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509-1BZ

Descrição geral
Catálogo Geral

B Livro de Apoio
Diagrama de seleção ....................... B0-2
Fluxograma de seleção ..................... B0-2
Tipos e características dos sistemas lineares .. B0-3
Capacidade de carga ........................ B0-7
• Cálculo da vida de serviço de um Sistema Linear .. B0-7
• Vida nominal ................................... B0-7
• Capacidade de carga nominal ........... B0-7
Capacidade de carga dinâmica nominal C .. B0-7
Capacidade de carga estática nominal C0 .. B0-8
Momento estático permitido M0 ......... B0-8
Fator de segurança estática fS .......... B0-9
Fórmula de cálculo da vida útil .......... B0-10
Rigidez............................................... B0-13
• Selecionando uma folga/pré-carga para um Sistema Linear .. B0-13
Folga e pré-carga ........................... B0-13
Pré-carga e rigidez ......................... B0-14
Coeficiente de atrito........................... B0-15
Precisão............................................. B0-16
Lubrificação ....................................... B0-16
Projeto de segurança ........................ B0-18
• Determinação de um material ............ B0-19
Sistemas lineares em aço inoxidável .. B0-19
• Tratamento da superfície .................. B0-20
AP-HC .......................................... B0-20
AP-C ............................................ B0-20
AP-CF .......................................... B0-20
• Proteção contra contaminação........... B0-23

B0-1
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Diagrama de seleção Descrição geral

Fluxograma de seleção
1. Definição das condições
Dimensões de máquinas e sistemas Velocidade
Espaço na seção da guia Frequência de operação (ciclo de trabalho)
Posição de instalação Vida de serviço necessária
(horizontal, vertical, montagem inclinada, montagem na parede, suspensa) Frequência cinética
Valor e direção da carga de trabalho Ambiente
Comprimento do curso

2. Seleção de um tipo Seleção do método de propulsão


Parafuso de alimentação
(fuso de esferas, roscas em formato trapezoidal)
Selecione um tipo que satisfaça as condições Cilindro
Guia linear Comando linear Correia Cabo Corrente
Cremalheira e pinhão Motor linear
Guia miniatura Guia de rolamentos cruzados
Pacote deslizante Plataforma linear
Eixo estriado Tipo de rolamento
Bucha linear etc.

3. Predição da 4. Rigidez 5. Precisão


vida útil
Seleção do tamanho Seleção da folga Seleção de um grau
Seleção do número de blocos/castanhas Seleção da pré-carga de precisão
Determinação do número de trilhos/hastes Determinação do método de fixação (precisão da alimentação, precisão da
Determinação da rigidez da dimensão geométrica e tolerância)
seção de montagem Precisão da superfície
de montagem

6. Lubrificação e projeto de segurança


Determinação do lubrificante (graxa, óleo, lubrificante especial)
Determinação do método de lubrificação (lubrificação regular, lubrificação forçada)
Determinação do material (material padrão, aço inoxidável, material para altas temperaturas)
Determinação do tratamento de superfície (anticorrosão, aparência)
Planejamento da proteção contra contaminação (seleção de foles, cobertura telescópica etc.)

7. Cálculo da força de impulso


Obtenção da força de impulso necessária para movimento linear

Conclusão da seleção

B0-2
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Diagrama de seleção
Tipos e características dos sistemas lineares

Tipos e características dos sistemas lineares


Tipo Guia linear Eixo estriado Bucha linear

Descrição geral
Aparência

• Estrutura de contato ideal • Grande capacidade de car- • Tipo intercambiável


com quatro pistas, ranhura ga de torque • Sistema linear capaz de re-
de arco circular e dois pon- • Ideal para mecanismos alizar movimentos lineares
tos de transmissão de torque infinitos a um baixo custo
• Capacidade superior de e locais onde a carga de
absorção de erro com o torque e radial sejam apli-
desenho DF cadas simultaneamente
• Efeito de cálculo de média • Sem folga angular
Caracterís- de precisão por meio de • Tipo com retenção de esfe-
ticas absorção do erro de super- ras
fície de montagem
• Alta carga permitida e alta
rigidez
• Baixo coeficiente de atrito

Curso Curso infinito Curso infinito Curso infinito

• Esmerilhadora plana • Robôs escalares • Instrumentos de medição


• Máquinas de eletroerosão • Carregadora automática • Instrumentos digitais de
• Equipamento de transfe- • Máquina de transferência medição 3D
rência de alta velocidade • Sistema transportador au- • Impressoras
• Tornos CN tomático • Equipamentos de monta-
• Máquina de moldagem à • Bobinadora gem orbital
injeção • Eixo de direção estriado de • Máquina de venda automá-
• Máquina de carpintaria afiadora tica
Maiores • Equipamento de fabricação • Direção de veículos de • Equipamento médico
Aplicações de semicondutores construção • Máquina embaladora de
• Equipamento de inspeção • Equipamento para teste de alimentos
• Máquina relacionada à ali- sangue
mentação • ATC
• Equipamento médico • Máquina de treinamento de
golfe

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do produto

B0-3
509-1BZ

Tipo Curso linear Pacote linear de precisão Guia de rolamentos cruzados

Aparência

• Capacidade de realização • Modelo ultrafino e leve • Longa durabilidade, alta


de movimentos rotatórios, • Projeto e custos de monta- rigidez
retilíneos e complexos gem reduzidos • Modelo com fácil ajuste de
• Capacidade de realizar folga
movimentos de rolagem
com um coeficiente extre-
mamente baixo de atrito
Caracterís- • Baixo custo
ticas

Curso Curso finito Curso infinito Curso finito

• Indicação para molde de • Dispositivos de disco mag- • Instrumentos de medição


pressão nético • Máquina de inserção
• Unidade de rolo de tinta de • Equipamento eletrônico • Máquina de perfuração de
impressora • Equipamento de fabricação circuito impresso
• Instrumento óptico de me- de semicondutores • Equipamento de inspeção
dição • Equipamento médico • Pequenas plataformas
• Rosca sem-fim • Equipamento de medição • Mecanismos de manuseio
Maiores • Guia de válvula solenoide • Plotadoras • Torno automático
Aplicações • Guia de batente de pres- • Fotocopiadora • Amoladoras
são • Afiadoras internas
• Elemento de carga • Afiadoras para superfícies
• Fotocopiadoras pequenas
• Máquinas de inspeção

Página de
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do produto

B0-4
509-1BZ

Diagrama de seleção
Tipos e características dos sistemas lineares

Tipo Mesa de rolamentos cruzados Guia deslizante linear com esferas Rolamento linear

Descrição geral
Aparência

• Tipo de unidade de fácil • Tipo de unidade de fácil • Modelo compacto com alta
instalação instalação capacidade de carga
• Permite a seleção de diver- • Leve e compacto • Modelo com autoajuste de
sos usos • Capacidade de realizar inclinação
movimentos de rolagem
com um coeficiente extre-
mamente baixo de atrito
Caracterís- • Baixo custo
ticas

Curso Curso finito Curso finito Curso infinito

• Plataforma de equipamen- • Máquinas de montagem de • Guia para aríete de prensa


tos de medição componentes eletrônicos de precisão
• Plataformas ópticas • Manipuladores • Tr o c a d o r d e m o l d e d e
• Amoladoras • Gravadoras automáticas prensa de metal
• Máquina de perfuração de • Plataforma de equipamen- • Sistemas de transporte de
circuito impresso tos de medição carga pesada
• Equipamento médico • Plataformas ópticas • Máquinas de venda auto-
• Torno automático • Equipamento médico mática
Maiores • Afiadoras internas
Aplicações • Afiadoras para superfícies
pequenas

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do produto

B0-5
509-1BZ

Tipo Rolamento plano Pacote deslizante Trilho deslizante

Aparência

• Alta capacidade de carga • Tipo intercambiável • Geometria fina e compacta


• Precisão combinada de 90 • Modelos simples de baixo • Modelos simples de baixo
Superfícies em V e planas custo custo
disponíveis como padrão • Alta resistência e alta dura-
bilidade

Caracterís-
ticas

Curso Curso finito Curso infinito Curso finito

• Plaina • Brinquedos eletrônicos • Brinquedos eletrônicos


• Fresadora horizontal • Mobiliário de alto nível • Mobiliário de alto nível
• Retífica de rolo • Portas leves e pesadas • Portas leves e pesadas
• Retífica plana • Armários de ferramentas • Equipamentos de escritório
• Retífica cilíndrica • Equipamentos de cozinha • Utensílios para lojas
• Instrumento óptico de me- • Alimentadoras automáticas • Equipamentos de armaze-
dição • Periféricos de computado- nagem
Maiores res
Aplicações • Fotocopiadora
• Equipamento médico
• Equipamentos de escritório

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do produto

B0-6
509-1BZ

Diagrama de seleção
Capacidade de carga

Capacidade de carga
Cálculo da vida de serviço de um Sistema Linear
Quando um sistema linear gira sob uma carga, suas pistas e elementos de rolamento (esferas ou

Descrição geral
rolamentos) recebem um esforço repetitivo constantemente. Se um limite for atingido, as pistas
quebrarão por fatiga e parte da superfície se fragmentará como uma escama. Este fenômeno é de-
nominado descamação.
O cálculo da vida útil de um sistema linear refere-se à distância percorrida total até a ocorrência do
primeiro evento de descamação devido à fatiga por rolamento do material na pista ou do elemento
de rolagem.

Vida nominal
O cálculo da vida útil de serviço de um sistema está sujeito a pequenas variações sob as mesmas
condições de operação. Por essa razão, é necessário usar a vida nominal definida abaixo como um
valor de referência para obtenção da vida útil do sistema linear.
A vida nominal significa a distância percorrida total que 90% de um grupo de unidades idênticas de
sistemas lineares podem encontrar sem que ocorra descamação.

Capacidade de carga nominal


Um sistema linear possui dois tipos de capacidades de carga nominal: capacidade de carga dinâmi-
ca nominal (C), que é usada para calcular a vida útil e a capacidade de carga estática nominal (C0),
que define o limite estático permitido.

Capacidade de carga dinâmica nominal C


A capacidade de carga dinâmica nominal (C) indica a carga com direção e magnitude constantes,
sob a qual a vida calculada (L) é L = 50 km para um sistema linear usando esferas ou L = 100 km
para um sistema linear usando rolamentos, quando um grupo de unidades de sistemas lineares
idênticas trabalham independentemente sob as mesmas condições.
A capacidade de carga dinâmica nominal (C) é utilizado para calcular a vida útil quando um sistema
linear opera sob uma carga.

Os valores específicos para cada modelo do sistema linear estão indicados na tabela de especifica-
ções para o modelo correspondente.

B0-7
509-1BZ

Capacidade de carga estática nominal C0


Se um sistema recebe uma carga excessivamente grande ou um grande impacto quando ele está estacionário
ou operacional, deformações permanentes ocorrem entre a pista e o elemento de rolamento. Se a deformação
permanente excede um determinado limite, ela evitará que o sistema linear realize um movimento suave.
A capacidade de carga estática nominal é uma carga estática com uma direção e magnitude cons-
tantes pelo qual a soma da deformação permanente do elemento de rolamento e aquele da pista
na área de contato sob o esforço máximo é de 0,0001 vezes o diâmetro do elemento de rolamento.
Em um sistema linear, a especificação de carga estática básica é definido pela carga radial.
A capacidade de carga estática nominal C0 é usada para calcular o fator de segurança estática rela-
tiva à carga de funcionamento.

Os valores específicos para cada modelo do sistema linear estão indicados na tabela de especifica-
ções para o modelo correspondente.

Momento estático permitido M0


Quando um sistema linear recebe um momento, os elementos de rolamento nas duas extremidades
recebem um esforço máximo devido à distribuição desigual do esforço nos elementos de rolamento
dentro do sistema linear.
O momento estático permitido (M0) significa o momento em uma direção e magnitude constantes, sob
o qual a soma da deformação permanente do elemento de rolamento e da pista responde por 0,0001
vezes do diâmetro do elemento de rolamento na área de contato onde o esforço máximo é aplicado.
Em um sistema linear, o momento estático permitido é definido em três direções: MA, MB e MC.

Pc N
Tc N•m

MA
Momento
na direção do impulso
MB
Momento
na direção de guinada
MC
Momento
na direção do rolamento

PC : Carga radial MA1 : Momento na direção do arremesso


TC : Momento na direção do torque MA2 : Momento na direção do arremesso
O valor específico do momento estático permitido de cada modelo do sistema linear é fornecido na
seção dos momentos específicos de cada modelo.

B0-8
509-1BZ

Diagrama de seleção
Capacidade de carga

Fator de segurança estática fS


O sistema de movimento linear pode receber uma força externa inesperada enquanto está esta-
cionário ou operacional devido a geração de uma inércia causada por vibrações e impactos ou por

Descrição geral
partidas e paradas. É necessário considerar um fator de segurança estática em relação a uma car-
ga de funcionamento.

[Fator de segurança estática fS]


O fator de segurança estática (fs) é determinado pela razão da capacidade de carga (capacidade de
carga estática nominal C0) de um sistema linear pela carga aplicada no sistema linear.
fC •C0 fC • M0
fS = ou fS = ………(1)
P M
fS : Fator de segurança estática
fC : Fator de segurança estática (consulte Tabela2 em B0-11)
C0 : Capacidade de carga estática nominal
M0 : Momento estático permitido (MA, MB e MC)
P : Carga calculada
M : Momento calculado

[Medição do fator de segurança estática]


Refere-se ao fator de segurança estática em Tabela1 como uma medida do limite inferior sob condi-
ções operacionais.
Tabela1 Medição do fator de segurança estática

Condições cinéticas Condições de carga Limite inferior de fS

Constantemente O impacto é pequeno e a deflexão do trilho também é pequena 1,0 a 3,5


estacionário Há impacto e uma carga de deformação é aplicada 2,0 a 5,0
Uma carga normal é aplicada e a deflexão do trilho é pequena 1,0 a 4,0
Movimento normal
Há impacto e uma carga de deformação é aplicada 2,5 a 7,0

B0-9
509-1BZ

Fórmula de cálculo da vida útil


A vida útil nominal (L) de um sistema linear é obtida a partir da seguinte equação usando a capaci-
dade de carga dinâmica nominal (C) e a carga aplicada (P).

[Sistema linear usando esferas]


3
C
L= 50 ………(2)
P

[Sistema linear usando rolamentos]


10
C 3
L= 100 ………(3)
P
L : Vida nominal (km)
C : Capacidade de carga dinâmica nominal (N)
P : Carga aplicada (N)

Na maioria dos casos, é difícil calcular uma carga aplicada em um sistema linear.
Em uso real, a maioria das guias lineares recebem vibrações e impactos durante a operação e a
flutuação de cargas aplicadas nelas é presumida. Além disso, a rigidez a temperatura da pista da
unidade do sistema linear afetam significativamente a vida útil.
Com estas condições consideradas, as fórmulas do cálculo prático da vida útil (2) e (3) seriam os
seguintes.

[Sistema linear usando esferas]


3
f H • fT • fC C
L= 50 ………(4)
fW P

[Sistema linear usando rolamentos]


10
f H • fT • fC C 3
L= 100 ………(5)
fW P
L : Vida nominal (km)
C : Capacidade de carga dinâmica nominal (N)
P : Carga aplicada (N)
fH : Fator de rigidez (consulte B0-11 em Fig.1)
fT : Fator de temperatura (consulte B0-11 na Fig.2)
fC : Fator de contato (consulte a B0-11 em Tabela2)
fW : Fator de carga (consulte B0-12 em Tabela3)

B0-10
509-1BZ

Diagrama de seleção
Fórmula de cálculo da vida útil

 fH: Fator de rigidez


Para alcançar o ponto máximo da capacidade 1,0
de carga do sistema linear, a rigidez das pistas
0,9
precisa estar entre 58 e 64 HRC.
0,8

Fator de rigidez fH
Caso a rigidez seja menor do que essa faixa, a
0,7

Descrição geral
capacidade de carga dinâmica nominal e a ca-
0,6
pacidade de carga estática nominal diminuirão.
0,5
Portanto, é necessário multiplicar cada capaci-
0,4
dade pelo respectivo fator de rigidez (fH).
0,3
0,2
0,1

60 50 40 30 20 10
Rigidez da pista (HRC)
Fig.1 Fator de rigidez (fH)

 fT: Fator de temperatura


Caso a temperatura do ambiente no entorno 1,0
Fator de temperatura fT

do Sistema Linear em operação exceda 100C,


0,9
considere o efeito negativo da alta temperatura
e multiplique as capacidades de carga nominal 0,8
pelo fator de temperatura indicado em Fig.2. 0,7
Além disso, o sistema linear selecionado tam- 0,6
bém deve ser de um tipo de alta temperatura.
Nota) Caso a temperatura do ambiente de serviço exceda 80C,
0,5
será necessário trocar os materiais da vedação e recircu-
lador por materiais resistentes a altas temperaturas. 100 150 200
Nota) Caso a temperatura do ambiente exceda 120C, será
necessário fornecer estabilização dimensional. Temperatura da pista (°
C)
Nota) Elas não são usadas porque a temperatura de opera-
ção para guias lineares com gaiola de esferas e guias Fig.2 Fator de temperatura (fT)
lineares com gaiola de rolos é de 80C ou inferior.

 fC: Fator de contato


Se vários blocos da guia linear estiverem muito Tabela2 Fator de contato (fC)
próximos uns dos outros, será difícil obter uma Número de blocos usados
Fator de contato fC
distribuição de carga uniforme devido à car- em contato próximo
ga no momento e à precisão da superfície de 2 0,81
montagem. Nessas aplicações, multiplique as
3 0,72
capacidades de carga nominal “C” e “C0” pelos
fatores de contato correspondentes na Tabela2. 4 0,66
Nota) Caso seja esperada uma distribuição de carga não
uniforme em uma máquina grande, leve em considera- 5 0,61
ção o respectivo fator de contato indicado na Tabela2.
6 ou maior 0,6
Uso normal 1

B0-11
509-1BZ

 fW: Fator de carga


Em geral, máquinas alternativas tendem a cau- Tabela3 Fator de carga (fW)
sar vibrações ou impactos durante a operação. Vibrações/
Velocidade(V) fW
É extremamente difícil determinar precisamente impactos
as vibrações geradas durante operações em Muito baixa
Leve 1 a 1,2
alta velocidade e impactos durante partidas e V≦0,25 m/s
paradas. Portanto, onde os efeitos da veloci- Fraca Lenta 1,2 a 1,5
dade e vibração são estimados como insignifi- 0,25<V≦1 m/s
cantes, divida a capacidade de carga dinâmica Média Média 1,5 a 2
1<V≦2 m/s
nominal (C) por um fator de carga selecionado
Alta
de Tabela3, que contém dados obtidos de for- Forte 2 a 3,5
V>2 m/s
ma empírica.

B0-12
509-1BZ

Diagrama de seleção
Rigidez

Rigidez
Ao usar um sistema linear, é necessário selecionar um tipo e folga (pré-carga) que atendam as con-
dições de serviço para descobrir a rigidez requerida da máquina/equipamento.

Descrição geral
Selecionando uma folga/pré-carga para um Sistema Linear
Visto que as folgas e pré-cargas dos sistemas lineares são padronizadas para modelos diferentes,
você pode selecionar uma folga e uma pré-carga de acordo com as condições de serviço.
Para modelos distintos, a THK não pode ajustar suas folgas no embarque. Todavia, o usuário deve
ajustar a folga ao instalar o produto.
Determinar uma folga/pré-carga ao referir-se a próxima seção.

Folga e pré-carga
[Folga (folga interna)]
A folga de um sistema linear é uma combinação entre o bloco (porca), o trilho (eixo) e a esfera (ou
rolamento). As somas das folgas verticais é denominada folga radial e a soma das folgas circunfe-
renciais é denominada de folga angular (folga na direção da rotação).

(1) Folga radial


Com a guia linear, uma folga radial refere- Folga radial
-se ao valor de um movimento do centro do
bloco quando o bloco é movido verticalmen-
te com delicadeza com uma força constante
aplicada ao centro do trilho fixo na direção
longitudinal.

Fig.3 Folga radial da guia linear

(2) Folga angular (folga na direção da rotação)


No Eixo Estriado, a folga angular (folga na P
direção da rotação) refere-se ao valor do
movimento de rotação da porca quando a
porca é moderadamente girada com força T
constante para frente e para trás com a
haste do eixo estriado fixado.

Fig.4 Folga angular do Eixo Estriado

B0-13
509-1BZ

[Pré-carga] Tabela4 Exemplos de folgas radiais para uma Guia Linear Modelo HSR
A pré-carga é uma carga aplicada preliminar- Unidade: m
mente aos elementos de rolamento para elimi- Símbolo de
Normal
Pré-carga Pré-carga
nar uma folga de um sistema linear e aumentar indicação leve média
sua rigidez. Modelo Sem símbolo C1 C0
Uma indicação de folga negativa (valor negati- HSR 15 ‒4 a +2 ‒12 a ‒4 —
vo) de um sistema linear significa que uma pré- HSR 20 ‒5 a +2 ‒14 a ‒5 ‒23 a ‒14
-carga foi fornecida. HSR 25 ‒6 a +3 ‒16 a ‒6 ‒26 a ‒16
HSR 30 ‒7 a +4 ‒19 a ‒7 ‒31 a ‒19
HSR 35 ‒8 a +4 ‒22 a ‒8 ‒35 a ‒22

Para folgas e pré-cargas específicas, consulte a seção relacionada ao modelo correspondente.

Pré-carga e rigidez
O fornecimento de uma pré-carga para um sis-
tema linear aumentará a rigidez de acordo com
2δ 0 Folga normal
o valor da pré-carga. Fig.5 mostra a deflexão
Folga C1
das folgas (folga normal, folga C1 e folga C0)
Desvio

(na Guia linear modelo HSR). δ0 Folga C0

P0 Carga 2,8P0
P0: Pré-carga aplicada
Fig.5 Dados de rigidez

Dessa forma, a pré-carga tem um efeito de até 2,8 vezes aproximadamente maior que a própria
pré-carga aplicada. A deflexão com uma pré-carga sob um carga fornecida é menor e a rigidez
muito maior do que sem uma pré-carga.

Fig.6 mostra como a deflexão radial de uma Guia linear altera-se com uma pré-carga. Como indica-
do em Fig.6, quando um bloco de Guia linear recebe uma carga radial de 2,45 kN, a deflexão radial
é de 9m se a folga radial é igual a zero (folga normal) ou 2m se a folga radial é de -30m (folga
C0), aumentando dessa forma a rigidez em 4,5 vezes.
10
P=2,45kN
δ (μ m)
Deslocamento radial

0 -7 -14 -21 -28 -35


Folga radial (μ m)
Fig.6 Folga radial e deflexão

Para selecionar uma folga específica, consulte a seção relacionada a seleção de um folga radial
para o modelo do sistema linear correspondente.

B0-14
509-1BZ

Diagrama de seleção
Coeficiente de atrito

Coeficiente de atrito
Como um sistema linear realiza um movimento de rotação por meio dos seus elementos de rola-
mento tais como esferas e rolamentos entre as pistas, sua resistência de atrito é de 1/20 a 1/40
menor do que uma guia deslizante. O seu atrito estático é especialmente menor e quase o mesmo

Descrição geral
do atrito dinâmico, evitando que o sistema experimente o efeito “stick-slip”. Por essa razão o siste-
ma tem a capacidade de ficar alimentado por uma distância ínfima da ordem de submícron.
A resistência de atrito de um sistema linear varia de acordo com o tipo do sistema linear, pré-carga,
resistência da viscosidade do lubrificante e da carga aplicada no sistema.
Detalhadamente, quando um momento é fornecido ou uma pré-carga é aplicada para aumentar a
rigidez, a resistência de atrito aumenta.
Os coeficientes de atrito normais para os sistemas linear estão indicados na Tabela5.
0,015
Coeficiente de atrito (µ)

0,010

0,005
P: Carga aplicada
C: Capacidade de carga
dinâmica nominal

0 0,1 0,2

Proporção da carga aplicada (P/C)

Fig.7 Relacionamento entre a proporção da carga aplicada e a resistência de atrito

Tabela5 Resistências de atrito () dos sistemas lineares

Tipos de sistemas lineares Tipos representativos Resistência de atrito (μ)

SSR, SHS, SRS, RSR, HSR, NR/NRS 0,002 a 0,003


Guia linear
SRG, SRN 0,001 a 0,002
Eixo estriado LBS, LBF, LT, LF 0,002 a 0,003
Bucha linear LM, LMK, LMF, SC 0,001 a 0,003
Comando linear MST, ST 0,0006 a 0,0012
Rolamento linear LR, LRA 0,005 a 0,01
Rolamento plano FT, FTW 0,001 a 0,0025

Guia de rolos transversais/mesa de rolos transversais VR, VRU, VRT 0,001 a 0,0025
Guia deslizante linear com esferas LS 0,0006 a 0,0012
Seguidor de came/seguidor de rolamento CF, NAST 0,0015 a 0,0025

B0-15
509-1BZ

Precisão
A precisão do movimento de um sistema linear é determinada de acordo com a precisão de deslo-
camento para aplicações nas quais estão fixos em uma superfície plana e de acordo com a preci-
são de excentricidade para aplicações cujos eixos são apoiados. Graus de precisão são estabeleci-
dos para cada um deles.
Para obter detalhes, consulte a página relacionada a aplicação correspondente.

Lubrificação
Ao usar um sistema linear, é necessário aplicar lubrificação efetiva. Usar um produto sem lubrifica-
ção pode aumentar o desgaste dos elementos de rolamento ou reduzir a vida útil do sistema.
Um lubrificante tem os seguintes efeitos.
1. Reduz o atrito nos elementos móveis para evitar a corrosão e reduzir o desgaste.
2. Forma uma película de óleo na pista para reduzir o esforço atuando na superfície e prolongar a
vida de fadiga de rolamento.
3. Protege a superfície metálica para evitar a formação de ferrugem.
Para extrair de maneira completa as funções de um sistema linear, é necessário lubrificar de acordo
com as condições de uso. Os fatores importantes para lubrificação eficiente são a posição de mon-
tagem e as posições de montagem do niple de lubrificação ou da conexão da tubulação.
Caso a posição de montagem não seja para uso horizontal, o lubrificante poderá não alcançar com-
pletamente a pista.
(No caso das guias lineares, informe a THK sobre a posição de montagem e a posição exata em
cada bloco no qual o niple de lubrificação ou a tubulação deva ser conectada. Para a posição de
montagem das guias lineares, consulte B1-28.)
Mesmo em um sistema linear com vedação, o lubrificante interno vaza gradualmente durante a
operação. Por essa razão, o sistema precisa ser lubrificado em um intervalo apropriado de acordo
com as condições.
Para obter a lubrificação, consulte B24-2.

[Tipos de lubrificantes]
Os sistemas lineares usam em geral graxa ou óleo para superfície deslizante como lubrificantes.
Os requisitos que os lubrificantes precisam satisfazer em geral são os seguintes.
(1) Alta resistência da película de óleo
(2) Baixo atrito
(3) Alta resistência ao desgaste
(4) Alta estabilidade térmica
(5) Não corrosivo
(6) Altamente anticorrosivo
(7) Teor mínimo de poeira/água
(8) A consistência da graxa não deve ser modificada significativamente, mesmo após ser movimen-
tada repetidas vezes.
Os lubrificantes que atendem a esses requisitos incluem os produtos a seguir.
Tabela6 Lubrificantes de uso geral

Lubrificante Tipo Marca


Super Multi 32 a 68 (Idemitsu)
Óleo de superfície deslizante ou óleo Vactra Nº 2SLC (Exxon Mobil)
Óleo de turbina Óleo DTE (Exxon Mobil)
ISOVG32 a 68 Tonna Oil S (Showa Shell Sekiyu)
ou equivalente

B0-16
509-1BZ

Diagrama de seleção
Lubrificação

Tabela7 Lubrificantes usados em ambientes especiais

Ambiente de serviço Características do lubrificante Marca


Graxa AFG(THK) consulte B24-18
Graxa AFA(THK) consulte B24-7
Peças móveis de alta Graxa com baixo torque e baixa gera- Graxa AFJ(THK) consulte B24-20

Descrição geral
velocidade ção de calor NBU15(NOK Kluba)
Multemp (Kyodo Yushi)
ou equivalente
Graxa Fomblin (Solvay Solexis)
Óleo ou graxa de vácuo à base de flúor
Óleo Fomblin (Solvay Solexis)
(a pressão do vapor varia de acordo
Vácuo Barrierta IEL/V (NOK Kluba)
com a marca)
Observação 1 Isoflex(NOK Kluba)
Krytox (Dupont)
Graxa AFE-CA(THK) consulte B24-12
Sala limpa Graxa com baixíssima geração de poeira
Graxa AFF(THK) consulte B24-14
Ambientes sujeitos a
microvibrações ou mi- Graxa que forma facilmente uma ca-
crocursos, o que pode mada de óleo e tem alta resistência ao Graxa AFC(THK) consulte B24-10
causar corrosão por en- engripamento
gripamento
Óleo mineral refinado ou sintético al-
tamente anticorrosivo que forme uma
Ambientes sujeitos a
forte película de óleo e não seja facil- Super Multi 68 (Idemitsu)
respingos do refrige-
mente emulsificado ou removido por Vactra Nº 2SLC (Exxon Mobil)
rante, por exemplo,
líquido refrigerante ou equivalente
máquinas-ferramentas
Graxa resistente à água
Observação 2

Nota1) Ao usar um graxa a vácuo, certifique-se de que algumas marcas tenham resistências iniciais várias vezes maiores do
que graxas a base de lítio comuns.
Nota2) Em um ambiente sujeito a respingos de líquido refrigerante hidrossolúvel, algumas marcas de viscosidade intermedi-
ária reduzem significativamente seu poder lubrificante ou não formam apropriadamente uma película de óleo. Verifi-
que a compatibilidade entre o lubrificante e o líquido refrigerante.
Nota3) Não misture graxa com propriedades físicas diferentes.
Nota4) Para graxas originais da THK, consulte B24-6.

B0-17
509-1BZ

Projeto de segurança
Os sistemas lineares são usados em ambientes variados. Se utilizar um sistema linear em um am-
biente especial como vácuo, anti-corrosivo, alta e baixa temperatura, é necessário selecionar um
material e tratamento de superfície que se adapte ao ambiente de serviço.
Para atender o uso em ambientes especiais variados, a THK oferece os seguintes materiais e trata-
mentos de superfície para sistemas lineares.

Descrição Modelo Características/Capacidades


HSR SSR RSR SHW

Aço inoxidável Resistência à corrosão


martensítico HRW SRS ★★★
SR HR

SR-M1
HSR-M1
RSR-M1
Material

Alta temperatura
Aço inoxidável
★★★★★
martensítico
*até 150C

HSR-M2

Aço inoxidável Resistência à corrosão


austenítico ★★★★★

Tratamento THK AP-HC


Baixa geração de poeira
★★★★★
Resistência à corrosão
AP-HC
★★★
Rigidez de superfície
★★★★★
Tratamento da superfície

Tratamento THK AP-C

Resistência à corrosão
AP-C
★★★★

Tratamento THK AP-CF

Resistência à corrosão
AP-CF
★★★★★

*Se deseja outro tratamento de superfície além dos descritos acima, contate a THK.

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509-1BZ

Diagrama de seleção
Projeto de segurança

Determinação de um material
Em condições de serviço normais, os sistemas lineares usam um tipo de aço adequado a eles. Caso
use um sistema linear em um ambiente especial, é necessário selecionar um material que seja ade-
quado ao ambiente de serviço.

Descrição geral
Para locais que necessitam de alta resistência à corrosão, o aço inoxidável é utilizado.

Especificações do material
Sistemas lineares em aço inoxidável
●Material…Aço inoxidável martensítico/aço inoxidável austenítico

Para uso em ambientes onde a resistência à corrosão é requerida, alguns modelos do sistema line-
ares podem utilizar aço inoxidável martensítico.
Se o número do modelo de um sistema linear contém o símbolo M, isto significa que o modelo é
feito de aço inoxidável. Consulte a seção relacionada ao modelo correspondente.

Codificação do número do modelo

HSR25 A 2 QZ UU C0 M +1200L P M -Ⅱ
Modelo Com Radial Comprimento do Símbolo do nº de trilhos
Lubrificador QZ Símbolo trilho (em mm) usados no mesmo plano
de folga
Nº de blocos usados Bloco em Trilho em
no mesmo trilho Aço inoxidável Aço inoxidável
Tipo de bloco Raspador contra contaminação Símbolo de precisão

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Tratamento da superfície
As superfícies dos trilhos e dos eixos dos sistemas lineares podem receber tratamento anticorrosivo
ou estético.
A THK oferece o tratamento THK-AP, que é o tratamento de superfície ideal para sistemas lineares.
O tratamento THK-AP consiste de 3 dos seguintes tipos.

AP-HC
●Tratamento da superfície…com cromagem temperada para uso industrial
●Rigidez da película…750 HV ou superior

Equivalente à cromagem temperada para uso industrial, o AP-HC alcança praticamente o mesmo
nível de resistência à corrosão que o aço inoxidável martensítico. Além disso, sua alta resistência
ao desgaste por causa da rigidez da película de 750 Hv ou superior, ser extremamente alta.

AP-C
●Tratamento da superfície…revestimento de cromo negro para uso industrial

Um tipo de revestimento de cromo negro para uso industrial projetado para aumentar a resistência
à corrosão. Ele tem o baixo custo e resistência alta à corrosão que o aço inoxidável martensítico.

AP-CF
●Tratamento de superfície…revestimento de cromo negro para uso industrial/
revestimento de resina especial de fluorocarbono

Um composto de tratamento de superfície que combina o revestimento em cromo negro e de resina especial de flu-
orocarbono e é adequado para aplicações que requerem alta resistência à corrosão.
Além dos tratamentos acima, outros tratamentos de superfície são realizados algumas vezes em outras áreas além
das pistas, por exemplo, tratamento de pintura alcalina (oxidação negra) e tratamento com pintura anodizada. En-
tretanto, alguns destes não são adequados para sistemas lineares. Para obter mais detalhes, contate a THK.
Caso utilize um sistema linear cujas pistas têm a superfície tratada, defina um fator de segurança mais alto.

Codificação do número do modelo


SR15 V 2 F + 640L F
Modelo Comprimento do
trilho (em mm)
Tipo de bloco
Nº de blocos usados Com tratamento de Com tratamento de superfície
no mesmo trilho superfície no bloco no bloco

Nota) Observe que o interior do furo de montagem não é fornecido com tratamento da superfície.

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509-1BZ

Diagrama de seleção
Projeto de segurança

[Dados sobre a comparação da geração de poeira com o tratamento AP]


[Condições de teste]

Item Descrição
SSR20WF+280LF (AP-CF, sem vedação)

Descrição geral
Modelo da guia linear SSR20UUF+280LF (AP-CF, com vedação)
SSR20WUUF+280LF (AP-HC, com vedação)
Lubrificante usado Graxa THK AFE-CA
Quantidade de lubrificante 1 cc (por bloco)
Velocidade 30 m/min(MÁX.)
Curso 200 mm
Taxa de fluxo durante a medição 1ℓ/min
Volume da sala limpa 1,7 litro (invólucro de acrílico)
Instrumento de medição Contador de poeira
Diâmetro da partícula medida 0,3m ou mais

80
AP-CF (com vedação)
Acúmulo de partículas (p/1•min)

60

40

AP-CF (sem vedação)


20

AP-HC (com vedação)

0 10 20 30 40 50
Tempo (horas)

O tratamento AP-HC da THK fornece alta rigidez da superfície e possui alta resistência ao desgas-
te. O alto nível de desgaste no estágio inicial no gráfico acima é devido ao desgaste inicial da veda-
ção da extremidade.
Nota) Tratamento AP-HC da THK (equivalente à cromagem temperada)
Tratamento AP-CF da THK (equivalente ao revestimento com cromo negro + resina de fluorocarbono)

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[Dados sobre a comparação da prevenção de corrosão]


<Teste de ciclo de resistência a pulverização com água salgada>
Item Descrição

Líquido pulverizado Solução de NaCl 1%

Pulverização por 6 horas,


ciclos
secagem por 6 horas
35C durante a pulverização
Condições de temperatura
60C durante a secagem

Espécie do
material Aço inoxidável Aço inoxidável THK THK THK
austenítico martensítico AP-HC AP-C AP-CF
Tempo

Antes do
teste

6 horas

24 horas

96 horas

Propriedade
◎ ○ ○ ◎ ◎
Resultado do teste

anticorrosão
Resistência do
○ ◎ ◎ △ ○
revestimento
Rigidez da
△ ◎ ◎ △ △
superfície
Aderência — — ◎ △ ○
Aparência Brilho metálico Brilho metálico Brilho metálico Preto brilhante Preto brilhante

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509-1BZ

Diagrama de seleção
Projeto de segurança

Proteção contra contaminação


A proteção contra a contaminação é o fator mais importante no uso de um sistema linear. A entrada de po-
eira ou outros materiais estranhos no sistema linear causará desgaste anormal ou encurtar a vida útil.
Então, quando a entrada de poeira ou outro material estranho é uma possibilidade, é necessário selecionar

Descrição geral
um dispositivo de vedação ou proteção de contaminação que atenda as condições do ambiente de serviço.

(1) Vedações especiais para sistemas lineares


Para sistemas lineares, as vedações feitas de borracha sintética especial com alta resistência
ao desgaste (por exemplo, espátula de contato laminada LaCS) e um anel de limpeza estão dis-
poníveis como vedações de proteção contra contaminação.
Para ambientes de condições severas, foles e coberturas dedicados estão disponíveis para al-
guns modelos.
Para obter os detalhes e os símbolos dessas vedações, consulte a seção de opções relaciona-
das (proteção contra contaminação) do modelo correspondente.
Para fornecer proteção contra contaminação também para fusos de esferas em ambientes de
serviço sujeitos a lascas e fluidos de corte, é aconselhável usar uma cobertura telescópica que
cubra o sistema inteiro e um fole grande.

(2) Foles
Para as guias lineares, foles padronizados estão disponíveis.
A THK também fabrica foles para outros sistemas, como fusos de esferas e eixos estriados.
Entre em contato com a THK para obter detalhes.

Vedação interna
Placa de cobertura Fole
Lubrificador QZ
Raspador
Raspador
LaCS
Espátula de metal
Vedação lateral

Vedação de proteção contra contaminação para a guia linear Foles para a guia linear

Anel de pressão de vedação


Anel excêntrico
Anel de pressão de vedação
Anel excêntrico

Eixo do fuso de esferas

Castanha do fuso de esferas


Tampa de rosca Fole

Anel excêntrico para fuso de esferas Tampa de proteção contra contaminação para fuso de esferas

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