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Mateus Monteiro, Mirella Diniz, Raphael Dias, Vitor Ninomiya

QUESTIONÁRIO PARA FISIOLOGIA CARDIOVASCULAR

Aula 1: Coração como bomba e Ciclo Cardíaco


1. Defina Sístole e Diástole
A Sístole é o nome dado ao período de contração muscular tanto dos átrios quanto dos
ventrículos. A sístole determina a ejeção de sangue dos átrios para os ventrículos (Sístole Atrial)
ou a ejeção de sangue dos ventrículos para as artérias aorta e pulmonar (Sístole Ventricular).
A Diástole é o nome dado ao período de relaxamento muscular tanto dos átrios quanto dos
ventrículos. A diástole é caracterizada como o período em que há o enchimento das câmaras
cardíacas com sangue que chega ao coração pelas veias cavas e pelas veias pulmonares.
2. Explique a importância dos músculos papilares.
Os músculos papilares são responsáveis por evitar o abaulamento das válvulas atrioventriculares
(Mitral e Tricúspide) para o interior dos átrios durante a sístole ventricular. Como são ligados à
essas válvulas por meio das cordas tendíneas, os músculos papilares, ao se contraírem, “puxam”
essas válvulas ligeiramente para o interior das câmaras ventriculares evitando que a alta pressão
no interior dos ventrículos lesione essas válvulas. Há uma sincronia entre a contração dos
músculos papilares e a sístole ventricular, de maneira que esses músculos exercem papel
importante na proteção das válvulas atrioventriculares.
3. Explique o que é VDF, VSF, VS e relacione-os numa fórmula.
O volume diastólico final (VDF) corresponde ao volume total no interior dos ventrículos após o
enchimento passivo durante a diástole (80% VDF) e a sístole atrial (20% VDF). Trata-se do
volume máximo de sangue abrigado nas câmaras ventriculares. O sangue ejetado durante a sístole
ventricular é denominado de Volume Sistólico (VS) enquanto que o volume que permanece no
ventrículo mesmo após a sístole, é denominado de Volume Sistólico Final (VSF). Assim podemos
estabelecer a relação: VDF = VS + VSF.
4. O que são discos intercalares e qual a sua importância na fisiologia cardíaca?
Discos intercalares ou Estrias Escalariformes são junções do tipo GAP que unem os
cardiomiócitos presentes no músculo estriado cardíaco. Essas junções permitem a livre passagem
de íons e potenciais de ação entre os cardiomiócitos contribuindo para arquitetura de sincício da
musculatura cardíaca. Assim, na presença de um potencial de ação, a despolarização é rápida,
permitindo a contração quase simultânea dessas células. Desse modo, os discos intercalares são
fundamentais para a contração simultânea dos cardiomiócitos e consequentemente, para a
ritmicidade dos batimentos cardíacos
5. Descreva o sistema de condução cardíaco, explanando os tipos de feixes que o compõe.
O sistema de condução cardíaco é composto pelo Nó Sinusal (Sinoatrial), pelas fibras internodais,
pelo Feixe de Bachmann, pelo Nó Atrioventricular, pelo feixe de fibras de HIS e pelas fibras de
Purkinje. A condução se inicia no Nó Sinusal responsável pela geração do potencial de ação
despolarizante necessário para a contração muscular. Ao liberar esse PA, ele toma dois caminhos:
o primeiro, para a musculatura atrial esquerda através do feixe de Bachmann e o segundo, em
direção ao Nó AV (atrioventricular) através das fibras internodais. Ao alcançar o Nó AV, o
impulso é conduzido pelos feixes de fibras de His, direito e esquerdo, para cada uma das paredes
ventriculares. Por fim, o impulso alcança as fibras de Purkinje responsáveis pela contração
ventricular propriamente dita, determinando a sístole ventricular.
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6.​ ​Explique a razão pela qual podemos observar um platô em um gráfico de potencial cardíaco vs
tempo (mV vs s) do músculo cardíaco e porque não há esse platô no músculo esquelético.
O platô observado é a característica gráfica que revela o maior tempo de despolarização dos
cardiomiócitos. Assim observamos que a musculatura cardíaca apresenta maior tempo de
despolarização que a musculatura esquelética. Ao analisarmos as características bioquímicas de cada
tipo muscular, notamos que ambos os músculos estriados (esquelético e cardíaco) se caracterizam pela
abertura repentina de canais rápidos de sódio. O alto influxo de íons sódio para o interior das células
determina a despolarização e favorece a contração. Entretanto, no caso da musculatura cardíaca,
podemos observar ainda 2 outros eventos que permitem a contração prolongada e mais vigorosa desse
músculo em relação ao músculo esquelético. A primeira delas é a abertura de canais lentos de cálcio
(Na+/Ca++) que permitem que a despolarização dure por mais tempo devido ao alto influxo de íons
positivos (Ca++ e Na++). Por outro lado, a entrada dos íons cálcio ainda é responsável pelo
favorecimento da contração muscular. Conclui-se, portanto, que o músculo cardíaco apresenta maior
disponibilidade de íons Ca++ para a contração se compararmos a quantidade disponível para o
músculo esquelético (oriundos apenas do retículo sarcoplasmático). A segunda razão relevante para
platô no gráfico cardíaco é a queda na permeabilidade ao íon potássio (K+) após o potencial de ação.
Essa queda reduz em até 5x a permeabilidade do íon e determina a redução abrupta das cargas
positivas. Esse evento previne o retorno precoce do potencial celular vigente para o potencial de
repouso (isto é, a redução da permeabilidade mantém a despolarização por mais tempo). Essas 2
características bioquímicas, aliadas à característica intrínseca da musculatura estriada (abertura rápida
de canais de sódio), permitem que haja uma despolarização prolongada (15x mais) revelando um platô
em gráficos de potencial.
7. Explique o que é o período refratário e suas classificações.
Período refratário é o período no qual um novo potencial de ação despolarizante não é capaz de
reexcitar uma determinada área da musculatura cardíaca já excitada. Pode ser de dois tipos:
Relativo ou Absoluto.
O período refratário relativo é aquele em que é possível a excitação da musculatura, determina
uma contração prematura da musculatura, mas não há somação de ondas. O período refratário
absoluto é aquele em que a musculatura não pode excitar uma área já excitada do miocárdio.
8. Explique o que é o fenômeno denominado Acoplamento Excitação-Contração observado na
musculatura cardíaca.
Trata-se do mecanismo pelo qual o potencial de ação provoca a contração das miofibrilas. O
potencial de ação se difunde pelos túbulos T determinando dois eventos: (1) a liberação de cálcio
pelo Retículo sarcoplasmático no interior do sarcoplasma muscular e (2) a abertura de canais
iônicos de cálcio dependentes de voltagem na membrana dos túbulos T, permitindo também a
entrada de cálcio no sarcoplasma. Esses eventos são fundamentais para que a contração da
musculatura cardíaca seja forte e vigorosa, uma vez que os retículos sarcoplasmáticos da
musculatura cardíaca são pouco desenvolvidos e não são capazes de armazenar a quantidade
suficiente de cálcio necessária para que a contração vigorosa. Sabendo que a força de contração
depende da elevada concentração de cálcio, justifica-se a relevância desse mecanismo sobre a
fisiologia cardíaca.
9. Explique o conceito de pré-carga e pós-carga.
Pré-carga é força exercida pelo miocárdio ao fim da diástole e portanto, refere-se a quantidade de
volume sanguíneo no ventrículo no final da diástole. Está relacionado ao retorno venoso.
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Pós-carga é força de resistência exercida pelos ventrículos para a ejeção do volume sanguíneo,
corresponde máxima pressão sistólica. Em contextos de hipertensão arterial, a pós-carga é
aumentada (eleva-se a resistência à ejeção ventricular).

10.​ E​ stabeleça uma relação entre a frequência cardíaca e o período de duração do ciclo cardíaco.

F=1/T ​ → ​A frequência cardíaca é inversamente proporcional ao período do ciclo cardíaco. Dessa


maneira, o aumento da FC determina a redução do período do ciclo cardíaco e vice-versa.
Vlw parabéns
11.​ ​Cite os eventos que compõe o ciclo cardíaco em ordem cronológica, a partir da atividade atrial
inicial.
- Nó sinusal libera potencial de ação despolarizante ​à​ Contração Atrial
- Contração isovolumétrica
- Fechamento das valvas AV
- Despolarização Ventricular ​à​ Abertura da valva aórtica
- Sístole Ventricular ​à​ Ejeção
- Fechamento da valva aórtica
- Relaxamento isovolumétrico
- Abertura das valvas AV
- Diástase (Enchimento passivo dos ventrículos)
12.​ ​Apresente uma definição para o ciclo cardíaco.
Define-se como o período entre uma sístole e a sístole seguinte. (DESCUBRA -ELE FALOU
QUE TINHA QUE ACEITAR ESSE TIPO DE RESPOSTA! PROBLEMA É DELE! BUNDA
MOLE!)
13.​ ​Descreva o ciclo cardíaco.
O ciclo cardíaco é definido como o período entre uma sístole e a sístole seguinte.
Tudo se inicia no Nó Sinusal (SA) localizado na parede posterior do átrio direito. Esse conjunto
de cardiomiócitos modificados emite um potencial de ação despolarizante que percorre toda a
musculatura atrial promovendo a sístole atrial. Este evento é registrado de diversas maneiras: no
ECG, é representado pela onda P; na curva de pressão atrial, pela onda a. A sístole atrial
determina o direcionamento de 20% do volume diastólico final para os ventrículos, permitindo
que os ventrículos atinjam seu volume máximo (VDF), sendo que este é registrado pela curva de
volume. O potencial de ação alcança o Nó Atrioventricular (AV) e iniciara transmissão do
impulso para a demais câmaras cardíacas. Após completar o VDF, imediatamente as valvas
atrioventriculares (mitral e tricúspide) se fecham. Esse evento gera um som denominado de
1ªbulha cardíaca. O potencial de ação despolarizante passa do Nó AV para as fibras de Purkinje
por meio do feixe de His e a contração muscular dos ventrículos se inicia do endocárdio para o
miocárdio. Observamos o complexo QRS no ECG indicando a despolarização da musculatura
ventricular. A sístole determina o aumento gradativo da pressão ventricular e quando alcança o
valor de 80mmHg no VE, a valva aórtica se abre e o sangue é parcialmente ejetado (volume
sistólico). Os elementos envolvidos na sístole ventricular são registrados de 5 formas: na curva de
pressão aórtica observamos um aumento significativo de pressão representado pela abertura da
valva aórtica; na curva de pressão ventricular, também observamos um aumento de pressão
correspondente à ejeção de sangue dos ventrículos; na curva de pressão atrial, observamos um
ligeiro aumento de pressão, a onda c. Essa onda indica um ligeiro aumento de pressão atrial
devido ao refluxo de sangue que abaula as valvas AV durante a sístole ventricular. A ejeção de
sangue é registrada pela queda gradativa da curva de volume ventricular enquanto que o
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complexo QRS (mais precisamente em R), representa o pico da contração do miocárdio e o ápice
da sístole ventricular. Durante a ejeção do volume sistólico, a musculatura ventricular inicia seu
processo de repolarização das camadas musculares mais externas para a mais interna. Esse evento
gera uma deflexão positiva, a onda T. No ápice da onda T, o fonocardiograma registra a 2ªbulha, o
som característico do fechamento das valvas semilunares (aórtica e pulmonar), enquanto que a
curva de pressão atrial registra a onda v, resultante do enchimento dos átrios a partir do fluxo
venoso durante a diástole. Após o fechamento das valvas semilunares, as valvas AV se abrem
permitindo rápido afluxo de sangue acumulado nos átrios durante a sístole ventricular (e diástole
atrial) dos átrios para os ventrículos. Nesse momento, podemos ouvir a 3ª Bulha originada em
algumas pessoas devido a etapa de enchimento rápido ventricular. Em seguida, com o aumento da
pressão ventricular, o fluxo sanguíneo para os ventrículos tem sua velocidade reduzida (fase de
diástase). Após a diástase, o nó SA emite um novo potencial de ação despolarizante. Neste
momento, em algumas pessoas podemos ouvir a 4ªbulha, produto da sístole atrial. A partir desse
momento, o ciclo recomeça.

Aula 2: Eletrofisiologia cardíaca, Regulação da atividade cardíaca e Cardiograma de


suspensão na rã
14.​ ​Defina os termos Cronotropismo, Batmotropismo, Dromotropismo, Inotropismo
● Cronotropismo/Automatismo: propriedade das células do sistema cardionector e das fibras
musculares cardíacas de gerar seus próprios estímulos elétricos alterando a freqüência
cardíaca (positivo: aumenta; negativo: diminui), independentemente de influências
extrínsecas ao órgão
● Batmotropismo/Excitabilidade: capacidade do miocárdio de reagir quando estimulado,
extendendo o estimulo por todo o órgão
● Dromotropismo/Condutibilidade: Propriedade de um estimulo fisiológico gerado no coração
(nó sinusal) ser transmitido a todas as células cardíacas (capacidade de condução)
● Inotropismo: Propriedade dos cardiomiócitos quanto a sua contratilidade

15.​ ​O que é escape vagal? Como ele acontece?


Termo dado ao processo em que o coração volta a bater após um longo período de estímulo do nervo
vago. A atuação do nervo vago é parassimpática sobre o coração, liberando acetilcolina e promovendo
a bradicardia, podendo até chegar a zero. Contudo, após um tempo de estimulação vagal os
neurotransmissores tornam-se insuficientes à totalidade dos receptores colinérgicos e o coração volta a
bater novamente.

16.​ ​O que é escape ventricular? Como ele acontece?


A estimulação da inervação parassimpática do coração (nervos vagos) provoca liberação do hormônio
acetilcolina pelas terminações vagais. Esse hormônio tem dois efeitos principais sobre o coração.
Primeiro, ele diminui o ritmo do nodo sinusal e, segundo, ele reduz a excitabilidade das fibras
juncionais A-V entre a musculatura atrial e o nodo A-V, lentificando assim a transmissão do impulso
cardíaco para os ventrículos. A estimulação vagal, leve a moderada, reduz a frequência cardíaca
frequentemente até cerca da metade do valor normal. E a estimulação intensa dos vagos pode
interromper por completo a excitação rítmica do nodo sinusal ou pode bloquear a transmissão do
impulso cardíaco dos átrios para os ventrículos pelo nodo A-V. Em ambos os casos, os sinais
excitatórios não são conduzidos para os ventrículos. O batimento ventricular é interrompido por 5 a 20
segundos, mas então algum ponto das fibras de Purkinje, mais comumente na porção septal
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interventricular do feixe A-V, desenvolve ritmo próprio, causando contração ventricular na frequência
de 15 a 40 batimentos por minuto. Esse fenômeno é denominado escape ventricular.

17.​ ​Descreva o efeito da noradrenalina e da acetilcolina sobre o coração de rã em suspensão no que


tange à frequência cardíaca e à amplitude das contrações no ECG. Relacione tais efeitos à
estimulação simpática e parassimpática.
A noradrenalina apresenta

18.​ O
​ que é uma extrassístole? Porque esse evento pode ocorrer?
Extrassístole, batimento prematuro ou ectópico é uma contração ventricular prematura.
A maioria decorre de focos ectópicos que produzem impulsos anormais (não está sob controle do
NSA),
Causas dos focos ectópicos
1.​ ​Áreas de isquemia
2.​ ​Calcificação à compressão/irritação
3.​ ​Irritação tóxica (fármacos, nicotina ou cafeína)
4. ​Frequente durante cateterização cardíaca (quando o cateter entra no VD e pressiona o
endocárdio)

Extrassístoles geram QRS bizarro no ECG


FALTA COISA AQUI! VOU PEGAR AMANHÃ NO MEU CADERNO! =D

19.​ ​O que são marcapasssos ectópicos? Qual as suas possíveis localizações​?


Quando não estimuladas a partir de local externo, outras regiões do sistema de condução geram
descargas intrínsecas, ou seja, tornam-se marcapassos localizados fora do nó sino-atrial. Podem se
localizar em qualquer região do sistema condutor do coração, mas principalmente ocorre no nó AV e
no Feixe de His.

Não tá na pergunta, mas acho legal acrescentar: Em condições gerais, o potencial de ação é gerado
pelo NSA (Ele controla o batimento porque sua frequência de descargas rítmicas é muito maior do que
a de qualquer outra parte do coração à assume a função de marcapasso);

20.​ ​Compare a frequência de disparo de marcapassos ectópicos atriais e ventriculares.


Nó SA: 70 a 80 disparos por minuto
Nó AV: 40 a 60 disparos por minuto
Fibras de Purkinje 15 a 40
Sendo assim, quando um marcapasso ectópico assume a função de excitação no coração, haverá uma
redução na frequência cardíaca, que é relativamente característica da região que a assume.

21.​ Q
​ ual o efeito de uma estimulação elétrica sobre a sístole? E sobre a diástole?
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22.​ ​O que é potenciação pós-extrassistólica?


Quando ocorre extrassistole, a tensão desenvolvida no batimento seguinte é maior que a normal.
embora a tensão desenvolvida no batimento extrassistolico em si seja menor do que o normal, o
próximo batimento exibe aumento da tensão. quantidade inesperada ou extra da Ca++ entrou
na célula durante a extrassístole e foi acumulada no retículo sarcoplasmático.

23.​ O
​ que ocorre aos batimentos cardíacos em caso de interrupção da condução nervosa?

24.​ O
​ que ocorre à amplitude das contrações com o aumento da voltagem dos estímulos?

25.​ ​O que é Lusitropismo?


Lusitropismo, ou Distensibilidade, diz respeito a capacidade de relaxamento global que tem o coração,
uma vez cessada sua estimulação elétrica e, em decorrência, terminado o processo de contração, o que
determina o fenômeno do relaxamento diastólico. O relaxamento do coração também é um processo
ativo, dependente de gasto energético e de ações iônicas e enzimáticas específicas.

26.​ ​Descreva o mecanismo de Frank-Starling.


É a capacidade intrínseca do coração de se adaptar a volumes crescentes de afluxo sanguíneo é
conhecida como mecanismo cardíaco de Frank-Starling. O mecanismo de
Frank-Starling afirma que quanto mais o miocárdio for distendido durante o enchimento, maior será a
força da contração e maior será a quantidade de sangue bombeada
para a aorta. Ou, em outras palavras: Dentro de limites fisiológicos, o coração bombeia todo o sangue
que a ele retorna pelas veias.

Aula 3: Princípios de eletrocardiografia, Registro do ECG e das bulhas, Determinação do eixo


elétrico médio

27.​ ​Qual a velocidade de registro do ECG?


Um eletrocardiograma típico tem velocidade de impressão de 25 milímetros por segundo.

28.​ ​Qual a distância e o tempo considerados normais para um período do ciclo cardíaco? Faça a
correspondência entre o tempo total e o tempo de cada onda registrada pelo ECG
O intervalo de tempo normal entre dois complexos QRS sucessivos de adulto é de cerca de 0,83 segundo,
o que corresponde a uma frequência cardíaca de 60/0,83 vezes por minuto, ou 72 batimentos por
minuto
- Intervalo P-Q: 0,16 segundos (19,277 % do tempo total)
- Intervalo Q-T: 0,35 segundos (41,176 % do tempo total)
- Intervalo T-P: 0,32 segundos (39,024 % do tempo total)
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29.​ ​O que significam as deflexões positivas e negativas do ECG?


Deflexões positivas: despolarização
Deflexões negativas: repolarização
→ Cuidado: já que a onda T é de repolarização e é uma deflexão positiva.

30.​ ​O que representa a onda P?


A onda P é produzida pelos potenciais elétricos gerados quando os átrios se despolarizam, antes de a
contração atrial começar.

31.​ ​O que representa o complexo QRS ?


O complexo QRS é produzido pelos potenciais gerados quando os ventrículos se despolarizam antes de
sua contração, isto é, enquanto a onda de despolarização se propaga pelos ventrículos

32.​ ​O que representa a onda T?


A onda T é produzida pelos potenciais gerados, enquanto os ventrículos se restabelecem do estado de
despolarização. Esse processo no músculo ventricular normalmente ocorre 0,25 a 0,35 segundo após a
sua despolarização, e a onda T é conhecida como onda de repolarização

33.​ ​O que representa a onda U?


A onda U, nem sempre registrada no ECG, corresponde a repolarização dos Músculos Papilares.

34.​ ​O que representa a onda a?


A onda a é causada pela contração atrial.

35.​ ​O que representa a onda c?


A onda c ocorre quando os ventrículos começam a se contrair; ela é causada, em parte, pelo ligeiro
refluxo de sangue para os átrios, no início da contração ventricular, mas principalmente pelo
abaulamento para trás das valvas A-V em direção aos átrios, em virtude da pressão crescente nos
ventrículos

36.​ O
​ que representa a onda v?
A onda v ocorre perto do final da contração ventricular; ela resulta do lento fluxo de sangue das veias para os
átrios, enquanto as valvas A-V estão fechadas durante a contração dos ventrículos. Então, quando essa contração
termina, as valvas A-V se abrem, permitindo que esse sangue atrial armazenado flua rapidamente para os
ventrículos, causando o desaparecimento da onda v.

37.​ ​Descreva a onda de pressão aórtica.


Ao ocorrer uma sístole ventricular, ocorre a abertura da valva aórtica, com a curva de pressão
aórtica tendo rápida elevação, logo após o período de contração isovolumetrica. Essa elevação
ocorre durante o chamado período de ejeção, que apresenta logo em seguida breve queda no
valor da pressão na aorta. Após essa queda, ocorre o fechamento da valva aórtica, com o
surgimento, na curva, do chamado "nó dicrotico", que consiste numa rápida queda no valor da
pressão na aorta seguida de breve elevação dessa pressão. Em seguida, ocorre nova queda de
pressão aórtica até os níveis pré sistólicos durante os períodos de afluxo rápido, diastase e sístole
atrial.
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38.​ ​Explique o que é o nó dicrótico da aorta?


Formada por breve fluxo retrógrado de sangue (no final da sístole ventrícular) imediatamente antes do
fechamento da valva aórtica. Isso ocorre porque a pressão na aorta torna-se superior àquela com o
sangue é ejetado no final da sístole.

39.​ ​Descreva a onda de pressão atrial.


Quando o ventrículo esquerdo se contrai, a pressão ventricular aumenta rapidamente até que a valva
aórtica se abra. A entrada de sangue nas artérias faz com que suas paredes sejam distendidas, e a
pressão sobe para aproximadamente 120 mmHg. Em seguida, ao final da sistole, quando o ventriculo
esquerdo para de ejetar sangue e a valva aórtica se fecha, as paredes elásticas das artérias mantém a
pressao elevada mesmo durante a diástole. A chamada incisura ocorre na curva de pressão aórtica no
momento em que a valva aórtica se fecha. Ela é causada pelo breve período de fluxo sanguineo
retrógrado, imediatamente antes do fechamento valvar, seguido pela cessação abrupta desse refluxo.
Após o fechamento da valva aórtica, a pressao na aorta cai vagarosamente durante a diastole, pois o
sangue armazenado nas artérias distendidas flui de forma contínua para os vasos periféricos, até
retornar as veias. Antes que o ventriculo se contraia de novo, a pressão aórtica, nas condições
normais, cai para cerca de 80 mmHg (pressão diastólica), o que equivale a dois terços da pressão
maxima de 120 mmHg (pressao sistólica), que é medida na aorta durante a contração ventricular.

40.​ D
​ escreva a onda de pressão ventricular.

A curva de pressão diastólica é determinada pelo enchimento do coração com volumes


progressivamente crescentes de sangue, medindo-se então a pressão diastólica imediatamente antes do
inicio da contração ventricular, que é a chamada pressão diastólica final do ventrículo, A curva de
pressão sistólica é determinada pela medida da pressão sistólica, durante a contração ventricular, para
cada volume de enchimento, Observa-se que, até que o volume do ventrículo não contraido ultrapasse
o valor de 150 mL, a pressão “diastólica” não chega a aumentar muito. Desse modo, ate esse volume,
o sangue pode fluir facilmnente do átrio para o ventrículo. Acima de 150 mL, a pressão diastólica
sobe rapidamente, em parte por causa do tecido fibroso cardíaco, que não se distende mais, e em parte
porque o pericárdio que envolve o coração está praticamente em seu limite de volume,
Durante a contração ventricular, a pressão “sistólica” se eleva, mesmo em volumes ventriculares
baixos, e atinge o máximo com volumes entre 150 e 170 ml.. A partir daí, à medida que o volume
aumenta ainda mais,a pressão sistólica na realidade diminui sob certas condições, pois, com grandes
volumes como esses, os filamentos de actina e miosina das fibras do músculo cardíaco estão
afastados o suficiente para que a força da contração de cada fibra seja menor que a ótima. Vale
reparar, de modo especial que a pressão sistólica máxima para o ventrículo esquerdo normal fica
entre 250 y 300 mmHg, mas isso pode variar bastante em função da força cardíaca de cada pessoa e
do grau de estimulo pela inervação cardíaca, Para o ventrículo direito normal, a pressão sistólica
máxima fica entre 60 e 80

41.​ ​Explique o que são as derivações cardíacas.


São diferentes regiões de posicionamento de eletrodos que permitem a observação dos fenômenos
elétricos cardíacos em diferentes perspectivas.
42.​ ​Defina o sentido dos vetores (- ​→ ​ +) das Derivações dos Membros (DI, DII, DIII, AVR, AVL,
AVF)
DI (180º → 0º): Braço Dir. (-) → Braço Esq. (+)
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DII (-120 → 60º): Braço Dir (-) → Perna Esq. (+)


DIII (-60º → 120º): Braço Esq. (-) → Perna Esq. (+)
AVF (- 90º → 90º): Perpendicular a DI
AVR (-150 → 30º):
AVL (-30º→ 150º):

​ efina o sentido dos vetores (- ​→ 7​ +) das Derivações Pré-Cordiais (V1,V2,V3,V4,V5,V6)


43.​ D

44.​ E
​ squematize as derivações dos membros em um ponto central.

45.​ ​Explique porque nas derivações pré-cordiais podem ser observadas variações no padrão do
ECG (Faça uma representação das 6 ondas para facilitar a explicação)

46.​ E
​ xplique a origem das 4 bulhas cardíacas

- B1​: fechamento das valvas atrioventriculares (mitral e tricúspide) - sístole


- B2​: fechamento das valvas semilunares (pulmonar e aórtica) - diástole
- B3​: fase de enchimento rápido ventricular; som protodiastólico; relacionada com sobrecarga
de volume (ex: insuficiência do ventrículo esquerdo, insuficiência mitral); pode ser fisiológica
em crianças e adultos jovens; melhor audível com campânula em foco mitral;
- B4​: fase de contração atrial; som telediastólico ou pré-sistólico; relacionada com a sobrecarga
de pressão (ex: coronariopatia, miocardiopatia, hipertensão arterial sistêmica e estenose
aórtica); pode ser fisiológica em crianças e adultos jovens; som grave de baixa intensidade;
ocorre milissegundos antes da primeira bulha, podendo ser confundida com desdobramento de
B1;

Aula 4: Análise do ECG, Arritmias e Bloqueios

47.​ O
​ que é uma arritmia sinusal? Como ela ocorre? Qual sua principal manifestação no ECG?

A arritmia consiste em qualquer alteração rítmica de contrações que tenha origem no nó sinoatrial. Ela
pode decorrer de qualquer das muitas condições circulatórias que alteram as forças dos sinais dos nervos
simpáticos e parassimpáticos para o nodo sinusal do coração. Não há uma manifestação principal devido à
grande variação entre as diversas arritmias sinusais, mas é possível de se observar: ​(1) FC: Variável (2)
Ritmo: irregular (3) variações nos traçados das ondas P e T e no complexo QRS.

48.​ ​O que é uma taquicardia sinusal? Como ela ocorre? Qual sua principal manifestação no ECG?
Taquicardia sinusal consiste na elevação da frequência cardíaca media para valores acima de 100 bpm.
Ela ocorre devido a elevação da temperatura corporal, atividades físicas, estimulação simpática ou
patologias toxicas para o coração. No ECG, o registro é feito normalmente, tendo como única exceção a
distância reduzida entre cada ciclo, configurando maior frequência.

49.​ ​O que é uma bradicardia sinusal? Como ela ocorre? Qual sua principal manifestação no ECG?
Bradicardia sinusal consiste na redução da frequência cardíaca media para valores abaixo de 60 bpm. Ela
ocorre principalmente à estímulos vagais que liberam acetilcolina nas terminações vagais do coração. No
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ECG, o registro é feito normalmente, tendo como única exceção a distância aumentada entre cada ciclo,
configurando menor frequência.

50.​ ​Defina o que é um sopro cardíaco e uma estenose de valva.


Sopros cardíacos são bulhas anormais causadas por anormalidades das valvas cardíacas. Estenose de valva
consiste no estreitamento de uma valva.

51.​ ​Descreva como os elementos de inervação cardíaca atuam sobre a F.C. e sobre a força de
contração.
A inervação cardíaca realizada por fibras simpáticas atuam de três formas: elevando a FC frequência de
descargas do nodo sinusal, aumentando a excitabilidade e, por consequência, a velocidade de
condução em todas as porções do coração e, por fim, elevando muito a força de contração de toda a
musculatura cardíaca, tanto atrial como ventricular. Já a inervação realizada pelas fibras
parassimpáticas liberam acetilcolina nas terminações vagais, tendo efeito de reduzir tanto a
frequência, como a velocidade de condução elétrica no músculo cardíaco e a força de contração das
fibras miocárdicas.

52.​ ​Explique os diferentes bloqueios (parcial, intermitente e total).


Os bloqueios diferem entre si quanto a sua extensão e gravidade, sendo o parcial o mais leve o total
o mais grave. Eles comprometem a condução dos impulsos elétricos pelo feixe de His. tais
condições podem ser causado por:isquemia das fibras, compressão por tecido cicatricial ou
inflamação do feixe AV ou extrema estimulação vagal em casos raros.

53.​ E
​ xplique o bloqueio AV total

54.​ E
​ xplique como podem ocorrer a fibrilação e o flutter atriais.

56.​ ​Descreva como se deve analisar um ECG com a finalidade de se detectar uma isquemia, uma
injúria ou um infarto do miocárdio.

57.​ D
​ escreva sucintamente todas as etapas de análise de um ECG por um clínico.

Aula 5: Princípios de hemodinâmica, medida de pressão arterial, ausculta cardíaca e Pulso


arterial

58.​ ​Explique quais são os fatores que influem sobre a pressão arterial? (Utilize a fórmula em seu
raciocínio)
PAM = DCxRPT; DC=FS

59.​ ​O que é débito cardíaco?


Débito cardíaco é o volume de sangue bombeado pelo coração em um minuto. Pode ser calculado pela
multiplicação da frequência cardíaca pelo volume sistólico.
60.​ ​Explique os efeitos da hipertensão arterial sobre a dinâmica cardiopulmonar.
Mateus Monteiro, Mirella Diniz, Raphael Dias, Vitor Ninomiya

61.​ ​Explique o que são os sons de Korotkoff.


Acredita-se que os sons de Korotkoff sejam provocados principalmente pela ejeção de sangue pelo
vaso parcialmente ocluído e por vibrações da parede do vaso. O jato de sangue provoca turbulência no
vaso após o manguito, o que desencadeia vibrações ouvidas por meio do estetoscópio.

62.​ D
​ escreva os eventos relacionados à manobra de Valsalva

A manobra de Valsalva, é realizada ao se expirar forçadamente contra os lábios fechados e


nariz tapado (apnéia expiratória​)​, forçando o ar em direção ao ouvido médio se a tuba
auditiva estiver aberta. ​Ela é praticada constantemente nas atividades normais, por exemplo
nos atos de levantar, tossir, defecar, vomitar, empurrar objetos pesados, espreguiçar e na fase
expulsiva do trabalho de parto. Clinicamente, esta manobra é utilizada como um teste de
integridade funcional do sistema nervoso autônomo.

Fase I: A manobra começa com um pico de pressão arterial (pico de volume sistolico nesse
instante - aumento da força de contração do ventrículo- ejeção forte, porque a expiração
forçada, ativa os músculos expiratórios; aumenta a pressão intratorácica; facilita a ação do
ventrículo; aumenta volume sistólico. Usa maior fração do VDF;
Fase 2: impedimento do retorno venoso -compressão das veias cavas (queda brusca da PA)
Fase 3: aumento de frequência; (ativação simpática devido ao baixo volume arterial:
barorreflexo), gerando vasoconstricao periférica, aumento da frequência cardíaca. Entretanto,
como a pressão intratoracica impede que o retorno venoso ocorra pelas veias cavas há uma
tempestade adrenérgica na tentativa de restaurar o fluxo sanguíneo. Isso pode gerar alteração
do sistema de excitação/condução, taquicardia ventricular, ativação de foco ectópico, BAV…
Fase 4: Liberacao da manobra - hipertonicidade simpática (acúmulo de catecolaminas);

63.​ D
​ escreva os eventos relacionados à manobra de Muller.

64.​ D
​ efine o conceito de Pressão de pulso e a Pressão arterial média (PAM).

A pressão de pulso é dada pela subtração da pressão sistólica pela pressão diastólica. A pressão arterial
média é a média das pressões arteriais medidas a cada milissegundo durante certo intervalo de tempo.
Ela não é igual à média entre as pressões sistólica e diastólica porque, nas frequências normais, maior
fração do ciclo cardíaco é usada na diástole do que é na sístole; assim, a pressão arterial permanece
mais próxima à diastólica que à sistólica durante a maior parte do ciclo cardíaco. Portanto, a pressão
diastólica determina cerca de 60% da pressão arterial média, e a pressão sistólica, 40%.

65.​ D
​ escreva os determinantes da pressão sistólica e da pressão diastólica.

66.​ ​Diferencie o fluxo laminar do fluxo turbilhonar, exemplificando a situação de ocorrência de


cada um.

67.​ D
​ escreva a Lei de Poiseuille
Mateus Monteiro, Mirella Diniz, Raphael Dias, Vitor Ninomiya

Basicamente a Lei de Poiseuille diz que, para um determinado vaso, o fluxo sanguíneo é diretamente
proporcional à diferença de pressão das extremidades, ao valor de Pi e a 4ªpotência do raio; e
inversamente proporcional à viscosidade do sangue e o comprimento do referido vaso. Nesse sentido,
a Lei de Pouiselle evidencia a potência das variações do tônus da musculatura perivascular sobre o
controle do fluxo sanguíneo, uma vez que um aumento do raio em x unidades determina o aumento do
fluxo em x​4​unidades.
68.​ ​Explique a importância das arteríolas e pequenas artérias na determinação da RPT.

69.​ E
​ xplique as forças que atuam no auxílio do retorno venoso.

70.​ ​Explique a importância da capacidade de reflexão da onda de pressão pelas grandes artérias
como a aorta. Relacione essa característica ao risco de AVC, insuficiência cardíaca e isquemia
miocárdica.

Aula 6: Regulação neural e humoral da pressão arterial

71.​ C
​ ite os principais mecanismos locais, neurais e humorais de controle da pressão arterial

72.​ ​Cite e classifique os principais mediadores metabólicos quanto a ação de vasoconstricção e


vasodilatação

73.​ E
​ xplique como o SNA atua na regulação da pressão arterial

74.​ ​Descreva a localização do Centro Vasomotor, suas subdivisões e as respectivas funções de cada
subdivisão.

75.​ Q
​ ual a importância do tônus vasoconstrictor simpático?

76.​ ​Explique o barorreflexo arterial e sua relevância como mecanismo neural de controle da
pressão arterial

77.​ E
​ xplique como atuam os seios carotídeos e corpos aórticos, detalhando sua inervação.

78.​ D
​ escreva a ação do barorreflexo á nível encefálico.

79.​ E
​ xplique a adaptação dos barorreceptores á contextos de alteração crônica da pressão arterial.

80.​ E
​ xplique os elementos envolvidos no quimiorreflexo e como atuam sobre a pressão arterial

81.​ E
​ xplique o que é a resposta isquêmica cerebral.

82.​ E
​ xplique o mecanismo de síncope vasovagal a partir de um estresse emocional ou dor.

83.​ ​Classifique os diferentes mecanismos humorais de regulação da pressão arterial como


hipertensores ou hipotensores
Mateus Monteiro, Mirella Diniz, Raphael Dias, Vitor Ninomiya

84.​ ​Explique como o Sistema Renina Angiotensina Aldosterona (RAAS) atua sobre a pressão
arterial através da fórmula PA=RPTxDC

85.​ D
​ escreva os eventos e os elementos que compõe o RAAS

86.​ D
​ escreva a atuação da Angiotensina II na RPT, na função renal e na estrutura cardiovascular.

87.​ D
​ escreva os 2 tipos de receptores para Angiotensina II e suas funções/respostas.

88.​ D
​ escreva a formação da Angiotensina 1-7 e sua atuação sobre a pressão arterial

89.​ ​Descreva a atividade do ADH sobre a pressão arterial e contraponha à atividade do peptídeo
natriurético atrial (ANP)

90.​ D
​ escreva a ação da epinefrina e da acetilcolina sobre a pressão arterial