Você está na página 1de 33

CURSO INTRODUTÓRIO SOBRE ARDUINO

JEAN LUCAS GIANOTI GABAN

HÉLIO DANDREA NETO

Lavras
2019
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3
2 SHIELDS 3
3 TIPOS DE ARDUINO MAIS CONHECIDOS 9
4 CONHECENDO MELHOR O ARDUINO UNO 10
5 PRINCIPAIS COMPONENTES 13
6 USO DE SENSORES 16
7 IDE USADA PARA PROGRAMAR O ARDUINO 17
8 COMO É FEITA A PROGRAMAÇÃO 19
9 COMO FAZER UMA SIMULAÇÃO 20
10 REFERÊNCIAS 33
3

1 INTRODUÇÃO
Arduino é uma plataforma de prototipagem eletrônica de hardware livre e
de placa única projetada com um microcontrolador Atmel AVR, tem ganhado
enorme popularidade por ser muito versátil e ter a capacidade de facilitar a
realização de inúmeros projetos relacionados com eletrônica, robótica e demais
áreas ligadas a tecnologia.
O início do projeto ocorreu em 2005 na Itália, onde a intenção era fazer
com que alunos interagissem com projetos tecnológicos de robótica com um
orçamento reduzido, O sucesso foi sinalizado com a obtenção de uma menção
honrosa na categoria Comunidades Digitais em 2006, pela Prix Ars Electronica,
além da marca de mais de 50.000 placas vendidas até outubro de 2008. [1]

2 SHIELDS

Um dos fatores determinantes para a enorme versatilidade e popularidade


da plataforma Arduino são os Shields. Eles são placas de circuito que podem ser
conectadas ao Arduino, encaixando-se perfeitamente por cima dele, e
expandindo suas capacidades. [2]
Abaixo se encontram alguns exemplos de Shields juntamente com o seu
respectivo valor em sites de venda.

Arduino Ethernet Shield R3


O Arduino Ethernet Shield, por exemplo, foi especificado para conectar o
Arduino a uma rede local e é provavelmente a maneira mais simples e mais
barata de ligar o Arduino à internet. Neste caso estamos falando de um shield
oficial, desenhado e suportado pela equipe Arduino. A versão atual do Arduino
Ethernet Sheild oficial também contém um leitor de cartões micro-SD.
4

Produto disponível em:


<https://store.arduino.cc/usa/arduino-ethernet-shield-2>

Arduino WiFi Shield


Esse shield possuí a mesma função que o Ethernet Shield mas em redes sem
fio.

Produto sem preço disponível,


mas é possível de ser encontrado
em
<https://store.arduino.cc/usa/ard
uino-wifi-shield>

Arduino GSM Shield


O Arduino GSM Shield V2 permite que sua placa Arduino faça
chamadas telefônicas, envie SMS e conecte-se à Internet.
5

Produto sem preço disponível,


mas é possível de ser encontrado
em
<https://store.arduino.cc/usa/ard
uino-gsm-shield-2-integrated-
antenna>

Bluetooth Low Energy (BLE) Shield for Arduino 2.0

Adiciona ao Arduino a capacidade de conversar com outros dispositivos


via Bluetooth como iPhones e iPads.

Valor estimado $19.99 em


<https://www.makershed.com/pr
oducts/bluetooth-low-energy-ble-
shield-for-arduino-2-0>

É possível de se encontrar também alguns tipos de display para o Arduino


como os listados abaixo:

TFT Touch Display Shield V2.0 da Seed Studio


Adiciona uma tela LCD colorida de matriz ativa com resolução de 320×240
pixels que suporta até 65 mil cores. Além d isto este shield também conta com
um sensor de toque resistivo, iluminação da tela e um leitor de micro-SD. Ideal
para uma interface gráfica e sensibilidade ao toque.
6

Valor estimado $19.99 em <https://www.seeedstudio.com/2-8-TFT-Touch-Shield-V2-0-p-1286.html>

Arduino Motor Shield

Possuí a eletrônica necessária para comandar diversos tipos de motores


e outras cargas indutivas como solenoides e relês. Ele permite controlar a
velocidade e a direção dos motores de maneira independente e ainda medir o
quanto de corrente cada um deles está consumindo, tem grande utilidade
quando se deseja conduzir motores DC e de passo.

Ele permite que você acione dois


motores DC com sua placa
Arduino, controlando a velocidade
e a direção de cada um
independentemente.

Disponível em
<https://store.arduino.cc/usa/ard
uino-motor-shield-rev3>
7

Adafruit Motor/Stepper/Servo Shield for Arduino V2

Esse shield tem diversas características, das quais as principais são:


• Até 4 motores CC bidirecionais com seleção individual de velocidade de
8 bits
• Até 2 motores de passo (unipolar ou bipolar) com bobina simples, dupla
bobina ou passo intercalado.
• Testado compatível com Arduino Mega 1280 e 2560, Diecimila,
Duemilanove e UNO
• 2 conexões para servos 5V

Valor estimado $19.50 em


<https://www.adafruit.com/prod
uct/81>

Adafruit 16-Channel 12-bit PWM/Servo Shield.


Possibilita a conexão de até 16 servos de uma vez, resolução de 12 bits
para cada saída - para servos, que significa resolução de 4us a uma taxa de
atualização de 60Hz

Valor estimado $17.50 em


<https://www.adafruit.com/prod
uct/1411>
8

Wave Shield for Arduino


Tem como funcionalidades:
• Reproduzir som de qualidade
• Reproduzir sons a partir de arquivos no fomato .wav (sim, aquele do
Windows
• Conter um conversor DAC (conversor digital-analógico), filtros e
amplificadores de áudio de boa qualidade
• Armazenar os arquivos em um cartão SD
• Conectar com seus alto-falantes ou fones de ouvido através de uma
conexão P2 padrão.

Valor estimado $22.00 em <https://www.adafruit.com/product/94 >

Shield módulo com 8 relés

É um shield capaz de interligar dispositivos (lâmpadas, eletrodomésticos


etc.) ao seu Arduino através do uso de relés.

Valor estimado $44.90 em


<https://www.filipeflop.com/prod
uto/modulo-rele-5v-8-canais/>
9

Arduino Proto Shield


Esse Shield é um pouco particular, porque não se trata de um Shield
propriamente dito, mas sim de uma placa que permite com que o usuário cria o
seu próprio shield e dessa forma o utilize encaixando-o no Arduino como um
shield comum.

Valor estimado $11.90 em


<https://store.arduino.cc/usa/pro
to-shield-rev3-uno-size

Isso permite com que tal qual no mundo dos smartphones se você pensar
em algo “existe um app para isto”, no mundo do Arduino se você pensar em algo
“existe um shield para isto”.

3 TIPOS DE ARDUINO MAIS CONHECIDOS


Existem diferentes tipos de Arduino, cada qual com a sua particularidade.
Abaixo estão tabelados diferentes tipos de Arduino junto as suas características.
[3]
10

4 CONHECENDO MELHOR O ARDUINO UNO

Para começar a trabalhar com Arduíno (esperando-se que o usuário seja


inexperiente), um bom arduíno para se começar a trabalhar é o Arduíno UNO,
por possuír um hardware mais robusto é porque o microcontrolador utilizado
(ATmega328), cujo encapsulamento permite a substituição apenas do chip caso
houver a queima por mal uso, além de que o chip é fácil de encontrar no mercado
já com o bootloader do Arduino embutido.[4]

Com relação a alimentação


A alimentação pode ser feita através de uma conexão via USB ou através
de uma fonte externa.
O valor da fonte externa pode estar entre 6 a 20 V, recomenda-se o uso
de 7V a 12V, para evitar problemas com instabilidade no caso do uso de uma
11

tensão abaixo de 7V, já que a tensão de funcionamento da placa do Arduino 5V


e o uso à cima de 12V pode acarretar no superaquecimento dos reguladores de
tensão.
Quando conectado o USB e também uma fonte de alimentação externa,
o USB só servira para a comunicação com o computador por exemplo, a fonte
externa se encarregará de fornecer a tensão necessária. Abaixo se encontra os
lugares onde é possível fazer a alimentação da placa.

Alimentação da placa

Portas para conectar Shields


O Arduino UNO também possuí as portas onde é possível conectar os
Shields e outros módulos essas portas estão representadas abaixo

IOREF - Fornece uma tensão de referência para que shields possam


selecionar o tipo de interface apropriada, dessa forma shields que funcionam
com a placas. Arduino que são alimentadas com 3,3V, podem se adaptar para
ser utilizados em 5V e vice-versa.
12

RESET - pino conectado a pino de RESET do microcontrolador. Pode ser


utilizado para um reset externo da placa Arduino.
3,3 V. - Fornece tensão de 3,3V. para alimentação de shield e módulos
externos. Corrente máxima de 50 mA.
5 V - Fornece tensão de 5 V para alimentação de shields e circuitos
externos.
GND - pinos de referência, terra.
VIN - pino para alimentar a placa através de shield ou bateria externa.
Quando a placa é alimentada através do conector Jack, a tensão da fonte estará
nesse pino.

Cérebro do Arduino
Tem um microcontrolador responsável pela comunicação do Arduino UNO
com o computador, chamado ATmega16U2, que facilita a gravação via USB
O cérebro do Arduíno Uno é o microcontrolador ATMEL ATMEGA328,
dispositivo de 8 bits, arquitetura RISC, 2KB de RAM, 1 KB de EEPROM,
capacidade de operar com 20 MHz (mas na placa opera com 16MHz), pode
operar com tensões baixas de até 1.8 V (mas com tensão baixa opera até
4MHz), Power-down Mode e o Power-save Mode para poupar energia em
situações de espera, 6 PWMs

Entradas / Saídas - Analógicas e Digitais


13

Possuí 14 pinos que podem ser usados como entrada ou saída digitais.
Estes Pinos operam em 5 V, pode fornecer ou receber uma corrente máxima de
40 mA.
Possuí 6 entradas analógicas onde cada uma tem a resolução de 10 bits.
Por padrão a referência do conversor AD está ligada internamente a 5V, ou seja,
quando a entrada estiver com 5V o valor da conversão analógica digital será
1023 (10 bits).

Gravação
A programação da placa pode ser feita através da comunicação serial,
sem necessidade de fazer a gravação do binário na placa via USB, mas também
é possível gravar o código usando o conector ICSP com um gravador da ATMEL
(AVR USBasp), conforme na figura abaixo.

5 PRINCIPAIS COMPONENTES
Um circuito eletrônico é formado por diversos componentes com
finalidades distintas, vamos a seguir aprender a identificar os mais utilizados.

-Resistores:

Os resistores, conforme já explicado acima, tem a função limitar a corrente


elétrica, eles são necessários do modo a evitar que determinados componentes
eletrônicos recebam uma tensão ou corrente maior do que eles podem suportar
evitando, desta forma, que os mesmos sejam danificados. São componentes não
14

polarizados, ou seja, podem ser instalados em qualquer sentido no circuito


elétrico, sem preocupação com os polos negativos ou positivos.

-Capacitores:

Os capacitores são componentes que permitem armazenar energia para


uma utilização rápida. Por exemplo, se compararmos um capacitor com uma
pilha temos que o capacitor pode descarregar toda sua carga em uma pequena
fração de segundo, já a pilha demoraria vários minutos para descarregar. Uma
aplicação típica de capacitores e no flash de câmera, a pilha (ou bateria) carrega
o capacitor por vários segundos, e então o capacitor descarrega toda a carga
armazenada para que a lâmpada do flash seja acionada imediatamente. Existem
diversos tipos de capacitores sendo alguns polarizados e outros não, a unidade
de medida de um capacitor é o Farad (F).
15

-Diodo:

Um diodo é um componente semicondutor que permite que a corrente flua


em apenas um sentido.
O diodo emissor de luz ou simplesmente LED é uma variação do diodo e
apresenta, como principal característica, a emissão de luz quando uma corrente
flui através do mesmo. É um componente polarizado, desta forma, o catodo (lado
chanfrado) sempre deve estar conectado ao polo negativo (ou terra) do circuito,
se conectado invertido pode ser danificado.

-Transistores:

Os transistores são componentes semicondutores e foram os principais


responsáveis pela revolução da eletrônica e da informática na década de 1960,
pois, permitiram substituir as válvulas nos equipamentos. Um transistor é
praticamente cem vezes menor que uma válvula, não necessita de tempo para
aquecimento, consome menos energia, sendo muito mais rápido e confiável.
16

Apresenta inúmeras aplicações, sendo as principais, a atuação como uma


“chave” eletrônica e amplificador de sinal.

-Potenciômetro:

Um potenciômetro é um componente eletrônico que possui resistência


elétrica ajustável. Geralmente, é um resistor de três terminais onde a conexão
central é deslizante e manipulável.

6 USO DE SENSORES

Para que o uso do Arduino faça sentido temos que usar sensores, para
receber as informações do mundo externo, daí tem-se o uso de sensores, que
podem ser: Digitais e Analógicos.[1]
17

Exemplo de sensores digitais: Sensor de proximidade indutivo ou


capacitivo, sensor óptico, chaves fim de curso, sensor de presença etc.
Exemplos de sensores analógicos: Sensor de temperatura, sensor de
luminosidade, sensor de umidade, sensores de pressão etc.

Exemplos do uso de sensores digitais e analógicos para finalidade semelhantes [1]

7 IDE USADA PRA PROGRAMAR O ARDUINO

Para programar o arduíno é necessário o uso de uma IDE (Integrated


Development Environment), que pode ser obtida gratuitamente no site:
<https://www.arduino.cc/en/main/software> [5]
18

Após fazer o download e a instalação, ao abrir a IDE, irá aparecer a


seguinte imagem onde também está descrita a função de cada botão e a
descrição de cada região.

Imagem disponível em [1]


19

Barra de menus é onde se localizam algumas funções mais especificas


que não são usadas frequentemente durante o uso da IDE como: imprimir,
bibliotecas, configurações de página, preferências etc.
Botão Verificar é usado para checar se existem erros no sketch (no
Arduino os programas desenvolvidos para ele são chamados de Sketch).
Botão carregar é usado para enviar o sketch para o Arduino. Esta ação
faz a verificação antes de enviar o sketch para o Arduino.
Botão Abrir: Abre um novo sketch que já está salvo no computador.
Botão Salvar: Dá à opção de salvar o sketch feito em um local
desejado.
Botão monitor serial: Abre a tela de monitor serial, faz a verificação da
comunicação da placa com o computador.
Área de setup e Área de código: Nesta parte é onde se escreve o
sketch.
Na Barra de informações a IDE do Arduino irá fornecer informações
básicas sobre tamanho do sketch, erros de compilação, etc.
E em baixo no rodapé tem-se informações sobre Modelo da placa e número
da porta USB conectada. [1].

8 COMO É FEITA A PROGRAMAÇÃO

Bibliotecas
A linguagem utilizada é baseada em c++. Existe a possibilidade de
importar bibliotecas, sendo que as bibliotecas são extensões de funções dentro
da linguagem que tem como objetivo facilitar e simplificar o desenvolvimento de
códigos.
Existem as bibliotecas padrão do Arduino, que já estão incluídas com a
instalação da IDE ex.: Ethernet, LiquidCrystal, Servo e bibliotecas criadas por
terceiros, ou pelo próprio usuário caso ele queira desenvolver uma.
As bibliotecas devem ser declaradas no início do código (antes do setup).
Existe a forma correta de se declarar uma biblioteca, é preciso incluir o seguinte
termo:
Ex: #include <nome da biblioteca.h> [1].
20

Estruturas de um programa de Arduino.

Um programa de Arduino está dividido em duas partes Void setup e void


loop. A função setup é lida pelo microcontrolador somente uma vês na
inicialização do mesmo e a função loop é lida infinitamente até a placa ser
desligada.
Void setup usada para declaração de variáveis, modo dos pinos e etc.

Ex:

Void loop Fica repetindo o código permanentemente até que a placa seja
desligada ou o botão de reset seja pressionado.
Exemplo programa que faz um LED piscar [1]

9 COMO FAZER UMA SIMULAÇÃO

Mostrando agora alguns exemplos de aplicação para o Arduíno, o objetivo é


mostrar uma possível forma de simular sem a necessidade de fazer a gravação
na placa fisicamente, para isso, será utilizado o recurso da simulação feita no
Proteus, para maiores informações de como fazer essas simulações deixa-se
21

citado dois links que serão de extrema importância para tornar essa simulação
possível, são esses os links abaixo:

• https://www.youtube.com/watch?v=BQ00G7LyGeA -> SIMULANDO


ARDUINO NO ISIS PROTEUS | Fast Lesson #12, ensina como fazer a
IDE do Arduíno se comunicar com o Proteus e como obter o esquemático
semelhante da placa, sem a necessidade de montá-la com o oscilador e
com os capacitores [6]

• https://www.4shared.com/rar/4_d3o-Yzce/ARDUINO.html -> onde está


disponível o esquemático da placa [7]
22

Ao iniciar a IDE do arduino, há a possibilidade de acesso à alguns programas


básicos, a localização desses programas básicos está demonstrada na figura à
cima, como um primeiro exemplo, será analisado o acendimento e não
acendimento de um LED, fazendo-o piscar ininterrompidamente até que a seja
retirada a alimentação da placa, ou seja pressionado o botão Reset.

O código para fazer o LED piscar está descrito abaixo:

Primeiro Exemplo LED piscando

1. // the setup function runs once when you press reset or power the board
2.
3. void setup() {
4. // initialize digital pin LED_BUILTIN as an output.
5. pinMode(LED_BUILTIN, OUTPUT); //LED_BUILTIN is the port 13.
6. }
7.
8. // the loop function runs over and over again forever
9.
10. void loop() {
11. digitalWrite(LED_BUILTIN, HIGH); // turn the LED on (HIGH is the voltage level)
12. delay(1000); // wait for a second
13. digitalWrite(LED_BUILTIN, LOW); // turn the LED off by making the voltage LOW
14. delay(1000); // wait for a second
15. }

Para realizar a simulação no Proteus é necessário configurarmos a IDE


primeiro acessando, Arquivo >> Preferências e na opção “Mostrar mensagens
de saída durante”, deve-se deixar selecionado a opção compilação, conforme a
imagem abaixo:
23

Com esse código aberto na IDE, basta dar um clique no botão “Verificar”,
feito isso, será gerado um arquivo temporário em hexadecimal contendo o código
compilado e em “linguagem de máquina”, com isso, basta copiar o endereço
onde estará esse arquivo temporário, conforme imagem abaixo:
24

Copiado o endereço do arquivo hexadecimal, agora é só abrir o Proteus


com o circuito montado, dar um duplo clique sobre o Arduino e indicar onde está
o arquivo hexadecimal colocando o endereço previamente copiado, após isso é
só executar a compilação.

Onde deve ser colocado o


endereço do arquivo hexadecimal

Segundo Exemplo – Leitura de uma entrada analógica

Possibilidade da Leitura não somente entre 0 e 5V, mas também com


valores intermediários [8].

Pela resolução temos que quando a entrada for 0V temos o valor 0, e


quando a entrada for 5V temos a entrada 1023.
Para valores de tensão abaixo de 3V na entrada A0, o LED da porta 13
fica apagado, para valores maiores o LED fica aceso, para isso foi utilizado um
potenciômetro.
25

void setup() {

// initialize serial communication at 9600 bits per second:

Serial.begin(9600);

pinMode(13, OUTPUT);

// the loop routine runs over and over again forever:

void loop() {

// read the input on analog pin A0:

int sensorValue = analogRead(A0);

bool variavel;

if(sensorValue<=614){ // 614 = 3V

variavel = LOW;

else{

variavel = HIGH;

digitalWrite(13, variavel);

Terceiro Exemplo – Usando pushbotton, Leitura de uma entrada digital

Acende o LED da porta 13 quando o pushbotton da porta 2 for


pressionado, e apaga quando o pushbotton não for pressionado.

// digital pin 2 has a pushbutton attached to it. Give it a name:

int pushButton = 2;

// the setup routine runs once when you press reset:

void setup() {

// initialize serial communication at 9600 bits per second:


26

Serial.begin(9600);

// make the pushbutton's pin an input:

pinMode(pushButton, INPUT); // configura porta 2 como entrada

pinMode(13, OUTPUT); // configura porta 13 como saída

// the loop routine runs over and over again forever:

void loop() {

// read the input pin:

int buttonState = digitalRead(pushButton); // fazendo a leitura da porta 2

if (buttonState==1){ //botão pressionado

digitalWrite(13, HIGH);

else{

digitalWrite(13, LOW);

Quarto Exemplo – PWM


Altera a intensidade do brilho de um LED utilizando uma porta que gera
pulsos PWM. [9]
Os pulsos vão aumentando 5 a 5, quando ultrapassa 255 (100% de Duty
Cycle) reduz-se 5 a 5 até que chegue ao valor 0 (0% de Duty Cycle e LED
apagado). Portas PWM vem com “~” na frente.
27

/*

Fade

This example shows how to fade an LED on pin 9 using the analogWrite()

function.

The analogWrite() function uses PWM, so if you want to change the pin you're

using, be sure to use another PWM capable pin. On most Arduino, the PWM pins

are identified with a "~" sign, like ~3, ~5, ~6, ~9, ~10 and ~11.

This example code is in the public domain.

http://www.arduino.cc/en/Tutorial/Fade

*/

int led = 9; // the PWM pin the LED is attached to

int brightness = 0; // how bright the LED is

int fadeAmount = 5; // how many points to fade the LED by


28

// the setup routine runs once when you press reset:

void setup() {

// declare pin 9 to be an output:

pinMode(led, OUTPUT); // porta 9 como saída

// the loop routine runs over and over again forever:

void loop() {

// set the brightness of pin 9:

analogWrite(led, brightness);

// change the brightness for next time through the loop:

brightness = brightness + fadeAmount;

// reverse the direction of the fading at the ends of the fade:

if (brightness <= 0 || brightness >= 255) {

fadeAmount = -fadeAmount;

// wait for 30 milliseconds to see the dimming effect

delay(30);

Quinto Exemplo – Acionando uma Lâmpada Usando Relé

O relé é útil para quando se deseja acionar cargas de maior potência.


Exemplo uma Lâmpada de 127V. [10]
O relé não é indicado para chaveamentos rápidos (alta frequência) por
possuir contatos mecânicos que são gastos facilmente.
29

No exemplo a Lâmpada de 127V é acesa e apagada com delay de 2


segundos.
void setup(){

pinMode(11,OUTPUT); // configura pino 11 como saída

void loop() {

digitalWrite(11, HIGH); // Acende Lâmpada

delay(2000);

digitalWrite(11,LOW); // Apaga Lâmpada

delay(2000);

Sexto Exemplo – Usando um display LCD

O uso do display LCD é útil quando se deseja passar alguma informação


para o usuário. Abaixo está o código adaptado de [13]
30

#include <LiquidCrystal.h> //inclui biblioteca no programa

LiquidCrystal lcd(2,3,4,5,6,7);
/*Cria objeto lcd da classe LiquidCrystal
RS 2
Enable 3
DB4 4
DB5 5
DB6 6
DB7 7
*/

//Cria um smile
byte smile[8] = {
B11111,
B00000,
B01010,
B00000,
B10001,
B01110,
B00000,
B00100,
};

//Cria outro smile


byte smile2[8] = {
B00000,
B00000,
B01010,
B01010,
B00000,
B10001,
B11111,
B00000,
};
31

void setup(){
lcd.begin(16,2); //Inicializa display de 2 linhas x 16 colunas
lcd.createChar(0, smile); //Cria o smile e o associa ao 0
lcd.createChar(1, smile2); //Cria o smile2 e o associa ao 1
lcd.home(); //Posiciona cursor no canto superior esquerdo
lcd.print("3 "); //Executa uma pequena contagem regressiva
delay(500);
lcd.print("2 ");
delay(500);
lcd.print("1 ");
delay(500);
lcd.clear(); //Limpa a tela do LCD
lcd.print(" NAPSI"); //Escreve NAPSI
lcd.setCursor(6,2); //Posiciona o cursor na posição (6,1)
lcd.write(byte(0)); //Escreve o smile
lcd.setCursor(8,2); //Posiciona o cursor na posição (8,1)
lcd.write(1); //Escreve smile2
}

void loop(){

}
32

Esquemático do Proteus para a Execução desses códigos-exemplos


33

Para um curso mais prático


https://www.electrofun.pt/blog/curso-arduino-0-introducao/

10 REFERÊNCIAS

[1] Guia defenitivo de arduino <https://blog.silvatronics.com.br/arduino-o-guia-


definitivo/> Acesso em 15/01/2019

[2] Tipos de shields <http://blog.fazedores.com/conheca-os-shields-e-


incremente-seu-arduino-com-eles/> Acesso em 21/01/2019

[3] Tabela características de cada Arduino <https://www.filipeflop.com/blog/tipos-


de-arduino-qual-comprar/> Acesso em 27/01/2019

[4] Características importante do Arduíno UNO


<https://www.embarcados.com.br/arduino-uno/> Acesso em 27/01/2019

[5] Download da IDE do Arduino <https://www.arduino.cc/en/main/software>


Acesso em 29/01/2019

[6] Simulando Arduino no ISIS Proteus


<https://www.youtube.com/watch?v=BQ00G7LyGeA> Acesso em 12/02/2019

[7] Esquemático da placa Arduino UNO para proteus


<https://www.youtube.com/watch?v=BQ00G7LyGeA> Acesso em 12/02/2019

[8] Analisando a Leitura de portas analógicas


<https://www.arduino.cc/reference/en/language/functions/analog-
io/analogread/> Acesso em 18/02/2019

[9] Dominando o PWM <https://www.embarcados.com.br/domine-o-pwm/>


Acesso em 12/02/2019

[10] Uso de relé <http://www.arduinobr.com/arduino/acionadores/usando-um-


rele-para-controlar-dispositivos-eletricos/> Acesso em 18/02/2019.

[11] Curso prático <https://www.electrofun.pt/blog/curso-arduino-0-introducao/>


Acesso em 23/02/2019

[12] Biblioteca Proteus <https://www.theengineeringprojects.com/2018/04/how-


to-add-new-library-in-proteus-8.html> Acesso em 24/02/2019

[13] Usando Display LCD 16x2 <https://portal.vidadesilicio.com.br/display-lcd-


16x2-com-arduino/> Acesso em 25/02/2019