Você está na página 1de 81

CONCURSO PETROBRAS

E NGENHEIRO ( A ) E QUIPAMENTOS J ÚNIOR - E LÉTRICA

E NGENHEIRO ( A ) J ÚNIOR - Á REA : E LÉTRICA

Sistemas de Potência II

T
Questões Resolvidas
AF
Q UESTÕES RETIRADAS DE PROVAS DA BANCA CESGRANRIO
R
D

Produzido por Exatas Concursos


www.ExatasConcursos.com.br
rev.1c
9 8
4-
. 09
8 44
5.
04
Introdução

8
-9
0 94
4.
84
Recomendamos que o candidato primeiro estude a teoria referente a este assunto, e só depois
5.
utilize esta apostila. Recomendamos também que o candidato primeiro tente resolver cada questão,
04

T
sem olhar a resolução, e só depois observe como nós a resolvemos. Deste modo acreditamos que este
material será de muito bom proveito.

98
4-
Não será dado nenhum tipo de assistência pós-venda para compradores deste material, ou

09
seja, qualquer dúvida referente às resoluções deve ser sanada por iniciativa própria do comprador, seja
AF
98

consultando docentes da área ou a bibliografia. Apenas serão considerados casos em que o leitor

4.
4-

encontrar algum erro (conceitual ou de digitação) e desejar informar ao autor tal erro a fim de ser
84
09

corrigido.
5.
4.

04

As resoluções aqui apresentadas foram elaboradas pela Exatas Concursos, única responsável
84

pelo conteúdo deste material. Todos nossos autores foram aprovados, dentre os primeiros lugares, em
5.

concursos públicos relativos ao material elaborado. A organização, edição e revisão desta apostila é
04

responsabilidade de nossa equipe. A Exatas Concursos e todos seus autores não possuem nenhum
R
tipo de vínculo com a empresa CESGRANRIO, CESPE ou qualquer outra banca examinadora.
9 8
4-

Este material é de uso exclusivo do(a) comprador(a). Sendo vedada, por quaisquer meios e a
9

qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsa-
.0

bilização civil e criminal.


44
D

Faça um bom uso do material, e que ele possa ser muito útil na conquista da sua vaga.
8
5.
04
- 98
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
. 09
8 44
5.
04
Índice de Questões

8
Prova: Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2012

-9
94
Q44 (pág. 4), Q45 (pág. 5), Q46 (pág. 1), Q49 (pág. 6).

0
Prova: Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2011

4.
84
Q65 (pág. 3), Q66 (pág. 7), Q67 (pág. 8), Q68 (pág. 9), Q69 (pág. 11),
5.
Q70 (pág. 10).
04

T
Prova: Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/2

98
Q43 (pág. 12), Q46 (pág. 15), Q47 (pág. 14), Q48 (pág. 16), Q49 (pág. 17).

4-
Prova: Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/1

09
AF
98

Q46 (pág. 18), Q48 (pág. 19), Q49 (pág. 20), Q50 (pág. 21), Q51 (pág. 22),

4.
4-

Q64 (pág. 24). 84


09

Prova: Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010


5.
4.

04
84

Q31 (pág. 25), Q32 (pág. 26), Q36 (pág. 27), Q38 (pág. 28), Q39 (pág. 29),
Q42 (pág. 30), Q43 (pág. 31), Q46 (pág. 34), Q47 (pág. 32), Q48 (pág. 33),
5.

Q49 (pág. 36), Q53 (pág. 37), Q54 (pág. 39), Q55 (pág. 44), Q56 (pág. 41),
04

Q57 (pág. 42), Q59 (pág. 43), Q61 (pág. 45), Q62 (pág. 46), Q64 (pág. 38).
R 8

Prova: Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2008


9
4-

Q38 (pág. 50), Q39 (pág. 48), Q43 (pág. 49), Q46 (pág. 51), Q47 (pág. 47),
9
.0

Q48 (pág. 52), Q58 (pág. 54), Q59 (pág. 53), Q60 (pág. 56), Q65 (pág. 55).
44
D

Prova: Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2011


8
5.

Q25 (pág. 58), Q35 (pág. 59), Q36 (pág. 60), Q37 (pág. 61), Q39 (pág. 62),
04

Q46 (pág. 63).

Prova: Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2008

Q30 (pág. 64), Q34 (pág. 65), Q36 (pág. 66), Q38 (pág. 67), Q39 (pág. 69),
Q40 (pág. 71).
98

Prova: Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2012


-
94

Q57 (pág. 70), Q58 (pág. 68), Q59 (pág. 72), Q61 (pág. 74), Q62 (pág. 75),
.0

Q64 (pág. 77), Q65 (pág. 76), Q66 (pág. 78).


844

Número total de questões resolvidas nesta apostila: 71


5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
. 09
8 44
5.
04
Sistemas de Potência II

8
-9
0 94
Questão 1

4.
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2012)

84
46 5.
04

T 09
4-
98
AF
98

4.
4-

84
09

5.
4.

04
84
5.

A figura acima ilustra a proteção diferencial de um barramento de 13,8 kV. Os TCs estão com as polaridades indicadas, e o
relé R é um relé de sobrecorrente monofásico (F.87BN). O nó elétrico P está situado entre o disjuntor geral, e os disjuntores
04

dos alimentadores, conforme indicado na figura. O nó elétrico Q está à jusante dos TCs do disjuntor de um dos alimenta-
dores, conforme indicado na figura.
R
A esse respeito, considere as afirmativas abaixo.
9 8

I - Um curto-circuito fase-terra no nó elétrico P faz atuar a proteção através do acionamento do relé R.


4-

II - Um curto-circuito fase-fase no nó elétrico P faz atuar a proteção através do acionamento do relé R.


9

III - Um curto-circuito fase-terra no nó elétrico Q faz atuar a proteção através do acionamento do relé R.
.0

IV - Um curto-circuito fase-fase no nó elétrico Q faz atuar a proteção através do acionamento do relé R.


44
D

Está correto o que se afirma em


(A) I, apenas.
8

(B) I e III, apenas.


5.

(C) II e IV, apenas.


04

(D) II, III e IV, apenas.


(E) I, II, III e IV.

Resolução:
98

Para simplificar o julgamento dos itens, considere que existe apenas um


-
94

terminal conectado ao nó elétrico P, como indicado na Figura abaixo. Essa simpli-


.0

ficação é válida, na medida em que as correntes de saída dos TCs conectados em


44

série com cada disjuntor terminal dos terminais são somadas.


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 2

. 09
8 44
5.
04
8
-9
0 94
4.
84
5.
04

T 98
I. CORRETO. Caso ocorra um curto-circuito fase-terra no nó P, digamos na fase

4-
A, a corrente IA será igual à corrente de curto circuito. Já a corrente I1 não

09
irá aumentar (na verdade em tese essa corrente será nula já que a tensão
AF
98

4.
nessa fase tornou-se nula). Nas demais fases não haverá diferença entre
4-

84
09

as correntes que passam pelo disjuntor geral e pelo disjuntor do terminal Q.


5.
4.

Como a corrente diferencial é Id = IA + IB + IC − (I1 + I2 + I3 ) temos que


04
84

Id = IA + IB + IC − (0 + IB + IC ) = IA . Como IA é a corrente de curto circuito,


5.

o relé R será acionado.


04

II. INCORRETO. A ocorrência de um curto-circuito fase-fase no nó P, digamos


R 8

entre as fases A e B faz com que I1 = I2 = 0. Como há um curto entre A e


9

B no nó P então IA = −IB . Além disso, temos que IC = I3 . Dessa forma,


9 4-

Id = IA + IB + IC − (I1 + I2 + I3 ) = IA − IA + IC − (0 + 0 + IC ) = 0. Dessa
.0

forma, o relé R não atuará.


44
D 8

III. INCORRETO. Caso ocorra um curto fase-terra no nó Q, digamos na fase A,


5.

temos que IA = I1 , IB = I2 e IC = I3 . Assim, embora a corrente IA possa ser


04

muito elevada a corrente diferencial Id = IA + IB + IC − (I1 + I2 + I3 ) = 0.

IV. INCORRETO. Caso ocorra um cirto-circuito fase-fase no nó Q, digamos entre


as fases A e B, então I1 = −I2 , mas IA = I1 , IB = I2 e IC = I3 . Dessa forma,
98

embora as correntes IA e IB sejam muito elevadas a corrente diferencial Id


-
94

também será nula.


.0

 
Alternativa (A) 
44


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 3

. 09
44
Questão 2
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2011)

8
65

5.
No âmbito dos sistemas de geração, transmissão e distri-

04
buição de energia elétrica, analise as afirmativas abaixo.
I – As subestações com isolamento em SF6 visam a
ocupar a menor área construída possível e são in-
dicadas para utilização em locais com elevado custo
do metro quadrado do terreno.
II – Dentre os equipamentos de uma subestação, as

8
-9
chaves seccionadoras são os dispositivos destina-
dos a interromper a corrente de circuitos em carga.

94
III – O arranjo de barramentos na configuração disjuntor
e meio proporciona a possibilidade de manutenção

0
4.
de qualquer disjuntor do arranjo sem a necessidade
de desligamento dos circuitos.

84
Está correto APENAS o que se afirma em
5.
(A) I (C) III (E) I e III
04

(B) II (D) I e II

T 98
Resolução:

4-
09
AF
I. CORRETO. O hexafluoreto de enxofre SF6 é um gás mais denso que o ar e
98

4.
atua como um dielétrico (isolante) poderoso. Desta forma, um ambiente im-
4-

84
09

pregnado com este gás permite uma aproximação bem maior dos condutores
5.
4.

sem risco de abertura de arco o que eventualmente acaba por minimizar o es-
04
84

paço necessário para a construção da subestação. A economia com espaço


5.

reduzido só recompensa o investimento neste tipo de isolamento em áreas


04

urbanas e/ou turísticas, aonde o custo do metro quadrado torna o projeto


R
convencional proibitivo.
9 8
4-

II. INCORRETO. Os dispositivos que interrompem circuitos em carga não são as


9

chave seccionadoras e sim os disjuntores. A verdadeira função das chaves


.0

seccionadoras é isolar circuitos para manutenção e parada, uma vez que elas
44
D

não são equipadas com o mesmo aparato de extinção de arco que um disjun-
8
5.

tor dispõe.
04

III. CORRETO. A configuração disjuntor e meio se trata de um arranjo em par-


alelo, garantindo que mesmo a parada para manutenção de um disjuntor não
afete o funcionamento do sistema, como o disjuntor a ser consertado pode
98

ser aberto sem cortar o fornecimento de energia é um arranjo que aumenta a


-

confiabilidade do sistema. Desta forma, III é verdadeiro.


94

 
.0

Alternativa (E) 
44


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 4

. 09
44
Questão 3
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2012)

8
44

5.
04
Queda de tensão 16,9 10,6 7,07 4,23 2,68
em V/A.km
Seção nominal em 2,5 4 6 10 16
mm²

Considere a tabela apresentada acima para dimensiona-

8
mento de condutores pelo critério do limite de queda de

-9
tensão. A tabela já está de acordo com o tipo de isolação
do condutor, o modo de instalação, o material do eletrodu-

94
to, o tipo de circuito e com o fator de potência do circuito.

0
Suponha que o limite da queda de tensão admitida seja

4.
de 4% para o trecho da instalação, o comprimento do cir-
cuito seja de 40 metros, a corrente de projeto do circuito

84
seja de 20 ampères, e a tensão de alimentação seja de
5.
220 volts.
Qual a menor seção nominal do condutor, em mm², que
04

deve ser adotada para o seu dimensionamento, de acordo

T
com o critério do limite de queda de tensão?

98
(A) 2,5 (B) 4 (C) 6 (D) 10 (E) 16

4-
09
AF
98

Resolução:

4.
4-

Esta questão é bastante direta uma vez que no enunciado os dados rele-
84
09

5.
vantes já são dados, cabendo ao candidato apenas utilizá-los adequadamente. A
4.

04
84

queda de tensão máxima permitida é de 4%, como a tensão da instalação é de


220 V, temos:
5.
04

Vmax = 4% × 220V
R 8

Vmax = 8, 8V
9
9 4-

Como a corrente máxima e o comprimento do condutor são dados, temos:


.0
44
D

P = (Corrente) × (Comprimento)
8

P = 20A × 0, 040km
5.
04

P = 0, 8A.km

De modo que a maior queda de tensão por corrente por kilômetro, Qmax é
dada por:
98

Vmax = Qmax P
-
94

8, 8V = Qmax 0, 8A.km
.0

11V
44

Qmax =
A.km
8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 5

. 09
44
Como estamos sobredimensionando devemos utilizar o valor de Q inferior

8
5.
mais próximo de Qmax , utilizar valores maiores implicaria em desperdício de con-

04
dutor. Desta forma, evidenciamos que a resposta é a letra (B).
 
Alternativa (B) 


8
-9
Questão 4

94
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2012)
45

0
A NBR 5410:2004 estabelece as prescrições de aterramento e a equipotencialização por razões funcionais. Entendem-se

4.
razões funcionais com o sentido de garantir o bom funcionamento dos circuitos de sinal e a compatibilidade eletromagnética.

84
A esse respeito, considere as afirmativas abaixo. 5.
I - Um mesmo condutor não pode ser utilizado simultaneamente para fins de condutor de proteção e condutor de
aterramento funcional.
04

II - O aterramento funcional deve ser sempre separado do barramento de equipotencialização principal da edificação.

T
III - Condutores de aterramento de dispositivos de proteção contra sobretensão podem ser ligados ao barramento de
equipotencialização funcional.

98
Está correto APENAS o que se afirma em

4-
(A) I (C) III (E) II e III
(B) II (D) I e II

09
AF
98

4.
4-

Resolução:
84
09

5.
Esta questão trata diretamente do conteúdo da NBR 5410.
4.

04
84

I. INCORRETO, pois a norma prevê a possibilidade e define o conceito de ater-


5.

ramento combinado com condutores destinados a servir simultaneamente


04

como condutor de aterramento funcional e de proteção, desde que esse con-


R 8

dutor satisfaça em toda a sua extensão as prescrições de um condutor de


9
4-

proteção. Esse tipo de configuração recebe o nome de aterramento combi-


9

nado.
.0
44
D

II. INCORRETO, já que a NBR5410 prevê que equipamentos com aterramento


8

funcional, sobretudo nas instalações com uso intenso equipamentos de tec-


5.
04

nologia da informação, podem ser conectados ao barramento de equipoten-


cialização principal via um prolongamento por condutor de baixa impedância.

III. CORRETO, já que a norma prevê a possibilidade de conexão de dispositivos


de proteção contra sobretensão no barramento de equipotencialização fun-
98

cional por se tratar de um requisito importante para o funcionamento ade-


-
94

quado destes dispositivos, explícito no item 6.4.5.2.


.0

 
44

Alternativa (C) 

8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 6

. 09
44
Questão 5
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2012)

8
5.
49

04
O relé de gás é um dispositivo de proteção empregado normalmente em transformadores de força. Esse relé também
recebe o nome de relé Buchholz.
Uma das finalidades desse relé é proteger o transformador contra
(A) vazamentos de gás SF6 em sua carcaça, que causam baixa concentração de gás no relé.
(B) surtos de tensão causados por descargas atmosféricas, que ionizam o gás de proteção do relé.
(C) correntes elevadas causadas por sobrecargas, que aquecem o gás de proteção do relé.
(D) correntes de fuga causadas por falhas no sistema de aterramento, que aquecem o gás de proteção do relé.

8
(E) falhas no isolamento interno com formação de arco, que aquecem e volatizam o óleo do transformador.

-9
0 94
Resolução:

4.
84
Esta questão exige apenas que o candidato conheça a utilização do Relé
5.
de Gás (Relé Buchholz). Esse relé e usado para identificar falhas dielétricas em
04

equipamentos resfriados a óleo (em geral transformadores e reatores). Ao ocorrer

T
um arco elétrico entre partes imersas em óleo, ocorre a formação de gás prove-

98
niente da queima de óleo no local em virtude da elevação de temperatura. A difer-

4-
ença de densidade entre o óleo e o gás provoca um fluxo de óleo que movimenta

09
AF
98

uma espécie de “catavento” que aciona um disjuntor isolando o equipamento antes

4.
4-

que danos maiores ocorram. Analisando as alternativas: 84


09

5.
4.

(A) INCORRETA. Esse relé é usado apenas em equipamentos resfriados a óleo


04
84

(não a SF6 ).
5.
04

(B) INCORRETA. O gás citado anteriormente não faz parte do relé (ele é identifi-
cado pelo relé).
R 9 8

(C) INCORRETA. Embora seja possível a atuação com correntes de sobrecarga


4-

ela não aquece o gás e sim o óleo. No caso de correntes de sobrecarga o


9
.0

princípio de funcionamento é o mesmo: a corrente de sobrecarga causa um


44
D

aquecimento local que promove a formação de gás e consequentemente o


8

fluxo de óleo que é identificado pelo “catavento”.


5.
04

(D) INCORRETA. Novamente, o gás não faz parte do relé.

(E) CORRETA. Ela contém a essência do que foi apresentado anteriormente


como princípio de funcionamento do relé de gás.
98

 
Alternativa (E) 
-


94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 7

. 09
44
Questão 6
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2011)

8
5.
66

04
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), através
dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no
Sistema Elétrico Nacional (Prodist), qualifica os harmôni-
cos como fenômenos relacionados à qualidade da ener-
gia elétrica. Suponha que, em um barramento elétrico de
potência, a tensão fundamental seja de 200 V e que as
tensões das componentes harmônicas sejam de 30 V,
15 V e 10 V para o 7o, o 11o e o 13o harmônico, respecti-

8
vamente.

-9
Nesse caso, a d istorção harmônica total de tensão, em

94
valor percentual, será de
(A) 3,0

0
(B) 7,5

4.
(C) 12,0

84
(D) 17,5
(E) 27,5
5.
04

T
Resolução:

98
A distorção harmônica total é uma medida da energia dos outros harmônicos

4-
relativos à energia do harmônico fundamental. É dada por:

09
AF
98

pP∞

4.
2
i=2 Vi
4-

D= 84
V1
09

5.
4.

Ou seja, quanto maior a participação dos harmônicos, maior a distorção. De


04
84

acordo com o enunciado devemos contabilizar os harmônicos ímpares 7, 11 e 13.


5.

Logo:
04

p
V72 + V112 + V132
D=
R
V1
9 8

Substituindo os valores numéricos:


4-


9

302 + 152 + 102


.0

D=
200
44


D

1225
D=
8

200
5.
04


Como 1225 = 35, temos:
35
D= = 0, 175 = 17, 5%
200
 
98

Alternativa (D) 

-
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 8

. 09
44
Questão 7
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2011)

8
5.
67
Os disjuntores termomagnéticos são dispositivos utiliza-

04
dos para a proteção das instalações elétricas, sendo am-
plamente empregados nas instalações elétricas prediais
e industriais.
Em instalações elétricas de baixa tensão, o dimensiona-
mento adequado dos disjuntores
(A) é baseado na impedância de curto-circuito vista pelo
ponto de conexão da instalação elétrica.

8
(B) deve garantir que a capacidade de condução de cor-
rente dos condutores seja maior que a corrente nomi-

-9
nal dos disjuntores.

94
(C) deve interromper os condutores fase e neutro, no
caso de atuação por curto-circuito.
(D) previne acidentes causados por correntes de fuga na

0
instalação, protegendo pessoas contra choques elétri-

4.
cos e evitando ainda o desperdício de energia.

84
(E) garante que os mesmos desarmem apenas a fase em
sobrecarga, no caso de disjuntores bipolares e tripolares.
5.
Resolução:
04

T
Os disjuntores termomagnéticos são dispositivos de proteção com duas for-

98
mas de atuação, respondendo tanto à sobrecarga (efeito térmico) quanto ao curto

4-
circuito (efeito magnético). Ou seja, ele desarma em dois eventos distintos. Jul-

09
AF
98

gando as alternativas temos:

4.
4-

Na alternativa (A) nos diz que a escolha do disjuntor é pautada pela


84
09

impedância de curto circuito. Isto é verdadeiro em parte, pois é necessário di-


5.
4.

04

mensionar a corrente de curto para garantir que o disjuntor desarme corretamente


84

e para isto é necessário conhecer a impedância do sistema, mas isto também en-
5.
04

volve outros fatores como a tensão de reestabelecimento transitoria e a relação


X/R do ponto de falta.
R 9 8

Naturalmente, os condutores devem suportar correntes superiores àquelas


4-

do disjuntor, caso contrário existiria o risco de danificação dos condutores antes


9
.0

do disjuntor, ou seja a proteção sendo danificada antes do equipamento protegido,


44
D

o que contraria toda a filosofia da proteção elétrica. Desta forma (B) é verdadeira
8

por recomendar uma boa prática.


5.
04

Em (D) o dispositivo de proteção que atua em casa de choque elétrico ou


corrente de fuga é o disjuntor diferencial residual, ou DR, que não vêm ao caso.

Em (E) equivocadamente se afirma que apenas uma fase é desarmada.


Muitas cargas mais não funcionam adequadamente sem alimentação trifásica,
98

como é o caso dos motores de indução, e tendo em vista estas cargas normal-
-
94

mente os disjuntores desarmam completamente, o que invalida da mesma forma


.0

 
a alternativa (C).
44

Alternativa (B) 

8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 9

. 09
44
Questão 8
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2011)

8
68

5.
04
Seções nominais dos Capacidade de condução
condutores em mm2 de corrente em ampères
2,5 37
4 50
6 65

8
10 90

-9
16 121

94
O quadro acima apresenta informações sobre seções

0
nominais dos condutores e mostra a capacidade de

4.
condução da corrente dos condutores de acordo com

84
a sua seção nominal. Em uma determinada instalação
elétrica, a corrente de projeto da instalação é de 63 A,
5.
e as condições de instalação determinam um fator de
04

correção de temperatura de 1,05 e um fator de correção

T
de agrupamento de 0,6.
Qual seção nominal dos condutores (em mm2) deve ser

98
adotada?

4-
(A) 2,5

09
(B) 4
AF
98

(C) 6

4.
4-

(D) 10 84
(E) 16
09

5.
4.

04
84

Resolução:
5.

Definindo FCT o Fator de Correção de Temperatura e FCA o Fator de Cor-


04

reção por Agrupamento, a corrente a ser utilizada no dimensionamento, Id em


R 8

função da corrente de projeto Ip é:


9
4-

Ip
Id =
9

F CT × F CA
.0

63
44

Id = = 100A
D

1, 05 × 0, 6
8
5.

Como o único critério de dimensionamento abordado na questão é o critério


04

de condução de corrente (a questão não fornece informação sobre queda de ten-


são), devemos utilizar um condutor que tenha capacidade de condução de corrente
maior que 100 A. Dessa forma, pela tabela fornecida o condutor que deve ser es-
colhido é o de 16mm2 .
98

 
-
94

Alternativa (E) 

.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 10

. 09
44
Questão 9
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2011)

8
5.
70

04
Os relés de distância são soluções conhecidas para

proteção de sistemas elétricos de potência. Esses relés

são denominados pelo número 21 e englobam o relé

de impedância, o relé de admitância (Mho) e o relé de

8
reatância. Seja uma linha de transmissão de 230 kV,

-9
cuja impedância é de 143,75 Ω. Para a aplicação de

94
um relé de impedância que proteja 80% da linha de

0
4.
transmissão será utilizado um TC de e um TP de

.
84
5.
04

A regulagem desse relé de impedância será de

T
(A) 5Ω

98
(B) 6,25 Ω
(C) 115 Ω

4-
(D) 500 Ω

09
AF
98

(E) 575 Ω

4.
4-

84
09

Resolução:
5.
4.

04
84

O relé de impedância funciona na verdade como um relé de distância em


5.

relação à falta, pois a impedância vista pela fonte da figura a seguir é proporcional
04

à distância do ponto em que ocorre a falta. Quando uma falta ocorre com distância
igual a L1 = 0, 8 × Llinha , em que Llinha é o comprimento da linha, a impedância
R 8

vista pela fonte é igual a 0, 8 × Zlinha . O que o relé deve identificar é esse valor de
9
4-

impedância. Isso é feito usando um TC e um TP como enunciado.


9
.0

Sejam Vp e Vs as tensões no primário e secundário do TP e Ip , Is as cor-


44
D

rentes no primário e no secundário do TC respectivamente. Assim, a impedância


8
5.

vista pelo secundário do esquema TP - TC (impedância de ajuste do relé, pois ele


04

está instalado no secundário do esquema (TP-TC) é Zs dada por:


Vs Vs Ip Vp Vs Ip
Zs = = × × = × × Zp
Is Vp Is Ip Vp Is
98

Vp
Em que Zp = Ip
é a impedância vista pelo primário do esquema TC-TP, no
-

caso Zp = 0, 8 × 143, 75 = 115Ω. Assim,


94

230000 500
.0

Zs = × × 115 = 5Ω
44

100 5
8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 11

. 09
8 44
5.
04
8
-9
0 94
4.
84  
5.
Alternativa (A) 

04

T 98
Questão 10

4-
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2011)

09
69
AF
98

4.
4-

84
09

5.
4.

04
84
5.
04

R 8

O aterramento em instalações elétricas é importante para


9
4-

a segurança no uso de equipamentos elétricos e previne,


principalmente, acidentes com choques elétricos.
9
.0

Dentre os cinco tipos de esquemas de aterramento


comumente utilizados, a figura acima demonstra o
44
D

esquema
8

(A) IT
5.

(B) TT
04

(C) TN-C-S
(D) TN-C
(E) TN-S
98

Resolução:
-
94

No caso desta questão existem dois equipamentos aterrados e ambos es-


.0

tão conectados ao condutor de proteção (PE) que é separado do condutor neutro


44

(esquema TN-S). O fato de que existe uma carga trifásica e outra monofásica não
8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 12

. 09
44
influencia em nada a classificação do esquema de aterramento. A letra T indica

8
5.
que o neutro está ligado diretamente ao terra de serviço (aterramento de alimen-

04
tação). A letra N indica que as massas estão ligadas diretamente ao neutro. A
letra S indica que as cargas tem disponíveis dois condutores (neutro e terra). A
Figura abaixo apresenta os principais esquemas de aterramento utilizados e em
geral cobrados por bancas examinadoras.

8
-9
0 94
4.
84
5.
04

T 09
4-
98
AF
98

4.
4-

84
09

5.
4.

04

 
84

Alternativa (E) 

5.
04

R 8

Questão 11
9

(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/2)


4-

43
9

Projeto de sistemas de aterramento para cargas sensíveis


.0

tem sido motivo de crescente preocupação entre os en-


44
D

genheiros eletricistas. Dentre as filosofias de aterramento


utilizadas, uma delas prevê o aterramento das carcaças
8

dos equipamentos eletrônicos através do condutor de pro-


5.

teção que se encontra conectado à barra de proteção, no


04

quadro de distribuição de circuitos. Nesse quadro, além


dos barramentos de fase e neutro, estão também previs-
tas duas barras de terra, uma para proteção e outra de
referência de sinal. As duas barras mencionadas estão
conectadas à malha de terra do sistema de força. A des-
crição apresentada acima refere-se ao sistema de aterra-
mento
98

(A) independente.
(B) de ponto único.
-
94

(C) de força.
(D) de potência.
.0

(E) com malha de terra de referência.


844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 13

. 09
44
Resolução:

8
5.
Esta questão requer apenas que o candidato conheça as configurações

04
mais comuns de aterramento.

(A) INCORRETA. Em sistemas de aterramento independente, a referência de


sinal e o aterramento de proteção são aterrados em pontos diferentes (dois

8
-9
eletrodos ou malhas distanciadas, com acoplamento apenas resistivo devido

94
à resistência do solo).

0
4.
(B) CORRETA. Observe que o enunciado se refere à duas barras (proteção e

84
referência de sinal), ou seja, dois sistemas diferentes. Como ambos estão
5.
conectados à malha de terra do SISTEMA DE FORÇA trata-se de um aterra-
04

mento em que existe um ponto comum que corresponde ao ponto de aterra-

T
mento da malha do sistema de força.

98
4-
(C) INCORRETA. Um sistema de aterramento de força é caracterizado pelo fato

09
AF
98

de que tanto as carcaças dos equipamentos quanto as referências de sinais

4.
4-

estão conectadas diretamente à malha do sistema de força, sem a separação. 84


09

No entanto, conforme o enunciado, o aterramento das carcaças e a referência


5.
4.

de sinal são conectados à barramentos distintos. Dessa forma a alternativa é


04
84

incorreta.
5.
04

(D) INCORRETA. Sistema de aterramento de potência é sinônimo de sistema de


aterramento de força.
R 9 8

(E) INCORRETA. Como a ligação à terra é feita pela malha de terra do sistema
4-

de força, não há malha de terra de referência.


9
.0

 
44
D

Alternativa (B) 

8
5.
04
- 98
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 14

. 09
44
Questão 12
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/2)

8
5.
47

04
8
-9
0 94
4.
A figura acima apresenta a planta baixa de um dos cô-

84
modos de uma casa. O circuito que alimenta esse cômo-
do chega por uma das luminárias pontuais. Para que as
5.
duas luminárias sejam comandadas simultaneamente,
04

por meio dos dois interruptores paralelos, é necessário

T
que, nos trechos A, B e C da linha, passem os seguintes
condutores:

98
TRECHO A TRECHO B TRECHO C

4-
(A) retorno, retorno e fase, retorno e
fase, neutro, terra
retorno retorno

09
AF
98

(B) fase, retorno e retorno, retorno


fase, neutro e retorno

4.
retorno e retorno
4-

(C) fase, retorno e fase, neutro, terra,


84
retorno, retorno
09

retorno retorno e retorno e retorno


5.
(D) retorno, retorno e fase, neutro, terra, retor- fase, retorno e
4.

04

retorno no, retorno e retorno retorno


84

(E) fase, retorno e fase, neutro, terra, retor- retorno, retorno


retorno no, retorno e retorno e retorno
5.
04

R
Resolução:
9 8
9 4-
.0
44
D - 98

04
5.
8
94
.0

Esta questão requer apenas conhecer o esquema de ligação de um inter-


44

ruptor paralelo, como indicado na figura. Numa configuração deste tipo existem
8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 15

. 09
44
duas possibilidades de interruptor para receber a fase, gerando, portanto duas

8
5.
configurações diferentes, como mostrado a seguir.

04
Deve-se ressaltar que a fase chega a um dos interruptores, do qual sairá os
dois retornos paralelos. Os retornos paralelos chegam ao outro interruptor, do qual
sai o interruptor simples que aciona as lâmpadas. O neutro e o terra devem chegar
até as lâmpadas.

8
-9
 

94
Alternativa (D) 


0
4.
Questão 13 84
5.
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/2)
04

46

T
Relés de sobrecorrente estáticos são equipamentos desti-
nados a subestações de menor porte, instalados junto aos

98
disjuntores de média tensão, dispensando alimentação
auxiliar. Suponha que um desses relés seja instalado no

4-
polo do disjuntor que protege um transformador trifásico
de 200 kVA, alimentando uma pequena indústria. A tensão

09
AF
98

primária é de 13,8 kV, e a corrente máxima é igual a 130%


da carga nominal do transformador. Nessas condições, o

4.
4-

valor aproximado, em ampères, da corrente de ajuste da 84


unidade temporizada desse relé é igual a
09

(A) 21,6 (B) 14,5


5.
(C) 10,9 (D) 8,4
4.

(E) 2,2
04
84

Resolução:
5.
04

Sendo a corrente nominal de linha primária do transformador:


R
S
8

IL = √
9

3 × VL
9 4-

Onde VL é a tensão de linha do primário do transformador. Então a corrente máx-


.0

ima será:
44
D

Imax = 1, 3 × IL
8
5.
04

Assim,
200k
Imax = 1, 3 × √ = 10, 9A
3 × 13, 8k

Dessa forma, o relé deve ser ajustado para permitir uma corrente de sobre-
carga de até 1,3 A por tempo indeterminado. Se a corrente for superior a esse
98

valor a unidade temporizada irá atuar de acordo com a curva do relé.


-
94

 
.0

Alternativa (C) 

844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 16

. 09
44
Questão 14
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/2)

8
5.
48
1.000

04
800 Curvas - carga tripolar
600

minutos
400
S Classe de
200 partida

Tempo de disparo 30 s

8
100

-9
80
60 20 s

94
40

0
4.
20
segundos

10
8 8410 s
5.
6
04

4 5s

T
2

98
1

4-
0,6 1 2 4 6 8 10 X I e

09
A figura acima mostra as curvas características de disparo
AF
98

de um relé de sobrecarga que comanda a abertura de um

4.
disjuntor, onde Ie é a corrente de atuação do relé. Sabe-se
4-

que a corrente de atuação do relé é 500 A, a relação de


84
09

transformação do TC utilizado é 50 e a classe de partida


5.
é igual a 5 s. O tempo, em segundos, para que o disjuntor
4.

04

se desligue com uma corrente de 4.000 A é


84

(A) 3 (B) 4 (C) 5 (D) 7 (E) 9


5.

Resolução:
04

A curva fornecida na questão corresponde ao tempo em que ocorre a inter-


R 8

rupção de uma corrente de sobrecarga em função do valor da corrente de sobre-


9
4-

carga. Observe que correntes menores Ie não são interrompidas, por não configu-
9

rarem sobrecarga. Isso não significa que Ie seja a corrente nominal do dispositivo,
.0
44
D

mas uma corrente de sobrecarga aceitável por tempo indeterminado. Quanto maior
8

for a corrente de sobrecarga, menor será o tempo até a interrupção.


5.
04

Como Ie = 500A, a corrente de sobrecarga de 4000 A corresponde a 8 × Ie .


Dessa forma, consultando a curva da classe de 5s (conforme indicado no enun-
ciado da questão) temos que o tempo para interrupção é de 4s, sendo essa a
resposta da questão. Note que não é necessário utilizar a informação da relação
98

de transformação do TC, já que a curva está dada em função da corrente de ajuste


-

do relé, ou seja a corrente de linha limite para a qual o relé não atua.
94
.0

 
Alternativa (B) 
44


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 17

. 09
44
Questão 15
(Engenheiro(a)
49 Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/2)

8
5.
Potência ins- Fator de Fator de

04
Consumidor
talada [kVA] demanda diversidade
P 45 0,60 2,0
Q 50 0,70 1,6
R 30 0,55 1,8
S 20 0,80 1,6

8
-9
A tabela acima apresenta as características de quatro

94
consumidores que serão alimentados por um transforma-
dor de distribuição trifásico. No mercado da região estão

0
disponíveis transformadores com as seguintes potên-

4.
cias em kVA: 30,0 ; 45,0 ; 75,0 ; 112,5 e 225,0. Diante do

84
exposto, o transformador que poderá ser instalado, sem
trabalhar com sobrecarga, em kVA, é o transformador de
5.
(A) 30,0
04

(B) 45,0

T
(C) 75,0
(D) 112,5

98
(E) 225,0

4-
09
AF
98

Resolução:

4.
4-

Esta questão é importante porque requer duas definições importantes: Fator


84
09

5.
de Demanda e Fator de Diversidade: Seja Dmax a demanda máxima do consumidor
4.

04

e Pinst sua potência instalada. Então, o Fator de demanda FDM é definido por:
84

Dmax
5.

F DM =
04

Pinst
R
Já o fator de diversidade FDI é a razão entre a soma das demandas máxi-
9 8

mas de todos os equipamentos do consumidor e a demanda máxima que de fato


4-

ocorre. Esse conceito leva em consideração o fato de que os equipamentos do


9
.0

consumidor tem natureza diversificada e tempos de utilização diferentes ao longo


44
D

do dia. Dessa forma, a potência que o transformador deve ser projetado para
8

fornecer é:
5.
04

F DMP × Pinst,P F DMQ × Pinst,Q F DMP × Pinst,R F DMP × Pinst,S


Ptraf o = + + +
F DIVP F DIVQ F DIVR F DIVS
45 × 0, 6 50 × 0, 7 30 × 0, 55 20 × 0, 8
Ptraf o = + + + = 54, 5kV A
2 1, 6 1, 8 1, 6
98

Dessa forma, dentre as potências disponíveis aquela que é imediatamente


-
94

maior à calculada é de 75kVA, sendo essa a potência do transformador escolhido.


.0

 
44

Alternativa (C) 

8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 18

. 09
44
Questão 16
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/1)

8
5.
46

04
Potência Demanda
Consumidor Instalada [kW] Máxima[kW]
I 350 300
II 400 250
III 800 700
IV 150 100

8
-9
V 70 50

94
A tabela acima apresenta os resultados de um estudo feito
em um sistema de distribuição. Com base nessas informa-

0
ções e sabendo que a demanda máxima do conjunto é

4.
900 kW, o fator de demanda diário do conjunto de consu-

84
midores é, aproximadamente,
(A) 0,35 (B) 0,44
5.
(C) 0,50 (D) 0,64
04

(E) 0,79

T 98
Resolução:

4-
09
A definição de Fator de Demanda, FD é:
AF
98

4.
4-

Dmax 84
FD =
09

Pinst
5.
4.

04

Em que Dmax é a demanda máxima da instalação (no caso desta questão


84

Dmax = 900kW ) e Pinst é a potência total instalada (soma das potências nominais
5.

de todos os equipamentos da instalação). Dessa forma, Pinst = 350k + 400k +


04

800k + 150k + 70k = 1770kW . Assim, aplicando a definição, temos que


R 8

900k
9

FD = = 0, 5085
4-

1770k
9
.0

O arredondamento nas respostas foi para F D = 0, 50. É importante ressaltar


44
D

que a demanda máxima não é a soma das demandas máximas de todos os con-
8

sumidores, na medida em que o pico de demanda não ocorre, em geral, simul-


5.
04

taneamente em todos os consumidores. Já a potência instalada é a soma das


potências nominais de cada consumidor.
 
Alternativa (C) 

- 98
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 19

. 09
44
Questão 17
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/1)

8
5.
48

04
Para realizar a escolha do Esquema de Aterramento, de-
vem ser conhecidas as necessidades dos locais envolvi-
dos. Numa instalação em que é fundamental manter a con-
tinuidade do serviço elétrico e, ao mesmo tempo, ter uma
melhor qualidade de energia fornecida aos equipamen-
tos, o Esquema adequado é o

8
(A) TN-S

-9
(B) TN-C

94
(C) TN-C-S
(D) TT

0
(E) IT Médico

4.
84
5.
Resolução:
04

T
Conforme descrito no enunciado, a continuidade do fornecimento é essen-

98
cial nesta aplicação. É o caso, por exemplo de equipamentos eletromédicos, em
que a falta de energia, ou ocorrência de distúrbios, podem significar danos à vida

4-
09
do paciente. No esquema IT-médico não há qualquer tipo de conexão entre con-
AF
98

4.
dutores com tensão não nula e o aterramento. Existem diversos requisitos para o
4-

84
esquema IT-médico como a presença de dispositivos de identificação de fugas e
09

5.
falhas, limites de tensão, dispositivos de supervisão de isolamento, dispositivo su-
4.

04
84

pervisor de temperatura, entre outros, dependendo do grupo de equipamentos que


5.

compõe o sistema. Todos esses requisitos estão expostos na norma NBR13534.


04

Analisando as alternativas:
R
(A), (B), (C) e (D) INCORRETAS. Os esquemas TN-S, TN-C, TN-C-S e TT
9 8

tem conexão do neutro da fonte com a terra. Dessa forma, faltas fase-terra prop-
9 4-

iciarão uma elevada corrente de falta e consequentemente redução drástica (ou


.0

sobretensão nas fases em que não ocorreu a falta) da tensão fase-neutro, o que
44
D

compromete o funcionamento dos equipamentos da instalação.


8
5.

(E) CORRETA pelo que foi exposto no início da resolução.


04

 
Alternativa (E) 

- 98
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 20

. 09
44
Questão 18
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/1)

8
5.
49

04
-1-
-1- -1-
E2
a b a c
E1 2x100W 2x100W

8
-1-
a b

-9
-1-
c

0 94
A figura acima apresenta a planta baixa da instalação

4.
elétrica da sala de um apartamento. De acordo com a
planta, os condutores que devem passar pelo eletroduto
E2 são
84
5.
(A) fase e 3 retornos.
(B) neutro e 2 retornos.
04

(C) fase, neutro e 1 retorno.

T
(D) fase, neutro e 2 retornos.
(E) fase, neutro e 3 retornos.

98
4-
09
AF
98

Resolução:

4.
4-

Devem passar pelo eletroduto E2 os seguintes condutores:


84
09

5.
4.

• Fase: Para conexão nas duas tomadas do recinto. Observe que a fase não
04
84

será conectada à lâmpada, mas às tomadas, justificando sua passagem pelo


5.

eletroduto E2.
04

• Neutro: Para conexão nas lâmpadas (a) e (c) e nas tomadas.


R 9 8

• Dois retornos: Retorno para a lâmpada (a) e retorno para a lâmpada (c).
9 4-

 
.0

Alternativa (D) 

44
D - 98

04
5.
8
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 21

. 09
44
Questão 19
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/1)

8
50

5.
04
A 1:n Z B

V V’

8
-9
94
Com o objetivo de melhorar a regulação da tensão em sis-

0
temas de potência, pode-se usar um transformador em fase,

4.
com relação de espiras variável. No contexto da modela-

84
gem de sistemas, considerando os valores por unidade (pu),
teoricamente seriam necessárias mudanças de base a cada
5.
variação na relação de espiras do transformador. Para con-
04

tornar este problema, o equipamento é modelado por um

T
transformador ideal com relação de espiras 1:n em série
com uma impedância, conforme mostra a figura acima.

98
Suponha que o transformador abaixador em fase conecte

4-
duas barras com tensões nominais de 130/69 kV. Em uma
situação hipotética, na qual as tensões terminais valem

09
AF
98

140/56 kV, o valor de n, em pu, é

4.
(A) 0,4 (D) 1,2
4-

(B) 0,8 (E) 2,5 84


09

(C) 1,0
5.
4.

04

Resolução:
84
5.

Nesta questão não será feito o desenvolvimento algébrico preliminar, antes


04

da substituição dos valores numéricos, já que isso complicaria sobremaneira a


R
questão. Estabelecendo como bases de tensão 130/69kV temos que em todas as
9 8

situações as grandezas devem ser expressas em valores por unidade (pu) usando
4-

essa base.
9
.0

Não é necessário especificar, nesta questão, base de potência. Suponha


44
D

140
que ao primário seja conectada uma fonte de 140kV, que corresponde a pu.
8

130
5.

140
Assim, a tensão no secundário em pu será 130
× n. Pelo enunciado a tensão no
04

secundário quando ao primário está conectada uma fonte de 140kV é 56kV (que
56
corresponde em pu a 69
pu). Dessa forma,
140 56
×n=
130 69
98

Logo n = 0,7536. A aproximação disponível nas respostas é n = 0,8.


-
94

 
.0

Alternativa (B) 

844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 22

. 09
44
Questão 20
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/1)

8
51

5.
04
Uma das finalidades do aterramento é prover segurança
ao operador ou usuário de um equipamento elétrico. Para
tanto, é necessário que a corrente de falta seja maior que
a corrente de atuação do dispositivo de proteção. Essa
condição depende
(A) das condições físicas do local e das condições físicas

8
do usuário.

-9
(B) da tensão do sistema elétrico, das condições físicas

94
do local e das condições físicas do usuário.

0
(C) da corrente de falta, das condições físicas do local e

4.
das condições físicas do usuário.

84
(D) da corrente de atuação, das condições físicas do
local e das condições físicas do usuário.
5.
(E) apenas da tensão do sistema elétrico considerado.
04

T
Resolução:

98
4-
Considere o esquema da figura a seguir. Ela representa uma situação em

09
AF
98

que um indivíduo toca em um objeto em que a carcaça está submetida a uma

4.
4-

tensão não nula (devido a uma falha no isolamento por exemplo). No entanto a 84
09

carcaça está aterrada e a resistência de aterramento é RT 2 . O neutro de fonte


5.
4.

também está aterrado e a resistência de aterramento é RT 1 . Note que tanto RT 1


04
84

quanto RT 2 são não-nulos (idealmente seriam nulos, mas é impossível construir


5.

um sistema de aterramento ideal). O corpo do indivíduo tem resistência denotada


04

por RI .
R 44
.0
9 4-
9 8
D - 98

04
5.
8
94
.0

O circuito equivalente da figura deixa claro que a corrente IT ot depende de


44

RT 1 , RT 2 e RI . Mas as resistência de aterramento (RT 1 e RT 2 ) dependem das


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 23

. 09
44
condições físicas do local). Já a resistência RI depende das condições do oper-

8
5.
ador/usuário. De fato, a corrente de falta é função desses parâmetros. Mas em

04
outras situações como em uma descarga atmosférica a corrente de falta é injetada
pela descarga, daí a justificativa para a dependência direta da condição de aciona-
mento do sistema de proteção com a corrente de falta. Dessa forma, a condição
mencionada no enunciado depende da corrente de falta, das condições físicas do

8
-9
local e das condições físicas do usuário.

94
(A) INCORRETA, pois no caso de uma descarga atmosférica a corrente é injetada

0
4.
diretamente, não sendo fruto da tensão VS .

84
5.
(B) INCORRETA. A tensão que importa é a tensão do equipamento, não a tensão
04

do sistema elétrico. Além disso, esse equipamento pode ter uma resistência

T
série elevada que impeça que a corrente de falta seja alta.

98
(C) CORRETA. Pelo que foi apresentado anteriormente.

4-
09
AF
98

(D) INCORRETA. O dispositivo é especificado para uma determinada aplicação e

4.
4-

tem sua corrente de atuação fixa/configurada previamente. Este item é bas- 84


09

tante confuso. É claro que a condição depende da corrente de atuação, mas


5.
4.

por ser o dispositivo especificado no projeto, considera-se esta alternativa in-


04
84

correta.
5.
04

(E) INCORRETA. A resistência de aterramento e consequentemente as


condições do solo por exemplo afetam a corrente IT ot e portanto a condição a
R 8

ser satisfeita.
9
4-

 
9

Alternativa (C) 
.0


44
D - 98

04
5.
8
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 24

. 09
44
Questão 21
(Engenheiro(a) Equipamentos Júnior - Elétrica - Petrobras 2010/1)

8
64

5.
04
V = 138kV

Subestação 1 - 30MVA
52 52
Subestação 2 - 15MVA

51 51 Subestação 3 - 10MVA
G A
50
B

8
-9
94
O diagrama unifilar acima apresenta um sistema elétrico

0
de potência composto por uma unidade geradora G, uma

4.
linha de transmissão e três subestações abaixadoras. O

84
disjuntor 52 da barra A é para 400A e o seu TC possui as
seguintes relações de transformação – 600/500/300:5. O
5.
relé de sobrecorrente possui unidade temporizada com
04

tapes de 4, 5, 6, 8, 10, 16 e 32 A. Sabe-se que o ajuste

T
mínimo do tape da unidade temporizada do relé 51 é dado
por:

98
In
> 1,5

4-
tape
RTC

09
AF
98

onde: In é a corrente nominal do circuito;

4.
RTC é a relação de transformação do TC
4-

84
09

Usando a menor relação de transformação em que pode


5.
ser ajustado o TC do disjuntor 52 da barra A, o valor mínimo
4.

do tape da unidade temporizada do relé 51 da barra A é


04
84

(A) 4 (B) 5 (C) 6 (D) 8 (E) 10


5.
04

Resolução:
R 8

Como não foi fornecida nenhuma informação sobre fator de potência, vamos
9
4-

considerar que o fator de potência das subestações 1, 2 e 3 seja igual, de forma


9

que a potência aparente total do barramento B é:


.0
44
D

ST = S1 + S2 + S3 = 30M + 15M + 10M = 55M V A


8
5.


04

Dessa forma, como a potência aparente do barramento B é ST = 3 × VL ×


In , em que VL é a tensão de linha da barra B (138kV) e In é a corrente de linha
que passa pelo disjuntor 52. Dessa forma,
ST 55M
In = √ =√ = 230, 10A
98

3 × VL 3 × 138k
-
94

300
Como a menor relação de transformação do TC é 5
= 60, temos que
.0

In 230, 10
44

tape > 1, 5 × = 1, 5 × = 5, 75
RT C 60
8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 25

. 09
44
Dentre as opções de “tape” disponíveis a menor que supera 5,75 é 6. Logo

8
5.
o tape a ser escolhido vale 6.

04
 
Alternativa (C) 


8
Questão 22

-9
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)
31

0 94
Potência [kW]

4.
84
30 5.
25
04

20

T
15

98
10
5

4-
09
0
AF
98

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 tempo [min]

4.
4-

A figura acima apresenta a curva de carga de um consumi- 84


dor industrial em função do tempo. A demanda, em kW,
09

para o intervalo de 10 minutos vale


5.
4.

(A) 7,5
04

(B) 22,5
84

(C) 75,5
5.

(D) 150,5
(E) 225,0
04

R 9 8

Resolução:
9 4-

A definição de demanda é o valor médio da potência instantânea em um


.0

determinado intervalo de tempo. Dessa forma, se p(t) é a potência no instante t,


44
D

então a demanda no intervalo de tempo [0,T] é


8
5.

Z T
1
04

D= × p(t)dt
T 0

No caso desta questão a integral é facilmente calculada pois a área sob a


curva pode ser obtida por área de retângulos. Assim
98

1 225
D= × (5k × 1 + 15k × 2 + 25k × 4 + 30k × 3) = = 22, 5kW
-

10 10
94

 
.0

Alternativa (B) 

844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 26

. 09
44
Questão 23
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
32

5.
A geração de energia elétrica por meio de termelétricas a

04
carvão mineral tem ganho espaço recentemente no Brasil,
apesar das diversas questões ambientais envolvidas. So-
bre essa fonte de energia, analise as afirmativas a seguir.

I – O carvão brasileiro é caracterizado por seu alto po-


der calorífico, com baixo teor de enxofre, sendo que
os processos de beneficiamento necessários não

8
oneram seus custos.

-9
II – A competitividade do carvão no Brasil é afetada pe-
los custos elevados de produção, pelos encargos

94
de preservação ambiental como também pela dis-

0
ponibilidade de gás natural junto às áreas produto-

4.
ras.
III – O esforço no desenvolvimento de tecnologias lim-

84
pas no uso do carvão para geração de energia elé-
trica está associado, principalmente, ao fato de ser
5.
o combustível fóssil mais poluente entre os demais.
04

T
Está correto o que se afirma em
(A) I, apenas. (B) II, apenas.

98
(C) I e III, apenas. (D) II e III, apenas.
(E) I, II e III.

4-
09
AF
98

Resolução:

4.
4-

84
09

O carvão, fonte de energia termoelétrica principal em grandes consumidores


5.
como EUA e China, não é de uso muito difundido no Brasil, por vários motivos
4.

04
84

discutidos nesta questão.


5.

Na alternativa I afirma-se que o carvão brasileiro tem alto poder calorífico e


04

baixo conteúdo de enxofre, sendo, portanto de qualidade. Porém, o que ocorre é


R 8

justamente o oposto, e os custos envolvidos no beneficiamento do carvão tornam


9

seu uso proibitivo. Desta forma, a alternativa é falsa.


9 4-

Na alternativa II é verdadeiro o fato constatado que o gás natural vem se


.0
44
D

destacando como o principal combustível fóssil para as termoelétricas, uma vez


8

que o carvão não é um competidor à altura por seus custos logísticos, de benefici-
5.

amento e extração. Assim, afirmativa II é verdadeira.


04

Dentre todos os combustíveis fósseis, exceto talvez pelo xisto, o carvão


é a alternativa mais poluente entre todas, especialmente pela presença de enx-
ofre e nitrogenados, responsáveis pela chuva ácida. Assim, toda uma atenção na
98

pesquisa é dedicada para minimizar os malefícios do carvão, sendo a alternativa


-

III verdadeira.
94
.0

 
Alternativa (D) 
44


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 27

. 09
44
Questão 24
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
5.
36

04
Sobre a utilização de dispositivos DR, considere as afirma-
tivas a seguir.

I – O uso do dispositivo DR torna opcional a utilização


do condutor de proteção.
II – No momento de sua atuação, o dispositivo DR deve-
rá seccionar apenas as fases do circuito protegido.

8
III – Para utilizar dispositivos DR nos esquemas de

-9
aterramento TN-C, antes do seu ponto de instala-

94
ção, o esquema de aterramento deve ser convertido
para TN-C-S.

0
4.
Está correto APENAS o que se afirma em
(A) I.
(B) II.
84
5.
(C) III.
(D) I e II.
04

(E) II e III.

T 4-
98
Resolução:

09
AF
98

4.
I. INCORRETO. O dispositivo DR não dispensa o uso de condutor de proteção.
4-

84
09

Imagine que um equipamento seja trifásico sem neutro e que duas fases este-
5.
4.

jam conectados, devido a falhas de isolamento, em partes da carcaça isoladas


04
84

entre si. Um usuário calçado que encoste cada braço em uma das partes será
5.

caminho de condução de corrente entre as duas fases. O dispositivo DR não


04

atuará por não haver fuga de corrente. Se a carcaça estiver aterrada isso não
R
ocorrerá.
9 8
4-

II. INCORRETO. O dispositivo DR deve seccionar tanto a fase quanto o neutro


9

do circuito protegido. Uma razão para isso é a fuga de corrente pode envolver
.0

uma fase de um circuito e o neutro de outro.


44
D 8

III. CORRETO. Utilizar DR em um sistema que seja TN-C (ou seja pelo DR pas-
5.

sará o neutro que também faz o papel de condutor de proteção) faz com que
04

a fuga de corrente que deve passar pelo condutor de proteção passe pelo
neutro (já que é o mesmo condutor). Dessa forma, não haverá corrente difer-
encial em caso de faltas. Dessa forma, para utilizar um DR em um sistema
98

TN-C ele deve ser convertido em TN-C-S antes da instalação do DR.


-

 
94

Alternativa (C) 

.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 28

. 09
44
Questão 25
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
5.
38

04
Em uma instalação elétrica de baixa tensão, um dos es-
quemas de aterramento permitidos é o TN. Sabe-se que
esse esquema possui algumas variações, sendo uma de-
las o TN-C, no qual há
(A) maior segurança, no uso do DR em seus circuitos ter-
minais.

8
(B) aterramento das cargas em um ponto diferente do

-9
aterramento da fonte.

94
(C) menor nível de segurança sob o ponto de vista de des-
cargas atmosféricas.

0
(D) total adequação em uma instalação residencial, tratan-

4.
do-se de circuitos terminais.

84
(E) proteção ao usuário da instalação propiciada por
disjuntores, devido às elevadas correntes de falta.
5.
04

T
Resolução:

98
4-
(A) INCORRETA. Não é permitido o uso de DR em esquemas de aterramento

09
AF
98

TN-C.

4.
4-

84
09

(B) INCORRETA. Como o neutro e o terra são comuns, o aterramento da fonte e


5.
4.

das cargas é o mesmo ponto, a saber, o ponto de aterramento da fonte.


04
84

(C) INCORRETA. No caso de uma descarga atmosférica, o que importa de fato


5.
04

é a resistência de aterramento. Como mesmo em um esquema TN-S o terra


está conectado ao neutro (embora não sejam o mesmo condutor), não há
R 8

deficiência desse esquema de aterramento quanto à descargas atmosféricas.


9
4-

(D) INCORRETA. O esquema TN-C é um esquema de aterramento válido. Não é


9
.0

inadequado, embora seja recomendado o uso do esquema TN-S. No entanto,


44
D

deve-se ressaltar que o esquema TN-C é permitido apenas em instalações


8

com canalizações rígidas e secção nominal igual ou superior a 10mm2 .


5.
04

(E) CORRETA. O uso do esquema TN-C faz com que as correntes de falta se-
jam mais elevadas, em virtude da baixa resistência de aterramento do neu-
tro. Dessa forma, os disjuntores tendem a atuar mais rapidamente. Deve-se
ressaltar que existem limites estabelecidos por norma para a resistência de
98

aterramento do neutro em todas as épocas do ano.


-
94

 
.0

Alternativa (E) 

844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 29

. 09
44
Questão 26
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
39

5.
04
k

0,6
0,5
0,4

8
0,3

-9
0,2

94
0,1

0
4.
0 ρ[Ωm]
100 200 300 400 500 600 700 800 900

84
Em muitos casos, a única alternativa que se mostra viável
5.
para a redução da resistência de aterramento é o tratamen-
04

to do solo utilizando produtos químicos, tais como: cloreto

T
de sódio, sulfato de cobre e bentonita. Esses produtos têm
por finalidade reduzir a resistividade do solo em que são

98
aplicados. O gráfico acima apresenta o coeficiente de redu-

4-
ção, k, devido ao tratamento químico do solo, empregando-

09
se um determinado produto. Considere que, em uma deter-
AF
98

minada subestação, antes do tratamento, o terreno onde

4.
está instalada a malha de aterramento possuía uma
4-

resistividade de 600 m e resistência de aterramento de


84
09

250 . O novo valor da resistência de aterramento, em ,


5.
4.

após o tratamento químico do solo será


04

(A) 25
84

(B) 50
5.

(C) 75
04

(D) 90
(E) 180
R 4-
9 8

Resolução:
9
.0

É informado que o solo antes do tratamento apresenta uma resistividade de


44
D

600Ω.metro de modo tal que o coeficiente de redução correspondente é k = 0,3.


8

Assim, a correção de resistência é:


5.
04

Rnovo = kRantigo = 0, 3 × 250Ω = 75Ω

Assim, a resposta fica evidente.


 
98

Alternativa (C) 

-
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 30

. 09
44
Questão 27
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
5.
42

04
Dentre os tipos de relés, aquele que NÃO pertence à famí-
lia dos relés de distância é o
(A) diferencial.
(B) de admitância.
(C) de reatância.
(D) de impedância.

8
(E) de impedância modificado.

-9
0 94
Resolução:

4.
84
A figura a seguir apresenta um esquema do relé diferencial, que é larga-
5.
mente utilizado para proteção de transformadores. O funcionamento desse relé é
04

o seguinte: Se Np /Ns = n2 /n1 então em condições normais, a corrente diferencial

T
Id = Ips − Iss é nula. Se ocorrerem faltas internas no transformador Id é superior a

98
um limite considerado aceitável e o relé envia comando para isolar o trasformador.

4-
Observe que esse relé não é um relé de distância.

09
AF
98

4.
Já os relés de admitância, reatância, impedância e impedância modificado
4-

84
funcionam basicamente através do fato de que a distância em que ocorre uma falta
09

5.
é proporcional à impedância (ou resistência, ou reatância) vista pela fonte. Dessa
4.

04
84

forma, é possível determinar a distância em que ocorreu a falta através da medida


5.

dessas grandezas. Dessa forma, dentre os relés apresentados o único que não é
04

relé de distância é o relé diferencial.


R 44
.0
9 4-
9 8
D 04
5.
8

 
Alternativa (A) 

- 98
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 31

. 09
44
Questão 28
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
43

5.
Em um planejamento energético são abertas as possibili-

04
dades de aproveitamento de fontes alternativas de ener-
gia, objetivando diminuir os impactos ambientais bem como
atender de forma mais adequada um dado tipo de consu-
midor. No Brasil, considera-se que a geração
(A) termelétrica, utilizando o bagaço de cana-de-açúcar,
possui grande potencial.

8
(B) fotovoltaica é uma alternativa interessante, principal-

-9
mente para os processos de aquecimento.

94
(C) eólica possui grande potencial, principalmente na Re-
gião Sudeste.

0
4.
(D) fotovoltaica é a forma de geração alternativa de mais
baixo custo, além de ser totalmente limpa.

84
(E) por meio de microcentrais hidrelétricas é economica-
5.
mente viável para a Região Norte.
04

Resolução:

T 98
Questões como esta exigem discernimento do candidato quanto à realidade

4-
energética brasileira, obrigando o mesmo a se manter atualizado com os rumos

09
deste setor.
AF
98

4.
4-

(A) CORRETA. Segundo essa alternativa o potencial de queima da biomassa é


84
09

5.
de grande potencial. De fato a popularização da cogeração e da venda da
4.

04

energia produzida nas usinas para as distribuidoras já é uma realidade.


84
5.

(B) INCORRETA. Nessa alternativa há uma confusão entre a energia fotovoltaica


04

gerada através da conversão direta de luz em energia elétrica como a héliotér-


R
mica que é o aquecimento de água através da concentração da luz do sol,
9 8

muito utilizada por hotéis para economia com água aquecida em chuveiros.
9 4-

(C) INCORRETA. Nessa alternativa há um equívoco quanto à região de maior


.0

potencial de exploração eólica, que na realidade é a região Nordeste e alguns


44
D

trechos da região Sul.


8
5.

(D) INCORRETA. Ignora-se o fato que a energia fotovoltaica é a mais cara e


04

menos competitiva das formas de geração, sem falar dos problemas exis-
tentes para conexão na rede elétrica.

(E) INCORRETA. Na alternativa (E) há outro equívoco, na região Norte os rios


98

são de grande extensão e volume de modo que a exploração hidroelétrica só


-
94

pode ser realizada por grandes empreendimentos e não por meras PCH’s.
.0

 
Alternativa (A) 
44


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 32

. 09
44
Questão 29
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
5.
47

04
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)
atua nas operações de compra e venda de energia, assu-
mindo importante papel no Setor Elétrico. A atribuição des-
sa instituição é
(A) analisar a carga de energia e de demanda dos agen-
tes envolvidos na comercialização.
(B) promover a medição e o registro dos dados de gera-
ção e consumo dos agentes envolvidos na

8
comercialização.

-9
(C) operar de forma sistêmica a rede de transmissão e

94
despachar a geração dos agentes envolvidos na
comercialização.

0
(D) regular e fiscalizar a geração, a transmissão, a distri-

4.
buição e a comercialização da energia elétrica.
(E) coordenar e controlar a operação das instalações de

84
geração e transmissão de energia elétrica no Sistema
Interligado Nacional.
5.
04

T
Resolução:

98
4-
Esta questão exige que o candidato conheça as atribuições das instituições

09
AF
98

relacionadas ao sistema elétrico brasileiro.

4.
4-

84
09

(A) INCORRETA. Essa é uma atribuição do ONS através de sua comissão de


5.
Estudos de Previsão e Acompanhamento de Carga.
4.

04
84

(B) CORRETA. Uma das atribuições da CCEE é promover a medição e o registro


5.

dos dados de geração e consumo de todos os agentes da CCEE, apurando


04

descumprimentos dos limites de geração e outras infrações.


R 8

(C) INCORRETA. Segundo o artigo 2 do Título I da Resolução Normativa no 328,


9
4-

O ONS tem por objeto executar as atividades de coordenação e controle da


9
.0

operação da geração e da transmissão de energia elétrica do Sistema Interli-


44
D

gado Nacional - SIN, sob a fiscalização e regulação da Agência Nacional de


8

Energia Elétrica - ANEEL. O despacho energético é de responsabilidade do


5.

ONS.
04

(D) INCORRETA. Esta é claramente uma atribuição da ANEEL.

(E) INCORRETA. Esta é claramente uma atribuição do ONS.


98

 
Alternativa (B) 
-


94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 33

. 09
44
Questão 30
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
5.
48

04
O sistema elétrico brasileiro é considerado de grande com-
plexidade, tendo em vista várias particularidades, por exem-
plo, a predominância de geração hidrelétrica, a extensão
territorial e as grandes distâncias entre os sistemas de gera-
ção e os centros consumidores. Vários agentes estão en-
volvidos em diversas instâncias, visando a garantir o pleno
funcionamento desse sistema com qualidade e economia.
Considere as seguintes entidades ligadas ao setor elétrico

8
-9
brasileiro:

94
I – ONS
II – EPE

0
III – ANEEL

4.
IV – ELETROBRÁS

84
A seguir são apresentadas algumas das responsabilida-
5.
des de agentes do sistema elétrico brasileiro, que devem
ser associadas às respectivas entidades.
04

T
P – Realização de pesquisas em áreas de planejamen-
to e operação do sistema elétrico, estudos econômi-

98
co-financeiros e energéticos bem como execução
de ensaios em equipamentos de alta tensão.

4-
Q – Coordenação e controle da operação das instala-

09
ções de geração e transmissão de energia elétrica
AF
98

no Sistema Interligado Nacional.

4.
R – Prestação de serviços na área de estudos e pesqui-
4-

sas, visando ao planejamento do setor energético


84
09

brasileiro em suas diversas fontes, por exemplo, elé-


trica, de petróleo, de carvão e à eficiência energética.
5.
4.

S – Regulação e fiscalização da geração, transmissão,


04

distribuição e comercialização da energia elétrica.


84

T – Criação e implementação de soluções visando ao


atendimento do mercado de energia elétrica, dando
5.

suporte a programas governamentais, como o


04

Proinfa e o Procel.
R
A associação correta entre as responsabilidades das enti-
8

dades e suas respectivas siglas é


9

(A) I – P , II – R , III – T e IV – Q
4-

(B) I – T , II – S , III – Q e IV – R
9

(C) I – R , II – T , III – S e IV – P
.0

(D) I – S , II – P , III – Q e IV – T
(E) I – Q , II – R , III – S e IV – T
44
D 5.
8

Resolução:
04

A ONS, ou Operador Nacional de Sistemas, como o nome já denuncia é


responsável pela operação e monitoramento do sistema elétrico nacional na ger-
ação e na transmissão. Em casos de falhas de grande proporção, ela dá o parecer
98

técnico sobre as causas do problema, mas não cabe a ela julgar, o que é papel da
-

ANEEL. Desta forma a correspondência seria I-Q.


94
.0

A EPE, ou Empresa de Pesquisa Energética, é um órgão criado pelo gov-


44

erno em 2003 para realizar estudos na área de energia, não apenas no setor
8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 34

. 09
44
elétrico, cabendo a ela divulgar o balanço energético, os planos de expansão da

8
5.
geração e na extração de recursos energéticos. Desta forma, a correspondência

04
seria II-R.

Com o regime das privatizações e da abertura do setor elétrico nos anos


90, foi necessária a criação de uma agência reguladora servindo para garantir
a qualidade de prestação dos serviços e tem o poder de multar os agentes que

8
-9
atuarem irregularmente sob sua ótica. A correspondência que cabe seria então

94
III-S.

0
4.
Antes dos anos 90, a Eletrobrás era o conglomerado das empresas estatais

84
de geração e transmissão como Eletrosul, Eletronorte, Chesf e Furnas e outras,
5.
porém com as privatizações e com a criação da EPE ele foi tendo seu poder de
04

T
atuação cada vez mais reduzido. Atualmente ela realiza ações para a redução do

98
desperdício de energia e outros serviços para o setor elétrico. A correspondência

4-
adequada seria IV-T.

09
AF
98

 
Alternativa (E) 

4.

4-

84
09

5.
4.

04
84
5.

Questão 31
04

(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)


R
46
8

O sistema elétrico brasileiro, pelas suas particularidades,


9

é considerado um exemplo único em âmbito mundial, ten-


4-

do em vista a grande participação de usinas hidrelétricas e


9

a transmissão de energia em grandes distâncias. Com re-


.0

lação ao Sistema Interligado Nacional (SIN), sabe-se que


(A) o plano de ampliações e reforços, elaborado pelo Ope-
44
D

rador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), tem como


objetivo a previsão de implantação de novos elemen-
8

tos funcionais ao sistema, enquanto o plano para ade-


5.

quação de instalações existentes é realizado através


04

do planejamento da operação energética.


(B) a capacidade instalada do SIN leva em consideração
usinas com capacidade a partir de 10 MW.
(C) para efeito de contabilidade da capacidade instalada
do SIN, são desconsideradas as importações de Itaipu
contratadas do Paraguai.
(D) no período compreendido entre 2004 e 2008, houve
incremento expressivo na extensão total de linhas de
98

750 kV no SIN.
(E) na interligação Norte-Sul pode haver o transporte de
-
94

energia em ambos os sentidos da linha, pode contar


com um sistema de compensação série e paralela, e
.0

contar, também, com um dispositivo TCSC, visando ao


amortecimento de oscilações eletromecânicas.
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 35

. 09
44
Resolução:

8
5.
04
(A) INCORRETA. Pela resolução normativa 443 da ANEEL de 26 de Julho de
2011, o Plano de Ampliações e Reforços - PAR é de responsabilidade do
ONS, que tem como objetivo previsão de novos elementos funcionais e read-
equação de elementos já existentes.

8
-9
(B) INCORRETA. A capacidade instalada do SIN considera apenas as usinas que

94
tenham capacidade instalada superior a 30MW, não a 10MW.

0
4.
(C) INCORRETA. A energia importada do Paraguai faz parte da capacidade insta-

84
lada do SIN, como pode ser visualizado na tabela a seguir, retirada do Plano
5.
de Expansão decenal 2020.
04

T 09
4-
98
AF
98

4.
4-

84
09

5.
4.

(D) INCORRETA. Nesta época não foram construídas linhas de 750kV, como
04
84

mostra a tabela de empreendimentos entre 2004-2008.


5.
04

R 44
.0
9 4-
9 8
D 04
5.
8

(E) CORRETA. No Brasil o TCSC (Thyristor Controlled Series Capacitor) é con-


siderado como elemento fundamental para a conexão dos sistemas elétricos
Norte/Sul, sendo suas primordiais funções o amortecimento de oscilações de
baixa freqüência entre os dois sistemas e a melhoria na capacidade de trans-
98

missão da mesma. Isso é necessário em virtude do tamanho da linha de


-
94

transmissão.
.0

 
Alternativa (E) 
44


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 36

. 09
44
Questão 32
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
5.
49

04
Para o planejamento da expansão do Sistema Elétrico
Nacional, são realizados diversos estudos que geram do-
cumentos balizadores como o Plano Decenal. As diversas
tecnologias para a geração estão à disposição das agênci-
as e instituições do setor. Nesse contexto, a tecnologia mais
adequada para o atendimento dos picos de demanda são
as centrais

8
(A) eólicas. (B) nucleares.

-9
(C) hidrelétricas. (D) termelétricas.

94
(E) fotovoltaicas.

0
4.
84
Resolução: 5.
Os picos de demanda são os momentos na qual os consumidores requerem
04

mais carga, para atendê-los é necessário uma geração que possa ser imediata-

T
mente regulada e de rápida ativação, não sendo “refém” de condições naturais

98
para seu funcionamento.

4-
09
AF
98

Por esta razão, automaticamente descartamos as gerações eólica e foto-

4.
4-

voltaica que dependem de fatores fora de controle dos operadores do sistema, 84


09

como o regime dos ventos e o regime solar. Além disto, as hidroelétricas servem
5.
4.

dando potência basal ao sistema, garantindo a qualquer momento um valor mínimo


04
84

de potência.
5.

Sobra como resposta a geração termoelétrica e a nuclear, porém, em nosso


04

país as usinas nucleares ativas são apenas duas e por questões de segurança a
R 8

dinâmica do reator nuclear é lenta e não admite saltos de potência atuando deste
9
4-

jeito da mesma forma que as hidroelétricas, servindo valores fixos de potência em


9

todos os momentos.
.0
44
D

A geração termelétrica pela queima de combustíveis fósseis é bastante


8

dinâmica, uma vez que o controle do fluxo de combustível é fácil e a dinâmica


5.
04

das turbinas é rápida podendo a mesma ser rapidamente ligada e os geradores


conectados ao sistema, configurando esta como a alternativa correta.
 
Alternativa (D) 

- 98
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 37

. 09
44
Questão 33
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
5.
53

04
A Geração Distribuída (GD) é hoje uma realidade no Bra-
sil, impulsionada pela nova regulamentação do mercado
de energia bem como pelos programas governamentais,
como o PROINFA. A GD caracteriza-se pela inserção de
unidades geradoras de menor capacidade, conectadas di-
retamente na rede de distribuição, localizando-se, portan-
to, junto aos centros consumidores. Podem ser considera-
dos benefícios trazidos pela GD ao sistema elétrico a(o)

8
-9
(A) simplificação da coordenação dos dispositivos de pro-
teção.

94
(B) redução de harmônicos injetados na rede.
(C) redução da potência de curto-circuito.

0
(D) possibilidade, em função da tecnologia empregada, do

4.
controle de tensão por meio da injeção de reativos.

84
(E) incremento da margem de estabilidade.
5.
04

Resolução:

T 98
Entende-se por geração distribuída como a geração descentralizada de en-

4-
ergia elétrica, na maioria dos casos por fontes renováveis como solar, eólica e

09
biomassa. Sua popularização vem crescendo por todo o mundo, mas não sem
AF
98

4.
trazer novos problemas e desafios ao setor.
4-

84
09

Com um maior número de barramentos para entregar energia para o sistema


5.
4.

é lógico que o equilíbrio do fluxo de potência se torna mais complicado e conse-


04
84

quentemente os esforços de proteção se tornam maiores bem como os custos,


5.

como isto é uma desvantagem, a alternativa A é falsa.


04

A energia eólica por ser influenciada pela dinâmica dos ventos tem sua fre-
R 8

quência de geração bastante oscilante, o emprego de inversores de frequência


9
4-

muitas vezes se faz necessário injetando harmônicos na rede. Isto sem falar nos
9
.0

conversores empregados na geração fotovoltaica, o que já dariam a alternativa B


44
D

como falsa.
8
5.

A adição de novos barramentos ao sistema acaba por diminuir o módulo


04

dos elementos diagonais da matriz Z barra do sistema, com isto o natural é que
a potência de curto circuito seja aumentada, ao invés de diminuída, uma vez que
a rede está mais conectada e há mais caminhos para a corrente fluir. Nestas
condições, a letra C é falsa.
98

Como as fontes renováveis demandam bastante eletrônica de potência,


-
94

houve um aumento da participação de dispositivos FACTS ou sistemas de trans-


.0

missão flexível em corrente alternada. Estes equipamentos permitem controles de


44

reativo e outras características do sistema, visando trazer equilíbrio, sendo D a


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 38

. 09
44
alternativa verdadeira.

8
5.
A perspectiva de uma geração descentralizada impõe menos controles e

04
amarras e a perspectiva de rejeição de carga de parques eólicos e outros sistemas
de GD diminuem a estabilidade do sistema. Desta forma, E é falsa.
 
Alternativa (D) 

8


-9
94
Questão 34

0
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

4.
64

84
O controle de tensão em sistemas de distribuição de ener-
5.
gia é de grande importância, tendo em vista a crescente
demanda por energia elétrica, associada ao aumento da
04

exigência por padrões mínimos de qualidade. É conside-

T
rada uma medida corretiva para adequação dos níveis de
tensão na rede primária a

98
(A) transferência de carga entre alimentadores.

4-
(B) construção de novos alimentadores.
(C) mudança de tensão primária de alimentação.

09
AF
98

(D) construção de nova subestação.


(E) remoção de reguladores de tensão instalados na rede.

4.
4-

84
09

5.
Resolução:
4.

04
84

Uma medida corretiva é uma ação pontual para anular ou amenizar um prob-
5.

lema de operação de algum sistema ou equipamento. Ou seja, no caso do sistema


04

elétrico isto se poderia se referir a manobras ou ativação de dispositivos específi-


R
cos para atuar nas anomalias do sistema. Com este argumento podemos descar-
9 8

tar imediatamente (B) e (D).


9 4-

A alternativa (E) não faz sentido algum, uma vez que o objetivo da questão
.0
44

é justamente apontar ações para uma melhor regulação da tensão, desligar regu-
D

ladores não parece ser um começo inteligente.


8
5.
04

Desta forma, restam apenas (A) e (C) como alternativas viáveis, mas a ten-
são primária é determinada pela geração e transmissão não sendo um parâmetro
manipulável pela distribuição, mesmo a nível primário.

Assim, (A) que é uma manobra pra manejar as potências reativas nas barras
98

e ajudar a controlar o nível de tensão é a correta pois é a única alternativa que faz
-
94

algum sentido.
.0

 
44

Alternativa (A) 

8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 39

. 09
44
Questão 35
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
54

5.
A tabela a seguir contém os Termos e as Definições que são encontradas na Resolução Normativa No 109, da ANEEL, que

04
institui a convenção de comercialização de energia elétrica.

Termo Definição
1 – Ambiente de Contratação Regulada ( ) Segmento do mercado no qual se realizam as opera-
2 – Ambiente de Contratação Livre ções de compra e venda de energia elétrica, objeto de
Contratos bilaterais livremente negociados, conforme
3 – Contrato de Comercialização de Energia em
regras e procedimentos de comercialização específi-

8
Ambiente Regulado
cos.

-9
4 – Mecanismo de Realocação de Energia ( ) Mecanismo de compartilhamento dos riscos
5 – Câmara de Comercialização de Energia Elétrica

94
hidrológicos associados à otimização eletroenergética
do Sistema Interligado Nacional (SIN), no que concerne

0
ao despacho centralizado das unidades de geração

4.
de energia elétrica.
( ) Segmento do mercado no qual se realizam as opera-

84
ções de compra e venda de energia elétrica entre Agen-
tes Vendedores e Agentes de Distribuição, precedidas
5.
de licitação, ressalvados os casos previstos em lei, con-
forme regras e procedimentos de comercialização es-
04

pecíficos.

T
( ) Pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos,
que atua sob autorização do Poder Concedente de

98
regulação e fiscalização da ANEEL, com a finalidade
de viabilizar as operações de compra e venda de ener-

4-
gia elétrica entre os Agentes da CCEE, restritas ao Sis-
tema Interligado Nacional (SIN).

09
AF
98

( ) Contrato bilateral celebrado, no âmbito do ACR, entre


Agente Vendedor e Agente de Distribuição.

4.
4-

84
09

A associação correta do termo com a sua definição, na sequência de cima para baixo, é
(A) 2 – 4 – 1 – 5 – 3
5.
(B) 2 – 5 – 3 – 4 – 1
4.

04

(C) 4 – 5 – 2 – 1 – 3
84

(D) 5 – 2 – 4 – 1 – 3
(E) 5 – 3 – 2 – 1 – 4
5.
04

Resolução:
R 9 8

Cada um dos itens é analisado a seguir:


9 4-
.0

• Segmento do mercado no qual se realizam as operações de compra e venda


44
D

de energia elétrica, objeto de Contratos bilaterais livremente negociados, con-


8

forme regras e procedimentos de comercialização específicos.


5.
04

COMENTÁRIO: No Ambiente de Contratação Livre a energia elétrica é com-


ercializada entre concessionárias de geração, Produtores Independentes de
Energia, auto-produtores, agentes de comercialização, importadores de ener-
gia e consumidores livres.
98

• Mecanismo de compartilhamento dos riscos hidrológicos associados à


-
94

otimização eletroenergética do Sistema Interligado Nacional (SIN), no que


.0

concerne ao despacho centralizado das unidades de geração de energia


44

elétrica.
8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 40

. 09
44
COMENTÁRIO: O despacho de geração é realizado de forma a minimizar os

8
5.
custos baseando-se em uma série hidrológica histórica. Dessa forma, o ONS

04
atribui a cada gerador uma quantidade de energia. O gerador, em virtude da
imprevisibilidade do regime hidrológico, pode não gerar essa quantidade de
energia. Por meio do Mecanismo de Realocação de Energia (MRE) a energia
produzida é contabilmente distribuída, transferindo o excedente daqueles que

8
-9
geraram além de sua Energia Assegurada para aqueles que geraram abaixo

94
por imposição do despacho centralizado do sistema.

0
4.
• Segmento do mercado no qual se realizam as operações de compra e venda

84
de energia elétrica entre Agentes Vendedores e Agentes de Distribuição, pre-
5.
cedidas de licitação, ressalvados os casos previstos em lei, conforme regras
04

e procedimentos de comercialização específicos.

T 98
COMENTÁRIO: No Ambiente de Contratação Regulada, empresas de dis-

4-
tribuição compram energia para consumidores cativos por meio de leilões

09
públicos regulados pela ANEEL, e operacionalizados pela CCEE. É como a
AF
98

4.
CEMIG comprando energia de um gerador para vender para a população.
4-

84
09

• Pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, que atua sob autor-
5.
4.

ização do Poder Concedente de regulação e fiscalização da ANEEL, com a


04
84

finalidade de viabilizar as operações de compra e venda de energia elétrica


5.

entre os Agentes da CCEE, restritas ao Sistema Interligado Nacional (SIN).


04

COMENTÁRIO: Nesse item não há o que se comentar. O item cita inclusive a


R 8

sigla da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE.


9
4-

• Contrato bilateral celebrado, no âmbito do ACR, entre Agente Vendedor e


9
.0

Agente de Distribuição.
44
D

COMENTÁRIO: Este item também não requer comentários adicionais, por se


8
5.

tratar apenas da definição de Contrato de Comercialização de Energia em


04

Ambiente Regulado.

 
Alternativa (A) 

- 98
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 41

. 09
44
Questão 36
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
56

5.
O potencial de redução de consumo de energia elétrica em

04
instalações dos mais diversos tipos tem sido alvo de conti-
nuados estudos, particularmente no Brasil, onde o uso efici-
ente da eletricidade pode ser considerado um dos fatores
para o desenvolvimento industrial nacional. Nessa perspec-
tiva, uma medida de baixo custo para a redução do consu-
mo de energia elétrica na área industrial é a
(A) adequação do sistema de proteção.

8
(B) substituição de linhas sobrecarregadas.

-9
(C) redução de picos de demanda.

94
(D) remanejamento de motores superdimensionados.
(E) substituição de transformadores sobrecarregados.

0
4.
Resolução:
84
5.
04

Várias são as medidas que podem ser adotadas para diminuição dos gastos

T
com energia, porém nem todas são financeiramente rentáveis, o tempo que um

98
equipamento demora pra se pagar com a economia de energia pode ser proibitivo,

4-
analisemos as alternativas.

09
AF
98

A proteção de um sistema deve atuar em condições anormais de funciona-

4.
4-

mento, como sobrecarga, curto circuito ou abertura de fases. Não se refere às


84
09

5.
condições do dia a dia e não faz muito sentido discutir mais, invalidando a letra A.
4.

04
84

A substituição de equipamentos como linhas, transformadores e máquinas é


5.

um decisão cara e desta forma o ganho marginal de energia elétrica só amortizaria


04

o investimento nestes caros bens de capital em anos ou talvez décadas. Desta


R
forma, invalidamos B e E.
9 8
4-

Racionalizar o consumo de energia, transferindo os picos de demanda para


9

horários na qual o preço da energia é mais barato não exige nenhuma compra
.0

de equipamento e demanda apenas planejamento do engenheiro. A depender


44
D

da atividade industrial, os ganhos podem ser consideráveis, CONTUDO, não é


8
5.

exatamente uma medida que afeta o consumo uma vez que você está apenas
04

gerenciando os horários de uso da carga.

O remanejamentos de motores superdimensionados além de aumentar o


fator de potência na indústria, se bem alocado permite que os motores trabalhem
98

próximos de suas condições nominais o que aumenta seu rendimento. Como re-
-

manejar não implica em adquirir, é uma alternativa corretiva de baixo custo.


94

 
.0

Alternativa (D) 

844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 42

. 09
44
Questão 37
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
5.
57

04
As ações na área de conservação de energia podem ter
resultados que não realizem o potencial disponível. Esse
resultado pode ser fruto da existência de barreiras à
implementação dessas ações. Em uma situação hipotéti-
ca, o engenheiro projetista de uma determinada planta,
sendo responsável pela proposição de medidas para con-
servação de energia, deparou-se com algumas das barrei-

8
ras mencionadas, descritas a seguir.

-9
• Na região de localização da planta não havia disponibili-

94
dade de equipamentos eficientes a um custo viável.
• Os juros para o financiamento de equipamentos eficien-

0
tes eram elevados

4.
• A substituição sistemática de equipamentos consideran-
do-se apenas o custo de substituição, desprezando a in-

84
formação dos ciclos de vida.
5.
A classificação correta dessas barreiras é, respectivamente,
(A) institucional, financeira e cultural.
04

(B) tecnológica, econômica e cultural.

T
(C) tecnológica, financeira e histórica.
(D) cultural, econômica e financeira.

98
(E) mercadológica, econômica e financeira.

4-
09
AF
98

Resolução:

4.
4-

84
09

As barreiras são as dificuldades na execução de qualquer empreendimento,


5.
4.

seja de conservação de energia ou não.


04
84

A barreira tecnológica é a que ocorre quando não existe a possibilidade de


5.

se utilizar um equipamento ou técnica mais adequada, seja por falta de disponi-


04

bilidade ou pelo custo de importação tornar a solução proibitiva, este é o caso da


R 8

primeira barreira citada.


9
4-

As barreiras financeiras são os fatores que tornam o investimento pouco


9
.0

interessante do ponto de vista monetário, o equipamento é muito caro, bem com


44
D

seus juros, o retorno irá demorar pra cobrir os investimentos, etc. O que é o caso
8

da segunda barreira citada pelo texto.


5.
04

A barreira cultural é o pensamento vigente da empresa ou indústria que não


valoriza um ponto de vista válido, por se chocar com outras diretrizes ou priori-
dades da empresa ou por falta de visão dos gerentes. Como o pessoal respon-
sável ignora fatores importantes como o ciclo de vida dos equipamentos esta é a
98

categoria em que a última barreira se encaixa.


-
94

 
Alternativa (B) 
.0


844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 43

. 09
44
Questão 38
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
59

5.
Devido ao afastamento existente entre as usinas gerado-

04
ras e os grandes centros de consumo de energia, é neces-
sária a existência de um sistema de transmissão que te-
nha alto grau de confiabilidade, associado à observância
de questões econômicas e ambientais. Com relação aos
sistemas de transmissão de energia, analise as afirmações
a seguir.

8
-9
I – Para sistemas de transmissão em extra-alta-tensão

94
e ultra-alta-tensão, o fluxo de potência ativa em uma
determinada linha é determinado principalmente pela

0
diferença entre as magnitudes das tensões das bar-

4.
ras terminais.

84
II – O emprego de transmissão em corrente contínua é
realizado, por exemplo, na conexão de dois siste-
5.
mas de corrente alternada, e a adoção dessa
04

tecnologia pode ser restringida, tendo em vista sua

T
incapacidade de reagir na ocorrência de transitórios
no sistema elétrico.

98
III – Fixando-se um limite máximo de abertura angular
entre duas barras conectadas por uma linha, o valor

4-
da potência máxima que pode ser transmitida dimi-

09
nui com o aumento da reatância da linha.
AF
98

4.
4-

Está correto APENAS o que se afirma em 84


(A) I.
09

(B) II.
5.
4.

(C) III.
04

(D) I e II.
84

(E) II e III.
5.
04

Resolução:
R 8

Analisando cada uma das alternativas.


9
9 4-

I. FALSA. A questão da troca de reativo entre os barramentos é determinada


.0
44

principalmente pelo nível de tensão observado nos dois pontos, e não a potên-
D 8

cia ativa que depende da abertura angular entre dois pontos do sistema. As-
5.

sim I é falsa.
04

II. FALSA. A transmissão de corrente contínua é uma solução para diminuir as


perdas por efeito Corona em sistemas de UHT e EHT e também é utilizado
como ponte entre sistemas de freqüências distintas como é o caso do Brasil e
98

do Paraguai em Itaipu. Ele não é completamente indefeso contra transitórios,


-

apesar de ser mais frágil que um sistema de corrente alternada. Portanto, II


94

também é falsa.
.0
44

III. VERDADEIRA. A reatância é a parte complexa da impedância, que é medida


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 44

. 09
44
da passagem da corrente e desta forma de potência. Assim um aumento da

8
5.
reatância obrigatoriamente diminui a potência natural da linha de transmissão,

04
fixando os parâmetros restantes. Assim III é verdadeira.

 
Alternativa (C) 


8
-9
Questão 39

94
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

0
55

4.
A respeito da estrutura tarifária do setor elétrico, analise as afirmativas a seguir.

I
84
– Os consumidores do grupo B são cobrados pela demanda e pela energia que consomem.
5.
II – Na tarifa Convencional, o consumidor contrata um valor único de demanda, que valerá tanto para o horário de ponta
ou fora de ponta quanto para o período do ano seco ou úmido.
04

III – Na tarifa horo-sazonal Verde, o consumidor contrata um valor de demanda para o horário de ponta e para o horário

T
fora de ponta.

98
Está correto APENAS o que se afirma em
(A) I.

4-
(B) II.
(C) III.

09
AF
98

(D) I e II.
(E) II e III.

4.
4-

84
09

5.
Resolução:
4.

04
84

I. INCORRETO. Os consumidores do grupo B correspondem às residências,


5.
04

lojas, agências bancárias, etc. São alimentados em 127/220V e deles é co-


brada apenas a energia que consomem e não a demanda.
R 9 8

II. CORRETO. Os consumidores contratam, através de contrato específico com


4-

a concessionária, uma demanda pretendida (demanda contratada) que não


9
.0

depende nem da hora de consumo nem do período do ano. Existem regras


44
D

que limitam a utilização do sistema de tarifa convencional para consumidores


8
5.

do grupo A (consumidores atendidos em alta tensão, acima de 2300 volts,


04

como indústrias, shopping centers e alguns edifícios comerciais).

III. INCORRETO. Os consumidores de tarifa verde contratam apenas um valor de


demanda (que vale para horário de ponta e horário fora de ponta). No entanto
o consumo (potência efetivamente consumida) é tarifada de forma diferente
98

no horário de ponta e fora de ponta).


-
94

 
.0

Alternativa (B) 

844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 45

. 09
44
Questão 40
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
61

5.
04
Na figura ao lado, Instalação Elétrica indica ponto de ali-
mentação de um motor em uma instalação industrial, e o
local indicado por Superfície Isolante é um anteparo con-
feccionado em material isolante apropriado, à esquerda do
IV qual o risco de choque elétrico, devido à alimentação do
III motor, é zero. Com base no exposto e de acordo com a
Superfície isolante NR-10, que trata de Segurança em Instalações e Serviços
em Eletricidade, as áreas, na figura acima, indicadas por I,

8
II II, III e IV, representam, respectivamente,

-9
(A) ponto de instalação energizado, zona de risco, zona
controlada e zona livre

94
I
(B) ponto de instalação energizado, zona controlada, zona
livre e zona de risco

0
Instalação elétrica
(C) zona controlada, ponto de instalação energizado, zona

4.
livre e zona de risco

84
(D) zona de risco, ponto de instalação energizado, zona
controlada e zona livre
5.
(E) zona de risco, zona controlada, ponto de instalação
energizado e zona livre
04

T 98
Resolução:

4-
Por seu posicionamento (I) representa o ponto de instalação energizado. A

09
AF
98

região (II) é definida na NR10 como sendo a zona de risco, cuja aproximação só é

4.
4-

permitida a profissionais autorizados e com a adoção de técnicas e instrumentos


84
09

5.
apropriados de trabalho. A região (III) é definida como zona controlada. Nessa
4.

04

região é permitida apenas a aproximação de profissionais autorizados. Na zona


84

livre não há restrições quanto à aproximação, na medida em que não há risco de


5.
04

choque elétrico. A figura a seguir ilustra a definição das regiões de acordo com a
NR10. Os raios que delimitam as regiões dependem das tensões envolvidas e são
R 8

definidos na norma.
9
9 4-
.0
44
D 04
5.
8

 
98

Alternativa (A) 

-
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 46

. 09
44
Questão 41
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2010)

8
62

5.
04
No contexto da Norma Regulamentadora em segurança em instalações e serviços em eletricidade (NR-10), analise as
afirmações a seguir.

I – Nos locais de trabalho só podem ser utilizados equipamentos, dispositivos e ferramentas elétricas compatíveis com
a instalação elétrica existente, preservando-se as características de proteção, respeitadas as recomendações do
fabricante e as influências externas.
II – Os circuitos elétricos com finalidades diferentes, tais como comunicação, sinalização, controle e tração elétrica,
devem ser identificados e instalados separadamente, salvo quando o desenvolvimento tecnológico permitir

8
compartilhamento.

-9
III – As operações elementares como ligar e desligar circuitos elétricos, realizadas em baixa tensão, com materiais e
equipamentos elétricos em perfeito estado de conservação, adequados para operação, podem ser realizadas por

94
qualquer pessoa não advertida.
IV – As medidas de desenergização e reenergização de instalações podem ser alteradas, substituídas, ampliadas ou

0
eliminadas, em função das peculiaridades de cada situação, por profissional legalmente habilitado, autorizado e

4.
mediante justificativa técnica previamente formalizada, desde que seja mantido o mesmo nível de segurança origi-

84
nalmente preconizado. 5.
Considere a relação das condições de aplicação de segurança, a seguir, estabelecidas pela NR 10, a fim de associá-las às
afirmações acima.
04

P – Instalações elétricas desenergizadas

T
Q – Instalações elétricas energizadas
R – Construção, montagem, operação e manutenção

98
S – Projetos
T – Situações de emergência

4-
A associação correta entre as sentenças e as condições de aplicação de segurança é

09
AF
(A) I – P , II – S , III – T , IV – R
98

(B) I – T , II – R , III – S , IV – P

4.
(C) I – S , II – T , III – P , IV – Q
4-

(D) I – R , II – S , III – Q , IV – P
84
09

(E) I – R , II – Q , III – T , IV – P
5.
4.

04
84

Resolução:
5.
04

Serão analisados cada um dos itens e relacionados com as condições de


aplicação de segurança:
R 4-
9 8

I. Trata das condições a serem satisfeitas pelos equipamentos e ferramentas,


9

que devem ser compatíveis com as instalações elétricas nas quais serão uti-
.0
44

lizados. Dessa forma, esse item trata de condições para Construção, Mon-
D 8

tagem, Operação e Manutenção, ou seja, condição R.


5.
04

II. Trata de requisitos que devem ser satisfeitos no planejamento de uma insta-
lação. Esse item cita a necessidade de separação de circuitos elétricos com
finalidades diferentes. Dessa forma, essa item é relacionado com condições
de projeto, ou seja, condição S.
98

III. Afirma que é não é necessário ser um profissional habilitado e nem mesmo
-
94

capacitado para realizar operações elementares de “ligar e desligar” circuitos


.0

elétricos de baixa tensão. Por exemplo, qualquer pessoa pode ligar e desli-
44

gar o interruptor de sua casa, desde que ele esteja em boas condições, não
8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 47

. 09
44
representando nenhum risco. Isso é válido em instalações energizadas. Não

8
5.
faria sentido uma operação de ligar e desligar em instalação desenergizada.

04
Dessa forma, esse item está relacionado com a condição Q.

IV. Menciona que é possível inclusive eliminar os procedimentos de energiza-


ção e desenergização de instalações em virtude da necessidade. Isso não

8
é possível em instalações energizadas, mas apenas em instalações desen-

-9
ergizadas. Dessa forma essa ação só pode ser realizada se for satisfeita a

94
condição P.

0
4.
 

84
5. Alternativa (D) 

04

T
Questão 42
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2008)

98
47

4-
De acordo com o atual modelo institucional do setor elétrico

09
AF
brasileiro, o órgão responsável por prestar serviços na área
98

de estudos e pesquisas destinadas a subsidiar o planeja-

4.
4-

mento do setor energético é o(a) 84


09

(A) MME
5.
(B) CNPE
4.

04

(C) CMSE
84

(D) EPE
5.

(E) ANEEL
04

R
Resolução:
9 8
4-

A Empresa de Pesquisa Energética, ou EPE, foi fundada em 2003 para jus-


9

tamente servir como uma fornecedora estatal de estudos, consultorias e planeja-


.0

mentos para o setor de energia, não somente na questão elétrica. Estudos real-
44
D

izados pela empresa incluem:


8
5.
04

• Planos de expansão da geração a curto, médio e longo prazo;

• Identificação e quantificação de fontes de energia;

• Elaborar o balanço energético nacional;


98

• Planejamento de linhas de transmissão;


-
94

• Etc.
.0

 
44

Alternativa (D) 

8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 48

. 09
44
Questão 43
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2008)

8
5.
39

04
Em uma instalação elétrica, o aterramento deve propiciar segurança e funcionalidade. Os esquemas de aterramento em baixa
tensão, normalizados pela NBR 5410, são o TN, TT e IT. A esse respeito, é correto afirmar que o esquema
(A) TN determina uma corrente de falta com valores baixos.
(B) TN determina a necessidade de DR em todos os circuitos da instalação elétrica.
(C) TT é caracterizado pelo fato de as cargas estarem aterradas no mesmo ponto da fonte.
(D) TT permite maior segurança contra as descargas atmosféricas.

8
(E) IT permite a abertura do dispositivo de proteção somente a partir da segunda falta.

-9
0 94
Resolução:

4.
84
(A) INCORRETA, já que estando o terra e neutro sob forma de um só condu-
5.
tor, não há diferença quanto à diferença de potencial de circuito aberto e da
04

T
impedância que limita a corrente de curto, sendo portanto que não haverá

98
redução em seu valor.

4-
(B) INCORRETA, na medida em que no esquema TN-C não é permitida a insta-

09
AF
98

lação do DR, já que em caso de fuga de corrente esse dispositivo não acusará

4.
4-

corrente diferencial entre fase(s) e neutro, pois o caminho de retorno da cor-


84
09

rente de fuga que originalmente é o terra é também o neutro da instalação.


5.
4.

04
84

(C) INCORRETA, pois o ponto de alimentação diretamente aterrado é eletrica-


5.

mente distinto do ponto de aterramento das massas.


04

(D) INCORRETA. O esquema TT significa mais de um ponto de aterramento e


R 8

é possível que existe um ponto da instalação fracamente aterrado devido as


9
4-

condições do solo no próprio local e a ocorrência de descargas nestes pontos


9

pode ser desastroso.


.0
44
D

(E) CORRETA. O esquema IT é um aterramento por impedância, o que limita a


8

corrente de falta que só se tornará elevada e acionará a proteção em caso de


5.

falta subsequente.
04

 
Alternativa (E) 

- 98
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 49

. 09
44
Questão 44
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2008)

8
43

5.
A respeito das fontes de energia elétrica é correto afirmar

04
que
(A) biomassa é todo recurso renovável oriundo de matéria
inorgância que pode ser utilizado na produção de
energia, sendo o óleo de mamona o recurso que
apresenta a maior eficiência energética.

8
(B) as usinas hidroelétricas apresentam a vantagem de

-9
poderem ser construídas próximas aos centros consu-

94
midores, o que proporciona uma redução nos custos da

0
transmissão de energia.

4.
(C) as usinas hidroelétricas são responsáveis por aproxima-

84
damente 75% da geração de energia elétrica no mundo,
e esta participação ainda pode ser ampliada, tendo em
5.
vista que grande parte do seu potencial economica-
04

mente viável não foi explorado.

T
(D) o carvão, em comparação a outros combustíveis fósseis,

98
é aquele que apresenta os menores índices de emissão
de poluentes.

4-
(E) o uso comercial do aproveitamento da energia solar

09
AF
98

para a produção de energia elétrica ainda tem como

4.
principais pontos negativos o baixo rendimento do
4-

processo e o custo elevado do material empregado.


84
09

5.
4.

04

Resolução:
84
5.

(A) INCORRETA. A alternativa (A) é incorreta por biomassa se referir exclusi-


04

vamente à matéria orgânica, tanto de origem vegetal quanto animal, cujo


R 8

aproveitamento pode se feito através da queima direta como é o caso do


9
4-

bagaço de cana quanto de um maior refinamento como é o caso do etanol ou


9

biodiesel.
.0
44
D

(B) INCORRETA. As usinas hidroelétricas se localizam em grandes rios e corpos


8

d’água, naturalmente afastados dos grandes centros consumidores tanto por


5.

questões geográficas quanto de ordem econômica. Desta forma, a afirmação


04

dada é (B) é falsa.

(C) INCORRETA. A alternativa (C) é incorreta por dois motivos: a maior partici-
pação na matriz energética mundial se dá por combustíveis fósseis e não por
98

geração hidroelétrica, e, além disto, os grandes corpos d’água no mundo já


-

se encontram quase que totalmente explorados.


94
.0

(D) INCORRETA. O carvão, apesar de seu grande poder calorífico, por não sofrer
44

processo de refinamento e por apresentar partes de enxofre em sua consti-


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 50

. 09
44
tuição é o combustível fóssil mais “sujo” no quesito da geração termoelétrica.

8
5.
Assim, (D) é incorreta.

04
(E) CORRETA. A alternativa (E) informa corretamente as limitações da geração
solar: os baixos rendimentos e os altos custos de fabricação e instalação.

 
Alternativa (E) 

8


-9
0 94
Questão 45

4.
38 (Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2008)

L1
84
5.
L2
04

T
L3

PEN PE

98
N

4-
MASSAS

09
MASSAS
AF
98

4.
4-

ATERRAMENTO
84
09

DA ALIMENTAÇÃO
5.
4.

04

O esquema de aterramento apresentado na figura acima é o


84

(A) TT (D) TN-C-S


(B) IT (E) TN-S
5.

(C) TN-C
04

R
Resolução:
9 8
4-

Esta questão aborda um tema muito cobrado: esquemas de aterramento.


9
.0

Na figura da questão, existem duas massas com esquemas de aterramento


44
D

diferentes. É importante notar que existe um ponto na alimentação diretamente


8

ligado ao terra (PEN). Na massa mais a esquerda os condutores de neutro e terra


5.

são comuns. Já na massa mais a direita, os condutores terra e neutro são sepa-
04

rados. Dessa forma, coexistem no mesmo sistema as formas de aterramento com


Terra e Neutro Comum (TN-C) e Terra e Neutro Separados (TN-S).

Dessa forma, o esquema de aterramento é TN-C-S. Embora o ponto de


98

separação entre os condutores neutro e terra não esteja na alimentação, esse


-
94

esquema de aterramento é considerado TN-C-S.


.0

 
Alternativa (D) 
44


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 51

. 09
44
Questão 46
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2008)

8
46

5.
04
Considere as afirmativas a seguir, referentes às fontes de
produção de energia empregadas pelo Sistema Elétrico
Brasileiro.
I - Nas usinas hidrelétricas, os modelos mais comuns de
turbinas empregadas são o Francis, o Kelvin e o Pelton,
sendo a escolha do modelo definida pela altura da

8
queda d’água.

-9
II - As usinas nucleares são responsáveis pela produção

94
de cerca de 25% da energia elétrica do Brasil.

0
III - A baixa qualidade do carvão mineral brasileiro é o

4.
principal motivo da baixa participação deste minério na

84
matriz energética brasileira.
5.
Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)
(A) I
04

T
(B) II
(C) III

98
(D) I e II
(E) I e III

4-
09
AF
98

4.
Resolução:
4-

84
09

Discutindo cada uma das afirmativas:


5.
4.

04
84

I. FALSA. A afirmativa informa os três tipos principais de turbinas e correta-


5.

mente informa que a escolha da máquina é influenciada pelo tipo de queda


04

d’água. Porém, outros fatores são relevantes, por exemplo, regiões de água
R
barrenta ou com muitas partículas invalidam a escolha de uma turbina Pelton,
9 8

por exemplo. Assim, I é falsa.


9 4-

II. FALSA. As duas usinas nucleares ativas brasileiras, Angra I e II, respondem
.0

por menos de 10% da geração elétrica nacional. A perspectiva do término de


44
D

Angra III e da construção de outras usinas pelo país pode mudar este quadro,
8
5.

mas, por ora, esta afirmativa é equivocada.


04

III. VERDADEIRA. Além da má qualidade do carvão mineral brasileiro, com muito


conteúdo de enxofre, as reservas brasileiras se localizam na região Sul do
país e em baixa quantidade de modo que sua participação na matriz en-
98

ergética é bastante pequena, especialmente com a popularização de outros


-

tipos de termoelétricas.
94

 
.0

Alternativa (C) 
44


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 52

. 09
44
Questão 47
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2008)

8
48

5.
Considere as afirmativas a seguir, sobre a comercialização

04
de energia na atual estrutura do setor elétrico brasileiro.

I - A energia elétrica dever ser negociada em um dos dois


ambientes de contratação, regulada ou livre, através de
leilões realizados no Mercado Atacadista de Energia.
II - A ANEEL é o órgão responsável por promover, direta ou

8
indiretamente, licitação na modalidade de leilão para a

-9
contratação de energia elétrica pelos agentes de dis-

94
tribuição do SIN (Sistema Interligado Nacional).

0
III - Os agentes de distribuição do SIN devem adquirir

4.
energia elétrica através de leilões realizados somente

84
no ambiente de contratação livre.
5.
É(São) correta(s) a(s) afirmativa(s)
04

(A) I, apenas.

T
(B) II, apenas.
(C) I e III, apenas.

98
(D) II e III, apenas.

4-
(E) I, II e III.

09
AF
98

4.
4-

Resolução: 84
09

5.
4.

I. FALSA. Existem realmente dois ambientes de contratação de energia: livre


04
84

e regulada. No ambiente de contratação regulação são realizados leilões


5.

de energia promovidos pela ANEEL e operacionalizados pela CCEE dos


04

quais participam os agentes de distribuição que compram energia para vender


R
aos seus clientes (consumidores cativos). No entanto, no ambiente de con-
9 8

tratação livre a negociação é feita diretamente entre o consumidor livre e o


4-

gerador da energia. Não existem leilões neste ambiente, mas contratos bilat-
9
.0

erais entre as partes do negócio.


44
D

II. VERDADEIRA. De fato, os leilões de energia são promovidos pela ANEEL e


8
5.

operacionalizados pela CCEE. Através desse leilão os agentes de distribuição


04

compram energia.

III. FALSA. Como já foi citado, os agentes de distribuição compram energia


no ambiente de contratação regulada para vender aos seus consumidores.
98

Dessa forma o item está errado ao afirmar que os agentes de distribuição


-

somente podem adquirir energia no ambiente de contratação livre.


94

 
.0

Alternativa (B) 
44


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 53

. 09
44
Questão 48
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2008)

8
59

5.
Considere as afirmativas abaixo, a respeito da Norma

04
Regulamentadora n o 10, que trata da Segurança em
Instalações e Serviços em Eletricidade.

I - Uma instalação elétrica é considerada desenergizada


somente após o cumprimento dos seguintes procedi-
mentos: o seccionamento; o impedimento da

8
reenergização; e a constatação da ausência de

-9
tensão.

94
II - É considerado trabalhador capacitado aquele que

0
trabalha sob a responsabilidade de profissional habilita-

4.
do e autorizado.

84
III - Os procedimentos de trabalho devem conter, no
mínimo, objetivo, campo de aplicação, base técnica,
5.
competências e responsabilidades, disposições gerais,
04

medidas de controle e orientações finais.

T
Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)

98
(A) I
(B) II

4-
(C) III

09
AF
98

(D) I e II
(E) I e III

4.
4-

84
09

5.
Resolução:
4.

04
84

I. FALSA. São 6 itens necessários para que uma instalação seja considerada
5.

desenergizada pela NR10: além dos citados deve-se ter: Instalação de ater-
04

ramento temporário, Proteção dos equipamentos energizados na zona contro-


R 8

lada e instalação de sinalização de impedimento de reenergização.


9
4-

II. FALSA. São 2 itens que caracterizam o trabalhador capacitado: Trabalhar sob
9
.0

orientação de profissional habilitado e autorizado, e receber capacitação sob


44
D

orientação e responsabilidade de profissional habilitado e autorizado.


8
5.

III. VERDADEIRA. Corresponde exatamente à redação da NR10 no item 10.1.3.


04

Embora seja complicado se lembrar de todos esses itens, deve-se consid-


erar que os dois itens anteriores contém detalhes faltando, os quais a identificação
não é tão complexa. Por exemplo, no item (I) é natural imaginar que a sinalização é
98

fundamental. No item (II) é natural que o profissional deva passar por treinamento
-
94

para que seja considerado capacitado.


.0

 
Alternativa (C) 
44


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 54

. 09
44
Questão 49
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2008)

8
5.
58

04
A oferta de energia elétrica é considerada, em muitos
países, como um serviço público essencial. Portanto, a
expansão e a universalização desse bem são objetivos a
serem alcançados. Nos dias atuais, a reforma do setor
elétrico busca estabelecer uma concorrência nesse merca-
do, de modo a estimular os empreendedores a investirem

8
nesse produto. A respeito desse tema, pode-se afirmar que

-9
94
I - a participação de companhias privadas no setor elétrico
compromete o uso eficiente da energia, pois isto

0
acarreta a diminuição do mercado de energia;

4.
II - a dificuldade de prever certos impactos ambientais em

84
usinas termelétricas inibe a participação da iniciativa
privada no setor elétrico;
5.
III - os empreendimentos de grandes usinas de origem
04

hídrica não são atraentes para o setor privado, dadas as

T
inúmeras incertezas quanto ao retorno do investimento.

98
É(São) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)

4-
(A) I

09
(B) II
AF
98

(C) III

4.
4-

(D) I e III 84
(E) II e III
09

5.
4.

04
84

Resolução:
5.

Especialmente durante a década de 90 com a onda das privatizações o


04

setor elétrico, outrora um monopólio estatal, se viu inserido em um mercado de


R 8

livre concorrência. Porém é importante ressaltar que existe uma relação única do
9
4-

produto “energia elétrica” com o mercado consumidor: como o armazenamento de


9

energia elétrica é caro e não competitivo podemos afirmar que a oferta (geração)
.0
44

deve se adequar em tempo real à demanda (consumo).


D 5.
8

I. FALSA. É dito que o livre mercado diminuiu a oferta de energia. Porém, pelas
04

razões descritas no parágrafo anterior e pelo fato que o mercado de energia


só cresceu para atender a cada vez mais crescente demanda esta afirmativa
é falsa.
98

II. FALSA. Afirma que o setor privado não é atraído pelas termoelétricas, porém
elas são de baixo custo e de rápida construção, garantindo retorno de in-
-
94

vestimentos de forma rápida, sendo a preferida do setor privado de geração


.0

brasileiro. Assim, II é falsa.


844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 55

. 09
44
III. VERDADEIRA. Pelo tempo de construção de décadas, gigantesco impacto

8
5.
ambiental e social, dificilmente a iniciativa privada se sente atraída por um

04
investimento que pode levar de duas a três décadas para retornar. Desta
forma, III é verdadeira, evidenciando a resposta

 
Alternativa (C) 


8
-9
0 94
4.
Questão 50
84
(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2008)
5.
65
04

T
De acordo com a Norma Regulamentadora n o 26 do
Ministério do Trabalho e Emprego, que trata de Sinalização

98
de Segurança, relacione as cores na 1a coluna com os

4-
correspondentes locais de utilização na 2a coluna.

09
AF
98

COR LOCAL DE UTILIZAÇÃO

4.
I - Amarelo P - canalizações de água
4-

II - Cinza Escuro Q
84
- partes baixas de escadas portáteis
09

III - Laranja R - eletrodutos


5.
IV - Verde S - baldes de areia ou água, para extinção
4.

04

de incêndio
84

T - canalizações contendo ácidos


5.
04

A relação correta é
(A) I - P, II - R, III - S, IV - T
R 8

(B) I - P, II - S, III - Q, IV - T
9

(C) I - Q, II - R, III - T, IV - P
4-

(D) I - Q, II - T, III - R, IV - S
9

(E) I - R, II - Q, III - T, IV - S
.0
44
D 8

Resolução:
5.
04

Como se trata de uma questão de norma é interessante algumas dicas: Ao


contrário do esperado, vermelho não indica perigo por não ter tanta visibilidade
como amarelo e laranja. Vermelho é usado para equipamentos de proteção e
combate a incêndio. Outra dica importante é a tubulação de água, que é indicada
98

por verde (fácil de lembrar pensando nas tubulações de água das indústrias que
-

ficam sempre bastante visíveis e são sempre pintados de cor verde).


94
.0

Em geral verde significa segurança, como nos casos dos chuveiros de segu-
44

rança, caixas contendo máscaras contra gases, etc. Feitas essas observações que
8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 56

. 09
44
ajudam o candidato a encontrar a resposta correta mesmo sem conhecer todos os

8
5.
significados das cores, vamos às cores abordadas nesta questão.

04
• Amarelo: É usado para indicar cuidado. No caso desta questão a alternativa
mais adequada é: Partes baixas de escadas portáteis. (Q)

• Cinza escuro: Cinza escuro é usado para eletrodutos (única utilização ex-

8
-9
plícita dessa cor norma). Já cinza claro é usado para canalizações a vácuo

94
(única utilização explícita dessa cor na norma). (R)

0
4.
• Laranja: É usado para indicar perigo. No caso da questão, a alternativa ade-
quada é “tubulações contendo ácidos”. (T)
84
5.
04

• Verde: Como já foi explicado, verde indica segurança. O candidato poderia

T
ficar em dúvida entre “Canalizações de água” e “Baldes de areia ou água,

98
para extinção de incêndio”. Mas como foi citado anteriormente, vermelho está

4-
relacionado à proteção e principalmente combate a incêndio. Assim, verde é

09
AF
98

utilizado para tubulações de água. (P)

4.
4-

84  
09

Alternativa (C) 

5.
4.

04
84
5.
04

R
Questão 51
8

(Profissional Júnior - Elétrica - BR Distribuidora 2008)


9
4-

60
9

De acordo com a Norma Regulamentadora no 10, que trata da Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, é
.0

INCORRETO afirmar que


44

(A) a documentação referente às inspeções e medições do sistema de proteção contra descargas atmosféricas e aterramentos
D

elétricos deve constar do prontuário das empresas que operam em instalações ou equipamentos integrantes do sistema
8

elétrico de potência.
5.

(B) as empresas devem possuir um plano que contemple ações de emergência que envolvam as instalações ou serviços com
eletricidade.
04

(C) os trabalhadores que executam intervenções em instalações elétricas com tensão igual ou superior a 50 V, em corrente
alternada, ou superior a 120 V, em corrente contínua, devem receber treinamento de segurança para trabalhos com
instalações energizadas.
(D) no memorial descritivo dos projetos elétricos, a indicação de posição dos dispositivos de manobra dos circuitos deverá
utilizar a cor vermelha para o estado desligado e a cor verde, para o estado ligado.
(E) em todos os serviços executados em instalações elétricas devem ser previstas e adotadas, prioritariamente, medidas de
proteção coletiva aplicáveis, mediante procedimentos, às atividades a serem desenvolvidas, de forma a garantir a segurança
98

e a saúde dos trabalhadores.


-
94

Resolução:
.0
44

Esta questão solicita a alternativa INCORRETA.


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 57

. 09
44
(A) CORRETA. A NR10 estabelece através do item 10.2.4 que instalações com

8
5.
carga instalada superior a 75kW devem construir e manter um Prontuário de

04
Instalações Elétricas que deve conter, entre outros documentos, documen-
tação das inspeções e medições do sistema de proteção contra descargas
atmosféricas e aterramentos elétricos. As empresas que operam em insta-
lações ou equipamentos do SEP, independente da carga instalada, devem

8
-9
possuir essa documentação (item 10.2.5).

94
(B) CORRETA. Segundo o item 10.2.1 da NR10 as empresas devem possuir

0
4.
o “Plano de Emergência da Empresa”, no qual deve contar as ações de

84
emergência ligados à eletricidade. 5.
(C) CORRETA. O item 10.6 da NR10 trata de segurança em instalações ener-
04

T
gizadas. No subitem 10.6.1 está explícito que os operadores de instalações

98
energizadas que operam com tensão igual ou superior a 50V AC e 120V DC

4-
devem possuir o treinamento de segurança adequado, que é descrito no item

09
10.8 da NR10.
AF
98

4.
4-

(D) INCORRETA. O item 10.3.9 da NR10 trata do conteúdo mínimo do memorial 84


09

descritivo de projeto. Uma das exigências é a indicação da posição do dis-


5.
4.

04

positivo de manobra com a cor verde para desligado e vermelho para ligado,
84

e não o contrário como está indicado nessa alternativa. Isso é bastante in-
5.

tuitivo pois o objetivo é que vermelho indique atenção/perigo, pelo fato de a


04

instalação estar energizada.


R 9 8

(E) CORRETA. O item 10.2.8.1 da NR10 trata das medidas de proteção coletiva.
4-

No seu primeiro subitem está explícito que as medidas de segurança coletiva


9
.0

são prioritárias. Isso significa que antes de colocar em prática medidas de


44
D

segurança individuais é necessário atentar para as medidas de segurança co-


8

letivas. As principais medidas de segurança coletiva (segundo o item 10.2.8.2


5.
04

da NR10) são: desenergização (sempre que possível) ou utilização de níveis


de tensão seguros (quanto a desenergização não for possível).

Essa questão contém em suas alternativas cópias de itens da NR10. A re-


sposta correta poderia ser encontrada apenas pela atenção às cores da alternativa
98

(D).
-
94

 
.0

Alternativa (D) 

844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 58

. 09
44
Questão 52
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2011)

8
5.
25

04
Após o dimensionamento de um projeto elétrico de baixa tensão, o projetista constatou que, para um dado circuito, a pro-
teção contra contatos indiretos não foi atingida. A providência que NÃO permite solucionar o problema é
(A) aumentar a bitola do fio do circuito.
(B) diminuir a potência das cargas ligadas a esse circuito.
(C) diminuir o comprimento do circuito.
(D) trocar o disjuntor por outro mais rápido.
(E) utilizar um DR nesse circuito.

8
-9
94
Resolução:

0
4.
Note que a resposta correta é a alternativa que NÃO permite solucionar o
problema.
84
5.
04

(A) INCORRETA. Uma situação possível é que haja uma ligação de parte ener-

T
gizada na carcaça de um equipamento provocando uma falta. No entanto,

98
se a bitola dos condutores for muito baixa sua resistência será elevada, re-

4-
duzindo a corrente de falta. Dessa forma, o dispositivo de proteção não atua

09
AF
98

e há possibilidade de choque elétrico com contato indireto. Dessa forma, au-

4.
4-

mentar a bitola dos condutores é uma solução possível.


84
09

5.
(B) CORRETA. Diminuir a potência das cargas conectadas ao circuito faria ape-
4.

04
84

nas com que a corrente nominal, que deve em condições normais circular
5.

pelo circuito, seja reduzida. Uma corrente de falta ou qualquer outro evento
04

que possibilite choques elétricos em contatos indiretos não serão soluciona-


R
dos com reduções na carga.
9 8
4-

(C) INCORRETA. Pela mesma razão da alternativa (A), a redução do compri-


9

mento do circuito faz com que a resistência do cabeamento seja reduzida,


.0

o que tende a aumentar as correntes de fuga, caso elas existam, permitindo


44
D

que o equipamento de proteção atue corretamente.


8
5.

(D) INCORRETA. Com um disjuntor mais rápido, as correntes de fuga serão in-
04

terrompidas mais rapidamente, impedindo choques em contatos indiretos.

(E) INCORRETA. A utilização de um DR é recomendada para evitar choques com


contatos indiretos, na medida em que ao se detectar uma corrente de diferen-
98

cial, em virtude de uma eventual corrente de fuga, o circuito será desligado.


-
94

 
Alternativa (B) 
.0


844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 59

. 09
44
Questão 53
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2011)

8
5.
35

04
8
-9
0 94
4.
84
5.
04

T
Com o objetivo de elaborar o projeto de malha de terra de um centro de processamento de dados, foi levantada a
curva x a por meio do método de Werner, conforme a figura acima. Com base no método simplificado para a estrati-
ficação do solo em duas camadas, considere as afirmativas abaixo.

98
I - A resistividade da 1a camada do solo é aproximadamente igual a 800 .

4-
II - A reflexão do solo vale 7/9.
III - A resistividade da 2a camada do solo é aproximadamente igual a 450 .

09
AF
98

Está correto APENAS o que se afirma em

4.
(A) I (B) II (C) III (D) I e II (E) II e III
4-

84
09

5.
4.

Resolução:
04
84

Usando a metodologia de estratificação por duas camadas, a resistividade


5.
04

da primeira camada será:


ρ1 = ρ(0) = 100Ωm
R 4-
9 8

A resistividade do solo na segunda camada é dada pelo prolongamento da


9

assíntota, no caso ρ2 = 800Ωm. Além disso, o coeficiente de reflexão é dado por


.0

ρ2 − ρ1
44

7
D

K= =
ρ1 + ρ2 9
8
5.
04

Logo os itens (I) e (III) são falsos e o item (II) é verdadeiro


 
Alternativa (B) 

- 98
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 60

. 09
44
Questão 54
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2011)

8
5.
36

04
Em relação aos dispositivos de proteção, seccionamento e comando de circuitos, empregados em instalações elétricas, de
acordo com as Normas em vigor e a disponibilização dessas unidades no mercado, afirma-se que o(s)
(A) seccionador é um dispositivo de manobra que, obrigatoriamente, tem de suportar correntes residuais desprezíveis por
ocasião de sua abertura ou fechamento.
(B) fusíveis são compostos por um dispositivo bimetálico que se flexiona no caso de uma corrente acima de determinado
valor, provocando o imediato desencaixe de sua base e interrupção do circuito.
(C) disjuntor deve ser substituído sempre que for acionado devido a curto-circuito ou sobrecarga.
(D) disjuntores em caixa moldada são fabricados exclusivamente como modelos unipolares.

8
(E) disjuntores de uma instalação de baixa tensão são usados nos fios (ou cabos) neutro e de proteção (terra) dos circuitos.

-9
0 94
Resolução:

4.
84
Analisando primeiramente as alternativas incorretas:
5.
Em (B) confunde-se fusível com contato térmico, fusível é um elemento
04

T
descartável de interrupção de corrente e contato bimetálico é um elemento de

98
interrupção de corrente que é não descartável e de ação bem mais lenta que o

4-
fusível.

09
AF
98

Em (C) peca por considerar o disjuntor como descartável, papel exclusivo do

4.
4-

fusível, de fato o disjuntor pode ser armado e desarmado diversas vezes tornando- 84
09

o uma peça chave nos circuitos de proteção.


5.
4.

04

Em (D) ignora-se o fato da existência de modelo tripolares de disjuntor.


84
5.

Em (E) não faz sentido utilizar o disjuntor para abrir neutros e circuitos de
04

aterramento, a função do disjuntor é justamente interromper energização e não


R
prejudicar ainda mais circuitos pela abertura de neutros ou malhas de aterramento.
9 8
4-

Desta forma já é possível assinalar a resposta. Em (A) as informações es-


9

tão corretas, podendo se adicionar que a chave seccionadora deve ser capaz de
.0

suportar os arcos impostos pelas aberturas dos circuitos.


44
D 8

 
5.

Alternativa (A) 

04
- 98
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 61

. 09
44
Questão 55
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2011)

8
5.
37

04
Nas instalações elétricas, a construção, a manutenção e a utilização de um sistema de aterramento e das malhas de terra
possibilitam, dentre outras coisas, estabilidade e segurança à instalação.
A esse respeito, de acordo com o estabelecido em Norma e pelas técnicas de construção, verifica-se que
(A) os mastros e as antenas devem estar isolados do sistema de aterramento.
(B) as armaduras metálicas do concreto das fundações são o eletrodo de aterramento preferencial.
(C) os eletrodos de aterramento de uma edificação, definidos pela NBR 5410/2004, não podem ser usados conjuntamente
pelo sistema de proteção contra descargas atmosféricas, definidos na NBR 5419/2005.
(D) a infraestrutura de aterramento só é dispensável no caso de instalações temporárias.

8
(E) a infraestrutura de aterramento, nas fundações em alvenaria, tem que ser constituída por material que seja de cobre

-9
ou revestido por esse metal.

0 94
Resolução:

4.
84
(A) INCORRETA. Mastros e antenas devem estar conectados adequadamente
5.
ao SPDA como descrito pela NBR5419. Como o SPDA consiste de ligação à
04

T
terra, os mastros e antenas não estão isolados do sistema de aterramento.

98
(B) CORRETA. A NBR5410 declara como eletrodo de aterramento preferencial

4-
das instalações aquele que utiliza a ferragem da fundação do concreto ar-

09
AF
98

mado. Essa solução resulta em uma baixíssima resistência de aterramento

4.
4-

(geralmente menos de 1Ω) e, principalmente, proporciona uma equalização 84


09

completa dos potenciais das diversas massas e da estrutura da edificação,


5.
4.

graças à interligação com a ferragem das lajes.


04
84

(C) INCORRETA. Embora seja uma questão de bastante dúvida entre os Engen-
5.
04

heiros, as normas NBR5410 (instalações elétricas) e NBR5419 (proteção con-


tra descargas atmosféricas) definem o conceito de eletrodo de aterramento e
R 8

não explicitam se é necessário que eles sejam separados. No entanto, comu-


9
4-

mente os dois sistemas (aterramento e SPDA) são conectados no barramento


9

de equipotencialização principal.
.0
44
D

(D) INCORRETA. O sistema de aterramento não é dispensável em nenhuma situ-


8

ação. Em instalações temporárias deve-se prover um aterramento temporário


5.
04

para garantir a segurança das pessoas e equipamentos.

(E) INCORRETA. Em geral as ferragens das instalações são parte importante do


sistema de aterramento, garantindo equipotencialização, embora não sejam,
em geral, construídos nem revestidos de cobre. O requisito é garantir a menor
98

resistência de aterramento possível, garantindo-se o aterramento como uma


-
94

referência de tensão fiel e segura.


.0

 
44

Alternativa (B) 

8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 62

. 09
44
Questão 56
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2011)

8
5.
39

04
O disjuntor termomagnético e o dispositivo à corrente Diferencial Residual (DR) são equipamentos de proteção muito uti-
lizados em instalações elétricas de baixa tensão. As suas atuações ocorrem
Para o disjuntor Para o DR
(A) corrente de fuga e sobrecorrente corrente de curto-circuito
(B) corrente de curto-circuito e sobrecorrente corrente de fuga
(C) corrente de curto-circuito e corrente de fuga sobrecorrente

8
(D) corrente de curto-circuito corrente de fuga e sobrecorrente

-9
(E) sobrecorrente corrente de fuga e corrente de curto-circuito

0 94
4.
Resolução:

84
O disjuntor termomagnético realiza abertura em duas ocasiões, em sobre-
5.
cargas devido a efeito térmico e em curto circuito devido ao efeito magnético.
04

T
Sobrecarga é sinônimo de sobrecorrente, e de forma conveniente a resposta da

98
questão já fica óbvia.

4-
Adicionalmente, o DR é um circuito que força abertura de circuito nos casos

09
AF
98

que a corrente que por ele sai seja diferente da corrente que nele entra, ou seja

4.
4-

ele abre quando detecta diferença (resíduos) de corrente, casos por exemplo de
84
09

choques elétricos ou correntes de fuga.


5.
4.

04

 
84

Alternativa (B) 

5.
04

R 44
.0
9 4-
9 8
D - 98

04
5.
8
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 63

. 09
44
Questão 57
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2011)

8
5.
46

04
Para que um transformador trifásico esteja inserido em uma instalação elétrica com o primário na configuração em estrela
aterrado, e o secundário, em delta, a relação de espiras entre os enrolamentos primários e secundários deve ser igual à
relação de tensões de
(A) Linha e Fase
(B) Linha e Linha
(C) Terra e Fase

8
(D) Terra e Linha

-9
(E) Fase e Linha

0 94
4.
Resolução:

84
Sabe que a relação entre as tensões nos enrolamentos primário e se-
5.
cundário do transformador é a razão de suas espiras, ou seja:
04

T
Venr1 N1
=

98
Venr2 N2

4-
Como o transformador está conectado em estrela (não importa se aterrado

09
AF
98

ou não) no lado primário, a tensão sobre este enrolamento é a tensão de fase. Do

4.
4-

lado do secundário, é garantido pelo arranjo em delta que a tensão do enrolamento 84


09

secundário é uma tensão de linha.


5.
4.

04

 
84

Alternativa (E) 

5.
04

R 44
.0
9 4-
9 8
D - 98

04
5.
8
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 64

. 09
44
Questão 58
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2008)

8
30

5.
04
Em uma subestação, o neutro da alimentação e as massas
de todos os equipamentos existentes são diretamente
conectados à mesma malha de terra. De acordo com as nor-
mas vigentes no Brasil, o esquema de aterramento dessa
subestação é do tipo
(A) TT (B) TN
(C) T I (D) I T

8
(E) NT

-9
94
Resolução:

0
4.
Relembrando a nomenclatura de esquemas de aterramento:

84
5.
• 1a letra: indica como é feito o aterramento do neutro: T (direto à terra), I
04

(através de caminho de alta impedância).

T 98
• 2a letra: indica como as massas são aterradas: T (diretamente à terra), N

4-
(através do neutro, que por sua vez está aterrado), I (através de um caminho

09
de alta impedância)
AF
98

4.
4-

(A) CORRETA. A primeira letra igual a T indica que a referência da alimentação


84
09

5.
está diretamente ligada à Terra. No esquema TT todas as massas são ligadas
4.

04

à terra através de um eletrodo separado do eletrodo de aterramento do neutro.


84
5.

(B) INCORRETA. No esquema TN (TN-S, TN-C, TN-C-S) o neutro está aterrado,


04

mas as massas estão aterradas ou diretamente no neutro (neutro comum no


R
sistema TN-C) ou através de um condutor separado do neutro (TN-S). No
9 8

entanto, mesmo no esquema TN-S, embora o terra seja separado do neutro,


4-

ambos são conectados à terra juntos.


9
.0

(C) INCORRETA. O esquema TI conta com aterramento do neutro, mas as mas-


44
D

sas dos equipamentos não estão aterrados.


8
5.

(D) INCORRETA. A letra I do esquema IT indica que a referência (neutro) da fonte


04

é conectada a terra por um caminho de alta impedância (como circuito aberto


por exemplo, ou impedância apreciável).

(E) INCORRETA. Este esquema de aterramento não é definido. A nomenclatura


98

indicaria que o neutro está conectado à terra através do neutro (não faz nen-
-
94

hum sentido).
.0

 
Alternativa (A) 
44


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 65

. 09
44
Questão 59
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2008)

8
5.
34

04
Das modalidades de contratação de compra e venda de ener-
gia elétrica mencionadas abaixo, aquela que NÃO está no
conjunto dos contratos sujeitos ao registro da Câmara de
Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) é o Contrato
(A) Bilateral.
(B) de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado.
(C) de Itaipu.

8
(D) do PROINFA.

-9
(E) do BNDES.

0 94
4.
Resolução:

84
Esta questão é de conhecimento puro do decreto no 5.163 de 30 Julho de
5.
04

2004. Então analisando as alternativas: Correto significa que é uma forma de

T
contratação de energia.

98
4-
(A) CORRETA. Os contratos bilaterais formam o mecanismo de contratação de

09
AF
98

energia no ambiente de contratação livre.

4.
4-

(B) CORRETA. No ambiente de contratação regulada a contratação é feita por


84
09

leilões promovidos pela ANEEL e operacionalizados pela CCEE.


5.
4.

04
84

(C) CORRETA. Itaipu Binacional consta explicitamente no artigo 13o inciso III
5.

alínea (c) do decreto no 5.163 / 2004.


04

(D) CORRETA. O PROINFA (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de


R 8

Energia) também consta explicitamente no artigo 13o inciso III alínea (b) do
9

decreto no 5.163 / 2004.


9 4-
.0

(E) INCORRETA. O BNDES não consta neste artigo. De fato, o BNDES é a fonte
44
D

de recursos de alguns empreendimentos, no entanto, não há razão para que


8

os contratos com o BNDES necessitem ser registrados na CCEE.


5.
04

 
Alternativa (E) 

- 98
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 66

. 09
44
Questão 60
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2008)

8
5.
36

04
A estrutura tarifária brasileira está calcada basicamente na
demanda de potência e no consumo de energia elétrica de
uma instalação. Esses elementos compõem os diversos ti-
pos de tarifas que serão atribuídos aos consumidores, em
consonância às suas características. Do exposto, é correto
afirmar que, para horários de ponta e fora de ponta, a tarifa
(A) horo-sazonal azul tem valores diferenciados de demandas.

8
(B) horo-sazonal verde tem valores diferenciados de demandas.

-9
(C) horo-sazonal verde tem valor único de consumo.

94
(D) horo-sazonal azul tem valor único de consumo.
(E) convencional tem valores diferenciados de consumo.

0
4.
Resolução:
84
5.
04

A composição das tarifas convencional, verde e azul é:

T
• Tarifa Convencional: Aplicação de tarifas de consumo de energia elétrica e/ou

98
demanda de potência, independentemente das horas de utilização do dia e

4-
09
dos períodos do ano.
AF
98

4.
4-

• A tarifa VERDE. Composta de: Demanda na ponta e fora (seco ou úmido); 84


09

Consumo na ponta úmido; Consumo fora da ponta úmido; Consumo na ponta


5.
4.

seco e Consumo fora da ponta seco.


04
84

• Tarifa AZUL: Composta de: Demanda na ponta (seco ou úmido), Demanda


5.

fora da ponta (seco ou úmido), Consumo na ponta úmido, Consumo fora da


04

ponta úmido, Consumo na ponta seco, Consumo fora da ponta seco


R 9 8

(A) CORRETA: A demanda (MW) na tarifa Azul depende do horário e da época


4-

do ano de utilização.
9
.0

(B) INCORRETA: A demanda (MW) na tarifa Verde é única, não depende nem da
44
D

hora nem do período do ano.


8
5.

(C) INCORRETA: O consumo (MWh) na tarifa Verde depende do horário e da


04

época do ano, não é única.

(D) INCORRETA: O consumo (MWh) na tarifa Azul depende tanto do horário


quanto da época do ano.
98

(E) INCORRETA: O consumo (MWh) na tarifa convencional não depende nem do


-
94

horário nem da época do ano.


.0

 
44

Alternativa (A) 

8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 67

. 09
44
Questão 61
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2008)

8
38

5.
Sob a ótica do consumidor, as medidas de eficiência

04
energética visam à melhor utilização da energia elétrica. A
elevação do fator de carga é uma dessas medidas, que tem
como conseqüência(s) imediata para a instalação elétrica a
(A) elevação somente do fator de potência.
(B) diminuição somente da demanda de potência.
(C) diminuição somente do consumo de energia elétrica.
(D) diminuição da demanda de potência e do consumo de

8
energia elétrica.

-9
(E) diminuição do consumo de energia elétrica e a elevação
do fator de potência.

0 94
4.
Resolução:
84
5.
A figura a seguir apresenta uma curva de demanda. Se ET ot é a energia total
04

em kWh consumida durante o mês e Dmax é a demanda máxima em kW registrada

T
durante o mês, o fator de carga é definido por

98
ET ot

4-
FC =
Dmax

09
AF
98

4.
O valor pago pelo consumidor depende da demanda máxima mensal (para
4-

84
09

os consumidores que pagam pela demanda de energia). Dessa forma, mantendo-


5.
se o consumo ET ot (que em termos práticos da indústria consiste em realizar os
4.

04
84

mesmos trabalhos), aumentar o Fator de Carga significa diminuir a demanda máx-


5.

ima, redistribuindo as tarefas ao longo do dia.


04

R 44
.0
9 4-
9 8
D 04
5.
8

Analisando as alternativas temos que:

(A) INCORRETA. Não há impacto imediato da aumento do fator de demanda no


fator de potência. Podem ocorrer variações do fator de potência em virtude da
98

variação de carregamento de máquinas elétrica por exemplo, no entanto, não


-

é possível tomar como regra esse evento em virtude da variabilidade possível


94

dos ambientes a serem considerados.


.0
44

(B) CORRETA. Como foi explicado, assumindo que o trabalho a ser realizado (e
8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 68

. 09
44
portanto a energia total a ser consumida) não são alterados, aumentar o fator

8
5.
de carga significa diminuir a Demanda Máxima mensal.

04
(C) INCORRETA. Melhorar a utilização da energia não significa diminuir o con-
sumo sob a ótica do consumidor, mas pagar menos para realizar o mesmo
trabalho.

8
(D) INCORRETA. Diminuir o consumo e a demanda não significa que o fator de

-9
94
demanda irá aumentar.

0
(E) INCORRETA. Como já foi explicado anteriormente, não é possível concluir

4.
84
sobre o fator de potência de imediato. 5.
 
04

Alternativa (B) 


T 09
4-
98
AF
98

4.
4-

84
09

5.
Questão 62
4.

(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2012)


04
84

58
5.

Em uma instalação elétrica em média tensão, o valor per-


centual da máxima queda de tensão admissível, em regi-
04

me permanente, entre a origem da instalação e qualquer


ponto de utilização, é
R 8

(A) 3%
9

(B) 4%
4-

(C) 5%
9

(D) 7%
.0

(E) 10%
44
D 5.
8

Resolução:
04

As instalações elétricas de média tensão (entre 1,0 e 69 kV) são englobadas


pela NBR-14039 que informa que máxima queda de tensão entre qualquer ponto
da instalação e a fonte de alimentação não deve ser superior a 5%.
98

 
Alternativa (C) 

-
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 69

. 09
44
Questão 63
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2008)

8
5.
39

04
As temáticas energética e ambiental são analisadas
concomitantemente em todos os empreendimentos
energéticos, o que vem favorecendo a geração de energia
por meio de fontes renováveis. A respeito desse tema, é cor-
reto afirmar que
(A) o potencial do bagaço de cana é uma possibilidade viável
somente para o atendimento aos pequenos consumidores.

8
(B) a geração por meio de geradores a biodiesel é uma pos-

-9
sibilidade viável, tendo em vista a facilidade de se produ-

94
zir o combustível.
(C) a geração fotovoltaica, além de ser uma energia total-

0
mente limpa, permite atender aos grandes centros urba-

4.
nos consumidores.
(D) a geração eólica tem um grande potencial no Brasil, o

84
que vem favorecendo uma participação na matriz
5.
energética brasileira cada vez mais significativa.
(E) a geração por meio de pequenas centrais hidrelétricas é
04

uma possibilidade viável para locais que possuem recur-

T
sos hídricos compatíveis e dificuldades inerentes às li-
nhas de transmissão.

98
4-
09
Resolução:
AF
98

4.
4-

Discutindo cada uma das cinco alternativas. 84


09

5.
4.

(A) INCORRETA. A queima do bagaço de cana, aliada com o processo da coger-


04
84

ação, tem feitos muitas usinas de açúcar e álcool gerarem um excedente


5.

energético tão grande que contratos são feitos com as distribuidoras para a
04

venda desta energia. A biomassa tem participação de cerca de 6% na matriz


R
de energia elétrica brasileira, sendo desta forma um player de respeito.
9 8
4-

(B) INCORRETA. O biodiesel é um processo industrial que transforma óleos, de


9

origem vegetal ou animal, em combustível para veículos tendo como resíduo


.0

aproveitável a glicerina. Contudo, é necessário aquecimento e presença de


44
D

catalisadores adequados para este processo não sendo exatamente um pro-


8
5.

cesso “simples”. Além disto, faz mais sentido técnico e econômico realizar
04

queima do óleo em seu estado natural para produção de eletricidade.

(C) INCORRETA. A energia fotovoltaica neste momento ainda não é competitiva,


a densidade de potência e o custo de instalação ainda são altos além de
98

ser necessário o uso de inversão de frequência para conexão à rede elétrica


-

poluindo com harmônicos a já poluída rede.


94
.0

(D) CORRETA. A energia eólica está se tornando cada vez mais competitiva, com
44

preços equivalentes ao da energia hidroelétrica sendo a surpresa dos últimos


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 70

. 09
44
leilões. Com os atuais rumos do setor elétrico, a exploração e construção de

8
5.
parques eólicos é uma tendência clara.

04
(E) INCORRETA. As pequenas centrais hidroelétricas são uma boa solução para
exploração rápida, mas servem apenas como complementação ao sistema de
geração elétrica, uma vez que não conseguem atender uma carga maior que

8
alguns MW.

-9
 

94
Alternativa (D) 


0
4.
84
5.
04

T 98
Questão 64

4-
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2012)

09
AF
98

57

4.
4-

Deseja-se projetar a instalação elétrica em baixa ten- 84


são de uma residência cuja área e cujo perímetro da
09

sala são 32 m2 e 24 m, respectivamente.


5.
4.

Considerando-se as normas vigentes, o número mínimo de


04

pontos de tomada a ser previsto no projeto dessa sala é


84

(A) 3
5.

(B) 4
04

(C) 5
(D) 6
R
(E) 7
9 8
9 4-

Resolução:
.0
44
D

A NBR-5410 para colocação de tomadas prevê o mínimo de uma tomada


8

para uma sala de 6m2 e uma tomada para cada 5 m ou fração de perímetro, então
5.

para um perímetro de 24 metros temos:


04

24m
N= 5m ≈ 4, 80
tomada

Arredondando para cima temos 5 tomadas.


98

 
-
94

Alternativa (C) 

.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 71

. 09
44
Questão 65
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2008)

8
40

5.
O Brasil, com suas dimensões continentais, apresenta uma

04
demanda crescente de energia. A energia elétrica é vital para
o desenvolvimento do país, e a escolha da melhor forma de
gerá-la implica um estudo detalhado que avalie a opção mais
adequada. Quanto ao tema supracitado, considere as afir-
mativas a seguir.
I - A bacia hidrográfica do Amazonas é a que apresenta
maior potencial hidrelétrico, e sua distância dos gran-

8
des centros consumidores é o maior impeditivo para a

-9
implementação dos empreendimentos de geração de

94
energia elétrica nessa região.
II - O aproveitamento do potencial hidrelétrico da bacia

0
hidrográfica do Rio Paraná visa, principalmente, ao abas-

4.
tecimento dos grandes centros industriais das Regiões
Sul e Sudeste.

84
III - A dependência do gás natural da Bolívia é um dos fato-
res que dificulta a expansão de termelétricas que usam
5.
este tipo de combustível.
04

É(São) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)

T
(A) I (B) II
(C) III (D) I e III

98
(E) II e III

4-
09
Resolução:
AF
98

4.
4-

I. FALSA. O potencial hídrico das grandes quedas d’água no Brasil já se encon-


84
09

5.
tra quase que totalmente explorado, exceto pela região amazônica. Por esta
4.

04

região ser afastada dos grandes centros consumidores, que são a região Sul-
84

Sudeste e alguns pontos na região Nordeste se faz necessário a construção


5.
04

de grandes linhas de transmissão e um grande projeto de redução de perdas


para tornar esta energia competitiva. Contudo, ainda existe a dificuldade am-
R 8

biental de patrocinar tais empreitadas, além da questão indígena, o que torna


9
4-

a alternativa incorreta.
9
.0

II. VERDADEIRA. O rio Paraná na bacia Sudeste é um dos rios de maiores


44
D

vazão do mundo e a (outrora) maior usina hidrelétrica do mundo, a de Itaipu


8

está ali instalada. Devido à sua proximidade do maior centro consumidor de


5.
04

energia do país, o parque industrial do Sudeste, é garantido fornecimento fácil


e relativamente barato do insumo.

III. VERDADEIRA. Apesar da dependência do gás boliviano estar em declínio,


a demanda cresce muito rapidamente e o produto compete com outras uti-
98

lização. O uso em usinas térmicas tem custo operacional bastante caro e só


-
94

deveria ocorrer em caráter emergencial


.0

 
44

Alternativa (E) 

8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 72

. 09
44
Questão 66
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2012)

8
5.
59

04
A figura acima mostra a disposição dos condutores de
uma linha aérea de distribuição de energia. Os conduto-
res de fase são idênticos, cilíndricos, maciços e de raio R,
conforme indicado na figura acima. Cada condutor perma-
nece em cada posição indicada por uma extensão exata-
mente igual a 1/3 do comprimento da linha. Sabe-se que
o solo é ideal, que a permeabilidade magnética do ar é μ
e que a frequência da tensão de operação é f.

8
De acordo com as informações apresentadas e despre-

-9
zando-se a impedância interna dos condutores, então, a

94
impedância própria longitudinal por unidade de compri-
mento de uma das fases da linha é

0
4.
(A) (D)

84
5.
(B) (E)
04

T
(C)

98
4-
09
AF
98

4.
4-

Resolução: 84
09

5.
É importante observar que a questão supõe transposição da linha. Dessa
4.

04
84

forma, cada fase passa exatamente uma vez por cada uma das posições. Antes
de fazer o cálculo vamos calcular a indutância mútua de um condutor simples con-
5.
04

siderando o solo ideal. Para isso considere a figura a seguir.


R
Utilizando o método das imagens, o problema de calcular a densidade de
9 8

campo B(r) com um condutor e o solo ideal pode ser substituído pelo problema de
4-

calcular a densidade de campo considerando dois condutores espelhados e sem


9
.0

o solo.
44
D - 98

04
5.
8
94
.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 73

. 09
44
Usando a Lei de Ampère e o esquema da figura que segue temos que:

8
5.
Z 2πr

04
B(r)dl = µ0 × i
0
µ0 × i
B(r) =
2πr

8
-9
0 94
4.
84
5.
04

T 98
Como o fluxo φ é tal que dφ = BdA temos que

4-
Z 2H  
i × g × µ0 2H
B(r) × g × dr = × ln

09
φ=
AF
98

R 2π R

4.
4-

Em que g é o comprimento da linha. Usando a definição de indutância,


84
09

5.
Li = φ, temos que
4.

04

 
gµ0 2H
84

L= × ln
2π R
5.
04

Como existe transposição temos que a indutância própria é


R
Lp = L1 + L2 + L3
9 8

gµ0 2H1 gµ0 2H2 gµ0 2H3


  
× ln × ln × ln
4-

2π R 2π R 2π R
Lp = + +
9

3 3 3
.0
44
D

Assim, usando a propriedade de logaritmo do produto


 √
8


µ0 2 3 H1 × H2 × H3
5.

L= × ln
2π R
04

Dessa forma, a indutância mútua:


 √ 
2 3 H1 × H2 × H3
XL = j2πf Lp = jµ0 f ln
R
98

 
-
94

Alternativa (A) 

.0
844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 74

. 09
44
Questão 67
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2012)

8
61

5.
A Aneel define biomassa como todo recurso renovável

04
oriundo de matéria orgânica (de origem animal ou vege-
tal) que pode ser utilizada na produção de energia. Atual-
mente, a geração de energia elétrica por biomassa totali-
za 7,16% da matriz de energia elétrica brasileira.
Dentre os recursos utilizados na totalização desse tipo de
geração de energia elétrica no Brasil, qual é o recurso
mais utilizado?

8
(A) Madeira

-9
(B) Biogás

94
(C) Licor Negro
(D) Casca de Arroz

0
(E) Bagaço de Cana

4.
Resolução: 84
5.
04

O Brasil se destaca entre a grande maioria dos países no mundo por sua ma-

T
triz energética ter uma participação realmente significativa de energia renováveis.

98
Entre elas podemos destacar a biomassa, que é a utilização de matéria orgânica

4-
(mais especificamente a energia armazenada em suas ligações químicas) para a

09
AF
98

geração de energia. Algumas das alternativas são:

4.
4-

84
09

(A) A queima da madeira


5.
4.

04
84

(B) Biogás, que é o aproveitamento de rejeitos animais na forma de metano e


5.

outros gases
04

(C) Licor negro, um rejeito industrial de fábricas de papel


R 8

(D) Casca de arroz


9
4-

(E) Bagaço de cana


9
.0
44
D

O candidato deve estar atento à composição da matriz energética nacional,


8

um estudo sobre as fontes renováveis mais comuns aponta o bagaço de cana


5.

como o elemento mais participativo. De fato, as usinas sucroalcooleiras não só


04

utilizam a queima do bagaço para gerar a energia da usina como costumam vendê-
las às distribuidoras.

Uma boa analogia ou truque de memória é lembrar que o etanol (álcool


98

etílico) é de conteúdo energético tão grande que o líquido é utilizado como com-
-
94

bustível de automóveis.
.0

 
Alternativa (E) 
44


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 75

. 09
44
Questão 68
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2012)

8
62

5.
A norma NBR 5410:2004 define os tipos de aterramento

04
nas instalações elétricas de baixa tensão. Como exem-
plo desses tipos de aterramento, podem ser citados os
esquemas IT, TN-C, TN-S e TT. A mesma norma define
ainda o condutor PEN como o condutor que combina as
funções de condutor neutro e de condutor de proteção.
Considerando apenas os esquemas de aterramento su-
pracitados, qual esquema, caso exista, utiliza o condutor

8
-9
PEN em sua configuração?
(A) Nenhum (D) TN-S

94
(B) IT (E) TN-C
(C) TT

0
4.
Resolução:
84
5.
04

Um esquema de aterramento que contém o condutor PEN (proteção e neu-

T
tro compartilhando o mesmo condutor) poderia ser TN-C (terra e neutro comuns)

98
ou TN-C-S (terra e neutro comuns combinado com sistema terra e neutro separa-

4-
dos). No esquema IT o neutro não está solidamente aterrado e o terra das mas-

09
AF
98

sas sim, não sendo, portanto o mesmo condutor. No esquema TT o neutro está

4.
4-

aterrado e as massas também, mas os pontos de aterramento são distintos. No 84


09

esquema TN-S o neutro e o terra estão aterrados no mesmo ponto, mas em toda
5.
4.

a instalação são condutores distintos, não existindo, portanto, o condutor PEN. A


04
84

figura a seguir apresenta os principais esquemas de aterramento.


5.
04

R 44
.0
9 4-
9 8
D - 98

04
5.
8
94
.0

 
44

Alternativa (E) 

8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 76

. 09
44
Questão 69
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2012)

8
5.
65

04
Um sistema elétrico de baixa tensão é dotado do esquema de aterramento IT com o neutro aberto (sem ligação para o
terra). Em um equipamento elétrico monofásico dessa instalação ocorreu uma falta da fase para o terra.
Diante dessa falta, ocorrerá o

(A) desarme do circuito pelo disjuntor Dados


(B) desarme do circuito pelo DR DSI: dispositivo supervisor de isolamento
DR: dispositivo a corrente diferencial
(C) desarme do circuito pelo DSI
(D) alarme provocado pelo DSI

8
(E) alarme provocado pelo DR

-9
94
Resolução:

0
4.
84
A figura a seguir apresenta o esquema de um DR instalado em um sistema
5.
monofásico do tipo IT. A impedância neutro-terra é denotada por Z (no caso deste
04

problema Z é considerado infinito). No caso de um esquema IT o caminho de

T
retorno da corrente de falta deve passar por Z. Dessa forma como Z é infinito então

98
a corrente de fuga é nula. Em geral não faz sentido instalar DR em circuitos cujo

4-
esquema de aterramento é IT, já que a corrente de fuga é nula ou muito pequena

09
AF
98

(caso a impedância não seja infinita).

4.
4-

84
09

5.
4.

04
84
5.
04

R .0
9 4-
9 8

Nesse tipo de instalação o que se usa é o DSI (dispositivo supervisor de


44
D

isolamento). O DSI, conforme definido na ABNT NBR 5410 (6.3.3.3) deve ser ca-
8
5.

paz de indicar qualquer redução significativa no nível de isolamento da instalação,


04

para que a causa desta redução seja encontrada antes da ocorrência da segunda
falta. O DSI não interrompe o circuito na primeira falta, mas faz soar um alarme
quando ela ocorre. Como o enunciado da questão se refere à primeira falta, não
há desligamento, mas sim alarme do DSI.
- 98

(A) INCORRETA, pois o objetivo do DSI é impedir que o circuito seja desligado
94

na primeira falta, logo o disjuntor não deve ser acionado.


.0
44

(B) INCORRETA, pois o DR não é utilizado em esquemas IT.


8
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 77

. 09
44
(C) INCORRETA, pois o DSI não desliga o circuito na primeira falta.

8
5.
(D) CORRETA pelo que foi explicado anteriormente.

04
(E) INCORRETA, já que não se usa DR no esquema IT.

 
Alternativa (D) 


8
-9
0 94
4.
84
5.
Questão 70
04

(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2012)

T
64

98
Um alimentador elétrico, cujo fio condutor de cobre possui bitola de 50 mm2 com isolação de PVC, foi submetido a uma
corrente de curto-circuito de 5,0 kA.

4-
Sabendo-se que k2S2 é a integral de Joule para aquecimento do condutor, desde a temperatura máxima para serviço contínuo
até a temperatura de curto-circuito, o tempo máximo em que a proteção deve atuar diante dessa falta é, em segundos, igual a

09
AF
98

Dados
• k = 115

4.
4-

84 • S: bitola do elemento condutor


(A) 2,64
09

(B) 1,93
5.
(C) 1,55
4.

(D) 1,32
04

(E) 1,15
84
5.
04

Resolução:
R
Se I é a corrente de curto-circuito em Ampères, T é a duração do curto-
9 8

circuito em segundos e S é a área da secção transversal do condutor em mm2 .


9 4-

Então para que não haja sobreaquecimento do condutor devemos ter que
.0
44

I 2 × T ≤ K2 × S2
D 5.
8

A questão não apresenta a unidade de K. Então vamos admitir que K está


04

dado de forma que as unidades são as usuais: corrente em Ampères, área em


mm2 e tempo em segundos.

Assim, a duração máxima do curto-circuito é


98

K2 × S2 1152 × 502
Tmax = = = 1, 32s
-

I2 5000
94

 
.0

Alternativa (D) 

844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.
9 8
4-
Sistemas de Potência II www.ExatasConcursos.com.br 78

. 09
44
Questão 71
(Engenheiro(a) Júnior - Elétrica - Transpetro 2012)

8
66

5.
A proteção diferencial longitudinal é recomendada para máquinas rotativas (motores ou geradores) acima de 1 MVA.

04
Essa proteção diferencial é utilizada para atuar na ocorrência de falta entre
(A) três fases
(B) três fases e terra
(C) fase e fase
(D) fase e terra
(E) neutro e terra

8
-9
94
Resolução:

0
4.
A figura abaixo foi extraída do livro (PAITHANKAR, Y. G. and BHIDE, S.
84
R. Fundamentals of Power Systems Protection, 2nd Ed, PHI) e apresenta um es-
5.
04

quema de proteção diferencial longitudinal.

T
Como o próprio nome indica, o funcionamento é baseando na diferença en-

98
tre as correntes que entram e saem de cada fase da máquina. Se a corrente que

4-
entra em um enrolamento é igual à corrente que sai deste mesmo enrolamento, a

09
AF
98

corrente na bobina diferencial (indicada por zero no esquema) é nula. Caso haja

4.
4-

uma falta entre duas fases essa corrente não será nula, mas sim igual à diferença
84
09

entre a corrente que entra e a que sai deste enrolamento, como pode ser visto no
5.
4.

04

esquema da figura. Detectada essa diferença desliga-se a máquina. Observe que


84

não é necessária uma falta entre três fases para que o dispositivo atue.
5.
04

R 44
.0
9 4-
9 8
D - 98

04
5.
8
94

 
.0

Alternativa (C) 

844
5.
04

Material de uso exclusivo de RICARDO HENRIQUES LYRA DE SOUSA portador do CPF 045.844.094-98.
É vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição. Sujeitando-se o infrator à responsabilização civil e criminal.