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UNIVERSIDADE DE CABO VERDE

Unidade Orgânica FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS

Curso TECNOLOGIA DE MULTIMÉDIA E Ano 3º


COMUNICAÇÃO
Disciplina/Unidade ÉTICA, DEONTOLOGIA E Semestre 2º
Curricular DIREITO DA COMUNICAÇÃO

Carga Horária Total: T 5 TP 20 P 5


73 horas (14 aulas de 2
horas e 15 horas de 3 horas)
Docente Rui Pereira

1. Enquadramento
Mas é preciso também levar em conta, para apreender os desafios
éticos do nosso tempo, a realidade de um ambiente técnico, cheio
de ameaças e perigos diversos (...) As novas tecnologias
engendram um crescimento brutal dos poderes do homem,
tornando-o sujeito, mas também objecto de suas técnicas. (Jaqueline
Russ (1999). Pensamento Ético Contemporâneo, ed. Paulus, p. 16).

As reflexões éticas ligadas especificamente às diferentes profissões manifestam-se sob a forma de


ética profissional. Estas interrogações éticas remetem-nos frequentemente para os problemas
práticos de ordem sócio profissional com que deparam os membros de uma mesma profissão, tais
como a perigosidade de certas técnicas, a confidencialidade, a honestidade e a integridade
profissional. No entanto, a ética das profissões ultrapassa estas questões concretas e interroga,
profundamente, sobre o próprio papel social da profissão, as suas responsabilidades, a sua função e
os seus fins.
A consciência de que nenhuma profissão deve limitar o seu ideal profissional à sua dimensão
científico-técnica, funcional e instrumental, esquecendo a sua dimensão ética e deontológica é um
aspecto que deve ser levado em linha de conta por qualquer profissional. Por outro lado, é
importante percebermos que os códigos deontológicos, mesmo sendo (desde Bentham) o conjunto
de regras que regem uma determinada profissão, jamais conseguem, unilateralmente, resolver os
conflitos inerentes às profissões. Logo, torna-se necessário que a ética e a deontologia estejam
ligadas. Pois, a ética, assim como problematiza a moral (nem tudo o que é moral é correcto do
ponto de vista ético) problematiza a deontologia. Nem sempre os códigos deontológicos conseguem
corresponder às necessidades humanas no contexto laboral. Nos momentos em que estes não
correspondem, e sempre, a ética deverá manifestar a sua presença para questionar e esclarecer as
questões éticas e jurídicas que afetam as Tecnologias de Comunicação e Multimédia.

2. Objetivos da Unidade Curricular/Disciplina

Principais objectivos. A cadeira, Ética e Deontologia e Direito da Comunicação consiste numa


introdução básica aos principais tópicos e argumentos usados nos debates contemporâneos sobre as
questões éticas em Comunicação, Media e Tecnologia, tendo como foco, as questões da
Comunicação e Tecnologias Socialmente Responsáveis fundadas na exigência de uma ética da
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Informação e Comunicação fundadas no imperativo tecnológico próprio da era digital e da


sociedade de informação liderada pelo Homo Digitalis.
Por isso, na primeira parte, com o tópico DA ÉTICA À ÉTICA APLICADA E DEONTOLOGIA
OU ÉTICA PROFISSIONAL visa-se essencialmente: (1) Problematizar as noções de Ética, Moral,
Deontologia, Direito, Moralidade, Eticidade e Dilemas Morais; (2) Definir os Códigos
Deontológicos e identificar as suas Funções e Limitações; (3) Compreender a Ética profissional dos
Medias como ética aplicada; (4) Conceber as Tecnologias de Comunicação e Multimédia como
tecnologias de linguagem; (5) Compreender o significado da Ética na Gestão da Tecnologia da
Informação, Comunicação e Multimédia; (6) Comparar os Códigos Deontológicos nas Profissões
Tecnológicas, Multimédias e Sistemas de Informação quanto aos seus Princípios, Valores e Normas
Profisionais; (7) Caracterizar alguns Paradigmas de Teorias Éticas: Éticas da Virtude (aristotélica),
Ética Deontológica (kantiana), Ética Consequencialista (utilitarista – J. Benthan e S. Mill), Ética do
Discurso (Habbermas e Apel); (9) Justificar a necessidade Ética nas Tecnologias de Comunicação e
Multimédia; (9) Identificar e Analisar os Princípios, Valores e Normas associados às Tecnologias de
Comunicação e Multimédia.
Na segunda parte intitulada, QUESTÕES LEGAIS, ÉTICAS E POLÍTICAS
GOVERNAMENTAIS LIGADAS ÀS TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO E DE
MULTIMÉDIA, visa-se (1) Identificar e comprender o sentido das questões Éticas na Ética da
Informação no Panorama Contemporâneo; (2) Justificar o Direito, o Dever de Comunicação e
Princípios Conexos no contexto das Novas Tecnologias de Comunicação e Multimédia; (3)
Problematizar a ideia da Responsabilidade Social das Novas Tecnologias de Comunicação e
Multimédia; (4) Relacionar a problemática da Comunicação com as Tecnologias e Cidadania; (5)
Relacionar a ética do Audiovisual, com as quesões de Publicidade e Cidadania no contexto da
responsabilidade social e os desafios do marketing social; (6) Problematizar a questão da Liberdade
de Navegação na Era Digital; (7) Discutir os valores e o bem-estar social das Sociedades
Informacionais; (8) Relacionar a Política e Ética nos Meios de Comunicação no contexto das
Funções sociais dos Media e dos Serviços de Informação;
Finalmente, na terceira parte intitulada, DIREITO DA COMINICAÇÃO: QUESTÕES ÉTICAS E
JURÍDICAS, visa-se (1) Identificar as Dimensões e as questões éticas e jurídicas de Direito da
Comunicação; (2) Justificar a necessidade da Regulamentação nas Tecnologias de Comunicação e
Multimédia; (3) Problematizar os Direitos morais e económicos dos autores e a responsabilidade
dos prestadores de serviços da sociedade de informação; (4) Analizar a Problemática da
genuinidade da obra (Copyright), da violação dos direitos de autor e da observância de preceitos de
direito de autor na Internet; (5) Relacionar a Liberdade de expressão e responsabilidade na
navegação internet e serviços on-line; (6) Analisar a Criminalidade Informática no Ciberespaço e
questões conexas; (7) Discutir a Legislação Cabo-verdiana sobre Direito da Comunicação Social ou
Regulamentos Aplicáveis à Comunicação Social, nomeadamente, os relacionados com as Leis da
Rádio e da Imprensa Escrita; Agências de Notícias e da Televisão, Protecção de Dados Pessoais a
Pessoas Singulares, Redes e Serviços de Comunicações Electrónicas; (8) Demonstrar a Relevância
Ética e Jurídica da Autoridade Reguladora da Comunicação Social e das Comunicações em Cabo
Verde e da Agência Nacional das Comunicações em Cabo Verde: Realidades e Desafios.

2. Metodologias de ensino-aprendizagem.
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Propõe-se que as aulas sejam, simultaneamente, teórico-práticas e que pelo menos, após três aulas
teórico-práticas, 50% da aula seguinte seja inteiramente dedicado à discussão e esclarecimento dos
temas, anteriormente, abordados. Os tópicos são os elementos básicos, que fazem parte das questões
que devem ser abordadas e esclarecidas dentro de cada tema ao qual estão subordinados. Os textos
básicos serão cedidos, com antecedência aos alunos, que os podem encontrar na pasta da disciplina
na reprografia da Uni-CV no Campus do Palmarejo.
O regulamento estipula que é obrigatório a presença em, pelo menos, 75% das aulas lecionadas.
Além das metodologias suprarreferidas, as aulas basear-se-ão em debates, visualização de curtas-
metragens/vídeos sobre ética e deontologia, ética das novas tecnologias de comunicação e
multimédia, análise crítica de textos clássicos e contemporâneos sobre ética na comunicação,
deontologia e direito da comunicação.

3. Regime de Avaliação

A avaliação é contínua, sendo materializada através da elaboração de 5 fichas de leitura / resumos


individuais de alguns dos textos analisados na aula, e, ou com eles relacionados (30%), que serão
entregues 10 dias úteis, imediatamente a seguir. Nas sessões de exposições (apresentações - valem
30 % da avaliação final), cada grupo terá 60 minutos (1 hora), no máximo, para expor os tópicos
previamente combinados. Os primeiros 5 minutos da exposição são para explicar o organigrama –
esquema, que resume o trabalho. É também elemento essencial da avaliação, a assiduidade
participativa com coerência e o comportamento (10%).
O trabalho final a ser entregue até 22 de Junho de 2018, constitui um Ensaio/Artigo (de 8 páginas
no máximo e 5 páginas no mínimo) sobre um tema do programa ou assunto com ele relacionado e,
vale 30 % da avaliação global. O mesmo deverá ser elaborado ao longo do II Semestre, e será
discutido, publicamente, de forma individual, nas aulas subsequentes, nos dias subsequentes à
suspensão das aulas (1ª Semana em Julho).
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4. Conteúdos da Unidade Curricular/Unidades de Aprendizagem

I PARTE. DA ÉTICA À ÉTICA APLICADA E DEONTOLOGIA OU ÉTICA


PROFISSIONAL

1. Noções de Ética, Moral, Deontologia, Direito, Moralidade, Eticidade e Dilemas Morais.


2. Os Códigos Deontológicos: Noção, Funções e Limitações.
3. A Ética profissional como ética aplicada: o caso das Tecnologias de Comunicação e
Multimédia.
4. A Questão Tecnológica e a Natureza das Tecnologias de Comunicação e Multimédia como
tecnologias da linguagem.
5. A Ética na Gestão da Tecnologia da Informação, Comunicação e Multimédia
6. Análise Comparativa dos Códigos Deontológicos comparados nas Profissões Tecnológicas,
Multimédias e Sistemas de Informação quanto aos seus Princípios, Valores e Normas
Profisionais.
7. Alguns Paradigmas de Teorias Éticas: Éticas da Virtude, Ética Deontológica, Ética
Consequencialista, Ética do Discurso.
8. A Justificação da Ética nas Tecnologias de Comunicação e Multimédia.
9. Princípios, Valores e Normas associados às Tecnologias de Comunicação e Multimédia

II PARTE. QUESTÕES LEGAIS, ÉTICAS E POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS


LIGADAS ÀS TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO E DE MULTIMÉDIA.

1. Reflexões sobre a Ética da Informação no Panorama Contemporâneo (M. Gomez in Etica da


Informação…)
1. O Direito, Dever de Comunicação e Princípios Conexos (Liberdade de Expressão, Privacidade,
Inclusão, Diversidade, Visão e Realidade, Participação): sua possibilidade e relevância para as
Tecnologias de Multimédia e Comunicação.
2. A Responsabilidade Social das Novas Tecnologias de Comunicação e Multimédia.
3. Audiovisual, Publicidade e Cidadania: a responsabilidade social e os desafios do marketing
social.
4. A Liberdade de Navegação na Internet (i.e., Era Digital) (Monteiro. Estudos de Direito da
Comunicação.
5. Sociedades Informacionais, valores e bem-estar social.
6. Democratização, Inclusão e Info-exclusão.
7. Política, Tecnologias e Ética nos Meios de Comunicação: Funções sociais dos Media e dos
Serviços de Informação.

III PARTE. DIREITO DA COMUNICAÇÃO: QUESTÕES ÉTICAS E JURÍDICAS.

1. Os fundamentos da Regulamentação nas Tecnologias de Comunicação e Multimédia.


2. Dimensões de Direito da Comunicação relacionadas com: Proteção de dados de carácter pessoal
e direito comunitário; Direito à intimidade; Estado social e de direito e a proteção e defesa do
direito da pessoa e Esfera íntima da pessoa face ao tratamento/armazenamento de dados de
carácter pessoal e familiar.
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3. Os Direitos morais e económicos dos autores e a responsabilidade dos prestadores de serviços


da sociedade de informação.
4. A Problemática da genuinidade da obra (Copyright), da violação dos direitos de autor e da
observância de preceitos de direito de autor na Internet
5. Liberdade e responsabilidade na navegação internet e serviços on-line: Computer Ethics (ética
da computação); privacidade; liberdade de expressão; vigilância; esteganografia; vídeos
ofensivos, etc.;
6. Criminalidade Informática e Segurança no Ciberespaço: reprodução ilegítima de softwares;
vírus; burla informática; sabotagem informática; reprodução ilegítima de programas protegidos;
falsas notícias e desinformação; bullyng; danos morais; roubo e uso indevido de dados;
spamming; flaming; ética hacker, etc.;
7. A Legislação Cabo-verdiana sobre Direito da Comunicação Social ou Regulamentos Aplicáveis
à Comunicação Social:
7.1. Questões Éticas e Jurídicas Relativas às Leis da Rádio e da Imprensa Escrita;
7.2. Questões Éticas e Jurídicas Relativas às Leis da Televisão e das Agências de Notícias.
7.3. Regime Jurídico Geral de Protecção de Dados Pessoais a Pessoas Singulares;
7.4. A Relevância Ética e Jurídica da Autoridade Reguladora da Comunicação Social e das
Comunicações em Cabo Verde.
7.5. Regime Jurídico Geral Aplicável às Redes e Serviços de Comunicações Electrónicas.
8. O Papel Ético e Jurídico da Agência Nacional das Comunicações em Cabo Verde: Realidades e
Desafios.

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Livro.
107. SILVA, G. MARQUES DE (2001). Ética Policial e Sociedade Democrática. Lisboa:
ISPPSI.
108. SILVA, R.B.T. da & SANTOS, M. J. P. dos (2012). Responsabilidade Civil na Internet e
nos demais Meios de Comunicação, 2ª ed. São Paulo: Saraiva.
109. SILVERSTONE, R. (2005 [1999]). Por que Estudar a Mídia?, trad. de Milton C. Mota.
São Paulo: Loyola.
110. SINGER, P. (2002). Ética Prática. Lisboa: Gradiva.
111. SPENGLER, O. (1941). O Homem e a Técnica. Uma contribuição e a Filosofia da Vida,
trad. de Érico Veríssimo. Porto Alegre: Meridiano.
112. STRAUBHAAR, J. & LAROSE, R. (2004 [1997]). Comunicação, Mídia e Tecnologia,
trad. de José A. L. Duarte. São Paulo: Thomson.
113. TANENBAUM, A. S. (2003). Redes de Computadores, trad. de Vanderberg D. de Sousa.
Rio de Janeiro: Campus.
114. TAVANI, H. F. (2013). Ethics and Technology. Controversies, Questions and Strategies for
Ethical Computing. Riveier University: Wiley.
115. TERCEIRO, J. B. (1997). Sociedade Digital. Do Homo Sapiens ao Homo Digitalis, trad.
de G. Miranda. Lisboa: Relógio D`Água.
116. THOMPSOM, J. B. (1998). A Mídia e a Modernidade: uma teoria social da Mídia, trad.
de Wagner de O. Brandão. Petrópolis: RJ: Vozes.
117. TORRES, J. C. B. (2014). Manual de Ética. Questões de Ética Teórica e Aplicada.
Petrópolis, RJ: Vozes.
118. TORWOOD, H. T. & CATWELL, S. P. (2009, ed.). Cybersecurity, Cyberanalysis and
Warning. New York. Nova Science Publishers.
119. TUGENDHAT, E. (1997). Lições de Ética, trad. de Róbson R. dos Reis et al. Petrópolis:
Vozes.
120. TURBAN, E. et al. (2013). Tecnologia de Informação para a Gestão. Transformando os
Negócios na Economia Digital, 8ª ed. Bookman.
121. VATTINO, G. (1992 [1989]). A Sociedade Transparente, trad. de H. Shooja e I. Santos.
Lisboa: Relógio D`Água.
122. VERDELHO, P. et al. (2003). Leis do Crime, Vol. I. Famalicão: Centro Atlântico.
123. WACHOWICZ, M. et al. (2014, Coord.). Anais do VIII Congresso de Direito de Autor e
Interesse Público. Curitiba: UFPR.
124. WACHOWICZ, M. et al. (2015). Direito do Autor e Economia Criativa. Curitiba:
Gedai/UFPR.
10/16

6. Cronograma das Actividades de Ensino-Aprendizagem

Cronograma das Actividades de Ensino-Aprendizagem


Aula Data Nº de Conteúdo de Aprendizagem Bibliografia Aval.
Nº Horas
Iª PARTE: DA ÉTICA À ÉTICA
APLICADA E DEONTOLOGIA
OU ÉTICA PROFISSIONAL
1. Noções de Ética, Moral, CORNU, D. (1999). Jorna-lismo e
Deontologia, Direito, Moralidade, Verdade. Para uma ética da Informação.
1/2
16/03/18 RUSS, J. (1999 [1994]). Pensamento
4h
Eticidade e Dilemas Morais. Ético Contem-porâneo.
20/03/18 TORRES, J. C. B. (2014). Manual de
Ética. Questões de Ética Teórica e
Aplicada.
3. Os Códigos Deontológicos: BERTRAND, J. (2002). A Deontologia
Noção, Funções e Limitações. dos Media. Coimbra: Minerva.
3/4
CORNU, D. (1999). Jornalismo e
Verdade. Para uma ética da Informação.
CUNHA, M. P. et al. (2007). Manual de
Comportamento Organizacional e
Gestão.
23/03/18 3h PRATS et al (2004). Ética de la
Información. Barcelona.
REGO, A. & BRAGA, J. (2005). Ética
para Engenheiros. Desafiando a
Síndrome do vaivém Challenger.
ROCHA, A. da S. (2010). Ética,
Deontologia e Responsabilidade Social.
Porto: Vida Económica.
3. A Ética profissional como ética ALONZO, A. H. (2002). Ética General
aplicada: o caso das Tecnologias de de las Profesiones.
5
PASSOS, E. (2012). Ética nas
2703/18 2h Comunicação e Multimédia. Organizações.
PRATS, E. et al (2004). Ética de la
Información.
4. A Questão Tecnológica e a DE GÓMEZ, M. N. G. de & Cont.
Natureza das Tecnologias de CIANCONI, R. de B. (2017, Orgs).
6 Ética da Informação. Perspectivas e
Comunicação e Multimédia como Desafios.
tecnologias da linguagem. FLORIDI, L. (2010). The Cambridge
30/03/18 3h Handbook of Information and Computer
Ethics.
ILHA RCO, F. (2003). A Questão
Tecnológica. Ensaio sobre a Sociedade
Tecnológica Contemporânea.
03/04/18 2h 5. A Ética na Gestão da Tecnologia FLORIDI, L. (2010). The Cambridge
da Informação, Comunicação e Handbook of Information and Computer
7 Ethics.
Multimédia. REGO, A. & BRAGA, J. (2005). Ética
para Engenheiros. Desafiando a
Síndrome do Vaivém Challenger.
TURBAN, E. et al. (2013). Tecnologia
de Informação para a Gestão.
Transformando os Negócios na
Economia Digital.
11/16

HIMMA, K. & TAVANI, H.T. (2008).


The Handbook of Informatics and
Computer.
6. Análise Comparativa dos BERTRAND, J. (2002). A Deontologia
Códigos Deontológicos dos Media. Coimbra: Minerva.
8 CORNU, D. (1999). Jornalismo e
comparados nas Profissões Verdade. Para uma ética da Informação
Tecnológicas, Multimédias e DE OLIVEIRA, P. H. M. F. (2012).
10/04/18 2h Sistemas de Informação quanto aos Caracterização da Ética Profissional
seus Princípios, Valores e Normas dos Estudantes de Tecnologias e
Profisionais. Sistemas de Informação.
REGO, A. & BRAGA, J. (2005). Ética
para Engenheiros. Desafiando a
Síndrome do Vaivém Challenger.
7. Alguns Paradigmas de Teorias ARISTÓTELES (2004). Ética a
9710 Éticas: Éticas da Virtude, Ética Nicómaco.
HOOFT, S. T. (2013 [2006]). Ética da
Deontológica, Ética Virtude.
Consequencialista, Ética do KANT, I. (2005). Fundamentação da
13/04/18 Discurso. Metafísica dos Costumes.
17/03/18
5h
TORRES, J. C. B. (2014). Manual de
Ética. Questões de Ética Teórica e
Aplicada.
TUGENDHAT, E. (1997). Lições de
Ética.
11 8. A Justificação da Ética nas CHRISTOFOLETTI, R. (2008). Ética no
Tecnologias de Comunicação e Jornalismo.
COSTA, M. da S. & NEVES, J. P. (2010
Multimédia. Orgs). Tecnologia e Configurações do
Humano na Era Digital. Contribuições
para uma sociologia da Técnica.
DE GÓMEZ, M. N. G. de &
CIANCONI, R. de B. (2017, Orgs).
Ética da Informação. Perspetivas e
Desafios.
20/04/18 3h ESTEVES, J. P. (1998). A Ética da
Comunicação e os Media Modernos.
Legitimidade e Poder nas Sociedades
Complexas.
MOREIRA, S. V. & BRAGANÇA, A.
(2004, Org.). Mídia, Ética e Sociedade.
ObjETHOS (2017). Ética, Mídia e
Tecnologia. Entrevistas Internacionais.
PRATS, E. et al (2004). Ética de la
Información.
17/04/18 2h 9. Princípios, Valores e Normas AZNAR, H. (1999). Comunicación
12 associados às Tecnologias de Responsable: la autoregulación de los
Medias.
Comunicação e Multimédia BERTRAND, J. C. (2002). A
Deontologia dos Media.
CHRISTOFOLETTI, R. (2008). Ética no
Jornalismo.
DE GÓMEZ, M. N. G. de &
CIANCONI, R. de B. (2017, Orgs).
Ética da Informação. Perspetivas e
Desafios.
ESTEVES, J. P. (1998). A Ética da
Comunicação e os Media Modernos.
Legitimidade e Poder nas Sociedades
12/16

Complexas.
HIMMA, K. & TAVANI, H.T. (2008).
The Handbook of Informatics and
Computer.
PLAISANCE, P. L. (2011). Ética da
Comunicação: Princípios para uma
prática responsável.
PRATS, E. et al (2004). Ética de la
Información.
II PARTE: QUESTÕES
LEGAIS, ÉTICAS E
POLÍTICAS GOVERNA-
MENTAIS LIGADAS ÀS
TECNO-LOGIAS DE
COMUNICAÇÃO E DE
MULTIMÉDIA
1. Reflexões sobre a Ética da CORNU, D. (1999). Jorna-lismo e
Informação no Panorama Verdade. Para uma ética da Informação.
13 DE GÓMEZ, M. N. G. de &
Contemporâneo CIANCONI, R. de B. (2017, Orgs).
20/04/18 3h Ética da Informação. Perspetivas e
Desafios.
PLAISANCE, P. L. (2011). Ética da
Comunicação: Princípios para uma
prática responsável.
2. O Direito, Dever de Declaração da Unesco sobre o Direito da
Comunicação e Princípios Conexos Comunicação/Media.
13 MONTEIRO, A. PINTO (2002,
(Liberdade de Expressão, Coord.). Estudos de Direito da
Privacidade, Inclusão, Diversidade, Comunicação.
24/04/18 2h Visão e Realidade, Participação): MOURA, D. et al. (2011, Orgs.).
sua possibilidade e relevância para Comunicação e Cidadania. Conceitos e
as Tecnologias de Comunicação e Processos.
PLAISANCE, P. L. (2011). Ética da
Multimédia. Comunicação: Princípios para uma
prática responsável.
14 3. A Responsabilidade Social das BERTRAND, J. (2002). A Deontologia
Novas Tecnologias de dos Media.
MONTEIRO, A. PINTO (2002,
Comunicação e Multimédia. Coord.). Estudos de Direito da
Comunicação.
24/04/18 2h PLAISANCE, P. L. (2011). Ética da
Comunicação: princípios para uma
prática responsável.
SCHREIBER, A. (2013). Direito Civil e
Constituição.
15 4. Comunicação, Tecnologias, ESTEVES, J. P. (1998). A Ética da
Estatuto moral da Liberdade e Comunicação e os Media Modernos.
Legitimidade e Poder nas Sociedades
Cidadania. Complexas.
27/04/18 3h MORGADO, I. S & ROSAS, A. (2000,
Orgs). Cidadania Digital.
MOURA, D. et al. (2011, Org.).
Comunicação e Cidadania. Conceitos e
Processos.
04/04/18 3h 5. Audiovisual, Publicidade e ALMEIDA (2016). «Ética no
Cidadania: a responsabilidade Audiovisual», in Almeida, Cultura
Audiovisual em Cabo Verde.
13/16

social e os desafios do marketing MOURA, D. et al. (2011, Org.).


social Comunicação e Cidadania. Conceitos e
Processos.
16
TAVANI, H. F. (2013). Ethics and
Technology. Controversies, Questions
and Strategies for Ethical Computing.
SILVA, R.B.T. da & SANTOS, M. J. P.
dos (2012). Responsabilidade Civil na
Internet e nos demais Meios de
Comunicação.
6. A Liberdade de Navegação na ASSANGE, J. (2015). Cypher-punks.
Internet (i.e., Era Digital) Liberdade e o Futuro da Internet.
CASTELLES, M. (2007 [2001]). A
Galáxia Internet. Reflexões sobre a
Internet, Negócios e Sociedade.
CONVENÇÃO de Budapeste sobre a
Convenção sobre o Cibercrime.
DE GOMEZ, M. N. G. de &
CIANCONI, R. de B. (2017, Orgs).
17 Ética da Informação. Perspectivas e
Desafios.
LEONARDI, M. (2005).
Responsabilidade Civil dos Provedores
de Serviços de Internet.
LEONARDI, M. (2011). Tutela e
08/05/18 2h Privacidade na Internet.
MOCELLIN, C. (2018). Safe
HARBORS. A Responsabilidade Civil
dos Provedores de Internet por Dano
decorrente do Conteúdo Gerado por
Terceiro
MONTEIRO, A. PINTO (2002, Coord.).
Estudos de Direito da Comunicação.
MOURA, D. et al. (2011, Org.).
Comunicação e Cidadania. Conceitos e
Processos.
SILVA, R.B.T. da & SANTOS, M. J. P.
dos (2012). Responsabilidade Civil na
Internet e nos demais Meios de
Comunicação.
7. Sociedades Informacionais, CARDOSO, G. (2006). Os Media na
valores e bem-estar social Sociedade em Rede.
MOURA, D. et al. (2011, Org.).
18
Comunicação e Cidadania. Conceitos e
11/05/18 3h Processos.
PLAISANCE, P. L. (2011). Ética da
Comunicação: princípios para uma
prática responsável.
8. Democratização, Inclusão e Info- CASTELLES, M. (2007 [2001]). A
exclusão Galáxia Internet. Reflexões sobre a
Internet, Negócios e Sociedade.
HITKOWSKI, T. M. (2008, Orgs).
19 Políticas Públicas e Inclusão Digital.
15/05/18 2h PERUZZO, C. & BRITTES, J. (2002,
Org.). Sociedade de Informação e Novas
Mídias: Participação ou Exclusão?
DE GÓMEZ, M. N. D. de & LIMA,
C.R.M. (2010, Orgs). Informação e
Democracia.
14/16

9. Política, Tecnologias e Ética nos STRABHAAR, J. e LAROSE, J (2004).


Meios de Comunicação: Funções Comunicação, Mídia e Tecnologia.
MORGADO, I. S & ROSAS, A. (2000,
sociais dos Media e dos Serviços de Orgs). Cidadania Digital.
20 18/05/18 3h Informação. BERTRAND, J. (2002). A Deontologia
dos Media. Coimbra: Minerva.
DE GÓMEZ, M. N. D. de & LIMA,
C.R.M. (2010, Orgs). Informação e
Democracia
III PARTE. DIREITO DA
COMUNICAÇÃO: QUESTÕES
ÉTICAS E JURÍDICAS.
21 1. Os fundamentos da REVISTA, Comunicação e Sociedade,
Regulamentação nas Tecnologias Vol. 11 (207): A Regulamentação dos
22/05/18 2h de Comunicação e Multimédia.
Medias em Portugal.
BERTRAND, J. (2002). A Deontologia
dos Media. Coimbra: Minerva.
2. Dimensões de Direito da MONTEIRO, A. PINTO (2002,
22/23 Comunicação relacionadas com: Coord.). Estudos de Direito da
Comunicação.
Proteção de dados de carácter REVISTA, Comunicação e Sociedade,
pessoal e direito comunitário; Vol. 11 (207): A Regulamentação dos
Direito à intimidade; Estado social Medias em Portugal.
25/05/18
5h e de direito e a proteção e defesa do TURBAN, E. et al. (2013). Tecnologia
29/05/18 direito da pessoa e Esfera íntima da de Informação para a Gestão.
Transformando os Negócios na
pessoa face ao Economia Digital.
tratamento/armazenamento de SCHREIBER, A. (2013). Direito Civil e
dados de carácter pessoal e Constituição.
familiar. SCHREIBER, A. (2013). Direito e
Mídia.
24 3. Os Direitos morais e AKESTER, P. (2004). O Direito de
económicos dos autores e a Autor e os Desafios da Tecnologia
Digital.
responsabilidade dos CABRAL, P. (1998). Revolução
prestadores de serviços da Tecnológica e Direito Autoral.
sociedade de informação. CABRAL, P. (2003). A Nova Lei dos
Direitos Autorais.
FOUCAULT, M. (1992). O que é um
Autor?
4. A Problemática da AKESTER, P. (2004). O Direito de
05/06/18 2h genuinidade da obra Autor e os Desafios da Tecnologia
(Copyright), da violação dos Digital.
direitos de autor e da CABRAL, P. (1998). Revolução
Tecnológica e Direito Autoral.
observância de preceitos de CABRAL, P. (2003). A Nova Lei dos
direito de autor na Internet. Direitos Autorais.
DECRETO LEI Nº 4672007, de 10 de
Dezembro, Coletânea da de Legislação
de Comunicação Social – Cabo Verde,
2016 – Direção Geral da Comunicação
Social
08/06/18 3h 6. Liberdade e responsabilidade na ASSANGE, J. (2015). Cypher-punks.
navegação internet e serviços on- Liberdade e o Futuro da Internet.
25 LEONARDI, M. (2005). Responsa-
line: Computer Ethics (ética da bilidade Civil dos Provedores de
computação); privacidade; Serviços de Internet.
15/16

liberdade de expressão; vigilância; LEONARDI, M. (2011). Tutela e


esteganografia; liberdade de Privacidade na Internet.
VERDELHO, P. et al. (2003). Leis do
expressão; vídeos ofensivos,…; Crime, Vol. I. Famalicão: Centro
Atlântico.
7. Criminalidade Informática e BOLITIM OFICIAL (Cabo Verde), 20
Segurança no Ciberespaço: Março, 2017, I Série, nº 13 – Lei sobre
Cibercrime.
reprodução ilegítima de softwares; CONVENÇÃO de Budapeste sobre a
vírus; burla informática; sabotagem Convenção sobre o Cibercrime
informática; reprodução ilegítima HIMANEM, P. (2001). A Ética dos
de programas protegidos; falsas Hackers e O Espírito da Era da
notícias e desinformação; bullyng; Informação.
KIZZA, J. M. (2014). Computer,
danos morais; roubo e uso indevido Network, Securiry and Cyber Ethics.
26 de dados; spamming; flaming; ética LEONARDI, M. (2005). Responsa-
12/06/18 2h hacker, …; bilidade Civil dos Provedores de
Serviços de Internet.
LEONARDI, M. (2011). Tutela e
Privacidade na Internet.
MONTEIRO, A. PINTO (2002,
Coord.). Estudos de Direito da
Comunicação.
TURBAN, E. et al. (2013). Tecnologia
de Informação para a Gestão.
Transformando os Negócios na
Economia Digital.
8. A Legislação Cabo-verdiana DECRETO LEI Nº 4672007, de 10 de
27 sobre Direito da Comunicação Dezembro, Coletânea da de Legislação
de Comunicação Social – Cabo Verde,
28 Social ou Regulamentos Aplicáveis 2016 – Direção Geral da Comunicação
29 à Comunicação Social: Social.
8.1. Questões Éticas e Jurídicas REVISTA, Comunicação e Sociedade,
Relativas às Leis da Rádio e da Vol. 11 (207): A Regulamentação dos
Imprensa Escrita; Medias em Portugal.
8.2. Questões Éticas e Jurídicas VERDELHO, P. et al. (2003).
Relativas às Leis das Agências Leis do Crime, Vol. I.
15/06/18 de Notícias e da Televisão;
19/06/18 BOLITIM OFICIAL (Cabo
22/06/18
8h 8.3. Regime Jurídico Geral de
Protecção de Dados Pessoais a Verde), 20 Março, 2017, I Série,
Pessoas Singulares; nº 13 – Lei sobre Cibercrime/
8.4. A Relevância Ética e PROPOSTA DE LEI, Conselho de
Jurídica da Autoridade Ministros (Cabo Verde), nº IX,
Reguladora da Comunicação 2016 sobre o Cibercrime.
CONVENÇÃO de Budapeste sobre a
Social e das Comunicações em Convenção sobre o Cibercrime
Cabo Verde.
8.5. Regime Jurídico Geral
Aplicável às Redes e Serviços
de Comunicações Electrónicas.
9. O Papel Ético e Jurídico da DECRETO LEI Nº 4672007, de 10 de
Agência Nacional das Dezembro, Coletânea da de Legislação
30. 26/06/18 2h Comunicações em Cabo Verde:
de Comunicação Social – Cabo Verde,
2016 – Direção Geral da Comunicação
Realidades e Desafios. Social.
16/16

7. Horário e local de atendimento semanal: todas as 3ª feiras das 11h30 – 12h30 sala de coordenação de
Filosofia (216).