.4- Troca Térmica

5.1.4- Troca Térmica

Forno - tipo 1

86

Permutador e condensador de feixe tubular


simples

Permutador com aquecimento elétrico (3)

Permutador de placas

Recuperador de calor (3) (8)

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

Simbologia Descrição

Refervedor tipo “kettle”

Baionete elétrica (3)

5.1.5. Vasos, tanques, torres e reatores

87
Simbologia Descrição
5.1.5- Vasos, Tanques, Torres e Reatores

5.1.5- Vasos, Tanques, Torres e Reatores Tanque com teto tipo domo

5.1.5- Vasos, Tanques, Torres e Reatores

Tanque com teto cônico

Tanque com teto plano

RESERVADO
5.1.5- Vasos, Tanques, Torres e Reatores

Alta Competência
5.1.5- Vasos, Tanques, Torres e Reatores
5.1.5- Vasos, Tanques, Torres e Reatores

5.1.5-Vasos,
5.1.5- Vasos, Tanques,
Tanques, Torres
Torres eeReatores
Reatores
Simbologia Descrição

Tanque sem teto

Tanque com teto flutuante

88 Vaso horizontal simples

Vaso vertical simples

Vaso vertical com tampo plano

Vaso esférico

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

Simbologia Descrição

Torre com duas seções

5.1.6. Outros

Simbologia 5.1.6- Outros


Descrição
5.1.6- Outros
5.1.6- Outros
Ejetor
5.1.6- Outros
89

Tocha tipo flare

Cilindro

Separador de água e óleo

RESERVADO
Alta Competência

5.1.6- Outros

Simbologia Descrição

Tubo de despejo aberto (3)

Tubo de despejo fechado (3)

90

s Lançador ou recebedor de “PIG” (3)

Cabeça de poço seca

RESERVADO
5.1.6- Outros

5.1.6- Outros
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

Simbologia Descrição

Caixa de mar (3)

Cabeça de poço submarina

91

Hidrociclone

Silo

RESERVADO
Alta Competência

5.1.7. Componentes

Simbologia Descrição
5.1.7-
5.1.7-Componentes
Componentes

5.1.7- Componentes
Bandeja - tipo 1
5.1.7- Componentes

5.1.7- Componentes
5.1.7- Componentes
Bandeja - tipo 2
5.1.7- Componentes

Distribuidor
92

Eliminador de névoa ou demister - tipo 1

Eliminador de névoa ou demister - tipo 2

Eliminador de névoa ou demister - tipo 3 (3)

Damper do forno (3)

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

Simbologia Descrição

Bocal - tipo 1 (3) (9)

Bocal - tipo 2 (3) (9)

Bocal - tipo 3 (3) (9)

93

Bocal - tipo 4 (3) (9)

Tubulão para captação


de água

Proteção pessoal
ou isolamento de processo
para equipamentos (4)

RESERVADO
Alta Competência

5.2. Tubulação

As tabelas a seguir apresentam símbolos e descrição de tubulações


e acessórios.

5.2– Tubulação
Simbologia Descrição
5.2– Tubulação

Linha primária
(principal)

Linha secundária

5.2.1. Acessórios
5.2.1 – Acessórios
5.2.1
5.2.1––Acessórios
Acessórios
5.2.1 – Acessórios
94 Simbologia Descrição

Absorvedor de pulsação

Borrifador ou espargidor

Cabeçote de exaustão

Conexão para mangueira (engate rápido)

5.2.1 – Acessórios

Corta chama

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios

5.2.1 – Acessórios
Simbologia Descrição
5.2.1 – Acessórios

5.2.1
5.2.1 – Acessórios
– Acessórios
5.2.1 – Acessórios Figura oito (fechada)
5.2.1 – Acessórios

Figura oito (aberta)

Filtro em “T”

95

Filtro em “Y”

Filtro de cesta vertical

Resfriador de amostra

Filtro de cestas
intercambiáveis simples

Filtro de cestas
intercambiáveis duplas

RESERVADO
Alta Competência

Simbologia Descrição

Filtro temporário

Filtro de ar para sucção


de compressor
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios Hidrante com duas saídas
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios

Hidrante com quatro saídas


96

Hidrante com duas saídas com canhão


monitor

Canhão monitor de água

Canhão monitor de espuma

Esguicho formador de
espuma (3)

Bombona de líquido gerador


de espuma (3)

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

Simbologia Descrição

Mangote flexível

Purgador de vapor

Raquete

Redução 97
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios

5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios

Silenciador

Silenciador em linha (3)

Ventosa

Tampão soldado

RESERVADO
Alta Competência

Simbologia Descrição

Tampão roscado

Bujão

Junta de expansão

Respiro atmosférico
98

Misturador de linha tipo reto

Símbolo especial de tubulação

Carretel removível
5.2.1 – Acessórios

Chuveiro

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
5.2.1
5.2.1 ––
5.2.1 Acessórios
– Acessórios
Acessórios
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
Simbologia Descrição
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
Lava-olho

“T” gradeado

“T” misturador

Chapéu de bruxa
99

Conexão para swivel

Separador de linha

Sifão

Pote de injeção

Bico de gás

RESERVADO
Alta Competência

Simbologia Descrição

Válvula gaveta

Válvula globo
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
Válvula esfera
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
Válvula borboleta
100

Válvula de retenção simples

Válvula de retenção
e fechamento

Válvula de retenção
tipo dupla portinhola

Válvula agulha

Válvula guilhotina ou
comporta (3)

S RESERVADO
S
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

Simbologia Descrição

Válvula de fechamento rápido

Válvula macho

Válvula de controle manual


S

S
Válvula solenóide de tubulação
101
S
S

Válvula diafragma

S
5.2.1 – Acessórios Válvula de três vias
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios

Válvula de quatro vias

Válvula angular fixa

Válvula angular ajustável (3)

RESERVADO
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
5.2.1 – Acessórios
Alta Competência

Simbologia Descrição

Válvula de pé ou fundo
com filtro

Válvula de encaixe invertido

Válvula de encaixe duplo bloqueio e dreno


incorporado

Válvula globo em “Y”

102

Válvula comando de bóia

Válvula motorizada

Válvula defletora
(damper ou louver)

Válvula esfera de três vias

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

5.3.
5.3.1- Sinais de Instrumentação
interligação dos Instrumentos
5.3.1- Sinais de interligaçãodos
5.3.1- Sinais de interligação dosInstrumentos
Instrumentos
5.3.1- Sinais de interligação
As tabelas a seguir dos Instrumentos
apresentam símbolos e descrição de instrumentação.
5.3.1- Sinais
5.3.1- Sinais de interligação
interligação dos Instrumentos
Instrumentos
5.3.1- Sinais de
de interligação dos
dos Instrumentos
5.3.1. Sinais de interligação dos instrumentos
5.3.1- Sinais de interligação dos Instrumentos
5.3.1-Sinais
5.3.1-
5.3.1- Sinaisde
Sinais deinterligação
de interligaçãodos
interligação dosInstrumentos
dos Instrumentos
Instrumentos
Simbologia Descrição

Linha de suprimento ou impulso (conexão ao processo)

Sinal pneumático (3 a 15 P)

Sinal elétrico (4-20 ma, pulsos, sinal elétrico indefinido)


- quando o sinal for diferente de 4-20 ma, deve ser
informado no fluxograma de engenharia.

Sinal hidráulico 103

Tubo capilar

Sinal sônico ou eletromagnético que inclui calor, ondas


de rádio, radiação nuclear (transmissão guiada)

Sinal eletromagnético ou sônico (transmissão não


guiada)

Ligação configurada internamente ao sistema (ligação


de software)

Ligação mecânica

Sinal binário pneumático (sinal de saída das solenóides


para as válvulas on-off)

Sinal binário elétrico (sinal das chaves)

Sinal a ser definido

RESERVADO
Alta Competência

5.3.2. Representação de instrumentos ou funções programadas


5.3.2.1- Instrumentos Simples
• 5.3.2.1-
Instrumentos simples Simples
Instrumentos
5.3.2.1- Instrumentos Simples
Simbologia Simples
5.3.2.1- Instrumentos Descrição

5.3.2.1- Instrumentos Simples


Instrumento no campo

Instrumento na frente do painel central

Instrumento na frente do painel local


104

Instrumento atrás do painel central

Instrumento atrás do painel local

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

• Instrumentos compartilhados (SDCD, ESC/ECOS, controlador


5.3.2.2- Instrumentos multimalha)
Compartilhados (SDCD, ESC/ECOS, Controlador Multimalha)
5.3.2.2- Instrumentos Compartilhados (SDCD, ESC/ECOS, Controlador Multimalha)

Simbologia Descrição
5.3.2.2- Instrumentos Compartilhados (SDCD, ESC/ECOS, Controlador Multimalha)

5.3.2.2- Instrumentos Compartilhados (SDCD, ESC/ECOS, Controlador Multimalha)


Instrumento no campo
5.3.2.2- Instrumentos Compartilhados (SDCD, ESC/ECOS, Controlador Multimalha)

Instrumento na frente do painel central

Instrumento na frente do painel local 105

Instrumento atrás do painel central

Instrumento atrás do painel local

RESERVADO
Alta Competência

Instrumentos• Tipo
Instrumentos tipo
Computadores decomputadores de processo
Processo e Computadores deeVazão
computadores
de vazão

- Instrumentos Tipo Computadores de Processo e Computadores


Simbologia de Vazão
Descrição

Instrumento no campo

Instrumento na frente do painel central


3- Instrumentos Tipo Computadores de Processo e Computadores de Vazão
106
3- Instrumentos Tipo Computadores de Processo e Computadores de Vazão

Instrumento na frente do painel local

.3- Instrumentos Tipo Computadores de Processo e Computadores de Vazão

Instrumento atrás do painel central

Instrumento atrás do painel local

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

• Instrumentos tipo controladores programáveis (CLP)

Simbologia Descrição
5.3.2.4- Instrumentos Tipo Controladores Programáveis (CLP)

5.3.2.4- Instrumentos Tipo Controladores Programáveis (CLP)


Instrumento no campo

5.3.2.4- Instrumentos Tipo Controladores Programáveis (CLP)

5.3.2.4- Instrumentos Tipo Controladores Programáveis (CLP)

Instrumento na frente do painel central


5.3.2.4- Instrumentos Tipo Controladores Programáveis (CLP)

107

Instrumento na frente do painel local

Instrumento atrás o painel central

Instrumento atrás do painel local

RESERVADO
Alta Competência

5.3.3.5.3.3- Atuadores
Atuadores

5.3.3- Atuadores
Simbologia Descrição

Diafragma, com retorno por mola, com ou


sem piloto

Diafragma, com retorno por mola, com


posicionador

5.3.3- Atuadores

5.3.3- Atuadores
Diafragma balanceado
108 5.3.3- Atuadores

5.3.3- Atuadores

5.3.3- Atuadores
Cilindro com retorno por mola, cilindro
qualquer ou cilindro de dupla função
S

S
S S
S Solenóide
S S
MS

S S
M S

S S Solenóide duplo
M
S S
M

PM
Motor rotativo (elétrico, pneumático ou
hidráulico)
P
W

PW

P
E W
H RESERVADO
P
5.3.3- Atuadores

S
5.3.3-
Capítulo Atuadores e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia
5. Simbologia
S
S S
5.3.3- Atuadores
S
SSimbologia
M S Descrição

S
S M S Mola, peso ou piloto integral (utilizado
apenas para válvulas de alívio ou segurança)

SM
S S

PM Manual local ou volante


S S S

W
P
M
S S
WP
Piloto
E M
H
W
P 109
E
H
W Peso
P
E
H

EP
H
Tipo bóia
W
E
H

E
H Eletroidráulico

RESERVADO
Alta Competência

5.3.4. Dispositivos auto-atuados

5.3.4- Dispositivos auto-atuados


Simbologia Descrição
5.3.4- Dispositivos auto-atuados

Válvula reguladora de pressão com


5.3.4- Dispositivos auto-atuados tomada interna a montante

Válvula reguladora de pressão com


tomada interna a jusante

110
Válvula reguladora de pressão com
tomada externa a montante

5.3.4- Dispositivos auto-atuados

5.3.4- Dispositivos auto-atuados


Válvula reguladora de pressão com
tomada externa a jusante
5.3.4- Dispositivos auto-atuados

Válvula reguladora de pressão a jusante com


tomada interna e ajuste por volante

Válvula reguladora de pressão com válvula


de alívio

RESERVADO
5.3.4- Dispositivos auto-atuados

Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia


5.3.4- Dispositivos auto-atuados

5.3.4- Dispositivos auto-atuados


Simbologia Descrição
5.3.4- Dispositivos auto-atuados

Válvula reguladora de pressão diferencial

Válvula termostática atuada por sistema


selado de expansão (tipo bulbo)

Válvula de segurança ou alívio tipo


passagem reta 111

Válvula manual de controle em linha

Orifício de restrição usinado no corpo


da válvula

Válvula de segurança e alívio de pressão ou


válvula de alívio de vácuo

RESERVADO
Alta Competência

Simbologia Descrição

Válvula de alívio de pressão e vácuo

Disco de ruptura por pressão


5.3.4- Dispositivos auto-atuados

112 Disco de ruptura por vácuo

5.3.5. Elementos primários de vazão

5.3.5- Elementos Primários de Vazão


Simbologia Descrição

5.3.5- Elementos Primários de Vazão Símbolo geral para elementos primários de


vazão

Conexões para teste tipo tomada no flange


ou no canto (sem placa de orifício)

RESERVADO
5.3.5- Elementos Primários de Vazão

Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia


5.3.5- Elementos Primários de Vazão

Simbologia Descrição
5.3.5- Elementos Primários de Vazão

5.3.5- Elementos Primários de Vazão


Placa de orifício com tomadas no flange,
no canto ou na vena contracta
5.3.5- Elementos Primários de Vazão

5.3.5- Elementos Primários de Vazão


Dispositivo para troca rápida de placas de
orifício

Tubo pitot simples 113

Tubo venturi

Tubo pitot de média ou annubar

“Canal:” aberto

RESERVADO
Alta Competência

Simbologia Descrição

Vertedor

Medidor de vazão tipo turbina

5.3.5- Elementos Primários de VazãoMedidor de vazão tipo deslocamento positivo

5.3.5- Elementos Primários de Vazão


114
5.3.5- Elementos Primários de Vazão
Medidor de vazão tipo área variável ou
rotâmetro
5.3.5- Elementos Primários de Vazão

Medidor de vazão tipo magnético

Medidor de vazão tipo sônico

Sensor de vórtice ou vortex

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

Simbologia Descrição

Sensor tipo alvo ou target

Bocal de vazão

Retificador de fluxo ou “straight vane”

115

5.3.6-
5.3.6.Representações
RepresentaçõesGerais
geraisDiversas
diversas

Simbologia
5.3.6- Representações Gerais Diversas Descrição

5.3.6- Representações Gerais Diversas Lâmpada piloto de campo

Lâmpada piloto de painel central (3)

Lâmpada piloto de painel local (3)

RESERVADO
Alta Competência

Simbologia Descrição

Dispositivo para purga ou injeção de fluido

Rearme manual local ou remoto. Caso o


intertravamento esteja sendo executado pelo
CLP, deverá ser representado o símbolo do
5.3.6- Representações Gerais Diversas CLP.

5.3.6- Representações Gerais Diversas

5.3.6- Representações Gerais Diversas


Intertravamento lógico indefinido. Caso o
intertravamento esteja sendo executado pelo
5.3.6- Representações Gerais Diversas
CLP, deverá ser representado o símbolo do
CLP.
116 5.3.6- Representações Gerais Diversas

Intertravamento “E”. Caso o intertravamento


esteja sendo executado pelo CLP, deverá ser
representado o símbolo do CLP.

Intertravamento “OU”. Caso o


intertravamento esteja sendo executado pelo
CLP, deverá ser representado o símbolo do
CLP.

Temporizador. Caso o intertravamento


esteja sendo executado pelo CLP, deverá ser
representado o símbolo do CLP.

Nível de parada de emergência. Este símbolo


deverá ser usado para a simplificação da
funcionalidade do intertravamento no
fluxograma de engenharia. Os níveis deverão
estar descritos no interior do símbolo.

ou

ou

ou RESERVADO
ou
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

Simbologia Descrição

Selo diafragma

Alarme sonoro (3)

ou
ou

ou Ponto de controle ou valor desejado

5.3.7- Representações de Funções dos Instrumentos 117


5.3.7- Representações de Funções dos Instrumentos
5.3.7. Representações de funções dos instrumentos
5.3.7- Representações de Funções dos Instrumentos

Simbologia Descrição

Função soma

Função média

Função diferença

RESERVADO
Alta Competência

5.4. Conectores/outros

As tabelas a seguir apresentam símbolo e descrição de conectores/outros.

Simbologia Descrição

Interrupção de linha

De/para outro fluxograma da mesma unidade

De/para outro fluxograma de outra unidade

118
Término de fluxo

Início de fluxo

Slope
Linha com caimento tipo 2
Slope

Slope

Slope
Quebra de especificação

Slope
Indicação de fluxo

Representação de piso

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

5.5. Identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

A partir da identificação dos elementos, todas as ações relacionadas


ao mesmo poderão ser mapeadas de forma precisa, minimizando o
risco de erros.

5.5.1. Identificação de equipamentos

A identificação garante a exclusividade dos equipamentos. A sua


identificação é feita através de combinação alfa-numérica, também
chamada de TAG.

Para a identificação de equipamentos, é essencial consultar a norma


N-1521 (Identificação de equipamentos industriais).

Norma
119
N-1521 (Identificação de equipamentos industriais)
Anexo 1
A-1 Lista dos símbolos dos equipamentos
Anexos A-2 Lista de símbolos das unidades (sistema em pacote)
A-3 Lista dos equipamentos

Todos os equipamentos industriais devem ser identificados


individualmente por uma combinação alfanumérica (TAG) composta
dos seguintes elementos:

Símbolo de classe do equipamento


Identificação da área de atividade segundo N-1710 (Codificação de documentos técnicos
de engenharia)
Número seqüencial
Sufixo

RESERVADO
Alta Competência

Os elementos que compõem a identificação dos


equipamentos devem ser escritos na ordem apresentada
na tabela e, entre o símbolo da classe do equipamento e a
identificação da área de atividade, deve existir um hífen.

Exemplos:
TQ-630005 - Quinto tanque (TQ) da área 6300
V-122301 - Primeiro vaso (V) da área 1223

O número seqüencial do equipamento é composto por dois algarismos.


O sufixo só é utilizado quando existem vários equipamentos iguais,
em uma mesma área de atividade e com a mesma função. O sufixo é
120 representado por uma letra maiúscula iniciando pela letra “A”.

Exemplo:
P-221102A
P-221102B

Dois permutadores de calor (P), idênticos e com a mesma função (A e


B), de número de ordem 02, da área 2211.

Os equipamentos auxiliares são identificados pelo acréscimo do


seu código de classe à identificação do equipamento de forma
diferenciada.

Considerando o C-513404 como equipamento principal, segue alguns


exemplos de identificação de equipamentos auxiliares:

C-513404 Quarto (04) Compressor (C) da área 5134. (equipamento principal)

P-C-513404-01 Primeiro (01) e Segundo (02) resfriadores do Quarto (04)


Compressor (C), da área 5134. (equipamentos auxiliares)
P-C-513404-02

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

A seguir, exemplos de equipamentos auxiliares idênticos e com a


mesma função:

Bomba de óleo lubrificante 01A do compressor


B-C-513404-01A
04 da área 5134.
B-C-513404-02B Bomba de óleo lubrificante 01B do compressor 04 da área 5134.

5.5.2. Identificação de tubulação

A tubulação é identificada a partir do seu diâmetro, do tipo de fluido,


da classe de pressão, pressão de trabalho e temperatura de trabalho, do
processo em si etc. A tabela da ET-200.3 (Simbologia dos serviços e das
especificações de engenharia) a seguir é baseada nessas informações
que são consideradas na fase de projeto e deverá ser consultada para
a identificação de tubulação.

Simbologia dos serviços e das especificações de engenharia 121


Símbolo Serviço Classe de pressão
125 150 300 600 900 1500 2500
Descarga
hidrocarboneto
BD B10 C10 E1 F1 G2 H1
(gás/líquido não
corrosivo)
Descarga
hidrocarboneto
BDC B9 C9 E9 F9
(gás/líquido
corrosivo)
Fluido de produção
FB e perfuração de B5
baixa pressão
Processo (gás/
P líquido não B10 C10 E1 F1 G2 H1
corrosivo)
Processo (gás/
PC B9 C9 E9 F9
líquido corrosivo)
Injeção química
CI B10 C10 E1 F1 G2
(não corrosiva)
Injeção química
corrosiva
CN FRP
(hipoclorito de
sódio)

RESERVADO
Alta Competência

Simbologia dos serviços e das especificações de engenharia


Símbolo Serviço Classe de pressão
125 150 300 600 900 1500 2500
Injeção química
CNI corrosiva (exceto B3 C8 F3 G3 H3
hipoclorito de sódio)
D Diesel B10 C10
FG Gás combustível B10 C10 E1 F1 G2
Querosene
JF B3
de aviação
DA Dreno aberto FRP
Dreno fechado
DF (gás/líquido não B10
corrosivo)
Dreno fechado
DFC (gás/líquido B9
corrosivo)
122 Flare (segurança e B10/
F
queimador) B6
IGN Ignição do flare B3
CHW Água gelada (vac) A8
Água industrial
CW FRP
(salgada corrosiva)
Água de incêndio
FW A6
(salgada aerada)
GW Dreno sanitário PVC
Água de
HW CPVC B4 C3
aquecimento
Água de injeção
IW doce e salgada B10 C10 E1 F1 G2
desaerada
Água de injeção
IWC B9 C9 E9 F9
salgada e aerada
PW Água potável PVC
Água de incêndio
SFW A4
doce
Água salgada e
SW FRP
aerada
Água industrial
(doce não corrosiva
W PVC B10 C10 E1 F1 G2
ou salgada
desaerada)

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

Simbologia dos serviços e das especificações de engenharia


Símbolo Serviço Classe de pressão
125 150 300 600 900 1500 2500
WW Esgoto sanitário PVC
G Glicol B10 C10 E1 F1 G2
IA Ar de instrumento B3
Gás de
IG B3
instrumentação
Nitrogênio de
IN B3
instrumentação
SA Ar de serviço B3 C8
Nitrogênio
SN A7 C10
de partida
S Vapor B4 C3
Condensado
SC B4 C3
de vapor
BG Gás inerte A7 C10 E1 F1 G2
BR Bilge FRP 123
BW Lastro FRP
DO Dióxido de carbono E8
Gases liquefeito
de petróleo baixa
GL B6 C6 E6 F6 G6
temperatura (flare
processo, dreno)
H Fluido hidráulico B3 C8 F3 G3
HF Fluido quente B4 C3
OL Óleo lubrificante B10
Vent e sondagem de
SP A8
tanques

RESERVADO
Alta Competência

As tubulações, também chamadas de linhas, são numeradas de acordo


com o esquema a seguir:

D” - F - E - XXX - I

Onde:

D Diâmetro nominal da linha expresso em polegadas


Sigla do fluido segundo a ET-200.03 (Simbologia dos serviços e das especificações
F
de engenharia)
Especificação de tubulação segundo a ET-200.03 (Simbologia dos serviços e das
E
especificações de engenharia)
XXX Número seqüencial da linha com três algarismos
I Indicação do isolamento (este é omitido quando a tubulação não é isolada ).

Exemplos de isolamentos mais usados na Petrobras:


124

HC Conservação de energia a quente


CC Conservação de energia a frio
PP Proteção pessoal

Exemplo:

6” - P - B10 - 010 - HC

Linha isolada a quente

N.º seqüencial 010

Especificação B10

Processo (Hidrocarboneto não corrosivo)

Diâmetro nominal: 6 polegadas

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

Todas as tubulações (linhas) em um fluxograma de engenharia devem


ser numeradas.

Utilizando simbologia apropriada, informações como pressão e


temperatura são indicadas nas tubulações (linhas).

5.5.3. Identificação de instrumentos

Os instrumentos são utilizados nas plantas de processos.

Para a identificação de instrumentos, deve ser consultada a ISA S 5.1


(Tabela de letras de identificação) que será apresentada seguir.

• Tabela de letras de identificação (ISA S 5.1)

1º grupo de letras 2º grupo de letras 125


Letras

Variável medida Passiva ou Ativa ou


Modificadora Modificadora
ou iniciadora de informação de saída

A Análise Alarme
B Chama
C
Condutividade
Controlador
elétrica

D Densidade Diferencial
E Sensor (elemento
Tensão
primário)
F Vazão Razão
G Visão direta
H Manual Alto
I Corrente elétrica Indicador
J Varredura ou
Potência
seleção manual
K Tempo ou Taxa de variação Estação de
temporização com o tempo controle
L Nível Lâmpada piloto Baixo
M Médio ou
Umidade Instantânel
intermediário
N

RESERVADO
Alta Competência

1º grupo de letras 2º grupo de letras


Letras

Variável medida Passiva ou Ativa ou


Modificadora Modificadora
ou iniciadora de informação de saída

o Orifício de
restrição
P Conexão para
Pressão
ponto de teste
Q Integração ou
Quantidade
totalização
R Radiação Registrador
S Velocidade ou
Segurança Chave
frequência
T Temperatura Transmissor
U Multivariável Multifunção
V Vibração ou Válvula ou
126 análise mecânica defletora
W Poço ou ponta de
Peso ou força
prova
X Não
Não classificada Eixo dos x Não classificada Não classificada
classificada
Y Relé, relé de
Estado, presença
computação
ou sequência de Eixo dos y
ou conversor
eventos
solenóides
Z Acionador ou
Posição ou atuador p/
Eixo dos z
dimensão elemento não
classificado

Os instrumentos são elementos utilizados para verificar as variáveis


de um processo e atuar sobre o mesmo para mantê-lo dentro das
condições normais de operação.

Os instrumentos são identificados pela sua função e pela malha à


qual o instrumento pertence, de acordo com o padrão de codificação,
conhecido como máscara. Observe a seguir:

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

VMFN-AXS

Onde:
VMFN – Função;
AXS – Parte Numérica.

V Variável.
M Modificador da variável.
F Função do instrumento.
N Modificador da função.
A Área de atividade de acordo com a N-1710 (Codificação de documentos técnicos de engenharia).
X Número seqüencial da malha com três caracteres.
S Sufixo.

A função do instrumento é representada por um conjunto de 2 a 5


letras e é interpretado da seguinte forma, utilizando-se a tabela da 127
ISA/S5.1:

• 1º grupo de letras ( variável medida ou iniciadora)

V - Variável medida - Utiliza-se a 1ª coluna da tabela.


M - Modificador da variável - Utiliza-se a 2ª coluna da tabela.

• 2º grupo de letras ( função até no máximo 3 letras )

F - Função do instrumento que pode ser:


Passiva ou de informação - Utiliza-se a 3ª coluna da tabela;
Ativa de saída - Utiliza-se a 4ª coluna da tabela.

• N - Modificador da função
Utiliza-se a 5ª coluna da tabela.

RESERVADO
Alta Competência

A parte numérica é interpretada utilizando-se a Norma Petrobras


N-1710 onde:

A é a área de atividade de acordo com a N-1710;


X é o número seqüencial da malha com três caracteres;
S é o sufixo.

Os instrumentos pertencentes a uma mesma malha têm o mesmo


número seqüencial.

Exemplos:

PDAL-1223001

Utilizando-se a tabela ISA-S5.1 para interpretar a função, temos:


128
P - Variável medida, que se encontra na 1ª coluna da tabela: PRESSÃO.
D - Modificador da variável, se encontra na 2ª coluna da tabela: DIFERENCIAL.
A - Função do instrumento, se encontra na 3ª ou 4ª coluna: ALARME.
L - Modificador da função, se encontra na 5ª coluna: BAIXO.

Utilizando-se a Norma Petrobras N-1710 para interpretar parte


numérica, temos:

1223 - área 1223.


001 - é o número seqüencial.
Interpretação: o quadro a seguir apresenta a identificação descrita.

Observe:

PDAL Alarme de pressão diferencial baixa da malha de pressão


1223 da área 1223
001 de número 001

PAH-1223 002

Neste exemplo não temos o modificador da variável.

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

O quadro a seguir apresenta a identificação descrita.

Observe:

PAH Alarme de pressão alta da malha de pressão.


1223 da área 1223.
002 de número 002.

Observações:

• Em geral como a identificação do instrumento é composta de 2 a


5 letras, utiliza-se primeiro as colunas de “Variável” e “Função” para
compor a identificação do instrumento. Tendo mais de 2 letras, passa-
se a utilizar as colunas de modificadores de variável e função. Porém,
não é toda identificação que tem os modiciadores de variável ou
função. Nestes casos, os modificadores não são utilizados;
129

• A identificação de instrumentos que tiver ao final a repetição da


letra “L” ou “H”, como exemplo, LALL e LAHH, lê-se: (LALL - alarme
de nível muito baixo) e (LAHH – alarme de nível muito alto);

• A identificação do instrumento é baseada na sua função ou na


variável medida e não na forma construtiva do instrumento, sendo
assim, uma válvula de controle que regula a vazão para controlar o
nível de um tanque é uma LV (e não uma FV).

RESERVADO
Alta Competência

5.6. Exercícios

Para a realização dos exercícios, é essencial a consulta aos anexos


do final do capítulo (item 5.10).

1) Simbologia

a) De acordo com os símbolos de instrumentação, tubulação,


equipamentos e conectores utilizados pela área de desenho técnico
e documentação técnica, identifique as imagens a seguir:

Símbolo Descrição

1) _________________________

130

2) _________________________

3) _________________________

4) _________________________

5) _________________________

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

2) Identificação de equipamentos

a) De acordo com a identificação de equipamentos, interprete os


códigos a seguir:

A
GV
D
GE
GG
V
VE
SG
TF
TL

131
b) Represente o TAG do motor da quinta bomba da área 1223:
_____________________________________________________________
_____________________________________________________________

c) Represente os TAGS de dois permutadores idênticos e de mesma


função da área 2211 (2º conjunto):
_____________________________________________________________
_____________________________________________________________

d) Represente os TAGS da primeira e segunda bomba de óleo


lubrificante do compressor C-513401:
_____________________________________________________________
_____________________________________________________________

e) O que significa o TAG M-B-621002?


_____________________________________________________________
_____________________________________________________________

f) O que significa o TAG VE-F-221102?


_____________________________________________________________
_____________________________________________________________

RESERVADO
Alta Competência

3) Identificação de tubulação

a) Codificar uma tubulação de 6 polegadas, processo (gás/líquido)


não corrosivo, classe 150#, décima tubulação não isolada.
____________________________________________________________
____________________________________________________________

b) Codificar uma tubulação de 8 polegadas, água industrial


(salgada e corrosiva), classe 125#, quinta tubulação não isolada.
____________________________________________________________
____________________________________________________________

c) Codificar uma tubulação de 4 polegadas, água de aquecimento,


classe 300#, terceira tubulação isolada para conservação de energia
a quente.
____________________________________________________________
____________________________________________________________
132
d) Interprete o seguinte TAG: 5”-PC-E9-015
____________________________________________________________
____________________________________________________________

e) Interprete o seguinte TAG: 10”-CI-E1-001


____________________________________________________________
____________________________________________________________

4) Identificação de instrumentos

a) Interprete os códigos a seguir:

PDAL
PAL
TAH
SAL
TSHH
LSL
HS
FSH
FQI
FQR
LCV
LG

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

5) Identificação de instrumentos. Marque V ou F.

A identificação do instrumento é baseada na sua função ou na


variável medida e não na forma construtiva do instrumento, sendo
assim, uma válvula de controle que regula a vazão para controlar o
nível de um tanque é uma LV (e não uma FV).

( ) Verdadeira
( ) Falsa

133

RESERVADO
Alta Competência

5.7. Glossário
Algarismo - número.

Malha - conjunto de instrumentos com mesmo fim.

Planta de processo - área industrial com equipamentos, tubulações e instrumentos


interligados para realizar determinado trabalho.

Sufixo - letra do alfabeto em maiúscula.

TAG - codificação alfanumérica para tubulação, equipamentos e Instrumentos.

134

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

5.8. Bibliografia
PETROBRAS. Petróleo Brasileiro S.A. - Normas Petrobras. Disponível em: <http://
nortec.engenharia.petrobras.com.br>. Acesso em: 08 jun 2008.

135

RESERVADO
Alta Competência

5.9. Gabarito
1) De acordo com os símbolos de instrumentação, tubulação, equipamentos e
conectores utilizados pela área de desenho técnico e documentação técnica,
identifique as imagens a seguir:

Símbolo Descrição

1) Forno – Tipo 1

2) Serpentina do forno
136

3) Bomba dosadora

4) Turbina (5)

5) Cilindro

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

2) Identificação de equipamentos

a) De acordo com a identificação de equipamentos, interprete os códigos a


seguir:

A Agitador, misturador
GV Caldeira (gerador de vapor)
D Desaerador
GE Gerador de energia elétrica
GG Gerador de gás
V Vaso, tambor
VE Ventilador, exaustor
SG Separador gás/óleo/água
TF Transformador de força e distribuição
TL Transformador de iluminação

b) Represente o TAG do motor da quinta bomba da área 1223:

M-B-122305
137
c) Represente os TAGS de dois permutadores idênticos e de mesma função da área
2211 (2º conjunto):

P-221102 A e P-221102 B ou P-221102 A/B

d) Represente os TAGS da primeira e segunda bomba de óleo lubrificante do


compressor C-513401:

B-C-513401-01 e B-C-513401-02 ou B-C-513401-01/02

e) O que significa o TAG M-B-621002?

Motor elétrico (M) que aciona a segunda (02) bomba (B) da área 6210 (exemplo
pela norma PETROBRAS N-1710).

f) O que significa o TAG VE-F-221102?

Ventilador (VE) do segundo (02) forno (F) da área 2211.

3) Identificação de tubulação

a) Codificar uma tubulação de 6 polegadas, processo (gás/líquido) não corrosivo,


classe 150#, décima tubulação não isolada.

6”-P-B10-010

b) Codificar uma tubulação de 8 polegadas, água industrial (salgada e corrosiva),


classe 125#, quinta tubulação não isolada.

8”-CW-FRP-005

c) Codificar uma tubulação de 4 polegadas, água de aquecimento, classe 300#,


terceira tubulação isolada para conservação de energia a quente.

4”-HW-C3-003-HC

RESERVADO
Alta Competência

d) Interprete o seguinte TAG: 5”-PC-E9-015

Tubulação de 5 polegadas, processo (gás/líquido corrosivo), classe 600 #, décima


quinta tubulação não isolada

e) Interprete o seguinte TAG: 10”-CI-E1-001

Tubulação de 10 polegadas, injeção química (não corrosiva), classe 600 #, primeira


tubulação não isolada.

4) Identificação de instrumentos

a) Interprete os códigos a seguir:

PDAL Alarme de pressão diferencial baixa


PAL Alarme de pressão baixa
TAH Alarme de temperatura alta
SAL Alarme de velocidade ou freqüência baixa
TSHH Chave de temperatura muito alta
LSL Chave de nível baixo
HS Chave manual
FSH Chave de fluxo alto
138
FQI Indicador e totalizador de vazão
FQR Registrador e totalizador de vazão
LCV Válvula controladora de nível
LG Visor de nível

5) Sobre identificação de instrumentos, marque V ou F.

A identificação do instrumento é baseada na sua função ou na variável medida e


não na forma construtiva do instrumento, sendo assim, uma válvula de controle
que regula a vazão para controlar o nível de um tanque é uma LV (e não uma FV).

( X ) Verdadeira

( ) Falsa

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

5.10. Anexos

N-1521 REV. E MAR / 2002

IDENTIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS

Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.

Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto


à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS
usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos
seus itens.
Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada
e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com
esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la (“não-
conformidade” com esta Norma) deve ter fundamentos técnico- 139
gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da
CONTEC Comissão de PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
Normas Técnicas “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter
impositivo.
Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas
condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte
SC - 12 Normas Gerais sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais
de Projeto adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser
aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta
Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”,
“sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É
indicada pela expressão: [Prática Recomendada].
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que
possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas
para a CONTEC - Subcomissão Autora.
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à
CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação
alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação
e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas
durante os trabalhos para alteração desta Norma.

RESERVADO
Alta Competência

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO


BRASILEIRO S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e
qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a
prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos
termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas
as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada
mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos
do direito intelectual e propriedade industrial.”

Apresentação

As normas técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por
especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelos Representantes Locais
(representantes das Unidades Industriais, Empreendimentos de Engenharia, Divisões Técnicas e
Subsidiárias), são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma
mesma especialidade, representando os Órgãos da Companhia e as Subsidiárias) e aprovadas
pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Superintendências dos Órgãos
da Companhia e das suas Subsidiárias, usuários das normas). Uma norma técnica PETROBRAS
140
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada
a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As normas técnicas PETROBRAS são
elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas
sobre as normas técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

N-1521 REV. E MAR / 2002

ANEXO A
LISTA DOS SÍMBOLOS DAS CLASSES DE EQUIPAMENTOS
A-1 LISTA POR ORDEM ALFABÉTICA DOS SÍMBOLOS
DOS EQUIPAMENTOS
A Agitador, Misturador
AB Abafador (controle, selagem)
AC Condicionador de Ar
AE Aerador
AL Alimentador (distribuidor de sólidos)
AM Amostrador
AQ Aquecedor (de ar, água ou óleo)
AR Acoplamento Rápido (navios e plataformas móveis - QCDC)
B Bomba
BA Ver Nota do item 3.2
141
BBC Bacias de Acumulação, Equalização e outras Bacias de Concreto
para Drenagens e Tratamento de Efluentes
BC Braço de Carregamento (bico de enchimento)
BCP Banco de Capacitores
BD Ver Nota do item 3.2
BF Ver Nota do item 3.2
BG Ver Nota do item 3.2
BL Balança
BO Ver Nota do item 3.2
BOP Válvulas de Segurança de Cabeça de Poço (“Blow-Out Preventer”)
BQ Briquetador
BR Britador
BS Ver Nota do item 3.2
BT Bateria de Acumuladores
C Compressor
CA Ver Nota do item 3.2
CB Carregador de Bateria de Acumuladores
CBT Caixa de Blocos Terminais
CC Ver Nota do item 3.2
CF Conversor de Freqüência
CH Chave Desligadora (seca e a óleo)
CI Ciclone/Hidrociclone
CM Chaminé
CN Conjunto de Cilindros e Garrafas (por exemplo: CO2, N2)

RESERVADO
Alta Competência

N-1521 REV. E MAR / 2002

CO Comporta, Adufa
CP Cabeça de Poço
CX Caixa de Passagem (sistemas elétricos)
CXP Caixas de Passagem, Partição e Poços de Concreto para Drenagens
e Tratamento de Efluentes
D Desaerador
DA Decantador, Desarenador, Clarificador
DAA “Damper” de Ventilação (“damper” estanque a água)
DB Duto de Barramento
DE Equipamento de Drenagem Elétrica
DF “Damper” Corta-Fogo
DFG “Damper” Estanque a Fogo e Gás
DJ Disjuntor (média e alta tensão e relevantes de baixa tensão)
142 DL Dessalgadora
DM “Damper” (modulante e manual)
DS Desintegrador Mecânico
DT Detetor de Metais
E Ejetor, Edutor
EB Embarcação Salva-Vidas/Barco de Resgate/Balsa Inflável
EF Esfera
EI Ver Nota do item 3.2
EL Elevador (inclusive escadas móveis de acesso a navios)
EP Empilhadeira para Manuseio de Sólidos (basculante, giratória)
ES Extrator (de sucata, metais)
EX Extrusora
F Forno
FL Flotador
FLC Floculador
FR Freio
FT Filtro
G Gasômetro
GA Gaseificador
GD Guindaste
GE Gerador de Energia Elétrica
GG Gerador de Gás
GN Guincho ou Cabrestante
GV Gerador de Vapor (ver norma NR-13)

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

N-1521 REV. E MAR / 2002

GVC Caldeira (ver norma NR-13)


H Hidrante
IN Inversor de CC/CA
JE Junta de Expansão
L Lavador
LE Ver Nota do item 3.2
LP Lançador de Raspador/Separador e Esfera ( PIG)
LR Lançador/Recebedor de Raspador/Separador e Esfera ( PIG)
M Motor Elétrico
MA Mangote
MC Motor de Combustão Interna
ME Ver Nota do item 3.2
MG Máquinas em Geral
MH Martelete Hidráulico (rompedor de matacão) 143
MM Movimentador de Material (transportador de esteira, de caçamba
helicoidal, de parafuso)
MN Monobóia
MO Moinho
MR Mesa Rotativa
MS Ver Nota do item 3.2
MV Válvula Motorizada
P Permutador de Calor (aquecedor, refervedor, condensador, resfriador a ar, resfriador de ar)
PA Propulsor Azimutal
PCC Painel de Corrente Contínua
PE Peneira, Esteira Filtrante
PEH Porta Estanque a Água com Acionamento Hidráulico
PEM Porta Estanque a Água com Acionamento Manual
PG Purgador de Vapor
PL Painel de Iluminação
PLE Painel de Iluminação de Emergência
PN Painel Elétrico em Geral (CCM, CDC, Quadro)
PP Precipitador
PR Pára-Raio
QU Queimador (maçarico)
R Reator, Regenerador
RC Retentor de Chama
RE Retorta

RESERVADO
Alta Competência

N-1521 REV. E MAR / 2002

RF Retificador
RLC Reator Limitador de Corrente
RM Retomador
RP Recebedor de Raspador/Separador e Esfera ( PIG)
RS Resistor de Aterramento
S Secador
SA Separador de Água
SAO Separador Água/Óleo
SC Separador Centrífugo
SD Separador de Condensado
SE Subestação
SF Soprador de Fuligem (Ramonador)
SG Separador Gás/Óleo/Água
144 SGL Separador Gás/Lama
SI Silo
SL Silenciador
SP Soprador
T Torre (de destilação, de fracionamento, de retificação)
TA Tocha, Queimador (“flare”)
TB Turbina a Vapor ou a Ar
TC Transformador de Corrente
TD Tubo de Despejo
TE Triturador de Esgoto (dejetor)
TF Transformador de Força e Distribuição
TFI Transformador para Alimentação de Instrumentação
TG Turbogerador (o símbolo GE para turbogerador deve ser preferido)
TH Turbina Hidráulica
TL Transformador de Iluminação
TLE Transformador de Iluminação de Emergência
TN Ponte Rolante, Talha
TO Tratador de Óleo
TP Transformador de Potencial
TQ Tanque de Armazenamento ou de Mistura
TQS Tanque de Armazenamento Subterrâneo Escavado em Rocha
TR Torre de Resfriamento
TS Turbina a Gás
TU Turco

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

N-1521 REV. E MAR / 2002

UPS Sistema de Energia Ininterrupta


UTR Unidade Terminal Remota
UV Unidade de Visualização (incluindo câmeras de TV)

V Vaso, Tambor
VE Ventilador, Exaustor
VS Visor de Linha
VV Variador de Velocidade (inclusive redutor/multiplicador)
Z Equipamento Industrial não Designado nesta Norma (ver item 4.1.2)
A-2 LISTA DE SÍMBOLOS DAS UNIDADES (SISTEMA EM PACOTE) POR ORDEM
ALFABÉTICA
UA Unidade de Aquecimento e Secagem
UB Unidade de Bombeio (cavalo de pau)
UC Unidade de Compressão (gás, ar) 145
UD Unidade de Dessalinização de Água
UE Unidade de Eletrocloração
UG Unidade de Geração de Energia Elétrica
UH Unidade Hidráulica
UL Unidade de Liquefação e Reliquefação
UM Unidade Misturadora de Fluidos
UQ Unidade de Dosagem Química
UR Unidade de Refrigeração (ou frigorífica)
UT Unidade de Tratamento de Gás ou Água
A-3 LISTA POR ORDEM ALFABÉTICA DOS EQUIPAMENTOS
Abafador (controle, selagem) AB
Acoplamento Rápido (navios e plataformas móveis - QCDC) AR
Aerador AE
Agitador, Misturador A
Alimentador (distribuidor de sólidos) AL
Amostrador AM
Aquecedor (de ar, água ou óleo) AQ
Bacias de Acumulação, Equalização e outras Bacias de Concreto para
Drenagens e Tratamento de Efluentes BBC
Balança BL
Banco de Capacitores BCP
Bateria de Acumuladores
Bomba B

RESERVADO
Alta Competência

N-1521 REV. E MAR / 2002

Braço de Carregamento (bico de enchimento) BC


Briquetador BQ
Britador BR
Cabeça de Poço CP
Caixa de Blocos Terminais CBT
Caixa de Passagem (sistemas elétricos) CX
Caixas de Passagem, Partição e Poços de Concreto para Drenagens e Tratamento CXP
de Efluentes
Caldeira (ver norma NR-13) GVC
Carregador de Bateria de Acumuladores CB
Chaminé CM
Chave Desligadora (seca e a óleo) CH
Ciclone/Hidrociclone CI
146
Comporta, Adufa CO
Compressor C
Condicionador de Ar AC
Conjunto de Cilindros e Garrafas (por exemplo: CO2, N2) CN
Conversor de Freqüência CF
“Damper” (modulante e manual) DM
“Damper” Corta-Fogo DF
“Damper” de Ventilação (“damper” estanque a água) DAA
“Damper” Estanque a Fogo e Gás DFG
Decantador, Desarenador, Clarificador DA
Desaerador D
Desintegrador Mecânico DS
Dessalgadora DL
Detetor de Metais DT
Disjuntor (média e alta tensão e relevantes de baixa tensão) DJ
Duto de Barramento DB
Ejetor, Edutor E
Elevador (inclusive escadas móveis de acesso a navios) EL
Embarcação Salva-Vidas/Barco de Resgate/Balsa Inflamável EB
Empilhadeira para Manuseio de Sólidos (basculante, giratória) EP
Equipamento de Drenagem Elétrica DE
Equipamento Industrial não Enquadrado no Objetivo da Norma (ver Nota do item Z
4.1.2)

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

N-1521 REV. E MAR / 2002

Esfera EF
Exaustor EXT
Extrator (de sucata, metais) ES
Extrusora EX
Filtro FT
Floculador FLC
Flotador FL
Forno F
Freio FR
Gaseificador GA
Gasômetro G
Gerador de Energia Elétrica GE
Gerador de Gás GG
Gerador de Vapor (ver norma NR-13) GV 147
Guincho ou Cabrestante GN
Guindaste GD
Hidrante H
Inversor de CC/CA IN
Junta de Expansão JE
Lançador de Raspador/Separador e Esfera ( PIG) LP
Lançador/Recebedor de Raspador/Separador e Esfera ( PIG) LR
Lavador L
Mangote MA
Máquinas em Geral MG
Martelete Hidráulico (rompedor de matacão) MH
Mesa Rotativa MR
Moinho MO
Monobóia MN
Motor de Combustão Interna MC
Motor Elétrico M
Movimentador de Material (transportador de esteira, de caçamba helicoidal, de MM
parafuso)
Não utilizar - Ver Nota do item 3.2 BA
Não utilizar - Ver Nota do item 3.2 BD
Não utilizar - Ver Nota do item 3.2 BF
Não utilizar - Ver Nota do item 3.2 BG

RESERVADO
Alta Competência

N-1521 REV. E MAR / 2002

Não utilizar - Ver Nota do item 3.2 BO


Não utilizar - Ver Nota do item 3.2 BS
Não utilizar - Ver Nota do item 3.2 CA
Não utilizar - Ver Nota do item 3.2 CC
Não utilizar - Ver Nota do item 3.2 EI
Não utilizar - Ver Nota do item 3.2 LE
Não utilizar - Ver Nota do item 3.2 ME
Não utilizar - Ver Nota do item 3.2 MS
Painel de Corrente Contínua PCC
Painel de Iluminação PL
Painel de Iluminação de Emergência PLE
Painel Elétrico em Geral (CCM, CDC, quadro) PN
Pára-Raio PR
148 Peneira, Esteira Filtrante PE
Permutador de Calor (aquecedor, refervedor, condensador, resfriador a ar,resfriador P
de ar)
Ponte Rolante, Talha TN
Porta Estanque a Água com Acionamento Hidráulico PEH
Porta Estanque a Água com Acionamento Manual PEM
Precipitador PP
Propulsor Azimutal PA
Purgador de Vapor PG
Queimador (maçarico) QU
Reator, Regenerador R
Reator Limitador de Corrente RLC
Recebedor de Raspador/Separador e Esfera ( PIG) RP
Resistor de Aterramento RS
Retentor de Chamas RC
Retificador RF
Retomador RM
Retorta RE
Secador S
Separador Centrífugo SC
Separador de Água SA
Separador Água/Óleo SAO
Separador de Condensado SD

RESERVADO
Capítulo 5. Simbologia e identificação dos elementos do fluxograma de engenharia

N-1521 REV. E MAR / 2002

Separador Gás/Óleo/Água SG
Separador Gás/Lama SGL
Silenciador SL
Silo SI
Sistema de Energia Ininterrupta UPS
Soprador SP
Soprador de Fuligem (ramonador) SF
Subestação SE
Tanque de Armazenamento ou de Mistura TQ
Tanque de Armazenamento Subterrâneo Escavado em Rocha TQS
Tocha Queimador (“flare”) TA
Torre (de destilação, de fracionamento, de retificação) T
Torre de Resfriamento TR
149
Transformador de Corrente TC
Transformador de Força e Distribuição TF
Transformador de Iluminação TL
Transformador de Iluminação de Emergência TLE
Transformador de Potencial TP
Transformador para Alimentação de Instrumentação TFI
Tratador de Óleo TO
Triturador de Esgoto (dejetor) TE
Tubo de Despejo TD
Turbina a TS
Turbina a Vapor ou a Ar TB
Turbina Hidráulica TH
Turbogerador (o símbolo GE para turbogerador deve ser preferido) TG
Turco TU
Unidade de Visualização (inclusive câmeras de TV) UV
Unidade Terminal Remota UTR
Válvulas de Segurança de Cabeça de Poço (“Blow-Out Preventer”) BOP
Válvula Motorizada MV
Variador de Velocidade (inclusive Redutor/Multiplicador) VV
Vaso, Tambor V
Ventilador, Exaustor (cancelado, usar VT e EXT) VE
Ventilador e Insuflamento VT
Visor de Linha VS
Nota: Codificações incluídas nesta revisão: CF, DAA, DFG, DJ, GV, GVC, PCC, PEH,
PEM, PLE, PN, RLC, TF, TFI, TL, TLE, UPS, UTR e VE.

RESERVADO
RESERVADO
Capítulo 6
Interpretação de
fluxogramas de
engenharia (legendas
e conectores)

Ao final desse capítulo, o treinando poderá:

• Identificar a importância da interpretação de fluxogramas


de engenharia;
• Identificar a estrutura de um fluxograma de engenharia e as
informações essenciais para sua interpretação.

RESERVADO
Alta Competência

152

RESERVADO
Capítulo 6. Interpretação de fluxogramas de engenharia (legendas e conectores)

6. Interpretação de
fluxogramas de engenharia
(legendas e conectores)

A
interpretação de fluxogramas de engenharia visa facilitar o
entendimento de uma planta de processos, das atividades
que o operador desenvolverá no cotidiano.

6.1. Interpretação do fluxograma

A interpretação de um fluxograma de engenharia é feita através da


leitura esquematizada dos símbolos e elementos e está embasada na
normalização técnica.
153
Como exemplo, podemos citar que:

• Do TAG da linha obtemos as informações do diâmetro da linha,


da sua classe de pressão, do produto que circula pela linha e se
esta é isolada ou não;

• Do bloco de título obtemos dados do executante do desenho,


do verificador e do aprovador do documento, as datas das
revisões e os motivos que as originaram e informações sobre
outros documentos complementares ao fluxograma.

Na representação gráfica dos equipamentos, devemos respeitar a


proporcionalidade das dimensões dos mesmos, evitando representar
uma bomba com as mesmas dimensões de um vaso separador.

RESERVADO
Alta Competência

Sempre que possível as entradas devem ser representadas à


esquerda e as saídas à direita dos equipamentos.

Os equipamentos onde circulam produtos na fase gasosa


devem ser representados, preferencialmente, na parte
superior do desenho, sendo a parte inferior para os produtos
na fase líquida ou sólida.

O desenho do fluxograma de engenharia é esquemático, sem escala


e mostra toda rede de tubulações de uma determinada área, os
instrumentos e malhas de controle, os diversos vasos, tanques,
máquinas e demais equipamentos interligados.
154
6.1.1. Informações importantes para a interpretação de fluxogramas
de engenharia

Alguns símbolos auxiliam ainda mais na interpretação do desenho


de fluxogramas de engenharia, representando ações de alterações
e melhorias em sistemas existentes. A imagem a seguir apresenta
alguns deles.

Limite novo e existente

Vaso
Revisão
A

NE
Conector
EN
Válvula

Bomba Tubulação
centrífuga

M
Ameba

RESERVADO
Capítulo 6. Interpretação de fluxogramas de engenharia (legendas e conectores)

A seguir, apresentamos a descrição das simbologias utilizadas


na imagem.

• Limite entre novo (N) e existente (E)

Os equipamentos e tubulações novas (a serem construídas) têm peso


maior, ou seja, espessura de traçado maior do que os existentes e são
delimitados por uma simbologia específica.

• Ameba

A ameba é um símbolo, em forma de nuvem, que identifica onde foi


feita a revisão/alteração do documento.

É posto uma ameba (nuvem) para destacar a revisão e um triângulo


indicando a seqüência da revisão.
155

• Conectores

São utilizados para interligar sistemas que estão representados em


desenhos diferentes. Os conectores são orientados pelo sentido de
fluxo e, preferencialmente, os conectores de saída são representados
à direita do desenho e os conectores de entrada à esquerda.

O conector possui três campos de orientação: número do desenho


de origem ou de destino, observação e número de identificação do
próprio conector, como mostram as imagens a seguir:

RESERVADO
Alta Competência

Conector mestre (de saída)

N.°

Tanque

Bomba
N.°

Conector escravo (de entrada)


156
N.° identificador do
conector (deve ser igual
ao nº. do conector mestre
de saída)

Bomba
4X
1 A
Tanque
N.° do desenho
de origem M

Observação C

RESERVADO
Capítulo 6. Interpretação de fluxogramas de engenharia (legendas e conectores)

6.2. Estrutura do fluxograma de engenharia

Todo fluxograma de engenharia mantém uma determinada


organização fundamental para a compreensão das informações
independente da unidade ou pessoa que o acesse.

Apresentaremos a seguir a organização que estrutura o fluxograma


de engenharia.

6.2.1. Borda do desenho de fluxograma de engenharia

A borda envolve o fluxograma e nela estão contidos, de forma


esquemática, o campos onde essas informações serão apresentadas.

A figura a seguir, mostra os principais campos da borda de um desenho


de fluxograma e a descrição de cada um deles.
157

RESERVADO
Alta Competência

• Descrição do campos da borda do desenho de fluxograma


de engenharia

1. Tabelas de identificação dos equipamentos do fluxograma

Os equipamentos desenhados devem ser relacionados na parte


superior do fluxograma, conforme a tabela a seguir:

Identificação do equipamento
Serviço
Pressão de oper/proj
Temperatura de oper/proj
Vazão
Potência/Capacidade
Tipo
Dimensões
158 Observações

2. Documentos de referência

São listados todos os documentos utilizados com referência na criação


do desenho do fluxograma de engenharia. Pode ou não haver essa
lista, não é obrigatório.

3. Notas

Observações referentes ao fluxograma de engenharia.

4. Simbologia

Essa área apresenta legenda de códigos específicos utilizados no


desenho do fluxograma de engenharia.

5. Campo de revisões

Todo documento está sujeito a alterações, portanto, esse campo


indica as revisões sofridas pelo documento.

RESERVADO
Capítulo 6. Interpretação de fluxogramas de engenharia (legendas e conectores)

6. Legenda

Essa área apresenta o bloco de títulos do desenho. Veja


detalhadamente na imagem a seguir.

0 ORIGINAL
REV. DESCRIÇÃO DATA POR APROV.
ESTE DOCUMENTO É DE PROPRIEDADE DA PETRÓLEO BRASILEIRO S.A., E NÃO
PODE SER REPRODUZIDO OU USADO PARA QUALQUER FINALIDADE DIFERENTE
DAQUELA PARA A QUAL ESTÁ SENDO FORNECIDO

BP-P25109
CLIENTE OU USUÁRIO:
159
UN-BACIA DE CAMPOS
EMPREENDIMENTO OU PROGRAMA:

CAMPO DE MARLIM
ÁREA OU UNIDADE:

P-20
TÍTULO:

FLUXOGRAMA DE ENGENHARIA
SISTEMA DE AR COMPRIMIDO
PROJ. DES. VERIF. APROV.
FOLHA
ESCALA SEP (TX = 20)
01 de 01
NÚMERO:

DATA: NÚMERO SEGUNDO A N-1710 (TX = REV.

30)

RESERVADO
Alta Competência

7. Lista de bocais de equipamentos

Os bocais de vasos e tanques devem ser identificados em tabela


própria, seguindo a identificação usada na folha de dados
dos equipamentos. A lista de bocais deve estar localizada,
preferencialmente, no canto inferior esquerdo do fluxograma,
conforme modelo a seguir.

Identificação Função Diâmetro e Classe


Equipamento:
160 LISTA DE BOCAIS

6.3. Desenhos de corte e vista explodida

Mostram determinada peça ou equipamento através de linhas


transversais ou longitudinais (conforme o corte) e os detalhes em seu
interior, são raramente utilizados na operação.

6.3.1. Corte

Corte significa divisão, separação. Em desenho técnico, o corte


de uma peça é sempre imaginário conforme normalização
NBR12298 (representação de área de corte por meio de hachuras
em desenho técnico)

Ele permite ver as partes internas da peça.

Superfície imaginária do corte

RESERVADO
Capítulo 6. Interpretação de fluxogramas de engenharia (legendas e conectores)

• Hachuras

hachuras

Hachuras são linhas estreitas que, além de representarem a superfície


imaginada cortada, mostram também os tipos de materiais. Na
projeção em corte, a superfície imaginaria, que é a parte onde a peça
foi efetivamente cortada, é preenchida com hachuras.

6.3.2. Vista explodida

A vista explodida é um arranjo das pecas de tal forma que a visão possa
ser usada para planejamentos de montagens na linha de produção, 161
bem como ser usada para geração de catálogos e instruções de
manutenção do equipamento.

Observe:

Vista explodida de eixo com engrenagens

RESERVADO
Alta Competência

Esse tipo de desenho tem como


finalidade o detalhamento das características internas como mostra
o exemplo a seguir.

Arquitetura Mecânicas

perspectiva cônica perspectiva cavaleira perspectiva isométrica

Representação de um cubo em perspectivas


Isométrica - a que melhor representa o objeto
Perspectiva cônica é aquela que mais se assemelha ao fenômeno
Iso = mesma Métrica = medida
perspéctico assimilado pelo olho humano. Elas ocorrem quando o
observador não está
Isométrica situado
- mantém nodimensões
as mesmas infinito,dae, portanto, todas as retas
peça

162 projetantes divergem dele.

Perspectiva cavaleira é a representação plana das figuras no espaço.

Isométrica é a perspectiva que melhor representa o objeto.

Iso quer dizer métrica, medida.

A perspectiva isométrica mantém as mesmas dimensões da peça.

Utilizando o desenho de conjunto a 3 (três) dimensões, que é a


representação tridimensional, eixos cartesianos x, y e z, separou-se
as peças pela sua ordem real de montagem para que pudessem ser
vistas na sua totalidade. Foram também feitos cortes em algumas
peças para se ver os pormenores do seu interior.

RESERVADO
Capítulo 6. Interpretação de fluxogramas de engenharia (legendas e conectores)

Eixos cartesianos

Coordenada Y

Coordenada X

Origem Y
Coordenada Z

163
Aplicação

Os manuais e catálogos dos equipamentos da planta de processo


utilizam-se dos desenhos em vistas perspectivas isométricas, em cortes
e explodidas para detalhar as peças que os compõe para melhor
compreensão e entendimento.

RESERVADO
Alta Competência

6.4. Exercícios

1) Sobre a interpretação do fluxograma de engenharia é correto


afirmar:

( ) A interpretação de fluxogramas de engenharia visa


facilitar o entendimento de uma planta de processos, que
são as atividades que o operador desenvolverá em seu
cotidiano.

( ) A interpretação de fluxogramas de engenharia é a


apresentação de uma planta de processos.

( ) A interpretação de fluxogramas de engenharia tem


o objetivo de aplicar o entendimento de uma planta
de processos, que são as atividades que o operador
desenvolverá em seu cotidiano.
164 2) Indique as alternativas que apresentam a estrutura do desenho de
fluxograma de engenharia, marcando com um x.

( ) Ameba
( ) Documentos de referência
( ) Conectores
( ) Lista de bocais de equipamentos
( ) Legenda
( ) Tabelas de identificação dos equipamentos do fluxograma
( ) Temperatura
( ) Campo de revisões
( ) Dimensões
( ) Simbologia
( ) Notas

RESERVADO
Capítulo 6. Interpretação de fluxogramas de engenharia (legendas e conectores)

6.5. Glossário

Malha - conjunto de instrumentos com mesmo fim.

Planta de processo - área industrial com equipamentos, tubulações e instrumentos


interligados para realizar determinado trabalho.

TAG - codificação alfanumérica para tubulação, equipamentos e instrumentos.

165

RESERVADO
Alta Competência

6.6. Bibliografia
PARÁ. Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do
Pará – CREA/PA. Disponível em: <http://www.creapa.com.br>. Acesso: 20 abr
2008.

PETROBRAS. Petróleo Brasileiro S.A. - Normas Petrobras. Disponível em: <http://


nortec.engenharia.petrobras.com.br>. Acesso em: 08 jun 2008.

166

RESERVADO
Capítulo 6. Interpretação de fluxogramas de engenharia (legendas e conectores)

6.7. Gabarito

1) Sobre a interpretação do fluxograma de engenharia é correto afirmar:

(X) A interpretação de fluxogramas de engenharia visa facilitar o


entendimento de uma planta de processos, que são as atividades que o
operador desenvolverá em seu cotidiano.

( ) A interpretação de fluxogramas de engenharia é a apresentação de uma


planta de processos.

( ) A interpretação de fluxogramas de engenharia tem o objetivo de aplicar


o entendimento de uma planta de processos, que são as atividades que o
operador desenvolverá em seu cotidiano.

2) Indique as alternativas que apresentam a estrutura do desenho de fluxograma


de engenharia, marcando com um x.

(X) Ameba
(X) Documentos de referência
(X) Conectores 167
(X) Lista de bocais de equipamentos
(X) Legenda
(X) Tabelas de identificação dos equipamentos do fluxograma
(X) Temperatura
(X) Campo de revisões
(X) Dimensões
(X) Simbologia
(X) Notas

RESERVADO
RESERVADO
Capítulo 7
As built x
desenhos
desatualizados
- riscos

Ao final desse capítulo, o treinando poderá:

• Identificar a importância do “as built” e sua utilização para os


processos na área de desenho técnico e documentação técnica
da Petrobras.

RESERVADO
Alta Competência

170

RESERVADO
Capítulo 7. As built x desenhos desatualizados - riscos

7. As built x desenhos
desatualizados - riscos

O as built é um documento de versão atualizada da planta


de processo.

Quando se faz o as built com uma freqüência razoável, evitamos sérios


riscos de segurança, pois, a documentação técnica de engenharia
estará de acordo com a situação real da planta.

Na área industrial, ocorrem permanentemente modificações que


visam melhorias no processo. Para essas modificações são gerados
projetos que passam pela etapa de construção e montagem. Os
novos projetos geram documentos que devem ser incorporados à
171
documentação original da unidade. Cabe observar que, durante
o processo de construção e montagem, surgem particularidades,
podendo ser alterado o projeto inicial. Então, como etapa final e
de fundamental importância, ao final da obra devem ser gerados
os documentos de as built, ou seja, todos os dados de modificações
devem ser levantados pela equipe de projetos e confrontados com a
documentação existente para atualização da mesma.

Como a dinâmica de modificações dos projetos é muito grande, a


unidade convive num mesmo período, com a planta existente, com
obras em andamento e projetos acabados em fase de atualização (as
built). O processo gera um tempo entre a planta real e a atualização
da documentação. Por isso, a grande importância de se perseguir esse
ideal, colocando o máximo de energia necessária para se alcançar este
resultado. Devemos manter a consciência de que a documentação
atualizada é subsídio para a vida operacional da unidade, para
melhorias futuras e principalmente para a segurança da unidade, que
requer tomada de decisões rápidas e precisas. Observe o caso a seguir
e sua conseqüência negativa.

RESERVADO
Alta Competência

Exemplo:

O técnico de operação chega numa determinada área para fazer uma


manobra de emergência, quando percebe que a válvula que deveria
fechar não existe mais, foi retirada junto com a tubulação. Em seu
lugar foi instalado um by-pass (desvio), onde não se tem nenhuma
válvula. O técnico de operação entra em desespero, afinal, tem que
estancar o fluxo do processo o quanto antes, tendo que retornar ao
fluxograma de engenharia para encontrar outra alternativa.

Ou seja, o técnico de operação perdeu um tempo muito grande para


realizar a manobra, podendo se acidentar e também colocar em
risco outras pessoas e a planta de processo. Por isso é tão importante
manter atualizados os documentos técnicos de engenharia.

172

RESERVADO
Capítulo 7. As built x desenhos desatualizados - riscos

7.1. Exercícios

1) Indique as alternativas que apresentam objetivos do as built


dentro dos processos na área de desenho técnico e documentação
técnica da Petrobras.

( ) Apresenta a situação atual da planta de processo.


( ) Atualiza no documento, as modificações feitas na planta
de processo.
( ) Mostra os procedimentos de operação.
( ) Evita riscos que comprometam a segurança.
( ) Indica as ações a serem tomadas em caso de acidentes.
( ) Evita acidentes na área de operação.
( ) Está sempre em acordo com a documentação técnica da planta.
173
2) Analise o caso a seguir:

Uma determinada planta de processo foi colocada em operação.


Com o passar do tempo, houve a necessidade de retirar a tubulação
para melhoria da mesma, pelo pessoal da operação. Essa ação não
foi informada à área de projeto. Tempos depois a área de projeto
identificou a necessidade de colocar uma válvula nessa tubulação
que foi retirada, sem comunicação.

A falta de comunicação impossibilitou gerar o as built. Cite


conseqüência(s) negativa(s) a partir da análise feita sobre o
caso apresentado.

_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________
_________________________________________________________

RESERVADO
Alta Competência

7.2. Glossário

As built - sua tradução é “conforme construído”, mostra a situação real da planta


de processo, representada na documentação técnica.

Manobra - operação na planta de processo.

Planta de processo - área industrial com equipamentos, tubulações e instrumentos


interligados para realizar determinado trabalho.

Projeto - plano para a realização de um ato.

174

RESERVADO
Capítulo 7. As built x desenhos desatualizados - riscos

7.3. Gabarito

1) Indique as alternativas que apresentam objetivos do as built dentro dos processos


na área de desenho técnico e documentação técnica da Petrobras.

(X) Apresenta a situação atual da planta de processo.


(X) Atualizar no documento, as modificações feitas na planta de processo.
(X) Mostra os procedimentos de operação.
(X) Evita riscos que comprometam a segurança.
(X) Indica as ações a serem tomadas em caso de acidentes.
(X) Evita acidentes na área de operação.
(X) Está sempre em acordo com a documentação técnica da planta.

2) Analise o caso a seguir:

Uma determinada planta de processo foi colocada em operação. Com o passar do


tempo, houve a necessidade de retirar a tubulação para melhoria da mesma, pelo
pessoal da operação. Essa ação não foi informada à área de projeto. Tempos depois
a área de projeto identificou a necessidade de colocar uma válvula nessa tubulação
que foi retirada, sem comunicação. 175
A falta de comunicação impossibilitou gerar o as built. Cite conseqüência(s)
negativa(s) a partir da análise feita sobre o caso apresentado.

Dentre as conseqüências negativas com a falta de comunicação, podemos citar:


• Custo elevado de mão-de-obra desnecessária;
• Falta de segurança;
• Perda de produção.

RESERVADO
RESERVADO
Capítulo 8
Sistema de
Informação e
Documentação
Técnica (SINDOTEC)

Ao final desse capítulo, o treinando poderá:

• Conceituar SINDOTEC;
• Identificar a funcionalidade do SINDOTEC aplicada
aos desenhos técnicos e documentação técnica.

RESERVADO
Alta Competência

178

RESERVADO
Capítulo 8. Sistema de Informação e Documentação Técnica (SINDOTEC)

8. Sistema de Informação
e Documentação Técnica
(SINDOTEC)

A
fim de organizar suas informações, a Petrobras desenvolveu
o Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED), para
gerenciar arquivos eletrônicos.

Observe os objetivos do SINDOTEC:

• Armazenar a documentação com maior eficiência, facilitando


sua localização;

• Facilitar o acesso aos documentos para a comunidade de 179


usuários da empresa;

• Agregar ao sistema, requisitos de segurança, padronização e


normalização;

• Gerenciar o ciclo de vida da documentação.

Através da customização de um sistema de Gerenciamento Eletrônico


de Documentos que foi criado o SINDOTEC - Sistema de Informação e
Documentação Técnica, onde é guardada e preservada toda informação,
mantendo a integridade da documentação. Além disso, o SINDOTEC
visa obedecer à norma N-1710 - Codificação de documentos técnicos de
engenharia - que regulamenta a codificação da documentação técnica.

É possível acessar o SINDOTEC, através da intranet da Petrobras.

Apresentamos no quadro a seguir, os tipos de documentos encontrados


no SINDOTEC.

RESERVADO
Alta Competência

DE - Desenho;
CE - Certificado;
Documentos ET - Especificação Técnica;
de engenharia LD - Lista de Documentos;
MC - Memória de Cálculo;
MD - Descritivo.
Ata de reunião;
Contrato;
Documentos Correspondência;
gerais EVTE - Estudos de Viabilidade Técnica e Econômica;
SEP - Solicitação de Estudos e Projetos;
SOT - Solicitação de Ordem de Trabalho.
TAG Codificação alfanumérica para tubulação, equipamentos e instrumentos.

180 O SINDOTEC é responsável pelo gerenciamento da do-


cumentação técnica. Esse gerenciamento inclui, além
do armazenamento, da visualização e da impressão, a
alteração desses documentos quando for o caso, através
de ferramentas dentro do sistema. O SINDOTEC abre o
aplicativo de origem do documento, seja de texto ou
gráfico. Além disso, também pode ser acessado a partir
de ferramentas de visualização.

RESERVADO
Capítulo 8. Sistema de Informação e Documentação Técnica (SINDOTEC)

8.1. Exercícios

1) O que é o SINDOTEC?

_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________

2) Marque as opções que apresentem funcionalidades do SINDOTEC.

( ) Pesquisa de documentos
( ) Elaboração de especificações técnicas
( ) Alteração de documentos
( ) Alteração de normas
( ) Armazenamento de documentos
( ) Impressão de documentos
( ) Consulta de documentos
( ) Alteração de plantas 181
( ) Consulta de normas

RESERVADO
Alta Competência

8.2. Glossário
CE - Certificado.

Customização - programação conforme especificação fornecida.

DE - Desenho.

ET - Especificação Técnica.

EVTE - Estudos de Viabilidade Técnica e Econômica.

GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos.

Intranet - equivalente à Internet, porém é uma rede privada, dentro do âmbito da


empresa.

LD - Lista de Documentos.

182 MC - Memória de Cálculo.

MD - Descritivo.

SEP - Solicitação de Estudos e Projetos.

SOT - Solicitação de Ordem de Trabalho.

SINDOTEC - Sistema de Informação e Documentação Técnica.

RESERVADO
Capítulo 8. Sistema de Informação e Documentação Técnica (SINDOTEC)

8.3. Bibliografia

PETROBRAS. Petróleo Brasileiro S.A. - Sistema de Informação e Documentação


Técnica (SINDOTEC). Disponível em: <http://portalep.petrobras.com.br/
corporativo>. Acesso em: 08 jun 2008.

183

RESERVADO
Alta Competência

8.4. Gabarito

1) O que é o SINDOTEC?

É o Sistema de Informação e Documentação Técnica customizado para Petrobras, onde


é guardada e preservada a informação, mantendo a integridade da documentação.

2) Marque as opções que apresentem funcionalidades do SINDOTEC.

(X) Pesquisa de documentos


(X) Elaboração de especificações técnicas
(X) Alteração de documentos
(X) Alteração de normas
(X) Armazenamento de documentos
(X) Impressão de documentos
(X) Consulta de documentos
(X) Alteração de plantas
(X) Consulta de normas

184

RESERVADO
Anotações

Anotações

185
Anotações

186
Anotações

Anotações

187
Anotações

188
Anotações

Anotações

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Anotações

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Anotações

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Anotações

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Anotações

Anotações

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Anotações

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