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Nome dalilian J.G. Chemiscok.

R: A C7082B3
Campos R.H. De F.(org) - Psicologia Social Comunitária: da
Solidariedade a Autonomia, Petropolis: Vozes, (2007. P. 80-99).

Fichamento: Relações comunitárias, Relações de dominações.


Relações sócias é uma ordenação um direcionamento intrínseco de uma coisa em
direção a outra. Uma coisa que não pode existir e nem ser, sem que haja uma outra
coisa e essa coisa fica sendo parte dela. A relação é a comunicação, o diálogo, a
união etc. É um conceito que amplia a realidade que não pode ser ela mesma, sem
que haja uma outra coisa. Mas nem sempre a relação é algo que une, podemos ter
conflito que também é uma relação como rejeição e a exclusão. A relação existe
sempre que uma coisa não pode dar conta sozinha de sua existência, de seu ser. A
sua percepção é dialética de que, uma coisa necessita da outra para serem ela
mesma. Dentre diversas figuras que ela estabelece no decorrer da vida ela recorre as
figuras única singular, mas plena de outros.
Relações sociais como elementos definidos dos grupos.
O grupo se constitui pela existência ou não de relação, se não a nenhuma relação
entre as pessoas jamais poderá ser um grupo. Só quando se estabelece relação nesse
momento começa o grupo. Ele tem que ter algo em comum. Esse algo em comum é
a relação que está presente em todos. Podemos observa que tipo é o grupo
observando a sua relação.
Visão estática Versus Visão dinâmica de grupo.
Nunca se pode fechar a compreensão de um grupo, o grupo se constitui a parti da
relação, e essa relação são dinâmicas, mutáveis podendo mudar de um momento
para o outro, mas na medida em que um participante adquiri mais ou menos poder ele
se transforma e transforma o grupo.
Comunidade Multidão (massa) público.
Massa ou multidão é a existência de um grande número de pessoas ligada por
contiguidade física que esteja em um mesmo lugar, onde elas não se conhecem.
Na multidão.
Relação inexistente, pode - se com facilidade usar de emoção e o calor físico, desperto
para manipular a multidão e leva-la a fazer coisas que em um grupo que reflita jamais
o faria. As multidões são perigosas.
Público.
São multidões, porém sem contiguidade físicas, estão espalhados por milhares de
lugares e a sua única relação é estar ligado no mesmo canal de tv, de rádio etc., mas
o telespectador não se reconhece, e não se relaciona. o público não traz perigo.
Meio de comunicação de massa.
Grandes possibilidades de manipulação.
Distinção entre poder e dominação.
Poder; Capacidade de uma pessoa de executar uma ação, qualquer ou
desempenhar qualquer prática. Todos os indivíduos têm poder na medida em que
pode fazer algo.
Definição de dominação;
Relações entre pessoas, ou grupos, onde uma das pessoas expropria, rouba, o poder
do outro. Essa individuo com o pretexto de possuir determinadas qualidades ou
características se apropria do seu poder e passa tratá-lo de maneira desigual. A
dominação é uma relação assimétrica, desigual e injusta. Todos têm poder mesmo
que não o exerce ou não pode ocupar uma posição de poder, mas na prática são os
que fazem tudo ou quase tudo pois tem capacidade, poder.
A origem da dominação
Ela também surge com a ideologia. A ideologia vai dar sentido a cada coisa. Ela neste
sentido serve para criar, sustentar relações tanto justas, éticas, também criar e
sustentar relações assimétricas, desiguais, injustas, que são as relações de
dominações. A ideologia no dia a dia vai criando significados, sentidos, definições de
determinadas realidades. Significados que tem uma conotação de valores, positivos e
negativos. O indivíduo vai criando juízo de valores, discriminação, estereótipo e
preconceitos. Junta qualidades e características de determinadas pessoas ou coisas.
Esses estereótipos quando negativo cria e sustenta as relações de dominação
mulheres, negros. Existe diferentes formas de dominação, econômica, o trabalho
humano, politica, cultural. E essa dominação possui diversas formas, como racismo,
o patriarcalismo, e o institucionalísmo.
Relação comunitária
Comunidade atribuída a Marx.
É um tipo de vida em sociedade onde todos são chamados pelo nome, tendo uma
vivencia em sociedade, onde pessoas além de possuir um nome próprio mantem a
sua identidade e sua singularidade, e tem a possibilidade de participar, de dar a sua
opinião, de manifestar seus pensamentos e de ser alguém. O conceito de relação ela
tem dois extremos, se constitui em duas distorções reducionista ela é inibidora de
pleno desenvolvimento humano de um lado um individualismo grosseiro,
fundamentado na filosofia liberal, tem como pressuposto um ser humano isolado de
todos o autossuficiente entre fechado sobre si mesmo sempre em competição para a
sobrevivência. E do outro lado, um ser humano como peça de máquina, parte de um
lado colocado a serviço do estado ou de uma instituição burocrática anulando em sua
subjetividade de superar esse extremo. Mas necessitando dos outros para sua plena
realização. A sociedade é democrática quando existe realmente uma comunidade
onde as pessoas podem ser chamadas pelos seus nomes e são identificadas,
podendo ter milhos de habitantes, mas esse pais somente será democrático se houver
em sua base uma rede de comunicação onde os cidadãos, exercitam seus direitos de
participação e são respeitados como pessoas se não houver democracia em um nível
comunitário, não poderá ter democracia em nenhum outro nível seja estadual,
municipal ou nacional.
Na comunidade
O indivíduo tem voz e a sua voz pode colocá-la em ação, sua iniciativa, desenvolvem
sua criatividade e o seu ser não se esgota nela mesma, ela se completa na medida
em que se tornam um ser para, exercitando sua plena vocação de animal político
social As relações comunitárias que estabelece uma verdadeira comunicação são as
relações igualitárias que se dão entre as pessoas que possui iguais direitos e deveres
que todos possam ter vez, reconhecimento em sua singularidade onde as diferenças
sejam respeitadas e que as pessoas possam ser amadas, estimadas e benquistas.
Os trabalhos comunitários. Os estágios
Tanto os psicólogos quanto, estudantes de serviços sócias, realizam serviços sócias
nas comunidades. Maioria dos serviços são realizados em vilas pobres e carentes.
Eles vão para o estágio para praticar e ajudar, colaborando com os seus
conhecimentos teóricos, mas com o cuidado de não achar que é o detentor do saber,
todas as comunidades têm o seu saber, mas não à priori em melhor e nem pior que o
nosso apenas diferentes. Qualquer atividade que vem ser desempenhada em grupo
deve ter em mente dois princípios. O primeiro respeitar o saber do outro, prestar
atenção no que as pessoas dizem ou fazem, e segundo só poderemos chegar a esse
ponto a parti do momento em que formos inseridos na comunidade com cuidado e
humildade. E segundo Ferdinand Tornnes uma associação que se dá na linha do ser,
uma participação profunda dos membros no grupo, onde são colocados em comum,
relações primarias com o próprio ser a própria vida, conhecimento mútuo a amizade
os sentimentos, os seres humanos participam da comunidade não pelo que tem, mas
pelo que são.