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Curso básico do programa de elementos finitos ANSYS

1 Método dos Elementos Finitos :


fundamentos e aplicações

1.1 Etapas da formulação do método

Para problemas que apresentam estruturas com geometrias, condições de contorno e de


carregamento complexas, a solução exata do comportamento mecânico (por exemplo, determinação
do campo de deslocamentos e de tensões), obtida através de procedimentos tradicionais da
matemática, não é evidente ou mesmo não é possível. Para estes casos deve-se usar um método
aproximado de análise. Nesta categoria se destacam os métodos numérico-computacionais.

O princípio de resolução de problemas por métodos aproximados é mostrado no diagrama a seguir.

Modelo contínuo:
- Infinitos graus de liberdade
Problemas complexos:
- Definido por equações diferenciais
- Geometria irregular
- Solução exata pelo cálculo diferencial - Condições de contorno não usuais
- Carregamentos variados
- Vários materiais
- etc.

Modelo discreto:
o
- N finito de graus de liberdade Método dos
- Equações diferenciais são transformadas em Elementos Finitos
equações algébricas (MEF)
- Solução aproximada por métodos numéricos

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Alguns métodos aproximados de solução do comportamento estrutural para problemas complexos são:

- Método de Rayleigh-Ritz: usa a energia do sistema;


- Método dos Resíduos Ponderados e Método de Galerkin: trabalham diretamente com a equação
diferencial;
- Método de Diferenças Finitas: solução da equação diferencial através de equações algébricas.

Estes métodos são básicos na formulação do Método dos Elementos Finitos. Assim sendo, o MEF é
essencialmente uma técnica de análise numérica que busca soluções aproximadas para problemas
regidos por equações diferenciais.

No Método dos Elementos Finitos (MEF), a solução do problema, ou seja, da equação diferencial, se
dá pela discretização da estrutura contínua. A idéia é de dividir a estrutura complexa em várias
subestruturas, com forma geométrica e solução simples. Por exemplo, seja uma placa sob flexão com
uma geometria irregular. A solução analítica (exata) deste problema não pode ser obtida diretamente,
através dos princípios da física e da matemática. Assim, para obter a solução aproximada é feita uma
divisão da placa em diversos subdomínios retangulares, com solução simples conhecida.

carregamento

Placa com geometria simples,


com solução conhecida

condições de
contorno
Placa com geometria complexa,
sem solução direta

A equação diferencial que rege os deslocamentos transversais de uma placa retangular sob flexão é:

∂ 4 w0 ∂ 4 w0 ∂ 4 w0 p
4 + 4 + 2 2 =
∂x ∂y ∂x ∂y
2
D

Eh 3
onde p é o carregamento e D é a rigidez à flexão da placa, dada por D = .
12(1 − ν 2 )

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Após a obtenção da solução desta equação diferencial, ou seja, após a obtenção da solução para um
subdomínio (uma placa retangular), é feita a união de todos os subdomínios, chegando-se à estrutura
com sua geometria original/real.

Na terminologia do Método dos Elementos Finitos, cada subdomínio da discretização é chamado de


elemento. Nos vértices dos elementos existem pontos, conectando-os. Estes pontos são chamados de
nós. A união de todos os elementos com seus nós forma a malha de elementos finitos (figura a seguir).

1 2 3

1 2 3 4
4 5 6 7 8
elemento
5 6 7 8
9 10 11 12 13

9 10 11 12 nó
14 15 16 17 18

13 14 15 16
19 20 21

- Malha de elementos finitos -

A solução geral para cada elemento é uma função aproximada, sendo chamada de função de
interpolação ou função de forma, podendo ser, por exemplo, um polinômio. A solução para cada
elemento é obtida em função unicamente dos valores da solução nos nós (valores nodais), que
passam a ser as incógnitas do problema. Em geral, para problemas em estática, as incógnitas são os
deslocamentos dos nós (translações e rotações). O grau e a forma da função de interpolação
dependem da natureza e do número de incógnitas, além do número de nós. A função de interpolação
deve também garantir as características de continuidade da solução. Esta continuidade é garantida
pela imposição de igualdade das variáveis de campo (incógnitas) nos nós de interface entre os
elementos.

Considerando um problema de análise estática de uma estrutura, as principais etapas de


implementação numérico-computacional do Método dos Elementos Finitos são:

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1) Discretização do domínio - criação da malha de elementos finitos;


2) Formulação da solução para o elemento - nível elementar;
3) Formulação da solução para toda a malha (estrutura) - nível global;
4) Imposição das condições de contorno;
5) Resolução do sistema de equações - obtenção das incógnitas nos nós (deslocamentos: translações
e rotações);
6) Cálculo dos resultados para todas as variáveis do problema (deformações, tensões, etc.).

1a etapa: discretização do domínio - criação da malha de elementos finitos

Criar a malha significa criar os elementos, os nós e a conectividade entre eles, ou seja, definir quais
os nós de cada elemento. A criação de um nó se dá simplesmente pela escolha do seu número e pela
definição de suas coordenadas em relação a um sistema de referência (global) escolhido. O
elemento possui também um sistema de coordenadas local, de onde é montada a solução elementar.

Z
Y

Z X

X
Y
Sistema de referência local

Sistema de referência global

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2a etapa: formulação da solução para o elemento - nível elementar

A partir da definição da malha, deve-se obter a solução para o elemento, ou seja, deve ser
explicitada a solução que leve aos valores das incógnitas nos nós. Isto é feito a partir de métodos
aproximados. Tem-se principalmente:

• Método direto: é baseado no conhecido Processo dos Deslocamentos, sendo, portanto, uma
técnica de fácil compreensão e aplicação, mas limitada a estruturas simples;

• Método energético ou variacional: é baseado no cálculo da energia potencial do sistema,


associada a princípios de estacionariedade, onde o ponto de mínimo representa o equilíbrio da
estrutura. Esta técnica pode ser aplicada a problemas mais complexos (Ex: Rayleigh-Ritz);

• Método dos resíduos ponderados: é um processo essencialmente matemático, que trabalha


diretamente com as equações diferenciais que regem o problema físico, não necessitando da
existência de um funcional (energia potencial, por exemplo).

Seja qual for o método utilizado, o resultado é um sistema de equações algébricas. No caso de
problemas de análise estática, este sistema de equações representa o equilíbrio da estrutura,
podendo ser colocado na seguinte forma matricial:

Ke Ue = Fe

onde:
Ke: matriz de rigidez elementar;
Ue: vetor elementar dos deslocamentos nodais;
Fe: vetor elementar das forças nodais.

Esta expressão matricial estabelece a relação entre as forças aplicadas nos nós da estrutura e os
deslocamentos correspondentes, através da matriz de rigidez. A partir da determinação das incógnitas
(deslocamentos nos nós) deste sistema de equações, o cálculo das deformações, tensões e esforços é
feito a partir de relações da Teoria da Elasticidade.

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O significado físico dos termos da matriz de rigidez é: o coeficiente Keij representa a força no grau
de liberdade i, devida ao deslocamento unitário imposto ao grau de liberdade j, estando os demais
graus de liberdade bloqueados.

A ordem deste sistema de equações é dada pelo número de nós do elemento e pelo número de graus
de liberdade de cada nó. Por exemplo, considerando um elemento de placa que possua 4 nós e
6 graus de liberdade por nó (3 translações e 3 rotações), o sistema terá a ordem de:

Ke 24x24 Ue 24x1 = Fe 24x1


Z

w1
Z
θz1
1
θ x1
u1
2 v1
θ y1 X
4 X
Y Y
3

3a etapa: formulação da solução para a estrutura - nível global

A malha de elementos finitos da estrutura é o resultado da associação de todos os elementos. Assim,


para obter as equações que regem o equilíbrio da estrutura, deve-se associar as equações que regem
o equilíbrio do elemento. O resultado é um sistema matricial similar ao do elemento, com a
dimensão expandida. Esta dimensão é função do número total de graus de liberdade da estrutura, ou
seja:

K mxm U mx1 = F mx1

onde:
K: matriz de rigidez global (estrutura);
U: vetor global dos deslocamentos nodais (incógnitas do problema);
F: vetor global das forças nodais (forças aplicadas na estrutura).

sendo m o número de graus de liberdade da estrutura, que vale:

m= número total de nós da malha X número de graus de liberdade por nó

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Por exemplo, seja uma malha composta de 2 elementos de placa, com 6 nós, sendo 6 graus de
liberdade por nó, conforme figura.

u1, v1, w1 u2, v2, w2 u3, v3, w3


θx1, θy1, θz1 θx2, θy2, θz2 θx3, θy3, θz3
1 2 3

1 2

4 5 6
u4, v4, w4 u5, v5, w5 u6, v6, w6
θx4, θy4, θz4 θx5, θy5, θz5 θx6, θy6, θz6

O sistema de equações globais neste exemplo será do tipo:

u1 F1
24x24 v1 F2
w1 F3
θx1 F4
θy1 F5
Ke1 θz1
--------
F6
F7
u2 F8
v2 F9
w2 F10
θx2
12x12 θy2 =
θz2
-----
M M
-----
u6
Ke2 v6
w6
θx6 F34
θy6 F35
24x24
θz6 F36
36X36 36X1 36X1

K U F

Nota-se que a matriz de rigidez global K é obtida pela associação das matrizes elementares. A
superposição destas matrizes (área pontilhada) ocorre por causa da imposição de condições de
continuidade/compatibilidade dos deslocamentos nos nós comuns aos elementos. Um procedimento
semelhante deve ser aplicado ao vetor F, impondo-se neste caso o equilíbrio das forças nos nós
comuns aos elementos. Todo este procedimento deve ser feito de maneira automática,
computacionalmente.

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4a etapa: imposição das condições de contorno da estrutura

Nesta etapa o sistema global de equações K U = F deve ser modificado para satisfazer as condições
de contorno (condições de apoio) da estrutura. Isto é feito pela imposição de valores pré-fixados
para os deslocamentos nos nós. Este procedimento reduz o número de incógnitas do sistema de
equações, que agora corresponde ao número “efetivo” de graus de liberdade do modelo.

5a etapa: resolução do sistema global de equações

Após a imposição das condições de contorno, a solução do sistema de equações K U = F leva aos
valores das incógnitas do problema (deslocamentos nos nós). Esta etapa é feita através de técnicas
numéricas apropriadas, não sendo aplicada a solução direta (U = K-1 F), pois o sistema pode
comportar milhares de incógnitas, onde a matriz de rigidez pode ser mal condicionada. Alguns
métodos conhecidos são: Método da Eliminação de Gauss, Método de Cholesky, Método de Jocobi,
Método de Gauss-Seidel. Um método eficiente deve considerar que a matriz de rigidez é simétrica e
esparsa.

6a etapa: cálculo de outras grandezas mecânicas

Na seqüência à determinação das incógnitas do problema (deslocamentos), a determinação de


outras variáveis mecânicas é feita a posteriori, através de relações físicas. Para problemas em
estática tem-se, por exemplo, as seguintes expressões da Teoria da Elasticidade:

- Cálculo das deformações: utiliza-se as relações deformação-deslocamento (εxx=∂u/∂x, etc.);


- Cálculo das tensões: utiliza-se as relações tensão-deformação (Lei de Hooke: σ = E ε).

Esquematicamente, as etapas de cálculo via Método dos Elementos Finitos são dadas pelo fluxograma
a seguir.

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Criação do modelo que representa a


estrutura real

Discretização do domínio:
geração da malha de elementos finitos
(nós, elementos e conectividade)

Formulação da solução para o elemento - nível


e e e
elementar: K U = F

Obtenção das matrizes de rigidez e dos vetores
e e
das forças elementares (K i e F i)

Formulação da solução para a estrutura - nível


global: K U = F

Montagem da matriz de rigidez e do vetor das
forças globais: F e K = Σ K i
e

Imposição das condições de


contorno da estrutura

Resolução do sistema global de equações



Obtenção das incógnitas (deslocamentos):
-1
U=K F

Cálculo das deformações,


tensões e esforços

1.2 Tipos de elementos

Do ponto de vista da geometria, os elementos podem ser pontuais, unidimensionais, bidimensionais,


tridimensionais e axissimétricos, além de elementos com geometria específica. Evidentemente, a
geometria está intimamente ligada à função estrutural que o elemento possui. Alguns tipos de
elementos básicos são:

(a) Elementos pontuais: massa concentrada, conexão;


(b) Elementos unidimensionais: treliça, viga, cabo;
(c) Elementos bidimensionais: membrana, casca e placa;
(d) Elementos tridimensionais (sólidos).

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Fonte: www.jppmonteiro.googlepages.com

1.3 Tipos de análise por elementos finitos

Algumas características frequentemente consideradas nas análises por elementos finitos são:

- Materiais: elásticos, plásticos, viscoelásticos, viscoplásticos, isotrópicos, ortotrópicos, etc.;


- Comportamento: estático (linear, não-linear), flambagem, dinâmico (modal, freqüência, transiente),
térmico, mecânica dos fluidos, contato, transferência de calor, magnético, acústico, falha, fratura,
fadiga, etc.;
- Cargas: concentradas, distribuídas, gravidade, variação térmica, protensão.

1.4 Matriz de rigidez do elemento

Conforme já explicado, a obtenção da matriz de rigidez do elemento é feita a partir de técnicas


aproximadas de solução, resultando em um sistema matricial de equações (K U = F), que representa
o equilíbrio da estrutura. Seja qual for a técnica de obtenção deste sistema, a matriz de rigidez
elementar depende da teoria considerada, sendo função da geometria do elemento e do material da
estrutura.

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Para exemplificar a forma, o conteúdo e os parâmetros que influenciam a matriz de rigidez do


elemento, são dados a seguir alguns casos básicos.

• Elemento de treliça tridimensional

y
vI vJ
uI uJ
x
wI nó I
wJ nó J

uI vI wI uJ vJ wJ
uI
vI
wI
uJ
vJ
wJ

Fonte: ANSYS

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• Elemento de viga bidimensional (Teoria de Timoshenko)

y
vI vJ
θz I uI θz J uJ
x
nó I nó J

uI vI θz I uJ vJ θz J
uI

vI

θz I

uJ

vJ

θz J

Fonte: ANSYS

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• Elemento de viga tridimensional (Teoria de Timoshenko)

uI vI wI θx I θy I θz I uJ vJ wJ θx J θy J θz J
uI
vI
wI
θx I
θy I
θz I
uJ
vJ
wJ
θx J
θy J
θz J

Fonte: ANSYS

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• Elemento de placa (Teoria de Kirchhoff)


Z

Z
w1

2
∂w1/∂x
X
∂w1/∂y X
4 Y
Y
3

Ke 12x12 = ∫ A BT DK B dA : matriz de rigidez do elemento

onde:
D νD 0
DK = νD D 0 : matriz de rigidez à flexão da placa;
0 0 ( 1 - ν )D / 2

Eh 3
D= : rigidez de flexão da placa (E = módulo de elasticidade; ν = coeficiente de Poisson;
12( 1 - ν 2 )
h = espessura da placa);

B = matriz de transformação deformações-deslocamentos nos nós, que depende das funções de


interpolação do elemento.

• Elemento de placa (Teoria de Mindlin)


Z

Z
w1

2
θx1
X
θy1 X
4 Y
Y
3

Ke 12x12 = ∫ A BT DM B dA : matriz de rigidez do elemento

onde:

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D νD 0 0 0
νD D 0 0 0
DM = 0 0 ( 1 - ν )D / 2 0 0 : matriz de rigidez à flexão da placa;
0 0 0 Gh 0
0 0 0 0 Gh

Eh 3
D= = rigidez de flexão da placa (E = módulo de elasticidade;ν = coeficiente de Poisson;
12( 1 - ν 2 )
h = espessura da placa);

G = módulo de cisalhamento do material;

B = matriz de transformação deformações-deslocamentos nos nós, que depende das funções de


interpolação do elemento.

1.5 Malha de elementos finitos

A técnica aproximada utilizada para obter as equações do elemento deve ter uma formulação
matemática que represente adequadamente o comportamento físico ao nível elementar. No entanto,
quando se considera a estrutura completa, com sua complexidade (geometria, condições de
contorno e de carregamento), é necessária a utilização de muitos elementos, que garantam a
reprodução da geometria e consigam “acompanhar” a variação da solução (das tensões, por
exemplo) ao longo da estrutura. Neste sentido, onde há concentração de tensões, por exemplo, a
malha deve ser mais refinada.

Deve-se lembrar, no entanto, que quanto mais refinada a malha, maior é o número de elementos e
de nós, o que implica em uma ordem maior do sistema global de equações a ser resolvido (K U = F).
Por conseqüência, o custo computacional (tempo de cálculo) será mais elevado. Assim, o número
de elementos utilizados na criação do modelo (grau de refinamento da malha) será um compromisso
entre custo computacional e precisão requerida.

As figuras a seguir exemplificam como as malhas podem ser refinadas apenas onde é necessário.

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Fonte: www.cee.engr.ucdavis.edu

Fonte: www2.imperial.ac.uk

Fonte: www.scielo.br

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1.6 Aplicações do método

Como foi dito, o Método dos Elementos Finitos pode ser aplicado, em princípio, a qualquer
problema físico em que se disponha das equações diferenciais que regem o fenômeno, o que torna o
campo de aplicação do método muito extenso. Deve-se lembrar, no entanto, que o MEF é uma
técnica aproximada de solução de problemas, onde são feitas simplificações em diversos níveis
(precisão da teoria utilizada, grau de refinamento da malha, forma de aplicação dos carregamentos e
das condições de contorno, imprecisão dos dados de entrada que caracterizam a estrutura,
procedimento iterativo da solução numérica, etc.).

Nas engenharias, o método é aplicado nas áreas de Mecânica dos Sólidos (Estática e Dinâmica),
Mecânica dos Fluidos, Transferência de Calor e Eletromagnetismo.

Em termos de problemas práticos, seja em pesquisa ou em aplicações industriais, há um grande


número de problemas que podem ser analisados via MEF. São nestes casos que frequentemente os
problemas são complexos, necessitando de uma ferramenta flexível de análise.

As tabelas a seguir mostram os tipos de problemas que o programa de elementos finitos ANSYS
trabalha. Na seqüência, as figuras ilustram algumas aplicações do MEF.

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Fonte: www.ansys.com

Fonte: www.grante.ufsc.br

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Fonte: www.eng.midasuser.com

Fonte: www.scia-online.com

Fonte: www.ansys.com

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Curso básico do programa de elementos finitos ANSYS

Fonte: www.fem.unicamp.br Fonte: www.engineering-and-solutions.com

Fonte: www.rockfield.co.uk Fonte: www.bugman123.wordpress.com

Fonte: www.meta-synthesis.com Fonte: www.ansys.com

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Curso básico do programa de elementos finitos ANSYS

Fonte: www.warungplus.com Fonte: www.bristol.ac.uk

Fonte: www-milton.ansys.com

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Fonte: www.ansys.com Fonte: www.ilight.com/fieldview12release.php

Fonte: www.vncold.vn Fonte: www.ansys.com

Fonte: www.engr.uconn.edu

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Fonte: www.kgt.co.jp Fonte: www.ansys.com

Fonte: www.eeimvr.uff.br Fonte: www.sci.utah.edu

Fonte: www.syd.kth.se

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Fonte: adg.stanford.edu Fonte : www.illustrations.marin.ntnu.no

Electrostatic octo-pole nano-scale level. Fonte: www.ansys.com

Fonte: www.peterbird.name

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